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Seguro de viagem para Espanha

Seguro de viagem para Espanha

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Qual é o melhor seguro de viagem para Espanha? A ponderar visitar os nuestros hermanos? Viajar para Espanha agora no Verão é uma ótima escapadinha, depois de tanto tempo de confinamento. A proximidade com Portugal, os preços, as famosas tapas, as atrações turísticas fazem do nosso país vizinho um dos melhores planos para este verão. Neste artigo, vamos contar-te como está a situação pandémica em Espanha e, atualmente, quais as medidas tomadas e quais os sítios que não podes perder nas próximas férias. Vamos viajar? Por quê fazer um seguro de viagem para Espanha? Consideramos que uma viagem com garantias de segurança é a única viagem que podes fazer com toda a tranquilidade. Quer a tua viagem para Espanha seja para aventura ou simplesmente para relaxar, queremos garantir a tua máxima segurança, para que, na eventualidade de acontecer alguma coisa, a tua viagem não saia prejudicada. Desta maneira, criámos um seguro especialmente para viagens mais curtas, mas pensado para as circunstâncias atuais. O IATI Escapadinhas é o aliado perfeito para a tua viagem a Espanha. Um seguro que te garante uma viagem tranquila. Ao contratares este seguro tens direito a: • Assistência Médica de 50 000€; • Abrange cicloturistas, com cobertura por roubo da própria bicicleta; • Seguro de viagem de relaxamento, com teleconsulta médica, para que não tenhas de sair do hotel para ires ao médico; • Cobertura de autocaravanas, campers e campistas, cobrindo roubo dentro de qualquer veículo, um veículo de substituição e até mesmo um condutor profissional, se necessário. Também tens a opção de adicionar cobertura de cancelamento, caso não possas viajar por algum dos motivos descritos na apólice. Portanto, se já tens a certeza de que vais para Espanha, acho que já não tens dúvidas de que ter um seguro de viagem é fundamental para aproveitares a 100% sem pensar em problemas Quanto me vai custar um seguro de viagem para Espanha? Agora que sabes que o IATI Escapadinhas é o melhor escolha para a tua viagem a Espanha, cobrindo todas as situações que podes enfrentar, podes-te perguntar agora, então e quanto isso me vai custar? Mais um ponto que faz o IATI Escapadinhas a escolha certa é a sua relação qualidade/preço. Com tudo aquilo que cobre, temos a certeza de que vais ficar espantado. Este seguro para destinos na Europa, como é o caso de Espanha, custa o preço de um café ao dia e assim garantes a tua máxima segurança. O que não posso perder na minha viagem a Espanha? Agora que já sabes o que é necessário para viajares para Espanha, queremos mostrar-te aquilo que não podes mesmo perder! Madrid A grande capital de Espanha. Uma ótima escolha, com um dos aeroportos mais bonitos do mundo. Se o teu destino é Madrid, vais-te encantar com os parques e palácios, os museus e as “calles” maravilhosas, cheias de história. Pela noite podes desfrutar de uma experiência gastronómica com a diversa oferta de restaurantes e bares de tapas. Não podes perder o Parque de El Retiro, o oasis verde no coração da cidade, a Plaza Mayor e a Plaza de La Puerta del Sol. Não te esqueças de dar um pulinho ao Mercado de São Miguel para desfrutares da culinária espanhola. Sevilha Sevilha é umas cidades com mais história do mundo. É uma das cidades mais bonitas e vibrantes do Sul de Espanha. Se vais à capital da Andaluzia tens mesmo de visitar a Plaza de España, uma das atrações mais populares da cidade. Visita também a Catedral, experimenta o Flamenco, a dança tradicional e visita também o bairro Triana, um dos bairros ciganos mais antigos de Sevilha. Se planeias a tua viagem para a altura da Páscoa, não deixes de participar na Semana Santa, a principal festa de Sevilha. Para além de religiosa, faz parte da cultura, sendo considerada uma forma de arte. Queres saber mais sobre Sevilha? Clica aqui. Barcelona Barcelona tem muita coisa para ver. É arte, é cultura, gastronomia e muita história. La Rambla, despensa apresentações, a avenida mais movimentada, cheia de estabelecimentos para os turistas verem. Não podes perder a Basílica da Sagrada Família, o Parc Güell , que tem uma vista espetacular. A Barceloneta é o sítio certo para dar um mergulho no Mediterrâneo. A primavera e verão (abril a setembro) oferecem o melhor de Barcelona. Mas atenção que o Verão é muito quente. Para apreciares a cidade de outro ponto de vista, não te esqueças de visitar pelo menos um miradouro. Se a tua intenção for visitar o sul de Espanha, escrevemos um artigo sobre 5 locais para visitares, consulta-o aqui. Se te queres aventurar no surf, o artigo “As melhores praias para surfar em Espanha” é obrigatório. Preparado para a aventura? Não te esqueças do teu seguro de viagem para Espanha. A IATI deseja-te uma boa viagem!

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É seguro viajar para Espanha em 2025?

É seguro viajar para Espanha em 2025?

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Monumentos património da UNESCO, praias mediterrânicas, santuários em montanhas, deliciosas paellas, as ramblas, e um sem fim de praças históricas, entre outros lugares: Espanha é um país cheio de experiências incríveis. E, claro, a proximidade com Portugal, levam Espanha a ser escolha de muitos portugueses para passar férias. Mas será seguro viajar para Espanha em 2025? Neste artigo queremos elucidar-te sobre a situação pandémica atual nas terras vizinhas, sobre a segurança geral do país e também sobre qual o melhor de seguro de viagem para Espanha. Estás a pensar dar um saltinho aos nuestros hermanos estas férias? Então este artigo é para ti! ¡Vamos a viajar juntos! Mas então é seguro viajar para Espanha? Espanha é considerado um país seguro, na generalidade. É considerado o 38º país mais pacífico do mundo (entre 83 países analisados), de acordo com o estudo “Global Peace Index 2020”, promovido anualmente pelo Institute for Econnomics & Peace. E sim, é seguro viajar para Espanha. Porém, mesmo sendo considerado um país seguro, não se deve deixar de adotar as medidas de prevenção e precaução habituais em países europeus. Viajar para Espanha sozinho é seguro? Se planeias fazer esta viagem sozinho ou sozinha podemos-te dizer que é totalmente seguro, claro, sempre tendo em conta algumas medidas de segurança. Não deixes os teus objetos de valor sem vigilância, não andes em lugares mais isolados à noite e não aceites coisas de estranhos. Tenta ser razoável e não criar inimizades. Em Espanha, como em todo o lado, devemos respeitar o território dos outros! Alguns conselhos para viajar por Espanha em segurança Os conselhos que já enumerámos no ponto acima aplicam-se também a uma viagem com companhia. Garantir a nossa segurança é fundamental e se seguires estes conselhos podes desfrutar da tua viagem sem problemas: • Contrata o melhor seguro de viagem para Espanha, o IATI Escapadinhas. Ir protegido por uma apólice é muito recomendado. • É seguro viajar para Espanha, mas também evita usar muitas jóias e não andes com muito dinheiro em mão; • Há muitas pessoas que se oferecem para ler a tua mão ou para entrares num jogo de mesa. Insistem muito e agem, geralmente, em duplas. Enquanto uma te distrai com a sua “leitura” ou “jogo”, outra rouba a tua carteira. Tem atenção e recusa educadamente. • Muitas vezes também há quem realmente faça as leituras de mão mas pedem preços muito elevados por seres turista, se tiveres interesse tem isso em atenção; • Em locais mais movimentados, coloca a tua mala para a tua frente; • Em destinos de praia, não deixes os teus pertences sozinhos na areia; • À noite, evita áreas muito escuras e zonas mais isoladas. Nas áreas mais turísticas podem ocorrer roubos; • Deixa os teus documentos de identidade ou de viagem num lugar seguro (por exemplo, no cofre do hotel). Podes substituí-los por uma fotocópia, que pode ser carimbada no próprio hotel. • Não te esqueças de conduzir com as portas do carro devidamente trancadas e evita deixar bens de valor visíveis quando estacionado. Qual é o melhor seguro de viagem para Espanha Como podemos ver é seguro viajar para Espanha, tendo sempre todos os cuidados relativos à covid-19 e todos os cuidados básicos que devemos ter num país que não o nosso. Como já referimos e como o Ministério de Negócio Estrangeiros afirma é recomendável a contratação de um seguro de viagem para a tua viagem a Espanha. Na IATI criámos um seguro especialmente para viagens mais curtas, mas pensado para as circunstâncias atuais. O IATI Escapadinhasé o aliado perfeito para a tua viagem a Espanha. Ao contratares este seguro tens direito a: • Melhores coberturas médicas; • Abrange cicloturistas, com cobertura por roubo da própria bicicleta; • Seguro de viagem de relaxamento, com teleconsulta médica, para que não tenhas de sair do hotel para ires ao médico; • Cobertura de autocaravanas, campers e campistas, cobrindo roubo dentro de qualquer veículo, um veículo de substituição e até mesmo um condutor profissional, se necessário. Também tens a opção de adicionarcobertura de cancelamento, caso não possas viajar por algum dos motivos descritos na apólice. Queres saber mais sobre o melhor seguro de viagem para Espanha? Consulta este artigo. Qual é o teu destino preferido para visitar em Espanha? Conta-nos tudo! Nota: É importante realçar, mais uma vez, que os documentos e requisitos para viajar para Espanha alteram-se constantemente devido à recente pandemia. Na IATI, estamos a trabalhar para que os nossos artigos estejam atualizados e ajustados à realidade. No entanto, deverás sempre verificar estas informações com as fontes oficiais do país, companhia aérea e demais agências de turismo envolvidas na tua viagem.

