Europa
7 dias na Escócia: o itinerário perfeito

7 dias na Escócia: o itinerário perfeito

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A Escócia é um país onde é melhor viajar de carro. Com a liberdade de uma estrada pela frente, descobrirás lagos espetaculares, as montanhas mais altas, os vales mais profundos e os castelos mais escondidos. Atreve-te a alugar um veículo e põe-te a caminho. Prometemos que não te vais arrepender da experiência e, para que não percas nada, faz um seguro de viagem e toma nota deste itinerário de 7 dias pelo melhor da Escócia. Roteiro pela Escócia em 7 dias: Dia 1: Edimburgo Qualquer viagem à Escócia deve começar com uma visita de pelo menos dois dias a Edimburgo. A capital escocesa é Património Mundial da UNESCO devido à cidade velha e à New Town, aquela “nova cidade” que James Craig projetou em 1767. Ao observar a cidade, facilmente entenderás o porquê de ter este estatuto. No primeiro dia em Edimburgo, recomendamos que visites o Old Town, a parte mais antiga da cidade. Começa pelo castelo, a atração mais visitada, uma enorme fortaleza que domina a paisagem há mais de 500 anos. Esta visita deve demorar, pelo menos, 2-3 horas. Quando terminar, desce a Royal Mile, descobre a Victoria Street com as suas fachadas coloridas, bebe uma cerveja no Grassmarket e aventura-te no Cemitério Greyfriars. À tarde, continua a descer lentamente a Royal Mile, com direito a muitas pausas. Entra em alguns dos jardins escondidos em becos como Dunbar’s Close, visita o Parlamento Escocês (é gratuito) e explora o Palácio de Holyrood, a residência oficial da Rainha. Para acabar o dia, nada melhor do que assistir ao pôr do sol do topo do Arthur’s Seat, o vulcão extinto no meio de Edimburgo. Dia 2: Edimburgo Durante o segundo dia em Edimburgo, o melhor plano é passear pelas ruas cheias de edifícios georgianos da New Town. Claro que primeiro te podes deliciar com um bom brunch em cafés incríveis como o Urban Angel ou o Henderson’s. De barriga cheia, segue para a praça Saint Andrew’s e, de lá, caminha pela George Square, a rua com as lojas mais elegantes de toda a cidade, até à Charlotte Square, na outra ponta. Em seguida, desce até ao Jardim Botânico. Este imenso pomar com mais de 300 anos de história possui 10 enormes estufas que abrigam mais de 3.000 plantas exóticas de todo o mundo. Não saias sem desfrutar da serenidade da zona de vegetação asiática ou sem passear pelo famoso jardim de pedras. O bairro Stockbridge fica muito perto, com os seus cafés e lojas independentes. Lá, podes apanhar o Water of Leith Walk para ir até Dean Village, um bairro que parece saído de um conto de fadas. Se gostas de arte contemporânea, aproveita e visita a Galeria de Arte Moderna. Se você prefere belas paisagens, nada como subir a colina de Calton Hill para ver outro pôr do sol épico sobre a velha cidade de Edimburgo. Dia 3: Fife – Saint Andrews – Pitlochry No terceiro dia de viagem pela Escócia, está na hora de pegar no carro para cruzar a Queensferry Crossing, a ponte que desde 2017 permite cruzar o estuário do Rio Forth e explorar as vilas de pescadores de Fife. As nossas favoritas são Crail e Pittenweem. Ambas parecem saídas de um postal, com paisagens lindíssimas. Depois de ver as vistas, vai até St. Andrews para almoçar. Esta cidade universitária é o lugar onde o golfe foi inventado, mas poderás reconhecê-la porque uma das cenas mais famosas do filme “Momentos de Glória” foi filmada na praia de West Sands. De todas as atrações, não deves deixar de visitar as ruínas da Catedral de Santo André ou o castelo e as suas minas. Termina este dia na bela cidade de Pitlochry, rodeado por natureza. Se não estiveres muito cansado, dá um passeio junto ao lago e, se tiveres tempo, visita a destilaria de uísque Edradour. Dia 4: Inverness – Loch Ness – Castelo Eilean Donan A Escócia deve uma pequena parte da sua fama à lenda do monstro do Lago Ness. Portanto, nada como atravessar o parque natural de Cairngorms pela estrada para chegar à capital das Terras Altas. Inverness é uma cidade pequena, mas fascinante, que te surpreenderá com o seu mercado vitoriano e o passeio junto ao canal. No entanto, a melhor parte é mesmo quando nos aproximamos do lago mais famoso do país. Loch Ness é o maior lago do Reino Unido e contém mais água doce do que todos os lagos da Inglaterra e do País de Gales juntos. Provavelmente não verás o Nessie, mas a paisagem não irá decepcionar, especialmente quando a observas das ruínas do Castelo de Urquhart. Segue o caminho ao longo do Great Glen, serpenteando pelo Vale Glen Shiel até o castelo mais fotografado do país: Eilean Donan’s. Observá-lo quando cai a noite e as águas estão calmas é incomparável. Dia 5: Ilha de Skye A Ilha de Skye é linda, apesar de ser um dos lugares mais turísticos da Escócia. Por este motivo, no verão a ilha atinge o limite e os preços dos alojamentos disparam. Mas se viajares fora da época alta, não podes perder esta ilha idílica. Como dificilmente terás tempo para ver tudo, escolhe alguns dos lugares mais míticos: o farol de Neist Point, o Castelo de Dunvegan, a destilaria de uísque Talisker, as falésias de Kilt Rock, as trilhas de caminhada pelo Quiraing ou até mesmo o Velho de Storr. Dia 6: Glencoe – Loch Lomond – Stirling Chegou a hora de dizer adeus à Ilha de Skye e regressar à civilização. Mas não sem antes desfrutar de uma nova dose daquela magia que só se respira nas Terras Altas da Escócia. O Vale de Glencoe é um longo desfiladeiro na montanha, marcado pela tragédia do Massacre de Glencoe que em 13 de fevereiro de 1692 culminou no assassinato de grande parte do clã MacDonald, mas não deixa de ser um lugar perfeito para ver veados e nos maravilharmos com a natureza que criou as impressionantes montanhas das Três Irmãs ou Buachaille Etive Mor. Ao descer, recomendamos que contornes as margens do Loch Lomond. Este enorme corpo de água rivaliza com o Loch Ness pelo título de “Lago Mais Bonito da Escócia”, a sua água calma e a forma como reflete a paisagem é algo inesquecível. E para acabar o dia, faz uma paragem em Stirling, uma pequena cidade universitária com um castelo espetacular que foi a chave da história do país em mais de uma ocasião. Se chegares a tempo, a visita vale a pena. Se não, a vista que terás de uma esplanada nas montanhas compensa a subida. Outro local imperdível em Stirling é o Monumento William Wallace. A vista desta torre vitoriana não poderia ser melhor, mas prepara-te para subir 246 degraus. Dia 7: Glasgow Edimburgo pode ser a capital da Escócia, mas Glasgow é a maior cidade do país, com uma vida cultural e musical muito interessante. Glasgow ergueu-se das cinzas e superou o seu lado mais decadente para se tornar numa cidade cheia de arte de rua, edifícios espetaculares e muitas histórias interessantes. Entre as muitas atividades disponíveis, não deves deixar de visitar a catedral e necrópole, o Museu Kelvingrove e a Universidade, que parece saída do universo “Harry Potter”. E, para te despedires da Escócia como deve ser, bebe um uísque na destilaria recém-inaugurada Clydeside. Slainte Mhath! Atreve-te a descobrir a magia da Escócia numa road trip com a companhia da Iati Seguros! Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Dez sítios a visitar em Cáceres

