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O que fazer em Corfu?

O que fazer em Corfu?

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Quem nunca sonhou em visitar a Grécia? Praias fabulosas, história riquíssima, ambiente relaxado e comida de chorar por mais! Na IATI Seguros sabemos que valorizas o que indicamos anteriormente, por isso hoje vamos dizer-te o que podes fazer em Corfu! Mas sabes como funciona, não é? Nem penses em viajar sem um seguro de viagem à tua medida e para uma viagem à Grécia nós recomendamos o IATI Standard. Agora que o mais importante está tratado, podes começar a planear a tua viagem pois vamos dizer-te o que podes fazer em Corfu! O que deves fazer em Corfu: Visitar o Centro Histórico O Centro histórico está repleto de locais de interesse como igrejas católicas e ortodoxas, cafés, restaurantes, museus, galerias de arte e lojas com produtos tradicionais. Um bom local para iniciares a exploração do centro histórico de Corfu é a Rua Nikiforou Theotoki, onde poderás começar por visitar o Museu da Música Nikolaos Halikiopoulos Mantzaros. De seguida recomendamos que percorras a rua para admirar as belas e tradicionais janelas em estilo veneziano. Percorre todo o centro histórico mas reserva algum tempo para apreciares o interior e exterior dos templos religiosos. Geograficamente o centro histórico de Corfu está confinado entre duas fortalezas, a Fortaleza Antiga e a Fortaleza Nova Fortaleza Antiga A Fortaleza Antiga, ou Castelo Antigo, ergue-se num promontório e os vestígios mais antigos encontrados no local remontam ao Século VI. Os venezianos construíram um fosso que protegia a citadela construída no interior da Fortaleza dos ataques dos otomanos. Já agora, algumas cenas do filme de James Bond foram gravadas aqui (For Your Eyes Only) Fortaleza Nova A Fortaleza Nova, também conhecida como Fortaleza de São Marcos ou Castelo Novo, foi construída pelos venezianos por volta do ano 1600. Aliás, é junto aos muros desta fortaleza que ainda hoje conseguimos ver o símbolo de Veneza: um leão com asas e com um livro. Em tamanho e altura é bastante menor em comparação com a Fortaleza Antiga mas, em contrapartida, tem uma vista privilegiada sobre o porto antigo de Corfu. Ilha dos Ratos O seu nome sugestivo deriva da forma da ilha, que vista de cima se assemelha a um rato. Alguns viajantes aproveitam a visita para uma experiência incrível! É que o aeroporto está situado muito perto da Ilha dos Ratos, o que faz com que principalmente as aterragens dos aviões seja memorável, uma vez que dá a impressão que a aeronave vai chocar com a ilha. Viajar no tempo no Achilleion O Achilleion foi residência de férias da Imperatriz Sissi, uma viajante incansável que escolheu Corfu para passar extensas temporadas. O museu é visitado por amantes de arte pois o seu interior é rico em obras de arte. A Imperatriz esmerou-se e reuniu uma coleção invejável de esculturas, artefactos e pinturas que adornam as salas e os jardins do palácio. Outro ponto a levar em conta é a sua localização estratégica numa colina, com vistas privilegiadas sobre a restante ilha de Corfu. Deliciar-te com a gastronomia típica A gastronomia grega é deliciosa mas em Corfú além dos pratos tipicamente mediterrânicos, frescos e ricos em cores e nutrientes, vais poder deliciar-te com iguarias únicas. Sabias que Corfu é um centro de produção de azeite, azeitona e seus derivados? Foram os venezianos que iniciaram o cultivo da oliveira, nem tanto para a produção de azeite e azeitona, mas sim para iluminar as ruas de Veneza. É que o azeite era, na altura, importantíssimo enquanto material combustível e Corfu reunia as condições ótimas para a sua produção. Assim sendo, conta encontrar azeite de excelente qualidade assim como azeitonas temperadas de mil e uma maneiras. Se aprecias doçaria vais apaixonar-te pelo doce típico: Diples com mel e semestes de sésamo. É uma espécie de massa fresca frita que é generosamente regada com mel e sementes de sésamo. Vais encontrar várias lojas que vendem este doce, nomeadamente no centro histórico. Já ouviste falar no Kumquat? Se nunca provaste este citrino tens agora a oportunidade perfeita. Esta fruta é bastante apreciada pelos habitantes de Corfu e vais encontrá-la em todas as bancas nos mercados. Temos a certeza que com estas dicas a tua viagem a Corfu vai ser memorável! A IATI Seguros deseja-te boa viagem! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que fazer em Bolonha, Itália

O que fazer em Bolonha, Itália

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Itália é um destino popular entre os portugueses e hoje a IATI Seguros vem sugerir-te uma escapadinha até à cidade de Bolonha. É a terra dos palazzos, pórticos e do molho à bolonhesa. Mas antes de nos fazeres companhia, não te esqueças que mesmo em deslocações de curta duração na Europa deves viajar sempre com seguro. Assim, e se és um viajante frequente, recomendamos que contrates o IATI Bloggers e Grandes Viajantes, na modalidade Anual Multiviagem, e assim estarás protegido em todas as viagens inferiores a seis meses de duração que faças no período de um ano. Prático, não é? Vamos, então, às nossas dicas do que fazer em Bolonha, uma cidade italiana que tens mesmo de conhecer. O que fazer em Bolonha: Fontana del Nettuno A Fonte de Neptuno é de autoria do artista italiano Giambologna e está localizada na Piazza del Nettuno. A figura central é Neptuno, o deus do mar, construído em bronze, e surge acompanhado das respetivas ninfas. Este é o ponto de encontro de excelência para locais e turistas, uma vez que é um sítio que toda a gente conhece. A fonte fica particularmente movimentada na altura do happy hour, quando as pessoas saem do trabalho e se encontram para tomarem um copo antes do jantar. Tem esta informação em consideração pois se combinares encontrar-te com alguém nessa altura junto à fonte, vais perceber que toda a gente teve a mesma ideia. Piazza Maggiore A Piazza Maggiore, ou Praça Maior, é o ponto central de Bolonha. Está rodeada de edifícios históricos magníficos e por isso compreendemos que te sintas um pouco baralhado por não saberes muito bem para onde olhar. Para te ajudarmos podemos dizer que da Praça Maggiore vais poder observar a Basílica de São Petrónio (falamos mais à frente desta basílica), O Palazzo d’Accursio (ou Palazzo Comunale), o Palazzo dei Banchi e o Palazzo del Podestà. Além disso, se visitares Bolonha nos meses de verão, conta com um benefício extra: a colocação de cadeiras na praça pois são habituais as noites de cinema ao ar livre. Lembra-te que a região central de Itália é bastante quente durante o verão, por isso as atividades que ocorrem durante o período noturno são bem-vindas. Vais também gostar de saber que existem lojas, cafés e restaurantes, muitos deles com esplanadas, para poderes apreciar convenientemente o movimento que se vive na Piazza Maggiore. Basílica de São Petrónio Dizem que a Basílica de São Petrónio foi construída para ser a maior do mundo. Infelizmente ficou inacabada e essa situação comprova-se, por exemplo, ao observar a fachada cuja parte inferior está ricamente decorada com mármores em tons rosa e branco e a parte superior surge em tijolo, completamente despida de ornamentos. Tem cento e trinta e dois metros de comprimento, sessenta metros de largura e cinquenta e um metros de altura, além de uma capacidade para albergar vinte o outro mil pessoas. No total, são vinte e duas capelas! Os números são realmente impressionantes e atualmente esta é a décima quinta maior igreja do mundo. É dedicada a São Petrónio, o Santo padroeiro da cidade de Bolonha. As Torres Asinelli e Garisenda Diz a verdade, se falarmos em torres inclinadas vais pensar em Pisa, certo? Pois em Bolonha não existe uma mas sim duas torres inclinadas e que dão pelo nome de Asinelli e Garisenda. As inclinações são diferentes nas duas torres, mas não deixa de ser interessante observar aquelas torres com vários metros a desafiarem a gravidade. E já sabes, as possibilidades de fotografias engraçadas para as tuas redes sociais são infindáveis! Experimentar “Ragu”, o autêntico molho à bolonhesa. Gostas de comida italiana? Então estás no sítio certo. Podes achar estranho mas não vais conseguir encontrar por exemplo “esparguete à bolonhesa” na cidade de Bolonha. E sabes porquê? Porque lá chamam-lhe outra coisa: Ragù. O Ragù é o molho à base de carne picada e tomate que os portugueses conhecem como molho à bolonhesa. Assim, podes saborear o autêntico molho em pratos como lasanha, tagliatelle, fettuccine ou tortelinni, a massa recheada que teve origem na região de Bolonha. Por fim, diz-nos, convencemos-te a visitares Bolonha? Temos a certeza que sim. Vai e diverte-te muito. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Bósnia: 10 lugares imperdíveis

