Desde o tempo de capital fortificada até à moderna cidade transformada em apenas 1 século, Pequim tem uma história de 3 milénios que não te vai passar ao lado quando planeares a visita a esta enorme cidade na China.

Descobre os palácios, o olhar do presidente Mao na praça principal, a arte, a saborosa comida chinesa e muito mais neste artigo da IATI.

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Lugares a não perder em Pequim

Agora que já tens o principal, falta-te saber quais são as 7 atrações imperdíveis da capital chinesa.

cidade proibida

A cidade Proibida

Só o nome já faz aguçar o apetite não é?

Rodeada por 3,5 km de muralhas vermelhas no coração de Pequim, a Cidade Proibida, património da Unesco, é a maior e mais bem preservada coleção de edifícios antigos da China. E o maior complexo palaciano do Mundo!

Este espaço gigante espaço era composto por 900 edifícios e nele viveram duas dinastias de governo imperial, milhares de eunucos, servos e concubinas até ao ano de 1911 quando a República derrubou o último imperador Qing.

praça tianamen

Praça Tiananmen – Praça da Paz Celestial

Já terminaste a visita à Cidade Proibida, mas deixa-te ficar na área, esta praça tem uma atmosfera que não te vai deixar indiferente.

Rodeada por prédios de estilo soviético triunfalistas dos anos 50, a maior praça pública do mundo (440.000 metros quadrados) é uma imensa planície de pedra pavimentada no coração de Pequim. Os madrugadores podem assistir à cerimónia diária de hastear das bandeiras ao nascer do sol, realizada por uma tropa de soldados a marchar a precisamente 108 passos por minuto, 75cm por ritmo. Os soldados emergem através do Portão da Paz Celestial. Ao pôr-do-sol também podes assistir, mas desta vez com muito mais afluência de pessoas.

A praça é monitorizada por câmaras e patrulhada por polícia fardada e à paisana. Nos pontos de acesso vais encontrar verificações de segurança. Uma atmosfera tangível de restrição e autoridade reina por lá.

Isto tudo isto e mais a ausência de qualquer lugar para te sentares, significa que a praça não é um lugar para relaxar, mas é sem dúvida um lugar a não perder.

Templo Lama

Este templo é uma atração budista de Pequim. Se só tiveres tempo para um templo (o Templo do Céu não é um templo) vai ver este, onde telhados fascinantes, pinturas fabulosas, arcos decorativos, tapeçarias, carpintaria de pormenor, rodas de oração tibetanas, estátuas tântricas e um soberbo par de leões chineses se misturam com densas nuvens de incenso.

templo ceu pequim

O Templo do Céu

Trata-se de um tranquilo oásis de paz e design confucionista circular, numa das paisagens urbanas mais movimentadas da China. Com 267 hectares, é absolutamente único. Originalmente serviu como palco para rituais solenes realizados pelo imperador da época (conhecido como o Filho do Céu), que orou aqui por boas colheitas e procurou a autorização divina.

É um altar em vez de um templo, por isso não vais encontrar incenso a queimar ou adoradores espalhados pelo chão.

palacio verao

O Palácio de Verão – Yiheyuan

Este palácio era o fresco lugar para onde os imperadores fugiam do torpor sufocante de verão da velha cidade imperial. Com o seu enorme lago e vistas da colina, oferece uma fuga campestre para as paisagens da pintura tradicional chinesa.

Merece a visita de um dia inteiro, embora uma manhã ou tarde (em ritmo acelerado) a explorar os templos, jardins, pavilhões e pontes seja suficiente.

Distrito da Arte 798

Espalhado por uma área de fábricas abandonadas da Era Mao, o 798 Art District, é a principal concentração de galerias de arte contemporâneas, livrarias de arte e cafés de Pequim. O lugar ganhou fama no final da década de 1990, com seus antigos ateliers em fábrica de estilo Bauhaus, ideais para instalações de arte ambiciosas. O complexo industrial celebra as suas raízes proletárias no auge comunista dos anos 50, através dos slogans vermelhos maoístas retocados que decoram as paredes das galerias e as estátuas de trabalhadores corpulentos e de queixo pontiagudo pelas ruas.

mercado Donghuamen

Mercado de Donghuamen

Existem cerca de 10 mercados em Pequim, mas para saborear comida típica, sugerimos o de Donghuamen que a partir das 16 horas já está a funcionar.

Em Pequim, chī le ma? (já comeu?) é literalmente como os habitantes locais cumprimentam os seus vizinhos. A comida é a moeda social da cidade, que liga toda a gente, independentemente de suas crenças ou conta bancária. Quer estejas a beber uma tigela de noodles, ou a enrolar mais uma panqueca de pato à Pequim, estás em boa companhia.

Numa panela de dar água na boca, Pequim hospeda cozinhas regionais exóticas de toda a China.

 

Dica IATI: Queres ver uma seção menos turística da Grande Muralha? Viaja para Mutianyu, a 70km da cidade.

Bons Passeios!

 

Autores: Onde andam os Duarte?

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