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Descobre tudo sobre Bohol nas Filipinas

Descobre tudo sobre Bohol nas Filipinas

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As Filipinas são a viagem de sonho de muita gente e muitos são os destinos imperdíveis que fazem desse país um dos mais paradisíacos do sudeste asiático. Um sonho com sete mil ilhas tropicais e 100 milhões de pessoas e um dos únicos dois países asiáticos com predominância cristã (juntamente com Timor-Leste) devido à influência da colonização espanhola. Hoje, decidimos falar-te de Bohol localizado na região das Visayas, grupo de ilhas central das Filipinas, por ser uma ilha tão diversificada que preenche as medidas aos diversos gostos e viajantes. Se estás a ponderar visitar este cantinho filipino, claro está não pode faltar um seguro de viagens à medida para que possas desfrutar tranquilamente da tua aventura sem preocupações extra. Descobre tudo sobre Bohol nas Filipinas! Como chegar a Bohol Desde Manila ou Cebu é possível conseguir um voo directo para Tagbilaran, a cidade principal de Bohol. Nós optamos pelo ferry desde Cebu, sendo uma das formas mais económicas de fazer este trajeto de aproximadamente 3h até Tagbilaran (é importante confirmares o destino porque existe mais do que um porto em Bohol). Uma dica essencial: recomendamos que consultes os horários do ferry online e que te apresentes no porto de Cebu pelo menos duas horas antes para comprar os bilhetes (as filas podem ser longas). Se tiverem oportunidade, melhor será comprar no dia anterior, por exemplo. Informação importante para conhecer Bohol Alugar uma mota vai ser a tua melhor opção de transporte se procuras liberdade de horários e queres explorar a ilha pelos teus próprios olhos. Se preferes ter tudo planeado com antecedência, recomendamos que procures grupos de facebook de backpackers nas Filipinas onde podes discutir com outros viajantes preços e contactos de empresas de aluguer. Se és dos que gosta de ir sem planos e decidir no momento, também não há problema, no porto de Tagbilaran vais encontrar pessoas a oferecer os seus serviços de aluguer de mota Se preferes os transportes públicos ou os famosos triciclos (que são uma espécie de tuk-tuk), ficar alojado em Tagbilaran vai te permitir chegar aos outros cantos da ilha. Desde Bohol, facilmente chegas à ilha de Panglao que é onde estão localizadas as mais (e outras nem tanto) famosas praias da zona de Bohol. O acesso é feito através de uma ponte (que podes atravessar de mota, transportes ou triciclo) e rapidamente estás numa ilha diferente. Dependendo do tipo de alojamento que procuras, esta pode ser uma boa opção, se procuras praia e um ambiente tropical (podes optar pelas praias mais movimentadas e conhecidas como Alona, onde há bastante oferta em termos de alojamento, ou então algo mais tranquilo e fora das rotas turísticas no interior da ilha como a zona de Bingag, por exemplo). O que ver e fazer em Bohol Colinas de Chocolate Chocolat Hills, provavelmente a atração mais conhecida e surpreendente de Bohol. São 1268 montanhas com as mesma forma geológica que ninguém ainda sabe explicar, o que é certo é que devido à imensidade de montanhas iguais forradas com a vegetação o espetáculo desde o parque vale bem a pen. Todos esperam montanhas castanhas, contudo, durante a época de chuvas a cor das montanhas é verde, distanciando-se da cor chocolate que lhe dá o nome. Man-made Forest A caminho das colinas de chocolate, encontra-se a maior floresta feita pelas mãos do Homem do mundo. Este foi um projeto de reflorestação feito por estudantes que durou aproximadamente 30 anos. A floresta é conhecida pelas suas longas árvores e pelo seu frio silêncio que se explica pela ausência de biodiversidade do local. Ainda que a intenção dos estudantes tenha sido boa, uma vez que a espécie não pertence à região os animais não conseguem viver dentro da floresta. Loboc Outra das atividades pelas quais é conhecido Bohol é a viagem de barco pelo rio, que dura no total uma hora. Durante o passeio podes apreciar as margens tropicais do rio mais limpo das Filipinas e a sua biodiversidade Praias de Panglao Tal como referido anteriormente, esta ilha fica a uma ponte de distância de Bohol e é onde podes encontrar praias com areia branca, água cristalina e palmeiras à mistura, mesmo à cenário de filme. A Alona beach é das praias mais conhecidas e ao seu redor foram-se construindo resorts, hotéis e cadeias de restaurantes, como tal é muito movimentada e confusa. Se procuras algo mais calmo e igualmente bonito, recomendamos que visites as praias ao redor, como por exemplo a Dumaluan Beach. Mergulho Para os amantes de mergulho ou snorkle existem várias pontos na ilha para o fazer mas das mais conhecidas é Balicasag, rica em vida marinha. Recomendamos a uma pesquisa detalhada antes de fazer a reserva da atividade de forma a entender se o funcionamento natural dos ecossistemas são respeitados ou postos em causa com a tour em questão Gruta Hinagdanan Se grutas são a tua praia, ainda em Panglao podes visitar a Hinagdanan Cave e o seu lago interior, que foi descoberta por acaso por um agricultor local. Estes são alguns dos motivos que te podem levar a Bohol, mas a sua rica diversidade em natureza e paisagem, desde praias desertas a montanhas em formas de chocolate são apenas exemplos. Uma simples viagem de mota entre as casas de bamboo da aldeia, campos de arroz ou as florestas tropicais vai ser suficiente para teres a certeza que foi uma boa opção. Autora: Janete Silva, Flearound

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6 Razões para visitar as Filipinas

6 Razões para visitar as Filipinas

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As Filipinas são definidas por seus campos de arroz esmeralda, cidades movimentadas, autocarros salpicados de grafitis, vulcões ardentes, pequenos macacos de olhos esbugalhados, búfalos e pessoas sorridentes. Neste artigo atravessamos contigo este país e mostramos-te o forte legado espanhol que ainda podes encontrar nas 1707 ilhas de natureza tão diversificada. É um dilema: a lagoa escondida ou a praia isolada? Fácil! Joga uma seta ao mapa e vais sempre acertar num paraíso. Prepara uma longa viagem, com o seguro IATI Mochileiro, pois este país merece tempo. Tempo para conseguires ver tudo o que há de mais bonito e tempo para apreciares esta experiência profunda, sem pressa de regressar a casa. 6 razões para visitares as Filipinas Ilhas, praias e paisagem paradisíacas São imensas ilhas tropicais com praias incríveis e toneladas de atividades dignas de férias. De todo o grupo, Palawan é o diamante, tanto que foi eleita a melhor ilha do mundo várias vezes. É a maior ilha do país, definida por seus “50 tons de azul” e suas paisagens marinhas fotogénicas. Há muita variedade de tudo nas Filipinas. Além da selva e praias paradisíacas, podes ver gigantescos vulcões, cavernas, terraços de arroz com 2.000 anos de idade, colinas de chocolate, rios subterrâneos e muito mais. O povo Os filipinos são pessoas amáveis e amigáveis. Extremamente acolhedores e curiosos, parecem estar sempre felizes, e adoram cantar e dançar sempre que há uma ocasião para comemorar. Não é por acaso, que nos países vizinhos encontras tantos Filipinos a trabalhar no sector dos serviços ou em companhias aéreas. Se tiveres a sorte de visitar uma casa filipina, não te vão deixar ajudar e se insistires vão dizer que não és um visitante, és um amigo. Natureza As Filipinas têm uma das mais diversificadas espécies de vida selvagem do mundo. São o lar de uma grande diversidade de pássaros, plantas, animais e criaturas do mar. Existem quase 200 espécies de mamíferos nas Filipinas. O Tarsier filipino é uma das menores (e mais engraçadas!) espécies de macacos do mundo. Vais encontrar mais de 600 espécies de aves, mais de 300 espécies de répteis e anfíbios e pelo menos 400 espécies de corais. Do tubarão-baleia gigante ao mais minúsculo peixe do mundo (Pandaca pigmeu), tudo com o que podes sonhar está agregado nas belas ilhas das Filipinas. O Clima A temperatura média ao longo do ano é de 26.6 ° C. A melhor época para visitar este país, é entre novembro e maio. Nas Filipinas também existe uma estação de monções e muita chuva entre junho e outubro. Mas honestamente, isso não impede ninguém de ir lá. Nada é mais mágico do que nadar no mar em um dia chuvoso, onde depois o sol brilha através das nuvens e a água é de 30 graus. Gastronomia A cozinha filipina não é famosa mundialmente. Mas isso não quer dizer que seja má. Muito pelo contrário! Existem muitas coisas que vale a pena experimentares. Leva em mente, que a comida filipina é uma mistura de cozinha malaia, chinesa, espanhola, japonesa e americana. Por exemplo, o Pancit (massa com legumes e carne), o Halo-Halo (sobremesa à base de leite, feijão, fruta e gelado), ketchup de banana ou o Adobo, frango ou porco cozido com molho se soja. Se fores muito corajoso, podes experimentar o Balut, um ovo cozido com um pato em estado embrião dentro. Todas as frutas nas Filipinas são de fazer água na boca, e podes comprá-las em toda parte frescas e baratas: abacaxis, cocos, mangas, durians (se aguentares o cheiro), papaias e muito mais. Se gostas de marisco, de lagosta a caranguejo, camarão tigre ou polvo, vais encontrar tudo por preços muito baixos. Relaxa com uma massagem Uma das melhores coisas para fazer nas Filipinas é cuidar do teu corpo com uma boa massagem. Porque não? Todos nós precisamos de vez em quando. Locais de massagem e spas estão por todo país, desde spas de luxo até simpáticas senhoras a trabalhar na praia. E na maioria dos lugares o preço ronda os 5-8 €. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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O que visitar em Velha Goa?

