Europa
Motivos para adicionares 1 (ou mais) dias à tua viagem à Amesterdão

Motivos para adicionares 1 (ou mais) dias à tua viagem à Amesterdão

Avatar del autorIATI Blog
4 minutos de leitura

Amesterdão é uma cidade com muitas opções de museus, atividades, pontos turísticos para visitar, etc. e por esse motivo fazemos a seguinte pergunta: por que não adicionares um ou mais dias à tua viagem e conheceres também outras belezas fora do roteiro mais comum? Neste artigo, queremos inspirar-te a descobrir outras atrações, talvez menos conhecidas, mas igualmente fabulosas, da região. Reserva já o seguro de saúde internacional IATI Básico, perfeito para uma escapadela pela Europa, e vem connosco explorar os arredores de Amesterdão! 5 Locais fora do roteiro normal de Amesterdão Estes locais que hoje te recomendamos fogem do típico passeio a Keukenhof (que poderás fazer num outro dia, não deixes passar a oportunidade!) e por isso os sugerimos! Se já conheces Amesterdão ou gostarias de passar mais alguns dias nesta zona da Holanda e conhecer um pouco melhor como é a vida por aqui, continua a ler! NDSM-Wharf O NDSM é uma zona industrial que está a ganhar vida, com muita arte de rua e cores, e merece ser descoberta! Para chegar lá, basta embarcar na rota 906 do ferry gratuito que parte de Centraal Station rumo a NDSM a cada 30 minutos aproximadamente. Nesta região no norte de Amesterdão, encontrarás uma praia fluvial, um bar feito em contentores coloridos, um gigantesco armazém que recebe mercados mensais e abriga estúdios de arte, e paredes e mais paredes com impressionantes murais. Zaanse Schans Visitar Zaanse Schans é como viajar no tempo, diretamente para a Holanda dos séculos XVII e XVIII. Com a arquitetura e atmosfera originais mantidas, este adorável vilarejo tipicamente holandês atrai turistas de todo o mundo, especialmente pela sua proximidade a Amesterdão, já que está a apenas 22km de distância da cidade e é facilmente acessível pelos transportes públicos (comboio, autocarro ou ferry). Esta visita é imprescindível para quem quer admirar os moinhos e as construções tradicionais, aprender sobre o processo de fabricação e história dos tamancos de madeira, conhecer uma fábrica de queijo e visitar alguns dos pequenos museus que ocupam as casas da vila. Muiderslot Castle Com mais de 700 anos de história, o castelo e os jardins de Muiderslot são outra das atrações que merece uma visita. Este castelo, cercado por água, foi construído no século XIII com o propósito de servir como fortaleza que os defendesse dos inimigos e, ao visitá-lo, podes descobrir mais sobre a história que marcou o local. Podes visitá-los desde Amesterdão utilizando os transportes públicos (comboio, autocarro e ferry durante o verão). Para consultar os horários de visita ao castelo e os preços dos bilhetes, acede ao site oficial. Haarlem Haarlem é uma bela cidade a apenas 15 minutos de comboio de Amesterdão, a partir da estação Centraal, então não há motivos para não a visitares! Conhecida como a cidade das flores, Haarlem é uma importante produtora de tulipas, mas esta não é a única atração da cidade. Não deixes de conhecer a Grote Markt, a principal praça da cidade, onde está localizada a Catedral de São Bavão e é circundada por construçõesmuito bonitas como o Hoofdwacht, o prédio mais antigo do Haarlem, e diversos bares e restaurantes. Todas as segundas e sábados, ocorre nesta praça o mercado de rua da cidade, com uma infindável variedade de produtos frescos e regionais. Outros pontos icónicos da cidade são o moinho Molen de Adriaan e o antigo portão Amsterdamse Poort, localizados às margens do rio Spaarne. Para os amantes da arte, recomendamos uma visita ao Frans Hals Museum, onde encontrarás arte clássica, contemporânea e fotografia. Além disso, Haarlem pode ser uma boa opção para alojamento, caso queiras ficar hospedado perto do centro de Amesterdão. Volendam A nossa última, mas não menos importante, sugestão de passeio de um dia a partir de Amesterdão é Volendam, um encantador vilarejo de pescadores! A cerca de 25km de Amesterdão, é possível chegar a Volendam utilizndo o transporte público e aproveitar o mesmo dia para conhecer outros vilarejos da região, como Edam ou Marken. A melhor maneira de conhecer esta cidade é perder-se pelas suas ruelas, contemplando a arquitetura típica; passear pelas margens do lago Ijselmeer e conhecer o dique, que mantém o vilarejo em segurança, mesmo abaixo do nível do lago. Por lá também encontrarás pessoas vestidas com os trajes tradicionais holandeses e poderás alugar roupas para tirar fotos e sentir-te numa viagem à Holanda antiga. Gostaste das nossas sugestões? Temos outros artigos que te poderão ajudar a planear a tua próxima viagem a Amesterdão. Recomendamos que leias o nosso artigo sobre as 10 visitas imprescindíveis na Holanda! Autora: Amanda sem Fronteiras

Ler mais
Ericeira – O Que Ver, Fazer e Comer

Ericeira – O Que Ver, Fazer e Comer

Avatar del autorIATI Blog
4 minutos de leitura

A Ericeira é uma pequena vila piscatória a cerca de 50km a norte de Lisboa, em Portugal. Mas não te deixes enganar! Apesar de ser pequena tem muito para ver, fazer e comer. Diz a lenda que a vila deve o seu nome ao grande número de ouriços existentes na região. Hoje levamos-te a descobrir esta vila de onde a família real portuguesa partiu para o exílio no Brasil a 5 de outubro de 1910 aquando da revolução republicana. Faz a mala, não te esqueças da prancha de surf nem de contratar um seguro de viagens e prepara-te para descobrir um dos paraísos para os amantes desta modalidade! Descobre a Ericeira e tudo o que tem para oferecer! Para além de todas as dicas que te vamos dar a seguir, não deixes de lado um bom passeio pelas ruas da vila da Ericeira, tanto durante o dia como à noite, e delicia-te com as suas típicas casinhas brancas e azuis. O que ver na Ericeira • Igrejas e Capelas Para quem gosta de visitar Igrejas e Capelas, aqui está no sítio certo. Há várias para conhecer. A Capela da Nossa Senhora da Boa Viagem, a Capela de São Sebastião, a Igreja da Misericórdia, a Igreja de São Pedro, e a Igreja de Santa Marta. • Pelourinho Fica no Largo com o mesmo nome. • Forte da Ericeira Também conhecido como Forte de Milreu, Forte de São Pedro da Ericeira ou Forte de Mil Regos. Foi construído entre 1670 e 1675, e este lugar foi o escolhido para a construção do forte por se tratar do local ideal para defender o acesso marítimo à Ericeira e evitar também desembarques na baía de Ribeira D’Ilhas. O que fazer na Ericeira • Surf A Ericeira foi consagrada pela organização internacional “Save the Waves Coalition” como Reserva Mundial de Surf. Desde 14 de outubro de 2011 que é a única Reserva da Europa, e a segunda a nível mundial. Para esta consagração a organização teve em conta critérios como a qualidade e consistência das ondas, a história e cultura de surf local, a riqueza ambiental e a forte mobilização da comunidade. Mas se ainda não praticas surf e gostavas de aprender, tens também escolas de surf onde te podes estrear nesta modalidade. • Visitar o Centro de Interpretação da Reserva Mundial de Surf da Ericeira Neste centro tens a oportunidade de viver uma experiência imersiva e de ficar a conhecer a biosfera e as sete ondas que fazem parte da Reserva (Pedra Branca, Reef, Ribeira D’Ilhas, Cave, Crazy Left, Coxos e São Lourenço). O Centro de interpretação está localizado no centro da vila, na Praça da República, mais conhecida por “jogo da bola”, e está integrado no Posto de Turismo da Ericeira. • Praia Entrar no mar da Ericeira é para os fortes, ou seja, para aqueles que não têm medo de água fria. Sim aqui a água é mesmo muito fria, mas as praias são de uma beleza incrível e numa visita à vila, não pode faltar uma visita às praias. Das quais destacamos três. A Praia dos Pescadores, A Praia de Ribeira D’Ilhas e a Praia do Sul. • Discoteca Ouriço Esta é das discotecas mais antigas do país, com cerca de 60 anos. A música é dos anos 80, 90 e 2000. A fachada do edifício é renovada com frequência. • Campeonato Mundial de Surf É na praia de Ribeira D’Ilhas que tem lugar o Campeonato Mundial de Surf. • Festa da Nossa Senhora da Boa Viagem Em Agosto a Ericeira veste-se de gala para celebrar a festa em honra da Nossa Senhora da Boa Viagem. • Sumol Summer Fest Mais um evento no qual participar no verão! O festival de música Sumol Summer Fest da Ericeira tem cada vez mais adeptos! • Jogo da Bola É a praça principal da vila e onde se encontram várias lojas, esplanadas e gelatarias. O nome verdadeiro é Praça da República, mas todos a conhecem como “jogo da bola”. O que comer na Ericeira • Peixe e Marisco Sendo uma vila piscatória aqui vais encontrar peixe e marisco fresco e da melhor qualidade. As opções de restaurantes e marisqueiras são várias, mas aconselhamos a Esplanada das Furnas, com uma localização privilegiada em cima das rochas e uma vista deslumbrante. • Ouriços Doces São uma especialidade da Ericeira, e não podes ir à vila e não experimentar os ouriços doces da Casa da Fernanda. • Pão Estamos no concelho de Mafra, conhecido também pelo famoso pão de Mafra. • Bowls Chegaram também à Ericeira as famosas Nalu Bowls, vindas diretamente de Bali este é o primeiro franchising na Europa das famosas Bowls Balinesas. Uma refeição leve para quem está na praia. Se estás a pensar passar em Lisboa antes ou depois das tuas férias na Ericeira, não deixes de ler estes artigos que preparamos para ti sobre a capital portuguesa: • Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa • 5 experiências diferentes para viver em Lisboa • Descobre as festas de Santo António de Lisboa Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

