Europa
Sevilha: o que visitar?

Sevilha: o que visitar?

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Sevilha é a capital da Andaluzia e dada a sua proximidade da nossa fronteira é uma das cidades espanholas mais frequentemente visitada pelos portugueses. Para uma escapadinha de poucos dias na cidade do flamenco, a Iati Seguros de viagem dá-te várias dicas neste artigo, para que possas aproveitar bem o tempo. Sendo Sevilha alvo de elevadas temperaturas no verão, a melhor época para a tua viagem é entre outubro e maio. Com um clima ameno, poderás usufruir mais dos espaços abertos e contemplar a cidade com mais satisfação, e além disso, conseguirás explorar os pontos turísticas com mais calma, pois na época alta existe muito mais turismo. A zona do centro histórico é a mais recomendada para te hospedares, pois dessa forma conseguirás visitar todas as atrações facilmente a pé. O que visitar em Sevilha? Parque Maria Luisa Certamente já ouviste falar na famosa Praça de Espanha de Sevilha, mas antes de te deslocares até lá, a Iati aconselha-te a dar um passeio pelo Parque Maria Luisa. Recheado de laranjeiras, pinheiros e palmeiras, este parque é muito agradável e é um dos maiores da cidade. Praça de Espanha Este é um dos melhores locais para relaxar na capital da Andaluzia. Dentro do Parque Maria Luísa, a tranquilidade que esta praça transmite faz dela um dos locais favoritos pelos habitantes da cidade para fugir à rotina cada vez mais stressante. A possibilidade de andares de barco pelos canais que a rodeiam, os bancos em azulejos com cores vibrantes e até a música ao vivo fazem desta praça um local de passagem obrigatória. Alcazar de Sevilha É atualmente um dos melhores exemplos de arquitetura Mudéjar em Espanha e uma das imagens de marca da cidade e do país. Dentro dos altos muros e dos jardins cuidados, conta-se a história de há muitos anos atrás, do último milénio da cidade andaluza. A junção de influências da época árabe com a do renascimento e do barroco, faz do Alcazar um dos locais mais bem preservado da cidade. Foi declarado Património Mundial pela UNESCO em 1987 dando assim o merecido reconhecimento pela preservação da história. Catedral de Sevilha A chegada até lá é através das pequenas ruas estreitas que vão dando cada vez mais ênfase ao tamanho da catedral, à medida que te vais aproximando da mesma. Construída sobre uma antiga mesquita Islâmica do Séc. XII a Catedral de Santa Maria da Sé, ou Catedral de Sevilha como é conhecida, é hoje em dia a maior catedral gótica do mundo. Podes encontrar dentro da catedral o túmulo de Cristóvão Colombo. Torre Giralda Apesar do desaparecimento da grande parte dos símbolos do Islão com a cristianização da região ao longos dos anos, é possível ainda identificar a influência moura na catedral no Pátio de los Naranjos, local que era usado para festas islâmicas. A torre La Giralda, minarete do século XII transformado num campanário com mais de 100 metros de altura, é atualmente a construção mais alta da cidade. O acesso à parte superior da torre é feito através de rampas uma vez que antigamente a subida à torre para tocar o sino era feita de cavalo. Metropol Parasol Construído com a intenção de potenciar a cidade de Sevilha como um dos destinos culturais mais deslumbrantes. O imponente edifício projetado por Jürgen Mayer H. Architects esta localizado sobre a Plaza de la Encarnación e faz desta o novo centro urbano contemporâneo da cidade. Com cerca de 150 metros de extensão, 75 metros de largura e a uma altura de 28 metros, ali existem bares, restaurantes , um museu e ainda um terraço panorâmico no topo da estrutura. Torre do Ouro Erguida para vigia de forma a evitar invasões pelo rio Guadalquivir, usava como principal arma uma gigante corrente que estendia através do rio de forma a evitar a passagem de barcos indesejados. O nome explica o facto de que ali se armazenava grande parte das riquezas que chegavam nos barcos vindos da américas. A torre é atualmente o Museu Naval de Sevilha. Agora que já conheces as principais atrações de Sevilha, organiza a tua viagem sem deixares de parte o teu seguro de viagens. No site da Iati Seguros podes escolher o que melhor se adapta a ti. Artigo escrito por: Gato Vadio Travel Blog

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Guia para conhecer as Ilhas Cíes

Guia para conhecer as Ilhas Cíes

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Se há lugares que possuem um encanto especial, cuja beleza pode torná-los essenciais, certamente as Ilhas Cíes estariam em uma posição privilegiada entre eles. “As ilhas dos deuses”, como eram apelidadas pelos romanos, fazem jus a esta alcunha com praias de areia fina, águas cristalinas, falésias e paisagens que te deixarão sem palavras. Existem muitas jóias na Galiza, mas este arquipélago da província de Pontevedra, para além da foz da Ria de Vigo, é uma visita obrigatória. Hoje, a Iati Seguros dá-te as informações necessárias para que aproveites ao máximo a tua visita às Ilhas Cíes. Guia para visitar as Ilhas Cíes Como chegar às Ilhas Cíes? Como já dissemos, as Ilhas Cíes estão localizadas na Ria de Vigo, portanto, para chegar até elas, tens de apanhar um barco. Sendo uma área protegida – fazem parte do Parque Nacional das Ilhas Atlânticas da Galiza – o número de visitantes está limitado a cerca de 2.000 pessoas por dia. Ou seja, para visitar o arquipélago existem duas coisas muito importantes: Autorização de Acesso e Bilhete de Barco. Como obter a autorização de acesso às Ilhas Cíes? É muito importante obter uma licença antes de comprar os bilhetes de barco. A autorização, gerida pela Junta da Galiza, pode ser solicitada neste link com um máximo de 45 dias de antecedência. Já tenho a autorização, onde consigo o meu bilhete de barco? Existem vários portos onde podes apanhar o barco, sendo o principal em Vigo, mas também se pode viajar desde Cangas, Bueu ou Portonovo. É possível entrar em contato com as seguintes empresas para reservar e organizar a tua viagem: Cruceros Rias Baixas | Mar de Ons | Naviera Nabia Viajar num barco próprio também é permitido, mas tem em consideração que é necessário pedir uma autorização para atracar nas ilhas. Da mesma forma, podes alugar um barco particular ou um veleiro, sendo que o porto de Vigo oferece opções como a Sailway. Quando visitar as Ilhas Cíes? A época alta ocorre entre Julho e Agosto, meses em que as embarcações oferecem serviço todos os dias. É imprescindível fazer a reserva com antecedência nesta altura, pois o fluxo de turistas é muito grande. Fora da época alta, a frequência dos barcos é reduzida e muitas vezes nem há serviço. Geralmente, de meados de Outubro ao início de Abril, não há circulação. É possível visitar todas as ilhas? O arquipélago das Cíes é constituído por três ilhas, das quais apenas duas podem ser visitadas: a Ilha de Monteagudo ou Illa Norte e a Ilha Do Faro ou Illa do Medio. Estas duas encontram-se ligadas por uma ponte e uma praia. A sul de ambas está a Ilha de São Martinho, que, embora não possa ser visitada, oferece uma vista magnífica. E agora que chegámos às Ilhas Cíes? Há muita coisa para fazer nas Ilhas Cíes. Não são excessivamente grandes, mas num dia de caminhada podes percorrer facilmente cerca de 15 quilómetros. Também podes ficar a desfrutar tranquilamente da praia, mas é uma pena não fazer nenhum dos percursos pela ilha e conhecer alguns dos seus recantos e miradouros. Embora exista um posto de informação assim que se chega à praia de Rodas, existem basicamente quatro percursos que cruzam as duas ilhas. O mais conhecido é a subida ao Monte Faro, onde está o farol (como se pode deduzir pelo nome). O trecho final tem uma dificuldade média leve, mas vale a pena subir para apreciar a vista, principalmente da Ilha Sul. Convém estares atento às gaivotas e não deixar comida ou câmeras ao seu alcance. Posso passar a noite nas Ilhas Cíes? Sim. Embora as opções de alojamento na ilha sejam bastante limitadas, dado que há apenas um parque de campismo onde ficar. Existem várias zonas de campismo, incluindo uma em que o próprio parque tem tendas disponíveis e outras onde podes colocar a tua própria tenda. Ambas as opções têm capacidade limitada, por isso é melhor reservar com antecedência. Durante a época alta (Julho e Agosto) a reserva mínima é de duas noites. É aconselhável trazeres o teu próprio saco-cama, embora também possas alugar um no parque de campismo, que também dispõe de WC, duches de água quente, eletricidade e ligação wi-fi. É importante frisar que se a ideia é pernoitar, é necessário obter a reserva do alojamento antes de comprar os bilhetes do barco. Preciso de levar comida? Se vais fazer caminhadas durante a tua estadia nesta ilha, é recomendável que tragas alguma coisa para comer ou lanchar, mas pode fazer as tuas refeições num dos restaurantes da ilha ou comprar no supermercado do parque de campismo. Posso levar o meu animal de estimação? Com exceção de cães-guia, os animais domésticos não são permitidos nas Ilhas Cíes. Esperamos que com este pequeno guia fiques com uma ideia de como organizar a tua viagem pelas Ilhas Cíes. Recomendamos que te atrevas a ficar pelo menos uma noite e que, se o tempo estiver bom, possas desfrutar de um belo pôr do sol. Boa Viagem! Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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5 caminhadas para fazer em Tenerife

