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O que ver em Londres: os indispensáveis

O que ver em Londres: os indispensáveis

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A pensar em uma viagem digna da realeza? Deixamos para trás aqueles que reclamam do clima e queremos aproveitar o melhor de Londres: desde os museus, aos parques e às atrações imperdíveis! Estão preparados para descobrir as belezas da terra do chá das cinco com a IATI? Então compra o teu seguro de saúde internacional e embarca nesta viagem connosco rumo a London! O que ver em Londres 1. Palácio de Buckingham e Troca da Guarda O mais procurado e imperdível evento em Londres é a Troca da Guarda da Rainha, que ocorre em frente ao Palácio de Buckingham. Recomendamos que confirmem os dias e horários no site oficial, porque não ocorrem diariamente e, portanto, podem sofrer alterações de acordo com o período do ano. A cerimónia inicia por volta das 10:43, quando a Old Guard deixa o Palácio de St. James, rumo ao Palácio de Buckingham. A troca oficial ocorre às 11h e leva em torno de 45 minutos. Depois, aproveita para passear pelo Green Park e desfruta da caminhada pela Constitution Hill, avenida que divide dois belos parques, rumo ao Wellington Arch. 2. Madame Tussauds A sonhar em tirar selfies com os teus ídolos? Então o museu de cera Madame Tussauds deve entrar no teu roteiro! As estátuas, muito realistas, garantem uma divertida coleção de fotos para os visitantes! Com estátuas da heróis e personagens do cinema, atletas, músicos, políticos e importantes figuras públicas, não vais resistir a um registro com a família real ou com Einstein, não é? 3. Camden Town Camden Town é imperdível para quem quer conhecer a zona mais cool da capital inglesa. A zona destaca-se pela vibe descontraída e pelas diversas lojas de todos os estilos (especialmente vintage), restaurantes, pubs e discotecas, e podes, ainda, aproveitar um passeio de barco pelo Regent’s Canal ou uma caminhada pelas suas margens. 4. Notting Hill Quem assistiu ao filme Notting Hill, logo encantou-se com as casas e portas coloridas que decoram esta graciosa zona de Londres. Pois aproveita a viagem para visitá-la e sentir-se em um legítimo cenário de cinema! 5. Shrek’s Adventure Para quem viaja em família, o Shrek’s Adventure é uma atração a não perder! Se os adultos já se divertem, imaginem as crianças neste cenário de fantasia? Nesta atração, os visitantes tornam-se personagens e precisam fugir das bruxas más, vivendo uma legítima aventura na companhia do amigo Shrek. 6. London Eye Ir a Londres e não andar na icónica roda gigante panorâmica, é perder um dos ângulos mais belos sobre a cidade, a impressionantes 135 metros de altura. Às margens do Rio Tâmisa, a London Eye faz parte do cartão-postal de Londres desde 2000, com suas 32 cápsulas com capacidade para até 28 pessoas em cada. Para mais informações, acede ao site oficial. 7. Trafalgar Square e National Gallery Nesta bela praça, enfeitada por estátuas e chafarizes gigantescos, situa-se a National Gallery e outros admiráveis prédios. A Trafalgar Square foi o cenário para diversos marcos históricos e ainda hoje recebe muitos eventos culturais. Na National Gallery, poderás ver um rico acervo com obras de Monet, Cézanne, Rembrandt, van Gogh, Michelangelo, Leonardo da Vinci e diversos outros renomados artistas. 8. Estádios Para os fãs de futebol, fazer um tour em um dos estádios da cidade pode ser uma ótima ideia. Estes passeios têm duração aproximada de 1h pelo interior do estádio, acessos ao campo, balneários e sala de imprensa, e tempo livre no museu e loja do clube. Em Londres, podes aproveitar para conhecer o estádio dos gigantes ingleses, Chelsea, Tottenham ou Arsenal, e ver de perto todos os trofeus, camisolas e acervo especial do clube! 9. Greenwich Apesar de afastado do centro de Londres, o Observatório de Greenwich também merece uma visita! Aproveita a oportunidade para aprender mais sobre astronomia e também para tirar uma foto “intagramável” no Meridiano de Greenwich! Passando por lá, aprecia também a belíssima arquitetura do Old Royal Naval College e visita o barco-museu Cutty Sark, que teve um importante papel na história comercial da Inglaterra e atualmente faz parte da Frota Histórica Nacional. 10. Os clichés indispensáveis Um roteiro em Londres não está completo sem citar a Abadia de Westminster, o Palácio de Westminster, a Elizabeth Tower e o Big Ben, concordas? Pois saibas que, são todos muito próximos, então podes conhecê-los em uma agradável caminhada, logo depois de uma volta à London Eye! Além de contemplar a Abadia e o Palácio de Westminster por fora, se tiveres interesse, também podes visitá-los por dentro. Para saber mais, acede ao site oficial da Abadia e do Parlamento. Ficaram ansiosos para esta viagem? Pois saibam que além da nossa lista, Londres tem uma infinidade de atrações, que agradam a todos os tipos de visitantes. Ah, e cuidado com a mão invertida! Autora: Amanda sem Fronteiras

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Barcelona: O que fazer em 2 dias

Barcelona: O que fazer em 2 dias

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Barcelona não é a capital de Espanha mas é das cidades espanholas mais visitadas anualmente. Capital sim da região autónoma da Catalunha, é um dos principais centros europeus de moda, arte, ciência, comércio e negócios. Conhecida pela sua diversidade cultural, pela arquitectura, nomeadamente pelas obras peculiares de Gaudi, pela arte que na cidade cresce, pelas deliciosas tapas, os seus mercados de comida coloridos e o seu charme irreverente. Seja qual for o motivo que mais te cativa, uma cerveja em frente à praia é sempre boa ideia, certo? Por isso é que esta cidade é tão mágica, podes ter todas as conveniências de uma cidade misturadas com praia e parques verdes para relaxar também. Barcelona é, também, conhecida por ser uma cidade com muitos carteiristas, ou seja, não corres perigo direto, no entanto, sem dares conta, facilmente ficas sem a carteira ou a máquina fotográfica. E não, não estamos a exagerar, é literalmente sem te aperceberes que te tiram os pertences pessoais de valor. Por isso, é preciso ter em atenção algumas recomendações tais como: levar a mochila na parte da frente ou carteira de baixo do braço, nunca, nem mesmo por segundos, deixar malas ou mochilas sem vigilância, nem que seja para ir à recepção ou balcão, ter especial atenção no metro e não levar nada solto nos bolsos. Pelas razões do costume e ainda por tudo isto, é sempre recomendado fazeres um seguro de viagem e nós temos algumas ideias para este tipo de viagem. O que ver em 2 dias em Barcelona Defendemos o turismo sustentável, por isso viajar com tempo e de forma lenta é sempre melhor para quem visita e é visitado, no entanto hoje trazemos-te uma lista de sítios e coisas a fazer em dois dias para que possas desfrutar do melhor cidade sem teres de estar preocupado com transportes públicos ou horários. A melhor forma de conhecer Barcelona é a caminhar sem dúvida, por isso aperta os cordões e aqui vamos nós: Dia 1 em Barcelona Praça da Catalunha Se vens do aeroporto, os autocarros públicos vão te deixar nesta praça gigante que tem em sim ruas principais para vários pontos da cidade. São 30 mil metros quadrados com uma fonte e rodeada de muitas lojas, bancos, hotéis e serviços. O movimento é frenético mas faz, também parte da cidade, por isso recomendamos que por aqui comeces para entender parte da dinâmica de Barça, como é conhecida. La Rambla Desde o ponto anterior, e igualmente caótica, a La Rambla é uma avenida de restaurantes e lojas que une dois pontos da cidade. Não necessitas passar aqui muito tempo mas é um passeio que te dá a ideia da vida que há em Barcelona: olha para cima e deixa-te encantar pelos edifícios e a arquitetura tão típicos La Boqueria Dos mercados mais conhecidos das cidades e sem dúvida o mais turístico, aqui podes encontrar gomas sem fim, chocolates, sandes, sumos frescos, carne, peixe, legumes e muito mais. Se preferes evitar confusões e visitar sítios menos turísticos, podes optar pelo mercado Sant Antoni ou Santa Caterina. Arco do Triunfo Ainda que a maioria dos arcos existentes por esse mundo tenham um significado militar histórico, o de Barcelona representa a arte, a ciência e economia uma vez que foi construído para ser a entrada principal da Exposição Universal de 1888. Bairro Gótico e Catedral Como te dissemos antes, esta cidade é mágica e podes, de certa forma, recuar no tempo através da arte e da arquitectura. Se gostas do estilo Gótico esta catedral românica e as ruas medievais que a rodeiam têm de estar na tua lista. Aproveita para almoçar num dos imensos bares e delicia-te com algumas tapas. Palácio da Música Catalã Ainda que, como o próprio nome indica, seja um auditório de música, se não tens hipótese de ver um espetáculo, a sua arquitetura exterior vale a pena o desvio. Com esculturas coloridas e decorações relativas ao mundo da música, a fachada barroca deste edifício é surpreendente. Parc de la Ciutadella Tal como o nome indica, foi construído nos antigos terrenos da fortaleza da cidade e foi, durante muito tempo, o único jardim de Barcelona. Se não almoçaste no Bairro Gótico, é um ótimo lugar para pegar nas sandes e comida que compraste no mercadona e aproveitar a comida sentadinho num dos bancos de madeira ou mesmo na relva e quem sabe fazer depois um siesta? Barceloneta Se relaxaste no parque, agora é tempo de esticar as pernas à beira mar: um passeio pela praia sabe sempre bem. Desde o porto, ao aquário, passando pelo gelado na praia ou a cerveja ao pôr do sol, é tempo de observar a vida à beira mar. Dia 2 em Barcelona Casa Batlló Hoje quase todo dia é dedicado ao grande artista Gaudi, assim que começamos por uma das suas grandes obras na capital catalã, um edifício modernista, cheio de cor e caráter. O resultado deste projeto, encomendado por José Batlló Casanovas, foi tão bem sucedido que o mesmo recomendou o trabalho do arquiteto ao seu amigo Pere Milà i Camps, o que nos leva ao próximo ponto. Casa Milá ou La Pedrera como é conhecida, não tem a variedade de cor do anterior, pelo contrário é pela sua forma curva e ondulada e sem traços retos que cativa a atenção. Um projeto muito diferente do tido como normal na época e a última obra residencial onde Gaudí reuniu esforços, uma vez que se dedicou totalmente à Sagrada Família nos últimos anos da sua vida. Sagrada Família A mais grandiosa e monumental obra-prima de Gaudí e classificada por muitos a figura representante da arquitetura modernista catalã. Uma catedral ou templo católico que facilmente se vê de longe e que aparece como sendo o postal da cidade pelo mundo. Parc Guell Antes de mais, é importante marcar a visita online com antecedência uma vez que, devido ao turismo em massa, a organização do parque começou a limitar o número de visitas. Esta será última obra de Gaudi do dia, inicialmente construída a pedido do empresário Eusebi Güell, foi posteriormente vendida ao município de Barcelona e inaugurada como parque público. O parque tem várias obras de influência barroca e da fase naturalista de Gaudí e sua vista sobre a cidade merece destaque. Bunkers del Carmel Este bunker, inicialmente construído para proteger a cidade dos aviões inimigos durante a guerra civil, é o lugar ideal para ver o pôr-do-sol e admirar a romântica cidade que mergulha no mar mediterrâneo. Com tempo, com calma, aproveita o que pode vir a ser o melhor pôr do sol da tua vida. Depois de todas as dicas, resta dizer que Barcelona, tal como Veneza ou Amesterdão, são cidades que se mostram pelas ruas ruas, por isso perderes-te nas suas ruelas cheias de história vai ser sempre uma das coisas a não perder. Autora: Flearound

