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O Triangulo Cultural do Sri Lanka

O Triangulo Cultural do Sri Lanka

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A norte de Kandy, as emaranhadas colinas verdes das terras altas centrais caem nas planícies da zona seca, uma região quente e sem vegetação coberta de mato espinhoso, pontuada por afloramentos rochosos isolados que se elevam dramaticamente sobre as planícies. Contrata um seguro de viagens que não te deixe pendurado no Sri Lanka, faz a mochila e parte para este país maravilhoso. Neste artigo voamos até ao país em que a bandeira ostenta um leão amarelo de espada na pata, e contamos-te o que não podes deixar de visitar no Triângulo Cultural. O Triangulo Cultural do Sri Lanka Apesar do ambiente natural pouco promissor, estas planícies do norte, tradicionalmente conhecidas como Rajarata, ou “Terra do Rei” (embora agora mais popularmente conhecidas como o Triângulo Cultural), foram as zonas onde nasceram as civilizações cingalesas primitivas, centradas nas grandes cidades de Anuradhapura e Polonnaruwa, cujos monumentos grandiosos ainda servem como lembretes poderosos da era de ouro da civilização cingalesa. O Triângulo Cultural é assim chamado porque inclui três lugares que formam um triângulo. Anuradhapura ao norte, Polonaruwa ao leste e Kandy ao sudoeste. Dentro do triângulo, existem outros locais de interesse como Dambulla. Dois são apenas ruínas, mas todos têm um grande valor histórico e cultural, por isso há muito para ver e fazer. Uma semana não será demasiado tempo, para visitar os principais pontos de interesse. Anuradhapura No coração espiritual do Triângulo está a grande cidade arruinada de Anuradhapura, capital da ilha do século III aC a 993 dC e uma das grandes metrópoles da Ásia medieval, pontilhada de vastos mosteiros, palácios elaborados, enormes tanques e um trio de monumentos monumentais. As Stupas eram ultrapassadas em tamanho, no mundo antigo, apenas pelas pirâmides egípcias. Polonnaruwa Os restos de Polonnaruwa, a segunda capital da ilha, são mais compactos, mas igualmente absorventes. Polonnaruwa é incrível, não há outra palavra para descrever. É Património Mundial da UNESCO, por isso tem sido bem preservado ao longo dos últimos anos. Há mil anos, esta cidade era a capital do Sri Lanka, mas as vastas ruínas estavam abandonadas, sendo lentamente tomadas pela selva invasora. É impressionante o trabalho de escavação que trouxe de volta à luz o complexo de templos. Não deixem de visitar o Museu para observarem as fotografias do “antes e depois”. O que torna Polonnaruwa tão especial? Não é um destino turístico amplamente visitado, por isso não está muito lotado. Isso significa que serás capaz de explorar áreas completamente silenciosas, longe do resto das multidões, com espaço para sentires o peso da história deste local. Lindas esculturas, desenhos e até estátuas gigantes de buda envolvem-nos e transportam até tempos antigos. A melhor forma de te deslocares é de bicicleta, pois a cidade ainda é grande. Não deixes nada de importante no cesto da bicicleta, especialmente comida ou bebida, pois os macacos, que existem às centenas, estão sempre atentos. Cidadela de Sigiriya É a mais extraordinária vista do Sri Lanka e também, o local mais visitado. Trata-se de uma imponente rocha de 200 metros de altura, coberta com as ruínas de um antigo palácio, e decorada com frescos reconhecidos como património da UNESCO desde 1982. A rocha foi escolhida em 477 aC pelo rei Kasyapa como o local de seu novo palácio e capital do Sri Lanka, movendo assim o centro do império de Anuradhapura para Sigiriya. Quando ele morreu, apenas duas décadas depois, a capital foi transferida de volta para Anuradhapura e os monges budistas retornaram ao mosteiro que estava lá já oito séculos antes da construção do palácio. O mosteiro foi ocupado até o século XIV. Apesar das multidões que sobem e descem em Sigiriya, com filas serpenteantes transbordando pelas várias escadas, a maioria das estruturas inferiores e até mesmo algumas de nível superior são profundamente pacíficas, e é fácil encontrar um local tranquilo mesmo num local que recebe milhares de visitantes por ano. Cavernas de Dambulla Além dos antigos templos de Anuradhapura e Polonnaruwa, o Triângulo Cultural é o lar do famoso Templo da Caverna de Dambulla e de alguns outros templos e cavernas menores. O Templo da Caverna de Dambulla abriga uma gigantesca estátua de Buda em repouso, cercada por estátuas menores e pinturas murais retratando a vida de Gautama Buddha. O complexo é composto de cinco templos e um Buda dourado gigante. Uma caixa mágica de tesouros de escultura e pintura budista e o centro religioso de Mihintale, o lugar da introdução do budismo na ilha. O templo da caverna de Dambulla é um local muito interessante no triângulo cultural do Sri Lanka, porque o templo é construído num labirinto de cavernas dentro de uma grande rocha. E tem mais de 2000 anos! Uma vez nas cavernas, as coisas são muito mais solenes. As estátuas e pinturas de Buda são altamente respeitadas, e as frescas e escuras cavernas ainda são hoje um mosteiro ativo e lugar de adoração. Devido a isso, assim como a maioria dos outros lugares no Sri Lanka, os joelhos e ombros cobertos são necessários. Kandy A ponta mais meridional do triângulo é a cidade de Kandy. É em Kandy que a relíquia do dente sagrado é guardada no Templo do Dente, um grande complexo de templos cheio de esculturas e pinturas representando o Buda Gautama. O Templo do Dente e a cidade de Kandy são os principais atores de um dos mais magníficos festivais do Sri Lanka, o Poya Perahera. Agora que já sabes mais sobre o Trinângulo Cultural do Sri Lanka e os locais a não perder, aproveita para saber mais sobre os 10 pratos típicos do Sri Lanka e outros 5 locais que deverias incluir no teu roteiro pelo Sri Lanka. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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Cosmopolita Singapura – Locais a visitar