5 caminhadas para fazer em Tenerife

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Tenerife, a ilha que recebe mais de 5 milhões de visitantes anuais, é muito mais do que sol e areia. Tenerife é gastronomia, é carnaval, tem cidades coloniais consideradas Património da Humanidade, tem eventos culturais de qualidade e, mais do que nunca, é turismo ativo. Este tipo de turista viaja em busca de sensações duradouras, que ficam marcadas na memória e no coração. Diz o ditado que ninguém é profeta na sua terra, mas desta vez gostaríamos que seguisses as recomendações dos La Gaveta Voladora, viajantes da IATI, relativamente aos 5 percursos pedestres em Tenerife que deves realizar ao visitar a ilha. 5 caminhadas para fazer em Tenerife Desfiladeiro de Masca A descida do desfiladeiro de Masca é um dos trilhos mais populares e movimentados da ilha. Na verdade, Masca é o segundo local natural mais visitado em Tenerife, só superado por El Teide (o que não é dizer pouco). O trilho do desfiladeiro de Masca parte dos 700 metros de altitude, onde se encontra o povoado de Masca, e segue em direcção ao mar. Ao serpentear entre grandes paredes vulcânicas verticais, podemos encontrar uma das espécies de aves mais ameaçadas da Europa, o guincho, também conhecido como águia-pesqueira. Se o caminho em si é espetacular, o final não é menos idílico, pois terás uma imensa baía à tua frente, onde podes desfrutar de um mergulho refrescante numa praia de areia preta antes de apanhar o barco que te leva de volta à civilização. (Também é possível fazer a viagem a remar um caiaque). Desfiladeiro do Inferno Tão belo quanto perigoso, o Barranco del Infierno está localizado na encosta sul da ilha, mais precisamente na zona turística de Adeje. O desfiladeiro em questão começa na localidade de Adeje e percorre um caminho de cerca de 3 km que o leva desde o centro de visitantes até locais com nomes tão curiosos como o Bailadero de las Brujas ou La Cogedera até uma magnífica cascata. À medida que avançamos pelo desfiladeiro passamos de uma zona com vegetação típica desta zona da ilha de Tenerife (cardones e tabaibas) para uma área mais verde e húmida, devido à presença de água. A recompensa da caminhada chega quando nos encontramos em frente a uma cascata com cerca de 100 metros de altura. O perigo do Barranco del Infierno consiste na frequente queda de pedras do topo da ravina, pelo que o acesso é restrito a algumas visitas diárias, sendo obrigatório o uso de capacete. Bosque Encantado A escarpa de Anaga é como um outro mundo dentro de Tenerife. Nesta área abunda um verde intenso, marcado por ravinas profundas com quintas espalhadas aqui e ali. Um mundo de conto de fadas que evoca a presença de elfos e fadas. Anaga é uma das zonas mais antigas da ilha e merece ser visitada. Na sua escarpa encontramos um dos percursos pedestres mais populares de Tenerife, cujo apelo não é exatamente a sua dificuldade mas o elevado valor ecológico. As píjaras (enormes fetos cujas folhagens chegam a medir quase 2 metros de comprimento) ou uma espécie de lesma são espécies endémicas desta zona e merecem ser visitadas (e admiradas) vezes sem conta. Rambla de Castro Fácil, simples e para toda a família. Este trilho, pertencente ao concelho de Los Realejos, localizado no norte da ilha, percorre uma área protegida de enorme beleza. À medida que avanças por este caminho costeiro poderás avistar locais emblemáticos como a casa Gordejuela (um antigo elevador de água com capacidade para transportar 5 000 litros de água), uma bela praia selvagem conhecida como La Fajana ou locais tão históricos como a casa de los Castros. Este percurso pedestre em Tenerife tem várias atrações, que também recomendamos para todas as idades e condições físicas. Um mergulho na praia de Los Roques é quase uma obrigação nesta zona se o mar estiver calmo. É uma praia pequena e tranquila, escondida nos arredores de Puerto de la Cruz. Caminho para Teide Imprescindível, uma visita obrigatória. Este percurso pedestre em Tenerife é um dos mais procurados pelos amantes do turismo ativo. A subida ao Teide é um grande feito para muitos daqueles que se atrevem a subir até ao pico, a cerca de 3.700m de altitude. Porém, não devemos esquecer que estamos a falar de altas montanhas, pelo que não devemos subestimar as mudanças bruscas de temperatura ou o que implica caminhar em terreno vulcânico. O trilho de subida começa na Montaña Blanca de onde leva cerca de 2 horas para chegar à base do vulcão. Nesta zona do Parque Nacional (sabias que é o Parque Nacional mais visitado da Europa?) abunda a pedra-pomes, um material vulcânico muito leve que flutua na água. Depois da base do Teide, a próxima paragem é no refúgio Altavista (3.246 metros de altitude), um lugar ideal para passar a noite e assim ter a oportunidade de se levantar cedo no dia seguinte e continuar com a subida até a cratera do vulcão para desfrutar do nascer do sol do pico do Teide, o ponto mais alto de Espanha localizado a nada menos que 3.718 metros de altitude. Estarás mais alto que toda a gente em Espanha nesse momento. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Tipos de pessoas que vais conhecer a viajar pela Europa

Tipos de pessoas que vais conhecer a viajar pela Europa

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Ao viajar fora do teu país, vais com certeza conhecer muitas pessoas interessantes. Se fores de mochila às costas estás mais exposto à aventura e a conhecer todo o tipo de pessoas que o backpacking atrai. Embora os mochileiros sejam diferentes entre si, há traços de personalidade que se repetem, e por esse motivo a Iati Seguros fez uma lista de vários tipos de viajantes que vais encontrar a viajar pela Europa. Durante a tua próxima aventura, tenta reconhecer os estereótipos em baixo. Já sabes qual vai ser a tua próxima viagem de mochila às costas? 8 pessoas que vais conhecer a viajar pela Europa O estudante em Gap Year Por norma inglês ou australiano, este entusiasmado viajante acabou agora o ensino secundário e antes de se comprometer com uma licenciatura decidiu conhecer outras realidades. Os pais acharam que era importante o miúdo ganhar mundo e lá foi ele. É comum alguns viajantes tratarem com cinismo os novatos que começaram agora a conhecer outros países, não sejas essa pessoa. Aproveita para os conheceres e alimenta-te da sua boa energia! O nómada digital Normalmente encontras este tipo na área comum do hostel enquanto participa numa reunião por Skype. Podes identificá-lo facilmente pelo portátil comprado há dois meses, com uma máquina fotográfica e outros gadgets ao lado. A grande maioria das vezes tem um trabalho ligado a marketing digital ou programação, e no momento que percebeu que podia trabalhar em qualquer sítio com uma ligação de wi-fi, fez-se à estrada e tem conhecido vários países enquanto trabalha de forma remota. O “arrumadinho” Este mochileiro tem um plano bem definido e não tem tempo a perder. De manhã vai escalar uma montanha, quer almoçar junto à praia e aproveitar a tarde para visitar um museu. O “arrumadinho” é fácil de identificar, basta procurar um tipo ofegante que, na única conversa que tem contigo, menciona todos os sítios que já conheceu. (Informação bónus: é bastante usual este tipo de viajante ter o número de países que visitou na bio do Instagram) Uma vantagem de ter um destes viajantes no teu hostel é que só lá pára para dormir. O que não sai do hostel Ao contrário do mochileiro anterior, este viajante não sai do hostel. Sabe o nome de todos os funcionários e costuma pairar nas áreas comuns, onde o podes encontrar a ver jogos de hóquei no gelo ou a tocar guitarra a alto e bom som. No entanto, é uma boa amizade para se fazer, se precisares de saber onde está arrumada alguma coisa na cozinha, é só perguntar. O que trouxe demasiada roupa Muitas vezes coincidente com o estudante em gap year, este viajante não queria que lhe faltassem opções na hora de se vestir para sair à noite. Trouxe oito t-shirts, doze camisas, quinze pares de calças e um smoking, para o caso de surgir um casamento. Encher a mochila com uma quantidade de roupa absurda é, possivelmente, o erro mais comum em viagem. Antes de fazeres a mala, verifica um bom tutorial no Youtube e leva apenas o indispensável. O rei da festa Um clássico! Tenho a certeza que quase toda a gente já conheceu pelo menos um ou dois exemplos deste tipo de viajante. Aquele tipo que metia conversa com os locais e acabava por encontrar sempre os melhores bares e discotecas da cidade. No dia seguinte, dorme até mais tarde e evita as atividades diurnas, de forma a reservar o orçamento para o essencial. O tipo mais velho Sejamos honestos: a maioria dos backpackers anda na casa dos vintes, por isso qualquer viajante de meia-idade vai sobressair. Andar na casa dos quarenta e continuar a preferir pernoitar em dormitórios com doze camas é admirável. Podia estar num quarto de hotel mas optou por ficar num ambiente mais social e juntar-se à malta que está nas trincheiras. A verdade é que deve ter boas histórias e provavelmente vais acabar a sair à noite com esta personagem. O chico-esperto que escreve para blogs Todos conhecemos este viajante. Aquele que andou uns tempos de mochila às costas e agora tem a mania que é especialista, critica quem vai aos sítios demasiado turísticos e quando chega a casa escreve sobre outros viajantes. Não há paciência para este tipo… Artigo escrito por: Filipe Balseiro

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O que fazer em Salou, Espanha

O que fazer em Salou, Espanha

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Salou é um município situado na Catalunha, a cerca de uma hora e meia de Barcelona. É, tradicionalmente um destino de praia, escolhido pelos portugueses desde há muito tempo para umas férias tranquilas em família. O que a IATI Seguros te vem trazer hoje são dicas de atividades que podes fazer em Salou, além das idas aos conhecidos parque temáticos ou ficar estendido na areia de praias sobrelotadas. Temos a certeza que vais descobrir uma Salou muito mais apetecível. Mas antes de embarcares nesta viagem sugerimos que trates de algo muito importante e que nunca deve ficar esquecido: a contratação de um seguro de viagem. Assim, na IATI Seguros vais encontrar um seguro de viagem à tua medida, e para viagens de curta duração em Portugal ou noutros países europeus recomendamos que escolhas o IATI Escapadinhas, um seguro de viagem que assegura que as coberturas essenciais estão garantidas e que responde às possibilidades deixadas pelo COVID-19 para este Verão. Vamos, então, às sugestões de atividades em Salou, para além de ficares estendido de papo para o ar na praia. O que fazer em Salou Passear na Avenida Jaume I A Avenida Jaume I é um dos locais preferidos dos viajantes para descontrair. É uma via larga pedonal, repleta de jardins, fontes de água e bancos para fazer pausas. Além disso, tem muitas árvores, das quais de destacam as elegantes palmeiras que dão um ar tropical à avenida. Conta contar por aqui casais de namorados, famílias inteiras, grupos de jovens, enfim, muita gente que escolhe a Avenida Jaume I para passar tempo. Apreciar o espetáculo noturno na Fonte Luminosa na Avenida Jaume I Nas noites de fim de semana tens tens uma razão extra para te deslocares à Avenida Jaume I. Além de ser uma ótima ocasião para aproveitares a brisa fresca que emana do Mar Mediterrâneo, acontece nas noites de fim de semana um espetáculo na Fonte Luminosa. Por isso, não percas a oportunidade de observares os jatos de água a serem disparados em várias direções ao som de músicas diversas e iluminados por luzes de cores brilhantes. É um passeio particularmente interessante para famílias que viajam com crianças. Deliciar-te com marisco fresco de excelente qualidade A proximidade com a costa e a tradição marisqueira fazem com que em Salou esteja disponível marisco de excelente qualidade. A vantagem é que, por exemplo, em comparação com restaurantes localizados na cidade de Barcelona, os preços praticados para os pratos de peixe e marisco sejam bem mais simpáticos. Por isso, temos mesmo de incluir esta sugestão de atividades que podes fazer em Salou: comer muito e bom marisco. E existem várias formas de apreciares o marisco. Podes preferir misturado em paellas, grelhado na brasa, em espetadas ou apenas cozido ao natural e acompanhado de molhos. A decisão é tua mas certamente ficarás bem servido. Visitar a Torre Velha e o Museu de L’Esmalt Contemporani de Salou (MECS) A Torre Velha é um dos edifícios mais antigos de Salou. Está localizada no centro de Salou, na Carrer de l’Arquebisbe Pere de Cardona. O Museu de L’Esmalt Contemporani de Salou é um centro de arte moderna que funciona no interior da Torre Velha. De realçar que a entrada no museu é gratuita e podes visitar de segunda a sábado, das 18:00 às 21:00 no verão e das 18:00 à 20:00 no inverno. Percorrer o El Caminho de Ronda de Salou Este percurso resultou do aproveitamento que se fez dos caminhos existentes e que serviam para monitorizar a orla costeira entre Salou e La Pineda. O início deste trilho tem lugar no passeio marítimo de Salou, contorna a costa e termina em Cap Salou. Os mais destemidos costumam continuar pelo interior até à praia de La Pineda. Ao todo irás precisar de cerca de duas horas se pretenderes fazer o percurso até Cap Salou mas conta com mais hora e meia se tencionares continuar até à praia de La Pineda. Recomendamos mesmo que faças este percurso! Vais estar em silêncio na natureza, vais passar pelo meio de pinheiros, vais subir e descer escadas, atravessar passadiços, encontrar praias com menos gente, miradouros e até um farol vais descobrir. A não perder! Lembra-te apenas que este é um percurso linear, isto é, quando chegares ao fim tens de voltar para trás. E são estas as sugestões de atividades que podes fazer em Salou, além das habituais idas à praia. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso.

