Dicas e Conselhos de Viagem
Vistos de turismo para o Sudeste Asiático

Vistos de turismo para o Sudeste Asiático

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O Sudeste Asiático engloba uma das 6 divisões da Ásia da qual faz parte a região da Indochina bem como inúmeras ilhas. No total é composto por 11 países, sendo eles Tailândia, Laos, Camboja, Vietname, Myanmar, Malásia, Singapura, Brunei, Filipinas, Indonésia e Timor-Leste. Neste artigo fornecemos-te toda a informação necessária sobre a obtenção de vistos para todos os países do Sudeste Asiático. E não te esqueças de fazer o teu seguro de saúde internacional IATI para viajares com a máxima segurança. Vistos de turismo para o Sudeste Asiático Embora para alguns destes países haja isenção de visto para portugueses, para muitos outros é necessário fazer o pedido de visto com alguma antecedência. Além disso, todos os países desta região exigem um passaporte com uma validade mínima de 6 meses. Caso contrário poderá ser negada a entrada. Brunei Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar no Brunei para uma estadia até 90 dias. Poderá ser solicitado o bilhete de saída do país. Extensão: O Brunei prevê apenas a extensão de vistos de trabalho que deverão ser requeridos na embaixada do país. Camboja Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Camboja. O visto pode ser obtido à chegada do país, visa on arrival, quer a partir dos aeroportos de Siem Reap ou Phnom Penh, quer a partir das fronteiras terrestres (com exceção das fronteiras de Bavet e Ka-Om, nestes casos terás de ter o visto previamente). São necessárias duas fotos tipo passe. Este visto tem um custo de 30 USD ao qual acresce uma taxa de processamento de 7 USD. O visto pode também ser obtido online, e-visa, através do site oficial, com um custo de 36 USD. Extensão: Poderás solicitar apenas uma extensão de visto por ano, por mais 30 dias numa das embaixadas do país, com um custo de 50 USD. Filipinas Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar nas Filipinas para estadias até 21 dias. É necessário apresentar o bilhete de saída do país, à chegada. Extensão: É possível estender o visto num dos postos de emigração do país por mais 29 dias, com um custo de 50 USD. Indonésia Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Indonésia para estadias até 30 dias. É necessário apresentar um bilhete de saída do país. Extensão: Caso queiras permanecer na Indonésia mais do que os 30 dias previstos não poderás usufruir da isenção de visto. Desta forma, assim que chegares ao país terás de requerer o visa on arrival, que tem um custo de 35 USD. Quando o visto de 30 dias estiver quase a expirar terás de te deslocar a uma embaixada ou consulado na Indonésia e pedir a extensão do visto por mais 30 dias. Esta extensão tem um custo de 25 USD. Laos Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Laos. Este pode ser obtido à entrada do país quer por via terrestre, quer por via aérea. O visto tem uma duração de 30 dias e custa 35 USD para portugueses. É também necessário levar uma fotografia tipo passe, caso contrário terás de pagar mais 5 USD. Extensão: Caso pretendas permanecer no país por mais tempo terás de pedir extensão de visto numa das embaixadas. Este tem um custo de 3 USD mais 2 USD por cada dia extra. Malásia Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Malásia para estadias até 30 dias. Extensão: A Malásia prevê a extensão de visto por mais 30 dias perante circunstâncias específicas. Para tal, terás de consultar a embaixada no próprio país. Outra forma será cruzar uma das fronteiras terrestres, Tailândia ou Singapura, e voltar a entrar no país. Myanmar Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Myanmar. Este é obtido previamente a partir do site oficial, e-visa. O visto tem a duração de 28 dias, custa 50 USD e tem uma validade de 90 dias após a data de emissão. Com e-visa poderão entrar no país a partir dos três aeroportos principais (Yangon, Naypidaw e Mandalay), bem como por algumas fronteiras terrestres. Porém, em termos de fronteiras terrestres, a legislação está constantemente a mudar pelo que será preferível fazer uma pesquisa antecipada. Extensão: Não são permitidas extensões de visto para o Myanmar. Tailândia Visto:Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Tailândia para estadias até 30 dias. Atenção que apenas é permitido entrar no país por via terrestre duas vezes por ano. Já por via aérea o limite é de 6 vezes por ano. Extensão: Quem quiser permanecer mais tempo no país terá que pedir extensão numa das embaixadas do país, antes do prazo expirar. Cada pedido de extensão custa 60 USD e permite permanecer no país por mais 30 dias. Singapura Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar em Singapura para estadias até 90 dias. Extensão: A Singapura prevê a extensão de visto até um máximo de 90 dias após a data de entrada no país. Como portugueses têm um visto de 90 dias acabam por não poder requerer extensão. Deste modo será obrigatório sair do país e voltar a entrar. Timor-leste Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar em Timor-Leste para estadias até 90 dias. Extensão: É possível pedir extensão de visto para Timor-Leste no serviço de emigração em Díli. Este custa 35 USD para uma extensão de 30 dias e 75 USD para 60 dias. Vietname Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Vietname. A maioria dos países europeus têm isenção de visto para o Vietname para estadias até 15 dias. Embora Portugal esteja na lista para conseguir isenção de visto, para já ainda não é possível pelo que terás de recorrer à via comum. Caso entres no país por via aérea poderás solicitar o visto à chegada, visa on arrival. Para tal, terás antecipadamente de preencher um formulário online no site oficial sendo que em 2 ou 3 dias úteis receberás uma carta de aprovação. É com ela que, à entrada do país, te concederão o visto. Caso pretendas entrar no país por via terrestre terás de ter já o visto contigo. Para tal, terás de te deslocar a uma embaixada dos países vizinhos e solicitar o mesmo com alguma antecedência. Em ambos os casos são necessárias duas fotografias tipo-passe. O preço base do visto para uma estadia de 30 dias entrada única ronda os 50 USD, mas há várias opções de entradas múltiplas no site oficial. Extensão: O visto para o Vietname poderá ser estendido numa das embaixadas do país. Há várias opções de extensão, consoante o tempo de estadia e o número de entradas permitidas pelo que o preço varia consoante a opção pretendida. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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Como poupar no alojamento durante a viagem

Como poupar no alojamento durante a viagem

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Aqui na blog já vos contámos como encontrar voos baratos, como poupar em viagem de forma sustentável e até como fazer um Interrail barato pela Europa e hoje vamos partilhar alguns truques para que possam poupar no alojamento. Se vão viajar em breve, como sempre, a primeira coisa a fazer é contratar o teu seguro de saúde internacional. Dentro ou fora da Europa, viagem longa ou curta, temos seguros de todos os tipos. Como poupar no alojamento durante a viagem Existem várias formas de poupar na estadia durante as viagens e algumas são bem simples e mais fáceis do que parecem, aqui vão: Negócios locais e familiares Parece óbvio mas é sempre bom relembrar, as grandes cadeias de hotéis promovem grandes campanhas de descontos e promoções e, por isso, muitas das vezes ficamos com a ideia que estamos a poupar imenso. Contudo, mesmo com a rebaixa de preço, normalmente ficar hospedado em pequenas pensões e negócios de família (guesthouses e homestays como são conhecidos) é a opção mais barata. Não só pelo preço da estadia, mas também, e principalmente, porque vão receber dicas únicas de lugares a visitar, restaurantes típicos e coisas para fazer como só um local sabe, ou seja vão escapar aos sítios tipicamente turísticos e, geralmente, mais caros. Podem encontrar este tipo de alojamento em sites como Airbnb, booking, etc, só têm de evitar grandes cadeias de hotéis. Couchsurfing Tal como o anterior, esta é uma das formas mais eficientes de conhecer o destino pelos olhos de um local. A maioria das pessoas que se inscrevem na plataforma, querem conhecer novas pessoas e culturas, por isso, muitas das vezes acabas por ganhar novos amigos e boas histórias para contar. Trabalho em troca de estadia Se estás a viajar de forma permanente ou prolongada e queres saber como é o dia a dia de um trabalhador ou instituição local (professor, agricultor, comerciante ou gerente de um espaço), podes trocar os teus serviços e ajuda por estadia. Desde dar aulas de inglês, a plantar ou colher fruta e legumes até ajudar na recepção de um hostel, os trabalhos são variados e as condições também. Existem vários sites e plataformas como o Worldpackers ou Workaway, só tens de procurar aquele que mais se adequa à tua disponibilidade, capacidades e pôr mãos à obra. Hostels/quartos partilhados Ficar numa camarata e partilhar o quarto com 10 pessoas de nacionalidades e culturas diferentes pode parecer assustador para uns, mas para a maioria é a forma mais rápida de fazer amigos em viagem e criar novas histórias inesquecíveis. Muitas das pessoas que optam por esta opção ganham amigos para a vida que acabam por visitar ao longo do tempo. Poupas na estadia duas vezes (ao ficar numa camarata e quando fores visitar o país dessa pessoas) e fazes amigos novos, que mais se pode pedir? Acampamentos Dependendo o tipo de viagem que estás a fazer, esta pode ser uma ótima opção. Se estás a fazer uma road trip, a explorar montanhas e aldeias, a conhecer novas costas ou simplesmente precisas de desligar da cidade, acampar pode ser a resposta. Tens parques de campismo em todo o mundo e, tendo em conta que as pessoas partilham os espaço comuns, também é uma forma diferente de veres como os locais vivem e fazer novos amigos. Para os meus aventureiros que queiram relaxamento total, podem acampar com vista privilegiada nas montanhas ou interior de vários países. Rede de amigos Esta opção passa, muitas vezes, despercebida mas há sempre um amigo de um amigo que trabalha ou estuda fora, os tios emigrantes de uma amiga ou a família do vizinho do terceiro esquerdo. Se parares para pensar, de certeza que conheces alguém que vive noutro país ou conheces quem conheça. Aqui é preciso inverter os planos e marcas as férias conforme a estadia. Troca de serviços Desde troca de casa a tomar conta de animais de estimação, são cada vez mais frequentes as plataformas que promovem as trocas de serviços (ou casa) por casa. Ou seja, vais de férias e não tens quem tome conta dos teus animais? Podes inscrever-te num dos sites de pet sitters e disponibilizas casa para quem tomar conta do teu cão. Por outro lado, também há uma procura crescente de plataformas de “home exchange” ou seja, pessoas que trocam de casas por um período determinado de tempo, confias a tua casa, alguém confia a casa em ti e todos poupam! Como leste, alternativas não faltam para poupar em alojamento, mas se conheces alguma que nos escapou deixa nos comentários para que possamos aumentar a lista. Autora: Flearound