Dez sítios a visitar em Cáceres

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Hoje a IATI Seguros traz-te uma dica de viagem que temos a certeza que vais adorar! Está localizada na vizinha Espanha mas com excelentes acessos desde Portugal. Tem um centro histórico de te deixar de queixo caído, com vários monumentos de interesse turístico na mesma zona e que podes perfeitamente visitar a pé. Falamos da cidade de Cáceres, na região da Estremadura, mas antes de te dizermos quais são os dez sítios que recomendamos que visites temos de falar em algo muito importante. Referimo-nos ao IATI Escapadinhas a partir de apenas 0,53 € por dia, também cobre atividades como o cicloturismo, viagens em autocaravana ou viagens com animal de estimação. Não esperes mais e faz já o teu IATI Escapadinhas, o aliado ideal para desfrutares de uma nova viagem por Portugal e pela Europa. Dez sítios a não perder em Cáceres: Torre de la Hierba Poderás admirar a A Torre da Erva, em português, a partir da Plaza Mayor. É de construção árabe e data do século XII. Está ligada à muralha que defende a povoação. É uma excelente forma de iniciares a descoberta da cidade monumental de Cáceres. Torre de los Púlpitos Também conhecida como a Torre Nova, foi construída para defender o Novo Portão e tem uns impressionantes dezasseis metros de altura. Foi construída em estilo gótico e a sua principal função era militar. O seu nome deriva da existência na torre de duas cabines ou púlpitos. Arco da Estrela O Arco da Estrela é mais bonito se visto a partir do interior da muralha, pois tem um imagem de Santa Ana e uma lanterna em forma de estrela. Este arco faz a ligação entre a Plaza Mayor e o centro histórico de Cáceres. Ermita da Paz Esta pequena igreja tem entrada pela Plaza Mayor e tem celebrações eucarísticas regulares, por isso certifica-te que tens alguma flexibilidade de tempo se a quiseres visitar. Torre de Bujaco A Torre de Bujaco é um dos símbolos da cidade de Cáceres e só por isso já consegues perceber a sua importância. Atualmente alberga o Centro de Interpretación de las Tres Culturas e apesar de considerarmos que este centro é bastante informativo, desde já te dizemos que a parte mais interessante da Torre de Bujaco é a vista que se consegue da torre. Palácio de los Golfines de Abajo Numa das janelas do Palácio de los Gofines de Abajo pode ver-se o escudo dos Reis Católicos. Foi construído tendo em conta dois estilos distintos: por um lado é uma casa-fortaleza com uma imponente torre, e por outro lado exibe detalhes humanistas como é a existência de animais fantásticos. Palácio de Carvajal O Palácio de Carvajal está localizado na Calle Amargura e o seu principal atrativo, na nossa opinião, é o seu jardim. Catedral de Santa Maria A Catedral de Santa Maria foi construída na século XV em estilo predominantemente gótico. Existem visitas guiadas ao seu interior que incluem passagens pelas capelas e sacristia. Também é possível visitar a torre, mediante aquisição de bilhete e inclui vistas do campanário. Esta catedral alberga o Museu Eclesiástico. Igreja de São Francisco Xavier Já deves ter percebido que a vista que se consegue em determinado lugar em Cáceres é muito apreciada. Isto acontece porque os edifícios foram construídos muito próximos uns dos outros, o que dificulta a perspetiva que se tem deles. Assim, um dos grandes atrativos da Igreja de São Francisco Xavier é precisamente a vista proporcionada da sua torre. Além disso, esta igreja alberga o Centro de Divulgação da Semana Santa em Cáceres. Palácio de las Veletas É no Palácio de las Veletas que poderás visitar o Museu Provincial de Cáceres. O museu foi inaugurado em 1898 e os cidadãos provenientes de países da União Europeia têm entrada gratuita. Além disso, se estiveres a precisar de hidratação, toma nota que junto ao Palácio de las Veletas existe um bebedouro de água, também gratuito. Como já dissemos, a cidade monumental de Cáceres tem muitos sítios magníficos para visitares mas estes são os dez que recomendamos que visites em primeiro lugar. Acreditamos que é uma excelente introdução à cidade e se os conseguires visitar todos terás, certamente, uma perspetiva mais ou menos abrangente dos monumentos. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que ver na Madeira

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A ilha da Madeira foi eleita, pelo sétimo ano consecutivo, como “Melhor destino insular da Europa” nos World Travel Awards, os mais conceituados prémios do turismo mundial. Superando, mais uma vez, destinos como as Ilhas Canárias, Baleares, Malta, Sicília ou Açores. A verdade é que a ilha conhecida como o “Havai da Europa” é um destino incrível que apaixona todos os que a visitam. Por este motivo, a IATI Seguros preparou um guia do que ver e fazer na Madeira, de maneira a garantir que não perdes nenhum dos seus principais tesouros. Continua a ler, enquanto te levamos numa viagem épica à Madeira. Uma ilha cheia de natureza, falésias, praias e locais encantadores que não vais querer perder. Viajar para a Madeira em tempos de COVID-19 Depois de meses com poucas possibilidades de circular, podemos finalmente viajar novamente. Agora, cada escapadinha é uma grande viagem. Por este motivo, criámos o IATI Escapadinhas, um seguro de viagem com cobertura para coronavírus. A partir de apenas 0,53 € por dia, também cobre actividades como o cicloturismo, viagens em autocaravana ou viagens com animal de estimação. Não esperes mais e faz já o teu IATI Escapadinhas, o aliado ideal para desfrutares de uma nova viagem por Portugal e pela Europa. O que ver na Madeira: Funchal Uma viagem à Madeira começa geralmente na capital da ilha, Funchal. Vivem aqui cerca de 110.000 pessoas, quase metade dos 260.000 que habitam em toda a ilha. Isto significa que o Funchal é o local mais animado para conhecer na Madeira, com um grande número de atividades interessantes para o viajante que gosta de passar uns dias a perder-se nas ruas íngremes, em busca de tudo o que a cidade tem para oferecer. Poderíamos fazer um artigo exclusivamente dedicado ao Funchal, com tudo o que podes fazer por lá. No entanto, decidimos resumir alguns locais essenciais: • Teleférico do Funchal: Uma excelente forma de começar a conhecer a Madeira é apanhar o Teleférico do Monte para subir mais de 500 metros até à parte alta da cidade. Lá, para além das incríveis vistas panorâmicas da cidade com o Oceano Atlântico como pano de fundo, esperam por ti locais obrigatórios para ver no Funchal, como a Igreja de Nossa Senhora do Monte onde repousam os restos mortais do Imperador Carlos I da Áustria. • Jardim Botânico da Madeira: A Madeira é também conhecida como a “Ilha das Flores” pela enorme variedade de flores que o clima único da ilha oferece. O Jardim Botânico da Madeira, no Funchal, é o sítio ideal para disfrutar desta biodiversidade. Situado num enclave único com o imponente palacete da Quinta do Bom Sucesso e a sua espectacular varanda sobre o mar. • Forte de Santiago: Construído no século XVII virado para o mar, serviu para proteger a Madeira dos diversos ataques de piratas. • Rua de Santa Maria: Apesar de recomendarmos que te percas num passeio pela parte antiga da cidade, não podes perder a sua rua mais famosa, a Rua de Santa Maria. Para além de variadas lojas, podes observar a arte de rua que pinta muitas das suas portas. Algo a não perder na Madeira! • Mercado dos Lavradores: Este é o principal mercado da Madeira e vale bem a pena visitar durante uma estadia no Funchal. Graças ao clima da ilha, encontrarás um mosaico colorido composto pela grande variedade de frutas disponíveis. Santana Santana é a segunda maior cidade do arquipélago e, claramente, deve estar na tua lista de sítios para ver na Madeira. O grande atrativo desta localidade, que atrai milhares de viajantes, são as suas casas tradicionais. As Casas típicas de Santana são conhecidas pela sua forma triangular e padrão, em que o telhado é feito de palha seca e flores rodeiam as janelas das fachadas coloridas. Embora ainda habitadas, algumas estão abertas ao público como casa-museu e é possível visitá-las. Depois de conheceres ao pormenor estas casas de arquitetura tradicional, dirije-te ao Parque Temático de Santana. Lá, poderás conhecer, a partir de divertidas atrações, a evolução, história e segredos desta zona da Madeira. Não percas! Seja a caminho de Santana ou a sair lá, não podes deixar de parar nos diversos miradouros das suas imensas falésias, uma paisagem brutal! Porto Moniz Seguimos o percurso dos locais a visitar na Madeira com mais um ponto pitoresco. A pequena cidade de Porto Moniz, situada no noroeste da ilha, tem pouco mais de 3.000 habitantes, mas as suas ruas estão repletas de viajantes que querem aproveitar ao máximo a Madeira. A principal atração de Porto Moniz são as famosas Piscinas Naturais do Porto Moniz. Estão totalmente equipadas, com diferentes zonas onde te podes esticar ao sol, tanto no chão como em espreguiçadeiras. Tens ainda acessos em forma de escadas que facilitam o banho nestas incríveis águas turquesa sem teres de te preocupar com as ondas do mar. Este acesso está aberto das 9 da manhã às 5/7 (inverno ou verão) da tarde e o preço de entrada é simbólico (1,50€), o que permite também o acesso aos balneários e ao bar. Sendo um local tão único, costuma ser frequentado por turistas que visitam a ilha mas, mesmo assim, é um local obrigatório a visitar na Madeira. Se procuras uma alternativa com menos gente, podes visitar as Piscinas Naturais Velhas. Ficam muito perto e apesar de contarem com menos infraestruturas são também um local espectacular. Não se pode sair do Porto Moniz sem antes desfrutar das vistas panorâmicas do alto do Miradouro de Santinha, vale muito a pena! Vilas para visitar na Madeira Para além do Funchal e outras cidades que merecem uma visita, existem várias vilas que não podem faltar num guia pelos locais a visitar na Madeira. Anota os locais seguintes e inclui-os no teu itinerário: • Câmara de Lobos: Esta pequena vila piscatória foi o primeiro povoado da ilha, em 1430. Por isso, poderás visitar alguns dos locais históricos mais antigos da Madeira. A Capela dos Pescadores ou o Convento de São Bernadino são dois exemplos. Passeia junto ao mar e aproveita para visitar o Cabo Girão, a segunda falésia mais alta do mundo, que oferece uma vista de tirar o fôlego. • Machico: Edifícios históricos com mais de 450 anos esperam por ti. Sem esquecer as praias onde poderás desfrutar de um banho relaxante e opções de trilhos que não podes perder. • Caniçal: A terceira vila que sugerimos ver na Madeira chama-se Caniçal. Localizada na zona vulcânica da ilha, foi um ponto importante da indústria baleeira até que a caça e o comércio destes animais foram proibidos em 1981. No Museu da Baleia poderás ficar a conhecer a sua história, mas existe ainda outro motivo para visitar o Caniçal, pois podes fazer um percurso até ao Miradouro da Ponta do Rosto. Porto Santo Se escolheste uma ilha como destino de viagem, é bem possível que tenhas planeado deitar-te na praia para desfrutar do sol, do mar…. da areia? Se tens esse plano essencial, temos boas e más notícias. A má notícia é que a Madeira não é uma ilha que se destaque pelo seu areal, devido à origem vulcânica e à sua orografia. A boa notícia é que podes fazer praia na Madeira e, também, conhecer uma nova ilha. A ilha vizinha de Porto Santo é a outra ilha habitada do arquipélago, onde encontrarás mais de 9 quilómetros de areia branca para que possas fazer praia à vontade. Em Porto Santo, não deixes de visitar a Vila Baleira com as suas casas caiadas de branco, o percurso pedestre ao Pico do Castelo ou os diferentes miradouros que te vão dar uma vista ampla da ilha. Uma vez que a viagem da Madeira a Porto Santo demora duas horas de ferry, recomendamos que passes pelo menos uma noite neste local para aproveitar ao máximo a sua visita. Caminhadas na Madeira Não podemos fechar esta lista de coisas para fazer na Madeira sem falar de uma das principais atividades da ilha, o trekking. Se és um amante de caminhadas, terás todos os tipos de percursos ao teu alcance. O clima único da ilha resulta em impressionantes bosques húmidos repletos de fetos, como os percursos pela Levada do Caldeirão Verde ou pela Levada das 25 Fontes, onde em muitos troços a exuberante vegetação impedirá o sol e pode ser necessário usar roupas quentes mesmo em dias de calor. Por outro lado, também podes explorar paisagens vulcânicas em que o clima será árido e o protetor solar se tornará um aliado essencial. Qual é que preferes? Aproveita a tua viagem à Madeira sem preocupações, com um bom seguro de viagem. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Córdova: a escapadinha perfeita