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As 7 melhores praias fluviais do Centro de Portugal

As 7 melhores praias fluviais do Centro de Portugal

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Portugal é conhecido pelas suas belíssimas praias ao longo da costa, no entanto, no seu interior, está repleto de praias fluviais rodeadas de natureza e ar puro. Por isso, o objetivo deste é artigo é dar-lhe a conhecer as 7 melhores praias fluviais da zona Centro de Portugal. Estes pequenos paraísos, muitas das vezes desconhecidos até mesmo pelos próprios residentes do país, são a opção ideal para quem quer evitar aglomerados de pessoas e o “típico trânsito” até ao local. Por outras palavras, se procura tranquilidade, ar fresco e paisagens naturais únicas com águas cristalinas, está no sítio certo! Assim, a IATI Seguros vai revelara-lhe as melhores praias fluviais que tem de visitar na região Centro na época de verão. Praia fluvial de Poço da Corga A praia fluvial de Poço da Corga é o local ideal para quem procura tranquilidade e contacto com a natureza. Situada a 10 minutos de Castanheira de Perâ, este maravilhoso local é contemplado pela paisagem verde da Serra da Lousã. Contudo, são as águas correntes, limpas e cristalinas e o verde que a rodeia, que torna esta praia tão especial. De facto, o Poço da Corga reune todas as condições necessárias para passar um ótima dia em família ou com amigos. Melhor dizendo, esta praia oferece não só ótimas condições sanitárias, como também tem acesso pedonal e uma rampa para pessoas com mobilidade reduzida. É segura e vigiada por um nadador-salvador. Para além disso, ainda conta com um parque de merendas, um restaurante e uma zona verde de relva, onde pode também usufruir de um belo piquenique. Deste modo, para chegar até lá, basta colocar a localização presente neste mapa. Além disso, se tiver interesse em saber mais sobre esta maravilhosa praia, pode aceder a página da Câmara Municipal de Castanheira de Pêra. Praia fluvial da Senhora da Piedade A praia fluvial da Senhora da Piedade, uma das melhores praias fluviais da zona Centro, localiza-se na ribeira de S.João, no meio da Serra da Lousã. Pertence ao conjunto de praias que fazem parte das famosas Aldeias de Xisto. Uma vez que tudo em seu redor é feito de xisto, esta praia fluvial destaca-se pela sua beleza natural. Além do mais, esta praia ainda traz uma surpresa! Um agradável baloiço de madeira escondido por entre a natureza. Dedicado tanto para adultos como para crianças, esta atração pode ser difícil de alcançar, uma vez que existem apenas dois caminhos possíveis: um pelas pedras e o outro pela água. Contudo, nos dias de muito calor e principalmente ao fim de semana, convém ir cedo para conseguir arranjar uma sombra, pois por vezes, ao chegar muito tarde, pode não ter mais opção de escolha. A praia reúne todas as condições sanitárias e dispões de balneários com chuveiro e casas de banho, bem como acesso a pessoas com mobilidade reduzida. Para além disso, tem um bar com esplanada. Concluindo, esta belíssima praia fluvial é segura e vigiada por um nadador-salvador. Tem Bandeira Azul e é classificada como Praia Acessível. Deste modo, para chegar até lá, basta colocar a localização presente neste mapa. Praia fluvial da Louçainha Esta belíssima praia localiza-se no concelho de Penela, no meio da serra do Espinhal. No entanto, a praia da Louçainha é das mais conhecidas da região, e nos meses de verão costuma ficar bastante lotada. Aqui pode encontrar um restaurante panorâmico e um parque de merendas para fazer as suas refeições. Este refúgio fluvial, é dotado de uma piscina natural, uma paisagem deslumbrante e ótimas condições ambientais. Os acessos a esta praia são bastante fáceis, uma vez que possui acesso a pessoas com mobilidade reduzida e estacionamento gratuito. Esta praia possui também uma zona de saltos para os adultos e uma zona acessível para as crianças, onde estas conseguem brincar em segurança. Mas não esteja preocupado com a zona de saltos, pois esta praia possui vigilância por nadadores-salvadores. Para além de reunir boas condições sanitárias, com Wc e Balneários com chuveiro, este local maravilhoso, é classificado como Praia Acessível, atribuindo-lhe assim a Bandeira Azul. Deste modo, para chegar até lá, basta colocar a localização presente neste mapa. Praia fluvial de Foz D’Égua Localizada na serra do Açor, perto da Aldeia de Piódão, esta praia é banhada pelas ribeira de Piódão e Chãs D’Égua, formando uma piscina natural. Está também inserida nas Aldeias de Xisto. A praia fluvial de Foz d’Égua é conhecida pelas águas límpidas e frescas e foi graças à construção do açude, que foi possível criar a praia. Tem um bar, WC, um parque de merendas para fazer piqueniques com a sua família e amigos, e todas as condições de segurança. Se quiser aproveitar para fazer percursos pedestres está é a praia certa, conheça aRota das Aldeias Históricas. No entanto, os acessos pedonais não são fáceis, uma vez que a aldeia é um ponto turístico relevante no país. Outro conselho importante é que quem tem crianças pequenas, deve ter cuidado pois as águas são bastante profundas. É importante referir também que esta praia só está apta para a época balnear no final de Junho. Deste modo, para chegar até lá, basta colocar a localização presente neste mapa. Praia fluvial das Fragas de São Simão A Praia Fluvial das Fragas de São Simão situa-se no concelho de Figueiró dos Vinhos, perto da aldeia de Casal de São Simão. É o melhor local para se contemplar tudo o que a natureza tem para oferecer, a água é cristalina e a cor verde envolvente que nela predomina, faz esta praia uma das 7 melhores praias fluviais do Centro de Portugal. As cascatas deste praia fluvial tornam-na muito especial e o espaço ao seu redor está muito bem preservado. Tem nadador-salvador e um bar com WC. No entanto, para aceder a este local tem apenas duas maneiras possíveis: através do miradouro ou pela aldeia de São Simão. Para descer a encosta pode fazê-los pelos passadiços de madeira (através do miradouro) e aproveitar para usufriar da sua vista única e de natureza quase intacta. Para quem tem interesse em visitar esta praia, é aconselhável ir cedo, uma vez que é uma paragem obrigatório para muitos turistas. Contudo, as Fragas de São Simão não possuem uma grande zona de areal para se instalar, podendo acabar por ter de ficar alojado em cima dos enormes pedregulhos. Esta, é uma das praias fluviais mais bonitas da zona Centro de Portugal. Deste modo, para chegar até lá, basta colocar a localização presente neste mapa. Praia Fluvial de Loriga Localizada no Parque Natural da Serra da Estrela e banhada pela ribeira de Loriga, é considerada uma praia de Ouro, Bandeira Azul e Praia Acessível, e claro, uma das 7 melhores praias fluviais do Centro de Portugal. As suas águas são puras e cristalinas, no entanto é preciso ter cuidado, pois esta praia é a única praia portuguesa situada num vale glaciário, o que torna as suas águas mais frias. A praia possui balneários, WC e bar, parque de merendas para que possa usufruir das suas refeições em família ou com amigos e um parque infantil para as suas crianças brincarem. Por outro lado, os acessos a esta praia não são fáceis, uma vez que o estacionamento é um pouco reduzido. É também importante salientar que se quiser encontrar uma sombra, convém ir cedo, pois esta belíssima praia, tem tendência a estar bastante lotada. Deste modo, para chegar até lá, basta colocar a localização presente neste mapa. Praia fluvial do Vale do Rossim E quem não deseja tomar um banho na praia fluvial mais alta de Portugal? A praia fluvial do Vale do Rossim, localizada nas Penhas Douradas, está a 1400 metros de altitude. A construção da barragem de Vale do Rossim, possibilitou a criação desta praia, formada por uma lagoa artificial. Está inserida na Reserva Biogenética do Parque Natural da Serra da Estrela. Este é o local ideal para crianças e adultos com espírito de aventura e que procuram tranquilidade e uma paisagem imperdível. Este praia é bonita em qualquer altura do ano, no inverno a lagoa congela e no verão regressa à sua beleza natural com águas límpidas. É possível fazer canoagem, andar de gaivota e quem procura fazer caminhadas este é o local indicado! Também pode fazer piqueniques enquanto relaxa e desfruta deste ambiente selvagem. Classificada pela Quercus (Associação Nacional de Conservação da Natureza) como praia de Qualidade de Ouro, possui um restaurante e bar de apoio com WC. Perto dela pode encontrar um maravilhoso espaço para ficar instalado e passar um fim de semana em sossego, oEco Resort. Deste modo, para chegar até lá, basta colocar a localização presente neste mapa. Praia Fluvial de Fróia Por último, na lista das 7 melhores praias fluviais do Centro de Portugal, mas não menos importante, tem de visitar a praia fluvial de Fróia. Localiza-se no concelho de Proença-a-Nova, perto da vila de Sobreira Formosa. Situada num vale, destaca-se pelo água limpa e cristalina da ribeira de Fróia. Este local proporciona o ambiente perfeito para desfrutar da frescura e natureza. Indicado para passar férias em família, com um restaurante com WC e um parque de merendas muito agradável. Pode fazer caminhadas pelo percurso pedestre localizado ao longo da ribeira, mas se preferir algo mais ativo, junto à praia tem um Centro de BTT, onde pode contemplar as paisagens da zona de bicicleta. Pelo 8ºano consecutivo, esta praia fluvial foi considerara pela Quercus, de Qualidade de Ouro. Se quiser saber mais leia estanotícia. Para saber informação mais detalhada sobre a praia fluvial de Fróia, pode também visitar apágina do Município de Proença-a-Nova. Deste modo, para chegar até lá, basta colocar a localização presente neste mapa. Ansioso por visitar estas magníficas praias?

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O que visitar em Évora?

O que visitar em Évora?

