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Roteiro de 24 horas pelo Catar

Roteiro de 24 horas pelo Catar

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O Catar é um dos países mais ricos do mundo, onde a atração principal é a sua capital: Doha. Doha é local de passagem de muitos Europeus em viagens com destino à Asia, que aproveitam para conhecer este país encantador. Neste artigo a IATI, a tua seguradora com os melhores seguros de viagem online, apresenta-te um roteiro de 24horas na cidade que mergulha nas águas cálidas do Golfo Pérsico. O que visitar no Catar em 24 horas? O Catar desenvolveu-se nos anos 70 com a abertura à exploração de petróleo e gás natural, e hoje em dia é o país com maior desenvolvimento humano no mundo árabe. Graças a este desenvolvimento, foram criados centro artísticos com variados eventos de arte que ocorrem durante todo o ano. Doha é uma moderna galeria de arte contemporânea, que conseguiu também preservar o lado tradicional dos seus costumes. Souq Waqif A maioria das atrações estão ao longo da beira mar do Golfo, e é aqui, em frente ao mar que encontrarás o coração histórico de Doha. Nestas labirínticas ruas estão localizadas as lojas árabes mais autênticas, os cafés mais cheirosos e as cores mais vibrantes. Perde-te nesta zona, aprecia os tecidos, o artesanato e com sorte vais cruzar-te com um camelo! Souq Waqif (mercado em pé) é o melhor lugar para compras. Podes regatear por alguma joalharia no Mercado do Ouro, admirar as aves de rapina no Mercado dos Falcões, ou, saborear doces árabes enquanto tiras fotos aos sacos cheios de coloridas especiarias. Esta zona é um verdadeiro banquete para os olhos e todos os outros sentidos. Durante o dia lojas e restaurantes podem estar fechados, mas à tarde, logo que o sol se põe, o Souq Waqif ganha vida e podes sentir as vibrações tradicionais e históricas do Catar e ver os homens reunidos em restaurantes usando os seus tradicionais trajes brancos, os dishdash. Vila Cultural de Katara Esta zona oferece uma visão privilegiada sobre a brilhante baía. É o centro da cena artística e cultural de Doha. Construído com teatros, galerias e espaços de performance. O labirinto de pequenas ruas e pequenas vielas da vila acomoda uma variedade de restaurantes e cafés, um anfiteatro ao ar livre com vista para o mar e uma mesquita com mosaico turquesa e roxo. Há também uma praia pública em Katara. Museu de Arte Islâmica Fica na sua própria ilha ao largo de Corniche, a uma curta distância do Souq Waqif. Do lado de fora, o museu parece uma fortaleza moderna com uma impressionante entrada rodeada por palmeiras com vista para as águas azul-turquesa e a área comercial de West Bay, com prédios altos e modernos. No interior, o Museu de Artes Islâmicas parece muito futurista, com uma impressionante escadaria dupla e padrões geométricos. A exposição, com uma rica coleção de arte islâmica de vários continentes, está espalhada por três andares. A entrada é gratuita. Doha Corniche O Corniche de Doha é um atrativo passeio marítimo que se estende por 7 km ao longo da baía, desde o Sheraton Hotel em West Bay até o Museu de Arte Islâmica, e está repleto de palmeiras e parques verdes. Esta é talvez a parte mais amigável para pedestres da cidade e um local encantador para uma caminhada noturna no pôr-do-sol, durante os meses menos quentes do inverno. Pearl No outro lado da baía está uma cidade, dentro da cidade: o Pearl, que está repleto de lojas de luxo, apartamentos opulentos construídos numa ilha artificial no Golfo e um intenso movimento de iates. Podes adorar ou odiar, mas é uma visão magnífica, onde a atenção ao detalhe é impressionante. Fanar Centro Cultural Islâmico É uma combinação entre uma mesquita, uma escola e uma biblioteca, que foi criada pelo Governo e desenvolvida para ensinar, matar a curiosidade e envolver não-árabes (viajantes e imigrantes) a cerca da cultura Catar e cultura Islâmica. A torre em espiral do Centro Cultural Islâmico Fanar ergue-se acima dos prédios baixos ao lado do Souq Waqif. Portanto, este famoso marco de Doha é o único a procurar se estiveres perdido. Aproveita as políticas de Stopover das companhias aéreas, leva contigo o melhor seguro de viagem e parte à descoberta do colorido Médio Oriente. Autores: Onde andam os Duarte?

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O que ver e fazer em Viena – 15 Experiências a não perder

