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Tipos de pessoas que vais conhecer a viajar pela Europa

Tipos de pessoas que vais conhecer a viajar pela Europa

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Ao viajar fora do teu país, vais com certeza conhecer muitas pessoas interessantes. Se fores de mochila às costas estás mais exposto à aventura e a conhecer todo o tipo de pessoas que o backpacking atrai. Embora os mochileiros sejam diferentes entre si, há traços de personalidade que se repetem, e por esse motivo a Iati Seguros fez uma lista de vários tipos de viajantes que vais encontrar a viajar pela Europa. Durante a tua próxima aventura, tenta reconhecer os estereótipos em baixo. Já sabes qual vai ser a tua próxima viagem de mochila às costas? 8 pessoas que vais conhecer a viajar pela Europa O estudante em Gap Year Por norma inglês ou australiano, este entusiasmado viajante acabou agora o ensino secundário e antes de se comprometer com uma licenciatura decidiu conhecer outras realidades. Os pais acharam que era importante o miúdo ganhar mundo e lá foi ele. É comum alguns viajantes tratarem com cinismo os novatos que começaram agora a conhecer outros países, não sejas essa pessoa. Aproveita para os conheceres e alimenta-te da sua boa energia! O nómada digital Normalmente encontras este tipo na área comum do hostel enquanto participa numa reunião por Skype. Podes identificá-lo facilmente pelo portátil comprado há dois meses, com uma máquina fotográfica e outros gadgets ao lado. A grande maioria das vezes tem um trabalho ligado a marketing digital ou programação, e no momento que percebeu que podia trabalhar em qualquer sítio com uma ligação de wi-fi, fez-se à estrada e tem conhecido vários países enquanto trabalha de forma remota. O “arrumadinho” Este mochileiro tem um plano bem definido e não tem tempo a perder. De manhã vai escalar uma montanha, quer almoçar junto à praia e aproveitar a tarde para visitar um museu. O “arrumadinho” é fácil de identificar, basta procurar um tipo ofegante que, na única conversa que tem contigo, menciona todos os sítios que já conheceu. (Informação bónus: é bastante usual este tipo de viajante ter o número de países que visitou na bio do Instagram) Uma vantagem de ter um destes viajantes no teu hostel é que só lá pára para dormir. O que não sai do hostel Ao contrário do mochileiro anterior, este viajante não sai do hostel. Sabe o nome de todos os funcionários e costuma pairar nas áreas comuns, onde o podes encontrar a ver jogos de hóquei no gelo ou a tocar guitarra a alto e bom som. No entanto, é uma boa amizade para se fazer, se precisares de saber onde está arrumada alguma coisa na cozinha, é só perguntar. O que trouxe demasiada roupa Muitas vezes coincidente com o estudante em gap year, este viajante não queria que lhe faltassem opções na hora de se vestir para sair à noite. Trouxe oito t-shirts, doze camisas, quinze pares de calças e um smoking, para o caso de surgir um casamento. Encher a mochila com uma quantidade de roupa absurda é, possivelmente, o erro mais comum em viagem. Antes de fazeres a mala, verifica um bom tutorial no Youtube e leva apenas o indispensável. O rei da festa Um clássico! Tenho a certeza que quase toda a gente já conheceu pelo menos um ou dois exemplos deste tipo de viajante. Aquele tipo que metia conversa com os locais e acabava por encontrar sempre os melhores bares e discotecas da cidade. No dia seguinte, dorme até mais tarde e evita as atividades diurnas, de forma a reservar o orçamento para o essencial. O tipo mais velho Sejamos honestos: a maioria dos backpackers anda na casa dos vintes, por isso qualquer viajante de meia-idade vai sobressair. Andar na casa dos quarenta e continuar a preferir pernoitar em dormitórios com doze camas é admirável. Podia estar num quarto de hotel mas optou por ficar num ambiente mais social e juntar-se à malta que está nas trincheiras. A verdade é que deve ter boas histórias e provavelmente vais acabar a sair à noite com esta personagem. O chico-esperto que escreve para blogs Todos conhecemos este viajante. Aquele que andou uns tempos de mochila às costas e agora tem a mania que é especialista, critica quem vai aos sítios demasiado turísticos e quando chega a casa escreve sobre outros viajantes. Não há paciência para este tipo… Artigo escrito por: Filipe Balseiro

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Top 10 a visitar em Macau

Top 10 a visitar em Macau

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Hoje queremos levar-te para uma Região Administrativa da China onde o português é a língua oficial!. Se pensaste em Macau estás de parabéns, acertaste! No entanto, certamente que antes de pensar em viajar para o outro lado do mundo, deverás contratar um seguro de viagem à tua medida e a IATI Seguros é a opção mais acertada. Assim, para viagens com destino ao sudoeste asiático nós recomendamos o IATI Standard! Agora que o seguro de viagem está decidido, vamos dedicar-nos ao Top 10 a visitar em Macau, sendo que a ordenação que indicamos é meramente indicativa. 10 sítios que deves visitar em Macau Casino Grand Lisboa Macau é conhecido como o local onde os sonhos se realizam e a existência de vários locais de jogo proibidos noutras regiões da China ajuda nessa reputação. Ao lado de outros casinos, o edifício do Casino Grand Lisboa é inconfundível. Na verdade, o Grand Lisboa além de albergar um casino, também é um hotel e SPA e é bem visível a partir de diferentes pontos da região. The Venetian O The Venetian é um mega edifício. Inclui um casino, hotel e centro comercial. Aliás, o centro comercial é bastante procurado porque tem uma característica peculiar: é uma reprodução das ruas de Veneza. No centro comercial irás ter a sensação de que estás naquela cidade italiana pois os canais e a fachada dos edifícios são bastante semelhante ao original. Curiosamente, um dos aspetos peculiares deste cenário é o aspeto do céu, que parecendo real faz com que esteja sempre bom tempo nesta Veneza asiática. Uma excelente notícia para quem deseja fazer um passeio de gôndola nos canais, ao som e ritmo dos gondoleiros e onde nunca chove. Cotai Stip Esta foi a resposta macaense à Las Vegas Strip! Uma avenida repleta de lojas e boutiques de marcas luxuosas, centros comerciais, casinos e até uma réplica da Torre Eiffel de Paris. A energia desta avenida é acelerada, vibrante e está sempre em constante movimento. Tem atenção para não ficares com vertigens nem arruinares as tuas finanças. Ruínas de São Paulo A fachada das Ruínas de São Paulo tornou-se um ícone de Macau. A grande escadaria que encaminha os visitantes até este ex-libris macaense é um popular sítio para selfies. A fachada construída em granito tem interesse histórico e arquitectónico uma vez que combina símbolos ocidentais cristãos (a representação da Santíssima Trindade, vários santos, a Virgem Maria e o Menino Jesus) com inscrições religiosas em chinês, leões chineses e crisântemos japoneses. De realçar que no meio desta amálgama de símbolos se destaca a presença de uma caravela portuguesa. Porta d’Armas da Fortaleza Este local está localizado muito perto das Ruínas de São Paulo e tem uma vista privilegiada sobre Macau. Tem em consideração que é um sítio elevado cujo acesso é pedonal, o que pode ser um bocadinho cansativo chegar até lá cima. No entanto, no final serás recompensado com uma paisagem magnífica e poderás tirar algumas fotografias aos canhões de origem portuguesa ali existentes e que parecem estar apontados a alguns prédios. Largo do Senado O Largo do Senado é o ponto de encontro por excelência. É habitual fazerem-se aqui atuações artísticas e é uma zona bastante tradicional. Macau Tower Convention & Entertainment Centre Também conhecida como Torre de Macau para simplificar, eleva-se a 338 metros do chão. Podes perfeitamente passar um dia inteiro aqui. Além de restaurantes, a Torre de Macau tem um Observation Deck, um Walking Tour e até um Sky Jump. Tens coragem para saltar de uma altitude de 338 metros? A Ma Temple Um templo chinês dedicado à deusa do mar Mazu. É o mais antigo templo em Macau e foi onde os portugueses atracaram quando chegaram a terras macaenses. Está localizado em São Lourenço, e faz parte da UNESCO World Heritage Site. Lord Stow’s Bakery (a original) Os pastéis de nata que se encontram no sudeste asiático tiveram a sua origem na pequena localidade de Coloane, depois de o Lord Stow, um inglês, ter provado os pastéis de Belém em Lisboa. Sabemos que a receita original dos pastéis de Belém está bem guardada mas o Lord Stow replicou a receita que foi um êxito estrondoso e os “Egg Tart” tornaram-se populares um pouco por toda a Ásia. Grand Emperor Hotel Casino Mais um edifício de dimensões faraónicas, que inclui um casino e um hotel. O Grand Emperor Hotel Casino merece estar nesta lista por duas razões: primeiro porque à entrada do hotel vais poder encontrar dois guardas vestidos com trajes semelhantes aos que encontramos em Londres e, segundo, porque no chão do átrio do hotel estão embutidas várias barras de ouro. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Um dia em Génova

