O que fazer em Nova Deli em 2 dias?

O que fazer em Nova Deli em 2 dias?

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Nova Deli é para muitos viajantes a porta de entrada na Índia. Mal sais do aeroporto percebes que chegaste a outro mundo. Bem-vindo à Índia, bem-vindo a Nova Deli. É uma cidade caótica com bastantes atrações turísticas que não vais querer perder. Neste artigo queremos dar-te um pouco de informação sobre a famosa capital da Índia assim como o que ver e fazer. Faz a mochila e mergulha na cultura indiana. Nova Deli é um bom ponto de partida. Não te esqueças de antes fazer o teu seguro de viagem online que é importante seja qual for o destino! Quem visita a Índia sempre diz que não há dias iguais naquele país. Tudo acontece e tudo é possível. Sendo uma das cidades mais populosas do mundo, com 27 milhões de pessoas, pode ser um choque ao início, mas no fim terás muitas memórias e histórias para contar! Nova Deli tem uma rede de transportes públicos boa, que chegam a qualquer parte da cidade e às atrações turísticas. Sendo a capital do país, esta vai ser uma cidade de contrastes, de cores, idiomas, formas de vestir que te vão fascinar, de uma cultura intensa e de uma mistura de arquitetura que te fará recuar no tempo. Prepara-te também para o trânsito caótico, para as multidões de gente, para a poluição e para a curiosidade das pessoas. Vais sentir que estão mil coisas a acontecer ao mesmo tempo, mas no fim vai ser divertido e será sem dúvida uma aventura que não vais esquecer. Sítios a visitar em Nova Deli Templo de Lótus Um dos templos mais bonitos que vais visitar na tua vida. Como o nome indica, este templo tem forma de lótus e é todo construído em mármore branco que lhe dá uma beleza inigualável. Rodeado de pequenas piscinas e jardins bem cuidados, este templo vai ser um dos pontos altos da tua visita pela cidade. Todas as pessoas são bem-vindas a este templo, independentemente da raça, religião, cor e nacionalidade. Uma vez que entras dentro do templo, vais sentir uma paz e tranquilidade enorme, nem parece que estás na Índia! Recomendamos que vás de manhã bem cedo para evitar as confusões e filas gigantes no controlo de segurança. Forte vermelho e Velha Deli Considerado património da humanidade da UNESCO, o forte vermelho é uma construção de 1638 com a intenção de ser a residência de os imperadores Mongóis daquela época. Está localizado na parte de Old Delhi, considerada a parte mais caótica, suja e intensa da cidade. Mesmo que não gostes de confusão é quase obrigatório visitar este forte e a zona antiga da cidade e deixar-te levar pelos cheiros da comida de rua, dos sorrisos dos vendedores e pela devoção das pessoas à sua religião. Tumba de Humayun Assim com o Taj Mahal, este monumento também foi construído para guardar uma tumba. Construído em 1565 para o rei guardar o corpo da sua falecida amada. Tem uma construção bonita, estilo mongol e é acessível de metro, autocarro ou táxi / tuk-tuk. Porta da Índia – Índia Gate Este monumento foi construído para homenagear os soldados indianos que perderam a vida ao longo das várias guerras que este país esteve envolvido. É também conhecido como arco de triunfo da cidade. Não é possível subir ao monumento nem passar por baixo do mesmo pois está escoltado por guardas. Tem inscrito no monumento o nome dos 85 000 soldados que perderam a vida a lutar pelo país. Ao estar no coração da cidade, recomendamos que visites durante o final de tarde pois é quando muitas famílias se juntam neste parque para conviver com os amigos e fazer picnics. Uma boa oportunidade para ver e interagir com pessoas locais e saber um pouco mais da sua cultura. Sri Bangla Sahib Gurdwara Este é um dos templos da religião Sique mais importantes e maiores do mundo. É dos templos mais bonitos de Deli e como em todos os templos Sique, tem um lago grande onde tens que lavar os pés e mãos antes de entrar no templo. Uma curiosidade deste templo é que oferece refeições grátis a qualquer visitante independentemente da religião, raça ou cor. A câmbio podes ajudar na confeção da comida ou limpeza do espaço. Uma experiência diferente que podes viver, porque não? Swaminarayan Akshardham Temple Considerado dos maiores templos Hindus do mundo é uma excelente opção para visitares e entender um pouco melhor a religião hindu, descobrir as lendas e deuses que fazem esta religião um pouco complexa e extensa, mas fascinante. Podes relaxar um pouco pelos seus jardins e ver a devoção das pessoas nas suas rezas e doações aos deuses. Birla Mandir Este é outro dos muitos templos da cidade. Com uma arquitetura fascinante e colorida, é um local onde os peregrinos vão rezar ao Deus Vishnu, um dos mais importantes para a sua religião. A entrada é gratuita, mas se quiseres podes deixar uma doação. Infelizmente não é permitido tirar fotografias, mas sem dúvida que vale a pena uma visita. Agrasen Ki Baoli Um dos lugares perfeitos para os amantes da fotografia e arquitetura. Era um antigo reservatório de água como tantos na Índia. Este é conhecido pelas muitos lendas que lá existem e pelo seu ambiente misterioso. Jama Masjid É a maior mesquita da Índia e tem capacidade para 25000 fiéis. Como fica perto do forte vermelho e da velha Deli, podes combinar a visita no mesmo dia. A entrada é gratuita, apenas pagas para subir à torre. Para uma vista incrível da cidade podes subir a uma das suas torres e ver a imensa cidade de Deli e os seus 27 milhões de pessoas! É incrível ver como numa cidade caótica e com milhões de pessoas, diferentes castas, religiões e culturas vivem em harmonia respeitando as diferenças e crenças uns dos outros! Espero que te tenha convencido a deixar esse receio de lado e visitar Nova Deli. Viaja em segurança e faz o teu seguro de viagem online. Artigo escrito por: The Globetrotter Duo

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Top 10 a visitar em Macau

Top 10 a visitar em Macau

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Hoje queremos levar-te para uma Região Administrativa da China onde o português é a língua oficial!. Se pensaste em Macau estás de parabéns, acertaste! No entanto, certamente que antes de pensar em viajar para o outro lado do mundo, deverás contratar um seguro de viagem à tua medida e a IATI Seguros é a opção mais acertada. Assim, para viagens com destino ao sudoeste asiático nós recomendamos o IATI Standard! Agora que o seguro de viagem está decidido, vamos dedicar-nos ao Top 10 a visitar em Macau, sendo que a ordenação que indicamos é meramente indicativa. 10 sítios que deves visitar em Macau Casino Grand Lisboa Macau é conhecido como o local onde os sonhos se realizam e a existência de vários locais de jogo proibidos noutras regiões da China ajuda nessa reputação. Ao lado de outros casinos, o edifício do Casino Grand Lisboa é inconfundível. Na verdade, o Grand Lisboa além de albergar um casino, também é um hotel e SPA e é bem visível a partir de diferentes pontos da região. The Venetian O The Venetian é um mega edifício. Inclui um casino, hotel e centro comercial. Aliás, o centro comercial é bastante procurado porque tem uma característica peculiar: é uma reprodução das ruas de Veneza. No centro comercial irás ter a sensação de que estás naquela cidade italiana pois os canais e a fachada dos edifícios são bastante semelhante ao original. Curiosamente, um dos aspetos peculiares deste cenário é o aspeto do céu, que parecendo real faz com que esteja sempre bom tempo nesta Veneza asiática. Uma excelente notícia para quem deseja fazer um passeio de gôndola nos canais, ao som e ritmo dos gondoleiros e onde nunca chove. Cotai Stip Esta foi a resposta macaense à Las Vegas Strip! Uma avenida repleta de lojas e boutiques de marcas luxuosas, centros comerciais, casinos e até uma réplica da Torre Eiffel de Paris. A energia desta avenida é acelerada, vibrante e está sempre em constante movimento. Tem atenção para não ficares com vertigens nem arruinares as tuas finanças. Ruínas de São Paulo A fachada das Ruínas de São Paulo tornou-se um ícone de Macau. A grande escadaria que encaminha os visitantes até este ex-libris macaense é um popular sítio para selfies. A fachada construída em granito tem interesse histórico e arquitectónico uma vez que combina símbolos ocidentais cristãos (a representação da Santíssima Trindade, vários santos, a Virgem Maria e o Menino Jesus) com inscrições religiosas em chinês, leões chineses e crisântemos japoneses. De realçar que no meio desta amálgama de símbolos se destaca a presença de uma caravela portuguesa. Porta d’Armas da Fortaleza Este local está localizado muito perto das Ruínas de São Paulo e tem uma vista privilegiada sobre Macau. Tem em consideração que é um sítio elevado cujo acesso é pedonal, o que pode ser um bocadinho cansativo chegar até lá cima. No entanto, no final serás recompensado com uma paisagem magnífica e poderás tirar algumas fotografias aos canhões de origem portuguesa ali existentes e que parecem estar apontados a alguns prédios. Largo do Senado O Largo do Senado é o ponto de encontro por excelência. É habitual fazerem-se aqui atuações artísticas e é uma zona bastante tradicional. Macau Tower Convention & Entertainment Centre Também conhecida como Torre de Macau para simplificar, eleva-se a 338 metros do chão. Podes perfeitamente passar um dia inteiro aqui. Além de restaurantes, a Torre de Macau tem um Observation Deck, um Walking Tour e até um Sky Jump. Tens coragem para saltar de uma altitude de 338 metros? A Ma Temple Um templo chinês dedicado à deusa do mar Mazu. É o mais antigo templo em Macau e foi onde os portugueses atracaram quando chegaram a terras macaenses. Está localizado em São Lourenço, e faz parte da UNESCO World Heritage Site. Lord Stow’s Bakery (a original) Os pastéis de nata que se encontram no sudeste asiático tiveram a sua origem na pequena localidade de Coloane, depois de o Lord Stow, um inglês, ter provado os pastéis de Belém em Lisboa. Sabemos que a receita original dos pastéis de Belém está bem guardada mas o Lord Stow replicou a receita que foi um êxito estrondoso e os “Egg Tart” tornaram-se populares um pouco por toda a Ásia. Grand Emperor Hotel Casino Mais um edifício de dimensões faraónicas, que inclui um casino e um hotel. O Grand Emperor Hotel Casino merece estar nesta lista por duas razões: primeiro porque à entrada do hotel vais poder encontrar dois guardas vestidos com trajes semelhantes aos que encontramos em Londres e, segundo, porque no chão do átrio do hotel estão embutidas várias barras de ouro. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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7 lugares a não perder em Pequim

