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Amã: O que ver e fazer num único dia

Amã: O que ver e fazer num único dia

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Mesmo que o teu sonho seja visitar a icónica Petra, não te esqueças de passar algum tempo também na capital da Jordânia e arredores. O que ver e fazer em Amã num dia? Esta cidade, embora bastante moderna, possui vários monumentos históricos que não podes perder. A IATI, líder em seguros de viagens online, vai propor-te um roteiro que se divide em duas partes: um passeio histórico-cultural pela manhã e uma caminhada mais casual pela mais moderna Amã, de tarde. Amã, a capital da Jordânia Esta cidade tem cerca de 4 milhões de habitantes e é considerada uma das populações mais liberais do Médio Oriente. O nome de Haman foi dado pelos amonitas no s. XIII AC que chamaram a cidade de “Rabbath Amon” (que significa “Grande cidade dos filhos de Ammon”). A cidade foi posteriormente conquistada pelos assírios, persas e gregos, até que finalmente caiu nas mãos dos romanos. No séc. III AC, o Faraó Ptolomeu II Filadélfia deu o seu nome à região e assim a cidade foi renomeada Filadélfia. Também fazia parte da Decápolis, uma liga de dez cidades do Império Romano que funcionava como cidades-estado. Durante a era omíada, a cidade recuperou seu nome original de Amã. Como podemos constatar, passaram por esta região imponentes civilizações! Cidadela de Amã e Museu Arqueológico da Jordânia Se te consideras um amante da história, não podes perder a Cidadela de Amã e os seus 7.000 anos de história. Este local é um compêndio da história de várias civilizações: as ruínas de um templo romano dedicado a Hércules, os restos de um palácio omíada do século VIII que preserva a sua cúpula azul restaurada, uma antiga cisterna de água, uma igreja bizantina … Além disto, existe também o Museu Arqueológico da Jordânia, com algumas peças de grande importância para a história do país. Além de aprender mais sobre a Jordânia, a visita à Cidadela também é obrigatória pelas incríveis vistas que terá de lá para Amã, uma cidade que se ergue sobre 7 colinas. As casinhas brancas estão aglomeradas e podemos apreciar, de forma surpreendente, o traçado labiríntico e totalmente caótico das ruas. É seguro viajar para a Jordânia? Descobre tudo o que precisas de saber neste artigo! O Teatro Romano em Amã Quando Amã ainda era conhecida como Filadélfia, como toda a cidade romana que se preze, tinha o seu próprio teatro. A sua capacidade e decoração mostram-nos o quão importante deve ter sido a vila naquela época. Sobe aos seus degraus mais altos: a vista panorâmica do complexo, construído no século II, é verdadeiramente impressionante! Ao lado dele encontras um pequeno odeon da mesma época do teatro e também um pequeno, mas muito interessante Museu de Tradições. Esta visita também te dará uma nova perspetiva sobre a Jordânia, uma vez que aqui foram colecionadas informações sobre a vida ancestral dos beduínos e também os usos e costumes da sociedade jordaniana de hoje. Sem dúvida, imperdível numa visita a Amã num único dia. Cidade de Amã (Centro) Após as visitas mais histórico-culturais, convidamos-te a descobrires o lado mais moderno e cosmopolita da tua visita de um dia a Amã. O centro da cidade é caótico e animado. O ponto de partida para te perderes nas suas ruas é a Mesquita Al-Husseini. A um passo de distância, encontras vários bazares e um grande mercado de rua (aberto de dia e à noite) onde podes procurar e experimentar os produtos locais. Pode ser uma ótima opção para uma pequena pausa para o almoço! Aproveita para descobrir e saborear a deliciosa culinária jordaniana. Rua arco-íris Se não ficaste convencido com nenhum produto local no mercado, a outra opção é ir para a Rainbow Street. Vais-te sentir “em casa”, já que esta área da capital é muito moderna e totalmente ocidentalizada. Lá encontrarás inúmeras pizzarias, hambúrgueres e cafés com um ambiente mais cosmopolita. Mesquita do Rei Abdallah I Antes de deixar a capital do Reino Hachemita da Jordânia, um pouco mais longe do centro está a espetacular Mesquita do Rei Abdallah I. Esta mesquita tem uma impressionante cúpula azul que se tornou o emblema da capital. Foi construída na década de oitenta e tem capacidade para 3.000 fiéis. O seu interior é semelhante ao de qualquer outra mesquita, porém vale a pena visitá-la à noite, pois, com a iluminação, seus minaretes de aspecto futurista vão deixar-te sem palavras. Outras excursões à periferia Lembra-te, antes de saíres de Amã, que desde a capital também poderás fazer muitos passeios interessantes. Assim, depois de riscares da tua lista as coisas essenciais para ver e fazer em Amã num único dia, podes escolher as seguintes propostas: • A uma hora de Amã fica o Mar Morto. Encontrará na capital inúmeras opções de passeios de um dia. Poderá testar os incríveis efeitos do seu lodo na pele e divertir-se com a incrível flutuabilidade das suas águas altamente salinas. • Outra visita que não deves perder é Jerash (Gerasa). Este sítio arqueológico, ruínas de uma antiga cidade romana que fazia parte da Decápolis como Amã, não tem nada a invejar a lugares como Hierápolis ou Éfeso (na Turquia), o Partenon (na Grécia) ou Pompéia (na Itália). Também podes reservar passeios de um dia a partir de Amã. Jerash fica a uma hora e meia da capital. • Outra das visitas mais típicas é visitar Madaba e o Monte Nebo, lugares emblemáticos da religião cristã, a apenas 40 minutos de Amã. Madaba, conhecida como a Cidade dos Mosaicos, possui um importante mapa da época bizantina: a cartografia mais antiga da Terra Santa e de Jerusalém. Quanto ao Monte Nebo, é um pico que é mencionado várias vezes nas Escrituras e, por isso, é considerado um local sagrado para os fiéis. Do seu cume, em dias claros, poderás ver Jerusalém à distância. Artigo escrito por Sandra Candal, de El Viaje de mi vida

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Guia para visitar Petra: o que ver na cidade perdida dos nabateus

Guia para visitar Petra: o que ver na cidade perdida dos nabateus

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A cidade de Petra é uma daquelas maravilhas do mundo que todos deveriam visitar nas suas vidas. E embora esta frase soe como um cliché muito banal, desta vez não é um exagero. Não é nem mais nem menos do que uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Petra impressiona, tanto pelas fotos, filmes e documentários que viu antes de chegar, como ao vivo. Este monumento é o destaque de qualquer viagem à Jordânia, destino para o qual damos duas dicas fundamentais: faça um seguro de viagem com o qual viajar protegido e adquira o Jordan Pass, documento que inclui o visto de entrada no país e um grande número de visitas de interesse, como a própria visita a Petra. Um bom guia para visitar Petra deve consistir em pelo menos dois dias. E é que embora a face mais conhecida de Petra seja a famosa fachada do que se conhece como “o Tesouro”, na realidade Petra é muito mais do que isso. A sua extensão é enorme. Se dedicar um único dia a esta visita, provavelmente só conseguirá ver a fachada de cima. Para contextualizar este monumento, convém mencionar que não se sabe exatamente quando Petra foi edificada, mas que seu momento de maior esplendor foi no século I AC. como a capital do Império Nabateu. Foi a pedra angular de uma rota comercial pela qual circulavam mercadorias valiosas, e sua importância foi tal que chegou a hospedar uma população de mais de 30.000 pessoas. Posteriormente, passou a fazer parte do Império Romano, e depois do Bizantino, sendo seriamente destruída por um terramoto em 363. As rotas comerciais mudaram, a cidade foi esquecida e em meados do século 7 apenas os beduínos mais próximos sabiam da sua existência. No início do século XIX, em 1812, o explorador suíço Jean Louis Burckhardt redescobriu Petra ao entrar na área vestido como um homem muçulmano, após ganhar a confiança dos beduínos da região. A partir daí Petra abriu-se para o Ocidente e hoje é um dos lugares mais visitados do mundo. O que fazer em Petra no primeiro dia de visita Qualquer bom guia para visitar Petra dará este conselho: levante-se cedo. Percorrerá muitos quilómetros a pé, possivelmente ao sol e com temperaturas elevadas, por isso quanto mais cedo começar melhor, de forma a poder aproveitar as horas mais frescas e se livrar das multidões atraídas por esta série de monumentos. Para começar com toda a alegria, “não deixe para amanhã o que pode fazer hoje”, e, só por precaução, recomendamos que dedique o seu primeiro dia de visita em Petra aos seus locais mais emblemáticos. O Siq O Siq é um estreito desfiladeiro de pedra que dá acesso a Petra, uma passagem natural sinuosa tão estreita que mesmo em alguns pontos já não se consegue ver o céu. A sua formação deu-se por deslocamentos tectónicos, não por erosão, e embora não seja o único acesso à zona arqueológica, é a principal, a mais famosa e a mais recomendada. O Tesouro O Tesouro é o elemento mais famoso de Petra. O seu nome verdadeiro é Al Khazna e o termo “tesouro” vem de uma antiga lenda que afirmava que um tesouro estava escondido na sua urna superior. Em Petra existem muitas outras fachadas como esta, mas sem dúvida esta é a mais bonita porque o seu estado de conservação é excepcional, e também a sua localização no meio do canyon e no final do Siq tem algo de mágico. Tem quase 40 metros de altura e é esculpido em detalhes. Estima-se que tenha sido esculpido no século I AC. e é praticamente perfeito. Uma verdadeira maravilha para onde quer que deambule o seu olhar. O Teatro Conforme percorre este passeio por Petra, chegará ao teatro. É o único teatro conhecido que não é construído, mas esculpido na rocha, e é de origem nabateia. Posteriormente, os romanos se encarregaram de ampliá-lo e teria na altura capacidade para cerca de 4.000 pessoas distribuídas em três níveis de arquibancadas. Por se tratar da própria rocha da montanha, ela está completamente camuflada e a área do cenário é a mais deteriorada. As Tumbas Reais Ao sairmos do teatro, chegamos às Tumbas Reais, a maior área coberta por fachadas em Petra. No total, temos quatro fachadas diferentes, uma ao lado da outra, de enormes dimensões. São conhecidos como Urna, Coríntia, Seda e Palácio, sendo este último o maior de todos, pois já teve até cinco pisos com diferentes estilos decorativos. Sem dúvida são espetaculares, mas o seu estado de conservação é delicado, pois sofreram muito com a erosão e por isso não parecem tão perfeitos quanto o Tesouro. Rua das colunas Continuamos o nosso caminho pela estrada principal de Petra e chegamos à Calle Columnada. É o melhor lugar para imaginar Petra como uma verdadeira cidade e não apenas como um local funerário, pois esse é o verdadeiro propósito das fachadas que vemos de um lado e do outro: para acolher sepulturas. Na rua Columnada percorremos a antiga estrada da cidade, onde certamente se concentrava a área comercial, deixando de lado as colunas que ainda existem. O Mosteiro Como já vos dissemos, em Petra é preciso caminhar muito, e a subida ao Mosteiro coloca-nos todos à prova. Mas o esforço vale a pena, pois é um dos lugares mais bonitos deste guia para visitar Petra. O nome deste monumento é Ad Deir, data do século 2 DC. e com 47 metros de largura e 48 metros de altura, é a maior fachada de Petra. Para lá chegar terá de ultrapassar um desnível de cerca de 800 degraus em 2,5 quilómetros, mas as vistas de cima são uma verdadeira maravilha. O que fazer em Petra no segundo dia de visita Se seguir os passos deste guia para visitar Petra no segundo dia, pode passá-lo parando em alguns locais que deixou para trás no primeiro dia e subindo até alguns dos melhores miradouros de toda a zona arqueológica. Além disso, não deve perder o show Petra by Night, no qual o Tesouro é iluminado por velas. Só é comemorado às segundas, quartas e quintas-feiras, por isso um segundo dia em Petra pode garantir-lhe a entrada neste espectáculo. Os pontos de vista do tesouro Assim que começar seu segundo dia de visita em Petra, bem cedo, pode aproveitar para subir até dois dos miradouros que oferecem as melhores vistas do Tesouro, os favoritos dos instagrammers. O acesso a um deles é feito pela parede que se ergue em frente à fachada do Tesouro, é fácil, rápido e oferece uma vista de meia altura. Mas se contornar a montanha, passando em frente às Tumbas Reais, pode subir até o topo do maciço rochoso que permite ver o Tesouro de cima. Em ambos os casos, aliás, encontrará uma casa de chá beduína estrategicamente localizada. O Altar dos Sacrifícios Em Petra existem mais locais de interesse do que as suas famosas fachadas, e o Altar dos Sacrifícios é um bom exemplo disso. Espera-o uma boa subida, novamente para chegar a esta área sagrada, mas quando chegarmos ao topo poderemos descansar ao lado da área cerimonial onde antes eram realizados sacrifícios de animais. Daqui também teremos uma das melhores vistas da cidade de Petra. O grande templo Terá passado pelo este monumento no dia anterior, mas é agora, no segundo dia, que o encorajamos a explorar cuidadosamente o Grande Templo. Está localizado próximo à Calle Columnada e com seus 7.000 m² é o maior monumento arqueológico de Petra. Vale a pena explorar as salas, colunas e áreas sagradas deste complexo nabateu do século I AC, se olhar com atenção encontrará alguns vestígios de alvenaria e pinturas a fresco nos seus recantos mais distantes. O Templo Qasr al-Bint Muito perto do Grande Templo, seguindo o caminho como se se dirigisse ao Mosteiro, encontra-se o templo Qasr al-Bint. Apesar de ter sido criado no século 1 AC., vários dos seus muros de 23 metros de altura ainda estão de pé, razão pela qual é considerado o principal e mais importante templo de Petra Nabateia. Para muitos, é o edifício que merece a maior admiração de todo o complexo. A Igreja Conforme mencionado anteriormente neste guia para visitar Petra, a cidade foi nabateia, depois romana e depois bizantina. E é a esta época, do Império Bizantino, que pertencem os restos mortais da igreja que podemos encontrar em Petra. Não está longe da rua com colunatas, é do século V DC. e vale a pena contemplar o espetacular mosaico que cobria todo o seu piso. O Centro de Visitantes Por fim, antes de sair de Petra, não deixe de visitar o seu Centro de Visitantes, mesmo que seja para passar apenas alguns minutos. Graças ao seu Museu poderá dar forma a tudo o que viu no terreno, com uma infinidade de material didáctico e multimédia que o ajudará a compreender Petra como a cidade comercial muito importante que foi. Além de lhe facultar um contexto histórico, também poderá desfrutar de uma exposição completa com as peças mais bem preservadas que surgiram nas escavações. Nenhum guia para visitar Petra estaria completo sem o seu Centro de Visitantes. Artigo escrito por Roberto Ruiz, do El Mundo Patas Arriba