Bósnia: 10 lugares imperdíveis

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Quando imaginamos que locais da Europa gostaríamos de visitar, a Bósnia é um país que ainda passa despercebido. E embora os países que compõem a península balcânica se tenham tornado cada vez mais conhecidos, continuam a não ser a primeira opção na hora de marcar férias. É por isso que a IATI Seguros te dá 10 razões pelas quais deves visitar a Bósnia. Aventura-te e descobre este lugar fantástico, economicamente acessível, com história, natureza e uma cultura cativante. 10 lugares imperdíveis na Bósnia Saraievo Se gostas de sentir aquele contraste e choque cultural quando viajas, Saraievo é a cidade ideal. Podes passear num mercado turco 100% tradicional e desfrutar da sua cultura gastronómica, saboreando um café turco e um doce como o Baklava. Aprecia ainda o contraste da mesquita mais antiga de Saraievo ao lado da Câmara Municipal de estilo Astro-Húngaro. Lukomir Lukomir é uma das vilas mais remotas e tradicionais da Bósnia. Embora seja necessário percorrer uma estrada estreita de 20 quilómetros, de carro desde Kobarid, o caminho valerá completamente a pena para descobrir esta pequena aldeia a 1500 metros de altitude. Se tiveres a oportunidade de passar aqui a noite, numa tenda ou no único hostel que existe, aprecia o céu estrelado sem poluição luminosa. Cascata de Skakavac Depois de toda a intensidade vivida na capital da Bósnia, o melhor é mesmo relaxar na natureza. A menos de 20 minutos de carro, tens a possibilidade de fazer uma caminhada até uma cascata de 120 metros. Não me parece necessário explicar-te a tranquilidade proporcionada por uma caminhada de 4 quilómetros no meio da floresta, que te levará diretamente até à cascata. Dependendo da estação, os mais corajosos podem também aproveitar para se refrescar. Počitelj A pequena vila de Počitelj é daqueles lugares que te transportam no tempo assim que começas a percorrer os seus caminhos empedrados. Construída na encosta de uma montanha, foi um dos lugares mais importantes na guerra da Bósnia. Aqui, podes visitar a Fortaleza de Kula, com a torre Gavrakapetan que oferece uma vista incrível da mesquita Hadzi Alijina (construída no século 16) e dos seus banhos turcos. Mostar Mostar é a cidade mais turística do país e uma das mais importantes da Bósnia e Herzegovina. Foi nesta cidade que a famosa ponte Stari Most foi destruída pelos sérvios, de forma a separar os bairros habitados por sérvios e croatas, que se encontravam ligados pela ponte. Considerada Património Mundial da Unesco, esta ponte foi reconstruída em 2004. Embora possas visitar os mercados e as mesquitas sozinho, é recomendado conhecer a cidade com um guia turístico que te possa contar toda a sua história. Parque Nacional de Una Quando te dizem que a Bósnia é pura natureza, não te estão a mentir. Prova disso é o Parque Nacional do Una. Ao andar pelos passadiços, caminharás sobre o rio Una, que separa geograficamente a Bósnia e a Croácia dentro do mesmo parque. Neste local existem vários roteiros de trekking, que te levarão a cascatas ou até mesmo a visitar o Castelo de Orasácw. O bunker de Tito Visitar um bunker bem conservado é uma experiência impressionante que podes ter na Bósnia. O bunker de Tito foi criado pelo ex-ditador jugoslavo durante a Guerra Fria, devido à sua obsessão por segurança. Construído em 1953, o bunker tinha capacidade para abrigar 350 pessoas durante seis meses. Se quiseres conhecer a história deste bunker, cuja existência foi mantida em segredo até 1992, terás de ir até a cidade de Konjic. Blagaj Tekija e rio Buna O mosteiro de Blagaj Tekija foi construído nesse local devido a um fenómeno natural quase mágico: a saída do rio Buna dentro de uma caverna. Sendo que o rio tem uma nascente cársica, podes imaginar o quão fria é a água! Embora seja um dos locais mais turísticos da Bósnia, é incrível ver o rio desaguar e visitar o interior do mosteiro. Além disso, podes comer numa das esplanadas à beira do rio, sendo que em algumas é até possível fazer uma refeição tranquila com os pés na água. Srebrenica Uma das coisas mais bonitas que se pode fazer em viagem é conhecer o passado dos lugares que visitamos, para perceber o “porquê” de tudo o que estamos a percorrer. No caso de Srebrenica, poderás testemunhar um passado muito difícil. Foi nesta região da Bósnia que aconteceu o maior massacre da Europa. Um evento que deve ser recordado para que não volte a acontecer. Esta cidade tem um cemitério imponente. Base Aérea de Zeljava Já na região fronteiresca da Bósnia, é possível visitar um túnel que foi usado como base aérea durante o período jugoslavo. Com a ajuda da lanterna do teu telemóvel podes explorar o túnel e se o atravessares na totalidade – cerca de um quilómetro – estarás na Croácia, onde encontrarás um velho avião abandonado. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Londres – Guia de viagem para iniciantes

