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O que visitar em Braga

O que visitar em Braga

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Braga é medieval, é romana e é barroca. Braga é modernidade, cosmopolitismo e jovialidade. Braga é cultura, tradição e religião. Braga é ciência, futuro e evolução. Talvez por tudo isto Braga tenha arrecadado o 2.º lugar nas votações para o Melhor Destino Europeu 2019. Se ainda não conheces esta cidade situada no Norte de Portugal, com mais de 2000 anos, vem com a IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, passear pela “cidade dos arcebispos”. Deixamos-te aqui os spots que não podes perder, e a única coisa que te prometemos é que vais querer voltar. O que ver na cidade de Braga Começa pelo Centro Histórico Começamos pelo centro histórico da Cidade dos Arcebispos e pelos vários monumentos e museus que poderás visitar quando estiveres de visita por Braga. Praça da República Marca encontro na Praça da República. É aqui que se sente o pulsar da cidade. É lá que se encontra a Arcada, a Igreja da Lapa, a Torre de Menagem, a Fonte Luminosa e dois dos cafés mais antigos e emblemáticos da cidade – o Vianna e o Astória. E quando achares que já não há mais nada para ver, percebes que a Praça da República é muito mais, e que se estende por uma zona pedonal aprazível e iluminada, com zona de jardim e cheia de pequenas surpresas, como o Museu e os Jardins do Museu Nogueira da Silva, a Igreja e Convento dos Congregados, a Casa Roldão com a Livraria 100.º Página, ou o Monumento ao Papa João Paulo II. Rua do Souto A Rua do Souto é um ícone da cidade. Além de ser a principal rua de comércio, inteiramente pedonal, é através dela que adentramos a história milenar da cidade de Braga. Comece por tomar um café de saco no Café A Brasileira, passe pelas arcadas da Rua do Castelo e faça umas compras no comércio tradicional. Se for véspera de Natal, passe pela Casa das Bananas e peça “um copo de moscatel e uma banana, por favor!”. A ida ao bananeiro, no dia 24 de dezembro, é uma tradição imperdível para os/as bracarenses. Um pouco mais abaixo, o Largo do Paço, um dos largos mais bonitos da zona histórica, todo em granito, com um chafariz monumental de 1723. Continua a descer a rua e vai-te deslumbrando. Arco da Porta Nova No fim da Rua do Souto, o Arco da Porta Nova. Há quem diga que é por nunca ter tido porta que surgiu a expressão: “Deixaste a porta aberta. Vê-se mesmo que és de Braga”. Logo ali ao lado, o Museu da Imagem e o Museu dos Biscaínhos. Entra, não te vais arrepender. Sé de Braga “Mais velho que a Sé de Braga” não é uma expressão qualquer. A Sé de Braga é a mais antiga de Portugal e toda a zona histórica da Sé é de visita obrigatória. A Sé Catedral e os tesouros da Sé. O Rossio da Sé, com os seus bares, restaurantes e comércio. As ruelas estreitas que contam a história que a própria história já esqueceu, depois de um “lifting facial” chamado reabilitação urbana. Essas ruelas vão levar-te ao Largo de São Paulo e, para os apreciadores de Arte Sacra e Arqueologia, aoMuseu Pio XII. Cividade Por falar em arqueologia, na colina do Alto da Cividade, podes visitar as Termas públicas Romanas, datadas do século II, e que são uma expressão notável da Braga Romana, e o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, criado em 1918. Praça do Município A Praça do Município é um cartão postal da cidade, pelo seu superior valor histórico e arquitectónico. Tem dois dos mais belos edifícios barrocos da cidade: a Câmara Municipal e a Biblioteca Pública. Entre um e outro a magnífica Fonte do Pelicano. Nas imediações, a Praça do Pópulo e a Praça Conde de Agrolongo. Grandes praças, locais de encontro, onde o velho e o novo dialogam. Destaca-se, nesta modernidade, o edifício GNRation, antigo quartel da Guarda Nacional Republicana, que foi recuperado por ocasião do Braga 2012 – Capital Europeia da Juventude. Jardim de Santa Bárbara Atrás da Biblioteca Pública, o Jardim de Santa Bárbara. Neste jardim, a regra é só uma… beleza e colorido. Fica por lá e bebe um chá no Café Lusitana, um dos mais antigos da cidade. Largo Carlos Amarante Neste Largo encontrarás a Igreja de São Marcos e a Igreja de Santa Cruz. Mais um largo que pede permanências. A Igreja de Santa Cruz é conhecida, também, como a igreja dos galos casamenteiros, por isso, não te admires se, ao passar por ela, vires pessoas paradas a olhar para a fachada da igreja. Reza a lenda que a “moça casadoira” que encontre os três galos tem casamento assegurado para breve. Mas se dois desses galos são fáceis de encontrar, já o terceiro é um quebra-cabeças para o descobrir! Um pouco mais abaixo do Largo Carlos Amarante, está o Palácio do Raio, construído entre 1752 e 1755, hoje um Centro Interpretativo do espólio da Santa Casa da Misericórdia de Braga. E à sua frente, a Fonte do Ídolo, um santuário rupestre e único monumento romano de Bracara Augusta a ter sobrevivido, relativamente intacto, até aos nossos dias. Teatro Circo O famoso e histórico Teatro Circo fica no coração da Avenida da Liberdade. Não só é bonito por fora, como tem uma das salas de espetáculos mais bonita de Portugal. “Braga por um canudo”. Depois de veres Braga por dentro, está na hora de veres “Braga por um canudo”. Há três principais pontos que nos permitem ter uma vista magnífica sobre a cidade de Braga, são eles: o Bom Jesus, o Sameiro e o Monte do Picoto. Bom Jesus de Braga (ou Bom Jesus do Monte) é um dos ex-libris da cidade. Se lá fores (que é obrigatório!!) visita a Basílica do Bom Jesus e os espaços envolventes. Anda no funicular movido a água, mais conhecido por Elevador do Bom Jesus, que é exemplar único na península ibérica e o mais antigo do mundo em atividade. Percorre os escadórios… são muitos, mas vale a experiência. Perde-te nos extensos jardins, não faltam grutas, trilhos, lagos, pontes e parques para descobrir. Dá um passeio de barco. Vê o pôr-do-sol na Esplanada ou no Miradouro do Bom Jesus, onde está o binóculo que originou a expressão “ver Braga por um canudo”. E se fores de carro, experimenta a estrada “mágica” do Bom Jesus. Aqui os carros sobem quando deviam descer… admirado/a? Espreitaaqui a explicação. Miradouro do Monte Picoto O Monte do Picoto é uma área florestal, central à cidade Braga. Foi recentemente renovado, oferecendo equipamentos de natureza lúdica, desportiva e social – um parque urbano com ciclovia, percursos pedonais, percursos em terra batida, passadiços e o mais recente Picoto Park. No topo, um mirante fantástico com vista de 360º sobre a cidade e uma perspectiva privilegiada sobre o Estádio 1º de Maio. Sameiro O Santuário do Sameiro é local de culto e oração. Abençoado pela natureza, coroa o Monte do Sameiro que, com os seus 572 metros, é o ponto mais alto da cidade, oferecendo uma vista privilegiada sobre Braga. Estádio Municipal de Braga Para os/as aficionados/as de futebol, visitar o Estádio Municipal de Braga é obrigatório. Sabias que este estádio foi considerado uma das obras mais notáveis do arquiteto bracarense Eduardo Souto Moura? Se quiser marcar uma visita guiada, vêaqui. Arredores de Braga Nos arredores da cidade, sugerimos a visita ao Mosteiro de Tibães, que data do século XI e foi ocupado pela Ordem Beneditina até meados do século XIX. Abandonado durante muito tempo, só começou a ser recuperado na década de 80 do século XX. Por estar nos arredores e os acessos em transporte público não serem muito fáceis, este Mosteiro é muitas vezes deixado de lado para quem visita a cidade. Mas a sua riqueza é tanta que merece o esforço. Se fores, faz o “Percurso Museológico” onde se aprecia a área envolvente ao Mosteiro, a sua arquitectura, as ruínas de edifícios anteriores, a mata, os jardins e diversos campos agrícolas. “Adoçar o bico” na gastronomia bracarense A gastronomia bracarense tem direitos de “monumento”. O caldo verde e a broa de milho, as papas de sarrabulho acompanhadas dos rojões de porco, o bacalhau à Braga (mas qualquer bacalhau é bom) ou o cabrito e a vitela assada. Para beber, o famoso Vinho Verde da região. Na doçaria, a longa tradição conventual e popular: um Pudim Abade de Priscos, uns moletinhos de São José, fidalguinhos e as tão famosas Tíbias. Ficaram convencidos/as? Autores: Vera e Marcelo, Ir em viagem

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Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