Córdova: a escapadinha perfeita

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A Andaluzia está na moda e existem cada vez mais pessoas entusiasmadas para fazer uma escapadinha a Córdova, uma das cidades mais charmosas de Espanha. É possível viver uma vida inteira nesta cidade e estar constantemente a descobrir novos recantos; Porém, hoje na IATI Seguros selecionamos alguns destaques, para que comproves o seu encanto em apenas 48 horas. Descobre o que ver e fazer em Córdova num fim de semana. 48 horas em Córdova: Primeiro dia Uma escapadinha a Córdova deve ser feita com calma. Esta é uma cidade para desfrutar lentamente, os seus habitantes caminham devagar e não há motivo para correr. Por isso, sugerimos que comeces bem o dia com um pequeno-almoço a aproveitar o sol que costuma iluminar os dias cordoveses. Começa na Plaza de las Tendillas, onde te podes sentar e saborear um bom pão com azeite e presunto do Vale dos Pedroches enquanto contemplas uma das praças mais animadas da cidade presidida pela estátua do Gran Capitán, Gonzalo Fernández de Córdova. De barriga cheia, dá um passeio pelas ruas Gondomar, Cruzconde e outra conhecida como a Boulevard de Córdova, a mais comercial da cidade. Aos poucos, dirige-te ao tradicional bairro de Santa Marina, um dos nossos preferidos pelas suas pequenas casas andaluzas e ruas de paralelepípedos. Começa por visitar a igreja de Santa Marina, uma das mais belas igrejas Fernandinas da cidade. Continua a percorrer as ruas estreitas e chegarás ao Palácio de Viana, onde terás alucinações com o que está atrás das suas portas. Pátios ricamente decorados sucedem-se nas várias divisões deste bem preservado palácio do século XV. Daqui, podes caminhar até a rua Alfaros e, quase a meio, subir os degraus da Cuesta del Bailío, um dos lugares mais charmosos da cidade. Além de ser um belo recanto, principalmente na primavera, quando as flores rosadas da parede estão em pleno esplendor, a encosta era uma importante ligação entre a cidade alta e a cidade baixa nos tempos antigos. Continua até chegares à Plaza de Capuchinos, onde se encontra uma das esculturas mais queridas do povo de Córdova, popularmente conhecida como Cristo dos Lanternas. Quando a fome começar a aparecer, a Taberna Góngora é uma ótima opção para quem não tem um grande orçamento mas quer conhecer um lugar com tradição. Uma escapadinha a Córdova não estaria completa sem o salmorejo. As anchovas com limão e o javali com tomate, regados com um bom Montilla-Moriles, também fazem as delícias de quem passa nesta taberna. Sabemos que nos vais agradecer. Depois do banquete, desce a rua Claudio Marcelo e maravilha-te com as belas colunas do Templo Romano de Córdova, ao lado da câmara municipal. Para tomar café, nada melhor do que caminhar até a Plaza de la Corredera e sentir-se como um cordovês a apanhar sol numa das esplanadas. Ainda tens algumas horas para desfrutar, pergunta a um local onde fica a Plaza del Potro e caminha até a encontrares. Visita o museu Julio Romero de Torres e a Posada del Potro antes de veres pela primeira vez o histórico rio Guadalquivir. Caminha com calma à beira do rio, acreditamos que já estarás cansado do passeio de hoje e que a melhor lembrança deste primeiro dia será um pôr do sol inesquecível. Por isso, atravessa a ponte romana de Córdova, uma maravilha que permanece desde o século I. Na Torre de la Calahorra, poderás apreciar um dos monumentos mais incríveis de Espanha com a cidade de Córdova ao fundo: a mesquita. Termina o dia com um jantar agradável num local como El Aguacero, com cozinha tradicional cordovesa e de fusão. Se ainda não estiveres cansado, vai ao Mercado Victoria, o sítio da moda em Córdova. Este mercado tem um food hall e um bar de cocktails que poderás aproveitar até de madrugada. Segundo dia É hora de te levantares para começar o dia com a doçura do pastel cordovês, um delicioso bolo folhado recheado, típico da gastronomia da cidade. Chegou o momento de atravessar o Patio de los Naranjos e sentir o cheiro a flor de laranjeira das suas 98 árvores. Atravessa a porta que permite o acesso à Mesquita-Catedral de Córdova e observa pela primeira vez os arcos mais impressionantes da arte hispano-muçulmana. Em seguida, explora o bairro judeu e descobre locais encantadores como a Sinagoga, a Calleja de las Flores ou as ruínas da muralha muçulmana ao lado da Puerta de Almodóvar. Não muito longe está um dos melhores lugares para comer as melhores beringelas fritas de Córdova, o Mesón Juan Peña. Aqui há um grande cuidado com o produto e serviço, e qualquer pessoa se sente confortável numa das mesas com fogões que os cordoveses adoram! Se ainda tiveres forças, perde-te nas ruas do bairro de San Basilio, onde se encontram os tradicionais pátios cordoveses em quase todas as casas. Perto está o Alcázar de los Reyes Cristianos, que tem jardins e pátios de inspiração mudéjar que merecem uma visita. As 48 horas em Córdova estão a chegar ao fim, mas antes não te esqueças de passar no Bodegas Campos, um dos restaurantes de referência da cidade e por onde passaram grandes personagens da história. Brinda a uma escapadinha perfeita a Córdova no terraço do Sojo Ribera, com belas vistas do Guadalquivir e das pontes que cruzam esta cidade cheia de planos. Finalmente, aproveita a tua escapadinha a Córdova com tranquilidade, fazendo um bom seguro de viagem. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Escapadinha a Liverpool

