Hanói – Cultura, Gastronomia, Povo e Lugares Incríveis

Hanói – Cultura, Gastronomia, Povo e Lugares Incríveis

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Hanói é a capital do Vietname, e é também a sua segunda maior cidade, com cerca de 10 milhões de habitantes. É uma mistura fascinante de Oriente e Ocidente, combinando motivos tradicionais vietnamitas com uma pincelada francesa. É uma cidade que está praticamente igual desde as décadas da guerra, mas agora está a passar por um boom de construção, tornando-se uma cidade em rápido desenvolvimento no sudeste Asiático. A IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online sabe que gostas de lugares com culturas ricas, e neste artigo traz o que de melhor se pode conhecer em Hanói, para que estejas relaxado e saibas que não perdeste lugares importantes na tua viagem. Experiências a não perder em Hanói Por mais caótica e movimentada que Hanói possa ser, é também uma cidade repleta de caráter. Passeia pelo bairro antigo por um dia e vais perceber o que queremos dizer. Uma mistura eclética de influências estrangeiras, terás a sensação de que esta cidade tem assistido a muito durante a sua história de mil anos. 80% dos veículos em Hanói são motas, e certamente irás sentir-te confuso nos primeiros dias. Atravessar a rua é um jogo arriscado, especialmente porque não há passadeiras nas ruas. O que os vietnamitas fazem é, seguir sempre ao mesmo ritmo e os motoristas desviam-se. Estão habituados. Não corras, nem pares no meio da estrada, pode ser desastroso. Explora o Old Quarter O coração movimentado de Hanói, há mais de 1000 anos, é o Old Quarter que está situado no extremo norte do lago Hoan Kiem, e ainda é um centro da vida quotidiana dos habitantes locais. Suas 36 ruas foram originalmente nomeadas segundo os bens que eram negociados lá: rua dos textéis, do calçado, da papelaria, das ferragens, do ouro, etc. É uma zona fascinante para passear, quer esteja a regatear lembranças, a observar as pessoas ou a saborear uma cerveja fresca de Hanoi, num dos muitos bares abertos. Descobre a rica História de Hanói Tendo suportado a ocupação chinesa e francesa, bem como o caos da Guerra Americana, Hanói tem uma rica herança histórica. Escavações recentes na Cidadela Imperial de Thang Long descobriram artefactos que datam do século VII dC. Visita o museu no local para admirar as belas fênix de terracota e cabeças de dragão. Última morada de Ho O Mausoléu de Ho Chi Minh é um local de peregrinação para muitos vietnamitas que vêm prestar homenagem ao “Tio Ho”, carinhosamente apelidado, o homem que liderou a luta por um Vietname independente e unificado. Há imensas filas para ver o corpo embalsamado de Ho Chi Minh, que se podem estender horas a fio no lado de fora do gigantesco mausoléu, e uma vez lá dentro, a fotografia e as mãos nos bolsos são proibidas. Está aberto de terça a quinta-feira e fins-de-semana, das 8h às 11h e a entrada é livre. Museu das Mulheres Muitas vezes, as exposições históricas têm um foco distintamente masculino, e é por isso que a União das Mulheres do Vietname decidiu construir este museu, que explora a contribuição das mulheres para a cultura e a sociedade deste país. Que foi enorme. Podes admirar os trajes típicos de noiva fantasticamente elaborados, aprender a labuta do trabalho agrícola feminino e, descobrir as mulheres combatentes que desempenharam um papel fundamental na guerra do Vietname contra os EUA. Aberto diariamente das 8h às 17h, a entrada custa 30.000 VND (1,50€). Passeia pelo Lago Hoan Kiem Um dos lugares mais serenos da cidade, o Lago Hoan Kiem atrai os moradores de madrugada, quando a prática da manhã de Tai Chi ocorre, e ao anoitecer quando as iluminações brilham para trazer vida ao local. Podes passear por bancos arborizados para chegar ao Teatro Municipal de Marionetes Aquáticas, onde músicos e marionetistas altamente qualificados mantêm viva essa arte vietnamita de mil anos. É tão mágico o espetáculo, que quando acaba ninguém se mexe da cadeira. Os bilhetes custam cerca de 4€. Experimenta a comida de rua Nunca vais estar a mais de três passos de um vendedor de comida de rua em Hanói, e os preços incrivelmente baixos significam que parece antipático e não experimentar cada prato. Faz como os habitantes locais e senta-te à beira da estrada em Duong Thanh, onde por 60.000 VND (2,60€) podes desfrutar do prato mais típico de todos: o Bun Cha, que é uma carne de porco assado, com noodles mergulhado num caldo saboroso. Beber um café delicioso Uma das maiores dificuldades dos viajantes, amantes de café, que passam pela Ásia é o tipo e sabor do café que vão encontrar. Com exceção de Hanói! Se achas que os europeus são os maiores especialistas a provar café, alguns dias em Hanói vão fazer-te reconsiderar. O café foi introduzido aqui pelos franceses no final do século XIX, mas o Vietname rapidamente começou a cultivar sua própria safra e a dar-lhe um toque único e surpreendente. Agora espanta-te mais: o melhor café envolve ovo! O Ca Phe Trung, encontra-se entre uma bebida e uma sobremesa, pois a sua receita inclui claras de ovos muito bem batidas com açúcar e equilibradas em cima de um café expresso, que vai resultar numa mousse doce de saber a café, que é mesmo deliciosa. Baía de Halong Talvez a visão mais mágica do Vietname é Halong Bay, pontilhada com pequenas ilhas, cavernas, grutas e florestas de contos de fadas. A maioria das pessoas exploram esta baía num dia de viagem, mas o ideal é fazer um cruzeiro pela baía de Halong, de pelo menos dois dias, num barco que atraca durante a noite nestas águas da UNESCO. Vai valer a pena. Descobre o Seguro IATI que te vai acompanhar nesta viagem ao Vietname, e parte confiante para esta cidade, que nunca mais vais esquecer. Autores: Onde andam os Duarte?

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10 factos a saber sobre o Vietname

10 factos a saber sobre o Vietname

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Se estás a pensar em viajar para o Vietname, não percas este artigo onde partilhamos algumas dicas e curiosidades sobre este maravilhoso país do sudeste asiático. Para começares os planos da tua viagem da melhor forma, não te esqueças do teu seguro, a IATI tem o seguro ideal para uma viagem pela Ásia. 10 factos importantes sobre o Vietname Bus noturno Vais descobrir que o autocarro nocturno é das melhores e mais baratas formas de te movimentares dentro do país. Com o teu bilhete tens direito a um lugar onde passar a noite (deitado, com pernas esticadas e almofada) no autocarro. Os preços variam dependendo da empresa e da distância mas pagas entre 7 a 10€ aproximadamente por uma viagem que dura toda a noite. Para além do dinheiro e tempo que poupas, esta é uma excelente oportunidade para conviver com locais que utilizam este meio de transporte com frequência, vais conhecer pessoas e histórias diferentes. Bay Tu Long Bay Halong Bay é uma das 7 maravilhas naturais do mundo e Patrimônio da Humanidade da Unesco, esta é uma das zonas mais visitadas do Vietname. Formada por cerca de 3000 ilhas verdes, facilmente se confundem com uma das cenas do filme “Avatar”. A sua fama arrasta multidões em massa o que pode boicotar a ideia de um cenário paradisíaco. Como alternativa a esta situação, e de forma a preservar o encanto de Halong Bay, recomendamos visitar Bay Tu Long Bay, localizada a norte da anterior, de igual magia e imponência mas sem as centenas de barcos a contrastar com a cor esmeralda das águas. Influências culturais Dada a colonização e permanência de diferentes povos e culturas ao longo da história, o Vietname é feito de uma sincronizada influência de culturas: chinesa, japonesa, francesa e americana. Desde edifícios a gastronomia, a influência é visível no dia-a-dia, nomeadamente na presença da Banh Mi nos mercados de rua, uma baguete de influência francesa que pode ser comprada em qualquer parte do Vietname. Maior gruta do mundo Son Doong, descoberta em 1991 chega a ter 200 metros de altura e 150 de largura em alguns pontos dos 9km de sistema de cavernas. Os valores para a visita rondam os 2400€ para 6 dias e os interessados devem ser submetidos a testes e provas físicas dada a dificuldade das caminhadas. Comida de rua Em todas as cidades, vilas e aldeias vai haver sempre um bicicleta ou moto com uma banca a vender comida: noodles, fritos ou baguetes a escolha é Mesas que são bancos com um tabuleiro, cozinhas com motor montadas em qualquer esquina, fácil e rápido. Considerado como um dos melhores países para experimentar comida de rua, o Vietname é o local ideal para provar novos e deliciosos sabores sem gastar fortunas. Pho Uma sopa típica com diferentes variações feita com carne (ou tofu), arroz e vários legumes. Podes comer uma rica sopa por menos de 1€ em quase todo o lado pelo Vietname, com opção vegetariana també Trânsito de motos Nada te vai preparar para a grande aventura que é atravessar a rua, principalmente em cidades como Ho Chi Minh e Hanói onde cuidado tem de ser redobrado. Milhares de motas em diferentes direções, famílias inteiras na mesma moto e alguns malabarismos com mercadorias pelo meio, o truque? Olhar para os dois lados com atenção e cruzar com confiança, muitas das vezes a simpatia dos locais faz-se evidenciar e agarram-te pela mão até ao outro lado. Produção de café Não só comida de rua, mas barraquinhas (ou mais especificamente uma mesa com bancos de plásticos) estão por todo lado para venda café ou chá. O café é servido com gelo e leite e as pessoas socializam na rua à volta das mesas. Introduzida pelos franceses, esta indústria é uma fonte de riqueza importante para a economia do país. Uma das formas típicas de tomar café no país, é o café com ovo. Aversão ao moreno Se, para outras culturas, o bronzeado é procurado e desejado, no Vietname o contrário acontece. Bronzeado é sinónimo de trabalho no campo, o que muitos evitam e a pele branca é o ideal de beleza. É frequente ver, principalmente entre as mulheres, casacos ou capas longas, luvas e chapéus mesmo com altas temperaturas. Maiores dunas de areia do Sudeste Asiático Mui Ne já foi uma pacata vila de pescadores, no entanto é, hoje, um local de bastantes turistas, tours e resorts. Este pequeno deserto é conhecido pelas extensas dunas brancas e vermelhas, sendo as primeiras as que mais impressionam. Autora: Janete, Flearound