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O sol nasce atrás das grandes cúpulas de Angkor Wat. As palmeiras altas estendem-se em direção ao céu iluminado, enquanto nuvens ondulantes são refletidas na água do fosso do templo. Vais demorar uns minutos para assimilar a passagem da tua realidade, para o interior misterioso de uma das maiores estruturas religiosas do mundo. A Iati, líder na venda de seguros de viagem online, neste artigo promete belos edifícios anciãos a brilhar ao pôr-do-sol, numa viagem que vais querer fazer pelo menos uma vez na vida. Porque deverias visitar Angkor Wat? O exterior de Angkor Wat tornou-se um símbolo do país, de tal forma, que até aparece na bandeira do Camboja. Contudo, o que está lá dentro é igualmente espetacular. Angkor Wat, o mistério Angkor Wat é o precioso templo e estrela, do que hoje é conhecido como o Parque Arqueológico de Angkor. A cidade de Angkor foi construída no século XII como uma capital do Khmer, para o rei Suryavarman II. Quando ficou pronta, a cidade antiga tinha uma área de 400km, e 1 milhão de habitantes, o que a tornou na maior cidade pré-industrial da história. O que aconteceu à sua população é um mistério até hoje! Os arqueólogos ainda não sabem, ao certo, o que realmente aconteceu com esse vasto império e seu povo, e o que os levou a abandonar tamanha cidade. As teorias incluem derrotas em batalhas e mudança de práticas religiosas, (Hinduísmo do Khmer foi substituído pelo Budismo Theravada no séc. XIV), mas o mistério intrigou os cientistas por séculos. Angkor tem tanta água, quanto pedra. A área possui um enorme sistema de canais artificiais, diques e reservatórios, o maior deles (West Baray) tem 8km de comprimento e 2,4km de largura. Esta obra de engenharia são parte integrante de um design geral do complexo que permanece fiel ao simbolismo religioso. Mas essas obras gigantes, de índole religiosa, também serviam um propósito prático. Ao aproveitar com habilidade o rio e a água da chuva, saciavam a sede, e irrigavam culturas produtoras de riquezas como o arroz, que era usado pelos Khmer como moeda. Angkor Wat, a lenda A galeria Churning of the Sea of ​​Milk mostra um baixo-relevo de uma das mais famosas lendas sagradas hindus: Vishnu (associado na escultura como o arquiteto do rei Suryavarman II, que construiu o complexo) convence um grupo de demónios e deuses a trabalhar juntos em uma tentativa de ganhar a imortalidade. Envolveram a grande cobra Vasuki ao redor da base do Monte Mandara. Começam a jogar o jogo da corda: os deuses puxam de um lado da cobra e os demónios do outro. Com a força, o Monte gira e agita as águas do oceano por baixo dele. Este desafio dura 1000 anos! Até ao momento que Amrita (néctar da Imortalidade) sobe até à superfície. Vishnu agarra-o mesmo a tempo de impedir os demónios de o beber. O que vais encontrar em Angkor Wat? Mesmo depois dos tempos de glória passarem, Angkor permaneceu popular entre os peregrinos budistas que viajavam pelo sudeste da Ásia. Hoje em dia o complexo atrai viajantes de toda a parte, quase um milhão por ano. Quando Angkor foi nomeado Património da Humanidade em 1992. E a UNESCO continua a fazer parte do futuro de Angkor, trabalhando com as autoridades do Camboja para garantir que o turismo e o desenvolvimento não comprometem este grande tesouro cultural e religioso. Ta Prohm Ta Prohm é um dos templos mais fotografados e foi, deliberadamente, deixado em grande parte sem restauro, emaranhado e estrangulado por vegetação rasteira. É um templo muito popular, particularmente para os fãs do filme Tomb Raider de 2001, pois foi o local das filmagens. Bayon O eterno favorito, em Angkor Thom, é o templo de Bayon, cujas torres estão gravadas com rostos de bodhisattvas iluminados e onde baixos-relevos encantadores retratam a vida comum do Khmer, em vez de deuses hindus que estão na maior parte das gravuras espalhadas no complexo. Ta Som Ta Som é uma mini versão de Ta Prohm. As suas raízes ocuparam languidamente uma intrigante entrada. Aproxima-te de leste e vais encontrar um santuário solitário esculpido com divindades femininas, e se estiveres à procura de silêncio, Ta Som pode muito bem ser a resposta para as tuas orações. East Mebon Foi um dos primeiros templos construídos no complexo, Wat Mebon está ligeiramente degradado, mas ainda mantém algumas das mais impressionantes esculturas de Angkor. Possui uma riqueza de animais selvagens esculpidos em honra do deus hindu Shiva. O pôr do sol é a melhor época para visitar, pois as pedras assumem uma tonalidade avermelhada, e tem menos multidões. Dica Especial da IATI Com mais de um milhão de turistas a visitar Angkor Wat todos os anos, o espaço está a ficar congestionado. Grandes grupos de turistas tendem a seguir horários semelhantes, o melhor é evitá-los. Define o alarme para antes do amanhecer, quando há menos visitantes e a temperatura e a humidade são menores. Chega quando as portas se abrirem: 5h30. Após o nascer do sol, a maioria dos turistas volta para seus hotéis para o pequeno-almoço. Em vez disso, leva um lanche e fica por lá até as 9h, enquando os templos estão sossegados. Regressa ao hotel para um pequeno-almoço tardio, antes de regressares aos templos mais populares ao meio-dia, quando a maioria dos turistas vai almoçar. As tardes são melhor aproveitadas nos templos menores. Vai preparado para andar muito. Aluga uma bicicleta em Siem Riep, são muito melhores do que andar de Tuc-Tuc, e mais amigas do ambiente. Escolhe o seguro de viagem que melhor se adapta a ti, e não te esqueças de verificar as vacinas para viajar para o Sudoeste Asiático.

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É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

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O Myanmar, ou antiga Birmânia como também é conhecido, é o maior país do Sudeste Asiático. Faz fronteira com a China, Bangladesh, Índia, Laos e Tailândia e é banhado pelo Mar de Andamão e Golfo de Bengala. Neste artigo a IATI seguros apresenta-te uma visão geral sobre a situação histórica e política do Myanmar bem como as questões relacionadas com a segurança para todos aqueles que pretendam visitá-lo. Antes de embarcar neste país milenar não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem pois independentemente do destino a tua segurança está sempre em primeiro lugar. É seguro viajar para o Myanmar? Até há muito pouco tempo atrás o Myanmar era um país para muitos desconhecido já que o turismo por lá era estritamente proibido. As portas ao turismo abriram-se muito recentemente depois de uma dura ditadura militar que, embora na penumbra, ainda vai persistindo. O país está em processo de democratização desde 2011 e, justamente por isso, muitas são as questões lançadas sobre a segurança de se viajar para o Myanmar. Contextualização histórica do Myanmar O Myanmar é um país multicultural já que aqui existem cerca de 8 macro grupos étnicos que se subdividem em 130 minorias étnicas. Cada uma delas com a sua própria cultura a nível de religião, língua e até mesmo tradições. Foi esta multidiversidade que originou problemas quando o país conseguiu a sua independência do Reino Unido, em 1948. Cada um dos grupos étnicos reivindicava direitos diferentes o que originou uma guerra civil. Esta teve o seu fim em 1962 quando os militares deram um golpe de estado que levou à instauração de uma severa ditadura militar que perdurou até 2011. Pouco se sabe sobre o que aconteceu no país durante todo este tempo já que este se fechou ao resto do mundo. A luta pela democratização do país é mundialmente associada aos esforços de Aung San Suu Kyi, que durante anos lutou pelo fim da ditadura tendo mesmo sido presa durante mais de 10 anos pela junta militar. Tendo-se dissolvido a ditadura em 2011, em 2016 Aung San Suu Kyi foi democraticamente eleita como primeira-ministra do país já que esta não pode ser eleita presidente por ser casada com um estrangeiro. Desde então o país abriu as portas ao turismo e está então em processo de democratização. Situação atual do Myanmar Atualmente o Myanmar é um país oficialmente democrático de república parlamentarista. Porém, 25% do parlamento ainda pertence aos militares, o que tem tornado o processo de democratização demorado e não tão pacífico como se desejava. Existem ainda algumas frentes de confronto espalhadas pelo país devido justamente a grupos étnicos que reivindicam a sua independência. O mais famoso tem sido os confrontos com a minoria Rohingya. Os Rohingya são um povo originário do estado de Rahkhine, no Myanmar que nunca foi oficialmente reconhecido. O governo considera que este povo é oriundo da Índia e do Bangladesh e, portanto, nunca os reconheceu como cidadãos de direito. Atualmente este povo tem sido perseguido pela junta militar que infelizmente ainda existe no país e, sem mais solução, têm-se refugiado na Índia e no Bangladesh. Além desta existem ainda outras zonas de confrontos no país de menor dimensão. É seguro viajar para o Myanmar? Em primeiro lugar há que referir que o Myanmar é um país enorme, tendo uma área corresponde a duas vezes a área da Alemanha. Além disso, para o bem e para o mal, os conflitos existentes estão circunscritos em áreas específicas e de acesso proibido para o turista. Na verdade grande parte da população residente nas cidades turísticas pouco sabe sobre aquilo que se passa no resto do país. O Myanmar não é um país onde poderá aventurar-se por cidades e aldeias recônditas e menos turísticas. Existem aquelas que são conhecidas como as áreas brancas e áreas negras. Desta última fazem parte todos os locais que não podem ser visitados justamente por serem alvo de confrontos, onde se incluem as regiões de Myawadi, Tachilik-Mae Sai, Arracão e Estado de Karen. Posto isto, se viajares pelo comum roteiro turístico que engloba as cidades de Yangon, Bagan, Inle Lake e Mandalay, estarás certamente seguro. Embora estas zonas não sejam ainda massivamente turísticas como os restantes países do Sudeste Asiático, têm já uma boa rede de hotéis, restaurantes e meios de transporte. Zonas como Pyin U Lwin, Hsipaw, Hpa-An e as praias de Nagapali são também alguns locais que atraem turistas embora com menor afluência, mas onde será também seguro viajar. De qualquer forma, se por algum motivo não puderes visitar determinada região sabê-lo-ás antecipadamente já que não existirão conexões de transportes para lá. Existem também vários checkpoints no país onde são então controladas as entradas nestas zonas restritas. Porém, se não saíres do roteiro supracitado nem sequer terás contacto com estes pontos de paragem. Assim sendo e de uma forma geral é seguro viajar atualmente para o Myanmar desde que te mantenhas nas áreas permitidas ao turismo. De qualquer forma e para que te mantenhas a par da situação atual do país, deverás sempre aceder às informações no Portal das comunidades do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Autora: Patrícia Carvalho

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O que ver e fazer em Banguecoque

