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As 15 melhores coisas para ver e fazer em Edimburgo

As 15 melhores coisas para ver e fazer em Edimburgo

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A capital da Escócia, Edimburgo, mal ultrapassa o meio milhão de habitantes, mas todos os anos mais de 4 milhões de turistas visitam-na, atraídos pela sua fabulosa combinação de arquitectura medieval, história e espaços verdes. Se nos permites, hoje na IATI, especialistas em seguros de viagem para o Reino Unido, vamos recomendar-te as 15 atividades e locais imprescindíveis que deverias ver e fazer em Edimburgo, sem desculpas. Acompanhas-nos? O que ver e fazer em Edimburgo Castelo de Edimburgo O castelo de Edimburgo ergue-se sobre um promontório rochoso e oferece algumas das melhores vistas da cidade e do estuário do rio Forth. É a atracção turística mais visitada da cidade e isto significa que pode encher-se completamente no Verão. Mas também que é possivelmente um dos melhores lugares para ver em Edimburgo. Esta fortaleza enorme é tão grande que precisarás pelo menos entre duas a três horas para a veres razoavelmente bem. O que não podes perder? Por esta ordem: as Jóias da Coroa e a Pedra do Destino, os apartamentos reais, o Grande Salão, o tiro de canhão da uma da tarde, a capela de Santa Margarida, o Museu dos Prisioneiros de Guerra e o Museu Nacional da Guerra. Desfruta! Scott Monument e Princes Street Gardens O Scott Monument é um monumento gótico vitoriano ao autor escocês Sir Walter Scott, sendo o segundo maior monumento a um escritor no mundo. Ergue-se nos Princes Street Gardens em Edimburgo, e a torre, de cor enegrecida, confere-lhe uma beleza sinistra. A torre está decorada com 64 figuras que representam várias personagens dos romances do escritor. Podes subir os 287 degraus em espiral até ao topo para obteres vistas deslumbrantes da cidade. Os próprios Princes Street Gardens são um oásis verde no centro da cidade, perfeitos para um piquenique ou simplesmente para relaxar. A Royal Mile Com 1,81 km de comprimento (o equivalente a uma “milha escocesa”), a Milha Real liga o castelo de Edimburgo ao Palácio de Holyrood há mais de 500 anos. Nem sempre se chamou assim e é fácil ver que cada um dos seus troços tem o seu próprio nome (High Street, Canongate, Lawnmarket, etc.), mas hoje quase toda a gente se refere a ela com este nome tão cheio de glória. Às vezes pode estar mais movimentada que as Ramblas de Barcelona, mas passear por ela, na direcção que quiseres, é uma das melhores coisas a fazer em Edimburgo porque te permitirá admirar a arquitectura medieval que tornou a cidade merecedora de ser Património Mundial da UNESCO. Não te esqueças de parar para curiosear na antiga igreja de The Tron, comprar alguma lembrança nas muitas lojas de recordações que há por todo o lado, nem te perderes pelos “closes”, essas vielas medievais que te permitirão viajar ao passado sem teres de te meter numa máquina do tempo. Greyfriars Kirkyard Um dos cemitérios mais famosos do mundo, Greyfriars Kirkyard é conhecido pela história do cão Bobby, que permaneceu junto ao túmulo do seu dono durante 14 anos. Mas além desta história tocante, o cemitério é também um local atmosférico cheio de história, com túmulos que datam do século XVI. É aqui que J.K. Rowling encontrou inspiração para alguns nomes das suas personagens de Harry Potter, incluindo Tom Riddle. As visitas nocturnas são particularmente populares entre os caçadores de fantasmas. Grassmarket e os seus pubs Descendo pela Victoria Street (rua famosa por ser uma das inspirações para Diagon Alley, na saga de livros de “Harry Potter”) chegarás ao Grassmarket. Esta grande praça alongada à sombra do castelo de Edimburgo é o local favorito dos locais para tomar uma pinta ou várias qualquer dia da semana. O porquê tem resposta fácil: está cheia