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Lisboa – Visita Rápida pelos principais Bairros da Cidade

Lisboa – Visita Rápida pelos principais Bairros da Cidade

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Não visitar os principais bairros de Lisboa quando se faz uma visita à cidade de Lisboa é deixar o passeio incompleto. E já sabes que, quer seja numa viagem rápida ou uma viagem de longa duração, na IATI temos sempre o seguro de viagem adequado para ti. Hoje levamos-te a passear e a conhecer alguns dos principais bairros de Lisboa. A dica principal que te deixamos é que vistas roupa e calçado confortável, porque vais andar muito. E mesmo que optes por te locomover na cidade maioritariamente através de transportes, vais sempre ter de enfrentar a calçada portuguesa e andar de um lado para o outro. Tem também atenção aos teus pertences. Lisboa é uma das cidades mais seguras da Europa, mas com o aumento do turismo aumentam também os aproveitadores e “amigos do alheio”. Passeia connosco pelos principais bairros de Lisboa Bairro Alto O Bairro Alto é por excelência o Bairro para os notívagos e indicado para quem gosta de conhecer e vivenciar a cidade durante a noite. Aqui as pessoas tomam conta das ruas e é comum pequenos bares onde os clientes estão na rua a conviver e a consumirem as suas bebidas. Existem também várias galerias de arte alternativas. Chiado O Chiado é um dos bairros mais emblemáticos da Lisboa Romântica. Foi aqui que teve lugar o Grémio Literário. E onde se juntavam vários escritores e intelectuais da época, também em cafés do bairro para tertúlias literárias. Podemos encontrar a estátua de Fernando Pessoa no café “A Brasileira”. Era o lugar de excelência para quem queria ver e ser visto. E um centro nevrálgico do comércio da cidade. Sendo uma zona nobre do comércio de Lisboa. Onde ainda hoje podemos encontrar lojas únicas como a luvaria Ulisses. Uma loja dedicada exclusivamente ao comércio de luvas desde 1925. Na década de 80 começa a perder o seu encanto, com o aparecimento do primeiro centro comercial da cidade, o Amoreiras Shopping centre (cento comercial das Amoreiras). E a mudança nos hábitos dos lisboetas. Em 1988 um grande incêndio com origem nos emblemáticos Armazéns do Chiado destruiu o Chiado. A sua reconstrução teve lugar durante toda a década de 90, e hoje o Chiado voltou a estar na moda e recuperou todo o seu esplendor. Para além de restaurantes, rooftops e lojas de diverso comércio, podemos encontrar arte e cultura. Podemos visitar as ruínas do convento do Carmo e os terraços do Carmo e subir ao elevador de santa Justa. Alfama Alfama é um dos bairros mais típicos da capital portuguesa. É o bairro por excelência para passear pelas ruas estreitas e ingremes e admirar a cidade através do Miradouro de Santo Estevão e passar pela calçadinha com o mesmo novo. Aqui podemos visitar a Igreja de São Vicente de Fora e o Panteão Nacional. É também aqui que se realiza a feira da ladra, no Campo de Santa Clara. Uma feira onde se pode encontrar um pouco de tudo. O Fado e as Marchas populares estão sempre presentes na essência do bairro. Graça A par com o bairro de Alfama, o bairro da Graça é um dos mais tradicionais de Lisboa. Existindo uma rivalidade saudável entre ambos. Na Graça podemos encontrar antigas vilas operárias como a “Vila Sousa”. Aqui podemos encontrar o Miradouro da Graça e o Miradouro da Senhora do Monte. E passear no Jardim da Cerca da Graça. Baixa Pombalina A Zona da Baixa ficou destruída aquando do terramoto de 1755. Foi reconstruída sob a orientação do Marquês de Pombal e ficou conhecida desde então como Baixa Pombalina. O eixo central da Baixa é a Rua Augusta. E entre a Rua Augusta e a Praça do Comércio podemos subir ao Miradouro do Arco da Rua Augusta. Na Praça do Comércio podemos vivenciar o Terramoto de 1755, através de uma experiência imersiva no Lisboa Story Centre. Belém Belém é o bairro ideal para quem quer ter uma diversidade grande do que ver e fazer. Tem o rio, tem museus e palácios, tem jardins e tem cultura. No terceiro domingo de cada mês é possível assistir ao render da guarda do Palácio de Belém, a residência Oficial do Primeiro Ministro de Portugal. E é ainda possível visitar o Museu da Presidência da República. Foi daqui que partiram as caravelas na época dos descobrimentos. E onde podemos visitar monumentos emblemáticos como a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos ou o Mosteiro dos Jerónimos. Nos jardins da Torre de Belém é possível descansar ou assistir a atividades culturais e artísticas. Como por exemplo o Festival de música OutJazz, que se realiza durante os meses de verão em vários jardins de Lisboa, e que também tem presença marcada nos jardins de Belém. No Centro Cultural de Belém (CCB) é possível assistir a diversas exposições, concertos e eventos. Parque das Nações O Parque das Nações, antes conhecido como zona de Xabregas, viu a sua zona ser reabilitada aquando da exposição mundial de 1998 da qual Portugal foi o país anfitrião. A Expo 98 trouxe à zona oriental de Lisboa, modernidade e uma nova vida. Esta área da cidade era composta por fábricas e armazéns antes da sua reabilitação. Foram criadas infraestruturas, bem como zonas de restauração, e pavilhões que posteriormente continuaram em funcionamento. Foi criada uma zona ribeirinha de lazer onde é possível andar de bicicleta, correr ou simplesmente passear ou relaxar na relva. É também nesta zona que podemos visitar o Oceanário, o Pavilhão do conhecimento e as instalações da FIL (Feira Internacional de Lisboa), que dá lugar a eventos como o Web Summit. Tem também integrada uma área residencial e um shopping centre (centro comercial Vasco da Gama). Muitas empresas mudaram também as suas instalações para esta zona da cidade que é servida pela estação de metropolitano Oriente. Aproveita e faz já o teu seguro IATI Escapadinhas, e desfruta deste maravilhoso destino. Artigo escrito por: Sónia Justo – Lovely Lisbonner

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4 sugestões de passeios a partir de Amesterdão

4 sugestões de passeios a partir de Amesterdão

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A cidade de Amesterdão é um destino europeu bastante procurado por viajantes portugueses. E como na IATI Seguros queremos que aproveites ao máximo as tuas viagens, hoje vamos dar-te cinco sugestões de passeios que podes fazer quando estiveres em Amesterdão. Nunca é demais relembrar a importância que um seguro de viagem tem para que eventuais percalços sejam resolvidos o mais rapidamente possível. Assim, se és um apaixonado por viajar já pensaste na hipótese de subscrever o IATI Escapadinhas? O aliado ideal para desfrutares de uma viagem na Europa. Vamos, então ao que nos trouxe hoje aqui! Deixamos-te 4 sugestões de passeios a partir de Amesterdão Marken A pitoresca aldeia de Marken atualmente está localizada numa península mas a verdade é que já foi uma ilha. Anteriormente chamada de Zuiderzee, a aldeia era constantemente afetada por inundações provocadas pelas agitadas águas do Mar do Norte. Para se protegerem das regulares cheias, os habitantes decidiram construir as suas casas de madeira sobre estacas. Nos dias de hoje vivem em Marken cerca de 1800 habitantes, o que torna a aldeia bastante tranquila. As principais atrações turísticas são as casas de madeira pintadas de verde sobre estacas e algumas fábricas artesanais de socos de madeira, tradicionalmente usados pelos agricultores. Volendam Volendam é uma vila de pescadores localizada a cerca de 20 kms de Amesterdão, conhecida pelo peixe, queijo e roupa e música tradicionais. Sendo uma vila piscatória, é compreensível que a zona mais movimentada de Volendam seja junto ao porto. Ali poderás desfrutar de uma gastronomia baseada no peixe disponível nos variados restaurantes. No entanto, para uma experiência mais autêntica, aconselhamos que experimentes o arenque e o peixe fumado que são vendidos nas barraquinhas junto ao porto. É também junto ao porto que poderás encontrar várias lojas que alugam roupa tradicional. Atualmente esta roupa tradicional chamada de klederdracht apenas é usada por alguns habitantes mais idosos mas poderás alugá-la e aproveitar para tirar fotografias engraçadas que vão fazer-te sorrir mais tarde. Se és amante de música vais gostar de saber que o género musical palingsound surgiu em Volendam e a localidade é bastante orgulhosa deste facto. Por último, a região é conhecida pelo queijo, por isso recomendamos que visites algumas queijarias na rua principal de Volendam, algumas das quais oferecem sessões explicativas sobre a produção do queijo. Keukenhof Também conhecido como o jardim da Europa, o Keukenhof é muito mais do que um parque de tulipas. Está aberto ao público a partir de meados de março até meados de maio, e durante este período oferece vários eventos. O evento mais conhecido é o Flower Parade que atrai anualmente curiosos de todo o mundo. Para o Flower Parade são preparados vários carros alegóricos totalmente decorados com flores, que depois desfilam orgulhosamente perante os olhares dos visitantes. À parte deste evento, poderás desfrutar igualmente do parque que tem uma rainha incontestável: a tulipa. Vais ficar certamente maravilhado com a quantidade e variedade de tulipas em exposição nos numerosos jardins. Além disso, poderás comprar alguns bolbos de tulipas para levares um pedaço da Holanda contigo para casa. Para que possas planear convenientemente a tua viagem ao Keukenhof, sugerimos que consultes o site oficial, que disponibiliza informação atualizada e detalhada sobre o que acontece neste local fabuloso. Zaanse Schans Uma vez que Holanda é conhecida pelos moinhos de vento sabes onde vais encontrar os mais bem preservados moinhos de vento? A cerca de trinta minutos de Amesterdão, na localidade de Zaanse Schans! De facto, em Zaanse Schans irás encontrar um magnífico lago rodeado de moinhos de vento históricos em pleno funcionamento e campos agrícolas a perder de vista. Também é comum serem avistados rebanhos de ovelhas e diferentes espécies de aves. Nestes moinhos são diariamente processados produtos como a extração de óleo de amendoim. Além dos moinhos de vento Zaanse Schans é conhecido por ser lar de sete museus: o Albert Heijn Museum Shop, o Bakery Museum de Gecroonde Duyvekater, o Jisper House, o Honig Breethuis, o Windmill Museum e o Zaans Museum and Verkade Experience. Para que saibas exatamente o que esperar em cada um dos mencionados museus, propomos que visites o site oficial de Zaanse Schans. Estamos certos de que estas atrações são mais do que suficientes para que decidas dedicar algum tempo extra a explorar os arredores de Amesterdão! A IATI Seguros deseja-te boa viagem! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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8 coisas para fazer nas Astúrias