Escapadinha a Liverpool

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Quando se fala em Liverpool, a primeira coisa que ocorre são os famosos Beatles! Não há forma de separar os ícones musicais, desta magnífica cidade inglesa. Visitar a cidade é de certa forma percorrer alguns dos locais mais emblemáticos da banda e a IATI Seguros de Viagem decidiu assim ajudar-te com os locais que não deves perder em Liverpool. Apesar de não ser uma das cidades mais bonitas do Reino Unido, Liverpool é rica em cultura, história e também no desporto, com um dos mais antigos dérbis da história do futebol entre o Liverpool FC e o Everton FC, os maiores da cidade. A melhor forma de conheceres a cidade é a caminhar por ela, uma vez que esta é quase toda ela plana. E se possível, aproveita o clima mais ameno da primavera e do verão para visitar Liverpool. Após a tua chegada à cidade dos Beatles para uma escapadinha aproveita para conhecer as suas diversas atrações turísticas. O que visitar em Liverpool: The Cavern Club Aqui começou a história dos Beatles. Inaugurado no ano de 1957, esta tornou-se o palco principal da banda em 1961 contabilizando cerca de 290 atuações do grupo. Após a sua demolição, em 1973, foi reconstruído em 1984 com tijolos originais retirados do antigo edifício. O The Cavern Club localiza-se na Mathew Street e na sua frente, no Cavern Pub esta a estátua de John Lennon e uma série de tijolos gravados com nomes de bandas e músicos que por lá passaram. Esta é uma paragem obrigatória para quem procura compreender a cidade e o seu espírito. The Beatles Story – O museu dos Beatles Visitar este museu é uma autêntica viagem no tempo com as salas cronologicamente divididas. Todas elas mostram objetos e roupas originais que os elementos da banda usavam no passado. No seu interior podes vislumbrar uma coleção de óculos, assim como o ultimo piano tocado por John Lenon. Existe também a réplica do The Cavern Club e podes passear também pelo Yellow Submarine. Albert Dock Um dos principais ícones culturais da cidade. Junto ao rio Mersey, onde outrora foi o principal porto da cidade, encontram-se localizados uma grande parte dos museus e galerias da cidade, assim como os principais bares e restaurantes. É um dos locais mais visitados da cidade para quem gosta de fotografia e que admirar a paisagem que a cidade oferece. O The beatles Story está localizado ao redor desta região. Anfield Road Outros dos principais motivos que levam as pessoas a visitar a cidade de Liverpool, é o Futebol e, claro, o principal clube da cidade: o Liverpool FC. O seu icónico estádio construído em 1885, é considerado um dos palcos de futebol mais clássico de toda a Europa. Está localizado apenas a 5 Km do centro da cidade e podes ir até lá facilmente de autocarro. Conhecer o seu museu e toda a história do clube é outro dos passatempos de quem visita a cidade. Liverpool Cathedral Detentora de uma beleza única, a imponência da Catedral de Liverpool com os seus quase 190 metros de comprimento, fazem desta a igreja mais extensa do mundo e mais a mais alta do Reino Unido com mais de 100 metros de altura. O seu campanário alberga também o maior sino das ilhas britânicas com 16 toneladas de peso. Museum of Liverpool À exceção de Londres, Liverpool é a cidade com maior concentração de arte e museus do Reino Unido. Um dos mais visitados é o Museum of Liverpool. Com entrada gratuita, aqui conta-se a história da cidade através de várias peças de arte decorativa, de botânica, material arqueológico e até arquivos fotográficos da cidade. Para quem procura saber um pouco sobre a história de Liverpool, este local é o indicado para iniciar a pesquisa. Se ainda tiveres tempo disponível, a IATI recomenda-te também que tenhas a experiência de um tour de autocarro pela cidade, que te irá permitir descobrir a Igreja de St. Peter que foi o local onde Paul McCartney e John Lennon se encontraram pela primeira vez, passando também pela famosíssima rua Penny Lane e pela Strawberry Field, as duas regiões que são referidas em alguns hits da banda. Agora que já tens as dicas mais importantes para a tua escapadinha a Liverpool, não te esqueças de contratar o seguro de viagens que melhor se adapta à tua viagem. Artigo escrito por: Gato Vadio

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O que fazer em Corfu?

O que fazer em Corfu?

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Quem nunca sonhou em visitar a Grécia? Praias fabulosas, história riquíssima, ambiente relaxado e comida de chorar por mais! Na IATI Seguros sabemos que valorizas o que indicamos anteriormente, por isso hoje vamos dizer-te o que podes fazer em Corfu! Mas sabes como funciona, não é? Nem penses em viajar sem um seguro de viagem à tua medida e para uma viagem à Grécia nós recomendamos o IATI Standard. Agora que o mais importante está tratado, podes começar a planear a tua viagem pois vamos dizer-te o que podes fazer em Corfu! O que deves fazer em Corfu: Visitar o Centro Histórico O Centro histórico está repleto de locais de interesse como igrejas católicas e ortodoxas, cafés, restaurantes, museus, galerias de arte e lojas com produtos tradicionais. Um bom local para iniciares a exploração do centro histórico de Corfu é a Rua Nikiforou Theotoki, onde poderás começar por visitar o Museu da Música Nikolaos Halikiopoulos Mantzaros. De seguida recomendamos que percorras a rua para admirar as belas e tradicionais janelas em estilo veneziano. Percorre todo o centro histórico mas reserva algum tempo para apreciares o interior e exterior dos templos religiosos. Geograficamente o centro histórico de Corfu está confinado entre duas fortalezas, a Fortaleza Antiga e a Fortaleza Nova Fortaleza Antiga A Fortaleza Antiga, ou Castelo Antigo, ergue-se num promontório e os vestígios mais antigos encontrados no local remontam ao Século VI. Os venezianos construíram um fosso que protegia a citadela construída no interior da Fortaleza dos ataques dos otomanos. Já agora, algumas cenas do filme de James Bond foram gravadas aqui (For Your Eyes Only) Fortaleza Nova A Fortaleza Nova, também conhecida como Fortaleza de São Marcos ou Castelo Novo, foi construída pelos venezianos por volta do ano 1600. Aliás, é junto aos muros desta fortaleza que ainda hoje conseguimos ver o símbolo de Veneza: um leão com asas e com um livro. Em tamanho e altura é bastante menor em comparação com a Fortaleza Antiga mas, em contrapartida, tem uma vista privilegiada sobre o porto antigo de Corfu. Ilha dos Ratos O seu nome sugestivo deriva da forma da ilha, que vista de cima se assemelha a um rato. Alguns viajantes aproveitam a visita para uma experiência incrível! É que o aeroporto está situado muito perto da Ilha dos Ratos, o que faz com que principalmente as aterragens dos aviões seja memorável, uma vez que dá a impressão que a aeronave vai chocar com a ilha. Viajar no tempo no Achilleion O Achilleion foi residência de férias da Imperatriz Sissi, uma viajante incansável que escolheu Corfu para passar extensas temporadas. O museu é visitado por amantes de arte pois o seu interior é rico em obras de arte. A Imperatriz esmerou-se e reuniu uma coleção invejável de esculturas, artefactos e pinturas que adornam as salas e os jardins do palácio. Outro ponto a levar em conta é a sua localização estratégica numa colina, com vistas privilegiadas sobre a restante ilha de Corfu. Deliciar-te com a gastronomia típica A gastronomia grega é deliciosa mas em Corfú além dos pratos tipicamente mediterrânicos, frescos e ricos em cores e nutrientes, vais poder deliciar-te com iguarias únicas. Sabias que Corfu é um centro de produção de azeite, azeitona e seus derivados? Foram os venezianos que iniciaram o cultivo da oliveira, nem tanto para a produção de azeite e azeitona, mas sim para iluminar as ruas de Veneza. É que o azeite era, na altura, importantíssimo enquanto material combustível e Corfu reunia as condições ótimas para a sua produção. Assim sendo, conta encontrar azeite de excelente qualidade assim como azeitonas temperadas de mil e uma maneiras. Se aprecias doçaria vais apaixonar-te pelo doce típico: Diples com mel e semestes de sésamo. É uma espécie de massa fresca frita que é generosamente regada com mel e sementes de sésamo. Vais encontrar várias lojas que vendem este doce, nomeadamente no centro histórico. Já ouviste falar no Kumquat? Se nunca provaste este citrino tens agora a oportunidade perfeita. Esta fruta é bastante apreciada pelos habitantes de Corfu e vais encontrá-la em todas as bancas nos mercados. Temos a certeza que com estas dicas a tua viagem a Corfu vai ser memorável! A IATI Seguros deseja-te boa viagem! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que fazer em Bolonha, Itália