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Roteiro de 15 dias pela Indonésia

Roteiro de 15 dias pela Indonésia

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Ansioso para conhecer a Indonésia? Não é à toa! É um dos países mais biodiversos e paradisíacos do Sudeste Asiático. Com tantas coisas para fazer e mais de 17.000 ilhas para descobrir, o mais difícil é preparar uma rota pela Indonésia que seja consistente com o que estamos à procura. Na IATI, especialistas em seguro de viagem para o Sudeste Asiático, propomos tornar sua vida um pouco mais fácil e ajudá-lo a preparar um roteiro de viagem gratuito de 15 dias pela Indonésia, no qual poderá conhecer as principais atrações para uma primeira visita ao país. Continue a ler para descobrir o melhor roteiro pela Indonésia em 15 dias grátis! Itinerário de 15 dias pela Indonésia Esta rota de 15 dias pela Indonésia é ideal se for sua primeira vez neste arquipélago fabuloso. Propomos uma mistura perfeita para que possa conhecer a cultura da Indonésia através de seus templos, mas também terá uma boa dose de natureza selvagem graças aos seus vulcões, campos de arroz e, claro, incríveis praias e recifes. Neste roteiro de 15 dias pela Indonésia, terá tempo para ver tudo de uma forma mais ou menos relaxada, mas, se desejar, também poderá diminuir a intensidade e eliminar um destino. Além disso, como não somos todos iguais, no final deste artigo, encontrará algumas alternativas para fazer o seu roteiro de acordo com sua preferência pelo mergulho ou pelo relaxamento nas praias. Se tiver 20 dias, também poderá adicionar um destino adicional, como informaremos mais tarde. Não aguenta mais a espera? Continue a ler e descubra o seu próximo roteiro de 15 dias na Indonésia. 1. Yogyakarta (2 dias) A maioria dos voos de Portugal para a Indonésia terão escala em Madrid e/ou alguma cidade asiática, e seguem viagem para os aeroportos internacionais de Jacarta (capital da Indonésia) ou Bali. Para esta excursão de 15 dias pela Indonésia, é melhor reservar seu voo para Jacarta e, em seguida, pegar outro avião para Yogyakarta, uma cidade localizada na mesma ilha de Java. Dois dos conjuntos de templos mais impressionantes da Indonésia esperam por si aqui: Borobudur e Prambanan. Na manhã seguinte, poderá vivenciar um dos amanheceres mais especiais de sua viagem à Indonésia, aquele que será visto desde o templo Borobudur. Não é nada mais e nada menos do que o maior monumento budista do mundo, construído entre 750 e 850. O restante deste segundo dia do seu itinerário de viagem de 15 dias à Indonésia pode ser gasto com outras atrações em redor de Yogyakarta. Por exemplo: • Kraton: o Palácio do Sultão, no centro da cidade. • Taman Sari: o Castelo de Água, uma mistura entre elementos arquitetónicos indonésios e coloniais. • Ruas Malioboro e Sosrowijayan: é o centro nevrálgico de Yogyakarta onde não sentirá falta de restaurantes e lojas com ótimo artesanato • Outros templos como Mendut ou Pawon: pode incluí-los ao lado de sua entrada para Borobudur. Caso tenha mais dias para tornar o seu itinerário indonésio mais flexível, não hesite em dar uma chance a Jacarta e descobrir as principais atrações da caótica capital. 2. De Yogyakarta a Cemoro Lawang (vulcão Bromo) (1 dia) Se quer ver uma das paisagens mais impressionantes do seu passeio pela Indonésia, você não tem escolha a não ser fazer neste dia a viagem de Yogyakarta a Cemoro Lawang, a cidade que será sua base para desfrutar do vulcão Bromo. Há várias opções válidas para fazer este roteiro, sendo a mais fácil comprar uma excursão, mas se quiser fazer por conta própria, terá que seguir os seguintes passos: • Vá de comboio ou avião para Surabaya • Apanhe um autocarro ou trem para Probolinggo • Alugue uma van para Cemoro Lawang Descanse bem esta noite porque na manhã seguinte outro nascer do sol imponente o espera contemplando um dos melhores vulcões do mundo para se visitar em viagem. 3. Transferência do vulcão Bromo para Banyuwangi (1 dia) Existem vários miradouros nos arredores de Cemoro Lawang para apreciar o nascer do sol com vista para Bromo. Dependendo da altura e do que deseja caminhar, pode visitar um deles e desfrutar da imponente paisagem do Parque Nacional de Bromo. Para aproveitar este dia da sua rota de 15 dias pela Indonésia, aconselhamos uma visita o próprio parque. Existem várias formas de o fazer: aceder pela porta principal, caminhar pelo chamado “Mar de Areia” ou alugar uma excursão a partir do Probolinggo. De qualquer forma, pode aceder à cratera Bromo, que lhe proporcionará uma experiência única no mundo. Não se deixe levar, hojetambém terá um dia de viagem para o próximo ponto do seu itinerário na Indonésia: Banyuwangi, o lugar de onde poderá ver o maravilhoso vulcão Ijen. Para fazer isso, você terá que seguir estas etapas: Alugue uma van de Cemoro Lawang para Probolinggo Vá um autocarro para Banyuwangi Uma vez em Banyuwangi, descanse! Precisará de recuperar as forças, já que terá que acordar por volta das 00:00 ou 1:00 da manhã se quiser ver o famoso Fogo Azul do vulcão Ijen. 4. Vulcão Ijen e traslado para Bali (1 dia) Uma nova madrugada, desta vez também para ver outro belo vulcão. A subida é difícil, mas as vistas desta cratera, onde reina um lindo lago turquesa, salpicado do amarelo do enxofre que os mineiros (duros) recolhem todos os dias carregando cestos nas costas, vale a pena. Claro, lembre-se que para ver o espetáculo do chamado Blue Fire, causado pela queima do enxofre, é preciso descer até à caldeira, o que exige algum esforço. Se quiser fazer isso, precisará de uma máscara de gás e, por favor, seja respeitador com os mineiros que estão a fazer o seu trabalho e não atrapalhe. Após um café da manhã revigorante, voltamos para Banyuwangi e embarcamos para Bali – vamos mudar de ilha! No porto de Gilimanuk, pode apanhar um autocarro para Denpasar (capital de Bali) ou um táxi para o seu destino na ilha. Se optar por esta segunda opção, não hesite em dar uso às suas habilidades de negociação! 5. Bali (4 dias) Chegou a hora de conhecer a chamada Ilha dos Deuses, Bali. Dedicamos 4 dias inteiros desta rota de 15 dias pela Indonésia para que possa descobrir tudo o que pode fazer em Bali, assim como explorar as suas melhores praias. A nossa recomendação é que passe duas ou três noites em Ubud e uma ou duas na área de Uluwatu. Além disso, a excelente relação qualidade-preço do alojamento em Bali permitirá que passe uma noite num dos hotéis mais espetaculares e luxuosos da Ásia. 6. Nusa Penida (3 dias) Embora com certeza já tenha dado um mergulho em Bali, não acha que é hora de incluir alguns dias de praia neste roteiro pela Indonésia? O nosso conselho é seguir para a ilha vizinha de Nusa Penida. Desconhecida até há poucos anos atrás, aos poucos vem ganhando destaque nas rotas de todos os viajantes pela Indonésia, principalmente pela bela praia de Kelingking, em forma de tiranossauros Rex. Além do dia de chegada, que pode ser usado para fazer um tour por algumas das praias próximas ao seu alojamento, como Crystal Bay, aconselhamos que passe aqui alguns dias adicionais. Isto irá permitir-lhe visitar todos os recantos para ver em Nusa Penida e também desfrutar do mergulho. Não é de surpreender que Penida tenha alguns dos melhores pontos de mergulho da Indonésia, especialmente porque pode ver os majestosas raias, tartarugas e peixes de todas as cores bem de perto. 7. Ilhas Gili (3 dias) Terminamos este tour pela Indonésia em 15 dias com alguns dias de relaxamento total nas conhecidas Ilhas Gili. Pode viajar para lá diretamente de Nusa Penida de barco ou parando em Bali. O arquipélago é constituído por várias ilhas, sendo 3 principais: • Gili Trawangan: mais mochileiro, com mais hotéis baratos, lugares de festa… • Gili Air: mais descontraída, com resorts mais caros e bonitos. Perfeito se for uma viagem a dois. • Gili Meno: uma posição intermediária entre os dois. Ideal se for com a família. Além de fazer o croquete na praia, em Gili também há pontos de mergulho e snorkel onde não faltarão tartarugas e tubarões de recife. Não acha que é um toque final perfeito para este roteiro pela Indonésia? Alternativas a este itinerário de 15 dias na Indonésia Visto que não há dois viajantes iguais, o que acha de fazer alguns desvios de rota pela Indonésia? 1. Substitua Nusa Penida e Gili por Komodo e Flores Se quer se concentrar no mergulho ou está muito animado para ver os dragões de Komodo, uma boa ideia para o seu roteiro de 15 dias é trocar Nusa Penida e Gili por Komodo e Flores. Para fazer isso, pode apanhar um voo de Bali para Labuan Bajo. Embora esta cidade não seja muito bonita, daqui saem barcos para mergulhar ou explorar as ilhas do Parque Nacional de Komodo, um local espetacular para a prática de mergulho. Depois de alguns dias a descobrir o fundo do mar e as ilhas, pode fazer um percurso pelo interior da ilha das Flores, onde esperam por si paisagens radicalmente diferentes das de Bali. Aqui pode visitar o espetacular vulcão Kelimutu e algumas aldeias com muita história, como Bajawa. 2. Substitua as Ilhas Gili pelo sul de Lombok Caso queira um lugar um pouco menos turístico, pode mudar as Ilhas Gili para o sul da ilha vizinha para Bali, Lombok. Em Kuta Lombok, pode alugar uma mota e visitar praias incríveis como Tanjung Aan ou Selong Belanak. Pronto para preparar sua própria viagem por terras indonésias? Não se esqueça de viajar em segurança com os seguros da IATI. Boa viagem pela Indonésia!

