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É importante aprendermos novas línguas?

É importante aprendermos novas línguas?

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Porque será que é importante aprendermos novas línguas? Ou melhor, é sequer importante aprendermos novas línguas? Cada um de nós pode ter a sua resposta a essas questões. Mas uma coisa é certa: aprender novas línguas é conhecer novos mundos. Se chegaste a este artigo porque estás a pensar aprender uma nova língua no estrangeiro, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagens antes! Viajar para conhecer; aprender para compreender Para quem partilha o gosto pelas viagens, acaba por ser recorrente viajar para destinos cujo idioma é desconhecido e, por vezes, cujos caracteres são impossíveis de descodificar. Sendo a comunicação a base de qualquer relação e interação, uma passagem por estes destinos leva, muitas vezes, a episódios engraçados sobre a forma como, por outros meios, as pessoas se entendem sem se entender. Mas também sabemos que aprender uma língua é compreender uma cultura, conhecer as suas pessoas e entender melhor as suas formas de pensar, sobretudo quando são viagens de longa duração. É, de certo modo, uma adaptação nossa, enquanto viajantes, ao outro e não o oposto. Passamos, desta forma, a poder conhecer melhor as suas ruas, as suas histórias, a sua gastronomia, os seus costumes e a ter uma relação mais próxima dos locais. Saber falar o seu idioma, faz com que nos sintamos melhor em lugares que nos são estranhos, no fundo “mais em casa” que é, por vezes, aquilo de que mais sentimos falta quando estamos longe da nossa. Viajar assim torna-se mais fácil e mais genuíno. Mais do que um conjunto de palavras Um idioma não é apenas um conjunto de vocábulos. A forma como são construídas as frases e o próprio uso das palavras em determinados contextos são uma reflexão clara da expressão linguística de uma cultura. É interessante ver como os signos linguísticos, portanto o significante e o significado atribuídos às palavras, estão intimamente ligados à história de uma comunidade. Não precisamos de muito longe para compreender esta ligação. Quantos de nós sabemos que Portugal tem como língua oficial, para aleḿ da língua portuguesa, o mirandês? Uma língua de tradição oral cujos direitos foram reconhecidos pelo Parlamento em 1999. Ao longo dos anos foi preservada pela população agrícola de Miranda do Douro e por uma parte do concelho de Vimioso. Curioso, não é? Tal como o mirandês, infelizmente, existem outras línguas com um pequeno número de falantes que vai diminuindo com os anos e que se vão perdendo no tempo, sem que fique ninguém para contar, ninguém para as falar. Aprender novas línguas é também o perpetuar de um idioma. A importância das línguas nos mundos académico e profissional Também não podemos negar a importância que tem o conhecimento de outras línguas em termos académicos e profissionais. Se vivemos hoje na chamada aldeia global, isso significa que nós somos cidadãos globais; todos os dias consumimos produtos, depara-mo-nos com notícias e lidamos com pessoas dos quatro cantos do mundo. Se quisermos ir mais longe, quantas pessoas é que não têm o desejo de ter uma experiência académica ou profissional no estrangeiro? Isto torna-se mais facilmente alcançável se tivermos um conhecimento mais profundo em línguas, para além da nossa língua materna. Uma prova dessa importância é o facto de ser obrigatório aprender novas línguas na escola. Não só a inglesa, que começamos a aprender desde muito cedo, mas também, e cada vez mais, a francesa, a espanhola e a alemã. Isto claro, no caso português. Os programas de intercâmbio, como o Erasmus, é, para muitos, a primeira experiência fora do país, o primeiro contacto próximo com outra cultura e com outro idioma. Um dos requisitos obrigatórios é o nível B2 de inglês (se o país de destino não tiver como língua oficial o português, no nosso caso), o que significa que a experiência só pode acontecer se o estudante for minimamente fluente. O inglês também é considerado a língua dos negócios, cuja fluência é valorizada e, por vezes, obrigatória em muitas empresas. O seu conhecimento acaba por potenciar um contacto mais direto com pessoas de outros países, fortalecendo as relações internacionais da empresa, para além de que permite a compreensão de documentos e outros materiais que podem não estar traduzidos. Este pode ser o teu trunfo; o fator diferenciador que te vai permitir estar um passo à frente de outros candidatos. No fim, há muito mais a dizer sobre as línguas e sobre o conhecimento das mesmas. Mas respondendo à questão colocada neste artigo: É importante aprender novas línguas? Sim, claro que sim! E se o pudermos fazer enquanto viajamos, melhor! Autor: Gap Year Portugal Outros artigos da Gap Year Potugal: • As viagens desenvolvem soft skills? • Gap year: uma pausa em movimento • Voluntariado vs Volunturismo: dicas e alertas • Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

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Devo planear a minha viagem ao detalhe?

Devo planear a minha viagem ao detalhe?

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Para muitas pessoas, viajar ao sabor do vento é viajar ao sabor do stress. Não saber o que é que se vai fazer no dia seguinte, improvisar a dormida quando necessário e mudar de plano a meio são razões mais do que suficientes para ficarem nervosas. Por outro lado, existem aquelas pessoas que preferem a liberdade e a adrenalina, e abominam a pressão de ter de fazer algo “porque já estava decidido”. Independentemente do tipo de pessoa que és, há uma coisa que deves planear de antemão: o teu seguro de viagens. Devemos planear a nossa viagem ao detalhe? A resposta é “depende”. Depende do tipo de pessoa que és, da tua personalidade, dos teus gostos pessoais, do tempo que tens disponível para viajar e do teu orçamento. Há determinados países e atividades que requerem algum planeamento, caso contrário podes correr o risco de não conseguir visitá-los. Exemplo disso são os vistos que alguns países requerem ou as atrações e os monumentos históricos que pedem marcação com meses de antecedência. Uma mistura entre planear e viajar espontaneamente é o balanço perfeito. Hoje, explicamos-te porquê. Convém fazeres alguma pesquisa Seja qual for o teu tipo de viagem preferido, é aconselhável pesquisares sobre o país de antemão. Procura saber mais sobre a história, as tradições, a gastronomia, a língua e elabora uma lista com os lugares que gostavas de visitar. Atenção: isto não significa que tenhas de cumprir a lista como uma bucket list e de colocar check em todos os lugares por onde já passaste. Queres ter uma noção geral do lugar para onde vais e não te queres arrepender mais tarde quando te deres conta de que havia algo que era mesmo a tua cara, mas que te passou ao lado por falta de pesquisa. Saber pequenas curiosidades do país também te abrirá mais portas. Qualquer local se sente feliz quando um estrangeiro conhece o seu país. A probabilidade de simpatizarem contigo é maior porque terás mais um tema de conversa, em particular um tema que lhes interessa. Antes de partires, também convém dares uma olhadela à rede de transportes e ao serviço de acesso à internet. Em certos países precisas de comprar bilhetes de comboio e de autocarro com alguma antecedência, e noutros locais, a falta de acessos, de estradas ou mesmo a barreira linguística podem dificultar a tua movimentação. Se tiveres internet móvel ou wi-fi, em princípio não há problema porque podes usar o tradutor ou fazer pesquisas na hora. Mas… e se não conseguires? Uma breve pesquisa pode poupar-te tempo e stress em viagem. Os locais dão-te sempre as melhores dicas Acredita. As sugestões dos locais são preciosas. Ninguém conhece um lugar melhor do que quem lá vive. Eles sabem onde, quando e como é que deves ir. Não é nada divertido ficar horas e horas numa fila para um restaurante porque dizem “ser o melhor”, quando, se calhar, há um igualmente bom ou melhor ainda que só é frequentado por locais. E, provavelmente, podes contar com preços mais amigos da carteira e filas mais pequenas. Conhecer um país não é apenas passear pelas suas ruas e saltar de lugar para lugar; é conhecer também o seu povo, observá-los e aprender com eles. Verás que uma viagem planeada com dicas de locais terá mais impacto e será mais autêntica! A liberdade de mudar de planos Uma das razões que leva a que muitos viajantes prefiram partir à descoberta com pouco ou nenhum planeamento é o facto de, assim, poderem alterar os seus planos sem perder tempo e dinheiro. “Ir ao sabor do vento” é das sensações mais libertadoras e poderosas que poderás ter em viagem. Não estás dependente de horários, marcações ou roteiros. Se esta não é a tua praia, melhor ainda! Viajar é também sair da zona de confronto, aceitar desafios e experimentar coisas novas. Em suma, o importante é ires! Seja qual for o teu tipo de personalidade e o teu tipo de viagem, não te esqueças de que deves sempre fazer alguma pesquisa (e que pesquisar não é o mesmo do que planear) e que não deves ter medo de mudar o rumo da tua viagem à última da hora. Os imprevistos fazem parte da viagem! Se deixares margem para eles, irás tirar mais proveito da tua aventura. Outros artigos interessantes: • Como poupar dinheiro para viajar • 4 dicas para poupar dinheiro em viagem • Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer • Viajar sozinho, isso é para mim? Autor: Gap Year Portugal

