Dicas e Conselhos de Viagem
Os maiores mitos sobre viagens

Os maiores mitos sobre viagens

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Tal como em todos os aspetos da vida, nas viagens existem muitos mitos e preconceitos associados que não estão, na maioria das vezes, perto da verdade. Por isso, e como na Iati queremos que explores o mundo sem medos, hoje queremos clarificar algumas ideias que se foram criando ao longo dos anos que em pouco correspondem à realidade. Claro que acidentes podem acontecer e não queremos com isto dizer que deves ignorar as recomendações e precauções, aliás, fazer um seguro de viagem é sempre a melhor opção, no entanto isso não te deve impedir de viajar. Acidentes podem ocorrer em qualquer lugar por isso viajar não é excepção mas existem mitos que precisamos de desvendar. 7 mitos sobre viagens para esquecer de uma vez por todas Só viaja quem é muito rico Este é o clássico que todos nós já ouvimos, ou da família ou dos amigos ou, a certa altura, já nós mesmos acreditamos. Com bastante pesquisa e organização é possível fazê-lo, quer seja de avião, comboio ou carro. Tudo passa por uma questão de prioridades, muitas das pessoas que viajam com frequência, optam por reduzir ao máximo o consumo no dia a dia: roupa, saídas, jantares, cabeleireiros, etc. Outro ponto que é necessário esclarecer, é que não viaja só que anda de avião, podemos viajar dentro do nosso próprio país, fazer uma viagem de carro a países vizinhos ou ir de boleia pela Europa. Para quem gosta realmente de viajar e explorar novos lugares, todos as opções anteriores são válidas e inclusivamente mais sustentáveis. Todas as viagens são incríveis Da mesma forma que encorajamos toda a gente a viajar, uma vez que o contacto com diferentes culturas nos abre a mente e nos faz crescer é importante dizer que não devemos visitar um sítio só porque está na moda ou na lista dos países mais visitados do momento. É importante fazer uma pesquisa prévia sobre o local, os costumes, a gastronomia, os lugares que queremos visitar e pesquisar sobre a opinião de diferentes tipos de viajantes de forma a encontrarmos aquele que mais se identifica connosco e entender se realmente esta viagem faz sentido. Lembra-te que nem tudo o que se vê no Instagram é real. A época de chuva estraga os planos Principalmente em países tropicais, muitas vezes lemos que é melhor viajar durante o período seco e a época alta. Contudo lembra-te que todo o mundo vai ler a mesma recomendação e por muito sol que esteja, se o sítio estiver a rebentar de turistas provavelmente não vais aproveitar como gostarias. Não queremos com isto dizer que deves ignorar recomendações que possam afectar ou pôr em risco a tua segurança, no entanto em determinadas regiões e alturas, época de chuva significa apenas que pode chover intensamente durante uma hora seguida, por exemplo. Pensa que a maioria dos templos, cascatas e atrações vão ter muito menos gente, por isso mesmo que não esteja um sol radiante, a temperatura vai estar alta e a probabilidade de teres o lugar só para ti é muito maior. Viajar sozinho é perigoso 10 motivos porque viajar sozinho é uma experiência incrível. Pedir boleia não funciona e é perigoso É verdade que os filmes de terror americanos contribuíram para este grande mito, mas também é verdade que não faltam casos e exemplos de casais, homens, mulheres e amigos que viajam pelo mundo recorrendo à boleia como meio de transporte. É um sistema de partilha de transporte que te vai permitir, muitas das vezes, conhecer locais que muitas das vezes se tornam amigos. Viajar com crianças é impossível viajar com crianças, não te esqueças de fazer um seguro de viagens. Viajar com crianças é impossível é outro mito sobre viagens! Viajar pelo mundo é para os jovens Não deixes que o “já não tenho idade para isso” ou “já passei essa fase” te consuma! Viajar é explorar novas culturas, viver novas experiências, conhecer novas pessoas e provar novos sabores, e para isso não há idade. Pelo nosso país fora vemos diariamente famílias e casais vindos de países nórdicos e outros cantos do mundo que aproveitam a sua reforma para conhecer mais deste mundo. Inspira-te e não deixes que a mentalidade da sociedade te limite. Autora: Janete, Flearound

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Voluntariado vs Volunturismo: dicas e alertas

Voluntariado vs Volunturismo: dicas e alertas

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O voluntariado é uma ação muito poderosa e geradora de impacto, pelo que devemos medir todos os pontos e refletir sobre eles. Neste artigo damos-te algumas dicas que assegurem a sustentabilidade dos projetos a que te candidatas. Toda a ajuda é necessária, claro. Mas devemos ajudar de forma sustentável, garantindo que estamos a gerar impacto positivo e estruturado, sem prejudicar o andamento de outros projetos. Também será importante distinguir os termos ”voluntariado” de ”volunturismo”. Em qualquer um dos casos não te esqueças de contratar um seguro de viagem online antes de partires para teres a certeza de viajar com segurança e cobertura contra possíveis acidentes. Voluntariado vs Volunturismo: dicas, alertas e quais as diferenças? O voluntariado deve ser acompanhado de uma etapa de formação para o voluntário, que lhe permita perceber os contornos de toda a ação de forma consciente e com as competências necessárias. O voluntariado relaciona-se com uma atitude de cooperação e compromisso prolongado, gerando impacto de uma forma regular e constante. Há quem seja voluntário em associações da sua região, há quem passe algum tempo no terreno e até fora do país. Se optares pelo último caso, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem, para que imprevistos não te estraguem os planos. Já o “volunturismo” normalmente assenta em ações de voluntariado pontuais, não se estabelecendo nenhum compromisso entre o voluntário e a comunidade. Este tipo de ação normalmente está incluído num formato de férias e o impacto poderá não corresponder ao esperado. Entrar numa comunidade culturalmente diferente da nossa, por pouco tempo e sem ações bem estruturadas poderá ser insustentável. Quando se integra um projeto de voluntariado é essencial que o mindset seja o certo. Estamos ali para ajudar a comunidade local a solucionar alguns problemas, a desenvolver estratégias para o futuro e não por pura diversão ou satisfação pessoal. Para olharmos para este tema mais de perto, deixamos-te aqui alguns pontos essenciais: O voluntariado pode mudar vidas A tua ação tem um impacto real. Quer seja a plantar árvores, distribuir comida, criar projetos locais, desenvolver negócios de apoio à comunidade, (…) – a tua ação tem mesmo um impacto real. Mas devemos alertar que uma ação que gera impacto é uma ação que deve ser bem pensada. Se por um lado pode ter consequências positivas, por outro lado, também pode ter negativas! Um conselho que deixamos: escolhe bem o projeto e tem a certeza que mudará vidas de forma sustentável. Devemos “ensinar a pescar” e não “dar o peixe” É importante pensarmos que quando entramos num projeto de voluntariado, em Portugal ou no estrangeiro, levamos connosco crenças, aprendizagens e tradições pessoais. O nosso “modus operandi” pode ser muito diferente, e até contraditório, do método local. O apoio deve passar pelo desenvolvimento de estratégias, pensamento crítico e ajuda à implementação, mas não a implementação por si só. Mas atenção: o intuito não deve ser ensinar porque “quem é voluntário sabe mais”, mas sim ajudar os locais a pôr as competências pessoais em prática. A ideia é passar as ferramentas, para que os intervenientes a possam concretizar, de forma autónoma, daí para a frente. O voluntariado é acessível a todos Diz-se, em erro, que fazer voluntariado é caro. Não é. Mesmo. Primeiro, podes ser voluntário no teu bairro, na tua cidade, prestando apoio a associações ou por ti mesmo, gerando impacto através de boas ações. Segundo, para todos os que querem fazer voluntariado fora do país: sabias que existem experiências de voluntariado internacional completamente financiadas? As oportunidades são muitas e só dependem de ti. Pesquisa, pergunta, fala com quem já fez, envolve-te em associações e não desistas à primeira barreira. É simples e pode mudar a tua vida e de outros. Tu és o convidado Este ponto é dedicado a todos os interessados em fazer voluntariado fora da sua cultura e “zona de conforto”. Quando se emerge numa comunidade diferente da nossa, com tradições próprias e formas de vida próprias, é importante sublinhar que nós é que somos os “diferentes”. Ao contactares com atitudes diferentes das esperadas, com que muitas vezes não concordarás, é importante distanciares-te por momentos e teres a oportunidade de refletir. Naquele local aquelas são as tradições e por muita confusão que nos cause, são o normal lá. O nosso background é isso mesmo – o NOSSO background. Quando a boas intenções não chegam A verdade é que nem todo o trabalho voluntário é positivo ou sustentável. Apesar de acreditarmos que quem se dedica a causas de forma voluntária tem boas intenções, isso nem sempre chega. O “volunturismo” está a gerar cada vez mais situações de risco, por exemplo, a Unicef estima que 75% das crianças em orfanatos no Cambodja não são, na verdade, órfãs. Tudo porque certas associações locais se aproveitam do interesse dos turistas e transformam os orfanatos em verdadeiros negócios. Esta questão é muito sensível e deves garantir que não estás a ajudar mais um desses negócios. Para além de que alta rotatividade de voluntários pode ser prejudicial, pela criação e, recorrente, quebra de ligações emocionais. Por isso, se o teu tempo é curto, opta por projetos que não envolvam a componente humana, podes plantar árvores, trabalhar em abrigos, ajudar a construir casas, entre muitos outros projetos. Porquê? Para que não se criem ligações emocionais fortes, que serão quebradas dentro de semanas e isso gere um impacto negativo. O voluntariado vai mudar a tua vida A mudança acontece de forma natural e o teu gesto pode fazer a diferença, só depende de ti. Pode levar tempo, exigir mais esforço do que calculavas, dedicação contínua e um nível de compromisso alto, mas acredita, vale sempre a pena. Lança-te ao voluntariado. Cresce. Aprende. Gera impacto. Sê sustentável. Está na hora de mudares vidas. Lembra-te que podes começar por ajudar os teus, o teu bairro, o teu país. Fazer voluntariado é possível para todos. Não te irás arrepender de gastar do teu tempo por uma causa em que realmente acreditas. Autores: Gap Year Portugal

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10 eventos de verão a não perder na Europa!