Londres – Guia de viagem para iniciantes

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Habitualmente as primeiras viagens que se fazem por conta própria tem como destino cidades perto de nossa casa, no entanto, com tantas coisas novas para ver é normal que te sintas sobrecarregado e confuso. Como na IATI Seguros queremos que viajes descontraído, reunimos oito lugares que achamos imperdíveis em Londres. No entanto, deves viajar sempre com um seguro de viagem que se adeque a ti e para uma viagem a Londres recomendamos o IATI Escapadinhas. Londres – Guia de viagem para iniciantes Trazemos-te apenas alguns lugares que consideramos serem essenciais para uma primeira visita a Londres. Consideramos que é muito difícil conhecer de forma aprofundada uma cidade grande e cosmopolita como é o caso de Londres e acreditamos que os sítios que recomendamos vão mostrar-te aspetos diferentes da vida londrina. Assim, trazemos-te monumentos históricos, espaços verdes e zonas trendy para que a experiência seja o mais completa possível. Palácio de Buckingham É a residência oficial da Rainha de Inglaterra, Isabel II, no entanto ela nem sempre está no palácio. Como podes saber se Isabel II está ou não em Buckingham? É simples, se a bandeira hasteada for a do Reino Unido, significa que a Rainha não está no Palácio, no entanto, se for o Estandarte Real, então podes ter a certeza que a Rainha está em Buckingham. Uma das atrações deste local é o render da guarda, uma cerimónia que dura cerca de quarenta e cinco minutos e inclui desfile de guardas a pé e a cavalo. Por norma, o render da guarda acontece às 11:00 mas o horário oficial pode ser consultado no site oficial do The Household Divison. Tower Bridge Uma das pontes mais famosas do mundo, a Tower Bridge é uma ponte-báscula, ou seja, é uma ponte móvel cujo tabuleiro se abre e eleva para permitir que embarcações maiores circulem no Tio Tamisa. Para conheceres melhor a história da Tower Bridge, bem como para perceberes a engenharia subjacente ao seu funcionamento, recomendamos que visites a exposição no seu interior e poderás, inclusive, passear no túnel de vidro que une as duas torres. Torre de Londres Oficialmente conhecida como Palácio e Fortaleza Real de Sua Majestade da Torre de Londres. O nome é grande mas igualmente grande são as riquezas que poderás encontrar aqui, nomeadamente as Joias da Coroa Britânica! Este castelo histórico é composto por três alas: a Ala Central onde poderás visitar a Torre Branca é a área mais antiga; a Ala Interior onde está o Quartel de Waterloo onde estão guardadas as Jóias Reais e a Ala Exterior, onde se localiza a Torre de São Tomás, mais conhecida como a Ponte dos Traidores. Hyde Park Esta vasta área verde no centro londrino é o sítio perfeito para relaxar. Neste parque urbano podes passear numa carruagem puxada por cavalos, podes desfrutar de lagos, tens lojas, cafés e restaurantes. É também aqui que costumam decorrer eventos desportivos e de música. A título de curiosidade, queríamos dizer-te que é em Hyde Park que está localizado o Speakers’ Corner, muito frequentado por Karl Marx e George Orwell. Quem tinha algo a dizer dirigia-se àquele lugar e discursava livremente, tradição que se mantém nos dias de hoje. London Eye Gostas de rodas-gigantes? Então a London Eye é perfeita para ti. São trinta e duas cabines de observação que permitem uma vista única da capital inglesa. Tem em mente que as cabines movimentam-se lentamente e que uma volta completa demora cerca de meia hora. Se não tens vertigens, aproveita! Museu Britânico O Museu Britânico abriu portas em 1759 e mantém, até hoje, entrada gratuita. No final poderás deixar a tua contribuição monetária se assim o entenderes mas poderás visitar o museu de forma 100 gratuita. Na coleção permanente do Museu Britânico existem peças tão importantes como a Pedra de Roseta egípcia e os frisos de Partenon gregos. Big Ben Este é, provavelmente, um dos relógios mais conhecidos do mundo mas sabias que Big Ben é o nome do sino que existe na torre onde também está localizado o relógio? A torre de noventa e seis metros antigamente conhecida como Clock Tower (Torre do Relógio), foi rebaptizada em 2012 como Elizabeth Tower para comemorar o Jubileu de Diamante da Rainha Isabel II. Apesar de tudo isto, a principal estrela continua a ser o segundo maior relógio de quatro faces do mundo. O sino pesa treze toneladas e foi fabricado em 1858. Soho Este bairro em West End é uma mistura eclética de lojas, restaurantes e muito especialmente, vida noturna. Tenta, pelo menos, passar algumas horas da tua noite neste bairro e verás uma Londres cosmopolita, vibrante e divertida. Aqui tens oito sugestões de sítios a incluir numa viagem para Londres que farão com que fiques com muita vontade de regressar. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Miradouros de Barcelona

Miradouros de Barcelona

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Barcelona é uma cidade única, vibrante e cosmopolita, onde há sempre algo novo para fazer. Visitar o bairro gótico, explorar o legado modernista de Antonio Gaudí, La Barceloneta ou La Rambla, são apenas algumas das inúmeras possibilidades. Hoje, a IATI Seguros quer-te levar um pouco mais longe. Convidamos-te a conhecer a cidade de outro ponto de vista, das alturas. Estes são alguns dos melhores miradouros de Barcelona: Miradouros imprescindíveis em Barcelona: Miradouro dos Bunkers del Carmel De todos os miradouros de Barcelona, talvez este seja o que ficou mais na moda durante os últimos anos. Situada no alto do Turó de la Rovira, oferece-nos vistas únicas da cidade. Localiza-se em bunkers antiaéreos da Guerra Civil Espanhola, que já não possíveis de visitar depois de terem sido parcialmente restaurados em 2010. Se subires de madrugada terás o privilégio de experienciar um dos mais belos nascer do sol de Barcelona. Miradouro de Tibidabo Este é um clássico, um dos miradouros mais conhecidos de Barcelona, ​​sendo inclusivamente mencionado numa canção do cantor catalão Loquillo. Se tiveres oportunidade de ir de carro, podes parar para tirar fotos nos diferentes miradouros da estrada da Horta. Se fores diretamente para o miradouro de Tibidabo, também o podes fazer confortavelmente de transportes públicos. A vista do Sagrado Corazón é cativante e conta com o Parque de Diversões de Tibidabo para completar a tua foto. Miradouro de Montjuic A Montanha Montjuic oferece uma vista totalmente diferente dos outros miradouros de Barcelona. A sua localização, numa montanha junto ao mar, permite-nos uma vista de 360º que abrange o mar, a costa e o interior da cidade. Para além da singular vista panorâmica, podes ainda aproveitar a tua visita para conhecer lugares como o Estádio Olímpico, o Museu Nacional de Arte Contemporânea da Catalunha ou o Jardim Botânico de Barcelona. Miradouro da Sagrada Família Deixamos os miradouros montanhosos de Barcelona e passamos a desfrutar de vistas únicas no centro da cidade. Neste caso, subimos ao topo de uma das torres da Sagrada Família, o monumento mais emblemático da cidade. Recomendamos que carregues a bateria da tua câmera e tenhas espaço no cartão, pois vais precisar da máquina para fotografar o extraordinário interior da Sagrada Família e a vista do miradouro. Miradouro da Torre de Collserola Muitos habitantes de Barcelona veem ao longe esta grande torre de comunicações, mas poucos sabem que é possível subi-la. De todos os miradouros, ​​este é sem dúvida o mais alto. O 10º andar, onde podes apreciar a vista, está 115 metros acima do solo… numa colina 550 metros acima do nível do mar! Em dias com boas condições climáticas, é possível ver até 70 quilómetros em redor do miradouro. Esta torre não abre diariamente, por isso lembra-te de verificar o horário. Miradouro de Las Arenas Já te sugerimos que fosses até Montjuic, agora convidamos-te a vê-lo de um ângulo diferente. Todos os miradouros de Barcelona têm a sua história e a de Las Arenas merece ser contada. O que é hoje um moderno centro comercial, antigamente era uma grande praça de touros. Com o passar dos anos, e dado o pouco interesse de Barcelona pelas touradas, a praça tornou-se um centro comercial que atrai todo o tipo de público. Do terraço terás uma bela vista da Plaza España com Montjuic ao fundo. Miradouro do Hotel W, Bar Eclipse Encerramos esta lista com a vista de um hotel de luxo. No topo do Hotel W, popularmente conhecido como Hotel Vela, encontramos um bar-restaurante que serve comida asiática. Localiza-se no 26º andar e oferece uma vista extraordinária, sendo o miradouro de Barcelona com o melhor panorama da costa da cidade. Ficaste com vontade de conhecer algum destes miradouros em Barcelona? Se sim, adorávamos que partilhasses as tuas fotos no Instagram com a hashtag #iatipelomundo. Desta forma, podemos vê-las e tornar-te no nosso instagrammer de destaque, diante de milhares de seguidores. Ah! E se conheceres outros miradouros interessantes, não hesites em deixá-los nos comentários. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que fazer em Bruxelas em dois dias

