Europa
Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

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Hoje, na IATI Seguros de Viagem, trazemos-te uma surpresa. Uma “Montanha no Mar” caracterizada pelas suas lindíssimas paisagens que misturam costumes, culturas e uma exótica ligação entre mar e montanha. Córsega é o seu nome. Vem connosco neste passeio pela “Ilha da Beleza”. O que visitar na Córsega Situada no Sudoeste da França e a oeste da Itália, é a quarta maior ilha do Mar Mediterrâneo. Uma França que não é francesa, uma Itália que não é italiana, e dá a esta ilha uma mistura de raízes, que lhe aporta uma personalidade muito própria. O seu interior é montanhoso. Tem picos que chegam a atingir os 2700 metros de altitude, lagos, florestas, quedas de água e maciços rochosos incríveis. O litoral é caracterizado pelas praias de areia branca e as suas maravilhosas águas de cor turquesa. Pelo caminho, pequenas aldeias que guardam séculos de tradições, e um povo orgulhoso das suas origens. Apesar de o francês ser o idioma oficial, grande parte da população comunica usando o corso, que se assemelha ao dialeto toscano. Chegada à Ilha Podes chegar à ilha de duas formas. De ferry boat ou de avião. Se optares pela primeira, há várias empresas de transporte a partir de cidades da costa francesa, como Marselha e Nice. Nesta opção podes levar carro próprio e/ou alugado. Se optares pelo avião, há dois aeroportos principais na Ilha: Ajaccio e Bastia. O ideal é começares por Ajaccio, que é a capital da Córsega Sul. Como os transportes públicos não são uma boa solução para circulares pela ilha e os táxis são muito caros, recomendamos o aluguer de um carro para começares a tua road trip. Serão cerca de 600 km de trajeto circular que passará por Propriano, Bonifacio, Porto Vecchio, Les Aiguilles de Bavella, Saint-Florent, L’île Rousse, Calvi, Reserva Natural de Scandola, regressando a Ajaccio. Ajaccio – Bonifácio Ajaccio merece um pouco do teu tempo. Como é a cidade natal do grande imperador Napoleão Bonaparte, que nasceu em 1769, vale uma visita à Catedral de Notre-Dame de la Misericórdia e à Maison Bonapart, onde o imperador nasceu e passou toda a sua infância. Daqui segue para sul, em direção a Bonifacio, uma das cidades mais visitadas da Córsega. Uma cidade fortificada que parece precipitar-se numa falésia branca, o que a torna rara e inesquecível. Na parte de baixo da cidade, a marina, que lhe dá uma aparência bem mediterrânea. Um escadório leva-nos à parte de cima, à Cidade Velha, que foi construída pelos Genoveses no séc. XII. Perde-te nas suas ruas estreitas e praças. Visita Bonifácio com o tempo que ela te pede. Se puderes, aventura-te num passeio de barco pelas calanques, grutas e falésias e visita o Golfo dello Sperone, que te oferece umas belas praias. Como sugestão, entre Ajaccio e Bonifácio, pára em Propriano. É uma vila pequena, mas um bom local para alugar barco e conhecer a região. Bonifácio – Porto Vecchio De Bonifacio segue para Porto Vecchio, outra referência da Ilha. Aqui as praias de Palombaggia e Santa Giulia são rainhas. Praias de mar azul-turquesa, águas mornas e areia branca. Fica, fica muito tempo. Porto Vecchio – Saint-Florent Rumando para norte, em direção a Saint-Florent, tens quase 200 km de paisagens únicas. Podes seguir pela costa, mas a nossa sugestão é que sigas em direção a Les Aiguilles de Bavella, um maciço rochoso caracterizado por picos irregulares. A estrada é sinuosa, mas de uma beleza única. Uma Córsega diferente, a Córsega das florestas, dos lagos e das cascatas. Continuando caminho, chegas a Saint-Florent, também conhecido como o St. Tropez da Córsega. É uma pequena localidade caracterizada pelas suas bonitas ruelas, cheias de boutiques e restaurantes, que soube guardar toda a sua autenticidade com o passar dos anos. Sobe à Citadella e surpreende-te com a vista sobre o Golfo de Saint- Florent. Saint-Florent – L’île Rousse – Calvi A 45 km de Saint-Florent, surge L´Île Rousse, uma estação balnear, reconhecida pelas suas praias de areia fina, muito procurada pelos turistas. São locais de visita, a Igreja da Imaculada Conceição, o Mercado da Cidade e o Farol de Pietra de onde tens uma vista fascinante de toda a zona envolvente, que é marcada pelas suas rochas de cor laranja, que dão um charme único ao local. Se és amante de fotografia, não podes perder este local por nada, principalmente ao pôr-do-sol. A paragem seguinte é num outro local icónico da rota, Calvi, uma cidade debruçada sobre o mar e com uma fortaleza digna dos grandes filmes de Hollywood. Passeia pelas suas ruas, visita os seus monumentos identitários, como a Catedral St. Jean-Baptiste, e desfruta das vistas que os variados miradouros te oferecem da Baía de Calvi. Entre Calvi e Ajaccio, a imperdível Reserva Natural de Scandola No regresso a Ajaccio, pára na cidade de Porto, local onde se apanha o barco para visitar a Reserva Natural de Scandola. Património da Humanidade pela UNESCO é considerada um dos locais mais bonitos e mágicos da Córsega. Com uma biodiversidade de exceção, oferece-nos paisagens de suster a respiração. Se estiveres disposto a muita aventura e adrenalina, deixamos-te mais uma sugestão. Fazer a GR20 – um trilho pedestre (mítico) que atravessa a Córsega de norte (Calenzana) a sul (Conca). 200 km pelo coração das montanhas da Córsega. Ficaste apaixonado pelas belezas da Córsega, não ficaste? Então planeia já a tua viagem e encontra na IATI um seguro de viagem à tua medida. Au revoir et à trés bientôt. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Dez experiências em Atenas a não perder!

Dez experiências em Atenas a não perder!

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A IATI Seguros é especialista em seguros de viagem e queremos que as tuas viagens além de seguras sejam memoráveis! Só assim construirás memórias que valem a pena guardar. O próximo passo é escolheres o seguro de viagem que melhor se adequa à tua situação, portanto se és viajante frequente já pensaste em contratar um único seguro de viagem que inclua todas as viagens realizadas num ano? Este seguro é TOP e chama-se IATI Bloggers e Grandes Viajantes. Pronto para iniciar viagem? Dez experiências em Atenas a não perder! Se estás a pensar viajar para a capital grega, vamos dar-te dicas para dez experiências que tens mesmo de ter em Atenas. Visitar a Acrópole A Acrópole é a imagem de marca de Atenas. Está localizada numa colina e é o ponto mais alto de Atenas. Aliás, já reparaste que em Atenas não há prédios altos? Pois é, a Acrópole foi e continua a ser o local mais elevado desta cidade antiga. Vai com tempo porque tens de percorrer a pé uma distância considerável e tem em atenção que no verão as temperaturas são bastante elevadas. Leva contigo água para te hidratares e chapéu para te protegeres do sol pois não existem árvores lá em cima que te proporcionem sombra. Visitar o Museu da Acrópole O Museu da Acrópole é quase a continuação da visita que fizeste à Acrópole. Lá poderás encontrar vários artefactos provenientes da Acrópole que foram devidamente reparados e conservados. A boa notícia é que no museu não terás de suportar as temperaturas extremas da Acropole. Arco de Adriano Este Arco construído de mármore quase passa despercebido junto a uma estrada em Atenas. Pensa-se que este monumento foi construído para celebrar a chegada do Imperador Romano Adriano. Contrariamente à maioria dos monumentos em Atenas, não precisas pagar bilhete para acederes ao monumento mas também o sítio é bastante pequeno. Existem apenas umas grades que protegem o Arco e podes fotografar à vontade. Ágora Antiga A Ágora Antiga era o centro de Atenas. Naquele local desenvolviam-se trocas comerciais, eram tomadas as decisões políticas e a vida social estava concentrada neste mesmo sítio. Por isso se percebe a importância da Ágora Antiga na cidade em tempos antigos. Atualmente é possível visitar o local que foi reconstruído, assim como o museu que expõe o espólio encontrado durante as escavações da Ágora Antiga. Observar o render da Guarda em frente ao Parlamento Grego Apesar de ser bastante turístico, pensa que deve haver uma razão para tanta gente querer ver o render da Guarda em Atenas. Dirige-te para a Praça Syntagma e observa com atenção ao render da Guarda. Vais ver os guardas em coreografias engraçadíssimas que com as fardas um pouco cómicas conseguem terminar a atuação sem se rirem. Tu provavelmente não vais conseguir conter uma gargalhada mas lembra-te que estás em viagem e rir faz bem à saúde. Além disso o render da Guarda é gratuito! Odeon of Herodes Atticus Este anfiteatro ao ar livre está localizado muito perto da Acrópole, pelo que podes aproveitar a boleia e visitar os dois sítios na mesma altura. Principalmente no verão é habitual fazerem espetáculos ao ar livre, por isso, se viajares nessa altura do ano, passa por um posto de turismo para dares uma espreitadela ao cartaz. Deliciar-te com Iogurte Grego Se achas que o iogurte grego é todo igual, lamentamos dizer-te que não sabes o que andas a perder. Em Atenas o iogurte vende-se em embalagens com mel e nozes a acompanhar. O iogurte tem uma textura cremosa e é levemente ácido o que combina na perfeição com o doce do mel e das nozes. Uma delícia que não vais encontrar igual em mais nenhum lado do mundo. Spanakopita Gostas de tartes folhadas salgadas? Então vais adorar esta especialidade grega! É uma tarte de espinafres, queijo feta e ovos e mais alguns temperos de acordo com a receita de cada família. E as famílias gregas são muito orgulhosas das suas receitas por isso vai preparado para provar diferentes Spanakopita e tenta decidir qual é a melhor, se conseguires. Comer Gyros Esta fast food grega deve ser a mais saudável do planeta. É um pão pita recheado de carne de vaca, frango ou borrego, iogurte grego e vegetais. Em alguns restaurantes também colocam dentro do pão uma dose de batatas fritas, por isso é uma refeição completa que pode ser degustada enquanto visitas vários bairros típicos de Atenas. Perder-te em Plaka Bem, em sentido figurativo, é claro. É que o bairro de Plaka tem muito movimento e são tantas as ruas que podes achar que te vais perder. É uma zona preferida dos viajantes para o final de dia e início da noite porque se juntam neste local turistas e locais à procura de animação. Existem bares, cafés e restaurantes mas a festa prolonga-se pelas ruas. Vais divertir-te tanto! A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Roteiro para três dias intensos em Dublin