10 eventos de verão a não perder na Europa!

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Seja por falta de tempo, dinheiro ou simplesmente disposição, nem sempre temos vontade de apanhar um voo para o outro lado do mundo nas férias. Há vezes que apenas queremos viver algo diferente sem grandes escalas ou largos voos e, para esses momentos, existem sempre mil opções na Europa. A questão é que temos tendência a conhecer apenas os lugares, eventos e festivais de verão que vemos nas redes sociais e deixamo-nos levar pelas multidões. Hoje, na Iati, vamos falar de festas, romarias e eventos de verão espalhados pela Europa que todos devíamos experimentar pelo menos uma vez na vida. Nada melhor para conhecer a cultura de uma cidade que visitá-la na festa mais importante do ano, mas, claro, sempre prevenido com um seguro de viagens adequado. 10 eventos de verão a não perder na Europa As escolhas são muitas, desde música folclore a exposições de arte passando por festivais de cerveja, a Europa é destino para todos os gostos, por isso, aqui vamos: Edinburgh Festival Fringe – Edimburgo, Escócia É o maior festival de artes do mundo que decorre na capital da Escócia durante grande parte do mês de Agosto. Envolve milhares de performances e centenas de espaços e qualquer artista pode participar livremente uma vez que não existe júri. Desde comédia (sendo esta a maior categoria que surge num terço do programa), teatro, música, dança, circo, cabaret a espetáculos infantis, diversão e diversidade não faltarão. International Berlin Beer Festival – Berlin, Alemanha Para os amantes de cerveja, este é um evento sagrado onde mais de 350 cervejarias de 90 países diferentes se juntam para mostrar a qualidade da sua cerveja a mais de 800 000 amantes da bebida. Cada ano é escolhido um tema para a festividade o que torna tudo muito mais divertido. Montreux Jazz Festival – Montreux, Suíça Fundado em 1967 e contando com maioritariamente artistas de jazz, este é o festival para quem aprecia um festival de boa música numa paisagem de cortar a respiração. Nos anos 70 alargou o seu repertório para géneros como blues, soul, rock e música brasileira e posteriormente também ao pop, sendo sempre o jazz o seu maior foco. Sounds of the Dolomites – Itália Nas mais bonitas montanhas dos Alpes, com lagos cor de esmeralda podes encontrar um festival de música em altitude com artistas de todo o mundo. Se as dolomitas são uma cadeia montanhosa preciosa de visitar em qualquer altura do ano, caminhar entre as aldeias acompanhados de boa música com um vista infinita sobre a natureza tem de estar na tua lista de desejos. AgitAgueda Art Festival – Águeda, Portugal E porque o que é nacional também é bom e recomenda-se, todos o anos, em Julho, o espetáculo de guarda chuvas pode-se ver em Águeda. O Umbrella Sky Project ganhou visibilidade mundial e as ruas coloridas foram partilhadas em todo mundo. Desengane-se quem pensa que o festival são só guarda chuvas colorido: arte urbana, concertos, body painting, animação de rua, gastronomia, artesanato, atividades desportivas e muito mais. Notting Hill Carnival – London, England Um carnaval das Caraíbas em Londres no mês de agosto, junção bombástica não? Um fim de semana de muita cor, dança, samba, desfiles e máscaras, acima de tudo uma celebração onde todos festejam em união o fim da escravatura. Helsinki festival – Finlândia Se sempre quiseram visitar o país que dizem ser do Pai Natal, podem aproveitar para explorar a Finlândia durante o maior festival nacional de artes. Desde música clássica a música do mundo e pop, passando por drama, dança contemporânea, artes visuais, cinema e eventos para crianças, um festival para todos os gostos e idades. Oktoberfest – Munique, Alemanha Um festival que começou em 1814 para celebrar o casamento do rei nos jardins da cidade é agora o maior festival de cerveja do mundo. Seis milhões de pessoas visitam anualmente esta festa que se repete todos os anos no sábado depois do dia 15 de Setembro e termina duas semanas mais tarde. Carnaval de Veneza – Itália Se sempre adoraste os glamourosos bailes de máscara dos filmes, o Carnaval de Veneza tem de fazer parte dos teus planos. Tudo começou com a celebração da vitória da República de Veneza pelas ruas da cidade exibindo a cultura local. Ao longo dos séculos, a tradição ganhou forma e é agora um dos maiores eventos de Veneza. St Patrick’s Day – Irlanda Apesar de ser uma celebração religiosa, que comemora a chegada do Cristianismo à Irlanda, este festival comemora igualmente a cultura e património do país. Uma vez que a lei seca, em outras épocas, era interrompida neste dia, atualmente, esta festa é associada à celebração com bebida. É o feriado nacional mais celebrado fora do país. Se não foste a tempo este ano, ja sabes! Atualiza a tua agenda e começa a planear o próximo verão, como acabaste de ler: oportunidades não faltam! E se preferes viajar durante o inverno, não deixes de visitar algum dos melhores mercados de Natal da Europa! Autora: Janete, Flearound

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10 vantagens de viajar a longo prazo