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Curiosidades sobre o Nepal, um país único por descobrir

Curiosidades sobre o Nepal, um país único por descobrir

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O Nepal é um pequeno país situado entre a Índia e a China que muitas vezes nos passa despercebido. É aqui que se encontra parte da cadeia montanhosa dos Himalaias, bem como o ponto mais alto do mundo, o famoso Evereste. Queres ficar a par de 10 curiosidades sobre o Nepal? Fica connosco! Os motivos para visitar o Nepal são muitos e por isso mesmo preparamos este artigo recheado de curiosidades nepalesas para te aguçar a vontade de viajar. Mas antes de mais não te esqueças de contratar um seguro médico internacionalpara que possas viajar com a máxima segurança. 10 curiosidades sobre o Nepal que não conhecias Embora não seja um país muito procurado, a verdade é que o turismo no Nepal tem vindo a crescer. A maior oferta turística do país está claramente voltada para os pacotes detrekking nos Himalaias mas a verdade é que o Nepal tem ainda uma candura e autenticidade difíceis de encontrar nos destinos mais turísticos. Por lá diz-se que quem visita o Nepal, acaba por regressar, “à primeira vêm cá pelas montanhas, à segunda vêm pelas pessoas.” O Nepal abriga o ponto mais alto do mundo, o monte Evereste com 8848 m de altitude. É este marco que confere ao Nepal o título de “teto do mundo”. Efetivamente, o Evereste é a maior atração do país e, por ano, milhares de pessoas visitam o Nepal quer para tentar chegar ao ponto mais alto do mundo, quer para fazer pequenos trekkings até algum campo base. Existem caminhadas para todos os gostos, com diferentes níveis de intensidade e duração. Na verdade, não se trata só do Evereste já que o Nepal abriga 8 das 14 montanhas com mais de 8000 m de altitude. Sidarta Gautama, Buda, nasceu na cidade de Lumbini, no Nepal. Este é o segundo motivo que torna o Nepal num destino apelativo, principalmente para os simpatizantes do budismo. Na verdade, Sidarta Gautama era um príncipe que nasceu e cresceu num esbelto e riquíssimo palácio no Nepal. Contudo, a dada altura decidiu renegar todos os bens materiais e fugiu do seu castelo com o objetivo de encontrar o propósito da vida. Após várias experiências e anos de meditação acaba por atingir a iluminação, ou estado de Nirvana, já na Índia. A bandeira do Nepal é a única do mundo que não tem uma forma quadrilátera. Pois bem, a bandeira do Nepal não têm a típica forma quadrilátera, mas sim a forma geométrica de dois triângulos. Aparentemente estes dois triângulos representam tanto as montanhas dos Himalaias como as duas religiões predominantes do país, o Budismo e Hinduísmo. Sabias desta curiosidade sobre o Nepal? O Nepal é um dos países mais pobres do mundo, ocupando a posição 149 no índice de desenvolvimento humano (IDH). O Nepal é um país pobre com uma economia baseada na agricultura e no turismo. Cerca de 90% da população trabalha na agricultura e o analfabetismo ronda os 80%. 25% da população vive abaixo do limiar da pobreza. O Nepal tem uma cultura fortemente influenciada pela Índia pelo que, também aqui, existe o sistema de segregação de castas. Embora este tenha sido desmantelado em 2015 a verdade é que o seu simbolismo permanece ainda fortemente no país e não contribui para o seu desenvolvimento. O Nepal é um dos poucos países asiáticos que nunca foi colonizado. Índia, Myanmar, Camboja, Laos, Vietname, Malásia, Indonésia, Filipinas, todos estes países foram, em algum momento da sua história, colonizados por algum país europeu. O Nepal, a par da Tailândia, orgulha-se de ser dos poucos países asiáticos que nunca foram dominados. O Budismo e Hinduísmo são as principais religiões do país. Cerca de 80% da população nepalesa é hinduísta já que o país sofreu uma grande influência indiana, a nível cultural. Mas não fosse este o país de Buda, cerca de 10% da população é praticante do budismo e são muitos os templos budistas que encontramos pelo país. Mais uma curiosidade sobre o Nepal – A 25 de Abril de 2015 um grande sismo abalou o país. O sismo de 25 de Abril de 2015 vai ficar para sempre recordado na história e na mente de todos os nepaleses que viveram este trágico dia. Foram milhares e milhares de pessoas que viram os esforços de uma vida serem destruídos com o sismo de magnitude 7.8 na escala de Richter, que abalou o país. Centenas de pessoas morreram e grande parte da infraestrutura do país ficou destruída. Apesar das ajudas internacionais a verdade é que, ainda hoje, o país recupera de um dos maiores desastres da sua história. Algumas das atrações de Catmandu que não podes perderjá foram restauradas e estão prontas a receber turistas. O Nepal tem uma das maiores densidades demográficas do continente asiático. Quem já foi à Ásia sabe que a palavra de ordem são pessoas ou multidões e encontrar um canto sem ninguém pode ser um grande desafio. Todos os países asiáticos, além de serem gigantes, comparados com países europeus, são também largamente populosos. O Nepal pode não ganhar em tamanho, mas está à frente na competição para o país com maior densidade demográfica já que aqui há uma média de 184 habitantes por km quadrado. A população nepalesa é composta por 12 etnias diferentes: a mais famosa são os sherpas. Mais uma curiosidade do Nepal é que a sua população nepalesa está bastante marcada pela sua multiculturalidade dadas as 12 etnias diferentes que habitam no país. A mais famosa e abundante são os nepali. Porém, aquela que suscita mais curiosidade são os sherpas. Os sherpas são uma etnia que vive nas montanhas dos Himalaias, e que, dadas as extremas condições ambientais desta região, desenvolveram a capacidade de sobreviver a baixas temperaturas e a um ambiente pobre em oxigénio. A principal forma de subsistência deste povo está em carregar grandes pesos de uma forma bastante tradicional, que foi passando de geração em geração. Comummente, os sherpas costumam carregar material de alpinismo e mesmo malas de viajantes, durante os seus trekkings nos Himalaias. O sherpa mais famoso é o Tenzing Norgay Sherpa, o primeiro homem a escalar o Evereste em 1953. Há vários filmes e documentários que relatam o modo de vida dos sherpas e alguns estudos têm sido feitos para entender de que modo é que este povo se desenvolveu geneticamente para se tornar mais apto que os restantes. O prato mais famoso do Nepal é o Dal Bhat. Pois bem, o famoso Dal Bhat é na verdade um prato de arroz cozido com uma sopa de lentilhas ao qual se podem acrescentar vários legumes cozidos e/ou salteados. De facto, Dal significa lentilhas e Bhat significa arroz. Este prato é a refeição típica do Nepal e todos os nepaleses comem Dal Bhat pelo menos uma vez por dia. Que te pareceram estas curiosidades sobre o Nepal? Sabes mais alguma? Deixa um comentário! Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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Os melhores mercados de Amesterdão