7 lugares a não perder em Pequim

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Desde o tempo de capital fortificada até à moderna cidade transformada em apenas 1 século, Pequim tem uma história de 3 milénios que não te vai passar ao lado quando planeares a visita a esta enorme cidade na China. Descobre os palácios, o olhar do presidente Mao na praça principal, a arte, a saborosa comida chinesa e muito mais neste artigo da IATI. Parte para o oriente certo de que levas na tua bagagem o melhor seguro de viagens, o IATI Estrela, que te oferece uma alta cobertura de despesas médicas,de bagagem e de cancelamento. Podes contratar este seguro quando já estiveres na China, só tens de cumprir as 72h de período de carência em que não o podes utilizar. Lugares a não perder em Pequim Agora que já tens o principal, falta-te saber quais são as 7 atrações imperdíveis da capital chinesa. A cidade Proibida Só o nome já faz aguçar o apetite não é? Rodeada por 3,5 km de muralhas vermelhas no coração de Pequim, a Cidade Proibida, património da Unesco, é a maior e mais bem preservada coleção de edifícios antigos da China. E o maior complexo palaciano do Mundo! Este espaço gigante espaço era composto por 900 edifícios e nele viveram duas dinastias de governo imperial, milhares de eunucos, servos e concubinas até ao ano de 1911 quando a República derrubou o último imperador Qing. Praça Tiananmen – Praça da Paz Celestial Já terminaste a visita à Cidade Proibida, mas deixa-te ficar na área, esta praça tem uma atmosfera que não te vai deixar indiferente. Rodeada por prédios de estilo soviético triunfalistas dos anos 50, a maior praça pública do mundo (440.000 metros quadrados) é uma imensa planície de pedra pavimentada no coração de Pequim. Os madrugadores podem assistir à cerimónia diária de hastear das bandeiras ao nascer do sol, realizada por uma tropa de soldados a marchar a precisamente 108 passos por minuto, 75cm por ritmo. Os soldados emergem através do Portão da Paz Celestial. Ao pôr-do-sol também podes assistir, mas desta vez com muito mais afluência de pessoas. A praça é monitorizada por câmaras e patrulhada por polícia fardada e à paisana. Nos pontos de acesso vais encontrar verificações de segurança. Uma atmosfera tangível de restrição e autoridade reina por lá. Isto tudo isto e mais a ausência de qualquer lugar para te sentares, significa que a praça não é um lugar para relaxar, mas é sem dúvida um lugar a não perder. Templo Lama Este templo é uma atração budista de Pequim. Se só tiveres tempo para um templo (o Templo do Céu não é um templo) vai ver este, onde telhados fascinantes, pinturas fabulosas, arcos decorativos, tapeçarias, carpintaria de pormenor, rodas de oração tibetanas, estátuas tântricas e um soberbo par de leões chineses se misturam com densas nuvens de incenso. O Templo do Céu Trata-se de um tranquilo oásis de paz e design confucionista circular, numa das paisagens urbanas mais movimentadas da China. Com 267 hectares, é absolutamente único. Originalmente serviu como palco para rituais solenes realizados pelo imperador da época (conhecido como o Filho do Céu), que orou aqui por boas colheitas e procurou a autorização divina. É um altar em vez de um templo, por isso não vais encontrar incenso a queimar ou adoradores espalhados pelo chão. O Palácio de Verão – Yiheyuan Este palácio era o fresco lugar para onde os imperadores fugiam do torpor sufocante de verão da velha cidade imperial. Com o seu enorme lago e vistas da colina, oferece uma fuga campestre para as paisagens da pintura tradicional chinesa. Merece a visita de um dia inteiro, embora uma manhã ou tarde (em ritmo acelerado) a explorar os templos, jardins, pavilhões e pontes seja suficiente. Distrito da Arte 798 Espalhado por uma área de fábricas abandonadas da Era Mao, o 798 Art District, é a principal concentração de galerias de arte contemporâneas, livrarias de arte e cafés de Pequim. O lugar ganhou fama no final da década de 1990, com seus antigos ateliers em fábrica de estilo Bauhaus, ideais para instalações de arte ambiciosas. O complexo industrial celebra as suas raízes proletárias no auge comunista dos anos 50, através dos slogans vermelhos maoístas retocados que decoram as paredes das galerias e as estátuas de trabalhadores corpulentos e de queixo pontiagudo pelas ruas. Mercado de Donghuamen Existem cerca de 10 mercados em Pequim, mas para saborear comida típica, sugerimos o de Donghuamen que a partir das 16 horas já está a funcionar. Em Pequim, chī le ma? (já comeu?) é literalmente como os habitantes locais cumprimentam os seus vizinhos. A comida é a moeda social da cidade, que liga toda a gente, independentemente de suas crenças ou conta bancária. Quer estejas a beber uma tigela de noodles, ou a enrolar mais uma panqueca de pato à Pequim, estás em boa companhia. Numa panela de dar água na boca, Pequim hospeda cozinhas regionais exóticas de toda a China. Dica IATI: Queres ver uma seção menos turística da Grande Muralha? Viaja para Mutianyu, a 70km da cidade. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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Viajar com crianças para a Ásia, conselhos práticos

Viajar com crianças para a Ásia, conselhos práticos

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Sonhas em viajar com crianças pela Ásia mas não sabes por onde começar? Queres saber quais são os melhores destinos para viajares com a tua família? Estás preocupado com o tempo e com a comida, ou em não saber o que colocar na mochila? É o teu dia de sorte! Viajar com crianças para a Ásia pode parecer uma loucura, mas asseguramos-te que não o é. É muito mais fácil do que se pensa. Hoje aqui na IATI, especialistas em seguros de viagem para famílias, trazemos-te uma lista com dicas úteis para fazeres voar os teus medos e encorajar-te a fazeres essa viagem de sonho com quem mais ama. Neste artigo encontrarás toda a informação prática necessária para organizar a tua primeira viagem de família ao continente asiático. Melhores destinos para viajar com crianças pela Ásia. Que países escolher? É a tua primeira viagem com crianças à Ásia e não sabes que destino escolher. Trazemos-te uma lista dos 4 destinos mais recomendados para iniciares a tua viagem familiar pelo continente asiático. Singapura Singapura destaca-se dos seus vizinhos por ter uma higiene impecável e por ser o país menos asiático que parece ser. Vais pensar que não estás na Ásia, garantimos-te. É uma cidade com uma arquitectura ultramoderna que te vai surpreender. Edifícios futuristas como o hotel Marina Bay Sands e os Jardins junto à Baía contrastam com bairros tradicionais como Little India, Chinatown ou o Bairro Árabe. É um país muito seguro que acolhe muito bem as crianças e é relativamente fácil de andar com um carrinho de bebé nas suas ruas. O metro funciona perfeitamente e movimentar-se pela cidade é muito fácil. Em Singapura encontrará parques infantis super fixes e grandes áreas verdes onde os mais pequenos podem correr e brincar durante horas – é um país ideal para começar a viajar com crianças pela Ásia! Malásia A Malásia tem tudo o que precisas para fazer das tuas férias em família uma experiência inesquecível. Na Malásia encontrarás modernidade, tradição, arte de rua, história, selva, ilhas paradisíacas, e a mais variada gastronomia de todo o Sudeste Asiático. A fusão entre a cozinha malaia, chinesa e indiana resulta numa gastronomia muito diversificada. Na Malásia, as crianças não terão tempo para se aborrecerem, garantimos-te. Há actividades para todas as idades. Encontrarás museus educativos onde poderás aprender experimentando ciência, parques aquáticos, parques infantis… Estás à procura de um destino ideal para o turismo familiar e uma óptima opção para viajar com crianças na Ásia?. Nas ilhas malaias, os mais pequenos da família irão desfrutar de snorkelling enquanto observam todo o tipo de animais marinhos. Gostaria de ver orangotangos e macacos de nariz grande na natureza? Então não hesite em incluir o Bornéu na sua próxima viagem familiar à Malásia. Bali, Indonésia A mundialmente famosa ilha de Bali tem muito a oferecer às famílias que viajam com crianças na Ásia. Se não te apetece viajar para longe e sonhas com passar as férias na piscina privada de uma villa de sonho… Não hesite! Bali é o seu local de férias. Encontrarás templos, macacos, danças tradicionais, cascatas, terraços de arroz, naufrágios e muito mais. Bali pode não ter as melhores praias da Ásia, mas os pequenos em casa poderão começar no mundo do surf e os planos para desfrutar com a família não faltarão. Tailândia Se te pedirmos para pensares num destino ideal para viajar com crianças para a Ásia… Já deve ter pensado na Tailândia! A Tailândia é considerada por muitos como o país ideal para viajar para o Sudeste Asiático com crianças pela primeira vez. E eles têm boas razões para o fazer. É um país muito seguro e um paraíso para o turismo familiar. A cidade de Banguecoque oferece planos infinitos para fazer com que as crianças se divirtam muito. Há muita vida para além dos templos e da Khao San Road (a famosa rua dos mochileiros cheia de bares, agências turísticas e festas sem fim). Encontrará parques aquáticos, museus temáticos, parques infantis, grandes áreas verdes… E não se esqueça de incluir uma ilha na Tailândia na sua viagem… Sabia que uma ilha neste país maravilhoso à qual chama as Maldivas da Tailândia? Chama-se Koh Lipe e apaixonar-te-ás por ele assim que lá puseres os pés. Bagagem para viajar com crianças para a Ásia Viaja leve. É o melhor conselho que te podemos dar quando viajares com crianças pela Ásia. Não transportes as fraldas durante toda a viagem. Na Ásia pode-se comprar fraldas, leite em pó e tudo o que é preciso para os mais pequenos da família. Menos bagagem equivale a mais liberdade e a menos tempo a fazer e desfazer as malas. Leva roupa confortável, roupa sobresselente para as crianças sempre na tua bagagem de mão, e algo para o Inverno, mesmo que viajes no Verão. Os aparelhos de ar condicionado nos aviões, nos transportes públicos e nos centros comerciais podem pregar-te partidas. Se te faltar alguma coisa, podes sempre comprá-la durante a viagem. Alimentação O continente asiático é constituído por 48 países e cada um deles tem a sua própria cozinha. A cozinha asiática destaca-se como uma das mais variadas do mundo. O arroz está presente na maior parte dos seus pratos. Os vegetais desempenham um papel de liderança e o consumo de peixe é muito mais elevado do que o consumo de carne. Não será difícil encontrar pratos que agradem a toda a família, incluindo os mais pequenos. Se não gostas de comida picante, deve repetir como um mantra “Nada de picante, por favor”. Não deves perder a experiência de degustar comida de rua. Contudo, se o que encontrares for demasiado exótico, ficarás surpreendido com o número de restaurantes onde encontrarás comida ocidental, tornando mais fácil a experiência de viajar com crianças na Ásia. Clima na Ásia Estás mortinho por viajar para a Ásia, mas estás preocupado com o tempo ou tens medo das temidas monções. Não te preocupes com isso. Tem em mente que a Ásia é o maior continente da Terra. Por conseguinte, o seu clima é muito variado. Quando chove numa parte da Ásia, é a estação seca na outra. Mesmo dentro do mesmo país, pode haver uma estação seca e uma estação chuvosa ao mesmo tempo. Mas não te preocupes muito. Nunca chove para sempre. As chuvas das monções são normalmente intermitentes e são acompanhadas de muitos momentos de sol. Não te esqueças de incluir algo na sua bagagem para te proteger do sol forte, especialmente para os mais pequenos da família. Cuidados de saúde Os países que te recomendamos têm cuidados de saúde e hospitais de primeira classe. Não precisarás de levar um enorme kit de primeiros socorros. Basta levares o que é necessário. Encontrarás farmácias onde comprar tudo o que precisares. Uma das chaves para viajar com paz de espírito é fazer um seguro de viagem específico para as famílias. Só terás de te preocupar em desfrutar da experiência e daqueles de quem mais gostas. Para uma experiência como esta, a Família IATI é a tua melhor aliada. Não só pelos 300.000 euros de cobertura médica, mas porque tem uma cobertura extra centrada em viagens familiares, tal como o contacto directo com pediatras. Contrata já o teu seguro IATI Família e viaja com a máxima segurança para ti e para aqueles de quem mais gostas! Artigo traduzido por: Susana Almeida