10 vantagens de viajar a longo prazo

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Viajar a longo prazo é sem dúvida uma das experiências mais enriquecedoras da vida e nós recomendamos que se tenha essa experiência pelo menos uma vez na vida. Esperamos que esta lista de vantagens te convença a viajar a longo prazo e, caso o faças, não te esqueças do seguro de viagem adequado! Nós da IATI Seguros, temos o seguro ideal para a tua viagem longa – Seguro IATI Bloggers e Grandes Viajantes. Quais são as vantagens de viajar a longo prazo? Desapego das coisas materiais e aderência ao minimalismo. Mesmo que não queiras, viajar a longo prazo vai mudar a forma como vês todos os teus bens materiais e a importância que dás aos mesmos! Grandes viagens vão fazer-te/a querer levar toda a tua casa atrás e isso não é possível… Vais ter que tomar decisões sobre o que é mais importante, o que irás usar e não usar com tanta frequência. E deixa que te alertemos que, muito provavelmente, vais levar coisas a mais! E vais perceber o quão difícil é viajares dessa forma e vais acabar por te livrar de coisas pelo caminho… E acredita, isto vai ser algo bastante positivo na tua vida. Quanto menos importância dás aos bens materiais mais importância dás a coisas que realmente merecem o seu valor como pessoas, experiências, sentimentos, etc. Aprender novas línguas A aprendizagem vem com a necessidade da mesma! E se viajar para um país por mais do que uns meros dias, vai sentir a necessidade de começar a aprender o idioma local. Nem que sejam pequenas palavras chave (como ‘’por favor’’, ‘’obrigado’’, ‘’olá’’, etc). Caso já tenha umas bases, é uma oportunidade enorme para se tornar fluente! Viajar de forma longa é um excelente professor de línguas. Cuidado, algumas pessoas apaixonam-se e começam a viajar só para aprender novas línguas. Perseguir as melhores estações/épocas A maioria das pessoas prefere o sol, o calor e gostaria de evitar o inverno! Pois, a viajares a longo prazo isto é uma possibilidade! Podes evitar o frio de Portugal e viajares para países que saibas de antemão que vai estar calor e bom tempo. Ou, se por outro lado, o inverno é mais a tua praia, deixa o calor para trás e vai viajar para países que te façam andar de luvas e gorro. Podes ter verão ou inverno o ano todo, a escolha é tua! Amizades mais fortes e prováveis de durar Viajar é sempre uma forma incrível de conheceres pessoas novas, pessoas de todo o lado do mundo. Mas, quando viajas por pouco tempo as relações criadas são mais “superficiais” e facilmente será a primeira e última vez que se vêem (mesmo quando juram amizade eterna). Pelo contrário, quando viajas a longo prazo ficarás mais tempo em cada lugar o que, por sua vez, resultará em mais momentos partilhados com as mesmas pessoas. Momentos e experiências esses que elevam as amizades a ponto de ser inevitável o cumprimento dos planos de se voltarem a ver! Conhecimento profundo de cada cultura e religião Por mais que estudes a cultura e religião de um sítio nada vai fazer com que realmente percebas e compreendas a sua realidade do que realmente vivê-la diariamente! As mesmas religiões vão ser seguidas de forma diferente em diferentes países. As crenças e costumes de cada cultura só irão fazer sentido quando, ao viveres nesse país, observares e analisares a forma como essas mesmas crenças e costumes afetam a forma de como o povo é e se comporta. Inevitavelmente, irás comparar culturas e religiões entre países e isso vai resultar num crescimento pessoal enorme! Não só saberes e veres outras culturas, mas sim, vivê-las. E com isso aprenderes o melhor e pior de cada uma e, consequentemente, a crescer tornares-te numa pessoa ainda melhor! Extra valorização do próprio país e das pessoas que se deixa para trás Viver 24 horas por dia outra cultura e costumes vai fazer-te/pensar repetidamente nos teus próprios costumes, no teu país. Vais certamente desejar muitos pastéis de nata, cafés decentes, um bom prato de bacalhau, etc, resumidamente vais valorizar muito mais tudo aquilo a que estás habituado em casa, no teu país. O mesmo sucederá com as pessoas! Claro que viajares a longo prazo também tem a desvantagem das saudades de casa, da família, dos amigos, mas nós na Iati Seguros pensamos positivamente. Esta desvantagem é tomada por uma grande vantagem de valorizar muito mais tudo o que deixas para trás. E, assim, quando voltares a ver todas as pessoas de que sentiste falta quando estavas fora, vais de certo dar-lhes mais atenção e valor. Viajares de forma mais barata Viajares a longo prazo e, principalmente, se o fizeres de uma forma mais lenta, irás gastar muito menos dinheiro! O alojamento é mais barato se alugar para umas semanas em vez de apenas uns dias e, na verdade também tudo o resto o é! Se ficares mais tempo num determinado local, vais acabar por conhecer os melhores e mais baratos supermercados, lojas, restaurantes, etc. Para além destas vantagens, podes até conseguir alojamento de forma completamente gratuita! Existem várias plataformas que em troca do seu tempo/ajuda irão oferecer-te o alojamento em troca. Por exemplo, Worldpackers é uma plataforma online que conecta viajantes dispostos a ajudar com anfitriões que precisam de ajuda, em todo o mundo, seja por troca de trabalho ou voluntariado, poderás viajar de forma quase gratuita. O mesmo se aplica ao conceito de House Sitting. Através de inscrição em plataformas como a Trusted House Sitters podes alojar-te, de forma gratuita, em casas fantásticas por todo o mundo enquanto tomas conta de animais de estimação. Todas estas alternativas costumam requerer um mínimo de estadia, por isso só poderás usufruir dessas oportunidades se tiveres flexibilidade de tempo de estadia. Mais saudável (mental e fisicamente) Viajar a curto prazo pode ser muito stressante. Quando tem poucos dias para conhecer um novo país só deseja explorar ao máximo. Isso resultará em várias viagens de um lado para outro, sem parar o que, de certo, não será saudável para a tua saúde mental. No entanto, com mais tempo, aproveitarás mais de cada sítio e terás o teu tempo para viajar e conhecer cada sítio de forma tranquila. O mesmo se aplica à sua saúde física! Sem tempo para descansar, também não haverá tempo para te exercitares e, na maioria das vezes, também afetará a tua alimentação, pois o mais rápido é também o menos saudável. Maior flexibilidade e espontaneidade Disponibilidade de tempo irá torná-lhe muito mais livre e espontâneo/a! Quando viajas a curto prazo e o teu tempo é limitado, tens de planear, muito. O mesmo não acontece quando viajas a longo prazo. Quando tiras o tempo da equação, é mais flexível e isso resultará em mais experiências! Terás a vantagem de poder ficar mais tempo num sítio que gostes ou de acompanhares pessoas que conhece ao longo da viagem e mudares os teus próprios planos a qualquer hora. Isso é liberdade! Grande impacto na vida pessoal Acreditamos que viajar é uma das melhores escolas da vida. Ao viajar conhecerás diariamente novas pessoas, culturas, diferentes formas de viver, etc. Isto influenciará a forma como vês o mundo. Mas, ao viajares a longo prazo, não só conheces outras realidades como também as vives. Isto cria uma necessidade de seres mais tolerante, paciente e teres uma mente aberta! Todas estas características juntas com conhecimento geral que adquires do mundo de uma perspetiva de quem realmente viveu num local, irás, inevitavelmente, ter um grande impacto em ti! Irás, certamente, voltar uma melhor versão de ti próprio/a, mais humana e madura. Esperemos que estas vantagens te tenham inspirado a viver a experiência de viajar a longo prazo se alguma vez o desejaste! Realmente, viagens longas mudam-nos e tornam-nos pessoas melhores, mais fortes e mais capazes e nós queremos que experiencie tudo isto! Portanto, se já está pronto/a vê aqui como planear uma viagem longa de forma independente e o que levar na mochila para uma viagem longa. Autor: TravelB4Settle

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5 razões para fazeres Work Exchange

5 razões para fazeres Work Exchange

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Já alguma vez ouviste falar em work exchange? É uma forma de viajar que consiste em trabalhar a troco de alojamento e, por vezes, de alimentação. Cada vez mais, surgem oportunidades de work exchange por todo o mundo, quer pelo constante aumento da procura destas experiências por parte de viajantes, quer pela própria necessidade das entidades que as oferecem. Mas não te esqueças: antes de lançares nesta aventura, convém teres em conta a duração e escolher um seguro de viagens online à tua medida! 5 razões para fazeres work exchange Neste artigo a Gap Year Portugal traz-te algumas razões de peso para te ajudar a decidir fazer um work exchange! 1. Poupança em viagem Ao trocares as tuas habilidades e o teu tempo por alojamento e alimentação, estás a rentabilizar o teu orçamento. É uma forma de poupar em dois dos três principais gastos em viagem, sendo que o terceiro seria o transporte. 2. Desenvolvimento e aprendizagem de novas habilidades Imaginas-te a trabalhar como rececionista num hostel? A arregaçar as mangas e pôr mãos à obra numa quinta ecológica? Ou até mesmo desenvolver as tuas skills de comunicação enquanto geres as redes sociais de uma associação? Durante o teu work exchange podes ser quem tu quiseres! É o momento certo para experimentares outras áreas que te interessem ou sair da tua zona de conforto e seguires a opção contrária: áreas que não têm nada a ver contigo. Podes trabalhar numa quinta ecológica ou de permacultura, ajudar nas tarefas domésticas num hostel, tratar de animais, criar páginas na internet, organizar eventos, ensinar uma língua, entre outras opções. Quem sabe se não vais descobrir uma nova paixão? 3. Maior envolvimento com a cultura local Mergulhar no dia-a-dia, nas tradições e participar nos hábitos de uma cultura são capazes de ser das melhores formas de nos envolvermos com locais. Quando viajamos, por norma, temos como objetivo ter experiências autênticas e genuínas, ao mesmo tempo que procuramos aprender mais sobre um país e sobre a sua população. Não se aprende apenas observando; é preciso envolver-nos. Uma experiência de work exchange vai trazer-te essa oportunidade de estar mais próximo de locais e de absorver conhecimento. 4. Oportunidade de aperfeiçoar uma língua ou aprender uma nova Já dizia o ditado “a prática leva à perfeição”. Há muitas formas de aprender ou aperfeiçoar uma língua, mas não há nada como a prática do dia-a-dia; aquela obrigação à qual não podemos escapar se nos queremos fazer entender. Esses são os momentos que deves aproveitar. Para além disso, há várias ofertas de work exchange que incluem intercâmbio de idiomas, por exemplo, para além do teu trabalho, podes ensinar português e, em troca, alguém pode ensinar-te inglês ou outra língua. É bastante comum aproveitar estas experiências para melhorar a fluência numa língua. Segundo dados do Worldpackers, uma das maiores plataformas desta prática, quase 50% das pessoas procuram fazer work exchange porque querem aperfeiçoar ou aprender um novo idioma. 5. Criação de novas amizades Na maior parte destas oportunidades, nunca estás sozinho: há outros voluntários, tal como tu. Vêm de várias partes do globo e, muito provavelmente, têm um roteiro parecido com a teu. Fazer novas amizades pode também significar fazer novos companheiros de viagem, pessoas com quem partilhar os momentos e as experiências! Para quem viaja sozinho/a, esta é uma grande vantagem do work exchange. A questão do networking também é importante já que vais conhecer pessoas não só de vários países, como também de distintas áreas profissionais. Esses contactos podem ser muito úteis no futuro. — Se ainda não sabes o que fazer este verão, aqui tens uma dica! O tipo de work exchange depende das entidades que o oferecem, tal como a duração. O importante é que sintas vontade de sair da tua zona de conforto, estejas disposto a ensinar e a aprender, e queiras desafiar-te a viver com menos, rentabilizando o teu dinheiro e os teus bens pessoais. Estás pronto para viver esta experiência? Autores: Gap Year Portugal