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Halong Bay – Cruzeiro no Vietname

Halong Bay – Cruzeiro no Vietname

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Bem-vindos a um cruzeiro especial que vai explorar Halong Bay, oferecemos não apenas um serviço cheio de dicas, com o mais alto padrão de segurança com o nosso Seguro de Viagens IATI Standard, mas também uma experiência de fotos e leitura de viagens. Se vais para o Sudoeste Asiático, parte sempre com a certeza que tens o seguro certo: a nossa apólice de viagem IATI Standard é ideal como seguro para viagens para países do Sudeste Asiático, pois oferece uma cobertura de despesas médicas de 300.000€. Sempre com as nossas coberturas essenciais, como repatriações, roubo e danos de bagagem, além de coberturas complementares como adiantamento de fundos, atrasos e perdas de serviços, etc. Sem franquias, sem adiantar dinheiro e em Português. A baía de Halong A Baía de Ha Long, que em Português significa: onde o dragão entra no oceano, é um arquipélago no norte do Vietname perto da fronteira com a China, com 1969 ilhas de calcário que se erguem das águas, numa área de 1500km2. É a mais conhecida baía do país. Conta a lenda, que um grande dragão que vivia nas montanhas um dia foi até ao mar, na descida a sua cauda cavou vales, que milénios mais tarde ficaram cheios de água, deixando apenas os picos de terra à superfície, o que hoje é o salpicado de ilhotas. A maior parte das ilhas não é habitada, nem recebe visitantes. A beleza cénica do sítio é complementada pelo seu interesse biológico. As ilhas tem um número infinito de praias, grutas e cavernas. Esta área extraordinária foi declarada Património da Humanidade pela UNESCO em 1994. E recentemente, uma das novas Sete Maravilhas do Mundo. Para muitos viajantes, este lugar é como algo saído de um filme, pois apresenta uma grande variedade de biodiversidade, e a sua paisagem surrealista nunca cansa. Como chegar a Halong? A melhor maneira de chegar à cidade de Halong é de carro, táxi ou autocarro desde Hanói, que fica a 170km de distância. Se o teu orçamento não é um problema, podes ir confortavelmente de helicóptero, e em 1 hora estás no cais de embarque. Muitas companhias que detêm os barcos, também fazem o transporte dos passageiros das principais cidades do país. E garantem que não andas perdido à procura do teu guia. Uma vez no cais de embarque. Precisas de tempo para te maravilhar com os barcos, os junk, que circulam às centenas por ali, parece que deslizam nas águas uns pelos outros milimetricamente. E só depois vais procurar pelo teu. Prepara a máquina fotográfica! O que não podes perder? Halong Bay é um destino turístico, e tem bastantes multidões na cidade, mas a área é grande o suficiente para haver lugar para todos. De modo a desfrutar de uma experiência mais autêntica, o melhor é optares por um cruzeiro de duas noites num junk, um barco à vela silencioso, inspirado nas antigas embarcações chinesas. Estes pequenos cruzeiros navegam pelas diversas ilhas, com paragens mais do que obrigatórias em cavernas, por onde vais poder entrar caminhar e subir até miradouros com vistas lindíssimas. Podes visitar viveiros de ostras, e ver como é feita a extração das pérolas. Sabias que existem vilas flutuantes em Halong Bay? Sim, uma comunidade de 1600 pessoas vivem nas águas calmas da baía, e acenam aos visitantes que por eles passam. As casinhas coloridas fazem contraste com as águas escuras e paisagens verdes, é muito fascinante. Os junk são normalmente muito agradáveis, com varandas com cadeiras ou espreguiçadeiras para apreciares a paisagem. Comida é saborosa e têm todo o conforto que necessitas. Certifica-te que o barco que escolhes tem atividades que acrescentam valor ao teu passeio: como passeios de canoa, pesca de lulas noturna, showcooking, recolha de lixo das águas, observação de estrelas, ioga, contador de lendas, etc. As grutas mais emblemáticas de Halong Bay Sung Sot Cave Uma das maiores da baía, está repleta de estalactites e estalagmites que assumem formas diferentes, como um dragão, um tigre e um pinguim, conforme vai indicar o guia. Dau Go Cave A gruta é composta por três câmaras. A primeira apresenta um pilar gigante que parece um monge de bengala. A segunda é uma passagem para terceira, que apresenta formações a imitar animais. Diz-se que teria sido aqui que, as estacas usadas para parar as tropas Mongóis, foram guardadas. Dau Go, significa estaca. Trinh Nu Cave De acordo com uma lenda, uma rapariga, em vez de se casar com um velho rei, fugiu para esta caverna e suicidou-se, transformando-se numa rocha. É ideal para passeios de barco noturnos. Thien Cung Grotto Vais subir umas escadas íngremes, através de uma densa floresta, e entrar numa câmara enorme, enfeitada com estalactites e estalagmites de todos os tipos. Embarca num dos cruzeiros mais bonitos do mundo, deixa-te cativar pela paisagem de Halong Bay e admira este património mundial e natural, numa viagem completa que vais querer contar a outras pessoas. Não te esqueças de fazer um seguro de saúde antes de ir para o Vietname. O seguro de viagem mais fácil e mais confiável é o IATI Standard. Deves obtê-lo antes da tua viagem, especialmente antes de um cruzeiro em Halong Bay, para evitar problemas desnecessários que possam arruinar as férias.

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Roteiro pelas melhores praias de Koh Tao

Roteiro pelas melhores praias de Koh Tao

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Na costa ocidental do Golfo da Tailândia, a norte das ilhas Koh Samui e Koh Phangan, Koh Tao, que significa ilha da tartaruga, é extremamente conhecida por ser o paraíso dos mergulhadores devido à qualidade do mergulho, à diversidade da vida marinha e ao baixo custo desta atividade. Para além disto, esta ilha com apenas 13 quilómetros quadrados reserva muitas maravilhas naturais. Um paraíso tropical com águas cristalinas e quentes, praias deslumbrantes com paisagens de cortar a respiração, um ambiente acolhedor e alegre, Koh Tao é uma ilha incrível, perfeita para mochileiros independentes. Hoje, a IATI deixa-te um roteiro para que não percas nenhuma das praias mais deslumbrantes. Contrata o teu seguro de viagens, faz as malas e prepara-te para conhecer as melhores praias de Koh Tao. 6 praias a não perder em Koh Tao Koh Nang Yuan É a formação de três ilhas juntas por uma faixa extensa de areia. As águas cristalinas e mornas juntamente com a areia fina e branca hipnotizam com tamanha beleza. Para chegar até ela tem duas opções: pagar um passeio que pode ser comprado em qualquer uma das agências em Koh Tao e que, normalmente, incluem a visita a outras pequenas ilhas nas redondezas, almoço e snorkelling, ou então apanhar um taxi boat que faz a travessia até lá numa viagem de 10 minutos. Sairee Beach É a praia mais movimentada da ilha. Junto a esta estão localizados a maior parte dos hotéis, bares, restaurantes, lojas, escolas de mergulho. A água é morna, à semelhança do que irá verificar em todas as praias aqui mencionadas e a areia branca. Porém, se procura sossego esta poderá não ser a praia mais indicada, uma vez que é onde se encontra a animação e onde os barcos (long tail) atracam. Não pode deixar de assistir a um pôr do sol nesta praia, a junção do vermelho, laranja, cor-de-rosa, no céu, com o azul turquesa do mar proporcionam um visual que não irá esquecer tão cedo. Chalok Bay Assim como a Sairee Beach é mais um paraíso na terra ou melhor, na ilha de Koh Tao, mas com um ponto a favor: a tranquilidade. Aqui, pode desfrutar das águas mornas e translúcidas, da areia quente e fina num ambiente calmo e sem grandes movimentações. Se acha que já está maravilhado que chegue, espere até conhecer as próximas praias. Freedom Beach Está muito próxima em termos de distância à Chalok Bay. Esta é das praias mais cobiçadas e está no Top 5 das praias mais bonitas da Tailândia (para nós, claro). Uma pequena faixa de areia, reggae music como som ambiente, um clima tranquilo e uma paisagem inacreditável que mais parece ter saído de um filme de Hollywood, é o que pode esperar deste bocadinho de terra à beira mar. Esta praia é privada pelo que terá de passar uma portaria e pagar 50 baht para poder usufruir da praia, um valor que vale totalmente a pena para conseguir experienciar aquilo que, com dificuldade, tentámos descrever sobre esta praia pelo tão maravilhosa que é. Shark Bay Como o nome indica é uma praia em que, com alguma sorte, conseguirá avistar tubarões-baleia. Para além disso, é um lugar muito procurado para a prática de snorkelling devido às suas águas transparentes e vida marinha abundante. O acesso é feito por dentro de um Hotel mas a praia é pública pelo que não terá de pagar. Sai Daeng É mais uma das praias mais faladas de Koh Tao. Como já deu para perceber, todas as praias desta ilha têm três características comuns a todas elas: águas mornas e translúcidas, areia branca e fina e muito propícias para a prática de snorkelling e a Sai Daeng não difere das restantes. Se depois deste artigo ficaste com vontade de visitar Koh Tao mas ainda não tens a certeza se é um bom lugar para férias, aconselhamos-te a ler o nosso artigo sobre se é seguro viajar para a Tailândia. Autor: Yoan Guerreiro