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Descobre o aeroporto mais perigoso do mundo

Descobre o aeroporto mais perigoso do mundo

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Se uma das tuas experiências de sonho é subir o majestoso Evereste, então prepara-te, pois escalar os 8848m da montanha mais alta do mundo não será o único desafio que terás de ultrapassar. Isto porque, para lá chegar, temos obrigatoriamente de voar para aquele que é conhecido como o aeroporto mais perigoso do mundo: o aeroporto de Lukla, no Nepal. Estamos a falar de um aeroporto com uma pista demasiado curta e inclinada onde radar ou torre de controlo, simplesmente não existem. Neste artigo a IATI Seguros explica-te todo o mistério por detrás deste aeroporto, bem como o porquê de ser o aeroporto onde mais acidentes de aviação existem. Mas antes de encarar uma aventura pelos Himalaias não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem com a IATI Seguros para que possas viajar com a máxima segurança. Lukla: o aeroporto mais perigoso do mundo O aeroporto de Lukla fica, tal como o nome indica, na aldeia de Lukla. Curiosamente esta aldeia só existe por causa do aeroporto e não o contrário, como costuma sempre acontecer. A aldeia é habitada por sherpas, um grupo étnico nepalês que vive há milénios sob as duras condições das montanhas dos Himalaias. Na verdade, a história deste aeroporto recua até 29 de Maio de 1953. Nesta data, o neozelandês Edmund Hillary e o sherpa Tenzing Norgay atingiram o pico do Evereste, consagrando-se nos primeiros seres humanos a conquistar o pico da montanha mais alta do mundo. Depois deste feito, Hillary e Norgay decidiram investir no turismo e tornar a escalada ao Evereste acessível a toda a gente. Construir um aeroporto foi o passo inicial dado que aquela zona dos Himalaias fica numa região do Nepal inacessível por outros meios de transporte. Hillary pagou assim 364 USD pelo único terreno que tinha uma área suficientemente plana para construir uma pista de aviação. Ainda assim, as características para construir um aeroporto não poderiam ser as piores. Afinal de contas tem uma pista demasiado curta e super inclinada, no meio de montanhas altíssimas, com um clima bastante imprevisível, num dos países mais pobres do mundo, com recursos precários para uma manutenção eficiente. Mesmo o piso do aeroporto só foi cimentado em 2001 pois até lá era literalmente feito de terra batida. Aliás, há uma história engraçada que acompanha este acontecimento. Quando o aeroporto ficou construído Hillary viu que o piso em terra estava ainda demasiado fofo para aguentar o peso dos aviões sem ceder. Assim, decidiu dar uma festa e embebedar todos os sherpas, levando-os a dançar na pista do aeroporto, para que estes amassassem o solo. Apenas três aviões podem operar neste aeroporto: o britânico De Havilland Twin Otter, o alemão Dornier DO-228 e o checo LET L-410. Além disso, a pista tem apenas 527 m e uma inclinação de 7%. Embora, aparentemente, 7% pareça pouco significativo, tal indica que, uma das pontas do aeroporto está 64m mais alta que a outra ponta. Esta diferença corresponde à altura de um prédio de 21 andares. Por outro lado, a aldeia de Lukla está no meio de montanhas altíssimas, e só numa das pontas do aeroporto há um precipício ao invés de mais montanhas. Por este motivo, todos os aviões têm de aterrar e descolar em direções opostas, algo que nunca acontece nos outros aeroportos. Em todos os outros a direção de aterragem e descolagem é sempre a mesma. Como se não bastasse, o aeroporto de Lukla fica a 2860 metros de altitude, uma altura demasiado alta onde o ar é já bastante rarefeito. Este é também um aeroporto sem torre de controle onde a única coisa que existe é uma sala de rádio que informa sobre as condições meteorológicas. Radar ou qualquer outro equipamento que auxilie à navegação são também inexistentes. Por isso, qualquer piloto que voa para Lukla tem de voar e aterrar por sua própria conta e risco. A aterragem é completamente visual e só pode ser feita de dia já que o aeroporto também não tem iluminação. Não é qualquer piloto que pode voar até Lukla ou pilotar este tipo de aviões. O governo nepalês só autoriza àqueles que completaram pelo menos 100 hora de voo em condições STOL (Short Take Off and Landing), 1 ano de experiência a voar no Nepal também em condições STOL e já ter sido co-piloto em voos para Lukla pelo menos umas 10 vezes. Contudo, embora estas regras sejam bastante restritas, a fiscalização pura e simplesmente não acontece. No final de contas, todos os meses há, pelo menos, um acidente de aviação em Lukla, quase sempre sem vítimas mortais. Todos os dias há voos que aterram e descolam deste aeroporto. A verdade é que, apesar de todas estas condições precárias, centenas de pessoas chegam em segurança, o que demonstra o quão seguro é viajar de avião nos dias de hoje. Artigo escrito por: Patricia Carvalho

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O guia completo para fazer um trekking nos Himalaias

O guia completo para fazer um trekking nos Himalaias

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A cordilheira dos Himalaias tem cerca de 2400 km de comprimento que se estendem por 5 países, Paquistão, Índia, China (incluindo Tibete), Nepal e Butão. O nome Himalaias vêm do sânscrito e significa “morada da neve”. Só na cordilheira dos Himalaias existem cerca de 100 picos com mais de 7200 metros de altitude e 14 montanhas com mais de 8000 metros, incluindo o gigante Evereste. Neste artigo, a IATI Seguros preparou um guião completo com toda a informação necessária para te aventurares num trekking nos Himalaias. O Nepal é o país mais famoso e mais procurado para começar esta aventura já que além de o país estar bem preparado para trekkings, as paisagens aqui são absolutamente deslumbrantes. Trekking nos Himalaias: com ou sem guia? A primeira questão a colocar é a necessidade de ter ou não um guia para se fazer um trekking nos Himalaias. Não é obrigatório fazer o percurso com uma agência e há centenas de pessoas a percorrer os trilhos diariamente, por conta própria. De facto, os trilhos estão já bem marcados e em boas condições para que se possa fazer sozinho. Neste caso, os gastos em alimentação e alojamento rondarão os 10 a 20 USD por dia (os preços aumentam com o aumento de altitude). Porém, é também possível contratar um guia individual cujo preço começa nos 15 USD por dia, até aos 50 USD/dia, dependendo do tipo de guia que se pretende (nível de fluência em inglês, anos de experiência, etc). Neste valor está excluído o preço dos hotéis e refeições já que o percurso a fazer pode ser personalizado e combinado diretamente com o guia. Existem também pacotes com tudo incluído, onde te juntarás a outro grupo, num total de 10 a 12 pessoas. Estes pacotes já incluem guia, refeições, hotéis, medicação, porta-bagagens e por vezes também voos internos. O preço neste caso já sobe para os 800/1000 USD para um trekking de 8 a 10 dias. Permissão para o trekking: Para entrar na área conservada dos Himalaias, precisas de ter uma autorização especial, chamada permit, do governo nepalês, bem como um cartão TIMS. O TIMS card (Trekker’s information management system) é um cartão com todas as nossas informações pessoas registadas, enquanto que o permit nos dá acesso a determinada zona específica da cordilheira dos Himalaias. Ambos podem ser feitos em qualquer agência de turismo no bairro de Thamel, em Kathmandu, ou na cidade de Pokhara. Para tal, precisas de levar o passaporte, 3 fotografias tipo passe e o comprovativo de seguro de viagem (no caso de não teres um seguro de saúde válido no Nepal, não te será concedido o permit). O TIMS card tem um custo de 2000 rupias nepalesas (20 USD). Já o preço do permit depende da zona do Nepal onde pretendemos fazer o trekking: • 2000 rupias (20 USD) para Annapurna Conservation Area (ACA), Manaslu Conservation Area (MCA) e Gaurishankar Conservation Area (GCA); • 3000 rupias (30 USD) para os parques nacionais (Sagarmatha (Everest), Langtang, Makalu Barun, Rara, Shey-Phosundo, Chitwan, Khaptad, Bardiya, Shivapuri). Melhor época do ano para fazer um trekking no Nepal: Dezembro a Fevereiro – É Inverno no Nepal e embora o céu esteja limpo, as temperaturas negativas não convidam ao trekking; Fevereiro a Abril – É Primavera no Nepal e, portanto, é uma das melhores épocas para se fazer um trilho; Maio a Junho – É Verão no Nepal, o que significa temperaturas altas e muita poeira no ar, o que dificulta a visibilidade para as montanhas. Junho a Setembro – É época das chuvas, o que significa ser também época das avalanches já que a chuva amolece a neve; Outubro a Dezembro – É Outono no Nepal e por isso é a melhor época do ano para fazer um trekking. Trekkings mais famosos: Acampamento Base do Evereste: Este é o trekking mais famoso dos Himalaias, que te levará até ao primeiro campo base dos Evereste, situado a 5364 metros de altitude. O trekking dura aproximadamente 11 dias e é necessário voar de Kathmandu até à vila de Lukla. Acampamento base do Annapurna: Este é o trekking mais procurado por caminhantes inexperientes. O trilho começa na cidade de Pokhara e pode levar entre 7 a 25 dias a ser completado, já que há vários circuitos possíveis. O ponto alto será o acampamento base do monte Annapurna, que se situa nos 4130 metros de altitude. É aqui que fica o conhecido “Santuário Annapurna”, onde há uma vista de 360 graus sobre o monte Annapuruna I (8091 m), Annapurna III (7555 m), Machhapuchhare (6993 m), Varhha Shikar (7647 m) e Khansar Kang (7485 m). Manaslu: Este trilho passa pelos 8 maiores picos do mundo, sem “subir” propriamente a nenhum. O permit para esta zona é bastante caro e por isso este não é uma opção muito procurada. Makalu: O monte Makalu é a 5ª montanha mais alta do mundo com 8462 metros de altitude. Para este trekking são necessários cerca de 16 dias, e não há hotéis pelo caminho pelo que terá de acampar ao longo do trilho. Mustang: Este trilho leva cerca de 18 dias a ser completado. Não é um trekking muito procurado já que é necessário mais do que um permit para entrar nesta região. Langtang: Este é um dos trekkings mais famosos já que fica a apenas 100 km de Kathmandu, com início na aldeia de Dunche. O ponto mais alto chega aos 3850 metros, em Kyangjing Gompa. É um dos trilhos mais fáceis de fazer e dura entre 5 a 8 dias. O que levar: Todo o material de trekking que precisares poderá ser comprado ou alugado no bairro de Thamel, em Kathamandu, ou ainda em Pokhara. Pertences como um casaco para a neve ou um saco de cama podem ser alugados por menos de 1 USD por dia. Tudo o resto pode ser encontrado nas centenas de lojas próprias para o efeito. De qualquer das formas não te esqueças que terás de carregar tudo às costas, durante 6 ou 7h por dia, durante vários dias. Tenta levar apenas o necessário: • Impermeável; • Calças de trekking; • Camisolas térmicas; • Botas de trekking e meias quentes; • Gorro e luvas; • Casaco de neve; • Mochila; • Saco de cama; • Toalha de banho e produtos de higiene pessoal; • Lanterna; • Bastão; • Canteiro para água; • Mapa; • Comida (com o aumento da altitude as refeições ficam cada vez mais caras. Pode compensar abasteceres-te com alguns snacks); • Farmácia (além da medicação básica sugerimos ainda que leves pastilhas purificadoras de água e medicação para o mal de altitude). Segurança: • Faz um bom seguro de viagem com cobertura para desportos ao ar livre. O seguro IATI Mochileiro é o ideal para a tua aventura pelos Himalaias; • Certifica-te de que a tua saúde está em dia. Fazer um trekking nos Himalaias não é perigoso, mas não esperes encontrar centros de saúde ou hospitais no meio das montanhas; • Faz uma preparação física antes da viagem. O ideal é preparares-te com uma antecedência de 3 meses – não te esqueças que terás de caminhar cerca de 20 km por dia, com pelo menos 5 kg às costas; • Levar um kit de farmácia e de primeiros socorros. Vale a pena levar estes essenciais para um caso de emergência; • Cuidado com a altitude – sobe devagar, especialmente a partir dos 3000 metros onde é recomendável subir apenas 400 metros por dia. A partir dos 3000 metros faz dias de aclimatização, que são basicamente dias de descanso em que se fica no mesmo lugar, de modo a que o corpo se habitue àquela altitude. Caso sintas sintomas como dor de cabeça, fadiga generalizada, taquicardia, falta de apetite ou dificuldades para respirar, não subas mais. Espera que o teu corpo se habitue e, se os sintomas perdurarem por mais de 8 horas, começa a fazer o caminho de regresso. Os sintomas deverão parar assim que baixar de altitude. A doença de montanha não é grave se tratada com responsabilidade. Não arrisques. Artigo escrito por: Patrícia Carvalho