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Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático

Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático

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Viajar a longo prazo sempre foi o desejo de muitos sonhadores e visto por outros tantos como algo impossível. O que é certo é que, seja pela facilidade em percorrer longas distâncias hoje em dia ou pelo desejo de aproveitar o dia a dia da geração atual, há cada vez mais pessoas a fazê-lo. O Sudeste Asiático, pela sua riqueza cultural, pela hospitalidade do povo, pela segurança e pelo baixo custo de vida é um dos destinos mais procurados para quem decide fazer uma viagem deste estilo. Sabias que na Iati temos seguros de viagem para mochileiros que querem entrar nestas aventuras? Este roteiro é apenas uma das mil e uma possibilidades para a tua viagem, os destinos e tempo que dedicas em cada lugar depende sempre de pessoa para pessoa, dos teus gostos e também de algumas condições externas como a chuva ou eventos esporádicos locais. Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático Antes de começares a tua viagem pelo Sudeste Asiático, não te esqueças de verificar quais as vacinas obrigatórias e recomendadas para os diferentes países. 21 dias no Vietname: o que ver Ho Chi Minh City – É uma ótima cidade para começares a tua viagem pelo Sudeste Asiático. Tal como o próprio país, Ho Chi Minh tem imensas coisas para ver e fazer. Desde museus e monumentos, a mercados de rua passando por uma rua só de bares e karaoke. 3 a 4 dias são suficientes para explorares a cidade com calma. Nha Trang – É um bom sítio para parar a meio da viagem para o norte do Vietname, um bom sítio para ficar não mais do que um dia e desfrutar da praia. Hội An – A cidade antiga ou cidade das lanternas como é conhecida, com influências japonesas, chinesas e coloniais visíveis, é um lugar para nos perdermos caminhando pelas suas lindas ruas amarelas. Três dias. Hue – Para quem gosta de filmes e das histórias de samurais guerreiros, devem dedicar pelo menos um dia para visitar e explorar as muralhas da cidade imperial. Parque Nacional Phong Nha – Para os amantes de montanhas, do verde, das grutas e da vida no interior, este parque nacional guarda muitos segredos e deves dedicar pelo menos dois dias para explorar a zona. Os tours de grupos para as grutas e os desportos radicais são recomendados. Hạ Long Bay –Se existem sítios no mundo que não deveríamos morrer sem ver, este é, certamente um deles. As pedras de calcário gigantes cobertas de vegetação que se erguem no oceano enchem os olhos e a alma a qualquer um. É como visitar um planeta paralelo, um sonho na terra dos gigantes, tal é a imponência das montanhas. Dois dias para conhecer este paraíso e fazer um cruzeiro pela baía. Hanoi –A capital frenética do Vietname, uma cidade cheia de vida, histórias, cheiros, sabores e memórias, a não perder numa visita ao Vietname. A comida de rua vai ser sempre a melhor opção aqui. Tal como en Ho Chi Minh, 3 a 4 dias é o suficiente Sa Pả –Antes de saires do país rei da comida de rua, Sapa é um lugar místico no alto das montanhas, muito perto da China, que deves visitar. O ideal é guardar 3 dias sendo que dois deles serão passados na montanha com uma guia das tribos locais. Uma experiência de vida entre florestas de bambu, riachos, campos de arroz, aldeias perdidas, patos, cães, galinhas e búfalos. 18 dias no Laos: o que ver Muang Xai –O primeiro contacto com Laos vai apaixonar qualquer um. Acabaste de chegar ao país verde, de aldeias sem fim, poucas cidades e maioritariamente rural. Aqui vais aprender que não é preciso muito para ser feliz e que a natureza pode ser a resposta para muita coisa. Um a dois dias são suficientes e se queres ter uma experiência única, recomenda-se a viagem de barco até à próxima aldeia. Nong Khiaw –Se chegaste de barco, pudeste ver a beleza das montanhas de calcário cobertas de vegetação que acompanharam o caminho. Aqui podes descansar, aproveitar a paisagem e absorver o poder da natureza. Esta aldeia é um canto especial do mundo e se a queres ver do alto, sobe a um dos miradouro da aldeia. Três dias. Luang Prabang –Das cidades mais conhecidas do país e muito devido às suas cascatas turquesa. Aqui podes encontrar um misto de edifícios coloniais e templos budistas e aproveitar para ir ao mercado. Três dias. Vang Vieng –Em outros tempos um destinos de viagem de finalistas de estudantes australianos, é agora um lugar mais tranquilo que merece a visita pelas lagoas que o rodeiam. Três dias. Vientiane – Um dia será suficiente para ver a capital de Laos e um ótimo ponto de partida para o sul do país. Pakse –A cidade pode não ter mil coisas para ver mas é daqui que poded fazer uma das rotas de cascatas mais conhecidas. Basta escolher as que mais gostares e explorar o maravilhoso interior do país. Três dias. 4000 Islands – Não são ilhas paradisíacas, mas o misto de vida do campo com o dia a dia de uma ilha traz uma magia especial a este arquipélago fluvial. Três dias. 13 dias no Cambodja: o que ver Siem Reap –Casa do Angkor Wat, o maior complexo religioso do mundo, é também um bom lugar para explorar o Camboja pela primeira vez e perder-se nos mercados de rua. Dois dias para o Angkor Wat mais um para a aldeia flutuante e para conhecer os projetos de turismo responsavel. Phnom Pehn –A capital do Camboja que foi território do império Khmer e dos colonialistas franceses é um misto de culturas e edifícios que vale a pena explorar em um ou dois dias. Koh Rong –Para quem espera um cenário de filme estilo Lagoa Azul, com areia branco e águas azuis turquesa, esta ilha não pode faltar. Quatro dias para relaxar. Kampot –Para os que procuram um pouco de tranquilidade no campo e muito bom ambiente. Natureza e paz pairam no ar por aqui. Três dias. 10 dias na Malásia: o que ver Kuala Lumpur –Uma cidade multicultural onde diferentes culturas e religiões convivem diariamente em harmonia. Na mesma rua é possível encontrar uma igreja, uma mesquita, um templo hindu e outro chinês. Como não amar? Quatro dias. Cameron Highlands – Para quem gosta de chá e também para quem não gosta, as infindáveis plantações de chá são paragem obrigatória com o seu ponto mais alto a chegar aos 2000 metros de altura. Não te esqueças do casaco! Dois dias. Georgetown, Penang –Uma cidade com edifícios franceses e muitos templos chineses, um misto de sensações e muita, muita comida de rua e arte urbana. Quatro dias. 30 dias na Indonésia: o que ver Java – A Indonésia é gigante e Java por si só é a casa de mais de metade da população nacional. Assim sendo para que possas desfrutar verdadeiramente dos lugares e terminar a viagem num ritmo mais calmo, 15 dias são ótimos para conhecer esta ilha. Bali –Bali é mundialmente conhecido e muitos já desaconselham a visita à ilha dos deuses, contudo garantimos que não te vais arrepender de parar aqui por 15 dias. O truque é evitar zonas com multidões, cadeias e superfícies comerciais que não pareça locais. O interior ainda é muito pouco explorado e vais ficar surpreendido com tudo o que há por descobrir. 10 dias nas Filipinas: o que ver Puerto Princesa, Palawan –A maior cidade do arquipélago de Palawan é um bom ponto de partida para as Filipinas. Podes optar por uma viagem de barco às praias mais perto ou uma visita ao rio subterrâneo. Dois dias. El Nido, Palawan – Pelos menos quatro dias, sendo que um é dedicado a explorar a ilha de mota e os outros dois a fazer tours de barco para conhecer parte das 45 ilhas de areia branca e águas transparentes. A vida no mar vai ganhar outro sentido depois desta viagem. Bohol Island, Bohol –Para terminar a viagem em grande nada melhor que Bohol, uma ilha que tem natureza, campos de arroz, praias lindíssimas e paisagens verdes inesquecíveis. Aproveita para descansar e recarregar baterias, afinal de contas, viajar também cansa. Autora: Janete Silva, Flearound