O que visitar em Velha Goa?

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Quem ouve falar de Goa associa automaticamente a séculos de história e à época dos descobrimentos. Mas como será esta antiga colónia portuguesa na Índia? Nunca tiveste curiosidade de saber e de ver com os teus próprios olhos? Como será que se vestem? Será que falam a nossa língua? Neste artigo vamos falar um pouco sobre como é a região de Goa e o que ver e fazer na antiga colónia portuguesa. Antes de embarcares nessa aventura, faz o teu seguro de viagem online e viaja de forma tranquila e sem preocupações. O que ver em Goa Sendo português, devias visitar Goa pelo menos uma vez na vida! Não só pelas suas praias extensas e paradisíacas, mas por toda a história, arquitetura e marcas que foram deixadas por portugueses sonhadores e conquistadores na época dos descobrimentos. Goa apenas voltou ao domínio indiano em 1961, até lá tinha sido colónia portuguesa durante uns 450 anos. Como todas as regiões da India, Goa também é muito extensa o que por vezes dificulta a vida dos turistas. Para entender um pouco como está dividida a região, o norte é a zona de ambiente noturno e praias mais movimentadas e o sul tem praias mais tranquilas, ideais para relaxar. No meio está a cidade de Panjim e a antiga capital, Velha Goa, onde podes ver igrejas, ruas, estabelecimentos e casas com nomes portugueses. É conhecido por ser a “Roma do oriente” pela sua forte ligação à religião católica num país onde o Hinduísmo domina. Além das suas praias fabulosas, estes são os lugares que deves visitar: Bairro das Fontaínhas Este bairro está localizado na capital de Goa, Panjim. Bairro com carimbo português, ao passear por estas ruas vais encontrar uma arquitetura 100% portuguesa assim como nomes de ruas e restaurantes com pratos da nossa gastronomia. Terás dúvidas se estás a passear pelas ruas de Panjim ou no bairro de Alfama em Lisboa. Sem dúvida que é um lugar a não perder na tua próxima visita a Goa. Fortaleza da Aguada Construído pelos portugueses em 1613, está fortaleza tem uma vista fantástica para a praia de Sinquerim e para o mar Arábico. Servia de ponto estratégico para defesa da região e auxiliava os navios portugueses nas suas expedições. Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição Bem no centro da Panjim, foi a primeira igreja a ser construída em Goa. Com a sua escadaria simétrica e de cor branco pastel para combater o calor, é um dos lugares mais visitados e fotografados pelos turistas e locais. Em frente encontra-se uma praça típica portuguesa onde as famílias locais convivem e passam o seu tempo. Basílica do Bom Jesus Um dos símbolos da Velha Goa, esta basílica recebe milhões de peregrinos por ano. Construída por jesuítas, é o lugar onde guarda o corpo de S. Francisco Xavier, conhecido como o jesuíta mais influente e que mais conversões fez no oriente. Sendo inaugurada em 1605 é um edifício com mais de 400 anos de história. Capela Sra. Do Monte Foi construída no cimo de um monte e tem uma vista panorâmica para a região de Goa. Depois de um recente restauro, encontra-se aberta a visitas e em bom estado. Visitar Goa é sentir-se em casa, encontrar marcas deixadas pelos nossos antepassados e com um pouco de sorte ainda encontrar alguém que vos fale em português. É uma região onde podes passar uma semana a visitar praias exóticas de águas cálidas, cascatas perdidas na selva, divertir-te pelas festas nas praias do Norte ou mergulhar em história e cultura em Velha Goa e Panjim. Sé Santa Catarina Sendo também um dos edifícios mais imponentes de Velha Goa, com os seus 76 metros de comprimento e 55 metros de altura, este edifício é dedicado a Santa Catarina de Alexandria. Esta igreja está considerada como uma das maiores que foram construídas por portugueses em todo o mundo. Igreja São Francisco de Assis Igreja com um estilo arquitetónico português bem vincado, este edifício também foi um convento. Ruínas Santo Agostinho O único que se pode ver de pé nestas ruínas é uma das torres da igreja que foi abandonada depois de desabar. Escavações e estudos antigos indicam que neste monumento existiam 8 capelas, um convento e quatro altares. Autores: The Globetrotter Duo

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Vistos de turismo para o Sudeste Asiático

Vistos de turismo para o Sudeste Asiático

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O Sudeste Asiático engloba uma das 6 divisões da Ásia da qual faz parte a região da Indochina bem como inúmeras ilhas. No total é composto por 11 países, sendo eles Tailândia, Laos, Camboja, Vietname, Myanmar, Malásia, Singapura, Brunei, Filipinas, Indonésia e Timor-Leste. Neste artigo fornecemos-te toda a informação necessária sobre a obtenção de vistos para todos os países do Sudeste Asiático. E não te esqueças de fazer o teu seguro de saúde internacional IATI para viajares com a máxima segurança. Vistos de turismo para o Sudeste Asiático Embora para alguns destes países haja isenção de visto para portugueses, para muitos outros é necessário fazer o pedido de visto com alguma antecedência. Além disso, todos os países desta região exigem um passaporte com uma validade mínima de 6 meses. Caso contrário poderá ser negada a entrada. Brunei Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar no Brunei para uma estadia até 90 dias. Poderá ser solicitado o bilhete de saída do país. Extensão: O Brunei prevê apenas a extensão de vistos de trabalho que deverão ser requeridos na embaixada do país. Camboja Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Camboja. O visto pode ser obtido à chegada do país, visa on arrival, quer a partir dos aeroportos de Siem Reap ou Phnom Penh, quer a partir das fronteiras terrestres (com exceção das fronteiras de Bavet e Ka-Om, nestes casos terás de ter o visto previamente). São necessárias duas fotos tipo passe. Este visto tem um custo de 30 USD ao qual acresce uma taxa de processamento de 7 USD. O visto pode também ser obtido online, e-visa, através do site oficial, com um custo de 36 USD. Extensão: Poderás solicitar apenas uma extensão de visto por ano, por mais 30 dias numa das embaixadas do país, com um custo de 50 USD. Filipinas Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar nas Filipinas para estadias até 21 dias. É necessário apresentar o bilhete de saída do país, à chegada. Extensão: É possível estender o visto num dos postos de emigração do país por mais 29 dias, com um custo de 50 USD. Indonésia Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Indonésia para estadias até 30 dias. É necessário apresentar um bilhete de saída do país. Extensão: Caso queiras permanecer na Indonésia mais do que os 30 dias previstos não poderás usufruir da isenção de visto. Desta forma, assim que chegares ao país terás de requerer o visa on arrival, que tem um custo de 35 USD. Quando o visto de 30 dias estiver quase a expirar terás de te deslocar a uma embaixada ou consulado na Indonésia e pedir a extensão do visto por mais 30 dias. Esta extensão tem um custo de 25 USD. Laos Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Laos. Este pode ser obtido à entrada do país quer por via terrestre, quer por via aérea. O visto tem uma duração de 30 dias e custa 35 USD para portugueses. É também necessário levar uma fotografia tipo passe, caso contrário terás de pagar mais 5 USD. Extensão: Caso pretendas permanecer no país por mais tempo terás de pedir extensão de visto numa das embaixadas. Este tem um custo de 3 USD mais 2 USD por cada dia extra. Malásia Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Malásia para estadias até 30 dias. Extensão: A Malásia prevê a extensão de visto por mais 30 dias perante circunstâncias específicas. Para tal, terás de consultar a embaixada no próprio país. Outra forma será cruzar uma das fronteiras terrestres, Tailândia ou Singapura, e voltar a entrar no país. Myanmar Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Myanmar. Este é obtido previamente a partir do site oficial, e-visa. O visto tem a duração de 28 dias, custa 50 USD e tem uma validade de 90 dias após a data de emissão. Com e-visa poderão entrar no país a partir dos três aeroportos principais (Yangon, Naypidaw e Mandalay), bem como por algumas fronteiras terrestres. Porém, em termos de fronteiras terrestres, a legislação está constantemente a mudar pelo que será preferível fazer uma pesquisa antecipada. Extensão: Não são permitidas extensões de visto para o Myanmar. Tailândia Visto:Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Tailândia para estadias até 30 dias. Atenção que apenas é permitido entrar no país por via terrestre duas vezes por ano. Já por via aérea o limite é de 6 vezes por ano. Extensão: Quem quiser permanecer mais tempo no país terá que pedir extensão numa das embaixadas do país, antes do prazo expirar. Cada pedido de extensão custa 60 USD e permite permanecer no país por mais 30 dias. Singapura Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar em Singapura para estadias até 90 dias. Extensão: A Singapura prevê a extensão de visto até um máximo de 90 dias após a data de entrada no país. Como portugueses têm um visto de 90 dias acabam por não poder requerer extensão. Deste modo será obrigatório sair do país e voltar a entrar. Timor-leste Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar em Timor-Leste para estadias até 90 dias. Extensão: É possível pedir extensão de visto para Timor-Leste no serviço de emigração em Díli. Este custa 35 USD para uma extensão de 30 dias e 75 USD para 60 dias. Vietname Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Vietname. A maioria dos países europeus têm isenção de visto para o Vietname para estadias até 15 dias. Embora Portugal esteja na lista para conseguir isenção de visto, para já ainda não é possível pelo que terás de recorrer à via comum. Caso entres no país por via aérea poderás solicitar o visto à chegada, visa on arrival. Para tal, terás antecipadamente de preencher um formulário online no site oficial sendo que em 2 ou 3 dias úteis receberás uma carta de aprovação. É com ela que, à entrada do país, te concederão o visto. Caso pretendas entrar no país por via terrestre terás de ter já o visto contigo. Para tal, terás de te deslocar a uma embaixada dos países vizinhos e solicitar o mesmo com alguma antecedência. Em ambos os casos são necessárias duas fotografias tipo-passe. O preço base do visto para uma estadia de 30 dias entrada única ronda os 50 USD, mas há várias opções de entradas múltiplas no site oficial. Extensão: O visto para o Vietname poderá ser estendido numa das embaixadas do país. Há várias opções de extensão, consoante o tempo de estadia e o número de entradas permitidas pelo que o preço varia consoante a opção pretendida. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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Roteiro de 10 dias no Myanmar