O que fazer em Bruxelas em dois dias

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Tens alguns dias disponíveis e gostarias de fazer uma viagem não muito longa e procuras dicas? Talvez um fim de semana para quebrar a rotina? Achamos que uma escapadinha em Bruxelas é perfeita para ti! No entanto, deves viajar sempre seguro, mesmo em pequenas deslocações na Europa! E na IATI Seguros os seguros de viagem são sob medida para todo o tipo de viagem, assim, se costumas fazer várias viagens durante o ano, o que achas de fazer o seguro IATI Bloggers e Grandes Viajantes, que pode ser um Seguro de Longa Duração ou Anual Multiviagens? Fica a dica! O que fazer em Bruxelas em dois dias A cidade de Bruxelas não é excessivamente grande e os lugares que te sugerimos podem perfeitamente ser explorados em dois dias de viagem. É claro que poderíamos acrescentar outros sítios à lista, no entanto, achamos que estes são os imperdíveis numa viagem à capital da Bélgica. Grand-Place A Grand-Place é considerada o coração de Bruxelas. Como o nome indica, é uma grande praça que tem a particularidade de estar rodeada por edifícios belíssimos. Demora o tempo que precisares para absorver a energia deste lugar, para sentires a vibração das pessoas e para isso, nada melhor do que te sentares numa esplanada e observares o que acontece à tua volta. Estátuas sui generis Na categoria das estátuas sui generis divertidas vamos falar-te de três estátuas em particular, sendo que uma delas se tornou o símbolo de Bruxelas. Manneken Pis Fazem uma autêntica romaria para verem a estátua do Menino a fazer chichi. O Manneken Pis tornou-se icónico em Bruxelas e o cuidado à volta desta estátua em bronze é digno de nota. Sabias que vestem a estátua regularmente com roupa diferente? Atualmente o Manneken Pis tem cerca de oitocentas peças de vestuário. Pode usar uma roupa diferente todos os dias que não vai repetir o outfit por mais de um ano! Jeanneke Pis A Jeanneke Pis é a versão feminina da estátua anterior. Não é tão famosa, é certo, mas podes encontrá-la no Impasse de la Fidélité 10-12, não muito longe do Manneken Pis. Het Zinneke Ora só faltava uma versão de um animal a fazer chichi, certo? Pois, o Het Zinneke é um cão que completa o trio de estátuas sui generis em Bruxelas. Vais encontrá-lo no número 35 da Rue des Chartreux. Atomium Imagina um cristal elementar de ferro ampliado 165 milhões de vezes! O resultado é o Atomium, um monumento com 103 metros que chama a atenção em Bruxelas. Podes divertir-te a tirar fotografias no exterior ou podes visitar o interior onde costumam decorrer vários eventos. Para te inteirares do que acontece quando estiveres em Bruxelas, recomendamos que consultes a agenda disponível no site oficial do Atomium. Mini-Europa Uma Europa em tamanho pequeno, mas com tanto pormenor e realismo que vais sentir-te um gigante a passear pelo continente. No parque de diversões Mini-Europa vais encontrar réplicas de monumentos espalhados pela Europa, incluindo a Torre Eiffel, o Big Ben, a Acrópole, enfim, uma viagem por sítios magníficos europeus concentrados num único lugar. Galerias Royales Saint-Hubert Existem duas grandes alas com cerca de cem metros cada nas Galerias Royales Saint-Hubert. As galerias foram projetadas pelo arquiteto Jean-Pierre Cluysenaer e abriram ao público em 1847. Portanto, facilmente percebes que em cada uma destas alas poderás encontrar história para além de boutiques requintadas. Parque do Cinquentenário O Parque do Cinquentenário é uma lufada de ar fresco na cidade belga. São cerca de trinta hectares de terreno com jardins, lagos, relvados e muito espaço para passear. Centro Belga da Banda Desenhada Quem nunca ouviu falar na personagem de banda desenhada do Tintin? É verdade que poderás admirar várias representações da personagem criada por Hergé desenhadas em fachadas de edifícios espalhados por Bruxelas mas mesmo assim recomendamos que visites o Centro Belga da Banda. Aqui poderás conhecer melhor o trabalho de outros autores de Banda Desenhada como Peyo, o criador dos Smurfs), André Franquin, o criador de Marsupilami e Morris, o criador de Lucky Luke. Temos a certeza que em dois dias vais conseguir visitar todos estes lugares e vais ficar a conhecer o essencial de Bruxelas. No entanto, não ponhas de lado a hipótese de regressar à cidade belga pois o ambiente sofre alterações conforme a estação do ano! A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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As melhores praias para surfar em Espanha

As melhores praias para surfar em Espanha

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Se adoras apanhar ondas, sabes que locais como Austrália ou Indonésias têm algumas das melhores praias para surfar do mundo. Mas se estes destinos de sonho ficam longe demais para ti, não te preocupes, a IATI Seguros preparou uma lista das melhores praias para surfar em Espanha. Assim, consegues evitar que a tua prancha se torne um mero elemento decorativo no teu quarto. Apanha a onda e aproveita as nossas sugestões! As melhores praias para surfar em Espanha Mundaka, Biscaia Para muitos, esta é a melhor praia para surfar em Espanha. “Descoberta” no final dos anos 70 por um grupo de australianos em busca de novos lugares para curtir o mar, a praia de Mundaka oferece uma das melhores ondas de toda a Europa. Visitada por surfistas de todo o mundo, esta praia é recomendada para quem já tem alguns anos de experiência, devido aos longos tubos que se formam no fundo arenoso. Nos dias em que a água está mais calma, os praticantes de nível intermediário também podem praticar o desporto, desde que estejam sempre atentos às correntes que se vão formando. Zarautz, Guipúscoa O Mar Cantábrico é o berço de alguns dos melhores surfistas de Espanha e isso deve-se, sem dúvida, à elevada qualidade das ondas que oferece. Em Zarautz encontras a maior praia do País Basco. Um dos pontos fortes deste areal com mais de 2 quilómetros é que oferece pontos para surfistas de todos os níveis e idades. Portanto, seja qual for o teu nível, pode levar a tua prancha. Não muito longe de lá, podes ver ao vivo, na estrada que vai de Zarautz para Getaria, uma das ondas mais perigosas do norte de Espanha, conhecida como “Roca Puta”. Esta brilha em todo o seu esplendor durante as fortes marés de inverno. Pantín, Corunha Sem sair do norte, encontramos outra das melhores praias em Espanha para surfar, desta vez na Galiza. Este é um destino ideal para surfistas intermediários, pois oferece ondas longas que podem ser facilmente dominadas sem a necessidade de um nível muito avançado. Todos os anos, no final de agosto, realiza-se o Pantín Classic Galicia Pro, um evento que atrai surfistas de renome de todo o mundo e que foi declarado Festival Galego de Interesse Turístico. Esta praia de surf, com quase 1 km de extensão, forma uma espécie de ferradura com ondas quase o ano todo. A melhor época para curtir é no inverno, mas se escolheres ir nesta altura, não te esqueças de levar um bom neopreno para te protegeres do frio intenso. La Mata, Alicante Uma das melhores praias para surfar no Mar Mediterrâneo? Assim é! Apesar de o Mar Cantábrico ser o berço das melhores praias para a prática deste desporto, La Mata é a melhor, caso pretendas deslocar-te para a zona oriental do país. Uma das vantagens desta praia é que as temperaturas que vais encontrar são muito mais suportáveis ​​do que as do norte. Durante os meses mais frios, de dezembro a fevereiro, a temperatura média da água é de ​​15 graus. Podes contar com uma onda de aproximadamente um metro e meio, vertical e rebentamento na praia. Corralejo, Fuerteventura Embarca num voo com destino às Ilhas Canárias, já que é o próximo destino da nossa lista das melhores praias para surfar em Espanha. Como já deves saber, um dos pontos fortes desta região é as temperatura. Aqui, basta uma camada de licra ou um leve neopreno para entrar na água. Fuerteventura é conhecido como o “Havai Europeu” e entre os mais de 150 quilómetros de praia podes encontramos esta pequena maravilha do surf. Aqui, podes curtir as ondas de esquerda ou direita, sendo que o inverno é a melhor época para surfar se tiveres experiência. Quemao, Lanzarote Continuamos nas Ilhas Canárias. Em Quemao, Lanzarote, encontra-se uma das ondas mais temidas de todo o Oceano Atlântico. O solo vulcânico com pouca profundidade e a grande energia da maré fazem desta praia um sítio recomendado apenas a surfistas experientes. Embora o risco seja alto, a possibilidade de completar um tubo perfeito e memorável faz com que muitos se arrisquem, com alguns cortes e trambolhões pelo caminho. Tarifa, Cádis A área de Tarifa também atrai surfistas. Não só oferece algumas das melhores praias de Espanha para surfar, como também goza de bom tempo, de uma gastronomia única e daquele ambiente que só se encontra na Andaluzia. Duas das zonas mais recomendadas são El Balneario e Punta Paloma. Podes encontrar a primeira entre a famosa praia de Las Lances e a Playa Chica. Devido às correntes, às pedras e à grande afluência de outros amantes deste desporto, será necessário que te mexas com precisão, por isso é recomendado para quem já tem um certo nível. Por outro lado, Punta Paloma é mais indicada para quem ainda está a aprender, pois oferece uma onda divertida e fácil de domar. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que fazer em Marselha?