Um dia em Génova

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Génova é uma cidade italiana, capital da Líguria e é repleta de história, pois foi muito importante na época das Grandes Navegações! E neste artigo, a Iati Seguros de Viagem leva-te a navegar pela terra de Cristóvão Colombo. Como chegar a Génova? Poderás chegar a Génova por comboio, carro, avião ou barco, mas sendo uma cidade portuária, Génova é visitada anualmente por milhares de turistas que viajam a bordo dos cruzeiros ou que se iniciarão nessa fantástica aventura. Além disso, é um bom ponto de chegada para quem pretende visitar as Cinque Terre e Portofino. O tempo de estadia ideal para esta cidade são dois dias, mas caso viajes apenas com menos de 24 horas, deverás visitar alguns dos melhores pontos turísticos de Génova. O que visitar em Génova? A maioria das suas atrações encontram-se concentradas no centro histórico, que poderás percorrer facilmente a pé. A Iati Seguros selecionou para ti algumas das melhores atrações turísticas de Génova. Começa a tua visita pelo Porto Antico de Génova: o coração da cidade! É aqui que embarcam e desembarcam diariamente milhares de pessoas que se encontram a bordo dos grandiosos cruzeiros. À tua volta encontrarás várias embarcações magnificas e luxuosas, assim como restaurantes e pequenas lojas. Neste porto irás encontrar o Galeão Neptuno, o barco que serviu para as filmagens do filme “Piratas” em 1986, o Aquário di Genova que é um dos pontos turísticos mais apreciados na cidade e visitado anualmente por muitos turistas por ser o maior aquário de Itália, seguido da Biosfera, uma espécie de jardim botânico com animais à mistura, o famoso elevador panorâmico Bigo e, por último e não menos importante, a Lanterna ou Farol! É a partir daqui que também podes comprar um passeio de barco até Portofino. Existe também a possibilidade de subires de funicular até à parte mais alta da cidade e contemplares uma vista panorâmica sobre Génova. Desfruta desta movimentada zona, come um gelado ou uma focaccia genovense e continua a tua descoberta pelo centro de Génova. Segue com a tua caminhada para a Via San Lourenzo, onde encontrarás o Duomo de Génova: a Catedral de São Lourenço. Com uma arquitetura emblemática, esta catedral é a mais bonita da cidade. Foi construída em 1098 e apresenta uma mistura de estilo românico, gótico, barroco e neoclássico que lhe conferem o seu aspeto imponente. Uns metros mais à frente, na Piazza Matteoti encontra-se a Igreja de Jesus, uma das entradas do Palazzio Ducalle e vários artistas plásticos que animam as ruas. A outra entrada do Pallazio Ducalle fica voltada para Piazza de Ferrari, uma das praças mais bonitas da cidade que acolhe um belo chafariz. Nesta zona encontrarás vários edifícios modernos com estilo neoclássico como, por exemplo, o Teatro da Ópera. Mas se queres ver palácios, a Via Garibaldi e a Via Balbi farão as delícias desta tua visita. Na primeira, existem catorze palácios de grande valor histórico, cultural e artístico, outrora construídos por grandes navegadores genovenses. Aprecia os palácios Bianco e Rosso, voltados de frente um para o outro. Na via Balbi existem menos palácios, mas os que lá estão são bastante imponentes. O mais importante é o Palácio Real, antiga residência dos reis de Savóia. Se vires uma fila enorme de turistas perto da Porta Suprano, uma das mais antigas portas de entrada na cidade, verás que aguardam a oportunidade para uns clicks na Casa de Cristóvão Colombo. Apesar de não existirem registos do local de nascimento e dos primeiros anos de infância de Cristovão Colombo, acredita-se que nasceu em 1451 em Génova e que viveu alguns anos nesta casa humilde. Hoje em dia está em ruínas, é um museu aberto ao público e é um dos pontos turísticos mais importantes de Génova. No mesmo terreno encontram-se as ruínas do Convento de Sant’Andrea. O que comer em Génova? Como o tempo é curto e exige alguma agilidade para conseguires conhecer as atrações mais importantes da cidade, deixa uns minutos para provares algumas iguarias genovenses, tais como: Focaccia, o molho pesto e um belo prato de peixe fresco. Artigo escrito por: Gato Vadio Travel Blog

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7 lugares a não perder em Pequim

7 lugares a não perder em Pequim

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Desde o tempo de capital fortificada até à moderna cidade transformada em apenas 1 século, Pequim tem uma história de 3 milénios que não te vai passar ao lado quando planeares a visita a esta enorme cidade na China. Descobre os palácios, o olhar do presidente Mao na praça principal, a arte, a saborosa comida chinesa e muito mais neste artigo da IATI. Parte para o oriente certo de que levas na tua bagagem o melhor seguro de viagens, o IATI Estrela, que te oferece uma alta cobertura de despesas médicas,de bagagem e de cancelamento. Podes contratar este seguro quando já estiveres na China, só tens de cumprir as 72h de período de carência em que não o podes utilizar. Lugares a não perder em Pequim Agora que já tens o principal, falta-te saber quais são as 7 atrações imperdíveis da capital chinesa. A cidade Proibida Só o nome já faz aguçar o apetite não é? Rodeada por 3,5 km de muralhas vermelhas no coração de Pequim, a Cidade Proibida, património da Unesco, é a maior e mais bem preservada coleção de edifícios antigos da China. E o maior complexo palaciano do Mundo! Este espaço gigante espaço era composto por 900 edifícios e nele viveram duas dinastias de governo imperial, milhares de eunucos, servos e concubinas até ao ano de 1911 quando a República derrubou o último imperador Qing. Praça Tiananmen – Praça da Paz Celestial Já terminaste a visita à Cidade Proibida, mas deixa-te ficar na área, esta praça tem uma atmosfera que não te vai deixar indiferente. Rodeada por prédios de estilo soviético triunfalistas dos anos 50, a maior praça pública do mundo (440.000 metros quadrados) é uma imensa planície de pedra pavimentada no coração de Pequim. Os madrugadores podem assistir à cerimónia diária de hastear das bandeiras ao nascer do sol, realizada por uma tropa de soldados a marchar a precisamente 108 passos por minuto, 75cm por ritmo. Os soldados emergem através do Portão da Paz Celestial. Ao pôr-do-sol também podes assistir, mas desta vez com muito mais afluência de pessoas. A praça é monitorizada por câmaras e patrulhada por polícia fardada e à paisana. Nos pontos de acesso vais encontrar verificações de segurança. Uma atmosfera tangível de restrição e autoridade reina por lá. Isto tudo isto e mais a ausência de qualquer lugar para te sentares, significa que a praça não é um lugar para relaxar, mas é sem dúvida um lugar a não perder. Templo Lama Este templo é uma atração budista de Pequim. Se só tiveres tempo para um templo (o Templo do Céu não é um templo) vai ver este, onde telhados fascinantes, pinturas fabulosas, arcos decorativos, tapeçarias, carpintaria de pormenor, rodas de oração tibetanas, estátuas tântricas e um soberbo par de leões chineses se misturam com densas nuvens de incenso. O Templo do Céu Trata-se de um tranquilo oásis de paz e design confucionista circular, numa das paisagens urbanas mais movimentadas da China. Com 267 hectares, é absolutamente único. Originalmente serviu como palco para rituais solenes realizados pelo imperador da época (conhecido como o Filho do Céu), que orou aqui por boas colheitas e procurou a autorização divina. É um altar em vez de um templo, por isso não vais encontrar incenso a queimar ou adoradores espalhados pelo chão. O Palácio de Verão – Yiheyuan Este palácio era o fresco lugar para onde os imperadores fugiam do torpor sufocante de verão da velha cidade imperial. Com o seu enorme lago e vistas da colina, oferece uma fuga campestre para as paisagens da pintura tradicional chinesa. Merece a visita de um dia inteiro, embora uma manhã ou tarde (em ritmo acelerado) a explorar os templos, jardins, pavilhões e pontes seja suficiente. Distrito da Arte 798 Espalhado por uma área de fábricas abandonadas da Era Mao, o 798 Art District, é a principal concentração de galerias de arte contemporâneas, livrarias de arte e cafés de Pequim. O lugar ganhou fama no final da década de 1990, com seus antigos ateliers em fábrica de estilo Bauhaus, ideais para instalações de arte ambiciosas. O complexo industrial celebra as suas raízes proletárias no auge comunista dos anos 50, através dos slogans vermelhos maoístas retocados que decoram as paredes das galerias e as estátuas de trabalhadores corpulentos e de queixo pontiagudo pelas ruas. Mercado de Donghuamen Existem cerca de 10 mercados em Pequim, mas para saborear comida típica, sugerimos o de Donghuamen que a partir das 16 horas já está a funcionar. Em Pequim, chī le ma? (já comeu?) é literalmente como os habitantes locais cumprimentam os seus vizinhos. A comida é a moeda social da cidade, que liga toda a gente, independentemente de suas crenças ou conta bancária. Quer estejas a beber uma tigela de noodles, ou a enrolar mais uma panqueca de pato à Pequim, estás em boa companhia. Numa panela de dar água na boca, Pequim hospeda cozinhas regionais exóticas de toda a China. Dica IATI: Queres ver uma seção menos turística da Grande Muralha? Viaja para Mutianyu, a 70km da cidade. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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48 horas em Cambridge