O que ver e fazer em Banguecoque

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Bangcoque é uma cidade de emoções intensas. Quem a visita volta para casa com a certeza de que amou ou detestou a cidade, o meio termo é raro. Neste artigo damos-te várias sugestões sobre o que poderás ver e fazer em Bangkok. Agora só precisas de tratar dos voos, contratar um seguro de viagem, e partir à descoberta desta cidade fascinante! O que fazer em Banguecoque? Enormes e modernos arranha-céus vivem lado a lado com bairros típicos onde costumes e tradições permanecem fortemente enraizados. O trânsito intenso apresenta-se como um caos controlado. A religião, tal como em toda a Tailândia, é um elemento fulcral em Bangkok. Os templos espalham-se por toda a cidade às centenas, sendo paragem obrigatória para quem a visita. E a gastronomia é sem dúvida uma das melhores do mundo. Wat Pra Kaew (Templo do Buda de Esmeralda) Dos 400 templos espalhados por Bangkok, o Wat Pra Kaew é um dos três mais visitados. Um dos seus principais atrativos é o Buda Esmeralda esculpido numa pedra de Jade com 66 cm de altura que ali se encontra. Está localizado numa área de 94 hectares, composta por cerca de 100 edifícios. Podes contratar um guia no interior do recinto, ou alugar um áudio-guia por 200 bahts por duas horas para ficares a perceber melhor a história por trás deste templo majestoso. Wat Pho (Templo do Buda Reclinado) O Wat Pho é o segundo dos três templos budistas mais visitados em Bangkok e um dos maiores e mais antigos também. Uma das suas principais atrações é o famoso Buda reclinado dourado com 15mt de altura e 43mt de comprimento, e pés de 4mt decorados com madrepérola. O templo está localizado mesmo ao lado do Grande Palácio Real. Curiosamente é também o local onde se encontra a primeira escola de Massagem Tailandesa, por isso podes aproveitar para descansares o corpo depois da visita ao templo, com uma massagem tailandesa original. Wat Arun O Wat Arun é o terceiro templo budista mais visitado em Bangkok. O seu nome significa “Templo da Madrugada” e está localizado do outro lado do rio, no lado oposto do Grande Palácio Real e do Wat Pho. O templo é especialmente conhecido pela sua torre em estilo Khmer com 82mt de altura, rodeada por quatro torres mais pequenas decoradas com cerâmica chinesa. Oferece-te um cenário fantástico ao pôr-do-sol, no entanto, a melhor altura para o visitares é de manhã bem cedo para evitares as multidões. Grande Palácio Real Construído em 1782, o Grande Palácio Real foi, durante cerca de 150 anos, a residência oficial da família real da Tailândia. Hoje em dia é uma das principais atrações de Bangkok e o local onde se realizam várias comemorações e cerimónias oficiais. É composto por uma série de outros edifícios onde se inclui o já referido Wat Pra Kaew. É importante que tenhas em atenção que o código de vestuário no Grande Palácio Real é bastante rigoroso. As mulheres não podem entrar de ombros e pernas à mostra, e os homens deverão usar calças compridas e camisas/t-shirts com mangas. No entanto podes alugar à entrada camisas e panos para enrolar à volta das pernas. Mercados flutuantes O Taling Chan Market, o Bang Ku Wiang Market, o Tha Kha, o Damnoen Saduak, o Amphawa Floating Market, o Bang Khu Wiang Floating Market, o Bang Nam Pheung Floating Market e o Khlong Lat Mayom Floating Market são oito mercados flutuantes localizados nas imediações de Bangkok. Uns mais turísticos do que outros, por certo, mas uma visita a qualquer um deles oferece-te uma experiência única. Os mais conhecidos e visitados são o Khlong Lat Mayom, o Damnoen Saduak e o Amphawa. China Town Um ambiente caótico, cheio de cores, luzes, cheiros e sabores deliciosos. É incrível percorrer as suas inúmeras bancas de comida de rua e provar uma iguaria de cada uma delas. Se puderes, tenta visitar a China Town na altura do Ano Novo Chinês (fevereiro) e do Festival Vegetariano (estende-se por 9 dias no início de outubro) para a veres no seu melhor. Passear nos canais do Rio Chao Phraya Esta é uma experiência obrigatória numa visita a Bangkok. Podes comprar um tour ou alugar um long boat privado por algumas horas. Percorrer os canais do rio Chao Phraya é a melhor forma de visitares um outro lado de Bangkok. Passarás algumas horas num ambiente relaxado e pitoresco entre casas de madeira construídas em cima da água, a ocasional vendedora de souvenirs num barco e crianças que brincam nas suas águas. Mercado Chatuchak souvenirs, artesanato, acessórios, comida, roupa e afins. Treina bem a tua capacidade de negociação antes de lá ires! O mercado está aberto às sextas (das 18h às 24h), e sábados e domingos (das 09h às 18h). É aconselhável ires de manhã, altura em que ainda não se encontram lá grandes multidões e te podes movimentar mais facilmente nas suas ruas. Khao San Road A conhecida meca dos mochileiros em Bangkok. Mesmo que não fiques lá alojado, é sempre interessante conheceres este local mítico de Bangkok. São dezenas e dezenas de restaurantes, bares, lojas e hostels numa rua que de tradição tailandesa não tem absolutamente nada. Jim Thompson’s House A casa do famoso empreendedor norte-americano Jim Thompson é uma das atrações mais bonitas de Bangkok. O Jim Thompson mudou-se para a Tailândia após ter sido dispensado do serviço militar em 1946, e dedicou-se durante mais de 30 anos à indústria da seda tailandesa. Era também um ávido colecionador de arte asiática, sendo a sua casa um testemunho incrível dessa sua paixão. Desapareceu misteriosamente na selva malaia em 1967, no pico do seu sucesso. A sua casa é hoje um museu fantástico repleto de fascinantes peças de arte e jardins exóticos, sendo a visita acompanhada por um guia. Sky Bar do Hotel Lebua At State Tower Existem vários Sky Bars em Bangkok, mas o Sky Bar do Hotel Lebua na State Tower é hoje particularmente famoso pelo facto de ter sido cenário de uma das cenas do filme “A Ressaca II”. É o local ideal para usufruíres de uma das melhores vistas sobre Bangkok a 63 pisos de altura, embora fique sempre bastante cheio. Quando lá fores tenta ir um bocadinho mais aperaltado, pois existe código de vestuário. Se chegares antes da abertura do Sky Bar às 18h, podes sempre ir beber um cocktail e ver o pôr-do-sol ao Distil, onde apesar de a vista não ser tão boa como no Sky Bar, encontras menos confusão e um ambiente mais tranquilo. Lumpini Park O Lumpini Park é o maior parque público da cidade e está para Bangkok como o Central Park está para Nova Iorque. É um bom local para fugires por alguns momentos à agitação e caos constante da cidade, onde poderás relaxar num ambiente verde e descontraído. Podes alugar um barco e dar uma volta no seu lago, aproveitar para fazeres algum exercício ou apenas deitares-te na relva e veres a vida passar calmamente. Patpong Patpong é um dos Red Light Districts mais conhecidos de todo o mundo. Está recheado de bares, discotecas e strip bars mas é também o lar de um dos mercados noturnos mais conhecidos de Bangkok.

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Ilha da Madeira – O que fazer na terra de Cristiano Ronaldo