8 coisas para fazer nas Astúrias

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Conhecidas como o paraíso verde, as Astúrias são um canto de Espanha com uma grande variedade de atrações, que fazem desta comunidade uma das mais bonitas do país. As Astúrias fazem fronteira com Cantábria, Galiza, Castela e Leão e o Mar da Cantábria, logo, é um destino ideal para desfrutar das suas paisagens, montanhas, cidades, mar e, é claro, gastronomia. Para conheceres um pouco mais esta maravilhosa região da Espanha, vais precisar de pelo menos três ou quatro dias, portanto, a IATI Seguros propõe-te 8 coisas para fazer nas Astúrias, para que não percas nada. Viajar em Espanha em tempos de COVID-19 Depois de meses com poucas possibilidades de circular, podemos finalmente viajar novamente. Aos poucos, começamos a desfrutar de novo de zonas fora de Portugal e, agora, cada escapadinha é uma grande viagem. Por este motivo, criámos o IATI Escapadinhas, um seguro de viagem com cobertura para coronavírus que, a partir de apenas 0,53 € por dia, também cobre actividades como o cicloturismo, viagens em autocaravana ou viagens com animal de estimação. Não esperes mais e faz já o teu IATI Escapadinhas, o aliado ideal para desfrutares de uma nova viagem por Portugal e pela Europa. Conhece as cidades mais emblemáticas das Astúrias As Astúrias são compostas por três cidades principais: Oviedo, Gijón e Avilés. Oviedo, é a capital da comunidade e tem o título de cidade mais limpa de Espanha. A sua história é digna de admiração, tem três igrejas pré-românicas, mais de meia dúzia de praças pitorescas, uma infinidade de estátuas como a de Woody Allen e o Teatro Campoamor, onde anualmente se realiza o Prémio Princesa das Astúrias. Claro que visitar Oviedo é uma das melhores coisas para fazer nas Astúrias. Gijón é outra jóia asturiana e como se situa junto ao mar, tens a Playa de San Lorenzo no centro da cidade, o local perfeito para dares um mergulho. Podes visitar a Universidad de la Laboral, o maior edifício de Espanha, e passear pelo bairro Cimadevilla, um ótimo plano para encerrar a tua visita a Gijón. Avilés, famosa pelas suas paisagens, pelo Centro Niemeyer e pela Praia das Salinas, é um lugar ideal para a prática de surf. Descer o Rio Sela Uma das atividades mais emocionantes para fazer nas Astúrias é a descida do Rio Sela. Podes fazê-lo durante os meses de primavera e verão, uma atividade dinâmica e divertida para toda a família. Além disso, todos os anos são celebradas as festividades da descida internacional do Sela, que começam em Arriondas. Visita as vilas mais bonitas das Astúrias Uma das coisas essenciais para fazer nas Astúrias é visitar as suas povoações, e se as Astúrias podem orgulhar-se de alguma coisa é ter algumas das vilas mais bonitas de Espanha. Cudillero, a vila mais bonita das Astúrias. Uma das melhores coisas para fazer em Cudillero é passear pelas suas ruas, subir a um dos miradouros, tomar banho na Playa del Silencio e disfrutar da paisagem do Cabo Vidio. Luarca, conhecida como a vila branca da costa verde, tem um dos cemitérios mais bonitos de Espanha. A caminhada pela marina é perfeita para ter uma vista panorâmica da cidade. Llanes, uma das localidades mais típicas das Astúrias e com uma grande variedade de atracções turísticas. Se fores até Llanes, deves visitar os Bufones de Pría e Castro de las Gaviotas, fazer praia em Cuevas del Mar ou Gulpiyuri, e dar um passeio pelo Paseo de San Pedro. Lastres, uma das vilas mais bonitas das Astúrias e famosa por ter aparecido na série espanhola “El Doctor Mateo”. Não percas as vistas desde o miradouro de São Roque. Quase na fronteira com a Galiza, está Taramundi, uma das cidades mais turísticas das Astúrias. Aqui podes encontrar as verdadeiras Astúrias, com paisagens incríveis e belas ruas. Visita o Museu Mineiro Em Langreo existe o Ecomuseu Mineiro de Samuño, onde serás transportado por um comboio mineiro. Um ótimo plano se estiveres a viajar nas Astúrias com crianças. Além disso, fica perto do Museu Mineiro (MUMI) e do Poço Sotón, onde podes fazer uma visita guiada. Desfruta da natureza nas Astúrias E se esta terra é conhecida como um paraíso verde, é precisamente pela grande variedade de vistas que podes encontrar no teu percurso pelas Astúrias. Algumas das melhores paisagens para ver nas Astúrias podem ser encontradas nos seguintes locais: O Parque Natural de Somiedo, declarado Reserva da Biosfera, é o lugar ideal para fazer trilhos a pé que passam por lagos e palhoças, uma verdadeira maravilha. Lagos de Covadonga, um local de peregrinação e um dos sítios obrigatórios a visitar nas Astúrias. A visita começa pelo Santuário de Covadonga e a sua famosa Santa Cueva, continuando pelos Lagos de Covadonga, uma paisagem a não pode perder. Ruta del Cares, um dos melhores percursos para fazer nas Astúrias. Se falamos de natureza e belas paisagens, El Cares é o exemplo perfeito. O percurso passa pelos Picos de Europa e ao longo do caminho irás encontrar formações rochosas, água por todo o lado e aldeias encantadoras. Mirador del Fitu, como o próprio nome indica, neste lugar poderás observar uma vista fantástica. A Senda del Oso, uma via de pedestres que acompanha o caminho onde estava o comboio mineiro que percorria o vale do rio Turbia. Experimente a gastronomia asturiana e experimenta uma cidra Se algo caracteriza as Astúrias é a qualidade da sua gastronomia. Uma das melhores coisas para fazer nas Astúrias é experimentar alguns dos pratos tradicionais da região. Cachopo, fabada ou caldereta são alguns deles. Além disso, e como outra das experiências a fazer nas Astúrias, deves experimentar uma cidra. Não é fácil conseguir-lo, mas deves tentar provar a cidra original. Visita o Museu Fernando Alonso Se és apreciador de automóveis, uma das coisas mais interessantes que podes fazer nas Astúrias é visitar o Museu Fernando Alonso onde, além de conhecer a sua história, poderás ver os carros que ele próprio conduziu. Desfruta das maravilhosas praias das Astúrias Sendo um paraíso natural, podes encontrar nas Astúrias uma grande variedade de praias. Uma das coisas essenciais a fazer quando visitares esta região é conhecer uma das praias que te recomendamos: Gulpiyuri, localizada muito perto de Llanes e considerada uma das praias mais peculiares das Astúrias. É impressionante pois está localizada no interior e tem água salgada. A Playa de Vega, localizada em Ribadesella, é uma praia muito pequena e pouco turística, para que possas desfrutar das vistas e de um bom mergulho, sem aglomerações. Playa del Silencio, uma praia tranquila das Astúrias. Encontra-se em Cudillero e o acesso é um pouco complicado, já que só se chega a pé desde a localidade de Castañeras. No entanto, vale sempre o esforço pois é uma praia encantadora. Aproveita e faz já o teu seguro IATI Escapadinhas. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Um dia em Génova

Um dia em Génova

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Génova é uma cidade italiana, capital da Líguria e é repleta de história, pois foi muito importante na época das Grandes Navegações! E neste artigo, a Iati Seguros de Viagem leva-te a navegar pela terra de Cristóvão Colombo. Como chegar a Génova? Poderás chegar a Génova por comboio, carro, avião ou barco, mas sendo uma cidade portuária, Génova é visitada anualmente por milhares de turistas que viajam a bordo dos cruzeiros ou que se iniciarão nessa fantástica aventura. Além disso, é um bom ponto de chegada para quem pretende visitar as Cinque Terre e Portofino. O tempo de estadia ideal para esta cidade são dois dias, mas caso viajes apenas com menos de 24 horas, deverás visitar alguns dos melhores pontos turísticos de Génova. O que visitar em Génova? A maioria das suas atrações encontram-se concentradas no centro histórico, que poderás percorrer facilmente a pé. A Iati Seguros selecionou para ti algumas das melhores atrações turísticas de Génova. Começa a tua visita pelo Porto Antico de Génova: o coração da cidade! É aqui que embarcam e desembarcam diariamente milhares de pessoas que se encontram a bordo dos grandiosos cruzeiros. À tua volta encontrarás várias embarcações magnificas e luxuosas, assim como restaurantes e pequenas lojas. Neste porto irás encontrar o Galeão Neptuno, o barco que serviu para as filmagens do filme “Piratas” em 1986, o Aquário di Genova que é um dos pontos turísticos mais apreciados na cidade e visitado anualmente por muitos turistas por ser o maior aquário de Itália, seguido da Biosfera, uma espécie de jardim botânico com animais à mistura, o famoso elevador panorâmico Bigo e, por último e não menos importante, a Lanterna ou Farol! É a partir daqui que também podes comprar um passeio de barco até Portofino. Existe também a possibilidade de subires de funicular até à parte mais alta da cidade e contemplares uma vista panorâmica sobre Génova. Desfruta desta movimentada zona, come um gelado ou uma focaccia genovense e continua a tua descoberta pelo centro de Génova. Segue com a tua caminhada para a Via San Lourenzo, onde encontrarás o Duomo de Génova: a Catedral de São Lourenço. Com uma arquitetura emblemática, esta catedral é a mais bonita da cidade. Foi construída em 1098 e apresenta uma mistura de estilo românico, gótico, barroco e neoclássico que lhe conferem o seu aspeto imponente. Uns metros mais à frente, na Piazza Matteoti encontra-se a Igreja de Jesus, uma das entradas do Palazzio Ducalle e vários artistas plásticos que animam as ruas. A outra entrada do Pallazio Ducalle fica voltada para Piazza de Ferrari, uma das praças mais bonitas da cidade que acolhe um belo chafariz. Nesta zona encontrarás vários edifícios modernos com estilo neoclássico como, por exemplo, o Teatro da Ópera. Mas se queres ver palácios, a Via Garibaldi e a Via Balbi farão as delícias desta tua visita. Na primeira, existem catorze palácios de grande valor histórico, cultural e artístico, outrora construídos por grandes navegadores genovenses. Aprecia os palácios Bianco e Rosso, voltados de frente um para o outro. Na via Balbi existem menos palácios, mas os que lá estão são bastante imponentes. O mais importante é o Palácio Real, antiga residência dos reis de Savóia. Se vires uma fila enorme de turistas perto da Porta Suprano, uma das mais antigas portas de entrada na cidade, verás que aguardam a oportunidade para uns clicks na Casa de Cristóvão Colombo. Apesar de não existirem registos do local de nascimento e dos primeiros anos de infância de Cristovão Colombo, acredita-se que nasceu em 1451 em Génova e que viveu alguns anos nesta casa humilde. Hoje em dia está em ruínas, é um museu aberto ao público e é um dos pontos turísticos mais importantes de Génova. No mesmo terreno encontram-se as ruínas do Convento de Sant’Andrea. O que comer em Génova? Como o tempo é curto e exige alguma agilidade para conseguires conhecer as atrações mais importantes da cidade, deixa uns minutos para provares algumas iguarias genovenses, tais como: Focaccia, o molho pesto e um belo prato de peixe fresco. Artigo escrito por: Gato Vadio Travel Blog