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5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África

5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África

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África é o continente menos conhecido do nosso planeta e as viagens de sonho de muito de nós passam por aqui. Hoje viajamos até ao continente das savanas e dos leões, da tribo Masai e das trovoadas mais espetaculares com a IATI Seguros, lider na venda de seguros de viagem online, para te dar a conhecer os 5 parque naturais que não poderás perder numa próxima viagem. 5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África Serengeti – Tanzânia É, porventura, o melhor parque de vida selvagem em África. O Serengeti, na Tanzânia, proporciona momentos como nenhum outro e a sua expansão permite não sentir a pressão do turismo de massas. O Serengeti ocupa uma área superior a 1,5 milhões de hectares e o próprio nome deriva do termo usado pelos Masai para descrever a região – e que pode ser traduzido como “o local onde a planície não tem fim”. O Serengeti é um dos palcos naturais da Grande Migração, juntamente com o Masai Mara no vizinho Quénia. Este é considerado um dos maiores espectáculos de vida selvagem do planeta, quando milhões de zebras e gnus perseguem as chuvas e buscam pastagens frescas. Esse espectáculo, por si só, é suficiente para o Serengeti constar nesta lista de melhores parques de vida selvagem de África. No entanto, o parque é mais do que a migração, pois aí podes avistar espécies como leões, chitas, leopardos ou elefantes. Etosha – Namíbia Se visitares o Etosha não irás jamais esquecer este parque de vida selvagem, pois tem imenso para oferecer e é um dos que permite avistar vida selvagem e não gastar muito dinheiro. Acampamentos acessíveis e estradas bem conservadas fazem do Etosha a escolha predilecta para self-drive safaris. Os parques de campismo são de óptima qualidade e as estradas estão bem conservadas, podendo visitar o parque sem necessidade de alugar um 4×4. Nas zonas protegidas para campismo existem charcos, onde os animais bebem durante o dia e noite e podes avistá-los do conforto de um banco. Elefantes, leões, hienas e rinocerontes habitam o Etosha e podem ser vistos com regularidade nestas zonas. Se quiseres saber mais sobre as precauções que deves ter, lê o nosso artigo sobre segurança para viajar para a Namíbia Gorongosa – Moçambique O Parque Nacional da Gorongosa continua em séria expansão. A guerra civil em Moçambique dizimou a vida selvagem no parque, mas nas últimas décadas um enorme esforço de recuperação foi encetado pelas autoridades locais e por uma entidade dos EUA sem fins lucrativos. E os resultados estão à vista. Por exemplo, o número de elefantes era de apenas 100 no ano 2000 e agora a população residente é superior a 400 indivíduos. Também a população de predadores, como os leões, tem crescido de forma consistente, embora o número esteja ainda longe do passado. O sucesso da Gorongosa foi reconhecido pela National Geographic que destacou o parque como um dos melhores locais para visitar em 2019. Moremi – Botswana Ao contrário de outros parques desta lista, o acesso é complicado, mas acredita que não irás arrepender-te. Se visitares a reserva de Moremi – que cobre uma larga região do Delta do Okavango – terás a possibilidade de avistar vida selvagem num refúgio natural incrível, onde poucos turistas chegam. Elefantes, búfalos, hipopótamos, leopardos, gnus, crocodilos, leões, chitas, hienas, rinocerontes-negros, rinoceronte-brancos, javalis, babuínos, cães selvagens e mais de 400 espécies de aves habitam esta zona. Se tiveres ainda mais tempo, podes aproveitar também para fazer um voo de avioneta ou helicóptero sobre o Delta do Okavango (e ver largas manadas de elefantes), explorar o imenso deserto do Kalahari ou o Parque Nacional Chobe – tudo na mesma viagem. Bwindi – Uganda O Parque Nacional Impenetrável de Bwindi é o habitat de quase metade dos gorilas das montanhas sobreviventes do planeta. Com cerca de 320 quilómetros quadrados, o parque do Uganda foi reconhecido pela UNESCO como Património da Humanidade em 1994 e é um dos parques de vida selvagem mais incríveis de África. Perto de 400 gorilas ameaçados de extinção vivem no Bwindi, além de mais de uma centena de mamíferos. Com sorte podes avistar elefantes e macacos, por exemplo. Os gorilas podem ser vistos durante todo o ano, mas é bom ter atenção ao clima na região, pois fortes chuvadas podem tornar o terreno demasiado difícil para caminhar em busca deste fantástico animal selvagem. As estações chuvosas ocorrem de Março a Maio e de Setembro a Novembro. Se visitares este parque é aconselhável ter um bom seguro de viagem e as vacinas em dia. As caminhadas para avistar os gorilas do Uganda são limitadas a oito pessoas por cada grupo, para não perturbar os animais. Se quiseres visitar este parque é necessário solicitar a autorização com bastante antecedência, pois as vagas esgotam depressa. Autor: Lugares Incertos

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15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo

15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo

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Viajar é diferente para toda a gente. Uns viajantes são mais preocupados e planeiam mais que outros, uns ficam meros dias nos países por onde passam, outros ficam até vários meses! Seja quanto tempo for, hoje trazemos-te uma lista de 15 coisas que deves ter atenção quando viajas para um país novo. Apesar de alguns pontos desta lista não serem essenciais para uma viagem feliz existem 4 que são absolutamente imprescindíveis: documentação válida (passaporte e vistos), vacinas em dia e um seguro de viagem que se adeque à tua viagem. Tudo o resto é ao teu critério. 15 coisas a ter em atenção ao visitar um país novo 1 – Passaporte válido O viajante português tem uma liberdade incrível. Para viajar dentro do espaço Schengen apenas é necessário o cartão de cidadão português. Fora desta área garante que tens passaporte válido e podes cruzar dezenas e dezenas de fronteiras sem vistos. Atenção que existem países que exigem um prazo de validade do passaporte de até 6 meses. 2 – Vistos Vistos são autorizações concedidas por países à entrada de estrangeiros. Alguns países requerem um visto para entrada de portugueses. Uns permitem fazer-se à chegada, outros têm de ser feitos com antecedência (ex: E.U.A). Garante que tens a tua autorização normalizada com tempo! Podes ver mais informação sobre cada país no portal das comunidades portuguesas. 3 – Vacinas Para a entrada no território de certos países são requeridas certas vacinas, por exemplo a febre amarela em Angola. E para entrada noutros países são altamente aconselhado outras, como por exemplo febre tifóide na Colômbia. Pesquisa o teu país de destino no Centro de Controlo e Prevenção de Doenças. 4 – Seguro de Viagem É essencial ter um seguro de saúde que se adeque à tua viagem. A última coisa que te queres preocupar em caso de emergência é de como arranjar um tratamento de qualidade que não acabe com a tua conta bancária. Para além de que ter um seguro de viagem vai aumentar a tua tranquilidade e confiança para aproveitares as tuas aventuras! Os seguros da Iati são especialmente feitos para viajantes e, para além das altas coberturas médicas e em equipamento tecnológico, não tem franquias, ou seja, assumimos as despesas da assistência que necessitares desde o primeiro euro. Ainda para mais, tu não necessitas de te preocupar com nada, nem de adiantar dinheiro, nós ocupamo-nos diretamente das faturas por ti. Podes escolher entre os planos mais acessíveis e outros mais completos. 5 – Estação / Época Para alguns viajantes a meteorologia não afecta a viagem, mas para outros é muito importante! Se este é o teu caso, garante que o teu país de destino não se encontra na pior época possível. Por exemplo se não gostas de frio evita invernos. Ou se não gostas de chuvas evita as épocas de chuvas dos países tropicais. Esta informação pode ser encontrada facilmente na internet. 6 – Eventos culturais ou religiosos Tem atenção a possíveis eventos culturais ou religiosos do país que planeias visitar, pois podem afectar a tua viagem! Por exemplo se planeias visitar os Estados Unidos da América no dia de acção de graças (Thanksgiving day) conta que as tuas viagens fiquem mais caras. Ou, se fores visitar certas zonas da Índia durante o “Kumbh Mela” o maior evento religiosos do mundo que movimenta mais de 100 milhões de pessoas, conta com dificuldades de transporte e de alojamento. 7 – Segurança – Regras Básicas Todos os países são diferentes, e cada um vai requerer diferentes atenções da tua parte para te manteres em segurança. Investiga um pouco as regras de segurança básica dos países que visitas. Por exemplo: não andar à noite na rua na América do Sul ou não andar de mota nas grandes cidades do Sudeste Asiático. 8 – Moeda É importante ter noção de qual a moeda local, de qual a conversão para a tua moeda e da facilidade com que conseguirás ter dinheiro no país em que visitas sem ter que pagar taxas absurdas. Existem aplicações para o telemóvel que facilmente te ajudarão com a conversão, como por exemplo XE Currency. 9 – Água da torneira é potável? Coisas simples que só se dão valor quando não se têm. Muitos países em desenvolvimento não são como Portugal em que se pode beber água da torneira tranquilamente. Informa-te previamente quais são as condições de saneamento do país que visitas. 10 – Cartão Crédito/Débito Adequado Garante que o tens um cartão de crédito ou débito apropriado para o país que visitas. Não queres estar na posição de alguém que confia toda a viagem num cartão que ou não é aceite ou cujas taxas para o usar são enormes.Existem cartões gratuitos como o Revolut Card que são uma alternativa bancária digital e incluem um cartão de débito pré-pago e taxas de câmbio e uso quase nulas. 11 – Fuso Horário Caso tenhas algumas responsabilidades cujo horário é importante, seja para entregares um trabalho online ou para falares com os teus pais, talvez seja importante teres conhecimento prévio do fuso horário do país que visitas em relação ao teu país de origem. 12 – Transporte inteligente Qual vai ser o teu meio de transporte no país que vais visitar? Nas grandes cidades e nas pequenas vilas? Autocarro, comboio, carros privados, aplicações? Investiga quais as melhores opções quanto a segurança, preço e conforto. Por vezes aplicações como a Uber poderão ser mais seguras, mas cuidado em alguns países (como na Colômbia) estas aplicações são ilegais. 13 – Conflitos Internos ou externos O mundo não é perfeito e existem zonas no planeta que deves evitar a todos os custos. A última coisa que queres durante a tua viagem é estar numa região que esteja em conflitos ou guerra. Isto aplica-se a conflitos internos como no caso do Myanmar e a conflitos externos como em algumas zonas do Médio Oriente. 14 – Apps Locais Cada país tem a sua lista de aplicações móveis que apesar de não serem essenciais podem ajudar e muito a tua experiência. Desde aplicações para transportes públicos ou privados, informativos, mapas, restaurantes, etc. Por exemplo, se fores viajar para Bali, uma app importante a teres no teu telemóvel é a Go-Jek, tudo o que precisares, desde transporte a comida, itens de supermercado e até massagens esta aplicação irá levar-te a casa o que necessitas por um custo ridiculamente barato. 15 – Deixa-te Envolver Esquece todos os sítios que já visitaste e tenta envolver-te ao máximo com o sítio que estás a visitar. Observa, analisa, compreende, absorve, adapta-te! Cada sítio tem a sua magia, cabe-nos a nós visitantes tentar encontrá-la! Chegamos assim ao fim da lista de 15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo. Para que tudo corra tranquilamente e que aproveites ao máximo, sem preocupações! Autor: TravelB4Settle