de pubs com história. Se não sabes por onde começar, no Wee Pub costumam ter sessões de música ao vivo e microfone aberto vários dias por semana. Enquanto o Maggie Dickson é famoso por levar o nome de uma mulher que foi enforcada nesta mesma praça em 1724 mas que conseguiu sobreviver. No White Hart Inn rumora-se que se alojou o bardo escocês por excelência: Robert Burns. E no The Beehive fazem hambúrgueres de chupar os dedos. Camera Obscura e World of Illusions No topo da Royal Mile, esta atracção única oferece uma experiência interactiva fascinante. A Camera Obscura, instalada em 1853, projecta imagens ao vivo da cidade numa tela, proporcionando uma perspectiva única de Edimburgo. O edifício também alberga o World of Illusions com cinco pisos de experiências ópticas, hologramas, ilusões e diversão interactiva que encantará visitantes de todas as idades. Arthur’s Seat Pode ser que os 251 metros de altura da principal colina de Edimburgo não te pareçam muito, mas a verdade é que do cimo do Arthur’s Seat o panorama não poderia ser mais bonito. Sem esquecer que este vulcão extinto é um dos principais parques da cidade, tão grande que te esquecerás de que estás no coração da capital da Escócia. Além de o coroares, recomendamos-te que desfrutes dos seus trilhos cheios de paz e tranquilidade, que te aproximes de lagos como o de Santa Margarida ou Dunsapie Loch e às ruínas da capela de Santo António. Se queres fazer algum desporto, não se nos ocorre melhor plano que calçares umas sapatilhas de desporto e dares-lhe a volta. Calton Hill e os seus monumentos Embora Arthur’s Seat seja mais conhecido, Calton Hill é outra colina imperdível que oferece vistas espectaculares de Edimburgo. O mais impressionante é o Monumento Nacional, inspirado no Parténon de Atenas, destinado a comemorar os militares escoceses que morreram nas Guerras Napoleónicas, mas que nunca foi concluído, deixando apenas as doze colunas que vês hoje. No cume encontrarás também o Monumento a Nelson, o Observatório da Cidade e o Old Observatory House. É particularmente mágico ao pôr-do-sol e oferece uma perspectiva única da cidade histórica. A cidade subterrânea Edimburgo é famosa, entre muitas outras coisas, pelos seus fantasmas, esses que dizem ter por toda a parte. Se queres tentar a sorte e encontrares-te com algum, recomendamos-te que, além de fazeres um tour nocturno por vielas e cemitérios, te inscrevas numa das visitas guiadas que permitem adentrares-te nas entranhas da cidade. Do ponto de vista puramente histórico, os tours que organiza o Mary King’s Close são perfeitos. Permitem ver como era uma rua do Edimburgo medieval, como eram as habitações das pessoas e contar-te-ão histórias reais como a do dono da primeira retrete da cidade. Mas se o que queres são emoções fortes, nada como um dos dois tours que directamente te metem debaixo da cidade (com Mercat Tours e com City of the Dead), numa série de túneis e espaços onde o mais marginal se deu a mão com a pobreza mais extrema até finais do século XIX. Contam que estão assombrados por vários espíritos, portanto lá tu. O Museu Nacional da Escócia Este fabuloso museu gratuito é, por muitas razões, outra das atracções turísticas mais populares de Edimburgo e não o deverias perder por nada. Se queres ver tudo precisarás de um dia inteiro, mas nós recomendamos-te que decidas o que mais te interessa e desfrutes do local. Para começar, sobe ao último piso e desfruta das vistas de Edimburgo desde o seu miradouro. Depois, já de descida, poderias perder-te na sua excelente colecção de artefactos da Escócia romana ou alucinar com os broches e armas celtas e vikings. Mas se vais com crianças, o mais provável é que onde mais desfrutem seja na ala vitoriana graças aos seus simuladores de carros de Fórmula 1, foguetões e a sua sala dedicada à fauna e flora do mundo. A propósito, se te