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Como poupar dinheiro para viajar

Como poupar dinheiro para viajar

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A ideia de que só viaja quem é rico está, felizmente, a ser ultrapassada, contudo ainda existe quem acredite neste mito. Para ajudar, a Iati reuniu algumas dicas que realmente funcionam para que possas poupar dinheiro para a tua próxima aventura. No teu plano de viagem, nunca te esqueças de incluir o seguro de viagem, de forma a evitar gastar dinheiro desnecessário com atrasos, perdas de mala ou hospitais, por exemplo. Truques para poupar dinheiro para viajar Entender os gastos O primeiro passo é, sem dúvida, entender onde gastas a maior parte do teu dinheiro para poder entender se é fundamental ou se se pode reduzir. Para além disso, está provado que tomar nota dos gastos te faz mais consciente da forma como geres as tuas finanças. Comprar menos Isto inclui roupa, objetos, telemóveis ou outros qualquer bem que não seja realmente necessário. Evita lojas em saldo, shoppings e lugares onde normalmente perdes a cabeça, para além de estares a ajudar a tua carteira não contribuir para a indústria consumista tendenciosa em que vivemos. Para além disso, um dos truques é fazer uso da economia circular, ou seja, compra em segunda mão, empresta ou troca com alguém o que precisas, muitas vezes o que um não quer é o que outro está desesperadamente à procura. Reduzir gastos desnecessários Aquele pequeno almoço diário no teu café preferido, a tua ida sagrada ao cabeleireiro ou ginásio ou outro pequeno luxo que tenhas: pode ser reduzido ou adaptado? Não tens de deixar de sair ou comer, mas podes, por exemplo, convidar o pessoal para ir lá a casa, preparar o pequeno-almoço e o almoço para levar para o trabalho, trazer sempre fruta na mochila, etc. Cozinhar mais Relacionado com o anterior, se estás a poupar para uma grande aventura, dedica-te mais à cozinha, vai ser divertido e surpreendente de certeza! Podes poupar dinheiro nas jantaradas com amigos se os convidares para irem lá a casa e cada um traz um prato, evitas gastar o dinheiro do almoço se cozinhares a mais ao jantar e podes sempre preparar o pequeno almoço na noite anterior. Partilhar casa Para aqueles que têm esta opção, podem pensar em partilhar casa em vez de viver sozinho, ou alugar o quarto extra durante uns tempos. Hoje em dia existem inúmeras aplicações que te permitem rentabilizar a tua divisão extra. Mudar o pacote de telemóvel Tempos extremos exigem medidas extremas, certo? E se conseguires ser mais contido com as redes sociais e aproveitar para pôr aquele livro em dia, vais conseguir um pacote de telemóvel mais económico. Tudo conta! Vender o que não se usa Desde aparelhos a roupa, passando por calçado e decoração, pensa em tudo que tens na arrecadação há tanto tempo que já podia dar para um almoço no Camboja. Truque: para o armário da roupa, experimenta pendurar as cruzetas com o gancho de lá para cá, daqui a um mês vais perceber quais são as que nem sequer utilizaste. Usar transportes públicos Se normalmente utilizas o carro, experimenta outras alternativas: transportes públicos, sistema de partilha de boleia ou mesmo caminha para onde possível. No final do mês vais sentir a diferença e se deixaste o ginásio, ir de bicicleta pode ser um bom substituto. Já não há desculpas, podes começar a poupar para a tua próxima viagem já hoje e, se realmente viajar é o que gostes, podes adoptar estes hábitos sempre, vais ficar surpreendido com o resultado. Autora: Flearound Mais artigos com dicas para viajar: • 7 mitos sobre viagens para esquecer de uma vez por todas • 15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo • O turismo e os animais: atrações a evitar • Truques para diminuir a tua pegada ecológica durante as viagens • Como planear uma viagem longa de forma independente

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Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

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As boleias são um dos meios de transporte prediletos dos viajantes de hoje em dia; seja pela adrenalina e pelo sentimento de aventura, pelo facto de se poupar dinheiro ou pela vontade de estar o mais próximo dos locais possível. Há inúmeras razões que levam os viajantes a trocar os meios de transporte convencionais pelas boleias, de tal forma que, cada vez mais, se tornou numa prática comum. Mas isto não é uma coisa de agora. Nos anos 70, era muito usual andar à boleia pela Europa. Há quem diga que estava ligado ao estilo de vida hippie e livre, outros justificam como “a forma mais barata e fácil de viajar na altura”. Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer O que é certo é que, com o passar dos anos, possivelmente por todo o medo criado em redor das boleias e pelo decréscimo dos preços das passagens aéreas, esta prática foi decrescendo, até recentemente. Esticar o dedo voltou a voltou à conversa, especialmente quando se tratam de viagens com pouco dinheiro. Se te queres aventurar à boleia pelo mundo, há algumas coisas a ter em conta. Segurança primeiro! Antes de tudo, convém teres um seguro de viagem internacional à tua medida que te deixe tranquilo/a quanto a determinados imprevistos. Durante a viagem, uma das coisas mais importantes é seguires os teus instintos. Se te sentires desconfortável, se o condutor não te inspirar confiança, sai do carro. Não tenhas medo de dizer que não ou de inventar uma desculpa. A probabilidade de voltares a ver aquela pessoa é muito baixa, senão nula. O teu bem-estar e segurança estão em primeiro lugar! Sê fiel a ti próprio/a, às tuas regras e aos teus instintos. O verdadeiro kit Tu não és a única pessoa que tem de se sentir confortável e confiante; o condutor também precisa de estar na mesma página. Procura não ter nada que te tape a cara como óculos de sol ou chapéu, e evita ter um ar desgrenhado (embora em viagem nem sempre seja fácil!). Manter o contacto visual é crucial. Não é obrigatório ter um cartaz com o nome da cidade, mas ajuda a estabelecer confiança e acaba por fazer uma espécie de triagem aos condutos, já que aqueles que pararem, em princípio, vão na mesma direção que tu. Escolhe o lugar certo O lugar adequado poupa-te tempo e dá-te mais segurança. Quando estás numa cidade desconhecida, por vezes pode ser complicado. Daí a criação, em 2006, do site hitchwiki, com o objetivo de ajudar todos aqueles que querem andar à boleia pelo mundo. Aqui poderás encontrar dicas de outros viajantes, em diversas línguas, sobre inúmeros países. A escolha do lugar certo, às vezes, pode ser relativa. Por norma, as saídas das cidades, fora dos centros urbanos, são uma escolha segura, tal como as bombas de gasolina ou as paragens de autocarros. Se decidires pedir boleia na estrada, tenta encontrar um lugar com bastante visibilidade e espaço para que o condutor possa parar em segurança. Em caso de dúvida, o melhor é procurares as rotas mais habituais e teres sempre um mapa contigo, físico ou utilizando uma app. Está preparado/a para esperar Se só agora é que vais experimentar andar à boleia, é natural que tenhas de esperar algum tempo. Tens de te habituar ao ritmo, apanhar os truques e sentires-te confortável. Mas acredita que com o tempo, vais ganhar prática! O importante é teres paciência. Leva um livro contigo, uma boa playlist ou um caderno para escreveres as tuas aventuras. Atenção às horas e à meteorologia Não é novidade nenhuma que é mais fácil e mais seguro pedir boleia durante o dia. Está atento/a às horas e evita esticar o dedo às escuras. Verifica a meteorologia para o dia seguinte; não sejas surpreendido/a por chuva repentina ou por um frio de rachar. Com um pouco de sorte, pode ser que os condutores tenham compaixão e te dêem boleia com rapidez. Mas não contes muito com o isso! O melhor é esperares até ao dia seguinte e ver se o tempo melhora. Mantém a vibe positiva Boa disposição gera boa disposição. O mesmo aplica-se à generosidade e simpatia. A atitude positiva vai conseguir-te mais boleias! Sentes-te pronto/a para te lançares numa aventura à boleia? Autor:

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APPs fundamentais para viajar

APPs fundamentais para viajar

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Num mundo cada vez mais tecnológico, acabamos muitas vezes por estar dependentes do nosso telemóvel, quer sejam as redes sociais, o e-mail, a música… no fundo, tudo o que nos permita fugir da realidade e acabamos por viver as experiências através de um telemóvel! Aqui na IATI quando viajamos adoramos sentir-nos uns verdadeiros exploradores! Imaginamo-nos com um grande panamá, de colete e sandálias, rodeados de mapas, canetas, bússola e até uma calculadora…mas temos que admitir que o telefone ajuda e muito, substituindo todo este vasto leque de equipamentos. Faz a mala, não te esqueças do panamá nem do seguro de saúde internacional, e vem connosco descobrir o mundo com a ajuda das melhores aplicações de telemóvel! Aplicações fundamentais para viajar Existem tantas mas tantas aplicações que fazem o canivete do Macgyver chorar de vergonha. E por esse motivo decidimos mostra-te algumas, que temos a certeza que te ajudarão muito durante as próximas viagens! Maps.me Uma aplicação que permite descarregar mapas de regiões, países ou cidades de forma gratuita. A principal vantagem desta aplicação é que uma vez que o mapa da respetiva cidade esteja descarregado poderás utilizá-lo, mesmo em modo offline. Portanto podes deslocar-te para qualquer ponto facilmente, quer seja de carro ou a pé, sem teres de comprar pacotes de dados, sem recorreres a mapas de papel ou teres que pedir indicações num idioma que pode ser totalmente desconhecido. Já testámos em vários países e a experiência foi muito positiva. É adaptável a Android e iOS. XE Currency Esta aplicação faz o câmbio instantâneo entre todas as moedas do mundo. É muito, muito simples de usar e faz com que poupes imenso tempo a fazer contas ou palpites de quanto irá realmente custar um bilhete de autocarro, o almoço ou até mesmo um souvenir. Basta selecionares o País em que estás, a Moeda para a qual queres converter e o valor da moeda estrangeira…rapidamente ficarás a saber qual é o valor em Euros, por exemplo! Funciona também offline, nesse caso a taxa de cambio será referente à última conexão à internet. É uma das aplicações que provavelmente mais vezes vais usar e que te poupará muitas dores de cabeça a fazer contas, assim como um ou outro desgosto de algum vendedor mais astuto… SplitWise Se vais viajar em grupo e queres registar todas as despesas e dividir as contas por todos, o SplitWise é uma ótima ajuda. A título de exemplo, se pagares um almoço de 20€, colocas na aplicação e indicas que a conta é a dividir por todos os membros do grupo, mais tarde passas na farmácia abres a aplicação e indicas que o valor de 5€ é totalmente pago por ti. No final do dia quando entrares na App e vires o que cada um pagou, saberás perfeitamente quanto é que cada um deve e a quem! Assim a qualquer momento podes saber se estás a dever dinheiro a um amigo e/ou no final da viagem saber exatamente quanto dinheiro gastaste. Rome2rio O Rome2rio é uma página de pesquisa de “multitransportes” para ires de ponto A a B. Imagina por exemplo que estás em Bogotá e queres viajar até Salento. Neste caso o Rome2rio apresenta 8 hipóteses diferentes! De autocarro, entre 16€ a 36€; de táxi e autocarro, de 69€ a 90€; de táxi de 100€ a 130€; Voo para Arménia + Autocarro aproximadamente 200€…etc. Não só te são apresentadas várias opções que combinam diferentes transportes, como também é dada uma estimativa de custo e duração da viagem. Depois de planearmos algumas viagens com esta ajuda, confiamos quer nas sugestões de percurso quer de custo…as durações das viagens é que costumam oscilar um pouco mais, porque dependem deste a meteorologia local ao estado de alguma estrada ou acidente… Estas são apenas algumas das aplicações que te recomendamos! Para além destas, cada um tem as suas aplicações favoritas de companhias aéreas, alojamento, etc, mas essas deixamos ao teu critério! A verdade é uma, temos que nos render e assumir que o telemóvel fez esquecer os mapas, canetas, calculadora e todos os acessórios que rapidamente enchiam a mochila. Com as aplicações poupas tempo e dinheiro…mas também poderás perder algumas aventuras ao perguntares indicações aos locais! Nada como procurar um ponto de equilíbrio. Agora que já sabes quais as aplicações que não deves deixar de ter no teu telemóvel, que tal ler mais alguns artigos que te ajudarão a preparar uma viagem sem problemas? Aqui ficam algumas sugestões: • Como contratar um Seguro de Viagens? • 15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo • Como planear uma viagem longa de forma independente • Dicas e precauções para tuas viagens • Como viajar de forma mais sustentável Autor: João Oliveira – Anda Comigo.

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Formas de arrasar no couchsurfing

Formas de arrasar no couchsurfing

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O couchsurfing é considerado uma das melhores formas de viajar de forma gratuita e de mergulhar na cultura local, segundo viajantes. Esta plataforma surgiu em 2003 e, hoje, conta com mais de 14 milhões de usuários, em 180 países. Antes de aprenderes a arrasar no couchsurfing, não te esqueças de arrasar na tua segurança e contrata um seguro de viagens online com a IATI Seguros que tem opções que se adaptam a todas as tuas viagens. Mas afinal, o que é o couchsurfing? Traduzindo à letra, o couchsurfing é “surfar em sofás”. Claro está que esta tradução não se aproxima nem um pouco à definição real, tirando a parte do sofá. De uma forma muito sucinta, o couchsurfing é uma plataforma online que te permite dormir num sofá de um desconhecido, de forma gratuita. Há pessoas que têm um sofá livre ou até mesmo um quarto e não se importam de receber viajantes durante alguns dias. Mas mais do que uma plataforma, é uma comunidade que une viajantes de vários países. É preciso ter mente aberta, espírito de aventura, adaptação ao estilo de vida do anfitrião, mas, acima de tudo, estar disposto a partilhar momentos e histórias. Para quem lê sobre couchsurfing pela primeira vez, pode parecer uma prática um pouco estranha. “Um desconhecido que dá casa a outro desconhecido, de forma gratuita, apenas a troco de ficar a conhecer o outro?”. É isso mesmo! Como é que funciona? O primeiro passo é fazer o registo no website do couchsurfing. Aqui podes ser anfitrião, ou seja, recebes pessoas em tua casa, ou hóspede que procura um lugar para pernoitar. Há quem seja os dois! Há ainda uma terceira opção que te permite encontrar viajantes nas cidades onde estás. De uma forma ou outra, tens de elaborar um perfil. Tu já sabes que és fixe; está na altura de mostrar aos outros porquê. – Investe tempo a elaborar o teu perfil Um bom perfil é meio caminho andado para conseguir um anfitrião. Tens de preencher várias secções (não precisas de preencher todas se não quiseres!), entre elas uma acerca de ti, outra sobre a razão pela qual estás no couchsurfing, outra com interesses ou ainda uma na qual deves explicar aquilo que podes partilhar com os teus anfitriões. – As fotografias são mais importantes do que parecem O teu perfil não está completo enquanto não colocares pelo menos uma fotografia. No entanto, quantas mais fotografias, melhor. Dá prioridade a fotografias tuas com amigos e/ou durante viagens; mostra que tens vida social, que és real e que acaba por corroborar as informações que colocas sobre ti, especialmente a tua idade. – Referências, referências e mais referências A maior parte das pessoas não escolhe a outra se não tiver referências. Por referências, entenda-se opiniões de outros relativamente a ti e à tua casa, (esta última se fores anfitrião). É crucial que sejam detalhadas e precisas para que se constituam o mais confiável possível. No início é difícil obter referências, o que faz com que seja complicado conseguir hóspedes ou viajantes. Podes pedir a amigos teus que te escrevam referências pessoais ou que se façam passar por anfitriões ou hóspedes. Outra opção é ser verificado pela plataforma, por 52€. Por esse valor, tens direito a mensagens ilimitadas, apoio 24/7 e ficas com um perfil mais fiável. Não é obrigatório, mas ajuda! – Mensagens e viagens públicas No momento da escolha do anfitrião, não te esqueças de ler bem o seu perfil. Isto previne que te depares com alguém que não é a tua onda. Para além disso, se no teu pedido de alojamento mostrares que leste o perfil, ganhas mais pontos. É importante que a mensagem seja honesta e personalizada. Envia mensagem para mais do que um anfitrião. No couchsurfing é assim: ao enviares múltiplas mensagens, aumentas a tua chance. No momento de decidir, ninguém vai ficar chateado por receber um “desculpa, mas já encontrei um anfitrião”. Mesmo que não fiques em casa dessa pessoa, se estiveres interesse em conhecê-la, podes marcar um meet up ou mesmo dividir a tua estadia por mais do que um anfitrião. Por semana, se não fores membro verificado, só podes enviar 10 pedidos. Para contornar a situação, existem as chamadas “viagens públicas” que são pedidos abertos. No fundo, crias um texto apelativo que vai estar disponível para qualquer pessoa da cidade em questão. O importante é o que te motiva a fazer couchsurfing seja a partilhar de experiências e de culturas e não o facto de ser grátis. O couchsurfing é mais do que uma simples plataforma de alojamento; é um estilo de vida, um modo de viajar, uma comunidade. Leva contigo alguns souvenirs, convida o teu anfitrião para uma bebida ou cozinha um jantar à boa moda portuguesa como agradecimento. Lembra-te ainda de que vais ficar em casa de outra pessoa e que é importante cumprir as suas regras e hábitos. Autor: Gap Year Portugal