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5 lugares imperdíveis da UNESCO

5 lugares imperdíveis da UNESCO

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Esta lista de lugares para visitar da UNESCO poderia ter mais de 1000 lugares – 1092 para ser exacto, pois é esse o total de locais reconhecidos pela organização das Nações Unidas. A IATI Seguros leva-te a conhecer apenas cinco, mas que vão inspirar-te a sair de casa. De Portugal a Cuba, da Croácia à Guatemala. Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para conhecer o Património da Humanidade. 5 lugares UNESCO a não perder Havana Velha – Cuba Percorrer as ruas de Havana é como entrar numa máquina do tempo. Havana Velha é um local para conhecer devagar, trocar um dedo (ou uma hora) de conversa com os habitantes locais. Mais de dois milhões de pessoas vivem na capital de Cuba. Havana foi fundada em 1519 pelos espanhóis e tornou-se um dos principais centros de construção naval do Caribe. Uma mistura de edifícios barrocos e neoclássicos, com as clássicas casas ornamentadas por arcadas, varandas, portões de ferro forjado e pátios internos. A preservação de monumentos, prédios particulares e praças contribuem para uma cidade que trouxe do passado uma identidade para servir de referência no futuro e, também por isso, foi reconhecida pela UNESCO. E se, em algum momento, estiveres cansado de caminhar, pára numa esplanada, saboreia um cocktail ou vai até ao Malecón e delicia-te com um admirável pôr-do-sol. Praga – República Checa Praga é uma daquelas cidades que te irá conquistar à primeira vista. A capital da República Checa entrou para a lista da UNESCO em 1992. O centro histórico de Praga contém cultura e arquitectura que remontam à Idade Média. A paisagem urbana inclui castelos, igrejas entre edifícios góticos, barrocos e modernistas. Exemplos de locais obrigatórios em Praga incluem, claro, o Castelo de Praga, a Ponte Carlos ou a Catedral de São Vito. Praga, nas margens do Rio Vltava, é uma das cidades mais bonitas da Europa. O Centro Histórico de Praga ilustra o processo de crescimento urbano desde a Idade Média até à modernidade e as tradições arquitectónicas serviram de modelo para o desenvolvimento urbano de grande parte da Europa Central e Oriental. Aproveita para provar uma cerveja checa em Praga, são saborosas e existe uma grande diversidade de marcas e sabores. Se tiveres tempo, entra num comboio e visita a pequena localidade de Kutná-Hora – a menos de uma hora de Praga. Ruínas de Tikal – Guatemala Existem diversas ruínas Maias na América Central, em particular no México, Honduras ou Guatemala, mas temos a certeza que te vais apaixonar por Tikal – uma das cidades maias mais importantes durante o Período Clássico. As ruínas são dominadas pelo Templo IV, com 70 metros de altura. Tikal está ainda na sua maior parte por descobrir, mas o que já foi encontrado é admirável. Estas ruínas Maia, perto da fronteira com o Belize, foram reconhecidas pela UNESCO, em 1979. As ruínas estão cercadas por densa floresta e irás partilhá-las também com macacos, tucanos e outras espécies. Experimenta acordar cedo para ouvir a selva a acordar, pois é algo inesquecível. Lagos de Plitvice – Croácia De Inverno, no Outono ou na Primavera, os Lagos de Plitvice são extraordinários. Não nos esquecemos do Verão, mas nessa altura talvez seja melhor evitar, pois a popularidade dos lagos croatas significa que os lagos são invadidos por milhares de turistas. E não é difícil perceber porque são tão famosos e porque foram reconhecidos pela UNESCO desde 1979. Quedas d’água, lagos e cavernas são algumas das características deste parque nacional na Europa. Os lagos são conhecidos pela variedade de cores que mudam consoante o ângulo de incidência sol e devido aos microorganismos e minerais na água. Além disso, além de poderes mergulhar nas belas água de Plitvice, também encontrarás diversas espécies de fauna e flora. Mosteiro de Alcobaça – Portugal Inscrito na lista da UNESCO desde 1989, o Mosteiro de Alcobaça é um dos monumentos mais importantes de Portugal. Fundado no século XII pelo Rei Afonso I, o Mosteiro de Alcobaça, preserva a pureza do estilo arquitectónico e materiais de um exemplo de requinte da arte gótica. O mosteiro, que acolhe os túmulos de Dom Pedro e Dona Inês de Castro, representa a chegada do estilo gótico em Portugal. A UNESCO adicionou-o à lista de Património da Humanidade, por considerar que o edifício português ainda mantém a autenticidade e que os trabalhos de restauração respeitaram as técnicas originais. Autor: Lugares Incertos

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Gap year: uma pausa em movimento