O que fazer em Bolonha, Itália

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Itália é um destino popular entre os portugueses e hoje a IATI Seguros vem sugerir-te uma escapadinha até à cidade de Bolonha. É a terra dos palazzos, pórticos e do molho à bolonhesa. Mas antes de nos fazeres companhia, não te esqueças que mesmo em deslocações de curta duração na Europa deves viajar sempre com seguro. Assim, e se és um viajante frequente, recomendamos que contrates o IATI Bloggers e Grandes Viajantes, na modalidade Anual Multiviagem, e assim estarás protegido em todas as viagens inferiores a seis meses de duração que faças no período de um ano. Prático, não é? Vamos, então, às nossas dicas do que fazer em Bolonha, uma cidade italiana que tens mesmo de conhecer. O que fazer em Bolonha: Fontana del Nettuno A Fonte de Neptuno é de autoria do artista italiano Giambologna e está localizada na Piazza del Nettuno. A figura central é Neptuno, o deus do mar, construído em bronze, e surge acompanhado das respetivas ninfas. Este é o ponto de encontro de excelência para locais e turistas, uma vez que é um sítio que toda a gente conhece. A fonte fica particularmente movimentada na altura do happy hour, quando as pessoas saem do trabalho e se encontram para tomarem um copo antes do jantar. Tem esta informação em consideração pois se combinares encontrar-te com alguém nessa altura junto à fonte, vais perceber que toda a gente teve a mesma ideia. Piazza Maggiore A Piazza Maggiore, ou Praça Maior, é o ponto central de Bolonha. Está rodeada de edifícios históricos magníficos e por isso compreendemos que te sintas um pouco baralhado por não saberes muito bem para onde olhar. Para te ajudarmos podemos dizer que da Praça Maggiore vais poder observar a Basílica de São Petrónio (falamos mais à frente desta basílica), O Palazzo d’Accursio (ou Palazzo Comunale), o Palazzo dei Banchi e o Palazzo del Podestà. Além disso, se visitares Bolonha nos meses de verão, conta com um benefício extra: a colocação de cadeiras na praça pois são habituais as noites de cinema ao ar livre. Lembra-te que a região central de Itália é bastante quente durante o verão, por isso as atividades que ocorrem durante o período noturno são bem-vindas. Vais também gostar de saber que existem lojas, cafés e restaurantes, muitos deles com esplanadas, para poderes apreciar convenientemente o movimento que se vive na Piazza Maggiore. Basílica de São Petrónio Dizem que a Basílica de São Petrónio foi construída para ser a maior do mundo. Infelizmente ficou inacabada e essa situação comprova-se, por exemplo, ao observar a fachada cuja parte inferior está ricamente decorada com mármores em tons rosa e branco e a parte superior surge em tijolo, completamente despida de ornamentos. Tem cento e trinta e dois metros de comprimento, sessenta metros de largura e cinquenta e um metros de altura, além de uma capacidade para albergar vinte o outro mil pessoas. No total, são vinte e duas capelas! Os números são realmente impressionantes e atualmente esta é a décima quinta maior igreja do mundo. É dedicada a São Petrónio, o Santo padroeiro da cidade de Bolonha. As Torres Asinelli e Garisenda Diz a verdade, se falarmos em torres inclinadas vais pensar em Pisa, certo? Pois em Bolonha não existe uma mas sim duas torres inclinadas e que dão pelo nome de Asinelli e Garisenda. As inclinações são diferentes nas duas torres, mas não deixa de ser interessante observar aquelas torres com vários metros a desafiarem a gravidade. E já sabes, as possibilidades de fotografias engraçadas para as tuas redes sociais são infindáveis! Experimentar “Ragu”, o autêntico molho à bolonhesa. Gostas de comida italiana? Então estás no sítio certo. Podes achar estranho mas não vais conseguir encontrar por exemplo “esparguete à bolonhesa” na cidade de Bolonha. E sabes porquê? Porque lá chamam-lhe outra coisa: Ragù. O Ragù é o molho à base de carne picada e tomate que os portugueses conhecem como molho à bolonhesa. Assim, podes saborear o autêntico molho em pratos como lasanha, tagliatelle, fettuccine ou tortelinni, a massa recheada que teve origem na região de Bolonha. Por fim, diz-nos, convencemos-te a visitares Bolonha? Temos a certeza que sim. Vai e diverte-te muito. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Bósnia: 10 lugares imperdíveis

Bósnia: 10 lugares imperdíveis

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Quando imaginamos que locais da Europa gostaríamos de visitar, a Bósnia é um país que ainda passa despercebido. E embora os países que compõem a península balcânica se tenham tornado cada vez mais conhecidos, continuam a não ser a primeira opção na hora de marcar férias. É por isso que a IATI Seguros te dá 10 razões pelas quais deves visitar a Bósnia. Aventura-te e descobre este lugar fantástico, economicamente acessível, com história, natureza e uma cultura cativante. 10 lugares imperdíveis na Bósnia Saraievo Se gostas de sentir aquele contraste e choque cultural quando viajas, Saraievo é a cidade ideal. Podes passear num mercado turco 100% tradicional e desfrutar da sua cultura gastronómica, saboreando um café turco e um doce como o Baklava. Aprecia ainda o contraste da mesquita mais antiga de Saraievo ao lado da Câmara Municipal de estilo Astro-Húngaro. Lukomir Lukomir é uma das vilas mais remotas e tradicionais da Bósnia. Embora seja necessário percorrer uma estrada estreita de 20 quilómetros, de carro desde Kobarid, o caminho valerá completamente a pena para descobrir esta pequena aldeia a 1500 metros de altitude. Se tiveres a oportunidade de passar aqui a noite, numa tenda ou no único hostel que existe, aprecia o céu estrelado sem poluição luminosa. Cascata de Skakavac Depois de toda a intensidade vivida na capital da Bósnia, o melhor é mesmo relaxar na natureza. A menos de 20 minutos de carro, tens a possibilidade de fazer uma caminhada até uma cascata de 120 metros. Não me parece necessário explicar-te a tranquilidade proporcionada por uma caminhada de 4 quilómetros no meio da floresta, que te levará diretamente até à cascata. Dependendo da estação, os mais corajosos podem também aproveitar para se refrescar. Počitelj A pequena vila de Počitelj é daqueles lugares que te transportam no tempo assim que começas a percorrer os seus caminhos empedrados. Construída na encosta de uma montanha, foi um dos lugares mais importantes na guerra da Bósnia. Aqui, podes visitar a Fortaleza de Kula, com a torre Gavrakapetan que oferece uma vista incrível da mesquita Hadzi Alijina (construída no século 16) e dos seus banhos turcos. Mostar Mostar é a cidade mais turística do país e uma das mais importantes da Bósnia e Herzegovina. Foi nesta cidade que a famosa ponte Stari Most foi destruída pelos sérvios, de forma a separar os bairros habitados por sérvios e croatas, que se encontravam ligados pela ponte. Considerada Património Mundial da Unesco, esta ponte foi reconstruída em 2004. Embora possas visitar os mercados e as mesquitas sozinho, é recomendado conhecer a cidade com um guia turístico que te possa contar toda a sua história. Parque Nacional de Una Quando te dizem que a Bósnia é pura natureza, não te estão a mentir. Prova disso é o Parque Nacional do Una. Ao andar pelos passadiços, caminharás sobre o rio Una, que separa geograficamente a Bósnia e a Croácia dentro do mesmo parque. Neste local existem vários roteiros de trekking, que te levarão a cascatas ou até mesmo a visitar o Castelo de Orasácw. O bunker de Tito Visitar um bunker bem conservado é uma experiência impressionante que podes ter na Bósnia. O bunker de Tito foi criado pelo ex-ditador jugoslavo durante a Guerra Fria, devido à sua obsessão por segurança. Construído em 1953, o bunker tinha capacidade para abrigar 350 pessoas durante seis meses. Se quiseres conhecer a história deste bunker, cuja existência foi mantida em segredo até 1992, terás de ir até a cidade de Konjic. Blagaj Tekija e rio Buna O mosteiro de Blagaj Tekija foi construído nesse local devido a um fenómeno natural quase mágico: a saída do rio Buna dentro de uma caverna. Sendo que o rio tem uma nascente cársica, podes imaginar o quão fria é a água! Embora seja um dos locais mais turísticos da Bósnia, é incrível ver o rio desaguar e visitar o interior do mosteiro. Além disso, podes comer numa das esplanadas à beira do rio, sendo que em algumas é até possível fazer uma refeição tranquila com os pés na água. Srebrenica Uma das coisas mais bonitas que se pode fazer em viagem é conhecer o passado dos lugares que visitamos, para perceber o “porquê” de tudo o que estamos a percorrer. No caso de Srebrenica, poderás testemunhar um passado muito difícil. Foi nesta região da Bósnia que aconteceu o maior massacre da Europa. Um evento que deve ser recordado para que não volte a acontecer. Esta cidade tem um cemitério imponente. Base Aérea de Zeljava Já na região fronteiresca da Bósnia, é possível visitar um túnel que foi usado como base aérea durante o período jugoslavo. Com a ajuda da lanterna do teu telemóvel podes explorar o túnel e se o atravessares na totalidade – cerca de um quilómetro – estarás na Croácia, onde encontrarás um velho avião abandonado. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Londres – Guia de viagem para iniciantes