Roteiro de 10 dias no Myanmar

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O Myanmar é a nova jóia turística do Sudeste Asiático. Durante muitos anos o país esteve fechado ao turismo e só há relativamente pouco tempo começou a receber estrangeiros. Este é um dos motivos que mais têm atraído pessoas para este país, a oportunidade de conhecer um país puro que ainda não foi desvirtuado pelo turismo massivo como já acontece na maioria dos países desta região. É no Myanmar que poderás conhecer uma cultura ancestral, que se manteve intocável durante anos e anos, e ver paisagens deslumbrantes. Mas o melhor do Myanmar são as pessoas e os sorrisos. É esta a alma da Birmânia. O turismo no Myanmar tem crescido largamente nos últimos anos e a rede de hotéis e restaurantes disponível é já bastante eficiente. Hoje apresentamos-te um roteiro de 10 dias pela antiga Birmânia, para que possas planear a tua viagem. Antes de mais, não te esqueças de contratara um seguro médico internacional com a IATI para que possas viajar em segurança. Roteiro de 10 dias pelo Myanmar Yangon – 2 dias Yangon foi durante muitos anos a capital da Birmânia e por isso é a maior cidade do Myanmar. É aqui que fica o principal aeroporto do país por isso esta será a melhor porta de entrada no país. Embora Yangon seja uma grande cidade, não é caótica ou confusa como a maior parte das capitais asiáticas. Caminhando pelas ruas de Yangon sentimos que, de alguma forma, fomos transportados para os anos 90, onde a evolução tecnológica ainda não chegou. Uma das principais atrações de Yangon é o Shwedagon Pagoda, o pagoda mais importante do país já que aqui estão guardados 8 fios de cabelo de Buda, o que torna o local especialmente sagrado. A entrada custa 10 000 MMK. Outro pagoda bastante famoso é o Sule Pagoda, que é, ao mesmo tempo, um pagoda e uma rotunda no centro da cidade. O preço de entrada ronda os 4 000 MMK. No final do dia e depois de visitares ambos os templos sugerimos um passeio por um dos principais parques da cidade, o People’s park ou Mahabandoola Garden. Neste último situa-se também o lago Kandawgyi. No dia seguinte poderás visitar outras atrações da cidade como o City Hall e a China town. Caminhar pelas ruas da zona histórica faz também parte do roteiro já que só assim poderás absorver o ritmo e a dinâmica do país. Se tiveres interesse, há uma igreja portuguesa a cerca de 8 km de Yangon, a Ancient Portuguese Church. A melhor forma de lá chegar é de táxi. No local encontrarás um senhor que te explicará tudo sobre a influência portuguesa no Myanmar e a construção da igreja, vale bem a pena. No final do segundo dia recomendamos que apanhes o autocarro noturno até Bagan, aquela que será a segunda paragem deste roteiro. Bagan – 2 dias Bagan é, sem dúvida, a cidade dos templos e pagodas. Uma espécie de Angkor Wat sem centenas de turistas. Assim que entrares em Bagan terás de pagar um ticket que te custará 25 000 MMK e lhte dará acesso a esta zona histórica. Tem-no sempre contigo pois durante a tua estadia é provável que te peçam o bilhete várias vezes. A melhor forma de explorar os templos de Bagan é de scooter elétrica. O preço do aluguer ronda os 5 000 MMK por dia. Tem em atenção que, desde Dezembro de 2018, é estritamente proibido subir ou escalar a qualquer um dos templos. Tem cuidado e lembra-te sempre que estás perante património histórico importantíssimo datado do século XI. Em Bagan é obrigatório assistir ao nascer do sol. O céu pinta-se em tons de vermelho e laranja, ao mesmo tempo que dezenas de balões de ar enfeitam o céu. A paisagem é deslumbrante e vale muito a pena. O templo mais famoso para ver o nascer do sol é o Shwesandaw Pagoda. Se quiseres evitar multidões logo pela manhã poderás escolher qualquer outro lugar. Será um belo momento de qualquer das formas. Durante o resto dos dias recomendamosmos que explores os vários templos desta zona. Poderás fazê-lo de forma independente ou com um guia e ambos têm as suas vantagens. Se, de forma independente, poderás explorar templos completamente vazios e visitar ao seu próprio ritmo, com um guia sempre poderás aprender um pouco mais sobre a história por detrás dos templos. Bagan não é nem de perto tão famoso como Angkor Wat, a maior parte dos templos não estão sequer sinalizados no mapa e, depois de 3 ou 4, poderás sentir que todos são iguais. Neste caso, o guia será a melhor opção. Bagan pode ser muito quente por isso sugerimos que escolhas um hotel com piscina onde poderás refrescar-te no final do dia depois de um dia inteiro a explorar templos. Trekking desde Kalaw até Inle Lake – 2 dias Caso tenhas tempo suficiente aconselhamos também fazer um trekking até ao Inle Lake, aquela que será a terceira paragem deste roteiro. O trekking começa na pequena cidade de Kalaw pelo que terás de ir desde Bagan até Kalaw de autocarro. Lá encontrarás várias agências que fazem trekkings de 2 ou 3 dias. A dificuldade é média e poderás ainda pernoitar num mosteiro no meio das montanhas e passar por aldeias isoladas. Os preços começam em 30 000 MMK. Inle Lake – 2 dias O Inle lake é, a par de Bagan, uma das principais atrações do Myanmar. Este é um dos maiores lagos do país em torno do qual, ao longo de décadas, se desenvolveram várias vilas e aldeias flutuantes. Estando estas tão isoladas acabaram por desenvolver as suas próprias técnicas de cultivo e de pesca, o que torna este lugar único no mundo. Tal como em Bagan, também aqui terás de pagar cerca de 15 000 MMK por um ticket que lhe dará acesso a esta zona. Nyaung Shwe é a vila onde se concentram a maior parte dos hotéis. Aqui terás de alugar um barco que te levará, durante o dia, a vários pontos turísticos ao longo do Inle Lake. Normalmente começam bem cedo, para poder assistir ao nascer do sol nas montanhas. Depois, passarás por vilas flutuantes, mercados, fábricas de prata e de tabaco artesanal e até jardins flutuantes. Poderás também acordar com o teu guia que locais preferes visitar. O preço do barco ronda os 49 500 MMK e leva no máximo 6 pessoas. No dia seguinte sugerimos que alugues uma bicicleta e dês a volta ao lago. Passarás também por pequenas aldeias, escolas e mercados locais. Nos hotéis costumam ter mapas para te ajudar já que este passeio de bicicleta é muito comum. No final poderás voltar de barco com a bicicleta até Nyaung Shwe, apenas terás de acordar o preço com um dos muitos barcos que lá esperam pelos turistas. Mandalay – 2 dias De seguida, e como última paragem, recomendamos Mandalay, aquela que também foi, em tempos, capital da Birmânia. As principais atrações de Mandalay não se situam no centro da cidade mas sim na periferia. O mais famoso é sem dúvida o templo branco, Hsinbyume Pagoda, em Mingun. Para lá chegar terá de apanhar um barco, cujo bilhete de ida e volta custa 5 000 MMK. Do porto até ao templo serão uns 10 minutos de caminhada e passará também por outras atrações como Mingun Pahtodawgyi, um templo que seria o mais alto do mundo se tivesse sido acabado, e o Mingun Bell, o segundo maior sino do mundo, com 90 toneladas. Já na parte da tarde sugerimos que vá até Amarapura, pois é aqui que se situa a famosa U Bein Bridge, onde poderá assistir a um fantástico pôr-do-sol. Mas além da famosa ponte vale também a pena visitar o Mosteiro Mahagandhayon e o Mosteiro Bagaya. No segundo dia aconselhamos que explore a cidade de Mandalay de bicicleta, para que também possa absorver a dinâmica da cidade. Como atrações tem o Palácio de Mandalay e o Templo do Buda Mahamuni. Este último é um dos mais importantes locais de peregrinação no Myanmar. A imagem de Buda pesa 6,8 toneladas e tem cerca de 3,8 metros de altura. É comum que os homens coloquem folhas de ouro na imagem de Buda, como que por tradição (a entrada é proibida para mulheres). Contudo, ao longo dos anos, esta tradição fez com que a própria imagem de Buda ficasse desfigurada pois já conta com uma camada de cerca de 15 cm em folhas de ouro. É possível ver no templo a evolução da imagem de Buda ao longo dos anos. Uma outra atração muito interessante será assistir a um show dos Moustache Brothers. É uma espécie de teatro formado por membros da mesma família onde as pessoas contam as suas histórias de vida em jeito de comédia, abordando também, de uma forma satírica, como era a vida durante o regime militar birmanês. O espetáculo custa 10 000 MMK e é em inglês. Por fim recomendamos que use o aeroporto de Mandalay como porta de saída do país, já que este é também um dos aeroportos principais. Autora: Patricia Carvalho, Girl From Nowhere

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Roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura

Roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura

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Malásia e Singapura são dois países da região do Sudeste Asiático que muitos turistas têm atraído nos últimos anos. Se a Malásia é um país de misturas e contrastes dada a sua multiculturalidade, já Singapura é um país moderno e futurista, onde tudo parece ter saído de um filme. Contudo, desengane-se quem pense que Singapura é um país caríssimo para visitar. Em relação aos países vizinhos o custo de vida é bastante alto, mas em comparação aos países europeus Singapura é bastante acessível e bem mais barato do que cidades como Londres, Paris ou Berlim. Neste artigo desenhamos um roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura para explorar ambos os países. Mas antes demais não te esqueças de contratar um seguro de vida internacional para que possas viajar em segurança. O que ver em 10 dias na Malásia e Singapura O nosso roteiro começa na cidade-estado de Singapura, que visitarás durante 3 dias para depois viajares até à Malásia e desfrutares de 7 dias a descobrir o país e algumas das suas praias e ilhas. 3 dias – Singapura Singapura é uma das únicas três cidades estado do mundo e, portanto, é relativamente pequena pelo que 3 dias serão mais do que suficientes para a visitar. No primeiro dia sugerimos começar pela Fountain of Wealth, uma fonte situada no meio de um grande complexo empresarial. A 10 minutos a pé daqui fica o Esplanade, bastante famoso por receber inúmeros espetáculos de teatro. Ainda que não queiras assistir a nenhum espetáculo, vale a pena passar por aqui já que terás uma visão espetacular sobre o famoso hotel Marina Bay. Daqui segue em direção à Helix bridge que por sua vez te levará ao shopping do Marina Bay. Mesmo por trás deste estão os famosos jardins luminosos Gardens by the bay. Se quiseres assistir ao show de luzes noturnos, vale a pena confirmar o horário no site oficial. A entrada é gratuita mas se quiseres subir lá cima o preço do ticket será de 8 SGD (dólares de Singapura). Podes também comprar um outro ticket (28 SGD) que te dará acesso não só aos jardins, como a todo o complexo onde existem vários shows e atividades. De seguida, segue para a Waterfront street onde poderás ver o famoso leão Merlion, um dos cartões-postais de Singapura. Para o fim do dia sugerimos o Bar Cé La Vie para poderes relaxar e beber algo. Uma opção interessante para jantar poderá ser um dos restaurantes Michelin tão característicos de Singapura. No segundo dia sugerimos começar pela Little India, um famoso bairro com um estilo bastante diferente. Daqui continua para a Arab Street e deslumbra-te com a Sultan Mosque. Não te esqueças que, se quiseres entrar, deverás cobrir os joelhos e ombros. De seguida sugerimos que sigas até à famosa Hill Street, onde estão concentradas as maiores lojas de luxo de Singapura. Depois vale a pena descansar um pouco e beber algum refresco em Clarke Quay, uma zona de bares e restaurantes com uma vibe muito animada. Se ainda tiveres pernas para andar continua para a Chinatown e aproveita para jantar num dos muitos mercados noturnos conhecidos como Hawker Centres (os mais famosos são o Chinatown complex, Old airport road e Maxwell road). Para o terceiro dia sugerimos a ilha de Sentosa, onde a diversão será garantida. Aqui poderás desfrutar tanto de praias artificiais, saltos de para-quedas e até andar de teleférico. É também em Sentosa que fica o Museu Madame Tussauds e os Estúdios da Universal. Estes são alguns dos locais que recomendamos visitar em Singapura. Na restante parte do dia sugerimos que partas para Kuala Lumpur. Poderás fazê-lo diretamente de avião ou mesmo de autocarro já que existem autocarros a todas as horas a ligar ambas as cidades. A viagem fica por 15 SGD e dura aproximadamente 5h. 3 dias – Kuala Lumpur Kuala Lumpur é uma típica capital asiática. Porém, embora aparentemente confusa e cheia, é bem mais limpa e organizada do que Banguecoque ou Hanói. Para te moveres em Kuala Lumpur sugerimos que utilizes a opção Grab, similar ao uber. É simples, prático e bastante barato em Kuala Lumpur. Se queres descobrir mais informações sobre a Malásia, lê o nosso artigo sobre os 10 factos sobre a Malásia que desconhecias. O dia nesta cidade começa na zona moderna onde estão as tão famosas Petronas Towers. Em frente está um pequeno jardim com um chafariz onde poderástirar imensas fotos e tentar tirar uma fotografia com as torres completas, acredita que não será tarefa fácil já que estas têm 452 m de altura. Dentro do edifício existe também um shopping com uma enorme concentração de lojas de marcas de luxo. Do outro lado das torres fica o KLCC Park, um parque verde com um lago que convida também ao descanso. Poderás também subir ao topo das Petronas e deslumbrar-te com a vista desde lá de cima. Porém, uma opção também bastante fiável será optar por subir à KL Tower, pois não só fica mais barato, como também terás uma vista sobre as Petronas. Depois e para terminar o dia sugerimos um dos imensos Sky Bars onde poderás tomar uma bebida enquanto aprecias o pôr-do-sol do alto de Kuala Lumpur. Alguns dos mais famosos incluem o Heli Lounge Bar, Luna Bar e Marini’s on 57. De seguida segue para a Changkat Bukit Bintang, uma rua de bares e restaurantes bastante famosa. No segundo dia sugerimos que visites a zona mais antiga da cidade. Aqui incluem-se o Central Market onde poderás comprar imensos souvenirs. Logo a seguir fica a famosa Chinatown, também conhecida como Petaling street, com alguns templos chineses e também o templo hindu Sri Mahamariamman. Continua para a zona árabe onde encontrarás o famoso edifício do Sultão Abdul Samad, a antiga estação de comboios Jalan Sultan Hishamuddin a Dataran Merdeka, a principal praça da cidade onde foi proclamada a independência da Malásia. Por fim vale também a pena visitar a zona da Little India – Brickfields e jantar no mercado noturno Alor Street. No terceiro e último dia não poderás deixar de visitar as tão famosas Batu Caves. Estas situam-se a sensivelmente 13 km de Kuala Lumpur, no distrito de Gombak, mas o trajeto até lá de comboio é bastante acessível e utilizado pela maioria dos turistas. Para tal terás apenas de te deslocar à estação de comboios KL Sentral Station e apanhar o comboio Komuter na plataforma 3. A viajem durará em média 45 minutos e terás de sair na paragem designada por Batu Caves. 5 minutos de caminhada e estarás nas famosas escadas coloridas. Leva contigo uma garrafa de água pois tens à tua espera 272 degraus. 2 dias – Penang, George Town Neste roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura, a próxima paragem na Malásia será a cidade de George Town, onde poderás fugir um pouco à confusão e poluição das grandes cidades. George Town é uma cidade na ilha de Penang e a melhor forma de lá chegar será de avião desde KL já que os voos internos na Malásia são bastante baratos e muitas vezes mais acessíveis que os preços de autocarro. Outra opção poderá também ser de comboio ou autocarro. Aqui sugerimos que num dos dias aproveites a cidade de George Town, famosa pela sua Street Art. Afinal o seu centro histórico foi considerado Património Mundial pela UNESCO. O melhor será pedires no teu hotel um mapa da cidade, onde costumam estar assinalados os principais pontos com arte de rua. Passeando a pé pelo centro histórico acabarás também por passar por alguns monumentos históricos como o City Hall, Queen Victoria Clock Tower e Fort Cornwalls. A Malásia é um país multicultural, portanto é provável que tropeces a toda a hora em templos, igrejas e mesquitas. Os mais famosos em George Town são a Mesquita Kapitan Keling, a Catedral de Assunção e o templo hindu Sri Mahamatiamman. Vale também a pena visitar os Clan Jetties, o antigo bairro chinês que ainda sobrevive na ilha de Penang. No segundo dia sugerimos uma visita ao Parque Nacional de Penang, as paisagens são incríveis e há vários trilhos para fazer que terminam em praias paradisíacas. Embora seja uma ilha, Penang não tem praias atraentes em comparação com outras ilhas, mas acredita que estas valem a pena. O principal trilho dura cerca de 1h30 e termina numa fantástica praia deserta. Se não quiseres fazer o caminho de volta, poderás utilizar um taxi-boat para regressar. No final do dia assiste ao pôr do sol no Penang Hill e regressa depois à cidade. Sugerimos também que experimentes um dos muitos mercados noturnos como o Chulia Hawker ou o Padang Kota Lama. 2 dias – Langkawi (1ª opção praia) Por fim e como não poderia deixar de ser, reservamos dois dias da tua viagem para ficares pela praia. Langkawi é, a seguir a Penang, a maior ilha da Malásia e, portanto, tem várias estruturas de restaurantes, alojamentos e atividades. A melhor forma de cá chegar desde Penang será diretamente de avião já que Langkawi tem aeroporto. Aqui poderás tirar dois dias para relaxar na praia ou poderás também incluir algumas atividades como tours de snorkeling por algumas ilhas desertas ou mesmo fazer alguns trilhos. Um dos pontos altos de Langkawi é o teleférico, um dos maiores da Malásia que oferece uma visão panorâmica sobre a ilha e termina numa famosa ponte suspensa. Esta ilha é também conhecida por ser dutty free, o que pode atrair alguns turistas viciados em compras. Embora tenha mais estrutura e atividades, Langkawi não oferece praias paradisíacas como a Tailândia. Se estiveres à procura de um local calmo apenas para desligar a mente, continua para a próxima sugestão. 2 dias – Perenthian (2ª opção praia) As Perenthian são um conjunto de pequenas ilhas situadas na costa oeste da Malásia. As duas ilhas principais são Perenthian Besar, tranquila e mais adequada para famílias, e Perenthian Kecil, com um ambiente mais jovem e festivo. Ambas são praias de areia clara e com poucas infra-estruturas, já que aqui não circulam quaisquer veículos motorizados. Esta zona é também muito conhecida pela prática de mergulho já que assenta sobre uma zona de corais. Existem muitas escolas de diving na zona e é uma das principais atividades destas ilhas. Tirando isto aproveita estes dois dias para relaxar, beber um copo num dos muitos bares de praia e para assistir aos magníficos pores do sol. Que te pareceu este roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura? Antes de começares a tua viagem, recomendamos que faças uma Consulta do Viajante e tomes as vacinas recomendadas para viajar para o Sudeste Asiático. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from nowhere