Ilha da Madeira – O que fazer na terra de Cristiano Ronaldo

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A Ilha da Madeira é atualmente conhecida por ter dado ao mundo o melhor jogador de futebol. Mas a Ilha é muito mais do que o berço de Cristiano Ronaldo. O Arquipélago da Madeira é composto por 4 grupos de ilhas: Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens. E apenas a Madeira e Porto Santo são habitadas. Deixamos-te algumas sugestões para que possas tirar o melhor partido da tua estadia. Sabes que a Iati Seguros tem seguros específicos para os diferentes tipos de viagem? Se tens dúvidas sobre qual o seguro de viagem mais adequado à viagem que vais fazer contacta-nos e nós ajudamos-te a escolher. O que ver e conhecer na ilha da Madeira A ilha da Madeira É dividida em 4 localidades. Funchal (a capital), Costa Norte (Porto Moniz, São Vicente, Santana), Costa Sudeste (Santa Cruz e Machico) e Costa Sudoeste (Câmara de Lobos, Ribeira Brava, Ponta do Sol e Calheta). Visitar o Museu CR7 (Funchal) Para começar, já que estamos na terra de Cristiano Ronaldo, nada melhor do que começar por visitar o museu dedicado ao craque do futebol. O museu fica situado no centro do Funchal, na Praça do Mar. Aqui podes ficar a conhecer a história de vida do jogador através de fotos e vídeos. O museu conta ainda com a estátua de cera do jogador e vários troféus individuais e coletivos. Entre eles, as botas e bolas de ouro ganhas pelo craque. Andar nos Carros de Cesto do Monte – Carreiros do Monte (Funchal) O Monte é uma das 10 freguesias que pertencem ao concelho do Funchal. Está situado a uma altitude de 550 metros e é uma das freguesias mais visitadas no Funchal. Aqui tens a oportunidade de fazer uma viagem nos típicos carros de cesto. Estes carros são feitos em vime e montados em dois patins de madeira. São tradicionalmente produzidos de forma artesanal, desde o inicio do século XIX. Eram utilizados como meio de transporte público pela população local, para se deslocarem da freguesia do Monte até à cidade do Funchal. Hoje em dia os carros de cesto são usados exclusivamente para o turismo, e é uma ótima forma de viver emoções fortes. Ao longo de quase 2 kms, a uma velocidade que pode atingir os 38 kms por hora, por estradas estreitas e sinuosas. Os carros são empurrados e manobrados por dois condutores, os Carreiros, que usam o traje típico da Ilha da Madeira. Camisa e calças brancas, chapéu de palha, e botas com sola de borracha. Estas últimas utilizadas também como travão do carro de cesto. O percurso para chegar ao Monte pode ser feito de carro, ou de teleférico. O que por si só também é uma experiência fantástica. O teleférico liga o Funchal ao Monte a ao Jardim Botânico. A descida nos carros de cesto faz-se desde o final da escadaria da Igreja da Nossa Senhora do Monte, até ao Livramento. Visitar a Igreja Nossa Senhora do Monte (Funchal) Não deixes de visitar a igreja de Nossa Senhora do Monte, a padroeira da Ilha. E onde se encontra o túmulo de Carlos de Habsburgo, o último imperador da Áustria, e que viveu na Ilha da Madeira. Provar a Gastronomia Típica da Ilha A gastronomia típica da Ilha da Madeira é riquíssima. E existem algumas iguarias que não podes mesmo deixar de provar. Reserva algum espaço na mala para trazeres algumas delas para casa. Bolo do Caco com Manteiga de Alho – O Bolo do caco é na realidade um pão, que deve o seu nome à pedra (caco) onde era originalmente cozido. É confecionado com farinha de trigo e tem um formato redondo e achatado. Deve ser comido quente e com manteiga de alho. Espetada de Carne de Vaca – A famosa espetada madeirense é feita com carne de vaca cortada em cubos e assada em espeto de pau de louro acompanhada com milho frito. Bolo de Mel – Este é mesmo um bolo e se estas a pensar trazer alguns contigo no regresso da viagem, atenção ao peso da bagagem porque estes bolos chegam a pesar 1 kg. Tal como o nome indica é feito de mel. Este mel vem da cana-sacarina, que é processado nos engenhos que também podes visitar na ilha. Segundo a tradição, o Bolo de mel deve ser preparado no dia 8 de dezembro, dia de nossa Senhora da Conceição, para ser comido no Natal. E tem a particularidade de se conservar durante um ano. Poncha e Vinho Madeira – A Poncha é uma bebida confecionada à base de aguardente de cana, mel e limão. O famoso vinho Madeira pode ser degustado como aperitivo ou digestivo. Se visitares a ilha em finais de agosto e inicio de setembro tens ainda a oportunidade de participar nas vindimas da Festa do Vinho Madeira. Filetes de Espada – Os filetes de peixe espada preto são um dos pratos de peixe mais apreciados da gastronomia madeirense Rebuçados de Funcho e Eucalipto – O funcho é uma planta muito abundante na ilha e que deu origem ao nome Funchal. Conhecer os Miradouros A Ilha da Madeira é rica em miradouros. E todas eles proporcionam uma vista fantástica sobre a ilha. Dos muitos que existem deixamos-te dois que são de visita obrigatória. Miradouro do Véu da Noiva (Porto Moniz) – O miradouro do Véu da Noiva está situado na antiga estrada que liga o Seixal a São Vicente. Através desse miradouro temos uma das mais belas paisagens da costa norte da Madeira, a cascata do véu da noiva. Esta cascata faz lembrar o véu de uma noiva, pela altura e água que cai pela encosta. Miradouro do Cabo Girão (Câmara de Lobos) – O Cabo Girão é o promontório mais alto da Europa e o segundo do mundo. Desde 2012 que o Miradouro tem uma plataforma de vidro suspensa (skywalk), que é um desafio constante para o nosso cérebro. Visitar o Curral das Freiras (Câmara de Lobos) O Curral das Freiras situa-se num vale profundo. Foi para lá que as freiras do convento de Santa Clara fugiram quando os corsários franceses invadiram a ilha. Aqui podes provar a ginja do curral e a sopa de castanhas, típicas desta freguesia. Assistir ao nascer do sol no Pico Ruivo (Santana) O Pico Ruivo é o ponto mais alto do arquipélago da Madeira. Assistir aqui ao nascer do sol é uma experiência inesquecível. Fazer o percurso pedestre de uma Levada As levadas são canais de irrigação escavados nas rochas. E que têm como função levar a água do norte para o sul da ilha. Este sistema de irrigação começou a ser construído no século XVI. Os percursos pedonais recomendados na Madeira são classificados como Pequenas Rotas (PR). No site oficial do turismo da Madeira podes encontrar todos os percursos recomendados, e classificados com nível de dificuldade, tempo de duração e descrição do percurso, para que se saiba à partida o que vamos encontrar ao iniciar determinado percurso. Visitar a Reserva Natural Parcial do Garajau (Santa Cruz) Se gostas de mergulho não podes perder uma visita à reserva natural parcial do Garajau. Este é um dos principais destinos mundiais para a prática de mergulho. Integrada na Reserva está a praia do Garajau, e o acesso à praia pode ser feito através do teleférico, situado na Zona da Ponta do Garajau, onde está a estátua do Cristo Rei. A entrada na praia é gratuita mas o teleférico é pago. Visitar as Piscinas Naturais de Porto Moniz (Porto Moniz) Estas são piscinas de água salgada, formadas por rochas vulcânicas, e onde o mar entra sem a intervenção humana. São por isso piscinas naturais. É possível tomar banho nestas piscinas. E existem cada vez mais infraestruturas de apoio aos visitantes. Autora: Lovely Lisbonner

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Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

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Hoje, na IATI Seguros de Viagem, trazemos-te uma surpresa. Uma “Montanha no Mar” caracterizada pelas suas lindíssimas paisagens que misturam costumes, culturas e uma exótica ligação entre mar e montanha. Córsega é o seu nome. Vem connosco neste passeio pela “Ilha da Beleza”. O que visitar na Córsega Situada no Sudoeste da França e a oeste da Itália, é a quarta maior ilha do Mar Mediterrâneo. Uma França que não é francesa, uma Itália que não é italiana, e dá a esta ilha uma mistura de raízes, que lhe aporta uma personalidade muito própria. O seu interior é montanhoso. Tem picos que chegam a atingir os 2700 metros de altitude, lagos, florestas, quedas de água e maciços rochosos incríveis. O litoral é caracterizado pelas praias de areia branca e as suas maravilhosas águas de cor turquesa. Pelo caminho, pequenas aldeias que guardam séculos de tradições, e um povo orgulhoso das suas origens. Apesar de o francês ser o idioma oficial, grande parte da população comunica usando o corso, que se assemelha ao dialeto toscano. Chegada à Ilha Podes chegar à ilha de duas formas. De ferry boat ou de avião. Se optares pela primeira, há várias empresas de transporte a partir de cidades da costa francesa, como Marselha e Nice. Nesta opção podes levar carro próprio e/ou alugado. Se optares pelo avião, há dois aeroportos principais na Ilha: Ajaccio e Bastia. O ideal é começares por Ajaccio, que é a capital da Córsega Sul. Como os transportes públicos não são uma boa solução para circulares pela ilha e os táxis são muito caros, recomendamos o aluguer de um carro para começares a tua road trip. Serão cerca de 600 km de trajeto circular que passará por Propriano, Bonifacio, Porto Vecchio, Les Aiguilles de Bavella, Saint-Florent, L’île Rousse, Calvi, Reserva Natural de Scandola, regressando a Ajaccio. Ajaccio – Bonifácio Ajaccio merece um pouco do teu tempo. Como é a cidade natal do grande imperador Napoleão Bonaparte, que nasceu em 1769, vale uma visita à Catedral de Notre-Dame de la Misericórdia e à Maison Bonapart, onde o imperador nasceu e passou toda a sua infância. Daqui segue para sul, em direção a Bonifacio, uma das cidades mais visitadas da Córsega. Uma cidade fortificada que parece precipitar-se numa falésia branca, o que a torna rara e inesquecível. Na parte de baixo da cidade, a marina, que lhe dá uma aparência bem mediterrânea. Um escadório leva-nos à parte de cima, à Cidade Velha, que foi construída pelos Genoveses no séc. XII. Perde-te nas suas ruas estreitas e praças. Visita Bonifácio com o tempo que ela te pede. Se puderes, aventura-te num passeio de barco pelas calanques, grutas e falésias e visita o Golfo dello Sperone, que te oferece umas belas praias. Como sugestão, entre Ajaccio e Bonifácio, pára em Propriano. É uma vila pequena, mas um bom local para alugar barco e conhecer a região. Bonifácio – Porto Vecchio De Bonifacio segue para Porto Vecchio, outra referência da Ilha. Aqui as praias de Palombaggia e Santa Giulia são rainhas. Praias de mar azul-turquesa, águas mornas e areia branca. Fica, fica muito tempo. Porto Vecchio – Saint-Florent Rumando para norte, em direção a Saint-Florent, tens quase 200 km de paisagens únicas. Podes seguir pela costa, mas a nossa sugestão é que sigas em direção a Les Aiguilles de Bavella, um maciço rochoso caracterizado por picos irregulares. A estrada é sinuosa, mas de uma beleza única. Uma Córsega diferente, a Córsega das florestas, dos lagos e das cascatas. Continuando caminho, chegas a Saint-Florent, também conhecido como o St. Tropez da Córsega. É uma pequena localidade caracterizada pelas suas bonitas ruelas, cheias de boutiques e restaurantes, que soube guardar toda a sua autenticidade com o passar dos anos. Sobe à Citadella e surpreende-te com a vista sobre o Golfo de Saint- Florent. Saint-Florent – L’île Rousse – Calvi A 45 km de Saint-Florent, surge L´Île Rousse, uma estação balnear, reconhecida pelas suas praias de areia fina, muito procurada pelos turistas. São locais de visita, a Igreja da Imaculada Conceição, o Mercado da Cidade e o Farol de Pietra de onde tens uma vista fascinante de toda a zona envolvente, que é marcada pelas suas rochas de cor laranja, que dão um charme único ao local. Se és amante de fotografia, não podes perder este local por nada, principalmente ao pôr-do-sol. A paragem seguinte é num outro local icónico da rota, Calvi, uma cidade debruçada sobre o mar e com uma fortaleza digna dos grandes filmes de Hollywood. Passeia pelas suas ruas, visita os seus monumentos identitários, como a Catedral St. Jean-Baptiste, e desfruta das vistas que os variados miradouros te oferecem da Baía de Calvi. Entre Calvi e Ajaccio, a imperdível Reserva Natural de Scandola No regresso a Ajaccio, pára na cidade de Porto, local onde se apanha o barco para visitar a Reserva Natural de Scandola. Património da Humanidade pela UNESCO é considerada um dos locais mais bonitos e mágicos da Córsega. Com uma biodiversidade de exceção, oferece-nos paisagens de suster a respiração. Se estiveres disposto a muita aventura e adrenalina, deixamos-te mais uma sugestão. Fazer a GR20 – um trilho pedestre (mítico) que atravessa a Córsega de norte (Calenzana) a sul (Conca). 200 km pelo coração das montanhas da Córsega. Ficaste apaixonado pelas belezas da Córsega, não ficaste? Então planeia já a tua viagem e encontra na IATI um seguro de viagem à tua medida. Au revoir et à trés bientôt. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Como tirar o visto para o Irão