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Coronavírus: o que deves saber antes de viajar

Coronavírus: o que deves saber antes de viajar

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Como consequência do novo vírus que foi descoberto em Wuhan, e da emergência de saúde pública internacional, muitos viajantes querem saber se devem cancelar as suas férias por causa do coronavírus. Embora seja verdade que ainda existem muitas perguntas não respondidas sobre o coronavírus (2019-n-CoV), os estudos recentes e a rápida resposta e gestão feita pelas autoridades sanitárias, não só a nível estatal, mas também a nível global, significam que desta vez a epidemia foi detetada mais cedo, tendo sido tomadas medidas preventivas mais diligentes do que em ocasiões anteriores. Não podemos esquecer que 2003 e 2012 quando perseguimos outros vírus como o SARS-CoV e o MERS-CoV que graças aos nossos cientistas foram controlados. Recomendamos calma e tranquilidade. Atualmente, as únicas áreas de risco para viajar são aquelas onde se originou e espalhou o vírus, principalmente na província de Hubei. Além disso, a China estabeleceu medidas de quarentena na área afetada para controlar a epidemia, e também fechou algumas atrações turísticas noutras regiões. Isto, como já foi observado, não impediu que pessoas de vários países fossem infetadas, seja porque estiveram na China ou porque estiveram em contacto com viajantes vindos da China. Se vais viajar, mas continuas com dúvidas, o melhor que tens a fazer para te tranquilizares é descobrir se a companhia aérea com a qual vais voar ou o aeroporto de destino têm algum tipo de restrição aérea. Também é aconselhável consultar o site do Ministério dos Negócios Estrangeiros para saber se deves ou não viajar para esse país neste preciso momento. Atualmente, não há restrições de viagem para outros países além da China, mas há algumas medidas que foram adotadas, como no caso dos Estados Unidos, que negam temporariamente a entrada a estrangeiros que tenham viajado para a China nos 14 dias anteriores à sua chegada ao país. Da mesma forma, embora não oficialmente, em certas áreas de alguns países, os viajantes estão a encontrar controlos de saúde mais exaustivos para aumentar as medidas de prevenção, especialmente em pequenas ilhas, uma medida que só deveria preocupar aqueles que apresentam sintomas. A própria OMS (Organização Mundial de Saúde) opôs-se às restrições das viagens por culpa do novo coronavírus 2019-nCoV: “Não recomenda restrições à circulação de pessoas nem ao comércio”. O que é um coronavírus? É uma família bastante extensa de vírus que geralmente só afeta animais, como o coronavírus felino ou canino, embora alguns tenham a capacidade de se espalhar dos animais para os humanos, como neste novo caso descoberto em dezembro de 2019. Estes vírus geralmente produzem quadros clínicos respiratórios, que vão desde uma simples constipação comum até uma doença respiratória mais grave. Como é que o vírus se espalha? Normalmente espalha-se pelo ar e em distâncias curtas de menos de 1-2 metros, através de alimentos ou por contato direto com uma pessoa infetada, que é a maneira mais difícil de espalhar o vírus, segundo os especialistas. A propagação de pessoa para pessoa ocorre através do contacto próximo com as secreções respiratórias produzidas por uma pessoa infetada ao tossir ou espirrar, sendo estas secreções transferidas pela boca, nariz ou olhos de uma pessoa saudável. A OMS estimou que o período de incubação é entre dois e catorze dias (desde o contacto até ao início dos sintomas). Sintomas mais comuns de coronavírus • Febre • Dor de cabeça • Sensação de falta de ar • Dor de garganta Não precisas de ficar alarmado se tiveres sintomas deste tipo. Nesta fase do inverno são facilmente confundidos com sintomas semelhantes aos da gripe. Os casos em que é necessário dar especial importância a este tipo de sintomas são: se tens esta sintomatologia e viajaste para a China ou estiveste em contato com algum viajante que veio recentemente do país asiático, e mais concretamente do epicentro do início do surto epidémico. Se for este o caso, deves ir a um centro de saúde próximo. Sintomas mais graves • A infeção pode causar pneumonia • Dificuldade significativa para respirar • Falha renal Os casos mais graves causados por este vírus, geralmente ocorrem em idosos ou em pessoas com doenças cardiovasculares e respiratórias crónicas de base, bem como em pessoas imunossuprimidas (baixas defesas). A taxa de mortalidade por coronavírus 2019-n-CoV é de 2%, uma taxa que, em comparação com outras doenças, não é excessivamente elevada. Medidas de prevenção e outras infeções respiratórias Estas medidas são as mesmas que são necessárias para a prevenção da gripe: • Muito importante: lavagem frequente das mãos com água e sabão • Desinfeção das mãos com solução hidroalcoólica • Se tossires ou espirrares, cobre a boca e o nariz com o cotovelo dobrado ou com um lenço • Deita fora o lenço usado imediatamente e lava as mãos • Evita o contacto com pessoas que tenham sintomas respiratórios como febre, tosse, espirros… mantendo uma distância de pelo menos 2 metros • Evita o consumo de produtos animais crus ou mal cozidos • Se visitares mercados de animais vivos em áreas onde foram relatados casos de novos coronavírus, abstém-te de tocar em qualquer animal vivo e/ou superfícies em contacto com tais animais O que fazer se suspeitares de um coronavírus? Se tens febre, tosse ou dificuldades para respirar, a coisa certa a fazer é: colocar uma máscara, procurar atendimento médico o mais rápido possível e informar o teu médico sobre os lugares para onde viajaste nos últimos dias. Esperamos que este artigo sobre o coronavírus tenha dissipado todas as tuas dúvidas e te ajude a continuar com a viagem que preparaste. E, se estiveres mais do que determinado a ir, não te esqueças de pedir o visto para entrar na China pelo menos 3 semanas antes da tua viagem. O que deves saber antes de fazeres o teu seguro de viagem A opção de fazer um seguro de viagem para visitar qualquer ponto do mundo é sempre uma ótima opção, e ainda mais nestes casos excecionais. Se ainda não sabes qual é o melhor seguro para viajar para a China ou qualquer outro país na Ásia, temos a resposta. Para uma cobertura completa, recomendamos que escolhas o nosso seguro de viagem para mochileiros com cancelamento, assistência médica e repatriação. Se só queres ter a opção de cancelar a viagem, escolhe o nosso seguro de cancelamento da IATI. Mas antes de fazeres qualquer um destes seguros, é muito importante que tenha em conta a seguinte informação: • O seguro não cobre custos de cancelamento se tiveres decidido visitar a China depois que o alerta de epidemia de coronavírus tiver sido declarado. Neste caso, é uma preexistência. • O seguro não cobre taxas de cancelamento se a tua viagem à China estiver agendada antes da emissão do alerta de surto, mas começará a médio ou longo prazo. Neste caso, entende-se que o alerta será retirado antes de iniciares a tua viagem. • O seguro cobre os custos de cancelamento se a tua viagem estiver programada para qualquer outro país, onde não há alerta de epidemia, mas, no momento da viagem, é declarada e impede que faças a viagem. • Se tiveres feito um seguro com a IATI e estiveres imobilizado na China, a cobertura de assistência médica será estendida até à data de regresso.