Os melhores mercados de Amesterdão

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Uma vez mais trazemos-te um artigo sobre Amesterdão. É uma das nossas cidades favoritas e queremos dar-te o maior número de dicas possível para que desfrutes desta cidade tanto quanto nós. Neste artigo encontrarás uma lista com os melhores mercados de rua de Amesterdão, onde comprar artesanato, antiguidades, alimentos tradicionais, flores e muito mais! Reserva já o teu seguro de viagem IATI e divirte-te nesta bela cidade! 10 mercados de Amesterdão a não perder Albert Cuyp Market O Albert Cuyp Market é um dos mais conhecidos mercados de Amesterdão, acontecendo na rua que leva o nome do pintor, no gracioso bairro De Pijp. O mercado teve início no século XIX, com apenas alguns vendedores ambulantes e, à medida que cresceu e se tornou mais caótico, a administração de Amesterdão decidiu organizá-lo, estabelecendo horários e, recentemente, interrompendo a circulação de veículos naquela rua. • Localização: Albert Cuypstraat, 1073 BD Amesterdão • Horários: Segunda a sábado, das 09h às 17h Waterlooplein Market O Waterlooplein Market é um dos maiores e mais famosos mercados de rua em Amesterdão, fazendo parte da história da cidade desde 1885. Neste mercado, localizado no antigo distrito judeu, podemos encontrar uma variedade imensa de produtos de segunda mão, bicicletas, roupas, antiguidades e muito mais! • Localização: Waterlooplein 2, 1011 NZ Amesterdão • Horários: Segunda a sábado, das 09:30 às 18h Bloemenmarkt Na terra das tulipas, não poderia faltar um mercado de flores, não é? No Bloemenmarkt, encontrarás tulipas, rosas, orquídeas e uma explosão de outras flores e cores! Além disso, já é especial por si só: é o único mercado de flores flutuante do mundo, situado no canal Singel, um dos maiores de Amesterdão, entre as praças Koningsplein e Muntplein. • Localização: Singel, 1012 DH Amesterdão • Horários: Segunda a sábado, das 09h às 17:30, domingo das 11:30 às 17:30 Antiekcentrum Quem adora explorar uma feira de antiguidades e imaginar as histórias e as pessoas por trás de cada objeto? Roupas vintage, mobília e todo o tipo de objetos antigos, raros e de qualidade, tomam conta do espaço e atraem os olhares dos visitantes. • Localização: Elandsgracht 109, 1016 TT Amesterdão • Horários: Segunda, quarta, quinta e sexta, das 11h às 18h, sábado e domingo das 11h às 17h Nieuwmarkt Se queres frutas e legumes frescos, além de flores e sumos feitos na hora, o teu destino é o Nieuwmarkt! São diversas as barracas de produtores locais, que vendem alimentos orgânicos e frescos a um preço justo. • Localização: 1012 CR Amesterdão • Horários: diariamente, mas aos sábados e domingos o número de expositores é maior Noordermarkt Flea Market Similar ao Nieuwmarkt, o Noordermarkt Flea Market é um grande mercado de alimentos produzidos localmente, frescos e orgânicos. Localizado no distrito de Jordaan, este mercado apresenta preços um pouco mais elevados que o seu concorrente, mas sempre com produtos de grande qualidade, então é o lugar perfeito para comeres um lanche saudável! • Localização: Noordermarkt, 1015 MV Amesterdão • Horários: segunda, das 9h às 14h, e sábado das 9h às 17h Foodhallen O Foodhallen não é exatamente um mercado de rua, já que está localizado dentro de um antigo “parque de elétricos”, mas merece ser incluído nesta lista porque é o paraíso dos gulosos! As barracas e food trucks oferecem comidas das mais variadas culturas, uma volta ao mundo gastronómica sem sair do sítio. • Localização: Bellamyplein 51, 1053AT Amesterdão • Horários: domingo a quinta, das 11h às 23h, sexta e sábado, das 11h à 1h. Dappermarkt O Dappermarkt é outro dos mercados de rua centenários de Amesterdão e conta com mais de 250 lojinhas. É conhecido por ser um dos melhores e mais baratos mercados da cidade, e por lá podemos encontrar uma infinidade de produtos a preços baixos. Já fez parte da lista dos 10 mercados imperdíveis pelo mundo da Revista National Geographic, ou seja, não percas a oportunidade de o visitares! • Localização: Dapperstraat 279, 1093 BS Amesterdão • Horários: Segunda a sábado, das 09h às 17h. Boekenmarkt Op Het Spui Para os amantes da leitura, o Boekenmarkt Op Het Spui é o mercado de rua preferido! Há mais de 20 anos, é neste local que os habitantes de Amesterdão encontram livros usados, antigos ou raros, além de jornais, panfletos e posters históricos. O acervo não é só composto de livros escritos em holandês, mas também em inglês, alemão, francês e outros idiomas. • Localização: Het Spui, 1012 WZ, Amesterdão • Horários: sexta-feira, das 10h às 18h. IJ-Hallen Flea Market Na revitalizada e colorida zona industrial NDSM, ocorre ao IJ-Hallen Flea Market. O mercado conta com mais de 500 barracas, que podem ser alugadas por qualquer pessoa que queira dar um novo destino aos seus artigos usados. Para chegar lá, basta embarcar no ferry gratuito (rota 906), que parte da Centraal Station! • Localização: T.T. Neveritaweg 1, 1033 WB Amsterdam-Noord • Horários: aceda ao site oficial para verificar as datas e horários. Com esta lista preparada, completarás a tua experiência em Amesterdão, conhecendo muito mais do que os pontos mais famosos e frequentados pelos turistas. Não te esqueças também de dar uma olhadela aos nossos artigos sobre os museus de Amesterdão que deverias visitar e às cidades vizinhas que deverias conhecer e pelas quais vale a pena ficar mais alguns dias na Holanda. A IATI deseja-te uma excelente viagem! Autora: Amanda sem Fronteiras

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Dicas úteis para planear uma viagem à Polónia

Dicas úteis para planear uma viagem à Polónia

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A Polónia é um dos melhores destinos na Europa para quem procura um misto de história, cultura e gastronomia. As suas duas maiores cidades, Cracóvia e Varsóvia, oferecem centros históricos que parecem saídos de um conto de fadas, vários museus repletos de vestígios de uma história rica e fascinante, e inúmeros restaurantes onde te poderás deliciar com iguarias gastronómica absolutamente deliciosas. Neste artigo encontras algumas dicas úteis que te poderão ajudar a planear uma visita a este país surpreendente. Depois é só comprar os voos, tratar do seguro de saúde internacional e partir! Dicas úteis para planear uma viagem à Polónia Moeda Local A Polónia é um dos países europeus que não aderiram ao Euro. A moeda continua a ser o Zloty, pelo que convém que ao chegares ao teu destino procures um local para trocares os teus Euros. Os melhores locais para trocar dinheiro são os bancos ou os Kantor (lojas de câmbio localizadas em hotéis e pontos estratégicos nas cidades/localidades). Por regra, o aeroporto nunca é um bom sítio para trocares dinheiro já que apresenta taxas de câmbio menos atrativas. Comida A comida polaca assenta largamente em vegetais como a beterraba e os pepinos, tubérculos (batatas), cogumelos e muita carne. Os pastéis Pierogi, com vários recheios diferentes como cogumelos, queijo, carne ou uma combinação de batatas e queijo (Pierogi russos), são uma das grandes especialidades gastronómicas do país. Podem ser servidos cozidos ou fritos. O que quer que venhas a comer, é certo que nunca sairás da Polónia de barriga vazia! Alguns pratos típicos: • Pierogi (Pastéis Recheados) • Rosół (Sopa de Galinha) • Gołąbki (Rolo de Couve) • Polskie naleśniki (Panquecas Polacas) • Goulash polaco Costumes e tradições • Na Polónia é costume darem-se 3 beijinhos quando se cumprimenta alguém, em vez de dois apenas como em Portugal. Temos um artigo sobre curiosidades da Polónia que deverias ler! • Temas relacionados com a II Guerra Mundial, a Rússia ou o comunismo devem ser abordados com cuidado por serem temas ainda sensíveis na sociedade polaca. • Atravessar uma estrada fora da passadeira ou com o sinal vermelho para peões resulta numa multa quase certa. • Não é permitido beber bebidas alcoólicas na rua. • Retirar os sapatos quando se é convidado para a casa de alguém é algo esperado. • Para te dirigires a alguém de forma respeitosa deverás usar “Pan” (para homens) ou “Pani” (para mulheres), seguidos do apelido da pessoa. Principais palavras e expressões em polaco É sempre simpático e visto com bons olhos tentares dizer algumas palavras ou frases na língua nativa quando visitas um destino. Se conseguires decorar as expressões abaixo é garantido que serás recebido com sorrisos a dobrar. Bom dia/Boa tarde: Dzień dobry (diz-se “djín dobrê”) Boa noite: Dobry wieczór (diz-se “dobrê vietchur”) Obrigado: Dziękuję (diz-se “djín kuién”) Saúde (brinde): Na zdrowie! (diz-se “na zdrovié”) Adeus: Do widzenia (diz-se “do vidzénia”) OK: Dobra (diz-se “dóbra”) Transportes públicos A rede de transportes públicos na Polónia é extremamente eficiente e bem organizada, distribuindo-se por autocarros, elétricos e metro, dependendo da cidade ou localidade. Os bilhetes podem ser comprados dentro dos transportes ou em máquinas normalmente localizadas ao lado de paragens, por valores tão baixos como 3 zloty por um bilhete para 20 minutos (cerca de €0,70). A tarifa base dos táxis ronda os 6 zloty a que acresce 2,20 zloty por quilómetro. É importante que tenhas alguma atenção de forma a evitares os táxis não-oficiais que não se regem por tarifas definidas oficialmente (distinguem-se por só terem um pequeno sinal de táxi no tejadilho). Quando ir à Polónia O clima na Polónia pode ser de extremos, ou muito quente ou muito frio, por isso é sempre melhor viajar nas estações intermédias como a primavera e o outono. Para além de temperaturas mais amenas, consegues também preços mais baixos a nível geral e uma menor concentração de turistas o que te permitirá aproveitar o país de forma mais confortável. Voos para a Polónia A TAP tem voos diretos de Lisboa para Varsóvia. Do Porto poderás viajar diretamente com a Wizz Air e de Faro com a Ryanair. Para Cracóvia, a partir de Lisboa e Porto existem voos diretos pela Ryanair. De Faro não existem voos diretos. Autora: Maria João, Joland blog

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10 coisas a não perder em San Marino

10 coisas a não perder em San Marino

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A República de San Marino é um pequeno país europeu, com apenas 61 km2 e que tem um encanto especial. Na IATI Seguros sabemos que estás sempre à procura de lugares especiais, por isso hoje trazemos-te dicas de viagem para aproveitares este pequeno enclave. No entanto, não deves viajar sem um seguro de viagem adequado ao teu perfil, portanto, como a IATI Seguros é especialista em seguros de viagem, recomendamos o IATI Básico. 10 coisas a fazer em San Marino Tirar uma selfie na Torre Guaita Também conhecida como Castello della Guaita, esta torre é a mais antiga e mais famosa das três torres que se podem encontrar em San Marino. Foi construída em pleno século XI e serviu de prisão em tempos já idos. Admirar arte bélica no Museu da Torre Cesta A Segunda Torre, também conhecida como De La Fratta, atualmente alberga um museu dedicado a San Marino. Foi construída no século XIII e o espólio do museu conta com mais de mil e quinhentas armas. Foi edificada no ponto mais alto do Monte Titano o que faz com que a vista desta torre seja excecional. Visitar a Torre Montale A Terceira Torre, ou Torre del Montale, está localizada a sul, é a que recebe menos visitas e é a mais pequenas das torres de São Marino. Além disso, o facto de não estar aberta ao público acaba por afastar ainda mais potenciais turistas. Foi construída no século XIV e, na nossa opinião, merece uma visita tua, por isso, sê valente e caminha até à Torre Montale. Nem todos os viajantes podem dizer que visitaram as três torres de San Marino. Contemplar a Basilica di San Marino A Basilica di San Marino é uma igreja católica situada na Praça Domus Plebis. Foi construída no estilo Neoclássico em 1836 e no seu interior estão guardadas as relíquias do santo padroeiro da cidade: São Marino. Descansar na Piazza Della Libertà A Praça da Liberdade é um excelente local para descansares depois de teres visitado as três torrres e antes de entrares no Palazzo Pubblico. Nesta praça poderás admirar uma das estátuas mais famosas de San Marino: a Statua della Libertà, construída a partir de um único bloco de mármore de Carrara. Render da Guarda O ritual do Render da Guarda é uma das atrações de San Marino. De uma forma abreviada o grupo de guardas que estava em serviço é rendido por outro grupo que assume as funções. Existe alguma pompa e circunstância e, claro, é um espetáculo para turista ver. Palazzo Pubblico O Palazzo Pubblico é um edifício governamental e onde está sediada a Câmara Municipal de San Marino. Portanto, a generalidade das cerimónias oficiais tem lugar neste edifício. Sugerimos que prestes especial atenção à torre do relógio que apresenta semelhanças com o Palazzo Vecchio em Florença. E aproveita para perguntar quando ocorrerá o próximo Render da Guarda. Museo di Stato Se queres saber mais sobre a história de San Marino não podes perder a oportunidade de visitar o Museo di Stato. Além da exposição permanente existem vários eventos ao longo do ano, pelo que sugerimos que consultes a respetiva agenda no site oficial. Teleférico Onde existe um monte, uma descida ou subida de teleférico é garantia de excelentes vistas. E o teleférico de San Marino não é exceção! Ao subir vais sentir a adrenalina a acumular-se à medida que o teleférico se movimenta, mas o trajeto é tranquilo. No entanto, se sofres de vertigens, a descida talvez não seja tão fácil, principalmente no início. Carimbar o passaporte Sabias que podes dirigir-te ao Posto de Turismo e mediante o pagamento de uma taxa podem colocar-te um carimbo de San Marino no passaporte? Esta era uma atividade popular há uns anos, no entanto, alguns viajantes tiveram problemas com os passaportes pois na verdade este não é considerado um carimbo válido. Não queremos que arranjes confusões, assim, se achares piada a possuir um carimbo de San Marino no teu passaporte talvez seja sensato usares um passaporte antigo, caso tenhas algum. Temos a certeza que com estas dicas a tua viagem a San Marino vai decorrer de forma tranquila e vais aproveitar bem o que este pequeno território tem para oferecer. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que visitar em Roma: as melhores coisas para fazer na Cidade Eterna