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Como contratar um Seguro de Viagem?

Como contratar um Seguro de Viagem?

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Depois do destino escolhido, o voo marcado e o hotel reservado, o seguro de viagem é o próximo passo! A maioria das pessoas pensa que contratar um seguro de viagem apenas compensa no caso das viagens longas e para fora da Europa, contudo, vamos mostrar-te que o seguro é importante, independentemente do destino que tenhas planeado. A Iati Seguros dá-te a conhecer as principais vantagens para contratares um seguro de viagens de qualidade. Porquê um seguro de viagem? Os imprevistos acontecem e não é bom imaginar que uma intoxicação alimentar, uma crise de asma ou um pé partido, podem comprometer toda a viagem que tanto tempo desejaste. Ter um seguro de viagem não vai evitar que estes acidentes aconteçam, mas no caso de acontecerem é sempre bom sentirmos que não estamos desamparados e que temos uma equipa a tentar ajudar em tudo o que for necessário. Se pensares que consegues fazer um seguro de viagem desde 4 EUR por dia, chegarás rapidamente à conclusão que o valor do teu seguro de viagem não vai afetar muito o teu orçamento. Por exemplo, numa viagem aos Estados Unidos da América uma simples consulta médica poderá custar mais de 500 USD, caso não sejas detentor de um seguro. Se perderes o avião ou que tenhas mesmo a necessidade de cancelamento de um voo, todos estes fatores fazem com que um seguro de viagem não seja assim tão caro. O que deve cobrir um seguro de viagem? • No caso das habituais despesas de saúde e com custos hospitalares, tens que ter atenção à franquia que te podem exigir por cada evento que recorres da seguradora porque há seguradoras que cobram mais de 50 EUR que não são reembolsáveis! Na Iati Seguros de Viagem não precisas de te preocupar com este ponto, pois não cobram franquia em nenhum caso. • É muito importante que cubra Invalidez total e parcial, como por exemplo, ficar cego ou surdo de um dos ouvidos. • Para além do atraso ou perda de voos, a probabilidade de roubos e danos de bagagem é cada vez mais frequente nos dias que correm e deverá ser também assegurada total ou parcialmente pela seguradora sem que tenhas de pagar algum tipo de franquia. Neste campo convém também deixar claro se o material informático e fotográfico estará incluído. • O repatriamento é outro fator a ter em conta, não só o da pessoa assegurada mas também de um acompanhante, quer seja no regresso a casa ou caso haja necessidade de enviar um familiar para acompanhar a pessoa doente no pais onde se encontra. • Os adiantamentos são outra prática corrente em seguros de viagem, certifica-te que não necessitarás de adiantar um único euro. Quando deve ser feito um seguro de viagem? Deves considerar fazer o teu seguro antes de iniciares a viagem. Desta forma, garantes que tudo está segurado a partir do momento em que sais para apanhar o avião. Poderás fazer o contrato logo após a compra do voo ou nas vésperas da partida. Que Seguro de viagem devo escolher? Existem várias possibilidades de escolha na hora de fazeres o teu seguro mas terás que optar por aquele que te oferece mais e melhores garantias dentro do teu plano de viagem. Por exemplo, se precisas de segurar o teu material fotográfico, se queres cobrir os cancelamentos dos voos e se queres estar protegido no caso de atraso ou perda de voo de ligação, a seguradora até te pode enviar algum dinheiro para que possas resolver alguns destes problemas na hora. Outra questão que deverás considerar, é o idioma em que a seguradora trabalha. Opta por uma em que o seu idioma seja a tua língua materna, pois em situações de emergência vai-te ser bastante útil. Como posso accionar o meu seguro de viagem? Podes accionar o teu seguro durante a viagem ou até mesmo depois da viagem terminar. Para isso, terás de entrar em contacto com a entidade e fornecer o teu número de apólice para que estes te possam identificar mais corretamente. É recomendável que guardes todos os documentos oficiais relativos ao acontecimento\acidente no caso de necessitares novamente deles no futuro. Agora que a Iati Seguros te apresentou os verdadeiros motivos pelo quais deves ter SEMPRE um seguro de viagem, só terás mesmo que desfrutar da tua viagem e deixar de parte as preocupações.

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4 dicas para poupar dinheiro em viagem

4 dicas para poupar dinheiro em viagem

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A história do “é preciso ser rico para se viajar” já é antiga. Viajar é uma atividade que, inevitavelmente, continua ligada à ideia de grande disponibilidade financeira, mas a verdade é que depende da perspectiva. Sim, é preciso dinheiro para viajar. Mas não, não é preciso tanto dinheiro como as pessoas pensam. Continua a ler e descobre as 4 dicas para poupar dinheiro em viagem. O pré-viagem obriga-nos a gastar algum dinheiro em coisas indispensáveis, como o transporte (voos, autocarro, comboio), a consulta do viajante ou o seguro, por exemplo. Para o último, já sabes que podes contar com a IATI seguros! Dicas para poupar dinheiro em viagem Em viagem, existem 3 grandes custos: o transporte, o alojamento e a alimentação. Não há como fugir deles, mas há formas de reduzir estas despesas imprescindíveis e é por esse motivo que hoje te apresentamos 4 dicas para poupar dinheiro em viagem: Em vez de andares sempre de comboio ou de autocarro … considera outras formas de transporte! Utilizar transportes públicos para nos movermos dentro e fora das cidades já é uma forma de poupar dinheiro. Isto, se considerarmos outras opções como táxi, Uber ou mesmo avião. No entanto, se quiseres poupar ainda mais, podes, literalmente, dar corda aos teus sapatos: anda a pé! Não há melhor forma de ficar a conhecer uma vila ou cidade. A bicicleta também pode ser a tua melhor amiga nestas situações. Não gastas dinheiro nenhum (se levares a tua própria bicicleta), e é sustentável! Para além disso, hoje em dia, a maior parte das cidades tem bicicletas de aluguer por um preço bem simpático. Outro movimento que, cada vez mais, é comum por todo o mundo é o carpooling. Basicamente consiste na partilha de um veículo. O objetivo é reunir várias pessoas que vão para o mesmo destino e que dividem as despesas com o condutor. É mais rápido do que andar de transportes públicos e costuma ser mais barato. Se estás disposto a experimentar algo mais radical, a custo zero, podes lançar-te à estrada à boleia! Backpacker que é backpacker procura alojamento barato Os backpackers (ou mochileiros, em português) estão a tomar conta do turismo por todo o mundo. Uma prova disso é o facto de a IATI ter um seguro exclusivo para mochileiros, e outra é a quantidade de hostels por cidade. Em determinados países é possível encontrar uma cama, num dormitório partilhado, por 3€! No entanto, é importante ressalvar que o preço por noite depende muito dos países ou das cidades em questão. O preço médio ronda os 10/15€ e muitos incluem pequeno-almoço. Trabalhar a troco de alimentação e estadia é uma ótima forma de poupar. Lê o artigo 5 razões para fazer work exchange e fica a par desta forma de viagem. Outra forma de poupar na estadia que tem vindo a crescer é o house sitting ou pet sitting. Chamemos-lhe uma espécie de babysitting para casas e animais de estimação. A casa ou o animal ficam ao cuidado de sitters que têm como função cuidar deles enquanto o dono estiver ausente. Em troca, os sitters têm a possibilidade de ter alojamento gratuito durante esse tempo. Se procuras opções a custo zero, existe o couchsurfing: uma plataforma que une pessoas que procuram alojamento e anfitriões que cedem o seu sofá aos mesmos. Mais do que isso, é uma comunidade de pessoas que junta viajantes com o intuito não só de obter alojamento grátis, mas também partilhar as suas histórias e experiências. Muitos viajantes consideram o couchsurfing como uma das melhores formas de conhecer pessoas e imergir na cultura local. Diz adeus aos restaurantes e olá aos supermercados Não é novidade que é muito mais barato comprar comida nos supermercados do que ir a um restaurante. Grande parte dos hostels dispõe de uma cozinha equipada para os seus hóspedes. O mesmo se aplica ao couchsurfing. Além de que há muitos supermercados com refeições prontas ou self-service com comidas frias, como saladas ou massas. Ficarias espanto com a quantidade de coisas grátis que há para fazer As atrações ainda ocupam uma fatia bastante grande no bolo dos custos. No entanto, em todas as cidades há coisas grátis para fazer. Desde deambular pela cidade sozinho ou com free walking tours, a concertos, noites de cinema ao ar livre ou exposições. O importante é fazer uma boa pesquisa antes de visitar o lugar porque, por vezes, há dias específicos para as atividades, especialmente as visitas a museus. Como podes ver, opções não faltam. Ainda achas que viajar é para ricos? Autor: Gap Year Portugal