Ler mais
10 dias em São Roque do Pico

10 dias em São Roque do Pico

Avatar del autorIATI Blog
6 minutos de leitura

Cais do Pico, São Roque do Pico, Ilha do Pico, Açores e Portugal. Uma espécie de construção matrioska da minha projecção de um postal, onde o genuíno impera. Estava um nevoeiro cerrado no Cais do Pico. Assim começa a minha história. Hoje em dia todos os nomes de grandes e pequenas povoações dos Açores são-me familiares. Há poucos anos não eram. Sabia o nome das ilhas. Hoje, com sorte, se me disseram um nome de uma rua da ilha do Pico, corro o risco de acertar. Como adoro aquela terra. Não é o lugar onde nasci, não vivo lá e muito provavelmente não irei lá viver lá. Mas já considero este pedaço de terra Atlântica como minha. Percebem o sentimento? Acho que um sentimento tão típico dos Açores. Sinto-o como algo magnético. Onde o natural é ser belo e onde o simples é perfeito. No final de Maio, do ano 2018, decidi viver durante 10 dias na ilha do Pico e mais concretamente no concelho de São Roque do Pico. Há anos, poucos, São Roque do Pico era um daqueles nomes dos Açores que eu não conhecia. Hoje é quase tão familiar como a palavra casa. Recuo a esse mês de Maio e ao Cais do Pico, e ao nevoeiro cerrado. O Cais do Pico, para mim, é o coração de São Roque. Junto à antiga Fábrica da Baleia Armações Baleeiras Reunidas, Lda, hoje Museu da Indústria Baleeira, com vista para a marginal de São Roque e para os contornos da ilha de São Jorge, sentei-me na rampa de entrada das baleias (a caça e transformação da baleia foi extinta em 1984) a ouvir o mar a bater nos muros de pedra e viajar no tempo. No tempo dos homens do vinho licoroso e das baleias. No tempo em que não existiam aviões. No tempo em que chegar ao Pico era apenas para os mais audazes. Não tinha plano e iria ficar durante 10 dias. Levantei-me e dei inicio à viagem. Já vos disse que estava um nevoeiro cerrado? São Roque do Pico, é um dos três concelhos que formam o território da ilha do Pico (juntamente com as Lajes do Pico e a Madalena). Tem cerca de 3500 habitantes e cerca de 150 km2 de área. Foi terra marcada pela caça à baleia, tal como todas as ilhas do triângulo (Pico, Faial e São Jorge), e foi, e ainda é, terra de vinho e de vinhas muito particulares (rasteiras e muradas), onde “vive” destacada a casta Verdelho. Também é terra de paisagens sem fim. Para o mar, com a ilha de São Jorge a funcionar com um grande quadro onde acaba o azul. Para a terra, claro com a montanha mágica (Montanha do Pico, ponto mais alto de Portugal) a absorver todas as atenções. Também é terra de boa comida, com peixe e carne quase em igualdade pontual, no que toca ao maior destaque. Tem bons restaurantes, mas o melhor (é sempre o melhor) é encontrarem a casa da avó de alguém e comerem (e beberem) ao som de uma boa história açoreana. Não encontrei nenhuma avó, pronta a receber-me, mas encontrei a Cristina, que me recebeu de uma forma que deveria constar em todos os manuais que falam em bem receber. Tudo do melhor. Só a conversa e as histórias bastavam, mas a comida também era do melhor. Comida verdadeira, sabem? Aquela que conforta o coração. Isto tudo na Adega Buraca (portanto, vocês também podem ir visitar a Cristina). Já tinha mencionado que era terra vinho e vinha, mas ainda não tinha enaltecido que também é terra de quem faz vinho. Tenho destacar o Czar (que nome altivo para um vinho) do amigo Fortunato, que honra gerações, com uma espécie de dádiva dos deuses. Também é terra de barcos e de mestres de barcos, com a lindíssima freguesia de Santo Amaro em destaque. Santo Amaro e o seu cantinho chamado Terra Alta, dignos de um sonho do qual não vamos querer sair. Qual segredo dentro do segredo. Não posso sair de Santo Amaro sem dar um beijinho às irmãs gémeas Alzira e Conceição Neves, que são das melhores contadoras de histórias com quem já me cruzei e que fazem da sua casa e da sua escola de artesanato, uma espécie de santuário de coisas boas e genuínas. E ainda tenho de passar pela Prainha. Mais uma freguesia de São Roque. Bem, falar da Prainha é tocarem-me no coração. As ruas, a vista da Igreja, o cais, o bar da Neide, as laranjas da mãe da Sílvia, o sorriso da Sílvia, a simpatia do Daniel. Enfim, é um lugar a roçar aqueles lugares são feitos com poções mágicas. Lindíssima e com pessoas do melhor. Falando da Prainha, não posso esquecer o caminho da Prainha para São Roque. Um misto de bosque, com uma floresta que acaba no mar, e prados, com desníveis, a desafiar a física, a perder de vista. Claro, o azul do mar e a imponência estão sempre presentes. E depois também é terra acolhedora. Sim, acolheu-me a mim, como se acolhe um filho, durante os tais meus 10 dias disfarçado de açoreano. Mas também acolheu, por exemplo, o Pavel. Um russo que chegou ao Pico para mergulhar, apaixonou-se por aquele lugar (fácil!) e ali assentou arraiais. É dono do Casa Âncora, que fica em plena marginal de São Roque. Um dos restaurantes mais boa pinta, não só o Pico, mas dos Açores. E no final, como no início, é regressar ao Cais do Pico, voltar a sentar-me no muro e ouvir o som do mar. Como se o mar dissesse tudo, e onde nesse tudo o mais importante é o silêncio. Silêncio que nos faz olhar para dentro, sentir o lugar e sentirmo-nos como parte dele. Para quem acredita em fantasia, como eu, a palavra magia tem sempre que entrar aqui. Esta terra é mágica. Sentado no muro do Cais Pico, num lugar dos baleeiros, com tal nevoeiro cerrado, tão típico dos Açores e do Pico. Que não afeta porque sabemos que tudo muda, num segundo, sabendo que o Sol vai aparecer e aquecer. Já vos tinha falado em magia? Sentado no tal muro, penso se São Roque pode ser um postal. Normalmente, os postais são de areia branca e em lugares que não existem da maneira como são mostrados. Para mim, um postal é pegar numa fotografia e entrar para dentro dela, numa mistura entre sonhos, fantasia e uma confortante realidade. São Roque, para mim, não só é um postal, como é um dos meus favoritos. Com essa conclusão, e no tal silêncio que diz tudo, fiquei no muro que ainda deve ter a minha marca. Maravilhoso, este meu São Roque. Crónica escrita por Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora Outras crónicas do Carlos Bernardo: • “Welcome to India” e a chegada a Trivandrum • Visitando La Valetta, Malta • O mercado semanal de Rissani