Roteiro para três dias intensos em Dublin

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Na IATI Seguros queremos que vivas intensamente as tuas viagens, portanto hoje trazemos-te uma sugestão de viagem na Europa que não vais conseguir resistir! Um roteiro por Dublin. Mas já sabes como funciona, antes de embarcares tens mesmo de escolher o teu seguro de viagem e como especialistas em seguros de viagens podemos aconselhar-te o que melhor se adequa ao teu perfil. Vê tudo explicadinho no nosso site! Agora que vais viajar seguro, vamos ao roteiro que preparámos para ti para que possas usufruir a 100% da tua viagem a Dublin. Roteiro para três dias intensos em Dublin Dublin é a capital da República da Irlanda e é surpreendentemente concentrada! Isto significa que provavelmente darás bom uso aos teus sapatos e vais evitar gastar dinheiro em transportes no centro da cidade. Este roteiro por Dublin foi precisamente pensado em viajantes que gostam de explorar os sítios a pé e Dublin é ideal para passeios a pé. Dia 1 IMMA – Irish Museum of Modern Art Uma excelente forma de começares a tua viagem e este roteiro a Dublin é visitares o Museu de Arte Moderna da Irlanda. O museu alberga cerca de 3500 peças de arte de artistas irlandeses e internacionais. Além disso, durante o ano ocorrem algumas exposições temporárias pelo que sugerimos que consultes a programação no site oficial do museu. Fábrica de cerveja Guinness Quer sejas apreciador de cerveja ou não, é consensual que a Guinness tem uma das melhores stouts do mundo. E se vais visitar Dublin não percas a oportunidade de entender como é fabricada esta cerveja. Não queremos estragar-te a visita portanto não vamos explicar o processo mas podemos dizer que inclui água das montanhas de Wicklow. Parece mágico, não é? A visita é feita ao teu ritmo e pode levar algumas horas. Se comprares os bilhetes onlinetens desconto, aproveita, está bem? St. Patrick Cathedral e St. Patrick Park Fundada em 1191 e com o ponto mais alto a uma distância de quarenta e três metros, a St. Patrick Cathedral é a mais alta igreja na Irlanda. A entrada na catedral é paga mas os jardins de St. Patrick são gratuitos. Além disso, existe um pequeno mas simpático recinto para piqueniques, vários bancos para descansar e vendedores ambulantes. Se viajas com crianças elas vão agradecer o parque infantil. Dia 2 Dublin Castle Este grande complexo está situado no coração histórico de Dublin. Como a maioria dos monumentos históricos em Dublin a entrada no castelo é paga e existem visitas guiadas. No entanto, se apenas quiseres sentir o ambiente e tirar boas fotografias do pátio do castelo, não precisas pagar entrada. Dublinia Este parque temático é diferente dos que provavelmente estás habituado porque concentra-se em apresentar a história de Dublin de uma forma didática. É, portanto, muito recomendado para visitas em família que podem passar perfeitamente um dia inteiro a explorar Dublinia. Destilaria Old Jameson Para terminar o segundo dia em Dublin recomendamos que visites uma destilaria de Whiskey. Se seguiste a nossa recomendação para visitar a fábrica da Guinness, acredita que esta visita à Old Jameson também vale muito a pena. Tem em mente que o whiskey irlandês tem bastante tradição e nesta visita poderás provar diferentes tipos de Whiskey. Dia 3 O último dia em Dublin será inesquecível pois irás visitar lugares únicos. Preparado para o próximo dia do roteiro por Dublin? Trinity College e Book of Kells O Trinity College é a universidade de Dublin e os alunos organizam visitas guiadas bastante completas. O ponto alto destas visitas é o Book of Kells, uma peça única que por si só vale uma viagem a Dublin. Parque St. Stephens Green Este é um parque histórico que precisas de conhecer no teu roteiro por Dublin e que tem entrada gratuita, Por volta do meio dia as pessoas começam a chegar com mantas que estendem na relva e com comida que devoram em poucos minutos. Depois recostam-se a ouvir música, a ler ou simplesmente a dormir. Quando as duas horas da tarde se aproximam arrumam as coisas e vão-se embora. É ideal para recuperares forças e te preparares para a sugestão que se segue. Temple Bar A melhor maneira de terminar este roteiro por Dublin é, sem dúvida, em Temple Bar. Esta movimentada rua é para onde se deslocam turistas e locais para uma noitada. Também é um lugar popular para despedidas de solteiro, por isso mantém o espírito aberto. Muito importante, não estamos de todo a sugerir que abuses do consumo de álcool. As visitas que recomendamos à fábrica da Guiness, à destilaria Old Jameson e a Temple Bar justificam-se pela importância que estes lugares têm na vida da cidade e não constituem convites a excessos. Acreditamos que és responsável e que consomes bebidas alcoólicas com moderação. Que te pareceu este roteiro por Dublin? A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Enoturismo romântico na Alsácia