Gap year: uma pausa em movimento

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O gap year é, cada vez mais, uma prática comum em países como a Austrália, Reino Unido, Alemanha ou Estados Unidos, especialmente em jovens que acabaram de sair do secundário. Estão indecisos quanto ao seu percurso escolar, querem conhecer mais mundo e ter experiências distintas que não poderiam ter de outra forma. Mas afinal de contas, o que é um gap year? Um gap year (em português, ano sabático) é um período de intervalo no percurso dito tradicional, por norma realizado entre o ensino secundário e o ensino universitário, mas pode ser feito em qualquer momento da tua vida. É uma rutura no quotidiano, um ano de pausa em movimento, no qual podes fazer aquilo que quiseres. Sim, tudo o que quiseres. Uma pausa em movimento Acreditamos que um gap year é como um bilhete de identidade; cada um tem o seu. Não há nenhuma fórmula ou pacotes predefinidos; és tu quem cria o teu gap year. Podes aproveitar esta pausa para tomar decisões mais conscientes sobre o teu futuro, para conheceres mais do mundo e sobre ti próprio. Podes viajar, fazer voluntariado, experimentar cursos, aprender novos idiomas ou ter experiências profissionais. Tu escolhes! Pensa no gap year como a oportunidade de ter vivências que não poderias ter se não decidisses quebrar a rotina. O planeamento faz parte da experiência mas, por vezes, surgem imprevistos e situações difíceis de controlar. O importante é focar-nos nas oportunidades e nas soluções, não nos problemas. É aí que entram os seguros online da IATI com assistência dentro e fora de Portugal. A importância de fazer um gap year Desde pequenos que somos advertidos para a importância dos estudos. Durante 12 anos pedem-nos que sejamos focados, que tenhamos boas notas porque só assim é que vamos conseguir entrar numa universidade à nossa escolha e, por fim, ter o trabalho com o qual sempre sonhámos. Esta visão não está errada. Não há dúvida de que a escola nos dá uma bagagem crucial para o nosso desenvolvimento académico e profissional, mas há determinadas competências que não são o foco do sistema de ensino. O desenvolvimento pessoal de um indivíduo é igualmente importante e o gap year pode ajudar-te nisso! Neste ano de rutura, podes focar-te na expansão das tuas competências e habilidades, nos teus objetivos pessoais, nos teus sonhos. É o momento ideal para te conheceres melhor, perceber do que é que gostas e do que é que realmente queres. Não há pressa Às vezes temos a sensação de que tudo acontece muito depressa. Não há muito tempo para pensar: saímos do ensino secundário diretos para a universidade, e da universidade para o mercado de trabalho. Com apenas 17 ou 18 anos pedem-nos para escolher um rumo, um curso que vai delinear o nosso futuro profissional. A pressão de decidir “o resto da nossa vida”, leva-nos a escolher algo que, muitas vezes, não é verdadeiramente aquilo que mais nos apaixona. Mas afinal, como é que pode um jovem tomar a decisão correta com esta idade? Para alguns, a resposta poder ser óbvia, mas não é o mesmo caso para todos. Prova disso é a taxa de desistência de cursos universitários: 29% desistem logo no primeiro ano, segundo um estudo da Direção-Geral de Estatística da Educação e Ciência (DGEEC). As razões? Muitos jovens sentem-se desmotivados ao aperceber-se de que as perceções que tinham do curso estavam erradas e, a grande maioria, chega à conclusão de que tomou uma decisão precipitada. “Afinal não era bem isto que eu queria”. O caminho a seguir é uma decisão que não devemos tomar de ânimo leve. Deve ser bem ponderada. A pressão e as incertezas tomam conta de nós nos momentos que mais clareza exigem. Contudo, é importante esclarecer que estas escolhas não nos definem enquanto pessoas e que estamos sempre a tempo de mudar. O mundo está constantemente em transformação e nós também! Por esse motivo, é crucial estar ciente daquilo que gostamos e ter os nossos objetivos claros. Em vez de te lançares para o mundo universitário assoberbado de incertezas, vê no gap year a oportunidade de aclarar a mente. Durante esta pausa, podes envolver-te em experiências que te permitam desempenhar diferentes papéis: experiências profissionais, estágios, voluntariado, work exchange, entre outras. Esta é das maiores vantagens do gap year: ser quem tu queres ser e descobrir-te. — O gap year não é uma receita mágica que vai solucionar todos os teus problemas, mas pode ser o ponto de partida para a resposta a muitas das tuas dúvidas e incertezas. Certamente vai despoletar em ti características e qualidades que desconhecias, vai abrir os teus horizontes, vai dar histórias para contar, vai aumentar a tua inteligência emocional, trazer conhecimento sobre outras culturas e, acima de tudo, sobre ti mesmo. Em Portugal, existe uma associação – Gap Year Portugal – cujo objetivo é ajudar e apoiar todos os jovens que queiram fazer um gap year. Se te sentes pronto para o desafio, entra em contacto com eles! Autores: Gap Year Portugal

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As viagens desenvolvem soft skills?

As viagens desenvolvem soft skills?

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Desde os locais que visitamos, às pessoas que conhecemos, aos sabores que experimentamos e até aos imprevistos (que ajudamos a resolver!) – tudo nos transforma. A viagem obriga-nos a pensar de forma diferente, a encarar novas realidades, soluções e outros caminhos. Dizem-nos que a viagem nos faz crescer. E a IATI seguros de viagens online está aqui para te ajudar a solucionar imprevistos! As viagens desenvolvem soft skills? Entre os 5 continentes, 193 países (segundo as conta da ONU), existem milhares de possibilidades para abraçar, que te farão crescer. A viagem torna-nos contadores de histórias, vemos o mundo com os nossos próprios olhos, falamos com locais, sentimos diferentes realidades e é isso que nos desafia. No fundo, viajar é desafiares-te constantemente. E atenção, não falamos de saltar de paraquedas ou andar à boleia, cada um sabe onde começa a sua zona de “desconforto”. Esta questão da zona de conforto ou “desconforto” é cada vez mais discutida. O gap year pode ser uma solução importante neste passo para o crescimento pessoal. Mas afinal o que é o gap year? É uma pausa em movimento, isto é, uma rutura no percurso escolar dito “normal”, em que se pode envolver com as mais variadas atividades. Desde voluntariado, viagem, estágios, … – as opções são muitas, no fundo, o sucesso do gap year só depende de quem o faz. Em Portugal existe uma associação – a Gap Year Portugal – que apoia todos os jovens que o queiram fazer, através de um acompanhamento personalizado e passagem de dicas. 1. Resiliência Em gap year não existem problemas, existem soluções. Este deve ser o mindset em viagem e especialmente em gap year. Durante um período de descoberta pessoal e do mundo, é normal que nos confrontemos com situações inesperadas, é aí que a tua resiliência deve entrar em ação. Desde o autocarro que perdemos por pouco, o passaporte que não encontramos por nada e tantos outros imprevistos. Este é o momento para pensares em soluções, novos caminhos e percursos alternativos. E podemos garantir, quantas mais vezes testares a tua resiliência, começas a encontrar mais alternativas e menos “bicho de sete cabeças”. De país em país, de cultura em cultura, assim anda um viajante. Cada fronteira que se cruza é também uma nova oportunidade de aprendizagem: desde a gastronomia, a tradições culturais. A adaptação é uma competência cada vez mais reconhecida e importante, já que atualmente as equipas são multiculturais e é essencial que nos consigamos adaptar a diferentes backgrounds. 3. Capacidade de comunicação De inglês, francês, árabe e outras línguas do mundo, vais ter de conseguir comunicar, mesmo sem ser fluente. Nestes casos, em que a comunicação é mais difícil, a linguagem mímica impera! Apesar de haver gestos com diferentes interpretações (a que deves ter cuidado e pesquisar antes de ires), há muitos outros que são gerais e te vão ajudar a encontrar o que estás à procura. 4. Tomada de decisão Chegou o momento de decidir. Em viagem as decisões são constantes e maior parte tem consequências rápidas: ir para o país x ou ficar aqui por mais tempo? Aceitar esta boleia? Ficar neste hostel ou no outro? Em gap year a capacidade de tomada de decisão é uma das competências que mais podes desenvolver e que pode ter mais impacto no futuro. A viagem é um ótimo treino para ganhar mais confiança a tomar decisões e não tremer sempre que uma decisão importante se aproxima. Este é o momento para pôr em prática e conseguir enfrentar as decisões com êxito! Ainda com dúvidas de como a viagem pode ser uma aprendizagem? Deixamos-te um desafio: abraça as experiências e cresce com elas. Autor: Gap Year Portugal

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Como planear uma viagem longa de forma independente