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Gap Year: um passo (a mais) para o mercado de trabalho

Gap Year: um passo (a mais) para o mercado de trabalho

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Somos, cada vez mais, uma geração que procura a diferenciação, isto é, temos a plena consciência de que o mundo que nos rodeia e o mercado de trabalho no qual, eventualmente, queremos entrar estão em constante evolução e é imperativo que também nós não paremos de evoluir. Já não somos recrutados apenas pelo curso que tirámos ou pela média com que o terminámos. Hoje em dia, as empresas querem mais, procuram mais e, portanto, nós temos que ser mais. Já não basta ser apenas a/o licenciada/o do curso X pela Universidade Y, igual a tantos outros. É essencial que procuremos a diferença que nos trará a singularidade de que precisamos. E um gap year é um dos exemplos perfeitos disso mesmo. Se estás a pensar fazer um gap year, não te esqueças de escolher o seguro médico internacional que mais se adequa à tua viagem. O valor do gap year no teu futuro Imaginemos o seguinte exemplo: dois candidatos estão a concorrer à empresa X. Licenciados do mesmo curso, pela mesma universidade e com médias semelhantes. Atividades extracurriculares também muito idênticas. Diferença? Um deles, Tomás, recém-licenciado e o outro, Gonçalo, acabado de regressar do seu gap year. À primeira vista, qual deles suscitaria mais interesse para um empregador? Inevitavelmente, aquele que primeiro nos vem à cabeça é o Gonçalo, correto? Mas porquê? Em quê que este valor acrescentado se materializa propriamente? Estamos constantemente quase que a ser “bombardeados” com a importância de sair da bolha que nos envolve: “saltar” fora da zona de conforto, ter outras experiências, pormo-nos à prova, desafiarmo-nos. Expressões que nos são tão familiares, não é verdade? E se pensarmos, não é exatamente disto que é feito um gap year? Um período de tempo (mínimo 5 meses) em que quebramos a rotina, para nos lançarmos à aventura, fora de tudo o que nos é conhecido e confortável, e fazer do dia a dia um desafio constante e surpreendente. Assim, esta experiência, que tal como uma impressão digital é à medida de cada um, tem que, incontestavelmente, acrescentar valor a quem por ela passa. No caso do Gonçalo e do seu gap year em particular, foram 9 meses de uma multiplicidade de experiências e consequentes aprendizagens. Começou por estagiar numa startup da sua área em Londres, rumando depois até Moçambique, onde fez parte de um projeto de voluntariado com o propósito de apoiar e desenvolver negócios locais, para depois terminar em modo low cost a viajar pelo sudeste asiático. Ou seja, seja pelas capacidades técnicas que o Gonçalo teve oportunidade de pôr em prática no seu estágio, enquanto que com o Tomás não passaram da teoria; seja pelas novas perspetivas e conhecimentos que, pelo choque de culturas, de pessoas, de realidades, o Gonçalo teve a oportunidade de aprender e desenvolver, ao invés do Tomás, que continuou na realidade que sempre conheceu; seja pela vontade que levou o Gonçalo partir, e o Tomás a ficar. Seja por apenas uma destas razões ou por todas elas, alguém que procura mais mundo, que se quer redescobrir e reinventar, que se inquieta com a ideia de ficar estabilizado na mesma realidade, terá sempre um valor acrescentado não comparável a quem não o faz: a coragem de ser mais. O “Gonçalo” é só um exemplo. O teu gap year é o que tu quiseres que seja, é feito à tua medida. Não é preciso ir para o outro lado do mundo ou fazer X e Y. Importante mesmo é querer ser mais e não cair no conforto de não o ser. O gap year não é a chave do euromilhões nem a fórmula mágica para encontrar emprego, mas é, sem dúvida, uma ótima forma de te lançares ao mundo e às experiências que te transformam. Sai da caixa que é a nossa realidade e procura mais, faz mais, sê mais. Como humanos e como futuros profissionais (seja de que área for) é imperativo que esta constante descoberta de mundos seja rotina, pois só assim seremos capazes de crescer e evoluir, e de assim, nos tornarmos fortes mais valias para o mercado de trabalho que nos procura, e que também não para de evoluir. Se queres saber mais sobre o gap year, visita a página da Gap Year Portugal! Autores: Gap Year Portugal

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Como fotografar em viagem

Como fotografar em viagem

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Na IATI somos aventureiros por natureza… Por vezes, após comprarmos um bilhete de avião com destino incerto a mais de 1000 km de casa ou decidirmos que vamos pegar no carro e partir em uma aventura ao volante, as primeiras preocupações não são iguais em cada um de nós e os mais apaixonados por fotografia, antes de pensar que roupa levar; saúde e vacinas ou segurança local apenas pensam: quais as máquinas a levar, quais as lentes que têm obrigatoriamente que ir…analógico ou digital…MAS a logística tem de incluir segurança, e ainda para mais viajando com equipamento de fotografia, há que ter cuidado com a bagagem e nada como um seguro de viagem que também a inclua. O que levar na mochila? Rapidamente transformamos a mesa da sala numa alegre banca de feira e constatamos que não vamos ter espaço para tudo…mesmo que abdiquemos de alguma roupa, porque queremos mesmo é mesmo fotografar, estamos claramente a levar demasiadas coisas… Depois de roer todas as unhas possíveis, começamos sim a fazer uma seleção real do que temos mesmo que levar! Uma vez que digital uso sistema Fujifilm, levamos sempre obrigatoriamente: • Máquina Fuji XT-2; • Lentes 23mm f1.4 ; 56mm f1.2 e 50-140mm f2.8 e, no mínimo, • 6 baterias extra + carregador. O problema começa na escolha do equipamento analógico, mas geralmente optamos por levar uma point&shoot bem simples ou caso ainda tenha espaço, um corpo analógico SLR Auto Focus. Apesar de fotografar no meu dia-a-dia apenas analógico, quando estou de viagem o analógico assume, infelizmente, um segundo plano uma vez que quero garantir que tenho mesmo a foto que pretendo. O Analógico de viagem é a surpresa bónus que chega às nossas mãos 7 dias após o regresso a casa, aquele presente que desembrulhamos e que automaticamente regressamos ao outro canto do mundo a recordar o momento em que tirámos aquela fotografia. Para além disto é essencial levar um pequeno tripé e vai sempre, sempre ser muito útil, vários cartões SD e um pequeno kit de limpeza. Querendo levar muitas coisas, logicamente uma boa mochila é essencial. A mochila deverá ser da melhor qualidade possível e própria para equipamento fotográfico, tendo em atenção o acondicionamento do equipamento. Esta é a mochila com que ando muito tempo às costas e para além de ter que ser confortável corro sempre o risco de poder bater em qualquer lado, levar um encontrão, etc e danificar o material. Portanto, nada de improvisar mochilas do dia a dia para este fim. Como fotografar desconhecidos? Mochila nas costas e bilhete na mão é o momento de começar a magia, de viver a viagem também através da lente. Gostamos de fotografar rua, sentir as pessoas dentro da camera, captar o momento em que um cigarro é acesso, o peixe a ser amanhado e, acima de tudo, olhar para uma foto do mercado e automaticamente sentir um turbilhão de cheiros e sons. A nossa postura conta e muito, estamos muita vez em contacto com uma cultura diferente da nossa, há que respeitar! Optamos sempre por uma postura simpática e descontraída quando estamos na rua, as pessoas geralmente reagem bem a uma máquina especialmente se quem as tiver a fotografar estiver tranquilo, brincalhão, respeitador. Sorrimos, falamos com as pessoas, pedimos para fotografar ou fazemos intenção que nos vejam. Caso assumíssemos uma postura de estar escondidos, fotografar e desaparecer, as pessoas veriam isso com estranheza e ficaram certamente desconfiadas, o que nos traria problemas. Já visitámos culturas bem distintas, onde a relação das pessoas com a máquina difere de um país para outro – A título de exemplo: no Vietname as pessoas entram pela máquina adentro, não têm qualquer problema a ser fotografados; por outro lado em Marrocos sentimos que as pessoas são menos recetivas à fotografia. Aí entra a simpatia e acima de tudo o respeito. Cuidados a ter quando fotografamos em viagem Os principais cuidados a ter são bem simples: nunca perder a máquina e mochila de vista. Logicamente que ao andar na rua com uma máquina ao pescoço pode sempre chamar olhares indesejados. Temos uma mochila Lowepro, que não tem fechos na parte de fora, apenas nas costas. Cada vez queremos retirar algum artigo, temos de parar e retirar a mochila. É um processo mais demorado, mas assim temos a segurança que não perdemos uma lente num transporte publico ou em outro local. Para além disso, retirámos as etiquetas com as marcas, para não ser facilmente identificável por alguém que saiba o que anda à procura nos turistas… Quando fotografamos na rua, a máquina aparece no momento da fotografia e rapidamente desaparece debaixo um casaco ou corta-vento, assim também passamos mais despercebidos. Estas pequenas medidas, são os cuidados básicos que adoptamos para ter uma viagem tranquila. Como já dissemos, estamos sempre tranquilos, simpáticos e responsivos e isso faz com que as pessoas também sintam bem e te ajudem ou aconselhem. Um exemplo crasso do que digo passou-se recentemente em Bogotá: estava a fotografar uma rua calmamente e uma senhora aborda-me muito simpática a dizer para não fotografar, pensei que ela não queria que a fotografasse, mas na realidade a senhora estava a querer avisar-me que àquela hora e naquela rua provavelmente não seria seguro fotografar. Agradeci-lhe imenso, trocamos um sorriso e rapidamente guardei a máquina. A Colômbia, que muita gente considera um perigo, está repleta de pessoas extremamente simpáticas e de coração cheio que se preocupam não apenas com o seu próprio umbigo. Até ao dia de hoje, felizmente não tivemos problemas, para alem de puras aselhices e distrações de raspões e batitas aqui e ali… Em todos os locais que visitámos, fotografamos, fotografamos… até que nos venham buscar por uma orelha. Acabamos sempre por enviar inúmeras fotos a pessoas que nos dão os seus contatos…em suma, fizemos imensos amigos em troca de um sorriso e de uns megapixels. Não há fotos certas ou erradas Mas lembrem-se: não há o melhor equipamento X ou Y; não há a melhor fotografia. O melhor ângulo está na vossa cabeça, é essa a magia de fotografar…todos nós temos a capacidade única de ver um mesmo objeto e percebê-lo/fotografa-lo de maneira distinta. Eu não viajo sozinho, mas tenho a plena consciência que muitas vezes me perco totalmente quando estou a fotografar, há que deixar a máquina repousar um pouco…estou a trabalhar neste ponto…! Tem de haver um equilíbrio entre viver a viagem através da lente e fora dela… Mais importante que escolher a máquina A ou B é escolher quem está ao nosso lado, no avião, no metro e até mesmo num táxi em contra-mão em Casablanca…! Não há cartão SD que grave ou lente que capte linguagem gestual Luso-Vietnamita com os locais no Vietname; as peripécias nos estacionamentos Marroquinos ou os passeios pelos bairros Colombianos… As melhores fotos que tirei foram de mãos dadas com a minha “assistente de fotografia/agente de viagens”. Autor: João Oliveira – Anda Comigo

