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Quinta da Regaleira, o lugar mais místico de Sintra

Quinta da Regaleira, o lugar mais místico de Sintra

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A Quinta da Regaleira é um dos locais mais místicos que podes conhecer em Portugal. Com inúmeras referências à Maçonaria, a Quinta é toda ela um apelo ao nosso imaginário. Visitar a Quinta da Regaleira é como entrar num conto de fadas, ou num dos livros do Harry Potter. Se gostas do espírito e ideais românticos, esta visita é para ti. Ao ser uma visita que podes fazer durante uma escapadela de fim-de-semana, recomendamos-te o seguro de viagem IATI Escapadinhas, que cobre até 50.000€ de despesas médicas por um preço bastante económico. Esta cobertura é também suficiente para os viajantes brasileiros que necessitam de um visto para viajarem para a Europa. A Quinta da Regaleira A Quinta da Regaleira é um dos mais impressionantes monumentos da serra de Sintra. É composta por um conjunto de fantásticas construções (torres, grutas, estátuas, lagos, fontes e poços). Destacamos o poço iniciático como ponto obrigatório numa visita à Quinta. Subir ou descer este poço é uma experiência a não perder. Todas estas construções são rodeadas por magníficos jardins, dos quais fazem parte várias espécies de árvores e plantas, todas elas identificadas. Atenção que é proibido colher flores. A Quinta é uma obra resultante dos sonhos do seu proprietário, António Carvalho Monteiro conhecido como Monteiro dos Milhões, e do arquiteto e cenógrafo italiano Luigi Manini. Está situada em pleno Centro Histórico de Sintra, este que foi classificado como Património Mundial pela UNESCO desde 6 de dezembro de 1995. Como Chegar A circulação automóvel está bastante condicionada no centro histórico, pelo que se optares por ir de carro o melhor é estacionar fora do centro histórico e ir a pé. Podes também optar por transportes públicos. Tens o comboio da linha de Sintra e autocarros, para além de tours organizados. Da estação de comboios de Sintra até à Quinta da Regaleira são sensivelmente 30 a 40 minutos a pé. Tens de ter este tempo em atenção se pretendes fazer a visita guiada, uma vez que são muito rigorosos com o início das visitas. Se não chegares com pelo menos 10 minutos antes da visita, já não podes participar. O melhor é colocares no Google Maps e pores os pés ao caminho. Quando passares pelo famoso Hotel Lawrence, já estás muito perto. A entrada e a saída são feitas por locais diferentes. A primeira porta que vais ver é a saída, para chegar à entrada ainda vais ter de andar mais um pouco. Os últimos metros são a pique e os que custam mais a subir, mas acredita que vai valer a pena. Como visitar Existem duas formas de visitar a Quinta. Através de visita guiada ou através de visita livre. Se optares pela visita livre tens a opção de alugar um audioguia, com vários pontos espalhados pelo recinto e que te vão contando a história e curiosidades de cada local onde te encontras. Bem como relatando alguns dos mitos e lendas que fazem parte deste lugar. Existe ainda uma aplicação para telemóvel, a Regaleira 4.0, que te permite fazer a visita em realidade aumentada (disponível na App Store e Google Play). Os bilhetes compram-se exclusivamente dentro da Quinta da Regaleira, mas podes fazer a tua reserva online. As bilheteiras estão instaladas nas antigas cocheiras, mesmo a seguir à entrada. Com a compra do bilhete é-te entregue o mapa da Quinta, essencial se fores fazer a visita livre. Depois de comprares o bilhete tens à disposição pequenos cacifos onde podes guardar os teus pertences. • Visitas Guiadas – é possível conhecer a Quinta através de uma visita guiada, de terça-feira a sábado. Com dois horários fixos, às 10h00 e às 14h00. As visitas são feitas por guias especializados e têm a duração aproximada de 90 minutos. Os bilhetes têm de ser adquiridos na bilheteira, e tal como já referimos, têm de ser adquiridos até 10 minutos antes do início da visita. A fila para a visita livre e para a visita guiada é a mesma, pelo que podes ter de estar na fila ainda algum tempo até conseguires comprar o teu bilhete. Só é possível fazer reserva para grupos com número de participantes superior a 10 pessoas, e com exigência de pagamento antecipado. Aconselhamos a fazeres pelo menos uma vez na vida a visita guiada. Esta proporciona a contextualização dos vários elementos que fazem parte da Quinta da Regaleira. Na Visita livre podes alugar o áudio guia, mas a explicação é sem dúvida mais rica. • Visitas Livres – Aqui podes visitar a Quinta ao teu ritmo, com o mapa (essencial), e com ou sem audioguia (o aluguer do audioguia não está incluído no preço do bilhete), e existem trinta pontos de escuta espalhados pelo Palácio, Capela e Jardins. Estão disponíveis em português, inglês, espanhol, francês, alemão, italiano e russo. Existe também uma versão infantil em português, e versões acessíveis em audiodescrição e língua gestual portuguesa. Percurso dentro da Quinta Caso tenhas optado pela visita livre, o mapa que te dão é muito bom, e permite fazer a visita tranquilamente ao teu ritmo, e passar pelos 30 pontos de escuta do audioguia. • Palácio – O Palácio é constituído por várias salas, que podem ser visitadas e onde também estão pontos de escuta. Tens a sala da caça, a sala da renascença, a sala do fumo, a sala dos reis e a sala da música. Não te esqueças que dentro do palácio não é permitido fotografar com flash. • Os pontos que vais poder visitar para além do Palácio: Casa da Renascença; Patamar dos Deuses; Capela; Estufa; Gruta do Labirinto; Lago; Loggla; Casa dos Ibis; Gruta de Leda; Torre da Regaleira; Fonte da Abundância; Oficina das Artes; Zigurate; Lago da Cascata; Patamar do Ténis; Gruta do Oriente; Aquário; Portal dos Guardiães; Poço Imperfeito; Poço Iniciático e Gruta da Virgem. Dicas • Vestuário e calçado – Vestuário e calçado confortáveis. Tem em atenção que estás na serra de Sintra, por isso mesmo de verão é aconselhável levar um agasalho. • Fotos E Filmagens – Dentro do palácio não são permitidas fotos com flash. Não é permitido filmar, usar tripé e drones. • Piso Escorregadio – Em alguns locais o piso é escorregadio. • Fumar e Fazer lume – Não é permitido fumar ou fazer lume. • Animais – Não são permitidos animais. • Carrinhos de bebés – Em alguns locais dentro da Quinta não são permitidos. • Comida e bebidas – dentro do recinto também são proibidas. Há uma cafetaria dentro da Quinta. • Bilhetes – Os residentes em Sintra não pagam a entrada, em qualquer dia da semana. Informações importantes Site: www.regaleira.pt Morada: Rua Barbosa du Bocage, Sintra Horário: De abril a 30 de setembro: Abertura – 9h30 Encerramento – 19h00 De 1 de Outubro a 31 de março: Abertura – 9h30 Encerramento – 17h00 Durante todo o ano o Palácio, a Capela e espaços de exposição encerram meia hora antes da Quinta. A Quinta Encerra nos dias 24 e 25 de dezembro e 1 de janeiro. Sabias que Sintra está na nossa lista de 8 destinos incrivelmente românticos na Europa? Descobre quais são os outros e prepara uma viagem romântica para a tua cara metade! Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta

7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta

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Portugal é um país que não para de surpreender e por isso a IATI dá-voste a conhecer uma vila que pertence a um dos distritos mais remotos deste país. Freixo de Espada à cinta, uma vila Portuguesa do distrito de Bragança, com influência espanhola e vários recantos para conhecer. Escolhe já o teu seguro de viagens online, faz as malas e parte para mais uma aventura com a IATI. O que ver em Freixo de Espada à Cinta O Freixo com a espada à cinta É no centro da vila que encontramos o famoso Freixo (árvore pertencente à família das oliveiras) com uma espada à sua cinta. E qual a origem desta? Conta a lenda que um cristão sozinho perseguido pelos mouros estava tão assustado e sem proteção que viu a sua solução em se esconder atrás do grande Freixo que encontrara, colocou a sua espada pendurada na árvore e camuflou-se entre os ramos da árvore. Quando os Mouros se aperceberam que a imponente árvore tinha uma espada à sua cinta fugiram assustados poupando a vida do Cristão. Outras das lendas que corre fala de um nobre chamado Espadacinta que depois de uma dolorosa batalha com os Mouros pendurou a sua batalha no Freixo e encostou-se a descansar. Mais tarde a população começou a afirma “o Freixo do Espadacinta” que mais tarde evoluiu para Freixo de Espada à Cinta. Pois bem, são várias as lendas que tentam justificar o nome desta vila, mas o mais importante é que é em Freixo que podemos encontrar alguns dos locais mais bonitos de Portugal. Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta A igreja matriz localiza-se no centro da vila, perdura à mais de 500 anos. Com um estilo manuelino dentro de si tem pinturas que perduram até à data. É considerada património nacional e tem uma das arquiteturas mais bonitas de Portugal. Já foi apelidado de “Mini Mosteiro de Jerónimos” Castelo de Freixo de Espada à Cinta O castelo de Freixo de Espada à Cinta encontra-se no centro da vila e é considerada uma das fortalezas mais antigas de Portugal. Neste momento só perduram algumas das muralhas que merecem uma visita para reviver o tempo em que os Reis prevaleceram no país. Gravuras rupestres do Mazouco É na freguesia do Mazouco que se pode encontrar mosaicos de arte rupestre gravados em xisto. São considerados imóvel de interesse publico desde 1983 destacando-se o mosaico do cavalo. Agora, depois de 2000 anos de existência é a primeira estação de arte rupestre ao ar livre em Portugal Calçada de Alpajares ou Calçada dos Mouros A Calçada de Alpajares também conhecida como a calçada dos mouros é um caminho construído desde o tempo dos Romanos. É um caminho linear que se inicia na Foz da Ribeira do Mosteiro. É um caminho marcado por uma escadaria curvilínea. Aqui é possível apreciar a vista para o Rio Douro assim como os pombais da região, um moinho recuperado, várias pinturas rupestres e no fim do inverno vão poder apreciar o florescer das amendoeiras de cor rosa. Penedo Durão O Penedo Durão encontra-se no Parque Natural Do Douro Internacional e é um miradouro que ergue no cimo de uma rocha escarpada com vista para o rio Douro, para a barragem da Saucelle e para o vasto monte verde que rodeia este lugar mágico. Este miradouro tem disponível um parque de merendas e é também um dos sítios prediletos para a observação de várias aves como o grifo o falcão peregrino e as andorinhas das rochas. A melhor época para observar as aves é na altura da Primavera. Praia fluvial da Congida E o que há de melhor se não um praia fluvial introduzida na natureza? Esta praia na verdade não tem areia mas um vasto relvado onde podem estender a vossa toalha, banharem-se no rio Douro e olhar para o nosso pais vizinho. Aqui também têm oportunidade de entrar num barco e durante 2h navegar sobre o rio Douro. Autores: Tworistas

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10 eventos de verão a não perder na Europa!