Cosmopolita Singapura – Locais a visitar

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Singapura é uma cidade-estado cosmopolita que se tornou independente de Inglaterra em 1965, e hoje é um dos principais centros económicos do Mundo. Se estás a visitar Singapura de mochila, ou com um orçamento mais humilde, fica a saber que não é tão grande como outros países asiáticos, e que podes visitar vários lugares interessantes. Hoje deixamos-te um resumo sobre algumas das coisas que poderás encontrar por lá e que não deves deixar de visitar. Por isso faz a mala, compra o teu seguro de viagens online, apanha um avião e desbrava Singapura! Singapura, uma das cidades mais cosmopolitas da Ásia A primeira coisa que deves saber é: Singapura é mais cara comparativamente com o padrão do Sudeste Asiático, mais ou menos tudo custa o dobro. O alojamento pode chegar a 5 vezes mais. A maioria das pessoas vai a Singapura por dois ou três dias, de passagem para uma Ásia mais longínqua e aproveitam para conhecer esta divertida cidade, que começa agora a brilhar pela gastronomia e atividades que mantém ocupados os visitantes e os locais. Singapura é uma das nossas cidades favoritas no mundo. Tem tanto de cultura oriental como herança europeia, fruto dos muitos emigrantes que lá trabalham. Singapura merece mais dias do que aqueles que os visitantes lhe costumam oferecer. Faz calor lá. O ano todo. Relembramos uma conversa com uma habitante num restaurante, em que ela lamentava o facto de nunca poder usar as camisolas de inverno que vê nas revistas, e que gostava de visitar a Europa para experimentar uma cultura diferente, com um casaco e luvas vestidas! 7 atrações a não perder em Singapura Admirar o Templo Thian Hock Keng Arquitetura impressionante faz de Thian Hock Keng um dos edifícios mais fotogénicos que vais apreciar em Singapura. O templo foi construído em 1840 e feito a partir dos melhores materiais disponíveis na época, e é o mais antigo templo chinês em Singapura. É dedicado a Mazu, a Deusa do Mar, e os imigrantes chineses vieram aqui para pedir uma passagem segura antes de partirem para cruzar o Mar da China Meridional. O templo foi assinalado como monumento nacional em 1973 e está aberto diariamente das 7h30 às 17h30. A entrada é gratuita. Jantar no Boat Quay O Boat Quay é um local muito movimentado, e é também, o local ideal para refeições e entretenimento. Os bares e restaurantes com esplanadas ao ar livre também tornam o Boat Quay ideal para relaxar após um longo dia de passeios. Desde bife japonês de qualidade preparado em fogo de carvalho branco, ou cozinha indiana do norte, ou caranguejo do Alaska, aqui a gastronomia é a atriz principal. Em redor deste porto vais encontrar arranha-céus e uma série de estátuas singulares, em que toda a gente fica parada a fotografar. Vaguear pela Chinatown Chinatown engloba 2km quadrados de vida tradicional chinesa, alojada ao lado do moderno Central Business District. Este continua a ser o lugar para se ter uma noção real da cultura chinesa em Singapura. As ruas estão repletas de templos, lojas de artesanato, barraquinhas e restaurantes e são um ótimo lugar para comprar uma pechincha. Procura a Chinatown Food Street para encontrares os pratos mais típicos, como os noodles fritos, as pernas de sapo ou carnes grelhadas no espeto. Viajar da China até à India Nenhuma viagem a Singapura está completa sem uma visita a Little India. E neste caso é o bairro vizinho. Aqui vais encontrar mais comida incrível, barata e deliciosa, legumes frescos e lembranças interessantes. Se não sabes o que comer, começa por um Roti (panquecas) e um tarik (chá forte). Vais comer com as mãos, como todos por lá. Visita o templo hindu Sri Mariammam, este templo extremamente colorido e ornamentado foi construído no que é conhecido como o estilo Dravidian e é dedicado à deusa Mariamman, conhecida por curar doenças e enfermidades. Durante os tempos coloniais, foi um centro de atividades comunitárias e até mesmo o registro de casamentos para os hindus. Está aberto diariamente das 07: 00h às 12: 00h e das 18: 00h às 21: 00h. Ver as árvores gigantes em Gardens By the Bay Localizado ao longo da Marina Bay, este projeto de paisagismo urbano é uma série de monumentos que imitam árvores gigantes. Têm entre 25 metros e 50 metros de altura, e estão completamente forradas de 200 espécies de plantas tropicais que formam uma pele colorida e natural. O passeio entre as árvores é gratuito, mas se quiseres subir a uma ponte, ao Skyway, e observar as árvores de um ponto mais alto, terás de pagar. Merlion O Merlion é o símbolo de Singapura e tem a cabeça de um leão e o corpo de um peixe. Sabes que estás no centro de Singapura quando encontras o original, em Merlion Park. Também percebes logo pelo número de pessoas que tentam tirar fotografias à volta da estátua. Este não é o maior, o maior está na ilha de Sentosa e tem 37 metros. Ilha de Sentosa Esta pequena ilha artificial é popular entre os habitantes locais e os turistas. Podes visitar a Tiger Sky Tower, a torre de observação mais alta da Ásia ou a Universal Studios, que também ficam na ilha. Há uma série de bares, restaurantes e praias aqui também. Podes passear no Bora Bora Beach Bar, e sentir a Polinésia Francesa ou experimentar a experiência de jantar no teleférico (embora não seja barato). Se vais para a Ásia não esqueças de partir à aventura com o melhor seguro, à tua medida, o IATI Standard. Este seguro é ideal como seguro para viagens pela Europa por períodos maiores que 30 dias ou para países do Sudeste Asiático. Tem uma cobertura de despesas médicas de 1.000.000€, para além das nossas coberturas essenciais, como repatriações, roubos, danos de bagagem, adiantamento de dinheiro, atrasos e perdas de serviços, etc. Autores: Onde andam os Duarte?

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Bali, a ilha dos deuses ou das multidões?

Bali, a ilha dos deuses ou das multidões?

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Bali tem sido, nos últimos anos, um destino muito discutido e procurado nas redes sociais e das ilhas mais visitadas do Sudeste asiático. Pelas paisagens naturais, a simpatia do povo, os sabores deliciosos, as temperaturas e a cultura fascinante. Motivos não faltam e o facto de ser um local com um baixo custo de vida (para estrangeiros) faz com que muitos nómadas digitais escolham esta ilha indonésia como casa por longos períodos de tempo. Se estás a pensar viajar para a Ásia (ou para outro destino mesmo), o nosso primeiro conselho é fazer um seguro de viagem adequado. Bali, ilha dos deuses ou das multidões? A questão que cada vez mais se debate é: ainda vale a pena visitar este paraíso hindu? A resposta pode ser um pau de dois bicos e é mais cinzenta que branca ou preta. Por isso, na IATI ajudamos-te a entender melhor as duas perspectivas e damos-te a conhecer os dois lados deste destino de forma a que possas tomar a decisão acertada para ti. Turismo de massas Tal como muitos dos destinos de praia espalhados pelo mundo, Bali sofre da concentração de turismo em massa principalmente nas zonas perto da costa e, neste caso, do aeroporto. É verdade que a confusão e o aglomerado de visitantes, hotéis e restaurantes é bastante elevado junto das praias. No caso de Bali, esta situação é visível principalmente nas zonas costeiras perto do aeroporto, devido ao seu fácil acesso. Surf, comida e bom tempo, como não adorar, verdade? Contudo existe muito mais em Bali para explorar e quanto mais afastados destes pontos mais contacto com a cultura local e a verdadeira essência da ilha dos deuses. Onde ir para evitar as multidões? Uluwato tem das mais bonitas praias da ilha e é o spot perfeito para quem quer experimentar aulas de surf sem ter um mar de gente. Para chegar a esta parte da ilha, podem alugar uma moto ou utilizar a app Grab (normalmente recomendamos os transportes públicos mas a oferta em Bali neste campo é quase nula). O norte de Bali é uma ótima opção para quem não gosta de multidões, adora andar perdido na natureza e quer conhecer o lado menos turístico de Bali: desde florestas gigantes, a infinitas cascatas passando por lagoas gémeas e plantações de arroz. A distância dos centros turísticos faz com que possas aproveitar a gastronomia ao preço local e que vejas como é, realmente, o dia-a-dia das aldeias. Ainda que seja bastante visitado e tenha algumas lojas comerciais, Ubud mantêm a sua essência, é conhecido por ser o coração da arte e cultura de Bali e a sua visita é altamente recomendada. Os edifícios típicos trabalhados são tão majestosos que facilmente se confunde um restaurante ou uma casa de família por um tempo. A vida é ligeiramente mais agitada que nas aldeias do interior da ilha, no entanto a tradição e cultura balinesa estão presentes e fortemente preservadas. Em suma, tal como em tantos outros destinos turísticos e falados, o facto de um destino ser bastante popular não significa automaticamente que o devemos excluir da nossa lista. Se realmente queremos visitar um sítio existem várias formas de contornar o turismo em massa: • Visitar durante a época baixa (das mais eficientes) • Ficar em guesthouses e homestays geridas por famílias locais em detrimento de grandes cadeias de hotéis • Comer em restaurantes locais • Evitar as horas de maior afluência em locais turísticos Estes são apenas algumas das formas alternativas para escapar ao turismo em massa e viajar de forma mais sustentável, se o tema da sustentabilidade te interessa, devias espreitar o que escrevemos aqui. Temos também um roteiro de 7 dias por Bali aqui no blog, para te ajudar a organizar a próxima viagem Autora: Janete, Flearound

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7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta

7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta

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Portugal é um país que não para de surpreender e por isso a IATI dá-voste a conhecer uma vila que pertence a um dos distritos mais remotos deste país. Freixo de Espada à cinta, uma vila Portuguesa do distrito de Bragança, com influência espanhola e vários recantos para conhecer. Escolhe já o teu seguro de viagens online, faz as malas e parte para mais uma aventura com a IATI. O que ver em Freixo de Espada à Cinta O Freixo com a espada à cinta É no centro da vila que encontramos o famoso Freixo (árvore pertencente à família das oliveiras) com uma espada à sua cinta. E qual a origem desta? Conta a lenda que um cristão sozinho perseguido pelos mouros estava tão assustado e sem proteção que viu a sua solução em se esconder atrás do grande Freixo que encontrara, colocou a sua espada pendurada na árvore e camuflou-se entre os ramos da árvore. Quando os Mouros se aperceberam que a imponente árvore tinha uma espada à sua cinta fugiram assustados poupando a vida do Cristão. Outras das lendas que corre fala de um nobre chamado Espadacinta que depois de uma dolorosa batalha com os Mouros pendurou a sua batalha no Freixo e encostou-se a descansar. Mais tarde a população começou a afirma “o Freixo do Espadacinta” que mais tarde evoluiu para Freixo de Espada à Cinta. Pois bem, são várias as lendas que tentam justificar o nome desta vila, mas o mais importante é que é em Freixo que podemos encontrar alguns dos locais mais bonitos de Portugal. Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta A igreja matriz localiza-se no centro da vila, perdura à mais de 500 anos. Com um estilo manuelino dentro de si tem pinturas que perduram até à data. É considerada património nacional e tem uma das arquiteturas mais bonitas de Portugal. Já foi apelidado de “Mini Mosteiro de Jerónimos” Castelo de Freixo de Espada à Cinta O castelo de Freixo de Espada à Cinta encontra-se no centro da vila e é considerada uma das fortalezas mais antigas de Portugal. Neste momento só perduram algumas das muralhas que merecem uma visita para reviver o tempo em que os Reis prevaleceram no país. Gravuras rupestres do Mazouco É na freguesia do Mazouco que se pode encontrar mosaicos de arte rupestre gravados em xisto. São considerados imóvel de interesse publico desde 1983 destacando-se o mosaico do cavalo. Agora, depois de 2000 anos de existência é a primeira estação de arte rupestre ao ar livre em Portugal Calçada de Alpajares ou Calçada dos Mouros A Calçada de Alpajares também conhecida como a calçada dos mouros é um caminho construído desde o tempo dos Romanos. É um caminho linear que se inicia na Foz da Ribeira do Mosteiro. É um caminho marcado por uma escadaria curvilínea. Aqui é possível apreciar a vista para o Rio Douro assim como os pombais da região, um moinho recuperado, várias pinturas rupestres e no fim do inverno vão poder apreciar o florescer das amendoeiras de cor rosa. Penedo Durão O Penedo Durão encontra-se no Parque Natural Do Douro Internacional e é um miradouro que ergue no cimo de uma rocha escarpada com vista para o rio Douro, para a barragem da Saucelle e para o vasto monte verde que rodeia este lugar mágico. Este miradouro tem disponível um parque de merendas e é também um dos sítios prediletos para a observação de várias aves como o grifo o falcão peregrino e as andorinhas das rochas. A melhor época para observar as aves é na altura da Primavera. Praia fluvial da Congida E o que há de melhor se não um praia fluvial introduzida na natureza? Esta praia na verdade não tem areia mas um vasto relvado onde podem estender a vossa toalha, banharem-se no rio Douro e olhar para o nosso pais vizinho. Aqui também têm oportunidade de entrar num barco e durante 2h navegar sobre o rio Douro. Autores: Tworistas

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7 razões pelas quais deverias visitar Laos

7 razões pelas quais deverias visitar Laos

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Laos é uma pérola natural pouco conhecida e, muita vezes, esquecida no Sudeste Asiático. Um país pouco explorado, com transportes públicos reduzidos, paisagens verdes extensas e bastante atividade rural. Se estás ponderar visitar ou não o tinhas pensado, mas querias visitar um sítio na Ásia mais tranquilo que o habitual, vamos ajudar-te a decidir! Prepara as malas, contrata o teu seguro de viagens online e parte para o Laos! 7 razões para visitar o Laos Natureza Se és adepto de andar perdido na natureza, de explorar novos trilhos e subir montanhas, se adoras a vida de campo e visitar aldeias do interior, Laos vai ser uma escolha acertada. Explorar de mota as aldeias e os campos é uma experiência única, vais encontrar animais a divagar pelas estradas (de terra batida na maioria das vezes), crianças a brincar pelos caminhos e ver de perto como realmente é a vida dos locais. A região norte, mais montanhosa e menos explorada, proporciona a todos que a visitam uma experiência única de imersão na natureza e na vida selvagem, pelo contrário, a região mais a sul, que rodeia o rio Mekong, é plana mas igualmente incrível e verde. Tranquilidade A realidade é que, devido ao seu interior inexplorado e à escassez nos transportes de longa distância (só em algumas zonas é que o comboio está disponível), percorrer alguns quilómetros pode demorar o dobro do tempo a que estamos acostumados. As viagens pelo Norte, por exemplo, são feitas em minivans e, dependendo onde queremos ir, facilmente passamos quase todo o dia numa carrinha. A vantagem é que as paisagens são incríveis, parecem ter sido tiradas dum filme e a viagem é partilhada com locais por isso é das melhores formas de conhecer a cultura de Laos. Por outro lado, para pessoas que estão a visitar o país apenas por um curto período de tempo ou não estão confortáveis em passar tanto tempo em viagem, pode ser complicado: mas é uma experiência que recomendamos sem dúvida alguma! Fronteiras Para quem está de viagem à Tailândia, Vietname ou Camboja, não está condicionado por limite de tempo e gostaria de experimentar um pouco da cultura de Laos, facilmente cruzam a fronteira e podem visitar uma região, aldeia ou cidade perto. Em algumas zonas, como na fronteira com a Tailândia, apenas um rio separa os dois países. Comida Influenciada pela cozinha dos vizinhos Vietname e Tailândia, a cozinha de Laos consegue facilmente ser um paraíso para quem não perde um bom prato. Uma mistura de doce e picante com verduras frescas e molhos de chorar por mais. A cerveja local, Beer Lao, não fica atrás e casa bem com qualquer prato. Pôr do sol Dos mais mágicos finais de dia que já vivemos, desde o Nong Khiaw viewpoint, até ao Golden Buddha em Pakse passando pelas margens do rio Mekong, há algo de muito especial nos pores do sol em Laos. Seja porque o sol se põe atrás do rio na cidade ou porque se esconde lentamente nas montanhas verdes que não têm fim, serão momentos que valem ouro e te vão fazer querer voltar. Nong Khiaw Na região norte do Laos fica uma das suas jóias mais bem guardadas, muito rural e ainda pouco explorada, uma aldeia rodeada de gigantes montanhas rochosas e atravessada por um rio. Acordar nas margens do rio numa das cabanas de madeira, rodeado de tanta beleza natural é das melhores experiências que se pode ter durante uma viagem a Laos. Não existem mil e uma atividades para fazer mas trilhos, cascatas e miradouros nas montanhas não faltam, kayak pode também ser uma das opções. No entanto, o que realmente fascina neste pedaço de paraíso natural, é caminhar pela aldeia e ver a vida acontecer, respira-se tranquilidade e natureza em cada canto. Só existe uma estação de autocarros e, para que entendas o quão tranquilo é o sítio, se não houver passageiros suficientes, simplesmente espera-se até que os lugares estejam mais completos. Cascatas Kuang Si A 30km da cidade considerada património histórico da humanidade pela UNESCO, Luang Prabang (que por si só é umas das razões pelas quais tens de visitar Laos), podes encontrar as cascatas Kuang Si. Três níveis de quedas de água azul turquesa (quando visitadas durante a época seca), rodeadas de uma floresta imensa são tudo o que precisas para passar um dia de mergulhos e merenda pelo parque. Se não tinhas a certeza, seguramente estás mais que convencido, toca a fazer planos, o Laos espera por ti! Autora: Janete Silva, Flearound

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10 factos a saber sobre o Vietname