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O Triangulo Cultural do Sri Lanka

O Triangulo Cultural do Sri Lanka

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A norte de Kandy, as emaranhadas colinas verdes das terras altas centrais caem nas planícies da zona seca, uma região quente e sem vegetação coberta de mato espinhoso, pontuada por afloramentos rochosos isolados que se elevam dramaticamente sobre as planícies. Contrata um seguro de viagens que não te deixe pendurado no Sri Lanka, faz a mochila e parte para este país maravilhoso. Neste artigo voamos até ao país em que a bandeira ostenta um leão amarelo de espada na pata, e contamos-te o que não podes deixar de visitar no Triângulo Cultural. O Triangulo Cultural do Sri Lanka Apesar do ambiente natural pouco promissor, estas planícies do norte, tradicionalmente conhecidas como Rajarata, ou “Terra do Rei” (embora agora mais popularmente conhecidas como o Triângulo Cultural), foram as zonas onde nasceram as civilizações cingalesas primitivas, centradas nas grandes cidades de Anuradhapura e Polonnaruwa, cujos monumentos grandiosos ainda servem como lembretes poderosos da era de ouro da civilização cingalesa. O Triângulo Cultural é assim chamado porque inclui três lugares que formam um triângulo. Anuradhapura ao norte, Polonaruwa ao leste e Kandy ao sudoeste. Dentro do triângulo, existem outros locais de interesse como Dambulla. Dois são apenas ruínas, mas todos têm um grande valor histórico e cultural, por isso há muito para ver e fazer. Uma semana não será demasiado tempo, para visitar os principais pontos de interesse. Anuradhapura No coração espiritual do Triângulo está a grande cidade arruinada de Anuradhapura, capital da ilha do século III aC a 993 dC e uma das grandes metrópoles da Ásia medieval, pontilhada de vastos mosteiros, palácios elaborados, enormes tanques e um trio de monumentos monumentais. As Stupas eram ultrapassadas em tamanho, no mundo antigo, apenas pelas pirâmides egípcias. Polonnaruwa Os restos de Polonnaruwa, a segunda capital da ilha, são mais compactos, mas igualmente absorventes. Polonnaruwa é incrível, não há outra palavra para descrever. É Património Mundial da UNESCO, por isso tem sido bem preservado ao longo dos últimos anos. Há mil anos, esta cidade era a capital do Sri Lanka, mas as vastas ruínas estavam abandonadas, sendo lentamente tomadas pela selva invasora. É impressionante o trabalho de escavação que trouxe de volta à luz o complexo de templos. Não deixem de visitar o Museu para observarem as fotografias do “antes e depois”. O que torna Polonnaruwa tão especial? Não é um destino turístico amplamente visitado, por isso não está muito lotado. Isso significa que serás capaz de explorar áreas completamente silenciosas, longe do resto das multidões, com espaço para sentires o peso da história deste local. Lindas esculturas, desenhos e até estátuas gigantes de buda envolvem-nos e transportam até tempos antigos. A melhor forma de te deslocares é de bicicleta, pois a cidade ainda é grande. Não deixes nada de importante no cesto da bicicleta, especialmente comida ou bebida, pois os macacos, que existem às centenas, estão sempre atentos. Cidadela de Sigiriya É a mais extraordinária vista do Sri Lanka e também, o local mais visitado. Trata-se de uma imponente rocha de 200 metros de altura, coberta com as ruínas de um antigo palácio, e decorada com frescos reconhecidos como património da UNESCO desde 1982. A rocha foi escolhida em 477 aC pelo rei Kasyapa como o local de seu novo palácio e capital do Sri Lanka, movendo assim o centro do império de Anuradhapura para Sigiriya. Quando ele morreu, apenas duas décadas depois, a capital foi transferida de volta para Anuradhapura e os monges budistas retornaram ao mosteiro que estava lá já oito séculos antes da construção do palácio. O mosteiro foi ocupado até o século XIV. Apesar das multidões que sobem e descem em Sigiriya, com filas serpenteantes transbordando pelas várias escadas, a maioria das estruturas inferiores e até mesmo algumas de nível superior são profundamente pacíficas, e é fácil encontrar um local tranquilo mesmo num local que recebe milhares de visitantes por ano. Cavernas de Dambulla Além dos antigos templos de Anuradhapura e Polonnaruwa, o Triângulo Cultural é o lar do famoso Templo da Caverna de Dambulla e de alguns outros templos e cavernas menores. O Templo da Caverna de Dambulla abriga uma gigantesca estátua de Buda em repouso, cercada por estátuas menores e pinturas murais retratando a vida de Gautama Buddha. O complexo é composto de cinco templos e um Buda dourado gigante. Uma caixa mágica de tesouros de escultura e pintura budista e o centro religioso de Mihintale, o lugar da introdução do budismo na ilha. O templo da caverna de Dambulla é um local muito interessante no triângulo cultural do Sri Lanka, porque o templo é construído num labirinto de cavernas dentro de uma grande rocha. E tem mais de 2000 anos! Uma vez nas cavernas, as coisas são muito mais solenes. As estátuas e pinturas de Buda são altamente respeitadas, e as frescas e escuras cavernas ainda são hoje um mosteiro ativo e lugar de adoração. Devido a isso, assim como a maioria dos outros lugares no Sri Lanka, os joelhos e ombros cobertos são necessários. Kandy A ponta mais meridional do triângulo é a cidade de Kandy. É em Kandy que a relíquia do dente sagrado é guardada no Templo do Dente, um grande complexo de templos cheio de esculturas e pinturas representando o Buda Gautama. O Templo do Dente e a cidade de Kandy são os principais atores de um dos mais magníficos festivais do Sri Lanka, o Poya Perahera. Agora que já sabes mais sobre o Trinângulo Cultural do Sri Lanka e os locais a não perder, aproveita para saber mais sobre os 10 pratos típicos do Sri Lanka e outros 5 locais que deverias incluir no teu roteiro pelo Sri Lanka. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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Cosmopolita Singapura – Locais a visitar

Cosmopolita Singapura – Locais a visitar

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Singapura é uma cidade-estado cosmopolita que se tornou independente de Inglaterra em 1965, e hoje é um dos principais centros económicos do Mundo. Se estás a visitar Singapura de mochila, ou com um orçamento mais humilde, fica a saber que não é tão grande como outros países asiáticos, e que podes visitar vários lugares interessantes. Hoje deixamos-te um resumo sobre algumas das coisas que poderás encontrar por lá e que não deves deixar de visitar. Por isso faz a mala, compra o teu seguro de viagens online, apanha um avião e desbrava Singapura! Singapura, uma das cidades mais cosmopolitas da Ásia A primeira coisa que deves saber é: Singapura é mais cara comparativamente com o padrão do Sudeste Asiático, mais ou menos tudo custa o dobro. O alojamento pode chegar a 5 vezes mais. A maioria das pessoas vai a Singapura por dois ou três dias, de passagem para uma Ásia mais longínqua e aproveitam para conhecer esta divertida cidade, que começa agora a brilhar pela gastronomia e atividades que mantém ocupados os visitantes e os locais. Singapura é uma das nossas cidades favoritas no mundo. Tem tanto de cultura oriental como herança europeia, fruto dos muitos emigrantes que lá trabalham. Singapura merece mais dias do que aqueles que os visitantes lhe costumam oferecer. Faz calor lá. O ano todo. Relembramos uma conversa com uma habitante num restaurante, em que ela lamentava o facto de nunca poder usar as camisolas de inverno que vê nas revistas, e que gostava de visitar a Europa para experimentar uma cultura diferente, com um casaco e luvas vestidas! 7 atrações a não perder em Singapura Admirar o Templo Thian Hock Keng Arquitetura impressionante faz de Thian Hock Keng um dos edifícios mais fotogénicos que vais apreciar em Singapura. O templo foi construído em 1840 e feito a partir dos melhores materiais disponíveis na época, e é o mais antigo templo chinês em Singapura. É dedicado a Mazu, a Deusa do Mar, e os imigrantes chineses vieram aqui para pedir uma passagem segura antes de partirem para cruzar o Mar da China Meridional. O templo foi assinalado como monumento nacional em 1973 e está aberto diariamente das 7h30 às 17h30. A entrada é gratuita. Jantar no Boat Quay O Boat Quay é um local muito movimentado, e é também, o local ideal para refeições e entretenimento. Os bares e restaurantes com esplanadas ao ar livre também tornam o Boat Quay ideal para relaxar após um longo dia de passeios. Desde bife japonês de qualidade preparado em fogo de carvalho branco, ou cozinha indiana do norte, ou caranguejo do Alaska, aqui a gastronomia é a atriz principal. Em redor deste porto vais encontrar arranha-céus e uma série de estátuas singulares, em que toda a gente fica parada a fotografar. Vaguear pela Chinatown Chinatown engloba 2km quadrados de vida tradicional chinesa, alojada ao lado do moderno Central Business District. Este continua a ser o lugar para se ter uma noção real da cultura chinesa em Singapura. As ruas estão repletas de templos, lojas de artesanato, barraquinhas e restaurantes e são um ótimo lugar para comprar uma pechincha. Procura a Chinatown Food Street para encontrares os pratos mais típicos, como os noodles fritos, as pernas de sapo ou carnes grelhadas no espeto. Viajar da China até à India Nenhuma viagem a Singapura está completa sem uma visita a Little India. E neste caso é o bairro vizinho. Aqui vais encontrar mais comida incrível, barata e deliciosa, legumes frescos e lembranças interessantes. Se não sabes o que comer, começa por um Roti (panquecas) e um tarik (chá forte). Vais comer com as mãos, como todos por lá. Visita o templo hindu Sri Mariammam, este templo extremamente colorido e ornamentado foi construído no que é conhecido como o estilo Dravidian e é dedicado à deusa Mariamman, conhecida por curar doenças e enfermidades. Durante os tempos coloniais, foi um centro de atividades comunitárias e até mesmo o registro de casamentos para os hindus. Está aberto diariamente das 07: 00h às 12: 00h e das 18: 00h às 21: 00h. Ver as árvores gigantes em Gardens By the Bay Localizado ao longo da Marina Bay, este projeto de paisagismo urbano é uma série de monumentos que imitam árvores gigantes. Têm entre 25 metros e 50 metros de altura, e estão completamente forradas de 200 espécies de plantas tropicais que formam uma pele colorida e natural. O passeio entre as árvores é gratuito, mas se quiseres subir a uma ponte, ao Skyway, e observar as árvores de um ponto mais alto, terás de pagar. Merlion O Merlion é o símbolo de Singapura e tem a cabeça de um leão e o corpo de um peixe. Sabes que estás no centro de Singapura quando encontras o original, em Merlion Park. Também percebes logo pelo número de pessoas que tentam tirar fotografias à volta da estátua. Este não é o maior, o maior está na ilha de Sentosa e tem 37 metros. Ilha de Sentosa Esta pequena ilha artificial é popular entre os habitantes locais e os turistas. Podes visitar a Tiger Sky Tower, a torre de observação mais alta da Ásia ou a Universal Studios, que também ficam na ilha. Há uma série de bares, restaurantes e praias aqui também. Podes passear no Bora Bora Beach Bar, e sentir a Polinésia Francesa ou experimentar a experiência de jantar no teleférico (embora não seja barato). Se vais para a Ásia não esqueças de partir à aventura com o melhor seguro, à tua medida, o IATI Standard. Este seguro é ideal como seguro para viagens pela Europa por períodos maiores que 30 dias ou para países do Sudeste Asiático. Tem uma cobertura de despesas médicas de 1.000.000€, para além das nossas coberturas essenciais, como repatriações, roubos, danos de bagagem, adiantamento de dinheiro, atrasos e perdas de serviços, etc. Autores: Onde andam os Duarte?

