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O que ver e fazer em Banguecoque

O que ver e fazer em Banguecoque

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Bangcoque é uma cidade de emoções intensas. Quem a visita volta para casa com a certeza de que amou ou detestou a cidade, o meio termo é raro. Neste artigo damos-te várias sugestões sobre o que poderás ver e fazer em Bangkok. Agora só precisas de tratar dos voos, contratar um seguro de viagem, e partir à descoberta desta cidade fascinante! O que fazer em Banguecoque? Enormes e modernos arranha-céus vivem lado a lado com bairros típicos onde costumes e tradições permanecem fortemente enraizados. O trânsito intenso apresenta-se como um caos controlado. A religião, tal como em toda a Tailândia, é um elemento fulcral em Bangkok. Os templos espalham-se por toda a cidade às centenas, sendo paragem obrigatória para quem a visita. E a gastronomia é sem dúvida uma das melhores do mundo. Wat Pra Kaew (Templo do Buda de Esmeralda) Dos 400 templos espalhados por Bangkok, o Wat Pra Kaew é um dos três mais visitados. Um dos seus principais atrativos é o Buda Esmeralda esculpido numa pedra de Jade com 66 cm de altura que ali se encontra. Está localizado numa área de 94 hectares, composta por cerca de 100 edifícios. Podes contratar um guia no interior do recinto, ou alugar um áudio-guia por 200 bahts por duas horas para ficares a perceber melhor a história por trás deste templo majestoso. Wat Pho (Templo do Buda Reclinado) O Wat Pho é o segundo dos três templos budistas mais visitados em Bangkok e um dos maiores e mais antigos também. Uma das suas principais atrações é o famoso Buda reclinado dourado com 15mt de altura e 43mt de comprimento, e pés de 4mt decorados com madrepérola. O templo está localizado mesmo ao lado do Grande Palácio Real. Curiosamente é também o local onde se encontra a primeira escola de Massagem Tailandesa, por isso podes aproveitar para descansares o corpo depois da visita ao templo, com uma massagem tailandesa original. Wat Arun O Wat Arun é o terceiro templo budista mais visitado em Bangkok. O seu nome significa “Templo da Madrugada” e está localizado do outro lado do rio, no lado oposto do Grande Palácio Real e do Wat Pho. O templo é especialmente conhecido pela sua torre em estilo Khmer com 82mt de altura, rodeada por quatro torres mais pequenas decoradas com cerâmica chinesa. Oferece-te um cenário fantástico ao pôr-do-sol, no entanto, a melhor altura para o visitares é de manhã bem cedo para evitares as multidões. Grande Palácio Real Construído em 1782, o Grande Palácio Real foi, durante cerca de 150 anos, a residência oficial da família real da Tailândia. Hoje em dia é uma das principais atrações de Bangkok e o local onde se realizam várias comemorações e cerimónias oficiais. É composto por uma série de outros edifícios onde se inclui o já referido Wat Pra Kaew. É importante que tenhas em atenção que o código de vestuário no Grande Palácio Real é bastante rigoroso. As mulheres não podem entrar de ombros e pernas à mostra, e os homens deverão usar calças compridas e camisas/t-shirts com mangas. No entanto podes alugar à entrada camisas e panos para enrolar à volta das pernas. Mercados flutuantes O Taling Chan Market, o Bang Ku Wiang Market, o Tha Kha, o Damnoen Saduak, o Amphawa Floating Market, o Bang Khu Wiang Floating Market, o Bang Nam Pheung Floating Market e o Khlong Lat Mayom Floating Market são oito mercados flutuantes localizados nas imediações de Bangkok. Uns mais turísticos do que outros, por certo, mas uma visita a qualquer um deles oferece-te uma experiência única. Os mais conhecidos e visitados são o Khlong Lat Mayom, o Damnoen Saduak e o Amphawa. China Town Um ambiente caótico, cheio de cores, luzes, cheiros e sabores deliciosos. É incrível percorrer as suas inúmeras bancas de comida de rua e provar uma iguaria de cada uma delas. Se puderes, tenta visitar a China Town na altura do Ano Novo Chinês (fevereiro) e do Festival Vegetariano (estende-se por 9 dias no início de outubro) para a veres no seu melhor. Passear nos canais do Rio Chao Phraya Esta é uma experiência obrigatória numa visita a Bangkok. Podes comprar um tour ou alugar um long boat privado por algumas horas. Percorrer os canais do rio Chao Phraya é a melhor forma de visitares um outro lado de Bangkok. Passarás algumas horas num ambiente relaxado e pitoresco entre casas de madeira construídas em cima da água, a ocasional vendedora de souvenirs num barco e crianças que brincam nas suas águas. Mercado Chatuchak souvenirs, artesanato, acessórios, comida, roupa e afins. Treina bem a tua capacidade de negociação antes de lá ires! O mercado está aberto às sextas (das 18h às 24h), e sábados e domingos (das 09h às 18h). É aconselhável ires de manhã, altura em que ainda não se encontram lá grandes multidões e te podes movimentar mais facilmente nas suas ruas. Khao San Road A conhecida meca dos mochileiros em Bangkok. Mesmo que não fiques lá alojado, é sempre interessante conheceres este local mítico de Bangkok. São dezenas e dezenas de restaurantes, bares, lojas e hostels numa rua que de tradição tailandesa não tem absolutamente nada. Jim Thompson’s House A casa do famoso empreendedor norte-americano Jim Thompson é uma das atrações mais bonitas de Bangkok. O Jim Thompson mudou-se para a Tailândia após ter sido dispensado do serviço militar em 1946, e dedicou-se durante mais de 30 anos à indústria da seda tailandesa. Era também um ávido colecionador de arte asiática, sendo a sua casa um testemunho incrível dessa sua paixão. Desapareceu misteriosamente na selva malaia em 1967, no pico do seu sucesso. A sua casa é hoje um museu fantástico repleto de fascinantes peças de arte e jardins exóticos, sendo a visita acompanhada por um guia. Sky Bar do Hotel Lebua At State Tower Existem vários Sky Bars em Bangkok, mas o Sky Bar do Hotel Lebua na State Tower é hoje particularmente famoso pelo facto de ter sido cenário de uma das cenas do filme “A Ressaca II”. É o local ideal para usufruíres de uma das melhores vistas sobre Bangkok a 63 pisos de altura, embora fique sempre bastante cheio. Quando lá fores tenta ir um bocadinho mais aperaltado, pois existe código de vestuário. Se chegares antes da abertura do Sky Bar às 18h, podes sempre ir beber um cocktail e ver o pôr-do-sol ao Distil, onde apesar de a vista não ser tão boa como no Sky Bar, encontras menos confusão e um ambiente mais tranquilo. Lumpini Park O Lumpini Park é o maior parque público da cidade e está para Bangkok como o Central Park está para Nova Iorque. É um bom local para fugires por alguns momentos à agitação e caos constante da cidade, onde poderás relaxar num ambiente verde e descontraído. Podes alugar um barco e dar uma volta no seu lago, aproveitar para fazeres algum exercício ou apenas deitares-te na relva e veres a vida passar calmamente. Patpong Patpong é um dos Red Light Districts mais conhecidos de todo o mundo. Está recheado de bares, discotecas e strip bars mas é também o lar de um dos mercados noturnos mais conhecidos de Bangkok.

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Quioto, entre Gueixas e Samurais

Quioto, entre Gueixas e Samurais

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Quioto é um dos destinos turísticos mais populares da região de Kansai. Foi a capital do Japão por mais de mil anos e ainda continua a ser seu coração cultural, religioso e histórico. É uma das grandes cidades do mundo e um lugar que todos devem visitar pelo menos uma vez nas suas viagens. Aqui estão as coisas mais inesquecíveis para se fazer e ver na cidade, que a IATI Seguros de Viagem online, escolheu para te apresentar. O que fazer e conhecer em Quioto Top Info: muitas atrações são gratuitas Sim, é isto mesmo. Nem todos, mas a maioria dos santuários e até mesmo alguns templos e jardins em Quioto, estão livres para poderes visitar. Alguns dos locais fantásticos e gratuitos para visitar incluem: o Santuário Fushimi Inari Taisha, o Santuário Yasaka, o Santuário Heian Jingu, o Palácio Imperial de Quioto, o Bosque de Bambu Arashiyama e o Templo Ninna-ji. Encontra o teu lado Zen no Jardim da Rocha de RYŌAN-JI Ao contrário de outros jardins tradicionais japoneses, os jardins zen-rock são jardins de paisagem seca que não têm lagos ou cursos de água. Em vez disso, cascalho e areia são cuidadosamente misturados em padrões que representam água ondulante. Ryōan-ji é o mais famoso dos jardins Zen Budistas de Kyoto. Ele contém 15 pedras arrumadas de tal forma que só consegues ver 14 delas ao mesmo tempo, se estiveres em pé na varanda do jardim, é muito zen! Experiencia ARASHIYAMA Arashiyama é com certeza uma das melhores coisas para se fazer (e fotografar) em Kyoto. Este lindo bosque de bambu tem um pequeno caminho que serpenteia pelo centro de uma floresta, e é na verdade, uma estrada percorrida por um carro ocasionalmente. Ao caminhar vais olhar com admiração para o bambu alto e denso. Ao longo do percurso é admirável, também, a cerca com que revestiram o caminho, acrescentando ainda mais paz, ao já cenário sereno. Pede um desejo no Santuário FUSHIMI INARI TAISHA Com seus 10.000 portões vermelhos, Fushimi Inari é um dos locais mais populares em Quioto. No entanto, antes de fazer a peregrinação pelo trilho do Monte Inari, deves parar um momento para observar as Pedras Omokaru perto da entrada. As duas lanternas de pedra são cobertas com um pesado ornamento chamado giboshi. Faz um desejo e tenta levantar um dos giboshi. Como a sentiste? Se achares que a pedra é mais leve do que o que pensavas, então o teu desejo será concedido. Mas, se pedra te pareceu muito pesada, poderás enfrentar dificuldades para alcançares o objetivo. Desfruta de alguns dos melhores PRATOS VEGETARIANOS do Japão Vegans e vegetarianos encontram em Quioto o céu! Não é apenas uma cidade com um dos maiores números de restaurantes com estrelas Michelin do mundo, mas também é conhecida pelos seus restaurantes e quiosques vegetarianos. Da tradicional culinária vegan budista shojin ryori, à delicada yuba, feita a partir da pele que se forma no topo do leite de soja aquecido, e do yudofu (tofu hotpot), há uma lista interminável de coisas para quem os produtos animais não são uma opção. Certifique-se também de olhar para pratos feitos com produtos hortícolas tipicos de Quioto, como o nabo shogoin e berinjela kamo nasu, todos frescos e cultivados localmente. Perde-te no Castelo NIJO O Castelo Nijo é feito de madeira e circular, ao contrário dos castelos de pedra Europeus. Este castelo foi construído no século XVII e todos os senhores feudais do oeste do Japão foram obrigados a ajudar no financiamento da sua construção. O palácio em si é feito de cipreste e a folha de ouro é usada extensivamente na decoração. Não te esqueças de olhar para cima ao admirar o castelo, porque alguns dos tetos estão repletos de mosaicos dourados. Explora os lugares património da UNESCO Sabia que Quioto tem 17 lugares que são patrimónios mundiais da UNESCO? Muito Bom! Para veres uma lista oficial: https://www.insidekyoto.com/kyoto-unesco-world-heritage-sites O mais conhecido é o Templo de Kiyomizudera Escondido numa colina floresta exuberante, a vista em Kiyomizudera é linda e a IATI considera uma das melhores coisas para fazer em Quioto. Uma curiosidade sobre o lugar é que não foi usado um único prego para esta construção em madeira. O complexo é bastante grande e impressionante, e apesar das multidões, este templo ainda se pode sentir pacificamente. A área de GION Já na Idade Média, o distrito de Gion foi um lugar icónico e histórico no coração de Quioto. Hoje, nas margens do rio Kamo, é um dos poucos lugares remanescentes no Japão, onde podes participar dos rituais tradicionais das casas de chá ou até mesmo ver gueixas no seu dia-a-dia. Gion é o lugar para fazer reservas para um serviço tradicional de chá ou uma refeição, porque podes organizar uma audiência privada com maiko ou geiko, os dois tipos de hospedeiras e artistas japonesas conhecidas comumente como gueixa. É um sítio ideal para comprar um quimono. Quioto é cheia de beleza, rica cultura, comida deliciosa e mais de 2.000 templos e santuários. Seria impossível ver todo o esplendor em apenas 2 dias, nem tentes! Junta vários dias de férias, onde não pode faltar o Seguro IATI Estrela, ideal para países com despesas médicas elevadas, como é o caso dos EUA, Canadá, Japão ou Austrália. Autores: Onde estão os Duarte