Enoturismo romântico na Alsácia

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A Alsácia mais parece cenário de filme ou de conto de fadas: puro encanto e doçura, o que torna esta região um destino perfeito para uma escapadinha romântica! Antes de embarcarem nesta viagem, não esqueçam de contratar o seguro de viagem com a IATI, para terem a certeza de que só trarão boas lembranças! Roteiro para um passeio romântico pela Alsácia Esta região apresenta fortes marcas de uma mistura cultural francesa e alemã, já que nos últimos séculos o seu domínio foi disputado entre ambos os países por diversas vezes. Pelas ruas, vê-se um estilo arquitetónico marcado por casas em enxaimel, que muito lembra a Rota Romântica, na região alemã da Baviera. Nos cafés, os bretzels alemães dividem nossa atenção com os crepes e doces tipicamente franceses. Na dúvida, melhor experimentar todos! Os vinhos alsacianos também são famosíssimos e, se vocês forem apreciadores, devem aproveitar para conhecer a Rota dos Vinhos pela Alsácia! As cidades e vilarejos que incluímos neste roteiro pertencem a esta rota, então poderão optar por visitar ou não as quintas. 1. Estrasburgo Comecem a rota pela Alsácia em Estrasburgo, a capital da Europa e do Natal! Percam-se pelas ruelas da Petite France e encantem-se com as coloridas casinhas em enxaimel, onde viviam pescadores e trabalhadores de curtumes e moinhos. Depois, conheçam o lado mais moderno da cidade, onde encontram-se o Parlamento Europeu, o Palácio da Europa e o prédio dos Direitos Humanos. A seguir, façam um passeio de barco pelo Rio Ill e vejam a cidade de outro ângulo. Este tour é adorável, pois passa por diversas áreas de Estrasburgo e, ao longo do percurso, poderão aprender mais sobre a cidade e a região, com a ajuda de um áudio-guia, disponível em diversos idiomas. 2. Ribeauville Esta pequena cidade tem as suas colinas decoradas com vinhas e ruínas de castelos, construídos entre os séculos XI e XVI. Observem as belas casas e fontes medievais, bem como a Tour des Bouchers, a torre do século XIII que fazia parte das fortificações da cidade e que hoje é um dos ícones de Ribeauville. 3. Hunawihr A seguir, conduzam até Hunawihr, a aproximadamente 3km de Ribeauville. Esta é outra charmosa vila, onde as vinhas são as principais marcas da paisagem. A igreja Sainte-Hune completa o cenário e aumenta o romantismo e o charme do vilarejo, não achas? 4. Riquewihr O vilarejo de Riquewihr une harmonicamente o romantismo das coloridas casas em enxaimel com a paisagem rural e o verde das vinhas. Não deixem de passear pelas principais ruas do centro histórico e visitar a Dolder Tower, monumento erguido no fim do século XIII e que se tornou símbolo de Riquewihr. O curioso sobre esta torre é que o seu lado externo mantém a aparência medieval, enquanto o lado interno está decorado em estilo enxaimel. Vale a pena conhecer! 5. Kaysersberg Kaysersberg foi considerada a vila preferida pelos franceses em 2017 e é uma das melhor conservadas na região. Visitem a igreja de Sainte-Croix e as ruínas do castelo, além de contemplarem a beleza das vinhas entre as montanhas Vosgues e o rio Weiss. 6. Colmar O icônico vilarejo de Colmar é, também, imperdível! A região de Petite Venice é a mais famosa e charmosa da cidade. A vila pode ser conhecida a pé em um dia e, depois, é hora de seguirem para a próxima paragem! 7. Mulhouse Depois de explorarem o rico centro histórico de Mulhouse e apreciarem a arte de rua, presente em paredes e em esculturas espalhadas pela cidade, visitem a vasta coleção de automóveis do Cité de l’Automobile e o maior museu ferroviário da Europa, o Cité du Train. Outra atração de Mulhouse é o Ecomusée d’Alsace, uma recriação de uma tradicional vila alsaciana, como as visitadas nas paragens anteriores desta rota, em que dá-se vida ao vilarejo cenográfico com a representação da rotina dos trabalhadores e habitantes de séculos passados. Outro mágico passeio, para finalizar a viagem pela região, é o parque temático inspirado no Pequeno Príncipe, livro de Antoine de Saint-Exupéry. Esperamos que este roteiro de enoturismo pela Alsácia tenha ajudado a inspirar-te a planear aquela merecida escapadinha romântica! Que todos os dias sejam Dia de São Valentim! Com muito amor, IATI Seguros. Autora: Amanda Sem Fronteiras

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O que ver e fazer em Viena – 15 Experiências a não perder

O que ver e fazer em Viena – 15 Experiências a não perder

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Visitar Viena de Áustria é acima de tudo uma experiência cultural e gastronómica. Hoje trazemos 15 experiências imperdíveis para quem visita a cidade pela primeira vez e não só. Não deves fazer um seguro de viagem só quando vais viajar para fora da Europa. Seja a subir uma montanha ou os degraus de uma catedral, a segurança deve ser uma prioridade para ti. E é por isso que e IATI seguros tem vários tipos de seguros, adequado a cada tipo de viagem. Não sabes qual o seguro mais adequado à tua viagem? É só entrares em contacto connosco e estamos prontos para te ajudar. O que ver e fazer em Viena: 15 experiências imperdíveis Subir os 344 degraus da Catedral de Santo Estevão (Stephansdom) A Catedral de Santo Estevão (Stephansdom) é uma das mais antigas catedrais de estilo gótico europeu. Está situada na Stephansplatz. E a subida dos seus 344 degraus até ao topo da torre sul permite-nos ter uma das melhores vistas sobre a cidade. A subida é feita através de uma apertada escada de caracol. A subida não é fácil, mas a vista vale o esforço. Comer uma “Sacher-Torte Chocolate Cake” no Café Demel Passar tempo nos cafés e esplanadas da cidade é um hábito dos Vienenses. Passar uma tarde nas famosas “Viennese Coffee Houses” a conversar ou a ler é perfeitamente normal em Viena. Aqui tens de experimentar a “Sacher-Torte Chocolate Cake” e o famoso “Apfelstrudel”. Recomendamos o café Demel, que foi em tempos a pastelaria que fabricava os doces para a casa real. O café Griensteidl também é muito pitoresco e acolhedor. E situam-se ambos perto do palácio Hofburg. Explorar o Palácio Schönbrunn O Palácio Schönbrunn era a residência de verão da família real. Estão abertas ao público para visita 40 das 140 salas existentes no palácio. Aqui destacam-se os jardins que fazem lembrar os jardins do palácio de Versalhes. Não percas a oportunidade de passear pelos magníficos jardins barrocos, especialmente deslumbrantes durante a primavera e o verão. Descobrir o Palácio Hofburg O Palácio Hofburg era a residência de inverno da família real. E é aqui que se encontram vários museus incluindo o Museu dedicado à Imperatriz Sissi (Isabel da Áustria), a escola Espanhola de Equitação (cavalos Lipizzaner), e os jardins Burggarten e Volksgarten. Passeio de Barco no Danúbio Uma visita a Viena não fica completa sem um passeio de barco pelo Rio Danúbio. Existem vários passeios que se podem fazer no Danúbio. Nós escolhemos um passeio que começou em Schwedenplatz e terminou em Reichsbrücke, onde pudemos também visitar a fabulosa igreja de Francisco de Assis. O passeio tem a duração de cerca de 2 horas. E depois podem regressar de metro. Comer um “Wiener schnitzel” no “Figlmuller” Um dos pratos típicos Austríacos é o “Wiener Schnitzel”, um escalope à moda de Viena. Consiste num escalope panado, e que tem o tamanho de um prato de refeição. Aconselhamos o restaurante Figlmuller, onde podem degustar o verdadeiro sabor da cozinha austríaca. Este restaurante foi fundado em 1905 (o primeiro), e é conhecido como a casa do schnitzel. Devido ao grande sucesso hoje existem 6 restaurantes do grupo Figlmuller, é indispensável reservarem mesa. Visitar o Museu Belvedere e admirar “O Beijo” de Klimt O Palácio Belvedere alberga uma das mais importantes coleções de arte austríaca, destacando-se as obras de Gustav Klimt, incluindo a famosa pintura “O Beijo”. Os jardins do palácio são igualmente espetaculares, oferecendo uma vista magnífica sobre a cidade. Explorar o Museu de História da Arte (Kunsthistorisches Museum) Considerado um dos museus mais importantes do mundo, o Kunsthistorisches Museum possui uma coleção impressionante que inclui obras de Velázquez, Caravaggio, Rubens e muitos outros mestres. O próprio edifício é uma obra de arte arquitetónica. Assistir a uma Ópera na Ópera Estatal de Viena A Wiener Staatsoper é uma das casas de ópera mais prestigiadas do mundo. Mesmo que não sejas fã de ópera, a experiência de assistir a um espetáculo neste templo da música clássica é inesquecível. Se não conseguires bilhetes, podes fazer uma visita guiada ao interior do edifício. Descobrir a Biblioteca Nacional Austríaca A Prunksaal (Sala de Estado) da Biblioteca Nacional Austríaca é considerada uma das mais belas bibliotecas barrocas do mundo. Com os seus 77 metros de comprimento e decoração deslumbrante, é um verdadeiro tesouro arquitetónico que não podes perder. Andar na Roda Gigante do Prater O Prater é o parque de diversões histórico de Viena, e a sua famosa Roda Gigante (Riesenrad) é um símbolo da cidade. Construída em 1897, oferece vistas panorâmicas espetaculares e uma viagem no tempo à Viena imperial. Explorar a Casa Hundertwasser Esta obra arquitetónica única e colorida foi projetada pelo artista Friedensreich Hundertwasser. Com as suas formas irregulares, cores vibrantes e jardins suspensos, representa uma abordagem completamente diferente da arquitetura tradicional vienense. Passear de Fiaker (carruagem) pelo centro histórico Um passeio de carruagem puxada por cavalos pelas ruas do centro histórico é uma forma romântica e tradicional de conhecer Viena. Os cocheiros, vestidos com trajes típicos, partilham histórias e curiosidades sobre a cidade durante o percurso. Explorar o Naschmarkt O mercado mais famoso de Viena é um paraíso para os amantes da gastronomia. Aqui encontras produtos locais e internacionais, desde especiarias exóticas a queijos austríacos, além de numerosos restaurantes e cafés com esplanadas. Experimentar um Heuriger nos arredores da cidade Para uma experiência verdadeiramente austríaca, visita um Heuriger – uma taverna de vinho tradicional localizada nas colinas que rodeiam Viena. Aqui podes provar vinhos locais acompanhados de pratos regionais, numa atmosfera descontraída e autenticamente local. A Importância de um seguro de viagem para Viena Ao planear a tua aventura pelas experiências imperdíveis de Viena, não te esqueças de um aspeto fundamental: a tua segurança e tranquilidade durante a viagem. Mesmo estando na Europa, contratar um seguro de viagem adequado é essencial para aproveitares ao máximo tudo o que a capital austríaca tem para oferecer. Porque precisas de seguro para Viena? Viena é uma cidade que convida à exploração a pé, desde a subida dos 344 degraus da Catedral de Santo Estevão até aos passeios pelos extensos jardins dos palácios imperiais. Durante estas atividades, pequenos acidentes podem acontecer, e os custos médicos na Áustria, embora de excelente qualidade, podem ser elevados para quem não tem cobertura adequada. Além disso, muitas das experiências que recomendamos – como os passeios de bicicleta pelo Danúbio, as visitas aos Heurige nos arredores da cidade, ou mesmo a exploração do Prater – beneficiam de uma cobertura de seguro especializada. IATI Escapadinhas: a solução perfeita para Viena Para viagens a Viena, o IATI Escapadinhas é uma escolha excelente, oferecendo: Cobertura Médica Abrangente • Até 50.000 euros em despesas médicas • Tele-assistência médica 24/7, evitando deslocações desnecessárias ao hospital • Cobertura específica para atividades de aventura como trekking e cicloturismo Proteção para Diferentes Tipos de Viagem • Ideal para road trips pela Áustria e países vizinhos • Cobertura para roubo no interior de veículos – importante se explorares Viena de carro ou autocaravana • Proteção para bicicletas – perfeito se optares por explorar a cidade sobre duas rodas Coberturas Especiais • Proteção para animais de estimação, caso viajes com o teu companheiro de quatro patas • Cobertura de cancelamento opcional até 1.000 euros (incluindo despedimento) • Assistência em caso de necessidade de motorista profissional Dicas Importantes • Contrata antes de partir: Este seguro não pode ser adquirido uma vez iniciada a viagem • Cancelamento: Se quiseres incluir a cobertura de cancelamento, deves contratá-la até 7 dias após reservares a viagem • Cobertura europeia: Perfeito não só para Viena, mas para explorares outros destinos europeus na mesma viagem Com o IATI Escapadinhas, podes focar-te no que realmente importa: descobrir os tesouros imperiais de Viena, saborear a autêntica Sachertorte, e criar memórias inesquecíveis na cidade dos Habsburgos, sabendo que estás protegido em todas as situações.