Londres – Guia de viagem para iniciantes

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Habitualmente as primeiras viagens que se fazem por conta própria tem como destino cidades perto de nossa casa, no entanto, com tantas coisas novas para ver é normal que te sintas sobrecarregado e confuso. Como na IATI Seguros queremos que viajes descontraído, reunimos oito lugares que achamos imperdíveis em Londres. No entanto, deves viajar sempre com um seguro de viagem que se adeque a ti e para uma viagem a Londres recomendamos o IATI Escapadinhas. Londres – Guia de viagem para iniciantes Trazemos-te apenas alguns lugares que consideramos serem essenciais para uma primeira visita a Londres. Consideramos que é muito difícil conhecer de forma aprofundada uma cidade grande e cosmopolita como é o caso de Londres e acreditamos que os sítios que recomendamos vão mostrar-te aspetos diferentes da vida londrina. Assim, trazemos-te monumentos históricos, espaços verdes e zonas trendy para que a experiência seja o mais completa possível. Palácio de Buckingham É a residência oficial da Rainha de Inglaterra, Isabel II, no entanto ela nem sempre está no palácio. Como podes saber se Isabel II está ou não em Buckingham? É simples, se a bandeira hasteada for a do Reino Unido, significa que a Rainha não está no Palácio, no entanto, se for o Estandarte Real, então podes ter a certeza que a Rainha está em Buckingham. Uma das atrações deste local é o render da guarda, uma cerimónia que dura cerca de quarenta e cinco minutos e inclui desfile de guardas a pé e a cavalo. Por norma, o render da guarda acontece às 11:00 mas o horário oficial pode ser consultado no site oficial do The Household Divison. Tower Bridge Uma das pontes mais famosas do mundo, a Tower Bridge é uma ponte-báscula, ou seja, é uma ponte móvel cujo tabuleiro se abre e eleva para permitir que embarcações maiores circulem no Tio Tamisa. Para conheceres melhor a história da Tower Bridge, bem como para perceberes a engenharia subjacente ao seu funcionamento, recomendamos que visites a exposição no seu interior e poderás, inclusive, passear no túnel de vidro que une as duas torres. Torre de Londres Oficialmente conhecida como Palácio e Fortaleza Real de Sua Majestade da Torre de Londres. O nome é grande mas igualmente grande são as riquezas que poderás encontrar aqui, nomeadamente as Joias da Coroa Britânica! Este castelo histórico é composto por três alas: a Ala Central onde poderás visitar a Torre Branca é a área mais antiga; a Ala Interior onde está o Quartel de Waterloo onde estão guardadas as Jóias Reais e a Ala Exterior, onde se localiza a Torre de São Tomás, mais conhecida como a Ponte dos Traidores. Hyde Park Esta vasta área verde no centro londrino é o sítio perfeito para relaxar. Neste parque urbano podes passear numa carruagem puxada por cavalos, podes desfrutar de lagos, tens lojas, cafés e restaurantes. É também aqui que costumam decorrer eventos desportivos e de música. A título de curiosidade, queríamos dizer-te que é em Hyde Park que está localizado o Speakers’ Corner, muito frequentado por Karl Marx e George Orwell. Quem tinha algo a dizer dirigia-se àquele lugar e discursava livremente, tradição que se mantém nos dias de hoje. London Eye Gostas de rodas-gigantes? Então a London Eye é perfeita para ti. São trinta e duas cabines de observação que permitem uma vista única da capital inglesa. Tem em mente que as cabines movimentam-se lentamente e que uma volta completa demora cerca de meia hora. Se não tens vertigens, aproveita! Museu Britânico O Museu Britânico abriu portas em 1759 e mantém, até hoje, entrada gratuita. No final poderás deixar a tua contribuição monetária se assim o entenderes mas poderás visitar o museu de forma 100 gratuita. Na coleção permanente do Museu Britânico existem peças tão importantes como a Pedra de Roseta egípcia e os frisos de Partenon gregos. Big Ben Este é, provavelmente, um dos relógios mais conhecidos do mundo mas sabias que Big Ben é o nome do sino que existe na torre onde também está localizado o relógio? A torre de noventa e seis metros antigamente conhecida como Clock Tower (Torre do Relógio), foi rebaptizada em 2012 como Elizabeth Tower para comemorar o Jubileu de Diamante da Rainha Isabel II. Apesar de tudo isto, a principal estrela continua a ser o segundo maior relógio de quatro faces do mundo. O sino pesa treze toneladas e foi fabricado em 1858. Soho Este bairro em West End é uma mistura eclética de lojas, restaurantes e muito especialmente, vida noturna. Tenta, pelo menos, passar algumas horas da tua noite neste bairro e verás uma Londres cosmopolita, vibrante e divertida. Aqui tens oito sugestões de sítios a incluir numa viagem para Londres que farão com que fiques com muita vontade de regressar. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Miradouros de Barcelona

Miradouros de Barcelona

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Barcelona é uma cidade única, vibrante e cosmopolita, onde há sempre algo novo para fazer. Visitar o bairro gótico, explorar o legado modernista de Antonio Gaudí, La Barceloneta ou La Rambla, são apenas algumas das inúmeras possibilidades. Hoje, a IATI Seguros quer-te levar um pouco mais longe. Convidamos-te a conhecer a cidade de outro ponto de vista, das alturas. Estes são alguns dos melhores miradouros de Barcelona: Miradouros imprescindíveis em Barcelona: Miradouro dos Bunkers del Carmel De todos os miradouros de Barcelona, talvez este seja o que ficou mais na moda durante os últimos anos. Situada no alto do Turó de la Rovira, oferece-nos vistas únicas da cidade. Localiza-se em bunkers antiaéreos da Guerra Civil Espanhola, que já não possíveis de visitar depois de terem sido parcialmente restaurados em 2010. Se subires de madrugada terás o privilégio de experienciar um dos mais belos nascer do sol de Barcelona. Miradouro de Tibidabo Este é um clássico, um dos miradouros mais conhecidos de Barcelona, ​​sendo inclusivamente mencionado numa canção do cantor catalão Loquillo. Se tiveres oportunidade de ir de carro, podes parar para tirar fotos nos diferentes miradouros da estrada da Horta. Se fores diretamente para o miradouro de Tibidabo, também o podes fazer confortavelmente de transportes públicos. A vista do Sagrado Corazón é cativante e conta com o Parque de Diversões de Tibidabo para completar a tua foto. Miradouro de Montjuic A Montanha Montjuic oferece uma vista totalmente diferente dos outros miradouros de Barcelona. A sua localização, numa montanha junto ao mar, permite-nos uma vista de 360º que abrange o mar, a costa e o interior da cidade. Para além da singular vista panorâmica, podes ainda aproveitar a tua visita para conhecer lugares como o Estádio Olímpico, o Museu Nacional de Arte Contemporânea da Catalunha ou o Jardim Botânico de Barcelona. Miradouro da Sagrada Família Deixamos os miradouros montanhosos de Barcelona e passamos a desfrutar de vistas únicas no centro da cidade. Neste caso, subimos ao topo de uma das torres da Sagrada Família, o monumento mais emblemático da cidade. Recomendamos que carregues a bateria da tua câmera e tenhas espaço no cartão, pois vais precisar da máquina para fotografar o extraordinário interior da Sagrada Família e a vista do miradouro. Miradouro da Torre de Collserola Muitos habitantes de Barcelona veem ao longe esta grande torre de comunicações, mas poucos sabem que é possível subi-la. De todos os miradouros, ​​este é sem dúvida o mais alto. O 10º andar, onde podes apreciar a vista, está 115 metros acima do solo… numa colina 550 metros acima do nível do mar! Em dias com boas condições climáticas, é possível ver até 70 quilómetros em redor do miradouro. Esta torre não abre diariamente, por isso lembra-te de verificar o horário. Miradouro de Las Arenas Já te sugerimos que fosses até Montjuic, agora convidamos-te a vê-lo de um ângulo diferente. Todos os miradouros de Barcelona têm a sua história e a de Las Arenas merece ser contada. O que é hoje um moderno centro comercial, antigamente era uma grande praça de touros. Com o passar dos anos, e dado o pouco interesse de Barcelona pelas touradas, a praça tornou-se um centro comercial que atrai todo o tipo de público. Do terraço terás uma bela vista da Plaza España com Montjuic ao fundo. Miradouro do Hotel W, Bar Eclipse Encerramos esta lista com a vista de um hotel de luxo. No topo do Hotel W, popularmente conhecido como Hotel Vela, encontramos um bar-restaurante que serve comida asiática. Localiza-se no 26º andar e oferece uma vista extraordinária, sendo o miradouro de Barcelona com o melhor panorama da costa da cidade. Ficaste com vontade de conhecer algum destes miradouros em Barcelona? Se sim, adorávamos que partilhasses as tuas fotos no Instagram com a hashtag #iatipelomundo. Desta forma, podemos vê-las e tornar-te no nosso instagrammer de destaque, diante de milhares de seguidores. Ah! E se conheceres outros miradouros interessantes, não hesites em deixá-los nos comentários. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que fazer em Bruxelas em dois dias