Como tirar o visto para o Irão

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Muitas vezes nem nos damos conta da facilidade que é viver na União Europeia e das vantagens que daí advêm, sobretudo para quem viaja. Um dos benefícios é o facto de não precisarmos de visto ou qualquer autorização para circular no espaço Schengen. No entanto, há alguns países para os quais nem sempre é fácil tirar o visto, como é o caso do Irão. Mesmo assim, nos últimos anos, este processo tornou-se mais simples. A IATI Seguros explica-te como tirar o visto para o Irão, para que possas visitar este fantástico país sem sobressaltos de última hora. Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para conhecer um país que te vai surpreender e conquistar. Que preciso fazer para conseguir um visto para o Irão? Existem várias formas de tirar o visto do Irão, por exemplo na Embaixada do Irão em Lisboa, à chegada ao aeroporto de Teerão ou até noutra embaixada iraniana. Em primeiro lugar é preciso sublinhar que todos os viajantes devem possuir um passaporte ou documento de viagem válido por 6 meses no momento da partida para o Irão. Depois é também vital que não tenhas carimbos de Israel no passaporte ou ser-te-á negado o visto. VOA Visa On Arrival É, porventura, a forma mais simples de obter o visto para o Irão, pois podes fazê-lo à chegada aos aeroportos do país. Teerão, Esfahan ou Shiraz são alguns dos aeroportos onde podes solicitar este tipo de visto que abrange, por exemplo, os cidadãos de nacionalidade portuguesa e brasileira. Para solicitar o visto à chegada aos aeroportos iranianos, necessitas de aceder a este site, preencher o formulário e seguir todos os passos. O pedido do VOA tem de ser feito pelo menos 48 horas antes da data da viagem e a validade é de 30 dias. Se necessitares de mais dias para visitar o Irão, então vais ter mesmo de utilizar outra forma para pedir o visto para garantir que podes ficar mais tempo no país. Tirar o visto na Embaixada de Lisboa Neste caso é recomendado que trates do visto até pelo menos 15 dias antes da data da viagem, pois a emissão do visto pode demorar. Poderás, eventualmente, pagar uma taxa de urgência e reduzir o prazo, mas isso não é um dado adquirido, pelo que se aconselha a fazer o pedido com bastante antecedência. Pedir o visto na Embaixada, embora dê mais trabalho, tem algumas vantagens, pois irás ter a certeza que podes entrar no país. A recusa na entrada dos VOA pode acontecer (e já aconteceu) com alguns visitantes. Antes mesmo de te deslocares à embaixada é obrigatório o preenchimento do formulário online. No entanto, antes de preencher o formulário é preciso preparar alguns documentos – como as fotos (com tamanhos específicos indicados no site) e cópia do passaporte em formato digital (.jpg ou .jpeg). Vais também precisar de fornecer os dados do seguro de viagem, as datas da viagem (ainda que possam apenas ser aproximadas) e também informação sobre a profissão. É igualmente aconselhável ter um itinerário definido para indicar no formulário. Depois de submeteres todos os documentos e o formulário, imprime a página de envio do formulário. Entretanto irás receber um código por email que permite consultar o andamento do processo e te permite saber se o visto ainda está a ser processado ou se já foi aprovado. Normalmente, o processo – se não existirem entraves – deverá ser aprovado em dois ou três dias, mas pode demorar até dez dias úteis. Assim que o visto for aprovado, envia uma cópia do código de rastreio (tracking code), os dados do seguro de viagem (seguro de saúde e acidente que cubra a duração da estadia no Irão e que indique como destino ’Irão’) e o comprovativo de pagamento do pedido de visto para a conta da Embaixada – podes consultar o NIB no site da embaixada. É preciso também enviar o passaporte ou, em alternativa, deslocar-se à embaixada do Irão na Rua Alto do Duque, 49, em Lisboa. Este visto é válido por 90 dias, a partir da data de emissão. Tirar o visto noutro país É possível tirar o visto para o Irão na embaixada de outro país, sendo que será sempre necessário seguir todos os passos descritos anteriormente para o pedido na Embaixada de Lisboa – incluindo o obrigatório preenchimento online do formulário. Obter um visto para o Irão pode até parecer complicado, mas se seguires todos os passos tudo será fácil. O Irão é um país fascinante que merece ser visitado – e até mais do que uma vez. Além da cultura e ótima gastronomia, o Irão tem praias, montanhas e deserto para conhecer. Pede o visto, parte à aventura e não te esqueças do seguro de viagem com a IATI Seguros. Autor: Lugares Incertos

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Quioto, entre Gueixas e Samurais

Quioto, entre Gueixas e Samurais

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Quioto é um dos destinos turísticos mais populares da região de Kansai. Foi a capital do Japão por mais de mil anos e ainda continua a ser seu coração cultural, religioso e histórico. É uma das grandes cidades do mundo e um lugar que todos devem visitar pelo menos uma vez nas suas viagens. Aqui estão as coisas mais inesquecíveis para se fazer e ver na cidade, que a IATI Seguros de Viagem online, escolheu para te apresentar. O que fazer e conhecer em Quioto Top Info: muitas atrações são gratuitas Sim, é isto mesmo. Nem todos, mas a maioria dos santuários e até mesmo alguns templos e jardins em Quioto, estão livres para poderes visitar. Alguns dos locais fantásticos e gratuitos para visitar incluem: o Santuário Fushimi Inari Taisha, o Santuário Yasaka, o Santuário Heian Jingu, o Palácio Imperial de Quioto, o Bosque de Bambu Arashiyama e o Templo Ninna-ji. Encontra o teu lado Zen no Jardim da Rocha de RYŌAN-JI Ao contrário de outros jardins tradicionais japoneses, os jardins zen-rock são jardins de paisagem seca que não têm lagos ou cursos de água. Em vez disso, cascalho e areia são cuidadosamente misturados em padrões que representam água ondulante. Ryōan-ji é o mais famoso dos jardins Zen Budistas de Kyoto. Ele contém 15 pedras arrumadas de tal forma que só consegues ver 14 delas ao mesmo tempo, se estiveres em pé na varanda do jardim, é muito zen! Experiencia ARASHIYAMA Arashiyama é com certeza uma das melhores coisas para se fazer (e fotografar) em Kyoto. Este lindo bosque de bambu tem um pequeno caminho que serpenteia pelo centro de uma floresta, e é na verdade, uma estrada percorrida por um carro ocasionalmente. Ao caminhar vais olhar com admiração para o bambu alto e denso. Ao longo do percurso é admirável, também, a cerca com que revestiram o caminho, acrescentando ainda mais paz, ao já cenário sereno. Pede um desejo no Santuário FUSHIMI INARI TAISHA Com seus 10.000 portões vermelhos, Fushimi Inari é um dos locais mais populares em Quioto. No entanto, antes de fazer a peregrinação pelo trilho do Monte Inari, deves parar um momento para observar as Pedras Omokaru perto da entrada. As duas lanternas de pedra são cobertas com um pesado ornamento chamado giboshi. Faz um desejo e tenta levantar um dos giboshi. Como a sentiste? Se achares que a pedra é mais leve do que o que pensavas, então o teu desejo será concedido. Mas, se pedra te pareceu muito pesada, poderás enfrentar dificuldades para alcançares o objetivo. Desfruta de alguns dos melhores PRATOS VEGETARIANOS do Japão Vegans e vegetarianos encontram em Quioto o céu! Não é apenas uma cidade com um dos maiores números de restaurantes com estrelas Michelin do mundo, mas também é conhecida pelos seus restaurantes e quiosques vegetarianos. Da tradicional culinária vegan budista shojin ryori, à delicada yuba, feita a partir da pele que se forma no topo do leite de soja aquecido, e do yudofu (tofu hotpot), há uma lista interminável de coisas para quem os produtos animais não são uma opção. Certifique-se também de olhar para pratos feitos com produtos hortícolas tipicos de Quioto, como o nabo shogoin e berinjela kamo nasu, todos frescos e cultivados localmente. Perde-te no Castelo NIJO O Castelo Nijo é feito de madeira e circular, ao contrário dos castelos de pedra Europeus. Este castelo foi construído no século XVII e todos os senhores feudais do oeste do Japão foram obrigados a ajudar no financiamento da sua construção. O palácio em si é feito de cipreste e a folha de ouro é usada extensivamente na decoração. Não te esqueças de olhar para cima ao admirar o castelo, porque alguns dos tetos estão repletos de mosaicos dourados. Explora os lugares património da UNESCO Sabia que Quioto tem 17 lugares que são patrimónios mundiais da UNESCO? Muito Bom! Para veres uma lista oficial: https://www.insidekyoto.com/kyoto-unesco-world-heritage-sites O mais conhecido é o Templo de Kiyomizudera Escondido numa colina floresta exuberante, a vista em Kiyomizudera é linda e a IATI considera uma das melhores coisas para fazer em Quioto. Uma curiosidade sobre o lugar é que não foi usado um único prego para esta construção em madeira. O complexo é bastante grande e impressionante, e apesar das multidões, este templo ainda se pode sentir pacificamente. A área de GION Já na Idade Média, o distrito de Gion foi um lugar icónico e histórico no coração de Quioto. Hoje, nas margens do rio Kamo, é um dos poucos lugares remanescentes no Japão, onde podes participar dos rituais tradicionais das casas de chá ou até mesmo ver gueixas no seu dia-a-dia. Gion é o lugar para fazer reservas para um serviço tradicional de chá ou uma refeição, porque podes organizar uma audiência privada com maiko ou geiko, os dois tipos de hospedeiras e artistas japonesas conhecidas comumente como gueixa. É um sítio ideal para comprar um quimono. Quioto é cheia de beleza, rica cultura, comida deliciosa e mais de 2.000 templos e santuários. Seria impossível ver todo o esplendor em apenas 2 dias, nem tentes! Junta vários dias de férias, onde não pode faltar o Seguro IATI Estrela, ideal para países com despesas médicas elevadas, como é o caso dos EUA, Canadá, Japão ou Austrália. Autores: Onde estão os Duarte

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É seguro visitar a Guatemala?