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5 atrações para ver na cidade de Catmandu

5 atrações para ver na cidade de Catmandu

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Catmandu, a capital do Nepal, é uma cidade vibrante e barulhenta. Repleta de história, palácios e templos, que fica a poucos passos da principal atração do Nepal: os Himalaias. A IATI coloca a mochila às costas e parte contigo nesta aventura cheia de mística, onde o melhor seguro de viagens te acompanha: IATI Mochileiro. Se tens a curiosidade de conhecer o Nepal, acredita que não vais ficar desiludido e, provavelmente vais quer ficar mais tempo do que aquele que inicialmente tinhas planeado. A melhor parte de ser um viajante independente é poderes fazer aquilo que mais gostas, no ritmo que melhor se adapta a ti. O seguro IATI Mochileiro combina uma elevada cobertura médica (1.000.000€), e inclui as nossas coberturas clássicas com outras especiais: desportos de aventura, procura e salvamento ou equipamentos informáticos. Além disso, oferece a possibilidade de contratar uma nova apólice no destino, no caso de decidires prolongar a viagem, iupi! O Nepal é uma celebração de culturas antigas e ricas tradições, e um dos locais mais fascinantes que podes conhecer. 5 atrações imperdíveis em Catmandu A cidade está a abarrotar de gente, é caótica, mas encantadora. Tudo será muito intenso, uma profusão de visões, cheiros e sons. 1 – Thamel Thamel é a parte mais antiga da capital. Também era conhecida como Tabitha Bahal, e merece uma visita obrigatoriamente. É um dos bairros mais movimentados da cidade de Catmandu. Aqui vais encontrar de tudo, até equipamento de montanha para te preparares para as caminhada, a preços muito baixos. Existem, também, lojas de antiguidades, livrarias, restaurantes cafés e uma mistura de diferentes hotéis e albergues. 2- Boudhanath Stupa Construída no século XIV, a Stupa de Boudhanath é a maior stupa budista (monumento construído sobre os restos mortais de uma pessoa importante) do Nepal, e é considerada um dos lugares mais sagrados para os budistas. Os gigantescos olhos de Buda no topo, e as coloridas bandeiras de oração fazem dela uma construção que prende o olhar. A stupa foi atingida pelo terramoto em 2015, mas foi restaurada e aberta aos visitantes apenas 18 meses depois. 3- Templo de Swayambhunath Localizado no alto de uma colina, a oeste da cidade de Catmandu, pode ser alcançado por uma subida de 365 degraus em pedra. Uma das primeiras coisas que vais notar, mesmo antes de começares a caminhada, são os macacos. Centenas deles vivem e circulam pelas instalações do templo. Acredita-se que eles sejam sagrados, embora seja melhor não pensar sobre o motivo: dizem que eles foram formados a partir dos piolhos da divindade budista Manjushri, que foi criada neste local. Este santuário ostenta uma stupa branca imponente com os cativantes olhos de Buda e uma torre dourada cintilante. Swayambhunath oferece uma vista panorâmica da cidade e mostra-te exatamente como Catmandu está no fundo de um vale, com os milhares de casinhas todas acumuladas no fundo. Neste local vais encontrar muitos monges, peregrinos e muitos habitantes que vêm até aqui rezar, ou fazer uma paragem para comer. 4- Praça de Durbar É incontornável a passagem por esta praça. Aqui sente-se a vida quotidiana Nepalense. O coração da cidade velha, a praça Durbar já foi o lugar onde o rei foi coroado. O Palácio do Rei, lugar de onde era governado o país, continua ali. Também conhecido como Hanuman Dhoka, é Património Mundial da UNESCO. Os templos e palácios de estilo pagode, que remontam ao período do séc. XV, foram gravemente atingidos pelo terramoto em 2015, mas apesar das rachas tudo continuam majestosamente de pé. 5- Templo Pashupatinath É um dos lugares mais sagrados para os hindus devotos e está localizado na margem do rio Bagmati. Foi construído no século V e depois renovado pelos Reis Malla. O templo principal do complexo é dedicado ao deus Shiva, e é restrito apenas aos hindus. Aqui pode ver as cerimónias de cremação dos hindus, das 07h-10h. E conversar com grupos de Sadhus, amigáveis e felizes de ser fotografados por uma pequena gorgeta, em troca da qual eles vão-te benzer. O slogan “Once is not enough” do Gabinete de Turismo do Nepal faz todo o sentido, já que não podes absorver tudo na primeira visita. O Nepal é mais do que altos picos e Sherpas, e podes facilmente ter noção disso ao explorar Catmandu. Autores: Onde andam os Duarte?

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Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

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O sol nasce atrás das grandes cúpulas de Angkor Wat. As palmeiras altas estendem-se em direção ao céu iluminado, enquanto nuvens ondulantes são refletidas na água do fosso do templo. Vais demorar uns minutos para assimilar a passagem da tua realidade, para o interior misterioso de uma das maiores estruturas religiosas do mundo. A Iati, líder na venda de seguros de viagem online, neste artigo promete belos edifícios anciãos a brilhar ao pôr-do-sol, numa viagem que vais querer fazer pelo menos uma vez na vida. Porque deverias visitar Angkor Wat? O exterior de Angkor Wat tornou-se um símbolo do país, de tal forma, que até aparece na bandeira do Camboja. Contudo, o que está lá dentro é igualmente espetacular. Angkor Wat, o mistério Angkor Wat é o precioso templo e estrela, do que hoje é conhecido como o Parque Arqueológico de Angkor. A cidade de Angkor foi construída no século XII como uma capital do Khmer, para o rei Suryavarman II. Quando ficou pronta, a cidade antiga tinha uma área de 400km, e 1 milhão de habitantes, o que a tornou na maior cidade pré-industrial da história. O que aconteceu à sua população é um mistério até hoje! Os arqueólogos ainda não sabem, ao certo, o que realmente aconteceu com esse vasto império e seu povo, e o que os levou a abandonar tamanha cidade. As teorias incluem derrotas em batalhas e mudança de práticas religiosas, (Hinduísmo do Khmer foi substituído pelo Budismo Theravada no séc. XIV), mas o mistério intrigou os cientistas por séculos. Angkor tem tanta água, quanto pedra. A área possui um enorme sistema de canais artificiais, diques e reservatórios, o maior deles (West Baray) tem 8km de comprimento e 2,4km de largura. Esta obra de engenharia são parte integrante de um design geral do complexo que permanece fiel ao simbolismo religioso. Mas essas obras gigantes, de índole religiosa, também serviam um propósito prático. Ao aproveitar com habilidade o rio e a água da chuva, saciavam a sede, e irrigavam culturas produtoras de riquezas como o arroz, que era usado pelos Khmer como moeda. Angkor Wat, a lenda A galeria Churning of the Sea of ​​Milk mostra um baixo-relevo de uma das mais famosas lendas sagradas hindus: Vishnu (associado na escultura como o arquiteto do rei Suryavarman II, que construiu o complexo) convence um grupo de demónios e deuses a trabalhar juntos em uma tentativa de ganhar a imortalidade. Envolveram a grande cobra Vasuki ao redor da base do Monte Mandara. Começam a jogar o jogo da corda: os deuses puxam de um lado da cobra e os demónios do outro. Com a força, o Monte gira e agita as águas do oceano por baixo dele. Este desafio dura 1000 anos! Até ao momento que Amrita (néctar da Imortalidade) sobe até à superfície. Vishnu agarra-o mesmo a tempo de impedir os demónios de o beber. O que vais encontrar em Angkor Wat? Mesmo depois dos tempos de glória passarem, Angkor permaneceu popular entre os peregrinos budistas que viajavam pelo sudeste da Ásia. Hoje em dia o complexo atrai viajantes de toda a parte, quase um milhão por ano. Quando Angkor foi nomeado Património da Humanidade em 1992. E a UNESCO continua a fazer parte do futuro de Angkor, trabalhando com as autoridades do Camboja para garantir que o turismo e o desenvolvimento não comprometem este grande tesouro cultural e religioso. Ta Prohm Ta Prohm é um dos templos mais fotografados e foi, deliberadamente, deixado em grande parte sem restauro, emaranhado e estrangulado por vegetação rasteira. É um templo muito popular, particularmente para os fãs do filme Tomb Raider de 2001, pois foi o local das filmagens. Bayon O eterno favorito, em Angkor Thom, é o templo de Bayon, cujas torres estão gravadas com rostos de bodhisattvas iluminados e onde baixos-relevos encantadores retratam a vida comum do Khmer, em vez de deuses hindus que estão na maior parte das gravuras espalhadas no complexo. Ta Som Ta Som é uma mini versão de Ta Prohm. As suas raízes ocuparam languidamente uma intrigante entrada. Aproxima-te de leste e vais encontrar um santuário solitário esculpido com divindades femininas, e se estiveres à procura de silêncio, Ta Som pode muito bem ser a resposta para as tuas orações. East Mebon Foi um dos primeiros templos construídos no complexo, Wat Mebon está ligeiramente degradado, mas ainda mantém algumas das mais impressionantes esculturas de Angkor. Possui uma riqueza de animais selvagens esculpidos em honra do deus hindu Shiva. O pôr do sol é a melhor época para visitar, pois as pedras assumem uma tonalidade avermelhada, e tem menos multidões. Dica Especial da IATI Com mais de um milhão de turistas a visitar Angkor Wat todos os anos, o espaço está a ficar congestionado. Grandes grupos de turistas tendem a seguir horários semelhantes, o melhor é evitá-los. Define o alarme para antes do amanhecer, quando há menos visitantes e a temperatura e a humidade são menores. Chega quando as portas se abrirem: 5h30. Após o nascer do sol, a maioria dos turistas volta para seus hotéis para o pequeno-almoço. Em vez disso, leva um lanche e fica por lá até as 9h, enquando os templos estão sossegados. Regressa ao hotel para um pequeno-almoço tardio, antes de regressares aos templos mais populares ao meio-dia, quando a maioria dos turistas vai almoçar. As tardes são melhor aproveitadas nos templos menores. Vai preparado para andar muito. Aluga uma bicicleta em Siem Riep, são muito melhores do que andar de Tuc-Tuc, e mais amigas do ambiente. Escolhe o seguro de viagem que melhor se adapta a ti, e não te esqueças de verificar as vacinas para viajar para o Sudoeste Asiático.