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A planear o que visitar em Évora? Esta cidade é um dos principais municípios da região do Alentejo, sendo considerada a capital do centro-sul de Portugal. Circundada por vastas planícies alentejanas, a cidade surge no alto de uma pequena colina, onde vários monumentos históricos e heranças imateriais foram consagradas património da Humanidade pela UNESCO. Neste artigo, levamo-o a descobrir esta soalheira cidade, onde será envolto na tranquilidade que ansiava todo o ano. Se vai fazer uma roadtrip pelo Alentejo, não se esqueça de contratar um seguro de viagem e prepare-se para descansar numa das mais belas regiões lusitanas! Esta cidade, em tempos, foi alvo de várias invasões – romanas, visigodas, muçulmanas e cristãs. No seu rasto, foram deixadas ruínas da antiguidade clássica, toponímia de influência mourisca e fortalezas muralhadas. Assim, a sua herança cultural foi determinante para desvendar a história da região, e é por isso que a lista de atrações imperdíveis envolve mais património cultural do que natural. Continua a ler para descobrires o o que visitar em Évora. Poderá começar a visita a Évora pela subida da histórica rua 5 de outubro, com pequenos comércios e varandas floridas, que culmina no centro histórico da cidade. Igualmente, também recomendamos uma visita guiada, para conhecer em detalhe os traços culturais da região. O que visitar em Évora? Catedral da Sé Os traços arquitetónicos da Catedral da Sé de Évora é um reflexo da riqueza de Évora no período medieval. É notória a transição do gótico, para uma forte incorporação de ampliações românicas. Ora, na sua visita, suba a escada espraiada até ao cimo, e não perca as vistas panorâmicas do terraço da catedral. Deslumbre-se com um dos maiores exemplos de uma catedral portuguesa fortificada, que é símbolo da reconquista das cruzadas cristãs à invasão árabe. Deixamos-lhe mais uma pista: descubra as diferenças entre as duas torres assimétricas da catedral! Horário e entrada: geralmente aberta das 9h às 12h e das 14h às 17h. A entrada custa 1,50€ e a passagem para o terraço custa 2,50€. Templo Romano de Évora Com quase 2000 anos de existência, o Templo Romano é um must-see da cidade, constituindo uma das mais importantes ruínas históricas de Portugal. O Templo Romano foi construído no séc. I para prestar homenagem ao imperador Augusto, e desde essa data, assistiu à passagem de diversos povos. Tendo sido destruído à chegada dos Bárbaros, o templo foi recuperado no séc. XIX, numa das primeiras intervenções para a preservação do património arqueológico português. Recentes escavações revelaram que este templo foi, em tempos, rodeado por um pórtico e um espelho de água. Hoje em dia, poderá não parecer tão atraente à primeira vista, mas tente absorver todos os anos de História a que este templo assistiu! Uma curiosidade: durante muitos anos, este foi conhecido como o Templo de Diana, em honra da deusa romana da caça. Horário e entrada: este monumento é de acesso público. Sugerimos, no entanto, visitá-lo no decorrer de uma visita guiada à cidade. Museu de Évora Neste museu, encontrará importantes núcleos de arte e arqueologia, assim como uma coleção de História Natural e de objetos científicos. Destaca-se uma coleção de pintura do séc. XV ao XX, com destaque para autores portugueses e pinturas pertencentes a núcleos religiosos extintos. Existem ainda secções escultura, mobiliário, numismática e ourivesaria. Deixe-se inspirar com as manifestações artísticas da região, e seus antepassados! Horário e entrada: Aberto das 10h às 18h. A entrada ronda os 4€ por pessoa. Centro Interpretativo dos Almendres Este centro não se situa no centro da cidade de Évora, situa-se a cerca de 12 quilómetros, mas é uma visita altamente recomendada a qualquer visitante da região. Vale a pena o desvio! Datado do neolítico e classificado como Monumento Nacional, o Cromeleque dos Almendres tem um aspecto de stonehenge. Contudo, apresenta uma história única e fundamental para compreensão da herança cultural do Alentejo. Se é um amante de arqueologia, esta visita é imperdível, se está à procura do que visitar em Évora. Horário e entrada: perto das 10h às 18h. Valor acessível, sob consulta. Praça do Giraldo Em Évora, tal qual a sua belíssima tradição romana, todos os caminhos vão dar à Praça do Geraldo! Construída em homenagem a Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, que conquistou Évora em 1167. O seu chão enaltece a calçada portuguesa, e em seu redor, encontrará o famoso Café Arcada, a Papelaria Nazaré, e outros pitorescos pequenos comércios. É também aqui que se encontra um Posto de Turismo, se desejar informações adicionais. Finalmente, atente nos românticos candeeiros espalhados pela Praça, que sustentam o brasão da cidade no seu topo! Capela dos Ossos Se sair de Évora sem visitar a Capela dos Ossos, certamente, ao chegar a casa, vão comentar que perdeu um dos melhores monumentos da cidade! Esta capela está inserida no complexo da Igreja de São Francisco, e tem características tão bizarras quanto encantadoras. A Capela foi construída no séc. XVII, segundo a página oficial, “com a intenção de provocar pela imagem a reflexão sobre a transitoriedade da vida humana e o consequente compromisso de uma permanente vivência cristã”! Ora, as suas paredes estão revestidas de milhares de ossos e crânios. Em contraste, os frescos do tecto abobadado têm símbolos bíblicos e instrumentos da Paixão de Cristo. À saída, irá encontrar um painel assinado por Siza Vieira, que “contrapõe à alusão da morte o milagre da vida”. Horário e entrada: Aberto das 9h às 17h. Valor ronda os 2€ por pessoa. Em conclusão, deixamos uma última recomendação: esta zona tem tradição enogastronómica, artesã e tapeceira. Não se esqueça de levar para casa pitorescas peças de artesanato e de marcar uma visita a uma adega local! Como chegar a Évora Uma vez que a cidade é muito deslocada dos grandes centros metropolitanos, a melhor recomendação será dirigir-se à cidade de carro. • Desde Lisboa, deverá seguir a A6 em direção a Espanha-Évora-Santarém, saindo na saída nº5. • Desde Espanha, siga a A6, e logo após passar Badajoz, saia na saída nº6 para Évora. A planear uma roadtrip de carro pela Península Ibérica? Não se esqueça de contratar o seguro IATI Escapadinhas!

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Caminito del Rey: guia completo para o tesouro de Málaga

Caminito del Rey: guia completo para o tesouro de Málaga

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O Caminito del Rey é simplesmente épico. Pode ter visto em fotos em várias ocasiões e achar que sabe o que o espera na sua visita. Mas, não importa quantas vezes o tenha visto, uma vez que chega ao local e o avista pela primeira vez, é impossível não expressar um “Uau!” O meio ambiente, a sua fauna, a flora, as diferentes pontes suspensas e passagens que o ajudarão a atravessar o Desfiladeiro Gaitanes, certamente vão deixá-lo sem palavras a cada passo. Para desfrutar a 100% desta aventura, criamos para si este Guia completo para o Caminito del Rey com todas as informações que necessita para esta aventura. Como chegar, o que levar, horários, ingressos e muito mais! O que é o Caminito del Rey? Entre os municípios de Álora, Antequera e Ardales está a bela Área Natural Desfiladero de los Gaitanes. No início do século XX, já em 1901, a Sociedad Hidroeléctrica del Chorro estava em plena construção dos reservatórios que serviriam para aproveitar os desníveis da área para criar uma grande cascata, que, por sua vez, serviria para operar a uma central hidroelétrica com a qual a eletricidade seria finalmente fornecida aos habitantes da área. Para facilitar o acesso dos trabalhadores, foi iniciada a construção de diversas passagens nas paredes do Desfiladero de los Gaitanes. Anos depois, vendo as belas paisagens que oferecem estas pontes e passagens, o aumento do interesse de moradores, amigos e familiares em vir conhecer esta região apesar do assombroso perigo da caminhada, o engenheiro-chefe Rafael Benjumea assumiu o comando das obras de reforma que iriam permitir o acesso deste lugar ao público. Por que se chama Caminito del Rey? Só depois de mais de 6 anos de obras, em 1921, é que o próprio Rei Afonso XIII assistiria à inauguração desta grandiosa obra e percorreria um pedaço do que, graças à sua visita, é hoje conhecido como o Caminito del Rey. O Caminito del Rey hoje O Caminito del Rey foi, durante anos, uma das grandes atrações da província de Málaga, mas o seu nome sempre esteve ligado à palavra “perigo”. Os acidentes foram contínuos e após 5 mortes entre 1999 e 2000, foi decretado o encerramento ao público para uma remodelação completa. Após 15 anos de trabalho, em 2015 deixou de ser conhecido como “o caminho mais perigoso do mundo” para figurar nas listas dos essenciais para ver e fazer em Espanha nos guias de viagem mais actuais. Agora o Caminito del Rey percorre um caminho moderno e totalmente seguro, com todas as medidas de controlo activas, e sujeito a revisões diárias, que garantem ao visitante uma experiência inesquecível e segura. Poderá desfrutar de maravilhosas vistas a mais de 100 metros de altura, entre as majestosas paredes da garganta de Gaitanes e com o rio Guadalhorce aos seus pés, sem se preocupar com nada mais e apenas desfrutar deste passeio. Cascatas, cavernas, cabras montesas, abutres e outras surpresas esperam por si neste cenário único e encantador. Como chegar ao Caminito del Rey? O Caminito del Rey propõe um percurso não circular, pelo que se entra por um acesso diferente daquele que se sai no fim. Esses acessos são conhecidos como Acceso Sur e Acceso Norte del Caminito del Rey. Anteriormente, poderia entrar e sair por qualquer um dos dois acessos. Hoje em dia, é obrigatório entrar pelo Acesso Norte e terminar o passeio pelo Acesso Sul. Assim, o seu objetivo será chegar ao acesso norte e, por isso, as informações que passamos nos próximos parágrafos serão realmente úteis e necessárias. Em primeiro lugar, deve saber que ao comprar a sua passagem para o Caminito del Rey (ponto sobre o qual falaremos mais tarde), terá um horário de entrada. Isso significa que é muito importante chegar pontualmente para não perder o direito de acesso (há uma margem de 10 minutos). O que acontece é que o lugar onde terá que estar num determinado horário fica longe do ponto de acesso rodoviário. Terá que sair do carro com tempo suficiente para chegar à partida oficial. Acesso Norte ao Caminito del Rey Desde o ponto onde pode estacionar o seu carro ou chegar de autocarro, existem dois caminhos que o levam ao início do Caminito del Rey, um bastante curto com 1,7 quilómetros, que pode fazer em 15-20 minutos, e um mais longo (e mais bonito) de 2,7 quilómetros que levará cerca de 20-30 minutos. Portanto, se por exemplo o seu bilhete é para chegar ao Caminito del Rey às 11:00, e deseja fazer o trajeto mais longo, é importante que chegue ao estacionamento antes das 10:30. Como chegar ao Acesso Norte do Caminito del Rey? Embora também exista a possibilidade de apanhar um comboio de Málaga a El Chorro e de lá apanhar o autocarro que o deixará no Acesso Norte, o mais comum é chegar a Caminito del Rey com o seu próprio carro. De Málaga, pela A-357, demora cerca de uma hora e, assim que se aproxima, terá que escolher entre duas opções. Por um lado, pode estacionar no parque de estacionamento do acesso Norte e depois fazer o caminho e regressar de autocarro vaivém para recolher o seu veículo. Por outro lado, dependendo das suas preferências, pode estacionar o seu carro no Acesso Sul, apanhar o autocarro shuttle para o Acesso Norte e assim que terminar o percurso, terá o carro à sua espera para continuar a conhecer outros locais a visitar próximos do Caminito del Rey. Pode pagar o autocarro no ato da compra online ou na bilheteira que encontra em frente à paragem, por cerca de € 1,55. Quanto tempo dura o Caminito del Rey? A rota oficial do Caminito del Rey é de 7,7 quilómetros. Enquanto pôde ser feito desde o Acesso Sul para o Norte, apresentou alguns desníveis notáveis, mas com o percurso atual, é uma estrada praticamente plana sem grandes subidas a destacar. Por isso, com calma, é um percurso adequado à grande maioria, sem a necessidade de grande forma física. Destes 7,7 quilómetros, 2,9 pertencem às diferentes passagens e estruturas das quais terá vistas de cima. As demais são trilhos na mata para passear e, com sorte, irá avistar cabras de montanha e urubus sobrevoando a região. Somando a rota oficial do Caminito del Rey, a pista de acesso do início e o caminho que o leva ao final do trajeto, calculamos que poderá demorar por lá cerca de três horas. Os viajantes que aceleram o ritmo podem concluí-lo em apenas duas. Já os que desejam ir com o máximo de tranquilidade, devem reservar cerca de 4 horas de tempo para caminhar pelo Caminito del Rey. Reservar IATI Escapadinhas Ingressos para o Caminito del Rey Os ingressos para este passeio têm uma lotação diária limitada e, por isso, muitas vezes acontece que no dia que já tinha em mente visitar este lugar, não há ingressos disponíveis. Portanto, aconselhamos a reserva do seu bilhete com a maior antecedência possível. Para tal, deve aceder ao seu site oficial: Site oficial do Caminito del Rey Terá de escolher o dia e, como já mencionado anteriormente, também a hora da visita. Existem dois tipos de ingressos: • Bilhete básico: € 10 • Entrada com visita guiada: € 18,5 Durante o processo de compra também é possível reservar o shuttle de autocarro. Deve descarregar o ingresso para o seu telemóvel e evitar imprimi-lo por motivos ecológicos. Horário de acesso ao Caminito del Rey Este trajeto está aberto todas as semanas, de terça a domingo. Às segundas-feiras fecha. Durante o inverno (a partir de 27 de outubro), o horário é das 09:30 às 14:30. Durante a temporada de verão (a partir de 1 de abril), o horário do Caminito del Rey é das 09:00 às 16:00. Fecham nas datas de Natal e passagem de ano, como 24, 25 e 31 de dezembro, e também a 1 de janeiro. Informação útil Agora que já sabe tudo o que o espera na sua visita ao Caminito, não saia sem antes ler estas dicas que serão extremamente úteis para a sua visita. • A idade mínima para a visita é de 8 anos. Assim, se está a pensar fazer este passeio com os menores, se eles não atingirem esse limite, não poderá visitar o Caminito. • Não há WC durante o passeio. Logo na entrada oficial, terá a sua última oportunidade de usar o WC antes de iniciar o trajeto. • Apesar do facto de que, após a remodelação de 2015, agora o trajeto ser muito mais seguro, nunca se sabe o que pode acontecer. Portanto, é altamente recomendável fazer a sua visita com um seguro de viagem.Obtenha o seu seguro com a IATI! • É totalmente proibido fazer a caminhada com chinelos ou calçado fechado. Se não cumprir esta regra, não terá permissão para entrar. Use calçado adequado e roupas confortáveis. • No início do trajeto, receberá um capacete de segurança que não poderá remover até ao final do passeio. • Leve água e um lanche para matar a sede e a fome durante o passeio. Não poderá comprar nada depois da partida. • “Objetos desnecessários” como selfie-sticks, drones ou tripés são totalmente proibidos. • Em muitas das secções do trajeto o sol pode incomodar. Leve protetor solar para evitar queimaduras. • Se o tempo não estiver bom, é recomendado levar uma capa de chuva na mochila. Se fizer o passeio no inverno, leve também roupas quentes na mochila. Faça já o seu seguro de viagem para desfrutar do Caminito del Rey, e faça um bom passeio!