Ler mais
Quinta da Regaleira, o lugar mais místico de Sintra

Quinta da Regaleira, o lugar mais místico de Sintra

Avatar del autorIATI Blog
6 minutos de leitura

A Quinta da Regaleira é um dos locais mais místicos que podes conhecer em Portugal. Com inúmeras referências à Maçonaria, a Quinta é toda ela um apelo ao nosso imaginário. Visitar a Quinta da Regaleira é como entrar num conto de fadas, ou num dos livros do Harry Potter. Se gostas do espírito e ideais românticos, esta visita é para ti. Ao ser uma visita que podes fazer durante uma escapadela de fim-de-semana, recomendamos-te o seguro de viagem IATI Escapadinhas, que cobre até 50.000€ de despesas médicas por um preço bastante económico. Esta cobertura é também suficiente para os viajantes brasileiros que necessitam de um visto para viajarem para a Europa. A Quinta da Regaleira A Quinta da Regaleira é um dos mais impressionantes monumentos da serra de Sintra. É composta por um conjunto de fantásticas construções (torres, grutas, estátuas, lagos, fontes e poços). Destacamos o poço iniciático como ponto obrigatório numa visita à Quinta. Subir ou descer este poço é uma experiência a não perder. Todas estas construções são rodeadas por magníficos jardins, dos quais fazem parte várias espécies de árvores e plantas, todas elas identificadas. Atenção que é proibido colher flores. A Quinta é uma obra resultante dos sonhos do seu proprietário, António Carvalho Monteiro conhecido como Monteiro dos Milhões, e do arquiteto e cenógrafo italiano Luigi Manini. Está situada em pleno Centro Histórico de Sintra, este que foi classificado como Património Mundial pela UNESCO desde 6 de dezembro de 1995. Como Chegar A circulação automóvel está bastante condicionada no centro histórico, pelo que se optares por ir de carro o melhor é estacionar fora do centro histórico e ir a pé. Podes também optar por transportes públicos. Tens o comboio da linha de Sintra e autocarros, para além de tours organizados. Da estação de comboios de Sintra até à Quinta da Regaleira são sensivelmente 30 a 40 minutos a pé. Tens de ter este tempo em atenção se pretendes fazer a visita guiada, uma vez que são muito rigorosos com o início das visitas. Se não chegares com pelo menos 10 minutos antes da visita, já não podes participar. O melhor é colocares no Google Maps e pores os pés ao caminho. Quando passares pelo famoso Hotel Lawrence, já estás muito perto. A entrada e a saída são feitas por locais diferentes. A primeira porta que vais ver é a saída, para chegar à entrada ainda vais ter de andar mais um pouco. Os últimos metros são a pique e os que custam mais a subir, mas acredita que vai valer a pena. Como visitar Existem duas formas de visitar a Quinta. Através de visita guiada ou através de visita livre. Se optares pela visita livre tens a opção de alugar um audioguia, com vários pontos espalhados pelo recinto e que te vão contando a história e curiosidades de cada local onde te encontras. Bem como relatando alguns dos mitos e lendas que fazem parte deste lugar. Existe ainda uma aplicação para telemóvel, a Regaleira 4.0, que te permite fazer a visita em realidade aumentada (disponível na App Store e Google Play). Os bilhetes compram-se exclusivamente dentro da Quinta da Regaleira, mas podes fazer a tua reserva online. As bilheteiras estão instaladas nas antigas cocheiras, mesmo a seguir à entrada. Com a compra do bilhete é-te entregue o mapa da Quinta, essencial se fores fazer a visita livre. Depois de comprares o bilhete tens à disposição pequenos cacifos onde podes guardar os teus pertences. • Visitas Guiadas – é possível conhecer a Quinta através de uma visita guiada, de terça-feira a sábado. Com dois horários fixos, às 10h00 e às 14h00. As visitas são feitas por guias especializados e têm a duração aproximada de 90 minutos. Os bilhetes têm de ser adquiridos na bilheteira, e tal como já referimos, têm de ser adquiridos até 10 minutos antes do início da visita. A fila para a visita livre e para a visita guiada é a mesma, pelo que podes ter de estar na fila ainda algum tempo até conseguires comprar o teu bilhete. Só é possível fazer reserva para grupos com número de participantes superior a 10 pessoas, e com exigência de pagamento antecipado. Aconselhamos a fazeres pelo menos uma vez na vida a visita guiada. Esta proporciona a contextualização dos vários elementos que fazem parte da Quinta da Regaleira. Na Visita livre podes alugar o áudio guia, mas a explicação é sem dúvida mais rica. • Visitas Livres – Aqui podes visitar a Quinta ao teu ritmo, com o mapa (essencial), e com ou sem audioguia (o aluguer do audioguia não está incluído no preço do bilhete), e existem trinta pontos de escuta espalhados pelo Palácio, Capela e Jardins. Estão disponíveis em português, inglês, espanhol, francês, alemão, italiano e russo. Existe também uma versão infantil em português, e versões acessíveis em audiodescrição e língua gestual portuguesa. Percurso dentro da Quinta Caso tenhas optado pela visita livre, o mapa que te dão é muito bom, e permite fazer a visita tranquilamente ao teu ritmo, e passar pelos 30 pontos de escuta do audioguia. • Palácio – O Palácio é constituído por várias salas, que podem ser visitadas e onde também estão pontos de escuta. Tens a sala da caça, a sala da renascença, a sala do fumo, a sala dos reis e a sala da música. Não te esqueças que dentro do palácio não é permitido fotografar com flash. • Os pontos que vais poder visitar para além do Palácio: Casa da Renascença; Patamar dos Deuses; Capela; Estufa; Gruta do Labirinto; Lago; Loggla; Casa dos Ibis; Gruta de Leda; Torre da Regaleira; Fonte da Abundância; Oficina das Artes; Zigurate; Lago da Cascata; Patamar do Ténis; Gruta do Oriente; Aquário; Portal dos Guardiães; Poço Imperfeito; Poço Iniciático e Gruta da Virgem. Dicas • Vestuário e calçado – Vestuário e calçado confortáveis. Tem em atenção que estás na serra de Sintra, por isso mesmo de verão é aconselhável levar um agasalho. • Fotos E Filmagens – Dentro do palácio não são permitidas fotos com flash. Não é permitido filmar, usar tripé e drones. • Piso Escorregadio – Em alguns locais o piso é escorregadio. • Fumar e Fazer lume – Não é permitido fumar ou fazer lume. • Animais – Não são permitidos animais. • Carrinhos de bebés – Em alguns locais dentro da Quinta não são permitidos. • Comida e bebidas – dentro do recinto também são proibidas. Há uma cafetaria dentro da Quinta. • Bilhetes – Os residentes em Sintra não pagam a entrada, em qualquer dia da semana. Informações importantes Site: www.regaleira.pt Morada: Rua Barbosa du Bocage, Sintra Horário: De abril a 30 de setembro: Abertura – 9h30 Encerramento – 19h00 De 1 de Outubro a 31 de março: Abertura – 9h30 Encerramento – 17h00 Durante todo o ano o Palácio, a Capela e espaços de exposição encerram meia hora antes da Quinta. A Quinta Encerra nos dias 24 e 25 de dezembro e 1 de janeiro. Sabias que Sintra está na nossa lista de 8 destinos incrivelmente românticos na Europa? Descobre quais são os outros e prepara uma viagem romântica para a tua cara metade! Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

Ler mais
7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta

7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta

Avatar del autorIATI Blog
3 minutos de leitura

Portugal é um país que não para de surpreender e por isso a IATI dá-voste a conhecer uma vila que pertence a um dos distritos mais remotos deste país. Freixo de Espada à cinta, uma vila Portuguesa do distrito de Bragança, com influência espanhola e vários recantos para conhecer. Escolhe já o teu seguro de viagens online, faz as malas e parte para mais uma aventura com a IATI. O que ver em Freixo de Espada à Cinta O Freixo com a espada à cinta É no centro da vila que encontramos o famoso Freixo (árvore pertencente à família das oliveiras) com uma espada à sua cinta. E qual a origem desta? Conta a lenda que um cristão sozinho perseguido pelos mouros estava tão assustado e sem proteção que viu a sua solução em se esconder atrás do grande Freixo que encontrara, colocou a sua espada pendurada na árvore e camuflou-se entre os ramos da árvore. Quando os Mouros se aperceberam que a imponente árvore tinha uma espada à sua cinta fugiram assustados poupando a vida do Cristão. Outras das lendas que corre fala de um nobre chamado Espadacinta que depois de uma dolorosa batalha com os Mouros pendurou a sua batalha no Freixo e encostou-se a descansar. Mais tarde a população começou a afirma “o Freixo do Espadacinta” que mais tarde evoluiu para Freixo de Espada à Cinta. Pois bem, são várias as lendas que tentam justificar o nome desta vila, mas o mais importante é que é em Freixo que podemos encontrar alguns dos locais mais bonitos de Portugal. Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta A igreja matriz localiza-se no centro da vila, perdura à mais de 500 anos. Com um estilo manuelino dentro de si tem pinturas que perduram até à data. É considerada património nacional e tem uma das arquiteturas mais bonitas de Portugal. Já foi apelidado de “Mini Mosteiro de Jerónimos” Castelo de Freixo de Espada à Cinta O castelo de Freixo de Espada à Cinta encontra-se no centro da vila e é considerada uma das fortalezas mais antigas de Portugal. Neste momento só perduram algumas das muralhas que merecem uma visita para reviver o tempo em que os Reis prevaleceram no país. Gravuras rupestres do Mazouco É na freguesia do Mazouco que se pode encontrar mosaicos de arte rupestre gravados em xisto. São considerados imóvel de interesse publico desde 1983 destacando-se o mosaico do cavalo. Agora, depois de 2000 anos de existência é a primeira estação de arte rupestre ao ar livre em Portugal Calçada de Alpajares ou Calçada dos Mouros A Calçada de Alpajares também conhecida como a calçada dos mouros é um caminho construído desde o tempo dos Romanos. É um caminho linear que se inicia na Foz da Ribeira do Mosteiro. É um caminho marcado por uma escadaria curvilínea. Aqui é possível apreciar a vista para o Rio Douro assim como os pombais da região, um moinho recuperado, várias pinturas rupestres e no fim do inverno vão poder apreciar o florescer das amendoeiras de cor rosa. Penedo Durão O Penedo Durão encontra-se no Parque Natural Do Douro Internacional e é um miradouro que ergue no cimo de uma rocha escarpada com vista para o rio Douro, para a barragem da Saucelle e para o vasto monte verde que rodeia este lugar mágico. Este miradouro tem disponível um parque de merendas e é também um dos sítios prediletos para a observação de várias aves como o grifo o falcão peregrino e as andorinhas das rochas. A melhor época para observar as aves é na altura da Primavera. Praia fluvial da Congida E o que há de melhor se não um praia fluvial introduzida na natureza? Esta praia na verdade não tem areia mas um vasto relvado onde podem estender a vossa toalha, banharem-se no rio Douro e olhar para o nosso pais vizinho. Aqui também têm oportunidade de entrar num barco e durante 2h navegar sobre o rio Douro. Autores: Tworistas