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É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

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O Myanmar, ou antiga Birmânia como também é conhecido, é o maior país do Sudeste Asiático. Faz fronteira com a China, Bangladesh, Índia, Laos e Tailândia e é banhado pelo Mar de Andamão e Golfo de Bengala. Neste artigo a IATI seguros apresenta-te uma visão geral sobre a situação histórica e política do Myanmar bem como as questões relacionadas com a segurança para todos aqueles que pretendam visitá-lo. Antes de embarcar neste país milenar não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem pois independentemente do destino a tua segurança está sempre em primeiro lugar. É seguro viajar para o Myanmar? Até há muito pouco tempo atrás o Myanmar era um país para muitos desconhecido já que o turismo por lá era estritamente proibido. As portas ao turismo abriram-se muito recentemente depois de uma dura ditadura militar que, embora na penumbra, ainda vai persistindo. O país está em processo de democratização desde 2011 e, justamente por isso, muitas são as questões lançadas sobre a segurança de se viajar para o Myanmar. Contextualização histórica do Myanmar O Myanmar é um país multicultural já que aqui existem cerca de 8 macro grupos étnicos que se subdividem em 130 minorias étnicas. Cada uma delas com a sua própria cultura a nível de religião, língua e até mesmo tradições. Foi esta multidiversidade que originou problemas quando o país conseguiu a sua independência do Reino Unido, em 1948. Cada um dos grupos étnicos reivindicava direitos diferentes o que originou uma guerra civil. Esta teve o seu fim em 1962 quando os militares deram um golpe de estado que levou à instauração de uma severa ditadura militar que perdurou até 2011. Pouco se sabe sobre o que aconteceu no país durante todo este tempo já que este se fechou ao resto do mundo. A luta pela democratização do país é mundialmente associada aos esforços de Aung San Suu Kyi, que durante anos lutou pelo fim da ditadura tendo mesmo sido presa durante mais de 10 anos pela junta militar. Tendo-se dissolvido a ditadura em 2011, em 2016 Aung San Suu Kyi foi democraticamente eleita como primeira-ministra do país já que esta não pode ser eleita presidente por ser casada com um estrangeiro. Desde então o país abriu as portas ao turismo e está então em processo de democratização. Situação atual do Myanmar Atualmente o Myanmar é um país oficialmente democrático de república parlamentarista. Porém, 25% do parlamento ainda pertence aos militares, o que tem tornado o processo de democratização demorado e não tão pacífico como se desejava. Existem ainda algumas frentes de confronto espalhadas pelo país devido justamente a grupos étnicos que reivindicam a sua independência. O mais famoso tem sido os confrontos com a minoria Rohingya. Os Rohingya são um povo originário do estado de Rahkhine, no Myanmar que nunca foi oficialmente reconhecido. O governo considera que este povo é oriundo da Índia e do Bangladesh e, portanto, nunca os reconheceu como cidadãos de direito. Atualmente este povo tem sido perseguido pela junta militar que infelizmente ainda existe no país e, sem mais solução, têm-se refugiado na Índia e no Bangladesh. Além desta existem ainda outras zonas de confrontos no país de menor dimensão. É seguro viajar para o Myanmar? Em primeiro lugar há que referir que o Myanmar é um país enorme, tendo uma área corresponde a duas vezes a área da Alemanha. Além disso, para o bem e para o mal, os conflitos existentes estão circunscritos em áreas específicas e de acesso proibido para o turista. Na verdade grande parte da população residente nas cidades turísticas pouco sabe sobre aquilo que se passa no resto do país. O Myanmar não é um país onde poderá aventurar-se por cidades e aldeias recônditas e menos turísticas. Existem aquelas que são conhecidas como as áreas brancas e áreas negras. Desta última fazem parte todos os locais que não podem ser visitados justamente por serem alvo de confrontos, onde se incluem as regiões de Myawadi, Tachilik-Mae Sai, Arracão e Estado de Karen. Posto isto, se viajares pelo comum roteiro turístico que engloba as cidades de Yangon, Bagan, Inle Lake e Mandalay, estarás certamente seguro. Embora estas zonas não sejam ainda massivamente turísticas como os restantes países do Sudeste Asiático, têm já uma boa rede de hotéis, restaurantes e meios de transporte. Zonas como Pyin U Lwin, Hsipaw, Hpa-An e as praias de Nagapali são também alguns locais que atraem turistas embora com menor afluência, mas onde será também seguro viajar. De qualquer forma, se por algum motivo não puderes visitar determinada região sabê-lo-ás antecipadamente já que não existirão conexões de transportes para lá. Existem também vários checkpoints no país onde são então controladas as entradas nestas zonas restritas. Porém, se não saíres do roteiro supracitado nem sequer terás contacto com estes pontos de paragem. Assim sendo e de uma forma geral é seguro viajar atualmente para o Myanmar desde que te mantenhas nas áreas permitidas ao turismo. De qualquer forma e para que te mantenhas a par da situação atual do país, deverás sempre aceder às informações no Portal das comunidades do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Autora: Patrícia Carvalho

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O que ver e fazer em Banguecoque