O que ver e fazer em Viena – 15 Experiências a não perder

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Visitar Viena de Áustria é acima de tudo uma experiência cultural e gastronómica. Hoje trazemos 15 experiências imperdíveis para quem visita a cidade pela primeira vez e não só. Não deves fazer um seguro de viagem só quando vais viajar para fora da Europa. Seja a subir uma montanha ou os degraus de uma catedral, a segurança deve ser uma prioridade para ti. E é por isso que e IATI seguros tem vários tipos de seguros, adequado a cada tipo de viagem. Não sabes qual o seguro mais adequado à tua viagem? É só entrares em contacto connosco e estamos prontos para te ajudar. O que ver e fazer em Viena: 15 experiências imperdíveis Subir os 344 degraus da Catedral de Santo Estevão (Stephansdom) A Catedral de Santo Estevão (Stephansdom) é uma das mais antigas catedrais de estilo gótico europeu. Está situada na Stephansplatz. E a subida dos seus 344 degraus até ao topo da torre sul permite-nos ter uma das melhores vistas sobre a cidade. A subida é feita através de uma apertada escada de caracol. A subida não é fácil, mas a vista vale o esforço. Comer uma “Sacher-Torte Chocolate Cake” no Café Demel Passar tempo nos cafés e esplanadas da cidade é um hábito dos Vienenses. Passar uma tarde nas famosas “Viennese Coffee Houses” a conversar ou a ler é perfeitamente normal em Viena. Aqui tens de experimentar a “Sacher-Torte Chocolate Cake” e o famoso “Apfelstrudel”. Recomendamos o café Demel, que foi em tempos a pastelaria que fabricava os doces para a casa real. O café Griensteidl também é muito pitoresco e acolhedor. E situam-se ambos perto do palácio Hofburg. Explorar o Palácio Schönbrunn O Palácio Schönbrunn era a residência de verão da família real. Estão abertas ao público para visita 40 das 140 salas existentes no palácio. Aqui destacam-se os jardins que fazem lembrar os jardins do palácio de Versalhes. Não percas a oportunidade de passear pelos magníficos jardins barrocos, especialmente deslumbrantes durante a primavera e o verão. Descobrir o Palácio Hofburg O Palácio Hofburg era a residência de inverno da família real. E é aqui que se encontram vários museus incluindo o Museu dedicado à Imperatriz Sissi (Isabel da Áustria), a escola Espanhola de Equitação (cavalos Lipizzaner), e os jardins Burggarten e Volksgarten. Passeio de Barco no Danúbio Uma visita a Viena não fica completa sem um passeio de barco pelo Rio Danúbio. Existem vários passeios que se podem fazer no Danúbio. Nós escolhemos um passeio que começou em Schwedenplatz e terminou em Reichsbrücke, onde pudemos também visitar a fabulosa igreja de Francisco de Assis. O passeio tem a duração de cerca de 2 horas. E depois podem regressar de metro. Comer um “Wiener schnitzel” no “Figlmuller” Um dos pratos típicos Austríacos é o “Wiener Schnitzel”, um escalope à moda de Viena. Consiste num escalope panado, e que tem o tamanho de um prato de refeição. Aconselhamos o restaurante Figlmuller, onde podem degustar o verdadeiro sabor da cozinha austríaca. Este restaurante foi fundado em 1905 (o primeiro), e é conhecido como a casa do schnitzel. Devido ao grande sucesso hoje existem 6 restaurantes do grupo Figlmuller, é indispensável reservarem mesa. Visitar o Museu Belvedere e admirar “O Beijo” de Klimt O Palácio Belvedere alberga uma das mais importantes coleções de arte austríaca, destacando-se as obras de Gustav Klimt, incluindo a famosa pintura “O Beijo”. Os jardins do palácio são igualmente espetaculares, oferecendo uma vista magnífica sobre a cidade. Explorar o Museu de História da Arte (Kunsthistorisches Museum) Considerado um dos museus mais importantes do mundo, o Kunsthistorisches Museum possui uma coleção impressionante que inclui obras de Velázquez, Caravaggio, Rubens e muitos outros mestres. O próprio edifício é uma obra de arte arquitetónica. Assistir a uma Ópera na Ópera Estatal de Viena A Wiener Staatsoper é uma das casas de ópera mais prestigiadas do mundo. Mesmo que não sejas fã de ópera, a experiência de assistir a um espetáculo neste templo da música clássica é inesquecível. Se não conseguires bilhetes, podes fazer uma visita guiada ao interior do edifício. Descobrir a Biblioteca Nacional Austríaca A Prunksaal (Sala de Estado) da Biblioteca Nacional Austríaca é considerada uma das mais belas bibliotecas barrocas do mundo. Com os seus 77 metros de comprimento e decoração deslumbrante, é um verdadeiro tesouro arquitetónico que não podes perder. Andar na Roda Gigante do Prater O Prater é o parque de diversões histórico de Viena, e a sua famosa Roda Gigante (Riesenrad) é um símbolo da cidade. Construída em 1897, oferece vistas panorâmicas espetaculares e uma viagem no tempo à Viena imperial. Explorar a Casa Hundertwasser Esta obra arquitetónica única e colorida foi projetada pelo artista Friedensreich Hundertwasser. Com as suas formas irregulares, cores vibrantes e jardins suspensos, representa uma abordagem completamente diferente da arquitetura tradicional vienense. Passear de Fiaker (carruagem) pelo centro histórico Um passeio de carruagem puxada por cavalos pelas ruas do centro histórico é uma forma romântica e tradicional de conhecer Viena. Os cocheiros, vestidos com trajes típicos, partilham histórias e curiosidades sobre a cidade durante o percurso. Explorar o Naschmarkt O mercado mais famoso de Viena é um paraíso para os amantes da gastronomia. Aqui encontras produtos locais e internacionais, desde especiarias exóticas a queijos austríacos, além de numerosos restaurantes e cafés com esplanadas. Experimentar um Heuriger nos arredores da cidade Para uma experiência verdadeiramente austríaca, visita um Heuriger – uma taverna de vinho tradicional localizada nas colinas que rodeiam Viena. Aqui podes provar vinhos locais acompanhados de pratos regionais, numa atmosfera descontraída e autenticamente local. A Importância de um seguro de viagem para Viena Ao planear a tua aventura pelas experiências imperdíveis de Viena, não te esqueças de um aspeto fundamental: a tua segurança e tranquilidade durante a viagem. Mesmo estando na Europa, contratar um seguro de viagem adequado é essencial para aproveitares ao máximo tudo o que a capital austríaca tem para oferecer. Porque precisas de seguro para Viena? Viena é uma cidade que convida à exploração a pé, desde a subida dos 344 degraus da Catedral de Santo Estevão até aos passeios pelos extensos jardins dos palácios imperiais. Durante estas atividades, pequenos acidentes podem acontecer, e os custos médicos na Áustria, embora de excelente qualidade, podem ser elevados para quem não tem cobertura adequada. Além disso, muitas das experiências que recomendamos – como os passeios de bicicleta pelo Danúbio, as visitas aos Heurige nos arredores da cidade, ou mesmo a exploração do Prater – beneficiam de uma cobertura de seguro especializada. IATI Escapadinhas: a solução perfeita para Viena Para viagens a Viena, o IATI Escapadinhas é uma escolha excelente, oferecendo: Cobertura Médica Abrangente • Até 50.000 euros em despesas médicas • Tele-assistência médica 24/7, evitando deslocações desnecessárias ao hospital • Cobertura específica para atividades de aventura como trekking e cicloturismo Proteção para Diferentes Tipos de Viagem • Ideal para road trips pela Áustria e países vizinhos • Cobertura para roubo no interior de veículos – importante se explorares Viena de carro ou autocaravana • Proteção para bicicletas – perfeito se optares por explorar a cidade sobre duas rodas Coberturas Especiais • Proteção para animais de estimação, caso viajes com o teu companheiro de quatro patas • Cobertura de cancelamento opcional até 1.000 euros (incluindo despedimento) • Assistência em caso de necessidade de motorista profissional Dicas Importantes • Contrata antes de partir: Este seguro não pode ser adquirido uma vez iniciada a viagem • Cancelamento: Se quiseres incluir a cobertura de cancelamento, deves contratá-la até 7 dias após reservares a viagem • Cobertura europeia: Perfeito não só para Viena, mas para explorares outros destinos europeus na mesma viagem Com o IATI Escapadinhas, podes focar-te no que realmente importa: descobrir os tesouros imperiais de Viena, saborear a autêntica Sachertorte, e criar memórias inesquecíveis na cidade dos Habsburgos, sabendo que estás protegido em todas as situações.

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Roteiro de 10 dias pelo Camboja

Roteiro de 10 dias pelo Camboja

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O Camboja tem vindo a tornar-se num dos destinos mais falados do sudeste asiático e é fácil perceber porque. Afinal, é aqui que se situam os templos de Angkor, o maior complexo de templos alguma vez construído e um dos registos arqueológicos mais importantes do mundo. A IATI, líder na venda de seguros de viagem, leva-te a conhecer este país incrível do Sudoeste Asiátio. Porém, não é apenas o complexo de Angkor Wat que torna o Camboja famoso. O país destaca-se também pela simpatia do seu povo, pelas praias paradisíacas e também pelo custo de vida, bastante acessível para o viajante comum. Neste sentido, preparamos aqui um roteiro imperdível de 10 dias pelo solo cambojano. 1ª paragem – Siem Reap (3 dias) A principal atração de Siem Reap são os templos de Angkor. De facto, esta é a cidade mais turística do país e está totalmente preparada e voltada para a exploração dos templos. Sugerimos que fique por aqui pelo menos 3 dias. Os bilhetes para os templos são vendidos consoante o número de dias que quer despender no complexo: 1 dia fica por 37 USD; 3 dias por 62 USD e 7 dias por 72 USD. O número de dias escolhido dependerá sempre da sua curiosidade em conhecer este tesouro religioso, mas pelo menos dois dias são aconselháveis. Isto porque o complexo está dividido em duas rotas, uma rota mais pequena (conhecida como small route), onde estão os templos principais, e uma rota maior (conhecida como big route) onde estão templos secundários, mas em contrapartida com menos afluência de turistas. Como obrigatoriamente terá de comprar o passe de 3 dias poderá utilizar o terceiro dia para fazer uma visita prolongada pelos templos que mais gostou, e aproveitar para fazer um pic-nic ou mesmo ler um livro. Não perca o nascer do sol no templo principal, Angkor, já que este será provavelmente o ponto alto da sua visita. Para explorar os templos a forma mais utilizada e também mais prática será de tuk-tuk. Existem vários tuk-tuks no centro da cidade que a toda a hora tentam vender o seu serviço. O preço ronda os 20 USD por dia para uma das rotas, a grande ou a pequena. Porém, se solicitar o mesmo tuk-tuk para dois dias poderá negociar o preço para 30 USD. Todos eles vão buscá-lo ao hotel por volta das 4h da manhã de forma a poder ver o nascer do sol. A bicicleta é outra opção, mas os templos nem sempre são relativamente próximos uns dos outros e a temperatura de Siem Reap ultrapassa facilmente os 30 ˚C, o que pode tornar o passeio bem cansativo. Outra opção será, neste terceiro dia, explorar o lago Tonlé Sap, o maior lago do sudeste asiático, onde fica uma vila flutuante com o mesmo nome. Existem várias agências de turismo com quem poderá fechar tours diários para explorar a região. O preço ronda os 20 USD e será, de facto, a melhor opção. Existem tuk-tuks que também o levam à região mas depois terá de explorar por sua conta, não tendo a oportunidade de visitar, de barco, a aldeia flutuante. Aproveite também o mercado noturno e a pub street onde poderá desfrutar de um bom refresco e comprar muitos souvenirs. 2º paragem – Ilhas de Koh Rong (3 dias) O Camboja tem duas ilhas paradisíacas principais, Koh Rong e Koh Rong Sanloem. A primeira é maior e tem um clima mais agitado enquanto que a segunda é conhecida por ser uma ilha mais calma onde a palavra de ordem é relaxar. A opção estará, claramente, dependente daquilo que procura por esta zona. Para chegar de Siem Reap a Sihanoukville poderá apanhar um avião já que ambas as cidades têm aeroporto. A opção mais em conta será um autocarro noturno, com direito a camas que custa cerca de 20 USD. Sihanoukville é a cidade portuária de onde saem os barcos para as ilhas. Aqui terá de apanhar então um dos barcos para a ilha que pretende. Existem vários horários durante o dia e o bilhete de ida e volta custa 24 USD. Já nas ilhas há algumas atividades para fazer mesmo que, aquilo que mais lhe apeteça, seja relaxar nas belíssimas praias. Por isso recomendamos uma estadia de 3 dias para que possa tirar pelo menos um dia para relaxar. Nos outros dois poderá fechar um tour que o levará à volta da ilha, onde poderá fazer snorkeling e vislumbrar a diversidade de peixes e a cor dos corais. No final do dia e já de noite poderá ainda nadar com plâncton fluorescente e tirar algumas das fotografias mais fenomenais da sua viagem. É uma experiência imperdível. O preço dos tours ronda os 20 USD e podem ser fechados em quase todos os hotéis. No dia seguinte sugerimos um trekking pela ilha. É uma das melhores formas de apreciar um pouco da natureza local ao mesmo tempo que consegue descobrir praias paradisíacas sem absolutamente ninguém. Peça um mapa no seu hotel e deixe-se encantar pela magia da selva. Caso depois queira ficar a relaxar na praia e não estiver disposto a fazer o percurso de volta, não há problema. Em ambas as ilhas existem barcos-táxi que o levam de volta ao ponto inicial por 5 USD por pessoa. Informe-se dos horários na receção do seu hotel. 3ª paragem – Kampot (2 dias) Kampot é uma pequena cidade litoral do Camboja, onde poderá vivenciar mais de perto a cultura do país, longe dos holofotes turísticos. O melhor a fazer por Kampot será mesmo passear pela cidade e deixar-se envolver pela dinâmica do país. Faça uma aula de culinária e aventure-se pela gastronomia cambojana. Em todos os cantos há aulas por preços bem acessíveis. Uma aula de yoga pelas 7h da manhã, ou uma massagem num dos muitos spas da cidade estão também na lista obrigatória sobre o que fazer em Kampot. Outra atração imperdível aqui é fazer uma viagem de barco para apreciar o pôr-do-sol. A viagem custa cerca de 5 USD com cerveja incluída e poderá ainda ver as dezenas de pirilampos que surgem ao anoitecer. 4ª paragem – Phnom Penh (2 dias) Phnom Penh é a capital do Camboja, mas, apesar de ser capital, não é a cidade mais atrativa do país. Por esse motivo, recomendámos apenas dois dias para a explorar. – A bilheteira para os templos de Angkor Wat fica afastada do centro da cidade e também afastada do complexo de templos. Porém, se solicitar o tuktuk, ele saberá levá-lo primeiro à bilheteira e só depois partir para o passeio. – Muitos hóteis em Siem Reap tem piscina e a diferença de preços é mínima. Faça uma pesquisa e opte por um hotel com piscina, nada lhe saberá melhor que um bom mergulho depois de um dia inteiro a explorar os templos sob o calor abrasador do Camboja. – As ilhas do Camboja são ainda muito pouco desenvolvidas. É aconselhável comprar com antecedência, na cidade, algum bem de primeira necessidade que precise e mesmo um kit de primeiros socorros. Existem alguns supermercados locais, mas tenha em atenção que irá pagar o triplo do preço, por se tratar de uma ilha. – O Camboja funciona com duas moedas, o dólar americano e o riel. Todos os pagamentos são feitos em dólares mas o troco é muitas vezes dado em riel. Pode parecer confuso inicialmente, mas rapidamente se adapta. Poderá usar as notas de riel para comprar garrafas de água ou pequenos snacks. – Tenha em atenção que a incrível experiência de nadar com plâncton não poderá ser feita em noites de lua cheia pois dada a quantidade de luz refletida pela lua, não é possível visualizar o plâncton. Tente coordenar as datas de modo a que a sua estadia pelas ilhas não coincida com este período lunar.