10 eventos de verão a não perder na Europa!

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Seja por falta de tempo, dinheiro ou simplesmente disposição, nem sempre temos vontade de apanhar um voo para o outro lado do mundo nas férias. Há vezes que apenas queremos viver algo diferente sem grandes escalas ou largos voos e, para esses momentos, existem sempre mil opções na Europa. A questão é que temos tendência a conhecer apenas os lugares, eventos e festivais de verão que vemos nas redes sociais e deixamo-nos levar pelas multidões. Hoje, na Iati, vamos falar de festas, romarias e eventos de verão espalhados pela Europa que todos devíamos experimentar pelo menos uma vez na vida. Nada melhor para conhecer a cultura de uma cidade que visitá-la na festa mais importante do ano, mas, claro, sempre prevenido com um seguro de viagens adequado. 10 eventos de verão a não perder na Europa As escolhas são muitas, desde música folclore a exposições de arte passando por festivais de cerveja, a Europa é destino para todos os gostos, por isso, aqui vamos: Edinburgh Festival Fringe – Edimburgo, Escócia É o maior festival de artes do mundo que decorre na capital da Escócia durante grande parte do mês de Agosto. Envolve milhares de performances e centenas de espaços e qualquer artista pode participar livremente uma vez que não existe júri. Desde comédia (sendo esta a maior categoria que surge num terço do programa), teatro, música, dança, circo, cabaret a espetáculos infantis, diversão e diversidade não faltarão. International Berlin Beer Festival – Berlin, Alemanha Para os amantes de cerveja, este é um evento sagrado onde mais de 350 cervejarias de 90 países diferentes se juntam para mostrar a qualidade da sua cerveja a mais de 800 000 amantes da bebida. Cada ano é escolhido um tema para a festividade o que torna tudo muito mais divertido. Montreux Jazz Festival – Montreux, Suíça Fundado em 1967 e contando com maioritariamente artistas de jazz, este é o festival para quem aprecia um festival de boa música numa paisagem de cortar a respiração. Nos anos 70 alargou o seu repertório para géneros como blues, soul, rock e música brasileira e posteriormente também ao pop, sendo sempre o jazz o seu maior foco. Sounds of the Dolomites – Itália Nas mais bonitas montanhas dos Alpes, com lagos cor de esmeralda podes encontrar um festival de música em altitude com artistas de todo o mundo. Se as dolomitas são uma cadeia montanhosa preciosa de visitar em qualquer altura do ano, caminhar entre as aldeias acompanhados de boa música com um vista infinita sobre a natureza tem de estar na tua lista de desejos. AgitAgueda Art Festival – Águeda, Portugal E porque o que é nacional também é bom e recomenda-se, todos o anos, em Julho, o espetáculo de guarda chuvas pode-se ver em Águeda. O Umbrella Sky Project ganhou visibilidade mundial e as ruas coloridas foram partilhadas em todo mundo. Desengane-se quem pensa que o festival são só guarda chuvas colorido: arte urbana, concertos, body painting, animação de rua, gastronomia, artesanato, atividades desportivas e muito mais. Notting Hill Carnival – London, England Um carnaval das Caraíbas em Londres no mês de agosto, junção bombástica não? Um fim de semana de muita cor, dança, samba, desfiles e máscaras, acima de tudo uma celebração onde todos festejam em união o fim da escravatura. Helsinki festival – Finlândia Se sempre quiseram visitar o país que dizem ser do Pai Natal, podem aproveitar para explorar a Finlândia durante o maior festival nacional de artes. Desde música clássica a música do mundo e pop, passando por drama, dança contemporânea, artes visuais, cinema e eventos para crianças, um festival para todos os gostos e idades. Oktoberfest – Munique, Alemanha Um festival que começou em 1814 para celebrar o casamento do rei nos jardins da cidade é agora o maior festival de cerveja do mundo. Seis milhões de pessoas visitam anualmente esta festa que se repete todos os anos no sábado depois do dia 15 de Setembro e termina duas semanas mais tarde. Carnaval de Veneza – Itália Se sempre adoraste os glamourosos bailes de máscara dos filmes, o Carnaval de Veneza tem de fazer parte dos teus planos. Tudo começou com a celebração da vitória da República de Veneza pelas ruas da cidade exibindo a cultura local. Ao longo dos séculos, a tradição ganhou forma e é agora um dos maiores eventos de Veneza. St Patrick’s Day – Irlanda Apesar de ser uma celebração religiosa, que comemora a chegada do Cristianismo à Irlanda, este festival comemora igualmente a cultura e património do país. Uma vez que a lei seca, em outras épocas, era interrompida neste dia, atualmente, esta festa é associada à celebração com bebida. É o feriado nacional mais celebrado fora do país. Se não foste a tempo este ano, ja sabes! Atualiza a tua agenda e começa a planear o próximo verão, como acabaste de ler: oportunidades não faltam! E se preferes viajar durante o inverno, não deixes de visitar algum dos melhores mercados de Natal da Europa! Autora: Janete, Flearound

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Visitando La Valetta, Malta

Visitando La Valetta, Malta

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Pouco passava das 7h, de uma manhã de final de Verão. Tomava o meu pequeno almoço, na minha casa, em Abrantes. Junto à janela da cozinha, como é hábito. Poderia dizer que iria ser um dia trabalho como tantos outros. Mesmo que esse dia de trabalho pressuponha uma viagem para um qualquer destino do mundo. Mas não era uma manhã normal. Estava a poucas horas de embarcar para primeira viagem depois do nascimento da Alice, que acabava de completar o primeiro mês de vida. A adrenalina da viagem estava lá, como sempre. Mas tudo o resto, o que estava a sentir, era novo. Existia uma espécie de poder magnético que me impedia de simplesmente só querer ir. E como eu adoro o meu trabalho. Dei voltas e mais voltas dentro de casa. Perguntei umas 20 vezes à Liliana se o que estava a fazer era certo. Eu e a Liliana, temos este poder de ser a consciência certa, um do outro, em momentos de aflição. Ela, em gestos e palavras, passou-me a mensagem de “vai em paz, nos ficamos bem”. Chegou as 10h00 e campainha tocou. Era o meu pai, como habitual, pronto para me ir levar a aeroporto. A despedida foi dolorosa. Parecia que ia partir para a guerra e que iria ficar 5 anos fora de casa. Mas eu sou assim, um eterno romântico. Em tudo. Depois de deixar a cara da Alice vermelha de tantos beijinhos, quase que me tiveram de arrastar dos braços dela. Estava como a música do grande Bonga, “Lágrima no canto do olho”. Beijinho na Liliana e era tempo de partir. Estava a caminho de Malta. Iria ficar por lá 5 dias. Nunca tinha ido a Malta. Muitas histórias ouvi e li sobre ela. Um conjunto de três ilhas (uma principal (Malta), uma mais pequena (Gozo) e uma não habitada (Comino)), “perdidas” no mar Mediterrâneo, algures entre a Líbia e Itália. Só pela localização, conseguem-se tirar algumas conclusões antecipadas. Influência de culturas distintas e uma localização apetecível em tempos de guerra. Tudo confirmado. A língua é um árabe com sotaque italiano e já passou por várias mãos ao longo da sua história. Sendo o domínio britânico, talvez o que mais laços deixou na ilha. Mas não acertei em todas as “conclusões antecipadas”. Ilha e Mediterrâneo, parecem sinónimos de praia. Na verdade é possível dar uns mergulhos e existem algumas praias, mas Malta é muito mais do que isso. Na parte do “é muito mais do que isso”, existe um nome que se destaca entre os demais. Valletta, a capital de Malta. Classificada como Património Mundial pela UNESCO e distinguida, em 2018, como Capital Europeia da Cultura. Bons indícios para uma viagem carregada de histórias. E assim começo a minha viagem por Malta. Bem-vindos a Valletta. Estava um dia de céu limpo e uma temperatura agradável. Entrava pelas ruas de Valletta, como quem entra num parque de diversões. Longas fachadas em pedra, edifícios ornamentados, igrejas por toda a parte e muita gente na rua. Turistas e locais. A primeira coisa que me chamou a atenção foi a dimensão cultural. Sente-se um ordenamento britânico, misturado com a “dolce vita” dos países latinos e um toque do exotismo oriental. Nada espampanante, mas deliciosamente alinhado. Sigo a minha viagem, sem pressa e sem nada completamente definido. Estava em modo absorção. Absorção de rotinas e hábitos malteses. Vestindo umas das minhas peles favoritas, ser invisível, mas ver tudo. Sim, num ápice “dispo” essa pele, e desato a falar com toda a gente, vestido uma espécie de disfarce maltês. Entre olhares e pequenas conversas, rapidamente deixei de me sentir um estranho. Estava a milhares de quilómetros de casa, num país que tem uma língua semítica, e sentia-me…bem. Quase que diria em casa, sem estranhar muito o que me envolvia. Estava viver uma espécie de déjà vú. Parecia que não estava a viver as minhas primeiras horas, de sempre, por ali. Parecia que já tinha vivido ali. Mas tal como a diversidade deste local, esta dimensão de sentimentos, não era estranha ao meu corpo e não me sentia assustado com o poder paranormal de poder ter vivido uma outra vida ali (ok, agora pareceu-me estranho). Sentia-me confortável. Continuei viagem num autêntico carrossel de ruas longas e estreitas, cappuccinos e humidade tropical. Viajava ao sabor do tempo, mas tinha três pontos na mira que não poderia perder. Os Upper Barrakka Gardens, as três cidades e duas obras Caravaggio na St. John´s Cathedral. Começo pelo Caravaggio. Sou um fã assumido deste artista errante, com traços de génio. Desde uma fase da minha vida em queria ser historiador (sim, quero sempre ser muitas coisas). Nessa altura percorri diversos museus e igrejas da velha Europa, quase sempre com a obras de Caravaggio como ponto de busca número um. Desde essa altura que sabia da existência destas obras em solo maltês. Com a agravante de uma estar assinada (coisa inédita) e de estas terem sido, muito provavelmente, as últimas obras deste génio. É claro que toda a minha imagética sobre Malta, colocou, quase sempre, Caravaggio na equação. Nas ruas, nos bares. Imaginava sempre o artista italiano a cambalear e resmungar por ali. Para quem não conhece esta figura controversa do séc. XVI, estava em Malta exilado, numa espécie de última oportunidade, depois de ter sido condenado à morte em Itália por assassínio. Acabou por fugir de Malta (o homem gostava de acção) e morrer a caminho de Roma, com 38 anos. Mas tirando as minhas habituais viagens pelos sonhos, foi com grande emoção presenciei as obras do mestre. Só por isto, a viagem já tinha valido a pena (é claro que assim que cheguei a Portugal, voltei a ler tudo sobre estas obras). A Catedral é lindíssima. Foi hipnotizado que saí daquele lugar. A uma curta distância da Catedral estavam os Upper Barrakka Gardens. O mote da visita continuava a ser o mesmo. Os jardins, no passado, funcionavam como espaço de lazer dos destintos cavaleiros instalados na ilha. Neste jardim, muito mais do que flores, o que mais se destaca é um brilhante terraço com vista para o porto e para as três cidades. Arrisco a dizer que é um dos terraços com a vista mais bonita onde já estive. É mais um viajar na história. E um criar novas histórias. Um lugar incrível. Com uma arquitectura muito ao estilo Guerra do Tronos (uma constante em Malta), é fácil vasculhar a memória deste lugar e imaginar histórias de amor e de guerra, que ao longo dos anos devem ter passado por aqui. Estava tão ligado à criação de histórias, que sentia-me sozinho e em silêncio, num lugar lindo, mas cheio de gente. Este jardim fica num dos topos da cidade, com vista para as três cidades, localizadas no lado oposto do porto. Era esse o próximo destino. Desci dos jardins para o nível do mar e apanhei um barco táxi cheio de estilo. Aqui senti Malta a cruzar-me com o charme italiano de Veneza. A viagem foi curta, mas muito bonita. O porto de Birgu é de filme. Edifícios plantados sobre o mar, barcos de todos os tamanhos e feitios, igrejas e fortes, e o ar da “dolce vita” mediterrânea. O barco “estacionou” num pequeno porto e caminhei para um restaurante de nome italiano. Almocei (pasta com marisco) com vista para tudo aquilo que descrevi e a sonhar com tudo aquilo que tinha vivido. Assim, devagar. Valletta, esse lugar estranhamente familiar, ficou nas memórias. A viagem por Malta vai continuar. Autor da crónica: Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora

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11 Locais a não perder numa visita a Helsínquia

11 Locais a não perder numa visita a Helsínquia

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Helsínquia, a capital da Finlândia, é uma cidade surpreendente e tranquila, de avenida largas, muito verde, com muita cultura, música e design (foi Capital Mundial do Design em 2012) e pessoas que, apesar de algo fechadas, mostram uma simpatia e abertura extraordinárias quando abordadas. Aqui na IATI, onde poderás conseguir o teu seguro de viagens online com a melhor cobertura, queremos que aproveites esta cidade ao máximo e é por isso que te damos neste artigo uma lista de 11 locais a não perder numa visita a Helsínquia. Prepara-te para seres surpreendido! 11 lugares a não perder em Helsínquia Praça do Senado e Catedral de Helsínquia A Praça do Senado é um dos locais mais visitados por turistas em Helsínquia. Esta ampla praça encontra-se rodeada de vários edifícios imponentes, como o edifício central da Universidade de Helsínquia, o Palácio do Conselho de Estado e a famosa Catedral de Helsínquia, o edifício branco de cúpulas verdes em grande destaque na zona norte da Praça. Temppeliaukio Kirkko (Stone Church) Concluída em 1969, a Temppeliaukio Kirkko é, sem dúvida, uma das mais originais igrejas do mundo. Foi construída inteiramente a partir de uma grande rocha de granito que se encontrava no local. A sua magnífica acústica faz com que seja frequentemente palco de concertos de música clássica. Market Square Este é o mercado de rua mais famoso de Helsínquia. As várias bancas que aqui começam a ser montadas, ainda antes das 06h da manhã, oferecem os mais variados produtos e comidas tradicionais finlandeses. Existem também vários cafés onde podes almoçar ou tomar o pequeno-almoço, dependendo da hora a que o visites. Fortaleza de Suomenlinna A Fortaleza de Suomenlinna está localizada na ilha com o mesmo nome, a cerca de 10 minutos de distância de ferry da costa de Helsínquia. Foi considerada Património Mundial da Humanidade pela UNESCO e construída durante a era Sueca, tendo a sua construção sido iniciada em 1748. Hoje a ilha oferece também vários cafés e vários edifícios onde habitam cerca de 800 pessoas. Pela sua beleza e tranquilidade, a ilha é bastante procurada tanto por turistas como por locais, especialmente nos meses de Verão, para piqueniques, passeios ou idas à praia. O transporte para a ilha é feito de ferry, que podes apanhar na zona do Market Square. Horário: aberta todo o ano Monumento a Sibelius Localizado no parque Sibelius, este famoso monumento foi construído em homenagem ao grande compositor finlandês Jean Sibellius, pela artista Eila Hiltunen, em 1967. A obra, com 8,5m de altura, pretende assemelhar-se aos tubos de um órgão e é acompanhada por um busto de grandes dimensões do compositor. Seurasaari (Museu ao Ar Livre) A ilha de Seurasaari, unida por uma ponte pedonal a Helsínquia, está localizada a poucos quilómetros do centro da cidade. É um local muito tranquilo, repleto de uma verdejante natureza e preenchido por edifícios tradicionais finlandeses que fazem parte de um Museu ao ar livre. Estes edifícios, oriundos de várias partes da Finlândia e construídos nos últimos quatro séculos, foram transportados para esta ilha de forma a poder mostrar aos seus visitantes a cultura e tradição finlandesas. Não é necessário pagar bilhete para visitar a ilha, apenas caso queiras visitar o interior dos edifícios que se encontram com a sua mobília original da altura em que foram construídos. Design District O design sempre teve uma grande importância na sociedade finlandesa, à semelhança dos restantes países nórdicos, algo que mereceu a Helsínquia a designação de Capital Mundial do Design em 2012. O Design District é uma zona da cidade que se encontra repleta de lojas de design, antiguidades, museus, galerias de arte e vários restaurantes que representam alguns dos melhores exemplos do que se faz nesta área no país. Recomenda-se também uma visita ao Museu do Design, aqui localizado. Cafe Regatta Localizado junto às águas do mar Báltico, o Cafe Regatta é um dos cafés mais encantadores de Helsínquia, especialmente em dias de sol quando é possível aproveitar a pitoresca esplanada com vista para o mar. Morada: Merikannontie 8, Töölö Helsínquia Cemitério de Hietaniemi Não é muito habitual ver cemitérios em listas de atrações turísticas mas este, tendo em conta a sua localização e beleza, destaca-se. Repleto de lápides decoradas com pormenores encantadores, tem como pano de fundo as águas do mar Báltico e como cenário um jardim muito bem cuidado. Para além da zona destinada a civis, existe também uma vasta área onde se encontram as campas de soldados falecidos em combate durante as várias guerras que envolveram a Finlândia. Morada: Hietaniemenkatu 20, 00100 Helsínquia Parque Esplanade Localizado no centro de Helsínquia, o Parque Esplanade é um dos locais mais procurados na cidade pela população local para momentos de descontração. Durante o verão é palco frequente de vários eventos de música e cultura, como por exemplo os concertos Jazz-Espa que têm lugar durante o mês de julho. Capela Kamppi (Capela do Silêncio) A Capela Kamppi (ou Capela do Silêncio) está localizada no centro de Helsínquia e foi construída com o objetivo de oferecer um refúgio de calma e tranquilidade a quem procura fugir da agitação da cidade. Foi distinguida com o prémio Internacional de Arquitetura em 2010, dois anos antes da sua conclusão. Autora: Maria João, Joland