10 factos a saber sobre o Vietname

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Se estás a pensar em viajar para o Vietname, não percas este artigo onde partilhamos algumas dicas e curiosidades sobre este maravilhoso país do sudeste asiático. Para começares os planos da tua viagem da melhor forma, não te esqueças do teu seguro, a IATI tem o seguro ideal para uma viagem pela Ásia. 10 factos importantes sobre o Vietname Bus noturno Vais descobrir que o autocarro nocturno é das melhores e mais baratas formas de te movimentares dentro do país. Com o teu bilhete tens direito a um lugar onde passar a noite (deitado, com pernas esticadas e almofada) no autocarro. Os preços variam dependendo da empresa e da distância mas pagas entre 7 a 10€ aproximadamente por uma viagem que dura toda a noite. Para além do dinheiro e tempo que poupas, esta é uma excelente oportunidade para conviver com locais que utilizam este meio de transporte com frequência, vais conhecer pessoas e histórias diferentes. Bay Tu Long Bay Halong Bay é uma das 7 maravilhas naturais do mundo e Patrimônio da Humanidade da Unesco, esta é uma das zonas mais visitadas do Vietname. Formada por cerca de 3000 ilhas verdes, facilmente se confundem com uma das cenas do filme “Avatar”. A sua fama arrasta multidões em massa o que pode boicotar a ideia de um cenário paradisíaco. Como alternativa a esta situação, e de forma a preservar o encanto de Halong Bay, recomendamos visitar Bay Tu Long Bay, localizada a norte da anterior, de igual magia e imponência mas sem as centenas de barcos a contrastar com a cor esmeralda das águas. Influências culturais Dada a colonização e permanência de diferentes povos e culturas ao longo da história, o Vietname é feito de uma sincronizada influência de culturas: chinesa, japonesa, francesa e americana. Desde edifícios a gastronomia, a influência é visível no dia-a-dia, nomeadamente na presença da Banh Mi nos mercados de rua, uma baguete de influência francesa que pode ser comprada em qualquer parte do Vietname. Maior gruta do mundo Son Doong, descoberta em 1991 chega a ter 200 metros de altura e 150 de largura em alguns pontos dos 9km de sistema de cavernas. Os valores para a visita rondam os 2400€ para 6 dias e os interessados devem ser submetidos a testes e provas físicas dada a dificuldade das caminhadas. Comida de rua Em todas as cidades, vilas e aldeias vai haver sempre um bicicleta ou moto com uma banca a vender comida: noodles, fritos ou baguetes a escolha é Mesas que são bancos com um tabuleiro, cozinhas com motor montadas em qualquer esquina, fácil e rápido. Considerado como um dos melhores países para experimentar comida de rua, o Vietname é o local ideal para provar novos e deliciosos sabores sem gastar fortunas. Pho Uma sopa típica com diferentes variações feita com carne (ou tofu), arroz e vários legumes. Podes comer uma rica sopa por menos de 1€ em quase todo o lado pelo Vietname, com opção vegetariana també Trânsito de motos Nada te vai preparar para a grande aventura que é atravessar a rua, principalmente em cidades como Ho Chi Minh e Hanói onde cuidado tem de ser redobrado. Milhares de motas em diferentes direções, famílias inteiras na mesma moto e alguns malabarismos com mercadorias pelo meio, o truque? Olhar para os dois lados com atenção e cruzar com confiança, muitas das vezes a simpatia dos locais faz-se evidenciar e agarram-te pela mão até ao outro lado. Produção de café Não só comida de rua, mas barraquinhas (ou mais especificamente uma mesa com bancos de plásticos) estão por todo lado para venda café ou chá. O café é servido com gelo e leite e as pessoas socializam na rua à volta das mesas. Introduzida pelos franceses, esta indústria é uma fonte de riqueza importante para a economia do país. Uma das formas típicas de tomar café no país, é o café com ovo. Aversão ao moreno Se, para outras culturas, o bronzeado é procurado e desejado, no Vietname o contrário acontece. Bronzeado é sinónimo de trabalho no campo, o que muitos evitam e a pele branca é o ideal de beleza. É frequente ver, principalmente entre as mulheres, casacos ou capas longas, luvas e chapéus mesmo com altas temperaturas. Maiores dunas de areia do Sudeste Asiático Mui Ne já foi uma pacata vila de pescadores, no entanto é, hoje, um local de bastantes turistas, tours e resorts. Este pequeno deserto é conhecido pelas extensas dunas brancas e vermelhas, sendo as primeiras as que mais impressionam. Autora: Janete, Flearound

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10 Experiências a não perder na Ilha do Sal, Cabo Verde

10 Experiências a não perder na Ilha do Sal, Cabo Verde

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Com curiosidade em saber o que não podes perder na Ilha do Sal em Cabo Verde? Vem daí! Quando ouvimos falar em Cabo Verde a primeira imagem que nos ocorre é a de praias com água quente e um areal a perder de vista. Mas há muito mais para não perder. Antes de mais nada, quer estejas a pensar passar os dias à beira mar, ou passear pela ilha, não te esqueças que é fundamental contratar o teu seguro de viagem. Contacte-nos e informa-te sobre qual o seguro mais adequado à tua viagem. 10 experiências que não perder na Ilha do Sal Há mais para ver e fazer na Ilha do Sal para além das praias e de ficar deitado na toalha a apanhar sol. Deixamos-te 10 experiências que podem tornar a tua estadia na ilha ainda mais interessante. Praia de Santa Maria A Ilha do Sal é também a ilha do vento. E se queres passar uns dias à beira mar, a praia de Santa Maria é a menos ventosa porque tem a cidade a fazer de barreira. O mar nesta praia também é de um azul turquesa mais intenso. A não perder mesmo. Povoação e Pontão de Santa Maria Fazer um Passeio na Vila de Santa Maria e uma visita ao Pontão, são duas experiências que não podes perder se queres ter uma visão do dia-a-dia dos habitantes locais. No Pontão juntam-se pescadores, turistas e muitas crianças. É daqui que partem barcos de pesca, e os barcos que fazem os passeios turísticos. Por volta das 10 horas da manhã podes ver pescadores a prepararem as redes de pesca e outros pescadores e mulheres a prepararem o peixe. Este é o cenário perfeito para umas fotos fantásticas. Aqui assiste-se ainda aos saltos das crianças para a água. Enquanto outras vendem búzios. Salinas de Pedra Lume (Boiar nas salinas) As salinas deram o nome à ilha devido ao papel importante que tiveram na extração do sal, e da importância deste último na economia da ilha. Hoje em dia é possível tomar banho nas salinas. Devido à elevada concentração de sal na água é impossível ir ao fundo, e difícil mesmo vai ser saír da água, pois voltar a colocar os pés no chão não vai ser tarefa fácil. A entrada é paga, e se quiseres tomar banho de água doce nos balneários depois do banho nas salinas tens de pagar um valor à parte, que não está incluído no preço do bilhete para entrar nas salinas. Ao entrar no mar tens de ter muito cuidado para evitar a água salgada nos olhos. No fim da visita vais ficar com o corpo cheio de sal! Ver os Tubarões na Baía da Parda E se te disséssemos que podes ter uma experiência com tubarões? Na Baía da Parda vais ter a oportunidade não só de ver, como de estar muito perto deles. Os tubarões-limão. Aqui convém alugares uns sapatos de borracha para entrares na Baía. O chão rochoso faz com que seja preciso andar com cuidado até ao ponto onde se conseguem ver os tubarões. Atenção que podes vir a estar dentro de água com os tubarões! É certo que vais ter a água pelos joelhos, e os maiores não nadam em águas tão baixas, mas os mais pequenos sim. A água na Baía da Parda é muito quente. Miragens em Terra Boa É em Terra Boa que fica o bairro mais pobre da ilha. Há uma associação, que se chama AACTB, Associação Apoio a Crianças em Terra Boa e é um projeto independente de assistência à infância na ilha cabo-verdiana de Sal. Se quiseres levar alguns bens como roupa de criança, fraldas ou comida não perecível, podes entregar na AACTB que acolhe crianças enquanto os pais vão trabalhar. Em Terra Boa a paisagem é árida e não existe vegetação, além disso a sensação é que estamos no deserto. E até temos direito a miragens. Buracona A Buracona é uma piscina natural, no meio das rochas. Estas rochas são de origem vulcânica e a força do mar permitiu a formação desta piscina natural. A entrada para a Buracona é paga, e tens de seguir um conjunto de regras, uma vez que é uma zona protegida. E por forma também a garantir a tua segurança. Olho azul O Olho Azul fica na zona das piscinas naturais e é uma gruta com água, onde o reflexo do sol na água parece um olho de um azul intenso. Por outras palavras, podemos considerar uma das experiências a não perder na Ilha do Sal em Cabo Verde! Vila de Palmeira Palmeira é uma vila piscatória e onde fica o principal porto da Ilha. É através do porto de Palmeira que entram a maioria dos produtos consumidos na ilha. Espargos Espargos é a capital da Ilha do Sal. E é onde se concentram a maioria dos serviços. O aeroporto internacional Amílcar Cabral fica a poucos minutos. Murdeira Por último, mas não menos importante temos a Murdeira. Em Murdeira temos a Reserva Natural de Baía da Murdeira, essencial para a proteção de algumas espécies de tartarugas marinhas. E parte do habitat natural de algumas aves marinhas únicas. Já tínhamos falado anteriormente sobre o inesquecível que podem ser umas férias na Ilha do Sal e este artigo ajuda a corroborar o que foi dito, não achas? 😉 Então, o que achas das nossas 10 experiências a não perder na Ilha do Sol? Conta-nos tudo. E, por fim, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem para viajares com toda a tranquilidade e segurança Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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O que visitar e fazer em São Tomé e Principe