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Os melhores sítios a visitar em Badajoz

Os melhores sítios a visitar em Badajoz

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Nem sempre é fácil escolher um bom destino de férias, afinal, o mundo é vasto. Assim na IATI Seguros fazemos um esforço para te dar a conhecer os melhores sítios a visitar por esse mundo fora, sendo que muitos sítios maravilhosos não estão assim tão longe. Assim, hoje queremos falar-te de Badajoz, a cidade fronteiriça que tem muito a oferecer para além dos tradicionais caramelos. Doces à parte, queremos reforçar um assunto muito importante que é a necessidade de teres um seguro de viagem à tua medida e no que diz respeito a seguros de viagem a IATI Seguros é especialista. Podes começar a tua aventura precisamente na cidade fronteiriça de Badajoz. Vamos a isso? Os melhores sítios a visitar em Badajoz: A Catedral de São João Batista A Catedral de são João Batista também é conhecida como Catedral de Badajoz e está localizada na Praça de Espanha, em pleno centro histórico. Aqui vais encontrar um misto de arquitetura gótica e barroca mas acredita-se que a construção original acredita-se era um templo visigótico ou moçárabe. O Edificio de las Tres Campanas Este prédio situado na Praza de la Soledad passa despercebido mas tem a particularidade de exibir três sinos e um relógio. O edifício primitivo sofreu um incêndio e a sua reconstrução esteve a cargo de Adel Pinna. A Praça Alta A Praça Alta é a mais importante praça no centro histórico de Badajoz. Está rodeada de edifícios magníficos, cafés e restaurantes. Certamente que em determinado momento irás encontrar esta praça pois várias ruas secundárias terminam neste local. É o sítio ideal para fazeres uma pausa no passeio e te dedicares a observar pessoas. É também a tua referência se queres visitar a Torre de Espantaperros, pois ela situa-se poucos metros em frente. Torre de Espantaperros A Torre de Espantaperros também é conhecida como Torre da Atalaya ou Torre do Alpéndiz. Tem trinta metros de altura e dizem que serviu de inspiração para a Torre do Ouro que podemos visitar em Sevilha. Junto a esta torre poderás encontrar os Jardins de La Galera, uma zona muito bonita com árvores de fruta, bancos de jardim e lugares para relaxares. Alcáçova de Badajoz A Alcáçova de Badajoz é uma citadela muralhada situada em pleno centro histórico de Badajoz. Para uma experiência mais intensa e interessante sugerimos que atravesses a Porta del Capitel e percorras o caminho até aos jardins observando as imponentes paredes. Já sabes que estás num local histórico e pedimos que deixes a tua imaginação fluir para sentires como seria a vida naquele local em épocas remotas. Passeia pelos jardins e depois, toma algum tempo a admirar o magnífico Palácio dos Condes De La Roca, onde atualmente está instalado o Museu Arqueológico Provincial de Badajoz. Museu Arqueológico Provincial de Badajoz O acervo deste museu inclui cerca de 15.000 peças provenientes de escavações arqueológicas da Província de Badajoz. Com a visita deste museu terás, com certeza, uma visão mais abrangente da história desta região que inclui artefactos da Idade do Bronze. Além disso, a entrada neste museu é gratuita. Puerta del Pilar A Porta do Pilar era a principal porta de entrada na cidade de Badajoz, está localizada junto às muralhas que delimitavam a povoação e a construção deste monumento data do século XVII. Este local histórico é muito simples e o seu nome deriva da existência de uma pequena capela que exibe uma imagem de Nossa Senhora do Pilar. Puerta de Palmas A Porta de Palmas é uma das antigas entradas na cidade de Badajoz. Trata-se de um monumento simples mas muito bonito junto ao Rio Guadiana e à Ponte de Palmas, uma ponte pedonal que também é uma excelente sugestão de passeio. Chegamos ao final da lista dos melhores sítios a visitar em Badajoz. Sabemos que estas dicas te vão ser muito úteis na próxima viagem a esta região espanhola. A IATI Seguros deseja-te boas viagens. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que fazer em Kotor

O que fazer em Kotor

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Na IATI Seguros fazemos questão de te dar a conhecer os melhores sítios para que as tuas viagens sejam sempre prazerosas. Assim, hoje deixamos-te uma dica de viagem para os lados dos balcãs. Montenegro recebeu a sua independência em 2006 e a cidade portuária de Kotor tem recebido bastantes visitantes. Mas não te esqueças que deves viajar sempre seguro e para viagens de curta duração na Europa nós recomendamos o IATI Básico, que tem as coberturas essenciais garantidas. Viaja descansado pois temos os seguros de viagens sob medida para todo o tipo de viagem e na tua língua, sem adiantar dinheiro e sem franquias. Vamos, então, às nossas dicas para visitar Kotor, em Montenegro. O que fazer em Kotor Visitar a Catedral de Kotor Em Montenegro apenas existem duas catedrais católicas, sendo uma em Kotor. Esta catedral, que também é a sede do bispado católico de Kotor, ostenta duas torres. Mas se reparares bem, vais perceber que as duas torres não são iguais. A da direita é mais alta e está terminada e a da esquerda além de ser mais baixa dá a impressão de ter sido acabada à pressa. Por exemplo, apenas a torre da direita tem o relógio enquanto que na da esquerda está um espaço vazio. Museu Marítimo de Montenegro O Museu Marítimo de Montenegro localiza-se na cidade de Kotor e, provavelmente será um dos museus mais heterogéneos que alguma vez irás visitar. O museu está instalado na casa outrora pertencente à família Grgurina. Sofreu bastantes danos na sequência de um terremoto que aconteceu em 1979 e nessa altura beneficiou de obras de reconstrução. Está aberto todos os dias e a sua coleção é o resultado de donativos que os habitantes de Kotor quiseram oferecer ao museu. Assim, poderás encontrar réplicas de navios, artefactos ligados à atividade naval mas também pinturas, esculturas, mobiliário de época, trajes, uniformes e até um guerreiro de terracota proveniente de Xian, na China. Da panóplia de artigos nós destacamos a vasta coleção de armas antigas, nomeadamente espadas, sabres e yatagans, que são armas compridas tradicionalmente utilizadas pelo exército turco. Passear junto às muralhas A cidade de Kotor é muralhada e tem três Portões: O River Gate, também conhecido como Portão do Norte, o Gurdić Gate, ou Portão do Sul e o Sea Gate, ou Portão Principal. Cada um destes portões dá acesso à pequena vila e a sugestão que te deixamos é que explores as muralhas junto aos Portões de entrada. Se apenas puderes visitar uma entrada sugerimos que escolhas o Sea Gate, uma vez que é o Portão principal e por sinal o mais bonito e antigo. As muralhas estão bem conservadas e fazem parte da lista do Património Natural e Cultural da UNESCO desde 1979. São mais de quatro quilómetros de muralhas que chegam a uma altitude de cento e sessenta e dois metros. Apanhar um pequeno barco para visitar Nossa Senhora das Rochas em Perast Em Perast existem duas pequenas ilhas que chamam a atenção dos visitantes. Uma das ilhas é natural e a outra é artificial. A ilha natural alberga um mosteiro e, por essa razão, não é possível visitá-la. No entanto, foi construída junto à ilha do mosteiro uma igreja a que deram o nome de Nossa Senhora das Rochas. Segundo a lenda, dois irmãos pescadores encontraram num penhasco uma estatueta da Virgem Maria com Cristo e resolveram levá-la para casa. Todavia, no dia seguinte tinha desaparecido e foi encontrada novamente no penhasco. Voltaram a levá-la para casa e ela voltou a desaparecer e aparecer no penhasco. Os irmãos acharam que a estatueta queria ficar no penhasco e decidiram construir uma capela. Os habitantes começaram a atirar rochas e aos poucos foi construída a base da ilha artificial. História incrível, não achas? Dicas Extra Para finalizar, vamos deixar-te algumas dicas extra para que aproveites ao máximo a tua viagem a Kotor: • No Portão Principal existe uma inscrição que se acredita ser de autoria de Tito. Diz mais ou menos o seguinte: “O que pertence aos outros nós não queremos, o que é nosso não entregaremos”; • As ruas são labirínticas mas Kotor é tão pequeno que na pior das hipóteses voltas ao local de origem. Não tenhas receio de te perderes; • Os montenegrinos dizem que não gostam muito de trabalhar, por isso fazem pausas no trabalho quando acham que precisam. Não te admires se vires lojas fechada por algumas horas; • A língua oficial é o montenegrino (fala-se também sérvio, bósnio, albanês e croata) mas o inglês é entendido sem problema. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que visitar em Mérida