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Roatrip romântica pela Baviera

Roatrip romântica pela Baviera

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Estão a sonhar com umas férias românticas? Que tal alugar um carro e embarcar em uma roadtrip pela incrível região da Baviera, ao sul da Alemanha? Nós vamos ajudá-los a planear uma viagem de sonhos, mas não esqueçam de contratar o seguro de viagem IATI antes de partir! Com um roteiro que inclui cidades únicas e encantadoras, castelos, lagos e montanhas, temos certeza que encantar-se-ão também pela Baviera! O que visitar numa roadtrip pela Baviera O percurso total da rota sugerida, com partida e retorno a Munique, tem uma extensão de aproximadamente 470km, equivalente a cerca de 7 horas na estrada. Como há muitas belas paragens no caminho, temos certeza de que os destinos compensarão o esforço de conduzir! Munique Comecem o percurso com um vôo até Munique e aproveitem para conhecer a capital da região da Baviera. Entre as principais atrações, não deixem de visitar a Neus e a Altes Rathaus (as câmaras municipais, antiga e nova), assistir ao Glockenspiel (o espetáculo de sinos e bonecos que representam a história da cidade), ver a Alter Peter (a igreja mais antiga de Munique), ir ao Münchner Residenz e Hofgarten (local onde reis, imperadores e políticos viveram entre 1508 e 1918). Depois de alguns dias a explorar muito a cidade e a beber muita cerveja em um dos diversos Biergartens, para acompanhar os delíciosos pratos típicos, como joelho de porco, enchidos, schnitzel e bretzl, é hora de alugar um carro e prepararem-se para desbravar esta linda região! Memmingen Não muito longe de Munique fica a pequena, mas encantadora, cidade de Memmingen. Aliás, em Memmingen também há um aeroporto, então esta pode ser uma opção para iniciar a rota e depois terminá-la em Munique, ao invés de fazerem o círculo completo. Perder-se pelo centrinho de Memmingen é, sem dúvidas, a melhor maneira de explorar a cidade! Suas casinhas coloridas e canais dão um toque especialmente romântico à região! Lindau Lindau é uma encantadora cidade-ilha alemã, situada às margens do Lago Constança (Bodensee, em alemão), que marca a fronteira entre Alemanha, Áustria e Suíça. A Maximilianstraße, a Marktplatz, a Altes Rathaus e o porto de Lindau são as atrações imperdíveis da cidade! Atenção: Não é aconselhável entrar com carro em Lindau, porque o espaço na ilha é muito limitado. A melhor opção é estacionar em um dos parques existentes logo antes da ponte Seebrücke. Füssen Já a caminho do castelo mais visitado e fotografado na Alemanha, façam uma pequena paragem em Füssen para caminhar pelo seu centro histórico e ver as incontáveis lojas e restaurantes espalhados por ambos os lados das ruas. Castelo de Neuschwanstein Nada mais romântico do que um castelo de contos de fadas, não é? Pois saibam que o Castelo de Neuschwanstein inspirou até a Disney na projeção do famoso Castelo da Cinderela. No topo de uma montanha, o castelo complementa a paisagem e é verdadeiramente digno de um passeio a arrancar suspiros! O acesso ao pátio é livre e gratuito mas, se quiserem visitar o interior do castelo, reservem os ingressos com antecedência para não terem que aguardar por horas para a visita guiada. Na Marienbrücke tem-se o panorama mais impressionante do castelo e, no caminho até esta ponte, ainda pode-se apreciar a fantástica vista para o Castelo de Hohenschwangau e para lago Alpsee, entre montanhas! Oberammergau Oberammergau é um vilarejo um tanto pitoresco, que destaca-se pela pintura das suas casas. Depois de caminharem um pouco pelas suas ruas e apreciar as fachadas, é hora de seguir para o próximo destino! Ettal Em Ettal, a abadia é o destaque que traz os turistas ao vilarejo. De facto, este monastério beneditino, construído na primeira metade do século XIV, é impressionante! Os monges que habitam o local produzem todos os bens necessários para viverem, além de venderem produtos e prestarem serviços relacionados ao turismo para alevantarem fundos para a manutenção do monastério. Garmisch-Partenkirchen Neste roteiro, temos obras de arte da natureza também! Em Garmisch-Partenkirchen, não deixem de visitar o Partnach Gorge (Partnachklamm, em alemão), um monumento natural com 800 metros de extensão e falésias de até 80 metros de altura. Esta abertura nas rochas foi provocada pela ação da água e, junto com o rio Partnach, forma um cenário inesquecível. Mittenwald Em Mittenwald, visitem o magnífico Leutaschklamm Geisterklamm e contemplem a colorida paisagem, formada por rio, montanha e vegetação, ao caminhar pelos passadiços elevados. É de tirar o fôlego ou não é? Walchensee Completamos o nosso roteiro com o esplêndido lago Walchensee, que merece uma visita em qualquer das estações do ano, para apreciar e belíssima vista do lago entre as montanhas. Depois de relaxarem por algumas horas às margens do Walchensee, é hora de retornar a Munique e brindar às belezas desta viagem dos sonhos. Este roteiro é recomendado para, pelo menos, 04 dias, mas pode variar de acordo com o tempo que queiram curtir em cada paragem. Caso tenham mais tempo disponível, podem também adicionar à rota outras cidades mais ao norte da Baviera, como Miltenberg, Rothenburg ob der Tauber, Bamberg, Wurzburg e Dinkelsbuhl. Esperamos que estas novas e românticas memórias fiquem para sempre nos vossos corações! Autora: Amanda Sem Fronteiras