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Os maiores mitos sobre viagens

Os maiores mitos sobre viagens

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Tal como em todos os aspetos da vida, nas viagens existem muitos mitos e preconceitos associados que não estão, na maioria das vezes, perto da verdade. Por isso, e como na Iati queremos que explores o mundo sem medos, hoje queremos clarificar algumas ideias que se foram criando ao longo dos anos que em pouco correspondem à realidade. Claro que acidentes podem acontecer e não queremos com isto dizer que deves ignorar as recomendações e precauções, aliás, fazer um seguro de viagem é sempre a melhor opção, no entanto isso não te deve impedir de viajar. Acidentes podem ocorrer em qualquer lugar por isso viajar não é excepção mas existem mitos que precisamos de desvendar. 7 mitos sobre viagens para esquecer de uma vez por todas Só viaja quem é muito rico Este é o clássico que todos nós já ouvimos, ou da família ou dos amigos ou, a certa altura, já nós mesmos acreditamos. Com bastante pesquisa e organização é possível fazê-lo, quer seja de avião, comboio ou carro. Tudo passa por uma questão de prioridades, muitas das pessoas que viajam com frequência, optam por reduzir ao máximo o consumo no dia a dia: roupa, saídas, jantares, cabeleireiros, etc. Outro ponto que é necessário esclarecer, é que não viaja só que anda de avião, podemos viajar dentro do nosso próprio país, fazer uma viagem de carro a países vizinhos ou ir de boleia pela Europa. Para quem gosta realmente de viajar e explorar novos lugares, todos as opções anteriores são válidas e inclusivamente mais sustentáveis. Todas as viagens são incríveis Da mesma forma que encorajamos toda a gente a viajar, uma vez que o contacto com diferentes culturas nos abre a mente e nos faz crescer é importante dizer que não devemos visitar um sítio só porque está na moda ou na lista dos países mais visitados do momento. É importante fazer uma pesquisa prévia sobre o local, os costumes, a gastronomia, os lugares que queremos visitar e pesquisar sobre a opinião de diferentes tipos de viajantes de forma a encontrarmos aquele que mais se identifica connosco e entender se realmente esta viagem faz sentido. Lembra-te que nem tudo o que se vê no Instagram é real. A época de chuva estraga os planos Principalmente em países tropicais, muitas vezes lemos que é melhor viajar durante o período seco e a época alta. Contudo lembra-te que todo o mundo vai ler a mesma recomendação e por muito sol que esteja, se o sítio estiver a rebentar de turistas provavelmente não vais aproveitar como gostarias. Não queremos com isto dizer que deves ignorar recomendações que possam afectar ou pôr em risco a tua segurança, no entanto em determinadas regiões e alturas, época de chuva significa apenas que pode chover intensamente durante uma hora seguida, por exemplo. Pensa que a maioria dos templos, cascatas e atrações vão ter muito menos gente, por isso mesmo que não esteja um sol radiante, a temperatura vai estar alta e a probabilidade de teres o lugar só para ti é muito maior. Viajar sozinho é perigoso 10 motivos porque viajar sozinho é uma experiência incrível. Pedir boleia não funciona e é perigoso É verdade que os filmes de terror americanos contribuíram para este grande mito, mas também é verdade que não faltam casos e exemplos de casais, homens, mulheres e amigos que viajam pelo mundo recorrendo à boleia como meio de transporte. É um sistema de partilha de transporte que te vai permitir, muitas das vezes, conhecer locais que muitas das vezes se tornam amigos. Viajar com crianças é impossível viajar com crianças, não te esqueças de fazer um seguro de viagens. Viajar com crianças é impossível é outro mito sobre viagens! Viajar pelo mundo é para os jovens Não deixes que o “já não tenho idade para isso” ou “já passei essa fase” te consuma! Viajar é explorar novas culturas, viver novas experiências, conhecer novas pessoas e provar novos sabores, e para isso não há idade. Pelo nosso país fora vemos diariamente famílias e casais vindos de países nórdicos e outros cantos do mundo que aproveitam a sua reforma para conhecer mais deste mundo. Inspira-te e não deixes que a mentalidade da sociedade te limite. Autora: Janete, Flearound

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Voluntariado vs Volunturismo: dicas e alertas