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O famoso retiro espiritual Vipassana

O famoso retiro espiritual Vipassana

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Num mundo cada vez mais evoluído e tecnológico, o stress e a ansiedade são também palavras de ordem. Cada vez estamos mais cansados e ansiosos e problemas como a depressão e o burnout são uma realidade na nossa sociedade atual. Práticas como o yoga, a meditação e o mindfulness têm ganho voz nos últimos tempos, como soluções para o caos em que se tornou o nosso dia-a-dia. A oferta não pára de aumentar e cada vez mais há mais ofertas de retiros e experiências espirituais, uns mais exigentes, outros mais caros, enfim, há para todos os gostos. Contudo, o mais famoso e mais exigente é sem dúvida o Retiro Vipassana, lecionado de forma absolutamente gratuita, em todo o mundo. E é neste retiro que a IATI Seguros se vai focar no artigo de hoje. Mas antes de embarcar numa jornada espiritual, não te esqueças de subescrever o teu seguro de viagem com a IATI para que possa viajar com o máximo conforto e segurança. O que signfica Vipassana? Vipassana significa “ver as coisas como elas são”, isto é, ver a realidade tal e qual como ela se apresenta, sem o nosso ego e a nossa interpretação pessoal. Vipassana é uma técnica de meditação que foi popularizada pelo birmanês S. N. Goenka, que espalhou a técnica por todo o mundo e criou centenas de centros de meditação. A base da técnica passa pela concentração na respiração e nas sensações corporais. Como funciona o retiro espiritual Vipassana? Os cursos têm uma duração de 10 dias sendo que este é considerado o prazo mínimo necessário para se sentir/cultivar os efeitos pressupostos. Todo o curso é feito em silêncio absoluto, o chamado “Silêncio Nobre” e há um conjunto de regras que devem ser seguidas. As mais importantes são conhecidas como “Os cinco preceitos” e incluem: • Não matar nenhum ser vivo • Não roubar • Não ter qualquer tipo de atividade sexual • Não mentir • Não ingerir nenhum tipo de intoxicantes (álcool, tabaco e certos medicamentos) Regras do retiro Outras regras incluem respeitar o silêncio absoluto, assim como a área designada para cada sexo (há uma zona para mulheres e outra para homens, sem misturas). No início do curso deixamos num cacifo tudo o que seja telemóveis, computadores, livros, cadernos, canetas, auriculares, etc. Isto porque é também proibido ler, escrever e ouvir música. De uma forma geral apenas estamos autorizados a dormir, comer e meditar. Há também um horário afixado que deve ser rigorosamente cumprido. O dia começa às 4h da manhã sendo que a primeira meditação começa logo por volta das 4:30h. Ao longo de todo o dia seguem-se 12h de meditação que podem ser feitas em grupo, no hall de meditação, ou no nosso quarto, consoante aquilo que nos for dito no momento. No final do dia existe uma vídeo aula, dada por S. N. Goenka. Quanto à alimentação, está é também bastante condicionada: o pequeno-almoço é servido às 6h30 e o almoço às 11h. Para quem está a fazer o curso pela primeira vez, tem ainda direito a uma peça de fruta às 17h. Não há jantar e as refeições são todas vegetarianas e livres de alimentos processados. Os dormitórios são geralmente partilhados entre duas ou mais pessoas e são bastante simples, apenas com aquilo que é essencial. Conclusão No fundo, aquilo que se pretende com esta abordagem, é, durante 10 dias, retirar da nossa vida tudo o que sejam distrações, seja na forma de comida, de entretenimento e, fundamentalmente, de ego. O objetivo é, ao longo dos dias, acalmar a nossa mente e treinar a nossa capacidade mental de nos observarmos a nós próprios, tal como somos. Somos também de certa forma treinados a aceitar a impermanência da vida. Claro que é uma experiência dura e que não é recomendada para toda a gente: estamos a sujeitar-nos a condições bastante duras e contranaturas, e, portanto, deveremos ter já alguma estrutura emocional antes de nos sujeitarmos a esta experiência. O retiro não é recomendado para pessoas que estejam a passar por depressões ou por momentos difíceis na vida, pois o silêncio e a introspeção podem agravar as suas condições. Contudo, é uma experiência de vida única que nos enriquece em todos os sentidos, pois por muitos que por vezes nos custe aceitar quem somos ou o que queremos, a verdade é que, aqui durante 10 dias, vamos ser nós próprios, sem máscaras nem filtros. E num mundo onde cada vez mais nos falta tempo para pousarmos a cabeça e nos analisarmos, poder ingressar num retiro destes é um privilégio. Esta experiência tem suscitado cada vez mais interesse e são já alguns os famosos que se desafiaram. Tal como disse Jack Dorsey, CEO da twitter, “Estive 10 dias em meditação silenciosa. Uau, que recomeço! Afortunado e grato por me ter dado tempo para isso.” Os cursos são totalmente gratuitos, sendo possível fazer um donativo no final, se assim pretenderem. No site oficial estão descritos todos os centros de meditação existentes em todo o mundo bem como os próximos cursos a serem lecionados. Artigo escrito por: Patrícia Carvalho

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O que fazer em Nova Deli em 2 dias?

O que fazer em Nova Deli em 2 dias?

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Nova Deli é para muitos viajantes a porta de entrada na Índia. Mal sais do aeroporto percebes que chegaste a outro mundo. Bem-vindo à Índia, bem-vindo a Nova Deli. É uma cidade caótica com bastantes atrações turísticas que não vais querer perder. Neste artigo queremos dar-te um pouco de informação sobre a famosa capital da Índia assim como o que ver e fazer. Faz a mochila e mergulha na cultura indiana. Nova Deli é um bom ponto de partida. Não te esqueças de antes fazer o teu seguro de viagem online que é importante seja qual for o destino! Quem visita a Índia sempre diz que não há dias iguais naquele país. Tudo acontece e tudo é possível. Sendo uma das cidades mais populosas do mundo, com 27 milhões de pessoas, pode ser um choque ao início, mas no fim terás muitas memórias e histórias para contar! Nova Deli tem uma rede de transportes públicos boa, que chegam a qualquer parte da cidade e às atrações turísticas. Sendo a capital do país, esta vai ser uma cidade de contrastes, de cores, idiomas, formas de vestir que te vão fascinar, de uma cultura intensa e de uma mistura de arquitetura que te fará recuar no tempo. Prepara-te também para o trânsito caótico, para as multidões de gente, para a poluição e para a curiosidade das pessoas. Vais sentir que estão mil coisas a acontecer ao mesmo tempo, mas no fim vai ser divertido e será sem dúvida uma aventura que não vais esquecer. Sítios a visitar em Nova Deli Templo de Lótus Um dos templos mais bonitos que vais visitar na tua vida. Como o nome indica, este templo tem forma de lótus e é todo construído em mármore branco que lhe dá uma beleza inigualável. Rodeado de pequenas piscinas e jardins bem cuidados, este templo vai ser um dos pontos altos da tua visita pela cidade. Todas as pessoas são bem-vindas a este templo, independentemente da raça, religião, cor e nacionalidade. Uma vez que entras dentro do templo, vais sentir uma paz e tranquilidade enorme, nem parece que estás na Índia! Recomendamos que vás de manhã bem cedo para evitar as confusões e filas gigantes no controlo de segurança. Forte vermelho e Velha Deli Considerado património da humanidade da UNESCO, o forte vermelho é uma construção de 1638 com a intenção de ser a residência de os imperadores Mongóis daquela época. Está localizado na parte de Old Delhi, considerada a parte mais caótica, suja e intensa da cidade. Mesmo que não gostes de confusão é quase obrigatório visitar este forte e a zona antiga da cidade e deixar-te levar pelos cheiros da comida de rua, dos sorrisos dos vendedores e pela devoção das pessoas à sua religião. Tumba de Humayun Assim com o Taj Mahal, este monumento também foi construído para guardar uma tumba. Construído em 1565 para o rei guardar o corpo da sua falecida amada. Tem uma construção bonita, estilo mongol e é acessível de metro, autocarro ou táxi / tuk-tuk. Porta da Índia – Índia Gate Este monumento foi construído para homenagear os soldados indianos que perderam a vida ao longo das várias guerras que este país esteve envolvido. É também conhecido como arco de triunfo da cidade. Não é possível subir ao monumento nem passar por baixo do mesmo pois está escoltado por guardas. Tem inscrito no monumento o nome dos 85 000 soldados que perderam a vida a lutar pelo país. Ao estar no coração da cidade, recomendamos que visites durante o final de tarde pois é quando muitas famílias se juntam neste parque para conviver com os amigos e fazer picnics. Uma boa oportunidade para ver e interagir com pessoas locais e saber um pouco mais da sua cultura. Sri Bangla Sahib Gurdwara Este é um dos templos da religião Sique mais importantes e maiores do mundo. É dos templos mais bonitos de Deli e como em todos os templos Sique, tem um lago grande onde tens que lavar os pés e mãos antes de entrar no templo. Uma curiosidade deste templo é que oferece refeições grátis a qualquer visitante independentemente da religião, raça ou cor. A câmbio podes ajudar na confeção da comida ou limpeza do espaço. Uma experiência diferente que podes viver, porque não? Swaminarayan Akshardham Temple Considerado dos maiores templos Hindus do mundo é uma excelente opção para visitares e entender um pouco melhor a religião hindu, descobrir as lendas e deuses que fazem esta religião um pouco complexa e extensa, mas fascinante. Podes relaxar um pouco pelos seus jardins e ver a devoção das pessoas nas suas rezas e doações aos deuses. Birla Mandir Este é outro dos muitos templos da cidade. Com uma arquitetura fascinante e colorida, é um local onde os peregrinos vão rezar ao Deus Vishnu, um dos mais importantes para a sua religião. A entrada é gratuita, mas se quiseres podes deixar uma doação. Infelizmente não é permitido tirar fotografias, mas sem dúvida que vale a pena uma visita. Agrasen Ki Baoli Um dos lugares perfeitos para os amantes da fotografia e arquitetura. Era um antigo reservatório de água como tantos na Índia. Este é conhecido pelas muitos lendas que lá existem e pelo seu ambiente misterioso. Jama Masjid É a maior mesquita da Índia e tem capacidade para 25000 fiéis. Como fica perto do forte vermelho e da velha Deli, podes combinar a visita no mesmo dia. A entrada é gratuita, apenas pagas para subir à torre. Para uma vista incrível da cidade podes subir a uma das suas torres e ver a imensa cidade de Deli e os seus 27 milhões de pessoas! É incrível ver como numa cidade caótica e com milhões de pessoas, diferentes castas, religiões e culturas vivem em harmonia respeitando as diferenças e crenças uns dos outros! Espero que te tenha convencido a deixar esse receio de lado e visitar Nova Deli. Viaja em segurança e faz o teu seguro de viagem online. Artigo escrito por: The Globetrotter Duo