interessa, têm a boa da ovelha Dolly a dar voltas num dos expositores, já que o primeiro mamífero clonado do mundo viu a luz num centro de investigação em Roslin, nos arredores da cidade. Dean Village Passear pelo Dean Village é esqueceres-te de que estás no coração de uma das cidades mais turísticas do mundo. Este pequeno bairro que no seu dia foi o lar de vários moinhos que aproveitavam a água do Water of Leith é hoje um dos cantos mais pitorescos de Edimburgo. A sua arquitectura medieval, o rio que o atravessa e a tranquilidade que se respira fazem pensar que estás numa aldeiazinha nas Terras Altas. O nosso conselho é que dês uma boa volta e que nem se te ocorra perderes o Well Court, umas habitações de protecção oficial de 1880 onde os vizinhos ainda estendem a roupa no pátio central. E o melhor de tudo é que está a menos de 15 minutos a pé desde a Princes Street. O Bairro de Leith Para trás ficaram os anos em que Leith se parecia com o que retratou Irvine Welsh no seu Trainspotting. Hoje o bairro marinheiro de Edimburgo é a zona da moda por excelência e um destino hipster que não podes perder. Dar um passeio por Leith é tropeçares numa arte urbana de primeira, desfrutar de montes de bares tão autênticos e curiosos como o Teuchter’s Landing (que está num barco) e viver um dos ambientes mais multiculturais da cidade. A propósito, em Leith está também o barco da Rainha, o Royal Yacht Britannia. Se gostas da monarquia britânica, não o percas. The Writers’ Museum Situado numa casa do século XVII na Lady Stair’s Close, este pequeno mas encantador museu é dedicado à vida e obra de três dos maiores escritores escoceses: Robert Burns, Sir Walter Scott e Robert Louis Stevenson. Para os amantes da literatura, é uma paragem obrigatória que oferece uma visão íntima do património literário da Escócia. A entrada é gratuita e o edifício em si é um exemplo perfeito da arquitectura medieval de Edimburgo. Claro que há muitíssimas mais coisas para fazer e ver em Edimburgo, mas com estas tens uma selecção ainda mais completa para descobrir todos os encantos da capital escocesa. Desde monumentos históricos a vistas panorâmicas, passando por histórias de fantasmas e património literário, Edimburgo oferece experiências para todos os gostos. O Palácio de Holyrood No final da Royal Mile, a residência oficial do Rei em Edimburgo é um palácio espectacular que, por sorte, tem menos aglomerações de gente que o castelo. Pode visitar-se todo o ano, excepto os poucos dias de Verão em que o soberano britânico se aloja aqui, e surpreender-te-á de certeza. Um dos seus cantos mais interessantes é a torre onde se encontram os aposentos da mítica rainha escocesa Maria Stuart. Aí descobrirás mais sobre a desditosa monarca e, de passagem, poderás ver o local exacto onde o seu segundo marido assassinou o seu secretário italiano, fruto de um ataque de ciúmes, perante o seu olhar atónito. Depois do trauma, nada como um passeio pelas ruínas da Abadia de Holyrood e os jardins do palácio para te reconciliares com um dos locais mais maravilhosos de Edimburgo. As vistas do Arthur’s Seat daqui são impagáveis. Ouvir música ao vivo A Escócia é sinónimo de música e em Edimburgo pode ouvir-se de todo o tipo e por toda a parte. Que gostas da música celta e tradicional escocesa, então deixa-te cair por locais como o Ghillie Dhu e desfruta de um ceilidh como deve ser. Esta festa típica escocesa é um verdadeiro festival onde toda a gente dança com toda a gente e aqui fazem-no todas as semanas. Se não queres dançar, então passa pelo pub Sandy Bell’s ou pelo The Royal Oak. Ambos são minúsculos mas a qualidade da música é incrível. Para ouvir música algo mais moderna, então aproxima-te de locais como Whistle Binkies, Stramash (numa igreja), Bannerman’s Bar ou Sneaky Pete’s. A maioria destes bares estão na vibrante zona de Cowgate, têm