O que fazer em Marselha?

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Quando pensamos em viajar para França imediatamente a nossa mente leva-nos para a maravilhosa capital, Paris. No entanto, e porque a França tem muito mais a oferecer para além de Paris, hoje a IATI Seguros vem trazer-te uma sugestão imperdível: Marselha. Não sabes muito bem o que visitar e fazer em Marselha? Não te preocupes, para isso estamos cá nós para te dizermos quais são as melhores atividades e os sítios imperdíveis nesta cidade portuária. Mas antes de embarcares nesta viagem recomendamos que tenhas um seguros de viagem adequado ao teu tipo de viagem. Assim, para uma viagem até Marselha nós sugerimos o IATI Básico, que tem a melhor relação qualidade-preço e que te garante coberturas básicas por um preço acessível. Dicas para visitares a cidade francesa de Marselha Subir até à Notre Dame de La Garde A Basílica de Notre Dame de la Garde é o ponto mais alto da cidade de Marselha e de onde terás uma vista desafogada. Irás ver os portos (o antigo e o novo), a cidade e arredores, as várias ilhas incluindo o Chateau d’If. Visitar a Catedral de Marselha Também conhecida como Catedral de la Major ou Catedral de Sainte-Marie-Majeure, é um edifício em estilo bizantino e foi construída entre 1852 e 1983. Recentemente sofreu obras de restauro por isso irás poder maravilhar-te com um monumento bem conservado. Assistir à chegada dos pescadores no Vieux Port Para esta atividade terás de te levantar cedo pois os pescadores chegam ao porto antigo quando o sol nasce. Observa a rapidez com que as vendedoras de peixe montam os expositores e como os cabazes passam de forma expedita do interior dos barcos para os sacos dos chefs de cozinha que diariamente ali fazem as suas compras. O porto antigo também é um bom sítio para ires ao final do dia antes do jantar. Provar o prato típico: La Bouillabaisse Já que mencionamos os pescadores, recomendamos que não deixes passar a oportunidade de provar a tão famosa Bouillabaisse, uma sopa rica de peixe, confecionada com peixes variados comprados no mesmo dia no mercado do porto antigo. Existem vários restaurantes que servem este prato típico mas o local mais tradicional é o Restaurante Miramar, junto ao porto antigo, apesar de os preços aqui praticados nem sempre caberem no orçamento dos viajantes. Fazer um cruzeiro até ao Parque Nacional des Calanques As calanques são formações rochosas e o Parque Nacional des Calanques inclui zonas de Marselha, Cassis e La Ciotat. Imagina blocos gigantes de rocha que se precipitam para o mar, intercalados com pequenas praias quase desertas. Um cruzeiro nesta zona é imperdível, acredita! Para comprares o teu bilhete apenas precisas de te dirigir ao porto antigo onde estão as companhias que fazem os cruzeiros. É um passeio bastante agradável, especialmente nos meses quentes do verão. Visitar o Castelo que inspirou o romance “O conde de Monte Cristo” Muitas vezes a ficção inspira-se em factos ou lugares reais e se gostas do romance de Alexandre Dumas ou se viste o filme baseado nesse livro, certamente vais adorar visitar o Chateau d’If. O Chateau d’If está localizado na Ilha de If e, portanto, apenas é acessível por barco. Uma vez mais, os bilhetes para o barco podem ser comprados no porto antigo e não precisas de reservar com antecedência pois existem vários transportes por dia. A ilha é pequena e apenas tem o castelo. Este castelo serviu de prisão e podes ver os nomes dos detidos famosos à porta das celas. Também podes ver as inscrições feitas pelos prisioneiros, assim como imaginar como eram as condições naquele tempo. Conversar com pescadores no Vallon des Auffes O Vallons des Auffes é um pequeno porto de pescadores completamente diferente do porto antigo. Podemos dizer que é mais autêntico, na medida em que por ali não existem muitos turistas mas existem pescadores com tempo livre para conversar. Portanto, se procuras histórias interessantes o Vallon des Auffes é o lugar a ir. Antes de terminarmos, gostaríamos de referir que estamos certos que te vais divertir muito nesta cidade francesa. Recomendamos que partilhes este artigo com os teus amigos e que aproveites bem as tuas viagens. A IATI Seguros deseja-te boas viagens. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que visitar em Guimarães?

O que visitar em Guimarães?

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Situada na região do Minho, a cidade de Guimarães é conhecida por muitos como o berço de Portugal. No entanto, há muito para conhecer para além dos típicos sítios históricos. Esta cidade minhota tem uma vida animada, com uma vertente cultural muito rica. Descobre alguns dos melhores sítios a conhecer quando visitares esta deslumbrante cidade. 5 sítios que deves visitar em Guimarães: Castelo de Guimarães Começamos pelo símbolo mais imponente da cidade, o Castelo de Guimarães é paragem obrigatória quando se percorre a cidade. Para sempre ligado à fundação do Condado Portucalense, o Castelo tem a sua origem num mosteiro do século X que foi depois fortificado. Ao visitar o Castelo, podes aproveitar para conhecer o vizinho Paço dos Duques de Bragança, uma majestosa casa senhorial do século XV, classificada como Monumento Nacional. Igreja de São Francisco Vestígios evidentes da Ordem Franciscana em Guimarães, o Convento e Igreja de São Francisco estão entre as principais obras arquitectónicas portuguesas, misturando elementos góticos e românicos com o estilo maneirista. Largo da Oliveira Considerado o coração da cidade, juntamente com a Praça de Santiago, este largo deve o seu nome a uma oliveira centenária que lá estava plantada. Uma popular atração turística, o Largo da Oliveira não só é conhecida pelos edifícios de estilo gótico, como também por ser uma zona de bares e restaurantes, com belíssimas esplanadas. Palácio Vila Flor Um edifício do século XVIII, que ao longo da sua história sempre recebeu exposições e em 2005, após ser remodelado e devidamente equipado, passou a integrar o Centro Cultural Vila Flor. Hoje, podemos encontrar no Palácio Vila Flor as salas expositivas do Centro Cultural, onde ocorrem regularmente exibições de artistas contemporâneos. Monte da Penha Por último, um local de onde podes avistar todas as atrações descritas acima: o Monte da Penha. Aqui, é possível visitar o Santuário da Penha e estátua do Papa Pio IX, jogar mini-golfe, ou simplesmente aproveitar a vista que esta montanha com mais de 600 metros de altura oferece. Artigo escrito por: Filipe Balseiro

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Sevilha: o que visitar?