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10 destinos de viagem ideais para descontrair no verão

10 destinos de viagem ideais para descontrair no verão

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Há alturas em que tudo o que precisamos é de um destino perfeito para uns dias passados sem fazer absolutamente nada ou pelo menos muito pouco. Esses dias são essenciais para fazermos “reset” ao sistema e ganharmos mais energias para o que ainda temos pela frente. Neste artigo encontras uma lista de 10 destinos ideais para relaxar totalmente corpo e mente. Agora só precisas de escolher o destino, fazer um seguro de viagem Iati e partir! 10 destinos para descontrair Seychelles Haverá algo mais relaxante do que areias brancas banhadas por águas transparentes de cor turquesa? Dificilmente. Este é um dos destinos que facilmente nos vem à cabeça quando pensamos num sítio onde possamos descontrair e descansar corpo e mente. Preocupa-te apenas em ires-te virando de vez em quando na areia para que o bronzeado fique uniforme. Belize Quando se fala em paraíso, é fácil vir-nos à cabeça a palavra “Caraíbas”. O Belize, estado pertencente às Caraíbas, localizado ao largo da costa do México, é a origem de muitas das fotos que encontramos hoje em dia na Internet quando fazemos uma busca pela palavra “paraíso”. Maldivas Há quem diga que as Maldivas são o lar de algumas das melhores praias do mundo. A julgar pelas fotografias, dir-se-ia que não estará muito longe da verdade. Tal como nas Seychelles, aqui encontras areias brancas e águas transparentes de cor turquesa. Vai ser difícil escolher entre estes 2 destinos! Sabias que é possível conseguir férias de luxo nas Maldivas a preço lowcost? Lago Inle, Myanmar Uma viagem a Myanmar é algo que nunca mais se esquece, não só pelas paisagens, mas principalmente pelo lado puro e autêntico dos seus habitantes, ainda não acostumados a um turismo de massas como alguns dos países vizinhos. O lago Inle em particular, localizado no leste de Myanmar, em Nyaung Shwe, é o lar de centenas de pessoas que dependem das suas águas para sobreviverem. Passear de barco nas suas águas ao amanhecer, entre as casas assentes em estacas de madeira, percorrer os mercados instalados nas margens ou contorná-lo de bicicleta é uma das experiências mais relaxantes que existem em viagem. e estás preocupado com a segurança para viajar pelo Myanmar, temos o artigo ideal para ti. Gili Air A Ilha Gili Air é uma das 3 ilhas ilhas Gili que se encontram ao largo da costa de Bali, Indonésia. Cada ilha tem as suas próprias características, mas a Gili Air é a que reúne o melhor de todas: momentos de tranquilidade e descontração total, com um toque de diversão à noite para animar um pouco mais as tuas férias. Luang Prabang, Laos É fácil deixares-te ficar por Luang Prabang. Bem, na realidade, é fácil deixares-te ficar pelo Laos. É impossível resistir ao estilo descontraído e sem pressas dos seus habitantes e não te deixares embalar pelas águas do grande rio Mekong. O clima quente, a comida deliciosa, a cerveja barata e as paisagens rurais que rodeiam a cidade são a receita perfeita para uns dias de pura descontração e tranquilidade. São uma das 7 razões para visitar o Laos, e uma das mais importantes na nossa opinião! Rishikesh, Índia Se te dissermos que Rishikesh é também conhecida como “a capital de Yoga do mundo”, fica mais fácil perceber porque é que entrou nesta lista dos melhores destinos para relaxar. Rishikesh está localizada no norte da Índia, junto ao local onde nasce o Rio Ganges, aos pés dos Himalayas, e é procurada anualmente por milhares de “yogis” que buscam enriquecimento e limpeza espiritual. Mykonos, Grécia Não há quem não reconheça a Grécia ao ver fotografias de casas pintadas de branco, rodeadas por um mar em tons de azul profundo. Muitas vezes, as fotos que vê são de Mykonos. A melhor altura para lá ires caso procures paz, sossego e praias quase só para ti é mesmo fora da época alta que vai de julho a setembro. Ubud, Bali Quem já viu o filme “Comer, orar, amar” reconhece de imediato o nome Ubud. Terra de campos de arroz e de um ambiente em que se respira tranquilidade e paz, Ubud é o coração cultural de Bali. Apesar de ser hoje em dia um destino bastante procurado, ainda consegue manter uma aura zen, sendo perfeita para uns dias tranquilos, ideais para recuperar energias. Se fizeres um roteiro de 7 dias por Bali, aconselhamos a que fiques pelos menos 2 deles em Ubud. Lago Bled, Eslovénia A imagem do Lago Bled, na Eslovénia, parece saída de um conto de fadas. O seu cartão de visita é a igreja, datada de cerca de 1740, que se encontra numa pequena ilha no meio do lago. É difícil encontrares uma imagem tão serena como a do lago Bled, rodeado por um luxuriante manto verde e emoldurado pelas montanhas cobertas de neve no pico. Autora: Maria João, Joland

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É importante aprendermos novas línguas?

É importante aprendermos novas línguas?