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Parques de Campismo de Natureza em Portugal

Parques de Campismo de Natureza em Portugal

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A maioria de nós tem pelo menos uma memória de infância ou um amor adolescente de verão passado num parque campismo. Hoje, na Iati, vamos mostrar-te parques de campismo imperdíveis e diferentes a visitar em Portugal. E, por falar em viagens de verão, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem para que nada arruine as tuas férias. Vidoeiro Gerês Camping Kitur Podes encontrar este parque natural bem no meio da natureza, na Vila do Gerês. Parte da Reserva Natural da Penêda Gerês, este é o sítio ideal para uma viagem de amigos que procuram um lugar especial na montanha, longe das frenéticas cidades e rodeado de árvores e repleto de biodiversidade. Com capacidade para 400 pessoas e cm 30 000m2, este cantinho verde pode ser o ponto de partida para experiências incríveis pelas cascatas e trilhos disponíveis. Parque Cerdeira Dada a beleza e grandiosidade do Gerês, não é de admirar que as hipóteses sejam imensas. Este parque nasceu em 1992 da necessidade de existir um lugar de partilha e aconchego para os crescentes visitantes que se aventuravam pelas montanhas. O senhor José Pires e a família construíram o parque pelas próprias mãos e têm como objectivo tornar o seu espaço um lugar onde se prima o turismo responsável com reduzido impacto na natureza. Parque de Campismo Cepo Verde Dos poucos parques privados da zona, localizado no parque natural de Montesinho, o Cepo Verde é uma boa aposta para quem quer acampar rodeado de castanheiros, carvalhos e cerejeiras. Num local familiar, tranquilo e que permite acampar com privacidade, é um ótimo para observação nocturna. Dispõe de 140 lugares com bastante sombra para tendas ou caravanas. Nomad Planet Marie e Victor adoram viajar e foi num recanto da natureza em Trás-os-Montes que decidiram criar um espaço onde podem adoptar um estilo de vida mais simples, são e com mais contacto com a natureza. Neste parque não precisas de trazer a tenda, aqui existem yurts, tendas típicas dos povos nómadas mongóis, num misto invulgar de contacto com a natureza e conforto, ideal para verão ou inverno com amigos ou família. Camping Toca da Raposa Bem no centro de Portugal e perto da Serra da Estrela, a Toca da Raposa é um lugar simples e familiar, um ponto de partida ideal para aproveitar a zona. Com 20 anos de funcionamento, começou por ser um lugar de encontro dos amantes de motas é, hoje em dia, um parque com possibilidade de alojamento em tendas, bungalows ou caravanas, com árvores de fruto e um compostor próprio primam pela relação com a natureza e a simplicidade das coisas. Camping Alentejo Localizado numa área rural de 25 hectares, rodeado da bela paisagem alentejana, facilmente se podem avistar habitantes naturais como os coelhos, as lebres e algumas espécies de pássaros. As infraestruturas do parque são basicamente as árvores típicas que por lá existem: como o sobreiro, a azinheira, as estevas, entre outras. A pequena piscina vai ser a salvação para os dias quentes de verão e a pequena vila de Evoramonte, a 3km, uma opção para provar a deliciosa gastronomia local. B B Camping Um projeto de turismo de natureza no Vimieiro que defende a sustentabilidade e a preservação da natureza no seu estado puro. Têm à disposição três formas de alojamento: tendas, caravanas ou a casa de férias. Reaproveitam a água da chuva para a piscina e utilizam exclusivamente a luz solar para o aquecimento da água e electricidade. Para os hóspedes que o solicitarem, preparam o pequeno com pão de bolota (que cresce no parque) e compotas, manteiga e produtos locais. Os carros não são permitidos para que a paisagem não seja condicionada. Salema Eco Camp Para amantes de natureza, aventura e surf! Localizado no Algarve, este parque foi recentemente renovado e redefiniu os seus valores sendo que a sustentabilidade, preservação da natureza e o estilo de vida equilibrado e sereno estão na base de tudo o que fazem. Podem optar por dormir nas casas de madeira, nas tendas glamping, nos estúdios ou apartamentos e ainda visitar a loja ecológica do parque. Quinta de Odelouca Se queres visitar o Algarve mas não gostas da azáfama nem da confusão das praias lotadas, recomendamos a visita à Quinta de Odelouca. Com 25 lugares rodeados da sombra das oliveiras e o encanto das flores silvestres, vão seguramente sentir-se em plena natureza. O melhor serão nocturno é deitar sobre o céu estrelado e admirar a imensidão do espaço ao som dos grilos, rãs, do mocho-galego e da coruja-do-mato. Como vês não há desculpas para não ir à descoberta dos parques maravilhosos que Portugal tem para oferecer, existem opções para todos os gostos mas todas com algo em comum: todas são estadias de milhões de estrelas. Artigo escrito por: Flearound

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Road Trip pela Costa Vicentina: O que não perder