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Bali, a ilha dos deuses ou das multidões?

Bali, a ilha dos deuses ou das multidões?

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Bali tem sido, nos últimos anos, um destino muito discutido e procurado nas redes sociais e das ilhas mais visitadas do Sudeste asiático. Pelas paisagens naturais, a simpatia do povo, os sabores deliciosos, as temperaturas e a cultura fascinante. Motivos não faltam e o facto de ser um local com um baixo custo de vida (para estrangeiros) faz com que muitos nómadas digitais escolham esta ilha indonésia como casa por longos períodos de tempo. Se estás a pensar viajar para a Ásia (ou para outro destino mesmo), o nosso primeiro conselho é fazer um seguro de viagem adequado. Bali, ilha dos deuses ou das multidões? A questão que cada vez mais se debate é: ainda vale a pena visitar este paraíso hindu? A resposta pode ser um pau de dois bicos e é mais cinzenta que branca ou preta. Por isso, na IATI ajudamos-te a entender melhor as duas perspectivas e damos-te a conhecer os dois lados deste destino de forma a que possas tomar a decisão acertada para ti. Turismo de massas Tal como muitos dos destinos de praia espalhados pelo mundo, Bali sofre da concentração de turismo em massa principalmente nas zonas perto da costa e, neste caso, do aeroporto. É verdade que a confusão e o aglomerado de visitantes, hotéis e restaurantes é bastante elevado junto das praias. No caso de Bali, esta situação é visível principalmente nas zonas costeiras perto do aeroporto, devido ao seu fácil acesso. Surf, comida e bom tempo, como não adorar, verdade? Contudo existe muito mais em Bali para explorar e quanto mais afastados destes pontos mais contacto com a cultura local e a verdadeira essência da ilha dos deuses. Onde ir para evitar as multidões? Uluwato tem das mais bonitas praias da ilha e é o spot perfeito para quem quer experimentar aulas de surf sem ter um mar de gente. Para chegar a esta parte da ilha, podem alugar uma moto ou utilizar a app Grab (normalmente recomendamos os transportes públicos mas a oferta em Bali neste campo é quase nula). O norte de Bali é uma ótima opção para quem não gosta de multidões, adora andar perdido na natureza e quer conhecer o lado menos turístico de Bali: desde florestas gigantes, a infinitas cascatas passando por lagoas gémeas e plantações de arroz. A distância dos centros turísticos faz com que possas aproveitar a gastronomia ao preço local e que vejas como é, realmente, o dia-a-dia das aldeias. Ainda que seja bastante visitado e tenha algumas lojas comerciais, Ubud mantêm a sua essência, é conhecido por ser o coração da arte e cultura de Bali e a sua visita é altamente recomendada. Os edifícios típicos trabalhados são tão majestosos que facilmente se confunde um restaurante ou uma casa de família por um tempo. A vida é ligeiramente mais agitada que nas aldeias do interior da ilha, no entanto a tradição e cultura balinesa estão presentes e fortemente preservadas. Em suma, tal como em tantos outros destinos turísticos e falados, o facto de um destino ser bastante popular não significa automaticamente que o devemos excluir da nossa lista. Se realmente queremos visitar um sítio existem várias formas de contornar o turismo em massa: • Visitar durante a época baixa (das mais eficientes) • Ficar em guesthouses e homestays geridas por famílias locais em detrimento de grandes cadeias de hotéis • Comer em restaurantes locais • Evitar as horas de maior afluência em locais turísticos Estes são apenas algumas das formas alternativas para escapar ao turismo em massa e viajar de forma mais sustentável, se o tema da sustentabilidade te interessa, devias espreitar o que escrevemos aqui. Temos também um roteiro de 7 dias por Bali aqui no blog, para te ajudar a organizar a próxima viagem Autora: Janete, Flearound

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7 razões pelas quais deverias visitar Laos

7 razões pelas quais deverias visitar Laos

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Laos é uma pérola natural pouco conhecida e, muita vezes, esquecida no Sudeste Asiático. Um país pouco explorado, com transportes públicos reduzidos, paisagens verdes extensas e bastante atividade rural. Se estás ponderar visitar ou não o tinhas pensado, mas querias visitar um sítio na Ásia mais tranquilo que o habitual, vamos ajudar-te a decidir! Prepara as malas, contrata o teu seguro de viagens online e parte para o Laos! 7 razões para visitar o Laos Natureza Se és adepto de andar perdido na natureza, de explorar novos trilhos e subir montanhas, se adoras a vida de campo e visitar aldeias do interior, Laos vai ser uma escolha acertada. Explorar de mota as aldeias e os campos é uma experiência única, vais encontrar animais a divagar pelas estradas (de terra batida na maioria das vezes), crianças a brincar pelos caminhos e ver de perto como realmente é a vida dos locais. A região norte, mais montanhosa e menos explorada, proporciona a todos que a visitam uma experiência única de imersão na natureza e na vida selvagem, pelo contrário, a região mais a sul, que rodeia o rio Mekong, é plana mas igualmente incrível e verde. Tranquilidade A realidade é que, devido ao seu interior inexplorado e à escassez nos transportes de longa distância (só em algumas zonas é que o comboio está disponível), percorrer alguns quilómetros pode demorar o dobro do tempo a que estamos acostumados. As viagens pelo Norte, por exemplo, são feitas em minivans e, dependendo onde queremos ir, facilmente passamos quase todo o dia numa carrinha. A vantagem é que as paisagens são incríveis, parecem ter sido tiradas dum filme e a viagem é partilhada com locais por isso é das melhores formas de conhecer a cultura de Laos. Por outro lado, para pessoas que estão a visitar o país apenas por um curto período de tempo ou não estão confortáveis em passar tanto tempo em viagem, pode ser complicado: mas é uma experiência que recomendamos sem dúvida alguma! Fronteiras Para quem está de viagem à Tailândia, Vietname ou Camboja, não está condicionado por limite de tempo e gostaria de experimentar um pouco da cultura de Laos, facilmente cruzam a fronteira e podem visitar uma região, aldeia ou cidade perto. Em algumas zonas, como na fronteira com a Tailândia, apenas um rio separa os dois países. Comida Influenciada pela cozinha dos vizinhos Vietname e Tailândia, a cozinha de Laos consegue facilmente ser um paraíso para quem não perde um bom prato. Uma mistura de doce e picante com verduras frescas e molhos de chorar por mais. A cerveja local, Beer Lao, não fica atrás e casa bem com qualquer prato. Pôr do sol Dos mais mágicos finais de dia que já vivemos, desde o Nong Khiaw viewpoint, até ao Golden Buddha em Pakse passando pelas margens do rio Mekong, há algo de muito especial nos pores do sol em Laos. Seja porque o sol se põe atrás do rio na cidade ou porque se esconde lentamente nas montanhas verdes que não têm fim, serão momentos que valem ouro e te vão fazer querer voltar. Nong Khiaw Na região norte do Laos fica uma das suas jóias mais bem guardadas, muito rural e ainda pouco explorada, uma aldeia rodeada de gigantes montanhas rochosas e atravessada por um rio. Acordar nas margens do rio numa das cabanas de madeira, rodeado de tanta beleza natural é das melhores experiências que se pode ter durante uma viagem a Laos. Não existem mil e uma atividades para fazer mas trilhos, cascatas e miradouros nas montanhas não faltam, kayak pode também ser uma das opções. No entanto, o que realmente fascina neste pedaço de paraíso natural, é caminhar pela aldeia e ver a vida acontecer, respira-se tranquilidade e natureza em cada canto. Só existe uma estação de autocarros e, para que entendas o quão tranquilo é o sítio, se não houver passageiros suficientes, simplesmente espera-se até que os lugares estejam mais completos. Cascatas Kuang Si A 30km da cidade considerada património histórico da humanidade pela UNESCO, Luang Prabang (que por si só é umas das razões pelas quais tens de visitar Laos), podes encontrar as cascatas Kuang Si. Três níveis de quedas de água azul turquesa (quando visitadas durante a época seca), rodeadas de uma floresta imensa são tudo o que precisas para passar um dia de mergulhos e merenda pelo parque. Se não tinhas a certeza, seguramente estás mais que convencido, toca a fazer planos, o Laos espera por ti! Autora: Janete Silva, Flearound