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O que visitar em Braga

O que visitar em Braga

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Braga é medieval, é romana e é barroca. Braga é modernidade, cosmopolitismo e jovialidade. Braga é cultura, tradição e religião. Braga é ciência, futuro e evolução. Talvez por tudo isto Braga tenha arrecadado o 2.º lugar nas votações para o Melhor Destino Europeu 2019. Se ainda não conheces esta cidade situada no Norte de Portugal, com mais de 2000 anos, vem com a IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, passear pela “cidade dos arcebispos”. Deixamos-te aqui os spots que não podes perder, e a única coisa que te prometemos é que vais querer voltar. O que ver na cidade de Braga Começa pelo Centro Histórico Começamos pelo centro histórico da Cidade dos Arcebispos e pelos vários monumentos e museus que poderás visitar quando estiveres de visita por Braga. Praça da República Marca encontro na Praça da República. É aqui que se sente o pulsar da cidade. É lá que se encontra a Arcada, a Igreja da Lapa, a Torre de Menagem, a Fonte Luminosa e dois dos cafés mais antigos e emblemáticos da cidade – o Vianna e o Astória. E quando achares que já não há mais nada para ver, percebes que a Praça da República é muito mais, e que se estende por uma zona pedonal aprazível e iluminada, com zona de jardim e cheia de pequenas surpresas, como o Museu e os Jardins do Museu Nogueira da Silva, a Igreja e Convento dos Congregados, a Casa Roldão com a Livraria 100.º Página, ou o Monumento ao Papa João Paulo II. Rua do Souto A Rua do Souto é um ícone da cidade. Além de ser a principal rua de comércio, inteiramente pedonal, é através dela que adentramos a história milenar da cidade de Braga. Comece por tomar um café de saco no Café A Brasileira, passe pelas arcadas da Rua do Castelo e faça umas compras no comércio tradicional. Se for véspera de Natal, passe pela Casa das Bananas e peça “um copo de moscatel e uma banana, por favor!”. A ida ao bananeiro, no dia 24 de dezembro, é uma tradição imperdível para os/as bracarenses. Um pouco mais abaixo, o Largo do Paço, um dos largos mais bonitos da zona histórica, todo em granito, com um chafariz monumental de 1723. Continua a descer a rua e vai-te deslumbrando. Arco da Porta Nova No fim da Rua do Souto, o Arco da Porta Nova. Há quem diga que é por nunca ter tido porta que surgiu a expressão: “Deixaste a porta aberta. Vê-se mesmo que és de Braga”. Logo ali ao lado, o Museu da Imagem e o Museu dos Biscaínhos. Entra, não te vais arrepender. Sé de Braga “Mais velho que a Sé de Braga” não é uma expressão qualquer. A Sé de Braga é a mais antiga de Portugal e toda a zona histórica da Sé é de visita obrigatória. A Sé Catedral e os tesouros da Sé. O Rossio da Sé, com os seus bares, restaurantes e comércio. As ruelas estreitas que contam a história que a própria história já esqueceu, depois de um “lifting facial” chamado reabilitação urbana. Essas ruelas vão levar-te ao Largo de São Paulo e, para os apreciadores de Arte Sacra e Arqueologia, aoMuseu Pio XII. Cividade Por falar em arqueologia, na colina do Alto da Cividade, podes visitar as Termas públicas Romanas, datadas do século II, e que são uma expressão notável da Braga Romana, e o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, criado em 1918. Praça do Município A Praça do Município é um cartão postal da cidade, pelo seu superior valor histórico e arquitectónico. Tem dois dos mais belos edifícios barrocos da cidade: a Câmara Municipal e a Biblioteca Pública. Entre um e outro a magnífica Fonte do Pelicano. Nas imediações, a Praça do Pópulo e a Praça Conde de Agrolongo. Grandes praças, locais de encontro, onde o velho e o novo dialogam. Destaca-se, nesta modernidade, o edifício GNRation, antigo quartel da Guarda Nacional Republicana, que foi recuperado por ocasião do Braga 2012 – Capital Europeia da Juventude. Jardim de Santa Bárbara Atrás da Biblioteca Pública, o Jardim de Santa Bárbara. Neste jardim, a regra é só uma… beleza e colorido. Fica por lá e bebe um chá no Café Lusitana, um dos mais antigos da cidade. Largo Carlos Amarante Neste Largo encontrarás a Igreja de São Marcos e a Igreja de Santa Cruz. Mais um largo que pede permanências. A Igreja de Santa Cruz é conhecida, também, como a igreja dos galos casamenteiros, por isso, não te admires se, ao passar por ela, vires pessoas paradas a olhar para a fachada da igreja. Reza a lenda que a “moça casadoira” que encontre os três galos tem casamento assegurado para breve. Mas se dois desses galos são fáceis de encontrar, já o terceiro é um quebra-cabeças para o descobrir! Um pouco mais abaixo do Largo Carlos Amarante, está o Palácio do Raio, construído entre 1752 e 1755, hoje um Centro Interpretativo do espólio da Santa Casa da Misericórdia de Braga. E à sua frente, a Fonte do Ídolo, um santuário rupestre e único monumento romano de Bracara Augusta a ter sobrevivido, relativamente intacto, até aos nossos dias. Teatro Circo O famoso e histórico Teatro Circo fica no coração da Avenida da Liberdade. Não só é bonito por fora, como tem uma das salas de espetáculos mais bonita de Portugal. “Braga por um canudo”. Depois de veres Braga por dentro, está na hora de veres “Braga por um canudo”. Há três principais pontos que nos permitem ter uma vista magnífica sobre a cidade de Braga, são eles: o Bom Jesus, o Sameiro e o Monte do Picoto. Bom Jesus de Braga (ou Bom Jesus do Monte) é um dos ex-libris da cidade. Se lá fores (que é obrigatório!!) visita a Basílica do Bom Jesus e os espaços envolventes. Anda no funicular movido a água, mais conhecido por Elevador do Bom Jesus, que é exemplar único na península ibérica e o mais antigo do mundo em atividade. Percorre os escadórios… são muitos, mas vale a experiência. Perde-te nos extensos jardins, não faltam grutas, trilhos, lagos, pontes e parques para descobrir. Dá um passeio de barco. Vê o pôr-do-sol na Esplanada ou no Miradouro do Bom Jesus, onde está o binóculo que originou a expressão “ver Braga por um canudo”. E se fores de carro, experimenta a estrada “mágica” do Bom Jesus. Aqui os carros sobem quando deviam descer… admirado/a? Espreitaaqui a explicação. Miradouro do Monte Picoto O Monte do Picoto é uma área florestal, central à cidade Braga. Foi recentemente renovado, oferecendo equipamentos de natureza lúdica, desportiva e social – um parque urbano com ciclovia, percursos pedonais, percursos em terra batida, passadiços e o mais recente Picoto Park. No topo, um mirante fantástico com vista de 360º sobre a cidade e uma perspectiva privilegiada sobre o Estádio 1º de Maio. Sameiro O Santuário do Sameiro é local de culto e oração. Abençoado pela natureza, coroa o Monte do Sameiro que, com os seus 572 metros, é o ponto mais alto da cidade, oferecendo uma vista privilegiada sobre Braga. Estádio Municipal de Braga Para os/as aficionados/as de futebol, visitar o Estádio Municipal de Braga é obrigatório. Sabias que este estádio foi considerado uma das obras mais notáveis do arquiteto bracarense Eduardo Souto Moura? Se quiser marcar uma visita guiada, vêaqui. Arredores de Braga Nos arredores da cidade, sugerimos a visita ao Mosteiro de Tibães, que data do século XI e foi ocupado pela Ordem Beneditina até meados do século XIX. Abandonado durante muito tempo, só começou a ser recuperado na década de 80 do século XX. Por estar nos arredores e os acessos em transporte público não serem muito fáceis, este Mosteiro é muitas vezes deixado de lado para quem visita a cidade. Mas a sua riqueza é tanta que merece o esforço. Se fores, faz o “Percurso Museológico” onde se aprecia a área envolvente ao Mosteiro, a sua arquitectura, as ruínas de edifícios anteriores, a mata, os jardins e diversos campos agrícolas. “Adoçar o bico” na gastronomia bracarense A gastronomia bracarense tem direitos de “monumento”. O caldo verde e a broa de milho, as papas de sarrabulho acompanhadas dos rojões de porco, o bacalhau à Braga (mas qualquer bacalhau é bom) ou o cabrito e a vitela assada. Para beber, o famoso Vinho Verde da região. Na doçaria, a longa tradição conventual e popular: um Pudim Abade de Priscos, uns moletinhos de São José, fidalguinhos e as tão famosas Tíbias. Ficaram convencidos/as? Autores: Vera e Marcelo, Ir em viagem

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Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

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Hoje, na IATI Seguros de Viagem, trazemos-te uma surpresa. Uma “Montanha no Mar” caracterizada pelas suas lindíssimas paisagens que misturam costumes, culturas e uma exótica ligação entre mar e montanha. Córsega é o seu nome. Vem connosco neste passeio pela “Ilha da Beleza”. O que visitar na Córsega Situada no Sudoeste da França e a oeste da Itália, é a quarta maior ilha do Mar Mediterrâneo. Uma França que não é francesa, uma Itália que não é italiana, e dá a esta ilha uma mistura de raízes, que lhe aporta uma personalidade muito própria. O seu interior é montanhoso. Tem picos que chegam a atingir os 2700 metros de altitude, lagos, florestas, quedas de água e maciços rochosos incríveis. O litoral é caracterizado pelas praias de areia branca e as suas maravilhosas águas de cor turquesa. Pelo caminho, pequenas aldeias que guardam séculos de tradições, e um povo orgulhoso das suas origens. Apesar de o francês ser o idioma oficial, grande parte da população comunica usando o corso, que se assemelha ao dialeto toscano. Chegada à Ilha Podes chegar à ilha de duas formas. De ferry boat ou de avião. Se optares pela primeira, há várias empresas de transporte a partir de cidades da costa francesa, como Marselha e Nice. Nesta opção podes levar carro próprio e/ou alugado. Se optares pelo avião, há dois aeroportos principais na Ilha: Ajaccio e Bastia. O ideal é começares por Ajaccio, que é a capital da Córsega Sul. Como os transportes públicos não são uma boa solução para circulares pela ilha e os táxis são muito caros, recomendamos o aluguer de um carro para começares a tua road trip. Serão cerca de 600 km de trajeto circular que passará por Propriano, Bonifacio, Porto Vecchio, Les Aiguilles de Bavella, Saint-Florent, L’île Rousse, Calvi, Reserva Natural de Scandola, regressando a Ajaccio. Ajaccio – Bonifácio Ajaccio merece um pouco do teu tempo. Como é a cidade natal do grande imperador Napoleão Bonaparte, que nasceu em 1769, vale uma visita à Catedral de Notre-Dame de la Misericórdia e à Maison Bonapart, onde o imperador nasceu e passou toda a sua infância. Daqui segue para sul, em direção a Bonifacio, uma das cidades mais visitadas da Córsega. Uma cidade fortificada que parece precipitar-se numa falésia branca, o que a torna rara e inesquecível. Na parte de baixo da cidade, a marina, que lhe dá uma aparência bem mediterrânea. Um escadório leva-nos à parte de cima, à Cidade Velha, que foi construída pelos Genoveses no séc. XII. Perde-te nas suas ruas estreitas e praças. Visita Bonifácio com o tempo que ela te pede. Se puderes, aventura-te num passeio de barco pelas calanques, grutas e falésias e visita o Golfo dello Sperone, que te oferece umas belas praias. Como sugestão, entre Ajaccio e Bonifácio, pára em Propriano. É uma vila pequena, mas um bom local para alugar barco e conhecer a região. Bonifácio – Porto Vecchio De Bonifacio segue para Porto Vecchio, outra referência da Ilha. Aqui as praias de Palombaggia e Santa Giulia são rainhas. Praias de mar azul-turquesa, águas mornas e areia branca. Fica, fica muito tempo. Porto Vecchio – Saint-Florent Rumando para norte, em direção a Saint-Florent, tens quase 200 km de paisagens únicas. Podes seguir pela costa, mas a nossa sugestão é que sigas em direção a Les Aiguilles de Bavella, um maciço rochoso caracterizado por picos irregulares. A estrada é sinuosa, mas de uma beleza única. Uma Córsega diferente, a Córsega das florestas, dos lagos e das cascatas. Continuando caminho, chegas a Saint-Florent, também conhecido como o St. Tropez da Córsega. É uma pequena localidade caracterizada pelas suas bonitas ruelas, cheias de boutiques e restaurantes, que soube guardar toda a sua autenticidade com o passar dos anos. Sobe à Citadella e surpreende-te com a vista sobre o Golfo de Saint- Florent. Saint-Florent – L’île Rousse – Calvi A 45 km de Saint-Florent, surge L´Île Rousse, uma estação balnear, reconhecida pelas suas praias de areia fina, muito procurada pelos turistas. São locais de visita, a Igreja da Imaculada Conceição, o Mercado da Cidade e o Farol de Pietra de onde tens uma vista fascinante de toda a zona envolvente, que é marcada pelas suas rochas de cor laranja, que dão um charme único ao local. Se és amante de fotografia, não podes perder este local por nada, principalmente ao pôr-do-sol. A paragem seguinte é num outro local icónico da rota, Calvi, uma cidade debruçada sobre o mar e com uma fortaleza digna dos grandes filmes de Hollywood. Passeia pelas suas ruas, visita os seus monumentos identitários, como a Catedral St. Jean-Baptiste, e desfruta das vistas que os variados miradouros te oferecem da Baía de Calvi. Entre Calvi e Ajaccio, a imperdível Reserva Natural de Scandola No regresso a Ajaccio, pára na cidade de Porto, local onde se apanha o barco para visitar a Reserva Natural de Scandola. Património da Humanidade pela UNESCO é considerada um dos locais mais bonitos e mágicos da Córsega. Com uma biodiversidade de exceção, oferece-nos paisagens de suster a respiração. Se estiveres disposto a muita aventura e adrenalina, deixamos-te mais uma sugestão. Fazer a GR20 – um trilho pedestre (mítico) que atravessa a Córsega de norte (Calenzana) a sul (Conca). 200 km pelo coração das montanhas da Córsega. Ficaste apaixonado pelas belezas da Córsega, não ficaste? Então planeia já a tua viagem e encontra na IATI um seguro de viagem à tua medida. Au revoir et à trés bientôt. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Roteiro para três dias intensos em Dublin