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Roteiro de 10 dias no Vietname

Roteiro de 10 dias no Vietname

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O Vietname tem-se tornado nos últimos tempos um dos destinos mais badalados do Sudeste Asiático. E é fácil de perceber porque já que este país tem paisagens deslumbrantes e um custo de vida ainda bastante acessível. Além disso, é relativamente fácil e barato voar até à capital, Hanói. Todos estes fatores têm impulsionado largamente o turismo no Vietname nos últimos anos. Neste sentido, apresentamos-te um roteiro de 10 dias no Vietname onde não vão faltar paisagens de cortar a respiração, cidades tipicamente asiáticas e gastronomia deliciosa. Mas antes de mais, não te esqueças de fazer o seu seguro internacional de viagem para que possas viajar com a máxima segurança. O Vietname é um país enorme onde facilmente perdemos um mês a explorar cada recanto. Deste modo, apresentamos também algumas paragens opcionais, que poderão ser trocadas por outras, caso prefiras paisagens e ambientes naturais. Roteiro de 10 dias no Vietname Hanói – 2 dias Hanói é não só a capital do Vietname, mas é também uma grande cidade tipicamente asiática. Espera-te um trânsito caótico, centenas de motas a buzinar a todo o tempo e milhares de bancas de rua. Bem-vindo à Ásia! Em Hanói delicia-te pelas ruas do Old Quarter, absorve os cheiros e a cores, com paragem obrigatória na tão famosa train street. Nas bancas de rua não deixes de experimentar o famoso Bún Cha, uma sopa de noodles com carne e muitos, muitos coentros. Outras atrações incluem o Musoléu de Ho Chi Minh, onde está o corpo do famoso líder comunista, o lago Hoan Kiem e também o Museu de Ho Chi Minh. Halong Bay – 1 dia Halong Bay é, sem dúvida, um dos cartões postais do Vietname e um dos locais que mais atrai os turistas. Para lá chegares poderás recorrer a um tour desde Hanói. Há vários tipos de tours que vão desde um dia, a dois ou três, com alojamento em barco cruzeiro. Os preços começam a partir dos 30 USD. Durante a tua estadia em Halong Bay, além de poderes ver paisagens incríveis, poderás também fazer kayak, dar um mergulho nas suas águas cristalinas e também visitar uma das muitas aldeias flutuantes que aqui vivem. Outra opção é fazer um cruzeiro pela Halong Bay. Ninh Binh – 2 dias É em Ninh Binh que encontrarás as magnificas montanhas verdes do Vietname por entre campos de arroz que, durante a época das chuvas, refletem em si as montanhas. É impossível explorar esta zona sem estares constantemente a parar quer para tirar fotografias, quer apenas para vislumbrar a sua beleza. Ninh Binh fica a pouco mais de 1h de Hanói pelo que poderás logo apanhar o primeiro autocarro do dia, de forma a perderes o mínimo de tempo possível. Na verdade, Ninh Binh é uma cidade grande onde facilmente nos sentimos perdidos pelo que o mais aconselhável será pernoitares na vila de Tam Coc, onde existe uma grande rede de hotéis e restaurantes e a partir de onde poderás explorar a natureza envolvente. Nesta zona poderás então fazer um passeio de barco pelos inúmeros canais que serpenteiam as montanhas, os mais famosos são em Trang Na. Há 3 rotas de barco que podes fazer, é só escolher a que preferires. O passeio custa 200 000 VND. Não podes perder também a vista desde a Mua Cave. A subida é cansativa, mas a vista do topo, sob os canais e os campos de arroz é absolutamente imperdível. A entrada custa 100 000 VND. Algo que tens também de fazer em Ninh Binh é alugar uma scooter e perderes-te pelos campos de arroz. O aluguer ronda os 50 000 VND. Uma outra atração imperdível passa por fazer um passeio de barco pelo birds valley, uma espécie de ilhota que alberga inúmeras aves. O som dos pássaros e da natureza é ensurdecedor. Este passeio custa cerca de 160 000 VND. Da Nang – 1 dia Para um roteiro de 10 dias o melhor será apanhar um avião desde Hanói até Da Nang, para explorares o centro do Vietname. O país é bastante comprido e as ligações de autocarro, embora sejam bem mais baratas, podem levar cerca de 10 a 15h entre o centro e o norte/sul do país. Embora Da Nang tenha praia, não é de todo a melhor praia do sudeste asiático e nem de perto se compara às praias da vizinha Tailândia ou Camboja. Porém, aqui poderá visitar a tão famosa ponte das mãos, Golden Bridge ou Càu Vàng em vietnamita. As suas mãos seguram uma ponte do alto da montanha, a cerca de 1400m de altitude. A entrada custa 700 000 VND. Hói An – 2 dias Hói An é conhecida como a cidade das lanternas e é bem capaz de ser a cidade mais charmosa do Vietname. Sugerimos fazer o percurso entre Da Nang e Hói An de comboio, já que a diferença entre horários e preços para com o autocarro é mínima, e as paisagens divididas entre mar e montanha durante o percurso são fascinantes. Já em Hói An existem algumas atrações como a ponte japonesa, as old houses e alguns pequenos museus. Ainda assim, o ponto alto de Hanói está em passear pelas ruelas do old quarter e deixar-se encantar com a vibe da cidade. Não percas o fenómeno das lanternas à noite no rio. Basta pedires um desejo e lançares a tua lanterna, se esta não afundar e acompanhar a corrente do rio estás com sorte, o teu desejo vai-se realizar. Não podes também perder a famosa sandes Banh Mi no restaurante Banh Mi Phuong. Foi eleita por Anthony Bourdain como a melhor Banh Mi do Vietname e desde então o local recebe dezenas de turistas todos os dias. O Banh Mi é uma simples sandes de frango ou porco com cenoura, pepino e muitas especiarias. Ho Chi Minh – 2 dias Por fim, recomendamos também uma visita à grande cidade de Ho Chi Minh. É provável que fiques admirado com uma cidade tão moderna e cosmopolita, com um tanto até de europeia. Porém, as centenas de motas e o trânsito infernal não te deixarão esquecer que afinal estás na Ásia. A melhor forma para chegar a Ho Chi Minh é,á mais uma vez, voar desde Da Nang. É em Ho chi Minh que se encontram algumas das marcas da guerra do Vietname e o Museu da Guerra é, sem dúvida, algo que não pode faltar no teu roteiro. A entrada custa 40 000 VND. A visita aos túneis de Cu Chi é também imperdível. Aqui poderás não só andar pelos túneis construídos pelos vietcongues, como também perceber todas os truques e as táticas que estes usaram e que lhes permitiu ganhar a famosa guerra contra os Estados Unidos (100 000 VND). Outras das atrações da cidade englobam o Palácio da Independência, a Catedral de Notre Dame, a casa da ópera, o posto dos correios e, por fim, a subida ao Bitexco Financial Tour, de onde poderás ter uma vista panorâmica sobre a cidade. Para quem ainda tiver tempo recomendamos também fazer um tour pelo delta do Mekong, conhecido como a jóia do Sudeste Asiático. As terras férteis do delta levaram ao desenvolvimento de inúmeras aldeias flutuantes e técnicas de pesca impressionantes. Vale a pena ver como a vida se desenvolveu por aqui. Desde o centro da cidade existem vários tours de um dia completo ou mais, sendo que os preços começam nos 500 000 VND. Por fim, oferecemos ainda mais duas paragens opcionais para quem tiver mais tempo ou para quem preferir deixar as grandes cidades de lado e optar por uma viagem de natureza e aventura. Estás a gostar deste roteiro de 10 dias no Vietname? Continua connosco. Sa Pa – 2 dias Sa Pa é uma pequena cidade perdida nas montanhas do Vietname. Em torno desta existem imensas aldeias de tribos Hmmong, originárias do interior da China. É também aqui que se encontram os famosos campos de arroz em escada, um dos cartões postais do Vietname. Por aqui o mais comum é fazer um trekking de dois dias pelas montanhas passando não só pelos campos de arroz como também pelas vilas e aldeias, cada uma com os seus trajes e costumes específicos. Assim que chegares ao centro de Sa Pa verás imensas mulheres vestidas com trajes tipicamente Hmmong, e são elas que se oferecem como guias. O trekking de dois dias custa em volta de 700 000 VND e inclui, além do guia, estadia e alimentação numa das casas destas aldeias Hmmong. Aqui deixamos uma sugestão, se pretenderes marcar com alguma antecedência. É uma experiência cultural absolutamente imperdível. Phong Nha – 2 dias É em Phong Nha que se situam algumas das grutas mais esplendidas incluindo também a gruta mais comprida do mundo descoberta em 2009, com cerca de 6,5 km de comprimento. Mas esta não é a única atração de Phnong Nha. O parque nacional está repleto de grutas majestosas que valem, sem dúvida, a visita. A mais famosa é a Paradise Cave cuja entrada custa 250 000 VND. A Phong Nha Cave vale também muito a pena e fica mesmo junto à rua principal, onde se situam a maioria dos hotéis. Explorar grutas não é a única atração de Phong Nha. Vale também a pena alugar uma scooter e perder-se pelas ruelas que serpenteiam as montanhas, visitar o jardim botânico e o tão famoso Duck Stop. Que te parece este roteiro de 10 dias no Vietname? Autora: Patrícia Carvalho, Girl From Nowhere

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Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali

Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali

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Se estás a pensar em fazer umas férias em Bali, seja na zona de Canggu, Balangan, Kuta ou Nusa Dua, a comida vai sem dúvida ser um momento alto das férias (3 vezes por dia)! As tradições culinárias na ilha mais popular da Indonésia incluem especiarias locais, bem como costumes hindus, e essa combinação diferencia os alimentos balineses de qualquer outra iguaria regional. Mercados, vendedores de frutas, festivais e escolas de culinária alinham-se nas ruas e becos. E só passeares distraidamente pelos passeios, já te abre o apetite. Para além de levares um Seguro de Viagem da IATI na tua mochila, oferecemos-te um conjunto de dicas para “comer e chorar por mais”, nesta linda ilha durante o teu roteiro de 7 dias por Bali. Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali Warung(s) é a primeira palavra em balinês que vais aprender. Tratam-se de pequenos restaurantes de família, com poucos lugares, que oferecem comida típica e caseira feita no momento. A maior parte estão abertos todo o dia, sem horas restritas de almoços ou jantares. Não têm decorações sofisticadas, toalhas de mesa ou conjuntos completos de talheres. São muito mais baratos do que restaurantes. A tua conta aparece, quase sempre, nos números de uma calculadora para facilitar a comunicação e raramente irás ver um recibo. Dependendo do gosto do dono, podem até ser bastante agradáveis e confortáveis. Experimenta uma bebida deliciosa em Badung Market. O principal centro de restaurantes locais de Denpasar, cuja principal atração é a comida de rua autêntica. Puxa um banquinho de plástico do lado de fora de um warung tradicional ou compra um lanchinho na parte de trás da moto de um vendedor ambulante. A melhor época para visitar é de manhã cedo, antes que as grandes multidões e altas temperaturas cheguem. Assiste aos chefs de rua a confecionar pratos de marisco fresco no Jimbaran Fish Market. Um passeio pelo mercado de Jimbaran é de facto uma experiência culinária saborosa, mas é uma experiência cultural para ser saboreada também. Vai ao nascer do sol para observares os pescadores a trazerem o peixe do dia e, depois, é só escolheres as lulas recém-pescadas, lagostas, ostras, e até mesmo colheres de caviar gigantes. Os chefs locais ficarão felizes por preparar a tua refeição. Ou, espera até o pôr do sol, quando estes cozinheiros abrem seus warungs à beira-mar, para desfrutares de uma refeição balinesa tradicional enquanto relaxas na praia de Kedonganan. Come a caminho da praia em Batu Bolong Street, Canggu. Vais sentir-te como se tivesses sido atingido uma avalanche de comida de rua, com um passeio pela rua Batu Bolong. O trecho de 2 km é repleto de warungs locais, restaurantes internacionais e uma seleção abundante de estabelecimentos vegetarianos. Recomendamos começares no fim da rua com um brunch no Warung Dandelion. Caminha em direção ao mar para descobrires outros pratos e podes terminar a tua jornada à beira mar com cervejas e pôr do sol. Se acertares num sábado, ainda tens o famoso Canggu Market, para fazeres umas compras. Faz um lanche ao pôr do sol no Sanur Market, Sindhu Beach. De dia, o Sindu Market é conhecido como o local para comprar os melhores (e mais baratos) produtos frescos da região, mas à noite, os chefs de rua ligam os seus grelhadores e woks para transformar a área no país das maravilhas das iguarias típicas. Localizada a poucos passos da Praia de Sindhu e da Praia de Sanur, a zona de resorts mais antiga da ilha oferece uma extraordinária seleção de comida de rua, incluindo borrego e espetadas de frango, marisco grelhado, sobremesas tradicionais e muito caril. Experimenta gelado de Durião. O sabor do durião é difícil de explicar, e difícil comer devido ao intenso cheiro. Os asiáticos dizem que tens de comer três vezes antes de gostar. A fruta fedorenta foi banida dos aeroportos e de muitos edifícios públicos, mas mesmo assim, provar o durião enquanto na Indonésia é uma aventura, e experimentá-lo em gelados pode ser a maneira mais agradável! Faz uma pausa para almoço extra longo na Seminyak Eat Street. Andar a pé é a melhor maneira de enfrentar esse movimentado labirinto de 2Km. Seminyak Eat Street começa no restaurante Corner House e leva-te diretamente para a Praia Petitenget. Ao longo do caminho, entra em restaurantes aconchegantes e passa pela feira da ladra na Praça Kayu Aya para carregares de lanches e lembranças. Com sorte chegas à praia antes do sol se pôr. Bali é um destino esplêndido para comida. A culinária local, seja verdadeiramente balinesa ou influenciada pelo resto da Indonésia e da Ásia, é inspirada na abundância de comidas locais e é rica em temperos e sabores. Bons Passeios! Autora: Samanta Duarte, Onde andam os Duarte?

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O que fazer e visitar em Jaipur?

O que fazer e visitar em Jaipur?

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Jaipur é sem dúvida das cidades mais bonitas da província do Rajastão e vamos arriscar dizer que é também das mais bonitas de toda a Índia! É a capital do Rajastão e é conhecida por ser a cidade cor-de-rosa. Mal pões o pé no centro histórico vais perceber o motivo por que lhe apelidam dessa maneira. Quer viajes pela Europa, pela Índia ou na América é muito importante o seguro de viagem, não importa o destino, contrata o teu seguro de viagem online e viaja seguro e tranquilo. Neste artigo a IATI juntou as melhores dicas sobre a cidade de Jaipur. Não percas tempo e parte para a aventura. O que fazer e visitar em Jaipur? City Palace – Palácio Real Este não é mais um palácio do Rajastão, é um dos mais bonitos de todo o país!! Dividido em diferentes áreas, este vai ser um dos pontos altos da tua visita em Jaipur. Fecha os olhos e recua no tempo, deixa-te levar para os tempos dos Marajás e das suas 20 mulheres. Começa a visita pelo palácio de boas vindas onde podes ver uma arquitetura fabulosa com algum armamento usado á centenas de anos. Explora também a arte que está guardada no salão de audiências e deixa a melhor parte para o fim, Pitam Niwas e Chandra Mahal. O primeiro é um pequeno complexo com 4 portas majestosamente decoradas cada uma consoante uma estação do ano. Chandra Mahal é lugar onde a família real ainda vive. Pode ser visitada pagando um suplemento adicional na entrada. Museu Albert Hall Museu muito interessante que merece uma visita para saber e entender um pouco da história e cultura da região. Apresenta bastantes objetos, quadros e peças de arte de vários grupos étnicos do passado com os Bhopas, Meenas e Lohars. Hawa Mahal Este edifício é uma imagem de marca da cidade! A sua fachada é magnífica, com imensas janelas e com a cor que domina toda a cidade, o rosa. Este edifico é semelhante a uma colmeia de abelhas, com as suas 953 janelas chamadas como “Jharokhas”. A sua intenção era permitir que as damas da realeza observassem a vida cotidiana e os festivais celebrados na rua, mas sem serem vistas. As rígidas regras de “Purdah”, proibiam-nas de aparecer em público sem o rosto coberto. Jantar Mantar Classificado como património da UNESCO, foi mandado construir pelo Marajá Jai Singh em 1728. É um observatório com bastantes instrumentos que podem estudar o tempo e astronomia. O Jantar Mantar tem também o maior relógio de sol do mundo, que mede 27 metros! Nahargharh fort Este é um dos vários fortes que podes encontrar em Jaipur. É também uma imagem de marca e um dos sítios mais visitados e fotografado pelos turistas. É certo que fica a 20Kms fora da cidade, mas a vista vai compensar a viagem e a subida até ao topo! Jal Mahal O famoso palácio Jal Mahal ou Water Palace, seja talvez dos lugares mais serenos da cidade. Se estás cansado da confusão de Jaipur tira um tempo e visita este palácio construído no Lago Sagar. Fica a 4km da cidade, a caminho do palácio Amber. Palácio Amber e Forte Este palácio tem uma arquitetura curiosa pois é uma mistura de estilo Hindu e islâmica. Sendo um dos maiores palácios de Jaipur pelo seu tamanho, podes contratar um guia para te explicar todas as diferentes áreas do palácio assim como diferentes estilos arquitetónicos, passagens secretas e lendas. Já do lado de fora do palácio tens o seu forte, que em tempos serviu de proteção ao palácio. É um lugar a não perder para desfrutar de um dos melhores por-do-sol que vais ver nesta viagem. Mesmo estando a 11 km de Jaipur não deixes de visitar este palácio. Podes ir de táxi, tuk tuk ou de autocarro local que te deixa em frente ao palácio. Portas e muralhas da cidade A cidade antiga ou zona histórica foi toda edificada dentro de uma muralha com várias portas de entrada. As mais bonitas são a New Gate, Ajmer Gate e a Tripolia Gate. Passeio pela cidade antiga e seus mercados e bazares Um passeio pela zona histórica da cidade é obrigatório! Muitas vezes a melhor opção é de câmara fotográfica na mão, sem destino nem rota apenas deixando-te levar pelos sorrisos, pelos cheiros da comida de rua, pelos mercados que aparecem ao virar da esquina e pelos templos que espalhados pela cidade. Estas são as nossas dicas para a tua próxima aventura indiana pela cidade de Jaipur! Se visitas a India, esta é uma das cidades obrigatórias a incluir no teu roteiro! Nesta cidade respirasse história, cultura e religião. As pessoas são muito hospitaleiras e curiosas em relação aos turistas. Autores: The Globetrotter Duo

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Descobre tudo sobre Bohol nas Filipinas