O que visitar e fazer em São Tomé e Principe

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De praias paradisíacas de areias douradas e águas cristalinas, a luxuriantes mantos verdes de perder de vista e antigas roças perdidas no meio da floresta, São Tomé e Príncipe é um dos destinos mais fascinantes no continente africano. Faz o teu seguro de viagem online com a IATI e começa já a planear a tua próxima aventura por este arquipélago incrível, seguindo as dicas que te damos neste artigo sobre o que visitar São Tomé e Principe (e fazer). O que visitar 8 (e fazer) em São Tomé e Príncipe Estas são apenas algumas ideias que te damos, mas temos a certeza de que em São Tomé a diversão e o lazer não vão faltar nas tuas próximas férias! Passar alguns dias na Ilha do Príncipe – Visitar São Tomé e Principe Percorrer uma das estradas mais bonitas do mundo –Visitar São Tomé e Principe A estrada que segue em direção a Santa Catarina, no lado Oeste da Ilha de São Tomé, não deixa ninguém indiferente. Ladeada de um lado por uma vegetação luxuriante, banhada pontualmente por pequenas cascatas, e do outro por uma série de palmeiras que pendem arqueadas sobre o mar, é considerada uma das estradas mais bonitas do mundo. Visitar a Boca do Inferno –Visitar São Tomé e Principe Dar um mergulho na Lagoa Azul – Visitar São Tomé e Principe snorkelling. Comer uma santola no Restaurante Santola – Visitar São Tomé e Principe Localizado na povoação de Neves, no norte de São Tomé, o restaurante Santola é especialista em… Santola, claro. São absolutamente deliciosas, especialmente quando acompanhadas por uma cerveja Rosema bem fresquinha. Visitar as antigas Roças de Cacau e Café – Visitar São Tomé e Principe Visitar a Fábrica de Chocolates Corallo – Visitar São Tomé e Principe Visitar o Padrão dos Descobrimentos – Visitar São Tomé e Principe Em Monteforte, no norte da Ilha de São Tomé, o Padrão dos Descobrimentos marca o local onde os navegadores portugueses João de Santarém, Pêro Escobar e João de Paiva desembarcaram pela primeira vez em 1470 em São Tomé. Visitar o Forte de São Sebastião (Museu Nacional de São Tomé e Príncipe) – Visitar São Tomé e Principe Visitar o Ilhéu das Rolas e cruzar a linha do Equador – Visitar São Tomé e Principe O Ilhéu das Rolas, a cerca de 15 minutos de distância de barco do sul de São Tomé, é um pequeno paraíso feito de praias de areia branca e águas cristalinas, localizado mesmo por cima da linha do Equador. Poderás ficar lá alojado ou então optar por uma visita de 1 dia com partida das praias do sul de São Tomé. Visitar a Casa Museu Almada Negreiros – Visitar São Tomé e Principe A Casa Museu Almada Negreiros, localizada no centro da Ilha de São Tomé, na Roça Saudade, surgiu da ideia e iniciativa de um jovem Guia Turístico chamado Joaquim Cabangala Victor. As ruinas da casa onde nasceu Almada Negreiros em 1893 foram totalmente recuperadas sendo hoje um museu inteiramente dedicado ao artista de origem São-tomense, composto por objetos recuperados das ruinas, e outros gentilmente cedidos por visitantes de Portugal. No local existe ainda um restaurante com uma vista fantástica. Visitar o Mercado antigo de São Tomé – Visitar São Tomé e Principe Fazer mergulho e snorkelling – Visitar São Tomé e Principe São Tomé tem alguns locais incríveis para a exploração da vida subaquática como o Ilhéu das Rolas, o Ilhéu de Santana, Sete Pedras, Lagoa Azul, São Miguel, Kia e Diogo Vaz. O Diving Center São Tomé e Principe, localizado na marginal em São Tomé, perto do aeroporto, é um dos centros de mergulho através dos quais poderás descobrir a extraordinária vida marinha aquática da ilha. Autora: Maria João Proença, Joland Blog

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Visitando La Valetta, Malta

Visitando La Valetta, Malta

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Pouco passava das 7h, de uma manhã de final de Verão. Tomava o meu pequeno almoço, na minha casa, em Abrantes. Junto à janela da cozinha, como é hábito. Poderia dizer que iria ser um dia trabalho como tantos outros. Mesmo que esse dia de trabalho pressuponha uma viagem para um qualquer destino do mundo. Mas não era uma manhã normal. Estava a poucas horas de embarcar para primeira viagem depois do nascimento da Alice, que acabava de completar o primeiro mês de vida. A adrenalina da viagem estava lá, como sempre. Mas tudo o resto, o que estava a sentir, era novo. Existia uma espécie de poder magnético que me impedia de simplesmente só querer ir. E como eu adoro o meu trabalho. Dei voltas e mais voltas dentro de casa. Perguntei umas 20 vezes à Liliana se o que estava a fazer era certo. Eu e a Liliana, temos este poder de ser a consciência certa, um do outro, em momentos de aflição. Ela, em gestos e palavras, passou-me a mensagem de “vai em paz, nos ficamos bem”. Chegou as 10h00 e campainha tocou. Era o meu pai, como habitual, pronto para me ir levar a aeroporto. A despedida foi dolorosa. Parecia que ia partir para a guerra e que iria ficar 5 anos fora de casa. Mas eu sou assim, um eterno romântico. Em tudo. Depois de deixar a cara da Alice vermelha de tantos beijinhos, quase que me tiveram de arrastar dos braços dela. Estava como a música do grande Bonga, “Lágrima no canto do olho”. Beijinho na Liliana e era tempo de partir. Estava a caminho de Malta. Iria ficar por lá 5 dias. Nunca tinha ido a Malta. Muitas histórias ouvi e li sobre ela. Um conjunto de três ilhas (uma principal (Malta), uma mais pequena (Gozo) e uma não habitada (Comino)), “perdidas” no mar Mediterrâneo, algures entre a Líbia e Itália. Só pela localização, conseguem-se tirar algumas conclusões antecipadas. Influência de culturas distintas e uma localização apetecível em tempos de guerra. Tudo confirmado. A língua é um árabe com sotaque italiano e já passou por várias mãos ao longo da sua história. Sendo o domínio britânico, talvez o que mais laços deixou na ilha. Mas não acertei em todas as “conclusões antecipadas”. Ilha e Mediterrâneo, parecem sinónimos de praia. Na verdade é possível dar uns mergulhos e existem algumas praias, mas Malta é muito mais do que isso. Na parte do “é muito mais do que isso”, existe um nome que se destaca entre os demais. Valletta, a capital de Malta. Classificada como Património Mundial pela UNESCO e distinguida, em 2018, como Capital Europeia da Cultura. Bons indícios para uma viagem carregada de histórias. E assim começo a minha viagem por Malta. Bem-vindos a Valletta. Estava um dia de céu limpo e uma temperatura agradável. Entrava pelas ruas de Valletta, como quem entra num parque de diversões. Longas fachadas em pedra, edifícios ornamentados, igrejas por toda a parte e muita gente na rua. Turistas e locais. A primeira coisa que me chamou a atenção foi a dimensão cultural. Sente-se um ordenamento britânico, misturado com a “dolce vita” dos países latinos e um toque do exotismo oriental. Nada espampanante, mas deliciosamente alinhado. Sigo a minha viagem, sem pressa e sem nada completamente definido. Estava em modo absorção. Absorção de rotinas e hábitos malteses. Vestindo umas das minhas peles favoritas, ser invisível, mas ver tudo. Sim, num ápice “dispo” essa pele, e desato a falar com toda a gente, vestido uma espécie de disfarce maltês. Entre olhares e pequenas conversas, rapidamente deixei de me sentir um estranho. Estava a milhares de quilómetros de casa, num país que tem uma língua semítica, e sentia-me…bem. Quase que diria em casa, sem estranhar muito o que me envolvia. Estava viver uma espécie de déjà vú. Parecia que não estava a viver as minhas primeiras horas, de sempre, por ali. Parecia que já tinha vivido ali. Mas tal como a diversidade deste local, esta dimensão de sentimentos, não era estranha ao meu corpo e não me sentia assustado com o poder paranormal de poder ter vivido uma outra vida ali (ok, agora pareceu-me estranho). Sentia-me confortável. Continuei viagem num autêntico carrossel de ruas longas e estreitas, cappuccinos e humidade tropical. Viajava ao sabor do tempo, mas tinha três pontos na mira que não poderia perder. Os Upper Barrakka Gardens, as três cidades e duas obras Caravaggio na St. John´s Cathedral. Começo pelo Caravaggio. Sou um fã assumido deste artista errante, com traços de génio. Desde uma fase da minha vida em queria ser historiador (sim, quero sempre ser muitas coisas). Nessa altura percorri diversos museus e igrejas da velha Europa, quase sempre com a obras de Caravaggio como ponto de busca número um. Desde essa altura que sabia da existência destas obras em solo maltês. Com a agravante de uma estar assinada (coisa inédita) e de estas terem sido, muito provavelmente, as últimas obras deste génio. É claro que toda a minha imagética sobre Malta, colocou, quase sempre, Caravaggio na equação. Nas ruas, nos bares. Imaginava sempre o artista italiano a cambalear e resmungar por ali. Para quem não conhece esta figura controversa do séc. XVI, estava em Malta exilado, numa espécie de última oportunidade, depois de ter sido condenado à morte em Itália por assassínio. Acabou por fugir de Malta (o homem gostava de acção) e morrer a caminho de Roma, com 38 anos. Mas tirando as minhas habituais viagens pelos sonhos, foi com grande emoção presenciei as obras do mestre. Só por isto, a viagem já tinha valido a pena (é claro que assim que cheguei a Portugal, voltei a ler tudo sobre estas obras). A Catedral é lindíssima. Foi hipnotizado que saí daquele lugar. A uma curta distância da Catedral estavam os Upper Barrakka Gardens. O mote da visita continuava a ser o mesmo. Os jardins, no passado, funcionavam como espaço de lazer dos destintos cavaleiros instalados na ilha. Neste jardim, muito mais do que flores, o que mais se destaca é um brilhante terraço com vista para o porto e para as três cidades. Arrisco a dizer que é um dos terraços com a vista mais bonita onde já estive. É mais um viajar na história. E um criar novas histórias. Um lugar incrível. Com uma arquitectura muito ao estilo Guerra do Tronos (uma constante em Malta), é fácil vasculhar a memória deste lugar e imaginar histórias de amor e de guerra, que ao longo dos anos devem ter passado por aqui. Estava tão ligado à criação de histórias, que sentia-me sozinho e em silêncio, num lugar lindo, mas cheio de gente. Este jardim fica num dos topos da cidade, com vista para as três cidades, localizadas no lado oposto do porto. Era esse o próximo destino. Desci dos jardins para o nível do mar e apanhei um barco táxi cheio de estilo. Aqui senti Malta a cruzar-me com o charme italiano de Veneza. A viagem foi curta, mas muito bonita. O porto de Birgu é de filme. Edifícios plantados sobre o mar, barcos de todos os tamanhos e feitios, igrejas e fortes, e o ar da “dolce vita” mediterrânea. O barco “estacionou” num pequeno porto e caminhei para um restaurante de nome italiano. Almocei (pasta com marisco) com vista para tudo aquilo que descrevi e a sonhar com tudo aquilo que tinha vivido. Assim, devagar. Valletta, esse lugar estranhamente familiar, ficou nas memórias. A viagem por Malta vai continuar. Autor da crónica: Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora

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11 Locais a não perder numa visita a Helsínquia

11 Locais a não perder numa visita a Helsínquia

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Helsínquia, a capital da Finlândia, é uma cidade surpreendente e tranquila, de avenida largas, muito verde, com muita cultura, música e design (foi Capital Mundial do Design em 2012) e pessoas que, apesar de algo fechadas, mostram uma simpatia e abertura extraordinárias quando abordadas. Aqui na IATI, onde poderás conseguir o teu seguro de viagens online com a melhor cobertura, queremos que aproveites esta cidade ao máximo e é por isso que te damos neste artigo uma lista de 11 locais a não perder numa visita a Helsínquia. Prepara-te para seres surpreendido! 11 lugares a não perder em Helsínquia Praça do Senado e Catedral de Helsínquia A Praça do Senado é um dos locais mais visitados por turistas em Helsínquia. Esta ampla praça encontra-se rodeada de vários edifícios imponentes, como o edifício central da Universidade de Helsínquia, o Palácio do Conselho de Estado e a famosa Catedral de Helsínquia, o edifício branco de cúpulas verdes em grande destaque na zona norte da Praça. Temppeliaukio Kirkko (Stone Church) Concluída em 1969, a Temppeliaukio Kirkko é, sem dúvida, uma das mais originais igrejas do mundo. Foi construída inteiramente a partir de uma grande rocha de granito que se encontrava no local. A sua magnífica acústica faz com que seja frequentemente palco de concertos de música clássica. Market Square Este é o mercado de rua mais famoso de Helsínquia. As várias bancas que aqui começam a ser montadas, ainda antes das 06h da manhã, oferecem os mais variados produtos e comidas tradicionais finlandeses. Existem também vários cafés onde podes almoçar ou tomar o pequeno-almoço, dependendo da hora a que o visites. Fortaleza de Suomenlinna A Fortaleza de Suomenlinna está localizada na ilha com o mesmo nome, a cerca de 10 minutos de distância de ferry da costa de Helsínquia. Foi considerada Património Mundial da Humanidade pela UNESCO e construída durante a era Sueca, tendo a sua construção sido iniciada em 1748. Hoje a ilha oferece também vários cafés e vários edifícios onde habitam cerca de 800 pessoas. Pela sua beleza e tranquilidade, a ilha é bastante procurada tanto por turistas como por locais, especialmente nos meses de Verão, para piqueniques, passeios ou idas à praia. O transporte para a ilha é feito de ferry, que podes apanhar na zona do Market Square. Horário: aberta todo o ano Monumento a Sibelius Localizado no parque Sibelius, este famoso monumento foi construído em homenagem ao grande compositor finlandês Jean Sibellius, pela artista Eila Hiltunen, em 1967. A obra, com 8,5m de altura, pretende assemelhar-se aos tubos de um órgão e é acompanhada por um busto de grandes dimensões do compositor. Seurasaari (Museu ao Ar Livre) A ilha de Seurasaari, unida por uma ponte pedonal a Helsínquia, está localizada a poucos quilómetros do centro da cidade. É um local muito tranquilo, repleto de uma verdejante natureza e preenchido por edifícios tradicionais finlandeses que fazem parte de um Museu ao ar livre. Estes edifícios, oriundos de várias partes da Finlândia e construídos nos últimos quatro séculos, foram transportados para esta ilha de forma a poder mostrar aos seus visitantes a cultura e tradição finlandesas. Não é necessário pagar bilhete para visitar a ilha, apenas caso queiras visitar o interior dos edifícios que se encontram com a sua mobília original da altura em que foram construídos. Design District O design sempre teve uma grande importância na sociedade finlandesa, à semelhança dos restantes países nórdicos, algo que mereceu a Helsínquia a designação de Capital Mundial do Design em 2012. O Design District é uma zona da cidade que se encontra repleta de lojas de design, antiguidades, museus, galerias de arte e vários restaurantes que representam alguns dos melhores exemplos do que se faz nesta área no país. Recomenda-se também uma visita ao Museu do Design, aqui localizado. Cafe Regatta Localizado junto às águas do mar Báltico, o Cafe Regatta é um dos cafés mais encantadores de Helsínquia, especialmente em dias de sol quando é possível aproveitar a pitoresca esplanada com vista para o mar. Morada: Merikannontie 8, Töölö Helsínquia Cemitério de Hietaniemi Não é muito habitual ver cemitérios em listas de atrações turísticas mas este, tendo em conta a sua localização e beleza, destaca-se. Repleto de lápides decoradas com pormenores encantadores, tem como pano de fundo as águas do mar Báltico e como cenário um jardim muito bem cuidado. Para além da zona destinada a civis, existe também uma vasta área onde se encontram as campas de soldados falecidos em combate durante as várias guerras que envolveram a Finlândia. Morada: Hietaniemenkatu 20, 00100 Helsínquia Parque Esplanade Localizado no centro de Helsínquia, o Parque Esplanade é um dos locais mais procurados na cidade pela população local para momentos de descontração. Durante o verão é palco frequente de vários eventos de música e cultura, como por exemplo os concertos Jazz-Espa que têm lugar durante o mês de julho. Capela Kamppi (Capela do Silêncio) A Capela Kamppi (ou Capela do Silêncio) está localizada no centro de Helsínquia e foi construída com o objetivo de oferecer um refúgio de calma e tranquilidade a quem procura fugir da agitação da cidade. Foi distinguida com o prémio Internacional de Arquitetura em 2010, dois anos antes da sua conclusão. Autora: Maria João, Joland

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Roteiro pelas melhores praias de Koh Tao