O que ver e fazer em Banguecoque

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Bangcoque é uma cidade de emoções intensas. Quem a visita volta para casa com a certeza de que amou ou detestou a cidade, o meio termo é raro. Neste artigo damos-te várias sugestões sobre o que poderás ver e fazer em Bangkok. Agora só precisas de tratar dos voos, contratar um seguro de viagem, e partir à descoberta desta cidade fascinante! O que fazer em Banguecoque? Enormes e modernos arranha-céus vivem lado a lado com bairros típicos onde costumes e tradições permanecem fortemente enraizados. O trânsito intenso apresenta-se como um caos controlado. A religião, tal como em toda a Tailândia, é um elemento fulcral em Bangkok. Os templos espalham-se por toda a cidade às centenas, sendo paragem obrigatória para quem a visita. E a gastronomia é sem dúvida uma das melhores do mundo. Wat Pra Kaew (Templo do Buda de Esmeralda) Dos 400 templos espalhados por Bangkok, o Wat Pra Kaew é um dos três mais visitados. Um dos seus principais atrativos é o Buda Esmeralda esculpido numa pedra de Jade com 66 cm de altura que ali se encontra. Está localizado numa área de 94 hectares, composta por cerca de 100 edifícios. Podes contratar um guia no interior do recinto, ou alugar um áudio-guia por 200 bahts por duas horas para ficares a perceber melhor a história por trás deste templo majestoso. Wat Pho (Templo do Buda Reclinado) O Wat Pho é o segundo dos três templos budistas mais visitados em Bangkok e um dos maiores e mais antigos também. Uma das suas principais atrações é o famoso Buda reclinado dourado com 15mt de altura e 43mt de comprimento, e pés de 4mt decorados com madrepérola. O templo está localizado mesmo ao lado do Grande Palácio Real. Curiosamente é também o local onde se encontra a primeira escola de Massagem Tailandesa, por isso podes aproveitar para descansares o corpo depois da visita ao templo, com uma massagem tailandesa original. Wat Arun O Wat Arun é o terceiro templo budista mais visitado em Bangkok. O seu nome significa “Templo da Madrugada” e está localizado do outro lado do rio, no lado oposto do Grande Palácio Real e do Wat Pho. O templo é especialmente conhecido pela sua torre em estilo Khmer com 82mt de altura, rodeada por quatro torres mais pequenas decoradas com cerâmica chinesa. Oferece-te um cenário fantástico ao pôr-do-sol, no entanto, a melhor altura para o visitares é de manhã bem cedo para evitares as multidões. Grande Palácio Real Construído em 1782, o Grande Palácio Real foi, durante cerca de 150 anos, a residência oficial da família real da Tailândia. Hoje em dia é uma das principais atrações de Bangkok e o local onde se realizam várias comemorações e cerimónias oficiais. É composto por uma série de outros edifícios onde se inclui o já referido Wat Pra Kaew. É importante que tenhas em atenção que o código de vestuário no Grande Palácio Real é bastante rigoroso. As mulheres não podem entrar de ombros e pernas à mostra, e os homens deverão usar calças compridas e camisas/t-shirts com mangas. No entanto podes alugar à entrada camisas e panos para enrolar à volta das pernas. Mercados flutuantes O Taling Chan Market, o Bang Ku Wiang Market, o Tha Kha, o Damnoen Saduak, o Amphawa Floating Market, o Bang Khu Wiang Floating Market, o Bang Nam Pheung Floating Market e o Khlong Lat Mayom Floating Market são oito mercados flutuantes localizados nas imediações de Bangkok. Uns mais turísticos do que outros, por certo, mas uma visita a qualquer um deles oferece-te uma experiência única. Os mais conhecidos e visitados são o Khlong Lat Mayom, o Damnoen Saduak e o Amphawa. China Town Um ambiente caótico, cheio de cores, luzes, cheiros e sabores deliciosos. É incrível percorrer as suas inúmeras bancas de comida de rua e provar uma iguaria de cada uma delas. Se puderes, tenta visitar a China Town na altura do Ano Novo Chinês (fevereiro) e do Festival Vegetariano (estende-se por 9 dias no início de outubro) para a veres no seu melhor. Passear nos canais do Rio Chao Phraya Esta é uma experiência obrigatória numa visita a Bangkok. Podes comprar um tour ou alugar um long boat privado por algumas horas. Percorrer os canais do rio Chao Phraya é a melhor forma de visitares um outro lado de Bangkok. Passarás algumas horas num ambiente relaxado e pitoresco entre casas de madeira construídas em cima da água, a ocasional vendedora de souvenirs num barco e crianças que brincam nas suas águas. Mercado Chatuchak souvenirs, artesanato, acessórios, comida, roupa e afins. Treina bem a tua capacidade de negociação antes de lá ires! O mercado está aberto às sextas (das 18h às 24h), e sábados e domingos (das 09h às 18h). É aconselhável ires de manhã, altura em que ainda não se encontram lá grandes multidões e te podes movimentar mais facilmente nas suas ruas. Khao San Road A conhecida meca dos mochileiros em Bangkok. Mesmo que não fiques lá alojado, é sempre interessante conheceres este local mítico de Bangkok. São dezenas e dezenas de restaurantes, bares, lojas e hostels numa rua que de tradição tailandesa não tem absolutamente nada. Jim Thompson’s House A casa do famoso empreendedor norte-americano Jim Thompson é uma das atrações mais bonitas de Bangkok. O Jim Thompson mudou-se para a Tailândia após ter sido dispensado do serviço militar em 1946, e dedicou-se durante mais de 30 anos à indústria da seda tailandesa. Era também um ávido colecionador de arte asiática, sendo a sua casa um testemunho incrível dessa sua paixão. Desapareceu misteriosamente na selva malaia em 1967, no pico do seu sucesso. A sua casa é hoje um museu fantástico repleto de fascinantes peças de arte e jardins exóticos, sendo a visita acompanhada por um guia. Sky Bar do Hotel Lebua At State Tower Existem vários Sky Bars em Bangkok, mas o Sky Bar do Hotel Lebua na State Tower é hoje particularmente famoso pelo facto de ter sido cenário de uma das cenas do filme “A Ressaca II”. É o local ideal para usufruíres de uma das melhores vistas sobre Bangkok a 63 pisos de altura, embora fique sempre bastante cheio. Quando lá fores tenta ir um bocadinho mais aperaltado, pois existe código de vestuário. Se chegares antes da abertura do Sky Bar às 18h, podes sempre ir beber um cocktail e ver o pôr-do-sol ao Distil, onde apesar de a vista não ser tão boa como no Sky Bar, encontras menos confusão e um ambiente mais tranquilo. Lumpini Park O Lumpini Park é o maior parque público da cidade e está para Bangkok como o Central Park está para Nova Iorque. É um bom local para fugires por alguns momentos à agitação e caos constante da cidade, onde poderás relaxar num ambiente verde e descontraído. Podes alugar um barco e dar uma volta no seu lago, aproveitar para fazeres algum exercício ou apenas deitares-te na relva e veres a vida passar calmamente. Patpong Patpong é um dos Red Light Districts mais conhecidos de todo o mundo. Está recheado de bares, discotecas e strip bars mas é também o lar de um dos mercados noturnos mais conhecidos de Bangkok.

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Como tirar o visto para o Irão

Como tirar o visto para o Irão

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Muitas vezes nem nos damos conta da facilidade que é viver na União Europeia e das vantagens que daí advêm, sobretudo para quem viaja. Um dos benefícios é o facto de não precisarmos de visto ou qualquer autorização para circular no espaço Schengen. No entanto, há alguns países para os quais nem sempre é fácil tirar o visto, como é o caso do Irão. Mesmo assim, nos últimos anos, este processo tornou-se mais simples. A IATI Seguros explica-te como tirar o visto para o Irão, para que possas visitar este fantástico país sem sobressaltos de última hora. Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para conhecer um país que te vai surpreender e conquistar. Que preciso fazer para conseguir um visto para o Irão? Existem várias formas de tirar o visto do Irão, por exemplo na Embaixada do Irão em Lisboa, à chegada ao aeroporto de Teerão ou até noutra embaixada iraniana. Em primeiro lugar é preciso sublinhar que todos os viajantes devem possuir um passaporte ou documento de viagem válido por 6 meses no momento da partida para o Irão. Depois é também vital que não tenhas carimbos de Israel no passaporte ou ser-te-á negado o visto. VOA Visa On Arrival É, porventura, a forma mais simples de obter o visto para o Irão, pois podes fazê-lo à chegada aos aeroportos do país. Teerão, Esfahan ou Shiraz são alguns dos aeroportos onde podes solicitar este tipo de visto que abrange, por exemplo, os cidadãos de nacionalidade portuguesa e brasileira. Para solicitar o visto à chegada aos aeroportos iranianos, necessitas de aceder a este site, preencher o formulário e seguir todos os passos. O pedido do VOA tem de ser feito pelo menos 48 horas antes da data da viagem e a validade é de 30 dias. Se necessitares de mais dias para visitar o Irão, então vais ter mesmo de utilizar outra forma para pedir o visto para garantir que podes ficar mais tempo no país. Tirar o visto na Embaixada de Lisboa Neste caso é recomendado que trates do visto até pelo menos 15 dias antes da data da viagem, pois a emissão do visto pode demorar. Poderás, eventualmente, pagar uma taxa de urgência e reduzir o prazo, mas isso não é um dado adquirido, pelo que se aconselha a fazer o pedido com bastante antecedência. Pedir o visto na Embaixada, embora dê mais trabalho, tem algumas vantagens, pois irás ter a certeza que podes entrar no país. A recusa na entrada dos VOA pode acontecer (e já aconteceu) com alguns visitantes. Antes mesmo de te deslocares à embaixada é obrigatório o preenchimento do formulário online. No entanto, antes de preencher o formulário é preciso preparar alguns documentos – como as fotos (com tamanhos específicos indicados no site) e cópia do passaporte em formato digital (.jpg ou .jpeg). Vais também precisar de fornecer os dados do seguro de viagem, as datas da viagem (ainda que possam apenas ser aproximadas) e também informação sobre a profissão. É igualmente aconselhável ter um itinerário definido para indicar no formulário. Depois de submeteres todos os documentos e o formulário, imprime a página de envio do formulário. Entretanto irás receber um código por email que permite consultar o andamento do processo e te permite saber se o visto ainda está a ser processado ou se já foi aprovado. Normalmente, o processo – se não existirem entraves – deverá ser aprovado em dois ou três dias, mas pode demorar até dez dias úteis. Assim que o visto for aprovado, envia uma cópia do código de rastreio (tracking code), os dados do seguro de viagem (seguro de saúde e acidente que cubra a duração da estadia no Irão e que indique como destino ’Irão’) e o comprovativo de pagamento do pedido de visto para a conta da Embaixada – podes consultar o NIB no site da embaixada. É preciso também enviar o passaporte ou, em alternativa, deslocar-se à embaixada do Irão na Rua Alto do Duque, 49, em Lisboa. Este visto é válido por 90 dias, a partir da data de emissão. Tirar o visto noutro país É possível tirar o visto para o Irão na embaixada de outro país, sendo que será sempre necessário seguir todos os passos descritos anteriormente para o pedido na Embaixada de Lisboa – incluindo o obrigatório preenchimento online do formulário. Obter um visto para o Irão pode até parecer complicado, mas se seguires todos os passos tudo será fácil. O Irão é um país fascinante que merece ser visitado – e até mais do que uma vez. Além da cultura e ótima gastronomia, o Irão tem praias, montanhas e deserto para conhecer. Pede o visto, parte à aventura e não te esqueças do seguro de viagem com a IATI Seguros. Autor: Lugares Incertos