Como planear uma viagem longa de forma independente

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Fazer uma viagem longa, de vários meses ou mesmo um ano, é um sonho de muitos de nós. Deixar o trabalho e mergulhar numa aventura de total liberdade, explorar os quatro cantos do mundo e procurar uma vida mais leve. Além do financiamento necessário é também preciso uma certa preparação antes da viagem, como a escolha de um bom seguro de viagens, e é aqui que muitas pessoas desistem. Planear uma viagem destas parece demasiado difícil e exigente. Mas acredita, é bem mais fácil do que o que parece. Como planear uma viagem longa? Neste artigo, a IATI explica-te tudo para poderes organizar uma viagem destas em segurança. Para facilitar vamos dividir a programação entre aquilo que deves fazer antes da viagem, durante a viagem, e depois da viagem. Antes da viagem – Comprar os bilhetes de avião Este costuma ser o passo principal para começar a dar forma à viagem. Deve ser também o primeiro passo já que os bilhetes podem ser caros quando comprados com pouca antecedência. Vai explorando preços e rotas de aeroportos principais, na zona do mundo onde pretendes iniciar a viagem. Compara também preços entre diferentes companhias aéreas. O ideal será comprares os bilhetes com uma antecedência de 4 meses. – Ires à consulta do viajante A saúde não pode ser deixada de lado especialmente quando vamos embarcar numa viagem de longa duração para o outro lado do mundo, onde as condições de saúde nem sempre são as mesmas do nosso país. É assim obrigatório fazeres a consulta do viajante. Aqui, um médico especializado dar-te-á as recomendações de saúde e higiene necessárias de acordo com o local para onde vais viajar, como por exemplo não beberes água da torneira, evitares bebidas com gelo ou fruta descascada, usares repelente para mosquitos, etc. Caso necessites de alguma medicação preventiva ou vacinas, estas ser-te-ão também recomendadas. A consulta do viajante deve ser feita com 2 a 3 meses de antecedência já que algumas vacinas exigem a toma de várias doses com espaçamentos de tempo relativamente longos. Além disso este tipo de consultas não está disponível com a devida frequência por todo o país, em termos do Sistema Nacional de Saúde. O melhor é consultares o local mais próximo da tua zona de residência e marcares o quanto antes. Se preferires ou se já não tiveres tempo, existem também muitas clínicas privadas com este tipo de consultas, inclusive consultas online. Este é outro ponto absolutamente imprescindível numa viagem, seja ela de longa ou curta duração. A nossa segurança pessoal deve estar em primeiro lugar e, portanto, um bom seguro de viagem é essencial. Para viagens de longa duração vale a pena procurar seguros específicos como por exemplo o Seguro Multiviagem IATI. Por outro lado, se estiveres a ponderar uma viagem mais aventureira que inclua desportos radicais como bungee jumping, trekkings ou open diving, poderás optar pelo Seguro Mochileiro IATI. Vale a pena fazeres uma pesquisa alargada de todos eles e escolheres aquele que mais se adapta ao teu estilo de viagem. – Planear um roteiro Este é também um dos pontos que parece ser mais exigente na preparação de uma viagem deste calibre, especialmente sobre como organizar e planear voos, hotéis e mesmo tours para meses de viagem. O ideal será começares a pesquisar com alguma antecedência, durante o seu tempo livre, de modo a entender es que países gostaria de visitar e quanto tempo queres despender em cada um. Assim que tiveres os países decididos deves pesquisar sobre a obtenção de vistos para esses locais, dado que, para alguns países terás obrigatoriamente de fazer o pedido de visto em Portugal como por exemplo o Paquistão, a Nigéria ou a Índia. Depois disto terás duas opções: ou programar a viagem ao pormenor, decidindo atempadamente que cidades queres visitar e que atrações queres ver; ou decidir de uma forma flexível que cidades gostarias de visitar, deixando o planeamento em concreto para a altura em que lá chegares. Tem em atenção que numa viagem de longa duração terá vários dias de descanso pelo meio onde poderás sempre organizar melhor o teu próximo destino. Além disso, se te permitires a alguma flexibilidade poderás ir alterando a tua rota, para locais que, entretanto, te vão chamar mais a atenção, assim como sair mais cedo de um local, se este não te agradar. O melhor é teres uma rota genérica em termos de países, vistos e cidades, e ir planeando à medida que a viagem vai acontecendo. De uma forma geral, numa viagem destas é necessário teres alguma flexibilidade e compreenderes que os planos não vão acontecer da forma que tínhamos idealizado. Também isso faz parte da experiência. – Preparar a mala Este parece ser também um dos pontos mais complicados de gerir dado que, numa mala ou mochila terás de colocar tudo o que vais precisar para os próximos meses. Porém, acredita que não há muito de diferente numa mala de viagem para 10 dias ou 4 meses. Seja qual for a duração da viagem deverás levar roupa necessária para uma semana, dez dias, no máximo. Não te esqueças que, ao longo do percurso, irás obrigatoriamente lavar a tua roupa. Por outro lado, podes sempre ir comprando ao longo da viagem, consoante a necessidade. Deixamos aqui uma lista de alguns itens que poderão não estar presentes numa viagem de curta duração e que poderão ser essenciais para uma longa viagem: • Um bom par de sapatilhas de caminhada/trekking; • Impermeável; • Adaptar de energia; • Extensão elétrica/ tripla (principalmente se tiver muitos equipamentos para carregar como computador, telemóvel, máquina fotográfica, etc); • Equipamentos eletrónicos: computador, telemóvel, máquina fotográfica, go pro, respetivos carregadores e cartões de memória, uma boa power bank; • Uma pasta com todos os documentos essenciais (passaporte, vistos, boletim de vacinas, etc) Durante a viagem – Controlar os seus gastos Costuma-se dizer que o dinheiro voa e é verdade, especialmente se não o controlarmos. É muito importante que numa viagem destas sejas meticuloso com os teus gastos por forma a saberes exatamente quanto dinheiro estás a gastar. Caso contrário corres o risco de ter de a terminar mais cedo, por falta de verbas. Existem já muitas apps especificas para gastos em viagens, com várias categorias de gastos como vistos, voos, hotéis, etc. Algumas delas são Trabee Expense, Expensify ou Expense Manager. Outra opção será desenhares um ficheiro Excel à tua medida e ir atualizando semanalmente, consoante vais gastando dinheiro. Depois da viagem – Fazer a consulta do viajante pós-viagem Embora a consulta do viajante seja bastante conhecida, o mesmo não se pode dizer sobre a consulta pós-viagem. Esta faz também parte da modalidade Saúde em Viagem, do Sistema Nacional de Saúde, e é igualmente importante. Depois de tantos meses longe da tua zona de conforto, sujeitos a variações de temperatura constantes, a diferentes refeições e alimentos e diferentes condições de higiene, vale a pena fazeres um check-up geral à sua saúde e averiguares se está tudo bem. Se chegares a Portugal com alguns sintomas específicos ou se sentires que não te estás a sentir normal, a consulta pós-viajante é absolutamente obrigatória, não só pela tua saúde como a saúde de todos os outros pois podes ser portador de uma doença autóctone e se não a tratares imediatamente corres o risco de a alastrar. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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10 das estradas mais incríveis do mundo

10 das estradas mais incríveis do mundo

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Poucas coisas se comparam a uma road trip: o prazer da condução, a ânsia pela descoberta e a sensação de pertenceres ao destino que visitas, nem que seja apenas por uns dias ou horas, faz com que este tipo de viagem seja de várias formas mais memorável que outras em que não temos este controlo sobre a nossa viagem. Vamos às 10 das estradas mais incríveis do mundo? Na IATI, lider em seguros de viagem online, somos fãs deste tipo de viagem, e é por isso que te deixamos neste artigo 10 sugestões de algumas das estradas mais incríveis do mundo, para que possas começar a planear a tua próxima aventura de estrada. As 10 estradas mais incríveis do mundo Atlanterhavsvegen (Estrada do Atlântico) | Noruega A Atlanterhavsvegen teria sempre de ser obrigatoriamente incluída numa lista das mais incríveis estradas do mundo. Construída por cima de várias pequenas ilhas, ligadas por 8 pontes, esta estrada localizada na Noruega é vista como uma extraordinária obra de engenharia. N222 | Douro, Portugal A melhor estrada portuguesa é também uma das estradas mais bonitas do mundo. A N222 liga Vila nova de Gaia a Almendra, mas o troço mais conhecido é mesmo o que liga Peso da Régua a Pinhão, numa extensão de 27kms junto à margem esquerda do Rio Douro. Mantos verdes de perder de vista e a imponência das águas do grande Rio Douro fazem de uma viagem por esta estrada uma experiência inesquecível. Forgotten World Highway | Nova Zelândia Localizada na Nova Zelândia, a Forgotten World Highway une Stratford em Taranaki a Taumarunui em King Country, e é considerada uma das estradas mais misteriosas do mundo. Durante 150kms atravessa montanhas, densas florestas e um misterioso túnel. Garden Route | África do Sul A Garden Route, na África do Sul, percorre a costa desde Heidelberg no West Cape, até ao Rio Storms no East Cape. São cerca de 300kms de paisagens extraordinárias feitas de densas florestas, praias sublimes e lagoas pitorescas. Hringvegur (Route 1) | Islândia Route 163 | Arizona, EUA A Route 163 atravessa o Monument Valley nos EUA e estende-se por cerca de 100kms. É uma das estradas mais conhecidas do mundo, tendo já entrado em filmes de culto como “Easy Rider” ou “Forrest Gump”, por exemplo. Ruta 40 | Argentina A Ruta Nacional 40, com cerca de 5000kms de extensão, percorre a Argentina de Norte a Sul, sendo uma das maiores estradas do mundo. A estrada acompanha a Cordilheira dos Andes, passando por vários Parques e Reservas Naturais que oferecem vistas inesquecíveis. Estrada da Gruta | São Tomé A estrada que segue em direção a Santa Catarina, no lado Oeste da ilha de São Tomé, não deixa ninguém indiferente. Ladeada de um lado por uma vegetação luxuriante e banhada pontualmente por pequenas cascatas, e do outro lado por uma série de palmeiras que pendem arqueadas sobre o mar, é sem dúvida alguma, uma das estradas mais bonitas do mundo. Strada Statale 163 | Itália A Strada Statale 163 percorre toda a Costa Amalfitana em Itália, iniciando em Sorrento e terminando em Salermo. Com 50km de comprimento, é uma das estradas mais bonitas do mundo, tendo já sido incluída em inúmeros filmes ao longo dos anos como “Sob o Sol da Toscana” ou “O Diabo Riu por Último”, com Humphrey Bogart. As suas inúmeras curvas oferecem vistas magníficas sobre o mar e a Costa Amalfitana, razão pela qual se tornou numa grande atração turística. Yukon Golden Circle | Canadá O Yukon Golden Circle, no Canadá, é uma estrada de montanha que une o Canadá (Yukon) aos EUA (Alaska), e que oferece a quem a percorre vistas incríveis sobre as montanhas e pitorescas cidades da região de Yukon. Autora: Maria João Proença (Joland Blog)