Roteiro para três dias intensos em Dublin

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Na IATI Seguros queremos que vivas intensamente as tuas viagens, portanto hoje trazemos-te uma sugestão de viagem na Europa que não vais conseguir resistir! Um roteiro por Dublin. Mas já sabes como funciona, antes de embarcares tens mesmo de escolher o teu seguro de viagem e como especialistas em seguros de viagens podemos aconselhar-te o que melhor se adequa ao teu perfil. Vê tudo explicadinho no nosso site! Agora que vais viajar seguro, vamos ao roteiro que preparámos para ti para que possas usufruir a 100% da tua viagem a Dublin. Roteiro para três dias intensos em Dublin Dublin é a capital da República da Irlanda e é surpreendentemente concentrada! Isto significa que provavelmente darás bom uso aos teus sapatos e vais evitar gastar dinheiro em transportes no centro da cidade. Este roteiro por Dublin foi precisamente pensado em viajantes que gostam de explorar os sítios a pé e Dublin é ideal para passeios a pé. Dia 1 IMMA – Irish Museum of Modern Art Uma excelente forma de começares a tua viagem e este roteiro a Dublin é visitares o Museu de Arte Moderna da Irlanda. O museu alberga cerca de 3500 peças de arte de artistas irlandeses e internacionais. Além disso, durante o ano ocorrem algumas exposições temporárias pelo que sugerimos que consultes a programação no site oficial do museu. Fábrica de cerveja Guinness Quer sejas apreciador de cerveja ou não, é consensual que a Guinness tem uma das melhores stouts do mundo. E se vais visitar Dublin não percas a oportunidade de entender como é fabricada esta cerveja. Não queremos estragar-te a visita portanto não vamos explicar o processo mas podemos dizer que inclui água das montanhas de Wicklow. Parece mágico, não é? A visita é feita ao teu ritmo e pode levar algumas horas. Se comprares os bilhetes onlinetens desconto, aproveita, está bem? St. Patrick Cathedral e St. Patrick Park Fundada em 1191 e com o ponto mais alto a uma distância de quarenta e três metros, a St. Patrick Cathedral é a mais alta igreja na Irlanda. A entrada na catedral é paga mas os jardins de St. Patrick são gratuitos. Além disso, existe um pequeno mas simpático recinto para piqueniques, vários bancos para descansar e vendedores ambulantes. Se viajas com crianças elas vão agradecer o parque infantil. Dia 2 Dublin Castle Este grande complexo está situado no coração histórico de Dublin. Como a maioria dos monumentos históricos em Dublin a entrada no castelo é paga e existem visitas guiadas. No entanto, se apenas quiseres sentir o ambiente e tirar boas fotografias do pátio do castelo, não precisas pagar entrada. Dublinia Este parque temático é diferente dos que provavelmente estás habituado porque concentra-se em apresentar a história de Dublin de uma forma didática. É, portanto, muito recomendado para visitas em família que podem passar perfeitamente um dia inteiro a explorar Dublinia. Destilaria Old Jameson Para terminar o segundo dia em Dublin recomendamos que visites uma destilaria de Whiskey. Se seguiste a nossa recomendação para visitar a fábrica da Guinness, acredita que esta visita à Old Jameson também vale muito a pena. Tem em mente que o whiskey irlandês tem bastante tradição e nesta visita poderás provar diferentes tipos de Whiskey. Dia 3 O último dia em Dublin será inesquecível pois irás visitar lugares únicos. Preparado para o próximo dia do roteiro por Dublin? Trinity College e Book of Kells O Trinity College é a universidade de Dublin e os alunos organizam visitas guiadas bastante completas. O ponto alto destas visitas é o Book of Kells, uma peça única que por si só vale uma viagem a Dublin. Parque St. Stephens Green Este é um parque histórico que precisas de conhecer no teu roteiro por Dublin e que tem entrada gratuita, Por volta do meio dia as pessoas começam a chegar com mantas que estendem na relva e com comida que devoram em poucos minutos. Depois recostam-se a ouvir música, a ler ou simplesmente a dormir. Quando as duas horas da tarde se aproximam arrumam as coisas e vão-se embora. É ideal para recuperares forças e te preparares para a sugestão que se segue. Temple Bar A melhor maneira de terminar este roteiro por Dublin é, sem dúvida, em Temple Bar. Esta movimentada rua é para onde se deslocam turistas e locais para uma noitada. Também é um lugar popular para despedidas de solteiro, por isso mantém o espírito aberto. Muito importante, não estamos de todo a sugerir que abuses do consumo de álcool. As visitas que recomendamos à fábrica da Guiness, à destilaria Old Jameson e a Temple Bar justificam-se pela importância que estes lugares têm na vida da cidade e não constituem convites a excessos. Acreditamos que és responsável e que consomes bebidas alcoólicas com moderação. Que te pareceu este roteiro por Dublin? A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Enoturismo romântico na Alsácia

Enoturismo romântico na Alsácia

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A Alsácia mais parece cenário de filme ou de conto de fadas: puro encanto e doçura, o que torna esta região um destino perfeito para uma escapadinha romântica! Antes de embarcarem nesta viagem, não esqueçam de contratar o seguro de viagem com a IATI, para terem a certeza de que só trarão boas lembranças! Roteiro para um passeio romântico pela Alsácia Esta região apresenta fortes marcas de uma mistura cultural francesa e alemã, já que nos últimos séculos o seu domínio foi disputado entre ambos os países por diversas vezes. Pelas ruas, vê-se um estilo arquitetónico marcado por casas em enxaimel, que muito lembra a Rota Romântica, na região alemã da Baviera. Nos cafés, os bretzels alemães dividem nossa atenção com os crepes e doces tipicamente franceses. Na dúvida, melhor experimentar todos! Os vinhos alsacianos também são famosíssimos e, se vocês forem apreciadores, devem aproveitar para conhecer a Rota dos Vinhos pela Alsácia! As cidades e vilarejos que incluímos neste roteiro pertencem a esta rota, então poderão optar por visitar ou não as quintas. 1. Estrasburgo Comecem a rota pela Alsácia em Estrasburgo, a capital da Europa e do Natal! Percam-se pelas ruelas da Petite France e encantem-se com as coloridas casinhas em enxaimel, onde viviam pescadores e trabalhadores de curtumes e moinhos. Depois, conheçam o lado mais moderno da cidade, onde encontram-se o Parlamento Europeu, o Palácio da Europa e o prédio dos Direitos Humanos. A seguir, façam um passeio de barco pelo Rio Ill e vejam a cidade de outro ângulo. Este tour é adorável, pois passa por diversas áreas de Estrasburgo e, ao longo do percurso, poderão aprender mais sobre a cidade e a região, com a ajuda de um áudio-guia, disponível em diversos idiomas. 2. Ribeauville Esta pequena cidade tem as suas colinas decoradas com vinhas e ruínas de castelos, construídos entre os séculos XI e XVI. Observem as belas casas e fontes medievais, bem como a Tour des Bouchers, a torre do século XIII que fazia parte das fortificações da cidade e que hoje é um dos ícones de Ribeauville. 3. Hunawihr A seguir, conduzam até Hunawihr, a aproximadamente 3km de Ribeauville. Esta é outra charmosa vila, onde as vinhas são as principais marcas da paisagem. A igreja Sainte-Hune completa o cenário e aumenta o romantismo e o charme do vilarejo, não achas? 4. Riquewihr O vilarejo de Riquewihr une harmonicamente o romantismo das coloridas casas em enxaimel com a paisagem rural e o verde das vinhas. Não deixem de passear pelas principais ruas do centro histórico e visitar a Dolder Tower, monumento erguido no fim do século XIII e que se tornou símbolo de Riquewihr. O curioso sobre esta torre é que o seu lado externo mantém a aparência medieval, enquanto o lado interno está decorado em estilo enxaimel. Vale a pena conhecer! 5. Kaysersberg Kaysersberg foi considerada a vila preferida pelos franceses em 2017 e é uma das melhor conservadas na região. Visitem a igreja de Sainte-Croix e as ruínas do castelo, além de contemplarem a beleza das vinhas entre as montanhas Vosgues e o rio Weiss. 6. Colmar O icônico vilarejo de Colmar é, também, imperdível! A região de Petite Venice é a mais famosa e charmosa da cidade. A vila pode ser conhecida a pé em um dia e, depois, é hora de seguirem para a próxima paragem! 7. Mulhouse Depois de explorarem o rico centro histórico de Mulhouse e apreciarem a arte de rua, presente em paredes e em esculturas espalhadas pela cidade, visitem a vasta coleção de automóveis do Cité de l’Automobile e o maior museu ferroviário da Europa, o Cité du Train. Outra atração de Mulhouse é o Ecomusée d’Alsace, uma recriação de uma tradicional vila alsaciana, como as visitadas nas paragens anteriores desta rota, em que dá-se vida ao vilarejo cenográfico com a representação da rotina dos trabalhadores e habitantes de séculos passados. Outro mágico passeio, para finalizar a viagem pela região, é o parque temático inspirado no Pequeno Príncipe, livro de Antoine de Saint-Exupéry. Esperamos que este roteiro de enoturismo pela Alsácia tenha ajudado a inspirar-te a planear aquela merecida escapadinha romântica! Que todos os dias sejam Dia de São Valentim! Com muito amor, IATI Seguros. Autora: Amanda Sem Fronteiras