O que fazer em Bruxelas em dois dias

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Tens alguns dias disponíveis e gostarias de fazer uma viagem não muito longa e procuras dicas? Talvez um fim de semana para quebrar a rotina? Achamos que uma escapadinha em Bruxelas é perfeita para ti! No entanto, deves viajar sempre seguro, mesmo em pequenas deslocações na Europa! E na IATI Seguros os seguros de viagem são sob medida para todo o tipo de viagem, assim, se costumas fazer várias viagens durante o ano, o que achas de fazer o seguro IATI Bloggers e Grandes Viajantes, que pode ser um Seguro de Longa Duração ou Anual Multiviagens? Fica a dica! O que fazer em Bruxelas em dois dias A cidade de Bruxelas não é excessivamente grande e os lugares que te sugerimos podem perfeitamente ser explorados em dois dias de viagem. É claro que poderíamos acrescentar outros sítios à lista, no entanto, achamos que estes são os imperdíveis numa viagem à capital da Bélgica. Grand-Place A Grand-Place é considerada o coração de Bruxelas. Como o nome indica, é uma grande praça que tem a particularidade de estar rodeada por edifícios belíssimos. Demora o tempo que precisares para absorver a energia deste lugar, para sentires a vibração das pessoas e para isso, nada melhor do que te sentares numa esplanada e observares o que acontece à tua volta. Estátuas sui generis Na categoria das estátuas sui generis divertidas vamos falar-te de três estátuas em particular, sendo que uma delas se tornou o símbolo de Bruxelas. Manneken Pis Fazem uma autêntica romaria para verem a estátua do Menino a fazer chichi. O Manneken Pis tornou-se icónico em Bruxelas e o cuidado à volta desta estátua em bronze é digno de nota. Sabias que vestem a estátua regularmente com roupa diferente? Atualmente o Manneken Pis tem cerca de oitocentas peças de vestuário. Pode usar uma roupa diferente todos os dias que não vai repetir o outfit por mais de um ano! Jeanneke Pis A Jeanneke Pis é a versão feminina da estátua anterior. Não é tão famosa, é certo, mas podes encontrá-la no Impasse de la Fidélité 10-12, não muito longe do Manneken Pis. Het Zinneke Ora só faltava uma versão de um animal a fazer chichi, certo? Pois, o Het Zinneke é um cão que completa o trio de estátuas sui generis em Bruxelas. Vais encontrá-lo no número 35 da Rue des Chartreux. Atomium Imagina um cristal elementar de ferro ampliado 165 milhões de vezes! O resultado é o Atomium, um monumento com 103 metros que chama a atenção em Bruxelas. Podes divertir-te a tirar fotografias no exterior ou podes visitar o interior onde costumam decorrer vários eventos. Para te inteirares do que acontece quando estiveres em Bruxelas, recomendamos que consultes a agenda disponível no site oficial do Atomium. Mini-Europa Uma Europa em tamanho pequeno, mas com tanto pormenor e realismo que vais sentir-te um gigante a passear pelo continente. No parque de diversões Mini-Europa vais encontrar réplicas de monumentos espalhados pela Europa, incluindo a Torre Eiffel, o Big Ben, a Acrópole, enfim, uma viagem por sítios magníficos europeus concentrados num único lugar. Galerias Royales Saint-Hubert Existem duas grandes alas com cerca de cem metros cada nas Galerias Royales Saint-Hubert. As galerias foram projetadas pelo arquiteto Jean-Pierre Cluysenaer e abriram ao público em 1847. Portanto, facilmente percebes que em cada uma destas alas poderás encontrar história para além de boutiques requintadas. Parque do Cinquentenário O Parque do Cinquentenário é uma lufada de ar fresco na cidade belga. São cerca de trinta hectares de terreno com jardins, lagos, relvados e muito espaço para passear. Centro Belga da Banda Desenhada Quem nunca ouviu falar na personagem de banda desenhada do Tintin? É verdade que poderás admirar várias representações da personagem criada por Hergé desenhadas em fachadas de edifícios espalhados por Bruxelas mas mesmo assim recomendamos que visites o Centro Belga da Banda. Aqui poderás conhecer melhor o trabalho de outros autores de Banda Desenhada como Peyo, o criador dos Smurfs), André Franquin, o criador de Marsupilami e Morris, o criador de Lucky Luke. Temos a certeza que em dois dias vais conseguir visitar todos estes lugares e vais ficar a conhecer o essencial de Bruxelas. No entanto, não ponhas de lado a hipótese de regressar à cidade belga pois o ambiente sofre alterações conforme a estação do ano! A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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As melhores praias para surfar em Espanha

As melhores praias para surfar em Espanha

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Se adoras apanhar ondas, sabes que locais como Austrália ou Indonésias têm algumas das melhores praias para surfar do mundo. Mas se estes destinos de sonho ficam longe demais para ti, não te preocupes, a IATI Seguros preparou uma lista das melhores praias para surfar em Espanha. Assim, consegues evitar que a tua prancha se torne um mero elemento decorativo no teu quarto. Apanha a onda e aproveita as nossas sugestões! As melhores praias para surfar em Espanha Mundaka, Biscaia Para muitos, esta é a melhor praia para surfar em Espanha. “Descoberta” no final dos anos 70 por um grupo de australianos em busca de novos lugares para curtir o mar, a praia de Mundaka oferece uma das melhores ondas de toda a Europa. Visitada por surfistas de todo o mundo, esta praia é recomendada para quem já tem alguns anos de experiência, devido aos longos tubos que se formam no fundo arenoso. Nos dias em que a água está mais calma, os praticantes de nível intermediário também podem praticar o desporto, desde que estejam sempre atentos às correntes que se vão formando. Zarautz, Guipúscoa O Mar Cantábrico é o berço de alguns dos melhores surfistas de Espanha e isso deve-se, sem dúvida, à elevada qualidade das ondas que oferece. Em Zarautz encontras a maior praia do País Basco. Um dos pontos fortes deste areal com mais de 2 quilómetros é que oferece pontos para surfistas de todos os níveis e idades. Portanto, seja qual for o teu nível, pode levar a tua prancha. Não muito longe de lá, podes ver ao vivo, na estrada que vai de Zarautz para Getaria, uma das ondas mais perigosas do norte de Espanha, conhecida como “Roca Puta”. Esta brilha em todo o seu esplendor durante as fortes marés de inverno. Pantín, Corunha Sem sair do norte, encontramos outra das melhores praias em Espanha para surfar, desta vez na Galiza. Este é um destino ideal para surfistas intermediários, pois oferece ondas longas que podem ser facilmente dominadas sem a necessidade de um nível muito avançado. Todos os anos, no final de agosto, realiza-se o Pantín Classic Galicia Pro, um evento que atrai surfistas de renome de todo o mundo e que foi declarado Festival Galego de Interesse Turístico. Esta praia de surf, com quase 1 km de extensão, forma uma espécie de ferradura com ondas quase o ano todo. A melhor época para curtir é no inverno, mas se escolheres ir nesta altura, não te esqueças de levar um bom neopreno para te protegeres do frio intenso. La Mata, Alicante Uma das melhores praias para surfar no Mar Mediterrâneo? Assim é! Apesar de o Mar Cantábrico ser o berço das melhores praias para a prática deste desporto, La Mata é a melhor, caso pretendas deslocar-te para a zona oriental do país. Uma das vantagens desta praia é que as temperaturas que vais encontrar são muito mais suportáveis ​​do que as do norte. Durante os meses mais frios, de dezembro a fevereiro, a temperatura média da água é de ​​15 graus. Podes contar com uma onda de aproximadamente um metro e meio, vertical e rebentamento na praia. Corralejo, Fuerteventura Embarca num voo com destino às Ilhas Canárias, já que é o próximo destino da nossa lista das melhores praias para surfar em Espanha. Como já deves saber, um dos pontos fortes desta região é as temperatura. Aqui, basta uma camada de licra ou um leve neopreno para entrar na água. Fuerteventura é conhecido como o “Havai Europeu” e entre os mais de 150 quilómetros de praia podes encontramos esta pequena maravilha do surf. Aqui, podes curtir as ondas de esquerda ou direita, sendo que o inverno é a melhor época para surfar se tiveres experiência. Quemao, Lanzarote Continuamos nas Ilhas Canárias. Em Quemao, Lanzarote, encontra-se uma das ondas mais temidas de todo o Oceano Atlântico. O solo vulcânico com pouca profundidade e a grande energia da maré fazem desta praia um sítio recomendado apenas a surfistas experientes. Embora o risco seja alto, a possibilidade de completar um tubo perfeito e memorável faz com que muitos se arrisquem, com alguns cortes e trambolhões pelo caminho. Tarifa, Cádis A área de Tarifa também atrai surfistas. Não só oferece algumas das melhores praias de Espanha para surfar, como também goza de bom tempo, de uma gastronomia única e daquele ambiente que só se encontra na Andaluzia. Duas das zonas mais recomendadas são El Balneario e Punta Paloma. Podes encontrar a primeira entre a famosa praia de Las Lances e a Playa Chica. Devido às correntes, às pedras e à grande afluência de outros amantes deste desporto, será necessário que te mexas com precisão, por isso é recomendado para quem já tem um certo nível. Por outro lado, Punta Paloma é mais indicada para quem ainda está a aprender, pois oferece uma onda divertida e fácil de domar. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que fazer em Marselha?