entrada gratuita e garantem-te uma noite incrível ouvindo algumas das futuras promessas do pop e do rock escocês. Viajar em segurança pela Escócia com o IATI Standard Tanto Edimburgo como o resto do país espera-te com infinidade de planos para fazer desta uma viagem inesquecível. Embora o Reino Unido, incluindo a Escócia, não faça parte do Tratado de Schengen, o que significa que o seguro de viagem não é uma exigência obrigatória para entrar no país, é altamente recomendado contratar um. O custo da assistência sanitária aqui é realmente elevado para o turista e um escorregão a passear pela Royal Mile, um acidente ou qualquer outro incidente poderia converter-se em enormes facturas. O IATI Standard: a escolha ideal para a Escócia O IATI Standard é o melhor seguro de viagem para Reino Unido porque cobre as tuas costas com grandes coberturas e vai mais além de temas médicos. Este seguro oferece uma cobertura completa e equilibrada, adequada para viajar com total tranquilidade para a maioria dos destinos turísticos. Características principais do IATI Standard: • Cobertura médica robusta: Até 1.000.000 euros de despesas médicas, garantindo acesso aos melhores especialistas sem teres de pagar nada do teu bolso. • Protecção completa: Para além da saúde (covid incluído), estarás também protegido em casos como roubo, problemas com os teus voos, incidentes com a tua bagagem, repatriamento e assistência jurídica. • Duração flexível: Cobre qualquer viagem numa duração máxima de seis meses (186 dias consecutivos). • Cancelamento opcional: Este seguro pode também incluir, opcionalmente, uma cobertura de cancelamento de até 1.500 euros, caso os segurados não possam viajar por determinadas razões, sendo que este opcional deve ser contratado em até 7 dias depois de reservar a viagem. • IATI AirHelp: É possível também contratar o IATI AirHelp, exclusivamente para os nossos clientes, com o qual pode receber uma indemnização de até 600 euros em caso de cancelamento, atraso ou perda de ligações aéreas. Importante: Este seguro não pode ser contratado no destino, uma vez iniciada a viagem. Por isso, não esperes mais e viaja com a segurança que mereces. 🚂 7 dias na Escócia: o itinerário perfeito

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Brexit: viajar para o Reino Unido

Brexit: viajar para o Reino Unido

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Como será viajar para o Reino Unido após o Brexit? Esta questão trouxe inúmeras dúvidas e perguntas de viajantes que querem continuar a visitar ou estão a pensar fazer a sua primeira viagem ao país de William Shakespeare. Depois de muitos anos de incerteza, e após a aprovação por referendo a 23 de Junho de 2016 com uma percentagem de 51,6% dos votos, os britânicos decidiram deixar a União Europeia. Embora o Brexit tenha acontecido oficialmente a 1 de Fevereiro de 2020, esse ano foi considerado um ano de transição. Portanto, só a 1 de Janeiro de 2021 é que as grandes mudanças entre o Reino Unido e o resto da Europa começaram a ser aplicadas. Viajar para Londres ou para outra cidade de Inglaterra não será a mesma coisa depois do Brexit. Ainda poderás desfrutar do país e das suas inúmeras atrações, mas terás de ter em conta uma série de mudanças importantes que irão afectar a tua viagem. Para que tenhas todas as informações à mão, preparámos este guia detalhado com tudo o que precisas de saber sobre viagens após o Brexit. Precisas de passaporte? Precisas de visto? Afecta os voos? Precisas de seguro de viagem por causa de Brexit ou o Cartão Europeu de Seguro de Saúde é útil? Estas dúvidas e muitas mais, resolvemo-las no guia Brexit: viajar para o Reino Unido. Brexit: Documentos para viajar para o Reino Unido Quando se trata de viajar para o Reino Unido após o Brexit, a primeira pergunta que nos vem à cabeça é “posso fazê-lo com o meu Cartão de Cidadão ou preciso do passaporte para viajar até Londres?”