Roteiro pelas melhores praias de Koh Tao

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Na costa ocidental do Golfo da Tailândia, a norte das ilhas Koh Samui e Koh Phangan, Koh Tao, que significa ilha da tartaruga, é extremamente conhecida por ser o paraíso dos mergulhadores devido à qualidade do mergulho, à diversidade da vida marinha e ao baixo custo desta atividade. Para além disto, esta ilha com apenas 13 quilómetros quadrados reserva muitas maravilhas naturais. Um paraíso tropical com águas cristalinas e quentes, praias deslumbrantes com paisagens de cortar a respiração, um ambiente acolhedor e alegre, Koh Tao é uma ilha incrível, perfeita para mochileiros independentes. Hoje, a IATI deixa-te um roteiro para que não percas nenhuma das praias mais deslumbrantes. Contrata o teu seguro de viagens, faz as malas e prepara-te para conhecer as melhores praias de Koh Tao. 6 praias a não perder em Koh Tao Koh Nang Yuan É a formação de três ilhas juntas por uma faixa extensa de areia. As águas cristalinas e mornas juntamente com a areia fina e branca hipnotizam com tamanha beleza. Para chegar até ela tem duas opções: pagar um passeio que pode ser comprado em qualquer uma das agências em Koh Tao e que, normalmente, incluem a visita a outras pequenas ilhas nas redondezas, almoço e snorkelling, ou então apanhar um taxi boat que faz a travessia até lá numa viagem de 10 minutos. Sairee Beach É a praia mais movimentada da ilha. Junto a esta estão localizados a maior parte dos hotéis, bares, restaurantes, lojas, escolas de mergulho. A água é morna, à semelhança do que irá verificar em todas as praias aqui mencionadas e a areia branca. Porém, se procura sossego esta poderá não ser a praia mais indicada, uma vez que é onde se encontra a animação e onde os barcos (long tail) atracam. Não pode deixar de assistir a um pôr do sol nesta praia, a junção do vermelho, laranja, cor-de-rosa, no céu, com o azul turquesa do mar proporcionam um visual que não irá esquecer tão cedo. Chalok Bay Assim como a Sairee Beach é mais um paraíso na terra ou melhor, na ilha de Koh Tao, mas com um ponto a favor: a tranquilidade. Aqui, pode desfrutar das águas mornas e translúcidas, da areia quente e fina num ambiente calmo e sem grandes movimentações. Se acha que já está maravilhado que chegue, espere até conhecer as próximas praias. Freedom Beach Está muito próxima em termos de distância à Chalok Bay. Esta é das praias mais cobiçadas e está no Top 5 das praias mais bonitas da Tailândia (para nós, claro). Uma pequena faixa de areia, reggae music como som ambiente, um clima tranquilo e uma paisagem inacreditável que mais parece ter saído de um filme de Hollywood, é o que pode esperar deste bocadinho de terra à beira mar. Esta praia é privada pelo que terá de passar uma portaria e pagar 50 baht para poder usufruir da praia, um valor que vale totalmente a pena para conseguir experienciar aquilo que, com dificuldade, tentámos descrever sobre esta praia pelo tão maravilhosa que é. Shark Bay Como o nome indica é uma praia em que, com alguma sorte, conseguirá avistar tubarões-baleia. Para além disso, é um lugar muito procurado para a prática de snorkelling devido às suas águas transparentes e vida marinha abundante. O acesso é feito por dentro de um Hotel mas a praia é pública pelo que não terá de pagar. Sai Daeng É mais uma das praias mais faladas de Koh Tao. Como já deu para perceber, todas as praias desta ilha têm três características comuns a todas elas: águas mornas e translúcidas, areia branca e fina e muito propícias para a prática de snorkelling e a Sai Daeng não difere das restantes. Se depois deste artigo ficaste com vontade de visitar Koh Tao mas ainda não tens a certeza se é um bom lugar para férias, aconselhamos-te a ler o nosso artigo sobre se é seguro viajar para a Tailândia. Autor: Yoan Guerreiro

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O que ver e fazer em Jericoacoara, destino brasileiro exclusivo

O que ver e fazer em Jericoacoara, destino brasileiro exclusivo

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Jericoacoara, conhecida pelos habitantes e visitantes simplesmente como “Jeri”, é um dos destinos mais exclusivos do Brasil. A 300 km de Fortaleza. Aqui as areias são brancas, a água é azul e a vida é simples. Na verdade, o local ainda mantém a identidade de uma vila de pescadores, onde os carros são proibidos e tem apenas três estradas principais. A IATI, lider na contratação de seguros de viagem online, mostra-te o que ver e fazer na tua próxima viagem para Jericoacoara, para que não percas pitada de tudo o que esta maravilhosa cidade tem para oferecer. Viajar para Jericoacoara A vila fica localizada entre um magnífico parque nacional e o mar, que atrai os viajantes com sua combinação perfeita de localização de difícil acesso (o acesso é feito por trilhos não pavimentadas nas dunas), paisagens costeiras deslumbrantes, atividades excitantes, boas pousadas, deliciosos restaurantes e divertida vida noturna. Durante o dia, as praias, dunas e lagoas são dignas de fotografias de postais turísticos. À noite, iluminada pelo luar, pelas luzes das lojinhas e restaurantes agradáveis, exala a atmosfera tropical. Embora não seja o tranquilo refúgio hippie de outrora, o fascínio de Jeri permanece inegável e é uma visita obrigatória em qualquer itinerário pelo Nordeste brasileiro. É muito seguro viajar pelo Brasil, no entanto, deves ir sempre preparado para qualquer eventualidade, e conseguir estar 100% relaxado. A IATI recomenda que faças o Seguro IATI Mochileiro, pois tem uma elevada cobertura médica, e as nossas coberturas clássicas com outras especiais, tais como a de desportos de aventura (Jericoacoara tem de sobra!), procura e salvamento ou equipamentos informáticos na bagagem. A praia de Jericoacoara situada numa vila de pescadores e isolada por enormes dunas de areia era desconhecida, até para os brasileiros, até ao dia que o jornal Washington Post (1994) publicou um artigo sobre praias exóticas e desconhecidas no mundo. E heis que Jeri consta da lista! O problema era, e é, lá chegar. Não é fácil. Jericoacoara não é para quem não gosta de longos percursos, jipes, pó e cabelos ao vento. Desde Fortaleza, são 8 horas de percurso por estrada e mais cerca de 2 horas por dunas irregulares, numa área conhecida pelo vento. Esta vila apenas começou a ter alojamento disponível quando em 2004 a Lonely Planet a elegeu como a melhor praia do mundo, e os investidores viraram a sua atenção para lá. Portanto, a vila que tinha visitantes aventureiros que dormiam nas camas de rede nas casas dos pescadores, passou a ter hotéis e albergues de luxo disponíveis que atraíram os viajantes mais abastados. O que visitar em Jericoacoara? Se estás em Jericoacoara não podes perder este roteiro com os lugares mais famosos: Árvore-da-preguiça O nome da árvore deve-se à dificuldade da árvore em crescer para cima, devido ao forte vento, parece que ela rasteja pelo chão. Os ramos estendem-se por cerca de 4 metros de distância da árvore. Praia do Preá Trata-se duma praia de fortes ventos, banhada pelo Oceano Atlântico. A Praia do Preá é cercada por muitas atrações naturais, como lagoas, coqueiros e manguezais. E é o local onde estão a maioria dos praticantes de kitesurf. Lagoa Azul A água é muito clara e a cor varia dependendo do clima e da época do ano. A lagoa também tem redes para relaxar e aproveitar a água da lagoa. Lagoa do Paraíso Vais encontrar águas cristalinas e areias brancas com redes convidativas. A entrada é feita por um clube de praia com boas infraestruras, restaurante e bares. Pedra Furada Um dos símbolos de Jeri é uma pedra muito alta e, como o nome sugere, com um buraco no meio. A maré baixa é a melhor época para chegar à pedra. Tanto a atração principal como todo o percurso oferecem a oportunidade de tirar belas fotos. Se vais viajar para Jericoacoara não te esqueças de várias coisas – Não há máquinas de multibanco, e nem todos os estabelecimentos têm pagamentos com cartão. – As ruas não são pavimentadas, são de areia fofa. Sapatos de salto alto ou fechados, não fazem sentido. – Não há iluminação pública. A luz provém apenas dos edifícios. – O único meio de transporte disponível são buggies ou camiões de caixa aberta, que fazem de táxi, levam e trazer mercadorias, etc. Ou de carroças puxadas por cavalos. – Há burros, cavalos e cães à solta. Embora pareçam vaguear sem destino, literalmente por todo o lado, têm donos. – Existe um centro de saúde e uma farmácia. Se precisas de medicamentos específicos, não te esqueças de os levar contigo. – Aproveita! Estás num dos destinos mais exclusivos do Mundo! Autores: Onde andam os Duarte?

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É seguro viajar para a Namíbia?

É seguro viajar para a Namíbia?