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10 factos a saber sobre o Vietname

10 factos a saber sobre o Vietname

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Se estás a pensar em viajar para o Vietname, não percas este artigo onde partilhamos algumas dicas e curiosidades sobre este maravilhoso país do sudeste asiático. Para começares os planos da tua viagem da melhor forma, não te esqueças do teu seguro, a IATI tem o seguro ideal para uma viagem pela Ásia. 10 factos importantes sobre o Vietname Bus noturno Vais descobrir que o autocarro nocturno é das melhores e mais baratas formas de te movimentares dentro do país. Com o teu bilhete tens direito a um lugar onde passar a noite (deitado, com pernas esticadas e almofada) no autocarro. Os preços variam dependendo da empresa e da distância mas pagas entre 7 a 10€ aproximadamente por uma viagem que dura toda a noite. Para além do dinheiro e tempo que poupas, esta é uma excelente oportunidade para conviver com locais que utilizam este meio de transporte com frequência, vais conhecer pessoas e histórias diferentes. Bay Tu Long Bay Halong Bay é uma das 7 maravilhas naturais do mundo e Patrimônio da Humanidade da Unesco, esta é uma das zonas mais visitadas do Vietname. Formada por cerca de 3000 ilhas verdes, facilmente se confundem com uma das cenas do filme “Avatar”. A sua fama arrasta multidões em massa o que pode boicotar a ideia de um cenário paradisíaco. Como alternativa a esta situação, e de forma a preservar o encanto de Halong Bay, recomendamos visitar Bay Tu Long Bay, localizada a norte da anterior, de igual magia e imponência mas sem as centenas de barcos a contrastar com a cor esmeralda das águas. Influências culturais Dada a colonização e permanência de diferentes povos e culturas ao longo da história, o Vietname é feito de uma sincronizada influência de culturas: chinesa, japonesa, francesa e americana. Desde edifícios a gastronomia, a influência é visível no dia-a-dia, nomeadamente na presença da Banh Mi nos mercados de rua, uma baguete de influência francesa que pode ser comprada em qualquer parte do Vietname. Maior gruta do mundo Son Doong, descoberta em 1991 chega a ter 200 metros de altura e 150 de largura em alguns pontos dos 9km de sistema de cavernas. Os valores para a visita rondam os 2400€ para 6 dias e os interessados devem ser submetidos a testes e provas físicas dada a dificuldade das caminhadas. Comida de rua Em todas as cidades, vilas e aldeias vai haver sempre um bicicleta ou moto com uma banca a vender comida: noodles, fritos ou baguetes a escolha é Mesas que são bancos com um tabuleiro, cozinhas com motor montadas em qualquer esquina, fácil e rápido. Considerado como um dos melhores países para experimentar comida de rua, o Vietname é o local ideal para provar novos e deliciosos sabores sem gastar fortunas. Pho Uma sopa típica com diferentes variações feita com carne (ou tofu), arroz e vários legumes. Podes comer uma rica sopa por menos de 1€ em quase todo o lado pelo Vietname, com opção vegetariana també Trânsito de motos Nada te vai preparar para a grande aventura que é atravessar a rua, principalmente em cidades como Ho Chi Minh e Hanói onde cuidado tem de ser redobrado. Milhares de motas em diferentes direções, famílias inteiras na mesma moto e alguns malabarismos com mercadorias pelo meio, o truque? Olhar para os dois lados com atenção e cruzar com confiança, muitas das vezes a simpatia dos locais faz-se evidenciar e agarram-te pela mão até ao outro lado. Produção de café Não só comida de rua, mas barraquinhas (ou mais especificamente uma mesa com bancos de plásticos) estão por todo lado para venda café ou chá. O café é servido com gelo e leite e as pessoas socializam na rua à volta das mesas. Introduzida pelos franceses, esta indústria é uma fonte de riqueza importante para a economia do país. Uma das formas típicas de tomar café no país, é o café com ovo. Aversão ao moreno Se, para outras culturas, o bronzeado é procurado e desejado, no Vietname o contrário acontece. Bronzeado é sinónimo de trabalho no campo, o que muitos evitam e a pele branca é o ideal de beleza. É frequente ver, principalmente entre as mulheres, casacos ou capas longas, luvas e chapéus mesmo com altas temperaturas. Maiores dunas de areia do Sudeste Asiático Mui Ne já foi uma pacata vila de pescadores, no entanto é, hoje, um local de bastantes turistas, tours e resorts. Este pequeno deserto é conhecido pelas extensas dunas brancas e vermelhas, sendo as primeiras as que mais impressionam. Autora: Janete, Flearound

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Roteiro pelas melhores praias de Koh Tao

Roteiro pelas melhores praias de Koh Tao

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Na costa ocidental do Golfo da Tailândia, a norte das ilhas Koh Samui e Koh Phangan, Koh Tao, que significa ilha da tartaruga, é extremamente conhecida por ser o paraíso dos mergulhadores devido à qualidade do mergulho, à diversidade da vida marinha e ao baixo custo desta atividade. Para além disto, esta ilha com apenas 13 quilómetros quadrados reserva muitas maravilhas naturais. Um paraíso tropical com águas cristalinas e quentes, praias deslumbrantes com paisagens de cortar a respiração, um ambiente acolhedor e alegre, Koh Tao é uma ilha incrível, perfeita para mochileiros independentes. Hoje, a IATI deixa-te um roteiro para que não percas nenhuma das praias mais deslumbrantes. Contrata o teu seguro de viagens, faz as malas e prepara-te para conhecer as melhores praias de Koh Tao. 6 praias a não perder em Koh Tao Koh Nang Yuan É a formação de três ilhas juntas por uma faixa extensa de areia. As águas cristalinas e mornas juntamente com a areia fina e branca hipnotizam com tamanha beleza. Para chegar até ela tem duas opções: pagar um passeio que pode ser comprado em qualquer uma das agências em Koh Tao e que, normalmente, incluem a visita a outras pequenas ilhas nas redondezas, almoço e snorkelling, ou então apanhar um taxi boat que faz a travessia até lá numa viagem de 10 minutos. Sairee Beach É a praia mais movimentada da ilha. Junto a esta estão localizados a maior parte dos hotéis, bares, restaurantes, lojas, escolas de mergulho. A água é morna, à semelhança do que irá verificar em todas as praias aqui mencionadas e a areia branca. Porém, se procura sossego esta poderá não ser a praia mais indicada, uma vez que é onde se encontra a animação e onde os barcos (long tail) atracam. Não pode deixar de assistir a um pôr do sol nesta praia, a junção do vermelho, laranja, cor-de-rosa, no céu, com o azul turquesa do mar proporcionam um visual que não irá esquecer tão cedo. Chalok Bay Assim como a Sairee Beach é mais um paraíso na terra ou melhor, na ilha de Koh Tao, mas com um ponto a favor: a tranquilidade. Aqui, pode desfrutar das águas mornas e translúcidas, da areia quente e fina num ambiente calmo e sem grandes movimentações. Se acha que já está maravilhado que chegue, espere até conhecer as próximas praias. Freedom Beach Está muito próxima em termos de distância à Chalok Bay. Esta é das praias mais cobiçadas e está no Top 5 das praias mais bonitas da Tailândia (para nós, claro). Uma pequena faixa de areia, reggae music como som ambiente, um clima tranquilo e uma paisagem inacreditável que mais parece ter saído de um filme de Hollywood, é o que pode esperar deste bocadinho de terra à beira mar. Esta praia é privada pelo que terá de passar uma portaria e pagar 50 baht para poder usufruir da praia, um valor que vale totalmente a pena para conseguir experienciar aquilo que, com dificuldade, tentámos descrever sobre esta praia pelo tão maravilhosa que é. Shark Bay Como o nome indica é uma praia em que, com alguma sorte, conseguirá avistar tubarões-baleia. Para além disso, é um lugar muito procurado para a prática de snorkelling devido às suas águas transparentes e vida marinha abundante. O acesso é feito por dentro de um Hotel mas a praia é pública pelo que não terá de pagar. Sai Daeng É mais uma das praias mais faladas de Koh Tao. Como já deu para perceber, todas as praias desta ilha têm três características comuns a todas elas: águas mornas e translúcidas, areia branca e fina e muito propícias para a prática de snorkelling e a Sai Daeng não difere das restantes. Se depois deste artigo ficaste com vontade de visitar Koh Tao mas ainda não tens a certeza se é um bom lugar para férias, aconselhamos-te a ler o nosso artigo sobre se é seguro viajar para a Tailândia. Autor: Yoan Guerreiro