. Até agora, com o país enquadrado na União Europeia, bastava apresentar o Cartão de Cidadão, como acontece em qualquer outro estado da União. Agora isto mudou, por isso toma nota: Documentos para viajar – precisas de um passaporte? Desde 1 de Outubro de 2021, viajar para Londres ou qualquer outra cidade do país exige que apresentes o teu passaporte. Lembra-te que terá de ser válido por pelo menos 6 meses a partir da data de entrada no território e com, pelo menos, uma página livre. Visto para entrar no país após o Brexit Após longos meses de negociações, foi acordado que, para cidadãos pertencentes a qualquer país da União Europeia, não será necessário obter um visto para viajar até ao Reino Unido. Este acordo está sempre sujeito a um acordo de reciprocidade, o que significa que se algum país decidir exigir um visto aos cidadãos britânicos, o governo britânico poderá aplicar-lhe os mesmos requisitos. Assim, ao contrário do período pré-Brexit, quando viajar para o Reino Unido não tinha uma duração máxima de estadia e até se podia lá ficar a viver sem qualquer problema, agora a estadia máxima para aqueles que não têm um visto será de 6 meses. Se precisares de permanecer mais de meio ano no país, terás de obter um visto. Demorará mais tempo a passar pelos controlos de segurança? Como podes imaginar, entrar no país é agora ligeiramente mais lento. Como foram impostas as fronteiras com o resto da União Europeia, levará um pouco mais de tempo a passar pelo controlo de segurança (nos aeroportos, terminais de comboios, autocarros ou ferry), pois terás de parar para verificar os teus documentos e bagagem. Seguro de viagem para o Reino Unido depois do Brexit Como assinalámos no ponto anterior, o governo recomenda vivamente viajar para o Reino Unido com um seguro de viagem que ofereça a melhor cobertura. As diferenças entre o que é coberto pelo Cartão Europeu de Seguro de Saúde e um seguro de viagem de qualidade para o Reino Unido são abismais, e é isso que os leva a insistir neste ponto em diferentes secções do seu site oficial. Embora o Cartão Europeu de Seguro de Saúde preste assistência limitada em centros de saúde públicos, um seguro de viagem garante-te os melhores benefícios possíveis em centros privados de qualidade. Incluindo todos os testes necessários sem espera, medicação prescrita por um profissional, hospitalização ou transferência. Se vais viajar para o Reino Unido depois do Brexit, não esperes mais e faz aqui o teu seguro de viagem. Além disso, se decidires incluir os custos de cancelamento, poderás recuperar, dentro das disposições das cláusulas, os custos que assumiste (voos, hotéis, actividades.) se não puderes viajar. Restrições de bagagens e alimentos Isto é de particular interesse para ti no teu regresso a Londres após o Brexit, pois terás de ter muito cuidado se levares certos tipos de alimentos. É proibido, a menos que tenha o certificado correspondente, trazer da União Europeia produtos como carne, vegetais ou produtos lácteos; com excepção do leite em pó para crianças ou alimentos especiais com receita médica. Pode não parecer grande coisa, mas já houve casos de alimentos a serem tirados aos camionistas que transportam mercadorias para a UE quando atravessam a fronteira. Viajar com um animal de estimação para o Reino Unido – há alguma alteração? Para muitos, os animais de estimação são um membro da família e, por esta razão, cada vez mais viajantes optam por viajar com eles. Na IATI, estamos conscientes disto e é por isso que temos apólices de seguro como a IATI Escapadinhas, que oferece cobertura para viagens deste tipo. Se for este o teu caso, é normal que perguntes como é que uma viagem a Londres, ou ao resto do país, afecta o teu animal de estimação. Como assegurado pela própria página do Ministério dos Negócios