48 horas em Cambridge

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Cambridge é um dos destinos mais procurados na Inglaterra por ser uma das maiores cidades universitárias do país. Sendo muito visitada por jovens, o seu ambiente é muito acolhedor e divertido, e é a cidade perfeita para dar um pulo desde Londres. Reserva já o teu seguro IATI Básico e viaja tranquilamente pelo Reino Unido. Cambridge num roteiro de 48 horas A melhor época para visitar a cidade é entre outubro e maio, altura em que encontrarás um clima mais ameno e o ambiente mais estudantil, já que quase todas as atividades estão diretamente ligadas à vida académica. Dá preferência aos fins de semana pois é quando todas as atrações estão mais voltadas para o turismo. Caso optes por te deslocar para Cambridge a partir de Londres poderás fazê-lo de autocarro ou comboio, sendo este último o meio de transporte mais rápido, demorando cerca de 45 min. No centro da cidade facilmente te consegues deslocar a pé e até podes andar de bicicleta. O que visitar? Passeio de barco pelo Rio Cam Começa a tua visita com um passeio de Punting, uma pequena embarcação muito parecida com a gôndola de Veneza que passa por várias atrações de Cambridge, incluindo a Ponte da Matemática e a Ponte dos Suspiros. É uma excelente opção para uma primeira visita pela cidade. Podes escolher o passeio com o guia que te irá “conduzir”, ou alugar apenas a embarcação para desfrutares do momento com maior privacidade, mas não te esqueças de cumprir a pontualidade britânica senão serás penalizado pela empresa. Caso visites a cidade no inverno, podes fazer o passeio na mesma porque valerá sempre a pena! King’s College Chapel King’s College é a universidade mais famosa de Cambridge e merece a tua visita. A sua capela com estilo gótico é também muito conhecida e é a “imagem de postal” da cidade. A entrada tem um custo e se preferires podes contratar o serviço de um guia para conheceres melhor toda a história e pormenores deste monumento. Com o mesmo bilhete, poderás também visitar a faculdade quando estiver aberta. Relógio Korpus Christi Muito próximo do King’s College encontra-se o mítico relógio Korpus Christi. O gafanhoto que fica por cima do relógio chama-se Chronophage e significa “aquele que come o tempo”. Vale a pena conhecer esta pequena atração. Trinity’s College Conhecida por ter sido a faculdade de Isaac Newton e Francis Bacon, é também uma das mais tradicionais da cidade. Apenas é permitido visitar a capela e o pátio com a compra de um bilhete, mas mesmo assim deves conhecer este espaço. Já a Wren Library é gratuita e aqui encontrarás várias obras raras de Cambridge. Queen’s College e a Ponte da Matemática Esta faculdade é muito conhecida pela sua Ponte da Matemática. Irás passar por ambas no passeio de barco, mas caso pretendas visitar o seu interior conseguirás ver a capela e o Old Hall. As bibliotecas e o jardim não estão acessíveis aos turistas. St. John’s College e a Ponte dos Suspiros Inspirada na ponte dos Suspiros de Veneza, esta ponte é a mais bonita de Cambridge. Apenas algumas partes desta faculdade é que estão abertas ao publico. Jardim Botânico de Cambridge Nada melhor que um espaço verde para recuperares as energias. Aproveita para descansar, respirar ar puro e conhecer as centenas de espécies de plantas exóticas que se encontram alojadas neste jardim. Museu Fitzwiliam É o maior museu de Cambridge e além das obras de Monet, Picasso, entre outros artistas consagrados, possui um vasto património histórico com artefactos milenários de Roma e do Egipto. A melhor noticia é que este museu é gratuito. Mercado Mesmo no centro da cidade, podes visitar o Mercado de Cambridge. Aqui encontrarás um pouco de tudo o que possas imaginar desde de frutas/verduras, a roupas ou discos de música. Aproveita para petiscar algo típico. Parque de Becks Este parque é abraçado pelo Rio Cam, situando-se nas suas duas margens. É um espaço ótimo para relaxares ou fazeres um picnic, e ainda por cima é gratuito. Casa de Charles Darwin Nada melhor que uma visita a Cambridge para conhecer a casa do famoso Charles Darwin. Existem muitas mais atrações em Cambridge que poderás visitar e cerca de 10 museus espalhados pela cidade. Se fores com mais tempo, não percas a oportunidade de os conhecer. Neste guia de visitante oficial, encontras mais informação. Autor: Gato Vadio Blog

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Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático

Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático

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Viajar a longo prazo sempre foi o desejo de muitos sonhadores e visto por outros tantos como algo impossível. O que é certo é que, seja pela facilidade em percorrer longas distâncias hoje em dia ou pelo desejo de aproveitar o dia a dia da geração atual, há cada vez mais pessoas a fazê-lo. O Sudeste Asiático, pela sua riqueza cultural, pela hospitalidade do povo, pela segurança e pelo baixo custo de vida é um dos destinos mais procurados para quem decide fazer uma viagem deste estilo. Sabias que na Iati temos seguros de viagem para mochileiros que querem entrar nestas aventuras? Este roteiro é apenas uma das mil e uma possibilidades para a tua viagem, os destinos e tempo que dedicas em cada lugar depende sempre de pessoa para pessoa, dos teus gostos e também de algumas condições externas como a chuva ou eventos esporádicos locais. Roteiro de 4 meses pelo Sudeste Asiático Antes de começares a tua viagem pelo Sudeste Asiático, não te esqueças de verificar quais as vacinas obrigatórias e recomendadas para os diferentes países. 21 dias no Vietname: o que ver Ho Chi Minh City – É uma ótima cidade para começares a tua viagem pelo Sudeste Asiático. Tal como o próprio país, Ho Chi Minh tem imensas coisas para ver e fazer. Desde museus e monumentos, a mercados de rua passando por uma rua só de bares e karaoke. 3 a 4 dias são suficientes para explorares a cidade com calma. Nha Trang – É um bom sítio para parar a meio da viagem para o norte do Vietname, um bom sítio para ficar não mais do que um dia e desfrutar da praia. Hội An – A cidade antiga ou cidade das lanternas como é conhecida, com influências japonesas, chinesas e coloniais visíveis, é um lugar para nos perdermos caminhando pelas suas lindas ruas amarelas. Três dias. Hue – Para quem gosta de filmes e das histórias de samurais guerreiros, devem dedicar pelo menos um dia para visitar e explorar as muralhas da cidade imperial. Parque Nacional Phong Nha – Para os amantes de montanhas, do verde, das grutas e da vida no interior, este parque nacional guarda muitos segredos e deves dedicar pelo menos dois dias para explorar a zona. Os tours de grupos para as grutas e os desportos radicais são recomendados. Hạ Long Bay –Se existem sítios no mundo que não deveríamos morrer sem ver, este é, certamente um deles. As pedras de calcário gigantes cobertas de vegetação que se erguem no oceano enchem os olhos e a alma a qualquer um. É como visitar um planeta paralelo, um sonho na terra dos gigantes, tal é a imponência das montanhas. Dois dias para conhecer este paraíso e fazer um cruzeiro pela baía. Hanoi –A capital frenética do Vietname, uma cidade cheia de vida, histórias, cheiros, sabores e memórias, a não perder numa visita ao Vietname. A comida de rua vai ser sempre a melhor opção aqui. Tal como en Ho Chi Minh, 3 a 4 dias é o suficiente Sa Pả –Antes de saires do país rei da comida de rua, Sapa é um lugar místico no alto das montanhas, muito perto da China, que deves visitar. O ideal é guardar 3 dias sendo que dois deles serão passados na montanha com uma guia das tribos locais. Uma experiência de vida entre florestas de bambu, riachos, campos de arroz, aldeias perdidas, patos, cães, galinhas e búfalos. 18 dias no Laos: o que ver Muang Xai –O primeiro contacto com Laos vai apaixonar qualquer um. Acabaste de chegar ao país verde, de aldeias sem fim, poucas cidades e maioritariamente rural. Aqui vais aprender que não é preciso muito para ser feliz e que a natureza pode ser a resposta para muita coisa. Um a dois dias são suficientes e se queres ter uma experiência única, recomenda-se a viagem de barco até à próxima aldeia. Nong Khiaw –Se chegaste de barco, pudeste ver a beleza das montanhas de calcário cobertas de vegetação que acompanharam o caminho. Aqui podes descansar, aproveitar a paisagem e absorver o poder da natureza. Esta aldeia é um canto especial do mundo e se a queres ver do alto, sobe a um dos miradouro da aldeia. Três dias. Luang Prabang –Das cidades mais conhecidas do país e muito devido às suas cascatas turquesa. Aqui podes encontrar um misto de edifícios coloniais e templos budistas e aproveitar para ir ao mercado. Três dias. Vang Vieng –Em outros tempos um destinos de viagem de finalistas de estudantes australianos, é agora um lugar mais tranquilo que merece a visita pelas lagoas que o rodeiam. Três dias. Vientiane – Um dia será suficiente para ver a capital de Laos e um ótimo ponto de partida para o sul do país. Pakse –A cidade pode não ter mil coisas para ver mas é daqui que poded fazer uma das rotas de cascatas mais conhecidas. Basta escolher as que mais gostares e explorar o maravilhoso interior do país. Três dias. 4000 Islands – Não são ilhas paradisíacas, mas o misto de vida do campo com o dia a dia de uma ilha traz uma magia especial a este arquipélago fluvial. Três dias. 13 dias no Cambodja: o que ver Siem Reap –Casa do Angkor Wat, o maior complexo religioso do mundo, é também um bom lugar para explorar o Camboja pela primeira vez e perder-se nos mercados de rua. Dois dias para o Angkor Wat mais um para a aldeia flutuante e para conhecer os projetos de turismo responsavel. Phnom Pehn –A capital do Camboja que foi território do império Khmer e dos colonialistas franceses é um misto de culturas e edifícios que vale a pena explorar em um ou dois dias. Koh Rong –Para quem espera um cenário de filme estilo Lagoa Azul, com areia branco e águas azuis turquesa, esta ilha não pode faltar. Quatro dias para relaxar. Kampot –Para os que procuram um pouco de tranquilidade no campo e muito bom ambiente. Natureza e paz pairam no ar por aqui. Três dias. 10 dias na Malásia: o que ver Kuala Lumpur –Uma cidade multicultural onde diferentes culturas e religiões convivem diariamente em harmonia. Na mesma rua é possível encontrar uma igreja, uma mesquita, um templo hindu e outro chinês. Como não amar? Quatro dias. Cameron Highlands – Para quem gosta de chá e também para quem não gosta, as infindáveis plantações de chá são paragem obrigatória com o seu ponto mais alto a chegar aos 2000 metros de altura. Não te esqueças do casaco! Dois dias. Georgetown, Penang –Uma cidade com edifícios franceses e muitos templos chineses, um misto de sensações e muita, muita comida de rua e arte urbana. Quatro dias. 30 dias na Indonésia: o que ver Java – A Indonésia é gigante e Java por si só é a casa de mais de metade da população nacional. Assim sendo para que possas desfrutar verdadeiramente dos lugares e terminar a viagem num ritmo mais calmo, 15 dias são ótimos para conhecer esta ilha. Bali –Bali é mundialmente conhecido e muitos já desaconselham a visita à ilha dos deuses, contudo garantimos que não te vais arrepender de parar aqui por 15 dias. O truque é evitar zonas com multidões, cadeias e superfícies comerciais que não pareça locais. O interior ainda é muito pouco explorado e vais ficar surpreendido com tudo o que há por descobrir. 10 dias nas Filipinas: o que ver Puerto Princesa, Palawan –A maior cidade do arquipélago de Palawan é um bom ponto de partida para as Filipinas. Podes optar por uma viagem de barco às praias mais perto ou uma visita ao rio subterrâneo. Dois dias. El Nido, Palawan – Pelos menos quatro dias, sendo que um é dedicado a explorar a ilha de mota e os outros dois a fazer tours de barco para conhecer parte das 45 ilhas de areia branca e águas transparentes. A vida no mar vai ganhar outro sentido depois desta viagem. Bohol Island, Bohol –Para terminar a viagem em grande nada melhor que Bohol, uma ilha que tem natureza, campos de arroz, praias lindíssimas e paisagens verdes inesquecíveis. Aproveita para descansar e recarregar baterias, afinal de contas, viajar também cansa. Autora: Janete Silva, Flearound