Road Trip pela Costa Vicentina: O que não perder

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Um pequeno paraíso tão perto do Alentejo, um diamante já descoberto, mas que ainda precisa de ser muito polido. Esta talvez seja a melhor definição que encontramos para a nossa Costa Alentejana. Mas, até não polir este diamante, vamos dar-te algumas dicas, principalmente acerca do que não podes perder nesta viagem à Costa Vicentina. Sim, sugerimos que depois disto, faças as malas de imediato e nunca descuides a tua segurança: lançamos o IATI Escapadinhas, o seguro perfeito para umas férias em Portugal! O que ver na Costa Alentejana A Costa Vicentina é a faixa do litoral entre Odeceixe e Burgau, onde há uma mistura de cheiros, de cores, de sons e de, imagine-se, coisas para fazer, porque há praia, há campo, há natureza e há pessoas diferentes, que podemos (e devemos) conhecer. Mas vamos viajar e descobrir sítio a sítio, nesta Road Trip pela Costa Alentejana que, prometemos, é imbatível. Tróia Tróia fica de frente para Setúbal, no concelho de Grândola, e acreditamos que seja uma das primeiras maravilhas da Costa Vicentina. Com quilómetros de areal e um mar calmo, Tróia tem uma série de atrações – desde uma estância com hotéis, casino, marina e campo de golfe; a sítios onde podes acampar. Tróia está cada vez mais na moda e, no verão, as praias costumam estar com muita gente e é difícil de encontrar um lugar para estacionar, tal como na Comporta, outra das praias que nos deixam de boca aberta. Mas ainda assim aconselhamos-te a fazer uma paragem até lá e a veres como a areia fina se entrelaça dentro de ti, esteja ou não vento… E tem atenção ao mar, por vezes os golfinhos passam para dizer “adeus”. Comporta A Comporta é conhecida pela nidificação de cegonhas brancas, pela praia e pelos restaurantes de peixes grelhados. Tem também o famoso restaurante Museu do Arroz, que alinha a boa comida a um ambiente descontraído. Atenção é aos mosquitos ao final da tarde, devido à proximidade com os arrozais. Não desesperes; porque no fim tudo irá fazer valer a pena. A Praia da Comporta encontra-se situada nos limites da Reserva Natural do Estuário do Sado, e por isso é um espaço natural preservado, onde se conserva a vegetação dunar original, rodeada por pinhal. Praia e campo, não há combinação melhor! Praia do Carvalhal Se desceres mais um bocadinho, até perto de Grândola, irás encontrar outras praias, e também com uma beleza incrível; mas talvez com menos pessoas. Tens, por exemplo, a Praia do Carvalhal, que fica a cerca de 16 minutos de carro da Comporta, situada entre as lagoas de Travessa e Formosa. E tem ainda um excelente estacionamento. Para além de poderes sentir que estás algures no México, podes também ir fazer umas aulas de kitesurf. Arriscas? Praia do Pego e Praia da Galé – Fontainhas do Mar Se ainda não ficaste satisfeito, pega no carro, conduz mais 10 minutos, e chegas à Praia do Pego, com bandeira azul, muito tranquila e com uma água fantástica. Ou então, podes optar por continuar a descer, e vais ter à Praia da Galé – Fontainhas do Mar, que tem uma beleza selvagem, difícil de descrever. Por isso, o nosso conselho é somente um: vai até lá. Descobre. Viaja. Aventura-te e surpreende-te. O acesso até esta praia tem de ser feito pelo parque de campismo da Galé e podes aproveitar para fazer uma sessão fotográfica com a falésia, em tons de laranja. Ou uma selfie, com o mar por trás… Dá asas à imaginação e, se quiseres, envia-nos essa fotografia, para nos fazer roer de inveja. Praia da Aberta Nova Perto desta praia, tens outra também vigiada e com café/restaurante. A Praia da Aberta Nova, em Melides, é fantástica, com muito areal e um mar soberbo. Já está na mira de muitos portugueses e, desde há 10 anos para cá, que deixou de ser uma praia com pouca gente. Mas ainda não é um Algarve em pleno mês de agosto. Junto aos dois parques de estacionamento que existem, tens de ir visitar o miradouro ou parque de merendas, para desfrutares de uma paisagem única desde Sines até à Serra da Arrábida. E sabias que podes aventurar-te nesta praia? Que tal experimentares um voo com asa delta? És capaz? Praia da Vigia Vamos admitir, esta tarefa não está a ser assim tão fácil. Achamos que te conseguiríamos levar numa Road Trip pela Costa Alentejana em poucos minutos, mas damos por nós a pensar que todas as praias têm a sua pequena maravilha e devem ser conhecidas. É difícil fazer uma boa filtragem mas, por isso mesmo, aconselhamos a que tires alguns dias para descobrir estas pequenas maravilhas. Uma autocaravana seria o ideal. E não podíamos deixar de lado a Praia da Vigia, ou “Praia do Cemitério”, porque só chegas lá através de uma entrada que indica cemitério à saída de Melides. É uma espécie de praia secreta, verdadeiramente selvagem, com um mar transparente, um areal a perder de vista e, imaginem, poucas pessoas. Portanto, vale mesmo a pena! Lagoa de Santo André e Praia da Lagoa de Santo André Juntamente com a Lagoa de Sancha, foi criada a Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha, com o intuito de proteger e preservar estas zonas húmidas que albergam habitats de grande valor natural. Fica a cerca de 14 minutos da Praia de Melides e esta ampla lagoa, com uns metros de profundidade, tem também uma extensa reserva natural de pinheiros, ou seja, continuamos neste binómio de praia-campo. Mas junto a esta Lagoa, e integrada na área de Reserva Natural, a Praia da Costa de Santo André está banhada pelas águas da tranquila lagoa, assim como pelas águas do mar, sendo rodeada pelas dunas com uma areia que brilha. Mas atenção: o mar é agitado e tens de ter cuidado com a corrente. Se preferires algo mais calmo, vai para a Lagoa, e fica a deslumbrar as diversas espécies de aves que ali nidificam. É um bom programa para um fim de tarde, ou não? Praias de Sines e Porto Covo Esta zona é tão bonita, tão pura e com tanta história para contar. Sines, onde nasceu Vasco da Gama, tem praias absolutamente incríveis, mas de difícil acesso e, só quem sabe, vai lá ter. Fora isso, tem as praias mais conhecidas, como a Praia de São Torpes, com areia rija e um mar calmo quando quer. Tens várias escolas de surf e vários surfistas e pescadores que já fazem parte da “decoração” deste sítio… Mas além das praias, na tua próxima Road Trip pela Costa Vicentina não podes perder a vila; o castelo de Sines e se gostares muito de música, o Festival Músicas do Mundo, que acontece normalmente no fim de julho. Imaginas-te numas ruas íngremes, com um castelo no topo, muita música, muitos estilos diferentes de pessoas e muitas bancas com coisas à venda? É assim que se vive no Festival Músicas do Mundo onde, muitas vezes, sentes que voltaste às épocas medievais. Já em Porto Covo tens uma vila charmosa e tão acolhedora que devias lá ir só para a conhecer de perto. Não te esqueças de incluí-la quando fizeres a Costa Vicentina. Também tens praias maravilhosas, como a Praia dos Buizinhos, muito pequena, mas muito bonita. O mar é calmo, mas a praia não é vigiada; e atenção que com a maré cheia esta praia desaparece. A praia mais conhecida em Porto Covo é a Praia Grande de Porto Covo, e está mesmo muito na “moda”. E sabes o que é melhor nisto tudo? É que há sempre pessoas a venderem bolas de Berlim! Portanto, sim, estas praias são mesmo conhecidas mas, como te dissemos, ainda há pequenos sítios sem ninguém… É uma questão de explorares e aventurares-te! A cerca de 10 minutos de carro, para sul de Porto Covo, fica a Praia da Ilha do Pessegueiro. Mar calmo, mas água fria… Mas esta é bem conhecida porque, como dizia o nosso Rui Veloso, “Havia um pessegueiro na ilha, Plantado por um Vizir de Odemira, Que dizem que por amor se matou novo, Aqui, no lugar de Porto Côvo…” Portanto, nem que seja só para conhecerem esta pequena maravilha, vão até lá. Vila Nova de Milfontes Talvez este tenha sido o sítio que começou a ficar na “moda” mais cedo. Vila Nova já é conhecida há muitos anos mas, hoje em dia, é um “Mini Algarve”. As pessoas deliram com Vila Nova de Milfontes e, mesmo que o sol não espreite, há muitas coisas que podes fazer. As praias continuam a ser autênticos paraísos, mas a água continua a ser mais fria do que as do Algarve. Há várias praias conhecidas, como a Praia dos Aivados, onde não há indicações para lá chegar e muita gente se engana, mas não é uma praia deserta. É uma praia com boas ondas, o que atrai também os surfistas mas, a praia mais conhecida desta zona, é a Praia do Malhão. E há tanta coisa para fazer nesta mística praia, desde passeios pelo longo areal, “surfar” umas ondas ou aproveitar um pôr do sol maravilhoso. E agora tem estacionamento, o que é uma grande vantagem. Tens também a Praia do Farol, mas muito lotada, e cerca de 10 minutos a pé, a Praia da Franquia na foz do rio, uma praia com umas águas muito calmas e com bom acesso. Além disto, podes sempre aproveitar para comer bem nas dezenas de restaurantes que existem e, depois disso, dar um pé de dança à noite. Outra das nossas sugestões, mas dependendo muito do tipo de viagem que estás a fazer, é ficares num turismo rural. Mas vais sempre dar ao mesmo – a beleza da praia ou da piscina, aliada às maravilhas da natureza, do campo e do ar puro que podes respirar ali. Como já é um ponto mais turístico, podes aproveitar para fazer algumas atividades, como paddle, surf, ou passeios de barco no rio Mira. Atreve-te também a alugar uma bicicleta e pedalar pela vila de Mil Fontes, e visitar o maravilhoso castelo, o Forte de São Clemente. Zambujeira do Mar e Odeceixe Se gostas de festivais, não percas o Meo Sudoeste, em agosto, na Zambujeira do Mar e, durante o dia, em que não há concertos para veres, podes visitar a Praia da Zambujeira do Mar ou a Praia de Odeceixe. Se preferes tranquilidade, não visites estes sítios durante esta altura. A praia da Zambujeira do Mar tem uma costa rasgada e vincada, pequenos segredos à espera de serem revelados e muitas maravilhas para serem vistas. Os restaurantes e os hotéis continuam a ser absolutos requintes. Odeceixe é a nossa última paragem, por hoje, isto porque já está fora da Costa Alentejana, pertence ao Algarve, mas como fica tão perto da Zambujeira, não poderíamos deixar de visitar, devido ao vasto areal banhado pelo rio, de águas calmas, com bons acessos e restaurantes por perto. É uma praia que se desenvolve para os dois lados de uma ribeira, proporcionando ótimos banhos, seja de mar ou de rio. E aqui ainda há praias quase desertas, como a Praia das Adegas, o Vale dos Homens, Carriagem, Amoreira e Monte Clérigo, praias situadas entre arribas cobertas de vegetação. E independentemente de todas as coisas que possas gostar de fazer numa praia deserta, tens uma que é do agrado de todos os amantes de animais – levar os cães para a praia… Também merecem! Se quiseres continuar viagem e continuar a descer a costa, vais ter outras descobertas a fazer, nas praias do Algarve. São absolutamente maravilhosas mas, diz-se por aí, que quem experimenta a Costa Vicentina não quer outra coisa. E tu, achas que também vai acontecer o mesmo contigo? Artigo escrito por: TravelB4Settle

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48 horas em Cambridge

48 horas em Cambridge

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Cambridge é um dos destinos mais procurados na Inglaterra por ser uma das maiores cidades universitárias do país. Sendo muito visitada por jovens, o seu ambiente é muito acolhedor e divertido, e é a cidade perfeita para dar um pulo desde Londres. Reserva já o teu seguro IATI Básico e viaja tranquilamente pelo Reino Unido. Cambridge num roteiro de 48 horas A melhor época para visitar a cidade é entre outubro e maio, altura em que encontrarás um clima mais ameno e o ambiente mais estudantil, já que quase todas as atividades estão diretamente ligadas à vida académica. Dá preferência aos fins de semana pois é quando todas as atrações estão mais voltadas para o turismo. Caso optes por te deslocar para Cambridge a partir de Londres poderás fazê-lo de autocarro ou comboio, sendo este último o meio de transporte mais rápido, demorando cerca de 45 min. No centro da cidade facilmente te consegues deslocar a pé e até podes andar de bicicleta. O que visitar? Passeio de barco pelo Rio Cam Começa a tua visita com um passeio de Punting, uma pequena embarcação muito parecida com a gôndola de Veneza que passa por várias atrações de Cambridge, incluindo a Ponte da Matemática e a Ponte dos Suspiros. É uma excelente opção para uma primeira visita pela cidade. Podes escolher o passeio com o guia que te irá “conduzir”, ou alugar apenas a embarcação para desfrutares do momento com maior privacidade, mas não te esqueças de cumprir a pontualidade britânica senão serás penalizado pela empresa. Caso visites a cidade no inverno, podes fazer o passeio na mesma porque valerá sempre a pena! King’s College Chapel King’s College é a universidade mais famosa de Cambridge e merece a tua visita. A sua capela com estilo gótico é também muito conhecida e é a “imagem de postal” da cidade. A entrada tem um custo e se preferires podes contratar o serviço de um guia para conheceres melhor toda a história e pormenores deste monumento. Com o mesmo bilhete, poderás também visitar a faculdade quando estiver aberta. Relógio Korpus Christi Muito próximo do King’s College encontra-se o mítico relógio Korpus Christi. O gafanhoto que fica por cima do relógio chama-se Chronophage e significa “aquele que come o tempo”. Vale a pena conhecer esta pequena atração. Trinity’s College Conhecida por ter sido a faculdade de Isaac Newton e Francis Bacon, é também uma das mais tradicionais da cidade. Apenas é permitido visitar a capela e o pátio com a compra de um bilhete, mas mesmo assim deves conhecer este espaço. Já a Wren Library é gratuita e aqui encontrarás várias obras raras de Cambridge. Queen’s College e a Ponte da Matemática Esta faculdade é muito conhecida pela sua Ponte da Matemática. Irás passar por ambas no passeio de barco, mas caso pretendas visitar o seu interior conseguirás ver a capela e o Old Hall. As bibliotecas e o jardim não estão acessíveis aos turistas. St. John’s College e a Ponte dos Suspiros Inspirada na ponte dos Suspiros de Veneza, esta ponte é a mais bonita de Cambridge. Apenas algumas partes desta faculdade é que estão abertas ao publico. Jardim Botânico de Cambridge Nada melhor que um espaço verde para recuperares as energias. Aproveita para descansar, respirar ar puro e conhecer as centenas de espécies de plantas exóticas que se encontram alojadas neste jardim. Museu Fitzwiliam É o maior museu de Cambridge e além das obras de Monet, Picasso, entre outros artistas consagrados, possui um vasto património histórico com artefactos milenários de Roma e do Egipto. A melhor noticia é que este museu é gratuito. Mercado Mesmo no centro da cidade, podes visitar o Mercado de Cambridge. Aqui encontrarás um pouco de tudo o que possas imaginar desde de frutas/verduras, a roupas ou discos de música. Aproveita para petiscar algo típico. Parque de Becks Este parque é abraçado pelo Rio Cam, situando-se nas suas duas margens. É um espaço ótimo para relaxares ou fazeres um picnic, e ainda por cima é gratuito. Casa de Charles Darwin Nada melhor que uma visita a Cambridge para conhecer a casa do famoso Charles Darwin. Existem muitas mais atrações em Cambridge que poderás visitar e cerca de 10 museus espalhados pela cidade. Se fores com mais tempo, não percas a oportunidade de os conhecer. Neste guia de visitante oficial, encontras mais informação. Autor: Gato Vadio Blog

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Coronavírus: para que países europeus poderás viajar este verão?