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7 Cascatas imperdíveis no Gerês

7 Cascatas imperdíveis no Gerês

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Conheces o norte do país? Sabias que existe um Parque Nacional que faz fronteira com Espanha? Temos a certeza que sim e por isso decidimos levar-te a conhecer algumas das cascatas imperdíveis no Gerês. Não há quem o visite o que não fique fã das suas paisagens. Ar puro, biodiversidade, fauna, flora, lagos e cascatas, uma paisagem verde que parece saída de revista. A natureza no seu esplendor e, por esse motivo, o Gerês só se pode conhecer por dentro. Dizem que a sua alma está no som da água que sai das entranhas das montanhas e forma cascatas e piscinas naturais, de água translúcida. Então, é por aqui que vamos começar, pelas suas cascatas, aquelas que achamos imperdíveis para quem decida trilhar os caminhos deste Parque Nacional. Dado que algumas zonas do Gerês são um pouco menos acessíveis, recomendamos que contrates o seguro de viagem IATI Escapadinhas incluindo desportos de aventura para que estejas protegido enquanto fazer trekking pelo parque! Visitar as cascatas imperdíveis do Gerês As cascatas do Parque Nacional da Peneda-Gerês podem visitar-se todo o ano, mas em dias de calor conseguem ser magníficas. Com mais ou menos adrenalina (a escolha é sempre tua!), quando partires nesta aventura pelas cascatas não te esqueças de o fazer em segurança! Cascata Tahiti (Fecha de Barjas) 3 km da aldeia da Ermida, é acessível apenas por caminhos pedestres, um tanto sinuosos, o que aumenta a dificuldade no acesso ao local. Como não existem proteções, recomenda-se cautela. Mas quando lá chegares, serás surpreendido pela sua beleza e pela serenidade das águas que beijam as rochas. Não podes perder o mergulho. São cascatas naturais, de águas cristalinas e relativamente quentes, quando comparadas com outras cascatas. (Coordenadas: 41º 42’13.94 N – 8º 06’36.71 W) Sete Lagoas As 7 Lagoas é mais umas das pérolas do Gerês. Dizem que as mais bonitas estão sempre bem guardadas. É o caso! O caminho para lá chegar é difícil e exige uma longa caminhada a pé, de pelo menos 6 km (para cada lado). Mas vale o esforço. Vais encontrar um conjunto de 7 lagoas formadas por rochas, ligadas entre si por pequenas quedas de água, que animam miúdos e graúdos em escorregas e outras aventuras. Uma harmonia de cores, onde o verde da água e o castanho das rochas se combinam em rara beleza. (Coordenadas: 41°45’28.72″N – 8° 1’30.27″W) Cascata do Arado, mais uma das cascatas imperdíveis do Gerês Esta cascata está localizada no Rio Arado, perto da aldeia da Ermida e do Miradouro Pedra Bela, e é uma das maiores e mais famosas do Parque do Gerês. Além da sua beleza, que é indiscutível, oferece bons acessos para viaturas, o que a torna numa das mais visitadas. Esta cascata é formada por uma sucessão de quedas de água por entre as rochas, que se encontram numa piscina natural, de água verde, irresistível ao mergulho (para os menos friorentos). (Coordenadas: 41°43’28.5″N 8°07’47.0″W) Poço Azul (Coordenadas 41°44’0″N 8°6’24″W) Cascata da Laja Trilho da Preguiça) de cerca de 5 km. O que marca a diferença nesta cascata? O percurso magnífico até lá chegares e as pontes de madeira que adornam o local e o tornam apaixonante. (Coordenadas: 41°45’15.52” N 8°9°1.31” O) Cascata de Pincães Localizada em Pincães, esta cascata, que irrompe apressadamente da rocha, cria uma das piscinas naturais mais bonitas da região. Não é acessível de carro e pede uma caminhada de cerca de 15 minutos. Mas quem se importa? Quando o cenário é idílico e promete um dia à medidas dos teus sonhos? (Coordenadas: N41.70689 W8.05094) Cascata Cela Cavalos A Cascata Cela Cavalos é uma das cascatas menos movimentadas e menos conhecidas mas não deixa de ser considerada uma das cascatas imperdíveis . Mais um daqueles miminhos a que o Gerês nos tem habituado. Deixando o carro na Capela de Santa Luzia, em Cela, o seu acesso não é difícil, basta descer um estradão com cerca de 1,5 km. O melhor é que parte desse caminho é feito com uma vista espetacular sobre o vale e o rio (Cávado), ao som da água que se ouve ao longe. Apesar das águas serem frias, a cascata é formidável. Os peixinhos vêm mordiscar as pernas e o descanso faz-se sobre as suas gigantescas rochas, que amparam as pequenas lagoas que a queda de água cria. (Coordenadas: 41°45’38.40 N – 7°59’12.39 W) As cascatas são, sem dúvida, a alma do Parque Nacional Peneda Gerês, mas há todo um “mundo” para descobrir. Entre aldeias perdidas, cavalos selvagens, barragens, espigueiros e muito mais, o Gerês merece uma visita com tempo para poderes desfrutar de tudo o que nele podes encontrar! E se estás de férias no norte de Portugal, não deixes de visitar outras cidades aqui perto: • O que ver em Braga, o segundo melhor Destino Europeu do Ano 2019 • 5 locais a não perder numa visita a Fafe Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Conhece Marrocos num dia

Conhece Marrocos num dia

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E quando se fala em Marrocos nunca se pensa em lá ir um dia, mas e se fosse possível? A IATI diz-te como. Para quem está de passagem pelo sul de Espanha mais precisamente perto da cidade de Algeciras nunca pensou que é possível apanhar um ferry e através de uma empresa à escolha ter a experiência de conhecer duas cidades de Marrocos e viver por um dia a cultura marroquina de tão perto. Então, reserva o teu seguro de viagens online, põe a roupa na mochila e parte para uma aventura de um dia em Marrocos. O que ver e fazer em um dia em Marrocos Fora ou dentro do porto de Algeciras existem várias companhias com preços convidativos que incluem a viagem de ida/volta no ferry para Ceuta, a viagem de autocarro até ás cidades de Tétouan e Tanger, o almoço tipicamente marroquino com oferta de chá, a visita a lojas de tapeçarias, lojas de produtos naturais a entrada com guia dentro das medinas (parte velha da cidade) e a oportunidade de estar perto dos mercados e cultura marroquina. E se és residente da união Europeia não vais necessitar de passaporte, pois a viagem será de apenas um dia. E qual o preço disto tudo? 59,90 €!! Os preços de agência para agência não variam, pelo que convém fazerem uma visita a várias. Cidade de Tânger Tânger é uma cidade industrial, mas também artesanal, sendo que é o turismo um dos setores mais influentes da cidade. Nesta cidade vão poder encontrar produtos tipicamente marroquinos, desde matérias e pele, a joias em prata e bugigangas cheias de cor. O centro da cidade ainda mantém a antiga fortaleza e várias igrejas que não fazem esquecer a passagem dos Portugueses pelo território Africano. A medina da cidade tem cerca de 7 entradas e é através das linhas do chão que os habitantes de orientam, sendo que uma linha no chão significa que vão dar a uma rua sem saída, duas linhas vão dar a outra rua que só tem caminho dentro da Medina e três linhas a rua vai dar a uma das 7 saídas da parte velha da cidade. Cidade de Tétouan A cidade de Tétouan ou Tetuão é considerada pela UNESCO como Local Património Mundial da Humanidade desde 1997. É uma cidade com um maior número de habitantes e é possível delimitar a zona rica da zona mais pobre. É dentro da Medina da cidade que podemos encontrar várias lojas com artigos tipicamente marroquinos, lojas com produtos naturais e muitos vendedores ambulantes que vos vão acompanhar durante o passeio. Estejam sempre perto do vosso guia para não correrem o risco de se perderem. Extra da IATI para um dia tranquilo • Preparem-se, pois, será um dia intenso e cansativo, por isso levem roupa e calçado adequado ao tempo e à intensidade do passeio. • Como apenas vão ter o almoço incluído levem água e snacks para durante o dia. • Apenas perguntem o preço se quiserem mesmo comprar pois a partir do momento que mostram algum interesse vão ser perseguidos e esgotados mentalmente pelos vendedores. • Na cultura marroquina podem regatear o preço das coisas, aproveitem a oportunidade para trazerem objetos baratos, tipicamente marroquinos. • Estejam abertos à nova cultura, mas também a respeitem, não ofereçam preços ridiculamente baixos pois podem correr o risco de serem insultados. • Vão ter a oportunidade de visitar lojas de produtos naturais, tapetes e de artesanato, aproveitem e cheirem, toquem e experimentem, vai enriquecer a vossa experiência. • Mantenham-se perto do vosso guia, para não correrem o risco de se perderem dentro da parte velha da cidade. • Mentalizem-se …. Não vão poder estar à vossa vontade, a viagem é de tempo contado e em grupo, mas não se preocupem depois desta vão voltar de certeza. • Cuidado com os golpes dos vendedores, se vos quiserem mostrar uma pulseira e pedirem para colocar no vosso pulso não deixem, vão apertar com tanta forma que vão ter dificuldade em tirar e depois correm o risco de serem obrigados a trazer. • Se não és residente da união europeia vais precisar do teu passaporte e poderá ser necessário na fronteira de apresentares aos agentes de autoridade para confirmares a tua identidade. • Durante a viagem vão ser explicadas algumas regras, uma delas é não tirar fotos a agentes de autoridade, podem correr o risco de ficarem sem a vossa câmara fotográfica. • Não te esqueças da importância de teres o teu seguro adequado e atualizado, com a IATI podes viajar tranquilo e em segurança. A IATI deseja-te boa viagem. Autores: Tworistas

