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É seguro viajar para a Costa Rica? 2025

É seguro viajar para a Costa Rica? 2025

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É seguro viajar para a Costa Rica? O país mais visitado da América Central por turistas de todo o mundo é uma verdadeira jóia natural. Os seus parques naturais são o principal motivo para a visitares. Mas, também podes conhecer um pouco da sua história e cultura na capital, San José, e, claro, dar um mergulho em suas inúmeras praias, tanto no Pacífico como nas Caraíbas. Com tanto hipe de volta deste destino, é normal que duvides se será tudo tão bonito quanto se pinta na internet. A resposta é sim! Também deves querer saber se é seguro viajar para a Costa Rica. Na IATI queremos dar-te todas as informações que precisas para tomar a decisão de iniciar uma viagem em redor deste país maravilhoso. Continua lendo e descubre se é seguro viajar para a Costa Rica agora. O que afirma o Ministério dos Negócios Estrangeiros sobre se é seguro viajar para a Costa Rica? O Ministério dos Negócios Estrangeiros indica na sua página sobre segurança na Costa Rica os cuidados que deves seguir para evitares ser roubado no país da Pura Vida. Ao avaliar se é seguro viajar para a Costa Rica, o governo português destaca que, nos últimos anos, tem ocorrido um aumento do índice de roubos com violência em áreas urbanas e turísticas, assim como o furto de objetos pessoais e documentos. Indica, entre outras dicas, que a melhor forma de evitá-los é não mostrar objetos de valor e que, quando estiveres em transportes públicos, não deves levar contigo objetos de valor. O Ministério dos Negócios Estrangeiros aconselha ainda que deves guardar os teus documentos e bilhetes num local seguro, e sempre que possível, levares contigo cópias do passaporte, uma vez que na Costa Rica para fins de identificação uma cópia é aceite. Se estás a avaliar se é seguro viajar para a Costa Rica, deves ter em mente que o atendimento médico em estabelecimentos privados costuma ser muito caro, portanto, “Viajar sem seguro médico para cobrir despesas de hospitalização e repatriação é fortemente desencorajado.” Isso é particularmente importante nestes tempos de pandemia. Por isso, encorajamos os viajantes a espreitar os seguros que a IATI Seguros te oferece. Por outro lado, deves levar em consideração que na Costa Rica existe o risco de contrair dengue, chikunguya ou zika. Também existe risco de malária ao longo do ano nas províncias de Limón e Punta Arena, especialmente nos cantões de Guácimo, Limón, Matina, Talamanca e Garabito. Portanto, deves ter alguns cuidados extra: usar roupa que cubra o corpo, evitar picadas de mosquito e fazer uma consulta de viajante antes de partir. Outros cuidados a serem levados em consideração são o estado das estradas (importante se estiveres a pensar em alugar um carro), as correntes nas praias e na foz dos rios e a atividade sísmica e vulcânica. Mas então é seguro viajar para a Costa Rica? Embora todos os itens acima possam-te dar uma certa impressão, a verdade é que a Costa Rica é um dos países mais seguros da América Latina. Embora, obviamente, também existam problemas relacionados com o crime, muitos deles estão relacionados com drogas e os turistas não sentem insegurança a menos que se desloquem a determinados locais com pouco tráfego. Claro, é importante teres cuidado, especialmente em algumas áreas, como a capital, San José. A Costa Rica é um país que vive do turismo, e por isso vais-te sentir bem recebido. Os costarriquenhos são um povo extremamente acolhedor e sabem da importância económica desta atividade. Porém, deves ter os mesmos cuidados básicos que terias noutros cantos do mundo, principalmente quando há concentração de pessoas nas rodoviárias e no transporte público em geral. Mesmo assim, gostaríamos de fazer uma recomendação ao falar contigo sobre segurança na Costa Rica. Desfruta do centro de San José com cautela, mas evita caminhar pela cidade à noite. Depois das 17:00 as ruas ficam vazias e começa a ficar mais perigoso. As áreas mais conflituosas estão em torno dos mercados e estações, próximas do Museu da Criança e das avenidas 10 e 3. Além disso, conforme indicado pelo Ministério, é aconselhável teres cuidado em Jacó e Limón ao cair da noite. Devido a problemas com o tráfico de drogas, podes cruzar-te com ambientes desconfortáveis. Por outro lado, se estás a pensar alugar um carro, é aconselhável conduzires com cautela. O trânsito é geralmente bastante caótico e ultrapassagens imprudentes são a tendência geral. Portanto, é recomendável que faças um seguro com cobertura total. Além disso, tenta não deixar objetos de valor à vista de todos e tranca as portas. Ora, a Costa Rica é um país conhecido por ser uma das mecas dos desportos radicais (principalmente canopy, rafting ou tirolesa). O ministério destaca que é fundamental ter um seguro que cubra essas práticas e que a empresa tenha as licenças necessárias para realizá-las. Além disso, ao avaliar se é seguro viajar para a Costa Rica, é importante saberes que em termos de saúde há um alerta de malária emitido desde setembro de 2017. Embora não haja vacinas obrigatórias ou recomendadas, é aconselhável consultares um especialista médico antes de março e, claro, evitares picadas de mosquito. A saúde privada é boa nas grandes cidades, mas pode ser menos acessível em áreas remotas. Assim, recomendamos fortemente que sigas as recomendações do Ministério e faças um bom seguro de viagem. Concluindo, é seguro viajar para a Costa Rica, mas sempre com os cuidados básicos e seguindo os conselhos que posteriormente te iremos dar. Viajar sozinho para a Costa Rica, é recomendado? Queres viajar sozinho para a Costa Rica e não esperas que mais ninguém te acompanhe? Vai em frente! Viajares sozinho neste país da América Central é algo que nunca vais esquecer e, com os cuidados mais básicos, irás sentir-te muito confortável em fazê-lo. Mulheres viajantes que desejam viajar pela Costa Rica sozinhas não precisam de seguir muito mais precauções do que aquelas que discutimos acima ou os conselhos que daremos a seguir. É um país seguro e os seus cidadãos fazem de tudo para ajudar os turistas. A isso devemos acrescentar a vantagem de falarmos uma língua semelhante. O certo é que, há alguns anos, ocorreram alguns ataques violentos contra mulheres em zonas turísticas. Isso, infelizmente, é algo que acontece em quase todos os países do mundo, mas é aconselhável evitar ir sozinho a lugares isolados ou pouco iluminados. Isso também fará com que te sintas mais confortável ao viajar durante o dia. Ou seja, se tiveres que fazer viagens longas de autocarro, é melhor chegares ao teu destino com o sol ainda alto. Algumas dicas para viajar pela Costa Rica com segurança • Obtem o melhor seguro de viagem, o IATI Mochileiro ou o IATI Estrela, caso queira coberturas ainda mais elevadas. • Não sejas ostentado. Embora viajar na Costa Rica seja seguro, é melhor evitares mostrar objetos de valor para evitar roubos. • Evita locais isolados ou mal iluminados. Procura não caminhar à noite nos centros urbanos das grandes cidades. • Se alugares um carro, deves considerar que a segurança rodoviária não é muito respeitada no país. Dirige com cuidado e verifica o seguro do carro. Tenta estacionar em áreas vigiadas e não deixes objetos de valor à vista. • Usa repelente de mosquitos e veste camisas de mangas compridas e calças compridas ao anoitecer e à noite. Evita locais onde haja água parada. • Ao caminhares por parques naturais, tem cuidado para não mostrares comida, pois diferentes animais podem tentar roubar-te e causar alguns ferimentos. Não toques nos animais nem tentes alimentá-los. • É seguro beberes água da torneira em muitas partes do país, mas é melhor perguntares, em algumas áreas a água engarrafada é melhor. • Cuidado com a tua bagagem ao viajares de transporte público. Leva os objetos de valor contigo. • Se estás a pensar em viajar de bicicleta, toma muito cuidado porque as estradas não têm berma. • No caso de chamares um táxi, eles estão seguros na Costa Rica, mas certifica-te de colocar “la María”, o taxímetro. Além disso, apanha táxis de cooperativas e esquece os “táxis piratas”. • Se tiveres algum problema no país, como roubo, é melhor comunicares imediatamente às autoridades competentes e pedir uma cópia do relatório. Podes também notificar o Consulado ou Embaixada de Portugal. • É seguro viajar para a Costa Rica, mas não é para deixar o bom senso em casa. Viaja com cautela e seguindo os cuidados que mencionamos, bem como outros que receberás no teu destino. Seguro de viagem Costa Rica Achas que é seguro viajar para a Costa Rica? Com certeza já ficaste a desejar conhecer um país tão variado como este. Agora, mais do que nunca (e como dissemos acima, agora é totalmente obrigatório entrar no país), o seguro de viagem é essencial. Não esperes mais e adquire já um dos dois seguros 100% pensados ​​para uma viagem à Costa Rica: IATI Mochileiro e IATI Estrela.