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O que ver e fazer em Viena – 15 Experiências a não perder

O que ver e fazer em Viena – 15 Experiências a não perder

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Visitar Viena de Áustria é acima de tudo uma experiência cultural e gastronómica. Hoje trazemos 15 experiências imperdíveis para quem visita a cidade pela primeira vez e não só. Não deves fazer um seguro de viagem só quando vais viajar para fora da Europa. Seja a subir uma montanha ou os degraus de uma catedral, a segurança deve ser uma prioridade para ti. E é por isso que e IATI seguros tem vários tipos de seguros, adequado a cada tipo de viagem. Não sabes qual o seguro mais adequado à tua viagem? É só entrares em contacto connosco e estamos prontos para te ajudar. O que ver e fazer em Viena: 15 experiências imperdíveis Subir os 344 degraus da Catedral de Santo Estevão (Stephansdom) A Catedral de Santo Estevão (Stephansdom) é uma das mais antigas catedrais de estilo gótico europeu. Está situada na Stephansplatz. E a subida dos seus 344 degraus até ao topo da torre sul permite-nos ter uma das melhores vistas sobre a cidade. A subida é feita através de uma apertada escada de caracol. A subida não é fácil, mas a vista vale o esforço. Comer uma “Sacher-Torte Chocolate Cake” no Café Demel Passar tempo nos cafés e esplanadas da cidade é um hábito dos Vienenses. Passar uma tarde nas famosas “Viennese Coffee Houses” a conversar ou a ler é perfeitamente normal em Viena. Aqui tens de experimentar a “Sacher-Torte Chocolate Cake” e o famoso “Apfelstrudel”. Recomendamos o café Demel, que foi em tempos a pastelaria que fabricava os doces para a casa real. O café Griensteidl também é muito pitoresco e acolhedor. E situam-se ambos perto do palácio Hofburg. Explorar o Palácio Schönbrunn O Palácio Schönbrunn era a residência de verão da família real. Estão abertas ao público para visita 40 das 140 salas existentes no palácio. Aqui destacam-se os jardins que fazem lembrar os jardins do palácio de Versalhes. Não percas a oportunidade de passear pelos magníficos jardins barrocos, especialmente deslumbrantes durante a primavera e o verão. Descobrir o Palácio Hofburg O Palácio Hofburg era a residência de inverno da família real. E é aqui que se encontram vários museus incluindo o Museu dedicado à Imperatriz Sissi (Isabel da Áustria), a escola Espanhola de Equitação (cavalos Lipizzaner), e os jardins Burggarten e Volksgarten. Passeio de Barco no Danúbio Uma visita a Viena não fica completa sem um passeio de barco pelo Rio Danúbio. Existem vários passeios que se podem fazer no Danúbio. Nós escolhemos um passeio que começou em Schwedenplatz e terminou em Reichsbrücke, onde pudemos também visitar a fabulosa igreja de Francisco de Assis. O passeio tem a duração de cerca de 2 horas. E depois podem regressar de metro. Comer um “Wiener schnitzel” no “Figlmuller” Um dos pratos típicos Austríacos é o “Wiener Schnitzel”, um escalope à moda de Viena. Consiste num escalope panado, e que tem o tamanho de um prato de refeição. Aconselhamos o restaurante Figlmuller, onde podem degustar o verdadeiro sabor da cozinha austríaca. Este restaurante foi fundado em 1905 (o primeiro), e é conhecido como a casa do schnitzel. Devido ao grande sucesso hoje existem 6 restaurantes do grupo Figlmuller, é indispensável reservarem mesa. Visitar o Museu Belvedere e admirar “O Beijo” de Klimt O Palácio Belvedere alberga uma das mais importantes coleções de arte austríaca, destacando-se as obras de Gustav Klimt, incluindo a famosa pintura “O Beijo”. Os jardins do palácio são igualmente espetaculares, oferecendo uma vista magnífica sobre a cidade. Explorar o Museu de História da Arte (Kunsthistorisches Museum) Considerado um dos museus mais importantes do mundo, o Kunsthistorisches Museum possui uma coleção impressionante que inclui obras de Velázquez, Caravaggio, Rubens e muitos outros mestres. O próprio edifício é uma obra de arte arquitetónica. Assistir a uma Ópera na Ópera Estatal de Viena A Wiener Staatsoper é uma das casas de ópera mais prestigiadas do mundo. Mesmo que não sejas fã de ópera, a experiência de assistir a um espetáculo neste templo da música clássica é inesquecível. Se não conseguires bilhetes, podes fazer uma visita guiada ao interior do edifício. Descobrir a Biblioteca Nacional Austríaca A Prunksaal (Sala de Estado) da Biblioteca Nacional Austríaca é considerada uma das mais belas bibliotecas barrocas do mundo. Com os seus 77 metros de comprimento e decoração deslumbrante, é um verdadeiro tesouro arquitetónico que não podes perder. Andar na Roda Gigante do Prater O Prater é o parque de diversões histórico de Viena, e a sua famosa Roda Gigante (Riesenrad) é um símbolo da cidade. Construída em 1897, oferece vistas panorâmicas espetaculares e uma viagem no tempo à Viena imperial. Explorar a Casa Hundertwasser Esta obra arquitetónica única e colorida foi projetada pelo artista Friedensreich Hundertwasser. Com as suas formas irregulares, cores vibrantes e jardins suspensos, representa uma abordagem completamente diferente da arquitetura tradicional vienense. Passear de Fiaker (carruagem) pelo centro histórico Um passeio de carruagem puxada por cavalos pelas ruas do centro histórico é uma forma romântica e tradicional de conhecer Viena. Os cocheiros, vestidos com trajes típicos, partilham histórias e curiosidades sobre a cidade durante o percurso. Explorar o Naschmarkt O mercado mais famoso de Viena é um paraíso para os amantes da gastronomia. Aqui encontras produtos locais e internacionais, desde especiarias exóticas a queijos austríacos, além de numerosos restaurantes e cafés com esplanadas. Experimentar um Heuriger nos arredores da cidade Para uma experiência verdadeiramente austríaca, visita um Heuriger – uma taverna de vinho tradicional localizada nas colinas que rodeiam Viena. Aqui podes provar vinhos locais acompanhados de pratos regionais, numa atmosfera descontraída e autenticamente local. A Importância de um seguro de viagem para Viena Ao planear a tua aventura pelas experiências imperdíveis de Viena, não te esqueças de um aspeto fundamental: a tua segurança e tranquilidade durante a viagem. Mesmo estando na Europa, contratar um seguro de viagem adequado é essencial para aproveitares ao máximo tudo o que a capital austríaca tem para oferecer. Porque precisas de seguro para Viena? Viena é uma cidade que convida à exploração a pé, desde a subida dos 344 degraus da Catedral de Santo Estevão até aos passeios pelos extensos jardins dos palácios imperiais. Durante estas atividades, pequenos acidentes podem acontecer, e os custos médicos na Áustria, embora de excelente qualidade, podem ser elevados para quem não tem cobertura adequada. Além disso, muitas das experiências que recomendamos – como os passeios de bicicleta pelo Danúbio, as visitas aos Heurige nos arredores da cidade, ou mesmo a exploração do Prater – beneficiam de uma cobertura de seguro especializada. IATI Escapadinhas: a solução perfeita para Viena Para viagens a Viena, o IATI Escapadinhas é uma escolha excelente, oferecendo: Cobertura Médica Abrangente • Até 50.000 euros em despesas médicas • Tele-assistência médica 24/7, evitando deslocações desnecessárias ao hospital • Cobertura específica para atividades de aventura como trekking e cicloturismo Proteção para Diferentes Tipos de Viagem • Ideal para road trips pela Áustria e países vizinhos • Cobertura para roubo no interior de veículos – importante se explorares Viena de carro ou autocaravana • Proteção para bicicletas – perfeito se optares por explorar a cidade sobre duas rodas Coberturas Especiais • Proteção para animais de estimação, caso viajes com o teu companheiro de quatro patas • Cobertura de cancelamento opcional até 1.000 euros (incluindo despedimento) • Assistência em caso de necessidade de motorista profissional Dicas Importantes • Contrata antes de partir: Este seguro não pode ser adquirido uma vez iniciada a viagem • Cancelamento: Se quiseres incluir a cobertura de cancelamento, deves contratá-la até 7 dias após reservares a viagem • Cobertura europeia: Perfeito não só para Viena, mas para explorares outros destinos europeus na mesma viagem Com o IATI Escapadinhas, podes focar-te no que realmente importa: descobrir os tesouros imperiais de Viena, saborear a autêntica Sachertorte, e criar memórias inesquecíveis na cidade dos Habsburgos, sabendo que estás protegido em todas as situações.