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Quioto, entre Gueixas e Samurais

Quioto, entre Gueixas e Samurais

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Quioto é um dos destinos turísticos mais populares da região de Kansai. Foi a capital do Japão por mais de mil anos e ainda continua a ser seu coração cultural, religioso e histórico. É uma das grandes cidades do mundo e um lugar que todos devem visitar pelo menos uma vez nas suas viagens. Aqui estão as coisas mais inesquecíveis para se fazer e ver na cidade, que a IATI Seguros de Viagem online, escolheu para te apresentar. O que fazer e conhecer em Quioto Top Info: muitas atrações são gratuitas Sim, é isto mesmo. Nem todos, mas a maioria dos santuários e até mesmo alguns templos e jardins em Quioto, estão livres para poderes visitar. Alguns dos locais fantásticos e gratuitos para visitar incluem: o Santuário Fushimi Inari Taisha, o Santuário Yasaka, o Santuário Heian Jingu, o Palácio Imperial de Quioto, o Bosque de Bambu Arashiyama e o Templo Ninna-ji. Encontra o teu lado Zen no Jardim da Rocha de RYŌAN-JI Ao contrário de outros jardins tradicionais japoneses, os jardins zen-rock são jardins de paisagem seca que não têm lagos ou cursos de água. Em vez disso, cascalho e areia são cuidadosamente misturados em padrões que representam água ondulante. Ryōan-ji é o mais famoso dos jardins Zen Budistas de Kyoto. Ele contém 15 pedras arrumadas de tal forma que só consegues ver 14 delas ao mesmo tempo, se estiveres em pé na varanda do jardim, é muito zen! Experiencia ARASHIYAMA Arashiyama é com certeza uma das melhores coisas para se fazer (e fotografar) em Kyoto. Este lindo bosque de bambu tem um pequeno caminho que serpenteia pelo centro de uma floresta, e é na verdade, uma estrada percorrida por um carro ocasionalmente. Ao caminhar vais olhar com admiração para o bambu alto e denso. Ao longo do percurso é admirável, também, a cerca com que revestiram o caminho, acrescentando ainda mais paz, ao já cenário sereno. Pede um desejo no Santuário FUSHIMI INARI TAISHA Com seus 10.000 portões vermelhos, Fushimi Inari é um dos locais mais populares em Quioto. No entanto, antes de fazer a peregrinação pelo trilho do Monte Inari, deves parar um momento para observar as Pedras Omokaru perto da entrada. As duas lanternas de pedra são cobertas com um pesado ornamento chamado giboshi. Faz um desejo e tenta levantar um dos giboshi. Como a sentiste? Se achares que a pedra é mais leve do que o que pensavas, então o teu desejo será concedido. Mas, se pedra te pareceu muito pesada, poderás enfrentar dificuldades para alcançares o objetivo. Desfruta de alguns dos melhores PRATOS VEGETARIANOS do Japão Vegans e vegetarianos encontram em Quioto o céu! Não é apenas uma cidade com um dos maiores números de restaurantes com estrelas Michelin do mundo, mas também é conhecida pelos seus restaurantes e quiosques vegetarianos. Da tradicional culinária vegan budista shojin ryori, à delicada yuba, feita a partir da pele que se forma no topo do leite de soja aquecido, e do yudofu (tofu hotpot), há uma lista interminável de coisas para quem os produtos animais não são uma opção. Certifique-se também de olhar para pratos feitos com produtos hortícolas tipicos de Quioto, como o nabo shogoin e berinjela kamo nasu, todos frescos e cultivados localmente. Perde-te no Castelo NIJO O Castelo Nijo é feito de madeira e circular, ao contrário dos castelos de pedra Europeus. Este castelo foi construído no século XVII e todos os senhores feudais do oeste do Japão foram obrigados a ajudar no financiamento da sua construção. O palácio em si é feito de cipreste e a folha de ouro é usada extensivamente na decoração. Não te esqueças de olhar para cima ao admirar o castelo, porque alguns dos tetos estão repletos de mosaicos dourados. Explora os lugares património da UNESCO Sabia que Quioto tem 17 lugares que são patrimónios mundiais da UNESCO? Muito Bom! Para veres uma lista oficial: https://www.insidekyoto.com/kyoto-unesco-world-heritage-sites O mais conhecido é o Templo de Kiyomizudera Escondido numa colina floresta exuberante, a vista em Kiyomizudera é linda e a IATI considera uma das melhores coisas para fazer em Quioto. Uma curiosidade sobre o lugar é que não foi usado um único prego para esta construção em madeira. O complexo é bastante grande e impressionante, e apesar das multidões, este templo ainda se pode sentir pacificamente. A área de GION Já na Idade Média, o distrito de Gion foi um lugar icónico e histórico no coração de Quioto. Hoje, nas margens do rio Kamo, é um dos poucos lugares remanescentes no Japão, onde podes participar dos rituais tradicionais das casas de chá ou até mesmo ver gueixas no seu dia-a-dia. Gion é o lugar para fazer reservas para um serviço tradicional de chá ou uma refeição, porque podes organizar uma audiência privada com maiko ou geiko, os dois tipos de hospedeiras e artistas japonesas conhecidas comumente como gueixa. É um sítio ideal para comprar um quimono. Quioto é cheia de beleza, rica cultura, comida deliciosa e mais de 2.000 templos e santuários. Seria impossível ver todo o esplendor em apenas 2 dias, nem tentes! Junta vários dias de férias, onde não pode faltar o Seguro IATI Estrela, ideal para países com despesas médicas elevadas, como é o caso dos EUA, Canadá, Japão ou Austrália. Autores: Onde estão os Duarte

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10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia