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Planear férias com um impacto positivo

Planear férias com um impacto positivo

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Para a Iati, líder na contratação de seguros de viagem online, o turismo responsável é importante e, por isso, tentamos sempre apresentar aos nossos clientes e leitores novas dicas e recomendações para viajar de forma a deixar um impacto positivo nos destinos visitados. Se ainda não leste, convidamos-te a ler os artigos que escrevemos anteriormente sobre 5 passos simples para viajar sem plástico, 5 formas sustentáveis de poupar durante as tuas viagens e Como viajar de forma mais sustentável. Planear férias com um impacto positivo Hoje vamos-te falar sobre formas sustentáveis de pesquisar e planear as tuas viagens, plataformas, sites e agências alternativas que te vão permitir contribuir para o desenvolvimento de alguns destinos e culturas. Ecosia Esta é a nossa primeira dica uma vez que, na realidade, podes utilizar este navegador de pesquisa no teu dia-a-dia e não só quando estás a planear e pesquisar sobre viagens. Como funciona? Basicamente só tens de substituir o teu navegador de pesquisa pelo Ecosia, os anúncios e publicidade geram rendimento e com esse lucro os projetos envolvidos plantam árvores. Incrível, não? Não requer nenhum esforço da tua parte e estás a plantar árvores desde casa! Hotels that help Baseado no mesmo conceito do anterior, este site permite reservar voos, acomodação e atividades, sem qualquer custo extra, ao mesmo tempo que ajudam instituições sem abrigo no Reino Unido. Depois de escolheres o teu alojamento ou tour, és redirecionado para o site principal da empresa (por exemplo booking), contudo, uma vez que fizeste a reserva através desta plataforma parte do lucro reverte para uma instituição social. BookDifferent Parte do grupo Booking.com, esta plataforma vai ser uma óptima ferramenta se queres saber quão verde ou ecológico é a acomodação que estás a pesquisar. Os resultados de hotéis, residências ou afins apresentam-se do mais ecológico para o menos e rotulados com ecolabels, ou seja ícones eco, onde podes facilmente detectar as políticas em marcha de cada acomodação. Estes ícones classificam os locais desde o respeito pelo ambiente, à cultura passando pelas condições de trabalho. GreenHotelWorld Também direcionado para acomodação, ao iniciares a tua pesquisa neste site, sem custo extra, a comissão recebida pelo Green Hotel World vai reverter para a compensação de emissões de CO2 libertada com a indústria hoteleira. Basicamente só tens de utilizar este site para aceder ao Booking.com, Hotels.com, Expedia, Trivago, Tripadvisor, Lastminute.com, Ctrip ou Agoda e todo o processo de reserva é igual, mas assim estás a compensar, de alguma forma, o dano feito pela emissão de CO2. Holiable Uma espécie de enciclopédia de informação para férias sustentáveis, desde acomodação, atividades e restaurantes. Podes pesquisar por destino ou tipo de serviço procurado e através de uma lista ou mapa vais poder encontrar as opções disponíveis. Indigo Se vais viajar por uns tempos e gostavas de colaborar com uma instituição de voluntariado, a Indigo ajuda-te a escolher o sítio ideal sem teres que pagar nenhuma taxa. Desde fundações que ajudam refugiados, locais afetados por catástrofes naturais ou áreas de desenvolvimento, serás avaliado de forma a encontrarem o local ideal para ti. Simbiotico Um projecto nascido em Portugal que tem como objetivo juntar na mesma plataforma tudo o que de melhor e sustentável se produz a nível nacional. Aqui pode encontrar várias soluções ecológicas para o que procura, o Simbiótico pretende ser a ligação entre um mercado responsável, de qualidade e um consumidor consciente. Desde restaurantes, hotéis, restaurantes, cosmética, decoração, roupa em segunda mão passando por atividades ao ar livre, um infindável mar de opções. Agora que tens esta lista de plataformas por uma causa não tens desculpas, começa já a marcar a próxima viagem! Autora: Janete – Flearound

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5 viagens de comboio que tens mesmo de fazer

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Viajar de comboio é umas das formas mais relaxadas, românticas e seguras de percorrer e conhecer regiões e países. Há comboios que atravessam desertos, rios, lagos, florestas e montanhas. A IATI Seguros leva-te a bordo de vários comboios pelo mundo fora, da Suíça à Austrália, de Myanmar ao Canadá. Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para conhecer as melhores paisagens do mundo. 5 viagens de comboio a não perder Glacier Express – Suíça A Suíça é conhecida pelos relógios, chocolate, queijo e paisagens idílicas. Nada melhor do que entrar no comboio para explorar as montanhas, os majestosos Alpes Suíços e vales verdejantes que fazem do Glacier Express de Zermatt para St. Moritz uma das viagens mais bonitas do mundo. A viagem começa perto de Matterhorn e segue pelas montanhas, ao longo do Vale do Reno com vistas dramáticas, no chamado Desfiladeiro do Reno. Este trajecto liga Zermatt a St. Moritz, passa por mais de 90 túneis e quase 300 pontes e vai deixar-te de boca aberta com os lagos imaculados e bonitas povoações. As janelas panorâmicas do comboio permitem ver a paisagem em todo o seu esplendor e até existe descrição áudio dos locais por onde vais circulando. Na Primavera, no Outono (ou em qualquer altura do ano) é imperdível. TranzAlpine – Nova Zelândia Que as paisagens da Nova Zelândia são de sonho, todos sabemos. Porém, é preciso saber como apreciá-las e a bordo do TranzAlpine é, provavelmente, a forma mais confortável, segura e fantástica. Os assentos são reclináveis, as janelas extensas e o bar está sempre aberto. O TranzAlpine viaja pela Ilha do Sul da Nova Zelândia, desde Christchurch através das planícies de Canterbury, ao longo do rio Waimakariri, depois “fura” as montanhas através do Arthur’s Pass e, finalmente, florestas até chegar a Greymouth. Em cerca de cinco horas, as janelas do comboio – e os teus olhos – vêem passar zonas agrícolas, montanhas, vales, quedas d’água e pontes de aço que desafiam desfiladeiros profundos. E se tiveres gostado desta viagem, podes fazê-la de novo no sentido contrário – no mesmo dia. Rocky Mountaineer – Canadá Rocky Mountaineer. Este é o trajecto mais bonito do Canadá e um dos mais cénicos do mundo, viajando pelas Montanhas Rochosas, entre Vancouver e Banff. A viagem começa na larga cidade litoral de Vancouver, seguindo pela região da Colúmbia Britânica, com paisagens de cortar a respiração, incluindo montanhas cobertas de neve e lagos cintilantes. As carruagens do comboio são confortáveis e das janelas não irás ter qualquer problema em apreciar tamanha beleza natural. Esta viagem é irresistível. The Ghan – Austrália É uma das mais viagens mais longas do mundo, mas nem por isso menos bonita. Embora em momentos seja monótona, a atracção é poder atravessar uma grande parte do território da Austrália de forma confortável. Se estás a pensar em fazer esta viagem, temos um artigo sobre o que levar na mochila numa viagem longa que te pode ajudar. Vais precisar de 54 horas – a uma média de 85 km/h para percorrer quase três mil quilómetros (para ser exacto são 2979 km). A viagem, de quatro dias e três noites, começa em Darwin e pára apenas em Katherine, Alice Springs e Coober Pedy, antes de chegar ao destino final: Adelaide. The Ghan é um comboio distinto de todos os outros – numa viagem muito longa – que permite ter uma noção da imensidão e solidão do interior da Austrália. The Ghan atravessa o Red Centre e o Outback da Austrália, primeiro através da costa tropical do Território do Norte, atravessando uma parte desértica, até avistar planícies férteis. O símbolo do Ghan é um camelo, em forma de homenagem aos aos pioneiros afegãos que atravessaram a região. Mandalay – Hsipaw – Myanmar Ao contrário dos restantes comboios desta lista, esta viagem oferece simplicidade e cumplicidade. Primeiro, porque os comboios em Myanmar são velhos, com pouco conforto, mas autênticos. A prova disso é que este comboio não está baptizado para o passeio de turistas. É um comboio regular utilizado pelo cidadão comum, para transportar frutas, vegetais ou outros bens, para ir à cidade tratar de negócios ou simplesmente para rever a família. Atravessando campos agrícolas, pastagens, aldeias e povoações quase fantasma, o comboio entre Mandalay e Hsipaw demora 15 ou 16 horas num ritmo cadente, sem pressas. O momento mais ambicionado pelos turistas que aí viajam é quando se passa por cima do viaduto metálico conhecido como Gokteik. Autor: Lugares Incertos

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