Descobre tudo sobre Bohol nas Filipinas

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As Filipinas são a viagem de sonho de muita gente e muitos são os destinos imperdíveis que fazem desse país um dos mais paradisíacos do sudeste asiático. Um sonho com sete mil ilhas tropicais e 100 milhões de pessoas e um dos únicos dois países asiáticos com predominância cristã (juntamente com Timor-Leste) devido à influência da colonização espanhola. Hoje, decidimos falar-te de Bohol localizado na região das Visayas, grupo de ilhas central das Filipinas, por ser uma ilha tão diversificada que preenche as medidas aos diversos gostos e viajantes. Se estás a ponderar visitar este cantinho filipino, claro está não pode faltar um seguro de viagens à medida para que possas desfrutar tranquilamente da tua aventura sem preocupações extra. Descobre tudo sobre Bohol nas Filipinas! Como chegar a Bohol Desde Manila ou Cebu é possível conseguir um voo directo para Tagbilaran, a cidade principal de Bohol. Nós optamos pelo ferry desde Cebu, sendo uma das formas mais económicas de fazer este trajeto de aproximadamente 3h até Tagbilaran (é importante confirmares o destino porque existe mais do que um porto em Bohol). Uma dica essencial: recomendamos que consultes os horários do ferry online e que te apresentes no porto de Cebu pelo menos duas horas antes para comprar os bilhetes (as filas podem ser longas). Se tiverem oportunidade, melhor será comprar no dia anterior, por exemplo. Informação importante para conhecer Bohol Alugar uma mota vai ser a tua melhor opção de transporte se procuras liberdade de horários e queres explorar a ilha pelos teus próprios olhos. Se preferes ter tudo planeado com antecedência, recomendamos que procures grupos de facebook de backpackers nas Filipinas onde podes discutir com outros viajantes preços e contactos de empresas de aluguer. Se és dos que gosta de ir sem planos e decidir no momento, também não há problema, no porto de Tagbilaran vais encontrar pessoas a oferecer os seus serviços de aluguer de mota Se preferes os transportes públicos ou os famosos triciclos (que são uma espécie de tuk-tuk), ficar alojado em Tagbilaran vai te permitir chegar aos outros cantos da ilha. Desde Bohol, facilmente chegas à ilha de Panglao que é onde estão localizadas as mais (e outras nem tanto) famosas praias da zona de Bohol. O acesso é feito através de uma ponte (que podes atravessar de mota, transportes ou triciclo) e rapidamente estás numa ilha diferente. Dependendo do tipo de alojamento que procuras, esta pode ser uma boa opção, se procuras praia e um ambiente tropical (podes optar pelas praias mais movimentadas e conhecidas como Alona, onde há bastante oferta em termos de alojamento, ou então algo mais tranquilo e fora das rotas turísticas no interior da ilha como a zona de Bingag, por exemplo). O que ver e fazer em Bohol Colinas de Chocolate Chocolat Hills, provavelmente a atração mais conhecida e surpreendente de Bohol. São 1268 montanhas com as mesma forma geológica que ninguém ainda sabe explicar, o que é certo é que devido à imensidade de montanhas iguais forradas com a vegetação o espetáculo desde o parque vale bem a pen. Todos esperam montanhas castanhas, contudo, durante a época de chuvas a cor das montanhas é verde, distanciando-se da cor chocolate que lhe dá o nome. Man-made Forest A caminho das colinas de chocolate, encontra-se a maior floresta feita pelas mãos do Homem do mundo. Este foi um projeto de reflorestação feito por estudantes que durou aproximadamente 30 anos. A floresta é conhecida pelas suas longas árvores e pelo seu frio silêncio que se explica pela ausência de biodiversidade do local. Ainda que a intenção dos estudantes tenha sido boa, uma vez que a espécie não pertence à região os animais não conseguem viver dentro da floresta. Loboc Outra das atividades pelas quais é conhecido Bohol é a viagem de barco pelo rio, que dura no total uma hora. Durante o passeio podes apreciar as margens tropicais do rio mais limpo das Filipinas e a sua biodiversidade Praias de Panglao Tal como referido anteriormente, esta ilha fica a uma ponte de distância de Bohol e é onde podes encontrar praias com areia branca, água cristalina e palmeiras à mistura, mesmo à cenário de filme. A Alona beach é das praias mais conhecidas e ao seu redor foram-se construindo resorts, hotéis e cadeias de restaurantes, como tal é muito movimentada e confusa. Se procuras algo mais calmo e igualmente bonito, recomendamos que visites as praias ao redor, como por exemplo a Dumaluan Beach. Mergulho Para os amantes de mergulho ou snorkle existem várias pontos na ilha para o fazer mas das mais conhecidas é Balicasag, rica em vida marinha. Recomendamos a uma pesquisa detalhada antes de fazer a reserva da atividade de forma a entender se o funcionamento natural dos ecossistemas são respeitados ou postos em causa com a tour em questão Gruta Hinagdanan Se grutas são a tua praia, ainda em Panglao podes visitar a Hinagdanan Cave e o seu lago interior, que foi descoberta por acaso por um agricultor local. Estes são alguns dos motivos que te podem levar a Bohol, mas a sua rica diversidade em natureza e paisagem, desde praias desertas a montanhas em formas de chocolate são apenas exemplos. Uma simples viagem de mota entre as casas de bamboo da aldeia, campos de arroz ou as florestas tropicais vai ser suficiente para teres a certeza que foi uma boa opção. Autora: Janete Silva, Flearound

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Ilha das Flores na Indonésia, um paraíso por descobrir

Ilha das Flores na Indonésia, um paraíso por descobrir

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Quando pensamos na Indonésia como destino de férias imediatamente nos vêm à cabeça a famosa ilha de Bali. A juntar a esta, damos um saltinho às ilhas Gili e pouco mais deste país exploramos. A verdade é que a Indonésia tem cerca de 17 mil ilhas e há muitas outras lindíssimas que merecem a sua atenção, como por exemplo a magnífica ilha das Flores. É das ilhas com paisagens mais bonitas da Indonésia, já para não falar da população local que, por ser uma ilha ainda pouco explorada, é de uma candura e simpatia contagiante. Nas Flores há praias paradisíacas, trekkings, dragões de Komodo, mergulho e até vulcões. Tudo o que precisas para ter umas férias incríveis. Neste artigo apresentamos-te um roteiro completo pela ilha das Flores, para que a possas incluir nas tuas próximas férias. Mas antes de mais, não te esqueças de fazer o teu seguro médico internacional para umas férias em segurança. Roteiro pela Ilha das Flores na Indonésia O ponto de partida na ilha das Flores é a pequena cidade portuária de Labuan Bajo, que fica no lado oeste da ilha, bem juntinho à ilha de Komodo. Geralmente, os turistas chegam às Flores de avião desde Bali, ou de barco, desde Bali/Lombok. A aventura de barco é na verdade um cruzeiro de 4 dias que vai fazendo várias paragens no arquipélago das Flores. É sem dúvida uma aventura a incluir se tiveres tempo já que além de parar em ilhas desertas para fazer trekkings, poderás também fazer snorkeling com mantas gigantes, visitar a pink beach, e também conhecer os famosos dragões da ilha de Komodo, tudo isto incluído no cruzeiro. Há imensas agências de turismo a oferecer este passeio, e em média partem de Bali e de Lombok 3 vezes por semana. Já os preços variam consoante a agência de turismo e o tipo de barco. O preço mínimo começa nos 125€ com tudo incluído, desde refeições para os 4 dias, material de snorkeling, e bilhete para a ilha de Komodo. Caso o tempo não te permita fazer esta viagem de 4 dias, então o melhor será voar diretamente para Labuan Bajo. Aqui encontrarás vários passeios de barco de 2 dias que basicamente cobrem o mesmo percurso que o cruzeiro anteriormente referido. Portanto tens também aqui a oportunidade de visitar quer os dragões de Komodo, quer algumas das ilhas desertas adjacentes e também fazer snorkeling. Labuan Bajo é também um destino ideal para fazer mergulho e são muitas as escolas certificadas para esta prática. O próximo destino será então assistir ao nascer do sol no vulcão Kelimutu. O Kelimutu é famoso pelos seus 3 lagos de cores diferentes, um azul turquesa, um azul escuro e um castanho. Ao longo dos tempos os lagos foram mudando de cor e a população acredita que cada lago abriga espíritos de pessoas mortas. De qualquer forma, a experiência de subir até ao cume e de assistir ao nascer do sol é algo que não podes perder por nada. Para chegar ao Kelimutu terás primeiro de voar de Labuan Bajo até Ende, onde poderás apanhar um táxi que te levará à aldeia de Moni, que fica no sopé do vulcão. Se tiveres tempo, sugerimos que faças o percurso entre Labuan Bajo e Ende por terra, com paragens em Ruteng e Badjawa. O percurso é lindíssimo e em ambas as zonas poderás explorar as aldeias locais, algumas cascatas e cavernas. Nestas zonas apenas existem simples guesthouses, mas a experiência vale muito a pena. Chegando a Ende, é necessário apanhar um táxi que te levará à vila de Moni, que fica a cerca de 2h. O preço do táxi varia muito, mas um preço aceitável são 400 mil rupias. Também existe a opção de autocarro, mas não há horários ou preços fixos. Já em Moni, é hora de descansar e de te preparares para acordar bem cedo e assistires ao nascer do sol. Para chegar até ao vulcão podes alugar uma mota e fazer o percurso de forma independente ou então fechar um tour de carro com o teu hotel (300 mil rupias). Há também quem comece bem cedo, por volta das 2h30 da manhã e faça o percurso todo a pé. O tour começa por volta das 3h30 para que, às 4h da manhã, estejas já na entrada do parque natural. Daqui até ao ponto do nascer do sol serão uns 20/30 minutos a pé. A intensidade não é alta, mas faz muito frio, pelo que convém ires agasalhado. Chegando lá cima vais encontrar várias senhoras que vendem chá e café bem quentinho, o que é uma delícia àquela hora da manhã. Procura um local para te sentares e desfruta deste belíssimo espetáculo de cores. O ideal será guardares pelo menos 6 dias para explorar a ilha das Flores, mas 4 podem ser também suficiente. O importante é que não percas a oportunidade de visitar uma das mais belas e paradisíacas ilhas da Indonésia. Prometemos que não te vais arrepender. Autora: Patrícia Carvalho

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6 Razões para visitar as Filipinas