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Dicas de viagem para quem visita Hong Kong pela 1ª vez

Dicas de viagem para quem visita Hong Kong pela 1ª vez

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Andas a sonhar à meses com a viagem que vais fazer a Hong Kong e quando chegas lá queres atirar-te de cabeça? Parece uma boa ideia mas talvez queiras ter em consideração algumas dicas que te vão manter em bons lençóis. E a primeira dicas que te podemos dar é que escolhas em bom seguro de viagem e na IATI Seguros somos especialistas em seguros de viagens! Toma em atenção que decisões tomadas de forma pouco informada, como viajar sem um seguro de viagem adequado, podem sair-te bem caras e estragar-te uma viagem que promete ser de sonho. Agora que te demos a dica mais importante de todas e que podes e deves seguir em todas as tuas viagens, seguem-se outras dicas de viagem igualmente valiosas para quem visita Hong Kong pela primeira vez! Dicas de viagem Hong Kong Não te atires à street food à maluco, mas não deixes de experimentar. Esta dica tem como intuito proteger-te de duas situações comuns em viajantes: por um lado aqueles que experimentam qualquer alimento sem nenhum cuidado e no extremo oposto aqueles que evitam todas as bancas de comida. O que achas de uma atitude mais moderada sem o oito ou o oitenta? Hong Kong é, sem dúvida, um destino de excelência no que diz respeito à steet food, mas deves adotar alguns cuidados básicos se não queres acabar a viagem com algo mais do que uma dor de barriga. Por isso, certifica-te que o local onde vais comprar comida tem bastante movimentação de pessoas e que os alimentos não ficam muito tempo expostos. No entanto, não caias no erro de não experimentar nada só porque o aspeto não te é familiar! A ideia de atravessares o mundo e teres as mesmas experiências que tens no teu país não é apelativa, pois não? Assim, e se és esquisito com a comida, aconselhamos-te que procures informação com outros viajantes para que te indiquem algumas sugestões de street food. Usa transportes públicos, até de noite Sabemos que as deslocações levam uma grande parte do orçamento de viagem, por isso queremos que economizes bastante dinheiro que poderás utilizar numa próxima viagem. Apesar de Hong Kong ser uma metrópole gigante, a verdade é que é bastante segura para os viajantes. Além de as ruas serem movimentadas a qualquer hora do dia e da noite, não te esqueças que em Hong Kong funcionam os famosos mercados noturnos. Isto significa que não vais ter nenhum problema de segurança se estiveres na rua durante a noite, mesmo se viajares sem companhia. Os transportes públicos além de serem baratos chegam a qualquer lugar em Hong Kong. Evita o metro à hora de ponta Esta dica à primeira vista parece entrar em contradição com a sugestão anterior mas já te vamos explicar direitinho e vais perceber que se complementam. É verdade que o metro é um excelente meio de transporte público mas ao início da manhã e ao final da tarde há muita gente a utilizá-lo. E não falamos apenas de turistas, são os locais que se movimentam de e para os locais de trabalho e que andam sempre a correr. O que acontece na prática é que as carruagens do metro ficam tão cheias que nas estações alguns funcionários têm como função dar uns “empurrões” às pessoas para caberem mais algumas em cada composição. Estás a imaginar a confusão e o sufoco não estás? Por isso, se tiveres oportunidade de evitar o metro em hora de ponta não penses duas vezes! Leva dinheiro vivo para usar nos mercados de rua Hong Kong é famosa pelos seus mercados noturnos mas também existem mercados diurnos. Os mercados noturnos mais conhecidos são Temple Street Market e Ladies Market que funcionam em barraquinhas que durante o dia estão fechadas. A particularidade dos mercados noturnos é que os comerciantes raramente dispõem de pagamento com cartões, pelo que é aconselhável teres dinheiro vivo contigo. E muito importante, lembra-te que o valor da mercadoria depende da forma como o vendedor te vir. Se achar que és rico vais pagar mais caro, portanto prepara-te para a fina arte do regateio. Quando cambiares dinheiro pede algumas notas de baixo valor Estás a imaginar o trabalho que tiveste para fazer baixar o preço de um artigo que querias comprar num mercado e depois só tens notas de alto valor para fazeres o pagamento? Vais arruinar o negócio, não achas? Por isso certifica-te que tens contigo algumas notas de valor mais baixo para os pagamentos correntes. O que achaste destas dicas de Hong Kong? Temos também um artigo com um roteiro clássico de 5 dias por Hong Kong onde poderás por estas dicas em ação! A IATI Seguros deseja-te uma boa viagem! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Deixa-te inspirar por Seoul, a capital da Coreia do Sul

Deixa-te inspirar por Seoul, a capital da Coreia do Sul

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Enquanto o famoso vizinho Japão, ou a vizinha China recebem várias dezenas de milhões de viajantes por ano, a Coreia do Sul apresenta-se como um lugar a descobrir pelos mais curiosos. Seoul é uma das capitais mais seguras do Mundo, mas os seguros de viagem da IATI garantem que em caso de repatriação, malas roubadas/danificadas, transporte de um familiar, ou responsabilidade civil, não estarás sozinho e à distância de um telefonema falarás com um profissional, em português, que te ajudará rapidamente. Conhece Seoul, a capital da Coreia do Sul Desenvolvida em termos de moda e tecnologia, mas ao mesmo tempo extremamente tradicional, esta cidade tão dinâmica, mistura palácios, arranha-céus brilhantes, trilhos em montanha, e sempre ao som da música K-Pop. Quem não se lembra do Gangnam Style? Seoul tem uma população de 11 milhões de habitantes e, se incluirmos os arredores, o número salta para os gigantes 26 milhões, tornando esta cidade na segunda maior área metropolitana do mundo. A Coreia do Sul tem vindo a ganhar popularidade internacional, nos últimos, na área da tecnologia, automóvel e entretenimento. Marcas como a Samsung ou a Hyundai são conhecidas mundialmente, e não há viajante que nunca tenha experimentado um prato Coreano. A Coreia está a palpitar, e o centro de toda a agitação é Seoul! Tal como Portugal, a Coreia tem 4 estações, e a melhor altura para visitar esta cidade, é durante a Primavera (Março a Maio) ou no Outono (Setembro a Novembro). A época alta é o Verão, mas Julho é o mês das chuvas. Estas duas estações do ano são caracterizadas por uma mudança dramática nas cores que compõem a sua paisagem: na Primavera há flores de cerejeira com cor-de-rosa e branco, e no Outono tudo muda para vermelhos ardentes, laranja e amarelo. O que podes visitar em Seoul que te vai deixar rendido? Deixa os transportes de parte, coloca uns sapatos confortáveis e parte para o centro, onde vais encontrar as atracões imperdíveis: A imponente estátua de bronze do Rei Sejong, inventor do alfabeto coreano e um dos monarcas da Dinastia Joseon, que dominou a nação por quase cinco séculos, está mesmo no centro da cidade. Continua a andar e prepara-te para apreciar o imponente Portão de Gwanghwamun, entrada para o Palácio Gyeongbokgung. O Palácio Gyeongbokgung é o maior, mais antigo e mais popular dos “Cinco Grandes Palácios” da cidade. E é a maior atração da cidade, lugar para onde vão os turistas para vestir os trajes tradicionais coreanos. O local é um grande complexo, repleto de pavilhões, jardins e vários recantos secretos à espera de ser explorados. Depois de tirares as fotos aos guardas e à arquitectura impressionante, parte à procura do calmo Palácio Changdeokgung, que muito se assemelha a um imenso jardim, de tão tranquilo. Suas construções são tradicionais, e é o único dos Cinco Palácios que a UNESCO tornou Património da Humanidade, em 1997. É no Palácio Deoksugong, que vais assistir à ruidosa troca de guardas deste edifício históricos. O ritual mantém-se igual há séculos e inclui música tradicional, tambores e muitos gritos de guerra, no centro de um cenário que nunca sofreu alterações ao longo dos tempos. Depois de um dia de história, é tempo de explorar o urbanismo de Seoul. Cheonggyecheon é um projeto moderno e bastante arrojado que revitalizou a paisagem desta cidade, construindo uma área de lazer com 11km de comprimento. Impressionante não é? Dentro desta área há espaços verdes, canais de água, zonas de leitura, espaços para crianças, e comércio de apoio. E ao longo deste percurso, que estrategicamente passa nos principais pontos da cidade, tem os a consciência do grau de organização e planeamento deste povo. Mercado Myeongdong é a principal região de compras de Seul, e tu não vais querer perder as imensas lojas, cafés e barraquinhas espalhadas pela rua. Assim como o Mercado Namdaemun, com o animado mercado de rua diurno e noturno. A capital da Coreia é famosa pelos seus buffets de preço fixo, onde comes tudo o que conseguires. E é famosa, também, pelo Kimchi, um acompanhamento feito de repolho fortemente temperado com especiarias, que vais querer provar uma vez na vida. Sentes-te inspirado para visitar Seoul? Autores: Onde andam os Duarte

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Roteiro de 10 dias pelo Camboja