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Porque será que é importante aprendermos novas línguas? Ou melhor, é sequer importante aprendermos novas línguas? Cada um de nós pode ter a sua resposta a essas questões. Mas uma coisa é certa: aprender novas línguas é conhecer novos mundos. Se chegaste a este artigo porque estás a pensar aprender uma nova língua no estrangeiro, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagens antes! Viajar para conhecer; aprender para compreender Para quem partilha o gosto pelas viagens, acaba por ser recorrente viajar para destinos cujo idioma é desconhecido e, por vezes, cujos caracteres são impossíveis de descodificar. Sendo a comunicação a base de qualquer relação e interação, uma passagem por estes destinos leva, muitas vezes, a episódios engraçados sobre a forma como, por outros meios, as pessoas se entendem sem se entender. Mas também sabemos que aprender uma língua é compreender uma cultura, conhecer as suas pessoas e entender melhor as suas formas de pensar, sobretudo quando são viagens de longa duração. É, de certo modo, uma adaptação nossa, enquanto viajantes, ao outro e não o oposto. Passamos, desta forma, a poder conhecer melhor as suas ruas, as suas histórias, a sua gastronomia, os seus costumes e a ter uma relação mais próxima dos locais. Saber falar o seu idioma, faz com que nos sintamos melhor em lugares que nos são estranhos, no fundo “mais em casa” que é, por vezes, aquilo de que mais sentimos falta quando estamos longe da nossa. Viajar assim torna-se mais fácil e mais genuíno. Mais do que um conjunto de palavras Um idioma não é apenas um conjunto de vocábulos. A forma como são construídas as frases e o próprio uso das palavras em determinados contextos são uma reflexão clara da expressão linguística de uma cultura. É interessante ver como os signos linguísticos, portanto o significante e o significado atribuídos às palavras, estão intimamente ligados à história de uma comunidade. Não precisamos de muito longe para compreender esta ligação. Quantos de nós sabemos que Portugal tem como língua oficial, para aleḿ da língua portuguesa, o mirandês? Uma língua de tradição oral cujos direitos foram reconhecidos pelo Parlamento em 1999. Ao longo dos anos foi preservada pela população agrícola de Miranda do Douro e por uma parte do concelho de Vimioso. Curioso, não é? Tal como o mirandês, infelizmente, existem outras línguas com um pequeno número de falantes que vai diminuindo com os anos e que se vão perdendo no tempo, sem que fique ninguém para contar, ninguém para as falar. Aprender novas línguas é também o perpetuar de um idioma. A importância das línguas nos mundos académico e profissional Também não podemos negar a importância que tem o conhecimento de outras línguas em termos académicos e profissionais. Se vivemos hoje na chamada aldeia global, isso significa que nós somos cidadãos globais; todos os dias consumimos produtos, depara-mo-nos com notícias e lidamos com pessoas dos quatro cantos do mundo. Se quisermos ir mais longe, quantas pessoas é que não têm o desejo de ter uma experiência académica ou profissional no estrangeiro? Isto torna-se mais facilmente alcançável se tivermos um conhecimento mais profundo em línguas, para além da nossa língua materna. Uma prova dessa importância é o facto de ser obrigatório aprender novas línguas na escola. Não só a inglesa, que começamos a aprender desde muito cedo, mas também, e cada vez mais, a francesa, a espanhola e a alemã. Isto claro, no caso português. Os programas de intercâmbio, como o Erasmus, é, para muitos, a primeira experiência fora do país, o primeiro contacto próximo com outra cultura e com outro idioma. Um dos requisitos obrigatórios é o nível B2 de inglês (se o país de destino não tiver como língua oficial o português, no nosso caso), o que significa que a experiência só pode acontecer se o estudante for minimamente fluente. O inglês também é considerado a língua dos negócios, cuja fluência é valorizada e, por vezes, obrigatória em muitas empresas. O seu conhecimento acaba por potenciar um contacto mais direto com pessoas de outros países, fortalecendo as relações internacionais da empresa, para além de que permite a compreensão de documentos e outros materiais que podem não estar traduzidos. Este pode ser o teu trunfo; o fator diferenciador que te vai permitir estar um passo à frente de outros candidatos. No fim, há muito mais a dizer sobre as línguas e sobre o conhecimento das mesmas. Mas respondendo à questão colocada neste artigo: É importante aprender novas línguas? Sim, claro que sim! E se o pudermos fazer enquanto viajamos, melhor! Autor: Gap Year Portugal Outros artigos da Gap Year Potugal: • As viagens desenvolvem soft skills? • Gap year: uma pausa em movimento • Voluntariado vs Volunturismo: dicas e alertas • Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

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Devo planear a minha viagem ao detalhe?

Devo planear a minha viagem ao detalhe?

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Para muitas pessoas, viajar ao sabor do vento é viajar ao sabor do stress. Não saber o que é que se vai fazer no dia seguinte, improvisar a dormida quando necessário e mudar de plano a meio são razões mais do que suficientes para ficarem nervosas. Por outro lado, existem aquelas pessoas que preferem a liberdade e a adrenalina, e abominam a pressão de ter de fazer algo “porque já estava decidido”. Independentemente do tipo de pessoa que és, há uma coisa que deves planear de antemão: o teu seguro de viagens. Devemos planear a nossa viagem ao detalhe? A resposta é “depende”. Depende do tipo de pessoa que és, da tua personalidade, dos teus gostos pessoais, do tempo que tens disponível para viajar e do teu orçamento. Há determinados países e atividades que requerem algum planeamento, caso contrário podes correr o risco de não conseguir visitá-los. Exemplo disso são os vistos que alguns países requerem ou as atrações e os monumentos históricos que pedem marcação com meses de antecedência. Uma mistura entre planear e viajar espontaneamente é o balanço perfeito. Hoje, explicamos-te porquê. Convém fazeres alguma pesquisa Seja qual for o teu tipo de viagem preferido, é aconselhável pesquisares sobre o país de antemão. Procura saber mais sobre a história, as tradições, a gastronomia, a língua e elabora uma lista com os lugares que gostavas de visitar. Atenção: isto não significa que tenhas de cumprir a lista como uma bucket list e de colocar check em todos os lugares por onde já passaste. Queres ter uma noção geral do lugar para onde vais e não te queres arrepender mais tarde quando te deres conta de que havia algo que era mesmo a tua cara, mas que te passou ao lado por falta de pesquisa. Saber pequenas curiosidades do país também te abrirá mais portas. Qualquer local se sente feliz quando um estrangeiro conhece o seu país. A probabilidade de simpatizarem contigo é maior porque terás mais um tema de conversa, em particular um tema que lhes interessa. Antes de partires, também convém dares uma olhadela à rede de transportes e ao serviço de acesso à internet. Em certos países precisas de comprar bilhetes de comboio e de autocarro com alguma antecedência, e noutros locais, a falta de acessos, de estradas ou mesmo a barreira linguística podem dificultar a tua movimentação. Se tiveres internet móvel ou wi-fi, em princípio não há problema porque podes usar o tradutor ou fazer pesquisas na hora. Mas… e se não conseguires? Uma breve pesquisa pode poupar-te tempo e stress em viagem. Os locais dão-te sempre as melhores dicas Acredita. As sugestões dos locais são preciosas. Ninguém conhece um lugar melhor do que quem lá vive. Eles sabem onde, quando e como é que deves ir. Não é nada divertido ficar horas e horas numa fila para um restaurante porque dizem “ser o melhor”, quando, se calhar, há um igualmente bom ou melhor ainda que só é frequentado por locais. E, provavelmente, podes contar com preços mais amigos da carteira e filas mais pequenas. Conhecer um país não é apenas passear pelas suas ruas e saltar de lugar para lugar; é conhecer também o seu povo, observá-los e aprender com eles. Verás que uma viagem planeada com dicas de locais terá mais impacto e será mais autêntica! A liberdade de mudar de planos Uma das razões que leva a que muitos viajantes prefiram partir à descoberta com pouco ou nenhum planeamento é o facto de, assim, poderem alterar os seus planos sem perder tempo e dinheiro. “Ir ao sabor do vento” é das sensações mais libertadoras e poderosas que poderás ter em viagem. Não estás dependente de horários, marcações ou roteiros. Se esta não é a tua praia, melhor ainda! Viajar é também sair da zona de confronto, aceitar desafios e experimentar coisas novas. Em suma, o importante é ires! Seja qual for o teu tipo de personalidade e o teu tipo de viagem, não te esqueças de que deves sempre fazer alguma pesquisa (e que pesquisar não é o mesmo do que planear) e que não deves ter medo de mudar o rumo da tua viagem à última da hora. Os imprevistos fazem parte da viagem! Se deixares margem para eles, irás tirar mais proveito da tua aventura. Outros artigos interessantes: • Como poupar dinheiro para viajar • 4 dicas para poupar dinheiro em viagem • Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer • Viajar sozinho, isso é para mim? Autor: Gap Year Portugal

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Como poupar dinheiro para viajar