Estrangeiros: “Pode entrar no Reino Unido com o seu cão, gato ou animal de estimação se o animal tiver um microchip, tiver um passaporte ou um certificado oficial de um veterinário de um terceiro estado, tiver sido vacinado contra a raiva e submetido a um tratamento de desparasitação. Se os requisitos não forem cumpridos, os animais de estimação poderão ser rejeitados na fronteira ou colocados em quarentena”. Portanto, verifica todos os requisitos a ter em conta no site oficial do governo britânico. Roaming depois do Brexit: Ainda podemos usar o telemóvel como antes? O roaming é aquele serviço através do qual podemos continuar a utilizar a nossa tarifa de telemóvel em alguns países, sem ter de pagar as barbaridades que uma chamada ou uma mensagem custava há anos atrás. Como o roaming é legislado ao nível da União Europeia, existe agora a possibilidade de este acordo desaparecer com a saída do Reino Unido. De momento, os acordos de roaming gratuito existentes mantêm-se, mas, tendo saído do quadro da UE, as diferentes operadoras podem variar as suas tarifas. Assim, a principal recomendação é que antes de iniciar a viagem verifiques com a tua operadora se esta ainda mantém o roaming gratuito em Inglaterra. Conduzir e alugar um carro no Reino Unido com uma carta portuguesa Poderás nem sequer ter pensado nisto, mas, se és daqueles viajantes que gosta de desfrutar de uma viagem de carro pelo país, provavelmente queres saber se, após a saída da UE, a tua carta de condução ainda será válida ou se terás de levar contigo uma carta internacional. Após negociações, ambas as partes concordaram que os cidadãos da UE que visitam o país ainda poderão utilizar as suas cartas de condução sem quaisquer problemas. Este ponto em particular parece estar aberto a possíveis mudanças no futuro mas, se assim for, iremos actualizar este guia com as novas mudanças. Levantar dinheiro no Reino Unido – o que acontece agora? Neste ponto, não há nenhuma alteração notável porque, apesar da sua entrada na União Europeia em 1973, a Inglaterra nunca adoptou o euro como moeda, continuando a utilizar a libra esterlina. Portanto, quando se trata de pagar no Reino Unido, o melhor a fazer é utilizar um cartão que te ofereça a possibilidade de não pagar as grandes taxas que os bancos tradicionais normalmente cobram. Viajar depois do Brexit: Resumo e perguntas frequentes Como resumo deste guia, respondemos às principais questões: Preciso de um passaporte para viajar para o Reino Unido após o Brexit? Desde 1 Outubro de 2020 não é possível viajar só com o Cartão de Cidadão, é obrigatório viajar com um passaporte válido. Quanto tempo posso ficar como turista no Reino Unido? O tempo máximo é de seis meses. Preciso de um visto para viajar para Londres depois de Brexit? Apenas se a tua estadia for superior a 6 meses. Os controlos de segurança a entrar no país são mais lentos? Sim, uma vez que os teus documentos serão verificados, eles podem ser um pouco mais lentos. Existem algumas restrições de bagagem para os viajantes? Os viajantes que deixam o Reino Unido depois do Brexit não poderão trazer alimentos como carne, vegetais ou produtos lácteos para a UE. O Cartão Europeu de Seguro de Saúde é válido para viajar para o Reino Unido depois do Brexit? A sua validade é garantida até Outubro de 2021 e, embora haja a possibilidade de ser prorrogada, o Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste na necessidade de um seguro de viagem, dadas as grandes limitações do CESD. É necessário um seguro de viagem para o Reino Unido? Dadas as grandes limitações do Cartão Europeu de Seguro de Saúde, o Ministério dos Negócios Estrangeiros recomenda um seguro de viagem que tenha a maior cobertura, como os que oferecemos na IATI 100% concebidos para uma viagem como esta. Posso viajar com um animal de estimação? Sim, desde que tenhas os seus documentos e vacinas actualizados, não terás quaisquer problemas a este respeito. Existe roaming no Reino Unido depois do Brexit? De momento, sim. Mas deverás confirmar com a tua operadora se foi efectuada alguma alteração. Uma carta de condução portuguesa é válida no Reino Unido? Sim, poderás utilizá-la para viajar pelo país. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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7 dias na Escócia: o itinerário perfeito