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Amã: O que ver e fazer num único dia

Amã: O que ver e fazer num único dia

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Mesmo que o teu sonho seja visitar a icónica Petra, não te esqueças de passar algum tempo também na capital da Jordânia e arredores. O que ver e fazer em Amã num dia? Esta cidade, embora bastante moderna, possui vários monumentos históricos que não podes perder. A IATI, líder em seguros de viagens online, vai propor-te um roteiro que se divide em duas partes: um passeio histórico-cultural pela manhã e uma caminhada mais casual pela mais moderna Amã, de tarde. Amã, a capital da Jordânia Esta cidade tem cerca de 4 milhões de habitantes e é considerada uma das populações mais liberais do Médio Oriente. O nome de Haman foi dado pelos amonitas no s. XIII AC que chamaram a cidade de “Rabbath Amon” (que significa “Grande cidade dos filhos de Ammon”). A cidade foi posteriormente conquistada pelos assírios, persas e gregos, até que finalmente caiu nas mãos dos romanos. No séc. III AC, o Faraó Ptolomeu II Filadélfia deu o seu nome à região e assim a cidade foi renomeada Filadélfia. Também fazia parte da Decápolis, uma liga de dez cidades do Império Romano que funcionava como cidades-estado. Durante a era omíada, a cidade recuperou seu nome original de Amã. Como podemos constatar, passaram por esta região imponentes civilizações! Cidadela de Amã e Museu Arqueológico da Jordânia Se te consideras um amante da história, não podes perder a Cidadela de Amã e os seus 7.000 anos de história. Este local é um compêndio da história de várias civilizações: as ruínas de um templo romano dedicado a Hércules, os restos de um palácio omíada do século VIII que preserva a sua cúpula azul restaurada, uma antiga cisterna de água, uma igreja bizantina … Além disto, existe também o Museu Arqueológico da Jordânia, com algumas peças de grande importância para a história do país. Além de aprender mais sobre a Jordânia, a visita à Cidadela também é obrigatória pelas incríveis vistas que terá de lá para Amã, uma cidade que se ergue sobre 7 colinas. As casinhas brancas estão aglomeradas e podemos apreciar, de forma surpreendente, o traçado labiríntico e totalmente caótico das ruas. É seguro viajar para a Jordânia? Descobre tudo o que precisas de saber neste artigo! O Teatro Romano em Amã Quando Amã ainda era conhecida como Filadélfia, como toda a cidade romana que se preze, tinha o seu próprio teatro. A sua capacidade e decoração mostram-nos o quão importante deve ter sido a vila naquela época. Sobe aos seus degraus mais altos: a vista panorâmica do complexo, construído no século II, é verdadeiramente impressionante! Ao lado dele encontras um pequeno odeon da mesma época do teatro e também um pequeno, mas muito interessante Museu de Tradições. Esta visita também te dará uma nova perspetiva sobre a Jordânia, uma vez que aqui foram colecionadas informações sobre a vida ancestral dos beduínos e também os usos e costumes da sociedade jordaniana de hoje. Sem dúvida, imperdível numa visita a Amã num único dia. Cidade de Amã (Centro) Após as visitas mais histórico-culturais, convidamos-te a descobrires o lado mais moderno e cosmopolita da tua visita de um dia a Amã. O centro da cidade é caótico e animado. O ponto de partida para te perderes nas suas ruas é a Mesquita Al-Husseini. A um passo de distância, encontras vários bazares e um grande mercado de rua (aberto de dia e à noite) onde podes procurar e experimentar os produtos locais. Pode ser uma ótima opção para uma pequena pausa para o almoço! Aproveita para descobrir e saborear a deliciosa culinária jordaniana. Rua arco-íris Se não ficaste convencido com nenhum produto local no mercado, a outra opção é ir para a Rainbow Street. Vais-te sentir “em casa”, já que esta área da capital é muito moderna e totalmente ocidentalizada. Lá encontrarás inúmeras pizzarias, hambúrgueres e cafés com um ambiente mais cosmopolita. Mesquita do Rei Abdallah I Antes de deixar a capital do Reino Hachemita da Jordânia, um pouco mais longe do centro está a espetacular Mesquita do Rei Abdallah I. Esta mesquita tem uma impressionante cúpula azul que se tornou o emblema da capital. Foi construída na década de oitenta e tem capacidade para 3.000 fiéis. O seu interior é semelhante ao de qualquer outra mesquita, porém vale a pena visitá-la à noite, pois, com a iluminação, seus minaretes de aspecto futurista vão deixar-te sem palavras. Outras excursões à periferia Lembra-te, antes de saíres de Amã, que desde a capital também poderás fazer muitos passeios interessantes. Assim, depois de riscares da tua lista as coisas essenciais para ver e fazer em Amã num único dia, podes escolher as seguintes propostas: • A uma hora de Amã fica o Mar Morto. Encontrará na capital inúmeras opções de passeios de um dia. Poderá testar os incríveis efeitos do seu lodo na pele e divertir-se com a incrível flutuabilidade das suas águas altamente salinas. • Outra visita que não deves perder é Jerash (Gerasa). Este sítio arqueológico, ruínas de uma antiga cidade romana que fazia parte da Decápolis como Amã, não tem nada a invejar a lugares como Hierápolis ou Éfeso (na Turquia), o Partenon (na Grécia) ou Pompéia (na Itália). Também podes reservar passeios de um dia a partir de Amã. Jerash fica a uma hora e meia da capital. • Outra das visitas mais típicas é visitar Madaba e o Monte Nebo, lugares emblemáticos da religião cristã, a apenas 40 minutos de Amã. Madaba, conhecida como a Cidade dos Mosaicos, possui um importante mapa da época bizantina: a cartografia mais antiga da Terra Santa e de Jerusalém. Quanto ao Monte Nebo, é um pico que é mencionado várias vezes nas Escrituras e, por isso, é considerado um local sagrado para os fiéis. Do seu cume, em dias claros, poderás ver Jerusalém à distância. Artigo escrito por Sandra Candal, de El Viaje de mi vida

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Caminito del Rey: guia completo para o tesouro de Málaga

Caminito del Rey: guia completo para o tesouro de Málaga

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O Caminito del Rey é simplesmente épico. Pode ter visto em fotos em várias ocasiões e achar que sabe o que o espera na sua visita. Mas, não importa quantas vezes o tenha visto, uma vez que chega ao local e o avista pela primeira vez, é impossível não expressar um “Uau!” O meio ambiente, a sua fauna, a flora, as diferentes pontes suspensas e passagens que o ajudarão a atravessar o Desfiladeiro Gaitanes, certamente vão deixá-lo sem palavras a cada passo. Para desfrutar a 100% desta aventura, criamos para si este Guia completo para o Caminito del Rey com todas as informações que necessita para esta aventura. Como chegar, o que levar, horários, ingressos e muito mais! O que é o Caminito del Rey? Entre os municípios de Álora, Antequera e Ardales está a bela Área Natural Desfiladero de los Gaitanes. No início do século XX, já em 1901, a Sociedad Hidroeléctrica del Chorro estava em plena construção dos reservatórios que serviriam para aproveitar os desníveis da área para criar uma grande cascata, que, por sua vez, serviria para operar a uma central hidroelétrica com a qual a eletricidade seria finalmente fornecida aos habitantes da área. Para facilitar o acesso dos trabalhadores, foi iniciada a construção de diversas passagens nas paredes do Desfiladero de los Gaitanes. Anos depois, vendo as belas paisagens que oferecem estas pontes e passagens, o aumento do interesse de moradores, amigos e familiares em vir conhecer esta região apesar do assombroso perigo da caminhada, o engenheiro-chefe Rafael Benjumea assumiu o comando das obras de reforma que iriam permitir o acesso deste lugar ao público. Por que se chama Caminito del Rey? Só depois de mais de 6 anos de obras, em 1921, é que o próprio Rei Afonso XIII assistiria à inauguração desta grandiosa obra e percorreria um pedaço do que, graças à sua visita, é hoje conhecido como o Caminito del Rey. O Caminito del Rey hoje O Caminito del Rey foi, durante anos, uma das grandes atrações da província de Málaga, mas o seu nome sempre esteve ligado à palavra “perigo”. Os acidentes foram contínuos e após 5 mortes entre 1999 e 2000, foi decretado o encerramento ao público para uma remodelação completa. Após 15 anos de trabalho, em 2015 deixou de ser conhecido como “o caminho mais perigoso do mundo” para figurar nas listas dos essenciais para ver e fazer em Espanha nos guias de viagem mais actuais. Agora o Caminito del Rey percorre um caminho moderno e totalmente seguro, com todas as medidas de controlo activas, e sujeito a revisões diárias, que garantem ao visitante uma experiência inesquecível e segura. Poderá desfrutar de maravilhosas vistas a mais de 100 metros de altura, entre as majestosas paredes da garganta de Gaitanes e com o rio Guadalhorce aos seus pés, sem se preocupar com nada mais e apenas desfrutar deste passeio. Cascatas, cavernas, cabras montesas, abutres e outras surpresas esperam por si neste cenário único e encantador. Como chegar ao Caminito del Rey? O Caminito del Rey propõe um percurso não circular, pelo que se entra por um acesso diferente daquele que se sai no fim. Esses acessos são conhecidos como Acceso Sur e Acceso Norte del Caminito del Rey. Anteriormente, poderia entrar e sair por qualquer um dos dois acessos. Hoje em dia, é obrigatório entrar pelo Acesso Norte e terminar o passeio pelo Acesso Sul. Assim, o seu objetivo será chegar ao acesso norte e, por isso, as informações que passamos nos próximos parágrafos serão realmente úteis e necessárias. Em primeiro lugar, deve saber que ao comprar a sua passagem para o Caminito del Rey (ponto sobre o qual falaremos mais tarde), terá um horário de entrada. Isso significa que é muito importante chegar pontualmente para não perder o direito de acesso (há uma margem de 10 minutos). O que acontece é que o lugar onde terá que estar num determinado horário fica longe do ponto de acesso rodoviário. Terá que sair do carro com tempo suficiente para chegar à partida oficial. Acesso Norte ao Caminito del Rey Desde o ponto onde pode estacionar o seu carro ou chegar de autocarro, existem dois caminhos que o levam ao início do Caminito del Rey, um bastante curto com 1,7 quilómetros, que pode fazer em 15-20 minutos, e um mais longo (e mais bonito) de 2,7 quilómetros que levará cerca de 20-30 minutos. Portanto, se por exemplo o seu bilhete é para chegar ao Caminito del Rey às 11:00, e deseja fazer o trajeto mais longo, é importante que chegue ao estacionamento antes das 10:30. Como chegar ao Acesso Norte do Caminito del Rey? Embora também exista a possibilidade de apanhar um comboio de Málaga a El Chorro e de lá apanhar o autocarro que o deixará no Acesso Norte, o mais comum é chegar a Caminito del Rey com o seu próprio carro. De Málaga, pela A-357, demora cerca de uma hora e, assim que se aproxima, terá que escolher entre duas opções. Por um lado, pode estacionar no parque de estacionamento do acesso Norte e depois fazer o caminho e regressar de autocarro vaivém para recolher o seu veículo. Por outro lado, dependendo das suas preferências, pode estacionar o seu carro no Acesso Sul, apanhar o autocarro shuttle para o Acesso Norte e assim que terminar o percurso, terá o carro à sua espera para continuar a conhecer outros locais a visitar próximos do Caminito del Rey. Pode pagar o autocarro no ato da compra online ou na bilheteira que encontra em frente à paragem, por cerca de € 1,55. Quanto tempo dura o Caminito del Rey? A rota oficial do Caminito del Rey é de 7,7 quilómetros. Enquanto pôde ser feito desde o Acesso Sul para o Norte, apresentou alguns desníveis notáveis, mas com o percurso atual, é uma estrada praticamente plana sem grandes subidas a destacar. Por isso, com calma, é um percurso adequado à grande maioria, sem a necessidade de grande forma física. Destes 7,7 quilómetros, 2,9 pertencem às diferentes passagens e estruturas das quais terá vistas de cima. As demais são trilhos na mata para passear e, com sorte, irá avistar cabras de montanha e urubus sobrevoando a região. Somando a rota oficial do Caminito del Rey, a pista de acesso do início e o caminho que o leva ao final do trajeto, calculamos que poderá demorar por lá cerca de três horas. Os viajantes que aceleram o ritmo podem concluí-lo em apenas duas. Já os que desejam ir com o máximo de tranquilidade, devem reservar cerca de 4 horas de tempo para caminhar pelo Caminito del Rey. Reservar IATI Escapadinhas Ingressos para o Caminito del Rey Os ingressos para este passeio têm uma lotação diária limitada e, por isso, muitas vezes acontece que no dia que já tinha em mente visitar este lugar, não há ingressos disponíveis. Portanto, aconselhamos a reserva do seu bilhete com a maior antecedência possível. Para tal, deve aceder ao seu site oficial: Site oficial do Caminito del Rey Terá de escolher o dia e, como já mencionado anteriormente, também a hora da visita. Existem dois tipos de ingressos: • Bilhete básico: € 10 • Entrada com visita guiada: € 18,5 Durante o processo de compra também é possível reservar o shuttle de autocarro. Deve descarregar o ingresso para o seu telemóvel e evitar imprimi-lo por motivos ecológicos. Horário de acesso ao Caminito del Rey Este trajeto está aberto todas as semanas, de terça a domingo. Às segundas-feiras fecha. Durante o inverno (a partir de 27 de outubro), o horário é das 09:30 às 14:30. Durante a temporada de verão (a partir de 1 de abril), o horário do Caminito del Rey é das 09:00 às 16:00. Fecham nas datas de Natal e passagem de ano, como 24, 25 e 31 de dezembro, e também a 1 de janeiro. Informação útil Agora que já sabe tudo o que o espera na sua visita ao Caminito, não saia sem antes ler estas dicas que serão extremamente úteis para a sua visita. • A idade mínima para a visita é de 8 anos. Assim, se está a pensar fazer este passeio com os menores, se eles não atingirem esse limite, não poderá visitar o Caminito. • Não há WC durante o passeio. Logo na entrada oficial, terá a sua última oportunidade de usar o WC antes de iniciar o trajeto. • Apesar do facto de que, após a remodelação de 2015, agora o trajeto ser muito mais seguro, nunca se sabe o que pode acontecer. Portanto, é altamente recomendável fazer a sua visita com um seguro de viagem.Obtenha o seu seguro com a IATI! • É totalmente proibido fazer a caminhada com chinelos ou calçado fechado. Se não cumprir esta regra, não terá permissão para entrar. Use calçado adequado e roupas confortáveis. • No início do trajeto, receberá um capacete de segurança que não poderá remover até ao final do passeio. • Leve água e um lanche para matar a sede e a fome durante o passeio. Não poderá comprar nada depois da partida. • “Objetos desnecessários” como selfie-sticks, drones ou tripés são totalmente proibidos. • Em muitas das secções do trajeto o sol pode incomodar. Leve protetor solar para evitar queimaduras. • Se o tempo não estiver bom, é recomendado levar uma capa de chuva na mochila. Se fizer o passeio no inverno, leve também roupas quentes na mochila. Faça já o seu seguro de viagem para desfrutar do Caminito del Rey, e faça um bom passeio!