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Os Wiwa – O povo indígena da Serra Nevada

Os Wiwa – O povo indígena da Serra Nevada

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“Caminhar pelos seus próprios caminhos”. É desta forma que o povo Wiwa, que vive na Serra Nevada de Santa Marta, no norte da Colômbia, se refere à sua vida e aos seus desejos para o futuro. E hoje nós da IATI Seguros queremos caminhar contigo, pelos caminhos dos Wiwa, para te mostrar a vida deste povo fascinante. Nem tudo envolve desenvolvimento e civilização e a vida pura, livre e despreocupada ainda existe. Podes ler até ao fim ou, se preferires, podes apanhar um voo e ir até à Colômbia. Aconselhamos o seguro IATI Mochileiro como o mais adequado para esta tua viagem, descobre por ti próprio porquê. O povo indígena da Serra Nevada Wiwa significa, no idioma Dumana (língua dos Wiwa), “homens das terras temperadas”. Dividem a Serra Nevada de Santa Marta com mais três povos indígenas – Kogui, Arhuaco e Kankuamo e juntos exercem o controlo social e jurídico sobre o território, que é visto como um espaço sagrado, que transcende o físico. O território deles é considerado como a “mãe”, que contém todos os elementos espirituais, que dão vida a todos os seres. Mas porquê Wiwa? “Wi” indica algo quente e, simultaneamente, é um radical de algumas palavras que se referem a gerar ou dar origem; e “wa” utiliza-se como uma derivação de alguns nomes, nos quais de podem enumerar os seus elementos. É por isto que “Wiwa” significa “originários de terras quentes”. Este povo “caliente” têm como língua nativa o Damana, que pertence à família linguística Chibcha; e regem-se pela Lei de Origem, a sua forma de vida – “é a origem de tudo o que existe, é o princípio espiritual da existência”, dizem. A história e identidade cultural deste povo é outra das coisas que nos fascina e conhece-se apenas devido às tradições orais, a partir de contos e mitos que passam entre os povos da Serra. Os Wiwa diziam que no início, antes da criação do mundo, eram água e os padres Sealukukui e Serankua foram quem converteu os Wiwa em pessoas e deram-lhes a responsabilidade de serem guardiões do território. Os Wiwa sofreram constantes violações dos seus direitos humanos – foram vítimas de várias pessoas, devido aos interesses que existem sobre o seu território indígena mas, recentemente, o governo implementou políticas que favoreceram os processos de fortalecimento cultural do povo Wiwa. Hoje em dia, e estamos a referir-nos a dados de 2015 (os últimos estudados), a comunidade Wiwa tem cerca de 10.703 pessoas, sendo que 50,8% são homens e o resto mulheres. Estas pessoas estão divididas por três zonas – La Guajira, Cesar e Magdalena; mas é interessante saberem que ainda há 1000 e poucas que vivem já nas áreas urbanas. Cerca de 49% da população Wiwa não sabe ler nem escrever. Vivem em casas retangulares e têm construções para as cerimónias espirituais, que são diferenciadas por sexo. Há um forte vínculo espiritual com personagens sobrenaturais e que representam os seus deuses naturais: o sol e a lua. E a vida social dos Wiwa é marcada pelas diferentes manifestações espirituais, que são como um ritual. Conhecer um bocadinho da história deste povo é fascinantes, mas acreditamos que vivê-la, no dia a dia, é coisa do “outro mundo”. Sabiam que a planta de coca é uma das plantas mais usadas para cerimónias e espiritualidades, além do tratamento de doenças? Sabiam que a base de alimentação dos Wiwa é o milho, a mandioca, a banana, a arracacha, a carne que caçam, o peixe que pescam e os legumes que cultivam? Mas, com o desenvolvimento do mundo e a expansão do comércio, também já conseguem aceder a outros produtos alimentares, como os enlatados. Sabiam que para os Wiwa a música e a dança são de extrema importância, porque permitem manter um equilíbrio entre o homem e a natureza? A música Wiwa é conhecida como Chicote, que consiste em sons produzidos através de instrumentos como a palheta ou a gaita, que são sons vinculados aos sons da natureza. Os homens usam calças e uma camisa larga e comprida e uma capa. As mulheres vestem um traje branco, largo, abaixo do joelho. As mulheres solteiras usam o traje completo e as mulheres casadas utilizam o traje de forma cruzada. E o mais importante de tudo isto são os tecidos, porque é através deles que se manifesta e se constrói o pensamento e o conhecimento. Eles são muito familiares e organizam-se em relação com os antepassados espirituais, para manterem a irmandade como povo. As autoridades tradicionais são os Mamos, as Sagas e o Absogedi (pensador), que estão encarregues de serem o guia espiritual e social das comunidades. É um povo fascinante, com uma cultura simples, mas com muita magia. Acreditam e são felizes. O povo guardião do Coração do Mundo merece ser conhecido, mas (ainda) mais de perto. Atreves-te a isso?! Autores: TravelB4Settle

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Roteiro de 10 dias no Vietname