Ler mais
5 locais a não perder numa visita a Fafe

5 locais a não perder numa visita a Fafe

Avatar del autorIATI Blog
4 minutos de leitura

Estão no norte de Portugal há procura de um motivo para sair de casa? A IATI vai levar-vos em segurança a uma visita guiada por esta cidade de Fafe. Fafe é uma cidade do distrito de Braga localizada na região do norte de Portugal. Para surpresa de vários esta cidade esconde mais do que aquilo que podem esperar, desde casas construídas em pedras a zonas verdes para poderem relaxar. Fafe é uma cidade que vão querer explorar. Mas não se esqueçam, viajar em segurança é a melhor forma de viajar e por isso a IATI ajuda-te a encontrar o melhor seguro de viagens online e que mais se adequa a ti. Locais a não perder numa visita a Fafe Casa do Penedo É em Portugal, na cidade de Fafe mais precisamente na freguesia de Várzea da Cova que podemos encontrar uma das casas mais pitorescas de Portugal, localizado no alto do monte rodeada de nada. Nada como, silencio, natureza, tranquilidade, a força do vento e a verdadeira paz interior. Diz-se que a construção desta casa teve o seu início em 1974 e que nasceu da vontade de um engenheiro de se refugiar do stress da cidade. Infelizmente o dono da casa neste momento já nem na sua casa de pedra encontra a tranquilidade pelo facto de várias pessoas tentarem saciar a sua curiosidade. Construída entre 4 penedos, o seu interior faz jus ao seu exterior, também com um ambiente rústico, não tem luz, rede, nem água canalizada, mas tem uma piscina exterior que sacia os seus habitantes nos dias quentes de verão. Diz-se também que tem um sofá que pesa cerca de 350kg e vidros à prova de bala para proteger de vandalismos. E como chegar à casa também conhecida como a “Casa dos Flinstones”? Se forem de carro podem colocar no vosso sistema de navegação casa do penedo e rapidamente vão encontrar o local. A estrada é bastante acessível, tem um quanto de curvas e os últimos km são em terra batida, mas não se preocupem, podem estacionar mesmo ao lado da casa. A pé, podem realizar o trilho PR10 – Trilho do vento, uma caminhada de media dificuldade, circular e de cerca de 14km que explora o parque eólico e tem como ponto de interessa a cada do penedo. Para quem não sabe é mesmo ao lado da cada do penedo que se encontra o famoso “salto da Lameirinha”, uma das grandes atrações do WRC Fafe Rally Sprint; Praia fluvial da Barragem da Queimadela Para quem não sabe existe um trilho de apenas 3 km que se inicia no parque de campismo da Queimadela e dá a volta à sua barragem. Por um caminho circular, rodeado de árvores e com a água da barragem a acompanhar-nos, torna-se num dos passeios mais relaxantes que pode ser acompanhado pelos vossos amigos de 4 patas. Nos dias de maior calor também se podem refrescar na praia fluvial da barragem ou descansar à sombra de uma árvore no parque de merendas da praia. Para quem não sabe esta praia está dentro do programa “Praia Acessível – Praia para Todos!” que tem como objectivo permitir a acessibilidade a todos. Aldeia do Pontido Uma aldeia outrora desabitada que foi recuperada e transformada num turismo rural de sucesso. Agora com casas de pedra rodeadas de lagoas e natureza é um local perfeito para um fim de semana relaxante. Aqui vão poder contactar de perto com a natureza e mergulhar nas águas cristalinas das lagoas da aldeia. Na aldeia também vão poder encontrar um restaurante com pratos tipos do Norte e por fim um centro de interpretação ambiental, onde os hóspedes poderão aprender mais sobre os valores ecológicos da região. Se decidirem explorar o que está perto da aldeia vão descobrir recantos da natureza longe das multidões. Parque aquático de Fafe O parque aquático de Fafe é umas das opções para os dias de maior calor. Apesar de ser um dos parques aquáticos mais pequenos de Portugal e ter poucas atrações é uma boa opção para quem tem crianças, vai fazer as delícias dos mais pequenos. Citânia de Briteiros A cerca de 20km de Fafe no alto de São Romão e já no concelho de Guimarães vão poder encontrar a citânia de Briteiros. Esta citânia tem ainda alguns dos castros da idade do ferro que podem comprovar a passagem da cultura castreja por Portugal. É no museu da cultura castreja que vão poder encontrar a pedra formosa mais relevante da citânia de Briteiros, não deixem de visitar. E já que estás pelo norte de Portugal, porque não dar um saltinho a Braga, o segundo melhor Destino Europeu de 2019? Autores: Tworistas

Ler mais
10 eventos de verão a não perder na Europa!

10 eventos de verão a não perder na Europa!

Avatar del autorIATI Blog
4 minutos de leitura

Seja por falta de tempo, dinheiro ou simplesmente disposição, nem sempre temos vontade de apanhar um voo para o outro lado do mundo nas férias. Há vezes que apenas queremos viver algo diferente sem grandes escalas ou largos voos e, para esses momentos, existem sempre mil opções na Europa. A questão é que temos tendência a conhecer apenas os lugares, eventos e festivais de verão que vemos nas redes sociais e deixamo-nos levar pelas multidões. Hoje, na Iati, vamos falar de festas, romarias e eventos de verão espalhados pela Europa que todos devíamos experimentar pelo menos uma vez na vida. Nada melhor para conhecer a cultura de uma cidade que visitá-la na festa mais importante do ano, mas, claro, sempre prevenido com um seguro de viagens adequado. 10 eventos de verão a não perder na Europa As escolhas são muitas, desde música folclore a exposições de arte passando por festivais de cerveja, a Europa é destino para todos os gostos, por isso, aqui vamos: Edinburgh Festival Fringe – Edimburgo, Escócia É o maior festival de artes do mundo que decorre na capital da Escócia durante grande parte do mês de Agosto. Envolve milhares de performances e centenas de espaços e qualquer artista pode participar livremente uma vez que não existe júri. Desde comédia (sendo esta a maior categoria que surge num terço do programa), teatro, música, dança, circo, cabaret a espetáculos infantis, diversão e diversidade não faltarão. International Berlin Beer Festival – Berlin, Alemanha Para os amantes de cerveja, este é um evento sagrado onde mais de 350 cervejarias de 90 países diferentes se juntam para mostrar a qualidade da sua cerveja a mais de 800 000 amantes da bebida. Cada ano é escolhido um tema para a festividade o que torna tudo muito mais divertido. Montreux Jazz Festival – Montreux, Suíça Fundado em 1967 e contando com maioritariamente artistas de jazz, este é o festival para quem aprecia um festival de boa música numa paisagem de cortar a respiração. Nos anos 70 alargou o seu repertório para géneros como blues, soul, rock e música brasileira e posteriormente também ao pop, sendo sempre o jazz o seu maior foco. Sounds of the Dolomites – Itália Nas mais bonitas montanhas dos Alpes, com lagos cor de esmeralda podes encontrar um festival de música em altitude com artistas de todo o mundo. Se as dolomitas são uma cadeia montanhosa preciosa de visitar em qualquer altura do ano, caminhar entre as aldeias acompanhados de boa música com um vista infinita sobre a natureza tem de estar na tua lista de desejos. AgitAgueda Art Festival – Águeda, Portugal E porque o que é nacional também é bom e recomenda-se, todos o anos, em Julho, o espetáculo de guarda chuvas pode-se ver em Águeda. O Umbrella Sky Project ganhou visibilidade mundial e as ruas coloridas foram partilhadas em todo mundo. Desengane-se quem pensa que o festival são só guarda chuvas colorido: arte urbana, concertos, body painting, animação de rua, gastronomia, artesanato, atividades desportivas e muito mais. Notting Hill Carnival – London, England Um carnaval das Caraíbas em Londres no mês de agosto, junção bombástica não? Um fim de semana de muita cor, dança, samba, desfiles e máscaras, acima de tudo uma celebração onde todos festejam em união o fim da escravatura. Helsinki festival – Finlândia Se sempre quiseram visitar o país que dizem ser do Pai Natal, podem aproveitar para explorar a Finlândia durante o maior festival nacional de artes. Desde música clássica a música do mundo e pop, passando por drama, dança contemporânea, artes visuais, cinema e eventos para crianças, um festival para todos os gostos e idades. Oktoberfest – Munique, Alemanha Um festival que começou em 1814 para celebrar o casamento do rei nos jardins da cidade é agora o maior festival de cerveja do mundo. Seis milhões de pessoas visitam anualmente esta festa que se repete todos os anos no sábado depois do dia 15 de Setembro e termina duas semanas mais tarde. Carnaval de Veneza – Itália Se sempre adoraste os glamourosos bailes de máscara dos filmes, o Carnaval de Veneza tem de fazer parte dos teus planos. Tudo começou com a celebração da vitória da República de Veneza pelas ruas da cidade exibindo a cultura local. Ao longo dos séculos, a tradição ganhou forma e é agora um dos maiores eventos de Veneza. St Patrick’s Day – Irlanda Apesar de ser uma celebração religiosa, que comemora a chegada do Cristianismo à Irlanda, este festival comemora igualmente a cultura e património do país. Uma vez que a lei seca, em outras épocas, era interrompida neste dia, atualmente, esta festa é associada à celebração com bebida. É o feriado nacional mais celebrado fora do país. Se não foste a tempo este ano, ja sabes! Atualiza a tua agenda e começa a planear o próximo verão, como acabaste de ler: oportunidades não faltam! E se preferes viajar durante o inverno, não deixes de visitar algum dos melhores mercados de Natal da Europa! Autora: Janete, Flearound

Ler mais
4 lugares a não perderes em Penafiel

4 lugares a não perderes em Penafiel

Avatar del autorIATI Blog
3 minutos de leitura

Penafiel uma cidade com espírito inovadora do distrito do Porto que trás aos seus visitantes e habitantes a oportunidade de encontrar cultura e variedade. Anda connosco descobrir os locais a não perder numas das cidades mais antigas de Portugal, nós levamos-te em segurança com os nossos seguros de viagem online adequados ao teu tipo de viagem. 4 lugares a não perder em Penafiel Penafiel é uma das cidades mais antigas de Portugal, mas que preza pela inovação e apelação ao turismo. É no seu património que podemos encontrar a Rota do Românico recheado das mais belas igrejas de Portugal. 1. Centro de Penafiel Destaca-se o Mosteiro de Paço de Sousa que segundo a história encontra-se o túmulo de Ega Moniz, um dos protetores do I Rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Podem também apreciar a arte sacra pela Capela de São Roque, a Capela da Nossa Senhora da Ajuda, a Igreja da Misericórdia, a Igreja da ordem terceira de São Francisco, a Igreja da ordem terceira do Carmo, a Igreja de São Martinho, a Igreja do Convento de Santo António dos Capuchos e a Igreja do Recolhimento da Nossa Senhora da Conceição mesmo no centro da cidade. Também no centro da cidade vão poder verificar várias referencias à literatura, não fosse Penafiel o centro do festival literário da Escritaria. E se estão à procura de variedade e cultura podem escolher entre o Museu municipal de Penafiel que se dedica a temas da “identidade, território, arqueologia e dos ofícios da terra e água”. O museu de arte sacra de Penafiel que guarda algumas das peças mais valiosas de arte sacra. E por fim o museu da broa que conta com seis moinhos funcionais que conduz os seus visitantes a um passado onde a farinha moída era um dos subsistentes essências para a sobrevivência do homem. 2. Aldeia da Quintadona Esta aldeia tem um grupo de teatro, os ComoDEantes, que são os responsáveis pela animação das festividades da aldeia. Um dos festivais mais conhecidos e responsáveis por atrair centenas de visitantes é a famosa “Festa do Caldo” que é realizada todos os meses de Setembro. O caldo de Quintadina é um prato típico da zona que consiste numa sopa bastante consistência e saborosa. Também existe uma bebida típica que se chama o “Mijo de Jebo”, de sabor forte que ajuda a aquecer nos dias mais frios. E para quem procura alojamento na aldeia podem se decidir pela Casa de Valxisto, a Casa do Aguieiro, Winebar Casa da Viúva e a Vizinha da Viúva, todos turismos rurais de grande interesse. 3. Quinta da Aveleda A quinta da Aveleda, considerada monumento nacional desde 1910 é um dos ex-libris de Penafiel. Uma quinta de figura familiar que além de produzir alguns dos vinhos mais famosos de Portugal tem também um dos jardins mais românticos de Portugal tornando-se assim um dos recantos mais bonitos que vão encontrar em Penafiel. Quando entrarem nos jardins da quinta vão poder perder-se e encontrar a torre transformada numa casa de várias cabras, vão poder entrar na casa de chá do lago com uma arquitetura que parece saída de um conto de fadas, vão poder apreciar a vinhas que brotam nos vastos campos, admirar os vasos feitos de casca velha em árvores centenárias e desfrutar de um copo de vinho à vossa escolha. Não deixem de desfrutar desta visita que pode realizada de segunda a sexta feira. 4. Castro de Monte Mozinho O Castro de Monte Mozinho está situado em Oldrões no concelho de Penafiel e apelidado da cidade morta de Penafiel. Este é o maior dos tantos que fazem parte da rede de Castros na Península Ibérica. Neste local vão poder recuar numa viagem no tempo e constatar o local onde o povo castrejo da época dos Romanos viveram. Nos seus 22 hectares é possível admirar o resultado de anos de escavação que levaram a descobertas fantásticas que marcaram a história de Portugal. Autores: Tworistas