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Guia para visitar Petra: o que ver na cidade perdida dos nabateus

Guia para visitar Petra: o que ver na cidade perdida dos nabateus

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A cidade de Petra é uma daquelas maravilhas do mundo que todos deveriam visitar nas suas vidas. E embora esta frase soe como um cliché muito banal, desta vez não é um exagero. Não é nem mais nem menos do que uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Petra impressiona, tanto pelas fotos, filmes e documentários que viu antes de chegar, como ao vivo. Este monumento é o destaque de qualquer viagem à Jordânia, destino para o qual damos duas dicas fundamentais: faça um seguro de viagem com o qual viajar protegido e adquira o Jordan Pass, documento que inclui o visto de entrada no país e um grande número de visitas de interesse, como a própria visita a Petra. Um bom guia para visitar Petra deve consistir em pelo menos dois dias. E é que embora a face mais conhecida de Petra seja a famosa fachada do que se conhece como “o Tesouro”, na realidade Petra é muito mais do que isso. A sua extensão é enorme. Se dedicar um único dia a esta visita, provavelmente só conseguirá ver a fachada de cima. Para contextualizar este monumento, convém mencionar que não se sabe exatamente quando Petra foi edificada, mas que seu momento de maior esplendor foi no século I AC. como a capital do Império Nabateu. Foi a pedra angular de uma rota comercial pela qual circulavam mercadorias valiosas, e sua importância foi tal que chegou a hospedar uma população de mais de 30.000 pessoas. Posteriormente, passou a fazer parte do Império Romano, e depois do Bizantino, sendo seriamente destruída por um terramoto em 363. As rotas comerciais mudaram, a cidade foi esquecida e em meados do século 7 apenas os beduínos mais próximos sabiam da sua existência. No início do século XIX, em 1812, o explorador suíço Jean Louis Burckhardt redescobriu Petra ao entrar na área vestido como um homem muçulmano, após ganhar a confiança dos beduínos da região. A partir daí Petra abriu-se para o Ocidente e hoje é um dos lugares mais visitados do mundo. O que fazer em Petra no primeiro dia de visita Qualquer bom guia para visitar Petra dará este conselho: levante-se cedo. Percorrerá muitos quilómetros a pé, possivelmente ao sol e com temperaturas elevadas, por isso quanto mais cedo começar melhor, de forma a poder aproveitar as horas mais frescas e se livrar das multidões atraídas por esta série de monumentos. Para começar com toda a alegria, “não deixe para amanhã o que pode fazer hoje”, e, só por precaução, recomendamos que dedique o seu primeiro dia de visita em Petra aos seus locais mais emblemáticos. O Siq O Siq é um estreito desfiladeiro de pedra que dá acesso a Petra, uma passagem natural sinuosa tão estreita que mesmo em alguns pontos já não se consegue ver o céu. A sua formação deu-se por deslocamentos tectónicos, não por erosão, e embora não seja o único acesso à zona arqueológica, é a principal, a mais famosa e a mais recomendada. O Tesouro O Tesouro é o elemento mais famoso de Petra. O seu nome verdadeiro é Al Khazna e o termo “tesouro” vem de uma antiga lenda que afirmava que um tesouro estava escondido na sua urna superior. Em Petra existem muitas outras fachadas como esta, mas sem dúvida esta é a mais bonita porque o seu estado de conservação é excepcional, e também a sua localização no meio do canyon e no final do Siq tem algo de mágico. Tem quase 40 metros de altura e é esculpido em detalhes. Estima-se que tenha sido esculpido no século I AC. e é praticamente perfeito. Uma verdadeira maravilha para onde quer que deambule o seu olhar. O Teatro Conforme percorre este passeio por Petra, chegará ao teatro. É o único teatro conhecido que não é construído, mas esculpido na rocha, e é de origem nabateia. Posteriormente, os romanos se encarregaram de ampliá-lo e teria na altura capacidade para cerca de 4.000 pessoas distribuídas em três níveis de arquibancadas. Por se tratar da própria rocha da montanha, ela está completamente camuflada e a área do cenário é a mais deteriorada. As Tumbas Reais Ao sairmos do teatro, chegamos às Tumbas Reais, a maior área coberta por fachadas em Petra. No total, temos quatro fachadas diferentes, uma ao lado da outra, de enormes dimensões. São conhecidos como Urna, Coríntia, Seda e Palácio, sendo este último o maior de todos, pois já teve até cinco pisos com diferentes estilos decorativos. Sem dúvida são espetaculares, mas o seu estado de conservação é delicado, pois sofreram muito com a erosão e por isso não parecem tão perfeitos quanto o Tesouro. Rua das colunas Continuamos o nosso caminho pela estrada principal de Petra e chegamos à Calle Columnada. É o melhor lugar para imaginar Petra como uma verdadeira cidade e não apenas como um local funerário, pois esse é o verdadeiro propósito das fachadas que vemos de um lado e do outro: para acolher sepulturas. Na rua Columnada percorremos a antiga estrada da cidade, onde certamente se concentrava a área comercial, deixando de lado as colunas que ainda existem. O Mosteiro Como já vos dissemos, em Petra é preciso caminhar muito, e a subida ao Mosteiro coloca-nos todos à prova. Mas o esforço vale a pena, pois é um dos lugares mais bonitos deste guia para visitar Petra. O nome deste monumento é Ad Deir, data do século 2 DC. e com 47 metros de largura e 48 metros de altura, é a maior fachada de Petra. Para lá chegar terá de ultrapassar um desnível de cerca de 800 degraus em 2,5 quilómetros, mas as vistas de cima são uma verdadeira maravilha. O que fazer em Petra no segundo dia de visita Se seguir os passos deste guia para visitar Petra no segundo dia, pode passá-lo parando em alguns locais que deixou para trás no primeiro dia e subindo até alguns dos melhores miradouros de toda a zona arqueológica. Além disso, não deve perder o show Petra by Night, no qual o Tesouro é iluminado por velas. Só é comemorado às segundas, quartas e quintas-feiras, por isso um segundo dia em Petra pode garantir-lhe a entrada neste espectáculo. Os pontos de vista do tesouro Assim que começar seu segundo dia de visita em Petra, bem cedo, pode aproveitar para subir até dois dos miradouros que oferecem as melhores vistas do Tesouro, os favoritos dos instagrammers. O acesso a um deles é feito pela parede que se ergue em frente à fachada do Tesouro, é fácil, rápido e oferece uma vista de meia altura. Mas se contornar a montanha, passando em frente às Tumbas Reais, pode subir até o topo do maciço rochoso que permite ver o Tesouro de cima. Em ambos os casos, aliás, encontrará uma casa de chá beduína estrategicamente localizada. O Altar dos Sacrifícios Em Petra existem mais locais de interesse do que as suas famosas fachadas, e o Altar dos Sacrifícios é um bom exemplo disso. Espera-o uma boa subida, novamente para chegar a esta área sagrada, mas quando chegarmos ao topo poderemos descansar ao lado da área cerimonial onde antes eram realizados sacrifícios de animais. Daqui também teremos uma das melhores vistas da cidade de Petra. O grande templo Terá passado pelo este monumento no dia anterior, mas é agora, no segundo dia, que o encorajamos a explorar cuidadosamente o Grande Templo. Está localizado próximo à Calle Columnada e com seus 7.000 m² é o maior monumento arqueológico de Petra. Vale a pena explorar as salas, colunas e áreas sagradas deste complexo nabateu do século I AC, se olhar com atenção encontrará alguns vestígios de alvenaria e pinturas a fresco nos seus recantos mais distantes. O Templo Qasr al-Bint Muito perto do Grande Templo, seguindo o caminho como se se dirigisse ao Mosteiro, encontra-se o templo Qasr al-Bint. Apesar de ter sido criado no século 1 AC., vários dos seus muros de 23 metros de altura ainda estão de pé, razão pela qual é considerado o principal e mais importante templo de Petra Nabateia. Para muitos, é o edifício que merece a maior admiração de todo o complexo. A Igreja Conforme mencionado anteriormente neste guia para visitar Petra, a cidade foi nabateia, depois romana e depois bizantina. E é a esta época, do Império Bizantino, que pertencem os restos mortais da igreja que podemos encontrar em Petra. Não está longe da rua com colunatas, é do século V DC. e vale a pena contemplar o espetacular mosaico que cobria todo o seu piso. O Centro de Visitantes Por fim, antes de sair de Petra, não deixe de visitar o seu Centro de Visitantes, mesmo que seja para passar apenas alguns minutos. Graças ao seu Museu poderá dar forma a tudo o que viu no terreno, com uma infinidade de material didáctico e multimédia que o ajudará a compreender Petra como a cidade comercial muito importante que foi. Além de lhe facultar um contexto histórico, também poderá desfrutar de uma exposição completa com as peças mais bem preservadas que surgiram nas escavações. Nenhum guia para visitar Petra estaria completo sem o seu Centro de Visitantes. Artigo escrito por Roberto Ruiz, do El Mundo Patas Arriba