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5 atrações para ver na cidade de Catmandu

5 atrações para ver na cidade de Catmandu

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Catmandu, a capital do Nepal, é uma cidade vibrante e barulhenta. Repleta de história, palácios e templos, que fica a poucos passos da principal atração do Nepal: os Himalaias. A IATI coloca a mochila às costas e parte contigo nesta aventura cheia de mística, onde o melhor seguro de viagens te acompanha: IATI Mochileiro. Se tens a curiosidade de conhecer o Nepal, acredita que não vais ficar desiludido e, provavelmente vais quer ficar mais tempo do que aquele que inicialmente tinhas planeado. A melhor parte de ser um viajante independente é poderes fazer aquilo que mais gostas, no ritmo que melhor se adapta a ti. O seguro IATI Mochileiro combina uma elevada cobertura médica (1.000.000€), e inclui as nossas coberturas clássicas com outras especiais: desportos de aventura, procura e salvamento ou equipamentos informáticos. Além disso, oferece a possibilidade de contratar uma nova apólice no destino, no caso de decidires prolongar a viagem, iupi! O Nepal é uma celebração de culturas antigas e ricas tradições, e um dos locais mais fascinantes que podes conhecer. 5 atrações imperdíveis em Catmandu A cidade está a abarrotar de gente, é caótica, mas encantadora. Tudo será muito intenso, uma profusão de visões, cheiros e sons. 1 – Thamel Thamel é a parte mais antiga da capital. Também era conhecida como Tabitha Bahal, e merece uma visita obrigatoriamente. É um dos bairros mais movimentados da cidade de Catmandu. Aqui vais encontrar de tudo, até equipamento de montanha para te preparares para as caminhada, a preços muito baixos. Existem, também, lojas de antiguidades, livrarias, restaurantes cafés e uma mistura de diferentes hotéis e albergues. 2- Boudhanath Stupa Construída no século XIV, a Stupa de Boudhanath é a maior stupa budista (monumento construído sobre os restos mortais de uma pessoa importante) do Nepal, e é considerada um dos lugares mais sagrados para os budistas. Os gigantescos olhos de Buda no topo, e as coloridas bandeiras de oração fazem dela uma construção que prende o olhar. A stupa foi atingida pelo terramoto em 2015, mas foi restaurada e aberta aos visitantes apenas 18 meses depois. 3- Templo de Swayambhunath Localizado no alto de uma colina, a oeste da cidade de Catmandu, pode ser alcançado por uma subida de 365 degraus em pedra. Uma das primeiras coisas que vais notar, mesmo antes de começares a caminhada, são os macacos. Centenas deles vivem e circulam pelas instalações do templo. Acredita-se que eles sejam sagrados, embora seja melhor não pensar sobre o motivo: dizem que eles foram formados a partir dos piolhos da divindade budista Manjushri, que foi criada neste local. Este santuário ostenta uma stupa branca imponente com os cativantes olhos de Buda e uma torre dourada cintilante. Swayambhunath oferece uma vista panorâmica da cidade e mostra-te exatamente como Catmandu está no fundo de um vale, com os milhares de casinhas todas acumuladas no fundo. Neste local vais encontrar muitos monges, peregrinos e muitos habitantes que vêm até aqui rezar, ou fazer uma paragem para comer. 4- Praça de Durbar É incontornável a passagem por esta praça. Aqui sente-se a vida quotidiana Nepalense. O coração da cidade velha, a praça Durbar já foi o lugar onde o rei foi coroado. O Palácio do Rei, lugar de onde era governado o país, continua ali. Também conhecido como Hanuman Dhoka, é Património Mundial da UNESCO. Os templos e palácios de estilo pagode, que remontam ao período do séc. XV, foram gravemente atingidos pelo terramoto em 2015, mas apesar das rachas tudo continuam majestosamente de pé. 5- Templo Pashupatinath É um dos lugares mais sagrados para os hindus devotos e está localizado na margem do rio Bagmati. Foi construído no século V e depois renovado pelos Reis Malla. O templo principal do complexo é dedicado ao deus Shiva, e é restrito apenas aos hindus. Aqui pode ver as cerimónias de cremação dos hindus, das 07h-10h. E conversar com grupos de Sadhus, amigáveis e felizes de ser fotografados por uma pequena gorgeta, em troca da qual eles vão-te benzer. O slogan “Once is not enough” do Gabinete de Turismo do Nepal faz todo o sentido, já que não podes absorver tudo na primeira visita. O Nepal é mais do que altos picos e Sherpas, e podes facilmente ter noção disso ao explorar Catmandu. Autores: Onde andam os Duarte?

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É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

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O Myanmar, ou antiga Birmânia como também é conhecido, é o maior país do Sudeste Asiático. Faz fronteira com a China, Bangladesh, Índia, Laos e Tailândia e é banhado pelo Mar de Andamão e Golfo de Bengala. Neste artigo a IATI seguros apresenta-te uma visão geral sobre a situação histórica e política do Myanmar bem como as questões relacionadas com a segurança para todos aqueles que pretendam visitá-lo. Antes de embarcar neste país milenar não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem pois independentemente do destino a tua segurança está sempre em primeiro lugar. É seguro viajar para o Myanmar? Até há muito pouco tempo atrás o Myanmar era um país para muitos desconhecido já que o turismo por lá era estritamente proibido. As portas ao turismo abriram-se muito recentemente depois de uma dura ditadura militar que, embora na penumbra, ainda vai persistindo. O país está em processo de democratização desde 2011 e, justamente por isso, muitas são as questões lançadas sobre a segurança de se viajar para o Myanmar. Contextualização histórica do Myanmar O Myanmar é um país multicultural já que aqui existem cerca de 8 macro grupos étnicos que se subdividem em 130 minorias étnicas. Cada uma delas com a sua própria cultura a nível de religião, língua e até mesmo tradições. Foi esta multidiversidade que originou problemas quando o país conseguiu a sua independência do Reino Unido, em 1948. Cada um dos grupos étnicos reivindicava direitos diferentes o que originou uma guerra civil. Esta teve o seu fim em 1962 quando os militares deram um golpe de estado que levou à instauração de uma severa ditadura militar que perdurou até 2011. Pouco se sabe sobre o que aconteceu no país durante todo este tempo já que este se fechou ao resto do mundo. A luta pela democratização do país é mundialmente associada aos esforços de Aung San Suu Kyi, que durante anos lutou pelo fim da ditadura tendo mesmo sido presa durante mais de 10 anos pela junta militar. Tendo-se dissolvido a ditadura em 2011, em 2016 Aung San Suu Kyi foi democraticamente eleita como primeira-ministra do país já que esta não pode ser eleita presidente por ser casada com um estrangeiro. Desde então o país abriu as portas ao turismo e está então em processo de democratização. Situação atual do Myanmar Atualmente o Myanmar é um país oficialmente democrático de república parlamentarista. Porém, 25% do parlamento ainda pertence aos militares, o que tem tornado o processo de democratização demorado e não tão pacífico como se desejava. Existem ainda algumas frentes de confronto espalhadas pelo país devido justamente a grupos étnicos que reivindicam a sua independência. O mais famoso tem sido os confrontos com a minoria Rohingya. Os Rohingya são um povo originário do estado de Rahkhine, no Myanmar que nunca foi oficialmente reconhecido. O governo considera que este povo é oriundo da Índia e do Bangladesh e, portanto, nunca os reconheceu como cidadãos de direito. Atualmente este povo tem sido perseguido pela junta militar que infelizmente ainda existe no país e, sem mais solução, têm-se refugiado na Índia e no Bangladesh. Além desta existem ainda outras zonas de confrontos no país de menor dimensão. É seguro viajar para o Myanmar? Em primeiro lugar há que referir que o Myanmar é um país enorme, tendo uma área corresponde a duas vezes a área da Alemanha. Além disso, para o bem e para o mal, os conflitos existentes estão circunscritos em áreas específicas e de acesso proibido para o turista. Na verdade grande parte da população residente nas cidades turísticas pouco sabe sobre aquilo que se passa no resto do país. O Myanmar não é um país onde poderá aventurar-se por cidades e aldeias recônditas e menos turísticas. Existem aquelas que são conhecidas como as áreas brancas e áreas negras. Desta última fazem parte todos os locais que não podem ser visitados justamente por serem alvo de confrontos, onde se incluem as regiões de Myawadi, Tachilik-Mae Sai, Arracão e Estado de Karen. Posto isto, se viajares pelo comum roteiro turístico que engloba as cidades de Yangon, Bagan, Inle Lake e Mandalay, estarás certamente seguro. Embora estas zonas não sejam ainda massivamente turísticas como os restantes países do Sudeste Asiático, têm já uma boa rede de hotéis, restaurantes e meios de transporte. Zonas como Pyin U Lwin, Hsipaw, Hpa-An e as praias de Nagapali são também alguns locais que atraem turistas embora com menor afluência, mas onde será também seguro viajar. De qualquer forma, se por algum motivo não puderes visitar determinada região sabê-lo-ás antecipadamente já que não existirão conexões de transportes para lá. Existem também vários checkpoints no país onde são então controladas as entradas nestas zonas restritas. Porém, se não saíres do roteiro supracitado nem sequer terás contacto com estes pontos de paragem. Assim sendo e de uma forma geral é seguro viajar atualmente para o Myanmar desde que te mantenhas nas áreas permitidas ao turismo. De qualquer forma e para que te mantenhas a par da situação atual do país, deverás sempre aceder às informações no Portal das comunidades do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Autora: Patrícia Carvalho

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