7 dias na Escócia: o itinerário perfeito

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A Escócia é um país onde é melhor viajar de carro. Com a liberdade de uma estrada pela frente, descobrirás lagos espetaculares, as montanhas mais altas, os vales mais profundos e os castelos mais escondidos. Atreve-te a alugar um veículo e põe-te a caminho. Prometemos que não te vais arrepender da experiência e, para que não percas nada, faz um seguro de viagem e toma nota deste itinerário de 7 dias pelo melhor da Escócia. Roteiro pela Escócia em 7 dias: Dia 1: Edimburgo Qualquer viagem à Escócia deve começar com uma visita de pelo menos dois dias a Edimburgo. A capital escocesa é Património Mundial da UNESCO devido à cidade velha e à New Town, aquela “nova cidade” que James Craig projetou em 1767. Ao observar a cidade, facilmente entenderás o porquê de ter este estatuto. No primeiro dia em Edimburgo, recomendamos que visites o Old Town, a parte mais antiga da cidade. Começa pelo castelo, a atração mais visitada, uma enorme fortaleza que domina a paisagem há mais de 500 anos. Esta visita deve demorar, pelo menos, 2-3 horas. Quando terminar, desce a Royal Mile, descobre a Victoria Street com as suas fachadas coloridas, bebe uma cerveja no Grassmarket e aventura-te no Cemitério Greyfriars. À tarde, continua a descer lentamente a Royal Mile, com direito a muitas pausas. Entra em alguns dos jardins escondidos em becos como Dunbar’s Close, visita o Parlamento Escocês (é gratuito) e explora o Palácio de Holyrood, a residência oficial da Rainha. Para acabar o dia, nada melhor do que assistir ao pôr do sol do topo do Arthur’s Seat, o vulcão extinto no meio de Edimburgo. Dia 2: Edimburgo Durante o segundo dia em Edimburgo, o melhor plano é passear pelas ruas cheias de edifícios georgianos da New Town. Claro que primeiro te podes deliciar com um bom brunch em cafés incríveis como o Urban Angel ou o Henderson’s. De barriga cheia, segue para a praça Saint Andrew’s e, de lá, caminha pela George Square, a rua com as lojas mais elegantes de toda a cidade, até à Charlotte Square, na outra ponta. Em seguida, desce até ao Jardim Botânico. Este imenso pomar com mais de 300 anos de história possui 10 enormes estufas que abrigam mais de 3.000 plantas exóticas de todo o mundo. Não saias sem desfrutar da serenidade da zona de vegetação asiática ou sem passear pelo famoso jardim de pedras. O bairro Stockbridge fica muito perto, com os seus cafés e lojas independentes. Lá, podes apanhar o Water of Leith Walk para ir até Dean Village, um bairro que parece saído de um conto de fadas. Se gostas de arte contemporânea, aproveita e visita a Galeria de Arte Moderna. Se você prefere belas paisagens, nada como subir a colina de Calton Hill para ver outro pôr do sol épico sobre a velha cidade de Edimburgo. Dia 3: Fife – Saint Andrews – Pitlochry No terceiro dia de viagem pela Escócia, está na hora de pegar no carro para cruzar a Queensferry Crossing, a ponte que desde 2017 permite cruzar o estuário do Rio Forth e explorar as vilas de pescadores de Fife. As nossas favoritas são Crail e Pittenweem. Ambas parecem saídas de um postal, com paisagens lindíssimas. Depois de ver as vistas, vai até St. Andrews para almoçar. Esta cidade universitária é o lugar onde o golfe foi inventado, mas poderás reconhecê-la porque uma das cenas mais famosas do filme “Momentos de