O que visitar em Mérida

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Mérida é uma cidade espanhola, capital da região da Estremadura, rica em vestígios romanos e a uma distância de cerca de trezentos quilómetros de Lisboa. Estas são algumas das razões que fazem de Mérida uma escapadinha ideal para os viajantes portugueses. Neste artigo a IATI Seguros vai dizer-te alguns dos lugares que tens mesmo de visitar se decidires viajar até Mérida mas não te esqueças de viajar sempre seguro. Vamos, então, à lista dos melhores sítios a visitar em Mérida! Os melhores sítios a visitar em Mérida Teatro Romano e Anfiteatro Romano O complexo formado pelo Teatro Romano e pelo Anfiteatro Romano é de visita obrigatória! Terás de comprar um bilhete mas acredita que vale a pena. Podes conferir os horários, tipos de bilhete e respetivos preços na página oficial do Turismo de Mérida mas chamamos a tua atenção para o facto de existir um bilhete combinado com o qual podes visitar todos os lugares pertencentes ao mesmo consórcio por um preço reduzido. Esse bilhete é válido por vários dias, por isso vê bem se te compensa comprar. Neste complexo irás encontrar variados vestígios da época romana, passear em jardins adornados com estátuas, percorrer os túneis do anfiteatro, pisar a arena onde aconteciam espetáculos com gladiadores e animais selvagens, enfim, uma aula de história e uma viagem ao tempo romano. Museu Nacional de Arte Romana O Museu Nacional de Arte Romana está localizado em frente ao complexo do Teatro e Anfiteatro Romanos, pelo que sugerimos que seja a tua próxima paragem na visita a Mérida. É o local onde estão expostos variados artefactos provenientes não apenas do complexo que mencionamos anteriormente mas também de outros sítios arqueológicos em Mérida. São de realçar nesta coleção o Aion-Chronos, uma estátua que se acredita pertencer a uma conjunto de esculturas de deuses, o Augusto Velado, um busto em mármore do Imperador Augusto, e uma coluna em mármore proveniente do Templo Romano de Diana, que falaremos a seguir. Templo Romano de Diana O Templo Romano de Diana data do século I D. C. e acredita-se que era o epicentro da Augusta Emerita, o nome romano da atual cidade de Mérida. E ste templo está completamente integrado na atual geografia da cidade, não existem muros nem entrada e podes perfeitamente admirar o edifício a partir da rua. Em frente ao Templo de Diana está localizado o Centro de Interpretação do Templo de Diana onde poderás aprender mais sobre a história do lugar. Se apenas estás interessado nas vistas, toma nota que nesta mesma rua existem vários restaurantes com esplanada que são o lugar perfeito para relaxares. Arco de Trajano O Arco de Trajano tem uns impressionantes quinze metros de altura e em tempos delimitava o perímetro da Augusta Emerita. Foi construído em granito no século I D. C. como entrada monumental na cidade e ainda hoje mantém a sua grandiosidade. Não precisas bilhete para admirar esta maravilha arquitectónica e recomendamos que o faças! Aqueduto dos Milagres O abastecimento regular de água às populações era uma das condições para que as regiões se desenvolvessem e os romanos tiveram isso em consideração. O Aqueduto dos Milagres foi construído entre o século I A.C. e o século III D.C. e cumpria a sua função de fazer chegar água até Augusta Emerita. Hoje poderá observar um monumento com vinte e cinco metros de altura e oitocentos e trinta metros de comprimento e não precisas de bilhete para visitar. Aqueduto de São Lázaro O Aqueduto de São Lázaro, na nossa opinião, não é tão grandiosos como o Aqueduto dos Milagres, mas mesmo assim, vale a pena a tua visita. Junto a este monumento existe um pequeno mas agradável jardim onde poderás passear e procurar o melhor ângulo para as tuas fotografias do aqueduto. Além disso, tem em mente que não precisas de bilhete de entrada e que à noite o aqueduto ilumina-se o que lhe confere um aspeto particular. E eram estas as dicas de o que visitar em Mérida que tínhamos para te falar. Temos a certeza que vais adorar a história e cultura que podes experienciar em Mérida e esperamos que estas dicas te sejam úteis. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que visitar em Copenhaga

O que visitar em Copenhaga

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Copenhaga, a capital da Dinamarca, é uma cidade extremamente bem organizada, descontraída, tranquila, sem grandes luxos ostentativos mas onde se respira o famoso “hygge”, a arte dinamarquesa de saber apreciar os pequenos prazeres da vida de uma forma simples e relaxada. Se nunca pensaste em visitar esta fascinante cidade, então sugerimos que dês uma vista de olhos às sugestões que te damos neste artigo. Depois é só tratar do seguro de viagem, comprares o bilhete de avião e partires em segurança! Descobre o que visitar em Copenhaga, a cidade mais feliz do mundo Fazer um tour de barco nos canais Entra num dos barcos que saem todos os dias de Nyhavn para um passeio pelos canais que atravessam a cidade. Existem várias companhias e vários tipos de embarcações disponíveis, só terás de escolher o teu preferido. Antes de embarcares aproveita para beber algo numa das muitas esplanadas que rodeiam o canal na zona de Nyhavn. Visitar a Christiania Se procuras o lado mais alternativo de Copenhaga então Christiania será um ponto de passagem obrigatório. Também conhecida como “Freetown” (cidade livre), é habitada por uma comunidade de artistas, músicos e hippies que lá vivem sob as suas próprias regras. Aqui, a arte rodeia quem lá vive e quem visita, e o cheiro a canábis paira pelo ar. Apesar de ilegal, o seu consumo é encarado com bastante tolerância dentro dos limites da Christiania. Passar um dia nos Tivoli Gardens Este parque temático, que completou 175 anos em 2018, está localizado no coração de Copenhaga, mesmo em frente à estação central de comboios. Os Tivoli Gardens são o segundo parque temático mais antigo do mundo que continua a atrair visitantes de todas as idades. São frequentes também concertos durante o Verão. O bilhete custa 120 DKK para adultos e 50 DKK para crianças dos 3 aos 7. Tirar a fotografia “obrigatória” à Pequena Sereia Não podes visitar Copenhaga sem tirares uma fotografia à popular estátua da Pequena Sereia. Não se percebe muito bem o porquê da atração tão grande desta estátua, mas a verdade é que se tornou num símbolo inquestionável de Copenhaga. Com mais de 100 anos de idade, a sua criação teve como inspiração o conto do escritor Hans Christian-Andersen, tendo sido oferecida pelo cervejeiro Carl Jacobsen à cidade de Copenhaga. Ver a troca da Guarda Real no Palácio Amalienborg Todos os dias, de setembro a abril às 12h00, dá-se a troca da Guarda Real no Palácio de Amalienborg. A Guarda deixa o Castelo de Rosenborg às 11h30, chegando às 12h ao Palácio para a cerimónia em si. O número de guardas e o acompanhamento musical dependerá de quem estiver a residir no Palácio no momento. Visitar a Torre Redonda A Torre Redonda é um dos mais antigos Observatórios ainda em funcionamento na Europa. Data do século XVII, altura em que a Dinamarca alcançou feitos notáveis no campo do estudo da astronomia. Do topo da torre encontras uma vista magnifica sobre a cidade, mas para isso terás de subir mais de 209 metros por um caminho em espiral. O bilhete tem o valor de 25 DKK. Visitar o Museu Do Design Os amantes de design nórdico não poderão deixar de visitar o Museu do Design em Copenhaga. Aqui encontras, para além da exposição permanente, que te leva numa viagem de séculos pela História do design dinamarquês, várias exposições temporárias. O bilhete tem o valor de 115 DKK. Comer um Smørrebrød O smørrebrød é uma popular e típica sandwich aberta de Copenhaga. No West Market, por exemplo, encontras uma banca com dezenas e dezenas de diferentes tipos de smørrebrød, todos absolutamente deliciosos. Visitar Roskilde e o Museu Viking Roskilde é uma cidade localizada a cerca de 30 minutos de comboio de Copenhaga. É a capital viking da Dinamarca e é aqui que poderás visitar o Museu Viking e ficar a conhecer um pouco mais sobre este povo, através dos restos de alguns dos barcos que usavam para pescar e para percorrer os mares em busca de novas terras e tesouros. Poderás ainda dar um passeio numa das réplicas dos barcos vikings que se encontram junto ao museu. Os preços dos bilhetes variam de acordo com a altura do ano entre os 90 e os 130 DKK. O centro histórico da cidade também vale muito a pena uma visita, é encantador. É ainda em Roskilde que se realiza todos os anos um dos maiores festivais de música da Europa, o festival de música Roskilde, no inicio do mês de julho. Visitar a Fábrica da Carlsberg Tal como acontece com a Heineken em Amsterdão, em Copenhaga poderás visitar o Museu da Carlsberg, localizado na respetiva fábrica. Aqui descobres um pouco mais sobre a famosa marca de cerveja através de experiências interativas e provas de cerveja. O Museu disponibiliza um shuttle gratuito diário que passa a cada hora, entre as 11h e as 16h, perto da Estação Central de Copenhaga (Vesterbrogade 6). Os bilhetes têm o valor de 100 DKK e incluem uma bebida. Passear no Jardim Kongens Have O que não falta em Copenhaga são jardins e parques magníficos, que os dinamarqueses frequentam durante a primavera e o verão juntando-se a amigos e família em piqueniques, para beber um copo ou apenas apanharem sol estendidos na relva. O jardim Kongens Have, datado do século XVII é particularmente encantador pela sua apresentação cuidada e flores impecavelmente mantidas. Visitar o Kastellet (Citadela) O Kastellet (ou Citadela), é um complexo militar localizado na área de Østerbro, mandado construir em 1626 pelo rei Christian IV com o fim de proteger Copenhaga. Hoje em dia os edifícios que lá se encontram (cuja maioria ainda se mantem impecavelmente preservada) são usados como instalações e escritórios militares apresentando uma arquitetura encantadora. Artigo escrito por: Joland