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Roatrip romântica pela Baviera

Roatrip romântica pela Baviera

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Estão a sonhar com umas férias românticas? Que tal alugar um carro e embarcar em uma roadtrip pela incrível região da Baviera, ao sul da Alemanha? Nós vamos ajudá-los a planear uma viagem de sonhos, mas não esqueçam de contratar o seguro de viagem IATI antes de partir! Com um roteiro que inclui cidades únicas e encantadoras, castelos, lagos e montanhas, temos certeza que encantar-se-ão também pela Baviera! O que visitar numa roadtrip pela Baviera O percurso total da rota sugerida, com partida e retorno a Munique, tem uma extensão de aproximadamente 470km, equivalente a cerca de 7 horas na estrada. Como há muitas belas paragens no caminho, temos certeza de que os destinos compensarão o esforço de conduzir! Munique Comecem o percurso com um vôo até Munique e aproveitem para conhecer a capital da região da Baviera. Entre as principais atrações, não deixem de visitar a Neus e a Altes Rathaus (as câmaras municipais, antiga e nova), assistir ao Glockenspiel (o espetáculo de sinos e bonecos que representam a história da cidade), ver a Alter Peter (a igreja mais antiga de Munique), ir ao Münchner Residenz e Hofgarten (local onde reis, imperadores e políticos viveram entre 1508 e 1918). Depois de alguns dias a explorar muito a cidade e a beber muita cerveja em um dos diversos Biergartens, para acompanhar os delíciosos pratos típicos, como joelho de porco, enchidos, schnitzel e bretzl, é hora de alugar um carro e prepararem-se para desbravar esta linda região! Memmingen Não muito longe de Munique fica a pequena, mas encantadora, cidade de Memmingen. Aliás, em Memmingen também há um aeroporto, então esta pode ser uma opção para iniciar a rota e depois terminá-la em Munique, ao invés de fazerem o círculo completo. Perder-se pelo centrinho de Memmingen é, sem dúvidas, a melhor maneira de explorar a cidade! Suas casinhas coloridas e canais dão um toque especialmente romântico à região! Lindau Lindau é uma encantadora cidade-ilha alemã, situada às margens do Lago Constança (Bodensee, em alemão), que marca a fronteira entre Alemanha, Áustria e Suíça. A Maximilianstraße, a Marktplatz, a Altes Rathaus e o porto de Lindau são as atrações imperdíveis da cidade! Atenção: Não é aconselhável entrar com carro em Lindau, porque o espaço na ilha é muito limitado. A melhor opção é estacionar em um dos parques existentes logo antes da ponte Seebrücke. Füssen Já a caminho do castelo mais visitado e fotografado na Alemanha, façam uma pequena paragem em Füssen para caminhar pelo seu centro histórico e ver as incontáveis lojas e restaurantes espalhados por ambos os lados das ruas. Castelo de Neuschwanstein Nada mais romântico do que um castelo de contos de fadas, não é? Pois saibam que o Castelo de Neuschwanstein inspirou até a Disney na projeção do famoso Castelo da Cinderela. No topo de uma montanha, o castelo complementa a paisagem e é verdadeiramente digno de um passeio a arrancar suspiros! O acesso ao pátio é livre e gratuito mas, se quiserem visitar o interior do castelo, reservem os ingressos com antecedência para não terem que aguardar por horas para a visita guiada. Na Marienbrücke tem-se o panorama mais impressionante do castelo e, no caminho até esta ponte, ainda pode-se apreciar a fantástica vista para o Castelo de Hohenschwangau e para lago Alpsee, entre montanhas! Oberammergau Oberammergau é um vilarejo um tanto pitoresco, que destaca-se pela pintura das suas casas. Depois de caminharem um pouco pelas suas ruas e apreciar as fachadas, é hora de seguir para o próximo destino! Ettal Em Ettal, a abadia é o destaque que traz os turistas ao vilarejo. De facto, este monastério beneditino, construído na primeira metade do século XIV, é impressionante! Os monges que habitam o local produzem todos os bens necessários para viverem, além de venderem produtos e prestarem serviços relacionados ao turismo para alevantarem fundos para a manutenção do monastério. Garmisch-Partenkirchen Neste roteiro, temos obras de arte da natureza também! Em Garmisch-Partenkirchen, não deixem de visitar o Partnach Gorge (Partnachklamm, em alemão), um monumento natural com 800 metros de extensão e falésias de até 80 metros de altura. Esta abertura nas rochas foi provocada pela ação da água e, junto com o rio Partnach, forma um cenário inesquecível. Mittenwald Em Mittenwald, visitem o magnífico Leutaschklamm Geisterklamm e contemplem a colorida paisagem, formada por rio, montanha e vegetação, ao caminhar pelos passadiços elevados. É de tirar o fôlego ou não é? Walchensee Completamos o nosso roteiro com o esplêndido lago Walchensee, que merece uma visita em qualquer das estações do ano, para apreciar e belíssima vista do lago entre as montanhas. Depois de relaxarem por algumas horas às margens do Walchensee, é hora de retornar a Munique e brindar às belezas desta viagem dos sonhos. Este roteiro é recomendado para, pelo menos, 04 dias, mas pode variar de acordo com o tempo que queiram curtir em cada paragem. Caso tenham mais tempo disponível, podem também adicionar à rota outras cidades mais ao norte da Baviera, como Miltenberg, Rothenburg ob der Tauber, Bamberg, Wurzburg e Dinkelsbuhl. Esperamos que estas novas e românticas memórias fiquem para sempre nos vossos corações! Autora: Amanda Sem Fronteiras