Sevilha: o que visitar?

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Sevilha é a capital da Andaluzia e dada a sua proximidade da nossa fronteira é uma das cidades espanholas mais frequentemente visitada pelos portugueses. Para uma escapadinha de poucos dias na cidade do flamenco, a Iati Seguros de viagem dá-te várias dicas neste artigo, para que possas aproveitar bem o tempo. Sendo Sevilha alvo de elevadas temperaturas no verão, a melhor época para a tua viagem é entre outubro e maio. Com um clima ameno, poderás usufruir mais dos espaços abertos e contemplar a cidade com mais satisfação, e além disso, conseguirás explorar os pontos turísticas com mais calma, pois na época alta existe muito mais turismo. A zona do centro histórico é a mais recomendada para te hospedares, pois dessa forma conseguirás visitar todas as atrações facilmente a pé. O que visitar em Sevilha? Parque Maria Luisa Certamente já ouviste falar na famosa Praça de Espanha de Sevilha, mas antes de te deslocares até lá, a Iati aconselha-te a dar um passeio pelo Parque Maria Luisa. Recheado de laranjeiras, pinheiros e palmeiras, este parque é muito agradável e é um dos maiores da cidade. Praça de Espanha Este é um dos melhores locais para relaxar na capital da Andaluzia. Dentro do Parque Maria Luísa, a tranquilidade que esta praça transmite faz dela um dos locais favoritos pelos habitantes da cidade para fugir à rotina cada vez mais stressante. A possibilidade de andares de barco pelos canais que a rodeiam, os bancos em azulejos com cores vibrantes e até a música ao vivo fazem desta praça um local de passagem obrigatória. Alcazar de Sevilha É atualmente um dos melhores exemplos de arquitetura Mudéjar em Espanha e uma das imagens de marca da cidade e do país. Dentro dos altos muros e dos jardins cuidados, conta-se a história de há muitos anos atrás, do último milénio da cidade andaluza. A junção de influências da época árabe com a do renascimento e do barroco, faz do Alcazar um dos locais mais bem preservado da cidade. Foi declarado Património Mundial pela UNESCO em 1987 dando assim o merecido reconhecimento pela preservação da história. Catedral de Sevilha A chegada até lá é através das pequenas ruas estreitas que vão dando cada vez mais ênfase ao tamanho da catedral, à medida que te vais aproximando da mesma. Construída sobre uma antiga mesquita Islâmica do Séc. XII a Catedral de Santa Maria da Sé, ou Catedral de Sevilha como é conhecida, é hoje em dia a maior catedral gótica do mundo. Podes encontrar dentro da catedral o túmulo de Cristóvão Colombo. Torre Giralda Apesar do desaparecimento da grande parte dos símbolos do Islão com a cristianização da região ao longos dos anos, é possível ainda identificar a influência moura na catedral no Pátio de los Naranjos, local que era usado para festas islâmicas. A torre La Giralda, minarete do século XII transformado num campanário com mais de 100 metros de altura, é atualmente a construção mais alta da cidade. O acesso à parte superior da torre é feito através de rampas uma vez que antigamente a subida à torre para tocar o sino era feita de cavalo. Metropol Parasol Construído com a intenção de potenciar a cidade de Sevilha como um dos destinos culturais mais deslumbrantes. O imponente edifício projetado por Jürgen Mayer H. Architects esta localizado sobre a Plaza de la Encarnación e faz desta o novo centro urbano contemporâneo da cidade. Com cerca de 150 metros de extensão, 75 metros de largura e a uma altura de 28 metros, ali existem bares, restaurantes , um museu e ainda um terraço panorâmico no topo da estrutura. Torre do Ouro Erguida para vigia de forma a evitar invasões pelo rio Guadalquivir, usava como principal arma uma gigante corrente que estendia através do rio de forma a evitar a passagem de barcos indesejados. O nome explica o facto de que ali se armazenava grande parte das riquezas que chegavam nos barcos vindos da américas. A torre é atualmente o Museu Naval de Sevilha. Agora que já conheces as principais atrações de Sevilha, organiza a tua viagem sem deixares de parte o teu seguro de viagens. No site da Iati Seguros podes escolher o que melhor se adapta a ti. Artigo escrito por: Gato Vadio Travel Blog

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Guia para conhecer as Ilhas Cíes

Guia para conhecer as Ilhas Cíes

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Se há lugares que possuem um encanto especial, cuja beleza pode torná-los essenciais, certamente as Ilhas Cíes estariam em uma posição privilegiada entre eles. “As ilhas dos deuses”, como eram apelidadas pelos romanos, fazem jus a esta alcunha com praias de areia fina, águas cristalinas, falésias e paisagens que te deixarão sem palavras. Existem muitas jóias na Galiza, mas este arquipélago da província de Pontevedra, para além da foz da Ria de Vigo, é uma visita obrigatória. Hoje, a Iati Seguros dá-te as informações necessárias para que aproveites ao máximo a tua visita às Ilhas Cíes. Guia para visitar as Ilhas Cíes Como chegar às Ilhas Cíes? Como já dissemos, as Ilhas Cíes estão localizadas na Ria de Vigo, portanto, para chegar até elas, tens de apanhar um barco. Sendo uma área protegida – fazem parte do Parque Nacional das Ilhas Atlânticas da Galiza – o número de visitantes está limitado a cerca de 2.000 pessoas por dia. Ou seja, para visitar o arquipélago existem duas coisas muito importantes: Autorização de Acesso e Bilhete de Barco. Como obter a autorização de acesso às Ilhas Cíes? É muito importante obter uma licença antes de comprar os bilhetes de barco. A autorização, gerida pela Junta da Galiza, pode ser solicitada neste link com um máximo de 45 dias de antecedência. Já tenho a autorização, onde consigo o meu bilhete de barco? Existem vários portos onde podes apanhar o barco, sendo o principal em Vigo, mas também se pode viajar desde Cangas, Bueu ou Portonovo. É possível entrar em contato com as seguintes empresas para reservar e organizar a tua viagem: Cruceros Rias Baixas | Mar de Ons | Naviera Nabia Viajar num barco próprio também é permitido, mas tem em consideração que é necessário pedir uma autorização para atracar nas ilhas. Da mesma forma, podes alugar um barco particular ou um veleiro, sendo que o porto de Vigo oferece opções como a Sailway. Quando visitar as Ilhas Cíes? A época alta ocorre entre Julho e Agosto, meses em que as embarcações oferecem serviço todos os dias. É imprescindível fazer a reserva com antecedência nesta altura, pois o fluxo de turistas é muito grande. Fora da época alta, a frequência dos barcos é reduzida e muitas vezes nem há serviço. Geralmente, de meados de Outubro ao início de Abril, não há circulação. É possível visitar todas as ilhas? O arquipélago das Cíes é constituído por três ilhas, das quais apenas duas podem ser visitadas: a Ilha de Monteagudo ou Illa Norte e a Ilha Do Faro ou Illa do Medio. Estas duas encontram-se ligadas por uma ponte e uma praia. A sul de ambas está a Ilha de São Martinho, que, embora não possa ser visitada, oferece uma vista magnífica. E agora que chegámos às Ilhas Cíes? Há muita coisa para fazer nas Ilhas Cíes. Não são excessivamente grandes, mas num dia de caminhada podes percorrer facilmente cerca de 15 quilómetros. Também podes ficar a desfrutar tranquilamente da praia, mas é uma pena não fazer nenhum dos percursos pela ilha e conhecer alguns dos seus recantos e miradouros. Embora exista um posto de informação assim que se chega à praia de Rodas, existem basicamente quatro percursos que cruzam as duas ilhas. O mais conhecido é a subida ao Monte Faro, onde está o farol (como se pode deduzir pelo nome). O trecho final tem uma dificuldade média leve, mas vale a pena subir para apreciar a vista, principalmente da Ilha Sul. Convém estares atento às gaivotas e não deixar comida ou câmeras ao seu alcance. Posso passar a noite nas Ilhas Cíes? Sim. Embora as opções de alojamento na ilha sejam bastante limitadas, dado que há apenas um parque de campismo onde ficar. Existem várias zonas de campismo, incluindo uma em que o próprio parque tem tendas disponíveis e outras onde podes colocar a tua própria tenda. Ambas as opções têm capacidade limitada, por isso é melhor reservar com antecedência. Durante a época alta (Julho e Agosto) a reserva mínima é de duas noites. É aconselhável trazeres o teu próprio saco-cama, embora também possas alugar um no parque de campismo, que também dispõe de WC, duches de água quente, eletricidade e ligação wi-fi. É importante frisar que se a ideia é pernoitar, é necessário obter a reserva do alojamento antes de comprar os bilhetes do barco. Preciso de levar comida? Se vais fazer caminhadas durante a tua estadia nesta ilha, é recomendável que tragas alguma coisa para comer ou lanchar, mas pode fazer as tuas refeições num dos restaurantes da ilha ou comprar no supermercado do parque de campismo. Posso levar o meu animal de estimação? Com exceção de cães-guia, os animais domésticos não são permitidos nas Ilhas Cíes. Esperamos que com este pequeno guia fiques com uma ideia de como organizar a tua viagem pelas Ilhas Cíes. Recomendamos que te atrevas a ficar pelo menos uma noite e que, se o tempo estiver bom, possas desfrutar de um belo pôr do sol. Boa Viagem! Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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5 caminhadas para fazer em Tenerife