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Será seguro viajar para a Namíbia? Esta é uma questão por vezes colocada por quem está a pensar visitar este fascinante país de África. Longe de conflitos que afectam outros países do continente, a Namíbia é um destino de eleição para quem procura paisagens de sonho e vida selvagem. Quem não deseja visitar o Parque Nacional de Etosha, o Deserto do Namibe ou as incríveis dunas de Sossusvlei? Mas será a Namíbia segura para viajar? Na IATI Seguros de Viagens dizemos-te se é seguro, ou não, ir de férias para este país e também te damos conselhos para viajar em segurança. É seguro viajar para a Namíbia? A Namíbia é um dos países mais bonitos de África. As paisagens são excepcionais e a vida selvagem é fantástica. Muitas pessoas associam qualquer viagem para o continente africano como uma viagem rodeada de perigos. Mais de dois quintos de todos os crimes registados ocorrem na capital Windhoek, sendo que a maioria destes crimes são roubos ou assaltos. Se pretendes viajar para fora de Windhoek – o que irá certamente acontecer – é fundamental comprar o seguro de viagem para cobrir evacuação por ambulância ou via aérea e o necessário transporte para um hospital privado de uma zona urbana. Antes de viajares para a Namíbia é importante teres um bom seguro de viagem e manteres-te informado sobre a situação no país. Na maior parte das situações, a Namíbia é segura, mas é preciso ficares atento a algumas áreas da cidade de Windhoek. É importante ter sempre os documentos de identificação contigo. As autoridades aconselham a deixar o passaporte no cofre do hotel e a levar uma cópia – caso seja pedido pela polícia da Namíbia. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros? O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), na sua página de internet, realça que nos últimos tempos têm aumentado os crimes na capital da Namíbia – Windhoek. Alguns destes crimes têm sido dirigidos a turistas em algumas zonas da cidade – em particular em alguns bairros mais pobres. O MNE desaconselha por isso deslocações para estas zonas e também a escolher bem o local onde ficar alojado. Não obstante esta situação, a Namíbia é um país seguro. As autoridades portuguesas também alertam para outros problemas (comuns a outros destinos mundiais) como os falsos táxis ou a clonagem de cartões nas máquinas multibanco. Por isso é importante apenas chamar táxis oficiais e ter atenção ao levantar dinheiro nos ATM. No que à saúde diz respeito, é preciso ter cuidado com a higiene pessoal, lavar bem os legumes, evitar comer saladas e optar apenas por fruta que se possa descascar. Além disso, é também muito importante consumir apenas água engarrafada. Algumas pessoas sofrem de problemas de pele ou desidratação devido ao clima quente e seco da Namíbia, por isso é fundamental ter sempre água potável. Tem atenção também às vacinas, pois é essencial estar vacinado contra o tétano, hepatite A e C. Previne-te contra as picadas de insectos e, se necessário, viaja com comprimidos para a Malária, pois os mosquitos portadores da doença estão presentes no norte do país e também no Parque Nacional de Etosha. É ilegal comprar, vender, matar ou capturar qualquer animal selvagem e as penas são severas para quem infringe as leis. Alguns conselhos para viajar pela Namíbia de forma segura • Evita conduzir à noite, pois os animais circulam livremente • Se viajares para zonas remotas considera alugar um telefone satélite • Se alugares um carro, verifica que todos os pneus estão em boas condições, pois os furos são (muito) comuns na Namíbia • Circula com precaução e não ultrapasses os limites de velocidade, pois a maioria das estradas é de terra batida e podes perder facilmente o controlo do veículo • Não deixes documentos ou objectos de valor à vista no interior do veículo • Tranca o carro quando fores abastecer o depósito • É preciso cuidado nas caixas de levantamento automático, postos de gasolina, aeroportos, estações de autocarros e centros comerciais pois por vezes existem roubos • Não levantes muito dinheiro de uma só vez e evita levantar dinheiro à noite • Protege os bens valiosos como computadores, máquinas fotográficas, telemóveis e jóias • Usa o senso comum e segue os teus instintos. A Namíbia é um dos mais belos países de África e vais adorar as paisagens e a vida animal • Transporta sempre água contigo, pois o clima é extremamente quente e árido Autor: Lugares Incertos

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5 atrações para ver na cidade de Catmandu

5 atrações para ver na cidade de Catmandu

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Catmandu, a capital do Nepal, é uma cidade vibrante e barulhenta. Repleta de história, palácios e templos, que fica a poucos passos da principal atração do Nepal: os Himalaias. A IATI coloca a mochila às costas e parte contigo nesta aventura cheia de mística, onde o melhor seguro de viagens te acompanha: IATI Mochileiro. Se tens a curiosidade de conhecer o Nepal, acredita que não vais ficar desiludido e, provavelmente vais quer ficar mais tempo do que aquele que inicialmente tinhas planeado. A melhor parte de ser um viajante independente é poderes fazer aquilo que mais gostas, no ritmo que melhor se adapta a ti. O seguro IATI Mochileiro combina uma elevada cobertura médica (1.000.000€), e inclui as nossas coberturas clássicas com outras especiais: desportos de aventura, procura e salvamento ou equipamentos informáticos. Além disso, oferece a possibilidade de contratar uma nova apólice no destino, no caso de decidires prolongar a viagem, iupi! O Nepal é uma celebração de culturas antigas e ricas tradições, e um dos locais mais fascinantes que podes conhecer. 5 atrações imperdíveis em Catmandu A cidade está a abarrotar de gente, é caótica, mas encantadora. Tudo será muito intenso, uma profusão de visões, cheiros e sons. 1 – Thamel Thamel é a parte mais antiga da capital. Também era conhecida como Tabitha Bahal, e merece uma visita obrigatoriamente. É um dos bairros mais movimentados da cidade de Catmandu. Aqui vais encontrar de tudo, até equipamento de montanha para te preparares para as caminhada, a preços muito baixos. Existem, também, lojas de antiguidades, livrarias, restaurantes cafés e uma mistura de diferentes hotéis e albergues. 2- Boudhanath Stupa Construída no século XIV, a Stupa de Boudhanath é a maior stupa budista (monumento construído sobre os restos mortais de uma pessoa importante) do Nepal, e é considerada um dos lugares mais sagrados para os budistas. Os gigantescos olhos de Buda no topo, e as coloridas bandeiras de oração fazem dela uma construção que prende o olhar. A stupa foi atingida pelo terramoto em 2015, mas foi restaurada e aberta aos visitantes apenas 18 meses depois. 3- Templo de Swayambhunath Localizado no alto de uma colina, a oeste da cidade de Catmandu, pode ser alcançado por uma subida de 365 degraus em pedra. Uma das primeiras coisas que vais notar, mesmo antes de começares a caminhada, são os macacos. Centenas deles vivem e circulam pelas instalações do templo. Acredita-se que eles sejam sagrados, embora seja melhor não pensar sobre o motivo: dizem que eles foram formados a partir dos piolhos da divindade budista Manjushri, que foi criada neste local. Este santuário ostenta uma stupa branca imponente com os cativantes olhos de Buda e uma torre dourada cintilante. Swayambhunath oferece uma vista panorâmica da cidade e mostra-te exatamente como Catmandu está no fundo de um vale, com os milhares de casinhas todas acumuladas no fundo. Neste local vais encontrar muitos monges, peregrinos e muitos habitantes que vêm até aqui rezar, ou fazer uma paragem para comer. 4- Praça de Durbar É incontornável a passagem por esta praça. Aqui sente-se a vida quotidiana Nepalense. O coração da cidade velha, a praça Durbar já foi o lugar onde o rei foi coroado. O Palácio do Rei, lugar de onde era governado o país, continua ali. Também conhecido como Hanuman Dhoka, é Património Mundial da UNESCO. Os templos e palácios de estilo pagode, que remontam ao período do séc. XV, foram gravemente atingidos pelo terramoto em 2015, mas apesar das rachas tudo continuam majestosamente de pé. 5- Templo Pashupatinath É um dos lugares mais sagrados para os hindus devotos e está localizado na margem do rio Bagmati. Foi construído no século V e depois renovado pelos Reis Malla. O templo principal do complexo é dedicado ao deus Shiva, e é restrito apenas aos hindus. Aqui pode ver as cerimónias de cremação dos hindus, das 07h-10h. E conversar com grupos de Sadhus, amigáveis e felizes de ser fotografados por uma pequena gorgeta, em troca da qual eles vão-te benzer. O slogan “Once is not enough” do Gabinete de Turismo do Nepal faz todo o sentido, já que não podes absorver tudo na primeira visita. O Nepal é mais do que altos picos e Sherpas, e podes facilmente ter noção disso ao explorar Catmandu. Autores: Onde andam os Duarte?

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