É seguro visitar a Guatemala?

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É seguro viajar para a Guatemala? É uma pergunta frequentemente colocada por quem viaja para este país da América Central. Pelo que vemos e ouvimos nas notícias a Guatemala seria um país a evitar. Mas será mesmo assim? Na IATI Seguros de Viagens dizemos-te se é seguro, ou não, ir de férias para a Guatemala. É seguro viajar para a Guatemala? A Guatemala tem, de facto, uma das maiores taxas de criminalidade na América Latina, mas não maior que algumas cidades como Fortaleza ou Salvador, no Brasil, por exemplo. Em 2017, a Cidade da Guatemala, registou 1,705 homicídios, enquanto Fortaleza teve 3,270 assassinatos registados. A taxa de homicídios é menor na Guatemala do que nas Honduras ou El Salvador, mas maior do que na Costa Rica. Na Guatemala, a maioria dos crimes graves envolve gangues locais e muito raramente estas situações afetam turistas. Apesar dos altos níveis de criminalidade, a maioria das viagens para a Guatemala não é afectada pelo crime. As estatísticas, por mais assustadoras que possam parecer, não contam a história toda e a situação no resto do país é diferente da Cidade da Guatemala. Neste país da América Central, a população é simpática, adora receber turistas e conversar com eles. Não só porque têm prazer em conhecer gente de outros locais, mas também porque o rendimento proveniente do turismo ajuda bastante a melhorar o nível de vida dos guatemaltecos. Antes de viajares para a Guatemala é importante teres um bom seguro de viagem e manteres-te informado sobre a situação no país. Na maior parte das situações, a Guatemala é segura, mas é preciso ficares atento a algumas áreas da Cidade da Guatemala – as chamadas zonas vermelhas. E também deves ter cuidados redobrados em redor de estações de autocarro e em viagens nos autocarros públicos locais. Por vezes, existem roubos nesses locais e meios de transportes. Os autocarros privados são mais seguros, mas não estão imunes a ataques. Além dessa atenção com a criminalidade, é preciso não esquecermos que as autoridades de saúde apontaram a Guatemala como tendo risco de transmissão do vírus Zika. E deves também ter cuidados redobrados na zona dos vulcões, devido à altitude e a uma eventual erupção vulcânica. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros? O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), na sua página de internet, sublinha que as condições de segurança são “deficientes”, ressalvando que existem roubos e assaltos em todo o país, em especial na fronteira com o México e nas rotas utilizadas pelos traficantes de droga – nas zonas de Izabal, Alta Verapaz, Petén, Huehuetenango e San Marcos. O MNE avisa que existem zonas mais arriscadas, como Escuintla, Quetzaltenango, Alta Verapaz, Izabal e Petén, pois o nível de criminalidade é elevado. Além disso, é também evitável qualquer deslocação para as zonas 3, 5, 6, 7, 8, 11, 12 e 18, Mixco e Villanueva da Cidade da Guatemala. Existem ainda outras zonas catalogadas com risco médio e onde as deslocações devem ser efectuadas com prudência, como Sololá, onde se situa o Lago Atitlán e a região de Sacatepéquez (La Antigua), onde deve ser prestada atenção a potenciais situações de abuso sexual em locais de ócio. Conscientes da importância do turismo para o país, as autoridades da Guatemala, criaram um programa dedicado à segurança dos turistas (PROATUR) e também disponibilizam serviços de segurança para grupos de turistas pelo que é aconselhável consultar esta página antes de fazeres o teu roteiro. Alguns conselhos para viajar pela Guatemala de forma segura • Não saias à noite ou sozinho para zonas remotas • Não conduzas à noite, pois as estradas são mal iluminadas e inseguras • É mais seguro viajar nas estradas principais do que em estradas secundárias • Se viajares para áreas remotas, fá-lo em grupo ou numa empresa de autocarro credível • Se usares transporte público mantém o dinheiro e objectos de valor sempre num local seguro e perto de ti. Usa os bolsos da frente das calças e coloca a mochila ao peito • Para viagens mais curtas dentro das cidades, a opção mais segura é chamar um táxi como as empresas Taxi Amarillo, Taxi Blanco e Azul • No terminal de chegadas do aeroporto, podes comprar vales de táxi pré-pagos no Posto de Turismo INGUAT • Deixa os documentos e objectos de valor num local seguro • É preciso cuidado nas caixas de levantamento automático, postos de gasolina, aeroportos, estações de autocarros e centros comerciais • Não levantes muito dinheiro de uma só vez e evita levantar dinheiro à noite • Protege os bens valiosos como computadores, máquinas fotográficas, telemóveis e jóias • Não participes em quaisquer manifestações. A legislação guatemalteca proíbe a participação de cidadãos estrangeiros em manifestações • Usa o senso comum e segue os teus instintos. A Guatemala é um país incrível e vais adorar as pessoas, as paisagens, a natureza e a arquitectura Autor: Lugares Incertos

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Dicas de viagem para quem visita Hong Kong pela 1ª vez

Dicas de viagem para quem visita Hong Kong pela 1ª vez

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Andas a sonhar à meses com a viagem que vais fazer a Hong Kong e quando chegas lá queres atirar-te de cabeça? Parece uma boa ideia mas talvez queiras ter em consideração algumas dicas que te vão manter em bons lençóis. E a primeira dicas que te podemos dar é que escolhas em bom seguro de viagem e na IATI Seguros somos especialistas em seguros de viagens! Toma em atenção que decisões tomadas de forma pouco informada, como viajar sem um seguro de viagem adequado, podem sair-te bem caras e estragar-te uma viagem que promete ser de sonho. Agora que te demos a dica mais importante de todas e que podes e deves seguir em todas as tuas viagens, seguem-se outras dicas de viagem igualmente valiosas para quem visita Hong Kong pela primeira vez! Dicas de viagem Hong Kong Não te atires à street food à maluco, mas não deixes de experimentar. Esta dica tem como intuito proteger-te de duas situações comuns em viajantes: por um lado aqueles que experimentam qualquer alimento sem nenhum cuidado e no extremo oposto aqueles que evitam todas as bancas de comida. O que achas de uma atitude mais moderada sem o oito ou o oitenta? Hong Kong é, sem dúvida, um destino de excelência no que diz respeito à steet food, mas deves adotar alguns cuidados básicos se não queres acabar a viagem com algo mais do que uma dor de barriga. Por isso, certifica-te que o local onde vais comprar comida tem bastante movimentação de pessoas e que os alimentos não ficam muito tempo expostos. No entanto, não caias no erro de não experimentar nada só porque o aspeto não te é familiar! A ideia de atravessares o mundo e teres as mesmas experiências que tens no teu país não é apelativa, pois não? Assim, e se és esquisito com a comida, aconselhamos-te que procures informação com outros viajantes para que te indiquem algumas sugestões de street food. Usa transportes públicos, até de noite Sabemos que as deslocações levam uma grande parte do orçamento de viagem, por isso queremos que economizes bastante dinheiro que poderás utilizar numa próxima viagem. Apesar de Hong Kong ser uma metrópole gigante, a verdade é que é bastante segura para os viajantes. Além de as ruas serem movimentadas a qualquer hora do dia e da noite, não te esqueças que em Hong Kong funcionam os famosos mercados noturnos. Isto significa que não vais ter nenhum problema de segurança se estiveres na rua durante a noite, mesmo se viajares sem companhia. Os transportes públicos além de serem baratos chegam a qualquer lugar em Hong Kong. Evita o metro à hora de ponta Esta dica à primeira vista parece entrar em contradição com a sugestão anterior mas já te vamos explicar direitinho e vais perceber que se complementam. É verdade que o metro é um excelente meio de transporte público mas ao início da manhã e ao final da tarde há muita gente a utilizá-lo. E não falamos apenas de turistas, são os locais que se movimentam de e para os locais de trabalho e que andam sempre a correr. O que acontece na prática é que as carruagens do metro ficam tão cheias que nas estações alguns funcionários têm como função dar uns “empurrões” às pessoas para caberem mais algumas em cada composição. Estás a imaginar a confusão e o sufoco não estás? Por isso, se tiveres oportunidade de evitar o metro em hora de ponta não penses duas vezes! Leva dinheiro vivo para usar nos mercados de rua Hong Kong é famosa pelos seus mercados noturnos mas também existem mercados diurnos. Os mercados noturnos mais conhecidos são Temple Street Market e Ladies Market que funcionam em barraquinhas que durante o dia estão fechadas. A particularidade dos mercados noturnos é que os comerciantes raramente dispõem de pagamento com cartões, pelo que é aconselhável teres dinheiro vivo contigo. E muito importante, lembra-te que o valor da mercadoria depende da forma como o vendedor te vir. Se achar que és rico vais pagar mais caro, portanto prepara-te para a fina arte do regateio. Quando cambiares dinheiro pede algumas notas de baixo valor Estás a imaginar o trabalho que tiveste para fazer baixar o preço de um artigo que querias comprar num mercado e depois só tens notas de alto valor para fazeres o pagamento? Vais arruinar o negócio, não achas? Por isso certifica-te que tens contigo algumas notas de valor mais baixo para os pagamentos correntes. O que achaste destas dicas de Hong Kong? Temos também um artigo com um roteiro clássico de 5 dias por Hong Kong onde poderás por estas dicas em ação! A IATI Seguros deseja-te uma boa viagem! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Roteiro para três dias intensos em Dublin