5 caminhadas para fazer em Tenerife

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Tenerife, a ilha que recebe mais de 5 milhões de visitantes anuais, é muito mais do que sol e areia. Tenerife é gastronomia, é carnaval, tem cidades coloniais consideradas Património da Humanidade, tem eventos culturais de qualidade e, mais do que nunca, é turismo ativo. Este tipo de turista viaja em busca de sensações duradouras, que ficam marcadas na memória e no coração. Diz o ditado que ninguém é profeta na sua terra, mas desta vez gostaríamos que seguisses as recomendações dos La Gaveta Voladora, viajantes da IATI, relativamente aos 5 percursos pedestres em Tenerife que deves realizar ao visitar a ilha. 5 caminhadas para fazer em Tenerife Desfiladeiro de Masca A descida do desfiladeiro de Masca é um dos trilhos mais populares e movimentados da ilha. Na verdade, Masca é o segundo local natural mais visitado em Tenerife, só superado por El Teide (o que não é dizer pouco). O trilho do desfiladeiro de Masca parte dos 700 metros de altitude, onde se encontra o povoado de Masca, e segue em direcção ao mar. Ao serpentear entre grandes paredes vulcânicas verticais, podemos encontrar uma das espécies de aves mais ameaçadas da Europa, o guincho, também conhecido como águia-pesqueira. Se o caminho em si é espetacular, o final não é menos idílico, pois terás uma imensa baía à tua frente, onde podes desfrutar de um mergulho refrescante numa praia de areia preta antes de apanhar o barco que te leva de volta à civilização. (Também é possível fazer a viagem a remar um caiaque). Desfiladeiro do Inferno Tão belo quanto perigoso, o Barranco del Infierno está localizado na encosta sul da ilha, mais precisamente na zona turística de Adeje. O desfiladeiro em questão começa na localidade de Adeje e percorre um caminho de cerca de 3 km que o leva desde o centro de visitantes até locais com nomes tão curiosos como o Bailadero de las Brujas ou La Cogedera até uma magnífica cascata. À medida que avançamos pelo desfiladeiro passamos de uma zona com vegetação típica desta zona da ilha de Tenerife (cardones e tabaibas) para uma área mais verde e húmida, devido à presença de água. A recompensa da caminhada chega quando nos encontramos em frente a uma cascata com cerca de 100 metros de altura. O perigo do Barranco del Infierno consiste na frequente queda de pedras do topo da ravina, pelo que o acesso é restrito a algumas visitas diárias, sendo obrigatório o uso de capacete. Bosque Encantado A escarpa de Anaga é como um outro mundo dentro de Tenerife. Nesta área abunda um verde intenso, marcado por ravinas profundas com quintas espalhadas aqui e ali. Um mundo de conto de fadas que evoca a presença de elfos e fadas. Anaga é uma das zonas mais antigas da ilha e merece ser visitada. Na sua escarpa encontramos um dos percursos pedestres mais populares de Tenerife, cujo apelo não é exatamente a sua dificuldade mas o elevado valor ecológico. As píjaras (enormes fetos cujas folhagens chegam a medir quase 2 metros de comprimento) ou uma espécie de lesma são espécies endémicas desta zona e merecem ser visitadas (e admiradas) vezes sem conta. Rambla de Castro Fácil, simples e para toda a família. Este trilho, pertencente ao concelho de Los Realejos, localizado no norte da ilha, percorre uma área protegida de enorme beleza. À medida que avanças por este caminho costeiro poderás avistar locais emblemáticos como a casa Gordejuela (um antigo elevador de água com capacidade para transportar 5 000 litros de água), uma bela praia selvagem conhecida como La Fajana ou locais tão históricos como a casa de los Castros. Este percurso pedestre em Tenerife tem várias atrações, que também recomendamos para todas as idades e condições físicas. Um mergulho na praia de Los Roques é quase uma obrigação nesta zona se o mar estiver calmo. É uma praia pequena e tranquila, escondida nos arredores de Puerto de la Cruz. Caminho para Teide Imprescindível, uma visita obrigatória. Este percurso pedestre em Tenerife é um dos mais procurados pelos amantes do turismo ativo. A subida ao Teide é um grande feito para muitos daqueles que se atrevem a subir até ao pico, a cerca de 3.700m de altitude. Porém, não devemos esquecer que estamos a falar de altas montanhas, pelo que não devemos subestimar as mudanças bruscas de temperatura ou o que implica caminhar em terreno vulcânico. O trilho de subida começa na Montaña Blanca de onde leva cerca de 2 horas para chegar à base do vulcão. Nesta zona do Parque Nacional (sabias que é o Parque Nacional mais visitado da Europa?) abunda a pedra-pomes, um material vulcânico muito leve que flutua na água. Depois da base do Teide, a próxima paragem é no refúgio Altavista (3.246 metros de altitude), um lugar ideal para passar a noite e assim ter a oportunidade de se levantar cedo no dia seguinte e continuar com a subida até a cratera do vulcão para desfrutar do nascer do sol do pico do Teide, o ponto mais alto de Espanha localizado a nada menos que 3.718 metros de altitude. Estarás mais alto que toda a gente em Espanha nesse momento. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Tipos de pessoas que vais conhecer a viajar pela Europa