O que visitar em Roma: as melhores coisas para fazer na Cidade Eterna

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Falar de Roma é falar de cultura, de história, de cinema, de gastronomia, de futebol e de muito mais. Roma é uma das capitais mais excitantes da Europa. Se ainda não a visitaste, agora é a altura certa. Tal como diz o ditado popular “Em Roma Sê Romano”, e a melhor forma de o fazer é visitar as atrações da cidade, provar a sua gastronomia e misturares-te com as suas gentes. Antes de partires em viagem aconselhamos uma maratona de filmes italianos, que te vão deixar ainda com mais vontade de conhecer a cidade. Para que a viagem corra sem percalços, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem. Na IATI ajudamos-te a escolher qual o seguro que melhor se adapta ao tipo de viagem que vais fazer. Preparámos uma lista das melhores coisas a fazer em Roma, os monumentos essenciais e, em suma, tudo o que não podes perder na Cidade Eterna. O que visitar em Roma Diz-se que uma vida não basta para conhecer Roma. A cidade é um enorme “museu” a céu aberto. De entre Monumentos, Estátuas, Igrejas, Praças e Fontes há muito por onde escolher. Já para não falar da gastronomia, Pastas, gelados e pizzas são obrigatórios numa visita à cidade. Estas são as atrações que aconselhamos numa primeira visita à cidade. Mas Roma é uma cidade para voltar muitas vezes, e em cada uma das visitas descobrir novas atrações e redescobrir as que já visitaste. Museus do Vaticano e a Capela Sistina Os Museus do Vaticano são uma das atrações mais visitadas de Roma, e na nossa opinião com todo o mérito. São vários museus reunidos no Vaticano, e por isso são os museus do Vaticano, no plural, e não o Museu do Vaticano. Os Museus do Vaticano são uma vasta galeria de obras artísticas pertencentes à Igreja Católica. Uma colecção infinita de peças de diferentes períodos, com áreas temáticas, monumentos e jardins. A Capela Sistina situa-se no Palácio Apostólico, a residência oficial do Papa. É sem dúvida a sala mais famosa do palácio. A sua fama deve-se às impressionantes pinturas que decoram a capela. Os mais aclamados são os frescos no cofre e no teto, ambos de Miguel Ângelo. A Capela Sistina tem o nome de Sixtus IV, o papa que ordenou a restauração do espaço entre 1473 e 1481. Hoje, a capela é utilizada para a reunião em que os cardeais elegem o novo papa. Deixamos-te algumas dicas para a tua visita: • Comprar o Bilhete antecipadamente – A fila para comprar bilhete chega a ter mais de uma hora de espera, por isso é aconselhável comprar o bilhete online. Podes fazê-lo através dos vários sites de venda de bilhetes para atrações turísticas que existem ou no site dos museus de vaticano. • Atenção à Roupa – Lembra-te que estás num local sagrado. É proibido entrar com calções, mini-saia, decotes, ombros à mostra, e chapéus. • Objetos Proibidos – Na entrada tens de passar pelo detetor de metais. Por isso tudo o que não passa no detetor de metais não vale a pena levares contigo. Outros objetos proibidos são chapéus de chuva e selfie sticks. • Áudio-guia – Podes alugar o áudio-guia à entrada dos museus, ou fazê-lo também antecipadamente aquando da compra do bilhete online. O áudio-guia tem um sistema de reconhecimento das obras de arte e não necessita de ligação à internet. • Terraço – Antes de iniciar o percurso pelos museus fica o terraço, que pode passar despercebido aos mais distraídos. Daqui podes ter uma vista magnifica dos jardins do Vaticano. E tirar fotos fantásticas. • Ir com tempo – Aconselhamos a reservar pelo menos umas três horas do teu dia para esta visita. Os museus requerem uma visita com tempo. Basílica de São Pedro Também dentro da Cidade do Vaticano encontra-se a Basílica de São Pedro. Recomendamo-la como um dos lugares a ver em Roma, porque é a maior igreja cristã do mundo. Só por essa razão, vale a pena entrar e ficar impressionado com o tamanho do edifício e todos os detalhes que este esconde. Dentro está a Pietà, uma escultura feita por Miguel Ângelo entre 1498 e 1499. É uma das mais belas esculturas da história da arte. Além disso, a basílica está situada acima do local de sepultamento de São Pedro, um dos doze apóstolos e o primeiro bispo de Roma. O interior da basílica pode ser visitado gratuitamente. Contudo, se quiseres aceder ao miradouro que há na cúpula, terás de pagar uma taxa de entrada separada. Este bilhete é comprado na própria basílica, não pode ser comprado antecipadamente e deve ser pago em dinheiro. Recomendamo-lo? Sim, sim e três vezes sim. Subir à cúpula da Basílica de São Pedro é uma das coisas a fazer em Roma, porque as vistas do Vaticano e da cidade de Roma vão deixar-te de boca aberta. Coliseu, Fórum e o Monte Palatino Outro ponto a visitar em Roma é o Coliseu, o Fórum Romano e o Monte Palatino. Neste caso, também os agrupámos porque o bilhete de entrada dá acesso a estas atrações turísticas. O Coliseu ou Anfiteatro Flaviano quase não precisa de introdução. É um anfiteatro da época do Império Romano (ou seja, há cerca de 2.000 anos). O seu nome original refere-se à dinastia flamenga, que a mandou construir. Mas é conhecido como o Coliseu por causa de uma grande estátua do Colosso de Nero que se encontrava nas proximidades, mas que já não é preservada. A história do Coliseu e o seu bom estado de conservação valeram-lhe a designação de Património Mundial da UNESCO em 1980 e uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em 2007. O Fórum Romano era o fórum da Cidade. O fórum era onde se encontravam todas as instituições governamentais, o mercado e os templos religiosos. Hoje em dia só restam os restos destes edifícios. E embora para muitos possam ser apenas pedras, uma das coisas a fazer em Roma é dar um passeio pelo fórum para compreender como funcionavam os espaços urbanos na cidade de Roma. É muito interessante! O Monte Palatino é uma das sete colinas de Roma e separa o Fórum Romano do Circus Maximus. É uma das zonas mais antigas de Roma. De facto, acredita-se ser o local onde Rômulo fundou Roma. A verdade é que neste enclave existem sítios arqueológicos que datam de 1000 AC. Anda à volta do Circus Maximus e aprecia as suas dimensões Enquanto estiveres na área do Fórum Romano, aproveita a oportunidade para visitar o Circus Maximus. Este estádio de corridas de biga da Roma Antiga era o maior circo da antiga civilização romana. Estima-se que poderia albergar até 300.000 espectadores e que a pista poderia acomodar até 12 carroças. Atualmente conserva-se pequenos restos do Circo. Acredita-se que o material das cadeiras foi utilizado para construir outros edifícios durante o período medieval, e é por isso que a maioria deles desapareceu. Assim, apesar de recomendarmos que venhas vê-lo, deves saber que apenas a pista de corridas, agora coberta de relva, e alguns dos portões de partida permanecem. Experimenta a realidade virtual nos banhos de Caracalla Outra visita obrigatória em Roma é uma visita às Termas de Caracalla. Estes antigos banhos públicos foram construídos entre 212 e 217 DC. Hoje apenas as ruínas dos banhos permanecem, mas foram transformadas numa atração turística muito interessante graças à realidade virtual. Quando compras o teu bilhete, podes também alugar óculos de realidade virtual que te permitem andar pelo recinto e vê-lo como se acredita ter sido durante a Roma Imperial. Passeia pelos jardins da Villa Borghese e entra na Galeria Borghese Os jardins da Villa Borghese são para Roma o que o Central Park é para Nova Iorque. Uma grande área verde onde se pode dar um passeio e afastares-te do movimentado (e muito turístico) centro de Roma. É também o lar de um dos mais belos museus de Roma, a Galeria Borghese. A galeria alberga uma grande colecção de pinturas, esculturas e antiguidades iniciada pelo Cardeal Scipione Borghese. Sobe ao convés de observação do Monumento Vittorio Emanuele II Reconhecerás o Monumento a Vittorio Emanuele II porque é uma massa de mármore que pode ser vista de praticamente todos os cantos de Roma. É também conhecido como o Altar da Pátria. Foi construído em honra do primeiro rei da Itália unificada, Victor Emmanuel II. Mas a melhor coisa do monumento não é o edifício em si, mas as vistas do seu miradouro. Nas traseiras, construíram um elevador para aceder ao último terraço. E se tiveres a oportunidade, não percas as vistas. É um dos melhores pontos de vista da cidade e subir é uma das coisas que se deve fazer em Roma. Entra no Pantheon e maravilha-te com o seu tamanho Chegar à praça do Panteão é uma inspiração maravilhosa. Quando se vira a esquina e tal edifício aparece diante de ti, compreende-se porque é que Roma é tão especial. As suas ruas estão cheias de história. E não importa quantos destes edifícios possas ter visto em imagens, a realidade ultrapassa-os sempre. O Panteão é um templo circular construído em honra de todos os deuses – o melhor de tudo, é grátis! Uma das coisas a fazer em Roma é ir ao Panteão ao amanhecer para apreciares o edifício e a praça desocupada. É mágico. Faz um tour pelas diferentes praças de Roma Em Roma, a vida tem lugar nas praças. E não há apenas alguns, não. Estas são as praças essenciais a ver em Roma: • Campo dei Fiori: nesta praça existe um mercado diário com fruta, legumes, flores e produtos típicos italianos que podem ser utilizados como lembranças. • Piazza della Fontana di Trevi: aqui encontrarás a fonte mais famosa de Roma. E lembra-te, uma das coisas a fazer em Roma é atirar uma moeda para a Fonte de Trevi para garantires o teu regresso à Cidade Eterna. • Piazza di Spagna: O seu nome vem da embaixada de Espanha junto da Santa Sé. A praça está situada ao pé dos degraus de Trinità dei Monti. • Piazza Navona: esta praça tem um valor artístico muito importante porque tem esculturas, fontes e edifícios como Igreja de Santa Agnes em Agonia. Mas é também um ponto de encontro para artistas de rua, vendedores de rua e turistas. Uma praça cheia de vida e um dos melhores lugares para se ver em Roma. Prova a Gastronomia Típica de Roma Já é tempo de falarmos de comida. Porque, sejamos honestos: não se vai a Roma só para ver monumentos, ruínas e esculturas. Roma tem de ser saboreada. Portanto, se estiveres a preparar a tua próxima viagem à Cidade Eterna, começa por fazer uma lista de restaurantes, trattorias e gelatarias onde poderás encher-te de pizzas, massas, gelados e bom vinho. A boa vida! A gastronomia de Roma tem por base o que a população mais pobre comia. Uma vez que não podiam dar-se ao luxo de comer os produtos mais caros, encontraram formas criativas de aproveitar os alimentos a que tinham acesso. • Carciofi (alcachofras) – Estas são confecionadas de várias formas. As carciofi são as alcachofras grandes e as carciofini são as mini alcachofras. • Pratos de Coda (rabo de boi) ou tripa (dobrada) • Filetes de baccalà frito (bacalhau frito) • Bruschetta – Pão ligeiramente torrado e barrado com alho. Pode ser guarnecido com tomate ou patés. • Nas pastas destacam-se o spaghetti carbonara e all’amatriciana É habitual nos restaurantes, enquanto esperam serem servidos, oferecerem limoncello, um licor de limão tipicamente italiano. Uma refeição completa é composta por três pratos. A entrada (antipasto), primeiro e segundo pratos, que podem ser acompanhados por salada (insalata) ou guarnição (contorno). No final não pode faltar a sobremesa e o café. Normalmente o primeiro prato é composto por pastas e o segundo por carne ou peixe. Já sabes que há muitas coisas para fazer em Roma. Por este motivo, recomendamos que dediques pelo menos quatro dias inteiros à cidade. Dessa forma, poderás fazer tudo o que te sugerimos, e certamente algo mais. Não te esqueças de passear pelas ruas e explorar os diferentes bairros de Roma, prestando especial atenção ao Trastevere, um dos bairros mais bonitos e atmosféricos. O que pensas das nossas sugestões, achas que falta alguma coisa em Roma que não conste desta lista? Deixa-nos um comentário!