10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia

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A Tailândia é um país com uma cultura muito rica, paisagens de cortar a respiração, um povo muito acolhedor e bondoso. Uma gastronomia deliciosa, uma mistura de cheiros e uma panóplia de cores capazes de conquistar qualquer um à “primeira vista”. Apesar de tantas coisas boas, é um país com uma cultura, língua, escrita e religião muito diferentes daquilo que estamos habituados. Por isso, hoje trazemos-te um guia de coisas que deves saber antes de preparares a tua viagem. E antes de viajares não te esqueças do teu seguro de viagens! Para o Sudeste Asiático recomendamos oseguro IATI Mochileiro! 10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia 1. Visto Os cidadãos portugueses não precisam de visto prévio para entrar na Tailândia. O visto é concedido on arrival por um oficial do controlo de imigração, seja a entrada no país de forma terrestre ou aérea. Por norma, em entradas aéreas o visto tem uma validade de 30 dias de permanência no país e, em entradas terrestres, a validade é de 15 dias. Para além disto, o passaporte deverá ter uma validade mínima de 6 meses. Se pretendes ficar mais de 30 dias na Tailândia, deverás renovar o visto através do pagamento de uma taxa ou então poderás simplesmente sair e voltar a entrar no país para que o visto seja renovado. 2. Língua A língua oficial da Tailândia é o tailandês, porém não é um entrave à comunicação. A maior parte da população fala inglês, principalmente aqueles que estão diretamente ligados ao turismo. Assim, não há motivo de preocupação uma vez que mesmo quem não domina a língua universal, irá sempre fazer um esforço para tentar compreender e ajudar, mesmo que seja necessário recorrer à comunicação através de gestos. 3. Religião Nunca apontes os pés para a imagem de Buda, já que estes são considerados por eles a parte mais suja do corpo humano. Nunca toques nos monges e quando quiseres tirar fotografias junto deles, as mulheres deverão sentar-se ao lado do monge e os homens podem ficar de pé ao seu lado. Por fim, não compres nem tatues a imagem de Buda, há diversos avisos espalhados pelo país, principalmente nas atrações turísticas, relembrando que esses actos são considerados desrespeitosos para com a população e religião da Tailândia. 4. Moeda A moeda oficial da Tailândia é o baht, que vale cerca de 0,027€. As casas de câmbio são os locais aconselhados para trocares dinheiro e não são difíceis de encontrar. Os bancos também são uma hipótese, contudo as taxas não são tão interessantes. Se optares por levantar dinheiro ser-te-á cobrada uma taxa de 220 baht (cerca de 6€) independentemente da quantia levantada. As caixas ATM estão também espalhadas por todo o país, excetuando zonas rurais onde são mais complicadas de encontrar. 5. Custos De uma forma geral, a Tailândia é um país barato mas tudo depende do tipo de turismo que pretende fazer. Se fores um turista económico e com um bugdet a cumprir, 10€ por dia (excluindo estadia) é mais que suficiente. Se fores do tipo de turista que quer aproveitar ao máximo as férias e não abrir mão de nada, obviamente o budget diário será bem maior. Uma refeição barata tailandesa custa entre 40 a 60 baht mas pode ir até aos 150 baht, no caso de escolheres uma refeição mais elaborada. Uma refeição western food pode custar entre 250 a 350 baht, uma garrafa de água de 0,50cl custa 7 baht e 10 baht se for comprada na rua. O trajeto Chiang Mai – Bangkok tem um custo médio de 700 baht, alugar uma scooter 125c custa entre 150 a 250 baht. Alugar um quarto para duas pessoas num hostel/guest house barato ronda uns 15€ por noite sendo que um quarto num hotel de média categoria poderá ultrapassar os 30€ por noite. 6. Segurança A Tailândia é um país extremamente seguro para se viajar de forma independente, mesmo mulheres a viajar sozinhas. A hospitalidade, bondade e generosidade dos tailandeses faz deste um destino tranquilo onde, regra geral, se pode confiar nas pessoas estejam elas ligadas ao turismo ou não. Contudo, é sempre importante estarmos prevenidos para qualquer tipo de “banhada” ao turista. Algumas dicas que deverás considerar são: nunca andar com muito dinheiro na rua e ter uma fotocópia do passaporte ao invés do passaporte real. 7. Melhor época do ano para visitar a Tailândia O clima na Tailândia, geralmente, é quente e húmido. Porém, devido às monções existem épocas do ano em que a chuva pode dificultar a vida de um turista. As monções na Tailândia dividem-se em duas épocas conforme a região. Na costa oeste, onde estão Bangkok, Chiang Mai, Phuket, Koh Phi Phi e Krabi, chove de abril a outubro. Na costa leste, onde estão Koh Samui, Koh Tao, Koh Phangan, Surat Thani, chove de setembro a dezembro. 8. Transportes transporte na Tailândia. Em Banguecoque, o mais recomendado será usar a aplicação GRAB (muito semelhante ao UBER), isto porque os taxistas para além de se recusarem a ligar o taxímetro, geralmente cobram preços muito acima do que é realmente justo e por vezes nem sabem onde fica o destino em questão. O metro e o skytrain também são excelentes opções uma vez que percorrem toda a cidade, excetuando a zona antiga de Banguecoque (onde está a famosa Khao San Road). Os tuk tuks são opção de transporte mais divertida mas também mais cara, é preciso negociar muito para conseguir um preço justo. Ainda tens a opção dos autocarros locais e dos barcos existentes nos canais, que não se revela tão prático em casos de “tempo contado”. Dá uma vista de olhos ao nosso artigo sobre o que ver em Banguecoque e fica com uma ideia de onde estão localizadas as principais atrações para decidires qual o melhor meio de transporte Já em Chiang Mai não existe metro nem skytrain, mas o GRAB continua a ser uma excelente opção. Para além disso, ainda existem as red trucks que percorrem toda a Old City por 30 baht/pessoa (de um ponto ao outro) e ainda os tuk tuk’s. Na zona das praias, as únicas opções são os tuk tuk’s que podem ser privados ou partilhados e o preço aqui para além de ser muito mais alto do que nas cidades mencionadas anteriormente, deverá ser negociado para que seja mais justo. 9. Alimentação A gastronomia tailandesa destaca-se por ser um misto entre o doce e o picante (extremamente picante). A base da alimentação dos tailandeses, à semelhança do que se verifica em toda a Ásia, é o arroz e a massa. As frutas e verduras também são um complemento muito importante e presente na alimentação tailandesa, bem como o frango, porco e pato. Os pratos típicos mais conhecidos da cozinha tailandesa e que conseguirás encontrar em qualquer restaurante e/ou barraquinha de street food são: o famoso pad thai – que consiste numa massa de arroz, geralmente acompanhada com muitos legumes e uma proteína à escolha, salteado no wok com molho de peixe e soja; o igualmente conhecido fried rice – arroz salteado no wok com legumes e uma proteína à escolha; a extremamente picante tom yang – uma sopa com peixe, camarão, legumes, muitos temperos e especiarias e uma boa dose de picante Tailandês; gaeng daengou caril vermelho consiste numa mistura de leite de coco, carne e pasta de caril vermelho, com um toque de folhas de lima por cima; khao soium prato típico da Tailândia, em particular do Norte do país, portanto, se visitares Chiang Mai verás muitas mais vezes este prato em barraquinhas de street food. Consiste num prato composto por pedaços de porco ou galinha que são cozinhados em leite de coco com caril. O caldo daqui resultante é deitado por cima de noodles de ovo e coberto com verduras, rebentos e noodles crocantes. A gastronomia tailandesa tem tantos outros pratos muito típicos e igualmente deliciosos, e não há nada como os experimentares todos para conseguires escolher o preferido. 10. Cuidados de Saúde Este deve ser o tópico que mais preocupa um viajante na preparação da viagem. Há muitos casos de intoxicações alimentares, diarreias, febres, alergias, entre outros. Porém, se forem tomadas algumas precauções no dia-a-dia estes casos podem ser evitados. Bebe apenas água engarrafada. Cuidado com as experiências na comida de rua, deves verificar o aspecto da comida, se a comida foi confeccionada ali e normalmente, quando tem muitos clientes, é porque não há problema. Cuidado com os bichos, especialmente os escorpiões que vendem na rua, não sabes onde foi confeccionado. Precauções contra os mosquitos também são importantes uma vez que há alguns focos de dengue na Tailândia, pelo que o uso de repelente é aconselhado, principalmente após o pôr do sol. No caso de uma diarreia aguda podes optar por ir a uma farmácia e explicar a situação ou então ir ao hospital que eles saberão como a melhor forma de a tratar. Este é um daqueles casos nos quais a contratação de um seguro de viagem é de extrema importância devido aos exorbitantes custos das despesas médicas – uma consulta num hospital tailandês custa em média 200€. Antes de visitares a Tailândia, e relembrando os focos de dengue dos quais falamos antes, não t esqueças de ver quais as vacinas obrigatórias e aconselhadas para viajares com tranquilidade pelo Sudeste Asiático. Autor: Yoan Santos

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Dicas de viagem para quem visita Hong Kong pela 1ª vez

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Andas a sonhar à meses com a viagem que vais fazer a Hong Kong e quando chegas lá queres atirar-te de cabeça? Parece uma boa ideia mas talvez queiras ter em consideração algumas dicas que te vão manter em bons lençóis. E a primeira dicas que te podemos dar é que escolhas em bom seguro de viagem e na IATI Seguros somos especialistas em seguros de viagens! Toma em atenção que decisões tomadas de forma pouco informada, como viajar sem um seguro de viagem adequado, podem sair-te bem caras e estragar-te uma viagem que promete ser de sonho. Agora que te demos a dica mais importante de todas e que podes e deves seguir em todas as tuas viagens, seguem-se outras dicas de viagem igualmente valiosas para quem visita Hong Kong pela primeira vez! Dicas de viagem Hong Kong Não te atires à street food à maluco, mas não deixes de experimentar. Esta dica tem como intuito proteger-te de duas situações comuns em viajantes: por um lado aqueles que experimentam qualquer alimento sem nenhum cuidado e no extremo oposto aqueles que evitam todas as bancas de comida. O que achas de uma atitude mais moderada sem o oito ou o oitenta? Hong Kong é, sem dúvida, um destino de excelência no que diz respeito à steet food, mas deves adotar alguns cuidados básicos se não queres acabar a viagem com algo mais do que uma dor de barriga. Por isso, certifica-te que o local onde vais comprar comida tem bastante movimentação de pessoas e que os alimentos não ficam muito tempo expostos. No entanto, não caias no erro de não experimentar nada só porque o aspeto não te é familiar! A ideia de atravessares o mundo e teres as mesmas experiências que tens no teu país não é apelativa, pois não? Assim, e se és esquisito com a comida, aconselhamos-te que procures informação com outros viajantes para que te indiquem algumas sugestões de street food. Usa transportes públicos, até de noite Sabemos que as deslocações levam uma grande parte do orçamento de viagem, por isso queremos que economizes bastante dinheiro que poderás utilizar numa próxima viagem. Apesar de Hong Kong ser uma metrópole gigante, a verdade é que é bastante segura para os viajantes. Além de as ruas serem movimentadas a qualquer hora do dia e da noite, não te esqueças que em Hong Kong funcionam os famosos mercados noturnos. Isto significa que não vais ter nenhum problema de segurança se estiveres na rua durante a noite, mesmo se viajares sem companhia. Os transportes públicos além de serem baratos chegam a qualquer lugar em Hong Kong. Evita o metro à hora de ponta Esta dica à primeira vista parece entrar em contradição com a sugestão anterior mas já te vamos explicar direitinho e vais perceber que se complementam. É verdade que o metro é um excelente meio de transporte público mas ao início da manhã e ao final da tarde há muita gente a utilizá-lo. E não falamos apenas de turistas, são os locais que se movimentam de e para os locais de trabalho e que andam sempre a correr. O que acontece na prática é que as carruagens do metro ficam tão cheias que nas estações alguns funcionários têm como função dar uns “empurrões” às pessoas para caberem mais algumas em cada composição. Estás a imaginar a confusão e o sufoco não estás? Por isso, se tiveres oportunidade de evitar o metro em hora de ponta não penses duas vezes! Leva dinheiro vivo para usar nos mercados de rua Hong Kong é famosa pelos seus mercados noturnos mas também existem mercados diurnos. Os mercados noturnos mais conhecidos são Temple Street Market e Ladies Market que funcionam em barraquinhas que durante o dia estão fechadas. A particularidade dos mercados noturnos é que os comerciantes raramente dispõem de pagamento com cartões, pelo que é aconselhável teres dinheiro vivo contigo. E muito importante, lembra-te que o valor da mercadoria depende da forma como o vendedor te vir. Se achar que és rico vais pagar mais caro, portanto prepara-te para a fina arte do regateio. Quando cambiares dinheiro pede algumas notas de baixo valor Estás a imaginar o trabalho que tiveste para fazer baixar o preço de um artigo que querias comprar num mercado e depois só tens notas de alto valor para fazeres o pagamento? Vais arruinar o negócio, não achas? Por isso certifica-te que tens contigo algumas notas de valor mais baixo para os pagamentos correntes. O que achaste destas dicas de Hong Kong? Temos também um artigo com um roteiro clássico de 5 dias por Hong Kong onde poderás por estas dicas em ação! A IATI Seguros deseja-te uma boa viagem! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Deixa-te inspirar por Seoul, a capital da Coreia do Sul