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Como visitar as Berlengas

Como visitar as Berlengas

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As Berlengas são um arquipélago composto por 3 ilhas, onde só a Berlenga Grande é habitável e a única que se pode visitar. desde 2011 que é considerada Reserva Mundial da Biosfera da UNESCO. Viajar até às Berlengas pode causar alguns enjoos. O mar é difícil de atravessar, mas a paisagem e passar um dia na ilha valem a pena. Escolher o melhor seguro de viagens para ti vai-te deixar mais confortável e descansado durante a viagem. Na IATI somos especialistas e encontramos sempre o seguro ideal para o tipo de viagem que vais fazer. Como visitar a Ilha das Berlengas Quando Visitar As condições do mar ditam o sucesso do passeio, pelo que é imprescindível consultares a previsão meteorológica antes de decidires o dia do passeio. A melhor altura para visitar a ilha é durante os meses de verão. Como chegar à Ilha Existem várias embarcações que fazem o trajeto até à Ilha, a partir do Porto de Peniche. Aconselhamos escolheres uma embarcação mais pequena, que será mais rápida e onde a probabilidade de enjoares também será menor. Uma lancha pode ser uma boa opção. E vais chegar à ilha primeiro do que a grande enchente de pessoas que vai no barco maior. E com o espaço reduzido de areia que existe na ilha, vais agradecer por ter um lugar onde estender a tua toalha. O trajeto demora cerca de 30 minutos. Os primeiros 15 minutos do trajeto é tranquilo e só quando passamos ao largo do Cabo Carvoeiro é que a travessia fica mais difícil. O que fazer na Ilha Ir às Berlengas não é só tomar banho numa maravilhosa água de cor esverdeada, mas geladíssima, ou ficar estendido na toalha no pequeno areal. Podes fazer mergulho, visitar as grutas num barco com o fundo transparente, visitar o forte e subir cerca de 300 degraus. Curiosidades e Dicas Existem imensas gaivotas na ilha, por isso não deixes pequenos objetos espalhados na toalha porque as gaivotas podem levá-los. O bilhete é de ida e volta, com a hora de ida e de volta marcadas. Só é possível permanecer 5 horas na Ilha, e só podem permanecer até 300 pessoas por dia. Por forma a manter a reserva da biosfera. Todo o lixo que fizerem na ilha têm de trazer convosco no regresso a Peniche, não se deixa lixo na Ilha, estão numa reserva natural. Autora: Sónia Justo – Lovely Lisboner

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7 Cascatas imperdíveis no Gerês

7 Cascatas imperdíveis no Gerês

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Conheces o norte do país? Sabias que existe um Parque Nacional que faz fronteira com Espanha? Temos a certeza que sim e por isso decidimos levar-te a conhecer algumas das cascatas imperdíveis no Gerês. Não há quem o visite o que não fique fã das suas paisagens. Ar puro, biodiversidade, fauna, flora, lagos e cascatas, uma paisagem verde que parece saída de revista. A natureza no seu esplendor e, por esse motivo, o Gerês só se pode conhecer por dentro. Dizem que a sua alma está no som da água que sai das entranhas das montanhas e forma cascatas e piscinas naturais, de água translúcida. Então, é por aqui que vamos começar, pelas suas cascatas, aquelas que achamos imperdíveis para quem decida trilhar os caminhos deste Parque Nacional. Dado que algumas zonas do Gerês são um pouco menos acessíveis, recomendamos que contrates o seguro de viagem IATI Escapadinhas incluindo desportos de aventura para que estejas protegido enquanto fazer trekking pelo parque! Visitar as cascatas imperdíveis do Gerês As cascatas do Parque Nacional da Peneda-Gerês podem visitar-se todo o ano, mas em dias de calor conseguem ser magníficas. Com mais ou menos adrenalina (a escolha é sempre tua!), quando partires nesta aventura pelas cascatas não te esqueças de o fazer em segurança! Cascata Tahiti (Fecha de Barjas) 3 km da aldeia da Ermida, é acessível apenas por caminhos pedestres, um tanto sinuosos, o que aumenta a dificuldade no acesso ao local. Como não existem proteções, recomenda-se cautela. Mas quando lá chegares, serás surpreendido pela sua beleza e pela serenidade das águas que beijam as rochas. Não podes perder o mergulho. São cascatas naturais, de águas cristalinas e relativamente quentes, quando comparadas com outras cascatas. (Coordenadas: 41º 42’13.94 N – 8º 06’36.71 W) Sete Lagoas As 7 Lagoas é mais umas das pérolas do Gerês. Dizem que as mais bonitas estão sempre bem guardadas. É o caso! O caminho para lá chegar é difícil e exige uma longa caminhada a pé, de pelo menos 6 km (para cada lado). Mas vale o esforço. Vais encontrar um conjunto de 7 lagoas formadas por rochas, ligadas entre si por pequenas quedas de água, que animam miúdos e graúdos em escorregas e outras aventuras. Uma harmonia de cores, onde o verde da água e o castanho das rochas se combinam em rara beleza. (Coordenadas: 41°45’28.72″N – 8° 1’30.27″W) Cascata do Arado, mais uma das cascatas imperdíveis do Gerês Esta cascata está localizada no Rio Arado, perto da aldeia da Ermida e do Miradouro Pedra Bela, e é uma das maiores e mais famosas do Parque do Gerês. Além da sua beleza, que é indiscutível, oferece bons acessos para viaturas, o que a torna numa das mais visitadas. Esta cascata é formada por uma sucessão de quedas de água por entre as rochas, que se encontram numa piscina natural, de água verde, irresistível ao mergulho (para os menos friorentos). (Coordenadas: 41°43’28.5″N 8°07’47.0″W) Poço Azul (Coordenadas 41°44’0″N 8°6’24″W) Cascata da Laja Trilho da Preguiça) de cerca de 5 km. O que marca a diferença nesta cascata? O percurso magnífico até lá chegares e as pontes de madeira que adornam o local e o tornam apaixonante. (Coordenadas: 41°45’15.52” N 8°9°1.31” O) Cascata de Pincães Localizada em Pincães, esta cascata, que irrompe apressadamente da rocha, cria uma das piscinas naturais mais bonitas da região. Não é acessível de carro e pede uma caminhada de cerca de 15 minutos. Mas quem se importa? Quando o cenário é idílico e promete um dia à medidas dos teus sonhos? (Coordenadas: N41.70689 W8.05094) Cascata Cela Cavalos A Cascata Cela Cavalos é uma das cascatas menos movimentadas e menos conhecidas mas não deixa de ser considerada uma das cascatas imperdíveis . Mais um daqueles miminhos a que o Gerês nos tem habituado. Deixando o carro na Capela de Santa Luzia, em Cela, o seu acesso não é difícil, basta descer um estradão com cerca de 1,5 km. O melhor é que parte desse caminho é feito com uma vista espetacular sobre o vale e o rio (Cávado), ao som da água que se ouve ao longe. Apesar das águas serem frias, a cascata é formidável. Os peixinhos vêm mordiscar as pernas e o descanso faz-se sobre as suas gigantescas rochas, que amparam as pequenas lagoas que a queda de água cria. (Coordenadas: 41°45’38.40 N – 7°59’12.39 W) As cascatas são, sem dúvida, a alma do Parque Nacional Peneda Gerês, mas há todo um “mundo” para descobrir. Entre aldeias perdidas, cavalos selvagens, barragens, espigueiros e muito mais, o Gerês merece uma visita com tempo para poderes desfrutar de tudo o que nele podes encontrar! E se estás de férias no norte de Portugal, não deixes de visitar outras cidades aqui perto: • O que ver em Braga, o segundo melhor Destino Europeu do Ano 2019 • 5 locais a não perder numa visita a Fafe Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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4 experiências a não perder nas Ilhas Cíes