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7 dias na Escócia: o itinerário perfeito

7 dias na Escócia: o itinerário perfeito

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A Escócia é um país onde é melhor viajar de carro. Com a liberdade de uma estrada pela frente, descobrirás lagos espetaculares, as montanhas mais altas, os vales mais profundos e os castelos mais escondidos. Atreve-te a alugar um veículo e põe-te a caminho. Prometemos que não te vais arrepender da experiência e, para que não percas nada, faz um seguro de viagem e toma nota deste itinerário de 7 dias pelo melhor da Escócia. Roteiro pela Escócia em 7 dias: Dia 1: Edimburgo Qualquer viagem à Escócia deve começar com uma visita de pelo menos dois dias a Edimburgo. A capital escocesa é Património Mundial da UNESCO devido à cidade velha e à New Town, aquela “nova cidade” que James Craig projetou em 1767. Ao observar a cidade, facilmente entenderás o porquê de ter este estatuto. No primeiro dia em Edimburgo, recomendamos que visites o Old Town, a parte mais antiga da cidade. Começa pelo castelo, a atração mais visitada, uma enorme fortaleza que domina a paisagem há mais de 500 anos. Esta visita deve demorar, pelo menos, 2-3 horas. Quando terminar, desce a Royal Mile, descobre a Victoria Street com as suas fachadas coloridas, bebe uma cerveja no Grassmarket e aventura-te no Cemitério Greyfriars. À tarde, continua a descer lentamente a Royal Mile, com direito a muitas pausas. Entra em alguns dos jardins escondidos em becos como Dunbar’s Close, visita o Parlamento Escocês (é gratuito) e explora o Palácio de Holyrood, a residência oficial da Rainha. Para acabar o dia, nada melhor do que assistir ao pôr do sol do topo do Arthur’s Seat, o vulcão extinto no meio de Edimburgo. Dia 2: Edimburgo Durante o segundo dia em Edimburgo, o melhor plano é passear pelas ruas cheias de edifícios georgianos da New Town. Claro que primeiro te podes deliciar com um bom brunch em cafés incríveis como o Urban Angel ou o Henderson’s. De barriga cheia, segue para a praça Saint Andrew’s e, de lá, caminha pela George Square, a rua com as lojas mais elegantes de toda a cidade, até à Charlotte Square, na outra ponta. Em seguida, desce até ao Jardim Botânico. Este imenso pomar com mais de 300 anos de história possui 10 enormes estufas que abrigam mais de 3.000 plantas exóticas de todo o mundo. Não saias sem desfrutar da serenidade da zona de vegetação asiática ou sem passear pelo famoso jardim de pedras. O bairro Stockbridge fica muito perto, com os seus cafés e lojas independentes. Lá, podes apanhar o Water of Leith Walk para ir até Dean Village, um bairro que parece saído de um conto de fadas. Se gostas de arte contemporânea, aproveita e visita a Galeria de Arte Moderna. Se você prefere belas paisagens, nada como subir a colina de Calton Hill para ver outro pôr do sol épico sobre a velha cidade de Edimburgo. Dia 3: Fife – Saint Andrews – Pitlochry No terceiro dia de viagem pela Escócia, está na hora de pegar no carro para cruzar a Queensferry Crossing, a ponte que desde 2017 permite cruzar o estuário do Rio Forth e explorar as vilas de pescadores de Fife. As nossas favoritas são Crail e Pittenweem. Ambas parecem saídas de um postal, com paisagens lindíssimas. Depois de ver as vistas, vai até St. Andrews para almoçar. Esta cidade universitária é o lugar onde o golfe foi inventado, mas poderás reconhecê-la porque uma das cenas mais famosas do filme “Momentos de Glória” foi filmada na praia de West Sands. De todas as atrações, não deves deixar de visitar as ruínas da Catedral de Santo André ou o castelo e as suas minas. Termina este dia na bela cidade de Pitlochry, rodeado por natureza. Se não estiveres muito cansado, dá um passeio junto ao lago e, se tiveres tempo, visita a destilaria de uísque Edradour. Dia 4: Inverness – Loch Ness – Castelo Eilean Donan A Escócia deve uma pequena parte da sua fama à lenda do monstro do Lago Ness. Portanto, nada como atravessar o parque natural de Cairngorms pela estrada para chegar à capital das Terras Altas. Inverness é uma cidade pequena, mas fascinante, que te surpreenderá com o seu mercado vitoriano e o passeio junto ao canal. No entanto, a melhor parte é mesmo quando nos aproximamos do lago mais famoso do país. Loch Ness é o maior lago do Reino Unido e contém mais água doce do que todos os lagos da Inglaterra e do País de Gales juntos. Provavelmente não verás o Nessie, mas a paisagem não irá decepcionar, especialmente quando a observas das ruínas do Castelo de Urquhart. Segue o caminho ao longo do Great Glen, serpenteando pelo Vale Glen Shiel até o castelo mais fotografado do país: Eilean Donan’s. Observá-lo quando cai a noite e as águas estão calmas é incomparável. Dia 5: Ilha de Skye A Ilha de Skye é linda, apesar de ser um dos lugares mais turísticos da Escócia. Por este motivo, no verão a ilha atinge o limite e os preços dos alojamentos disparam. Mas se viajares fora da época alta, não podes perder esta ilha idílica. Como dificilmente terás tempo para ver tudo, escolhe alguns dos lugares mais míticos: o farol de Neist Point, o Castelo de Dunvegan, a destilaria de uísque Talisker, as falésias de Kilt Rock, as trilhas de caminhada pelo Quiraing ou até mesmo o Velho de Storr. Dia 6: Glencoe – Loch Lomond – Stirling Chegou a hora de dizer adeus à Ilha de Skye e regressar à civilização. Mas não sem antes desfrutar de uma nova dose daquela magia que só se respira nas Terras Altas da Escócia. O Vale de Glencoe é um longo desfiladeiro na montanha, marcado pela tragédia do Massacre de Glencoe que em 13 de fevereiro de 1692 culminou no assassinato de grande parte do clã MacDonald, mas não deixa de ser um lugar perfeito para ver veados e nos maravilharmos com a natureza que criou as impressionantes montanhas das Três Irmãs ou Buachaille Etive Mor. Ao descer, recomendamos que contornes as margens do Loch Lomond. Este enorme corpo de água rivaliza com o Loch Ness pelo título de “Lago Mais Bonito da Escócia”, a sua água calma e a forma como reflete a paisagem é algo inesquecível. E para acabar o dia, faz uma paragem em Stirling, uma pequena cidade universitária com um castelo espetacular que foi a chave da história do país em mais de uma ocasião. Se chegares a tempo, a visita vale a pena. Se não, a vista que terás de uma esplanada nas montanhas compensa a subida. Outro local imperdível em Stirling é o Monumento William Wallace. A vista desta torre vitoriana não poderia ser melhor, mas prepara-te para subir 246 degraus. Dia 7: Glasgow Edimburgo pode ser a capital da Escócia, mas Glasgow é a maior cidade do país, com uma vida cultural e musical muito interessante. Glasgow ergueu-se das cinzas e superou o seu lado mais decadente para se tornar numa cidade cheia de arte de rua, edifícios espetaculares e muitas histórias interessantes. Entre as muitas atividades disponíveis, não deves deixar de visitar a catedral e necrópole, o Museu Kelvingrove e a Universidade, que parece saída do universo “Harry Potter”. E, para te despedires da Escócia como deve ser, bebe um uísque na destilaria recém-inaugurada Clydeside. Slainte Mhath! Atreve-te a descobrir a magia da Escócia numa road trip com a companhia da Iati Seguros! Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Dez sítios a visitar em Cáceres