Glória” foi filmada na praia de West Sands. De todas as atrações, não deves deixar de visitar as ruínas da Catedral de Santo André ou o castelo e as suas minas. Termina este dia na bela cidade de Pitlochry, rodeado por natureza. Se não estiveres muito cansado, dá um passeio junto ao lago e, se tiveres tempo, visita a destilaria de uísque Edradour. Dia 4: Inverness – Loch Ness – Castelo Eilean Donan A Escócia deve uma pequena parte da sua fama à lenda do monstro do Lago Ness. Portanto, nada como atravessar o parque natural de Cairngorms pela estrada para chegar à capital das Terras Altas. Inverness é uma cidade pequena, mas fascinante, que te surpreenderá com o seu mercado vitoriano e o passeio junto ao canal. No entanto, a melhor parte é mesmo quando nos aproximamos do lago mais famoso do país. Loch Ness é o maior lago do Reino Unido e contém mais água doce do que todos os lagos da Inglaterra e do País de Gales juntos. Provavelmente não verás o Nessie, mas a paisagem não irá decepcionar, especialmente quando a observas das ruínas do Castelo de Urquhart. Segue o caminho ao longo do Great Glen, serpenteando pelo Vale Glen Shiel até o castelo mais fotografado do país: Eilean Donan’s. Observá-lo quando cai a noite e as águas estão calmas é incomparável. Dia 5: Ilha de Skye A Ilha de Skye é linda, apesar de ser um dos lugares mais turísticos da Escócia. Por este motivo, no verão a ilha atinge o limite e os preços dos alojamentos disparam. Mas se viajares fora da época alta, não podes perder esta ilha idílica. Como dificilmente terás tempo para ver tudo, escolhe alguns dos lugares mais míticos: o farol de Neist Point, o Castelo de Dunvegan, a destilaria de uísque Talisker, as falésias de Kilt Rock, as trilhas de caminhada pelo Quiraing ou até mesmo o Velho de Storr. Dia 6: Glencoe – Loch Lomond – Stirling Chegou a hora de dizer adeus à Ilha de Skye e regressar à civilização. Mas não sem antes desfrutar de uma nova dose daquela magia que só se respira nas Terras Altas da Escócia. O Vale de Glencoe é um longo desfiladeiro na montanha, marcado pela tragédia do Massacre de Glencoe que em 13 de fevereiro de 1692 culminou no assassinato de grande parte do clã MacDonald, mas não deixa de ser um lugar perfeito para ver veados e nos maravilharmos com a natureza que criou as impressionantes montanhas das Três Irmãs ou Buachaille Etive Mor. Ao descer, recomendamos que contornes as margens do Loch Lomond. Este enorme corpo de água rivaliza com o Loch Ness pelo título de “Lago Mais Bonito da Escócia”, a sua água calma e a forma como reflete a paisagem é algo inesquecível. E para acabar o dia, faz uma paragem em Stirling, uma pequena cidade universitária com um castelo espetacular que foi a chave da história do país em mais de uma ocasião. Se chegares a tempo, a visita vale a pena. Se não, a vista que terás de uma esplanada nas montanhas compensa a subida. Outro local imperdível em Stirling é o Monumento William Wallace. A vista desta torre vitoriana não poderia ser melhor, mas prepara-te para subir 246 degraus. Dia 7: Glasgow Edimburgo pode ser a capital da Escócia, mas Glasgow é a maior cidade do país, com uma vida cultural e musical muito interessante. Glasgow ergueu-se das cinzas e superou o seu lado mais decadente para se tornar numa cidade cheia de arte de rua, edifícios espetaculares e muitas histórias interessantes. Entre as muitas atividades disponíveis, não deves deixar de visitar a catedral e necrópole, o Museu Kelvingrove e a Universidade, que parece saída do universo “Harry Potter”. E, para te despedires da Escócia como deve ser, bebe um uísque na destilaria recém-inaugurada Clydeside. Slainte Mhath! Atreve-te a descobrir a magia da Escócia numa road trip com a companhia da Iati Seguros! Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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