Coronavírus: para que países europeus poderás viajar este verão?

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Durante este longo período de confinamento não deixámos de sonhar em viajar e, apesar de parecer impossível, com a melhoria da situação, os países têm vindo a levantar as suas restrições e viajar pela Europa no Verão, depois do Covid-19, já parece ser uma realidade. Cada vez mais destinos estão a fixar datas para a abertura das fronteiras e a eliminar a obrigação de fazer quarentena, tornando possível viajar no Verão de 2020. Continua a ler e descobre para onde poderás viajar após o coronavírus. Quando é que posso viajar para a Europa? Para salvar a época de viagens do verão de 2020 na Europa, a Comissão Europeia recomendou que os 27 Estados-Membros reabrissem as suas fronteiras internas assim que a situação epidemiológica o permitisse. Para o efeito, produziu vários documentos que prevêem várias fases de desescalada durante as quais se irão eliminando as restrições de circulação para viajar pela Europa este Verão, depois do coronavírus. Esta proposta de levantamento das restrições será feita sem discriminação quanto à nacionalidade. Ou seja, é feita por destino e não por cidadania. Por exemplo, se Espanha abrir as suas fronteiras com Portugal, todas as pessoas que vivam cá, independentemente da sua nacionalidade, poderão viajar para Espanha. Por todas estas razões, não podemos falar de uma data genérica para viajar pela Europa depois do Coronavírus, mas teremos de ver, país por país, que tipo de acordos foram estabelecidos. Coronavírus: como vai ser viajar por diferentes países este Verão? Certamente já começaste a pensar em lugares diferentes para viajar no Verão de 2020, após a crise do Covid-19. Por isso, na IATI Seguros fizemos uma selecção dos mais interessantes e visitados e damos-te toda a informação sobre as restrições e a situação actual em cada um deles. É seguro viajar para a Alemanha este Verão de 2020? Se estás ansioso por conhecer a interessante capital alemã, perder-te na Floresta Negra ou, porque não, experimentar algumas das melhores cervejas da Europa, este Verão pode ser uma boa oportunidade. Quase todas as fronteiras alemãs estão fechadas, excepto as fronteiras do país com o Luxemburgo e a Dinamarca. No entanto, estão a abrir-se gradualmente e é esperado que estejam totalmente abertas a partir de 15 de Junho para o espaço Schengen, embora isso dependa da taxa de contágios. Está igualmente previsto que, quando isso acontecer, não será necessária uma quarentena de 14 dias para os cidadãos provenientes de países da União Europeia. A melhor forma de verificar a existência de informação actualizada é através desta página do Ministério alemão. O que poderemos encontrar? Neste momento, o clima é relativamente normal na Alemanha. Dependendo do estado, encontrarás mais ou menos estabelecimentos em funcionamento, mas quase todos eles estão prontos para iniciar a sua actividade. A utilização de máscara é obrigatória para os transportes públicos. Desde o dia 20 de Abril que o país tem vindo a flexibilizar as suas restrições, embora continue a incentivar as pessoas a restringir as viagens e as reuniões. Por isso, se estás a pensar viajar para a Alemanha este verão, após a crise do coronavírus, é provável que encontres restaurantes, hotéis e lojas abertos. Os eventos com muita gente, como festivais, provavelmente não acontecerão antes de Setembro. A Alemanha é um dos países europeus com a taxa de mortalidade por Covid-19 mais baixa . O número de casos activos começou a diminuir no início do mês de Abril. Mais informações aqui. Será possível viajar para a Áustria no Verão de 2020? As suas cidades imperiais e paisagens montanhosas são atrações poderosas que nos fazer querer viajar para a Áustria este Verão, após a crise do coronavírus. No entanto, é necessário ver como evolui a situação antes de começares a planear a viagem. Neste momento, só podes viajar para a Áustria a partir de outros países do espaço Schengen se apresentares um atestado médico que prove que deste negativo no teste de Covid-19, feito no máximo 4 dias antes da viagem. No entanto, é obrigatória uma quarentena de 14 dias. É esperado que depois de 15 de Junho comecem a abrir algumas das suas fronteiras sem estas restrições, como a que existe com a Alemanha, mas teremos de esperar para ver o que acontece com o resto dos países. Parece que será também estabelecido um corredor sanitário com a Suíça e o Liechtenstein. As lojas, restaurantes e museus começaram a funcionar em meados de Maio e, a partir do dia 29 do mesmo mês, podem abrir hotéis e outros espaços de entretenimento, como piscinas. Além disso, desde 18 de Maio, os comboios de curta, média e longa distância estão a funcionar normalmente. A utilização de máscaras é obrigatória nos transportes e nos edifícios públicos. Além disso, não são permitidas reuniões de mais de 10 pessoas em espaços públicos. Mais informações aqui. É possível viajar para a Bélgica no Verão de 2020? Bruxelas, Bruges, Gand, Antuérpia… Todas elas são jóias europeias que certamente gostarias de conhecer. No entanto, terás de esperar um pouco para ver se podes viajar no Verão devido à crise do coronavírus. Até ao dia 15 de Junho não se podia viajar para a Bélgica, a menos que fosse por uma razão essencial. Neste momento, não se conhecem informações sobre a abertura das fronteiras. Depois de um duro confinamento, o país começou a reabrir a partir do início de Maio. Muitas lojas e museus abriram as suas portas, bem como escolas, mas com uma capacidade limitada. Por outro lado, festivais importantes como o Tomorrowland são cancelados e nenhum pode ser realizado até depois de 31 de Agosto. Mais informações aqui. É seguro viajar para a Croácia este Verão? As praias e os parques nacionais da Croácia serão óptimos para te desligares depois de tanto tempo em casa, mas será que podemos ir? Parece que vais poder viajar para a Croácia no verão de 2020 porque o país está determinado a impulsionar o turismo. A 11 de Maio começaram a operar os seus voos domésticos e muitos hotéis, restaurantes, lojas, praias, parques e museus estão à espera dos seus primeiros visitantes. A circulação no país é permitida e a rede de transportes está a funcionar quase normalmente. De facto, desde 9 de Maio, os cidadãos da República Checa, Eslováquia, Hungria, Áustria, Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia, Eslovénia e Alemanha estão autorizados a entrar na Croácia sem quarentena. O único requisito é ter uma reserva de hotel confirmada e fornecer os dados de contacto. Teremos ainda de esperar um pouco para ver se nós, portugueses, poderemos viajar para a Croácia no verão, depois do Covid-19, mas a situação parece favorável. Além disso, é um dos países que lidou melhor com a pandemia do coronavírus. Desde 13 de Maio, o número de pessoas infectadas não é superior a um dígito. Mais informações aqui. Será possível viajar para a Eslovénia durante o Verão? Queres ver o maravilhoso Lago Bled com os teus olhos? Talvez, depois do coronavírus, queiras viajar pela Europa este verão e a Eslovénia esteja no topo da tua lista. O país europeu declarou o fim da epidemia a 15 de Maio, tornando-se no primeiro Estado da UE a fazê-lo. A situação neste canto da Europa é relativamente normal. As viagens são permitidas, os transportes públicos funcionam (embora o uso de máscaras seja obrigatório), lojas, restaurantes, museus e outras atracções turísticas estão abertos. Os alojamentos com menos de 30 quartos e parques de campismo estão abertos, embora existam restrições temporárias para piscinas, discotecas e clubes nocturnos. Também não são permitidas reuniões de mais de 50 pessoas. Mais informações aqui. Viajar para França no Verão, após o coronavírus A Torre Eiffel parece que não verá turistas estrangeiros pelo menos até 15 de Junho, quando se prevê a abertura das fronteiras de França com a Suíça e a Alemanha. Ainda tens de esperar para ver se podes viajar de outros países para França no verão, mas este país já começou o seu processo de desescalada e parece pronto a retomar o turismo para salvar a estação do verão. Grande parte do país está em “estado verde”, pelo que as escolas abriram a partir de meados de Maio e os bares, restaurantes e cafés abriram no dia 2 de junho com algumas restrições. Também podem abrir praias, parques, lagos e museus. No entanto, não há planos para a reabertura dos alojamentos antes de 22 de Junho e terás de estar atento ao que acontece na chamada “zona laranja”, que inclui Paris, e que demorará mais tempo a regressar à normalidade. Viajar de carro para França no verão não parece impossível, mas provavelmente não será possível até, pelo menos, Julho. Mais informações aqui. É possível viajar para a Grécia no Verão de 2020? Descansar nas ilhas gregas depois dos tempos difíceis com o coronavírus soa bastante bem, mas será que vamos poder viajar pela Europa neste verão de 2020? Bem, parece que talvez o possamos fazer a partir de Julho. O confinamento da Grécia teve início a 23 de Março e, pouco a pouco, as restrições foram sendo levantadas. Desde 11 de Maio, muitas empresas abriram as suas portas e, no dia 1 de Junho foi a vez dos museus, cinemas e hotéis ao ar livre. A partir de 15 de Junho, o alojamento sazonal também poderá reabrir. Além disso, foi restabelecido o transporte para as ilhas, dando àqueles que querem viajar pela Europa depois do coronavírus a oportunidade de se anteciparem. O tráfego aéreo dentro do país é permitido, mas apenas o aeroporto de Atenas recebe voos internacionais, sendo obrigatório realizar um teste para detectar o Covid-19 à chegada. Mesmo que o teste seja negativo, é obrigatória uma quarentena de 14 dias. Pensa-se que, a partir de 1 de Julho, os voos internacionais poderão ser recebidos em todos os aeroportos, mas ainda não se sabe exactamente quais os procedimentos que terão de ser cumpridos. Neste momento, só os cidadãos búlgaros podem entrar por via terrestre, todas as outras fronteiras terrestres estão fechadas. É possível viajar para a Grécia via Covid-19? O Governo grego afirmou que permitirá a entrada de pessoas provenientes da Albânia, Austrália, Bulgária, China, Croácia, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, Alemanha, Hungria, Israel, Japão, Letónia, Líbano, Lituânia, Macedónia, Malta, Montenegro, Nova Zelândia, Noruega, Roménia, Sérvia, Eslováquia, Eslovénia e Suíça. Trata-se de uma restrição por ponto de origem e não por nacionalidade. Disse ainda que esta lista será alargada nas próximas semanas para permitir a entrada de mais pessoas a partir de 1 de Julho. Neste caso, o governo não exigirá os requisitos de teste e quarentena, mas esta informação ainda está pendente de confirmação. Enquanto esperas, não percas este artigo sobre as 10 experiências que não deves perder em Atenas na tua próxima viagem. Mais informações aqui. Será uma boa ideia viajar para a Islândia no Verão, depois do coronavírus? A Islândia foi um dos primeiros países da Europa a anunciar a abertura das suas fronteiras este verão, para incentivar o turismo. Portanto, se estás a pensar viajar pela Europa e esquecer o coronavírus, a ilha oferece uma boa oportunidade. A partir de 15 de Junho qualquer pessoa pode viajar para a Islândia, mas terá de fazer um teste gratuito de Covid-19 à chegada ou apresentar um certificado emitido por um organismo reconhecido pelo governo. Além disso, terás de instalar uma aplicação de localização, Rakning C-19, no teu telemóvel. No caso de um teste positivo, terás de ser submetido a uma quarentena de 14 dias, embora ainda não se saiba como esta será efectuada. Do que estás à espera para te decidires a viajar pela Islândia no verão de 2020? Neste momento, a maioria das empresas está aberta. Até as escolas e universidades estão a dar aulas. Na fase 2 da desescalada, onde se encontram agora, são permitidas reuniões com menos de 200 pessoas e muitas restrições estão a ser flexibilizadas. Mais informações aqui. Viagem a Itália em tempo de coronavírus Que tal um passeio romântico por Veneza? Ou talvez uma escapadinha tranquila para Roma? Viajar para Itália é quase uma realidade porque o Primeiro-Ministro Giuseppe Conte anunciou que os viajantes de países da União Europeia, do Acordo de Schengen, do Reino Unido, de Andorra e do Mónaco podem entrar no país desde o dia 3 de Junho. A partir deste dia, também é permitida a circulação entre diferentes regiões italianas. Não serão necessários testes ou quarentena. Se te questionas como será viajar para Itália em tempos de coronavírus, embora a situação possa mudar a qualquer momento, o país está a fazer uma desescalada gradual desde 18 de Maio. Neste momento os hotéis, museus, bares, restaurantes, lojas, parques, piscinas, praias, monumentos, teatros, cinemas, salas de concertos e outros espaços estão abertos, embora haja limites de capacidade. Os transportes internos para viajar por Itália no Verão de 2020 também estão a funcionar, mas não te podes esquecer que a utilização de máscaras é obrigatória nestes e noutros espaços fechados. Mais informações aqui. Será possível viajar para a Noruega no Verão? Parece que os belos fiordes noruegueses não terão muitos visitantes este verão. Ainda não se sabe ao certo, mas em princípio só os turistas vindos da Dinamarca poderão viajar para a Noruega este Verão, depois do coronavírus. O Governo norueguês anunciou que estes turistas poderão entrar no país a partir de 15 de junho e que talvez os visitantes de outros países nórdicos também o possam fazer. No entanto, não deves perder a esperança, uma vez que o governo também indicou que antes do dia 20 de Julho serão anunciadas as novas possibilidades de entrada na Noruega . As restrições de mobilidade na Noruega estão a diminuir. Desde 11 de Maio as escolas, os restaurantes e bares estão abertos, assim como os hotéis. São permitidas reuniões privadas até um máximo de 50 pessoas e ao ar livre até um máximo de 20 pessoas. Se já estás a esfregar as mãos e queres viajar para a Noruega, podes começar por ler as nossas dicas de viagem para a Noruega. Mais informações aqui. Será possível viajar para os Países Baixos no Verão? Amesterdão é uma das cidades mais interessantes da Europa, mas ainda não temos a certeza se poderemos viajar para os Países Baixos este Verão. Neste momento é possível viajar para os Países Baixos, mas alguns países ainda são considerados zona de alto risco, pelo que terás obrigatoriamente de preencher um formulário sobre o teu estado de saúde para poderes voar e fazer uma quarentena de 14 dias à chegada. Como será viajar nos Países Baixos este Verão? O país está a regressar lentamente à normalidade e, desde 11 de Maio, estão a abrir escolas primárias e secundárias. No dia 1 de Junho, começaram a funcionar restaurantes, bares, cafés, museus, monumentos, teatros, cinemas e salas de concertos, mas com limitações. Neste dia, os transportes públicos também começaram a funcionar, mas apenas 40% dos lugares podem ser ocupados e o uso de máscaras é obrigatório. Os parques de campismo e estâncias de férias podem abrir no dia 1 de Julho. Mais informações aqui. Será viável viajar para o Reino Unido? Caso estivesses a pensar visitar Londres ou fazer um roteiro pela Escócia, ainda vais ter de esperar, pois ainda não se sabe se poderemos viajar para o Reino Unido este verão de 2020. Desde o dia 8 de Junho deves indicar o motivo da tua viagem, fornecer todos os dados de contacto no país e permanecer em quarentena durante 14 dias. Esta quarentena só pode ser evitada em casos muito precisos, que são aqui indicados. O Governo indicou que irá rever esta medida de três em três semanas. Mais informações aqui. Este artigo foi actualizado pela última vez a 1 de Junho. A informação estava correcta no momento da publicação. Embora aqui IATI façamos o nosso melhor para a manter actualizada, dada a natureza mutável desta crise, recomendamos que consultes os conselhos de viagem das autoridades sanitárias portuguesas e do país que queres visitar. Lembra-te que TODAS as apólices de seguro de viagem da IATI cobrem, no caso de necessitares de assistência para o coronavírus quando viajares na Europa, despesas médicas, hospitalização, transporte médico e repatriamento. Artigo traduzido por Susana Almeida Nota: É importante realçar, mais uma vez, que os documentos e requisitos para viajar para os destinos enumerados alteram-se constantemente devido à recente pandemia. Na IATI, estamos a trabalhar para que os nossos artigos estejam atualizados e ajustados à realidade. No entanto, deverás sempre verificar estas informações com as fontes oficiais do país para onde te vais deslocar, companhia aérea e demais agências de turismo envolvidas na tua viagem.