4 experiências a não perder nas Ilhas Cíes

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Reza a lenda que Deus escolheu as ilhas Cíes para descansar, depois de ter criado o mundo. É a este paraíso que a IATI Seguros de Viagem te quer levar hoje. As Ilhas Cíes formam um arquipélago de três ilhas – Monteagudo, Faro e San Martino – que constituem o Parque Nacional das Ilhas Atlânticas da Galiza (Vigo, Espanha). Representando a natureza no seu esplendor, as ilhas são também um paraíso de praias de areia branca e fina e de água verde cristalina. Aliás, a praia de Rodas, que é a mais conhecida, foi classificada pelo jornal The Guardian, em 2007, como uma das mais belas praias do mundo. O que ver e fazer nas Ilhas Cíes A travessia é feita de barco – ferry boat – que parte de Vigo, Baiona ou Cangas durante os meses de verão (de junho a setembro). Fora dessa época, as viagens são muito esporádicas. Existem três companhias a fazer a travessia (Mar de Ons, Piratas de Nabia, Cruceros Rías Baixas) e os bilhetes podem ser comprados online. Antes de reservares o bilhete de barco, precisas de pedir uma autorização de entrada (ver aqui) que é gratuita, mas obrigatória. Aliás, só vais conseguir comprar o bilhete de barco depois de receberes o código que te vão enviar. Se quiseres pernoitar, o pedido de autorização é tratado pelo próprio parque de campismo. Podes ir sozinho/a ou em grupo, com a família ou com amigos/as. O que importa é que vás. Afinal, algo que se chama “ilha dos deuses” só pode ser um paraíso! Por isso deixamos-te quatro experiências que consideramos imperdíveis para quem visita as Ilhas Cíes. Desfrutar das praias A Praia de Rodas é a que nos recebe logo à chegada. É impossível ficar-lhe indiferente. Com os seus 1300 metros de comprimento, forma uma lagoa calma de mar cristalino, abraçada por uma praia de areia branca e macia. Estende a toalha e aproveita o sol que está lá para ti. Mas as outras oito praias também merecem a tua visita. Destacamos a Praia de Figueiras, também conhecida como a “Praia Nudista”, a praia de Bolos ou a Praia de Nossa Señora. Esta última, a nossa preferida, é uma praia muito pequena, virada a sul, mas de uma beleza arrebatadora. Um local privilegiado para quem quer fazer snorkeling na ilha. No pico do verão, a temperatura que se faz sentir nas ilhas é de “escaldão” (não esquecer os protetores solares) contrabalançando com as águas gélidas do mar. Mas é muito difícil resistir à tentação de um mergulho! Aquele mar… ai aquele mar que mais parece uma piscina de azuis e verdes infinitos… ora azul turquesa, ora verde esmeralda. Fazer um dos percursos pedestres da ilha (ou todos) trekkings, descansos demorados e banhos de sol. Ao chegares à ilha tens quatro percursos/ trilhos oficiais. Todos estão devidamente marcados no local e as informações sobre os seus trajetos podem ser levantados no Ponto de Informação, logo à chegada. Os trilhos são circulares e permitem-te adentrar a natureza. Tens a Rota do Faro da Porta (5,2 km de baixa dificuldade), do Alto do Príncipe (3,5 km), do Monteagudo (5,6 km) e a caminhada até ao Farol de Cíes (Rota Monte Faro – 7,5 km e dificuldade média). Cada um, à sua maneira, permite-nos momentos de cortar a respiração. Se puderes, faz todos! Pernoitar na ilha e assistir ao pôr-do-sol sentado na praia https://www.instagram.com/p/BnHh3BgHq1M/?utm_source=ig_web_copy_link Atenção que o único alojamento disponível nas Ilhas é o parque de campismo que tem de ser reservado com antecedência. Podes levar tenda ou alugar uma (ver as condições e características das tendas aqui). O parque está bem equipado e tens boas instalações (balneários, supermercado, restaurantes e bar). O único “perigo” são mesmo as gaivotas. Elas são as donas das ilhas e, de forma irremediável, mostram aos visitantes que eles são apenas isso, visitantes. Fazer um piquenique As Ilhas oferecem-te vários locais para comer, a preços simpáticos. Mas se queres aproveitar bem as Ilhas, recomendamos que leves uma merenda na mochila. Não só fica mais barato, como nos dá mais liberdade para ir saltitando pela ilha e fazendo paragens ao sabor do vento e da fome. Entre parques de merendas, praias escondidas, sombras de árvores e rochas que parecem varandas viradas para o mar, vários são os locais onde podes fazer um agradável e relaxante piquenique. Não te esqueças que não há caixotes do lixo na ilha, por isso todo o lixo deve voltar contigo. Nesta aventura pelo “caribe” europeu, escolhe um seguro de viagem à tua medida. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Dicas e truques para fazer um Interrail barato pela Europa

Dicas e truques para fazer um Interrail barato pela Europa

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Fazer um interrail aos 18 anos, fazer um interrail nas férias de verão, fazer um interrail com amigos… Toda a gente já desejou um dia fazer um interrail pelo velho continente e desvendar algumas das principais capitais europeias. Neste artigo sugerimos vários truques e dicas que lhe permitirão fazer um interrail bem mais em conta. Decida que países que visitar, faça as malas, compre um seguro de viagem e vamos lá! Esqueça os comboios, opte pelos autocarros um interrail pressupõem a compra de um bilhete de comboio que lhe permite fazer uma série de viagens entre vários países num determinado prazo. Contudo, o preço de um bilhete de interrail não é propriamente barato e está sujeito a algumas limitações: só pode viajar dentro de um determinado número de países; embora o bilhete tenha a duração de 21 ou 30 dias, só pode fazer viagens de comboio em 11 desses dias, etc. Esta última é uma grande desvantagem principalmente quando se pretende apanhar comboios noturnos pois estará, inevitavelmente, a gastar 2 desses 11 dias de viagem, apenas numa ligação. Por outro lado, os autocarros internacionais têm ganho grande visibilidade nos últimos anos e a verdade é que oferecem preços bastante mais em conta. O melhor a fazer será descarregar a app da Flixbus e da GoEuro. A Flixbus é uma empresa de autocarros que opera em quase toda a Europa sendo que pode comprar os bilhetes diretamente a partir da app. A GoEuro é uma espécie de motor de busca dentro da Europa. Ou seja, depois de colocar o ponto de partida e o ponto de chegada, a app mostra-lhe todas os meios de transporte disponíveis para esse trecho, bem como os preços. Assim, poderá também comparar os preços entre diferentes companhias de autocarros e até entre os comboios. Não comece um interrail em Portugal geograficamente, não estamos bem localizados para começar um interrail. Estamos na ponta da Europa e para chegarmos ao centro do nosso continente temos de atravessar Espanha, França e Alemanha. Tudo isto requer tempo e dinheiro, dado que estes países não são propriamente os mais baratos da Europa. O melhor a fazer será comprar um bilhete de avião barato para uma cidade que esteja, geograficamente, no centro da Europa, a partir de onde poderá então mover-se com viagens mais curtas e menos dispendiosas. Hoje em dia, com os voos low-cost, facilmente encontra viagens entre 20 e 40€. Algumas das melhores cidades para começar um interrail serão Cracóvia, Milão ou mesmo Budapeste, já que há voos diretos para estas cidades desde Portugal. Opte por países baratos e relativamente próximos interrail pelos países nórdicos não fica pelo mesmo preço que fazer um interrail pelos países de leste. O mesmo se aplica à Alemanha, Suíça, França e a uma série de países que sabemos serem, à partida, bem mais caros. Ora, o melhor será encontrar uma zona do continente com países relativamente próximos e com um custo de vida mais em conta. Aqui vão algumas sugestões de grupos de países: Países da Europa Central: Polónia, República Checa, Áustria, Eslováquia, Hungria e Eslovénia Países dos Balcãs: Croácia, Bósnia-Herzegovina, Sérvia, Montenegro e Albânia Países de Leste: Bulgária, Roménia, Moldávia e Ucrânia Países Bálticos: Estónia, Letónia e Lituânia Saber alguns truques sobre a melhor forma de gerir o dinheiro durante a viagem também o ajudará a poder viajar durante mais tempo. Aposte nos free walking tours Hoje em dia e principalmente nas capitais europeias, começam a ganhar força os free walking tours. Tal como o nome indica são tours feitos a pé, pelo centro histórico da cidade, onde vamos aprendendo um pouco da história e das características principais daquele local. Estes tours são muitas vezes fornecidos por estudantes da universidade que procuram melhorar o seu inglês e fazer algum dinheiro, dado que é comum oferecer uma gorjeta no final. Pergunte na receção do seu hotel por estes tours e certamente lhe indicarão a hora e o local a partir de onde estes começam. Pague sempre na moeda local Embora grande parte dos países europeus tenham aderido à moeda única, há alguns outros que decidiram manter a sua própria divisa, como o caso da República Checa, Croácia, Hungria, etc. Porém, em quase todos eles há a opção de pagar em euros, mas, ainda assim, hesite. Opte sempre por trocar dinheiro e pagar na moeda local. O motivo é muito simples: se quiser pagar em euros o comerciante fará o câmbio da moeda local para euro à taxa que ele considerar justa, e apresentar-lhe-á o valor. E acredite, a taxa só será justa para ele e provavelmente acabará por pagar um pouco mais. Tenha também cuidado nos locais onde faz os câmbios e aprenda tudo sobre as taxas do câmbio de divisa antes de sair de Portugal. Use e abuse do Cartão Jovem Europeu Para quem tem entre 12 e 29 anos, esta dica é infalível e pode ajudá-lo a poupar muito dinheiro. O Cartão Jovem EYC é uma iniciativa da União Europeia e é utilizado em cerca de 38 países. Com ele poderá ter descontos em bilhetes de comboio, autocarros, entradas em museus, cinemas, livros e por aí fora. Mas a melhor parte é que este cartão, além de descontos, ainda lhe oferece um cartão jovem multibanco e um seguro de acidentes pessoais e de assistência em viagem. Opte por cozinhar nos hostels hostels ou apartamentos equipados com cozinha, onde poderá confecionar as suas próprias refeições, pelo menos ao jantar. Ao almoço poderá sempre tentar comprar alguma coisa leve no centro da cidade. Escolha alojamentos no centro da cidade Beber água da torneira ou fazer reabastecimento hostels começam agora a instalar sistemas de reabastecimento de água onde os seus hospedes podem, gratuitamente, encher as suas garrafas e assim prevenir o consumo excessivo de plásticos. A verdade é que, numa viagem, somos “obrigados” a comprar constantemente garrafas de água e isto não é bom nem para o ambiente nem para a sua carteira, principalmente no centro das grandes capitais europeias. Assim, sempre que possível, faça refill da sua garrafa de água. Caso não possa pode sempre optar por encher a garrafa com água da torneira. Afinal, na Europa, a água corrente é potável. Autora: Girl from nowhere