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Top 10 a visitar em Macau

Top 10 a visitar em Macau

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Hoje queremos levar-te para uma Região Administrativa da China onde o português é a língua oficial!. Se pensaste em Macau estás de parabéns, acertaste! No entanto, certamente que antes de pensar em viajar para o outro lado do mundo, deverás contratar um seguro de viagem à tua medida e a IATI Seguros é a opção mais acertada. Assim, para viagens com destino ao sudoeste asiático nós recomendamos o IATI Standard! Agora que o seguro de viagem está decidido, vamos dedicar-nos ao Top 10 a visitar em Macau, sendo que a ordenação que indicamos é meramente indicativa. 10 sítios que deves visitar em Macau Casino Grand Lisboa Macau é conhecido como o local onde os sonhos se realizam e a existência de vários locais de jogo proibidos noutras regiões da China ajuda nessa reputação. Ao lado de outros casinos, o edifício do Casino Grand Lisboa é inconfundível. Na verdade, o Grand Lisboa além de albergar um casino, também é um hotel e SPA e é bem visível a partir de diferentes pontos da região. The Venetian O The Venetian é um mega edifício. Inclui um casino, hotel e centro comercial. Aliás, o centro comercial é bastante procurado porque tem uma característica peculiar: é uma reprodução das ruas de Veneza. No centro comercial irás ter a sensação de que estás naquela cidade italiana pois os canais e a fachada dos edifícios são bastante semelhante ao original. Curiosamente, um dos aspetos peculiares deste cenário é o aspeto do céu, que parecendo real faz com que esteja sempre bom tempo nesta Veneza asiática. Uma excelente notícia para quem deseja fazer um passeio de gôndola nos canais, ao som e ritmo dos gondoleiros e onde nunca chove. Cotai Stip Esta foi a resposta macaense à Las Vegas Strip! Uma avenida repleta de lojas e boutiques de marcas luxuosas, centros comerciais, casinos e até uma réplica da Torre Eiffel de Paris. A energia desta avenida é acelerada, vibrante e está sempre em constante movimento. Tem atenção para não ficares com vertigens nem arruinares as tuas finanças. Ruínas de São Paulo A fachada das Ruínas de São Paulo tornou-se um ícone de Macau. A grande escadaria que encaminha os visitantes até este ex-libris macaense é um popular sítio para selfies. A fachada construída em granito tem interesse histórico e arquitectónico uma vez que combina símbolos ocidentais cristãos (a representação da Santíssima Trindade, vários santos, a Virgem Maria e o Menino Jesus) com inscrições religiosas em chinês, leões chineses e crisântemos japoneses. De realçar que no meio desta amálgama de símbolos se destaca a presença de uma caravela portuguesa. Porta d’Armas da Fortaleza Este local está localizado muito perto das Ruínas de São Paulo e tem uma vista privilegiada sobre Macau. Tem em consideração que é um sítio elevado cujo acesso é pedonal, o que pode ser um bocadinho cansativo chegar até lá cima. No entanto, no final serás recompensado com uma paisagem magnífica e poderás tirar algumas fotografias aos canhões de origem portuguesa ali existentes e que parecem estar apontados a alguns prédios. Largo do Senado O Largo do Senado é o ponto de encontro por excelência. É habitual fazerem-se aqui atuações artísticas e é uma zona bastante tradicional. Macau Tower Convention & Entertainment Centre Também conhecida como Torre de Macau para simplificar, eleva-se a 338 metros do chão. Podes perfeitamente passar um dia inteiro aqui. Além de restaurantes, a Torre de Macau tem um Observation Deck, um Walking Tour e até um Sky Jump. Tens coragem para saltar de uma altitude de 338 metros? A Ma Temple Um templo chinês dedicado à deusa do mar Mazu. É o mais antigo templo em Macau e foi onde os portugueses atracaram quando chegaram a terras macaenses. Está localizado em São Lourenço, e faz parte da UNESCO World Heritage Site. Lord Stow’s Bakery (a original) Os pastéis de nata que se encontram no sudeste asiático tiveram a sua origem na pequena localidade de Coloane, depois de o Lord Stow, um inglês, ter provado os pastéis de Belém em Lisboa. Sabemos que a receita original dos pastéis de Belém está bem guardada mas o Lord Stow replicou a receita que foi um êxito estrondoso e os “Egg Tart” tornaram-se populares um pouco por toda a Ásia. Grand Emperor Hotel Casino Mais um edifício de dimensões faraónicas, que inclui um casino e um hotel. O Grand Emperor Hotel Casino merece estar nesta lista por duas razões: primeiro porque à entrada do hotel vais poder encontrar dois guardas vestidos com trajes semelhantes aos que encontramos em Londres e, segundo, porque no chão do átrio do hotel estão embutidas várias barras de ouro. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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7 lugares a não perder em Pequim

7 lugares a não perder em Pequim

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Desde o tempo de capital fortificada até à moderna cidade transformada em apenas 1 século, Pequim tem uma história de 3 milénios que não te vai passar ao lado quando planeares a visita a esta enorme cidade na China. Descobre os palácios, o olhar do presidente Mao na praça principal, a arte, a saborosa comida chinesa e muito mais neste artigo da IATI. Parte para o oriente certo de que levas na tua bagagem o melhor seguro de viagens, o IATI Estrela, que te oferece uma alta cobertura de despesas médicas,de bagagem e de cancelamento. Podes contratar este seguro quando já estiveres na China, só tens de cumprir as 72h de período de carência em que não o podes utilizar. Lugares a não perder em Pequim Agora que já tens o principal, falta-te saber quais são as 7 atrações imperdíveis da capital chinesa. A cidade Proibida Só o nome já faz aguçar o apetite não é? Rodeada por 3,5 km de muralhas vermelhas no coração de Pequim, a Cidade Proibida, património da Unesco, é a maior e mais bem preservada coleção de edifícios antigos da China. E o maior complexo palaciano do Mundo! Este espaço gigante espaço era composto por 900 edifícios e nele viveram duas dinastias de governo imperial, milhares de eunucos, servos e concubinas até ao ano de 1911 quando a República derrubou o último imperador Qing. Praça Tiananmen – Praça da Paz Celestial Já terminaste a visita à Cidade Proibida, mas deixa-te ficar na área, esta praça tem uma atmosfera que não te vai deixar indiferente. Rodeada por prédios de estilo soviético triunfalistas dos anos 50, a maior praça pública do mundo (440.000 metros quadrados) é uma imensa planície de pedra pavimentada no coração de Pequim. Os madrugadores podem assistir à cerimónia diária de hastear das bandeiras ao nascer do sol, realizada por uma tropa de soldados a marchar a precisamente 108 passos por minuto, 75cm por ritmo. Os soldados emergem através do Portão da Paz Celestial. Ao pôr-do-sol também podes assistir, mas desta vez com muito mais afluência de pessoas. A praça é monitorizada por câmaras e patrulhada por polícia fardada e à paisana. Nos pontos de acesso vais encontrar verificações de segurança. Uma atmosfera tangível de restrição e autoridade reina por lá. Isto tudo isto e mais a ausência de qualquer lugar para te sentares, significa que a praça não é um lugar para relaxar, mas é sem dúvida um lugar a não perder. Templo Lama Este templo é uma atração budista de Pequim. Se só tiveres tempo para um templo (o Templo do Céu não é um templo) vai ver este, onde telhados fascinantes, pinturas fabulosas, arcos decorativos, tapeçarias, carpintaria de pormenor, rodas de oração tibetanas, estátuas tântricas e um soberbo par de leões chineses se misturam com densas nuvens de incenso. O Templo do Céu Trata-se de um tranquilo oásis de paz e design confucionista circular, numa das paisagens urbanas mais movimentadas da China. Com 267 hectares, é absolutamente único. Originalmente serviu como palco para rituais solenes realizados pelo imperador da época (conhecido como o Filho do Céu), que orou aqui por boas colheitas e procurou a autorização divina. É um altar em vez de um templo, por isso não vais encontrar incenso a queimar ou adoradores espalhados pelo chão. O Palácio de Verão – Yiheyuan Este palácio era o fresco lugar para onde os imperadores fugiam do torpor sufocante de verão da velha cidade imperial. Com o seu enorme lago e vistas da colina, oferece uma fuga campestre para as paisagens da pintura tradicional chinesa. Merece a visita de um dia inteiro, embora uma manhã ou tarde (em ritmo acelerado) a explorar os templos, jardins, pavilhões e pontes seja suficiente. Distrito da Arte 798 Espalhado por uma área de fábricas abandonadas da Era Mao, o 798 Art District, é a principal concentração de galerias de arte contemporâneas, livrarias de arte e cafés de Pequim. O lugar ganhou fama no final da década de 1990, com seus antigos ateliers em fábrica de estilo Bauhaus, ideais para instalações de arte ambiciosas. O complexo industrial celebra as suas raízes proletárias no auge comunista dos anos 50, através dos slogans vermelhos maoístas retocados que decoram as paredes das galerias e as estátuas de trabalhadores corpulentos e de queixo pontiagudo pelas ruas. Mercado de Donghuamen Existem cerca de 10 mercados em Pequim, mas para saborear comida típica, sugerimos o de Donghuamen que a partir das 16 horas já está a funcionar. Em Pequim, chī le ma? (já comeu?) é literalmente como os habitantes locais cumprimentam os seus vizinhos. A comida é a moeda social da cidade, que liga toda a gente, independentemente de suas crenças ou conta bancária. Quer estejas a beber uma tigela de noodles, ou a enrolar mais uma panqueca de pato à Pequim, estás em boa companhia. Numa panela de dar água na boca, Pequim hospeda cozinhas regionais exóticas de toda a China. Dica IATI: Queres ver uma seção menos turística da Grande Muralha? Viaja para Mutianyu, a 70km da cidade. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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Viajar com crianças para a Ásia, conselhos práticos