Ler mais
5 experiências diferentes para viver em Lisboa

5 experiências diferentes para viver em Lisboa

Avatar del autorIATI Blog
4 minutos de leitura

Conhecer Lisboa é muito mais do que ir a uma casa de fados ou comer Pastéis de Belém, os famosos pastéis de nata. Hoje mostramos uma Lisboa diferente do tipicamente turístico, com 5 experiências diferentes que podes ter na capital portuguesa. Lisboa é considerada uma das cidades mais seguras da Europa. Mas não é por isso que deves descuidar a tua segurança, e na IATI seguros temos sempre o melhor seguro de viagens online para ti. E adequado ao tipo de viagem que vais fazer. 5 experiências diferentes para viver em Lisboa Andar num Transporte Anfíbio Sim leram bem, é possível fazer um passeio por Lisboa num transporte anfíbio. Vais ter a oportunidade de conhecer Lisboa por terra e por rio, sem te levantares do teu lugar durante todo o percurso. Neste caso no Rio Tejo e pelas ruas da cidade de Lisboa. É o HippoTrip. O local de partida e chegada é a Doca de Santo Amaro em Alcântara, na Associação Naval de Lisboa. O passeio tem a duração de 90 minutos dos quais cerca de 25 são passados no Rio Tejo. O trajeto inclui a passagem pela Praça do Comércio, Praça Marquês de Pombal, Jardim da Estrela, Museu da eletricidade e Mosteiro de Jerónimos. Na Doca do Bom Sucesso em Belém entra no Rio Tejo, e a partir do Rio passamos pelo Padrão dos Descobrimentos, pela Torre de Belém, pela Torre VTS e no Centro náutico de Algés voltamos a terra até à Doca de Santo Amaro. Vivenciar o Terramoto de 1755 No Lisboa Story Centre, através de uma experiência sensorial e imersiva vais ter a possibilidade de sentir o que se passou na manha de 01 de novembro de 1755, quando um terramoto abalou e destruiu a cidade de Lisboa. No Terreiro do Paço, entre os nºs 78 a 81 vais conhecer a história da cidade de Lisboa de forma cronológica, e vais ficar a par dos acontecimentos mais marcantes da cidade ao longo de várias épocas até aos dias de hoje. Sempre fiel ao rigor histórico. Passear numa antiga Fábrica desativada – LX Factory São inúmeras as atividades que se podem fazer dentro da LX Factory. Almoçar, jantar, dançar, fazer compras, workshop, ou até mesmo ficar alojado num hostel ou trabalhar num espaço de co-work. Sim podes fazer tudo isto na LX Factory, uma antiga fábrica desativada. Já imaginaste almoçar num restaurante que foi uma tipografia e onde as antigas máquinas estão ao teu lado? Aqui é Possível, no restaurante Malaca Too, que aconselhamos vivamente. Este também é um restaurante muito peculiar, porque para além das máquinas, a entrada é feita através da livraria Ler Devagar. Também esta digna de visita. Todos os domingos entre as 10h e as 18h acontece o LxMarket, um mercado de rua dentro dos portões da antiga fábrica. Fica no Nº103 da Rua Rodrigues Faria, em Alcântara. Em 1846 instala-se neste local a Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, e mais tarde deu lugar a outras empresas, tais como a Companhia Industrial de Portugal e Colónias, a tipografia Anuário Comercial de Portugal e a Gráfica Mirandela. O espaço esteve alguns anos abandonado e em 2008 surgiu como um pólo de arte e cultura urbana, já tendo sido considerada uma das melhores fábricas ressuscitadas da Europa. Subir a um dos Pilares da Ponte 25 de abril Na ponte sobre o rio Tejo é possível ter a Experiência do Pilar 7. Esta experiência consiste em subir a um dos pilares da Ponte 25 de Abril em Alcântara, e ver Lisboa através de um miradouro todo em vidro, mesmo ao lado do tabuleiro da ponte. Mas a experiência é muito mais do que isto. É uma experiência interativa, onde ficamos a conhecer a história da ponte e onde temos acesso a áreas que habitualmente estão vedadas ao público. Visitar a Feira da Ladra Acontece todos os sábados e terças-feiras, no Campo de Santa Clara, na freguesia de São Vicente de Fora, perto do Panteão Nacional. E se ainda não conheces Lisboa e queres visitar os locais mais conhecidos, recomendamos-te este artigo sobre as 10 experiências típicas da capital portuguesa, assim como este outro sobre as festas de Santo António em Lisboa. Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

Ler mais
Visitando La Valetta, Malta

Visitando La Valetta, Malta

Avatar del autorIATI Blog
6 minutos de leitura

Pouco passava das 7h, de uma manhã de final de Verão. Tomava o meu pequeno almoço, na minha casa, em Abrantes. Junto à janela da cozinha, como é hábito. Poderia dizer que iria ser um dia trabalho como tantos outros. Mesmo que esse dia de trabalho pressuponha uma viagem para um qualquer destino do mundo. Mas não era uma manhã normal. Estava a poucas horas de embarcar para primeira viagem depois do nascimento da Alice, que acabava de completar o primeiro mês de vida. A adrenalina da viagem estava lá, como sempre. Mas tudo o resto, o que estava a sentir, era novo. Existia uma espécie de poder magnético que me impedia de simplesmente só querer ir. E como eu adoro o meu trabalho. Dei voltas e mais voltas dentro de casa. Perguntei umas 20 vezes à Liliana se o que estava a fazer era certo. Eu e a Liliana, temos este poder de ser a consciência certa, um do outro, em momentos de aflição. Ela, em gestos e palavras, passou-me a mensagem de “vai em paz, nos ficamos bem”. Chegou as 10h00 e campainha tocou. Era o meu pai, como habitual, pronto para me ir levar a aeroporto. A despedida foi dolorosa. Parecia que ia partir para a guerra e que iria ficar 5 anos fora de casa. Mas eu sou assim, um eterno romântico. Em tudo. Depois de deixar a cara da Alice vermelha de tantos beijinhos, quase que me tiveram de arrastar dos braços dela. Estava como a música do grande Bonga, “Lágrima no canto do olho”. Beijinho na Liliana e era tempo de partir. Estava a caminho de Malta. Iria ficar por lá 5 dias. Nunca tinha ido a Malta. Muitas histórias ouvi e li sobre ela. Um conjunto de três ilhas (uma principal (Malta), uma mais pequena (Gozo) e uma não habitada (Comino)), “perdidas” no mar Mediterrâneo, algures entre a Líbia e Itália. Só pela localização, conseguem-se tirar algumas conclusões antecipadas. Influência de culturas distintas e uma localização apetecível em tempos de guerra. Tudo confirmado. A língua é um árabe com sotaque italiano e já passou por várias mãos ao longo da sua história. Sendo o domínio britânico, talvez o que mais laços deixou na ilha. Mas não acertei em todas as “conclusões antecipadas”. Ilha e Mediterrâneo, parecem sinónimos de praia. Na verdade é possível dar uns mergulhos e existem algumas praias, mas Malta é muito mais do que isso. Na parte do “é muito mais do que isso”, existe um nome que se destaca entre os demais. Valletta, a capital de Malta. Classificada como Património Mundial pela UNESCO e distinguida, em 2018, como Capital Europeia da Cultura. Bons indícios para uma viagem carregada de histórias. E assim começo a minha viagem por Malta. Bem-vindos a Valletta. Estava um dia de céu limpo e uma temperatura agradável. Entrava pelas ruas de Valletta, como quem entra num parque de diversões. Longas fachadas em pedra, edifícios ornamentados, igrejas por toda a parte e muita gente na rua. Turistas e locais. A primeira coisa que me chamou a atenção foi a dimensão cultural. Sente-se um ordenamento britânico, misturado com a “dolce vita” dos países latinos e um toque do exotismo oriental. Nada espampanante, mas deliciosamente alinhado. Sigo a minha viagem, sem pressa e sem nada completamente definido. Estava em modo absorção. Absorção de rotinas e hábitos malteses. Vestindo umas das minhas peles favoritas, ser invisível, mas ver tudo. Sim, num ápice “dispo” essa pele, e desato a falar com toda a gente, vestido uma espécie de disfarce maltês. Entre olhares e pequenas conversas, rapidamente deixei de me sentir um estranho. Estava a milhares de quilómetros de casa, num país que tem uma língua semítica, e sentia-me…bem. Quase que diria em casa, sem estranhar muito o que me envolvia. Estava viver uma espécie de déjà vú. Parecia que não estava a viver as minhas primeiras horas, de sempre, por ali. Parecia que já tinha vivido ali. Mas tal como a diversidade deste local, esta dimensão de sentimentos, não era estranha ao meu corpo e não me sentia assustado com o poder paranormal de poder ter vivido uma outra vida ali (ok, agora pareceu-me estranho). Sentia-me confortável. Continuei viagem num autêntico carrossel de ruas longas e estreitas, cappuccinos e humidade tropical. Viajava ao sabor do tempo, mas tinha três pontos na mira que não poderia perder. Os Upper Barrakka Gardens, as três cidades e duas obras Caravaggio na St. John´s Cathedral. Começo pelo Caravaggio. Sou um fã assumido deste artista errante, com traços de génio. Desde uma fase da minha vida em queria ser historiador (sim, quero sempre ser muitas coisas). Nessa altura percorri diversos museus e igrejas da velha Europa, quase sempre com a obras de Caravaggio como ponto de busca número um. Desde essa altura que sabia da existência destas obras em solo maltês. Com a agravante de uma estar assinada (coisa inédita) e de estas terem sido, muito provavelmente, as últimas obras deste génio. É claro que toda a minha imagética sobre Malta, colocou, quase sempre, Caravaggio na equação. Nas ruas, nos bares. Imaginava sempre o artista italiano a cambalear e resmungar por ali. Para quem não conhece esta figura controversa do séc. XVI, estava em Malta exilado, numa espécie de última oportunidade, depois de ter sido condenado à morte em Itália por assassínio. Acabou por fugir de Malta (o homem gostava de acção) e morrer a caminho de Roma, com 38 anos. Mas tirando as minhas habituais viagens pelos sonhos, foi com grande emoção presenciei as obras do mestre. Só por isto, a viagem já tinha valido a pena (é claro que assim que cheguei a Portugal, voltei a ler tudo sobre estas obras). A Catedral é lindíssima. Foi hipnotizado que saí daquele lugar. A uma curta distância da Catedral estavam os Upper Barrakka Gardens. O mote da visita continuava a ser o mesmo. Os jardins, no passado, funcionavam como espaço de lazer dos destintos cavaleiros instalados na ilha. Neste jardim, muito mais do que flores, o que mais se destaca é um brilhante terraço com vista para o porto e para as três cidades. Arrisco a dizer que é um dos terraços com a vista mais bonita onde já estive. É mais um viajar na história. E um criar novas histórias. Um lugar incrível. Com uma arquitectura muito ao estilo Guerra do Tronos (uma constante em Malta), é fácil vasculhar a memória deste lugar e imaginar histórias de amor e de guerra, que ao longo dos anos devem ter passado por aqui. Estava tão ligado à criação de histórias, que sentia-me sozinho e em silêncio, num lugar lindo, mas cheio de gente. Este jardim fica num dos topos da cidade, com vista para as três cidades, localizadas no lado oposto do porto. Era esse o próximo destino. Desci dos jardins para o nível do mar e apanhei um barco táxi cheio de estilo. Aqui senti Malta a cruzar-me com o charme italiano de Veneza. A viagem foi curta, mas muito bonita. O porto de Birgu é de filme. Edifícios plantados sobre o mar, barcos de todos os tamanhos e feitios, igrejas e fortes, e o ar da “dolce vita” mediterrânea. O barco “estacionou” num pequeno porto e caminhei para um restaurante de nome italiano. Almocei (pasta com marisco) com vista para tudo aquilo que descrevi e a sonhar com tudo aquilo que tinha vivido. Assim, devagar. Valletta, esse lugar estranhamente familiar, ficou nas memórias. A viagem por Malta vai continuar. Autor da crónica: Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora

Ler mais
11 Locais a não perder numa visita a Helsínquia

11 Locais a não perder numa visita a Helsínquia

Avatar del autorIATI Blog
4 minutos de leitura

Helsínquia, a capital da Finlândia, é uma cidade surpreendente e tranquila, de avenida largas, muito verde, com muita cultura, música e design (foi Capital Mundial do Design em 2012) e pessoas que, apesar de algo fechadas, mostram uma simpatia e abertura extraordinárias quando abordadas. Aqui na IATI, onde poderás conseguir o teu seguro de viagens online com a melhor cobertura, queremos que aproveites esta cidade ao máximo e é por isso que te damos neste artigo uma lista de 11 locais a não perder numa visita a Helsínquia. Prepara-te para seres surpreendido! 11 lugares a não perder em Helsínquia Praça do Senado e Catedral de Helsínquia A Praça do Senado é um dos locais mais visitados por turistas em Helsínquia. Esta ampla praça encontra-se rodeada de vários edifícios imponentes, como o edifício central da Universidade de Helsínquia, o Palácio do Conselho de Estado e a famosa Catedral de Helsínquia, o edifício branco de cúpulas verdes em grande destaque na zona norte da Praça. Temppeliaukio Kirkko (Stone Church) Concluída em 1969, a Temppeliaukio Kirkko é, sem dúvida, uma das mais originais igrejas do mundo. Foi construída inteiramente a partir de uma grande rocha de granito que se encontrava no local. A sua magnífica acústica faz com que seja frequentemente palco de concertos de música clássica. Market Square Este é o mercado de rua mais famoso de Helsínquia. As várias bancas que aqui começam a ser montadas, ainda antes das 06h da manhã, oferecem os mais variados produtos e comidas tradicionais finlandeses. Existem também vários cafés onde podes almoçar ou tomar o pequeno-almoço, dependendo da hora a que o visites. Fortaleza de Suomenlinna A Fortaleza de Suomenlinna está localizada na ilha com o mesmo nome, a cerca de 10 minutos de distância de ferry da costa de Helsínquia. Foi considerada Património Mundial da Humanidade pela UNESCO e construída durante a era Sueca, tendo a sua construção sido iniciada em 1748. Hoje a ilha oferece também vários cafés e vários edifícios onde habitam cerca de 800 pessoas. Pela sua beleza e tranquilidade, a ilha é bastante procurada tanto por turistas como por locais, especialmente nos meses de Verão, para piqueniques, passeios ou idas à praia. O transporte para a ilha é feito de ferry, que podes apanhar na zona do Market Square. Horário: aberta todo o ano Monumento a Sibelius Localizado no parque Sibelius, este famoso monumento foi construído em homenagem ao grande compositor finlandês Jean Sibellius, pela artista Eila Hiltunen, em 1967. A obra, com 8,5m de altura, pretende assemelhar-se aos tubos de um órgão e é acompanhada por um busto de grandes dimensões do compositor. Seurasaari (Museu ao Ar Livre) A ilha de Seurasaari, unida por uma ponte pedonal a Helsínquia, está localizada a poucos quilómetros do centro da cidade. É um local muito tranquilo, repleto de uma verdejante natureza e preenchido por edifícios tradicionais finlandeses que fazem parte de um Museu ao ar livre. Estes edifícios, oriundos de várias partes da Finlândia e construídos nos últimos quatro séculos, foram transportados para esta ilha de forma a poder mostrar aos seus visitantes a cultura e tradição finlandesas. Não é necessário pagar bilhete para visitar a ilha, apenas caso queiras visitar o interior dos edifícios que se encontram com a sua mobília original da altura em que foram construídos. Design District O design sempre teve uma grande importância na sociedade finlandesa, à semelhança dos restantes países nórdicos, algo que mereceu a Helsínquia a designação de Capital Mundial do Design em 2012. O Design District é uma zona da cidade que se encontra repleta de lojas de design, antiguidades, museus, galerias de arte e vários restaurantes que representam alguns dos melhores exemplos do que se faz nesta área no país. Recomenda-se também uma visita ao Museu do Design, aqui localizado. Cafe Regatta Localizado junto às águas do mar Báltico, o Cafe Regatta é um dos cafés mais encantadores de Helsínquia, especialmente em dias de sol quando é possível aproveitar a pitoresca esplanada com vista para o mar. Morada: Merikannontie 8, Töölö Helsínquia Cemitério de Hietaniemi Não é muito habitual ver cemitérios em listas de atrações turísticas mas este, tendo em conta a sua localização e beleza, destaca-se. Repleto de lápides decoradas com pormenores encantadores, tem como pano de fundo as águas do mar Báltico e como cenário um jardim muito bem cuidado. Para além da zona destinada a civis, existe também uma vasta área onde se encontram as campas de soldados falecidos em combate durante as várias guerras que envolveram a Finlândia. Morada: Hietaniemenkatu 20, 00100 Helsínquia Parque Esplanade Localizado no centro de Helsínquia, o Parque Esplanade é um dos locais mais procurados na cidade pela população local para momentos de descontração. Durante o verão é palco frequente de vários eventos de música e cultura, como por exemplo os concertos Jazz-Espa que têm lugar durante o mês de julho. Capela Kamppi (Capela do Silêncio) A Capela Kamppi (ou Capela do Silêncio) está localizada no centro de Helsínquia e foi construída com o objetivo de oferecer um refúgio de calma e tranquilidade a quem procura fugir da agitação da cidade. Foi distinguida com o prémio Internacional de Arquitetura em 2010, dois anos antes da sua conclusão. Autora: Maria João, Joland