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Pela Rota das Amendoeiras em Flor

Pela Rota das Amendoeiras em Flor

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A IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, quer comemorar a chegada da primavera com um passeio pela rota das Amendoeiras em Flor. A proposta é um roteiro de um dia, que começa em Freixo de Espada à Cinta e passa por Barca d’Alva, Castelo Rodrigo, Vila Nova de Foz Côa, Torre de Moncorvo e Vila Flor. A promessa é que será um passeio que ficará para sempre na tua memória. Mas não te podes distrair, afinal esta paisagem só pode ser vista durante as primeiras semanas de março. Apesar de a CP – Comboios de Portugal organizar um programa especial dedicado às Amendoeiras em Flor, que é sempre uma opção disponível, o roteiro que te propomos aqui implica que vás de carro. Deslumbra-te com as paisagens, as cores, os cheiros. De Freixo de Espada à Cinta a Barca d’ Alva Freixo de Espada à Cinta é conhecida como a “vila mais manuelina de Portugal”, o que não é pouca coisa. O estilo Manuelino personifica um dos períodos arquitectónicos mais esplendorosos do país. Ao começares o teu passeio aqui, visita a vila. Passeia pelas suas ruas estreitas e silenciosas, visita a igreja matriz, surpreende-te com o freixo de espada à cinta, com idade superior a quinhentos anos (classificada em 2018 como “Árvore de Interesse Público”), e visita a Torre do Galo, uma torre heptagonal, que é exemplar único. Segue em direção a Barca d’Alva e prometemos-te 20 km de beleza ímpar. Montes e vales que parecem estar cobertos por uma manta de retalhos, de desenhos e texturas diferentes. Campos infindáveis de oliveiras e amendoeiras já em flor, que se perdem de vista, e onde as ovelhas se passeiam. A cada curva, uma paragem, dezenas de fotografias e minutos de contemplação. De Barca D’ Alva a Castelo Rodrigo Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo. Aliás, à medida que nos aproximamos da vila o nosso olhar começa a fixar-se nas ruínas que, lá do alto do monte, nos capta a atenção. É lá que fica uma das mais conhecidasAldeias Históricas de Portugal, a Aldeia de Castelo Rodrigo, que mantém a característica traça medieval, com um património histórico inestimável. Visita as muralhas do castelo (construído em 1209), as ruínas do palácio de Cristóvão de Moura (edificado em 1590), o Pelourinho quinhentista, a cisterna medieval e a igreja matriz (século XII/ XIII). Passeia pelas ruas e delicia-te com uma prova “livre” de amêndoas revestidas de uma tanta variedade de sabores, na loja e salão de Chá Sabores do Castelo. Chocolate, coco, sementes de sésamo, caril, especiarias, lavanda…mas o verdadeiro sabor está mesmo na amêndoa… que é deliciosa. As Amendoeiras em a Flor presenteiam-te à chegada e à saída. Já em direção a Torre de Moncorvo, pára em Foz Côa. Pode ser uma paragem mais demorada, caso queiras visitar o Parque Arqueológico do Vale do Côa, um museu ao ar livre com pinturas rupestres da época do Paleolítico. Mas não te esqueças que as visitas têm de ser agendadas e só decorrem em grupos acompanhados com guias do Museu do Côa ou com agentes autorizados. Ou pode ser uma paragem mais rápida, com uma visita a Castelo Melhor, povoação que tem um dos castelos mais antigos de Portugal, datado do século XII ou XIII. É considerada uma das ruínas medievais de carácter militar mais impressionantes e menos adulteradas. Foz Côa intitula-se a Capital das Amendoeiras, e tem uma das Festas da Amendoeira em Flor mais conceituadas da região. Vale a pena espreitar o programa e organizares a tua ida nessas datas. Torre de Moncorvo, um pequeno passeio a pé pelo centro histórico dá-te uma perspetiva do núcleo medieval que o compõe, do qual se destaca a Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e o chafariz Filipino, de 1636, que adorna a praça central. A embelezar a vila, as casas solarengas e as várias lojas de venda de produtos regionais e de confeção da amêndoa coberta. Não te esqueças de comprar e levar de recordação. Vila Flor e o fim da rota das amendoeiras em flor Vinte e cinco quilómetros separam Torre de Moncorvo de Vila Flor. E, mais uma vez, é o caminho que nos surpreende. Quando chegares a Vila Flor, és recebido pela Rainha Santa Isabel que, formosa, embeleza a praça principal da Vila, cercada das rosas que tanto a caracterizam. Vila Flor é uma janela virada para o vale da Vilariça, rico em história e tradição. “Que outra terra teve o privilégio de ser batizada por um Rei?” Vai um passeio? Não te esqueças que o essencial é viajar em segurança e, por isso, a IATI, deseja-te um bom passeio. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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10 atrações a não perder no Bernina Express

10 atrações a não perder no Bernina Express

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As viagens de comboio têm cada vez mais adeptos. De facto, nos últimos anos a procura por este tipo de viagem tem crescido e felizmente a oferta acompanhou esta tendência. Na IATI Seguros queremos dar-te a conhecer as melhores paisagens do mundo, por isso hoje vamos dizer-te tudo o que precisas de saber para atravessar os Alpes em grande estilo! Mas antes de embarcares nesta aventura certifica-te que tens o seguro que melhor se adapta à tua viagem e já sabes que o podes encontrar na IATI. E se és um viajante frequente porque não contratar o seguro de viagem IATI Mochileiro? TOP 10 atrações a não perder no Bernina Express O Bernina Express é um comboio panorâmico que faz a ligação entre Chur na Suíça e Tirano em Itália e é reconhecidamente uma das mais espetaculares viagens de comboio do mundo! Nesta experiência inesquecível vais subir e descer montanhas, atravessar vales, pontes e viadutos e observar cascatas, lagos e glaciares, além de obras primas de engenharia. Parece-te um bom programa? Prepara a tua câmara para registar as imagens e o teu espírito pois vais ficar de boca aberta. Viaduto de Solis Pouco depois do Bernina Express sair da estação de Chur, vais atravessar o Viaduto de Solis. Com uma altura de 89 metros e 42 metros de comprimento, é a ponte mais alta dos Caminhos de Ferro de Rhaetian e a mais comprida da Linha de Albula. Viaduto de Landwasser O Viaduto de Landwasser é local mais fotografado neste percurso. Tem 136 metros de comprimento e situa-se pouco antes de chegares à localidade de Filisur. Como o viaduto faz uma curva o melhor sítio para tirares fotografias espetaculares é posicionares-te no lado direito do comboio. Glaciar de Morteratsch O Glaciar de Morteratsch é o terceiro maior glaciar dos Alpes Ocidentais com uns impressionantes 4049 metros. Observar um glaciar pela primeira vez vai deixar-te de boca aberta. Imagina uma parede de gelo que parece empurrar as montanhas para o lado e avança sem pedir licença. Lago Bianco Junto ao Lago Bianco vais poder observar mais dois lagos, o Lej Pitschen e o Lej Nair. No entanto, não tenhas dúvidas que o mais espetacular é o Lago Bianco. O nome Bianco vem da tonalidade das águas e vais perceber que não podia ser mais adequado. Lago Poschiavo A linha do Bernina Express passa mesmo ao lado do Lago Poschiavo. Se estenderes o braço quase que consegues tocar na água! Estamos a brincar, é claro, mas a proximidade é verdadeira. Aproveita para olhar para trás e contemplar os Alpes que acabaste de transpor, vais ficar maravilhado. Viaduto de Brusio Se não conseguiste captar a forma encurvada do Viaduto de Landwasser aqui está uma segunda oportunidade e desta vez não tens desculpa. A linha desenha um círculo, portanto, quer viajes do lado direito ou do lado esquerdo do comboio consegues tirar a fotografia perfeita. Tirano Esta vila italiana está classificada como World Heritage Site e é onde termina o Bernina Express. A principal atração turística é a igreja do século XVI – Madonna di Tirano. Porém, nos meses de verão opera a partir de Tirano o Bernina Express Bus. Se achavas que terminava aqui a aventura, prepara-te pois a aventura continua. Bernina Express Bus Este autocarro faz a ligação entre Tirano e Lugano e é uma excelente forma de prolongares a viagem. Lembra-te que este transporte apenas está disponível nos meses de verão, portanto, sugerimos que confirmes dos horários no site oficial da Rhaetian Railway. Lago Como Achavas que numa viagem que atravessa os Alpes não ias ver palmeiras? Pois no Lago Como além da paisagem que contempla estas árvores exóticas podes ter a sorte de te cruzares com celebridades que escolheram este lugar para residência de férias. Dizem que Brad Pitt, George Clooney, Sting e Sir Richard Branson têm ou já tiveram residência junto ao Lago Como. Lago Lugano A última paragem do Bernina Express Bus é junto ao Lago Lugano. Esta região é uma popular estância de férias e por isso conta com muita gente. Para terminares em grande esta travessia monumental sugerimos que faças um cruzeiro do Lago Lugano e aproveites o dolce far niente. E depois desta aventura pelos Alpes no Bernina Express, porque não parar em Milão antes de voltar para casa e descobrir alguma das 10 experiências a não perder em Milão que te propormos? Autor: Passaporte no Bolso