Voluntariado vs Volunturismo: dicas e alertas

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O voluntariado é uma ação muito poderosa e geradora de impacto, pelo que devemos medir todos os pontos e refletir sobre eles. Neste artigo damos-te algumas dicas que assegurem a sustentabilidade dos projetos a que te candidatas. Toda a ajuda é necessária, claro. Mas devemos ajudar de forma sustentável, garantindo que estamos a gerar impacto positivo e estruturado, sem prejudicar o andamento de outros projetos. Também será importante distinguir os termos ”voluntariado” de ”volunturismo”. Em qualquer um dos casos não te esqueças de contratar um seguro de viagem online antes de partires para teres a certeza de viajar com segurança e cobertura contra possíveis acidentes. Voluntariado vs Volunturismo: dicas, alertas e quais as diferenças? O voluntariado deve ser acompanhado de uma etapa de formação para o voluntário, que lhe permita perceber os contornos de toda a ação de forma consciente e com as competências necessárias. O voluntariado relaciona-se com uma atitude de cooperação e compromisso prolongado, gerando impacto de uma forma regular e constante. Há quem seja voluntário em associações da sua região, há quem passe algum tempo no terreno e até fora do país. Se optares pelo último caso, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem, para que imprevistos não te estraguem os planos. Já o “volunturismo” normalmente assenta em ações de voluntariado pontuais, não se estabelecendo nenhum compromisso entre o voluntário e a comunidade. Este tipo de ação normalmente está incluído num formato de férias e o impacto poderá não corresponder ao esperado. Entrar numa comunidade culturalmente diferente da nossa, por pouco tempo e sem ações bem estruturadas poderá ser insustentável. Quando se integra um projeto de voluntariado é essencial que o mindset seja o certo. Estamos ali para ajudar a comunidade local a solucionar alguns problemas, a desenvolver estratégias para o futuro e não por pura diversão ou satisfação pessoal. Para olharmos para este tema mais de perto, deixamos-te aqui alguns pontos essenciais: O voluntariado pode mudar vidas A tua ação tem um impacto real. Quer seja a plantar árvores, distribuir comida, criar projetos locais, desenvolver negócios de apoio à comunidade, (…) – a tua ação tem mesmo um impacto real. Mas devemos alertar que uma ação que gera impacto é uma ação que deve ser bem pensada. Se por um lado pode ter consequências positivas, por outro lado, também pode ter negativas! Um conselho que deixamos: escolhe bem o projeto e tem a certeza que mudará vidas de forma sustentável. Devemos “ensinar a pescar” e não “dar o peixe” É importante pensarmos que quando entramos num projeto de voluntariado, em Portugal ou no estrangeiro, levamos connosco crenças, aprendizagens e tradições pessoais. O nosso “modus operandi” pode ser muito diferente, e até contraditório, do método local. O apoio deve passar pelo desenvolvimento de estratégias, pensamento crítico e ajuda à implementação, mas não a implementação por si só. Mas atenção: o intuito não deve ser ensinar porque “quem é voluntário sabe mais”, mas sim ajudar os locais a pôr as competências pessoais em prática. A ideia é passar as ferramentas, para que os intervenientes a possam concretizar, de forma autónoma, daí para a frente. O voluntariado é acessível a todos Diz-se, em erro, que fazer voluntariado é caro. Não é. Mesmo. Primeiro, podes ser voluntário no teu bairro, na tua cidade, prestando apoio a associações ou por ti mesmo, gerando impacto através de boas ações. Segundo, para todos os que querem fazer voluntariado fora do país: sabias que existem experiências de voluntariado internacional completamente financiadas? As oportunidades são muitas e só dependem de ti. Pesquisa, pergunta, fala com quem já fez, envolve-te em associações e não desistas à primeira barreira. É simples e pode mudar a tua vida e de outros. Tu és o convidado Este ponto é dedicado a todos os interessados em fazer voluntariado fora da sua cultura e “zona de conforto”. Quando se emerge numa comunidade diferente da nossa, com tradições próprias e formas de vida próprias, é importante sublinhar que nós é que somos os “diferentes”. Ao contactares com atitudes diferentes das esperadas, com que muitas vezes não concordarás, é importante distanciares-te por momentos e teres a oportunidade de refletir. Naquele local aquelas são as tradições e por muita confusão que nos cause, são o normal lá. O nosso background é isso mesmo – o NOSSO background. Quando a boas intenções não chegam A verdade é que nem todo o trabalho voluntário é positivo ou sustentável. Apesar de acreditarmos que quem se dedica a causas de forma voluntária tem boas intenções, isso nem sempre chega. O “volunturismo” está a gerar cada vez mais situações de risco, por exemplo, a Unicef estima que 75% das crianças em orfanatos no Cambodja não são, na verdade, órfãs. Tudo porque certas associações locais se aproveitam do interesse dos turistas e transformam os orfanatos em verdadeiros negócios. Esta questão é muito sensível e deves garantir que não estás a ajudar mais um desses negócios. Para além de que alta rotatividade de voluntários pode ser prejudicial, pela criação e, recorrente, quebra de ligações emocionais. Por isso, se o teu tempo é curto, opta por projetos que não envolvam a componente humana, podes plantar árvores, trabalhar em abrigos, ajudar a construir casas, entre muitos outros projetos. Porquê? Para que não se criem ligações emocionais fortes, que serão quebradas dentro de semanas e isso gere um impacto negativo. O voluntariado vai mudar a tua vida A mudança acontece de forma natural e o teu gesto pode fazer a diferença, só depende de ti. Pode levar tempo, exigir mais esforço do que calculavas, dedicação contínua e um nível de compromisso alto, mas acredita, vale sempre a pena. Lança-te ao voluntariado. Cresce. Aprende. Gera impacto. Sê sustentável. Está na hora de mudares vidas. Lembra-te que podes começar por ajudar os teus, o teu bairro, o teu país. Fazer voluntariado é possível para todos. Não te irás arrepender de gastar do teu tempo por uma causa em que realmente acreditas. Autores: Gap Year Portugal

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10 eventos de verão a não perder na Europa!

10 eventos de verão a não perder na Europa!

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Seja por falta de tempo, dinheiro ou simplesmente disposição, nem sempre temos vontade de apanhar um voo para o outro lado do mundo nas férias. Há vezes que apenas queremos viver algo diferente sem grandes escalas ou largos voos e, para esses momentos, existem sempre mil opções na Europa. A questão é que temos tendência a conhecer apenas os lugares, eventos e festivais de verão que vemos nas redes sociais e deixamo-nos levar pelas multidões. Hoje, na Iati, vamos falar de festas, romarias e eventos de verão espalhados pela Europa que todos devíamos experimentar pelo menos uma vez na vida. Nada melhor para conhecer a cultura de uma cidade que visitá-la na festa mais importante do ano, mas, claro, sempre prevenido com um seguro de viagens adequado. 10 eventos de verão a não perder na Europa As escolhas são muitas, desde música folclore a exposições de arte passando por festivais de cerveja, a Europa é destino para todos os gostos, por isso, aqui vamos: Edinburgh Festival Fringe – Edimburgo, Escócia É o maior festival de artes do mundo que decorre na capital da Escócia durante grande parte do mês de Agosto. Envolve milhares de performances e centenas de espaços e qualquer artista pode participar livremente uma vez que não existe júri. Desde comédia (sendo esta a maior categoria que surge num terço do programa), teatro, música, dança, circo, cabaret a espetáculos infantis, diversão e diversidade não faltarão. International Berlin Beer Festival – Berlin, Alemanha Para os amantes de cerveja, este é um evento sagrado onde mais de 350 cervejarias de 90 países diferentes se juntam para mostrar a qualidade da sua cerveja a mais de 800 000 amantes da bebida. Cada ano é escolhido um tema para a festividade o que torna tudo muito mais divertido. Montreux Jazz Festival – Montreux, Suíça Fundado em 1967 e contando com maioritariamente artistas de jazz, este é o festival para quem aprecia um festival de boa música numa paisagem de cortar a respiração. Nos anos 70 alargou o seu repertório para géneros como blues, soul, rock e música brasileira e posteriormente também ao pop, sendo sempre o jazz o seu maior foco. Sounds of the Dolomites – Itália Nas mais bonitas montanhas dos Alpes, com lagos cor de esmeralda podes encontrar um festival de música em altitude com artistas de todo o mundo. Se as dolomitas são uma cadeia montanhosa preciosa de visitar em qualquer altura do ano, caminhar entre as aldeias acompanhados de boa música com um vista infinita sobre a natureza tem de estar na tua lista de desejos. AgitAgueda Art Festival – Águeda, Portugal E porque o que é nacional também é bom e recomenda-se, todos o anos, em Julho, o espetáculo de guarda chuvas pode-se ver em Águeda. O Umbrella Sky Project ganhou visibilidade mundial e as ruas coloridas foram partilhadas em todo mundo. Desengane-se quem pensa que o festival são só guarda chuvas colorido: arte urbana, concertos, body painting, animação de rua, gastronomia, artesanato, atividades desportivas e muito mais. Notting Hill Carnival – London, England Um carnaval das Caraíbas em Londres no mês de agosto, junção bombástica não? Um fim de semana de muita cor, dança, samba, desfiles e máscaras, acima de tudo uma celebração onde todos festejam em união o fim da escravatura. Helsinki festival – Finlândia Se sempre quiseram visitar o país que dizem ser do Pai Natal, podem aproveitar para explorar a Finlândia durante o maior festival nacional de artes. Desde música clássica a música do mundo e pop, passando por drama, dança contemporânea, artes visuais, cinema e eventos para crianças, um festival para todos os gostos e idades. Oktoberfest – Munique, Alemanha Um festival que começou em 1814 para celebrar o casamento do rei nos jardins da cidade é agora o maior festival de cerveja do mundo. Seis milhões de pessoas visitam anualmente esta festa que se repete todos os anos no sábado depois do dia 15 de Setembro e termina duas semanas mais tarde. Carnaval de Veneza – Itália Se sempre adoraste os glamourosos bailes de máscara dos filmes, o Carnaval de Veneza tem de fazer parte dos teus planos. Tudo começou com a celebração da vitória da República de Veneza pelas ruas da cidade exibindo a cultura local. Ao longo dos séculos, a tradição ganhou forma e é agora um dos maiores eventos de Veneza. St Patrick’s Day – Irlanda Apesar de ser uma celebração religiosa, que comemora a chegada do Cristianismo à Irlanda, este festival comemora igualmente a cultura e património do país. Uma vez que a lei seca, em outras épocas, era interrompida neste dia, atualmente, esta festa é associada à celebração com bebida. É o feriado nacional mais celebrado fora do país. Se não foste a tempo este ano, ja sabes! Atualiza a tua agenda e começa a planear o próximo verão, como acabaste de ler: oportunidades não faltam! E se preferes viajar durante o inverno, não deixes de visitar algum dos melhores mercados de Natal da Europa! Autora: Janete, Flearound

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10 vantagens de viajar a longo prazo