Como poupar dinheiro para viajar

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A ideia de que só viaja quem é rico está, felizmente, a ser ultrapassada, contudo ainda existe quem acredite neste mito. Para ajudar, a Iati reuniu algumas dicas que realmente funcionam para que possas poupar dinheiro para a tua próxima aventura. No teu plano de viagem, nunca te esqueças de incluir o seguro de viagem, de forma a evitar gastar dinheiro desnecessário com atrasos, perdas de mala ou hospitais, por exemplo. Truques para poupar dinheiro para viajar Entender os gastos O primeiro passo é, sem dúvida, entender onde gastas a maior parte do teu dinheiro para poder entender se é fundamental ou se se pode reduzir. Para além disso, está provado que tomar nota dos gastos te faz mais consciente da forma como geres as tuas finanças. Comprar menos Isto inclui roupa, objetos, telemóveis ou outros qualquer bem que não seja realmente necessário. Evita lojas em saldo, shoppings e lugares onde normalmente perdes a cabeça, para além de estares a ajudar a tua carteira não contribuir para a indústria consumista tendenciosa em que vivemos. Para além disso, um dos truques é fazer uso da economia circular, ou seja, compra em segunda mão, empresta ou troca com alguém o que precisas, muitas vezes o que um não quer é o que outro está desesperadamente à procura. Reduzir gastos desnecessários Aquele pequeno almoço diário no teu café preferido, a tua ida sagrada ao cabeleireiro ou ginásio ou outro pequeno luxo que tenhas: pode ser reduzido ou adaptado? Não tens de deixar de sair ou comer, mas podes, por exemplo, convidar o pessoal para ir lá a casa, preparar o pequeno-almoço e o almoço para levar para o trabalho, trazer sempre fruta na mochila, etc. Cozinhar mais Relacionado com o anterior, se estás a poupar para uma grande aventura, dedica-te mais à cozinha, vai ser divertido e surpreendente de certeza! Podes poupar dinheiro nas jantaradas com amigos se os convidares para irem lá a casa e cada um traz um prato, evitas gastar o dinheiro do almoço se cozinhares a mais ao jantar e podes sempre preparar o pequeno almoço na noite anterior. Partilhar casa Para aqueles que têm esta opção, podem pensar em partilhar casa em vez de viver sozinho, ou alugar o quarto extra durante uns tempos. Hoje em dia existem inúmeras aplicações que te permitem rentabilizar a tua divisão extra. Mudar o pacote de telemóvel Tempos extremos exigem medidas extremas, certo? E se conseguires ser mais contido com as redes sociais e aproveitar para pôr aquele livro em dia, vais conseguir um pacote de telemóvel mais económico. Tudo conta! Vender o que não se usa Desde aparelhos a roupa, passando por calçado e decoração, pensa em tudo que tens na arrecadação há tanto tempo que já podia dar para um almoço no Camboja. Truque: para o armário da roupa, experimenta pendurar as cruzetas com o gancho de lá para cá, daqui a um mês vais perceber quais são as que nem sequer utilizaste. Usar transportes públicos Se normalmente utilizas o carro, experimenta outras alternativas: transportes públicos, sistema de partilha de boleia ou mesmo caminha para onde possível. No final do mês vais sentir a diferença e se deixaste o ginásio, ir de bicicleta pode ser um bom substituto. Já não há desculpas, podes começar a poupar para a tua próxima viagem já hoje e, se realmente viajar é o que gostes, podes adoptar estes hábitos sempre, vais ficar surpreendido com o resultado. Autora: Flearound Mais artigos com dicas para viajar: • 7 mitos sobre viagens para esquecer de uma vez por todas • 15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo • O turismo e os animais: atrações a evitar • Truques para diminuir a tua pegada ecológica durante as viagens • Como planear uma viagem longa de forma independente

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Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

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As boleias são um dos meios de transporte prediletos dos viajantes de hoje em dia; seja pela adrenalina e pelo sentimento de aventura, pelo facto de se poupar dinheiro ou pela vontade de estar o mais próximo dos locais possível. Há inúmeras razões que levam os viajantes a trocar os meios de transporte convencionais pelas boleias, de tal forma que, cada vez mais, se tornou numa prática comum. Mas isto não é uma coisa de agora. Nos anos 70, era muito usual andar à boleia pela Europa. Há quem diga que estava ligado ao estilo de vida hippie e livre, outros justificam como “a forma mais barata e fácil de viajar na altura”. Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer O que é certo é que, com o passar dos anos, possivelmente por todo o medo criado em redor das boleias e pelo decréscimo dos preços das passagens aéreas, esta prática foi decrescendo, até recentemente. Esticar o dedo voltou a voltou à conversa, especialmente quando se tratam de viagens com pouco dinheiro. Se te queres aventurar à boleia pelo mundo, há algumas coisas a ter em conta. Segurança primeiro! Antes de tudo, convém teres um seguro de viagem internacional à tua medida que te deixe tranquilo/a quanto a determinados imprevistos. Durante a viagem, uma das coisas mais importantes é seguires os teus instintos. Se te sentires desconfortável, se o condutor não te inspirar confiança, sai do carro. Não tenhas medo de dizer que não ou de inventar uma desculpa. A probabilidade de voltares a ver aquela pessoa é muito baixa, senão nula. O teu bem-estar e segurança estão em primeiro lugar! Sê fiel a ti próprio/a, às tuas regras e aos teus instintos. O verdadeiro kit Tu não és a única pessoa que tem de se sentir confortável e confiante; o condutor também precisa de estar na mesma página. Procura não ter nada que te tape a cara como óculos de sol ou chapéu, e evita ter um ar desgrenhado (embora em viagem nem sempre seja fácil!). Manter o contacto visual é crucial. Não é obrigatório ter um cartaz com o nome da cidade, mas ajuda a estabelecer confiança e acaba por fazer uma espécie de triagem aos condutos, já que aqueles que pararem, em princípio, vão na mesma direção que tu. Escolhe o lugar certo O lugar adequado poupa-te tempo e dá-te mais segurança. Quando estás numa cidade desconhecida, por vezes pode ser complicado. Daí a criação, em 2006, do site hitchwiki, com o objetivo de ajudar todos aqueles que querem andar à boleia pelo mundo. Aqui poderás encontrar dicas de outros viajantes, em diversas línguas, sobre inúmeros países. A escolha do lugar certo, às vezes, pode ser relativa. Por norma, as saídas das cidades, fora dos centros urbanos, são uma escolha segura, tal como as bombas de gasolina ou as paragens de autocarros. Se decidires pedir boleia na estrada, tenta encontrar um lugar com bastante visibilidade e espaço para que o condutor possa parar em segurança. Em caso de dúvida, o melhor é procurares as rotas mais habituais e teres sempre um mapa contigo, físico ou utilizando uma app. Está preparado/a para esperar Se só agora é que vais experimentar andar à boleia, é natural que tenhas de esperar algum tempo. Tens de te habituar ao ritmo, apanhar os truques e sentires-te confortável. Mas acredita que com o tempo, vais ganhar prática! O importante é teres paciência. Leva um livro contigo, uma boa playlist ou um caderno para escreveres as tuas aventuras. Atenção às horas e à meteorologia Não é novidade nenhuma que é mais fácil e mais seguro pedir boleia durante o dia. Está atento/a às horas e evita esticar o dedo às escuras. Verifica a meteorologia para o dia seguinte; não sejas surpreendido/a por chuva repentina ou por um frio de rachar. Com um pouco de sorte, pode ser que os condutores tenham compaixão e te dêem boleia com rapidez. Mas não contes muito com o isso! O melhor é esperares até ao dia seguinte e ver se o tempo melhora. Mantém a vibe positiva Boa disposição gera boa disposição. O mesmo aplica-se à generosidade e simpatia. A atitude positiva vai conseguir-te mais boleias! Sentes-te pronto/a para te lançares numa aventura à boleia? Autor:

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APPs fundamentais para viajar