Viajar com crianças para a Ásia, conselhos práticos

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Sonhas em viajar com crianças pela Ásia mas não sabes por onde começar? Queres saber quais são os melhores destinos para viajares com a tua família? Estás preocupado com o tempo e com a comida, ou em não saber o que colocar na mochila? É o teu dia de sorte! Viajar com crianças para a Ásia pode parecer uma loucura, mas asseguramos-te que não o é. É muito mais fácil do que se pensa. Hoje aqui na IATI, especialistas em seguros de viagem para famílias, trazemos-te uma lista com dicas úteis para fazeres voar os teus medos e encorajar-te a fazeres essa viagem de sonho com quem mais ama. Neste artigo encontrarás toda a informação prática necessária para organizar a tua primeira viagem de família ao continente asiático. Melhores destinos para viajar com crianças pela Ásia. Que países escolher? É a tua primeira viagem com crianças à Ásia e não sabes que destino escolher. Trazemos-te uma lista dos 4 destinos mais recomendados para iniciares a tua viagem familiar pelo continente asiático. Singapura Singapura destaca-se dos seus vizinhos por ter uma higiene impecável e por ser o país menos asiático que parece ser. Vais pensar que não estás na Ásia, garantimos-te. É uma cidade com uma arquitectura ultramoderna que te vai surpreender. Edifícios futuristas como o hotel Marina Bay Sands e os Jardins junto à Baía contrastam com bairros tradicionais como Little India, Chinatown ou o Bairro Árabe. É um país muito seguro que acolhe muito bem as crianças e é relativamente fácil de andar com um carrinho de bebé nas suas ruas. O metro funciona perfeitamente e movimentar-se pela cidade é muito fácil. Em Singapura encontrará parques infantis super fixes e grandes áreas verdes onde os mais pequenos podem correr e brincar durante horas – é um país ideal para começar a viajar com crianças pela Ásia! Malásia A Malásia tem tudo o que precisas para fazer das tuas férias em família uma experiência inesquecível. Na Malásia encontrarás modernidade, tradição, arte de rua, história, selva, ilhas paradisíacas, e a mais variada gastronomia de todo o Sudeste Asiático. A fusão entre a cozinha malaia, chinesa e indiana resulta numa gastronomia muito diversificada. Na Malásia, as crianças não terão tempo para se aborrecerem, garantimos-te. Há actividades para todas as idades. Encontrarás museus educativos onde poderás aprender experimentando ciência, parques aquáticos, parques infantis… Estás à procura de um destino ideal para o turismo familiar e uma óptima opção para viajar com crianças na Ásia?. Nas ilhas malaias, os mais pequenos da família irão desfrutar de snorkelling enquanto observam todo o tipo de animais marinhos. Gostaria de ver orangotangos e macacos de nariz grande na natureza? Então não hesite em incluir o Bornéu na sua próxima viagem familiar à Malásia. Bali, Indonésia A mundialmente famosa ilha de Bali tem muito a oferecer às famílias que viajam com crianças na Ásia. Se não te apetece viajar para longe e sonhas com passar as férias na piscina privada de uma villa de sonho… Não hesite! Bali é o seu local de férias. Encontrarás templos, macacos, danças tradicionais, cascatas, terraços de arroz, naufrágios e muito mais. Bali pode não ter as melhores praias da Ásia, mas os pequenos em casa poderão começar no mundo do surf e os planos para desfrutar com a família não faltarão. Tailândia Se te pedirmos para pensares num destino ideal para viajar com crianças para a Ásia… Já deve ter pensado na Tailândia! A Tailândia é considerada por muitos como o país ideal para viajar para o Sudeste Asiático com crianças pela primeira vez. E eles têm boas razões para o fazer. É um país muito seguro e um paraíso para o turismo familiar. A cidade de Banguecoque oferece planos infinitos para fazer com que as crianças se divirtam muito. Há muita vida para além dos templos e da Khao San Road (a famosa rua dos mochileiros cheia de bares, agências turísticas e festas sem fim). Encontrará parques aquáticos, museus temáticos, parques infantis, grandes áreas verdes… E não se esqueça de incluir uma ilha na Tailândia na sua viagem… Sabia que uma ilha neste país maravilhoso à qual chama as Maldivas da Tailândia? Chama-se Koh Lipe e apaixonar-te-ás por ele assim que lá puseres os pés. Bagagem para viajar com crianças para a Ásia Viaja leve. É o melhor conselho que te podemos dar quando viajares com crianças pela Ásia. Não transportes as fraldas durante toda a viagem. Na Ásia pode-se comprar fraldas, leite em pó e tudo o que é preciso para os mais pequenos da família. Menos bagagem equivale a mais liberdade e a menos tempo a fazer e desfazer as malas. Leva roupa confortável, roupa sobresselente para as crianças sempre na tua bagagem de mão, e algo para o Inverno, mesmo que viajes no Verão. Os aparelhos de ar condicionado nos aviões, nos transportes públicos e nos centros comerciais podem pregar-te partidas. Se te faltar alguma coisa, podes sempre comprá-la durante a viagem. Alimentação O continente asiático é constituído por 48 países e cada um deles tem a sua própria cozinha. A cozinha asiática destaca-se como uma das mais variadas do mundo. O arroz está presente na maior parte dos seus pratos. Os vegetais desempenham um papel de liderança e o consumo de peixe é muito mais elevado do que o consumo de carne. Não será difícil encontrar pratos que agradem a toda a família, incluindo os mais pequenos. Se não gostas de comida picante, deve repetir como um mantra “Nada de picante, por favor”. Não deves perder a experiência de degustar comida de rua. Contudo, se o que encontrares for demasiado exótico, ficarás surpreendido com o número de restaurantes onde encontrarás comida ocidental, tornando mais fácil a experiência de viajar com crianças na Ásia. Clima na Ásia Estás mortinho por viajar para a Ásia, mas estás preocupado com o tempo ou tens medo das temidas monções. Não te preocupes com isso. Tem em mente que a Ásia é o maior continente da Terra. Por conseguinte, o seu clima é muito variado. Quando chove numa parte da Ásia, é a estação seca na outra. Mesmo dentro do mesmo país, pode haver uma estação seca e uma estação chuvosa ao mesmo tempo. Mas não te preocupes muito. Nunca chove para sempre. As chuvas das monções são normalmente intermitentes e são acompanhadas de muitos momentos de sol. Não te esqueças de incluir algo na sua bagagem para te proteger do sol forte, especialmente para os mais pequenos da família. Cuidados de saúde Os países que te recomendamos têm cuidados de saúde e hospitais de primeira classe. Não precisarás de levar um enorme kit de primeiros socorros. Basta levares o que é necessário. Encontrarás farmácias onde comprar tudo o que precisares. Uma das chaves para viajar com paz de espírito é fazer um seguro de viagem específico para as famílias. Só terás de te preocupar em desfrutar da experiência e daqueles de quem mais gostas. Para uma experiência como esta, a Família IATI é a tua melhor aliada. Não só pelos 300.000 euros de cobertura médica, mas porque tem uma cobertura extra centrada em viagens familiares, tal como o contacto directo com pediatras. Contrata já o teu seguro IATI Família e viaja com a máxima segurança para ti e para aqueles de quem mais gostas! Artigo traduzido por: Susana Almeida

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Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático

Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático

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Viajar a longo prazo sempre foi o desejo de muitos sonhadores e visto por outros tantos como algo impossível. O que é certo é que, seja pela facilidade em percorrer longas distâncias hoje em dia ou pelo desejo de aproveitar o dia a dia da geração atual, há cada vez mais pessoas a fazê-lo. O Sudeste Asiático, pela sua riqueza cultural, pela hospitalidade do povo, pela segurança e pelo baixo custo de vida é um dos destinos mais procurados para quem decide fazer uma viagem deste estilo. Sabias que na Iati temos seguros de viagem para mochileiros que querem entrar nestas aventuras? Este roteiro é apenas uma das mil e uma possibilidades para a tua viagem, os destinos e tempo que dedicas em cada lugar depende sempre de pessoa para pessoa, dos teus gostos e também de algumas condições externas como a chuva ou eventos esporádicos locais. Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático Antes de começares a tua viagem pelo Sudeste Asiático, não te esqueças de verificar quais as vacinas obrigatórias e recomendadas para os diferentes países. 21 dias no Vietname: o que ver Ho Chi Minh City – É uma ótima cidade para começares a tua viagem pelo Sudeste Asiático. Tal como o próprio país, Ho Chi Minh tem imensas coisas para ver e fazer. Desde museus e monumentos, a mercados de rua passando por uma rua só de bares e karaoke. 3 a 4 dias são suficientes para explorares a cidade com calma. Nha Trang – É um bom sítio para parar a meio da viagem para o norte do Vietname, um bom sítio para ficar não mais do que um dia e desfrutar da praia. Hội An – A cidade antiga ou cidade das lanternas como é conhecida, com influências japonesas, chinesas e coloniais visíveis, é um lugar para nos perdermos caminhando pelas suas lindas ruas amarelas. Três dias. Hue – Para quem gosta de filmes e das histórias de samurais guerreiros, devem dedicar pelo menos um dia para visitar e explorar as muralhas da cidade imperial. Parque Nacional Phong Nha – Para os amantes de montanhas, do verde, das grutas e da vida no interior, este parque nacional guarda muitos segredos e deves dedicar pelo menos dois dias para explorar a zona. Os tours de grupos para as grutas e os desportos radicais são recomendados. Hạ Long Bay –Se existem sítios no mundo que não deveríamos morrer sem ver, este é, certamente um deles. As pedras de calcário gigantes cobertas de vegetação que se erguem no oceano enchem os olhos e a alma a qualquer um. É como visitar um planeta paralelo, um sonho na terra dos gigantes, tal é a imponência das montanhas. Dois dias para conhecer este paraíso e fazer um cruzeiro pela baía. Hanoi –A capital frenética do Vietname, uma cidade cheia de vida, histórias, cheiros, sabores e memórias, a não perder numa visita ao Vietname. A comida de rua vai ser sempre a melhor opção aqui. Tal como en Ho Chi Minh, 3 a 4 dias é o suficiente Sa Pả –Antes de saires do país rei da comida de rua, Sapa é um lugar místico no alto das montanhas, muito perto da China, que deves visitar. O ideal é guardar 3 dias sendo que dois deles serão passados na montanha com uma guia das tribos locais. Uma experiência de vida entre florestas de bambu, riachos, campos de arroz, aldeias perdidas, patos, cães, galinhas e búfalos. 18 dias no Laos: o que ver Muang Xai –O primeiro contacto com Laos vai apaixonar qualquer um. Acabaste de chegar ao país verde, de aldeias sem fim, poucas cidades e maioritariamente rural. Aqui vais aprender que não é preciso muito para ser feliz e que a natureza pode ser a resposta para muita coisa. Um a dois dias são suficientes e se queres ter uma experiência única, recomenda-se a viagem de barco até à próxima aldeia. Nong Khiaw –Se chegaste de barco, pudeste ver a beleza das montanhas de calcário cobertas de vegetação que acompanharam o caminho. Aqui podes descansar, aproveitar a paisagem e absorver o poder da natureza. Esta aldeia é um canto especial do mundo e se a queres ver do alto, sobe a um dos miradouro da aldeia. Três dias. Luang Prabang –Das cidades mais conhecidas do país e muito devido às suas cascatas turquesa. Aqui podes encontrar um misto de edifícios coloniais e templos budistas e aproveitar para ir ao mercado. Três dias. Vang Vieng –Em outros tempos um destinos de viagem de finalistas de estudantes australianos, é agora um lugar mais tranquilo que merece a visita pelas lagoas que o rodeiam. Três dias. Vientiane – Um dia será suficiente para ver a capital de Laos e um ótimo ponto de partida para o sul do país. Pakse –A cidade pode não ter mil coisas para ver mas é daqui que poded fazer uma das rotas de cascatas mais conhecidas. Basta escolher as que mais gostares e explorar o maravilhoso interior do país. Três dias. 4000 Islands – Não são ilhas paradisíacas, mas o misto de vida do campo com o dia a dia de uma ilha traz uma magia especial a este arquipélago fluvial. Três dias. 13 dias no Cambodja: o que ver Siem Reap –Casa do Angkor Wat, o maior complexo religioso do mundo, é também um bom lugar para explorar o Camboja pela primeira vez e perder-se nos mercados de rua. Dois dias para o Angkor Wat mais um para a aldeia flutuante e para conhecer os projetos de turismo responsavel. Phnom Pehn –A capital do Camboja que foi território do império Khmer e dos colonialistas franceses é um misto de culturas e edifícios que vale a pena explorar em um ou dois dias. Koh Rong –Para quem espera um cenário de filme estilo Lagoa Azul, com areia branco e águas azuis turquesa, esta ilha não pode faltar. Quatro dias para relaxar. Kampot –Para os que procuram um pouco de tranquilidade no campo e muito bom ambiente. Natureza e paz pairam no ar por aqui. Três dias. 10 dias na Malásia: o que ver Kuala Lumpur –Uma cidade multicultural onde diferentes culturas e religiões convivem diariamente em harmonia. Na mesma rua é possível encontrar uma igreja, uma mesquita, um templo hindu e outro chinês. Como não amar? Quatro dias. Cameron Highlands – Para quem gosta de chá e também para quem não gosta, as infindáveis plantações de chá são paragem obrigatória com o seu ponto mais alto a chegar aos 2000 metros de altura. Não te esqueças do casaco! Dois dias. Georgetown, Penang –Uma cidade com edifícios franceses e muitos templos chineses, um misto de sensações e muita, muita comida de rua e arte urbana. Quatro dias. 30 dias na Indonésia: o que ver Java – A Indonésia é gigante e Java por si só é a casa de mais de metade da população nacional. Assim sendo para que possas desfrutar verdadeiramente dos lugares e terminar a viagem num ritmo mais calmo, 15 dias são ótimos para conhecer esta ilha. Bali –Bali é mundialmente conhecido e muitos já desaconselham a visita à ilha dos deuses, contudo garantimos que não te vais arrepender de parar aqui por 15 dias. O truque é evitar zonas com multidões, cadeias e superfícies comerciais que não pareça locais. O interior ainda é muito pouco explorado e vais ficar surpreendido com tudo o que há por descobrir. 10 dias nas Filipinas: o que ver Puerto Princesa, Palawan –A maior cidade do arquipélago de Palawan é um bom ponto de partida para as Filipinas. Podes optar por uma viagem de barco às praias mais perto ou uma visita ao rio subterrâneo. Dois dias. El Nido, Palawan – Pelos menos quatro dias, sendo que um é dedicado a explorar a ilha de mota e os outros dois a fazer tours de barco para conhecer parte das 45 ilhas de areia branca e águas transparentes. A vida no mar vai ganhar outro sentido depois desta viagem. Bohol Island, Bohol –Para terminar a viagem em grande nada melhor que Bohol, uma ilha que tem natureza, campos de arroz, praias lindíssimas e paisagens verdes inesquecíveis. Aproveita para descansar e recarregar baterias, afinal de contas, viajar também cansa. Autora: Janete Silva, Flearound

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Roteiro de 10 dias no Vietname

Roteiro de 10 dias no Vietname

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O Vietname tem-se tornado nos últimos tempos um dos destinos mais badalados do Sudeste Asiático. E é fácil de perceber porque já que este país tem paisagens deslumbrantes e um custo de vida ainda bastante acessível. Além disso, é relativamente fácil e barato voar até à capital, Hanói. Todos estes fatores têm impulsionado largamente o turismo no Vietname nos últimos anos. Neste sentido, apresentamos-te um roteiro de 10 dias no Vietname onde não vão faltar paisagens de cortar a respiração, cidades tipicamente asiáticas e gastronomia deliciosa. Mas antes de mais, não te esqueças de fazer o seu seguro internacional de viagem para que possas viajar com a máxima segurança. O Vietname é um país enorme onde facilmente perdemos um mês a explorar cada recanto. Deste modo, apresentamos também algumas paragens opcionais, que poderão ser trocadas por outras, caso prefiras paisagens e ambientes naturais. Roteiro de 10 dias no Vietname Hanói – 2 dias Hanói é não só a capital do Vietname, mas é também uma grande cidade tipicamente asiática. Espera-te um trânsito caótico, centenas de motas a buzinar a todo o tempo e milhares de bancas de rua. Bem-vindo à Ásia! Em Hanói delicia-te pelas ruas do Old Quarter, absorve os cheiros e a cores, com paragem obrigatória na tão famosa train street. Nas bancas de rua não deixes de experimentar o famoso Bún Cha, uma sopa de noodles com carne e muitos, muitos coentros. Outras atrações incluem o Musoléu de Ho Chi Minh, onde está o corpo do famoso líder comunista, o lago Hoan Kiem e também o Museu de Ho Chi Minh. Halong Bay – 1 dia Halong Bay é, sem dúvida, um dos cartões postais do Vietname e um dos locais que mais atrai os turistas. Para lá chegares poderás recorrer a um tour desde Hanói. Há vários tipos de tours que vão desde um dia, a dois ou três, com alojamento em barco cruzeiro. Os preços começam a partir dos 30 USD. Durante a tua estadia em Halong Bay, além de poderes ver paisagens incríveis, poderás também fazer kayak, dar um mergulho nas suas águas cristalinas e também visitar uma das muitas aldeias flutuantes que aqui vivem. Outra opção é fazer um cruzeiro pela Halong Bay. Ninh Binh – 2 dias É em Ninh Binh que encontrarás as magnificas montanhas verdes do Vietname por entre campos de arroz que, durante a época das chuvas, refletem em si as montanhas. É impossível explorar esta zona sem estares constantemente a parar quer para tirar fotografias, quer apenas para vislumbrar a sua beleza. Ninh Binh fica a pouco mais de 1h de Hanói pelo que poderás logo apanhar o primeiro autocarro do dia, de forma a perderes o mínimo de tempo possível. Na verdade, Ninh Binh é uma cidade grande onde facilmente nos sentimos perdidos pelo que o mais aconselhável será pernoitares na vila de Tam Coc, onde existe uma grande rede de hotéis e restaurantes e a partir de onde poderás explorar a natureza envolvente. Nesta zona poderás então fazer um passeio de barco pelos inúmeros canais que serpenteiam as montanhas, os mais famosos são em Trang Na. Há 3 rotas de barco que podes fazer, é só escolher a que preferires. O passeio custa 200 000 VND. Não podes perder também a vista desde a Mua Cave. A subida é cansativa, mas a vista do topo, sob os canais e os campos de arroz é absolutamente imperdível. A entrada custa 100 000 VND. Algo que tens também de fazer em Ninh Binh é alugar uma scooter e perderes-te pelos campos de arroz. O aluguer ronda os 50 000 VND. Uma outra atração imperdível passa por fazer um passeio de barco pelo birds valley, uma espécie de ilhota que alberga inúmeras aves. O som dos pássaros e da natureza é ensurdecedor. Este passeio custa cerca de 160 000 VND. Da Nang – 1 dia Para um roteiro de 10 dias o melhor será apanhar um avião desde Hanói até Da Nang, para explorares o centro do Vietname. O país é bastante comprido e as ligações de autocarro, embora sejam bem mais baratas, podem levar cerca de 10 a 15h entre o centro e o norte/sul do país. Embora Da Nang tenha praia, não é de todo a melhor praia do sudeste asiático e nem de perto se compara às praias da vizinha Tailândia ou Camboja. Porém, aqui poderá visitar a tão famosa ponte das mãos, Golden Bridge ou Càu Vàng em vietnamita. As suas mãos seguram uma ponte do alto da montanha, a cerca de 1400m de altitude. A entrada custa 700 000 VND. Hói An – 2 dias Hói An é conhecida como a cidade das lanternas e é bem capaz de ser a cidade mais charmosa do Vietname. Sugerimos fazer o percurso entre Da Nang e Hói An de comboio, já que a diferença entre horários e preços para com o autocarro é mínima, e as paisagens divididas entre mar e montanha durante o percurso são fascinantes. Já em Hói An existem algumas atrações como a ponte japonesa, as old houses e alguns pequenos museus. Ainda assim, o ponto alto de Hanói está em passear pelas ruelas do old quarter e deixar-se encantar com a vibe da cidade. Não percas o fenómeno das lanternas à noite no rio. Basta pedires um desejo e lançares a tua lanterna, se esta não afundar e acompanhar a corrente do rio estás com sorte, o teu desejo vai-se realizar. Não podes também perder a famosa sandes Banh Mi no restaurante Banh Mi Phuong. Foi eleita por Anthony Bourdain como a melhor Banh Mi do Vietname e desde então o local recebe dezenas de turistas todos os dias. O Banh Mi é uma simples sandes de frango ou porco com cenoura, pepino e muitas especiarias. Ho Chi Minh – 2 dias Por fim, recomendamos também uma visita à grande cidade de Ho Chi Minh. É provável que fiques admirado com uma cidade tão moderna e cosmopolita, com um tanto até de europeia. Porém, as centenas de motas e o trânsito infernal não te deixarão esquecer que afinal estás na Ásia. A melhor forma para chegar a Ho Chi Minh é,á mais uma vez, voar desde Da Nang. É em Ho chi Minh que se encontram algumas das marcas da guerra do Vietname e o Museu da Guerra é, sem dúvida, algo que não pode faltar no teu roteiro. A entrada custa 40 000 VND. A visita aos túneis de Cu Chi é também imperdível. Aqui poderás não só andar pelos túneis construídos pelos vietcongues, como também perceber todas os truques e as táticas que estes usaram e que lhes permitiu ganhar a famosa guerra contra os Estados Unidos (100 000 VND). Outras das atrações da cidade englobam o Palácio da Independência, a Catedral de Notre Dame, a casa da ópera, o posto dos correios e, por fim, a subida ao Bitexco Financial Tour, de onde poderás ter uma vista panorâmica sobre a cidade. Para quem ainda tiver tempo recomendamos também fazer um tour pelo delta do Mekong, conhecido como a jóia do Sudeste Asiático. As terras férteis do delta levaram ao desenvolvimento de inúmeras aldeias flutuantes e técnicas de pesca impressionantes. Vale a pena ver como a vida se desenvolveu por aqui. Desde o centro da cidade existem vários tours de um dia completo ou mais, sendo que os preços começam nos 500 000 VND. Por fim, oferecemos ainda mais duas paragens opcionais para quem tiver mais tempo ou para quem preferir deixar as grandes cidades de lado e optar por uma viagem de natureza e aventura. Estás a gostar deste roteiro de 10 dias no Vietname? Continua connosco. Sa Pa – 2 dias Sa Pa é uma pequena cidade perdida nas montanhas do Vietname. Em torno desta existem imensas aldeias de tribos Hmmong, originárias do interior da China. É também aqui que se encontram os famosos campos de arroz em escada, um dos cartões postais do Vietname. Por aqui o mais comum é fazer um trekking de dois dias pelas montanhas passando não só pelos campos de arroz como também pelas vilas e aldeias, cada uma com os seus trajes e costumes específicos. Assim que chegares ao centro de Sa Pa verás imensas mulheres vestidas com trajes tipicamente Hmmong, e são elas que se oferecem como guias. O trekking de dois dias custa em volta de 700 000 VND e inclui, além do guia, estadia e alimentação numa das casas destas aldeias Hmmong. Aqui deixamos uma sugestão, se pretenderes marcar com alguma antecedência. É uma experiência cultural absolutamente imperdível. Phong Nha – 2 dias É em Phong Nha que se situam algumas das grutas mais esplendidas incluindo também a gruta mais comprida do mundo descoberta em 2009, com cerca de 6,5 km de comprimento. Mas esta não é a única atração de Phnong Nha. O parque nacional está repleto de grutas majestosas que valem, sem dúvida, a visita. A mais famosa é a Paradise Cave cuja entrada custa 250 000 VND. A Phong Nha Cave vale também muito a pena e fica mesmo junto à rua principal, onde se situam a maioria dos hotéis. Explorar grutas não é a única atração de Phong Nha. Vale também a pena alugar uma scooter e perder-se pelas ruelas que serpenteiam as montanhas, visitar o jardim botânico e o tão famoso Duck Stop. Que te parece este roteiro de 10 dias no Vietname? Autora: Patrícia Carvalho, Girl From Nowhere