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4 experiências a não perder nas Ilhas Cíes

4 experiências a não perder nas Ilhas Cíes

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Reza a lenda que Deus escolheu as ilhas Cíes para descansar, depois de ter criado o mundo. É a este paraíso que a IATI Seguros de Viagem te quer levar hoje. As Ilhas Cíes formam um arquipélago de três ilhas – Monteagudo, Faro e San Martino – que constituem o Parque Nacional das Ilhas Atlânticas da Galiza (Vigo, Espanha). Representando a natureza no seu esplendor, as ilhas são também um paraíso de praias de areia branca e fina e de água verde cristalina. Aliás, a praia de Rodas, que é a mais conhecida, foi classificada pelo jornal The Guardian, em 2007, como uma das mais belas praias do mundo. O que ver e fazer nas Ilhas Cíes A travessia é feita de barco – ferry boat – que parte de Vigo, Baiona ou Cangas durante os meses de verão (de junho a setembro). Fora dessa época, as viagens são muito esporádicas. Existem três companhias a fazer a travessia (Mar de Ons, Piratas de Nabia, Cruceros Rías Baixas) e os bilhetes podem ser comprados online. Antes de reservares o bilhete de barco, precisas de pedir uma autorização de entrada (ver aqui) que é gratuita, mas obrigatória. Aliás, só vais conseguir comprar o bilhete de barco depois de receberes o código que te vão enviar. Se quiseres pernoitar, o pedido de autorização é tratado pelo próprio parque de campismo. Podes ir sozinho/a ou em grupo, com a família ou com amigos/as. O que importa é que vás. Afinal, algo que se chama “ilha dos deuses” só pode ser um paraíso! Por isso deixamos-te quatro experiências que consideramos imperdíveis para quem visita as Ilhas Cíes. Desfrutar das praias A Praia de Rodas é a que nos recebe logo à chegada. É impossível ficar-lhe indiferente. Com os seus 1300 metros de comprimento, forma uma lagoa calma de mar cristalino, abraçada por uma praia de areia branca e macia. Estende a toalha e aproveita o sol que está lá para ti. Mas as outras oito praias também merecem a tua visita. Destacamos a Praia de Figueiras, também conhecida como a “Praia Nudista”, a praia de Bolos ou a Praia de Nossa Señora. Esta última, a nossa preferida, é uma praia muito pequena, virada a sul, mas de uma beleza arrebatadora. Um local privilegiado para quem quer fazer snorkeling na ilha. No pico do verão, a temperatura que se faz sentir nas ilhas é de “escaldão” (não esquecer os protetores solares) contrabalançando com as águas gélidas do mar. Mas é muito difícil resistir à tentação de um mergulho! Aquele mar… ai aquele mar que mais parece uma piscina de azuis e verdes infinitos… ora azul turquesa, ora verde esmeralda. Fazer um dos percursos pedestres da ilha (ou todos) trekkings, descansos demorados e banhos de sol. Ao chegares à ilha tens quatro percursos/ trilhos oficiais. Todos estão devidamente marcados no local e as informações sobre os seus trajetos podem ser levantados no Ponto de Informação, logo à chegada. Os trilhos são circulares e permitem-te adentrar a natureza. Tens a Rota do Faro da Porta (5,2 km de baixa dificuldade), do Alto do Príncipe (3,5 km), do Monteagudo (5,6 km) e a caminhada até ao Farol de Cíes (Rota Monte Faro – 7,5 km e dificuldade média). Cada um, à sua maneira, permite-nos momentos de cortar a respiração. Se puderes, faz todos! Pernoitar na ilha e assistir ao pôr-do-sol sentado na praia https://www.instagram.com/p/BnHh3BgHq1M/?utm_source=ig_web_copy_link Atenção que o único alojamento disponível nas Ilhas é o parque de campismo que tem de ser reservado com antecedência. Podes levar tenda ou alugar uma (ver as condições e características das tendas aqui). O parque está bem equipado e tens boas instalações (balneários, supermercado, restaurantes e bar). O único “perigo” são mesmo as gaivotas. Elas são as donas das ilhas e, de forma irremediável, mostram aos visitantes que eles são apenas isso, visitantes. Fazer um piquenique As Ilhas oferecem-te vários locais para comer, a preços simpáticos. Mas se queres aproveitar bem as Ilhas, recomendamos que leves uma merenda na mochila. Não só fica mais barato, como nos dá mais liberdade para ir saltitando pela ilha e fazendo paragens ao sabor do vento e da fome. Entre parques de merendas, praias escondidas, sombras de árvores e rochas que parecem varandas viradas para o mar, vários são os locais onde podes fazer um agradável e relaxante piquenique. Não te esqueças que não há caixotes do lixo na ilha, por isso todo o lixo deve voltar contigo. Nesta aventura pelo “caribe” europeu, escolhe um seguro de viagem à tua medida. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Pela Rota das Amendoeiras em Flor

Pela Rota das Amendoeiras em Flor

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A IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, quer comemorar a chegada da primavera com um passeio pela rota das Amendoeiras em Flor. A proposta é um roteiro de um dia, que começa em Freixo de Espada à Cinta e passa por Barca d’Alva, Castelo Rodrigo, Vila Nova de Foz Côa, Torre de Moncorvo e Vila Flor. A promessa é que será um passeio que ficará para sempre na tua memória. Mas não te podes distrair, afinal esta paisagem só pode ser vista durante as primeiras semanas de março. Apesar de a CP – Comboios de Portugal organizar um programa especial dedicado às Amendoeiras em Flor, que é sempre uma opção disponível, o roteiro que te propomos aqui implica que vás de carro. Deslumbra-te com as paisagens, as cores, os cheiros. De Freixo de Espada à Cinta a Barca d’ Alva Freixo de Espada à Cinta é conhecida como a “vila mais manuelina de Portugal”, o que não é pouca coisa. O estilo Manuelino personifica um dos períodos arquitectónicos mais esplendorosos do país. Ao começares o teu passeio aqui, visita a vila. Passeia pelas suas ruas estreitas e silenciosas, visita a igreja matriz, surpreende-te com o freixo de espada à cinta, com idade superior a quinhentos anos (classificada em 2018 como “Árvore de Interesse Público”), e visita a Torre do Galo, uma torre heptagonal, que é exemplar único. Segue em direção a Barca d’Alva e prometemos-te 20 km de beleza ímpar. Montes e vales que parecem estar cobertos por uma manta de retalhos, de desenhos e texturas diferentes. Campos infindáveis de oliveiras e amendoeiras já em flor, que se perdem de vista, e onde as ovelhas se passeiam. A cada curva, uma paragem, dezenas de fotografias e minutos de contemplação. De Barca D’ Alva a Castelo Rodrigo Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo. Aliás, à medida que nos aproximamos da vila o nosso olhar começa a fixar-se nas ruínas que, lá do alto do monte, nos capta a atenção. É lá que fica uma das mais conhecidasAldeias Históricas de Portugal, a Aldeia de Castelo Rodrigo, que mantém a característica traça medieval, com um património histórico inestimável. Visita as muralhas do castelo (construído em 1209), as ruínas do palácio de Cristóvão de Moura (edificado em 1590), o Pelourinho quinhentista, a cisterna medieval e a igreja matriz (século XII/ XIII). Passeia pelas ruas e delicia-te com uma prova “livre” de amêndoas revestidas de uma tanta variedade de sabores, na loja e salão de Chá Sabores do Castelo. Chocolate, coco, sementes de sésamo, caril, especiarias, lavanda…mas o verdadeiro sabor está mesmo na amêndoa… que é deliciosa. As Amendoeiras em a Flor presenteiam-te à chegada e à saída. Já em direção a Torre de Moncorvo, pára em Foz Côa. Pode ser uma paragem mais demorada, caso queiras visitar o Parque Arqueológico do Vale do Côa, um museu ao ar livre com pinturas rupestres da época do Paleolítico. Mas não te esqueças que as visitas têm de ser agendadas e só decorrem em grupos acompanhados com guias do Museu do Côa ou com agentes autorizados. Ou pode ser uma paragem mais rápida, com uma visita a Castelo Melhor, povoação que tem um dos castelos mais antigos de Portugal, datado do século XII ou XIII. É considerada uma das ruínas medievais de carácter militar mais impressionantes e menos adulteradas. Foz Côa intitula-se a Capital das Amendoeiras, e tem uma das Festas da Amendoeira em Flor mais conceituadas da região. Vale a pena espreitar o programa e organizares a tua ida nessas datas. Torre de Moncorvo, um pequeno passeio a pé pelo centro histórico dá-te uma perspetiva do núcleo medieval que o compõe, do qual se destaca a Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e o chafariz Filipino, de 1636, que adorna a praça central. A embelezar a vila, as casas solarengas e as várias lojas de venda de produtos regionais e de confeção da amêndoa coberta. Não te esqueças de comprar e levar de recordação. Vila Flor e o fim da rota das amendoeiras em flor Vinte e cinco quilómetros separam Torre de Moncorvo de Vila Flor. E, mais uma vez, é o caminho que nos surpreende. Quando chegares a Vila Flor, és recebido pela Rainha Santa Isabel que, formosa, embeleza a praça principal da Vila, cercada das rosas que tanto a caracterizam. Vila Flor é uma janela virada para o vale da Vilariça, rico em história e tradição. “Que outra terra teve o privilégio de ser batizada por um Rei?” Vai um passeio? Não te esqueças que o essencial é viajar em segurança e, por isso, a IATI, deseja-te um bom passeio. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Fortaleza, a porta de entrada para o Paraíso do Ceará