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Viajar pela Amazónia

Viajar pela Amazónia

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Se um dia te dissessem que ias viajar pela Amazónia, não acreditavas, pois não? Primeiro, porque é um daqueles sítios mágicos que só conheces porque vês imagens na televisão ou porque aprendes na escola que é lá que vivem mais de 212 espécies de mamíferos e 195 de répteis. E depois porque pensar nisso é somente um sonho. Mas os sonhos, por vezes, tornam-se realidade. E hoje nós da IATI Seguros vamos concretizar-te esse sonho. Podes não chegar a estar na Amazónia fisicamente, mas depois de leres este texto, vais sentir que, por breves momentos, estiveste lá… E sentiste tudo aquilo que poderias sentir e viver! Mas se fores mais além e quiseres mesmo viajar até à Amazónia, não te esqueças de contratar o seguro de viagem ideal para uma experiência destas. Já sabes que estamos preparados com os melhores planos até para estas aventuras mais especiais! Por isso, neste caso, aconselhamos-te o nosso plano IATI Estrela, que conta com salvamento e desportos de aventura incluídos. Vamos então até estas florestas selvagens, onde a aventura e a adrenalina são colocadas em ação? O que ver na Floresta Amazónica? A Amazónia ou Floresta Amazónica cobre a maior parte da Bacia Amazônica da América do Sul, sendo que esta Bacia abrange 7 milhões de quilómetros quadrados. Toda esta região inclui territórios pertencentes a 9 nações: Brasil, com 60% da floresta, seguida pelo Perú, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e França (Guiana Francesa). Como vês, esta grandiosa floresta não é pequena e cada nação tens as suas peculiaridades. Por isso, hoje escolhemos levar-te até à Amazónia Colombiana! Iniciamos viagem pelo rio Amazonas que, com 6800 quilómetros, é o maior do mundo. É difícil definir a cor deste rio, que varia entre o castanho e o verde, entre a sujidade e as milhares de histórias que devem já ter passado por ali. E enquanto viajas por esta imensidão de água, por este rio com uma cor tão peculiar, percebes que tens tanto para descobrir e para aprender. E que a história ainda nem começou… As Comunidades Há muitas comunidades na Amazónia, todas tão diferentes das outras; cada com os seus costumes e tradições e cada com o seu dialeto. Mas para se entenderem entre si, utilizam o espanhol como língua mãe. Todas as comunidades têm um chefe e ainda existe o chefe dos chefes. Se te queres aventurar pela Amazónia, nós aconselhamos-te a escolher uma comunidade para te acolher e te adotar como um novo membro da família. Existem algumas tours que já permitem esta inclusão, tais como, a Coya Amazonas Tours. Esta última é criada e gerida pela própria comunidade onde te vais inserir. Vais sentir que estás numa nova civilização. Mas mais do que sentir isto, vais vivê-lo. Vives com uma comunidade tão diferente, em que não existem horários, rotinas ou apitadelas no trânsito. E isto é uma das coisas mais magníficas de viajar pela Amazónia. Conhecer as diferenças de culturas, de tradições e de costumes e perceber que, mais do que tudo isto, há pessoas. Pessoas tão diferentes de nós mas que, lá no fundo, têm tanto em comum, desde a amabilidade, cooperação, companheirismo, simpatia e humanidade. Sentes que voltas ao passado, aos nossos ancestrais; que vais ser um deles e que vais fazer tudo o que for possível para conseguir sobreviver. A procura de alimento, as mezinhas que ajudam a curar doenças ou as festas em que todas as comunidades se juntam… Apesar de tudo isto, há comunidades desenvolvidas, em que há eletricidade durante algumas horas do dia e em que os filhos mais novos da família vão para a universidade estudar, no entanto, regressam a casa depois disso, para aplicarem todos os seus conhecimentos na comunidade. As mulheres continuam a trabalhar em casa e os homens pescam e caçam, mas já se fala de direitos de igualdade. Há pouca troca de dinheiro, as pessoas trocam entre si coisas que necessitam realmente. E tu ali tornas-te um deles. Se for preciso pescares, tu vais pescar. Se for preciso subir a uma árvore para apanhar um fruto com um nome muito estranho, tu vais fazê-lo e irás devorá-lo, de imediato, mesmo que não seja a melhor coisa que comeste na vida. Mas ali, naquela situação e naquelas circunstâncias, vai ser. Eles são pessoas especiais e tu vais viver isso de perto. Eles comunicam com os animais e usam tantas plantas para tantas doenças, porque acreditam que faz bem. Porque acreditam! E às vezes é tão difícil para nós conseguir acreditar, seja no que for… Fauna e Flora Viajar pela Amazónia leva-nos a paisagens míticas, a conhecer animais misteriosos e que não existem em mais nenhum lado, a árvores milenares e a frutos que nunca tínhamos imaginado existirem. Encontras tudo o que quiseres, tudo aquilo com que sonhaste um dia. Encontras plantas grandes e pequenas, umas verdes, outras amarelas e outras roxas. Encontras plantas nativas que servem para todo o tipo de chás e que curam muitas doenças, desde constipações, a diarreias ou até mesmo a febres. As “mezinhas”, vindas destas plantas, podem salvar vidas e a forma como acreditam e respeitam isso é “meio caminho andado”. Acreditar. Sim, na Amazónia, tu acreditas de verdade. Acreditas que tudo será possível e que até os impossíveis se transformam. Tens milhares de animais, muitos deles que não estão sequer estudados, dizem por ali que os “doutores têm dificuldade em comunicar com as comunidades”. Para além destes animais, que são sagrados, existem os peixes, de todas as formas e feitios e que são a principal base da alimentação. A vida na Amazónia refaz-se a cada instante, mas até quando é que isto será possível? Passeios de Canoa Imagina-te numa canoa, com mais três ou quatro pessoas, nesse tal rio Amazonas que já te falamos, onde não sabes o que está naquelas águas de tantas cores; mas uma coisa é certa, há crocodilos. E como se não bastasse, nessa mesma canoa, que com um sopro maior do vento, pode virar-se, vais à procura desses mesmos crocodilos de que tens medo (ou respeito), mas pelos quais também nutres uma curiosidade imensa. Mas isto tem de ser feito à noite. E convém que um desses crocodilos não vire a canoa. Aventuras-te? Este é um dos programas que não podes perder na tua próxima viagem à Amazónia! Experiências memoráveis Podes pescar, podes comer caracóis gigantes típicos da zona, podes cozinhar com as comunidades, podes subir às árvores no meio da selva, podes ver os golfinhos cor-de-rosa no rio Amazonas, podes ver um pôr do sol incrível ou podes simplesmente deitar-te numa cama de rede e ouvir todos os sons que emergem à tua volta. E será diferente de tudo aquilo a que estás habituado. A todos os níveis, e em todos os sentidos – desde a audição, à visão, ao paladar, ao tato e até mesmo ao cheiro. Irás emergir num novo mundo dos sentidos, com experiências memoráveis e ultrapassas tudo. Ultrapassas os milhares de bichos que te querem morder, ultrapassas o medo de matar um animal para comer; ultrapassas o medo dos barulhos que ouves a toda a hora; o medo das chuvas que parecem que vão destruir toda a aldeia; ultrapassas o medo de não poderes seres quem és; ultrapassas-te a ti próprio e vais buscar forças a toda a aventura que vives no momento. Portanto, se viajares com um bom e adequado seguro da IATI seguros para a Amazónia, não precisas de ter medo. Precisas somente de saber viver e aproveitar cada minuto como se fosse o último, tal como o mítico “Carpe Diem”. Autores: TravelB4Settle

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O que visitar em Velha Goa?

O que visitar em Velha Goa?