Roteiro de 10 dias pelo Camboja

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O Camboja tem vindo a tornar-se num dos destinos mais falados do sudeste asiático e é fácil perceber porque. Afinal, é aqui que se situam os templos de Angkor, o maior complexo de templos alguma vez construído e um dos registos arqueológicos mais importantes do mundo. A IATI, líder na venda de seguros de viagem, leva-te a conhecer este país incrível do Sudoeste Asiátio. Porém, não é apenas o complexo de Angkor Wat que torna o Camboja famoso. O país destaca-se também pela simpatia do seu povo, pelas praias paradisíacas e também pelo custo de vida, bastante acessível para o viajante comum. Neste sentido, preparamos aqui um roteiro imperdível de 10 dias pelo solo cambojano. 1ª paragem – Siem Reap (3 dias) A principal atração de Siem Reap são os templos de Angkor. De facto, esta é a cidade mais turística do país e está totalmente preparada e voltada para a exploração dos templos. Sugerimos que fique por aqui pelo menos 3 dias. Os bilhetes para os templos são vendidos consoante o número de dias que quer despender no complexo: 1 dia fica por 37 USD; 3 dias por 62 USD e 7 dias por 72 USD. O número de dias escolhido dependerá sempre da sua curiosidade em conhecer este tesouro religioso, mas pelo menos dois dias são aconselháveis. Isto porque o complexo está dividido em duas rotas, uma rota mais pequena (conhecida como small route), onde estão os templos principais, e uma rota maior (conhecida como big route) onde estão templos secundários, mas em contrapartida com menos afluência de turistas. Como obrigatoriamente terá de comprar o passe de 3 dias poderá utilizar o terceiro dia para fazer uma visita prolongada pelos templos que mais gostou, e aproveitar para fazer um pic-nic ou mesmo ler um livro. Não perca o nascer do sol no templo principal, Angkor, já que este será provavelmente o ponto alto da sua visita. Para explorar os templos a forma mais utilizada e também mais prática será de tuk-tuk. Existem vários tuk-tuks no centro da cidade que a toda a hora tentam vender o seu serviço. O preço ronda os 20 USD por dia para uma das rotas, a grande ou a pequena. Porém, se solicitar o mesmo tuk-tuk para dois dias poderá negociar o preço para 30 USD. Todos eles vão buscá-lo ao hotel por volta das 4h da manhã de forma a poder ver o nascer do sol. A bicicleta é outra opção, mas os templos nem sempre são relativamente próximos uns dos outros e a temperatura de Siem Reap ultrapassa facilmente os 30 ˚C, o que pode tornar o passeio bem cansativo. Outra opção será, neste terceiro dia, explorar o lago Tonlé Sap, o maior lago do sudeste asiático, onde fica uma vila flutuante com o mesmo nome. Existem várias agências de turismo com quem poderá fechar tours diários para explorar a região. O preço ronda os 20 USD e será, de facto, a melhor opção. Existem tuk-tuks que também o levam à região mas depois terá de explorar por sua conta, não tendo a oportunidade de visitar, de barco, a aldeia flutuante. Aproveite também o mercado noturno e a pub street onde poderá desfrutar de um bom refresco e comprar muitos souvenirs. 2º paragem – Ilhas de Koh Rong (3 dias) O Camboja tem duas ilhas paradisíacas principais, Koh Rong e Koh Rong Sanloem. A primeira é maior e tem um clima mais agitado enquanto que a segunda é conhecida por ser uma ilha mais calma onde a palavra de ordem é relaxar. A opção estará, claramente, dependente daquilo que procura por esta zona. Para chegar de Siem Reap a Sihanoukville poderá apanhar um avião já que ambas as cidades têm aeroporto. A opção mais em conta será um autocarro noturno, com direito a camas que custa cerca de 20 USD. Sihanoukville é a cidade portuária de onde saem os barcos para as ilhas. Aqui terá de apanhar então um dos barcos para a ilha que pretende. Existem vários horários durante o dia e o bilhete de ida e volta custa 24 USD. Já nas ilhas há algumas atividades para fazer mesmo que, aquilo que mais lhe apeteça, seja relaxar nas belíssimas praias. Por isso recomendamos uma estadia de 3 dias para que possa tirar pelo menos um dia para relaxar. Nos outros dois poderá fechar um tour que o levará à volta da ilha, onde poderá fazer snorkeling e vislumbrar a diversidade de peixes e a cor dos corais. No final do dia e já de noite poderá ainda nadar com plâncton fluorescente e tirar algumas das fotografias mais fenomenais da sua viagem. É uma experiência imperdível. O preço dos tours ronda os 20 USD e podem ser fechados em quase todos os hotéis. No dia seguinte sugerimos um trekking pela ilha. É uma das melhores formas de apreciar um pouco da natureza local ao mesmo tempo que consegue descobrir praias paradisíacas sem absolutamente ninguém. Peça um mapa no seu hotel e deixe-se encantar pela magia da selva. Caso depois queira ficar a relaxar na praia e não estiver disposto a fazer o percurso de volta, não há problema. Em ambas as ilhas existem barcos-táxi que o levam de volta ao ponto inicial por 5 USD por pessoa. Informe-se dos horários na receção do seu hotel. 3ª paragem – Kampot (2 dias) Kampot é uma pequena cidade litoral do Camboja, onde poderá vivenciar mais de perto a cultura do país, longe dos holofotes turísticos. O melhor a fazer por Kampot será mesmo passear pela cidade e deixar-se envolver pela dinâmica do país. Faça uma aula de culinária e aventure-se pela gastronomia cambojana. Em todos os cantos há aulas por preços bem acessíveis. Uma aula de yoga pelas 7h da manhã, ou uma massagem num dos muitos spas da cidade estão também na lista obrigatória sobre o que fazer em Kampot. Outra atração imperdível aqui é fazer uma viagem de barco para apreciar o pôr-do-sol. A viagem custa cerca de 5 USD com cerveja incluída e poderá ainda ver as dezenas de pirilampos que surgem ao anoitecer. 4ª paragem – Phnom Penh (2 dias) Phnom Penh é a capital do Camboja, mas, apesar de ser capital, não é a cidade mais atrativa do país. Por esse motivo, recomendámos apenas dois dias para a explorar. – A bilheteira para os templos de Angkor Wat fica afastada do centro da cidade e também afastada do complexo de templos. Porém, se solicitar o tuktuk, ele saberá levá-lo primeiro à bilheteira e só depois partir para o passeio. – Muitos hóteis em Siem Reap tem piscina e a diferença de preços é mínima. Faça uma pesquisa e opte por um hotel com piscina, nada lhe saberá melhor que um bom mergulho depois de um dia inteiro a explorar os templos sob o calor abrasador do Camboja. – As ilhas do Camboja são ainda muito pouco desenvolvidas. É aconselhável comprar com antecedência, na cidade, algum bem de primeira necessidade que precise e mesmo um kit de primeiros socorros. Existem alguns supermercados locais, mas tenha em atenção que irá pagar o triplo do preço, por se tratar de uma ilha. – O Camboja funciona com duas moedas, o dólar americano e o riel. Todos os pagamentos são feitos em dólares mas o troco é muitas vezes dado em riel. Pode parecer confuso inicialmente, mas rapidamente se adapta. Poderá usar as notas de riel para comprar garrafas de água ou pequenos snacks. – Tenha em atenção que a incrível experiência de nadar com plâncton não poderá ser feita em noites de lua cheia pois dada a quantidade de luz refletida pela lua, não é possível visualizar o plâncton. Tente coordenar as datas de modo a que a sua estadia pelas ilhas não coincida com este período lunar.

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10 Pratos Típicos do Sri Lanka

10 Pratos Típicos do Sri Lanka

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A gastronomia é sem dúvida um dos pontos fortes do continente asiático. Cada país desta zona do mundo oferece sabores e texturas diferentes que não deixam ninguém indiferente, e o Sri Lanka não é exceção. Descobre 10 Pratos Típicos do Sri Lanka. Neste artigo damos-te a conhecer 10 pratos típicos do Sri Lanka. Agora é só comprares os voos, tratares do seguro de viagem e começares a planear a tua viagem por este país fascinante! Pratos típicos do Sri Lanka Desde panquecas doces a caris mais ou menos picantes, a gastronomia do Sri Lanka é absolutamente deliciosa, e podes estar certo que ficarás a chorar por mais! 1. Appam (Hoppers) Os Appam, também conhecidos como Hoppers, são uma espécie de panqueca tradicional cingalesa. São feitos de uma massa de arroz fermentado misturado com leite de coco. Ao serem cozinhados deverão ficar tostados nas pontas e com um acumulado de massa no meio. Podem ser comidos simples ou com um ovo no meio (egg hoppers), sendo normalmente preparados para o pequeno-almoço. São absolutamente deliciosos e uma excelente forma de manteres o estômago recheado durante algumas boas horas. Wellawahum (Panquecas de coco doce) Vais perder a conta à quantidade de panquecas de coco que vais comer no Sri Lanka. Os Wellawahum são na realidade crepes muito simples e normalmente comidos ao pequeno-almoço, recheados com uma mistura de coco e açúcar. Kottu / Kottu Roti O Kottu ou Kottu Roti, é sem dúvida um dos mais populares pratos típicos do Sri Lanka e existe na variedade vegetariana, de ovo, com carne de galinha, vaca ou cabra. Consiste numa mistura de vegetais com pedaços de roti (uma espécie de pão achatado) que são cortados e picados com 2 lâminas de metal afiadas, até ficarem reduzidos a pequenos bocadinhos. O som do corte com as lâminas é um dos sons mais típicos do Sri Lanka. O nome (em tamil) quer na realidade dizer “roti picado”. Rotis As Roti Shops estão espalhadas por todo o Sri Lanka e são uma das alternativas mais económicas (e felizmente deliciosas) para as tuas refeições. Existem vários tipos de Rotis à disposição: os simples, com galinha, vegetais, queijo, ovo, de carne de vaca… enfim, existem quase variedades intermináveis. Os preços rondam normalmente os 250 a 400 LKR (€1,50 a €2,50). Kukul Mas Curry (Caril de Galinha) Este é outro dos mais populares pratos típicos do Sri Lanka. O Caril de Galinha acompanha frequentemente as refeições de uma forma praticamente diária e consegue ser particularmente picante (pelo menos para línguas menos treinadas), por isso há que ter algum cuidado na primeira dentada pelo menos. Parippu (Caril de Lentilhas) A par do Caril de Galinha, o Caril de Lentilhas é um prato que acompanha frequentemente todas as refeições no Sri Lanka (pequeno-almoço, almoço e jantar). É igualmente picante, como qualquer prato de caril, mas um pouco menos que o de galinha. Wambatu moju (Pickles de beringela) Este popular prato cingalês é normalmente servido como acompanhamento de arroz e caril e tem um sabor agridoce picante. A beringela é cozinhada com sal, molho de soja, óleo e açúcar até ficar praticamente desfeita, sendo depois misturadas as especiarias que lhe dão o toque picante. Sambol O Sambol acompanha praticamente todas as refeições e consiste numa mistura de coco ralado, cebolas, malaguetas, sumo de lima, sal e um pouco de peixe. Deverá ser polvilhado por cima da refeição principal e é bastante picante normalmente. Ulundhu Vadai Este prato é um petisco servido normalmente nas ruas do Sri Lanka. Assemelha-se a um donut e é feito de uma mistura de lentilhas e uma série de especiarias, que são depois fritas até o exterior ficar estaladiço e o interior fofo. Polo (Caril de Jaca) Esta é apenas mais uma variedade de Caril entre as muitas existentes por todo o Sri Lanka. A Jaca (jackfruit em inglês) é cortada aos pedaços e cozinhada com várias especiarias. Há quem diga que se assemelha à textura da batata cozida, mas mais suave ainda. No final o prato fica com uma textura suave e uma cor castanha. Acompanha com arroz e outros tipos de caril como o Caril de Lentilhas por exemplo. E agora que conheces os pratos típicos do país, que tal conheceres também cinco locais que não podem faltar no teu roteiro pelo Sri Lanka? Autor: Joland