Roteiro para três dias intensos em Dublin

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Na IATI Seguros queremos que vivas intensamente as tuas viagens, portanto hoje trazemos-te uma sugestão de viagem na Europa que não vais conseguir resistir! Um roteiro por Dublin. Mas já sabes como funciona, antes de embarcares tens mesmo de escolher o teu seguro de viagem e como especialistas em seguros de viagens podemos aconselhar-te o que melhor se adequa ao teu perfil. Vê tudo explicadinho no nosso site! Agora que vais viajar seguro, vamos ao roteiro que preparámos para ti para que possas usufruir a 100% da tua viagem a Dublin. Roteiro para três dias intensos em Dublin Dublin é a capital da República da Irlanda e é surpreendentemente concentrada! Isto significa que provavelmente darás bom uso aos teus sapatos e vais evitar gastar dinheiro em transportes no centro da cidade. Este roteiro por Dublin foi precisamente pensado em viajantes que gostam de explorar os sítios a pé e Dublin é ideal para passeios a pé. Dia 1 IMMA – Irish Museum of Modern Art Uma excelente forma de começares a tua viagem e este roteiro a Dublin é visitares o Museu de Arte Moderna da Irlanda. O museu alberga cerca de 3500 peças de arte de artistas irlandeses e internacionais. Além disso, durante o ano ocorrem algumas exposições temporárias pelo que sugerimos que consultes a programação no site oficial do museu. Fábrica de cerveja Guinness Quer sejas apreciador de cerveja ou não, é consensual que a Guinness tem uma das melhores stouts do mundo. E se vais visitar Dublin não percas a oportunidade de entender como é fabricada esta cerveja. Não queremos estragar-te a visita portanto não vamos explicar o processo mas podemos dizer que inclui água das montanhas de Wicklow. Parece mágico, não é? A visita é feita ao teu ritmo e pode levar algumas horas. Se comprares os bilhetes onlinetens desconto, aproveita, está bem? St. Patrick Cathedral e St. Patrick Park Fundada em 1191 e com o ponto mais alto a uma distância de quarenta e três metros, a St. Patrick Cathedral é a mais alta igreja na Irlanda. A entrada na catedral é paga mas os jardins de St. Patrick são gratuitos. Além disso, existe um pequeno mas simpático recinto para piqueniques, vários bancos para descansar e vendedores ambulantes. Se viajas com crianças elas vão agradecer o parque infantil. Dia 2 Dublin Castle Este grande complexo está situado no coração histórico de Dublin. Como a maioria dos monumentos históricos em Dublin a entrada no castelo é paga e existem visitas guiadas. No entanto, se apenas quiseres sentir o ambiente e tirar boas fotografias do pátio do castelo, não precisas pagar entrada. Dublinia Este parque temático é diferente dos que provavelmente estás habituado porque concentra-se em apresentar a história de Dublin de uma forma didática. É, portanto, muito recomendado para visitas em família que podem passar perfeitamente um dia inteiro a explorar Dublinia. Destilaria Old Jameson Para terminar o segundo dia em Dublin recomendamos que visites uma destilaria de Whiskey. Se seguiste a nossa recomendação para visitar a fábrica da Guinness, acredita que esta visita à Old Jameson também vale muito a pena. Tem em mente que o whiskey irlandês tem bastante tradição e nesta visita poderás provar diferentes tipos de Whiskey. Dia 3 O último dia em Dublin será inesquecível pois irás visitar lugares únicos. Preparado para o próximo dia do roteiro por Dublin? Trinity College e Book of Kells O Trinity College é a universidade de Dublin e os alunos organizam visitas guiadas bastante completas. O ponto alto destas visitas é o Book of Kells, uma peça única que por si só vale uma viagem a Dublin. Parque St. Stephens Green Este é um parque histórico que precisas de conhecer no teu roteiro por Dublin e que tem entrada gratuita, Por volta do meio dia as pessoas começam a chegar com mantas que estendem na relva e com comida que devoram em poucos minutos. Depois recostam-se a ouvir música, a ler ou simplesmente a dormir. Quando as duas horas da tarde se aproximam arrumam as coisas e vão-se embora. É ideal para recuperares forças e te preparares para a sugestão que se segue. Temple Bar A melhor maneira de terminar este roteiro por Dublin é, sem dúvida, em Temple Bar. Esta movimentada rua é para onde se deslocam turistas e locais para uma noitada. Também é um lugar popular para despedidas de solteiro, por isso mantém o espírito aberto. Muito importante, não estamos de todo a sugerir que abuses do consumo de álcool. As visitas que recomendamos à fábrica da Guiness, à destilaria Old Jameson e a Temple Bar justificam-se pela importância que estes lugares têm na vida da cidade e não constituem convites a excessos. Acreditamos que és responsável e que consomes bebidas alcoólicas com moderação. Que te pareceu este roteiro por Dublin? A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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TOP 5 locais a não perder em Miami

TOP 5 locais a não perder em Miami

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A IATI Seguros tem a certeza que por muito que viajes há sempre mais um local fantástico que ainda podes visitar, por isso, vamos dar-te a conhecer os top 5 locais que não pode perder na maravilhosa cidade de Miami. Como queremos que te concentres exclusivamente em desfrutar ao máximo a sua viagem a Miami, não te esqueças também de escolher um seguro de viagem que se adequa às tuas necessidades. E, como na IATI Seguros somos especialistas em seguros de viagem, para uma viagem aos Estados Unidos da América sugerimos o seguro IATI Estrela. Vamos, então, ao TOP das 5 locais a visitar em Miami, sendo que a lista não tem nenhuma ordem especial, todos os sítios são espetaculares! TOP 5 a não perder em Miami Calle Ocho em Little Havana Miami está geograficamente próximo da ilha de Cuba e tradicionalmente as pessoas que conseguiam sair do território cubano fixaram-se por ali. Ora, os imigrantes trouxeram consigo as tradições e os produtos cubanos que agora são essenciais em Little Havana: o café, o rum, o tabaco, a música e vários pratos típicos. Em particular na Calle Ocho sentem-se os sabores latinos e uma vibração festiva tipicamente cubana. A música invade as ruas de noite e de dia num ambiente único. Aproveita também para saborear um café cubano autêntico, enquanto observas o passeio da fama dedicado exclusivamente a personalidades latinas, entre as quais Gloria Estefan. Por outro lado, se preferires interagir com outras pessoas sugerimos que dê um pulinho ao Parque Maximo Gómez. Neste parque, as pessoas mais velhas divertem-se a jogar xadrez e dominó. Eles levam os jogos muito a sério, mas, se pedires “com jeitinho”, temos a certeza que o deixam jogar um joguinho. Além disso, de bónus ainda irás receber uma infinidade de histórias destes reformados que tanto gosto têm em partilhá-las. Acredite, momentos como estes são raros e preciosos, aproveita-os bem! Venetian Pool O que Veneza tem a ver com uma piscina pública em Miami? Na realidade, a estrutura da Venetian Pool é muito parecida com a cidade de Veneza, por isso resolveram dar-lhe esse nome. Mas não penses que esta é uma piscina pública igual às outras, aqui vais encontrar cascatas, pontes, torres e água a perder de vista. Além disso, o cuidado com a manutenção do espaço é exímio, logo está sempre tudo muito limpinho e arrumadinho. Esta piscina tornou-se rapidamente num hotspot de Miami e quem a visita percebe o porquê. O horário, preços e outras informações estão disponíveis no site oficial. Vizcaya Museum & Gardens O que achas de duas atividades numa só? O Museu Vizcaya merece uma visita por si só: uma antiga mansão recheada de obras de arte que o vão fazer perder a noção do tempo. Além do mais, os jardins desta mansão, situada no bairro de Coconut Grove, tornaram-se uma atração turística pela sua beleza. Os jardins são em estilo europeu, com formas geométricas a lembrar os jardins parisienses e ainda podes contemplar uma vista privilegiada para o mar. Lembra-te apenas que não é permitido fotografar nem recolher imagens de vídeo no interior do museu. Isto significa que apenas poderás trazer lembranças fotográficas ou em vídeo dos jardins deste local. No entanto, existe um café e loja disponíveis no recinto se tiveres interesse em comprar algumas recordações deste local, que faz parte também dos top 5 lugares que tem mesmo de visitar em Miami. Miami Beach Quando se ouve falar em Miami, provavelmente, a imagem que te vem à cabeça é uma praia a perder de vista e as barraquinhas típicas dos nadadores-salvadores. Pois essa imagem existe em Miami Beach. São 16 km desde South Point Pier até ao Parque Haulover. Como podes ver, é um areal a perder de vista. E como fazemos questão que tenhas as melhores dicas de viagem, desde já te asseguramos que as melhores praias, de longe, estão em South Beach, daí este local estar no top 5 dos locais a não perder em Miami! Além disso, vais certamente ficar contente em saber que a temperatura da água é muito agradável durante todo o ano, por isso não te esqueças do fato de banho ou biquini. À noite dirige-te para Ocean Drive, um autêntico desfile de carros quitados, cujos donos percorrem orgulhosamente a marginal à procura de atenção. Freedom Tower Era para este edifício que eram encaminhados os imigrantes cubanos que chegaram à Flórida na década de sessenta do século XX. Aqui recebiam a documentação para poderem ficar a residir nos Estados Unidos. Atualmente o edifício alberga o Museu de Arte Contemporânea e na mesma área podes também encontrar outros locais interessantes, como o jardim e o anfiteatro no Bayfront Park. Com vontade de conheceres mais sobre Miami? Antes de embarcares para os EUA não te esqueças de verificar se tens toda a documentação necessária para entrar nos Estados Unidos! Aproveita e vê também como chegar dos aeroportos até ao centro de Miami. A IATI Seguros deseja-te uma boa viagem, e que desfrutes destes 5 locais a não perder em Miami! Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