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O que ver e visitar na aldeia histórica de Monsanto

O que ver e visitar na aldeia histórica de Monsanto

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A aldeia histórica de Monsanto é considerada “aldeia mais portuguesa de Portugal”, sendo também uma das mais encantadoras. As suas casas de pedra, muitas vezes encaixadas nas enormes rochas à volta da qual a aldeia foi construída, o seu imponente castelo localizado no topo de uma colina e as vistas absolutamente incríveis sobre a paisagem beirã, oferecem uma experiência inesquecível a todos os que a visitam. Desde a IATI. líderes em seguros de viagem internacionais queremos que aproveites ao máximo tudo o que Monsanto tem para oferecer, e é por isso que te deixamos abaixo as nossas sugestões do que ver e visitar nesta aldeia histórica. O que ver na aldeia de Monsanto Com vestígios de presença humana desde a época do Paleolítico, Monsanto foi doada por D. Afonso Henriques à Ordem dos Templários, após a sua conquista aos mouros em 1165. Localizada nas íngremes encostas de uma colina, a aldeia de Monsanto é um local fascinante, com um ambiente tranquilo e autêntico, onde te sentirás transportado para trás no tempo. Miradouro Praça dos Canhões Logo à entrada da aldeia histórica de Monsanto, do lado direito da estrada, encontras o miradouro da Praça dos Canhões que te oferece uma vista magnifica sobre as planícies que rodeiam Monsanto. A vista pode ser apreciada lado a lado com os canhões em tempos usados como proteção contra inimigos. Igreja Matriz Poucos metros acima encontras a Igreja Matriz de Monsanto. Diz-se que a sua origem remonta ao século XV, tendo sido restaurada no século XVIII. É um edifício imponente, perfeitamente conservado. Castelo de Monsanto O Castelo de Monsanto está localizado no ponto mais alto da colina, a 758 metros de altura. A subida é feita a pé, pelos caminhos de pedra que vão desde o centro da aldeia até às suas ruínas. Apesar da escassa informação concreta sobre a sua origem, diz-se que poderá ter sido construído por volta do ano de 1165, durante o reinado de D. Afonso Henriques. Hoje em dia é ainda possível ver as ruínas da Torre de Menagem, da capela de Nossa Senhora do Castelo, para além de uma vista absolutamente magnífica. As ruínas do castelo são ainda palco, todos os anos em Maio, da festa de Santa Cruz, de origem pagã. Gruta A caminho do castelo, escondida numa das ruas da aldeia, encontra-se uma gruta escavada numa grande rocha. No seu interior é ainda possível ver alguns vestígios da sua ocupação humana. É um espaço muito pequeno, mas que não deixa de ter interesse do ponto de vista histórico. Necrópole de São Miguel Junto às ruínas do Castelo e à Capela de São Miguel, encontras a necrópole de São Miguel. Aqui poderás ver sepulturas em pedra perfeitamente preservadas. Estas sepulturas (sem tampa) eram esculpidas nas rochas e tinham o formato do corpo ao qual eram destinadas. Capela de São Miguel Junto à entrada para o Castelo encontras esta capela românica da qual restam hoje em dia as paredes e um altar em pedra no seu interior. Não é permitida a entrada na capela, mas é possível espreitar pelas grades que tapam a entrada, vendo a totalidade da sua área. Penedo do Pé Calvo O Penedo do Pé Calvo é outro local perfeito para admirares a vista fabulosa que Monsanto te oferece. Está localizado na encosta do lado direito da colina, a meio do caminho do centro da aldeia para o Castelo. Autor: Joland

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À descoberta da Costa Antrim na Irlanda do Norte

À descoberta da Costa Antrim na Irlanda do Norte

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Nós, da Iati Seguros, somos perdidamente apaixonados por turismo de natureza! Tu também? Então contrata já o teu seguro de viagem online e vem connosco explorar as belezas naturais da Irlanda do Norte e prepara-te para ficar completamente encantado! À descoberta da Causeway Coastal Route Conhecida como Causeway Coastal Route, a rota cénica pelo condado de Antrim, na Irlanda do Norte, é uma das estradas mais lindas do mundo para conduzir, porque a paisagem é simplesmente de tirar o fôlego! Os principais pontos deste trajecto são a ponte pênsil Carrick-a-Rede Rope Bridge e a icónica Calçada dos Gigantes, mas o roteiro inclui outras paragens e vistas deslumbrantes para falésias, praias e castelos. Antes de começar o trajeto, aproveita para visitar o Museu do Titanic, conhecer o Muro da Paz e aprender sobre a história de Belfast e do país. Depois, siga para o Carrickfergus Castle, o primeiro castelo da rota. Com mais de 800 anos de história, o castelo foi usado até 1928 como base militar e, atualmente, é conservado como património histórico do país. Se estiver disposto a alguma aventura e adrenalina, não deixes de visitar The Gobbins, um caminho literalmente às margens dos precipícios, com túneis, cavernas, pontes suspensas, e uma vista indiscutivelmente linda! Por outro lado, se preferir um passeio mais tranquilo, adiciona o Carnfunnock Country Park ao teu roteiro! Trata-se de um labirinto gigantesco, com diversão garantida para toda a família! Depois, dirija pelas The Glens of Antrim, que são nove colinas que arrancar-te-ão suspiros! Aproveita também para apreciar os vilarejos típicos pelo caminho, fazer uma pausa para uma refeição num pub local e conhecer a praia de Cushendun, onde houveram gravações de Game of Thrones! Aliás, se fores um grande fã da série, não deixes de visitar também a estrada The Dark Hedges outra famosa paragem desta rota. Carrick-a-Rede Rope Bridge, uma ponte de cordas, que foi usada por pescadores durante muitas décadas e, atualmente, é um famoso ponto turístico, devido à beleza natural da região. Para atravessar a ponte, é necessário pagar uma taxa e está-se sujeito ao horário de abertura, por motivos de segurança, então não esqueças de consultar as informações atualizadas no site oficial. View this post on Instagram A post shared by Amanda • Viagem • Vida em Portugal (@amandasemfronteiras) A paragem seguinte é em outro local icónico da rota: a belíssima Giant’s Causeway, ou Calçada dos Gigantes. Segundo uma lenda local, um bravo gigante irlandês queria brigar com um gigante escocês e, para isso, construiu uma ponte da Irlanda do Norte até a Escócia. O escocês comprou a briga e veio para mostrar ao irlandês quem era o maior e mais forte. A esposa do gigante irlandês, quando viu que o oponente era muito maior que o seu marido, teve a brilhante ideia de vestir o irlandês com roupas de bebé, com o objetivo de enganar o rival. Quando o escocês viu o “bebé-gigante” irlandês, ele pensou “Se o bebé é grande assim, imagina o tamanho do pai!” e fugiu amedrontado, destruindo a ponte no seu retorno à Escócia. Lendas à parte, a geologia explica que as pedras, que mais parecem ter sido manualmente esculpidas e encaixadas ali pelo homem, na verdade, tiveram origem em uma erupção vulcânica, há mais de 50 milhões de anos. O que não resta dúvida é que este este belo património mundial, listado pela UNESCO em 1986, é uma verdadeira obra de arte da natureza! View this post on Instagram A post shared by Amanda • Viagem • Vida em Portugal (@amandasemfronteiras) Após este passeio, podes ainda visitar a Old Bushmills Distillery, famosa destilaria de uísque irlandês, fundada em 1608, e finalizar a rota com uma incrível vista para o Dunluce Castle, castelo pendurado em um precipício, à beira do Atlântico. Ficaste apaixonado pelas belezas da Irlanda do Norte também? Planeia já a tua viagem a esta belíssima região, e não esqueças de contratar um seguro de viagem IATI, para viajar tranquilo! Autoria: Amanda Sem Fronteiras

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