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10 pratos típicos da Tailândia

10 pratos típicos da Tailândia

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O Sudeste Asiático é procurado anualmente por milhares de turistas e as razões estão à vista de todos: uma cultura rica, uma história milenar, tradições que se mantiveram inalteradas com o passar do tempo, a generosidade do seu povo, as suas praias paradisíacas e, finalmente, a sua gastronomia. E se te apresentássemos 10 pratos típicos da Tailândia? Estes não poderás perder! Aqui na IATI Seguros, líder de seguros de viagem online, queremos que aproveites ao máximo a tua próxima aventura, por isso neste artigo vais ler 10 recomendações de pratos típicos da Tailândia que não poderás perder! Pratos típicos Tailandeses Baseada em grande parte no arroz e na massa, a gastronomia do Sudeste Asiático é conhecida também por ser extremamente picante (a frase “no spicy” é obrigatória para os ocidentais pouco habituados a tal intensidade), por recorrer em abundância a ervas frescas e ao famoso molho de peixe que lhe dá um sabor tão característico. Existem algumas diferenças de país para país nesta zona, mas os sabores base mantêm-se relativamente iguais. A gastronomia tailandesa, em particular, é extremamente variada, sendo a Tailândia considerada um autêntico paraíso para amantes de comida. 1. PAD THAI O Pad Thai é considerado o prato nacional da Tailândia e como tal não poderia ficar de lado nos 10 pratos típicos da Tailândia. É normalmente o prato que dá o primeiro gosto da gastronomia tailandesa a quem visita este país pela primeira vez. Noodles misturados num wok bem quente com rebentos de soja, camarão, ovo e cebola e temperados com molho de soja, açúcar e malaguetas. No final, já no prato, é colocada uma cobertura de amendoins picados. 2. SOM TUM (SALADA PICANTE DE PAPAIA) Se és daqueles que não tolera bem o picante, então talvez seja melhor evitares este prato. O Som Tum (ou Salada Picante de Papaia) é composto por uma mistura de feijão verde, papaia, tomates cherry, alho e malaguetas. O resultado é um sabor agri-doce-picante. 3. GAENG DAENG (CARIL VERMELHO) Os pratos de caril na Tailândia são de comer e chorar por mais. Um destes pratos é o Gaeng Daeng, composto por uma mistura de leite de coco, carne e pasta de caril vermelho, com um toque de folhas de lima por cima. Como acompanhamento, um pouco de arroz branco para afogar no caril. 4. KHAO PAD (ARROZ FRITO) Se há prato que salva qualquer pessoa do picante extremo da comida Tailandesa é o Khao Pad, ou arroz frito. É um prato extremamente simples: arroz, ovo, cebola e algumas ervas. Pode ser acompanhado por galinha, vaca ou camarão e existe em todos os restaurantes onde se vá na Tailândia. 5. GAENG KEOW WAN KAI (CARIL VERDE DE GALINHA) Outro prato de caril, composto por uma mistura de leite de coco com uma pasta de caril verde onde se misturam pedaços de galinha, mini-beringelas, bambu, folhas de manjericão e coentros. 6. KHAO SOI O Khao Soi é um prato típico do Norte da Tailândia que se diz ter influência Birmanesa. O prato é composto por pedaços de porco ou galinha, cozinhados em leite de coco com caril. O caldo que daqui resulta é depois deitado por cima de noodles de ovo quentes e coberto no final com verduras, rebentos e noodles frios. 7. KAI MED MA MUANG (GALINHA COM CAJU) À primeira vista até se poderia dizer que este era um prato chinês, mas não, é mesmo tailandês. Para além da galinha e caju, este prato é composto pelo famoso molho de soja doce, cebola, malaguetas, cogumelos e cenoura. O seu travo doce faz com que seja bastante apreciado por quem visita este país. 8. GAENG MATSAMAN (CARIL MASSAMAN) Outro dos muitos tradicionais pratos de caril tailandeses. Esta variante não é tão picante como os outros pratos de caril já referidos, por isso uma boa opção para quem se esteja a iniciar na gastronomia tailandesa. É mais doce que os outros e a sua base é composta por canela, noz-moscada, cardamomo e cravinho, sendo normalmente acompanhado por batatas. 9. PAD SEE EW (NOODLES FRITOS) Quase no fim dos 10 pratos típicos da Tailândia, apresentamos o Pad See Ew, de fortes influências chinesas, é composto por noodles de arroz, molho de soja, alho, brócolos chineses, ovo e galinha, vaca, porco ou camarão. É daqueles pratos que te conforta por dentro. 10. TOM YUM GOONG (SOPA PICANTE DE CAMARÃO) Erva-príncipe, chalotas, molho de peixe, sumo e folhas de lima e malaguetas compõem a base deste aromático prato típico Tailandês. A sopa fica completa com a adição de cogumelos e camarões frescos. Qual destes pratos é o teu favorito? Já provaste mais algum prato dos países do Sudeste Asiático que te fez comer, chorar por mais e agora queres partilhar connosco? Conta-nos tudo! Esperamos que tenhas gostado dos 10 pratos típicos da Tailândia.

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Cinco locais a incluir num roteiro de viagem pelo Sri Lanka

Cinco locais a incluir num roteiro de viagem pelo Sri Lanka

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Quem já visitou o Sri Lanka, poderá com certeza afirmar que este é um dos países mais fascinantes da Ásia. Na terra do chá e das especiarias, encontras paisagens cobertas de mantos verdes de perder de vista, praias dignas de postal, uma história milenar e um povo sempre de braços abertos para quem o visita. Não é de admirar que o seu nome em sânscrito signifique “ilha resplandecente”. Compra o bilhete de avião, reserva os hotéis, contrata um seguro de viagem online e aproveita que reunimos na IATI uma lista com 5 locais a não perder no Sri Lanka para que possas desfrutar ao máximo da tua viagem por este país magnifico. 5 locais a não perder no Sri Lanka Kandy Kandy, em tempos capital do Sri Lanka, está localizada no centro do país. Inserida no meio de plantações de chá, montanhas densamente florestadas e caracterizada pelo grande lago à volta do qual foi estabelecida, Kandy é também o local onde se encontra um dos maiores templos do Sri Lanka e um dos mais importantes da religião budista: o Templo do Dente Sagrado, que dizem albergar um dente de Buda. A viagem de comboio de Colombo para Kandy é uma experiência especial só por si, oferecendo paisagens magnificas pelo caminho. Ella A viagem de comboio de Kandy para Ella é um dos pontos altos de uma viagem pelo Sri Lanka. As paisagens são de tirar o fôlego: colinas, vales e montanhas cobertos por um manto verde de interminável. Ella é um verdadeiro paraíso para amantes de caminhadas e trekkings. Lá poderás subir até ao topo do Little Adam’s Peak ou do Ella’s Rock, ver cascatas de perto ou assistir ao passar do comboio por cima da magnifica Nine Arches Bridge. Nuwara Eliya Nuwara Eliya foi em tempos um refúgio para os britânicos e escoceses que trabalhavam na indústria do chá no Sri Lanka por oferecer temperaturas mais frescas do que no resto do país. Aqui encontras cascatas, plantações de chá, parques e jardins, campos de golfe e pistas de corridas, sendo também uma boa base para explorares o famoso World’s End, no Parque Nacional de Horton Plains. Adam’s Peak (Sri Pada) O Adam’s Peak é considerado um dos mais importantes locais de peregrinação religiosa do mundo. Todos os anos, de dezembro a maio, milhares de peregrinos acorrem a esta montanha com 2,243mt de altura, para subir os 5000 degraus que levam até ao topo onde se encontra uma pegada sagrada. Os budistas alegam que é uma pegada de Buda, os hindus de Shiva e os católicos de Adão. Seja de quem for, a vista do topo (principalmente ao amanhecer) é absolutamente magnífica. As caminhadas têm normalmente início de madrugada, por volta das 2h/3h da manhã, sendo o topo alcançado um pouco antes do nascer do sol, pelas 5h. Para evitar o “trânsito” típico da época da peregrinação, aconselhamos-te a fazer a caminhada no período entre junho e outubro, no entanto nessa altura, o caminho não se encontra iluminado, sendo necessário levar uma lanterna. É possível ir parando pelo caminho para ir ao wc ou para beber um chá quente. Galle Galle é provavelmente uma das mais bonitas e charmosas cidades do Sri Lanka. Por todo o lado na cidade encontram-se vestígios da presença e arquitetura colonial portuguesa, holandesa e britânica: desde o Forte holandês, construído inicialmente pelos portugueses e fortificado posteriormente pelos holandeses (que se diz ser a maior fortificação de origem europeia presente na Ásia), até à Catedral de St. Mary (construída por padres jesuítas), o Museu Nacional Marítimo ou o Porto de Galle. Nos últimos tempos têm surgido vários pequenos hotéis de charme, lojas e restaurantes que contribuem para o ambiente mais artístico e sofisticado que a cidade tem vindo a adquirir. É sem dúvida um destino a incluir num roteiro de viagem pelo Sri Lanka. Artigo escrito por: Joland

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Os melhores destinos do Sudeste Asiático: 17 atrações imperdíveis