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Roatrip romântica pela Baviera

Roatrip romântica pela Baviera

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Estão a sonhar com umas férias românticas? Que tal alugar um carro e embarcar em uma roadtrip pela incrível região da Baviera, ao sul da Alemanha? Nós vamos ajudá-los a planear uma viagem de sonhos, mas não esqueçam de contratar o seguro de viagem IATI antes de partir! Com um roteiro que inclui cidades únicas e encantadoras, castelos, lagos e montanhas, temos certeza que encantar-se-ão também pela Baviera! O que visitar numa roadtrip pela Baviera O percurso total da rota sugerida, com partida e retorno a Munique, tem uma extensão de aproximadamente 470km, equivalente a cerca de 7 horas na estrada. Como há muitas belas paragens no caminho, temos certeza de que os destinos compensarão o esforço de conduzir! Munique Comecem o percurso com um vôo até Munique e aproveitem para conhecer a capital da região da Baviera. Entre as principais atrações, não deixem de visitar a Neus e a Altes Rathaus (as câmaras municipais, antiga e nova), assistir ao Glockenspiel (o espetáculo de sinos e bonecos que representam a história da cidade), ver a Alter Peter (a igreja mais antiga de Munique), ir ao Münchner Residenz e Hofgarten (local onde reis, imperadores e políticos viveram entre 1508 e 1918). Depois de alguns dias a explorar muito a cidade e a beber muita cerveja em um dos diversos Biergartens, para acompanhar os delíciosos pratos típicos, como joelho de porco, enchidos, schnitzel e bretzl, é hora de alugar um carro e prepararem-se para desbravar esta linda região! Memmingen Não muito longe de Munique fica a pequena, mas encantadora, cidade de Memmingen. Aliás, em Memmingen também há um aeroporto, então esta pode ser uma opção para iniciar a rota e depois terminá-la em Munique, ao invés de fazerem o círculo completo. Perder-se pelo centrinho de Memmingen é, sem dúvidas, a melhor maneira de explorar a cidade! Suas casinhas coloridas e canais dão um toque especialmente romântico à região! Lindau Lindau é uma encantadora cidade-ilha alemã, situada às margens do Lago Constança (Bodensee, em alemão), que marca a fronteira entre Alemanha, Áustria e Suíça. A Maximilianstraße, a Marktplatz, a Altes Rathaus e o porto de Lindau são as atrações imperdíveis da cidade! Atenção: Não é aconselhável entrar com carro em Lindau, porque o espaço na ilha é muito limitado. A melhor opção é estacionar em um dos parques existentes logo antes da ponte Seebrücke. Füssen Já a caminho do castelo mais visitado e fotografado na Alemanha, façam uma pequena paragem em Füssen para caminhar pelo seu centro histórico e ver as incontáveis lojas e restaurantes espalhados por ambos os lados das ruas. Castelo de Neuschwanstein Nada mais romântico do que um castelo de contos de fadas, não é? Pois saibam que o Castelo de Neuschwanstein inspirou até a Disney na projeção do famoso Castelo da Cinderela. No topo de uma montanha, o castelo complementa a paisagem e é verdadeiramente digno de um passeio a arrancar suspiros! O acesso ao pátio é livre e gratuito mas, se quiserem visitar o interior do castelo, reservem os ingressos com antecedência para não terem que aguardar por horas para a visita guiada. Na Marienbrücke tem-se o panorama mais impressionante do castelo e, no caminho até esta ponte, ainda pode-se apreciar a fantástica vista para o Castelo de Hohenschwangau e para lago Alpsee, entre montanhas! Oberammergau Oberammergau é um vilarejo um tanto pitoresco, que destaca-se pela pintura das suas casas. Depois de caminharem um pouco pelas suas ruas e apreciar as fachadas, é hora de seguir para o próximo destino! Ettal Em Ettal, a abadia é o destaque que traz os turistas ao vilarejo. De facto, este monastério beneditino, construído na primeira metade do século XIV, é impressionante! Os monges que habitam o local produzem todos os bens necessários para viverem, além de venderem produtos e prestarem serviços relacionados ao turismo para alevantarem fundos para a manutenção do monastério. Garmisch-Partenkirchen Neste roteiro, temos obras de arte da natureza também! Em Garmisch-Partenkirchen, não deixem de visitar o Partnach Gorge (Partnachklamm, em alemão), um monumento natural com 800 metros de extensão e falésias de até 80 metros de altura. Esta abertura nas rochas foi provocada pela ação da água e, junto com o rio Partnach, forma um cenário inesquecível. Mittenwald Em Mittenwald, visitem o magnífico Leutaschklamm Geisterklamm e contemplem a colorida paisagem, formada por rio, montanha e vegetação, ao caminhar pelos passadiços elevados. É de tirar o fôlego ou não é? Walchensee Completamos o nosso roteiro com o esplêndido lago Walchensee, que merece uma visita em qualquer das estações do ano, para apreciar e belíssima vista do lago entre as montanhas. Depois de relaxarem por algumas horas às margens do Walchensee, é hora de retornar a Munique e brindar às belezas desta viagem dos sonhos. Este roteiro é recomendado para, pelo menos, 04 dias, mas pode variar de acordo com o tempo que queiram curtir em cada paragem. Caso tenham mais tempo disponível, podem também adicionar à rota outras cidades mais ao norte da Baviera, como Miltenberg, Rothenburg ob der Tauber, Bamberg, Wurzburg e Dinkelsbuhl. Esperamos que estas novas e românticas memórias fiquem para sempre nos vossos corações! Autora: Amanda Sem Fronteiras

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7 Cascatas imperdíveis no Gerês

7 Cascatas imperdíveis no Gerês

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Conheces o norte do país? Sabias que existe um Parque Nacional que faz fronteira com Espanha? Temos a certeza que sim e por isso decidimos levar-te a conhecer algumas das cascatas imperdíveis no Gerês. Não há quem o visite o que não fique fã das suas paisagens. Ar puro, biodiversidade, fauna, flora, lagos e cascatas, uma paisagem verde que parece saída de revista. A natureza no seu esplendor e, por esse motivo, o Gerês só se pode conhecer por dentro. Dizem que a sua alma está no som da água que sai das entranhas das montanhas e forma cascatas e piscinas naturais, de água translúcida. Então, é por aqui que vamos começar, pelas suas cascatas, aquelas que achamos imperdíveis para quem decida trilhar os caminhos deste Parque Nacional. Dado que algumas zonas do Gerês são um pouco menos acessíveis, recomendamos que contrates o seguro de viagem IATI Escapadinhas incluindo desportos de aventura para que estejas protegido enquanto fazer trekking pelo parque! Visitar as cascatas imperdíveis do Gerês As cascatas do Parque Nacional da Peneda-Gerês podem visitar-se todo o ano, mas em dias de calor conseguem ser magníficas. Com mais ou menos adrenalina (a escolha é sempre tua!), quando partires nesta aventura pelas cascatas não te esqueças de o fazer em segurança! Cascata Tahiti (Fecha de Barjas) 3 km da aldeia da Ermida, é acessível apenas por caminhos pedestres, um tanto sinuosos, o que aumenta a dificuldade no acesso ao local. Como não existem proteções, recomenda-se cautela. Mas quando lá chegares, serás surpreendido pela sua beleza e pela serenidade das águas que beijam as rochas. Não podes perder o mergulho. São cascatas naturais, de águas cristalinas e relativamente quentes, quando comparadas com outras cascatas. (Coordenadas: 41º 42’13.94 N – 8º 06’36.71 W) Sete Lagoas As 7 Lagoas é mais umas das pérolas do Gerês. Dizem que as mais bonitas estão sempre bem guardadas. É o caso! O caminho para lá chegar é difícil e exige uma longa caminhada a pé, de pelo menos 6 km (para cada lado). Mas vale o esforço. Vais encontrar um conjunto de 7 lagoas formadas por rochas, ligadas entre si por pequenas quedas de água, que animam miúdos e graúdos em escorregas e outras aventuras. Uma harmonia de cores, onde o verde da água e o castanho das rochas se combinam em rara beleza. (Coordenadas: 41°45’28.72″N – 8° 1’30.27″W) Cascata do Arado, mais uma das cascatas imperdíveis do Gerês Esta cascata está localizada no Rio Arado, perto da aldeia da Ermida e do Miradouro Pedra Bela, e é uma das maiores e mais famosas do Parque do Gerês. Além da sua beleza, que é indiscutível, oferece bons acessos para viaturas, o que a torna numa das mais visitadas. Esta cascata é formada por uma sucessão de quedas de água por entre as rochas, que se encontram numa piscina natural, de água verde, irresistível ao mergulho (para os menos friorentos). (Coordenadas: 41°43’28.5″N 8°07’47.0″W) Poço Azul (Coordenadas 41°44’0″N 8°6’24″W) Cascata da Laja Trilho da Preguiça) de cerca de 5 km. O que marca a diferença nesta cascata? O percurso magnífico até lá chegares e as pontes de madeira que adornam o local e o tornam apaixonante. (Coordenadas: 41°45’15.52” N 8°9°1.31” O) Cascata de Pincães Localizada em Pincães, esta cascata, que irrompe apressadamente da rocha, cria uma das piscinas naturais mais bonitas da região. Não é acessível de carro e pede uma caminhada de cerca de 15 minutos. Mas quem se importa? Quando o cenário é idílico e promete um dia à medidas dos teus sonhos? (Coordenadas: N41.70689 W8.05094) Cascata Cela Cavalos A Cascata Cela Cavalos é uma das cascatas menos movimentadas e menos conhecidas mas não deixa de ser considerada uma das cascatas imperdíveis . Mais um daqueles miminhos a que o Gerês nos tem habituado. Deixando o carro na Capela de Santa Luzia, em Cela, o seu acesso não é difícil, basta descer um estradão com cerca de 1,5 km. O melhor é que parte desse caminho é feito com uma vista espetacular sobre o vale e o rio (Cávado), ao som da água que se ouve ao longe. Apesar das águas serem frias, a cascata é formidável. Os peixinhos vêm mordiscar as pernas e o descanso faz-se sobre as suas gigantescas rochas, que amparam as pequenas lagoas que a queda de água cria. (Coordenadas: 41°45’38.40 N – 7°59’12.39 W) As cascatas são, sem dúvida, a alma do Parque Nacional Peneda Gerês, mas há todo um “mundo” para descobrir. Entre aldeias perdidas, cavalos selvagens, barragens, espigueiros e muito mais, o Gerês merece uma visita com tempo para poderes desfrutar de tudo o que nele podes encontrar! E se estás de férias no norte de Portugal, não deixes de visitar outras cidades aqui perto: • O que ver em Braga, o segundo melhor Destino Europeu do Ano 2019 • 5 locais a não perder numa visita a Fafe Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Dicas e truques para fazer um Interrail barato pela Europa