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Quem ouve falar de Goa associa automaticamente a séculos de história e à época dos descobrimentos. Mas como será esta antiga colónia portuguesa na Índia? Nunca tiveste curiosidade de saber e de ver com os teus próprios olhos? Como será que se vestem? Será que falam a nossa língua? Neste artigo vamos falar um pouco sobre como é a região de Goa e o que ver e fazer na antiga colónia portuguesa. Antes de embarcares nessa aventura, faz o teu seguro de viagem online e viaja de forma tranquila e sem preocupações. O que ver em Goa Sendo português, devias visitar Goa pelo menos uma vez na vida! Não só pelas suas praias extensas e paradisíacas, mas por toda a história, arquitetura e marcas que foram deixadas por portugueses sonhadores e conquistadores na época dos descobrimentos. Goa apenas voltou ao domínio indiano em 1961, até lá tinha sido colónia portuguesa durante uns 450 anos. Como todas as regiões da India, Goa também é muito extensa o que por vezes dificulta a vida dos turistas. Para entender um pouco como está dividida a região, o norte é a zona de ambiente noturno e praias mais movimentadas e o sul tem praias mais tranquilas, ideais para relaxar. No meio está a cidade de Panjim e a antiga capital, Velha Goa, onde podes ver igrejas, ruas, estabelecimentos e casas com nomes portugueses. É conhecido por ser a “Roma do oriente” pela sua forte ligação à religião católica num país onde o Hinduísmo domina. Além das suas praias fabulosas, estes são os lugares que deves visitar: Bairro das Fontaínhas Este bairro está localizado na capital de Goa, Panjim. Bairro com carimbo português, ao passear por estas ruas vais encontrar uma arquitetura 100% portuguesa assim como nomes de ruas e restaurantes com pratos da nossa gastronomia. Terás dúvidas se estás a passear pelas ruas de Panjim ou no bairro de Alfama em Lisboa. Sem dúvida que é um lugar a não perder na tua próxima visita a Goa. Fortaleza da Aguada Construído pelos portugueses em 1613, está fortaleza tem uma vista fantástica para a praia de Sinquerim e para o mar Arábico. Servia de ponto estratégico para defesa da região e auxiliava os navios portugueses nas suas expedições. Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição Bem no centro da Panjim, foi a primeira igreja a ser construída em Goa. Com a sua escadaria simétrica e de cor branco pastel para combater o calor, é um dos lugares mais visitados e fotografados pelos turistas e locais. Em frente encontra-se uma praça típica portuguesa onde as famílias locais convivem e passam o seu tempo. Basílica do Bom Jesus Um dos símbolos da Velha Goa, esta basílica recebe milhões de peregrinos por ano. Construída por jesuítas, é o lugar onde guarda o corpo de S. Francisco Xavier, conhecido como o jesuíta mais influente e que mais conversões fez no oriente. Sendo inaugurada em 1605 é um edifício com mais de 400 anos de história. Capela Sra. Do Monte Foi construída no cimo de um monte e tem uma vista panorâmica para a região de Goa. Depois de um recente restauro, encontra-se aberta a visitas e em bom estado. Visitar Goa é sentir-se em casa, encontrar marcas deixadas pelos nossos antepassados e com um pouco de sorte ainda encontrar alguém que vos fale em português. É uma região onde podes passar uma semana a visitar praias exóticas de águas cálidas, cascatas perdidas na selva, divertir-te pelas festas nas praias do Norte ou mergulhar em história e cultura em Velha Goa e Panjim. Sé Santa Catarina Sendo também um dos edifícios mais imponentes de Velha Goa, com os seus 76 metros de comprimento e 55 metros de altura, este edifício é dedicado a Santa Catarina de Alexandria. Esta igreja está considerada como uma das maiores que foram construídas por portugueses em todo o mundo. Igreja São Francisco de Assis Igreja com um estilo arquitetónico português bem vincado, este edifício também foi um convento. Ruínas Santo Agostinho O único que se pode ver de pé nestas ruínas é uma das torres da igreja que foi abandonada depois de desabar. Escavações e estudos antigos indicam que neste monumento existiam 8 capelas, um convento e quatro altares. Autores: The Globetrotter Duo

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4 castelos portugueses a não perder

4 castelos portugueses a não perder

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Portugal é um país de grandes batalhas e tradições, e para conheceres melhor um pouco da história do nosso país, a IATI viaja contigo por quatro castelos emblemáticos. De norte a sul, existem cidades medievais lindíssimas e que vais adorar explorar. Hoje contamos-te tudo sobre 4 castelos portugueses a não perder. Parte à descoberta numa roadtrip, sozinho ou com os teus amigos, mas não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para desfrutares das tuas férias, sempre protegido! Castelo de Guimarães – Guimarães Este é o castelo mais emblemático de Portugal, pois foi aqui que o país nasceu! Em meados do Século X, após a morte do Conde Hermenegildo, Mumadona Dias assume o governo do condado portucalense e ordena a construção do Mosteiro de Santa Maria, na parte baixa da cidade, e de um castelo (construído entre o ano de 950 e 957) para o defender, este no ponto mais alto. Este castelo tinha como função, defender o mosteiro e a comunidade cristã dos constantes ataques dos mouros. Nas suas proximidades, deves também conhecer o Paço dos Duques de Bragança e a Capela de São Miguel do Castelo onde dizem ter sido batizado o primeiro rei de Portugal. Atualmente, o centro histórico da cidade é um lugar que não deves deixar de conhecer. Considerado pela UNESCO como Património da Humanidade, caminhar pelas ruas estreitas da cidade é quase uma viagem no tempo. Aproveita a visita a Guimarães para conhecer o Largo da Oliveira, a rua de Santa Maria, a Praça de Santiago, o Largo do Toural, a Igreja da Nossa Sra da Consolação e Santos Passos e o Santuário da Penha, onde poderás contemplar um fantástico pôr do sol! Sem dúvida um dos 4 castelos portugueses a não perder. Castelo de Santa Maria da Feira – Santa Maria da Feira Este castelo é um dos mais ilustres castelos portugueses pois, com uma estrutura estrategicamente defensiva teve um papel basilar na batalha de São Mamede, em 1128, quando Pêro Gonçalves de Marnel apoiou D. Afonso Henriques na batalha contra D. Teresa e o conde de Trava. Uma das melhores alturas para visitar a cidade é nas primeiras semanas de agosto, quando se realiza a famosa “Viagem Medieval em terras de Santa Maria” e toda a cidade se transforma numa incrível cidade medieval durante 15 dias. Aproveita também para conhecer o centro histórico, a Igreja Matriz e Igreja da Misericórdia, o Museu Convento dos Loios, o Castro de Romariz, o Parque das Ribeiras do rio Uíma, os Jardins do Europarque e Praia fluvial da Mâmoa. Se gostas de praia, podes aproveitar a proximidade de Santa Maria da Feira com algumas das melhores praias do pais, para dar uns mergulhos na Praia de Esmoriz ou de Espinho. Castelo de Mouros – Sintra Com uma construção irregular, esta fortificação militar localizada na vila de Sintra, foi construída após os muçulmanos finalizarem a conquista da península ibérica. A partir das suas muralhas é possível admirar o Palácio da Pena e desfrutar de uma paisagem incrível que se estende até ao oceano Atlântico. Nas redondezas do Castelo de Mouro visita a Vila de Sintra e o Palácio Nacional de Sintra, o Palácio da Pena e o seu parque verdejante, o Chalet da Condessa d’Edla, o Palácio de Monserrate, o Museu da História Natural de Sintra, a Quinta da Regaleira e o Convento dos Capuchos! Podes estender a tua visita até ao Cabo da Roca e ainda explorar a Praia da Ursa. Castelo do Marvão – Marvão Situado no ponto mais alto da Serra de São Mamede, pensa-se que estas terras já eram ocupadas na pré-história e mais tarde pelos romanos, devido à proximidade com uma via romana que atravessa o rio Sever. Na sequência da conquista de Alcácer do Sal, D. Afonso Henriques terá conquistado este castelo aos mouros por volta de 1166. A melhor forma de conheceres uma das mais bonitas vilas de Portugal é percorreres a pé as suas ruas estreitas repletas de construções típicas alentejanas, sobe as suas muralhas para apreciares a vista panorâmica e visita o Museu Municipal, instalado na antiga Igreja de Santa Maria. Após a tua visita a Marvão, explora também a Cidade Romana de Ammaia, uma antiga cidade em ruínas, descoberta apenas no século passado e que ainda hoje se encontra a ser investigada por cientistas de todo o mundo. Nas proximidades, podes ainda conhecer Castelo de Vide, Elvas e Portalegre. Autor: Gato Vadio Blog

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Vale do Douro: destino perfeito para celebrar o Amor