Fortaleza, a porta de entrada para o Paraíso do Ceará

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Fortaleza é um município-capital do estado do Ceará, situado na região Nordeste do Brasil. A 2285 km de Brasília, capital federal, a cidade desenvolveu-se nas margens do riacho Pajeú, e o seu nome é uma alusão ao Forte Schoonenborch, construído pelos holandeses durante sua ocupação. Trata de todas as burocracias antes de viajar, assegura a tua saúde e não terás nenhum problema. Escolhe o Seguro de Viagem mais indicado para ti, de entre os 6 disponíveis na IATI. Dicas para viajar para Fortaleza Neste artigo, a IATI Seguros, apresenta esta cidade brasileira que é a porta de entrada de um dos estados mais bonitos do Brasil, repleto de dunas ondulantes e vilas de pescadores. Como chegar à Fortaleza? As principais companhias aéreas que voam para Ceará são para a Capital Fortaleza, a partir de qualquer capital europeia. Fortaleza é uma cidade grande, com 2,3 milhões de habitantes, e é necessário alguns cuidados para lá circular: traga apenas algum dinheiro e um documento. Não circule à noite sozinho, ou em zonas identificadas como pouco seguras. Não mostre joias de ouro, relógios caros e assim por diante. O melhor lugar para te hospedares é na Avenida Beira Mar. É um ótimo ponto turístico com restaurantes, bares e lugares para ir. É necessário Visto? Os cidadãos portugueses estão isentos de visto para estadias até 90 dias no Brasil. Este período pode ser renovado, mas já sabes que não podes trabalhar, é apenas uma estadia turística. O passaporte tem que estar válido seis meses ou mais, a partir da data de entrada no Brasil. São obrigatórias vacinas? Não. No entanto, é recomendada a consulta do viajante, 4 a 8 semanas antes da viagem, no sentido de tomar algumas vacinas por precaução: Hepatite A e B, Febre Tifóide, Malária (profilaxia), Raiva e Tétano. Para saberes mais sobre sobre este assunto consulta o nosso artigo sobre as vacinas obrigatórias para a América do Sul. O que visitar? As praias São 35km de praias. E embora, as praias urbanas de Fortaleza tenham alguma poluição, as paisagens fazem valer o passeio: Iracema ao pôr-do-sol, Meireles para compras de artesanato, e Mucuripe para ver as jangadas. Aproveita os largos calçadões para uma caminhada, os bares e os restaurantes. Na Praia do Futuro, a atração são as animadas barracas com representantes de todas as tribos do estado. O melhor está nos arredores de Fortaleza: visite Porto das Dunas, passeia nas falésias coloridas de Morro Branco e Praia das Fontes. O postal turístico é o famoso Cumbuco e os passeios de jangada. Se tiveres tempo, ruma ao Norte até ao, bem mantido, Parque Natural de Jericoacoara Feira Beira Mar É um colorido mercado a céu aberto, em frente à praia. Possui muitas barracas que vendem vestuário local, artesanato, frutas, recordações, cachaça e muito mais. Abre às 17 horas. Resolvida a parte burocrática e passadas as longas horas de viagem, chega o momento pelo qual tanto esperavas: desfrutar do sol, das praias, das caipirinhas e da água de coco. Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar Inaugurado em abril de 1999, tem quase 30.000m quadrados de área. Há espaços como o Memorial da Cultura Cearense, o Museu de Arte Contemporânea do Ceará, a Biblioteca Pública Menezes Pimentel, uma moderna sala de teatro, duas salas de cinema, o Planetário Rubens de Azevedo e o Teatro Sérgio Mota, auditório e várias salas de aulas. Vais gostar também de ler: É seguro viajar para o Brasil? Bons passeios na companhia da Iati Seguros! Autor: Onde andam os Duarte

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Punta Cana – Melhores dicas para as suas férias

Punta Cana – Melhores dicas para as suas férias

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Punta Cana encontra-se na província mais oriental da República Dominicana, a 200km da capital Santo Domingo. É uma região muito conhecida pelas suas praias, tanto na costa do mar do Caribe como na do Oceano Atlântico, e é um destino turístico muito popular desde a década 70. Na IATI Seguros sabemos que gostas de umas férias bem aproveitadas, com direito a tudo o que a vida tem de melhor, e hoje vamos propor uma espreguiçadeira esticada aos pés do mar do caribe. Contrata um seguro de viagem online, mete o equipamento de snorkeling e o fato-de-banho na mala e parte para Punta Cana! Dicas para umas férias excelentes em Punta Cana Feche os olhos e imagine… Uma praia extensa, emoldurada por coqueiros e palmeiras, areia branca com pedacinhos minúsculos de coral colorido, mar azul-turquesa, uma espreguiçadeira junto a um mar calmo e morno e um cocktail com uma mini sombrinha espetado numa fatia de ananás. Abra os olhos. Bem Vindo a Punta Cana. Meca do descanso, Punta Cana tem tudo o que precisas para descansar das correrias do dia-a-dia e retomar forças durante as merecidas férias. Existem mais de 60 hotéis, que funcionam no regime de tudo incluído, não havendo surpresas na hora de fazer o check-out. Como bónus ainda podes usufruir de um conjunto de actividades recreativas no próprio hotel ou escolher outras do teu agrado. No geral, não é um lugar para inventar muitas atividades, é um lugar de descanso, mas há sempre quem não goste muito de estar vários dias parado e para eles também há programas. Melhor época para visitar Todo o ano faz sol e temperaturas que variam entre 28º e 21º. A água do mar mantém-se agradavelmente constante entre 26º e 28º. A época alta de Punta Cana é de dezembro até abril, que é quando os preços estão mais altos. Há menos probabilidade de chover e o ar está mais seco. Quando chegam Junho já os preços caíram bastante e também tem menos visitantes pois começa o Verão em Portugal. De Agosto a Novembro é a época dos furacões. Há uma grande probabilidade de apanhar ventos fortes e chuvas. É quando os preços estão nas tarifas mínimas. O que fazer Deixa os golfinhos em paz e entre num catamarã em busca da Ilha Saona. De lá podes observar a fauna e flora locais, típicos de uma ilha virgem, almoçar debaixo dos coqueiros e tirar fotografias que farão os teus amigos salivar de inveja. Passeio à Isla Catalina. Situada no sudeste da República Dominicana, é um parque natural sem construções. A sua posição geográfica faz com que seja abrigada do vento, e as suas águas muito paradas. Passeios de lanchas rápidas. Para aquele momento que precisas de um boost de adrenalina e sacudir a preguiça do corpo por alguns momentos. As lanchas levam apenas duas pessoas, o que quer dizer que vais ter de conduzir, mesmo que não tenhas carta de marinheiro. Visitar o Cenote Hoyo Azul, na praia de Juanillo. O Hoyo Azul é um lago subterrâneo onde podes mergulhar. É uma experiência fantástica em que não podes ter medo de mergulhar em lugares profundos. Não te esqueças de consultar o seguro de viagem que melhor se adapta a esta viagem de sonho e parte com a certeza que a qualquer momento, se precisares, terá o atendimento em Português e sem pagar franquias. Bons passeios com a IATI Seguros! Autor: Onde estão os Duarte