Deixa-te inspirar por Seoul, a capital da Coreia do Sul

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Enquanto o famoso vizinho Japão, ou a vizinha China recebem várias dezenas de milhões de viajantes por ano, a Coreia do Sul apresenta-se como um lugar a descobrir pelos mais curiosos. Seoul é uma das capitais mais seguras do Mundo, mas os seguros de viagem da IATI garantem que em caso de repatriação, malas roubadas/danificadas, transporte de um familiar, ou responsabilidade civil, não estarás sozinho e à distância de um telefonema falarás com um profissional, em português, que te ajudará rapidamente. Conhece Seoul, a capital da Coreia do Sul Desenvolvida em termos de moda e tecnologia, mas ao mesmo tempo extremamente tradicional, esta cidade tão dinâmica, mistura palácios, arranha-céus brilhantes, trilhos em montanha, e sempre ao som da música K-Pop. Quem não se lembra do Gangnam Style? Seoul tem uma população de 11 milhões de habitantes e, se incluirmos os arredores, o número salta para os gigantes 26 milhões, tornando esta cidade na segunda maior área metropolitana do mundo. A Coreia do Sul tem vindo a ganhar popularidade internacional, nos últimos, na área da tecnologia, automóvel e entretenimento. Marcas como a Samsung ou a Hyundai são conhecidas mundialmente, e não há viajante que nunca tenha experimentado um prato Coreano. A Coreia está a palpitar, e o centro de toda a agitação é Seoul! Tal como Portugal, a Coreia tem 4 estações, e a melhor altura para visitar esta cidade, é durante a Primavera (Março a Maio) ou no Outono (Setembro a Novembro). A época alta é o Verão, mas Julho é o mês das chuvas. Estas duas estações do ano são caracterizadas por uma mudança dramática nas cores que compõem a sua paisagem: na Primavera há flores de cerejeira com cor-de-rosa e branco, e no Outono tudo muda para vermelhos ardentes, laranja e amarelo. O que podes visitar em Seoul que te vai deixar rendido? Deixa os transportes de parte, coloca uns sapatos confortáveis e parte para o centro, onde vais encontrar as atracões imperdíveis: A imponente estátua de bronze do Rei Sejong, inventor do alfabeto coreano e um dos monarcas da Dinastia Joseon, que dominou a nação por quase cinco séculos, está mesmo no centro da cidade. Continua a andar e prepara-te para apreciar o imponente Portão de Gwanghwamun, entrada para o Palácio Gyeongbokgung. O Palácio Gyeongbokgung é o maior, mais antigo e mais popular dos “Cinco Grandes Palácios” da cidade. E é a maior atração da cidade, lugar para onde vão os turistas para vestir os trajes tradicionais coreanos. O local é um grande complexo, repleto de pavilhões, jardins e vários recantos secretos à espera de ser explorados. Depois de tirares as fotos aos guardas e à arquitectura impressionante, parte à procura do calmo Palácio Changdeokgung, que muito se assemelha a um imenso jardim, de tão tranquilo. Suas construções são tradicionais, e é o único dos Cinco Palácios que a UNESCO tornou Património da Humanidade, em 1997. É no Palácio Deoksugong, que vais assistir à ruidosa troca de guardas deste edifício históricos. O ritual mantém-se igual há séculos e inclui música tradicional, tambores e muitos gritos de guerra, no centro de um cenário que nunca sofreu alterações ao longo dos tempos. Depois de um dia de história, é tempo de explorar o urbanismo de Seoul. Cheonggyecheon é um projeto moderno e bastante arrojado que revitalizou a paisagem desta cidade, construindo uma área de lazer com 11km de comprimento. Impressionante não é? Dentro desta área há espaços verdes, canais de água, zonas de leitura, espaços para crianças, e comércio de apoio. E ao longo deste percurso, que estrategicamente passa nos principais pontos da cidade, tem os a consciência do grau de organização e planeamento deste povo. Mercado Myeongdong é a principal região de compras de Seul, e tu não vais querer perder as imensas lojas, cafés e barraquinhas espalhadas pela rua. Assim como o Mercado Namdaemun, com o animado mercado de rua diurno e noturno. A capital da Coreia é famosa pelos seus buffets de preço fixo, onde comes tudo o que conseguires. E é famosa, também, pelo Kimchi, um acompanhamento feito de repolho fortemente temperado com especiarias, que vais querer provar uma vez na vida. Sentes-te inspirado para visitar Seoul? Autores: Onde andam os Duarte

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Roteiro de 24 horas pelo Catar

Roteiro de 24 horas pelo Catar

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O Catar é um dos países mais ricos do mundo, onde a atração principal é a sua capital: Doha. Doha é local de passagem de muitos Europeus em viagens com destino à Asia, que aproveitam para conhecer este país encantador. Neste artigo a IATI, a tua seguradora com os melhores seguros de viagem online, apresenta-te um roteiro de 24horas na cidade que mergulha nas águas cálidas do Golfo Pérsico. O que visitar no Catar em 24 horas? O Catar desenvolveu-se nos anos 70 com a abertura à exploração de petróleo e gás natural, e hoje em dia é o país com maior desenvolvimento humano no mundo árabe. Graças a este desenvolvimento, foram criados centro artísticos com variados eventos de arte que ocorrem durante todo o ano. Doha é uma moderna galeria de arte contemporânea, que conseguiu também preservar o lado tradicional dos seus costumes. Souq Waqif A maioria das atrações estão ao longo da beira mar do Golfo, e é aqui, em frente ao mar que encontrarás o coração histórico de Doha. Nestas labirínticas ruas estão localizadas as lojas árabes mais autênticas, os cafés mais cheirosos e as cores mais vibrantes. Perde-te nesta zona, aprecia os tecidos, o artesanato e com sorte vais cruzar-te com um camelo! Souq Waqif (mercado em pé) é o melhor lugar para compras. Podes regatear por alguma joalharia no Mercado do Ouro, admirar as aves de rapina no Mercado dos Falcões, ou, saborear doces árabes enquanto tiras fotos aos sacos cheios de coloridas especiarias. Esta zona é um verdadeiro banquete para os olhos e todos os outros sentidos. Durante o dia lojas e restaurantes podem estar fechados, mas à tarde, logo que o sol se põe, o Souq Waqif ganha vida e podes sentir as vibrações tradicionais e históricas do Catar e ver os homens reunidos em restaurantes usando os seus tradicionais trajes brancos, os dishdash. Vila Cultural de Katara Esta zona oferece uma visão privilegiada sobre a brilhante baía. É o centro da cena artística e cultural de Doha. Construído com teatros, galerias e espaços de performance. O labirinto de pequenas ruas e pequenas vielas da vila acomoda uma variedade de restaurantes e cafés, um anfiteatro ao ar livre com vista para o mar e uma mesquita com mosaico turquesa e roxo. Há também uma praia pública em Katara. Museu de Arte Islâmica Fica na sua própria ilha ao largo de Corniche, a uma curta distância do Souq Waqif. Do lado de fora, o museu parece uma fortaleza moderna com uma impressionante entrada rodeada por palmeiras com vista para as águas azul-turquesa e a área comercial de West Bay, com prédios altos e modernos. No interior, o Museu de Artes Islâmicas parece muito futurista, com uma impressionante escadaria dupla e padrões geométricos. A exposição, com uma rica coleção de arte islâmica de vários continentes, está espalhada por três andares. A entrada é gratuita. Doha Corniche O Corniche de Doha é um atrativo passeio marítimo que se estende por 7 km ao longo da baía, desde o Sheraton Hotel em West Bay até o Museu de Arte Islâmica, e está repleto de palmeiras e parques verdes. Esta é talvez a parte mais amigável para pedestres da cidade e um local encantador para uma caminhada noturna no pôr-do-sol, durante os meses menos quentes do inverno. Pearl No outro lado da baía está uma cidade, dentro da cidade: o Pearl, que está repleto de lojas de luxo, apartamentos opulentos construídos numa ilha artificial no Golfo e um intenso movimento de iates. Podes adorar ou odiar, mas é uma visão magnífica, onde a atenção ao detalhe é impressionante. Fanar Centro Cultural Islâmico É uma combinação entre uma mesquita, uma escola e uma biblioteca, que foi criada pelo Governo e desenvolvida para ensinar, matar a curiosidade e envolver não-árabes (viajantes e imigrantes) a cerca da cultura Catar e cultura Islâmica. A torre em espiral do Centro Cultural Islâmico Fanar ergue-se acima dos prédios baixos ao lado do Souq Waqif. Portanto, este famoso marco de Doha é o único a procurar se estiveres perdido. Aproveita as políticas de Stopover das companhias aéreas, leva contigo o melhor seguro de viagem e parte à descoberta do colorido Médio Oriente. Autores: Onde andam os Duarte?

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