Dicas e truques para fazer um Interrail barato pela Europa

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Fazer um interrail aos 18 anos, fazer um interrail nas férias de verão, fazer um interrail com amigos… Toda a gente já desejou um dia fazer um interrail pelo velho continente e desvendar algumas das principais capitais europeias. Neste artigo sugerimos vários truques e dicas que lhe permitirão fazer um interrail bem mais em conta. Decida que países que visitar, faça as malas, compre um seguro de viagem e vamos lá! Esqueça os comboios, opte pelos autocarros um interrail pressupõem a compra de um bilhete de comboio que lhe permite fazer uma série de viagens entre vários países num determinado prazo. Contudo, o preço de um bilhete de interrail não é propriamente barato e está sujeito a algumas limitações: só pode viajar dentro de um determinado número de países; embora o bilhete tenha a duração de 21 ou 30 dias, só pode fazer viagens de comboio em 11 desses dias, etc. Esta última é uma grande desvantagem principalmente quando se pretende apanhar comboios noturnos pois estará, inevitavelmente, a gastar 2 desses 11 dias de viagem, apenas numa ligação. Por outro lado, os autocarros internacionais têm ganho grande visibilidade nos últimos anos e a verdade é que oferecem preços bastante mais em conta. O melhor a fazer será descarregar a app da Flixbus e da GoEuro. A Flixbus é uma empresa de autocarros que opera em quase toda a Europa sendo que pode comprar os bilhetes diretamente a partir da app. A GoEuro é uma espécie de motor de busca dentro da Europa. Ou seja, depois de colocar o ponto de partida e o ponto de chegada, a app mostra-lhe todas os meios de transporte disponíveis para esse trecho, bem como os preços. Assim, poderá também comparar os preços entre diferentes companhias de autocarros e até entre os comboios. Não comece um interrail em Portugal geograficamente, não estamos bem localizados para começar um interrail. Estamos na ponta da Europa e para chegarmos ao centro do nosso continente temos de atravessar Espanha, França e Alemanha. Tudo isto requer tempo e dinheiro, dado que estes países não são propriamente os mais baratos da Europa. O melhor a fazer será comprar um bilhete de avião barato para uma cidade que esteja, geograficamente, no centro da Europa, a partir de onde poderá então mover-se com viagens mais curtas e menos dispendiosas. Hoje em dia, com os voos low-cost, facilmente encontra viagens entre 20 e 40€. Algumas das melhores cidades para começar um interrail serão Cracóvia, Milão ou mesmo Budapeste, já que há voos diretos para estas cidades desde Portugal. Opte por países baratos e relativamente próximos interrail pelos países nórdicos não fica pelo mesmo preço que fazer um interrail pelos países de leste. O mesmo se aplica à Alemanha, Suíça, França e a uma série de países que sabemos serem, à partida, bem mais caros. Ora, o melhor será encontrar uma zona do continente com países relativamente próximos e com um custo de vida mais em conta. Aqui vão algumas sugestões de grupos de países: Países da Europa Central: Polónia, República Checa, Áustria, Eslováquia, Hungria e Eslovénia Países dos Balcãs: Croácia, Bósnia-Herzegovina, Sérvia, Montenegro e Albânia Países de Leste: Bulgária, Roménia, Moldávia e Ucrânia Países Bálticos: Estónia, Letónia e Lituânia Saber alguns truques sobre a melhor forma de gerir o dinheiro durante a viagem também o ajudará a poder viajar durante mais tempo. Aposte nos free walking tours Hoje em dia e principalmente nas capitais europeias, começam a ganhar força os free walking tours. Tal como o nome indica são tours feitos a pé, pelo centro histórico da cidade, onde vamos aprendendo um pouco da história e das características principais daquele local. Estes tours são muitas vezes fornecidos por estudantes da universidade que procuram melhorar o seu inglês e fazer algum dinheiro, dado que é comum oferecer uma gorjeta no final. Pergunte na receção do seu hotel por estes tours e certamente lhe indicarão a hora e o local a partir de onde estes começam. Pague sempre na moeda local Embora grande parte dos países europeus tenham aderido à moeda única, há alguns outros que decidiram manter a sua própria divisa, como o caso da República Checa, Croácia, Hungria, etc. Porém, em quase todos eles há a opção de pagar em euros, mas, ainda assim, hesite. Opte sempre por trocar dinheiro e pagar na moeda local. O motivo é muito simples: se quiser pagar em euros o comerciante fará o câmbio da moeda local para euro à taxa que ele considerar justa, e apresentar-lhe-á o valor. E acredite, a taxa só será justa para ele e provavelmente acabará por pagar um pouco mais. Tenha também cuidado nos locais onde faz os câmbios e aprenda tudo sobre as taxas do câmbio de divisa antes de sair de Portugal. Use e abuse do Cartão Jovem Europeu Para quem tem entre 12 e 29 anos, esta dica é infalível e pode ajudá-lo a poupar muito dinheiro. O Cartão Jovem EYC é uma iniciativa da União Europeia e é utilizado em cerca de 38 países. Com ele poderá ter descontos em bilhetes de comboio, autocarros, entradas em museus, cinemas, livros e por aí fora. Mas a melhor parte é que este cartão, além de descontos, ainda lhe oferece um cartão jovem multibanco e um seguro de acidentes pessoais e de assistência em viagem. Opte por cozinhar nos hostels hostels ou apartamentos equipados com cozinha, onde poderá confecionar as suas próprias refeições, pelo menos ao jantar. Ao almoço poderá sempre tentar comprar alguma coisa leve no centro da cidade. Escolha alojamentos no centro da cidade Beber água da torneira ou fazer reabastecimento hostels começam agora a instalar sistemas de reabastecimento de água onde os seus hospedes podem, gratuitamente, encher as suas garrafas e assim prevenir o consumo excessivo de plásticos. A verdade é que, numa viagem, somos “obrigados” a comprar constantemente garrafas de água e isto não é bom nem para o ambiente nem para a sua carteira, principalmente no centro das grandes capitais europeias. Assim, sempre que possível, faça refill da sua garrafa de água. Caso não possa pode sempre optar por encher a garrafa com água da torneira. Afinal, na Europa, a água corrente é potável. Autora: Girl from nowhere

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À descoberta da Costa Antrim na Irlanda do Norte

À descoberta da Costa Antrim na Irlanda do Norte

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Nós, da Iati Seguros, somos perdidamente apaixonados por turismo de natureza! Tu também? Então contrata já o teu seguro de viagem online e vem connosco explorar as belezas naturais da Irlanda do Norte e prepara-te para ficar completamente encantado! À descoberta da Causeway Coastal Route Conhecida como Causeway Coastal Route, a rota cénica pelo condado de Antrim, na Irlanda do Norte, é uma das estradas mais lindas do mundo para conduzir, porque a paisagem é simplesmente de tirar o fôlego! Os principais pontos deste trajecto são a ponte pênsil Carrick-a-Rede Rope Bridge e a icónica Calçada dos Gigantes, mas o roteiro inclui outras paragens e vistas deslumbrantes para falésias, praias e castelos. Antes de começar o trajeto, aproveita para visitar o Museu do Titanic, conhecer o Muro da Paz e aprender sobre a história de Belfast e do país. Depois, siga para o Carrickfergus Castle, o primeiro castelo da rota. Com mais de 800 anos de história, o castelo foi usado até 1928 como base militar e, atualmente, é conservado como património histórico do país. Se estiver disposto a alguma aventura e adrenalina, não deixes de visitar The Gobbins, um caminho literalmente às margens dos precipícios, com túneis, cavernas, pontes suspensas, e uma vista indiscutivelmente linda! Por outro lado, se preferir um passeio mais tranquilo, adiciona o Carnfunnock Country Park ao teu roteiro! Trata-se de um labirinto gigantesco, com diversão garantida para toda a família! Depois, dirija pelas The Glens of Antrim, que são nove colinas que arrancar-te-ão suspiros! Aproveita também para apreciar os vilarejos típicos pelo caminho, fazer uma pausa para uma refeição num pub local e conhecer a praia de Cushendun, onde houveram gravações de Game of Thrones! Aliás, se fores um grande fã da série, não deixes de visitar também a estrada The Dark Hedges outra famosa paragem desta rota. Carrick-a-Rede Rope Bridge, uma ponte de cordas, que foi usada por pescadores durante muitas décadas e, atualmente, é um famoso ponto turístico, devido à beleza natural da região. Para atravessar a ponte, é necessário pagar uma taxa e está-se sujeito ao horário de abertura, por motivos de segurança, então não esqueças de consultar as informações atualizadas no site oficial. View this post on Instagram A post shared by Amanda • Viagem • Vida em Portugal (@amandasemfronteiras) A paragem seguinte é em outro local icónico da rota: a belíssima Giant’s Causeway, ou Calçada dos Gigantes. Segundo uma lenda local, um bravo gigante irlandês queria brigar com um gigante escocês e, para isso, construiu uma ponte da Irlanda do Norte até a Escócia. O escocês comprou a briga e veio para mostrar ao irlandês quem era o maior e mais forte. A esposa do gigante irlandês, quando viu que o oponente era muito maior que o seu marido, teve a brilhante ideia de vestir o irlandês com roupas de bebé, com o objetivo de enganar o rival. Quando o escocês viu o “bebé-gigante” irlandês, ele pensou “Se o bebé é grande assim, imagina o tamanho do pai!” e fugiu amedrontado, destruindo a ponte no seu retorno à Escócia. Lendas à parte, a geologia explica que as pedras, que mais parecem ter sido manualmente esculpidas e encaixadas ali pelo homem, na verdade, tiveram origem em uma erupção vulcânica, há mais de 50 milhões de anos. O que não resta dúvida é que este este belo património mundial, listado pela UNESCO em 1986, é uma verdadeira obra de arte da natureza! View this post on Instagram A post shared by Amanda • Viagem • Vida em Portugal (@amandasemfronteiras) Após este passeio, podes ainda visitar a Old Bushmills Distillery, famosa destilaria de uísque irlandês, fundada em 1608, e finalizar a rota com uma incrível vista para o Dunluce Castle, castelo pendurado em um precipício, à beira do Atlântico. Ficaste apaixonado pelas belezas da Irlanda do Norte também? Planeia já a tua viagem a esta belíssima região, e não esqueças de contratar um seguro de viagem IATI, para viajar tranquilo! Autoria: Amanda Sem Fronteiras

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