APPs fundamentais para viajar

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Num mundo cada vez mais tecnológico, acabamos muitas vezes por estar dependentes do nosso telemóvel, quer sejam as redes sociais, o e-mail, a música… no fundo, tudo o que nos permita fugir da realidade e acabamos por viver as experiências através de um telemóvel! Aqui na IATI quando viajamos adoramos sentir-nos uns verdadeiros exploradores! Imaginamo-nos com um grande panamá, de colete e sandálias, rodeados de mapas, canetas, bússola e até uma calculadora…mas temos que admitir que o telefone ajuda e muito, substituindo todo este vasto leque de equipamentos. Faz a mala, não te esqueças do panamá nem do seguro de saúde internacional, e vem connosco descobrir o mundo com a ajuda das melhores aplicações de telemóvel! Aplicações fundamentais para viajar Existem tantas mas tantas aplicações que fazem o canivete do Macgyver chorar de vergonha. E por esse motivo decidimos mostra-te algumas, que temos a certeza que te ajudarão muito durante as próximas viagens! Maps.me Uma aplicação que permite descarregar mapas de regiões, países ou cidades de forma gratuita. A principal vantagem desta aplicação é que uma vez que o mapa da respetiva cidade esteja descarregado poderás utilizá-lo, mesmo em modo offline. Portanto podes deslocar-te para qualquer ponto facilmente, quer seja de carro ou a pé, sem teres de comprar pacotes de dados, sem recorreres a mapas de papel ou teres que pedir indicações num idioma que pode ser totalmente desconhecido. Já testámos em vários países e a experiência foi muito positiva. É adaptável a Android e iOS. XE Currency Esta aplicação faz o câmbio instantâneo entre todas as moedas do mundo. É muito, muito simples de usar e faz com que poupes imenso tempo a fazer contas ou palpites de quanto irá realmente custar um bilhete de autocarro, o almoço ou até mesmo um souvenir. Basta selecionares o País em que estás, a Moeda para a qual queres converter e o valor da moeda estrangeira…rapidamente ficarás a saber qual é o valor em Euros, por exemplo! Funciona também offline, nesse caso a taxa de cambio será referente à última conexão à internet. É uma das aplicações que provavelmente mais vezes vais usar e que te poupará muitas dores de cabeça a fazer contas, assim como um ou outro desgosto de algum vendedor mais astuto… SplitWise Se vais viajar em grupo e queres registar todas as despesas e dividir as contas por todos, o SplitWise é uma ótima ajuda. A título de exemplo, se pagares um almoço de 20€, colocas na aplicação e indicas que a conta é a dividir por todos os membros do grupo, mais tarde passas na farmácia abres a aplicação e indicas que o valor de 5€ é totalmente pago por ti. No final do dia quando entrares na App e vires o que cada um pagou, saberás perfeitamente quanto é que cada um deve e a quem! Assim a qualquer momento podes saber se estás a dever dinheiro a um amigo e/ou no final da viagem saber exatamente quanto dinheiro gastaste. Rome2rio O Rome2rio é uma página de pesquisa de “multitransportes” para ires de ponto A a B. Imagina por exemplo que estás em Bogotá e queres viajar até Salento. Neste caso o Rome2rio apresenta 8 hipóteses diferentes! De autocarro, entre 16€ a 36€; de táxi e autocarro, de 69€ a 90€; de táxi de 100€ a 130€; Voo para Arménia + Autocarro aproximadamente 200€…etc. Não só te são apresentadas várias opções que combinam diferentes transportes, como também é dada uma estimativa de custo e duração da viagem. Depois de planearmos algumas viagens com esta ajuda, confiamos quer nas sugestões de percurso quer de custo…as durações das viagens é que costumam oscilar um pouco mais, porque dependem deste a meteorologia local ao estado de alguma estrada ou acidente… Estas são apenas algumas das aplicações que te recomendamos! Para além destas, cada um tem as suas aplicações favoritas de companhias aéreas, alojamento, etc, mas essas deixamos ao teu critério! A verdade é uma, temos que nos render e assumir que o telemóvel fez esquecer os mapas, canetas, calculadora e todos os acessórios que rapidamente enchiam a mochila. Com as aplicações poupas tempo e dinheiro…mas também poderás perder algumas aventuras ao perguntares indicações aos locais! Nada como procurar um ponto de equilíbrio. Agora que já sabes quais as aplicações que não deves deixar de ter no teu telemóvel, que tal ler mais alguns artigos que te ajudarão a preparar uma viagem sem problemas? Aqui ficam algumas sugestões: • Como contratar um Seguro de Viagens? • 15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo • Como planear uma viagem longa de forma independente • Dicas e precauções para tuas viagens • Como viajar de forma mais sustentável Autor: João Oliveira – Anda Comigo.

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Formas de arrasar no couchsurfing

Formas de arrasar no couchsurfing

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O couchsurfing é considerado uma das melhores formas de viajar de forma gratuita e de mergulhar na cultura local, segundo viajantes. Esta plataforma surgiu em 2003 e, hoje, conta com mais de 14 milhões de usuários, em 180 países. Antes de aprenderes a arrasar no couchsurfing, não te esqueças de arrasar na tua segurança e contrata um seguro de viagens online com a IATI Seguros que tem opções que se adaptam a todas as tuas viagens. Mas afinal, o que é o couchsurfing? Traduzindo à letra, o couchsurfing é “surfar em sofás”. Claro está que esta tradução não se aproxima nem um pouco à definição real, tirando a parte do sofá. De uma forma muito sucinta, o couchsurfing é uma plataforma online que te permite dormir num sofá de um desconhecido, de forma gratuita. Há pessoas que têm um sofá livre ou até mesmo um quarto e não se importam de receber viajantes durante alguns dias. Mas mais do que uma plataforma, é uma comunidade que une viajantes de vários países. É preciso ter mente aberta, espírito de aventura, adaptação ao estilo de vida do anfitrião, mas, acima de tudo, estar disposto a partilhar momentos e histórias. Para quem lê sobre couchsurfing pela primeira vez, pode parecer uma prática um pouco estranha. “Um desconhecido que dá casa a outro desconhecido, de forma gratuita, apenas a troco de ficar a conhecer o outro?”. É isso mesmo! Como é que funciona? O primeiro passo é fazer o registo no website do couchsurfing. Aqui podes ser anfitrião, ou seja, recebes pessoas em tua casa, ou hóspede que procura um lugar para pernoitar. Há quem seja os dois! Há ainda uma terceira opção que te permite encontrar viajantes nas cidades onde estás. De uma forma ou outra, tens de elaborar um perfil. Tu já sabes que és fixe; está na altura de mostrar aos outros porquê. – Investe tempo a elaborar o teu perfil Um bom perfil é meio caminho andado para conseguir um anfitrião. Tens de preencher várias secções (não precisas de preencher todas se não quiseres!), entre elas uma acerca de ti, outra sobre a razão pela qual estás no couchsurfing, outra com interesses ou ainda uma na qual deves explicar aquilo que podes partilhar com os teus anfitriões. – As fotografias são mais importantes do que parecem O teu perfil não está completo enquanto não colocares pelo menos uma fotografia. No entanto, quantas mais fotografias, melhor. Dá prioridade a fotografias tuas com amigos e/ou durante viagens; mostra que tens vida social, que és real e que acaba por corroborar as informações que colocas sobre ti, especialmente a tua idade. – Referências, referências e mais referências A maior parte das pessoas não escolhe a outra se não tiver referências. Por referências, entenda-se opiniões de outros relativamente a ti e à tua casa, (esta última se fores anfitrião). É crucial que sejam detalhadas e precisas para que se constituam o mais confiável possível. No início é difícil obter referências, o que faz com que seja complicado conseguir hóspedes ou viajantes. Podes pedir a amigos teus que te escrevam referências pessoais ou que se façam passar por anfitriões ou hóspedes. Outra opção é ser verificado pela plataforma, por 52€. Por esse valor, tens direito a mensagens ilimitadas, apoio 24/7 e ficas com um perfil mais fiável. Não é obrigatório, mas ajuda! – Mensagens e viagens públicas No momento da escolha do anfitrião, não te esqueças de ler bem o seu perfil. Isto previne que te depares com alguém que não é a tua onda. Para além disso, se no teu pedido de alojamento mostrares que leste o perfil, ganhas mais pontos. É importante que a mensagem seja honesta e personalizada. Envia mensagem para mais do que um anfitrião. No couchsurfing é assim: ao enviares múltiplas mensagens, aumentas a tua chance. No momento de decidir, ninguém vai ficar chateado por receber um “desculpa, mas já encontrei um anfitrião”. Mesmo que não fiques em casa dessa pessoa, se estiveres interesse em conhecê-la, podes marcar um meet up ou mesmo dividir a tua estadia por mais do que um anfitrião. Por semana, se não fores membro verificado, só podes enviar 10 pedidos. Para contornar a situação, existem as chamadas “viagens públicas” que são pedidos abertos. No fundo, crias um texto apelativo que vai estar disponível para qualquer pessoa da cidade em questão. O importante é o que te motiva a fazer couchsurfing seja a partilhar de experiências e de culturas e não o facto de ser grátis. O couchsurfing é mais do que uma simples plataforma de alojamento; é um estilo de vida, um modo de viajar, uma comunidade. Leva contigo alguns souvenirs, convida o teu anfitrião para uma bebida ou cozinha um jantar à boa moda portuguesa como agradecimento. Lembra-te ainda de que vais ficar em casa de outra pessoa e que é importante cumprir as suas regras e hábitos. Autor: Gap Year Portugal

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Como contratar um Seguro de Viagem?