Vale do Douro: destino perfeito para celebrar o Amor

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O Dia de São Valentim está quase a chegar e ainda não decidiste onde levar a tua cara metade para celebrar este dia tão especial? Preparamos uma lista com ideias e sugestões de hotéis, restaurantes e o que fazer no romântico Vale do Douro para te ajudarmos nesta missão! Antes de viajar, não deixes de contratar um seguro de viagem IATI, para voltares só com boas lembranças. Desfruta do Dia dos Namorados no Vale do Douro Alojamento no Vale do Douro 1. Douro41 Hotel & Spa: localizado na EN222, perto de Castelo de Paiva, este hotel de 4 estrelas oferece vistas deslumbrantes sobre o Rio Douro e comodidades como piscinas interna e externa, ginásio, sauna e tratamentos de relaxamento e estéticos. O Douro41 também conta com um restaurante panorâmico, de gastronomia tradicional portuguesa. 1. Sixsenses: este hotel de 5 estrelas ocupa a Quinta de Vale Abraã, em Samodães, e une harmoniosamente a natureza e a sofisticação, dispondo de spa, ginásio, piscinas, restaurante, bar e muito mais! 1. The Wine House Hotel – Quinta da Pacheca: este hotel 4 estrelas oferece uma experiência única aos seus visitantes, já que a experiência vinhateira é completa. Além do alojamento tradicional, também estão disponíveis alguns quartos em barris adaptados, bem como visitas guiadas pela quinta, provas e cursos de vinhos. 1. Douro Royal Valley Hotel & Spa: este moderno hotel de 5 estrelas, situado em Baião, oferece aos seus hóspedes, além da esplêndida vista panorâmica para o rio Douro, várias comodidades como campo de ténis, piscina aquecida, ginásio, bar e restaurante, banheira de hidromassagem, serviço de lavandaria e de babysitting. Perfeito para uma viagem a dois ou em família! 1. Hotel Rural Casa dos Viscondes da Varzea: este hotel faz-nos lembrar das novelas de época! Pois aqui poderão encontrar o cenário ideal para aquela escapadinha romântica, com a verdadeira essência do turismo rural, e também usufruir de piscina, campo de ténis e restaurante! Onde comer no Douro Capricha no romantismo e faz já uma reserva para jantarem num dos deliciosos restaurantes da região! 1. DOC: localizado em Armamar, este restaurante já recebeu uma estrela Michelin! Oferece gastronomia mediterrânica, europeia e portuguesa, além de ser adequado para vegetarianos, veganos e celíacos. 1. Castas e Pratos: situado no Peso da Régua, oferece gastronomia europeia, contemporânea e portuguesa, com um preço médio entre os 40€ e 100€. É, também, uma excelente opção para vegetarianos, veganos e celíacos. 1. Casa da Real Companhia: em Lamego, este restaurante oferece pratos mediterrâneos, europeus e contemporâneos a um custo mais acessível (em média, entre 15€ e 40€) e possui boas avaliações de quem já o experimentou! 1. Manjar Do Douro: serve comida europeia, portuguesa e mediterrânea ao almoço e ao jantar, em Lamego, e inclui no menu opções vegetarianas e sem glúten. Passeios pelo Douro Não faltam opções do que fazer e visitar nesta fantástica região, que consta na lista de Património da Humanidade da UNESCO! Enquanto estiveres no Douro, aproveita para seguir as nossas recomendações, que foram escolhidas com muito carinho! 1. Conduz pela EN222, uma das estradas com as vistas mais belas em Portugal, pelas margens do Rio Douro, onde poderás ver as vinhas alinhadas nos socalcos, nas encostas das colinas. 1. Visita algumas das belas quintas da região e experimenta os deliciosos Vinhos do Porto lá produzidos. A Quinta da Pacheca, a Quinta do Vallado e a Quinta Santa Eufémia são as favoritas, segundo recomendações dos visitantes no Tripadvisor! Já a Quinta do Panascal é uma excelente opção para quem deseja uma visita mais privada e sossegada. 1. Os miradouros da região do Douro são de roubar o fôlego! São Leonardo da Galafura, São Domingos e Casais de Loivos estão, sem dúvidas, entre os mais bonitos! 1. As vilas ao longo do Vale também possuem um charme especial. Não deixes de conhecer Provesende, Peso da Régua e Pinhão! Se continuares a subir pelo Douro em direção a Espanha, poderás conhecer também Freixo de Espada à Cinta e a zona espanhola do Douro. 1. Em Pinhão, aprecia os belos azulejos da estação de comboios e, depois, embarca num passeio de barco pelo Rio Douro. Aproveita e faz já o teu seguro IATI Escapadinhas para Portugal. Autora: Amanda sem Fronteiras

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Roteiro de 10 dias no Myanmar

Roteiro de 10 dias no Myanmar

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O Myanmar é a nova jóia turística do Sudeste Asiático. Durante muitos anos o país esteve fechado ao turismo e só há relativamente pouco tempo começou a receber estrangeiros. Este é um dos motivos que mais têm atraído pessoas para este país, a oportunidade de conhecer um país puro que ainda não foi desvirtuado pelo turismo massivo como já acontece na maioria dos países desta região. É no Myanmar que poderás conhecer uma cultura ancestral, que se manteve intocável durante anos e anos, e ver paisagens deslumbrantes. Mas o melhor do Myanmar são as pessoas e os sorrisos. É esta a alma da Birmânia. O turismo no Myanmar tem crescido largamente nos últimos anos e a rede de hotéis e restaurantes disponível é já bastante eficiente. Hoje apresentamos-te um roteiro de 10 dias pela antiga Birmânia, para que possas planear a tua viagem. Antes de mais, não te esqueças de contratara um seguro médico internacional com a IATI para que possas viajar em segurança. Roteiro de 10 dias pelo Myanmar Yangon – 2 dias Yangon foi durante muitos anos a capital da Birmânia e por isso é a maior cidade do Myanmar. É aqui que fica o principal aeroporto do país por isso esta será a melhor porta de entrada no país. Embora Yangon seja uma grande cidade, não é caótica ou confusa como a maior parte das capitais asiáticas. Caminhando pelas ruas de Yangon sentimos que, de alguma forma, fomos transportados para os anos 90, onde a evolução tecnológica ainda não chegou. Uma das principais atrações de Yangon é o Shwedagon Pagoda, o pagoda mais importante do país já que aqui estão guardados 8 fios de cabelo de Buda, o que torna o local especialmente sagrado. A entrada custa 10 000 MMK. Outro pagoda bastante famoso é o Sule Pagoda, que é, ao mesmo tempo, um pagoda e uma rotunda no centro da cidade. O preço de entrada ronda os 4 000 MMK. No final do dia e depois de visitares ambos os templos sugerimos um passeio por um dos principais parques da cidade, o People’s park ou Mahabandoola Garden. Neste último situa-se também o lago Kandawgyi. No dia seguinte poderás visitar outras atrações da cidade como o City Hall e a China town. Caminhar pelas ruas da zona histórica faz também parte do roteiro já que só assim poderás absorver o ritmo e a dinâmica do país. Se tiveres interesse, há uma igreja portuguesa a cerca de 8 km de Yangon, a Ancient Portuguese Church. A melhor forma de lá chegar é de táxi. No local encontrarás um senhor que te explicará tudo sobre a influência portuguesa no Myanmar e a construção da igreja, vale bem a pena. No final do segundo dia recomendamos que apanhes o autocarro noturno até Bagan, aquela que será a segunda paragem deste roteiro. Bagan – 2 dias Bagan é, sem dúvida, a cidade dos templos e pagodas. Uma espécie de Angkor Wat sem centenas de turistas. Assim que entrares em Bagan terás de pagar um ticket que te custará 25 000 MMK e lhte dará acesso a esta zona histórica. Tem-no sempre contigo pois durante a tua estadia é provável que te peçam o bilhete várias vezes. A melhor forma de explorar os templos de Bagan é de scooter elétrica. O preço do aluguer ronda os 5 000 MMK por dia. Tem em atenção que, desde Dezembro de 2018, é estritamente proibido subir ou escalar a qualquer um dos templos. Tem cuidado e lembra-te sempre que estás perante património histórico importantíssimo datado do século XI. Em Bagan é obrigatório assistir ao nascer do sol. O céu pinta-se em tons de vermelho e laranja, ao mesmo tempo que dezenas de balões de ar enfeitam o céu. A paisagem é deslumbrante e vale muito a pena. O templo mais famoso para ver o nascer do sol é o Shwesandaw Pagoda. Se quiseres evitar multidões logo pela manhã poderás escolher qualquer outro lugar. Será um belo momento de qualquer das formas. Durante o resto dos dias recomendamosmos que explores os vários templos desta zona. Poderás fazê-lo de forma independente ou com um guia e ambos têm as suas vantagens. Se, de forma independente, poderás explorar templos completamente vazios e visitar ao seu próprio ritmo, com um guia sempre poderás aprender um pouco mais sobre a história por detrás dos templos. Bagan não é nem de perto tão famoso como Angkor Wat, a maior parte dos templos não estão sequer sinalizados no mapa e, depois de 3 ou 4, poderás sentir que todos são iguais. Neste caso, o guia será a melhor opção. Bagan pode ser muito quente por isso sugerimos que escolhas um hotel com piscina onde poderás refrescar-te no final do dia depois de um dia inteiro a explorar templos. Trekking desde Kalaw até Inle Lake – 2 dias Caso tenhas tempo suficiente aconselhamos também fazer um trekking até ao Inle Lake, aquela que será a terceira paragem deste roteiro. O trekking começa na pequena cidade de Kalaw pelo que terás de ir desde Bagan até Kalaw de autocarro. Lá encontrarás várias agências que fazem trekkings de 2 ou 3 dias. A dificuldade é média e poderás ainda pernoitar num mosteiro no meio das montanhas e passar por aldeias isoladas. Os preços começam em 30 000 MMK. Inle Lake – 2 dias O Inle lake é, a par de Bagan, uma das principais atrações do Myanmar. Este é um dos maiores lagos do país em torno do qual, ao longo de décadas, se desenvolveram várias vilas e aldeias flutuantes. Estando estas tão isoladas acabaram por desenvolver as suas próprias técnicas de cultivo e de pesca, o que torna este lugar único no mundo. Tal como em Bagan, também aqui terás de pagar cerca de 15 000 MMK por um ticket que lhe dará acesso a esta zona. Nyaung Shwe é a vila onde se concentram a maior parte dos hotéis. Aqui terás de alugar um barco que te levará, durante o dia, a vários pontos turísticos ao longo do Inle Lake. Normalmente começam bem cedo, para poder assistir ao nascer do sol nas montanhas. Depois, passarás por vilas flutuantes, mercados, fábricas de prata e de tabaco artesanal e até jardins flutuantes. Poderás também acordar com o teu guia que locais preferes visitar. O preço do barco ronda os 49 500 MMK e leva no máximo 6 pessoas. No dia seguinte sugerimos que alugues uma bicicleta e dês a volta ao lago. Passarás também por pequenas aldeias, escolas e mercados locais. Nos hotéis costumam ter mapas para te ajudar já que este passeio de bicicleta é muito comum. No final poderás voltar de barco com a bicicleta até Nyaung Shwe, apenas terás de acordar o preço com um dos muitos barcos que lá esperam pelos turistas. Mandalay – 2 dias De seguida, e como última paragem, recomendamos Mandalay, aquela que também foi, em tempos, capital da Birmânia. As principais atrações de Mandalay não se situam no centro da cidade mas sim na periferia. O mais famoso é sem dúvida o templo branco, Hsinbyume Pagoda, em Mingun. Para lá chegar terá de apanhar um barco, cujo bilhete de ida e volta custa 5 000 MMK. Do porto até ao templo serão uns 10 minutos de caminhada e passará também por outras atrações como Mingun Pahtodawgyi, um templo que seria o mais alto do mundo se tivesse sido acabado, e o Mingun Bell, o segundo maior sino do mundo, com 90 toneladas. Já na parte da tarde sugerimos que vá até Amarapura, pois é aqui que se situa a famosa U Bein Bridge, onde poderá assistir a um fantástico pôr-do-sol. Mas além da famosa ponte vale também a pena visitar o Mosteiro Mahagandhayon e o Mosteiro Bagaya. No segundo dia aconselhamos que explore a cidade de Mandalay de bicicleta, para que também possa absorver a dinâmica da cidade. Como atrações tem o Palácio de Mandalay e o Templo do Buda Mahamuni. Este último é um dos mais importantes locais de peregrinação no Myanmar. A imagem de Buda pesa 6,8 toneladas e tem cerca de 3,8 metros de altura. É comum que os homens coloquem folhas de ouro na imagem de Buda, como que por tradição (a entrada é proibida para mulheres). Contudo, ao longo dos anos, esta tradição fez com que a própria imagem de Buda ficasse desfigurada pois já conta com uma camada de cerca de 15 cm em folhas de ouro. É possível ver no templo a evolução da imagem de Buda ao longo dos anos. Uma outra atração muito interessante será assistir a um show dos Moustache Brothers. É uma espécie de teatro formado por membros da mesma família onde as pessoas contam as suas histórias de vida em jeito de comédia, abordando também, de uma forma satírica, como era a vida durante o regime militar birmanês. O espetáculo custa 10 000 MMK e é em inglês. Por fim recomendamos que use o aeroporto de Mandalay como porta de saída do país, já que este é também um dos aeroportos principais. Autora: Patricia Carvalho, Girl From Nowhere