6 Razões para visitar as Filipinas

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As Filipinas são definidas por seus campos de arroz esmeralda, cidades movimentadas, autocarros salpicados de grafitis, vulcões ardentes, pequenos macacos de olhos esbugalhados, búfalos e pessoas sorridentes. Neste artigo atravessamos contigo este país e mostramos-te o forte legado espanhol que ainda podes encontrar nas 1707 ilhas de natureza tão diversificada. É um dilema: a lagoa escondida ou a praia isolada? Fácil! Joga uma seta ao mapa e vais sempre acertar num paraíso. Prepara uma longa viagem, com o seguro IATI Mochileiro, pois este país merece tempo. Tempo para conseguires ver tudo o que há de mais bonito e tempo para apreciares esta experiência profunda, sem pressa de regressar a casa. 6 razões para visitares as Filipinas Ilhas, praias e paisagem paradisíacas São imensas ilhas tropicais com praias incríveis e toneladas de atividades dignas de férias. De todo o grupo, Palawan é o diamante, tanto que foi eleita a melhor ilha do mundo várias vezes. É a maior ilha do país, definida por seus “50 tons de azul” e suas paisagens marinhas fotogénicas. Há muita variedade de tudo nas Filipinas. Além da selva e praias paradisíacas, podes ver gigantescos vulcões, cavernas, terraços de arroz com 2.000 anos de idade, colinas de chocolate, rios subterrâneos e muito mais. O povo Os filipinos são pessoas amáveis e amigáveis. Extremamente acolhedores e curiosos, parecem estar sempre felizes, e adoram cantar e dançar sempre que há uma ocasião para comemorar. Não é por acaso, que nos países vizinhos encontras tantos Filipinos a trabalhar no sector dos serviços ou em companhias aéreas. Se tiveres a sorte de visitar uma casa filipina, não te vão deixar ajudar e se insistires vão dizer que não és um visitante, és um amigo. Natureza As Filipinas têm uma das mais diversificadas espécies de vida selvagem do mundo. São o lar de uma grande diversidade de pássaros, plantas, animais e criaturas do mar. Existem quase 200 espécies de mamíferos nas Filipinas. O Tarsier filipino é uma das menores (e mais engraçadas!) espécies de macacos do mundo. Vais encontrar mais de 600 espécies de aves, mais de 300 espécies de répteis e anfíbios e pelo menos 400 espécies de corais. Do tubarão-baleia gigante ao mais minúsculo peixe do mundo (Pandaca pigmeu), tudo com o que podes sonhar está agregado nas belas ilhas das Filipinas. O Clima A temperatura média ao longo do ano é de 26.6 ° C. A melhor época para visitar este país, é entre novembro e maio. Nas Filipinas também existe uma estação de monções e muita chuva entre junho e outubro. Mas honestamente, isso não impede ninguém de ir lá. Nada é mais mágico do que nadar no mar em um dia chuvoso, onde depois o sol brilha através das nuvens e a água é de 30 graus. Gastronomia A cozinha filipina não é famosa mundialmente. Mas isso não quer dizer que seja má. Muito pelo contrário! Existem muitas coisas que vale a pena experimentares. Leva em mente, que a comida filipina é uma mistura de cozinha malaia, chinesa, espanhola, japonesa e americana. Por exemplo, o Pancit (massa com legumes e carne), o Halo-Halo (sobremesa à base de leite, feijão, fruta e gelado), ketchup de banana ou o Adobo, frango ou porco cozido com molho se soja. Se fores muito corajoso, podes experimentar o Balut, um ovo cozido com um pato em estado embrião dentro. Todas as frutas nas Filipinas são de fazer água na boca, e podes comprá-las em toda parte frescas e baratas: abacaxis, cocos, mangas, durians (se aguentares o cheiro), papaias e muito mais. Se gostas de marisco, de lagosta a caranguejo, camarão tigre ou polvo, vais encontrar tudo por preços muito baixos. Relaxa com uma massagem Uma das melhores coisas para fazer nas Filipinas é cuidar do teu corpo com uma boa massagem. Porque não? Todos nós precisamos de vez em quando. Locais de massagem e spas estão por todo país, desde spas de luxo até simpáticas senhoras a trabalhar na praia. E na maioria dos lugares o preço ronda os 5-8 €. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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Curiosidades sobre o Nepal, um país único por descobrir

Curiosidades sobre o Nepal, um país único por descobrir

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O Nepal é um pequeno país situado entre a Índia e a China que muitas vezes nos passa despercebido. É aqui que se encontra parte da cadeia montanhosa dos Himalaias, bem como o ponto mais alto do mundo, o famoso Evereste. Queres ficar a par de 10 curiosidades sobre o Nepal? Fica connosco! Os motivos para visitar o Nepal são muitos e por isso mesmo preparamos este artigo recheado de curiosidades nepalesas para te aguçar a vontade de viajar. Mas antes de mais não te esqueças de contratar um seguro médico internacionalpara que possas viajar com a máxima segurança. 10 curiosidades sobre o Nepal que não conhecias Embora não seja um país muito procurado, a verdade é que o turismo no Nepal tem vindo a crescer. A maior oferta turística do país está claramente voltada para os pacotes detrekking nos Himalaias mas a verdade é que o Nepal tem ainda uma candura e autenticidade difíceis de encontrar nos destinos mais turísticos. Por lá diz-se que quem visita o Nepal, acaba por regressar, “à primeira vêm cá pelas montanhas, à segunda vêm pelas pessoas.” O Nepal abriga o ponto mais alto do mundo, o monte Evereste com 8848 m de altitude. É este marco que confere ao Nepal o título de “teto do mundo”. Efetivamente, o Evereste é a maior atração do país e, por ano, milhares de pessoas visitam o Nepal quer para tentar chegar ao ponto mais alto do mundo, quer para fazer pequenos trekkings até algum campo base. Existem caminhadas para todos os gostos, com diferentes níveis de intensidade e duração. Na verdade, não se trata só do Evereste já que o Nepal abriga 8 das 14 montanhas com mais de 8000 m de altitude. Sidarta Gautama, Buda, nasceu na cidade de Lumbini, no Nepal. Este é o segundo motivo que torna o Nepal num destino apelativo, principalmente para os simpatizantes do budismo. Na verdade, Sidarta Gautama era um príncipe que nasceu e cresceu num esbelto e riquíssimo palácio no Nepal. Contudo, a dada altura decidiu renegar todos os bens materiais e fugiu do seu castelo com o objetivo de encontrar o propósito da vida. Após várias experiências e anos de meditação acaba por atingir a iluminação, ou estado de Nirvana, já na Índia. A bandeira do Nepal é a única do mundo que não tem uma forma quadrilátera. Pois bem, a bandeira do Nepal não têm a típica forma quadrilátera, mas sim a forma geométrica de dois triângulos. Aparentemente estes dois triângulos representam tanto as montanhas dos Himalaias como as duas religiões predominantes do país, o Budismo e Hinduísmo. Sabias desta curiosidade sobre o Nepal? O Nepal é um dos países mais pobres do mundo, ocupando a posição 149 no índice de desenvolvimento humano (IDH). O Nepal é um país pobre com uma economia baseada na agricultura e no turismo. Cerca de 90% da população trabalha na agricultura e o analfabetismo ronda os 80%. 25% da população vive abaixo do limiar da pobreza. O Nepal tem uma cultura fortemente influenciada pela Índia pelo que, também aqui, existe o sistema de segregação de castas. Embora este tenha sido desmantelado em 2015 a verdade é que o seu simbolismo permanece ainda fortemente no país e não contribui para o seu desenvolvimento. O Nepal é um dos poucos países asiáticos que nunca foi colonizado. Índia, Myanmar, Camboja, Laos, Vietname, Malásia, Indonésia, Filipinas, todos estes países foram, em algum momento da sua história, colonizados por algum país europeu. O Nepal, a par da Tailândia, orgulha-se de ser dos poucos países asiáticos que nunca foram dominados. O Budismo e Hinduísmo são as principais religiões do país. Cerca de 80% da população nepalesa é hinduísta já que o país sofreu uma grande influência indiana, a nível cultural. Mas não fosse este o país de Buda, cerca de 10% da população é praticante do budismo e são muitos os templos budistas que encontramos pelo país. Mais uma curiosidade sobre o Nepal – A 25 de Abril de 2015 um grande sismo abalou o país. O sismo de 25 de Abril de 2015 vai ficar para sempre recordado na história e na mente de todos os nepaleses que viveram este trágico dia. Foram milhares e milhares de pessoas que viram os esforços de uma vida serem destruídos com o sismo de magnitude 7.8 na escala de Richter, que abalou o país. Centenas de pessoas morreram e grande parte da infraestrutura do país ficou destruída. Apesar das ajudas internacionais a verdade é que, ainda hoje, o país recupera de um dos maiores desastres da sua história. Algumas das atrações de Catmandu que não podes perderjá foram restauradas e estão prontas a receber turistas. O Nepal tem uma das maiores densidades demográficas do continente asiático. Quem já foi à Ásia sabe que a palavra de ordem são pessoas ou multidões e encontrar um canto sem ninguém pode ser um grande desafio. Todos os países asiáticos, além de serem gigantes, comparados com países europeus, são também largamente populosos. O Nepal pode não ganhar em tamanho, mas está à frente na competição para o país com maior densidade demográfica já que aqui há uma média de 184 habitantes por km quadrado. A população nepalesa é composta por 12 etnias diferentes: a mais famosa são os sherpas. Mais uma curiosidade do Nepal é que a sua população nepalesa está bastante marcada pela sua multiculturalidade dadas as 12 etnias diferentes que habitam no país. A mais famosa e abundante são os nepali. Porém, aquela que suscita mais curiosidade são os sherpas. Os sherpas são uma etnia que vive nas montanhas dos Himalaias, e que, dadas as extremas condições ambientais desta região, desenvolveram a capacidade de sobreviver a baixas temperaturas e a um ambiente pobre em oxigénio. A principal forma de subsistência deste povo está em carregar grandes pesos de uma forma bastante tradicional, que foi passando de geração em geração. Comummente, os sherpas costumam carregar material de alpinismo e mesmo malas de viajantes, durante os seus trekkings nos Himalaias. O sherpa mais famoso é o Tenzing Norgay Sherpa, o primeiro homem a escalar o Evereste em 1953. Há vários filmes e documentários que relatam o modo de vida dos sherpas e alguns estudos têm sido feitos para entender de que modo é que este povo se desenvolveu geneticamente para se tornar mais apto que os restantes. O prato mais famoso do Nepal é o Dal Bhat. Pois bem, o famoso Dal Bhat é na verdade um prato de arroz cozido com uma sopa de lentilhas ao qual se podem acrescentar vários legumes cozidos e/ou salteados. De facto, Dal significa lentilhas e Bhat significa arroz. Este prato é a refeição típica do Nepal e todos os nepaleses comem Dal Bhat pelo menos uma vez por dia. Que te pareceram estas curiosidades sobre o Nepal? Sabes mais alguma? Deixa um comentário! Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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O que visitar em Velha Goa?