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Roteiro de 15 dias pela Indonésia

Roteiro de 15 dias pela Indonésia

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Ansioso para conhecer a Indonésia? Não é à toa! É um dos países mais biodiversos e paradisíacos do Sudeste Asiático. Com tantas coisas para fazer e mais de 17.000 ilhas para descobrir, o mais difícil é preparar uma rota pela Indonésia que seja consistente com o que estamos à procura. Na IATI, especialistas em seguro de viagem para o Sudeste Asiático, propomos tornar sua vida um pouco mais fácil e ajudá-lo a preparar um roteiro de viagem gratuito de 15 dias pela Indonésia, no qual poderá conhecer as principais atrações para uma primeira visita ao país. Continue a ler para descobrir o melhor roteiro pela Indonésia em 15 dias grátis! Itinerário de 15 dias pela Indonésia Esta rota de 15 dias pela Indonésia é ideal se for sua primeira vez neste arquipélago fabuloso. Propomos uma mistura perfeita para que possa conhecer a cultura da Indonésia através de seus templos, mas também terá uma boa dose de natureza selvagem graças aos seus vulcões, campos de arroz e, claro, incríveis praias e recifes. Neste roteiro de 15 dias pela Indonésia, terá tempo para ver tudo de uma forma mais ou menos relaxada, mas, se desejar, também poderá diminuir a intensidade e eliminar um destino. Além disso, como não somos todos iguais, no final deste artigo, encontrará algumas alternativas para fazer o seu roteiro de acordo com sua preferência pelo mergulho ou pelo relaxamento nas praias. Se tiver 20 dias, também poderá adicionar um destino adicional, como informaremos mais tarde. Não aguenta mais a espera? Continue a ler e descubra o seu próximo roteiro de 15 dias na Indonésia. 1. Yogyakarta (2 dias) A maioria dos voos de Portugal para a Indonésia terão escala em Madrid e/ou alguma cidade asiática, e seguem viagem para os aeroportos internacionais de Jacarta (capital da Indonésia) ou Bali. Para esta excursão de 15 dias pela Indonésia, é melhor reservar seu voo para Jacarta e, em seguida, pegar outro avião para Yogyakarta, uma cidade localizada na mesma ilha de Java. Dois dos conjuntos de templos mais impressionantes da Indonésia esperam por si aqui: Borobudur e Prambanan. Na manhã seguinte, poderá vivenciar um dos amanheceres mais especiais de sua viagem à Indonésia, aquele que será visto desde o templo Borobudur. Não é nada mais e nada menos do que o maior monumento budista do mundo, construído entre 750 e 850. O restante deste segundo dia do seu itinerário de viagem de 15 dias à Indonésia pode ser gasto com outras atrações em redor de Yogyakarta. Por exemplo: • Kraton: o Palácio do Sultão, no centro da cidade. • Taman Sari: o Castelo de Água, uma mistura entre elementos arquitetónicos indonésios e coloniais. • Ruas Malioboro e Sosrowijayan: é o centro nevrálgico de Yogyakarta onde não sentirá falta de restaurantes e lojas com ótimo artesanato • Outros templos como Mendut ou Pawon: pode incluí-los ao lado de sua entrada para Borobudur. Caso tenha mais dias para tornar o seu itinerário indonésio mais flexível, não hesite em dar uma chance a Jacarta e descobrir as principais atrações da caótica capital. 2. De Yogyakarta a Cemoro Lawang (vulcão Bromo) (1 dia) Se quer ver uma das paisagens mais impressionantes do seu passeio pela Indonésia, você não tem escolha a não ser fazer neste dia a viagem de Yogyakarta a Cemoro Lawang, a cidade que será sua base para desfrutar do vulcão Bromo. Há várias opções válidas para fazer este roteiro, sendo a mais fácil comprar uma excursão, mas se quiser fazer por conta própria, terá que seguir os seguintes passos: • Vá de comboio ou avião para Surabaya • Apanhe um autocarro ou trem para Probolinggo • Alugue uma van para Cemoro Lawang Descanse bem esta noite porque na manhã seguinte outro nascer do sol imponente o espera contemplando um dos melhores vulcões do mundo para se visitar em viagem. 3. Transferência do vulcão Bromo para Banyuwangi (1 dia) Existem vários miradouros nos arredores de Cemoro Lawang para apreciar o nascer do sol com vista para Bromo. Dependendo da altura e do que deseja caminhar, pode visitar um deles e desfrutar da imponente paisagem do Parque Nacional de Bromo. Para aproveitar este dia da sua rota de 15 dias pela Indonésia, aconselhamos uma visita o próprio parque. Existem várias formas de o fazer: aceder pela porta principal, caminhar pelo chamado “Mar de Areia” ou alugar uma excursão a partir do Probolinggo. De qualquer forma, pode aceder à cratera Bromo, que lhe proporcionará uma experiência única no mundo. Não se deixe levar, hojetambém terá um dia de viagem para o próximo ponto do seu itinerário na Indonésia: Banyuwangi, o lugar de onde poderá ver o maravilhoso vulcão Ijen. Para fazer isso, você terá que seguir estas etapas: Alugue uma van de Cemoro Lawang para Probolinggo Vá um autocarro para Banyuwangi Uma vez em Banyuwangi, descanse! Precisará de recuperar as forças, já que terá que acordar por volta das 00:00 ou 1:00 da manhã se quiser ver o famoso Fogo Azul do vulcão Ijen. 4. Vulcão Ijen e traslado para Bali (1 dia) Uma nova madrugada, desta vez também para ver outro belo vulcão. A subida é difícil, mas as vistas desta cratera, onde reina um lindo lago turquesa, salpicado do amarelo do enxofre que os mineiros (duros) recolhem todos os dias carregando cestos nas costas, vale a pena. Claro, lembre-se que para ver o espetáculo do chamado Blue Fire, causado pela queima do enxofre, é preciso descer até à caldeira, o que exige algum esforço. Se quiser fazer isso, precisará de uma máscara de gás e, por favor, seja respeitador com os mineiros que estão a fazer o seu trabalho e não atrapalhe. Após um café da manhã revigorante, voltamos para Banyuwangi e embarcamos para Bali – vamos mudar de ilha! No porto de Gilimanuk, pode apanhar um autocarro para Denpasar (capital de Bali) ou um táxi para o seu destino na ilha. Se optar por esta segunda opção, não hesite em dar uso às suas habilidades de negociação! 5. Bali (4 dias) Chegou a hora de conhecer a chamada Ilha dos Deuses, Bali. Dedicamos 4 dias inteiros desta rota de 15 dias pela Indonésia para que possa descobrir tudo o que pode fazer em Bali, assim como explorar as suas melhores praias. A nossa recomendação é que passe duas ou três noites em Ubud e uma ou duas na área de Uluwatu. Além disso, a excelente relação qualidade-preço do alojamento em Bali permitirá que passe uma noite num dos hotéis mais espetaculares e luxuosos da Ásia. 6. Nusa Penida (3 dias) Embora com certeza já tenha dado um mergulho em Bali, não acha que é hora de incluir alguns dias de praia neste roteiro pela Indonésia? O nosso conselho é seguir para a ilha vizinha de Nusa Penida. Desconhecida até há poucos anos atrás, aos poucos vem ganhando destaque nas rotas de todos os viajantes pela Indonésia, principalmente pela bela praia de Kelingking, em forma de tiranossauros Rex. Além do dia de chegada, que pode ser usado para fazer um tour por algumas das praias próximas ao seu alojamento, como Crystal Bay, aconselhamos que passe aqui alguns dias adicionais. Isto irá permitir-lhe visitar todos os recantos para ver em Nusa Penida e também desfrutar do mergulho. Não é de surpreender que Penida tenha alguns dos melhores pontos de mergulho da Indonésia, especialmente porque pode ver os majestosas raias, tartarugas e peixes de todas as cores bem de perto. 7. Ilhas Gili (3 dias) Terminamos este tour pela Indonésia em 15 dias com alguns dias de relaxamento total nas conhecidas Ilhas Gili. Pode viajar para lá diretamente de Nusa Penida de barco ou parando em Bali. O arquipélago é constituído por várias ilhas, sendo 3 principais: • Gili Trawangan: mais mochileiro, com mais hotéis baratos, lugares de festa… • Gili Air: mais descontraída, com resorts mais caros e bonitos. Perfeito se for uma viagem a dois. • Gili Meno: uma posição intermediária entre os dois. Ideal se for com a família. Além de fazer o croquete na praia, em Gili também há pontos de mergulho e snorkel onde não faltarão tartarugas e tubarões de recife. Não acha que é um toque final perfeito para este roteiro pela Indonésia? Alternativas a este itinerário de 15 dias na Indonésia Visto que não há dois viajantes iguais, o que acha de fazer alguns desvios de rota pela Indonésia? 1. Substitua Nusa Penida e Gili por Komodo e Flores Se quer se concentrar no mergulho ou está muito animado para ver os dragões de Komodo, uma boa ideia para o seu roteiro de 15 dias é trocar Nusa Penida e Gili por Komodo e Flores. Para fazer isso, pode apanhar um voo de Bali para Labuan Bajo. Embora esta cidade não seja muito bonita, daqui saem barcos para mergulhar ou explorar as ilhas do Parque Nacional de Komodo, um local espetacular para a prática de mergulho. Depois de alguns dias a descobrir o fundo do mar e as ilhas, pode fazer um percurso pelo interior da ilha das Flores, onde esperam por si paisagens radicalmente diferentes das de Bali. Aqui pode visitar o espetacular vulcão Kelimutu e algumas aldeias com muita história, como Bajawa. 2. Substitua as Ilhas Gili pelo sul de Lombok Caso queira um lugar um pouco menos turístico, pode mudar as Ilhas Gili para o sul da ilha vizinha para Bali, Lombok. Em Kuta Lombok, pode alugar uma mota e visitar praias incríveis como Tanjung Aan ou Selong Belanak. Pronto para preparar sua própria viagem por terras indonésias? Não se esqueça de viajar em segurança com os seguros da IATI. Boa viagem pela Indonésia!

