A Andaluzia está na moda e existem cada vez mais pessoas entusiasmadas para fazer uma escapadinha a Córdova, uma das cidades mais charmosas de Espanha.

É possível viver uma vida inteira nesta cidade e estar constantemente a descobrir novos recantos; Porém, hoje na IATI Seguros selecionamos alguns destaques, para que comproves o seu encanto em apenas 48 horas.

Descobre o que ver e fazer em Córdova num fim de semana.

Viajar em Espanha em tempos de COVID-19

Depois de meses com poucas possibilidades de circular, podemos finalmente viajar novamente. Aos poucos, começamos a desfrutar de novo de zonas fora de Portugal e, agora, cada escapadinha é uma grande viagem. Por este motivo, criámos o IATI Escapadinhas, um seguro de viagem com cobertura para coronavírus que, a partir de apenas 0,53 € por dia, também cobre actividades como o cicloturismo, viagens em autocaravana ou viagens com animal de estimação. Não esperes mais e faz já o teu IATI Escapadinhas, o aliado ideal para desfrutares de uma nova viagem por Portugal e pela Europa.

48 horas em Córdova:

Primeiro dia

Uma escapadinha a Córdova deve ser feita com calma. Esta é uma cidade para desfrutar lentamente, os seus habitantes caminham devagar e não há motivo para correr. Por isso, sugerimos que comeces bem o dia com um pequeno-almoço a aproveitar o sol que costuma iluminar os dias cordoveses. Começa na Plaza de las Tendillas, onde te podes sentar e saborear um bom pão com azeite e presunto do Vale dos Pedroches enquanto contemplas uma das praças mais animadas da cidade presidida pela estátua do Gran Capitán, Gonzalo Fernández de Córdova.

De barriga cheia, dá um passeio pelas ruas Gondomar, Cruzconde e outra conhecida como a Boulevard de Córdova, a mais comercial da cidade. Aos poucos, dirige-te ao tradicional bairro de Santa Marina, um dos nossos preferidos pelas suas pequenas casas andaluzas e ruas de paralelepípedos. Começa por visitar a igreja de Santa Marina, uma das mais belas igrejas Fernandinas da cidade.

Córdova igreja de Santa Marina

Continua a percorrer as ruas estreitas e chegarás ao Palácio de Viana, onde terás alucinações com o que está atrás das suas portas. Pátios ricamente decorados sucedem-se nas várias divisões deste bem preservado palácio do século XV.

Palácio de Viana Espanha

Daqui, podes caminhar até a rua Alfaros e, quase a meio, subir os degraus da Cuesta del Bailío, um dos lugares mais charmosos da cidade. Além de ser um belo recanto, principalmente na primavera, quando as flores rosadas da parede estão em pleno esplendor, a encosta era uma importante ligação entre a cidade alta e a cidade baixa nos tempos antigos. Continua até chegares à Plaza de Capuchinos, onde se encontra uma das esculturas mais queridas do povo de Córdova, popularmente conhecida como Cristo dos Lanternas.

Quando a fome começar a aparecer, a Taberna Góngora é uma ótima opção para quem não tem um grande orçamento mas quer conhecer um lugar com tradição. Uma escapadinha a Córdova não estaria completa sem o salmorejo. As anchovas com limão e o javali com tomate, regados com um bom Montilla-Moriles, também fazem as delícias de quem passa nesta taberna. Sabemos que nos vais agradecer.

salmorejo prato típico da Andaluzia

Depois do banquete, desce a rua Claudio Marcelo e maravilha-te com as belas colunas do Templo Romano de Córdova, ao lado da câmara municipal. Para tomar café, nada melhor do que caminhar até a Plaza de la Corredera e sentir-se como um cordovês a apanhar sol numa das esplanadas.

Ainda tens algumas horas para desfrutar, pergunta a um local onde fica a Plaza del Potro e caminha até a encontrares. Visita o museu Julio Romero de Torres e a Posada del Potro antes de veres pela primeira vez o histórico rio Guadalquivir.

Caminha com calma à beira do rio, acreditamos que já estarás cansado do passeio de hoje e que a melhor lembrança deste primeiro dia será um pôr do sol inesquecível. Por isso, atravessa a ponte romana de Córdova, uma maravilha que permanece desde o século I. Na Torre de la Calahorra, poderás apreciar um dos monumentos mais incríveis de Espanha com a cidade de Córdova ao fundo: a mesquita.

Torre de la Calahorra Rio Guadalquivir

Termina o dia com um jantar agradável num local como El Aguacero, com cozinha tradicional cordovesa e de fusão. Se ainda não estiveres cansado, vai ao Mercado Victoria, o sítio da moda em Córdova. Este mercado tem um food hall e um bar de cocktails que poderás aproveitar até de madrugada.

Segundo dia

É hora de te levantares para começar o dia com a doçura do pastel cordovês, um delicioso bolo folhado recheado, típico da gastronomia da cidade. Chegou o momento de atravessar o Patio de los Naranjos e sentir o cheiro a flor de laranjeira das suas 98 árvores. Atravessa a porta que permite o acesso à Mesquita-Catedral de Córdova e observa pela primeira vez os arcos mais impressionantes da arte hispano-muçulmana.

Mesquita-Catedral de Córdova

Em seguida, explora o bairro judeu e descobre locais encantadores como a Sinagoga, a Calleja de las Flores ou as ruínas da muralha muçulmana ao lado da Puerta de Almodóvar.

Não muito longe está um dos melhores lugares para comer as melhores beringelas fritas de Córdova, o Mesón Juan Peña. Aqui há um grande cuidado com o produto e serviço, e qualquer pessoa se sente confortável numa das mesas com fogões que os cordoveses adoram!

Se ainda tiveres forças, perde-te nas ruas do bairro de San Basilio, onde se encontram os tradicionais pátios cordoveses em quase todas as casas. Perto está o Alcázar de los Reyes Cristianos, que tem jardins e pátios de inspiração mudéjar que merecem uma visita.

Andaluzia jardins e pátios mudéjar

As 48 horas em Córdova estão a chegar ao fim, mas antes não te esqueças de passar no Bodegas Campos, um dos restaurantes de referência da cidade e por onde passaram grandes personagens da história. Brinda  a uma escapadinha perfeita a Córdova no terraço do Sojo Ribera, com belas vistas do Guadalquivir e das pontes que cruzam esta cidade cheia de planos.

Finalmente, aproveita a tua escapadinha a Córdova com tranquilidade, fazendo um bom seguro de viagem.

 

Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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