Ler mais
O que visitar em Braga

O que visitar em Braga

Avatar del autorIATI Blog
7 minutos de leitura

Braga é medieval, é romana e é barroca. Braga é modernidade, cosmopolitismo e jovialidade. Braga é cultura, tradição e religião. Braga é ciência, futuro e evolução. Talvez por tudo isto Braga tenha arrecadado o 2.º lugar nas votações para o Melhor Destino Europeu 2019. Se ainda não conheces esta cidade situada no Norte de Portugal, com mais de 2000 anos, vem com a IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, passear pela “cidade dos arcebispos”. Deixamos-te aqui os spots que não podes perder, e a única coisa que te prometemos é que vais querer voltar. O que ver na cidade de Braga Começa pelo Centro Histórico Começamos pelo centro histórico da Cidade dos Arcebispos e pelos vários monumentos e museus que poderás visitar quando estiveres de visita por Braga. Praça da República Marca encontro na Praça da República. É aqui que se sente o pulsar da cidade. É lá que se encontra a Arcada, a Igreja da Lapa, a Torre de Menagem, a Fonte Luminosa e dois dos cafés mais antigos e emblemáticos da cidade – o Vianna e o Astória. E quando achares que já não há mais nada para ver, percebes que a Praça da República é muito mais, e que se estende por uma zona pedonal aprazível e iluminada, com zona de jardim e cheia de pequenas surpresas, como o Museu e os Jardins do Museu Nogueira da Silva, a Igreja e Convento dos Congregados, a Casa Roldão com a Livraria 100.º Página, ou o Monumento ao Papa João Paulo II. Rua do Souto A Rua do Souto é um ícone da cidade. Além de ser a principal rua de comércio, inteiramente pedonal, é através dela que adentramos a história milenar da cidade de Braga. Comece por tomar um café de saco no Café A Brasileira, passe pelas arcadas da Rua do Castelo e faça umas compras no comércio tradicional. Se for véspera de Natal, passe pela Casa das Bananas e peça “um copo de moscatel e uma banana, por favor!”. A ida ao bananeiro, no dia 24 de dezembro, é uma tradição imperdível para os/as bracarenses. Um pouco mais abaixo, o Largo do Paço, um dos largos mais bonitos da zona histórica, todo em granito, com um chafariz monumental de 1723. Continua a descer a rua e vai-te deslumbrando. Arco da Porta Nova No fim da Rua do Souto, o Arco da Porta Nova. Há quem diga que é por nunca ter tido porta que surgiu a expressão: “Deixaste a porta aberta. Vê-se mesmo que és de Braga”. Logo ali ao lado, o Museu da Imagem e o Museu dos Biscaínhos. Entra, não te vais arrepender. Sé de Braga “Mais velho que a Sé de Braga” não é uma expressão qualquer. A Sé de Braga é a mais antiga de Portugal e toda a zona histórica da Sé é de visita obrigatória. A Sé Catedral e os tesouros da Sé. O Rossio da Sé, com os seus bares, restaurantes e comércio. As ruelas estreitas que contam a história que a própria história já esqueceu, depois de um “lifting facial” chamado reabilitação urbana. Essas ruelas vão levar-te ao Largo de São Paulo e, para os apreciadores de Arte Sacra e Arqueologia, aoMuseu Pio XII. Cividade Por falar em arqueologia, na colina do Alto da Cividade, podes visitar as Termas públicas Romanas, datadas do século II, e que são uma expressão notável da Braga Romana, e o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, criado em 1918. Praça do Município A Praça do Município é um cartão postal da cidade, pelo seu superior valor histórico e arquitectónico. Tem dois dos mais belos edifícios barrocos da cidade: a Câmara Municipal e a Biblioteca Pública. Entre um e outro a magnífica Fonte do Pelicano. Nas imediações, a Praça do Pópulo e a Praça Conde de Agrolongo. Grandes praças, locais de encontro, onde o velho e o novo dialogam. Destaca-se, nesta modernidade, o edifício GNRation, antigo quartel da Guarda Nacional Republicana, que foi recuperado por ocasião do Braga 2012 – Capital Europeia da Juventude. Jardim de Santa Bárbara Atrás da Biblioteca Pública, o Jardim de Santa Bárbara. Neste jardim, a regra é só uma… beleza e colorido. Fica por lá e bebe um chá no Café Lusitana, um dos mais antigos da cidade. Largo Carlos Amarante Neste Largo encontrarás a Igreja de São Marcos e a Igreja de Santa Cruz. Mais um largo que pede permanências. A Igreja de Santa Cruz é conhecida, também, como a igreja dos galos casamenteiros, por isso, não te admires se, ao passar por ela, vires pessoas paradas a olhar para a fachada da igreja. Reza a lenda que a “moça casadoira” que encontre os três galos tem casamento assegurado para breve. Mas se dois desses galos são fáceis de encontrar, já o terceiro é um quebra-cabeças para o descobrir! Um pouco mais abaixo do Largo Carlos Amarante, está o Palácio do Raio, construído entre 1752 e 1755, hoje um Centro Interpretativo do espólio da Santa Casa da Misericórdia de Braga. E à sua frente, a Fonte do Ídolo, um santuário rupestre e único monumento romano de Bracara Augusta a ter sobrevivido, relativamente intacto, até aos nossos dias. Teatro Circo O famoso e histórico Teatro Circo fica no coração da Avenida da Liberdade. Não só é bonito por fora, como tem uma das salas de espetáculos mais bonita de Portugal. “Braga por um canudo”. Depois de veres Braga por dentro, está na hora de veres “Braga por um canudo”. Há três principais pontos que nos permitem ter uma vista magnífica sobre a cidade de Braga, são eles: o Bom Jesus, o Sameiro e o Monte do Picoto. Bom Jesus de Braga (ou Bom Jesus do Monte) é um dos ex-libris da cidade. Se lá fores (que é obrigatório!!) visita a Basílica do Bom Jesus e os espaços envolventes. Anda no funicular movido a água, mais conhecido por Elevador do Bom Jesus, que é exemplar único na península ibérica e o mais antigo do mundo em atividade. Percorre os escadórios… são muitos, mas vale a experiência. Perde-te nos extensos jardins, não faltam grutas, trilhos, lagos, pontes e parques para descobrir. Dá um passeio de barco. Vê o pôr-do-sol na Esplanada ou no Miradouro do Bom Jesus, onde está o binóculo que originou a expressão “ver Braga por um canudo”. E se fores de carro, experimenta a estrada “mágica” do Bom Jesus. Aqui os carros sobem quando deviam descer… admirado/a? Espreitaaqui a explicação. Miradouro do Monte Picoto O Monte do Picoto é uma área florestal, central à cidade Braga. Foi recentemente renovado, oferecendo equipamentos de natureza lúdica, desportiva e social – um parque urbano com ciclovia, percursos pedonais, percursos em terra batida, passadiços e o mais recente Picoto Park. No topo, um mirante fantástico com vista de 360º sobre a cidade e uma perspectiva privilegiada sobre o Estádio 1º de Maio. Sameiro O Santuário do Sameiro é local de culto e oração. Abençoado pela natureza, coroa o Monte do Sameiro que, com os seus 572 metros, é o ponto mais alto da cidade, oferecendo uma vista privilegiada sobre Braga. Estádio Municipal de Braga Para os/as aficionados/as de futebol, visitar o Estádio Municipal de Braga é obrigatório. Sabias que este estádio foi considerado uma das obras mais notáveis do arquiteto bracarense Eduardo Souto Moura? Se quiser marcar uma visita guiada, vêaqui. Arredores de Braga Nos arredores da cidade, sugerimos a visita ao Mosteiro de Tibães, que data do século XI e foi ocupado pela Ordem Beneditina até meados do século XIX. Abandonado durante muito tempo, só começou a ser recuperado na década de 80 do século XX. Por estar nos arredores e os acessos em transporte público não serem muito fáceis, este Mosteiro é muitas vezes deixado de lado para quem visita a cidade. Mas a sua riqueza é tanta que merece o esforço. Se fores, faz o “Percurso Museológico” onde se aprecia a área envolvente ao Mosteiro, a sua arquitectura, as ruínas de edifícios anteriores, a mata, os jardins e diversos campos agrícolas. “Adoçar o bico” na gastronomia bracarense A gastronomia bracarense tem direitos de “monumento”. O caldo verde e a broa de milho, as papas de sarrabulho acompanhadas dos rojões de porco, o bacalhau à Braga (mas qualquer bacalhau é bom) ou o cabrito e a vitela assada. Para beber, o famoso Vinho Verde da região. Na doçaria, a longa tradição conventual e popular: um Pudim Abade de Priscos, uns moletinhos de São José, fidalguinhos e as tão famosas Tíbias. Ficaram convencidos/as? Autores: Vera e Marcelo, Ir em viagem