Os melhores destinos do Sudeste Asiático: 17 atrações imperdíveis

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O Sudeste Asiático é um dos destinos mais populares do mundo, e não é difícil perceber porquê: praias paradisíacas, um povo extremamente hospitaleiro e afável, uma cultura milenar fascinante, paisagens naturais de tirar o fôlego e uma gastronomia absolutamente deliciosa são apenas alguns dos seus atributos mais relevantes. É, para além disso, uma zona do mundo onde é mais barato viajar e mais fácil também, devido aos extremamente bem definidos circuitos turísticos dentro e entre os seus vários países. Depois de escolheres quais destinos queres visitar, é só tratar do seguro de viagem, verificar quais as vacinas que deverias tomar antes de visitar o Sudeste Asiático e partir para a aventura! Os Melhores Destinos do Sudeste Asiático 1. Bangkok, Tailândia Para muitos viajantes, Bangkok é a primeira paragem no Sudeste Asiático — e dá para perceber porquê. A cidade é um dos maiores pontos de entrada da região e oferece uma experiência única, com templos impressionantes, ruas sempre cheias de movimento e uma comida de rua que te vai fazer babar. Bangkok é uma autêntica explosão de sentidos. Desde os vendedores de comida de rua até aos templos icónicos como o Wat Pho e o Grande Palácio, vais sentir-te parte da cultura. A cidade é uma mistura perfeita entre o caos organizado e a paz espiritual. Dica de viagem: Tens de experimentar uma massagem tailandesa em Bangkok. Depois de um dia a explorar a cidade, faz uma paragem num dos spas ou casas de massagem tradicionais. São baratos e vais sair de lá como novo! ✈️ Ficaste curioso? Dá uma olhadela a este artigo: O que ver e fazer em Banguecoque. 2. Ayutthaya, Tailândia – Templos Históricos Ayutthaya, em tempos capital do Reino de Sião, está localizada a apenas uma hora de distância de Bangkok. Esta cidade histórica está repleta de ruínas de templos e edifícios que mantêm viva a memória de outros tempos grandiosos. Talvez reconheças a sua mais famosa escultura: a cabeça de Buda presa numa árvore. 3. Ilhas Phi Phi, Tailândia As Phi Phi Islands são um verdadeiro paraíso tropical, daqueles que vão meter muita inveja no teu Instagram. As ilhas são o local perfeito para snorkelling e mergulho, com recifes de coral coloridos e uma vida marinha vibrante, incluindo tartarugas e cardumes de peixes exóticos. Dica de viagem: Evita as multidões ao visitar Maya Bay fora de época e considera contratar um barco privado para explorar as ilhas de forma mais tranquila. E não percas a oportunidade de experimentar a deliciosa comida local nos pequenos restaurantes à beira da praia! 4. Siem Reap, Camboja – Portal para Angkor Wat Se há um destino que te vai deixar sem palavras, é Siem Reap. Esta cidade é a porta de entrada para Angkor Wat, o maior complexo religioso do mundo e uma das maiores maravilhas arqueológicas. Designado Património da Humanidade pela UNESCO em 1992, é aqui que se encontram as ruínas de templos milenares que faziam parte do Império Khmer entre os séculos IX e XV. Dica de viagem: Levanta-te cedo e assiste ao nascer do sol sobre Angkor Wat – é, sem dúvida, um dos momentos mais mágicos da tua viagem ao Sudeste Asiático. Para uma experiência ainda mais completa, considera contratar um guia local que te conte as histórias e os mitos por trás destes templos incríveis. 5. Phnom Penh, Camboja A capital do Camboja tem uma história complexa e muitas vezes dolorosa. No entanto, é também uma cidade vibrante e em crescimento, que merece ser explorada. O Museu do Genocídio Tuol Sleng e os Killing Fields são locais que contam a história sombria do regime dos Khmer Vermelhos. Depois de um dia a explorares o seu passado, o passeio à beira do Rio Mekong vai dar-te a oportunidade de relaxares. Dica de viagem: Phnom Penh tem uma vida noturna interessante, com bares junto ao rio onde podes desfrutar de uma bebida ao pôr do sol. 6. Hanoi, Vietname A capital vietnamita é conhecida pela sua arquitetura colonial francesa, templos antigos e uma vibrante cultura de rua. O Bairro Antigo de Hanoi é um labirinto de ruas estreitas cheias de história, enquanto o Lago Hoan Kiem oferece um refúgio tranquilo no coração da cidade. Dica de viagem: Faz uma excursão até à Baía de Ha Long, onde vais encontrar as icónicas montanhas que se erguem das águas cor esmeralda. É uma das paisagens mais impressionantes do Sudeste Asiático. • Documentos e requisitos para viajar para o Vietname • Roteiro de 10 dias no Vietname • Halong bay – Cruzeiro no Vietname 7. Ho Chi Minh, Vietname Antiga Saigão, Ho Chi Minh é uma metrópole dinâmica que combina a história com a modernidade. Os famosos Túneis Cu Chi são uma das maiores atrações da cidade. Esta rede de túneis, construída nos anos 60 durante a Guerra no Vietname, chegou a estender-se da cidade até à fronteira com o Camboja e ajudava as tropas vietnamitas a movimentarem-se em segredo durante a Guerra. Dica de viagem: Para te sentires um verdadeiro local, senta-te numa das esplanadas de rua e prova o típico pho ou um banh mi. E não te esqueças do café vietnamita com leite condensado – é uma bomba de sabor e tens de experimentar! 8. Hoi An, Vietname – A Cidade Mais Bonita Hoi An é considerada uma das cidades mais bonitas de todo o Sudeste Asiático, senão mesmo a mais bonita. A zona da cidade histórica está preenchida por lojas, restaurantes e bares que ocupam hoje em dia as antigas casas de mercadores, pescadores e artesãos, que se mantiveram perfeitamente conservadas até ao dia de hoje. Foi classificada Património Mundial pela UNESCO em 1999. 9. Halong Bay, Vietname Classificado como Património Mundial pela UNESCO em 1993, Halong Bay significa em português “a baía do dragão que desce para o mar”. Diz a lenda que as 3000 ilhas de Halong Bay foram criadas por um dragão que ao descer para o mar, raspou com a cauda nas montanhas. Dica de viagem: Recomendamos um tour de barco pela baía durante pelo menos 2 dias com estadia incluída no barco, passeio de kayak, aula de culinária, entre outras atividades para aproveitar ao máximo o local. 10. Luang Prabang, Laos Esta antiga capital do Laos é um destino encantador, conhecido pelos seus templos budistas dourados e pela atmosfera tranquila. As cascatas de Kuang Si, localizadas a poucos quilómetros de Luang Prabang, parecem quase desenhadas por mãos humanas de tão perfeitas que são. As suas águas transparentes são perfeitas para um mergulho nos dias de maior calor. ✈️ 7 razões pelas quais deverias visitar Laos 11. Bagan, Myanmar Bagan é um dos destinos a não perder numa viagem por Myanmar. Com mais de 2000 templos, Bagan fascina os seus visitantes com o seu ambiente místico, a sua extensa área verde e história milenar. Dica de viagem: Não percas a oportunidade de ver o nascer do sol do topo de um dos templos ou (caso o orçamento o permita) de um balão de ar quente. 12. Yangon, Myanmar A antiga capital de Myanmar é famosa pela impressionante Pagoda Shwedagon, uma das mais sagradas do país. A cidade oferece uma mistura fascinante de arquitetura colonial britânica e tradições budistas. Dica de viagem: Prova o mohinga, um dos pratos típicos de Myanmar. É uma sopa de peixe com noodles, super popular entre os locais e uma verdadeira delícia! Deixamos-te ainda um roteiro de 10 dias pelo Myanmar para que possas começar a preparar esta aventura. 13. Kuala Lumpur, Malásia A capital da Malásia é a mistura perfeita entre tradição e modernidade. Kuala Lumpur é famosa pelas suas Torres Petronas, mas a cidade tem muito mais para oferecer além do seu horizonte futurista. Desde templos hindus nas Batu Caves até aos mercados de comida de rua de Jalan Alor, KL é uma cidade onde podes vivenciar a verdadeira diversidade cultural do Sudeste Asiático. Dica de viagem: Explora a Little India e Chinatown para sentires o contraste de culturas, e não te esqueças de experimentar o nasi lemak, o prato nacional da Malásia. 14. Batu Caves, Malásia As Batu Caves são uma das maiores atrações religiosas na Malásia. Este local de celebração hindu está localizado a cerca de 30 minutos de comboio de Kuala Lumpur. Na base da sua grande escadaria com 272 degraus encontras a maior estátua da divindade hindu Murugan do mundo, com 42 metros de altura. Todos os anos (entre o fim de janeiro e início de fevereiro) as Batu Caves são alvo de uma peregrinação em massa por ocasião do festival Thaipusam. 15. Singapura – Gardens By The Bay Singapura tem um ambiente totalmente diferente do que se vive nos outros países do Sudeste Asiático. Tem um ambiente bastante mais ocidentalizado do que os seus países vizinhos e é orientada por uma série de regras que fazem com que seja um dos locais mais limpos e seguros do mundo. Os Gardens by the Bay, localizados junto à baía de Singapura, são uma das suas maiores atrações, apresentando-se como um verdadeiro oásis de 101 hectares, construído pelo Homem, no meio de uma cidade preenchida por arranha-céus. Dica de viagem: Não percas também o espetáculo noturno de luzes e música épica das Super Trees. 16. Bali, Indonésia Bali, ou a “Ilha dos Deuses”, é daqueles destinos que não podes mesmo perder no Sudeste Asiático. Além de ser famosa pelas praias paradisíacas, cultura e espiritualidade, é também um destino super acessível — perfeito para quem quer viajar bem sem gastar muito. Bali é o equilíbrio perfeito entre aventura e relax. Tens as ondas perfeitas para surfar em Uluwatu e, em Ubud, encontras a paz total com os retiros de yoga e meditação. Os templos, como o icónico Tanah Lot, dão-te um vislumbre da tradição hindu muito presente na ilha. E o melhor de tudo? As experiências são todas bem em conta, desde a comida deliciosa aos tratamentos de spa. Dica de viagem: Em Ubud, explora as plantações de arroz e pára num dos cafés locais para provar o famoso café Luwak. E já que estás por lá, aproveita para marcar uma aula de yoga ou um tratamento de spa com vistas para a selva. Alguns artigos que te podem ajudar a planear os teus dias em Bali: • As melhores praias de Bali: 8 sítios a não perder • Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali • Conhece o lado menos turístico de Bali 17. Ijen Crater, Indonésia (Java) Já imaginaste o que seria assistir de perto a um espetáculo de luzes azuis a saírem diretamente da cratera de um vulcão? Para assistir a este espetáculo só terás de viajar até à ilha de Java, na Indonésia, e fazer um trekking de cerca de 2h45 até à cratera Ijen. A luz azul provém do gás sulfúrico que é emitido a cerca de 600ºC. Atrações Imperdíveis Templos e Sítios Religiosos • Angkor Wat (Camboja) – O maior complexo religioso do mundo • Templos de Bagan (Myanmar) – Mais de 2000 templos históricos • Templos de Ayutthaya (Tailândia) – Antiga capital do Reino de Sião • Batu Caves (Malásia) – Santuário hindu com escadaria de 272 degraus • Wat Pho e Grande Palácio (Bangkok, Tailândia) Maravilhas Naturais • Halong Bay (Vietname) – 3000 ilhas cársticas • Kuang Si Waterfall (Laos) – Cascatas de águas turquesa • Ijen Crater (Indonésia) – Vulcão com chamas azuis • Ilhas Phi Phi (Tailândia) – Paraíso tropical • Gardens By The Bay (Singapura) – Jardins futuristas Cidades Históricas • Hoi An (Vietname) – Cidade histórica mais bonita da região • Luang Prabang (Laos) – Antiga capital real • Ayutthaya (Tailândia) – Ruínas da antiga capital • Bagan (Myanmar) – Planície dos templos Experiências Culturais • Cu Chi Tunnels (Vietname) – História da Guerra do Vietname • Mercados flutuantes (Tailândia) – Comércio tradicional • Massagem tailandesa (Tailândia) – Relaxamento tradicional • Culinária de rua – Em todos os países da região Quando visitar o Sudeste Asiático A melhor altura para visitar o Sudeste Asiático varia conforme o país, mas geralmente: • Época seca (novembro a março): Ideal para a maioria dos destinos • Época das chuvas (maio a outubro): Menos turistas, preços mais baixos, mas possível chuva Dicas essenciais para a tua viagem Preparação Antes da Viagem • Verifica os requisitos de visto para cada país • Informa-te sobre as vacinas recomendadas • Contrata um seguro de viagem adequado • Leva repelente de insetos e protetor solar Durante a Viagem • Respeita os costumes locais e tradições religiosas • Regateando é comum nos mercados • Experimenta a comida de rua (com precaução) • Mantém-te hidratado e protegido do sol • Leva sempre contigo uma cópia dos documentos importantes Transportes • Os voos low-cost conectam facilmente os países • Autocarros e comboios são opções económicas • Motas e tuk-tuks são ideais para distâncias curtas • Apps de transporte como Grab funcionam bem na região Seguro de Viagem IATI Mochileiro: o teu companheiro no Sudeste Asiático Viajar pelo Sudeste Asiático é uma experiência incrível, mas como qualquer aventura, deve ser feita com segurança. O IATI Mochileiro é o seguro de viagem ideal para os aventureiros que querem explorar esta região fascinante sem preocupações. Porque Escolher o IATI Mochileiro? O IATI Mochileiro foi especialmente concebido para aqueles que saem para ver o mundo sem saber ao certo por que países irão passar ou a duração da sua viagem. É perfeito para viagens ao Sudeste Asiático, combinando uma elevada cobertura médica com proteção para atividades de aventura. Características Principais: • Cobertura médica até 1.000.000€ – Tranquilidade total em caso de emergência médica • Mais de 60 desportos e atividades de aventura cobertas – Desde mergulho até trekking • Mergulho até 40m de profundidade – Ideal para explorar os recifes de coral das Filipinas ou Tailândia • Caminhadas até 5.400m de altura – Perfeito para trekkings nas montanhas do Nepal ou Vietname • Cobertura de busca e salvamento – Essencial para atividades em locais remotos Destinos Recomendados: O IATI Mochileiro é especialmente recomendado para: • Países do Sudeste Asiático: Índia, Nepal, Tailândia, Vietname, Indonésia, Filipinas • América Latina: México, Costa Rica, Peru, Colômbia, Brasil, Argentina • África: Quénia, Tanzânia, Madagáscar, África do Sul Opções Adicionais: • Cobertura de cancelamento opcional: Até 2.000€ (deve ser contratada até 7 dias após reservar a viagem) • Suplemento IATI AirHelp: Indemnização até 600€ por problemas com voos • Flexibilidade única: Pode ser adquirida mesmo depois do início da viagem (com período de carência de 72 horas) Importante Saber: • Não é válida para pessoas com mais de 70 anos • Para a cobertura de cancelamento, existe um período de espera de 72 horas Porque Precisas de Seguro no Sudeste Asiático? Viajar pelo Sudeste Asiático, embora seja relativamente seguro, apresenta alguns riscos específicos: 1. Atividades de aventura: Mergulho, snorkeling, trekking, escalada 1. Condições climáticas: Época das monções, calor extremo 1. Alimentação: Adaptação à comida local pode causar problemas digestivos 1. Transportes: Acidentes com motas, autocarros ou embarcações 1. Cuidados médicos: Custos elevados em hospitais privados O IATI Mochileiro garante que podes desfrutar de todas as aventuras que o Sudeste Asiático oferece com total tranquilidade, sabendo que estás protegido em qualquer situação. Não vás embora sem ler os nossos artigos sobre o Sudeste Asiático: • Informações úteis para viajar para o Sudeste Asiático • Mochila para o Sudeste Asiático: como podes preparar a tua • Qual é a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático?