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10 Pratos Típicos do Sri Lanka

10 Pratos Típicos do Sri Lanka

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A gastronomia é sem dúvida um dos pontos fortes do continente asiático. Cada país desta zona do mundo oferece sabores e texturas diferentes que não deixam ninguém indiferente, e o Sri Lanka não é exceção. Descobre 10 Pratos Típicos do Sri Lanka. Neste artigo damos-te a conhecer 10 pratos típicos do Sri Lanka. Agora é só comprares os voos, tratares do seguro de viagem e começares a planear a tua viagem por este país fascinante! Pratos típicos do Sri Lanka Desde panquecas doces a caris mais ou menos picantes, a gastronomia do Sri Lanka é absolutamente deliciosa, e podes estar certo que ficarás a chorar por mais! 1. Appam (Hoppers) Os Appam, também conhecidos como Hoppers, são uma espécie de panqueca tradicional cingalesa. São feitos de uma massa de arroz fermentado misturado com leite de coco. Ao serem cozinhados deverão ficar tostados nas pontas e com um acumulado de massa no meio. Podem ser comidos simples ou com um ovo no meio (egg hoppers), sendo normalmente preparados para o pequeno-almoço. São absolutamente deliciosos e uma excelente forma de manteres o estômago recheado durante algumas boas horas. Wellawahum (Panquecas de coco doce) Vais perder a conta à quantidade de panquecas de coco que vais comer no Sri Lanka. Os Wellawahum são na realidade crepes muito simples e normalmente comidos ao pequeno-almoço, recheados com uma mistura de coco e açúcar. Kottu / Kottu Roti O Kottu ou Kottu Roti, é sem dúvida um dos mais populares pratos típicos do Sri Lanka e existe na variedade vegetariana, de ovo, com carne de galinha, vaca ou cabra. Consiste numa mistura de vegetais com pedaços de roti (uma espécie de pão achatado) que são cortados e picados com 2 lâminas de metal afiadas, até ficarem reduzidos a pequenos bocadinhos. O som do corte com as lâminas é um dos sons mais típicos do Sri Lanka. O nome (em tamil) quer na realidade dizer “roti picado”. Rotis As Roti Shops estão espalhadas por todo o Sri Lanka e são uma das alternativas mais económicas (e felizmente deliciosas) para as tuas refeições. Existem vários tipos de Rotis à disposição: os simples, com galinha, vegetais, queijo, ovo, de carne de vaca… enfim, existem quase variedades intermináveis. Os preços rondam normalmente os 250 a 400 LKR (€1,50 a €2,50). Kukul Mas Curry (Caril de Galinha) Este é outro dos mais populares pratos típicos do Sri Lanka. O Caril de Galinha acompanha frequentemente as refeições de uma forma praticamente diária e consegue ser particularmente picante (pelo menos para línguas menos treinadas), por isso há que ter algum cuidado na primeira dentada pelo menos. Parippu (Caril de Lentilhas) A par do Caril de Galinha, o Caril de Lentilhas é um prato que acompanha frequentemente todas as refeições no Sri Lanka (pequeno-almoço, almoço e jantar). É igualmente picante, como qualquer prato de caril, mas um pouco menos que o de galinha. Wambatu moju (Pickles de beringela) Este popular prato cingalês é normalmente servido como acompanhamento de arroz e caril e tem um sabor agridoce picante. A beringela é cozinhada com sal, molho de soja, óleo e açúcar até ficar praticamente desfeita, sendo depois misturadas as especiarias que lhe dão o toque picante. Sambol O Sambol acompanha praticamente todas as refeições e consiste numa mistura de coco ralado, cebolas, malaguetas, sumo de lima, sal e um pouco de peixe. Deverá ser polvilhado por cima da refeição principal e é bastante picante normalmente. Ulundhu Vadai Este prato é um petisco servido normalmente nas ruas do Sri Lanka. Assemelha-se a um donut e é feito de uma mistura de lentilhas e uma série de especiarias, que são depois fritas até o exterior ficar estaladiço e o interior fofo. Polo (Caril de Jaca) Esta é apenas mais uma variedade de Caril entre as muitas existentes por todo o Sri Lanka. A Jaca (jackfruit em inglês) é cortada aos pedaços e cozinhada com várias especiarias. Há quem diga que se assemelha à textura da batata cozida, mas mais suave ainda. No final o prato fica com uma textura suave e uma cor castanha. Acompanha com arroz e outros tipos de caril como o Caril de Lentilhas por exemplo. E agora que conheces os pratos típicos do país, que tal conheceres também cinco locais que não podem faltar no teu roteiro pelo Sri Lanka? Autor: Joland

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O que ver e visitar na aldeia histórica de Monsanto

O que ver e visitar na aldeia histórica de Monsanto

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A aldeia histórica de Monsanto é considerada “aldeia mais portuguesa de Portugal”, sendo também uma das mais encantadoras. As suas casas de pedra, muitas vezes encaixadas nas enormes rochas à volta da qual a aldeia foi construída, o seu imponente castelo localizado no topo de uma colina e as vistas absolutamente incríveis sobre a paisagem beirã, oferecem uma experiência inesquecível a todos os que a visitam. Desde a IATI. líderes em seguros de viagem internacionais queremos que aproveites ao máximo tudo o que Monsanto tem para oferecer, e é por isso que te deixamos abaixo as nossas sugestões do que ver e visitar nesta aldeia histórica. O que ver na aldeia de Monsanto Com vestígios de presença humana desde a época do Paleolítico, Monsanto foi doada por D. Afonso Henriques à Ordem dos Templários, após a sua conquista aos mouros em 1165. Localizada nas íngremes encostas de uma colina, a aldeia de Monsanto é um local fascinante, com um ambiente tranquilo e autêntico, onde te sentirás transportado para trás no tempo. Miradouro Praça dos Canhões Logo à entrada da aldeia histórica de Monsanto, do lado direito da estrada, encontras o miradouro da Praça dos Canhões que te oferece uma vista magnifica sobre as planícies que rodeiam Monsanto. A vista pode ser apreciada lado a lado com os canhões em tempos usados como proteção contra inimigos. Igreja Matriz Poucos metros acima encontras a Igreja Matriz de Monsanto. Diz-se que a sua origem remonta ao século XV, tendo sido restaurada no século XVIII. É um edifício imponente, perfeitamente conservado. Castelo de Monsanto O Castelo de Monsanto está localizado no ponto mais alto da colina, a 758 metros de altura. A subida é feita a pé, pelos caminhos de pedra que vão desde o centro da aldeia até às suas ruínas. Apesar da escassa informação concreta sobre a sua origem, diz-se que poderá ter sido construído por volta do ano de 1165, durante o reinado de D. Afonso Henriques. Hoje em dia é ainda possível ver as ruínas da Torre de Menagem, da capela de Nossa Senhora do Castelo, para além de uma vista absolutamente magnífica. As ruínas do castelo são ainda palco, todos os anos em Maio, da festa de Santa Cruz, de origem pagã. Gruta A caminho do castelo, escondida numa das ruas da aldeia, encontra-se uma gruta escavada numa grande rocha. No seu interior é ainda possível ver alguns vestígios da sua ocupação humana. É um espaço muito pequeno, mas que não deixa de ter interesse do ponto de vista histórico. Necrópole de São Miguel Junto às ruínas do Castelo e à Capela de São Miguel, encontras a necrópole de São Miguel. Aqui poderás ver sepulturas em pedra perfeitamente preservadas. Estas sepulturas (sem tampa) eram esculpidas nas rochas e tinham o formato do corpo ao qual eram destinadas. Capela de São Miguel Junto à entrada para o Castelo encontras esta capela românica da qual restam hoje em dia as paredes e um altar em pedra no seu interior. Não é permitida a entrada na capela, mas é possível espreitar pelas grades que tapam a entrada, vendo a totalidade da sua área. Penedo do Pé Calvo O Penedo do Pé Calvo é outro local perfeito para admirares a vista fabulosa que Monsanto te oferece. Está localizado na encosta do lado direito da colina, a meio do caminho do centro da aldeia para o Castelo. Autor: Joland

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10 pratos típicos da Tailândia