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Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali

Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali

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Se estás a pensar em fazer umas férias em Bali, seja na zona de Canggu, Balangan, Kuta ou Nusa Dua, a comida vai sem dúvida ser um momento alto das férias (3 vezes por dia)! As tradições culinárias na ilha mais popular da Indonésia incluem especiarias locais, bem como costumes hindus, e essa combinação diferencia os alimentos balineses de qualquer outra iguaria regional. Mercados, vendedores de frutas, festivais e escolas de culinária alinham-se nas ruas e becos. E só passeares distraidamente pelos passeios, já te abre o apetite. Para além de levares um Seguro de Viagem da IATI na tua mochila, oferecemos-te um conjunto de dicas para “comer e chorar por mais”, nesta linda ilha durante o teu roteiro de 7 dias por Bali. Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali Warung(s) é a primeira palavra em balinês que vais aprender. Tratam-se de pequenos restaurantes de família, com poucos lugares, que oferecem comida típica e caseira feita no momento. A maior parte estão abertos todo o dia, sem horas restritas de almoços ou jantares. Não têm decorações sofisticadas, toalhas de mesa ou conjuntos completos de talheres. São muito mais baratos do que restaurantes. A tua conta aparece, quase sempre, nos números de uma calculadora para facilitar a comunicação e raramente irás ver um recibo. Dependendo do gosto do dono, podem até ser bastante agradáveis e confortáveis. Experimenta uma bebida deliciosa em Badung Market. O principal centro de restaurantes locais de Denpasar, cuja principal atração é a comida de rua autêntica. Puxa um banquinho de plástico do lado de fora de um warung tradicional ou compra um lanchinho na parte de trás da moto de um vendedor ambulante. A melhor época para visitar é de manhã cedo, antes que as grandes multidões e altas temperaturas cheguem. Assiste aos chefs de rua a confecionar pratos de marisco fresco no Jimbaran Fish Market. Um passeio pelo mercado de Jimbaran é de facto uma experiência culinária saborosa, mas é uma experiência cultural para ser saboreada também. Vai ao nascer do sol para observares os pescadores a trazerem o peixe do dia e, depois, é só escolheres as lulas recém-pescadas, lagostas, ostras, e até mesmo colheres de caviar gigantes. Os chefs locais ficarão felizes por preparar a tua refeição. Ou, espera até o pôr do sol, quando estes cozinheiros abrem seus warungs à beira-mar, para desfrutares de uma refeição balinesa tradicional enquanto relaxas na praia de Kedonganan. Come a caminho da praia em Batu Bolong Street, Canggu. Vais sentir-te como se tivesses sido atingido uma avalanche de comida de rua, com um passeio pela rua Batu Bolong. O trecho de 2 km é repleto de warungs locais, restaurantes internacionais e uma seleção abundante de estabelecimentos vegetarianos. Recomendamos começares no fim da rua com um brunch no Warung Dandelion. Caminha em direção ao mar para descobrires outros pratos e podes terminar a tua jornada à beira mar com cervejas e pôr do sol. Se acertares num sábado, ainda tens o famoso Canggu Market, para fazeres umas compras. Faz um lanche ao pôr do sol no Sanur Market, Sindhu Beach. De dia, o Sindu Market é conhecido como o local para comprar os melhores (e mais baratos) produtos frescos da região, mas à noite, os chefs de rua ligam os seus grelhadores e woks para transformar a área no país das maravilhas das iguarias típicas. Localizada a poucos passos da Praia de Sindhu e da Praia de Sanur, a zona de resorts mais antiga da ilha oferece uma extraordinária seleção de comida de rua, incluindo borrego e espetadas de frango, marisco grelhado, sobremesas tradicionais e muito caril. Experimenta gelado de Durião. O sabor do durião é difícil de explicar, e difícil comer devido ao intenso cheiro. Os asiáticos dizem que tens de comer três vezes antes de gostar. A fruta fedorenta foi banida dos aeroportos e de muitos edifícios públicos, mas mesmo assim, provar o durião enquanto na Indonésia é uma aventura, e experimentá-lo em gelados pode ser a maneira mais agradável! Faz uma pausa para almoço extra longo na Seminyak Eat Street. Andar a pé é a melhor maneira de enfrentar esse movimentado labirinto de 2Km. Seminyak Eat Street começa no restaurante Corner House e leva-te diretamente para a Praia Petitenget. Ao longo do caminho, entra em restaurantes aconchegantes e passa pela feira da ladra na Praça Kayu Aya para carregares de lanches e lembranças. Com sorte chegas à praia antes do sol se pôr. Bali é um destino esplêndido para comida. A culinária local, seja verdadeiramente balinesa ou influenciada pelo resto da Indonésia e da Ásia, é inspirada na abundância de comidas locais e é rica em temperos e sabores. Bons Passeios! Autora: Samanta Duarte, Onde andam os Duarte?

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O que fazer e visitar em Jaipur?

O que fazer e visitar em Jaipur?

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Jaipur é sem dúvida das cidades mais bonitas da província do Rajastão e vamos arriscar dizer que é também das mais bonitas de toda a Índia! É a capital do Rajastão e é conhecida por ser a cidade cor-de-rosa. Mal pões o pé no centro histórico vais perceber o motivo por que lhe apelidam dessa maneira. Quer viajes pela Europa, pela Índia ou na América é muito importante o seguro de viagem, não importa o destino, contrata o teu seguro de viagem online e viaja seguro e tranquilo. Neste artigo a IATI juntou as melhores dicas sobre a cidade de Jaipur. Não percas tempo e parte para a aventura. O que fazer e visitar em Jaipur? City Palace – Palácio Real Este não é mais um palácio do Rajastão, é um dos mais bonitos de todo o país!! Dividido em diferentes áreas, este vai ser um dos pontos altos da tua visita em Jaipur. Fecha os olhos e recua no tempo, deixa-te levar para os tempos dos Marajás e das suas 20 mulheres. Começa a visita pelo palácio de boas vindas onde podes ver uma arquitetura fabulosa com algum armamento usado á centenas de anos. Explora também a arte que está guardada no salão de audiências e deixa a melhor parte para o fim, Pitam Niwas e Chandra Mahal. O primeiro é um pequeno complexo com 4 portas majestosamente decoradas cada uma consoante uma estação do ano. Chandra Mahal é lugar onde a família real ainda vive. Pode ser visitada pagando um suplemento adicional na entrada. Museu Albert Hall Museu muito interessante que merece uma visita para saber e entender um pouco da história e cultura da região. Apresenta bastantes objetos, quadros e peças de arte de vários grupos étnicos do passado com os Bhopas, Meenas e Lohars. Hawa Mahal Este edifício é uma imagem de marca da cidade! A sua fachada é magnífica, com imensas janelas e com a cor que domina toda a cidade, o rosa. Este edifico é semelhante a uma colmeia de abelhas, com as suas 953 janelas chamadas como “Jharokhas”. A sua intenção era permitir que as damas da realeza observassem a vida cotidiana e os festivais celebrados na rua, mas sem serem vistas. As rígidas regras de “Purdah”, proibiam-nas de aparecer em público sem o rosto coberto. Jantar Mantar Classificado como património da UNESCO, foi mandado construir pelo Marajá Jai Singh em 1728. É um observatório com bastantes instrumentos que podem estudar o tempo e astronomia. O Jantar Mantar tem também o maior relógio de sol do mundo, que mede 27 metros! Nahargharh fort Este é um dos vários fortes que podes encontrar em Jaipur. É também uma imagem de marca e um dos sítios mais visitados e fotografado pelos turistas. É certo que fica a 20Kms fora da cidade, mas a vista vai compensar a viagem e a subida até ao topo! Jal Mahal O famoso palácio Jal Mahal ou Water Palace, seja talvez dos lugares mais serenos da cidade. Se estás cansado da confusão de Jaipur tira um tempo e visita este palácio construído no Lago Sagar. Fica a 4km da cidade, a caminho do palácio Amber. Palácio Amber e Forte Este palácio tem uma arquitetura curiosa pois é uma mistura de estilo Hindu e islâmica. Sendo um dos maiores palácios de Jaipur pelo seu tamanho, podes contratar um guia para te explicar todas as diferentes áreas do palácio assim como diferentes estilos arquitetónicos, passagens secretas e lendas. Já do lado de fora do palácio tens o seu forte, que em tempos serviu de proteção ao palácio. É um lugar a não perder para desfrutar de um dos melhores por-do-sol que vais ver nesta viagem. Mesmo estando a 11 km de Jaipur não deixes de visitar este palácio. Podes ir de táxi, tuk tuk ou de autocarro local que te deixa em frente ao palácio. Portas e muralhas da cidade A cidade antiga ou zona histórica foi toda edificada dentro de uma muralha com várias portas de entrada. As mais bonitas são a New Gate, Ajmer Gate e a Tripolia Gate. Passeio pela cidade antiga e seus mercados e bazares Um passeio pela zona histórica da cidade é obrigatório! Muitas vezes a melhor opção é de câmara fotográfica na mão, sem destino nem rota apenas deixando-te levar pelos sorrisos, pelos cheiros da comida de rua, pelos mercados que aparecem ao virar da esquina e pelos templos que espalhados pela cidade. Estas são as nossas dicas para a tua próxima aventura indiana pela cidade de Jaipur! Se visitas a India, esta é uma das cidades obrigatórias a incluir no teu roteiro! Nesta cidade respirasse história, cultura e religião. As pessoas são muito hospitaleiras e curiosas em relação aos turistas. Autores: The Globetrotter Duo

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