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Roteiro clássico para cinco dias fantásticos em Hong Kong

Roteiro clássico para cinco dias fantásticos em Hong Kong

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Hong Kong é muitas vezes destino intermédio a caminho de um país mais a oriente. No entanto, não te deixe enganar, este território pertencente à China pode ser pequeno em extensão mas é gigante em atrações turísticas. Como sabes, a IATI é especializada em seguros de viagem pelo que se estás a pensar visitar Hong Kong não te esqueças do respetivo seguro de viagem! Este roteiro para cinco dias foi preparado para quem não conhece Hong Kong e vai querer ver as principais atrações em pouco tempo. Pensa neste roteiro como como uma introdução a Hong Kong, pois sabemos que te vais apaixonar tanto por este território que vais querer regressar! Roteiro de 5 dias por Hong Kong Como foi dada especial atenção à localização geográfica dos sítios a visitar, se não tiveres cinco dias para visitar Hong Kong podes escolher qualquer um dos dias e visitar essa área. Já tens o teu seguro de viagem? Então acompanha-nos neste roteiro! Dia 1 No primeiro dia toma o pulso à cidade! De manhã dirige-te a Tsim Sha Tsui Promenade para um vislumbre do skyline de Hong Kong. Depois dirige-te à Avenue of Stars onde estão estátuas de celebridades de Hong Kong, como por exemplo Jackie Chan. Hong Kong tem mercados noturnos bem animados, portanto sugerimos que te embrenhes pelas barraquinhas de comida, artesanato, bonés e souvernirs para todos gostos. Os mais conhecidos são Ladies Market em Mong Kok e o Temple Steet Market em Temple Street. Dia 2 The Peak, ou Victoria Peak, é o ponto mais alto de Hong Kong e oferece uma vista magnífica. Para chegares até lá cima podes ir de taxi, autocarro ou utilizando o Peak Tram, um funicular centenário de cor vermelha e com bancos de madeira. Se puderes escolhe esta última alternativa pois beneficias de vistas únicas de Hong Kong. Caso te interesse, podes visitar o Museu Madam Tussaud que fica localizado aqui. E se gostas de fotografar à noite, aconselhamos-te a começares teu dia pelo percurso que indicamos a seguir para que possas ficar no The Peak quando anoitecer para tirares aquelas fotografias mesmo especiais. Já que estás na ilha de Hong Kong aproveita para conheceres Times Square, o centro financeiro de Hong Kong, o Man Mo Temple e a Golden Bauhinia Square que representa a orquídea, símbolo da região. O Synphony of lights é um espetaculo de luzes gratuito que acontece diariamente às 20:00 em Victoria Harbour e Causeway Bay. Deves estar em Causeway Bay nessa altura para apreciares o Synphony of Lights com vista para Victoria Harbour. Dia 3 A meio da tua estadia em Hong Kong dá uma folga à cidade e dirige-te para a ilha de Lantau para te maravilhares com uma estátua do Buda Sentado. O Tian Tan Buddha é uma estátua de bronze com 34 metros de altura que pode ser vista de Macau! Logo a seguir dirige-te a Po Lin Monastery e desfruta de uma refeição vegetariana. Por fim, regressa a Hong Kong de teleférico. No Ngong Ping 360 podes escolher entre cabines com fundo transparente ou normais, de acordo com o teu orçamento e a tua capacidade de suportares alturas. Dia 4 Gostas de jardins? Em Hong Kong há vários mas escolhemos os mais bonitos para ti: Chi Lin Nunnery e Lan Lien Garden. Geograficamente estes dois jardins são muito próximos por isso aproveita e visita os dois. Vais ficar fascinado com a tranquilidade que se sente nestes jardins. Dia 5 Dedica o último dia a explorares os mercados diurnos em Hong Kong. Tens vários para conheceres mas nós sugerimos o Bird Market e o Flower Market (mercado dos pássaros e das flores, respetivamente) em Prince Edward, o Fish Market (mercado dos peixes) em Mong Kok e o Jade Market(mercado de jade) em Jordan. Para terminares a tua viagem em grande assiste ao Synphony of Lights, desta vez em Kowloon para teres como vista o sky line de Causeway Bay. Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

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O que fazer em Bali em 7 dias: roteiro imperdível