Dez sítios a visitar em Cáceres

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Hoje a IATI Seguros traz-te uma dica de viagem que temos a certeza que vais adorar! Está localizada na vizinha Espanha mas com excelentes acessos desde Portugal. Tem um centro histórico de te deixar de queixo caído, com vários monumentos de interesse turístico na mesma zona e que podes perfeitamente visitar a pé. Falamos da cidade de Cáceres, na região da Estremadura, mas antes de te dizermos quais são os dez sítios que recomendamos que visites temos de falar em algo muito importante. Referimo-nos ao IATI Escapadinhas a partir de apenas 0,53 € por dia, também cobre atividades como o cicloturismo, viagens em autocaravana ou viagens com animal de estimação. Não esperes mais e faz já o teu IATI Escapadinhas, o aliado ideal para desfrutares de uma nova viagem por Portugal e pela Europa. Dez sítios a não perder em Cáceres: Torre de la Hierba Poderás admirar a A Torre da Erva, em português, a partir da Plaza Mayor. É de construção árabe e data do século XII. Está ligada à muralha que defende a povoação. É uma excelente forma de iniciares a descoberta da cidade monumental de Cáceres. Torre de los Púlpitos Também conhecida como a Torre Nova, foi construída para defender o Novo Portão e tem uns impressionantes dezasseis metros de altura. Foi construída em estilo gótico e a sua principal função era militar. O seu nome deriva da existência na torre de duas cabines ou púlpitos. Arco da Estrela O Arco da Estrela é mais bonito se visto a partir do interior da muralha, pois tem um imagem de Santa Ana e uma lanterna em forma de estrela. Este arco faz a ligação entre a Plaza Mayor e o centro histórico de Cáceres. Ermita da Paz Esta pequena igreja tem entrada pela Plaza Mayor e tem celebrações eucarísticas regulares, por isso certifica-te que tens alguma flexibilidade de tempo se a quiseres visitar. Torre de Bujaco A Torre de Bujaco é um dos símbolos da cidade de Cáceres e só por isso já consegues perceber a sua importância. Atualmente alberga o Centro de Interpretación de las Tres Culturas e apesar de considerarmos que este centro é bastante informativo, desde já te dizemos que a parte mais interessante da Torre de Bujaco é a vista que se consegue da torre. Palácio de los Golfines de Abajo Numa das janelas do Palácio de los Gofines de Abajo pode ver-se o escudo dos Reis Católicos. Foi construído tendo em conta dois estilos distintos: por um lado é uma casa-fortaleza com uma imponente torre, e por outro lado exibe detalhes humanistas como é a existência de animais fantásticos. Palácio de Carvajal O Palácio de Carvajal está localizado na Calle Amargura e o seu principal atrativo, na nossa opinião, é o seu jardim. Catedral de Santa Maria A Catedral de Santa Maria foi construída na século XV em estilo predominantemente gótico. Existem visitas guiadas ao seu interior que incluem passagens pelas capelas e sacristia. Também é possível visitar a torre, mediante aquisição de bilhete e inclui vistas do campanário. Esta catedral alberga o Museu Eclesiástico. Igreja de São Francisco Xavier Já deves ter percebido que a vista que se consegue em determinado lugar em Cáceres é muito apreciada. Isto acontece porque os edifícios foram construídos muito próximos uns dos outros, o que dificulta a perspetiva que se tem deles. Assim, um dos grandes atrativos da Igreja de São Francisco Xavier é precisamente a vista proporcionada da sua torre. Além disso, esta igreja alberga o Centro de Divulgação da Semana Santa em Cáceres. Palácio de las Veletas É no Palácio de las Veletas que poderás visitar o Museu Provincial de Cáceres. O museu foi inaugurado em 1898 e os cidadãos provenientes de países da União Europeia têm entrada gratuita. Além disso, se estiveres a precisar de hidratação, toma nota que junto ao Palácio de las Veletas existe um bebedouro de água, também gratuito. Como já dissemos, a cidade monumental de Cáceres tem muitos sítios magníficos para visitares mas estes são os dez que recomendamos que visites em primeiro lugar. Acreditamos que é uma excelente introdução à cidade e se os conseguires visitar todos terás, certamente, uma perspetiva mais ou menos abrangente dos monumentos. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que ver na Madeira

O que ver na Madeira

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A ilha da Madeira foi eleita, pelo sétimo ano consecutivo, como “Melhor destino insular da Europa” nos World Travel Awards, os mais conceituados prémios do turismo mundial. Superando, mais uma vez, destinos como as Ilhas Canárias, Baleares, Malta, Sicília ou Açores. A verdade é que a ilha conhecida como o “Havai da Europa” é um destino incrível que apaixona todos os que a visitam. Por este motivo, a IATI Seguros preparou um guia do que ver e fazer na Madeira, de maneira a garantir que não perdes nenhum dos seus principais tesouros. Continua a ler, enquanto te levamos numa viagem épica à Madeira. Uma ilha cheia de natureza, falésias, praias e locais encantadores que não vais querer perder. Viajar para a Madeira em tempos de COVID-19 Depois de meses com poucas possibilidades de circular, podemos finalmente viajar novamente. Agora, cada escapadinha é uma grande viagem. Por este motivo, criámos o IATI Escapadinhas, um seguro de viagem com cobertura para coronavírus. A partir de apenas 0,53 € por dia, também cobre actividades como o cicloturismo, viagens em autocaravana ou viagens com animal de estimação. Não esperes mais e faz já o teu IATI Escapadinhas, o aliado ideal para desfrutares de uma nova viagem por Portugal e pela Europa. O que ver na Madeira: Funchal Uma viagem à Madeira começa geralmente na capital da ilha, Funchal. Vivem aqui cerca de 110.000 pessoas, quase metade dos 260.000 que habitam em toda a ilha. Isto significa que o Funchal é o local mais animado para conhecer na Madeira, com um grande número de atividades interessantes para o viajante que gosta de passar uns dias a perder-se nas ruas íngremes, em busca de tudo o que a cidade tem para oferecer. Poderíamos fazer um artigo exclusivamente dedicado ao Funchal, com tudo o que podes fazer por lá. No entanto, decidimos resumir alguns locais essenciais: • Teleférico do Funchal: Uma excelente forma de começar a conhecer a Madeira é apanhar o Teleférico do Monte para subir mais de 500 metros até à parte alta da cidade. Lá, para além das incríveis vistas panorâmicas da cidade com o Oceano Atlântico como pano de fundo, esperam por ti locais obrigatórios para ver no Funchal, como a Igreja de Nossa Senhora do Monte onde repousam os restos mortais do Imperador Carlos I da Áustria. • Jardim Botânico da Madeira: A Madeira é também conhecida como a “Ilha das Flores” pela enorme variedade de flores que o clima único da ilha oferece. O Jardim Botânico da Madeira, no Funchal, é o sítio ideal para disfrutar desta biodiversidade. Situado num enclave único com o imponente palacete da Quinta do Bom Sucesso e a sua espectacular varanda sobre o mar. • Forte de Santiago: Construído no século XVII virado para o mar, serviu para proteger a Madeira dos diversos ataques de piratas. • Rua de Santa Maria: Apesar de recomendarmos que te percas num passeio pela parte antiga da cidade, não podes perder a sua rua mais famosa, a Rua de Santa Maria. Para além de variadas lojas, podes observar a arte de rua que pinta muitas das suas portas. Algo a não perder na Madeira! • Mercado dos Lavradores: Este é o principal mercado da Madeira e vale bem a pena visitar durante uma estadia no Funchal. Graças ao clima da ilha, encontrarás um mosaico colorido composto pela grande variedade de frutas disponíveis. Santana Santana é a segunda maior cidade do arquipélago e, claramente, deve estar na tua lista de sítios para ver na Madeira. O grande atrativo desta localidade, que atrai milhares de viajantes, são as suas casas tradicionais. As Casas típicas de Santana são conhecidas pela sua forma triangular e padrão, em que o telhado é feito de palha seca e flores rodeiam as janelas das fachadas coloridas. Embora ainda habitadas, algumas estão abertas ao público como casa-museu e é possível visitá-las. Depois de conheceres ao pormenor estas casas de arquitetura tradicional, dirije-te ao Parque Temático de Santana. Lá, poderás conhecer, a partir de divertidas atrações, a evolução, história e segredos desta zona da Madeira. Não percas! Seja a caminho de Santana ou a sair lá, não podes deixar de parar nos diversos miradouros das suas imensas falésias, uma paisagem brutal! Porto Moniz Seguimos o percurso dos locais a visitar na Madeira com mais um ponto pitoresco. A pequena cidade de Porto Moniz, situada no noroeste da ilha, tem pouco mais de 3.000 habitantes, mas as suas ruas estão repletas de viajantes que querem aproveitar ao máximo a Madeira. A principal atração de Porto Moniz são as famosas Piscinas Naturais do Porto Moniz. Estão totalmente equipadas, com diferentes zonas onde te podes esticar ao sol, tanto no chão como em espreguiçadeiras. Tens ainda acessos em forma de escadas que facilitam o banho nestas incríveis águas turquesa sem teres de te preocupar com as ondas do mar. Este acesso está aberto das 9 da manhã às 5/7 (inverno ou verão) da tarde e o preço de entrada é simbólico (1,50€), o que permite também o acesso aos balneários e ao bar. Sendo um local tão único, costuma ser frequentado por turistas que visitam a ilha mas, mesmo assim, é um local obrigatório a visitar na Madeira. Se procuras uma alternativa com menos gente, podes visitar as Piscinas Naturais Velhas. Ficam muito perto e apesar de contarem com menos infraestruturas são também um local espectacular. Não se pode sair do Porto Moniz sem antes desfrutar das vistas panorâmicas do alto do Miradouro de Santinha, vale muito a pena! Vilas para visitar na Madeira Para além do Funchal e outras cidades que merecem uma visita, existem várias vilas que não podem faltar num guia pelos locais a visitar na Madeira. Anota os locais seguintes e inclui-os no teu itinerário: • Câmara de Lobos: Esta pequena vila piscatória foi o primeiro povoado da ilha, em 1430. Por isso, poderás visitar alguns dos locais históricos mais antigos da Madeira. A Capela dos Pescadores ou o Convento de São Bernadino são dois exemplos. Passeia junto ao mar e aproveita para visitar o Cabo Girão, a segunda falésia mais alta do mundo, que oferece uma vista de tirar o fôlego. • Machico: Edifícios históricos com mais de 450 anos esperam por ti. Sem esquecer as praias onde poderás desfrutar de um banho relaxante e opções de trilhos que não podes perder. • Caniçal: A terceira vila que sugerimos ver na Madeira chama-se Caniçal. Localizada na zona vulcânica da ilha, foi um ponto importante da indústria baleeira até que a caça e o comércio destes animais foram proibidos em 1981. No Museu da Baleia poderás ficar a conhecer a sua história, mas existe ainda outro motivo para visitar o Caniçal, pois podes fazer um percurso até ao Miradouro da Ponta do Rosto. Porto Santo Se escolheste uma ilha como destino de viagem, é bem possível que tenhas planeado deitar-te na praia para desfrutar do sol, do mar…. da areia? Se tens esse plano essencial, temos boas e más notícias. A má notícia é que a Madeira não é uma ilha que se destaque pelo seu areal, devido à origem vulcânica e à sua orografia. A boa notícia é que podes fazer praia na Madeira e, também, conhecer uma nova ilha. A ilha vizinha de Porto Santo é a outra ilha habitada do arquipélago, onde encontrarás mais de 9 quilómetros de areia branca para que possas fazer praia à vontade. Em Porto Santo, não deixes de visitar a Vila Baleira com as suas casas caiadas de branco, o percurso pedestre ao Pico do Castelo ou os diferentes miradouros que te vão dar uma vista ampla da ilha. Uma vez que a viagem da Madeira a Porto Santo demora duas horas de ferry, recomendamos que passes pelo menos uma noite neste local para aproveitar ao máximo a sua visita. Caminhadas na Madeira Não podemos fechar esta lista de coisas para fazer na Madeira sem falar de uma das principais atividades da ilha, o trekking. Se és um amante de caminhadas, terás todos os tipos de percursos ao teu alcance. O clima único da ilha resulta em impressionantes bosques húmidos repletos de fetos, como os percursos pela Levada do Caldeirão Verde ou pela Levada das 25 Fontes, onde em muitos troços a exuberante vegetação impedirá o sol e pode ser necessário usar roupas quentes mesmo em dias de calor. Por outro lado, também podes explorar paisagens vulcânicas em que o clima será árido e o protetor solar se tornará um aliado essencial. Qual é que preferes? Aproveita a tua viagem à Madeira sem preocupações, com um bom seguro de viagem. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Córdova: a escapadinha perfeita