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Os melhores sítios a visitar em Badajoz

Os melhores sítios a visitar em Badajoz

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Nem sempre é fácil escolher um bom destino de férias, afinal, o mundo é vasto. Assim na IATI Seguros fazemos um esforço para te dar a conhecer os melhores sítios a visitar por esse mundo fora, sendo que muitos sítios maravilhosos não estão assim tão longe. Assim, hoje queremos falar-te de Badajoz, a cidade fronteiriça que tem muito a oferecer para além dos tradicionais caramelos. Doces à parte, queremos reforçar um assunto muito importante que é a necessidade de teres um seguro de viagem à tua medida e no que diz respeito a seguros de viagem a IATI Seguros é especialista. Podes começar a tua aventura precisamente na cidade fronteiriça de Badajoz. Vamos a isso? Os melhores sítios a visitar em Badajoz: A Catedral de São João Batista A Catedral de são João Batista também é conhecida como Catedral de Badajoz e está localizada na Praça de Espanha, em pleno centro histórico. Aqui vais encontrar um misto de arquitetura gótica e barroca mas acredita-se que a construção original acredita-se era um templo visigótico ou moçárabe. O Edificio de las Tres Campanas Este prédio situado na Praza de la Soledad passa despercebido mas tem a particularidade de exibir três sinos e um relógio. O edifício primitivo sofreu um incêndio e a sua reconstrução esteve a cargo de Adel Pinna. A Praça Alta A Praça Alta é a mais importante praça no centro histórico de Badajoz. Está rodeada de edifícios magníficos, cafés e restaurantes. Certamente que em determinado momento irás encontrar esta praça pois várias ruas secundárias terminam neste local. É o sítio ideal para fazeres uma pausa no passeio e te dedicares a observar pessoas. É também a tua referência se queres visitar a Torre de Espantaperros, pois ela situa-se poucos metros em frente. Torre de Espantaperros A Torre de Espantaperros também é conhecida como Torre da Atalaya ou Torre do Alpéndiz. Tem trinta metros de altura e dizem que serviu de inspiração para a Torre do Ouro que podemos visitar em Sevilha. Junto a esta torre poderás encontrar os Jardins de La Galera, uma zona muito bonita com árvores de fruta, bancos de jardim e lugares para relaxares. Alcáçova de Badajoz A Alcáçova de Badajoz é uma citadela muralhada situada em pleno centro histórico de Badajoz. Para uma experiência mais intensa e interessante sugerimos que atravesses a Porta del Capitel e percorras o caminho até aos jardins observando as imponentes paredes. Já sabes que estás num local histórico e pedimos que deixes a tua imaginação fluir para sentires como seria a vida naquele local em épocas remotas. Passeia pelos jardins e depois, toma algum tempo a admirar o magnífico Palácio dos Condes De La Roca, onde atualmente está instalado o Museu Arqueológico Provincial de Badajoz. Museu Arqueológico Provincial de Badajoz O acervo deste museu inclui cerca de 15.000 peças provenientes de escavações arqueológicas da Província de Badajoz. Com a visita deste museu terás, com certeza, uma visão mais abrangente da história desta região que inclui artefactos da Idade do Bronze. Além disso, a entrada neste museu é gratuita. Puerta del Pilar A Porta do Pilar era a principal porta de entrada na cidade de Badajoz, está localizada junto às muralhas que delimitavam a povoação e a construção deste monumento data do século XVII. Este local histórico é muito simples e o seu nome deriva da existência de uma pequena capela que exibe uma imagem de Nossa Senhora do Pilar. Puerta de Palmas A Porta de Palmas é uma das antigas entradas na cidade de Badajoz. Trata-se de um monumento simples mas muito bonito junto ao Rio Guadiana e à Ponte de Palmas, uma ponte pedonal que também é uma excelente sugestão de passeio. Chegamos ao final da lista dos melhores sítios a visitar em Badajoz. Sabemos que estas dicas te vão ser muito úteis na próxima viagem a esta região espanhola. A IATI Seguros deseja-te boas viagens. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que fazer em Kotor

O que fazer em Kotor

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Na IATI Seguros fazemos questão de te dar a conhecer os melhores sítios para que as tuas viagens sejam sempre prazerosas. Assim, hoje deixamos-te uma dica de viagem para os lados dos balcãs. Montenegro recebeu a sua independência em 2006 e a cidade portuária de Kotor tem recebido bastantes visitantes. Mas não te esqueças que deves viajar sempre seguro e para viagens de curta duração na Europa nós recomendamos o IATI Básico, que tem as coberturas essenciais garantidas. Viaja descansado pois temos os seguros de viagens sob medida para todo o tipo de viagem e na tua língua, sem adiantar dinheiro e sem franquias. Vamos, então, às nossas dicas para visitar Kotor, em Montenegro. O que fazer em Kotor Visitar a Catedral de Kotor Em Montenegro apenas existem duas catedrais católicas, sendo uma em Kotor. Esta catedral, que também é a sede do bispado católico de Kotor, ostenta duas torres. Mas se reparares bem, vais perceber que as duas torres não são iguais. A da direita é mais alta e está terminada e a da esquerda além de ser mais baixa dá a impressão de ter sido acabada à pressa. Por exemplo, apenas a torre da direita tem o relógio enquanto que na da esquerda está um espaço vazio. Museu Marítimo de Montenegro O Museu Marítimo de Montenegro localiza-se na cidade de Kotor e, provavelmente será um dos museus mais heterogéneos que alguma vez irás visitar. O museu está instalado na casa outrora pertencente à família Grgurina. Sofreu bastantes danos na sequência de um terremoto que aconteceu em 1979 e nessa altura beneficiou de obras de reconstrução. Está aberto todos os dias e a sua coleção é o resultado de donativos que os habitantes de Kotor quiseram oferecer ao museu. Assim, poderás encontrar réplicas de navios, artefactos ligados à atividade naval mas também pinturas, esculturas, mobiliário de época, trajes, uniformes e até um guerreiro de terracota proveniente de Xian, na China. Da panóplia de artigos nós destacamos a vasta coleção de armas antigas, nomeadamente espadas, sabres e yatagans, que são armas compridas tradicionalmente utilizadas pelo exército turco. Passear junto às muralhas A cidade de Kotor é muralhada e tem três Portões: O River Gate, também conhecido como Portão do Norte, o Gurdić Gate, ou Portão do Sul e o Sea Gate, ou Portão Principal. Cada um destes portões dá acesso à pequena vila e a sugestão que te deixamos é que explores as muralhas junto aos Portões de entrada. Se apenas puderes visitar uma entrada sugerimos que escolhas o Sea Gate, uma vez que é o Portão principal e por sinal o mais bonito e antigo. As muralhas estão bem conservadas e fazem parte da lista do Património Natural e Cultural da UNESCO desde 1979. São mais de quatro quilómetros de muralhas que chegam a uma altitude de cento e sessenta e dois metros. Apanhar um pequeno barco para visitar Nossa Senhora das Rochas em Perast Em Perast existem duas pequenas ilhas que chamam a atenção dos visitantes. Uma das ilhas é natural e a outra é artificial. A ilha natural alberga um mosteiro e, por essa razão, não é possível visitá-la. No entanto, foi construída junto à ilha do mosteiro uma igreja a que deram o nome de Nossa Senhora das Rochas. Segundo a lenda, dois irmãos pescadores encontraram num penhasco uma estatueta da Virgem Maria com Cristo e resolveram levá-la para casa. Todavia, no dia seguinte tinha desaparecido e foi encontrada novamente no penhasco. Voltaram a levá-la para casa e ela voltou a desaparecer e aparecer no penhasco. Os irmãos acharam que a estatueta queria ficar no penhasco e decidiram construir uma capela. Os habitantes começaram a atirar rochas e aos poucos foi construída a base da ilha artificial. História incrível, não achas? Dicas Extra Para finalizar, vamos deixar-te algumas dicas extra para que aproveites ao máximo a tua viagem a Kotor: • No Portão Principal existe uma inscrição que se acredita ser de autoria de Tito. Diz mais ou menos o seguinte: “O que pertence aos outros nós não queremos, o que é nosso não entregaremos”; • As ruas são labirínticas mas Kotor é tão pequeno que na pior das hipóteses voltas ao local de origem. Não tenhas receio de te perderes; • Os montenegrinos dizem que não gostam muito de trabalhar, por isso fazem pausas no trabalho quando acham que precisam. Não te admires se vires lojas fechada por algumas horas; • A língua oficial é o montenegrino (fala-se também sérvio, bósnio, albanês e croata) mas o inglês é entendido sem problema. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que visitar em Mérida