O que fazer em Bali em 7 dias: roteiro imperdível

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Bali, um lugar que para muitos só existe nas redes sociais e em contas de viagens luxuosas. As fotografias de inspiração do Pinterest são tiradas lá, e resta o sonho de poder colocar os pés na água quente da ilha dos Deuses. Um dia, decides fazer dos sonhos uma magnífica realidade, mas só tens uma semana. Desde a IATI, líder em seguros de viagem online, queremos mostrar-te que há imenso para fazer e experimentar nesta pequena ilha no Oceano Indico e que em 7 dias poderás ver muitas coisas! Este roteiro de uma semana, com um bocadinho de praia, cultura e paz, está recheado do melhor que Bali tem para oferecer. Onde fica Bali e como chegar? Antes de começares a aventura, é importante saber onde fica Bali. A ilha está localizada na Indonésia, entre Java e Lombok, no sudeste asiático. O principal aeroporto é o Ngurah Rai International Airport (DPS), que recebe voos de várias partes do mundo. Se estiveres a planear a viagem, consulta as opções de voos e não te esqueças de contratar um seguro de viagem para garantir uma estadia tranquila. Quando ir para Bali? Bali tem um clima tropical, com duas estações principais: a seca (de abril a outubro) e a chuvosa (de novembro a março). A melhor época para visitar Bali é entre maio e setembro, quando há menos chuva e as temperaturas são agradáveis. No entanto, se quiseres evitar multidões, considera viajar na época intermédia, entre abril e outubro Roteiro de 7 dias por Bali Dia 1 e 2, Uluwatu Quando começares as férias, é melhor começares pela parte do sonho que te impulsionou: a praia! Chegado ao aeroporto de Denpasar Bali Ngurah Rai, entra num táxi e sai mesmo no sul da ilha, na península de Bukit. Aqui encontras as melhores praias de Bali, mas sem tantos turistas como a popular Kuta (aulas de surf para iniciados) ou Seminyak (marisco). Sai da estrada principal para a direita e vais encontrar a famosa praia de Padang Padang. Pede um sumo de ananás feito na hora (pode demorar mais do que estamos habituados, os balineses têm um ritmo muito diferente do nosso), e petisca qualquer coisa num warung (pequenos restaurantes locais). Espera pelo pôr-do-sol. Vais observar o primeiro de muitos, na praia ou na ponte, juntamente com os habitantes locais que celebram o fim do dia. Termina a noite a dançar no Single Fin, um bar que parece intacto desde os anos 70. Salta da cama e ruma directo a Nalu Bowls, para um pequeno-almoço de frutas e iogurte. Hoje o dia é para aprender a surfar! E o melhor é fazê-lo com aulas, e junto de quem sabe na praia de Uluwatu. Traz uma fotografia de recordação, há imensos fotógrafos a vendê-las. Se aprender surf não está nos teus objectivos, deixa-te ficar na praia, junto à rocha onde os surfistas entram na água, e dá uns mergulhos. Ou, sobre até um dos muitos bares e restaurantes com vista para o mar, e bebe qualquer coisa. O dia fecha com chave de ouro, se fores até a praia de Bingin onde a areia é o branco mais puro e a água mais cristalina de Bali. E o melhor de tudo é que com a maré baixa a praia transforma-se num restaurante de marisco, é só escolheres e eles grelham para ti no momento. A refeição vem acompanhada de arroz e uma cerveja Bitang. Dia 3 e 4, Ubud No início do dia 3 podes espreguiçar-te nas pacíficas praias de Balangan, o fundo é de coral, o que faz a água ter uma tonalidade espectacular. Aqui perto vais encontrar o Templo de Uluwatu, que um dos seis templos que formam os pilares espirituais de Bali, está na ponta de um penhasco de frente para o mar, e cheio de esculturas antigas balineses. Não te esqueças que para entrar precisas de ter os ombros e os joelhos cobertos. Não tens? Vais ter de alugar um sarong (pano tipíco), que dá tanto para homens, como para mulheres. Depois de te maravilhares com este templo, é hora de te fazeres ao caminho da verde tropical área de Ubud- o centro da arte e da cultura balinesa, gastronomia, muitos lugares para ver e muito para te divertires. Não vás tarde, pois o trânsito no final do dia é caótico. Começa o teu quarto dia, o mais cedo que conseguires, afinal de contas estás de férias! Bebe um delicioso café e faz uma caminhada até Campuchan Ridge, um passeio fácil e grátis pela natureza. O passeio tem aproximadamente 8km. Contudo os primeiros 4km são os mais interessantes. É possível visitar campos de arroz e parar para beber um coco fresco num dos vários cafés com vista panorâmica para um paisagem absolutamente luxuriante e deslumbrante. Depois de parar para almoçar, prepara a máquina fotográfica. A cerca de 20 minutos de distância, de Ubud, está a cidade de Gianyar, casa da Cascata de Tegenungan. A descida é inclinada, mas a vista vai compensar as dores nos músculos. Lembraste daquela foto do Instagram onde pessoas se baloiçam em frente a uma queda de água? É aqui mesmo! Já que aqui estás, Gianyar é famosa pelo seu tradicional mercado nocturno. Está aberto todas as noites e cheio de habitantes. Não há menus em inglês, por isso o nosso conselho é: senta-te onde houver mais gente e escolhe igual, assim saberás que a comida é boa e fresca. Dia 5, 6 e 7, Canggu O dia inicia com uma aula de yoga, mesmo que nunca tenhas experimentado, este é o melhor local para o fazer, no Yoga Barn. Com o corpo cheio de energia, viaja até aos campos de arroz de Tegellalang. Podes tirar fotografias no topo ou ir descendo pelos caminhos estreitos. Dependendo da época do ano, poderás observar os agricultores de chapéus bicudos, a trabalhar no seu elemento natural. Volta para Ubud para um lanche. Mesmo que não sejas vegetariano, vais adorar o Moksa, de cozinha local vegetariana, e que cultiva os seus próprios vegetais. Agora sim, estarás pronto para te fazeres ao caminho da moderna área de Canggu. No final da tarde aproveita para passear na rua principal e deixa-te envolver pela atmosfera. Começa o dia com um mergulho e relaxa na praia de Canguu. A primeira coisa que vais reparar é que a areia é escura, de origem vulcânica, ao contrário da zona de Bukit. Depois de mais um almoço balinês, viaja até ao templo de Tanah Lot, a cerca de 30 minutos da cidade. Explora os penhascos, e desce até encontrares o templo que está construído num pedregulho que podes aceder quando a maré está vazia. Não te esqueças de procurar à tua volta pelos monjes vestidos de cor de laranja, que passeiam por ali. Se quiseres, aproxima-te, irão abençoar-te com pétalas de flores e água sagrada. Se ficares aqui por perto até ao fim da tarde, não te vais arrepender, pois é a altura do dia mais bonita. Uma das mais completas experiências em Canggu, são os mercados do fim de semana. Se estiveres em Canggu a um domingo, não hesites em ir ao mercado de Samadi, que vende os melhores produtos orgânicos produzidos na região. Vais encontrar também padaria e pastelaria variada. Agarra qualquer coisa para o caminho e vai até ao mercado Love Anchor. Com musica animada, caminhando sob as tendas de dossel podes comprar artesanato, lembranças, bijutaria e roupas. Não deixes Bali sem um sarong, ou umas calças hippie! À tarde vai visitar “The Shortcut”, um caminho estreito de tijolos cinzentos, que atravessa um arrozal e que liga as duas áreas principais de Canggu. Esta estrada é famosa, porque em vez de ser usada em apenas um sentido (as regras de tráfego são muito ignoradas em Bali), é usada em ambos os sentidos, e dois carros não se conseguem cruzar, fazendo com que muitos já tenham caído no arroz ao longo dos anos. Para terminar esta viagem em grande estilo, faz-te ao caminho da praia Echo para relaxar e admirar o último pôr-do-sol idílico de Bali. Quanto custa ir a Bali e qual a moeda usada? A moeda oficial de Bali é a rupia indonésia (IDR). O preço da viagem a Bali varia consoante o estilo de viagem. Em média, podes gastar entre 30€ e 100€ por dia, dependendo do alojamento e atividades escolhidas. Se planeares com antecedência, um bilhete de avião de Portugal para Bali pode custar entre 700€ e 1.200€, dependendo da época e da companhia aérea. Alojamentos económicos podem ser encontrados a partir de 10€ por noite em hostels ou guesthouses, enquanto hotéis de luxo podem ultrapassar os 200€ por noite. Para deslocações, o aluguer de scooters custa cerca de 5€ por dia, e as refeições variam entre 2€ em warungs locais e 20€ em restaurantes sofisticados. Que horas são em Bali? O fuso horário de Bali é GMT+8, o que significa que está 7 horas à frente de Portugal continental (no horário de inverno) e 6 horas à frente no horário de verão. Para poderes aproveitar esta semana, com a maior tranquilidade, sem ter medo de cortar o pé num coral, caíres de mota, ou o teu voo atrasar e perderes a ligação, estamos contigo à distância de um telefonema. E se a este roteiro quiseres adicionar algumas paragens menos turísticas, e assim evitar a ilha das multidões, recomendamos-te que leias o nosso artigo sobre o lado menos turístico de Bali. E se continuas com receio de viajar para o país, porque não dás uma vista de olhos ao artigo sobre a segurança na Indonésia? Autores: 

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Os 5 melhores lugares para viajar sozinho pela Ásia

Os 5 melhores lugares para viajar sozinho pela Ásia

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Na Ásia há diversidade, beleza, caos e charme, por isso, oferece qualquer coisa a qualquer um que a visita. Às vezes não temos companhia para viajar, mas isso não nos impede de partirmos à ventura, e com os seguros para viagens internacionais da IATI sentimo-nos sempre muito bem acompanhados para onde quer que vamos. Países para viajar sozinho pela Ásia Faz as malas com a Iati, que criou uma lista dos melhores países para viajantes independentes. São destinos que adoramos, e que vais adorar também! Camboja Quem não quer viajar para o Camboja? Não há ninguém que tenha ido, e que não queira voltar outra vez. E isso, por si só, é um motivo para impulsionar viajantes para este país incrivelmente bonito, rico em história, povo amigável e gastronomia de chorar por mais. É um lugar fantástico para viajantes sozinhos explorarem, porque a sua diversidade compensa. Desde a agitada cidade de Phnom Penh, aos templos de Angkor Wat, e as paradisíacas praias de Sihanoukville. E é um lugar muito seguro. São raras as queixas de agressão, e embora haja poucos viajantes fora de Siem Riep (cidade que acolhe os templos de Angkor Wat), não nos sentimos sozinhos graças à gentileza dos seus habitantes. Gostas de andar de mota? No Camboja vais encontrar os capacetes mais hilariantes do Mundo. Há tanto para ver. Depois de visitar templos e os Killing Fields (devastador, mas a não perder), podes explorar lugares menos conhecidos: Battambang, a segunda maior cidade do Camboja, construída em redor de um rio, e com charmosa arquitectura colonial. Kampot, onde podes ajudar habitantes cegos, ao fazer uma das suas tradicionais massagens por cerca de 3€. Japão Não apenas porque é um país altamente desenvolvido, e é bom para viajantes sozinhos, mas porque o Japão tem bastante para oferecer. Em primeiro lugar, comer é mais fácil, uma vez que os conhecidos restaurantes de “ramen” são compostos por lugares individuais ao balcão. Se não gostares de comer sozinho podes, em alternativa, ver roteiros dedicados a cozinha Japonesa, deliciares-te com o fresco sushi, na companhia de outros viajantes. Em qualquer cidade grande japonesa, para para observar, e vais ver a quantidade de pessoas que andam sozinhas. No caso de seres rapariga e estiveres mesmo preocupada com a segurança, podes procurar os transportes, ou alojamentos só para mulheres, que também existem. Nem todos falam Inglês, mas todos são muito respeitadores e fazem tudo para te ajudar, o que te resta fazer é, relaxar e explorar. Não voltes sem ter a experiência de um “an onsen”, um banho tradicional japonês, onde até dá jeito estar sozinho, por tens de estar completamente nu! Coreia do Sul Talvez não estivesses à espera deste, mas a IATI garante que é um país que te vai deixar o apetite por mais Sudoeste Asiático. A capital é Seoul, uma cidade com muita vida, cheia de edifícios modernos e pessoas simpáticas. No entanto, a gastronomia é o ponto forte. Churrasco coreano, “kimchi”, “bibimbap” e muito mais. Como não adorar? As famosas bancas de rua estão por toda a parte, e há imensos jovens a fazerem as suas refeições por lá. Um bom local para conheceres pessoas. Percorrer as ruas também é bastante fácil, para quem viaja sozinho. O metro nas cidades de Seoul, Daejon e Busan, tem anúncios em inglês. Muitos coreanos jovens falam inglês, e a sua simpatia é realmente genuína. Quer estejas a subir o Monte Gangcheon, a visitar as cascatas de Byeongpung ou a petiscar marisco fresco no mercado de Jalgalchi, vais apenas encontrar pessoas afáveis e cheias de vontade de ajudar. Vietnam Outro país do Sudoeste Asiático, e não é por acaso que o escolhemos para pessoas a viajar sozinhas. Tem natureza, cultura, boa comida e divertimento. E é bastante fácil, também, de te deslocares, especialmente se gostares de andar de comboio, ou mota. A rede ferroviária é bastante desenvolvida, e tem oferta suficiente para qualquer parte que queiras visitar. Gostas de cidades grandes? Não podes perder Ho Chi Minh, e a capital Hanoi, onde as ruas são temáticas (chapéus, sapatos, cartões, ferragens, etc), e facilita imenso. Delicia-te com um Bún Cha, o prato mais típico do Vietnam. Se preferires mais natureza e cenários idílicos, não podes perder a zona montanhosa de Sapa e os seus arrozais, a baía de Halong Património da Unesco e visitar uma exploração de ostras, e as praias de areia brilhante de Nha Trang. Os vietnamitas falam inglês, o que faz um viajante sentir que é mais fácil circular pelo país. Se gostares de andar de mota, vai preparado com um seguro IATI. Há milhares de motas em todo lado e o tráfego é incrível, pois os vietnamitas utilizam as motas para transportar cargas muito volumosas. Aproveita para observar, por vezes nem se vê a pessoa que vai a conduzir. Myanmar E terminamos em alta. Se o Myanmar não está na tua lista, é hora de colocar! Não são apenas templos, pagodas, cidades antigas e vilas rústicas, há tanto para visitar que voltamos para casa relaxados e inspirados. As pessoas em Myanmar são de uma bondade comovente. Se viajas sozinho, vais ficar mais do que feliz aqui, não só acolhimento mas também pela autenticidade do país. Não podes perder Bagan, Yangon e Mandalay. Abraça a experiência de estar num lugar único, visita as plantações de chá, dorme uma cabana, planta uma árvore e aproveita para fazer uma refeição com os habitantes. Artigo escrito por: Onde estão os Duarte