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Cidades Vistas do Alto – Monumentos que Proporcionam Vistas Incríveis

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Quando viajamos uma das muitas experiências que podemos ter para apreciar cada cidade é observá-la a partir de um ponto alto. Em alguns casos vais ter de subir e descer vários degraus, passar por passagens estreitas e estar a grande altitude. Por isso já sabes que viajar sem seguro de viagem internacional não é uma opção. Na IATI ajudamos-te a escolher qual o seguro que melhor se adapta ao tipo de viagem que vais fazer. Hoje deixamos-te algumas sugestões de pontos turísticos e monumentos que proporcionam vistas magníficas de algumas cidades Europeias. Melhores miradouros na Europa Lisboa – Portugal • Miradouro do Arco da Rua Augusta O Miradouro do arco da Rua Augusta fica na ligação entre a Rua Augusta e o Terreiro do Paço ou Praça do Comércio, como também é conhecido este local. O Miradouro está aberto ao público desde agosto de 2013 e permite uma vista de 360 graus sobre a cidade de Lisboa. A subida é feita através de um elevador (que vai dar ao salão de abóbadas, onde podes ver e saber mais sobre a maquinaria do relógio, que faz parte da fachada do Arco). Depois tens de subir cerca de dois lanços de escadas até chegares ao miradouro. Por questões de segurança só é possível permanecerem 35 pessoas em simultâneo no miradouro. E a subida e descida nas escadas é feita de forma alternada. Através de um mecanismo que muda de cor e te indica quando podes subir ou descer. Agora uma dica extra, como podes visitar o miradouro diariamente das 9h às 19h e na época de natal escurece mais cedo, tens a oportunidade de subir por volta das 18h e ver a cidade enfeitada com as luzes de natal. Viena – Áustria • Catedral de Santo Estevão (Stephansdom) A Catedral de Santo Estevão (Stephansdom) está situada na Stephansplatz, e é o símbolo religioso mais importante de Viena. Aqui aconselhamos a subida ao topo da torre sul. São 343 degraus sempre em escada caracol, com uma largura onde só cabe uma pessoa, e com visitantes a subir e a descer ao mesmo tempo. Uma vez que as subidas e descidas efetuam-se em simultâneo. Não havendo um controlo se estão pessoas a subir e a descer ao mesmo tempo. Vais ter muito provavelmente de parar no caminho para dar passagem a quem vai na direção contrária à tua. Pode não ser fácil, mas vai valer a pena contemplar a cidade do alto dos 137 metros da torre. Podes comprar o bilhete simples para subir à torre sul ou o bilhete completo que inclui a subida à torre sul, a subida à torre norte, a visita à catedral e às catacumbas. Lembra-te que este é um templo religioso, pelo que se aplicam regras de vestuário e conduta. Barcelona – Espanha • Catedral da Sagrada Família Em Barcelona não podes dispensar uma visita à obra prima de Gaudí. A Catedral da Sagrada Família é o monumento mais visitado de Barcelona, e a obra inacabada de Gaudí. A sua construção teve início em 1882 e prevê-se que termine em 2026. É possível fazer uma visita virtual pela Catedral, no site oficial da Catedral da Sagrada família, e também ver a evolução esperada, desde os dias de hoje até à data prevista para a sua conclusão em 2026. E uma vez que se trata de um templo religioso tens de ter atenção a algumas regras de vestuário. Não podes entrar com ombros, costas e barriga à mostra; Decotes; Roupa Transparente; Chapéus; Calções curtos ou minissaia. E Como medida de segurança é necessário passar por um detetor de metais. Existem vários tipos de bilhete, com a opção de visita à basílica sem subir às torres. Mas aqui o que te propomos e aconselhamos é mesmo a subida a uma das torres. Por isso tem atenção quando comprares o teu bilhete se estás a escolher aquele que te dá acesso a subir a uma das torres (sim o bilhete só dá acesso a uma das torres). Podes comprar o bilhete na bilheteira da Catedral no próprio dia da visita (só é possível comprar bilhetes no local para o próprio dia) e terás de esperar na fila. Ou podes comprar online (também através do site oficial), o que aconselhamos vivamente, uma vez que podes comprar o bilhete com três meses de antecedência, e assim não terás de esperar na fila. A Catedral tem sido construída através de donativos. E se quiseres fazer parte da história da Catedral podes tornar-te Amigo da Sagrada Família e contribuir com um donativo para ajudar na sua conclusão. Veneza – Itália • Campanário de São Marcos (Campanile Di San Marco) O campanário de são marcos é o ponto mais alto de Veneza, e proporciona uma das vistas mais fabulosas sobre a cidade. Tem 98,5 metros de altura e é um dos símbolos de Veneza. Fica situado na Praça de São marcos, ao lado do palácio Ducal. E é o campanário da Basílica de São Marcos. A Basílica é o monumento religioso mais importante de Veneza. Roma – Vaticano – Itália • Terraço dos Museus do Vaticano Numa visita aos Museus do Vaticano é imprescindível aproveitar para passar pelo terraço dos Museus do vaticano. É preciso estar atento, e ir com a intenção de encontrar o terraço, que pode passar despercebido muito facilmente. Fica situado antes de se iniciar o percurso pelos museus. E proporciona uma vista magnifica dos jardins do Vaticano. É um dos muitos locais em Roma que proporciona fotografias magníficas. Estes são alguns dos locais que aconselhamos para teres uma visão diferente das cidades que visitas. Autora: Sónia Justo, Lonely Lisbonner

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