O que visitar em Mérida

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Mérida é uma cidade espanhola, capital da região da Estremadura, rica em vestígios romanos e a uma distância de cerca de trezentos quilómetros de Lisboa. Estas são algumas das razões que fazem de Mérida uma escapadinha ideal para os viajantes portugueses. Neste artigo a IATI Seguros vai dizer-te alguns dos lugares que tens mesmo de visitar se decidires viajar até Mérida mas não te esqueças de viajar sempre seguro. Vamos, então, à lista dos melhores sítios a visitar em Mérida! Os melhores sítios a visitar em Mérida Teatro Romano e Anfiteatro Romano O complexo formado pelo Teatro Romano e pelo Anfiteatro Romano é de visita obrigatória! Terás de comprar um bilhete mas acredita que vale a pena. Podes conferir os horários, tipos de bilhete e respetivos preços na página oficial do Turismo de Mérida mas chamamos a tua atenção para o facto de existir um bilhete combinado com o qual podes visitar todos os lugares pertencentes ao mesmo consórcio por um preço reduzido. Esse bilhete é válido por vários dias, por isso vê bem se te compensa comprar. Neste complexo irás encontrar variados vestígios da época romana, passear em jardins adornados com estátuas, percorrer os túneis do anfiteatro, pisar a arena onde aconteciam espetáculos com gladiadores e animais selvagens, enfim, uma aula de história e uma viagem ao tempo romano. Museu Nacional de Arte Romana O Museu Nacional de Arte Romana está localizado em frente ao complexo do Teatro e Anfiteatro Romanos, pelo que sugerimos que seja a tua próxima paragem na visita a Mérida. É o local onde estão expostos variados artefactos provenientes não apenas do complexo que mencionamos anteriormente mas também de outros sítios arqueológicos em Mérida. São de realçar nesta coleção o Aion-Chronos, uma estátua que se acredita pertencer a uma conjunto de esculturas de deuses, o Augusto Velado, um busto em mármore do Imperador Augusto, e uma coluna em mármore proveniente do Templo Romano de Diana, que falaremos a seguir. Templo Romano de Diana O Templo Romano de Diana data do século I D. C. e acredita-se que era o epicentro da Augusta Emerita, o nome romano da atual cidade de Mérida. E ste templo está completamente integrado na atual geografia da cidade, não existem muros nem entrada e podes perfeitamente admirar o edifício a partir da rua. Em frente ao Templo de Diana está localizado o Centro de Interpretação do Templo de Diana onde poderás aprender mais sobre a história do lugar. Se apenas estás interessado nas vistas, toma nota que nesta mesma rua existem vários restaurantes com esplanada que são o lugar perfeito para relaxares. Arco de Trajano O Arco de Trajano tem uns impressionantes quinze metros de altura e em tempos delimitava o perímetro da Augusta Emerita. Foi construído em granito no século I D. C. como entrada monumental na cidade e ainda hoje mantém a sua grandiosidade. Não precisas bilhete para admirar esta maravilha arquitectónica e recomendamos que o faças! Aqueduto dos Milagres O abastecimento regular de água às populações era uma das condições para que as regiões se desenvolvessem e os romanos tiveram isso em consideração. O Aqueduto dos Milagres foi construído entre o século I A.C. e o século III D.C. e cumpria a sua função de fazer chegar água até Augusta Emerita. Hoje poderá observar um monumento com vinte e cinco metros de altura e oitocentos e trinta metros de comprimento e não precisas de bilhete para visitar. Aqueduto de São Lázaro O Aqueduto de São Lázaro, na nossa opinião, não é tão grandiosos como o Aqueduto dos Milagres, mas mesmo assim, vale a pena a tua visita. Junto a este monumento existe um pequeno mas agradável jardim onde poderás passear e procurar o melhor ângulo para as tuas fotografias do aqueduto. Além disso, tem em mente que não precisas de bilhete de entrada e que à noite o aqueduto ilumina-se o que lhe confere um aspeto particular. E eram estas as dicas de o que visitar em Mérida que tínhamos para te falar. Temos a certeza que vais adorar a história e cultura que podes experienciar em Mérida e esperamos que estas dicas te sejam úteis. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que visitar em Copenhaga

O que visitar em Copenhaga

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Copenhaga, a capital da Dinamarca, é uma cidade extremamente bem organizada, descontraída, tranquila, sem grandes luxos ostentativos mas onde se respira o famoso “hygge”, a arte dinamarquesa de saber apreciar os pequenos prazeres da vida de uma forma simples e relaxada. Se nunca pensaste em visitar esta fascinante cidade, então sugerimos que dês uma vista de olhos às sugestões que te damos neste artigo. Depois é só tratar do seguro de viagem, comprares o bilhete de avião e partires em segurança! Descobre o que visitar em Copenhaga, a cidade mais feliz do mundo Fazer um tour de barco nos canais Entra num dos barcos que saem todos os dias de Nyhavn para um passeio pelos canais que atravessam a cidade. Existem várias companhias e vários tipos de embarcações disponíveis, só terás de escolher o teu preferido. Antes de embarcares aproveita para beber algo numa das muitas esplanadas que rodeiam o canal na zona de Nyhavn. Visitar a Christiania Se procuras o lado mais alternativo de Copenhaga então Christiania será um ponto de passagem obrigatório. Também conhecida como “Freetown” (cidade livre), é habitada por uma comunidade de artistas, músicos e hippies que lá vivem sob as suas próprias regras. Aqui, a arte rodeia quem lá vive e quem visita, e o cheiro a canábis paira pelo ar. Apesar de ilegal, o seu consumo é encarado com bastante tolerância dentro dos limites da Christiania. Passar um dia nos Tivoli Gardens Este parque temático, que completou 175 anos em 2018, está localizado no coração de Copenhaga, mesmo em frente à estação central de comboios. Os Tivoli Gardens são o segundo parque temático mais antigo do mundo que continua a atrair visitantes de todas as idades. São frequentes também concertos durante o Verão. O bilhete custa 120 DKK para adultos e 50 DKK para crianças dos 3 aos 7. Tirar a fotografia “obrigatória” à Pequena Sereia Não podes visitar Copenhaga sem tirares uma fotografia à popular estátua da Pequena Sereia. Não se percebe muito bem o porquê da atração tão grande desta estátua, mas a verdade é que se tornou num símbolo inquestionável de Copenhaga. Com mais de 100 anos de idade, a sua criação teve como inspiração o conto do escritor Hans Christian-Andersen, tendo sido oferecida pelo cervejeiro Carl Jacobsen à cidade de Copenhaga. Ver a troca da Guarda Real no Palácio Amalienborg Todos os dias, de setembro a abril às 12h00, dá-se a troca da Guarda Real no Palácio de Amalienborg. A Guarda deixa o Castelo de Rosenborg às 11h30, chegando às 12h ao Palácio para a cerimónia em si. O número de guardas e o acompanhamento musical dependerá de quem estiver a residir no Palácio no momento. Visitar a Torre Redonda A Torre Redonda é um dos mais antigos Observatórios ainda em funcionamento na Europa. Data do século XVII, altura em que a Dinamarca alcançou feitos notáveis no campo do estudo da astronomia. Do topo da torre encontras uma vista magnifica sobre a cidade, mas para isso terás de subir mais de 209 metros por um caminho em espiral. O bilhete tem o valor de 25 DKK. Visitar o Museu Do Design Os amantes de design nórdico não poderão deixar de visitar o Museu do Design em Copenhaga. Aqui encontras, para além da exposição permanente, que te leva numa viagem de séculos pela História do design dinamarquês, várias exposições temporárias. O bilhete tem o valor de 115 DKK. Comer um Smørrebrød O smørrebrød é uma popular e típica sandwich aberta de Copenhaga. No West Market, por exemplo, encontras uma banca com dezenas e dezenas de diferentes tipos de smørrebrød, todos absolutamente deliciosos. Visitar Roskilde e o Museu Viking Roskilde é uma cidade localizada a cerca de 30 minutos de comboio de Copenhaga. É a capital viking da Dinamarca e é aqui que poderás visitar o Museu Viking e ficar a conhecer um pouco mais sobre este povo, através dos restos de alguns dos barcos que usavam para pescar e para percorrer os mares em busca de novas terras e tesouros. Poderás ainda dar um passeio numa das réplicas dos barcos vikings que se encontram junto ao museu. Os preços dos bilhetes variam de acordo com a altura do ano entre os 90 e os 130 DKK. O centro histórico da cidade também vale muito a pena uma visita, é encantador. É ainda em Roskilde que se realiza todos os anos um dos maiores festivais de música da Europa, o festival de música Roskilde, no inicio do mês de julho. Visitar a Fábrica da Carlsberg Tal como acontece com a Heineken em Amsterdão, em Copenhaga poderás visitar o Museu da Carlsberg, localizado na respetiva fábrica. Aqui descobres um pouco mais sobre a famosa marca de cerveja através de experiências interativas e provas de cerveja. O Museu disponibiliza um shuttle gratuito diário que passa a cada hora, entre as 11h e as 16h, perto da Estação Central de Copenhaga (Vesterbrogade 6). Os bilhetes têm o valor de 100 DKK e incluem uma bebida. Passear no Jardim Kongens Have O que não falta em Copenhaga são jardins e parques magníficos, que os dinamarqueses frequentam durante a primavera e o verão juntando-se a amigos e família em piqueniques, para beber um copo ou apenas apanharem sol estendidos na relva. O jardim Kongens Have, datado do século XVII é particularmente encantador pela sua apresentação cuidada e flores impecavelmente mantidas. Visitar o Kastellet (Citadela) O Kastellet (ou Citadela), é um complexo militar localizado na área de Østerbro, mandado construir em 1626 pelo rei Christian IV com o fim de proteger Copenhaga. Hoje em dia os edifícios que lá se encontram (cuja maioria ainda se mantem impecavelmente preservada) são usados como instalações e escritórios militares apresentando uma arquitetura encantadora. Artigo escrito por: Joland