10 vantagens de viajar a longo prazo

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Viajar a longo prazo é sem dúvida uma das experiências mais enriquecedoras da vida e nós recomendamos que se tenha essa experiência pelo menos uma vez na vida. Esperamos que esta lista de vantagens te convença a viajar a longo prazo e, caso o faças, não te esqueças do seguro de viagem adequado! Nós da IATI Seguros, temos o seguro ideal para a tua viagem longa – Seguro IATI Bloggers e Grandes Viajantes. Quais são as vantagens de viajar a longo prazo? Desapego das coisas materiais e aderência ao minimalismo. Mesmo que não queiras, viajar a longo prazo vai mudar a forma como vês todos os teus bens materiais e a importância que dás aos mesmos! Grandes viagens vão fazer-te/a querer levar toda a tua casa atrás e isso não é possível… Vais ter que tomar decisões sobre o que é mais importante, o que irás usar e não usar com tanta frequência. E deixa que te alertemos que, muito provavelmente, vais levar coisas a mais! E vais perceber o quão difícil é viajares dessa forma e vais acabar por te livrar de coisas pelo caminho… E acredita, isto vai ser algo bastante positivo na tua vida. Quanto menos importância dás aos bens materiais mais importância dás a coisas que realmente merecem o seu valor como pessoas, experiências, sentimentos, etc. Aprender novas línguas A aprendizagem vem com a necessidade da mesma! E se viajar para um país por mais do que uns meros dias, vai sentir a necessidade de começar a aprender o idioma local. Nem que sejam pequenas palavras chave (como ‘’por favor’’, ‘’obrigado’’, ‘’olá’’, etc). Caso já tenha umas bases, é uma oportunidade enorme para se tornar fluente! Viajar de forma longa é um excelente professor de línguas. Cuidado, algumas pessoas apaixonam-se e começam a viajar só para aprender novas línguas. Perseguir as melhores estações/épocas A maioria das pessoas prefere o sol, o calor e gostaria de evitar o inverno! Pois, a viajares a longo prazo isto é uma possibilidade! Podes evitar o frio de Portugal e viajares para países que saibas de antemão que vai estar calor e bom tempo. Ou, se por outro lado, o inverno é mais a tua praia, deixa o calor para trás e vai viajar para países que te façam andar de luvas e gorro. Podes ter verão ou inverno o ano todo, a escolha é tua! Amizades mais fortes e prováveis de durar Viajar é sempre uma forma incrível de conheceres pessoas novas, pessoas de todo o lado do mundo. Mas, quando viajas por pouco tempo as relações criadas são mais “superficiais” e facilmente será a primeira e última vez que se vêem (mesmo quando juram amizade eterna). Pelo contrário, quando viajas a longo prazo ficarás mais tempo em cada lugar o que, por sua vez, resultará em mais momentos partilhados com as mesmas pessoas. Momentos e experiências esses que elevam as amizades a ponto de ser inevitável o cumprimento dos planos de se voltarem a ver! Conhecimento profundo de cada cultura e religião Por mais que estudes a cultura e religião de um sítio nada vai fazer com que realmente percebas e compreendas a sua realidade do que realmente vivê-la diariamente! As mesmas religiões vão ser seguidas de forma diferente em diferentes países. As crenças e costumes de cada cultura só irão fazer sentido quando, ao viveres nesse país, observares e analisares a forma como essas mesmas crenças e costumes afetam a forma de como o povo é e se comporta. Inevitavelmente, irás comparar culturas e religiões entre países e isso vai resultar num crescimento pessoal enorme! Não só saberes e veres outras culturas, mas sim, vivê-las. E com isso aprenderes o melhor e pior de cada uma e, consequentemente, a crescer tornares-te numa pessoa ainda melhor! Extra valorização do próprio país e das pessoas que se deixa para trás Viver 24 horas por dia outra cultura e costumes vai fazer-te/pensar repetidamente nos teus próprios costumes, no teu país. Vais certamente desejar muitos pastéis de nata, cafés decentes, um bom prato de bacalhau, etc, resumidamente vais valorizar muito mais tudo aquilo a que estás habituado em casa, no teu país. O mesmo sucederá com as pessoas! Claro que viajares a longo prazo também tem a desvantagem das saudades de casa, da família, dos amigos, mas nós na Iati Seguros pensamos positivamente. Esta desvantagem é tomada por uma grande vantagem de valorizar muito mais tudo o que deixas para trás. E, assim, quando voltares a ver todas as pessoas de que sentiste falta quando estavas fora, vais de certo dar-lhes mais atenção e valor. Viajares de forma mais barata Viajares a longo prazo e, principalmente, se o fizeres de uma forma mais lenta, irás gastar muito menos dinheiro! O alojamento é mais barato se alugar para umas semanas em vez de apenas uns dias e, na verdade também tudo o resto o é! Se ficares mais tempo num determinado local, vais acabar por conhecer os melhores e mais baratos supermercados, lojas, restaurantes, etc. Para além destas vantagens, podes até conseguir alojamento de forma completamente gratuita! Existem várias plataformas que em troca do seu tempo/ajuda irão oferecer-te o alojamento em troca. Por exemplo, Worldpackers é uma plataforma online que conecta viajantes dispostos a ajudar com anfitriões que precisam de ajuda, em todo o mundo, seja por troca de trabalho ou voluntariado, poderás viajar de forma quase gratuita. O mesmo se aplica ao conceito de House Sitting. Através de inscrição em plataformas como a Trusted House Sitters podes alojar-te, de forma gratuita, em casas fantásticas por todo o mundo enquanto tomas conta de animais de estimação. Todas estas alternativas costumam requerer um mínimo de estadia, por isso só poderás usufruir dessas oportunidades se tiveres flexibilidade de tempo de estadia. Mais saudável (mental e fisicamente) Viajar a curto prazo pode ser muito stressante. Quando tem poucos dias para conhecer um novo país só deseja explorar ao máximo. Isso resultará em várias viagens de um lado para outro, sem parar o que, de certo, não será saudável para a tua saúde mental. No entanto, com mais tempo, aproveitarás mais de cada sítio e terás o teu tempo para viajar e conhecer cada sítio de forma tranquila. O mesmo se aplica à sua saúde física! Sem tempo para descansar, também não haverá tempo para te exercitares e, na maioria das vezes, também afetará a tua alimentação, pois o mais rápido é também o menos saudável. Maior flexibilidade e espontaneidade Disponibilidade de tempo irá torná-lhe muito mais livre e espontâneo/a! Quando viajas a curto prazo e o teu tempo é limitado, tens de planear, muito. O mesmo não acontece quando viajas a longo prazo. Quando tiras o tempo da equação, é mais flexível e isso resultará em mais experiências! Terás a vantagem de poder ficar mais tempo num sítio que gostes ou de acompanhares pessoas que conhece ao longo da viagem e mudares os teus próprios planos a qualquer hora. Isso é liberdade! Grande impacto na vida pessoal Acreditamos que viajar é uma das melhores escolas da vida. Ao viajar conhecerás diariamente novas pessoas, culturas, diferentes formas de viver, etc. Isto influenciará a forma como vês o mundo. Mas, ao viajares a longo prazo, não só conheces outras realidades como também as vives. Isto cria uma necessidade de seres mais tolerante, paciente e teres uma mente aberta! Todas estas características juntas com conhecimento geral que adquires do mundo de uma perspetiva de quem realmente viveu num local, irás, inevitavelmente, ter um grande impacto em ti! Irás, certamente, voltar uma melhor versão de ti próprio/a, mais humana e madura. Esperemos que estas vantagens te tenham inspirado a viver a experiência de viajar a longo prazo se alguma vez o desejaste! Realmente, viagens longas mudam-nos e tornam-nos pessoas melhores, mais fortes e mais capazes e nós queremos que experiencie tudo isto! Portanto, se já está pronto/a vê aqui como planear uma viagem longa de forma independente e o que levar na mochila para uma viagem longa. Autor: TravelB4Settle

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5 razões para fazeres Work Exchange