Roteiro de 10 dias no Vietname

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O Vietname tem-se tornado nos últimos tempos um dos destinos mais badalados do Sudeste Asiático. E é fácil de perceber porque já que este país tem paisagens deslumbrantes e um custo de vida ainda bastante acessível. Além disso, é relativamente fácil e barato voar até à capital, Hanói. Todos estes fatores têm impulsionado largamente o turismo no Vietname nos últimos anos. Neste sentido, apresentamos-te um roteiro de 10 dias no Vietname onde não vão faltar paisagens de cortar a respiração, cidades tipicamente asiáticas e gastronomia deliciosa. Mas antes de mais, não te esqueças de fazer o seu seguro internacional de viagem para que possas viajar com a máxima segurança. O Vietname é um país enorme onde facilmente perdemos um mês a explorar cada recanto. Deste modo, apresentamos também algumas paragens opcionais, que poderão ser trocadas por outras, caso prefiras paisagens e ambientes naturais. Roteiro de 10 dias no Vietname Hanói – 2 dias Hanói é não só a capital do Vietname, mas é também uma grande cidade tipicamente asiática. Espera-te um trânsito caótico, centenas de motas a buzinar a todo o tempo e milhares de bancas de rua. Bem-vindo à Ásia! Em Hanói delicia-te pelas ruas do Old Quarter, absorve os cheiros e a cores, com paragem obrigatória na tão famosa train street. Nas bancas de rua não deixes de experimentar o famoso Bún Cha, uma sopa de noodles com carne e muitos, muitos coentros. Outras atrações incluem o Musoléu de Ho Chi Minh, onde está o corpo do famoso líder comunista, o lago Hoan Kiem e também o Museu de Ho Chi Minh. Halong Bay – 1 dia Halong Bay é, sem dúvida, um dos cartões postais do Vietname e um dos locais que mais atrai os turistas. Para lá chegares poderás recorrer a um tour desde Hanói. Há vários tipos de tours que vão desde um dia, a dois ou três, com alojamento em barco cruzeiro. Os preços começam a partir dos 30 USD. Durante a tua estadia em Halong Bay, além de poderes ver paisagens incríveis, poderás também fazer kayak, dar um mergulho nas suas águas cristalinas e também visitar uma das muitas aldeias flutuantes que aqui vivem. Outra opção é fazer um cruzeiro pela Halong Bay. Ninh Binh – 2 dias É em Ninh Binh que encontrarás as magnificas montanhas verdes do Vietname por entre campos de arroz que, durante a época das chuvas, refletem em si as montanhas. É impossível explorar esta zona sem estares constantemente a parar quer para tirar fotografias, quer apenas para vislumbrar a sua beleza. Ninh Binh fica a pouco mais de 1h de Hanói pelo que poderás logo apanhar o primeiro autocarro do dia, de forma a perderes o mínimo de tempo possível. Na verdade, Ninh Binh é uma cidade grande onde facilmente nos sentimos perdidos pelo que o mais aconselhável será pernoitares na vila de Tam Coc, onde existe uma grande rede de hotéis e restaurantes e a partir de onde poderás explorar a natureza envolvente. Nesta zona poderás então fazer um passeio de barco pelos inúmeros canais que serpenteiam as montanhas, os mais famosos são em Trang Na. Há 3 rotas de barco que podes fazer, é só escolher a que preferires. O passeio custa 200 000 VND. Não podes perder também a vista desde a Mua Cave. A subida é cansativa, mas a vista do topo, sob os canais e os campos de arroz é absolutamente imperdível. A entrada custa 100 000 VND. Algo que tens também de fazer em Ninh Binh é alugar uma scooter e perderes-te pelos campos de arroz. O aluguer ronda os 50 000 VND. Uma outra atração imperdível passa por fazer um passeio de barco pelo birds valley, uma espécie de ilhota que alberga inúmeras aves. O som dos pássaros e da natureza é ensurdecedor. Este passeio custa cerca de 160 000 VND. Da Nang – 1 dia Para um roteiro de 10 dias o melhor será apanhar um avião desde Hanói até Da Nang, para explorares o centro do Vietname. O país é bastante comprido e as ligações de autocarro, embora sejam bem mais baratas, podem levar cerca de 10 a 15h entre o centro e o norte/sul do país. Embora Da Nang tenha praia, não é de todo a melhor praia do sudeste asiático e nem de perto se compara às praias da vizinha Tailândia ou Camboja. Porém, aqui poderá visitar a tão famosa ponte das mãos, Golden Bridge ou Càu Vàng em vietnamita. As suas mãos seguram uma ponte do alto da montanha, a cerca de 1400m de altitude. A entrada custa 700 000 VND. Hói An – 2 dias Hói An é conhecida como a cidade das lanternas e é bem capaz de ser a cidade mais charmosa do Vietname. Sugerimos fazer o percurso entre Da Nang e Hói An de comboio, já que a diferença entre horários e preços para com o autocarro é mínima, e as paisagens divididas entre mar e montanha durante o percurso são fascinantes. Já em Hói An existem algumas atrações como a ponte japonesa, as old houses e alguns pequenos museus. Ainda assim, o ponto alto de Hanói está em passear pelas ruelas do old quarter e deixar-se encantar com a vibe da cidade. Não percas o fenómeno das lanternas à noite no rio. Basta pedires um desejo e lançares a tua lanterna, se esta não afundar e acompanhar a corrente do rio estás com sorte, o teu desejo vai-se realizar. Não podes também perder a famosa sandes Banh Mi no restaurante Banh Mi Phuong. Foi eleita por Anthony Bourdain como a melhor Banh Mi do Vietname e desde então o local recebe dezenas de turistas todos os dias. O Banh Mi é uma simples sandes de frango ou porco com cenoura, pepino e muitas especiarias. Ho Chi Minh – 2 dias Por fim, recomendamos também uma visita à grande cidade de Ho Chi Minh. É provável que fiques admirado com uma cidade tão moderna e cosmopolita, com um tanto até de europeia. Porém, as centenas de motas e o trânsito infernal não te deixarão esquecer que afinal estás na Ásia. A melhor forma para chegar a Ho Chi Minh é,á mais uma vez, voar desde Da Nang. É em Ho chi Minh que se encontram algumas das marcas da guerra do Vietname e o Museu da Guerra é, sem dúvida, algo que não pode faltar no teu roteiro. A entrada custa 40 000 VND. A visita aos túneis de Cu Chi é também imperdível. Aqui poderás não só andar pelos túneis construídos pelos vietcongues, como também perceber todas os truques e as táticas que estes usaram e que lhes permitiu ganhar a famosa guerra contra os Estados Unidos (100 000 VND). Outras das atrações da cidade englobam o Palácio da Independência, a Catedral de Notre Dame, a casa da ópera, o posto dos correios e, por fim, a subida ao Bitexco Financial Tour, de onde poderás ter uma vista panorâmica sobre a cidade. Para quem ainda tiver tempo recomendamos também fazer um tour pelo delta do Mekong, conhecido como a jóia do Sudeste Asiático. As terras férteis do delta levaram ao desenvolvimento de inúmeras aldeias flutuantes e técnicas de pesca impressionantes. Vale a pena ver como a vida se desenvolveu por aqui. Desde o centro da cidade existem vários tours de um dia completo ou mais, sendo que os preços começam nos 500 000 VND. Por fim, oferecemos ainda mais duas paragens opcionais para quem tiver mais tempo ou para quem preferir deixar as grandes cidades de lado e optar por uma viagem de natureza e aventura. Estás a gostar deste roteiro de 10 dias no Vietname? Continua connosco. Sa Pa – 2 dias Sa Pa é uma pequena cidade perdida nas montanhas do Vietname. Em torno desta existem imensas aldeias de tribos Hmmong, originárias do interior da China. É também aqui que se encontram os famosos campos de arroz em escada, um dos cartões postais do Vietname. Por aqui o mais comum é fazer um trekking de dois dias pelas montanhas passando não só pelos campos de arroz como também pelas vilas e aldeias, cada uma com os seus trajes e costumes específicos. Assim que chegares ao centro de Sa Pa verás imensas mulheres vestidas com trajes tipicamente Hmmong, e são elas que se oferecem como guias. O trekking de dois dias custa em volta de 700 000 VND e inclui, além do guia, estadia e alimentação numa das casas destas aldeias Hmmong. Aqui deixamos uma sugestão, se pretenderes marcar com alguma antecedência. É uma experiência cultural absolutamente imperdível. Phong Nha – 2 dias É em Phong Nha que se situam algumas das grutas mais esplendidas incluindo também a gruta mais comprida do mundo descoberta em 2009, com cerca de 6,5 km de comprimento. Mas esta não é a única atração de Phnong Nha. O parque nacional está repleto de grutas majestosas que valem, sem dúvida, a visita. A mais famosa é a Paradise Cave cuja entrada custa 250 000 VND. A Phong Nha Cave vale também muito a pena e fica mesmo junto à rua principal, onde se situam a maioria dos hotéis. Explorar grutas não é a única atração de Phong Nha. Vale também a pena alugar uma scooter e perder-se pelas ruelas que serpenteiam as montanhas, visitar o jardim botânico e o tão famoso Duck Stop. Que te parece este roteiro de 10 dias no Vietname? Autora: Patrícia Carvalho, Girl From Nowhere

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Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali

Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali

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Se estás a pensar em fazer umas férias em Bali, seja na zona de Canggu, Balangan, Kuta ou Nusa Dua, a comida vai sem dúvida ser um momento alto das férias (3 vezes por dia)! As tradições culinárias na ilha mais popular da Indonésia incluem especiarias locais, bem como costumes hindus, e essa combinação diferencia os alimentos balineses de qualquer outra iguaria regional. Mercados, vendedores de frutas, festivais e escolas de culinária alinham-se nas ruas e becos. E só passeares distraidamente pelos passeios, já te abre o apetite. Para além de levares um Seguro de Viagem da IATI na tua mochila, oferecemos-te um conjunto de dicas para “comer e chorar por mais”, nesta linda ilha durante o teu roteiro de 7 dias por Bali. Onde encontrar a melhor comida de rua em Bali Warung(s) é a primeira palavra em balinês que vais aprender. Tratam-se de pequenos restaurantes de família, com poucos lugares, que oferecem comida típica e caseira feita no momento. A maior parte estão abertos todo o dia, sem horas restritas de almoços ou jantares. Não têm decorações sofisticadas, toalhas de mesa ou conjuntos completos de talheres. São muito mais baratos do que restaurantes. A tua conta aparece, quase sempre, nos números de uma calculadora para facilitar a comunicação e raramente irás ver um recibo. Dependendo do gosto do dono, podem até ser bastante agradáveis e confortáveis. Experimenta uma bebida deliciosa em Badung Market. O principal centro de restaurantes locais de Denpasar, cuja principal atração é a comida de rua autêntica. Puxa um banquinho de plástico do lado de fora de um warung tradicional ou compra um lanchinho na parte de trás da moto de um vendedor ambulante. A melhor época para visitar é de manhã cedo, antes que as grandes multidões e altas temperaturas cheguem. Assiste aos chefs de rua a confecionar pratos de marisco fresco no Jimbaran Fish Market. Um passeio pelo mercado de Jimbaran é de facto uma experiência culinária saborosa, mas é uma experiência cultural para ser saboreada também. Vai ao nascer do sol para observares os pescadores a trazerem o peixe do dia e, depois, é só escolheres as lulas recém-pescadas, lagostas, ostras, e até mesmo colheres de caviar gigantes. Os chefs locais ficarão felizes por preparar a tua refeição. Ou, espera até o pôr do sol, quando estes cozinheiros abrem seus warungs à beira-mar, para desfrutares de uma refeição balinesa tradicional enquanto relaxas na praia de Kedonganan. Come a caminho da praia em Batu Bolong Street, Canggu. Vais sentir-te como se tivesses sido atingido uma avalanche de comida de rua, com um passeio pela rua Batu Bolong. O trecho de 2 km é repleto de warungs locais, restaurantes internacionais e uma seleção abundante de estabelecimentos vegetarianos. Recomendamos começares no fim da rua com um brunch no Warung Dandelion. Caminha em direção ao mar para descobrires outros pratos e podes terminar a tua jornada à beira mar com cervejas e pôr do sol. Se acertares num sábado, ainda tens o famoso Canggu Market, para fazeres umas compras. Faz um lanche ao pôr do sol no Sanur Market, Sindhu Beach. De dia, o Sindu Market é conhecido como o local para comprar os melhores (e mais baratos) produtos frescos da região, mas à noite, os chefs de rua ligam os seus grelhadores e woks para transformar a área no país das maravilhas das iguarias típicas. Localizada a poucos passos da Praia de Sindhu e da Praia de Sanur, a zona de resorts mais antiga da ilha oferece uma extraordinária seleção de comida de rua, incluindo borrego e espetadas de frango, marisco grelhado, sobremesas tradicionais e muito caril. Experimenta gelado de Durião. O sabor do durião é difícil de explicar, e difícil comer devido ao intenso cheiro. Os asiáticos dizem que tens de comer três vezes antes de gostar. A fruta fedorenta foi banida dos aeroportos e de muitos edifícios públicos, mas mesmo assim, provar o durião enquanto na Indonésia é uma aventura, e experimentá-lo em gelados pode ser a maneira mais agradável! Faz uma pausa para almoço extra longo na Seminyak Eat Street. Andar a pé é a melhor maneira de enfrentar esse movimentado labirinto de 2Km. Seminyak Eat Street começa no restaurante Corner House e leva-te diretamente para a Praia Petitenget. Ao longo do caminho, entra em restaurantes aconchegantes e passa pela feira da ladra na Praça Kayu Aya para carregares de lanches e lembranças. Com sorte chegas à praia antes do sol se pôr. Bali é um destino esplêndido para comida. A culinária local, seja verdadeiramente balinesa ou influenciada pelo resto da Indonésia e da Ásia, é inspirada na abundância de comidas locais e é rica em temperos e sabores. Bons Passeios! Autora: Samanta Duarte, Onde andam os Duarte?

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O que fazer e visitar em Jaipur?

O que fazer e visitar em Jaipur?

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Jaipur é sem dúvida das cidades mais bonitas da província do Rajastão e vamos arriscar dizer que é também das mais bonitas de toda a Índia! É a capital do Rajastão e é conhecida por ser a cidade cor-de-rosa. Mal pões o pé no centro histórico vais perceber o motivo por que lhe apelidam dessa maneira. Quer viajes pela Europa, pela Índia ou na América é muito importante o seguro de viagem, não importa o destino, contrata o teu seguro de viagem online e viaja seguro e tranquilo. Neste artigo a IATI juntou as melhores dicas sobre a cidade de Jaipur. Não percas tempo e parte para a aventura. O que fazer e visitar em Jaipur? City Palace – Palácio Real Este não é mais um palácio do Rajastão, é um dos mais bonitos de todo o país!! Dividido em diferentes áreas, este vai ser um dos pontos altos da tua visita em Jaipur. Fecha os olhos e recua no tempo, deixa-te levar para os tempos dos Marajás e das suas 20 mulheres. Começa a visita pelo palácio de boas vindas onde podes ver uma arquitetura fabulosa com algum armamento usado á centenas de anos. Explora também a arte que está guardada no salão de audiências e deixa a melhor parte para o fim, Pitam Niwas e Chandra Mahal. O primeiro é um pequeno complexo com 4 portas majestosamente decoradas cada uma consoante uma estação do ano. Chandra Mahal é lugar onde a família real ainda vive. Pode ser visitada pagando um suplemento adicional na entrada. Museu Albert Hall Museu muito interessante que merece uma visita para saber e entender um pouco da história e cultura da região. Apresenta bastantes objetos, quadros e peças de arte de vários grupos étnicos do passado com os Bhopas, Meenas e Lohars. Hawa Mahal Este edifício é uma imagem de marca da cidade! A sua fachada é magnífica, com imensas janelas e com a cor que domina toda a cidade, o rosa. Este edifico é semelhante a uma colmeia de abelhas, com as suas 953 janelas chamadas como “Jharokhas”. A sua intenção era permitir que as damas da realeza observassem a vida cotidiana e os festivais celebrados na rua, mas sem serem vistas. As rígidas regras de “Purdah”, proibiam-nas de aparecer em público sem o rosto coberto. Jantar Mantar Classificado como património da UNESCO, foi mandado construir pelo Marajá Jai Singh em 1728. É um observatório com bastantes instrumentos que podem estudar o tempo e astronomia. O Jantar Mantar tem também o maior relógio de sol do mundo, que mede 27 metros! Nahargharh fort Este é um dos vários fortes que podes encontrar em Jaipur. É também uma imagem de marca e um dos sítios mais visitados e fotografado pelos turistas. É certo que fica a 20Kms fora da cidade, mas a vista vai compensar a viagem e a subida até ao topo! Jal Mahal O famoso palácio Jal Mahal ou Water Palace, seja talvez dos lugares mais serenos da cidade. Se estás cansado da confusão de Jaipur tira um tempo e visita este palácio construído no Lago Sagar. Fica a 4km da cidade, a caminho do palácio Amber. Palácio Amber e Forte Este palácio tem uma arquitetura curiosa pois é uma mistura de estilo Hindu e islâmica. Sendo um dos maiores palácios de Jaipur pelo seu tamanho, podes contratar um guia para te explicar todas as diferentes áreas do palácio assim como diferentes estilos arquitetónicos, passagens secretas e lendas. Já do lado de fora do palácio tens o seu forte, que em tempos serviu de proteção ao palácio. É um lugar a não perder para desfrutar de um dos melhores por-do-sol que vais ver nesta viagem. Mesmo estando a 11 km de Jaipur não deixes de visitar este palácio. Podes ir de táxi, tuk tuk ou de autocarro local que te deixa em frente ao palácio. Portas e muralhas da cidade A cidade antiga ou zona histórica foi toda edificada dentro de uma muralha com várias portas de entrada. As mais bonitas são a New Gate, Ajmer Gate e a Tripolia Gate. Passeio pela cidade antiga e seus mercados e bazares Um passeio pela zona histórica da cidade é obrigatório! Muitas vezes a melhor opção é de câmara fotográfica na mão, sem destino nem rota apenas deixando-te levar pelos sorrisos, pelos cheiros da comida de rua, pelos mercados que aparecem ao virar da esquina e pelos templos que espalhados pela cidade. Estas são as nossas dicas para a tua próxima aventura indiana pela cidade de Jaipur! Se visitas a India, esta é uma das cidades obrigatórias a incluir no teu roteiro! Nesta cidade respirasse história, cultura e religião. As pessoas são muito hospitaleiras e curiosas em relação aos turistas. Autores: The Globetrotter Duo

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Descobre tudo sobre Bohol nas Filipinas