Tipos de pessoas que vais conhecer a viajar pela Europa

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Ao viajar fora do teu país, vais com certeza conhecer muitas pessoas interessantes. Se fores de mochila às costas estás mais exposto à aventura e a conhecer todo o tipo de pessoas que o backpacking atrai. Embora os mochileiros sejam diferentes entre si, há traços de personalidade que se repetem, e por esse motivo a Iati Seguros fez uma lista de vários tipos de viajantes que vais encontrar a viajar pela Europa. Durante a tua próxima aventura, tenta reconhecer os estereótipos em baixo. Já sabes qual vai ser a tua próxima viagem de mochila às costas? 8 pessoas que vais conhecer a viajar pela Europa O estudante em Gap Year Por norma inglês ou australiano, este entusiasmado viajante acabou agora o ensino secundário e antes de se comprometer com uma licenciatura decidiu conhecer outras realidades. Os pais acharam que era importante o miúdo ganhar mundo e lá foi ele. É comum alguns viajantes tratarem com cinismo os novatos que começaram agora a conhecer outros países, não sejas essa pessoa. Aproveita para os conheceres e alimenta-te da sua boa energia! O nómada digital Normalmente encontras este tipo na área comum do hostel enquanto participa numa reunião por Skype. Podes identificá-lo facilmente pelo portátil comprado há dois meses, com uma máquina fotográfica e outros gadgets ao lado. A grande maioria das vezes tem um trabalho ligado a marketing digital ou programação, e no momento que percebeu que podia trabalhar em qualquer sítio com uma ligação de wi-fi, fez-se à estrada e tem conhecido vários países enquanto trabalha de forma remota. O “arrumadinho” Este mochileiro tem um plano bem definido e não tem tempo a perder. De manhã vai escalar uma montanha, quer almoçar junto à praia e aproveitar a tarde para visitar um museu. O “arrumadinho” é fácil de identificar, basta procurar um tipo ofegante que, na única conversa que tem contigo, menciona todos os sítios que já conheceu. (Informação bónus: é bastante usual este tipo de viajante ter o número de países que visitou na bio do Instagram) Uma vantagem de ter um destes viajantes no teu hostel é que só lá pára para dormir. O que não sai do hostel Ao contrário do mochileiro anterior, este viajante não sai do hostel. Sabe o nome de todos os funcionários e costuma pairar nas áreas comuns, onde o podes encontrar a ver jogos de hóquei no gelo ou a tocar guitarra a alto e bom som. No entanto, é uma boa amizade para se fazer, se precisares de saber onde está arrumada alguma coisa na cozinha, é só perguntar. O que trouxe demasiada roupa Muitas vezes coincidente com o estudante em gap year, este viajante não queria que lhe faltassem opções na hora de se vestir para sair à noite. Trouxe oito t-shirts, doze camisas, quinze pares de calças e um smoking, para o caso de surgir um casamento. Encher a mochila com uma quantidade de roupa absurda é, possivelmente, o erro mais comum em viagem. Antes de fazeres a mala, verifica um bom tutorial no Youtube e leva apenas o indispensável. O rei da festa Um clássico! Tenho a certeza que quase toda a gente já conheceu pelo menos um ou dois exemplos deste tipo de viajante. Aquele tipo que metia conversa com os locais e acabava por encontrar sempre os melhores bares e discotecas da cidade. No dia seguinte, dorme até mais tarde e evita as atividades diurnas, de forma a reservar o orçamento para o essencial. O tipo mais velho Sejamos honestos: a maioria dos backpackers anda na casa dos vintes, por isso qualquer viajante de meia-idade vai sobressair. Andar na casa dos quarenta e continuar a preferir pernoitar em dormitórios com doze camas é admirável. Podia estar num quarto de hotel mas optou por ficar num ambiente mais social e juntar-se à malta que está nas trincheiras. A verdade é que deve ter boas histórias e provavelmente vais acabar a sair à noite com esta personagem. O chico-esperto que escreve para blogs Todos conhecemos este viajante. Aquele que andou uns tempos de mochila às costas e agora tem a mania que é especialista, critica quem vai aos sítios demasiado turísticos e quando chega a casa escreve sobre outros viajantes. Não há paciência para este tipo… Artigo escrito por: Filipe Balseiro

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O que fazer em Salou, Espanha

O que fazer em Salou, Espanha

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Salou é um município situado na Catalunha, a cerca de uma hora e meia de Barcelona. É, tradicionalmente um destino de praia, escolhido pelos portugueses desde há muito tempo para umas férias tranquilas em família. O que a IATI Seguros te vem trazer hoje são dicas de atividades que podes fazer em Salou, além das idas aos conhecidos parque temáticos ou ficar estendido na areia de praias sobrelotadas. Temos a certeza que vais descobrir uma Salou muito mais apetecível. Mas antes de embarcares nesta viagem sugerimos que trates de algo muito importante e que nunca deve ficar esquecido: a contratação de um seguro de viagem. Assim, na IATI Seguros vais encontrar um seguro de viagem à tua medida, e para viagens de curta duração em Portugal ou noutros países europeus recomendamos que escolhas o IATI Escapadinhas, um seguro de viagem que assegura que as coberturas essenciais estão garantidas e que responde às possibilidades deixadas pelo COVID-19 para este Verão. Vamos, então, às sugestões de atividades em Salou, para além de ficares estendido de papo para o ar na praia. O que fazer em Salou Passear na Avenida Jaume I A Avenida Jaume I é um dos locais preferidos dos viajantes para descontrair. É uma via larga pedonal, repleta de jardins, fontes de água e bancos para fazer pausas. Além disso, tem muitas árvores, das quais de destacam as elegantes palmeiras que dão um ar tropical à avenida. Conta contar por aqui casais de namorados, famílias inteiras, grupos de jovens, enfim, muita gente que escolhe a Avenida Jaume I para passar tempo. Apreciar o espetáculo noturno na Fonte Luminosa na Avenida Jaume I Nas noites de fim de semana tens tens uma razão extra para te deslocares à Avenida Jaume I. Além de ser uma ótima ocasião para aproveitares a brisa fresca que emana do Mar Mediterrâneo, acontece nas noites de fim de semana um espetáculo na Fonte Luminosa. Por isso, não percas a oportunidade de observares os jatos de água a serem disparados em várias direções ao som de músicas diversas e iluminados por luzes de cores brilhantes. É um passeio particularmente interessante para famílias que viajam com crianças. Deliciar-te com marisco fresco de excelente qualidade A proximidade com a costa e a tradição marisqueira fazem com que em Salou esteja disponível marisco de excelente qualidade. A vantagem é que, por exemplo, em comparação com restaurantes localizados na cidade de Barcelona, os preços praticados para os pratos de peixe e marisco sejam bem mais simpáticos. Por isso, temos mesmo de incluir esta sugestão de atividades que podes fazer em Salou: comer muito e bom marisco. E existem várias formas de apreciares o marisco. Podes preferir misturado em paellas, grelhado na brasa, em espetadas ou apenas cozido ao natural e acompanhado de molhos. A decisão é tua mas certamente ficarás bem servido. Visitar a Torre Velha e o Museu de L’Esmalt Contemporani de Salou (MECS) A Torre Velha é um dos edifícios mais antigos de Salou. Está localizada no centro de Salou, na Carrer de l’Arquebisbe Pere de Cardona. O Museu de L’Esmalt Contemporani de Salou é um centro de arte moderna que funciona no interior da Torre Velha. De realçar que a entrada no museu é gratuita e podes visitar de segunda a sábado, das 18:00 às 21:00 no verão e das 18:00 à 20:00 no inverno. Percorrer o El Caminho de Ronda de Salou Este percurso resultou do aproveitamento que se fez dos caminhos existentes e que serviam para monitorizar a orla costeira entre Salou e La Pineda. O início deste trilho tem lugar no passeio marítimo de Salou, contorna a costa e termina em Cap Salou. Os mais destemidos costumam continuar pelo interior até à praia de La Pineda. Ao todo irás precisar de cerca de duas horas se pretenderes fazer o percurso até Cap Salou mas conta com mais hora e meia se tencionares continuar até à praia de La Pineda. Recomendamos mesmo que faças este percurso! Vais estar em silêncio na natureza, vais passar pelo meio de pinheiros, vais subir e descer escadas, atravessar passadiços, encontrar praias com menos gente, miradouros e até um farol vais descobrir. A não perder! Lembra-te apenas que este é um percurso linear, isto é, quando chegares ao fim tens de voltar para trás. E são estas as sugestões de atividades que podes fazer em Salou, além das habituais idas à praia. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso.

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