Córdova: a escapadinha perfeita

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A Andaluzia está na moda e existem cada vez mais pessoas entusiasmadas para fazer uma escapadinha a Córdova, uma das cidades mais charmosas de Espanha. É possível viver uma vida inteira nesta cidade e estar constantemente a descobrir novos recantos; Porém, hoje na IATI Seguros selecionamos alguns destaques, para que comproves o seu encanto em apenas 48 horas. Descobre o que ver e fazer em Córdova num fim de semana. 48 horas em Córdova: Primeiro dia Uma escapadinha a Córdova deve ser feita com calma. Esta é uma cidade para desfrutar lentamente, os seus habitantes caminham devagar e não há motivo para correr. Por isso, sugerimos que comeces bem o dia com um pequeno-almoço a aproveitar o sol que costuma iluminar os dias cordoveses. Começa na Plaza de las Tendillas, onde te podes sentar e saborear um bom pão com azeite e presunto do Vale dos Pedroches enquanto contemplas uma das praças mais animadas da cidade presidida pela estátua do Gran Capitán, Gonzalo Fernández de Córdova. De barriga cheia, dá um passeio pelas ruas Gondomar, Cruzconde e outra conhecida como a Boulevard de Córdova, a mais comercial da cidade. Aos poucos, dirige-te ao tradicional bairro de Santa Marina, um dos nossos preferidos pelas suas pequenas casas andaluzas e ruas de paralelepípedos. Começa por visitar a igreja de Santa Marina, uma das mais belas igrejas Fernandinas da cidade. Continua a percorrer as ruas estreitas e chegarás ao Palácio de Viana, onde terás alucinações com o que está atrás das suas portas. Pátios ricamente decorados sucedem-se nas várias divisões deste bem preservado palácio do século XV. Daqui, podes caminhar até a rua Alfaros e, quase a meio, subir os degraus da Cuesta del Bailío, um dos lugares mais charmosos da cidade. Além de ser um belo recanto, principalmente na primavera, quando as flores rosadas da parede estão em pleno esplendor, a encosta era uma importante ligação entre a cidade alta e a cidade baixa nos tempos antigos. Continua até chegares à Plaza de Capuchinos, onde se encontra uma das esculturas mais queridas do povo de Córdova, popularmente conhecida como Cristo dos Lanternas. Quando a fome começar a aparecer, a Taberna Góngora é uma ótima opção para quem não tem um grande orçamento mas quer conhecer um lugar com tradição. Uma escapadinha a Córdova não estaria completa sem o salmorejo. As anchovas com limão e o javali com tomate, regados com um bom Montilla-Moriles, também fazem as delícias de quem passa nesta taberna. Sabemos que nos vais agradecer. Depois do banquete, desce a rua Claudio Marcelo e maravilha-te com as belas colunas do Templo Romano de Córdova, ao lado da câmara municipal. Para tomar café, nada melhor do que caminhar até a Plaza de la Corredera e sentir-se como um cordovês a apanhar sol numa das esplanadas. Ainda tens algumas horas para desfrutar, pergunta a um local onde fica a Plaza del Potro e caminha até a encontrares. Visita o museu Julio Romero de Torres e a Posada del Potro antes de veres pela primeira vez o histórico rio Guadalquivir. Caminha com calma à beira do rio, acreditamos que já estarás cansado do passeio de hoje e que a melhor lembrança deste primeiro dia será um pôr do sol inesquecível. Por isso, atravessa a ponte romana de Córdova, uma maravilha que permanece desde o século I. Na Torre de la Calahorra, poderás apreciar um dos monumentos mais incríveis de Espanha com a cidade de Córdova ao fundo: a mesquita. Termina o dia com um jantar agradável num local como El Aguacero, com cozinha tradicional cordovesa e de fusão. Se ainda não estiveres cansado, vai ao Mercado Victoria, o sítio da moda em Córdova. Este mercado tem um food hall e um bar de cocktails que poderás aproveitar até de madrugada. Segundo dia É hora de te levantares para começar o dia com a doçura do pastel cordovês, um delicioso bolo folhado recheado, típico da gastronomia da cidade. Chegou o momento de atravessar o Patio de los Naranjos e sentir o cheiro a flor de laranjeira das suas 98 árvores. Atravessa a porta que permite o acesso à Mesquita-Catedral de Córdova e observa pela primeira vez os arcos mais impressionantes da arte hispano-muçulmana. Em seguida, explora o bairro judeu e descobre locais encantadores como a Sinagoga, a Calleja de las Flores ou as ruínas da muralha muçulmana ao lado da Puerta de Almodóvar. Não muito longe está um dos melhores lugares para comer as melhores beringelas fritas de Córdova, o Mesón Juan Peña. Aqui há um grande cuidado com o produto e serviço, e qualquer pessoa se sente confortável numa das mesas com fogões que os cordoveses adoram! Se ainda tiveres forças, perde-te nas ruas do bairro de San Basilio, onde se encontram os tradicionais pátios cordoveses em quase todas as casas. Perto está o Alcázar de los Reyes Cristianos, que tem jardins e pátios de inspiração mudéjar que merecem uma visita. As 48 horas em Córdova estão a chegar ao fim, mas antes não te esqueças de passar no Bodegas Campos, um dos restaurantes de referência da cidade e por onde passaram grandes personagens da história. Brinda a uma escapadinha perfeita a Córdova no terraço do Sojo Ribera, com belas vistas do Guadalquivir e das pontes que cruzam esta cidade cheia de planos. Finalmente, aproveita a tua escapadinha a Córdova com tranquilidade, fazendo um bom seguro de viagem. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Escapadinha a Liverpool

Escapadinha a Liverpool

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Quando se fala em Liverpool, a primeira coisa que ocorre são os famosos Beatles! Não há forma de separar os ícones musicais, desta magnífica cidade inglesa. Visitar a cidade é de certa forma percorrer alguns dos locais mais emblemáticos da banda e a IATI Seguros de Viagem decidiu assim ajudar-te com os locais que não deves perder em Liverpool. Apesar de não ser uma das cidades mais bonitas do Reino Unido, Liverpool é rica em cultura, história e também no desporto, com um dos mais antigos dérbis da história do futebol entre o Liverpool FC e o Everton FC, os maiores da cidade. A melhor forma de conheceres a cidade é a caminhar por ela, uma vez que esta é quase toda ela plana. E se possível, aproveita o clima mais ameno da primavera e do verão para visitar Liverpool. Após a tua chegada à cidade dos Beatles para uma escapadinha aproveita para conhecer as suas diversas atrações turísticas. O que visitar em Liverpool: The Cavern Club Aqui começou a história dos Beatles. Inaugurado no ano de 1957, esta tornou-se o palco principal da banda em 1961 contabilizando cerca de 290 atuações do grupo. Após a sua demolição, em 1973, foi reconstruído em 1984 com tijolos originais retirados do antigo edifício. O The Cavern Club localiza-se na Mathew Street e na sua frente, no Cavern Pub esta a estátua de John Lennon e uma série de tijolos gravados com nomes de bandas e músicos que por lá passaram. Esta é uma paragem obrigatória para quem procura compreender a cidade e o seu espírito. The Beatles Story – O museu dos Beatles Visitar este museu é uma autêntica viagem no tempo com as salas cronologicamente divididas. Todas elas mostram objetos e roupas originais que os elementos da banda usavam no passado. No seu interior podes vislumbrar uma coleção de óculos, assim como o ultimo piano tocado por John Lenon. Existe também a réplica do The Cavern Club e podes passear também pelo Yellow Submarine. Albert Dock Um dos principais ícones culturais da cidade. Junto ao rio Mersey, onde outrora foi o principal porto da cidade, encontram-se localizados uma grande parte dos museus e galerias da cidade, assim como os principais bares e restaurantes. É um dos locais mais visitados da cidade para quem gosta de fotografia e que admirar a paisagem que a cidade oferece. O The beatles Story está localizado ao redor desta região. Anfield Road Outros dos principais motivos que levam as pessoas a visitar a cidade de Liverpool, é o Futebol e, claro, o principal clube da cidade: o Liverpool FC. O seu icónico estádio construído em 1885, é considerado um dos palcos de futebol mais clássico de toda a Europa. Está localizado apenas a 5 Km do centro da cidade e podes ir até lá facilmente de autocarro. Conhecer o seu museu e toda a história do clube é outro dos passatempos de quem visita a cidade. Liverpool Cathedral Detentora de uma beleza única, a imponência da Catedral de Liverpool com os seus quase 190 metros de comprimento, fazem desta a igreja mais extensa do mundo e mais a mais alta do Reino Unido com mais de 100 metros de altura. O seu campanário alberga também o maior sino das ilhas britânicas com 16 toneladas de peso. Museum of Liverpool À exceção de Londres, Liverpool é a cidade com maior concentração de arte e museus do Reino Unido. Um dos mais visitados é o Museum of Liverpool. Com entrada gratuita, aqui conta-se a história da cidade através de várias peças de arte decorativa, de botânica, material arqueológico e até arquivos fotográficos da cidade. Para quem procura saber um pouco sobre a história de Liverpool, este local é o indicado para iniciar a pesquisa. Se ainda tiveres tempo disponível, a IATI recomenda-te também que tenhas a experiência de um tour de autocarro pela cidade, que te irá permitir descobrir a Igreja de St. Peter que foi o local onde Paul McCartney e John Lennon se encontraram pela primeira vez, passando também pela famosíssima rua Penny Lane e pela Strawberry Field, as duas regiões que são referidas em alguns hits da banda. Agora que já tens as dicas mais importantes para a tua escapadinha a Liverpool, não te esqueças de contratar o seguro de viagens que melhor se adapta à tua viagem. Artigo escrito por: Gato Vadio

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