O que visitar em Velha Goa?

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Quem ouve falar de Goa associa automaticamente a séculos de história e à época dos descobrimentos. Mas como será esta antiga colónia portuguesa na Índia? Nunca tiveste curiosidade de saber e de ver com os teus próprios olhos? Como será que se vestem? Será que falam a nossa língua? Neste artigo vamos falar um pouco sobre como é a região de Goa e o que ver e fazer na antiga colónia portuguesa. Antes de embarcares nessa aventura, faz o teu seguro de viagem online e viaja de forma tranquila e sem preocupações. O que ver em Goa Sendo português, devias visitar Goa pelo menos uma vez na vida! Não só pelas suas praias extensas e paradisíacas, mas por toda a história, arquitetura e marcas que foram deixadas por portugueses sonhadores e conquistadores na época dos descobrimentos. Goa apenas voltou ao domínio indiano em 1961, até lá tinha sido colónia portuguesa durante uns 450 anos. Como todas as regiões da India, Goa também é muito extensa o que por vezes dificulta a vida dos turistas. Para entender um pouco como está dividida a região, o norte é a zona de ambiente noturno e praias mais movimentadas e o sul tem praias mais tranquilas, ideais para relaxar. No meio está a cidade de Panjim e a antiga capital, Velha Goa, onde podes ver igrejas, ruas, estabelecimentos e casas com nomes portugueses. É conhecido por ser a “Roma do oriente” pela sua forte ligação à religião católica num país onde o Hinduísmo domina. Além das suas praias fabulosas, estes são os lugares que deves visitar: Bairro das Fontaínhas Este bairro está localizado na capital de Goa, Panjim. Bairro com carimbo português, ao passear por estas ruas vais encontrar uma arquitetura 100% portuguesa assim como nomes de ruas e restaurantes com pratos da nossa gastronomia. Terás dúvidas se estás a passear pelas ruas de Panjim ou no bairro de Alfama em Lisboa. Sem dúvida que é um lugar a não perder na tua próxima visita a Goa. Fortaleza da Aguada Construído pelos portugueses em 1613, está fortaleza tem uma vista fantástica para a praia de Sinquerim e para o mar Arábico. Servia de ponto estratégico para defesa da região e auxiliava os navios portugueses nas suas expedições. Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição Bem no centro da Panjim, foi a primeira igreja a ser construída em Goa. Com a sua escadaria simétrica e de cor branco pastel para combater o calor, é um dos lugares mais visitados e fotografados pelos turistas e locais. Em frente encontra-se uma praça típica portuguesa onde as famílias locais convivem e passam o seu tempo. Basílica do Bom Jesus Um dos símbolos da Velha Goa, esta basílica recebe milhões de peregrinos por ano. Construída por jesuítas, é o lugar onde guarda o corpo de S. Francisco Xavier, conhecido como o jesuíta mais influente e que mais conversões fez no oriente. Sendo inaugurada em 1605 é um edifício com mais de 400 anos de história. Capela Sra. Do Monte Foi construída no cimo de um monte e tem uma vista panorâmica para a região de Goa. Depois de um recente restauro, encontra-se aberta a visitas e em bom estado. Visitar Goa é sentir-se em casa, encontrar marcas deixadas pelos nossos antepassados e com um pouco de sorte ainda encontrar alguém que vos fale em português. É uma região onde podes passar uma semana a visitar praias exóticas de águas cálidas, cascatas perdidas na selva, divertir-te pelas festas nas praias do Norte ou mergulhar em história e cultura em Velha Goa e Panjim. Sé Santa Catarina Sendo também um dos edifícios mais imponentes de Velha Goa, com os seus 76 metros de comprimento e 55 metros de altura, este edifício é dedicado a Santa Catarina de Alexandria. Esta igreja está considerada como uma das maiores que foram construídas por portugueses em todo o mundo. Igreja São Francisco de Assis Igreja com um estilo arquitetónico português bem vincado, este edifício também foi um convento. Ruínas Santo Agostinho O único que se pode ver de pé nestas ruínas é uma das torres da igreja que foi abandonada depois de desabar. Escavações e estudos antigos indicam que neste monumento existiam 8 capelas, um convento e quatro altares. Autores: The Globetrotter Duo

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Vistos de turismo para o Sudeste Asiático

Vistos de turismo para o Sudeste Asiático

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O Sudeste Asiático engloba uma das 6 divisões da Ásia da qual faz parte a região da Indochina bem como inúmeras ilhas. No total é composto por 11 países, sendo eles Tailândia, Laos, Camboja, Vietname, Myanmar, Malásia, Singapura, Brunei, Filipinas, Indonésia e Timor-Leste. Neste artigo fornecemos-te toda a informação necessária sobre a obtenção de vistos para todos os países do Sudeste Asiático. E não te esqueças de fazer o teu seguro de saúde internacional IATI para viajares com a máxima segurança. Vistos de turismo para o Sudeste Asiático Embora para alguns destes países haja isenção de visto para portugueses, para muitos outros é necessário fazer o pedido de visto com alguma antecedência. Além disso, todos os países desta região exigem um passaporte com uma validade mínima de 6 meses. Caso contrário poderá ser negada a entrada. Brunei Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar no Brunei para uma estadia até 90 dias. Poderá ser solicitado o bilhete de saída do país. Extensão: O Brunei prevê apenas a extensão de vistos de trabalho que deverão ser requeridos na embaixada do país. Camboja Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Camboja. O visto pode ser obtido à chegada do país, visa on arrival, quer a partir dos aeroportos de Siem Reap ou Phnom Penh, quer a partir das fronteiras terrestres (com exceção das fronteiras de Bavet e Ka-Om, nestes casos terás de ter o visto previamente). São necessárias duas fotos tipo passe. Este visto tem um custo de 30 USD ao qual acresce uma taxa de processamento de 7 USD. O visto pode também ser obtido online, e-visa, através do site oficial, com um custo de 36 USD. Extensão: Poderás solicitar apenas uma extensão de visto por ano, por mais 30 dias numa das embaixadas do país, com um custo de 50 USD. Filipinas Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar nas Filipinas para estadias até 21 dias. É necessário apresentar o bilhete de saída do país, à chegada. Extensão: É possível estender o visto num dos postos de emigração do país por mais 29 dias, com um custo de 50 USD. Indonésia Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Indonésia para estadias até 30 dias. É necessário apresentar um bilhete de saída do país. Extensão: Caso queiras permanecer na Indonésia mais do que os 30 dias previstos não poderás usufruir da isenção de visto. Desta forma, assim que chegares ao país terás de requerer o visa on arrival, que tem um custo de 35 USD. Quando o visto de 30 dias estiver quase a expirar terás de te deslocar a uma embaixada ou consulado na Indonésia e pedir a extensão do visto por mais 30 dias. Esta extensão tem um custo de 25 USD. Laos Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Laos. Este pode ser obtido à entrada do país quer por via terrestre, quer por via aérea. O visto tem uma duração de 30 dias e custa 35 USD para portugueses. É também necessário levar uma fotografia tipo passe, caso contrário terás de pagar mais 5 USD. Extensão: Caso pretendas permanecer no país por mais tempo terás de pedir extensão de visto numa das embaixadas. Este tem um custo de 3 USD mais 2 USD por cada dia extra. Malásia Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Malásia para estadias até 30 dias. Extensão: A Malásia prevê a extensão de visto por mais 30 dias perante circunstâncias específicas. Para tal, terás de consultar a embaixada no próprio país. Outra forma será cruzar uma das fronteiras terrestres, Tailândia ou Singapura, e voltar a entrar no país. Myanmar Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Myanmar. Este é obtido previamente a partir do site oficial, e-visa. O visto tem a duração de 28 dias, custa 50 USD e tem uma validade de 90 dias após a data de emissão. Com e-visa poderão entrar no país a partir dos três aeroportos principais (Yangon, Naypidaw e Mandalay), bem como por algumas fronteiras terrestres. Porém, em termos de fronteiras terrestres, a legislação está constantemente a mudar pelo que será preferível fazer uma pesquisa antecipada. Extensão: Não são permitidas extensões de visto para o Myanmar. Tailândia Visto:Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Tailândia para estadias até 30 dias. Atenção que apenas é permitido entrar no país por via terrestre duas vezes por ano. Já por via aérea o limite é de 6 vezes por ano. Extensão: Quem quiser permanecer mais tempo no país terá que pedir extensão numa das embaixadas do país, antes do prazo expirar. Cada pedido de extensão custa 60 USD e permite permanecer no país por mais 30 dias. Singapura Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar em Singapura para estadias até 90 dias. Extensão: A Singapura prevê a extensão de visto até um máximo de 90 dias após a data de entrada no país. Como portugueses têm um visto de 90 dias acabam por não poder requerer extensão. Deste modo será obrigatório sair do país e voltar a entrar. Timor-leste Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar em Timor-Leste para estadias até 90 dias. Extensão: É possível pedir extensão de visto para Timor-Leste no serviço de emigração em Díli. Este custa 35 USD para uma extensão de 30 dias e 75 USD para 60 dias. Vietname Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Vietname. A maioria dos países europeus têm isenção de visto para o Vietname para estadias até 15 dias. Embora Portugal esteja na lista para conseguir isenção de visto, para já ainda não é possível pelo que terás de recorrer à via comum. Caso entres no país por via aérea poderás solicitar o visto à chegada, visa on arrival. Para tal, terás antecipadamente de preencher um formulário online no site oficial sendo que em 2 ou 3 dias úteis receberás uma carta de aprovação. É com ela que, à entrada do país, te concederão o visto. Caso pretendas entrar no país por via terrestre terás de ter já o visto contigo. Para tal, terás de te deslocar a uma embaixada dos países vizinhos e solicitar o mesmo com alguma antecedência. Em ambos os casos são necessárias duas fotografias tipo-passe. O preço base do visto para uma estadia de 30 dias entrada única ronda os 50 USD, mas há várias opções de entradas múltiplas no site oficial. Extensão: O visto para o Vietname poderá ser estendido numa das embaixadas do país. Há várias opções de extensão, consoante o tempo de estadia e o número de entradas permitidas pelo que o preço varia consoante a opção pretendida. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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