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Enoturismo romântico na Alsácia

Enoturismo romântico na Alsácia

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A Alsácia mais parece cenário de filme ou de conto de fadas: puro encanto e doçura, o que torna esta região um destino perfeito para uma escapadinha romântica! Antes de embarcarem nesta viagem, não esqueçam de contratar o seguro de viagem com a IATI, para terem a certeza de que só trarão boas lembranças! Roteiro para um passeio romântico pela Alsácia Esta região apresenta fortes marcas de uma mistura cultural francesa e alemã, já que nos últimos séculos o seu domínio foi disputado entre ambos os países por diversas vezes. Pelas ruas, vê-se um estilo arquitetónico marcado por casas em enxaimel, que muito lembra a Rota Romântica, na região alemã da Baviera. Nos cafés, os bretzels alemães dividem nossa atenção com os crepes e doces tipicamente franceses. Na dúvida, melhor experimentar todos! Os vinhos alsacianos também são famosíssimos e, se vocês forem apreciadores, devem aproveitar para conhecer a Rota dos Vinhos pela Alsácia! As cidades e vilarejos que incluímos neste roteiro pertencem a esta rota, então poderão optar por visitar ou não as quintas. 1. Estrasburgo Comecem a rota pela Alsácia em Estrasburgo, a capital da Europa e do Natal! Percam-se pelas ruelas da Petite France e encantem-se com as coloridas casinhas em enxaimel, onde viviam pescadores e trabalhadores de curtumes e moinhos. Depois, conheçam o lado mais moderno da cidade, onde encontram-se o Parlamento Europeu, o Palácio da Europa e o prédio dos Direitos Humanos. A seguir, façam um passeio de barco pelo Rio Ill e vejam a cidade de outro ângulo. Este tour é adorável, pois passa por diversas áreas de Estrasburgo e, ao longo do percurso, poderão aprender mais sobre a cidade e a região, com a ajuda de um áudio-guia, disponível em diversos idiomas. 2. Ribeauville Esta pequena cidade tem as suas colinas decoradas com vinhas e ruínas de castelos, construídos entre os séculos XI e XVI. Observem as belas casas e fontes medievais, bem como a Tour des Bouchers, a torre do século XIII que fazia parte das fortificações da cidade e que hoje é um dos ícones de Ribeauville. 3. Hunawihr A seguir, conduzam até Hunawihr, a aproximadamente 3km de Ribeauville. Esta é outra charmosa vila, onde as vinhas são as principais marcas da paisagem. A igreja Sainte-Hune completa o cenário e aumenta o romantismo e o charme do vilarejo, não achas? 4. Riquewihr O vilarejo de Riquewihr une harmonicamente o romantismo das coloridas casas em enxaimel com a paisagem rural e o verde das vinhas. Não deixem de passear pelas principais ruas do centro histórico e visitar a Dolder Tower, monumento erguido no fim do século XIII e que se tornou símbolo de Riquewihr. O curioso sobre esta torre é que o seu lado externo mantém a aparência medieval, enquanto o lado interno está decorado em estilo enxaimel. Vale a pena conhecer! 5. Kaysersberg Kaysersberg foi considerada a vila preferida pelos franceses em 2017 e é uma das melhor conservadas na região. Visitem a igreja de Sainte-Croix e as ruínas do castelo, além de contemplarem a beleza das vinhas entre as montanhas Vosgues e o rio Weiss. 6. Colmar O icônico vilarejo de Colmar é, também, imperdível! A região de Petite Venice é a mais famosa e charmosa da cidade. A vila pode ser conhecida a pé em um dia e, depois, é hora de seguirem para a próxima paragem! 7. Mulhouse Depois de explorarem o rico centro histórico de Mulhouse e apreciarem a arte de rua, presente em paredes e em esculturas espalhadas pela cidade, visitem a vasta coleção de automóveis do Cité de l’Automobile e o maior museu ferroviário da Europa, o Cité du Train. Outra atração de Mulhouse é o Ecomusée d’Alsace, uma recriação de uma tradicional vila alsaciana, como as visitadas nas paragens anteriores desta rota, em que dá-se vida ao vilarejo cenográfico com a representação da rotina dos trabalhadores e habitantes de séculos passados. Outro mágico passeio, para finalizar a viagem pela região, é o parque temático inspirado no Pequeno Príncipe, livro de Antoine de Saint-Exupéry. Esperamos que este roteiro de enoturismo pela Alsácia tenha ajudado a inspirar-te a planear aquela merecida escapadinha romântica! Que todos os dias sejam Dia de São Valentim! Com muito amor, IATI Seguros. Autora: Amanda Sem Fronteiras

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Deixa-te inspirar por Seoul, a capital da Coreia do Sul

Deixa-te inspirar por Seoul, a capital da Coreia do Sul

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Enquanto o famoso vizinho Japão, ou a vizinha China recebem várias dezenas de milhões de viajantes por ano, a Coreia do Sul apresenta-se como um lugar a descobrir pelos mais curiosos. Seoul é uma das capitais mais seguras do Mundo, mas os seguros de viagem da IATI garantem que em caso de repatriação, malas roubadas/danificadas, transporte de um familiar, ou responsabilidade civil, não estarás sozinho e à distância de um telefonema falarás com um profissional, em português, que te ajudará rapidamente. Conhece Seoul, a capital da Coreia do Sul Desenvolvida em termos de moda e tecnologia, mas ao mesmo tempo extremamente tradicional, esta cidade tão dinâmica, mistura palácios, arranha-céus brilhantes, trilhos em montanha, e sempre ao som da música K-Pop. Quem não se lembra do Gangnam Style? Seoul tem uma população de 11 milhões de habitantes e, se incluirmos os arredores, o número salta para os gigantes 26 milhões, tornando esta cidade na segunda maior área metropolitana do mundo. A Coreia do Sul tem vindo a ganhar popularidade internacional, nos últimos, na área da tecnologia, automóvel e entretenimento. Marcas como a Samsung ou a Hyundai são conhecidas mundialmente, e não há viajante que nunca tenha experimentado um prato Coreano. A Coreia está a palpitar, e o centro de toda a agitação é Seoul! Tal como Portugal, a Coreia tem 4 estações, e a melhor altura para visitar esta cidade, é durante a Primavera (Março a Maio) ou no Outono (Setembro a Novembro). A época alta é o Verão, mas Julho é o mês das chuvas. Estas duas estações do ano são caracterizadas por uma mudança dramática nas cores que compõem a sua paisagem: na Primavera há flores de cerejeira com cor-de-rosa e branco, e no Outono tudo muda para vermelhos ardentes, laranja e amarelo. O que podes visitar em Seoul que te vai deixar rendido? Deixa os transportes de parte, coloca uns sapatos confortáveis e parte para o centro, onde vais encontrar as atracões imperdíveis: A imponente estátua de bronze do Rei Sejong, inventor do alfabeto coreano e um dos monarcas da Dinastia Joseon, que dominou a nação por quase cinco séculos, está mesmo no centro da cidade. Continua a andar e prepara-te para apreciar o imponente Portão de Gwanghwamun, entrada para o Palácio Gyeongbokgung. O Palácio Gyeongbokgung é o maior, mais antigo e mais popular dos “Cinco Grandes Palácios” da cidade. E é a maior atração da cidade, lugar para onde vão os turistas para vestir os trajes tradicionais coreanos. O local é um grande complexo, repleto de pavilhões, jardins e vários recantos secretos à espera de ser explorados. Depois de tirares as fotos aos guardas e à arquitectura impressionante, parte à procura do calmo Palácio Changdeokgung, que muito se assemelha a um imenso jardim, de tão tranquilo. Suas construções são tradicionais, e é o único dos Cinco Palácios que a UNESCO tornou Património da Humanidade, em 1997. É no Palácio Deoksugong, que vais assistir à ruidosa troca de guardas deste edifício históricos. O ritual mantém-se igual há séculos e inclui música tradicional, tambores e muitos gritos de guerra, no centro de um cenário que nunca sofreu alterações ao longo dos tempos. Depois de um dia de história, é tempo de explorar o urbanismo de Seoul. Cheonggyecheon é um projeto moderno e bastante arrojado que revitalizou a paisagem desta cidade, construindo uma área de lazer com 11km de comprimento. Impressionante não é? Dentro desta área há espaços verdes, canais de água, zonas de leitura, espaços para crianças, e comércio de apoio. E ao longo deste percurso, que estrategicamente passa nos principais pontos da cidade, tem os a consciência do grau de organização e planeamento deste povo. Mercado Myeongdong é a principal região de compras de Seul, e tu não vais querer perder as imensas lojas, cafés e barraquinhas espalhadas pela rua. Assim como o Mercado Namdaemun, com o animado mercado de rua diurno e noturno. A capital da Coreia é famosa pelos seus buffets de preço fixo, onde comes tudo o que conseguires. E é famosa, também, pelo Kimchi, um acompanhamento feito de repolho fortemente temperado com especiarias, que vais querer provar uma vez na vida. Sentes-te inspirado para visitar Seoul? Autores: Onde andam os Duarte

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