5 razões para fazeres Work Exchange

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Já alguma vez ouviste falar em work exchange? É uma forma de viajar que consiste em trabalhar a troco de alojamento e, por vezes, de alimentação. Cada vez mais, surgem oportunidades de work exchange por todo o mundo, quer pelo constante aumento da procura destas experiências por parte de viajantes, quer pela própria necessidade das entidades que as oferecem. Mas não te esqueças: antes de lançares nesta aventura, convém teres em conta a duração e escolher um seguro de viagens online à tua medida! 5 razões para fazeres work exchange Neste artigo a Gap Year Portugal traz-te algumas razões de peso para te ajudar a decidir fazer um work exchange! 1. Poupança em viagem Ao trocares as tuas habilidades e o teu tempo por alojamento e alimentação, estás a rentabilizar o teu orçamento. É uma forma de poupar em dois dos três principais gastos em viagem, sendo que o terceiro seria o transporte. 2. Desenvolvimento e aprendizagem de novas habilidades Imaginas-te a trabalhar como rececionista num hostel? A arregaçar as mangas e pôr mãos à obra numa quinta ecológica? Ou até mesmo desenvolver as tuas skills de comunicação enquanto geres as redes sociais de uma associação? Durante o teu work exchange podes ser quem tu quiseres! É o momento certo para experimentares outras áreas que te interessem ou sair da tua zona de conforto e seguires a opção contrária: áreas que não têm nada a ver contigo. Podes trabalhar numa quinta ecológica ou de permacultura, ajudar nas tarefas domésticas num hostel, tratar de animais, criar páginas na internet, organizar eventos, ensinar uma língua, entre outras opções. Quem sabe se não vais descobrir uma nova paixão? 3. Maior envolvimento com a cultura local Mergulhar no dia-a-dia, nas tradições e participar nos hábitos de uma cultura são capazes de ser das melhores formas de nos envolvermos com locais. Quando viajamos, por norma, temos como objetivo ter experiências autênticas e genuínas, ao mesmo tempo que procuramos aprender mais sobre um país e sobre a sua população. Não se aprende apenas observando; é preciso envolver-nos. Uma experiência de work exchange vai trazer-te essa oportunidade de estar mais próximo de locais e de absorver conhecimento. 4. Oportunidade de aperfeiçoar uma língua ou aprender uma nova Já dizia o ditado “a prática leva à perfeição”. Há muitas formas de aprender ou aperfeiçoar uma língua, mas não há nada como a prática do dia-a-dia; aquela obrigação à qual não podemos escapar se nos queremos fazer entender. Esses são os momentos que deves aproveitar. Para além disso, há várias ofertas de work exchange que incluem intercâmbio de idiomas, por exemplo, para além do teu trabalho, podes ensinar português e, em troca, alguém pode ensinar-te inglês ou outra língua. É bastante comum aproveitar estas experiências para melhorar a fluência numa língua. Segundo dados do Worldpackers, uma das maiores plataformas desta prática, quase 50% das pessoas procuram fazer work exchange porque querem aperfeiçoar ou aprender um novo idioma. 5. Criação de novas amizades Na maior parte destas oportunidades, nunca estás sozinho: há outros voluntários, tal como tu. Vêm de várias partes do globo e, muito provavelmente, têm um roteiro parecido com a teu. Fazer novas amizades pode também significar fazer novos companheiros de viagem, pessoas com quem partilhar os momentos e as experiências! Para quem viaja sozinho/a, esta é uma grande vantagem do work exchange. A questão do networking também é importante já que vais conhecer pessoas não só de vários países, como também de distintas áreas profissionais. Esses contactos podem ser muito úteis no futuro. — Se ainda não sabes o que fazer este verão, aqui tens uma dica! O tipo de work exchange depende das entidades que o oferecem, tal como a duração. O importante é que sintas vontade de sair da tua zona de conforto, estejas disposto a ensinar e a aprender, e queiras desafiar-te a viver com menos, rentabilizando o teu dinheiro e os teus bens pessoais. Estás pronto para viver esta experiência? Autores: Gap Year Portugal

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5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África

5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África

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África é o continente menos conhecido do nosso planeta e as viagens de sonho de muito de nós passam por aqui. Hoje viajamos até ao continente das savanas e dos leões, da tribo Masai e das trovoadas mais espetaculares com a IATI Seguros, lider na venda de seguros de viagem online, para te dar a conhecer os 5 parque naturais que não poderás perder numa próxima viagem. 5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África Serengeti – Tanzânia É, porventura, o melhor parque de vida selvagem em África. O Serengeti, na Tanzânia, proporciona momentos como nenhum outro e a sua expansão permite não sentir a pressão do turismo de massas. O Serengeti ocupa uma área superior a 1,5 milhões de hectares e o próprio nome deriva do termo usado pelos Masai para descrever a região – e que pode ser traduzido como “o local onde a planície não tem fim”. O Serengeti é um dos palcos naturais da Grande Migração, juntamente com o Masai Mara no vizinho Quénia. Este é considerado um dos maiores espectáculos de vida selvagem do planeta, quando milhões de zebras e gnus perseguem as chuvas e buscam pastagens frescas. Esse espectáculo, por si só, é suficiente para o Serengeti constar nesta lista de melhores parques de vida selvagem de África. No entanto, o parque é mais do que a migração, pois aí podes avistar espécies como leões, chitas, leopardos ou elefantes. Etosha – Namíbia Se visitares o Etosha não irás jamais esquecer este parque de vida selvagem, pois tem imenso para oferecer e é um dos que permite avistar vida selvagem e não gastar muito dinheiro. Acampamentos acessíveis e estradas bem conservadas fazem do Etosha a escolha predilecta para self-drive safaris. Os parques de campismo são de óptima qualidade e as estradas estão bem conservadas, podendo visitar o parque sem necessidade de alugar um 4×4. Nas zonas protegidas para campismo existem charcos, onde os animais bebem durante o dia e noite e podes avistá-los do conforto de um banco. Elefantes, leões, hienas e rinocerontes habitam o Etosha e podem ser vistos com regularidade nestas zonas. Se quiseres saber mais sobre as precauções que deves ter, lê o nosso artigo sobre segurança para viajar para a Namíbia Gorongosa – Moçambique O Parque Nacional da Gorongosa continua em séria expansão. A guerra civil em Moçambique dizimou a vida selvagem no parque, mas nas últimas décadas um enorme esforço de recuperação foi encetado pelas autoridades locais e por uma entidade dos EUA sem fins lucrativos. E os resultados estão à vista. Por exemplo, o número de elefantes era de apenas 100 no ano 2000 e agora a população residente é superior a 400 indivíduos. Também a população de predadores, como os leões, tem crescido de forma consistente, embora o número esteja ainda longe do passado. O sucesso da Gorongosa foi reconhecido pela National Geographic que destacou o parque como um dos melhores locais para visitar em 2019. Moremi – Botswana Ao contrário de outros parques desta lista, o acesso é complicado, mas acredita que não irás arrepender-te. Se visitares a reserva de Moremi – que cobre uma larga região do Delta do Okavango – terás a possibilidade de avistar vida selvagem num refúgio natural incrível, onde poucos turistas chegam. Elefantes, búfalos, hipopótamos, leopardos, gnus, crocodilos, leões, chitas, hienas, rinocerontes-negros, rinoceronte-brancos, javalis, babuínos, cães selvagens e mais de 400 espécies de aves habitam esta zona. Se tiveres ainda mais tempo, podes aproveitar também para fazer um voo de avioneta ou helicóptero sobre o Delta do Okavango (e ver largas manadas de elefantes), explorar o imenso deserto do Kalahari ou o Parque Nacional Chobe – tudo na mesma viagem. Bwindi – Uganda O Parque Nacional Impenetrável de Bwindi é o habitat de quase metade dos gorilas das montanhas sobreviventes do planeta. Com cerca de 320 quilómetros quadrados, o parque do Uganda foi reconhecido pela UNESCO como Património da Humanidade em 1994 e é um dos parques de vida selvagem mais incríveis de África. Perto de 400 gorilas ameaçados de extinção vivem no Bwindi, além de mais de uma centena de mamíferos. Com sorte podes avistar elefantes e macacos, por exemplo. Os gorilas podem ser vistos durante todo o ano, mas é bom ter atenção ao clima na região, pois fortes chuvadas podem tornar o terreno demasiado difícil para caminhar em busca deste fantástico animal selvagem. As estações chuvosas ocorrem de Março a Maio e de Setembro a Novembro. Se visitares este parque é aconselhável ter um bom seguro de viagem e as vacinas em dia. As caminhadas para avistar os gorilas do Uganda são limitadas a oito pessoas por cada grupo, para não perturbar os animais. Se quiseres visitar este parque é necessário solicitar a autorização com bastante antecedência, pois as vagas esgotam depressa. Autor: Lugares Incertos

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