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É seguro viajar para a Turquia? 2025

É seguro viajar para a Turquia? 2025

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É seguro viajar para a Turquia? Infelizmente, muitos viajantes fazem esta pergunta na altura de escolher o destino das próximas férias. Os atos violentos que aconteceram há anos atrás ainda fazem com que, mesmo que no passado a Turquia tenha recebido milhões de visitantes, os viajantes nos dias de hoje se perguntem se não há nenhum problema em viajar para este país. No entanto, lugares como a mágica Istambul, a imponente Capadócia ou a litoral Izmir continuem a atrair pessoas de todo o mundo. Na IATI Seguros de Viagens damos-te toda a informação para que decidas se é seguro viajar para a Turquia. Continua a ler e mantém-te informado sobre este destino. É seguro viajar para a Turquia? O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros português? A página do Ministério assinala que é recomendável viajar com “extrema precaução” e que é melhor não o fazer por determinadas zonas. Indica que a Turquia é um país seguro em termos de criminalidade e delinquência, mas que há risco elevado de ataques terroristas. Por esse motivo, recomenda também que os turistas sejam prudentes e vigilantes nas zonas de maior afluência turística e nos transportes públicos de Istambul, Ancara e outras grandes cidades turcas.O relatório indica também quais as zonas consideradas de risco e que devem ser evitadas: • Províncias que fazem fronteira com a Síria, nomeadamente Mardin, Sanliurfa, Gaziantep, Kilis e Hatay • Províncias que fazem fronteira com o Iraque, como Sirnak e Hakkari. • Outras províncias do Sudeste/Este da Turquia: Batman, Siirt, Mardin, Diyarbakir, Tunceli, Van e Agri. • Campos de refugiados criados pelas autoridades turcas nas províncias que fazem fronteira com a Síria. Mas então é seguro viajar para a Turquia em 2025? Devido à implicação da Turquia no conflito Sírio, a frequência de atentados contra lugares governamentais e policiais aumentou exponencialmente em 2016. Entre os objetivos dos terroristas estiveram também alguns dos locais mais turísticos do país. O último atentado na Turquia ocorreu numa discoteca de Istambul no dia de Ano Novo de 2017. A 20 de julho de 2016, depois de uma tentativa de golpe de Estado, o Conselho de Ministros da República da Turquia decretou o Estado de Emergência durante 3 meses. Este estado foi-se prolongado até à data de publicação deste artigo por motivos de ameaça terrorista. A situação não supõe nada de grave a quem viaja para a Turquia, somente um maior controle policial e mais registos, assim como a proibição de se concentrar ou permanece em determinados lugares públicos. Por culpa destes acontecimentos o turismo desceu de forma drástica no país. Após os atentados, sobretudo depois do que aconteceu no Aeroporto de Ataturk em 2016, muitas pessoas decidiram que não era seguro viajar para a Turquia e cancelaram as suas viagens. No entanto, o país vive agora mesmo uma situação de tranquilidade e poderás encontrar fotos e vídeos em todas as redes sociais, dos viajantes que se encontram por lá a visitar os principais pontos turísticos. Como indicamos, o Ministério não desaconselha viajar para o país, mas aconselha os visitantes a atuarem com precaução. Por esse motivo, se estás a pensar em visitar a Turquia, aconselhamos a que te informes da situação atual e que sigas as recomendações que te deixamos a seguir. Alguns conselhos para viajar pela Turquia de forma segura • Vai protegido com um bom seguro de viagens como o da IATI Seguros. • Viaja com a mente aberta, aprende os seus costumes e tradições e mantém sempre o respeito. • Evita as aglomerações e as manifestações e segue as indicações das autoridades de segurança. • Anda sempre devidamente documentado. • Mantém-te informado sobre a segurança na Turquia através de fontes oficiais. Aconselhamos sempre a ler a página do Ministério dos Negócios Estrangeiros com regularidade para estar a par das últimas recomendações desta entidade. • Outra das recomendações do Ministério no momento de viajar com segurança pela Turquia é que te abstenhas de manifestar qualquer opinião comprometedora (inclusive através das redes sociais), especialmente ofendendo ou insultando a nação turca, o Chefe de Estado ou a bandeira, algo que pode ser punido com prisão. • Chega com mais antecedência aos aeroportos, já que os controles de segurança se intensificaram. • Tem cuidado com a limpeza dos alimentos. Em algumas ocasiões, o facto de comer ou beber em lugares com pouca higiene, fazem com que os viajantes sofram diarreias ou outras doenças estomacais. • Como precaução de segurança na Turquia, é aconselhável adquirir o Müze Pass, um cartão que te permite entrar em diferentes museus sem ter de esperar nas filas. • Se és mulher, e ainda que muitas mulheres na Turquia não usem véu, é recomendável vestir de forma recatada, sobretudo se fores entrar em mesquitas ou noutros edifícios de carácter religioso. • Usa o sentido comum, segue o teu instinto e não viajes com medo. É um país fascinante, não te arrependerás nem por um minuto de teres viajado à Turquia. Ficaste com vontade de viajar à Turquia? Ou preferes outros destinos que se adaptem melhor à tua forma de viajar? Seja qual for a tua próxima viagem, não te esqueças de contratar um bom seguro de viagens como os que te oferecemos na IATI Seguros. Artigo traduzido por Susana Almeida

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Vacinas para viajar ao Sudeste Asiático

Vacinas para viajar ao Sudeste Asiático

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Estás a preparar essa grande viagem pela qual esperaste tanto tempo. Tens os voos, a mala praticamente feita, compraste o guia e já tens o melhor seguro de viagens para estar coberto em caso de problemas. Mas, de repente, és assaltado por uma nova dúvida. Tenho de tomar alguma vacina para viajar pelo Sudeste Asiático? Quais? São obrigatórias? Hoje vamos responder a todas as tuas perguntas para que saibas quais são as vacinas necessárias para viajar ao Sudeste asiático. Que vacinas preciso para viajar pelo Sudeste asiático? Para te facilitar a vida, deixamos aqui uma lista das vacinas necessárias para os países mais visitados e, de seguida, falaremos um pouco sobre cada uma delas. Relembramos que esta informação é para ser utilizada como um guia para preparar a tua viagem, mas a última palavra sobre a tua saúde deve ser sempre a do teu médico. Utiliza esta página para saber quais as vacinas que precisas, mas tem em conta que, dependendo do teu historial, poderão recomendar-te algumas variações no teu centro de vacinação. Vacinas para viajar para a Tailândia – Vacinas obrigatórias para viajar à Tailândia: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar à Tailândia: Hepatite B, Febre tifoide, Tétano/Difteria e VASPR. No caso de estadias longas, também a da Hepatite A, que se contagia através do sangue ou por transmissão sexual. Vacinas para viajar pelo Camboja – Vacinas obrigatórias para viajar ao Camboja: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar ao Camboja: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite japonesa, VASPR. Vacinas para viajar pelo Laos – Vacinas obrigatórias para viajar ao Laos: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar ao Laos: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite japonesa e Meningite. Vacinas para viajar pelo Myanmar – Vacinas obrigatórias para viajar ao Myanmar: No caso de ter estado num país com risco de contágio de Febre Amarela, esta vacina será necessária. – Vacinas recomendadas para viajar ao Myanmar: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa e Meningite. Vacinas para viajar pela Indonésia – Vacinas obrigatórias para viajar à Indonésia: No caso de ter estado num país com risco de contágio de Febre Amarela, esta vacina será necessária. – Vacinas recomendadas para viajar à Indonésia: Hepatite A, Hepatite B, Tétano/Difteria, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Gripe. Vacinas para viajar pela Malásia – Vacinas obrigatórias para viajar à Malásia: No caso de ter estado num país com risco de contágio de Febre Amarela, esta vacina será necessária. – Vacinas recomendadas para viajar à Malásia: Hepatite A, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Raiva. Vacinas para viajar pelas Filipinas – Vacinas obrigatórias para viajar pelas Filipinas: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar pelas Filipinas: VASPR, Febre Tifoide, Poliomielite, Encefalite Japonesa, Raiva, Cólera, Hepatite A, Hepatite B e Tétano/Difteria. Vacinas para viajar pelo Vietname – Vacinas obrigatórias para viajar ao Vietname: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar ao Vietname: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Meningite e VASPR Informação sobre as vacinas mais comuns necessárias para viajar pelo Sudeste Asiático Cólera – Esta vacina só costuma ser recomendada se pensas viajar para zonas, sobretudo rurais, onde esta doença é endémica. Não costuma ser necessária se só vais visitar os locais mais turísticos. Febre Amarela – Deves ter reparado que, em todos os países que mencionamos nesta lista de vacinas para o Sudeste Asiático, repetimos muitas vezes a Febre Amarela. Mas não, a doença não está presente em nenhum destes países. E é exatamente por isso que é obrigatório tomar esta vacinas, para que a doença não se propague. Deverás tomar a vacina para a Febre Amarela se estiveste nos últimos 12 meses em algum país no qual se possa apanhar esta doença. Consulta esta página para saber que países são. De certeza que ficarás surpreendido por encontrar na lista alguns países como a Argentina. Encefalite Japonesa – Esta doença é contraída através da picadura de um mosquito, muito presente nos pântanos e em zonas como os arrozais. Para além da vacina, é recomendável levar uma boa dose de repelente de insetos. Raiva – É muito comum encontrar cães vadios por todo o Sudeste Asiático e muitos deles costumam ser portadores de Raiva. Também poderás contrair esta doença pela mordida de um macaco. Se vais viajar para países onde provavelmente te encontres com estes animais, não duvides e vacina-te. Hepatite A e B – A grande maioria das pessoas já contam com a vacina da Hepatite B, já que está incluída no calendário de vacinação da grande maioria dos países. A Hepatite A pode ser contraída por via sanguínea e transmissão sexual, ainda que não seja tão comum. A Hepatite B, por sua vez, é contraída através de alimentos ou água em mau estado. Tétano – Também está incluída no plano nacional de vacinação. Contagia-se através de cortes com materiais oxidados. Mais vale prevenir que remediar e estas vacinas podem poupar-te muitas dores de cabeça. Por esse motivo, viajar com seguro médico para o Sudeste Asiático é a garantia perfeita para que, perante qualquer problema, possas ter uma solução rápida e efetiva. O IATI Mochileiroé um dos favoritos de quem decide visita estes países. Oferece-te a melhor cobertura médica, e também cobre atividades como o mergulho e o trekking. E agora que já sabes tudo o que precisas sobre as vacinas obrigatórias para cada um dos diferentes países, porque não dar uma vista de olhos aos nossos artigos sobre o Sudeste Asiático? Artigo traduzido por Susana Almeida

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