O que fazer em Marselha?

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Quando pensamos em viajar para França imediatamente a nossa mente leva-nos para a maravilhosa capital, Paris. No entanto, e porque a França tem muito mais a oferecer para além de Paris, hoje a IATI Seguros vem trazer-te uma sugestão imperdível: Marselha. Não sabes muito bem o que visitar e fazer em Marselha? Não te preocupes, para isso estamos cá nós para te dizermos quais são as melhores atividades e os sítios imperdíveis nesta cidade portuária. Mas antes de embarcares nesta viagem recomendamos que tenhas um seguros de viagem adequado ao teu tipo de viagem. Assim, para uma viagem até Marselha nós sugerimos o IATI Básico, que tem a melhor relação qualidade-preço e que te garante coberturas básicas por um preço acessível. Dicas para visitares a cidade francesa de Marselha Subir até à Notre Dame de La Garde A Basílica de Notre Dame de la Garde é o ponto mais alto da cidade de Marselha e de onde terás uma vista desafogada. Irás ver os portos (o antigo e o novo), a cidade e arredores, as várias ilhas incluindo o Chateau d’If. Visitar a Catedral de Marselha Também conhecida como Catedral de la Major ou Catedral de Sainte-Marie-Majeure, é um edifício em estilo bizantino e foi construída entre 1852 e 1983. Recentemente sofreu obras de restauro por isso irás poder maravilhar-te com um monumento bem conservado. Assistir à chegada dos pescadores no Vieux Port Para esta atividade terás de te levantar cedo pois os pescadores chegam ao porto antigo quando o sol nasce. Observa a rapidez com que as vendedoras de peixe montam os expositores e como os cabazes passam de forma expedita do interior dos barcos para os sacos dos chefs de cozinha que diariamente ali fazem as suas compras. O porto antigo também é um bom sítio para ires ao final do dia antes do jantar. Provar o prato típico: La Bouillabaisse Já que mencionamos os pescadores, recomendamos que não deixes passar a oportunidade de provar a tão famosa Bouillabaisse, uma sopa rica de peixe, confecionada com peixes variados comprados no mesmo dia no mercado do porto antigo. Existem vários restaurantes que servem este prato típico mas o local mais tradicional é o Restaurante Miramar, junto ao porto antigo, apesar de os preços aqui praticados nem sempre caberem no orçamento dos viajantes. Fazer um cruzeiro até ao Parque Nacional des Calanques As calanques são formações rochosas e o Parque Nacional des Calanques inclui zonas de Marselha, Cassis e La Ciotat. Imagina blocos gigantes de rocha que se precipitam para o mar, intercalados com pequenas praias quase desertas. Um cruzeiro nesta zona é imperdível, acredita! Para comprares o teu bilhete apenas precisas de te dirigir ao porto antigo onde estão as companhias que fazem os cruzeiros. É um passeio bastante agradável, especialmente nos meses quentes do verão. Visitar o Castelo que inspirou o romance “O conde de Monte Cristo” Muitas vezes a ficção inspira-se em factos ou lugares reais e se gostas do romance de Alexandre Dumas ou se viste o filme baseado nesse livro, certamente vais adorar visitar o Chateau d’If. O Chateau d’If está localizado na Ilha de If e, portanto, apenas é acessível por barco. Uma vez mais, os bilhetes para o barco podem ser comprados no porto antigo e não precisas de reservar com antecedência pois existem vários transportes por dia. A ilha é pequena e apenas tem o castelo. Este castelo serviu de prisão e podes ver os nomes dos detidos famosos à porta das celas. Também podes ver as inscrições feitas pelos prisioneiros, assim como imaginar como eram as condições naquele tempo. Conversar com pescadores no Vallon des Auffes O Vallons des Auffes é um pequeno porto de pescadores completamente diferente do porto antigo. Podemos dizer que é mais autêntico, na medida em que por ali não existem muitos turistas mas existem pescadores com tempo livre para conversar. Portanto, se procuras histórias interessantes o Vallon des Auffes é o lugar a ir. Antes de terminarmos, gostaríamos de referir que estamos certos que te vais divertir muito nesta cidade francesa. Recomendamos que partilhes este artigo com os teus amigos e que aproveites bem as tuas viagens. A IATI Seguros deseja-te boas viagens. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que visitar em Guimarães?

O que visitar em Guimarães?

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Situada na região do Minho, a cidade de Guimarães é conhecida por muitos como o berço de Portugal. No entanto, há muito para conhecer para além dos típicos sítios históricos. Esta cidade minhota tem uma vida animada, com uma vertente cultural muito rica. Descobre alguns dos melhores sítios a conhecer quando visitares esta deslumbrante cidade. 5 sítios que deves visitar em Guimarães: Castelo de Guimarães Começamos pelo símbolo mais imponente da cidade, o Castelo de Guimarães é paragem obrigatória quando se percorre a cidade. Para sempre ligado à fundação do Condado Portucalense, o Castelo tem a sua origem num mosteiro do século X que foi depois fortificado. Ao visitar o Castelo, podes aproveitar para conhecer o vizinho Paço dos Duques de Bragança, uma majestosa casa senhorial do século XV, classificada como Monumento Nacional. Igreja de São Francisco Vestígios evidentes da Ordem Franciscana em Guimarães, o Convento e Igreja de São Francisco estão entre as principais obras arquitectónicas portuguesas, misturando elementos góticos e românicos com o estilo maneirista. Largo da Oliveira Considerado o coração da cidade, juntamente com a Praça de Santiago, este largo deve o seu nome a uma oliveira centenária que lá estava plantada. Uma popular atração turística, o Largo da Oliveira não só é conhecida pelos edifícios de estilo gótico, como também por ser uma zona de bares e restaurantes, com belíssimas esplanadas. Palácio Vila Flor Um edifício do século XVIII, que ao longo da sua história sempre recebeu exposições e em 2005, após ser remodelado e devidamente equipado, passou a integrar o Centro Cultural Vila Flor. Hoje, podemos encontrar no Palácio Vila Flor as salas expositivas do Centro Cultural, onde ocorrem regularmente exibições de artistas contemporâneos. Monte da Penha Por último, um local de onde podes avistar todas as atrações descritas acima: o Monte da Penha. Aqui, é possível visitar o Santuário da Penha e estátua do Papa Pio IX, jogar mini-golfe, ou simplesmente aproveitar a vista que esta montanha com mais de 600 metros de altura oferece. Artigo escrito por: Filipe Balseiro

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