Descobre tudo sobre Bohol nas Filipinas

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As Filipinas são a viagem de sonho de muita gente e muitos são os destinos imperdíveis que fazem desse país um dos mais paradisíacos do sudeste asiático. Um sonho com sete mil ilhas tropicais e 100 milhões de pessoas e um dos únicos dois países asiáticos com predominância cristã (juntamente com Timor-Leste) devido à influência da colonização espanhola. Hoje, decidimos falar-te de Bohol localizado na região das Visayas, grupo de ilhas central das Filipinas, por ser uma ilha tão diversificada que preenche as medidas aos diversos gostos e viajantes. Se estás a ponderar visitar este cantinho filipino, claro está não pode faltar um seguro de viagens à medida para que possas desfrutar tranquilamente da tua aventura sem preocupações extra. Descobre tudo sobre Bohol nas Filipinas! Como chegar a Bohol Desde Manila ou Cebu é possível conseguir um voo directo para Tagbilaran, a cidade principal de Bohol. Nós optamos pelo ferry desde Cebu, sendo uma das formas mais económicas de fazer este trajeto de aproximadamente 3h até Tagbilaran (é importante confirmares o destino porque existe mais do que um porto em Bohol). Uma dica essencial: recomendamos que consultes os horários do ferry online e que te apresentes no porto de Cebu pelo menos duas horas antes para comprar os bilhetes (as filas podem ser longas). Se tiverem oportunidade, melhor será comprar no dia anterior, por exemplo. Informação importante para conhecer Bohol Alugar uma mota vai ser a tua melhor opção de transporte se procuras liberdade de horários e queres explorar a ilha pelos teus próprios olhos. Se preferes ter tudo planeado com antecedência, recomendamos que procures grupos de facebook de backpackers nas Filipinas onde podes discutir com outros viajantes preços e contactos de empresas de aluguer. Se és dos que gosta de ir sem planos e decidir no momento, também não há problema, no porto de Tagbilaran vais encontrar pessoas a oferecer os seus serviços de aluguer de mota Se preferes os transportes públicos ou os famosos triciclos (que são uma espécie de tuk-tuk), ficar alojado em Tagbilaran vai te permitir chegar aos outros cantos da ilha. Desde Bohol, facilmente chegas à ilha de Panglao que é onde estão localizadas as mais (e outras nem tanto) famosas praias da zona de Bohol. O acesso é feito através de uma ponte (que podes atravessar de mota, transportes ou triciclo) e rapidamente estás numa ilha diferente. Dependendo do tipo de alojamento que procuras, esta pode ser uma boa opção, se procuras praia e um ambiente tropical (podes optar pelas praias mais movimentadas e conhecidas como Alona, onde há bastante oferta em termos de alojamento, ou então algo mais tranquilo e fora das rotas turísticas no interior da ilha como a zona de Bingag, por exemplo). O que ver e fazer em Bohol Colinas de Chocolate Chocolat Hills, provavelmente a atração mais conhecida e surpreendente de Bohol. São 1268 montanhas com as mesma forma geológica que ninguém ainda sabe explicar, o que é certo é que devido à imensidade de montanhas iguais forradas com a vegetação o espetáculo desde o parque vale bem a pen. Todos esperam montanhas castanhas, contudo, durante a época de chuvas a cor das montanhas é verde, distanciando-se da cor chocolate que lhe dá o nome. Man-made Forest A caminho das colinas de chocolate, encontra-se a maior floresta feita pelas mãos do Homem do mundo. Este foi um projeto de reflorestação feito por estudantes que durou aproximadamente 30 anos. A floresta é conhecida pelas suas longas árvores e pelo seu frio silêncio que se explica pela ausência de biodiversidade do local. Ainda que a intenção dos estudantes tenha sido boa, uma vez que a espécie não pertence à região os animais não conseguem viver dentro da floresta. Loboc Outra das atividades pelas quais é conhecido Bohol é a viagem de barco pelo rio, que dura no total uma hora. Durante o passeio podes apreciar as margens tropicais do rio mais limpo das Filipinas e a sua biodiversidade Praias de Panglao Tal como referido anteriormente, esta ilha fica a uma ponte de distância de Bohol e é onde podes encontrar praias com areia branca, água cristalina e palmeiras à mistura, mesmo à cenário de filme. A Alona beach é das praias mais conhecidas e ao seu redor foram-se construindo resorts, hotéis e cadeias de restaurantes, como tal é muito movimentada e confusa. Se procuras algo mais calmo e igualmente bonito, recomendamos que visites as praias ao redor, como por exemplo a Dumaluan Beach. Mergulho Para os amantes de mergulho ou snorkle existem várias pontos na ilha para o fazer mas das mais conhecidas é Balicasag, rica em vida marinha. Recomendamos a uma pesquisa detalhada antes de fazer a reserva da atividade de forma a entender se o funcionamento natural dos ecossistemas são respeitados ou postos em causa com a tour em questão Gruta Hinagdanan Se grutas são a tua praia, ainda em Panglao podes visitar a Hinagdanan Cave e o seu lago interior, que foi descoberta por acaso por um agricultor local. Estes são alguns dos motivos que te podem levar a Bohol, mas a sua rica diversidade em natureza e paisagem, desde praias desertas a montanhas em formas de chocolate são apenas exemplos. Uma simples viagem de mota entre as casas de bamboo da aldeia, campos de arroz ou as florestas tropicais vai ser suficiente para teres a certeza que foi uma boa opção. Autora: Janete Silva, Flearound

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Ilha das Flores na Indonésia, um paraíso por descobrir

Ilha das Flores na Indonésia, um paraíso por descobrir

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Quando pensamos na Indonésia como destino de férias imediatamente nos vêm à cabeça a famosa ilha de Bali. A juntar a esta, damos um saltinho às ilhas Gili e pouco mais deste país exploramos. A verdade é que a Indonésia tem cerca de 17 mil ilhas e há muitas outras lindíssimas que merecem a sua atenção, como por exemplo a magnífica ilha das Flores. É das ilhas com paisagens mais bonitas da Indonésia, já para não falar da população local que, por ser uma ilha ainda pouco explorada, é de uma candura e simpatia contagiante. Nas Flores há praias paradisíacas, trekkings, dragões de Komodo, mergulho e até vulcões. Tudo o que precisas para ter umas férias incríveis. Neste artigo apresentamos-te um roteiro completo pela ilha das Flores, para que a possas incluir nas tuas próximas férias. Mas antes de mais, não te esqueças de fazer o teu seguro médico internacional para umas férias em segurança. Roteiro pela Ilha das Flores na Indonésia O ponto de partida na ilha das Flores é a pequena cidade portuária de Labuan Bajo, que fica no lado oeste da ilha, bem juntinho à ilha de Komodo. Geralmente, os turistas chegam às Flores de avião desde Bali, ou de barco, desde Bali/Lombok. A aventura de barco é na verdade um cruzeiro de 4 dias que vai fazendo várias paragens no arquipélago das Flores. É sem dúvida uma aventura a incluir se tiveres tempo já que além de parar em ilhas desertas para fazer trekkings, poderás também fazer snorkeling com mantas gigantes, visitar a pink beach, e também conhecer os famosos dragões da ilha de Komodo, tudo isto incluído no cruzeiro. Há imensas agências de turismo a oferecer este passeio, e em média partem de Bali e de Lombok 3 vezes por semana. Já os preços variam consoante a agência de turismo e o tipo de barco. O preço mínimo começa nos 125€ com tudo incluído, desde refeições para os 4 dias, material de snorkeling, e bilhete para a ilha de Komodo. Caso o tempo não te permita fazer esta viagem de 4 dias, então o melhor será voar diretamente para Labuan Bajo. Aqui encontrarás vários passeios de barco de 2 dias que basicamente cobrem o mesmo percurso que o cruzeiro anteriormente referido. Portanto tens também aqui a oportunidade de visitar quer os dragões de Komodo, quer algumas das ilhas desertas adjacentes e também fazer snorkeling. Labuan Bajo é também um destino ideal para fazer mergulho e são muitas as escolas certificadas para esta prática. O próximo destino será então assistir ao nascer do sol no vulcão Kelimutu. O Kelimutu é famoso pelos seus 3 lagos de cores diferentes, um azul turquesa, um azul escuro e um castanho. Ao longo dos tempos os lagos foram mudando de cor e a população acredita que cada lago abriga espíritos de pessoas mortas. De qualquer forma, a experiência de subir até ao cume e de assistir ao nascer do sol é algo que não podes perder por nada. Para chegar ao Kelimutu terás primeiro de voar de Labuan Bajo até Ende, onde poderás apanhar um táxi que te levará à aldeia de Moni, que fica no sopé do vulcão. Se tiveres tempo, sugerimos que faças o percurso entre Labuan Bajo e Ende por terra, com paragens em Ruteng e Badjawa. O percurso é lindíssimo e em ambas as zonas poderás explorar as aldeias locais, algumas cascatas e cavernas. Nestas zonas apenas existem simples guesthouses, mas a experiência vale muito a pena. Chegando a Ende, é necessário apanhar um táxi que te levará à vila de Moni, que fica a cerca de 2h. O preço do táxi varia muito, mas um preço aceitável são 400 mil rupias. Também existe a opção de autocarro, mas não há horários ou preços fixos. Já em Moni, é hora de descansar e de te preparares para acordar bem cedo e assistires ao nascer do sol. Para chegar até ao vulcão podes alugar uma mota e fazer o percurso de forma independente ou então fechar um tour de carro com o teu hotel (300 mil rupias). Há também quem comece bem cedo, por volta das 2h30 da manhã e faça o percurso todo a pé. O tour começa por volta das 3h30 para que, às 4h da manhã, estejas já na entrada do parque natural. Daqui até ao ponto do nascer do sol serão uns 20/30 minutos a pé. A intensidade não é alta, mas faz muito frio, pelo que convém ires agasalhado. Chegando lá cima vais encontrar várias senhoras que vendem chá e café bem quentinho, o que é uma delícia àquela hora da manhã. Procura um local para te sentares e desfruta deste belíssimo espetáculo de cores. O ideal será guardares pelo menos 6 dias para explorar a ilha das Flores, mas 4 podem ser também suficiente. O importante é que não percas a oportunidade de visitar uma das mais belas e paradisíacas ilhas da Indonésia. Prometemos que não te vais arrepender. Autora: Patrícia Carvalho

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Cidades Vistas do Alto – Monumentos que Proporcionam Vistas Incríveis