Como contratar um Seguro de Viagem?

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Depois do destino escolhido, o voo marcado e o hotel reservado, o seguro de viagem é o próximo passo! A maioria das pessoas pensa que contratar um seguro de viagem apenas compensa no caso das viagens longas e para fora da Europa, contudo, vamos mostrar-te que o seguro é importante, independentemente do destino que tenhas planeado. A Iati Seguros dá-te a conhecer as principais vantagens para contratares um seguro de viagens de qualidade. Porquê um seguro de viagem? Os imprevistos acontecem e não é bom imaginar que uma intoxicação alimentar, uma crise de asma ou um pé partido, podem comprometer toda a viagem que tanto tempo desejaste. Ter um seguro de viagem não vai evitar que estes acidentes aconteçam, mas no caso de acontecerem é sempre bom sentirmos que não estamos desamparados e que temos uma equipa a tentar ajudar em tudo o que for necessário. Se pensares que consegues fazer um seguro de viagem desde 4 EUR por dia, chegarás rapidamente à conclusão que o valor do teu seguro de viagem não vai afetar muito o teu orçamento. Por exemplo, numa viagem aos Estados Unidos da América uma simples consulta médica poderá custar mais de 500 USD, caso não sejas detentor de um seguro. Se perderes o avião ou que tenhas mesmo a necessidade de cancelamento de um voo, todos estes fatores fazem com que um seguro de viagem não seja assim tão caro. O que deve cobrir um seguro de viagem? • No caso das habituais despesas de saúde e com custos hospitalares, tens que ter atenção à franquia que te podem exigir por cada evento que recorres da seguradora porque há seguradoras que cobram mais de 50 EUR que não são reembolsáveis! Na Iati Seguros de Viagem não precisas de te preocupar com este ponto, pois não cobram franquia em nenhum caso. • É muito importante que cubra Invalidez total e parcial, como por exemplo, ficar cego ou surdo de um dos ouvidos. • Para além do atraso ou perda de voos, a probabilidade de roubos e danos de bagagem é cada vez mais frequente nos dias que correm e deverá ser também assegurada total ou parcialmente pela seguradora sem que tenhas de pagar algum tipo de franquia. Neste campo convém também deixar claro se o material informático e fotográfico estará incluído. • O repatriamento é outro fator a ter em conta, não só o da pessoa assegurada mas também de um acompanhante, quer seja no regresso a casa ou caso haja necessidade de enviar um familiar para acompanhar a pessoa doente no pais onde se encontra. • Os adiantamentos são outra prática corrente em seguros de viagem, certifica-te que não necessitarás de adiantar um único euro. Quando deve ser feito um seguro de viagem? Deves considerar fazer o teu seguro antes de iniciares a viagem. Desta forma, garantes que tudo está segurado a partir do momento em que sais para apanhar o avião. Poderás fazer o contrato logo após a compra do voo ou nas vésperas da partida. Que Seguro de viagem devo escolher? Existem várias possibilidades de escolha na hora de fazeres o teu seguro mas terás que optar por aquele que te oferece mais e melhores garantias dentro do teu plano de viagem. Por exemplo, se precisas de segurar o teu material fotográfico, se queres cobrir os cancelamentos dos voos e se queres estar protegido no caso de atraso ou perda de voo de ligação, a seguradora até te pode enviar algum dinheiro para que possas resolver alguns destes problemas na hora. Outra questão que deverás considerar, é o idioma em que a seguradora trabalha. Opta por uma em que o seu idioma seja a tua língua materna, pois em situações de emergência vai-te ser bastante útil. Como posso accionar o meu seguro de viagem? Podes accionar o teu seguro durante a viagem ou até mesmo depois da viagem terminar. Para isso, terás de entrar em contacto com a entidade e fornecer o teu número de apólice para que estes te possam identificar mais corretamente. É recomendável que guardes todos os documentos oficiais relativos ao acontecimento\acidente no caso de necessitares novamente deles no futuro. Agora que a Iati Seguros te apresentou os verdadeiros motivos pelo quais deves ter SEMPRE um seguro de viagem, só terás mesmo que desfrutar da tua viagem e deixar de parte as preocupações.

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4 dicas para poupar dinheiro em viagem

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A história do “é preciso ser rico para se viajar” já é antiga. Viajar é uma atividade que, inevitavelmente, continua ligada à ideia de grande disponibilidade financeira, mas a verdade é que depende da perspectiva. Sim, é preciso dinheiro para viajar. Mas não, não é preciso tanto dinheiro como as pessoas pensam. Continua a ler e descobre as 4 dicas para poupar dinheiro em viagem. O pré-viagem obriga-nos a gastar algum dinheiro em coisas indispensáveis, como o transporte (voos, autocarro, comboio), a consulta do viajante ou o seguro, por exemplo. Para o último, já sabes que podes contar com a IATI seguros! Dicas para poupar dinheiro em viagem Em viagem, existem 3 grandes custos: o transporte, o alojamento e a alimentação. Não há como fugir deles, mas há formas de reduzir estas despesas imprescindíveis e é por esse motivo que hoje te apresentamos 4 dicas para poupar dinheiro em viagem: Em vez de andares sempre de comboio ou de autocarro … considera outras formas de transporte! Utilizar transportes públicos para nos movermos dentro e fora das cidades já é uma forma de poupar dinheiro. Isto, se considerarmos outras opções como táxi, Uber ou mesmo avião. No entanto, se quiseres poupar ainda mais, podes, literalmente, dar corda aos teus sapatos: anda a pé! Não há melhor forma de ficar a conhecer uma vila ou cidade. A bicicleta também pode ser a tua melhor amiga nestas situações. Não gastas dinheiro nenhum (se levares a tua própria bicicleta), e é sustentável! Para além disso, hoje em dia, a maior parte das cidades tem bicicletas de aluguer por um preço bem simpático. Outro movimento que, cada vez mais, é comum por todo o mundo é o carpooling. Basicamente consiste na partilha de um veículo. O objetivo é reunir várias pessoas que vão para o mesmo destino e que dividem as despesas com o condutor. É mais rápido do que andar de transportes públicos e costuma ser mais barato. Se estás disposto a experimentar algo mais radical, a custo zero, podes lançar-te à estrada à boleia! Backpacker que é backpacker procura alojamento barato Os backpackers (ou mochileiros, em português) estão a tomar conta do turismo por todo o mundo. Uma prova disso é o facto de a IATI ter um seguro exclusivo para mochileiros, e outra é a quantidade de hostels por cidade. Em determinados países é possível encontrar uma cama, num dormitório partilhado, por 3€! No entanto, é importante ressalvar que o preço por noite depende muito dos países ou das cidades em questão. O preço médio ronda os 10/15€ e muitos incluem pequeno-almoço. Trabalhar a troco de alimentação e estadia é uma ótima forma de poupar. Lê o artigo 5 razões para fazer work exchange e fica a par desta forma de viagem. Outra forma de poupar na estadia que tem vindo a crescer é o house sitting ou pet sitting. Chamemos-lhe uma espécie de babysitting para casas e animais de estimação. A casa ou o animal ficam ao cuidado de sitters que têm como função cuidar deles enquanto o dono estiver ausente. Em troca, os sitters têm a possibilidade de ter alojamento gratuito durante esse tempo. Se procuras opções a custo zero, existe o couchsurfing: uma plataforma que une pessoas que procuram alojamento e anfitriões que cedem o seu sofá aos mesmos. Mais do que isso, é uma comunidade de pessoas que junta viajantes com o intuito não só de obter alojamento grátis, mas também partilhar as suas histórias e experiências. Muitos viajantes consideram o couchsurfing como uma das melhores formas de conhecer pessoas e imergir na cultura local. Diz adeus aos restaurantes e olá aos supermercados Não é novidade que é muito mais barato comprar comida nos supermercados do que ir a um restaurante. Grande parte dos hostels dispõe de uma cozinha equipada para os seus hóspedes. O mesmo se aplica ao couchsurfing. Além de que há muitos supermercados com refeições prontas ou self-service com comidas frias, como saladas ou massas. Ficarias espanto com a quantidade de coisas grátis que há para fazer As atrações ainda ocupam uma fatia bastante grande no bolo dos custos. No entanto, em todas as cidades há coisas grátis para fazer. Desde deambular pela cidade sozinho ou com free walking tours, a concertos, noites de cinema ao ar livre ou exposições. O importante é fazer uma boa pesquisa antes de visitar o lugar porque, por vezes, há dias específicos para as atividades, especialmente as visitas a museus. Como podes ver, opções não faltam. Ainda achas que viajar é para ricos? Autor: Gap Year Portugal

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