Ler mais
Conhece as festas de Santo António de Lisboa

Conhece as festas de Santo António de Lisboa

Avatar del autorIATI Blog
5 minutos de leitura

Queres visitar Lisboa nas festas de Santo António mas não sabes por onde começar? Nesta ocasião a IATI, líder na contratação de seguros de viagem online, ensina-nos como tirar o melhor proveito desta festa tão típica sem terminar como uma sardinha assada. O que ver e fazer em Lisboa nos Santos Populares? Quem foi Santo António? Na verdade, Santo António não se chamava António. O seu nome de nascimento era Fernando Martins de Bulhões, e acredita-se que nasceu entre 1191 e 1195 na rua das Pedras Negras, no bairro da Alfama. Fernando vinha de uma família privilegiada, e contrariando os desejos dos seus pais (que o queriam fazer cavaleiro), Fernando entregou-se à vida eclesiástica através da Ordem de Santo Agostinho. Posteriormente entrou na Ordem Franciscana, onde de seguida destacou e foi encomendado de pregar a palavra em outros lugares, e então foi quando decidiu trocar seu nome por António. Orador nato, as suas são as palavras do “Sermão aos peixes”. Santo António faleceu no dia 13 de junho de 1231 na cidade de Pádua (Itália). Daí que hoje em dia seja também conhecido como “Santo António de Pádua”. A festa tradicional de Santo António Pois bem, agora que já conhecemos o santo, vamos à festa! Mesmo não sendo o padroeiro oficial da cidade de Lisboa (na verdade é São Vicente), são muitas as atividades em sua homenagem realizadas na capital Portuguesa. Possivelmente a tradição mais famosa seja a das sardinhas assadas. Em todo lado, mas principalmente nos bairros de Alfama e Costa do Castelo, é possível saboreares este manjar composto de sardinhas assadas na brasa com pão, muitas vezes acompanhadas de uma salada de pimentos. É comum ver que são os próprios vizinhos destes bairros os que se prontificam a assá-las à porta das suas casas. A decoração da cidade não passa inadvertida de forma alguma. Cores e formas, bandeirolas, fitas e sardinhas de papel decoram as ruas da cidade para conseguir um ambiente ainda mais alegre e festivo. É também tradição que os jovens rapazes entreguem um vasinho de manjerico à sua amada, pelo que é sempre fácil encontrar barraquinhas perfumadas com estas plantas. Santo António casamenteiro Como sempre se disse que Santo António é o santo casamenteiro, são muitos os casais que decidem comemorar o seu casamento neste dia, pelo que as igrejas se enchem, não só pelas procissões e romarias, mas também pelos casamentos à procura da bênção do santo. Por outro lado, a própria Câmara Municipal recuperou uma tradição antiga que consiste em patrocinar o casamento de dezasseis casais com poucas possibilidades na igreja de Santo António, patrocinando depois as atividades típicas destas comemorações. Os arraiais de Santo António Os arraiais de cada bairro são diferentes entre sí, mas têm como fator comum a música, a festa, a bebida e a comida. Caldo verde, bifanas, pão com chouriço, cerveja, vinho tinto e até a famosa ginja estão à disposição nas diferentes tasquinhas de cada bairro. A banda sonora do momento acostuma ser o Pimba, sem deixar de lado as cantigas populares e o Fado. O prazer está em caminhar pelas ruas provando de tudo um pouco, deixando-se misturar no ambiente alegre e amistoso. Marchas populares Na noite do dia 12 saem às ruas as “Marchas Populares”, formações representantes de cada bairro da cidade e compostas pelos próprios moradores, a desfilar pela Avenida da Liberdade. As marchas existem desde o século XVIII, mas desde 1932 é feito um concurso entre todas as participantes. É realmente espetaculare a cenografia destas marchas, cujos membros desfilam caracterizados com coloridos e chamativos disfarces, e desfilam dançando coreografias ensaiadas com exatidão. Dicas para desfrutar da festas de Santo António Mas é importante teres em conta alguns conselhos de segurança para que a festa seja completa e não passes por apertos desnecessários nesta que é uma das 10 experiências típicas de Lisboa a não perder: • Não tentes chegar às festas de carro: várias das ruas mais centrais da cidade são cortadas durante estas comemorações, assim que o mais provável é que, se formos de carro, tenhamos de andar às voltas para acabarmos a pagar por um parque afastado do nosso destino. O mais recomendável é andar. Assim, evitamos também a ideia de conduzir depois de beber, até porque os controlos da polícia se multiplicam nesses dias. • Usar sapatos confortáveis e fechados: Justamente pelo que foi dito anteriormente, é recomendável ter em conta o tipo de sapatos a usar. Andar pelas ruas da Alfama com saltos altos pode ser uma missão impossível, com o conseguinte risco de quedas e ferimentos. Por outro lado, o grande afluxo de visitantes, unido a umoka certa índole etílica da festa pode levar a que sejamos pisados várias vezes. • Levar apenas o essencial: As ruas de Lisboa transformam-se em formigueiros durante os Santos Populares, e é sempre aconselhável manter os teus pertences vigiados em todo momento. Se usares mochila, levá-la à frente é sempre a melhor escolha. O mesmo acontece com as carteiras. No geral, não deveríamos levar nada nos bolsos traseiros da roupa. Como em qualquer cidade, os carteiristas estão à procura de vítimas, e devemos procurar sempre que não sejamos nós. • Contratar um seguro de viagem: Com estas dicas, a tua visita a Lisboa durante as festas de Santo António pode ser muito mais divertida. No entanto, podem sempre acontecer imprevistos. Por isso, recomendamos que contrates um bom seguro de viagens antes da tua partida, com a finalidade de estares coberto perante qualquer emergência. Os seguros da IATI podem proporcionar-te a segurança de que a tua visita será agradável em qualquer situação. Boa viagem, e bem-vindo ao Santo António de Lisboa! Autor: Alex Borges, Falar de Viagens

Ler mais
Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa

Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa

Avatar del autorIATI Blog
5 minutos de leitura

Lisboa foi considerada recentemente a melhor cidade para fazer um city break. E embora existam muitas atividades novas que podes encontrar na cidade, recomendamos 10 atividades tipicamente lisboetas para que te sintas um verdadeiro “alfacinha” durante a tua visita à capital portuguesa. Não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para que a tua estadia na cidade ocorra sem percalços. Contacta-nos e Informa-te sobre qual o seguro mais adequado à tua viagem. 10 atividades tipicamente lisboetas a não perder Jantar numa Casa de Fados Se estás a pensar ir jantar a uma casa de fados, há uma coisa que tens de ter em atenção, aqui a expressão popular “silêncio que se vai cantar o fado” é para levar à letra. Podes cantar e acompanhar o fadista, isso sim e ninguém te vai mandar calar. Mas se não consegues jantar sem dar dois dedos de conversa com os teus companheiros de mesa arriscas-te a levar um raspanete pelo dono do restaurante, ou mesmo ser mandado calar pelo fadista. E se muitas casas têm fadistas consagrados e de renome, existem outras em que os fadistas são amadores e todos são convidados a participar. Ir aos Pastéis de Belém Existem em Lisboa muitas casas a produzirem e venderem pastéis de nata, mas a verdadeira experiência de comer um Pastel de Belém continua a ser única, até porque só aqui encontras a receita original. Podes ter de esperar algum tempo na fila até trincares os teus pastéis de Belém, mas vale bem a espera. Um conselho que te damos é comprar pelo menos dois, porque um vai saber a pouco. O início do fabrico dos Pastéis de Belém deu-se em 1837, segundo uma receita secreta guardada pelos monges do Mosteiro dos Jerónimos. Esta receita mantém-se igual até aos dias de hoje. Visitar o Castelo de São Jorge Para além de toda a história que podes aprender ao visitar o Castelo de São Jorge, vais ter uma das vistas mais magníficas sobre a cidade de Lisboa a partir do seu miradouro. Fazer um Passeio a pé pelos Bairros típicos da cidade É verdade que com o aumento do turismo, assistimos ao abandono dos bairros típicos de Lisboa por parte da população local. Mas ainda assim, passear por alfama, pela Madragoa ou pela Graça, só para nomear alguns dos bairros mais típicos da cidade continua a ser uma experiência enriquecedora e em que podes ter uma noção de como as pessoas viviam no passado. Cada recanto, cada beco tem uma história e é uma oportunidade fantástica para fazer por exemplo um tour fotográfico. Beber uma ginjinha (Licor de ginja) Vir a Lisboa e não experimentar a famosa ginjinha é o equivalente a ir a Roma e não ver o Papa. A “Ginjinha”, é um licor tradicional Português. Este licor é feito a partir de álcool e obtido a partir da fruta da ginja. Tem uma mistura de sabores doces e amargos com uma pitada de canela. É tipicamente servida em pequenos copos e manda a tradição que se beba tudo de uma vez. Existe a opção de beber a ginja com elas ou sem elas, ou seja com ou sem a ginja (a fruta) no copo. Subir no Elevador de Santa Justa Sabiam que o arquiteto responsável pelo projeto do Elevador de Santa Justa é Gustav Eiffel, o mesmo da Torre Eiffel em Paris. O elevador liga a Rua de Santa Justa ao miradouro de Santa Justa (ou miradouro do Carmo como também é conhecido), que fica nos Terraços do Carmo. As filas para subir são enormes e demoradas, mas é uma experiência que vale a pena pelo menos uma vez na vida. Andar no elétrico 28 É o elétrico mais famoso de Lisboa. É também um dos preferidos dos carteiristas. Por isso muita atenção às mochilas nas costas e a todos os locais onde guardes os teus pertences. O percurso do elétrico tem início em Campo de Ourique e Termina no Martim Moniz. À noite a partir das 22h o percurso é alterado e o seu início realiza-se na Estrela. Do percurso fazem parte locais como o Chiado, o largo da Academia de Belas Artes, a Sé de Lisboa, o Miradouro de Santa Luzia, o largo das Portas do Sol e o Largo da Graça, entre outros. Festa dos Santos Populares e Marchas Populares (Santo António de Lisboa) O mês de junho significa festa nas ruas de Lisboa. Todos os anos lisboetas e não só, saem à rua para festejar o santo padroeiro da cidade, Santo António de Lisboa (que os italianos reivindicam como Santo António de Pádua. Nasceu em Lisboa, mas desenvolveu a sua obra em Itália). As festas de Lisboa têm início a dia 1 e terminam no dia 30 de junho. Durante todo o mês há iniciativas gratuitas e abertas a todos. Desde as tradições mais antigas, como a introdução de propostas artísticas mais modernas. As festas têm o seu ponto alto na noite de 12 para 13 de junho com o desfile das marchas populares na avenida da liberdade. No dia 12 também se realizam os casamentos de Santo António, patrocinados pela Câmara Municipal de Lisboa, uma vez que o santo tem fama de casamenteiro. No Dia 13 comemora-se o dia de Santo António, feriado municipal de Lisboa, com a procissão em honra do santo. As noites nos bairros típicos da cidade são animadas com música popular e sardinhas assadas. Não podem faltar os famosos vasos com manjericos, todos eles acompanhados de um cravo de papel e de uma quadra popular. As ruas são todas enfeitadas com globos de papel colorido. Visitar a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos Existem vários monumentos em Lisboa que merecem a tua visita. Mas se tivéssemos de destacar dois seriam estes. A Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos, ambos em Belém. Visitar os Miradouros da cidade Lisboa é a cidade das sete colinas, o que por si só já proporciona uma vista fantástica em vários pontos da cidade. Para juntar a isto temos ainda vários miradouros, que fazem as delícias dos apaixonados por paisagens de cidades. Deixamos-te com alguns miradouros que vale a pena visitar. • Miradouro da Basílica da Estrela • Miradouro da Rocha de Conde de Óbidos • Miradouro da Penha de França • Miradouro da Senhora do Monte • Miradouro das Portas do Sol • Miradouro da Torre de Belém • Miradouro de Santa Catarina • Miradouro de Santa Luzia • Miradouro de Santo Amaro • Miradouro de Santo Estevão • Miradouro de São Pedro de Alcântara • Miradouro do Castelo de São Jorge • Miradouro do Monte Agudo • Miradouro do Padrão dos Descobrimentos Autora: Lovely Lisbonner

Ler mais