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O guia completo para fazer um trekking nos Himalaias

O guia completo para fazer um trekking nos Himalaias

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A cordilheira dos Himalaias tem cerca de 2400 km de comprimento que se estendem por 5 países, Paquistão, Índia, China (incluindo Tibete), Nepal e Butão. O nome Himalaias vêm do sânscrito e significa “morada da neve”. Só na cordilheira dos Himalaias existem cerca de 100 picos com mais de 7200 metros de altitude e 14 montanhas com mais de 8000 metros, incluindo o gigante Evereste. Neste artigo, a IATI Seguros preparou um guião completo com toda a informação necessária para te aventurares num trekking nos Himalaias. O Nepal é o país mais famoso e mais procurado para começar esta aventura já que além de o país estar bem preparado para trekkings, as paisagens aqui são absolutamente deslumbrantes. Trekking nos Himalaias: com ou sem guia? A primeira questão a colocar é a necessidade de ter ou não um guia para se fazer um trekking nos Himalaias. Não é obrigatório fazer o percurso com uma agência e há centenas de pessoas a percorrer os trilhos diariamente, por conta própria. De facto, os trilhos estão já bem marcados e em boas condições para que se possa fazer sozinho. Neste caso, os gastos em alimentação e alojamento rondarão os 10 a 20 USD por dia (os preços aumentam com o aumento de altitude). Porém, é também possível contratar um guia individual cujo preço começa nos 15 USD por dia, até aos 50 USD/dia, dependendo do tipo de guia que se pretende (nível de fluência em inglês, anos de experiência, etc). Neste valor está excluído o preço dos hotéis e refeições já que o percurso a fazer pode ser personalizado e combinado diretamente com o guia. Existem também pacotes com tudo incluído, onde te juntarás a outro grupo, num total de 10 a 12 pessoas. Estes pacotes já incluem guia, refeições, hotéis, medicação, porta-bagagens e por vezes também voos internos. O preço neste caso já sobe para os 800/1000 USD para um trekking de 8 a 10 dias. Permissão para o trekking: Para entrar na área conservada dos Himalaias, precisas de ter uma autorização especial, chamada permit, do governo nepalês, bem como um cartão TIMS. O TIMS card (Trekker’s information management system) é um cartão com todas as nossas informações pessoas registadas, enquanto que o permit nos dá acesso a determinada zona específica da cordilheira dos Himalaias. Ambos podem ser feitos em qualquer agência de turismo no bairro de Thamel, em Kathmandu, ou na cidade de Pokhara. Para tal, precisas de levar o passaporte, 3 fotografias tipo passe e o comprovativo de seguro de viagem (no caso de não teres um seguro de saúde válido no Nepal, não te será concedido o permit). O TIMS card tem um custo de 2000 rupias nepalesas (20 USD). Já o preço do permit depende da zona do Nepal onde pretendemos fazer o trekking: • 2000 rupias (20 USD) para Annapurna Conservation Area (ACA), Manaslu Conservation Area (MCA) e Gaurishankar Conservation Area (GCA); • 3000 rupias (30 USD) para os parques nacionais (Sagarmatha (Everest), Langtang, Makalu Barun, Rara, Shey-Phosundo, Chitwan, Khaptad, Bardiya, Shivapuri). Melhor época do ano para fazer um trekking no Nepal: Dezembro a Fevereiro – É Inverno no Nepal e embora o céu esteja limpo, as temperaturas negativas não convidam ao trekking; Fevereiro a Abril – É Primavera no Nepal e, portanto, é uma das melhores épocas para se fazer um trilho; Maio a Junho – É Verão no Nepal, o que significa temperaturas altas e muita poeira no ar, o que dificulta a visibilidade para as montanhas. Junho a Setembro – É época das chuvas, o que significa ser também época das avalanches já que a chuva amolece a neve; Outubro a Dezembro – É Outono no Nepal e por isso é a melhor época do ano para fazer um trekking. Trekkings mais famosos: Acampamento Base do Evereste: Este é o trekking mais famoso dos Himalaias, que te levará até ao primeiro campo base dos Evereste, situado a 5364 metros de altitude. O trekking dura aproximadamente 11 dias e é necessário voar de Kathmandu até à vila de Lukla. Acampamento base do Annapurna: Este é o trekking mais procurado por caminhantes inexperientes. O trilho começa na cidade de Pokhara e pode levar entre 7 a 25 dias a ser completado, já que há vários circuitos possíveis. O ponto alto será o acampamento base do monte Annapurna, que se situa nos 4130 metros de altitude. É aqui que fica o conhecido “Santuário Annapurna”, onde há uma vista de 360 graus sobre o monte Annapuruna I (8091 m), Annapurna III (7555 m), Machhapuchhare (6993 m), Varhha Shikar (7647 m) e Khansar Kang (7485 m). Manaslu: Este trilho passa pelos 8 maiores picos do mundo, sem “subir” propriamente a nenhum. O permit para esta zona é bastante caro e por isso este não é uma opção muito procurada. Makalu: O monte Makalu é a 5ª montanha mais alta do mundo com 8462 metros de altitude. Para este trekking são necessários cerca de 16 dias, e não há hotéis pelo caminho pelo que terá de acampar ao longo do trilho. Mustang: Este trilho leva cerca de 18 dias a ser completado. Não é um trekking muito procurado já que é necessário mais do que um permit para entrar nesta região. Langtang: Este é um dos trekkings mais famosos já que fica a apenas 100 km de Kathmandu, com início na aldeia de Dunche. O ponto mais alto chega aos 3850 metros, em Kyangjing Gompa. É um dos trilhos mais fáceis de fazer e dura entre 5 a 8 dias. O que levar: Todo o material de trekking que precisares poderá ser comprado ou alugado no bairro de Thamel, em Kathamandu, ou ainda em Pokhara. Pertences como um casaco para a neve ou um saco de cama podem ser alugados por menos de 1 USD por dia. Tudo o resto pode ser encontrado nas centenas de lojas próprias para o efeito. De qualquer das formas não te esqueças que terás de carregar tudo às costas, durante 6 ou 7h por dia, durante vários dias. Tenta levar apenas o necessário: • Impermeável; • Calças de trekking; • Camisolas térmicas; • Botas de trekking e meias quentes; • Gorro e luvas; • Casaco de neve; • Mochila; • Saco de cama; • Toalha de banho e produtos de higiene pessoal; • Lanterna; • Bastão; • Canteiro para água; • Mapa; • Comida (com o aumento da altitude as refeições ficam cada vez mais caras. Pode compensar abasteceres-te com alguns snacks); • Farmácia (além da medicação básica sugerimos ainda que leves pastilhas purificadoras de água e medicação para o mal de altitude). Segurança: • Faz um bom seguro de viagem com cobertura para desportos ao ar livre. O seguro IATI Mochileiro é o ideal para a tua aventura pelos Himalaias; • Certifica-te de que a tua saúde está em dia. Fazer um trekking nos Himalaias não é perigoso, mas não esperes encontrar centros de saúde ou hospitais no meio das montanhas; • Faz uma preparação física antes da viagem. O ideal é preparares-te com uma antecedência de 3 meses – não te esqueças que terás de caminhar cerca de 20 km por dia, com pelo menos 5 kg às costas; • Levar um kit de farmácia e de primeiros socorros. Vale a pena levar estes essenciais para um caso de emergência; • Cuidado com a altitude – sobe devagar, especialmente a partir dos 3000 metros onde é recomendável subir apenas 400 metros por dia. A partir dos 3000 metros faz dias de aclimatização, que são basicamente dias de descanso em que se fica no mesmo lugar, de modo a que o corpo se habitue àquela altitude. Caso sintas sintomas como dor de cabeça, fadiga generalizada, taquicardia, falta de apetite ou dificuldades para respirar, não subas mais. Espera que o teu corpo se habitue e, se os sintomas perdurarem por mais de 8 horas, começa a fazer o caminho de regresso. Os sintomas deverão parar assim que baixar de altitude. A doença de montanha não é grave se tratada com responsabilidade. Não arrisques. Artigo escrito por: Patrícia Carvalho

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O que fazer em Bolonha, Itália