10 pratos típicos da Tailândia

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O Sudeste Asiático é procurado anualmente por milhares de turistas e as razões estão à vista de todos: uma cultura rica, uma história milenar, tradições que se mantiveram inalteradas com o passar do tempo, a generosidade do seu povo, as suas praias paradisíacas e, finalmente, a sua gastronomia. E se te apresentássemos 10 pratos típicos da Tailândia? Estes não poderás perder! Aqui na IATI Seguros, líder de seguros de viagem online, queremos que aproveites ao máximo a tua próxima aventura, por isso neste artigo vais ler 10 recomendações de pratos típicos da Tailândia que não poderás perder! Pratos típicos Tailandeses Baseada em grande parte no arroz e na massa, a gastronomia do Sudeste Asiático é conhecida também por ser extremamente picante (a frase “no spicy” é obrigatória para os ocidentais pouco habituados a tal intensidade), por recorrer em abundância a ervas frescas e ao famoso molho de peixe que lhe dá um sabor tão característico. Existem algumas diferenças de país para país nesta zona, mas os sabores base mantêm-se relativamente iguais. A gastronomia tailandesa, em particular, é extremamente variada, sendo a Tailândia considerada um autêntico paraíso para amantes de comida. 1. PAD THAI O Pad Thai é considerado o prato nacional da Tailândia e como tal não poderia ficar de lado nos 10 pratos típicos da Tailândia. É normalmente o prato que dá o primeiro gosto da gastronomia tailandesa a quem visita este país pela primeira vez. Noodles misturados num wok bem quente com rebentos de soja, camarão, ovo e cebola e temperados com molho de soja, açúcar e malaguetas. No final, já no prato, é colocada uma cobertura de amendoins picados. 2. SOM TUM (SALADA PICANTE DE PAPAIA) Se és daqueles que não tolera bem o picante, então talvez seja melhor evitares este prato. O Som Tum (ou Salada Picante de Papaia) é composto por uma mistura de feijão verde, papaia, tomates cherry, alho e malaguetas. O resultado é um sabor agri-doce-picante. 3. GAENG DAENG (CARIL VERMELHO) Os pratos de caril na Tailândia são de comer e chorar por mais. Um destes pratos é o Gaeng Daeng, composto por uma mistura de leite de coco, carne e pasta de caril vermelho, com um toque de folhas de lima por cima. Como acompanhamento, um pouco de arroz branco para afogar no caril. 4. KHAO PAD (ARROZ FRITO) Se há prato que salva qualquer pessoa do picante extremo da comida Tailandesa é o Khao Pad, ou arroz frito. É um prato extremamente simples: arroz, ovo, cebola e algumas ervas. Pode ser acompanhado por galinha, vaca ou camarão e existe em todos os restaurantes onde se vá na Tailândia. 5. GAENG KEOW WAN KAI (CARIL VERDE DE GALINHA) Outro prato de caril, composto por uma mistura de leite de coco com uma pasta de caril verde onde se misturam pedaços de galinha, mini-beringelas, bambu, folhas de manjericão e coentros. 6. KHAO SOI O Khao Soi é um prato típico do Norte da Tailândia que se diz ter influência Birmanesa. O prato é composto por pedaços de porco ou galinha, cozinhados em leite de coco com caril. O caldo que daqui resulta é depois deitado por cima de noodles de ovo quentes e coberto no final com verduras, rebentos e noodles frios. 7. KAI MED MA MUANG (GALINHA COM CAJU) À primeira vista até se poderia dizer que este era um prato chinês, mas não, é mesmo tailandês. Para além da galinha e caju, este prato é composto pelo famoso molho de soja doce, cebola, malaguetas, cogumelos e cenoura. O seu travo doce faz com que seja bastante apreciado por quem visita este país. 8. GAENG MATSAMAN (CARIL MASSAMAN) Outro dos muitos tradicionais pratos de caril tailandeses. Esta variante não é tão picante como os outros pratos de caril já referidos, por isso uma boa opção para quem se esteja a iniciar na gastronomia tailandesa. É mais doce que os outros e a sua base é composta por canela, noz-moscada, cardamomo e cravinho, sendo normalmente acompanhado por batatas. 9. PAD SEE EW (NOODLES FRITOS) Quase no fim dos 10 pratos típicos da Tailândia, apresentamos o Pad See Ew, de fortes influências chinesas, é composto por noodles de arroz, molho de soja, alho, brócolos chineses, ovo e galinha, vaca, porco ou camarão. É daqueles pratos que te conforta por dentro. 10. TOM YUM GOONG (SOPA PICANTE DE CAMARÃO) Erva-príncipe, chalotas, molho de peixe, sumo e folhas de lima e malaguetas compõem a base deste aromático prato típico Tailandês. A sopa fica completa com a adição de cogumelos e camarões frescos. Qual destes pratos é o teu favorito? Já provaste mais algum prato dos países do Sudeste Asiático que te fez comer, chorar por mais e agora queres partilhar connosco? Conta-nos tudo! Esperamos que tenhas gostado dos 10 pratos típicos da Tailândia.

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Nós, da Iati Seguros, somos perdidamente apaixonados por turismo de natureza! Tu também? Então contrata já o teu seguro de viagem online e vem connosco explorar as belezas naturais da Irlanda do Norte e prepara-te para ficar completamente encantado! À descoberta da Causeway Coastal Route Conhecida como Causeway Coastal Route, a rota cénica pelo condado de Antrim, na Irlanda do Norte, é uma das estradas mais lindas do mundo para conduzir, porque a paisagem é simplesmente de tirar o fôlego! Os principais pontos deste trajecto são a ponte pênsil Carrick-a-Rede Rope Bridge e a icónica Calçada dos Gigantes, mas o roteiro inclui outras paragens e vistas deslumbrantes para falésias, praias e castelos. Antes de começar o trajeto, aproveita para visitar o Museu do Titanic, conhecer o Muro da Paz e aprender sobre a história de Belfast e do país. Depois, siga para o Carrickfergus Castle, o primeiro castelo da rota. Com mais de 800 anos de história, o castelo foi usado até 1928 como base militar e, atualmente, é conservado como património histórico do país. Se estiver disposto a alguma aventura e adrenalina, não deixes de visitar The Gobbins, um caminho literalmente às margens dos precipícios, com túneis, cavernas, pontes suspensas, e uma vista indiscutivelmente linda! Por outro lado, se preferir um passeio mais tranquilo, adiciona o Carnfunnock Country Park ao teu roteiro! Trata-se de um labirinto gigantesco, com diversão garantida para toda a família! Depois, dirija pelas The Glens of Antrim, que são nove colinas que arrancar-te-ão suspiros! Aproveita também para apreciar os vilarejos típicos pelo caminho, fazer uma pausa para uma refeição num pub local e conhecer a praia de Cushendun, onde houveram gravações de Game of Thrones! Aliás, se fores um grande fã da série, não deixes de visitar também a estrada The Dark Hedges outra famosa paragem desta rota. Carrick-a-Rede Rope Bridge, uma ponte de cordas, que foi usada por pescadores durante muitas décadas e, atualmente, é um famoso ponto turístico, devido à beleza natural da região. Para atravessar a ponte, é necessário pagar uma taxa e está-se sujeito ao horário de abertura, por motivos de segurança, então não esqueças de consultar as informações atualizadas no site oficial. View this post on Instagram A post shared by Amanda • Viagem • Vida em Portugal (@amandasemfronteiras) A paragem seguinte é em outro local icónico da rota: a belíssima Giant’s Causeway, ou Calçada dos Gigantes. Segundo uma lenda local, um bravo gigante irlandês queria brigar com um gigante escocês e, para isso, construiu uma ponte da Irlanda do Norte até a Escócia. O escocês comprou a briga e veio para mostrar ao irlandês quem era o maior e mais forte. A esposa do gigante irlandês, quando viu que o oponente era muito maior que o seu marido, teve a brilhante ideia de vestir o irlandês com roupas de bebé, com o objetivo de enganar o rival. Quando o escocês viu o “bebé-gigante” irlandês, ele pensou “Se o bebé é grande assim, imagina o tamanho do pai!” e fugiu amedrontado, destruindo a ponte no seu retorno à Escócia. Lendas à parte, a geologia explica que as pedras, que mais parecem ter sido manualmente esculpidas e encaixadas ali pelo homem, na verdade, tiveram origem em uma erupção vulcânica, há mais de 50 milhões de anos. O que não resta dúvida é que este este belo património mundial, listado pela UNESCO em 1986, é uma verdadeira obra de arte da natureza! View this post on Instagram A post shared by Amanda • Viagem • Vida em Portugal (@amandasemfronteiras) Após este passeio, podes ainda visitar a Old Bushmills Distillery, famosa destilaria de uísque irlandês, fundada em 1608, e finalizar a rota com uma incrível vista para o Dunluce Castle, castelo pendurado em um precipício, à beira do Atlântico. Ficaste apaixonado pelas belezas da Irlanda do Norte também? Planeia já a tua viagem a esta belíssima região, e não esqueças de contratar um seguro de viagem IATI, para viajar tranquilo! Autoria: Amanda Sem Fronteiras

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