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5 atividades românticas a fazer em Veneza

5 atividades românticas a fazer em Veneza

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Não é novidade nenhuma que Veneza é a cidade do amor e, por essa razão, hoje a IATI Seguros traz-te 5 atividades românticas a fazer em Veneza. No entanto, lembra-te que antes de marcares a tua escapadinha romântica nesta cidade, deves resolver algo muito importante: a saber, a contratação do teu seguro de viagem. Assim, e se és viajante frequente, o que achas de fazer uma surpresa à tua cara metade e ofereceres-lhe um presente que pode ser usufruído durante um ano inteiro? Sim, o IATI Bloggers e Grandes Viajantes é um seguro de viagem de longa duração ou anual multiviagens. A primeira modalidade, a de longa duração, é indicada para uma viagem que dure entre seis meses e um ano mas a segunda modalidade, a anual multiviagens que te estamos a sugerir neste artigo, inclui todas as viagens que fizeres durante um ano completo, desde que cada uma não tenha uma duração superior a seis meses. Agora que estas formalidades estão resolvidas, embarquemos na viagem! 5 atividades românticas a fazer em Veneza Fazer um cruzeiro numa gôndola Pois, reconhecemos que fazer um cruzeiro numa gôndola não é propriamente inédito, mas existe uma razão para este passeio ser tão popular entre os casais apaixonados. Aliás, uma não, várias razões, das quais te vamos indicar algumas: • Ter uma história para contar: imagina o que é chegares a casa e quando te perguntarem como correu a viagem dizeres que fizeste um magnífico cruzeiro de gôndola nos canais de Veneza! Os teus amigos vão roer-se de inveja (no bom sentido!); • Banda sonora inesquecível: uma das aptidões que os gondoleiros precisam de dominar, além de conduzir a gôndola, é claro, é cantar muito bem. Por isso, a banda sonora de qualidade está garantida. • Passeios privados: as ruas de Veneza podem tornar-se muito congestionadas, com gente por todo o lado. Por isso temos a certeza que vais valorizar um passeio tranquilo a dois; • Canais e paisagens numa perspetiva nova: as gôndolas percorrem os lugares turísticos mas também passam por sítios não acessíveis de outra forma. Assim, vais ter uma visão mais abrangente da paisagem veneziana. Descobrir um sítio novo, único, que possa ser só vosso Um sítio novo em Veneza, uma das cidades mais visitadas do mundo? Pode parecer um paradoxo mas é exatamente o que estamos a sugerir porque sabemos que é possível. Sabias que em Veneza estima-se que haja cerca de três mil vielas que totalizam cento e noventa quilómetros? É uma extensão considerável, continuas a achar que já viste tudo em Veneza e que não existem lugares novos a descobrir? Só tens de sair das áreas centrais mais turísticas e partir à aventura. As recompensas esperam-te! Pintar e decorar uma máscara de Carvaval O carnaval de Veneza é sobejamente conhecido mas para teres uma lembrança personalizada não precisas de visitar esta cidade na altura mais louca do ano! Existem vários ateliers onde é possível comprar e decorar a tua própria máscara de Carnaval. Irás identificar facilmente esses sítios se estiveres atento a um detalhe: na porta costuma estar um manequim com uma máscara de Carnaval! Entra, diverte-te, pinta e decora a tua máscara e terás um souvenir único e especial. Deliciar-te com um piquenique Os italianos são conhecidos por apreciarem os produtos frescos e de qualidade. É no mercado do Rialto que os habitantes locais costumam diariamente fazer as compras. Lá irás encontrar todo o tipo de alimentos mas para um piquenique especial, e como provavelmente não terás acesso a uma cozinha para cozinhares, sugerimos que compres os seguintes produtos: queijo, charcutaria, azeitonas, pão, focaccia, arrancini (bolas de arroz fritas com recheios variados) ou aquilo que tiver bom aspeto. Quando as compras estiverem feitas, escolhe um sítio apropriado para o piquenique a dois. O melhor será usares o bom senso e escolheres um lugar onde já estejam outros viajantes. Além disso, podes sempre optar pelo teu novo sítio especial ou a varanda do teu hotel. Escolher o melhor sítio de observação Veneza tem, realmente, muitos edifícios históricos que observados a partir de cima ganham uma dimensão única. Felizmente a cidade é rica em sítios de observação mas para que não percas o teu precioso tempo vamos desvendar-te qual é o melhor sítio de observação em Veneza: Campanário de São Marcos, localizado na Praça de São Marcos. Terás de utilizar um elevador mas acredita que valerá a pena. Aí poderás ver a totalidade da cidade de Veneza, os telhados, a lagoa, os barcos a dirigirem-se de um lado para o outro. É o sítio perfeito! E estas são as nossas sugestões de 5 atividades românticas a fazer em Veneza. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Autora: Passaporte no Bolso

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Praias mais bonitas da Austrália

Praias mais bonitas da Austrália

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Num país que tem milhares de quilómetros de costa, não é surpresa que existam belas praias espalhadas por toda a Austrália. A IATI Seguros convida-te a explorar as praias mais bonitas da Austrália Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para mergulhar nas águas de um país incrível. Whitehaven – Queensland Esta é, sem dúvida, uma das praias mais bonitas da Austrália – quiçá a mais bela de todas. Aliás, Whitehaven já foi votada várias vezes pelos Australianos como a praia mais bonita de Down Under e é também uma das mais fotografadas – percebe-se porquê. Situada no estado de Queensland, com águas transparentes e areias tão brancas como o algodão, é um dos cenários mais paradisíacos que vais encontrar. Enseadas e lagoas compõem o cenário desta praia na ilha de Whitsunday. Whitehaven estende-se por mais de sete quilómetros de costa e mesmo em época alta nunca estará repleta de turistas. Localizada no coração da Grande Barreira de Corais, Whitehaven é uma praia imaculada. É tão bonita que até parece irreal. Bondi Beach – Nova Gales do Sul Outra das praias mais bonitas da Austrália é Bondi, uma praia obrigatória em qualquer viagem a Sydney. Este pedaço de areia é muito popular na maior cidade da Austrália, mas não apenas pela proximidade. A cultura de praia da Austrália teve início em Bondi Beach e pode ainda hoje comprovar-se, com as devidas diferenças temporais, que este é um local de culto para todos os habitantes da região. A praia é bastante popular entre os surfistas – que aproveitam as boas ondas – e entre caminhantes, pois o passeio costeiro a partir de Bondi é muito atraente, com falésias, escarpas e paisagens deslumbrantes. A popularidade é tanta que chegar a Bondi Beach é quase tão difícil como ir embora – é complicado chegar pelo volume de tráfego nos fins-de-semana, mas depois de lá chegar ninguém quer ir embora. Baía de Wineglass – Tasmânia A Baía de Wineglass, na Tasmânia, é absolutamente estupenda e uma das imagens de marca desta região. A forma arredondada, com vegetação verdejante, escarpas de granito e, claro, águas azul-turquesa deixam-nos quase a delirar com tamanha beleza. A partir de um miradouro é possível constatar todas os atributos desta praia australiana. Para chegar a este ponto de observação é necessário caminhar cerca de meia hora. E não falta o que fazer nesta praia da Baía de Wineglass – dentro e fora de água – como snorkelling, caiaque, observação de vida selvagem e caminhadas. Ou podes apenas contemplar a paisagem com um copo de vinho (wineglass) na mão, enquanto assistes ao pôr-do-sol. Byron Bay – Nova Gales do Sul Continuamos nas praias mais bonitas da Austrália com as infindáveis praias de Byron Bay e as ondas perfeitas para o surf atraem turistas há muitas décadas. Além destes, também outros viajantes procuram esta região para caminhar e meditar, abençoados pela beleza e tranquilidade da zona. Byron Bay situa-se na zona mais oriental da Austrália, junto do farol do Cabo Byron, no estado de Nova Gales do Sul. Agora é um destino hippie, mas já foi uma estação baleeira. As praias de Byron Bay são visitadas por golfinhos, baleias e tartarugas marinhas. Queres melhor companhia para mergulhar nas belas águas desta região? Lizard Island – Queensland Lizard Island, no estado de Queensland, é daquelas regiões onde é impossível tirar uma má fotografia. Situada na Grande Barreira de Corais, a 240 quilómetros de Cairns, a ilha tem mais de 20 praias para visitar e mergulhar. O mais difícil é escolher uma destas deslumbrantes praias – e até chegar lá, pois os preços são elevados. O acesso a algumas praias é exclusivo para quem fica alojado nos resorts, mas com duas dezenas de praias fantásticas, irás, por certo, conseguir ter uma praia também quase em exclusivo para ti. Algumas das praias são perfeitas para mergulhar perto da costa e sem recurso a barco. The Basin, Austrália Ocidental The Basin (a bacia) pode até nem ter um nome atrativo, mas a paisagem é inspiradora. Livre de correntes fortes, com águas cristalinas e recifes de coral, The Basin é um local para passar várias horas a mergulhar. Aliás, é quase um pecado visitar a ilha de Rottnest e não mergulhar nesta praia. Seja como for não irás ter problemas em escolher uma praia nesta ilha, pois existem cerca de 20 baías que dão lugar a mais de 50 praias isoladas. Também por aqui existem alguns barcos naufragados que agora são o ponto de reunião de milhares de cardumes. As águas límpidas da zona atraem (além dos humanos) animais marinhos – embora alguns sejam perigosos (e venenosos) como o polvo-de-anéis-azuis. No entanto, isto não impede que milhares de pessoas se banhem e descubram o que o mar tem para oferecer numa zona maravilhosa da Austrália. Esta é apenas uma reduzida amostra da quantidade e qualidade das praias da Austrália. Agora só te resta reservar o bilhete de avião, comprar o seguro de viagem IATI Seguros e partir à descoberta das praias mais bonitas da Austrália. Se ainda não sabes como tirar o visto para a Austrália, descobre tudo neste artigo. Autor: Lugares Incertos

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