Cidades Vistas do Alto – Monumentos que Proporcionam Vistas Incríveis

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Quando viajamos uma das muitas experiências que podemos ter para apreciar cada cidade é observá-la a partir de um ponto alto. Em alguns casos vais ter de subir e descer vários degraus, passar por passagens estreitas e estar a grande altitude. Por isso já sabes que viajar sem seguro de viagem internacional não é uma opção. Na IATI ajudamos-te a escolher qual o seguro que melhor se adapta ao tipo de viagem que vais fazer. Hoje deixamos-te algumas sugestões de pontos turísticos e monumentos que proporcionam vistas magníficas de algumas cidades Europeias. Melhores miradouros na Europa Lisboa – Portugal • Miradouro do Arco da Rua Augusta O Miradouro do arco da Rua Augusta fica na ligação entre a Rua Augusta e o Terreiro do Paço ou Praça do Comércio, como também é conhecido este local. O Miradouro está aberto ao público desde agosto de 2013 e permite uma vista de 360 graus sobre a cidade de Lisboa. A subida é feita através de um elevador (que vai dar ao salão de abóbadas, onde podes ver e saber mais sobre a maquinaria do relógio, que faz parte da fachada do Arco). Depois tens de subir cerca de dois lanços de escadas até chegares ao miradouro. Por questões de segurança só é possível permanecerem 35 pessoas em simultâneo no miradouro. E a subida e descida nas escadas é feita de forma alternada. Através de um mecanismo que muda de cor e te indica quando podes subir ou descer. Agora uma dica extra, como podes visitar o miradouro diariamente das 9h às 19h e na época de natal escurece mais cedo, tens a oportunidade de subir por volta das 18h e ver a cidade enfeitada com as luzes de natal. Viena – Áustria • Catedral de Santo Estevão (Stephansdom) A Catedral de Santo Estevão (Stephansdom) está situada na Stephansplatz, e é o símbolo religioso mais importante de Viena. Aqui aconselhamos a subida ao topo da torre sul. São 343 degraus sempre em escada caracol, com uma largura onde só cabe uma pessoa, e com visitantes a subir e a descer ao mesmo tempo. Uma vez que as subidas e descidas efetuam-se em simultâneo. Não havendo um controlo se estão pessoas a subir e a descer ao mesmo tempo. Vais ter muito provavelmente de parar no caminho para dar passagem a quem vai na direção contrária à tua. Pode não ser fácil, mas vai valer a pena contemplar a cidade do alto dos 137 metros da torre. Podes comprar o bilhete simples para subir à torre sul ou o bilhete completo que inclui a subida à torre sul, a subida à torre norte, a visita à catedral e às catacumbas. Lembra-te que este é um templo religioso, pelo que se aplicam regras de vestuário e conduta. Barcelona – Espanha • Catedral da Sagrada Família Em Barcelona não podes dispensar uma visita à obra prima de Gaudí. A Catedral da Sagrada Família é o monumento mais visitado de Barcelona, e a obra inacabada de Gaudí. A sua construção teve início em 1882 e prevê-se que termine em 2026. É possível fazer uma visita virtual pela Catedral, no site oficial da Catedral da Sagrada família, e também ver a evolução esperada, desde os dias de hoje até à data prevista para a sua conclusão em 2026. E uma vez que se trata de um templo religioso tens de ter atenção a algumas regras de vestuário. Não podes entrar com ombros, costas e barriga à mostra; Decotes; Roupa Transparente; Chapéus; Calções curtos ou minissaia. E Como medida de segurança é necessário passar por um detetor de metais. Existem vários tipos de bilhete, com a opção de visita à basílica sem subir às torres. Mas aqui o que te propomos e aconselhamos é mesmo a subida a uma das torres. Por isso tem atenção quando comprares o teu bilhete se estás a escolher aquele que te dá acesso a subir a uma das torres (sim o bilhete só dá acesso a uma das torres). Podes comprar o bilhete na bilheteira da Catedral no próprio dia da visita (só é possível comprar bilhetes no local para o próprio dia) e terás de esperar na fila. Ou podes comprar online (também através do site oficial), o que aconselhamos vivamente, uma vez que podes comprar o bilhete com três meses de antecedência, e assim não terás de esperar na fila. A Catedral tem sido construída através de donativos. E se quiseres fazer parte da história da Catedral podes tornar-te Amigo da Sagrada Família e contribuir com um donativo para ajudar na sua conclusão. Veneza – Itália • Campanário de São Marcos (Campanile Di San Marco) O campanário de são marcos é o ponto mais alto de Veneza, e proporciona uma das vistas mais fabulosas sobre a cidade. Tem 98,5 metros de altura e é um dos símbolos de Veneza. Fica situado na Praça de São marcos, ao lado do palácio Ducal. E é o campanário da Basílica de São Marcos. A Basílica é o monumento religioso mais importante de Veneza. Roma – Vaticano – Itália • Terraço dos Museus do Vaticano Numa visita aos Museus do Vaticano é imprescindível aproveitar para passar pelo terraço dos Museus do vaticano. É preciso estar atento, e ir com a intenção de encontrar o terraço, que pode passar despercebido muito facilmente. Fica situado antes de se iniciar o percurso pelos museus. E proporciona uma vista magnifica dos jardins do Vaticano. É um dos muitos locais em Roma que proporciona fotografias magníficas. Estes são alguns dos locais que aconselhamos para teres uma visão diferente das cidades que visitas. Autora: Sónia Justo, Lonely Lisbonner

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6 Razões para visitar as Filipinas

6 Razões para visitar as Filipinas

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As Filipinas são definidas por seus campos de arroz esmeralda, cidades movimentadas, autocarros salpicados de grafitis, vulcões ardentes, pequenos macacos de olhos esbugalhados, búfalos e pessoas sorridentes. Neste artigo atravessamos contigo este país e mostramos-te o forte legado espanhol que ainda podes encontrar nas 1707 ilhas de natureza tão diversificada. É um dilema: a lagoa escondida ou a praia isolada? Fácil! Joga uma seta ao mapa e vais sempre acertar num paraíso. Prepara uma longa viagem, com o seguro IATI Mochileiro, pois este país merece tempo. Tempo para conseguires ver tudo o que há de mais bonito e tempo para apreciares esta experiência profunda, sem pressa de regressar a casa. 6 razões para visitares as Filipinas Ilhas, praias e paisagem paradisíacas São imensas ilhas tropicais com praias incríveis e toneladas de atividades dignas de férias. De todo o grupo, Palawan é o diamante, tanto que foi eleita a melhor ilha do mundo várias vezes. É a maior ilha do país, definida por seus “50 tons de azul” e suas paisagens marinhas fotogénicas. Há muita variedade de tudo nas Filipinas. Além da selva e praias paradisíacas, podes ver gigantescos vulcões, cavernas, terraços de arroz com 2.000 anos de idade, colinas de chocolate, rios subterrâneos e muito mais. O povo Os filipinos são pessoas amáveis e amigáveis. Extremamente acolhedores e curiosos, parecem estar sempre felizes, e adoram cantar e dançar sempre que há uma ocasião para comemorar. Não é por acaso, que nos países vizinhos encontras tantos Filipinos a trabalhar no sector dos serviços ou em companhias aéreas. Se tiveres a sorte de visitar uma casa filipina, não te vão deixar ajudar e se insistires vão dizer que não és um visitante, és um amigo. Natureza As Filipinas têm uma das mais diversificadas espécies de vida selvagem do mundo. São o lar de uma grande diversidade de pássaros, plantas, animais e criaturas do mar. Existem quase 200 espécies de mamíferos nas Filipinas. O Tarsier filipino é uma das menores (e mais engraçadas!) espécies de macacos do mundo. Vais encontrar mais de 600 espécies de aves, mais de 300 espécies de répteis e anfíbios e pelo menos 400 espécies de corais. Do tubarão-baleia gigante ao mais minúsculo peixe do mundo (Pandaca pigmeu), tudo com o que podes sonhar está agregado nas belas ilhas das Filipinas. O Clima A temperatura média ao longo do ano é de 26.6 ° C. A melhor época para visitar este país, é entre novembro e maio. Nas Filipinas também existe uma estação de monções e muita chuva entre junho e outubro. Mas honestamente, isso não impede ninguém de ir lá. Nada é mais mágico do que nadar no mar em um dia chuvoso, onde depois o sol brilha através das nuvens e a água é de 30 graus. Gastronomia A cozinha filipina não é famosa mundialmente. Mas isso não quer dizer que seja má. Muito pelo contrário! Existem muitas coisas que vale a pena experimentares. Leva em mente, que a comida filipina é uma mistura de cozinha malaia, chinesa, espanhola, japonesa e americana. Por exemplo, o Pancit (massa com legumes e carne), o Halo-Halo (sobremesa à base de leite, feijão, fruta e gelado), ketchup de banana ou o Adobo, frango ou porco cozido com molho se soja. Se fores muito corajoso, podes experimentar o Balut, um ovo cozido com um pato em estado embrião dentro. Todas as frutas nas Filipinas são de fazer água na boca, e podes comprá-las em toda parte frescas e baratas: abacaxis, cocos, mangas, durians (se aguentares o cheiro), papaias e muito mais. Se gostas de marisco, de lagosta a caranguejo, camarão tigre ou polvo, vais encontrar tudo por preços muito baixos. Relaxa com uma massagem Uma das melhores coisas para fazer nas Filipinas é cuidar do teu corpo com uma boa massagem. Porque não? Todos nós precisamos de vez em quando. Locais de massagem e spas estão por todo país, desde spas de luxo até simpáticas senhoras a trabalhar na praia. E na maioria dos lugares o preço ronda os 5-8 €. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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