O que fazer em Bolonha, Itália

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Itália é um destino popular entre os portugueses e hoje a IATI Seguros vem sugerir-te uma escapadinha até à cidade de Bolonha. É a terra dos palazzos, pórticos e do molho à bolonhesa. Mas antes de nos fazeres companhia, não te esqueças que mesmo em deslocações de curta duração na Europa deves viajar sempre com seguro. Assim, e se és um viajante frequente, recomendamos que contrates o IATI Bloggers e Grandes Viajantes, na modalidade Anual Multiviagem, e assim estarás protegido em todas as viagens inferiores a seis meses de duração que faças no período de um ano. Prático, não é? Vamos, então, às nossas dicas do que fazer em Bolonha, uma cidade italiana que tens mesmo de conhecer. O que fazer em Bolonha: Fontana del Nettuno A Fonte de Neptuno é de autoria do artista italiano Giambologna e está localizada na Piazza del Nettuno. A figura central é Neptuno, o deus do mar, construído em bronze, e surge acompanhado das respetivas ninfas. Este é o ponto de encontro de excelência para locais e turistas, uma vez que é um sítio que toda a gente conhece. A fonte fica particularmente movimentada na altura do happy hour, quando as pessoas saem do trabalho e se encontram para tomarem um copo antes do jantar. Tem esta informação em consideração pois se combinares encontrar-te com alguém nessa altura junto à fonte, vais perceber que toda a gente teve a mesma ideia. Piazza Maggiore A Piazza Maggiore, ou Praça Maior, é o ponto central de Bolonha. Está rodeada de edifícios históricos magníficos e por isso compreendemos que te sintas um pouco baralhado por não saberes muito bem para onde olhar. Para te ajudarmos podemos dizer que da Praça Maggiore vais poder observar a Basílica de São Petrónio (falamos mais à frente desta basílica), O Palazzo d’Accursio (ou Palazzo Comunale), o Palazzo dei Banchi e o Palazzo del Podestà. Além disso, se visitares Bolonha nos meses de verão, conta com um benefício extra: a colocação de cadeiras na praça pois são habituais as noites de cinema ao ar livre. Lembra-te que a região central de Itália é bastante quente durante o verão, por isso as atividades que ocorrem durante o período noturno são bem-vindas. Vais também gostar de saber que existem lojas, cafés e restaurantes, muitos deles com esplanadas, para poderes apreciar convenientemente o movimento que se vive na Piazza Maggiore. Basílica de São Petrónio Dizem que a Basílica de São Petrónio foi construída para ser a maior do mundo. Infelizmente ficou inacabada e essa situação comprova-se, por exemplo, ao observar a fachada cuja parte inferior está ricamente decorada com mármores em tons rosa e branco e a parte superior surge em tijolo, completamente despida de ornamentos. Tem cento e trinta e dois metros de comprimento, sessenta metros de largura e cinquenta e um metros de altura, além de uma capacidade para albergar vinte o outro mil pessoas. No total, são vinte e duas capelas! Os números são realmente impressionantes e atualmente esta é a décima quinta maior igreja do mundo. É dedicada a São Petrónio, o Santo padroeiro da cidade de Bolonha. As Torres Asinelli e Garisenda Diz a verdade, se falarmos em torres inclinadas vais pensar em Pisa, certo? Pois em Bolonha não existe uma mas sim duas torres inclinadas e que dão pelo nome de Asinelli e Garisenda. As inclinações são diferentes nas duas torres, mas não deixa de ser interessante observar aquelas torres com vários metros a desafiarem a gravidade. E já sabes, as possibilidades de fotografias engraçadas para as tuas redes sociais são infindáveis! Experimentar “Ragu”, o autêntico molho à bolonhesa. Gostas de comida italiana? Então estás no sítio certo. Podes achar estranho mas não vais conseguir encontrar por exemplo “esparguete à bolonhesa” na cidade de Bolonha. E sabes porquê? Porque lá chamam-lhe outra coisa: Ragù. O Ragù é o molho à base de carne picada e tomate que os portugueses conhecem como molho à bolonhesa. Assim, podes saborear o autêntico molho em pratos como lasanha, tagliatelle, fettuccine ou tortelinni, a massa recheada que teve origem na região de Bolonha. Por fim, diz-nos, convencemos-te a visitares Bolonha? Temos a certeza que sim. Vai e diverte-te muito. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Bósnia: 10 lugares imperdíveis

Bósnia: 10 lugares imperdíveis

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Quando imaginamos que locais da Europa gostaríamos de visitar, a Bósnia é um país que ainda passa despercebido. E embora os países que compõem a península balcânica se tenham tornado cada vez mais conhecidos, continuam a não ser a primeira opção na hora de marcar férias. É por isso que a IATI Seguros te dá 10 razões pelas quais deves visitar a Bósnia. Aventura-te e descobre este lugar fantástico, economicamente acessível, com história, natureza e uma cultura cativante. 10 lugares imperdíveis na Bósnia Saraievo Se gostas de sentir aquele contraste e choque cultural quando viajas, Saraievo é a cidade ideal. Podes passear num mercado turco 100% tradicional e desfrutar da sua cultura gastronómica, saboreando um café turco e um doce como o Baklava. Aprecia ainda o contraste da mesquita mais antiga de Saraievo ao lado da Câmara Municipal de estilo Astro-Húngaro. Lukomir Lukomir é uma das vilas mais remotas e tradicionais da Bósnia. Embora seja necessário percorrer uma estrada estreita de 20 quilómetros, de carro desde Kobarid, o caminho valerá completamente a pena para descobrir esta pequena aldeia a 1500 metros de altitude. Se tiveres a oportunidade de passar aqui a noite, numa tenda ou no único hostel que existe, aprecia o céu estrelado sem poluição luminosa. Cascata de Skakavac Depois de toda a intensidade vivida na capital da Bósnia, o melhor é mesmo relaxar na natureza. A menos de 20 minutos de carro, tens a possibilidade de fazer uma caminhada até uma cascata de 120 metros. Não me parece necessário explicar-te a tranquilidade proporcionada por uma caminhada de 4 quilómetros no meio da floresta, que te levará diretamente até à cascata. Dependendo da estação, os mais corajosos podem também aproveitar para se refrescar. Počitelj A pequena vila de Počitelj é daqueles lugares que te transportam no tempo assim que começas a percorrer os seus caminhos empedrados. Construída na encosta de uma montanha, foi um dos lugares mais importantes na guerra da Bósnia. Aqui, podes visitar a Fortaleza de Kula, com a torre Gavrakapetan que oferece uma vista incrível da mesquita Hadzi Alijina (construída no século 16) e dos seus banhos turcos. Mostar Mostar é a cidade mais turística do país e uma das mais importantes da Bósnia e Herzegovina. Foi nesta cidade que a famosa ponte Stari Most foi destruída pelos sérvios, de forma a separar os bairros habitados por sérvios e croatas, que se encontravam ligados pela ponte. Considerada Património Mundial da Unesco, esta ponte foi reconstruída em 2004. Embora possas visitar os mercados e as mesquitas sozinho, é recomendado conhecer a cidade com um guia turístico que te possa contar toda a sua história. Parque Nacional de Una Quando te dizem que a Bósnia é pura natureza, não te estão a mentir. Prova disso é o Parque Nacional do Una. Ao andar pelos passadiços, caminharás sobre o rio Una, que separa geograficamente a Bósnia e a Croácia dentro do mesmo parque. Neste local existem vários roteiros de trekking, que te levarão a cascatas ou até mesmo a visitar o Castelo de Orasácw. O bunker de Tito Visitar um bunker bem conservado é uma experiência impressionante que podes ter na Bósnia. O bunker de Tito foi criado pelo ex-ditador jugoslavo durante a Guerra Fria, devido à sua obsessão por segurança. Construído em 1953, o bunker tinha capacidade para abrigar 350 pessoas durante seis meses. Se quiseres conhecer a história deste bunker, cuja existência foi mantida em segredo até 1992, terás de ir até a cidade de Konjic. Blagaj Tekija e rio Buna O mosteiro de Blagaj Tekija foi construído nesse local devido a um fenómeno natural quase mágico: a saída do rio Buna dentro de uma caverna. Sendo que o rio tem uma nascente cársica, podes imaginar o quão fria é a água! Embora seja um dos locais mais turísticos da Bósnia, é incrível ver o rio desaguar e visitar o interior do mosteiro. Além disso, podes comer numa das esplanadas à beira do rio, sendo que em algumas é até possível fazer uma refeição tranquila com os pés na água. Srebrenica Uma das coisas mais bonitas que se pode fazer em viagem é conhecer o passado dos lugares que visitamos, para perceber o “porquê” de tudo o que estamos a percorrer. No caso de Srebrenica, poderás testemunhar um passado muito difícil. Foi nesta região da Bósnia que aconteceu o maior massacre da Europa. Um evento que deve ser recordado para que não volte a acontecer. Esta cidade tem um cemitério imponente. Base Aérea de Zeljava Já na região fronteiresca da Bósnia, é possível visitar um túnel que foi usado como base aérea durante o período jugoslavo. Com a ajuda da lanterna do teu telemóvel podes explorar o túnel e se o atravessares na totalidade – cerca de um quilómetro – estarás na Croácia, onde encontrarás um velho avião abandonado. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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As melhores praias para surfar em Espanha

As melhores praias para surfar em Espanha

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Se adoras apanhar ondas, sabes que locais como Austrália ou Indonésias têm algumas das melhores praias para surfar do mundo. Mas se estes destinos de sonho ficam longe demais para ti, não te preocupes, a IATI Seguros preparou uma lista das melhores praias para surfar em Espanha. Assim, consegues evitar que a tua prancha se torne um mero elemento decorativo no teu quarto. Apanha a onda e aproveita as nossas sugestões! As melhores praias para surfar em Espanha Mundaka, Biscaia Para muitos, esta é a melhor praia para surfar em Espanha. “Descoberta” no final dos anos 70 por um grupo de australianos em busca de novos lugares para curtir o mar, a praia de Mundaka oferece uma das melhores ondas de toda a Europa. Visitada por surfistas de todo o mundo, esta praia é recomendada para quem já tem alguns anos de experiência, devido aos longos tubos que se formam no fundo arenoso. Nos dias em que a água está mais calma, os praticantes de nível intermediário também podem praticar o desporto, desde que estejam sempre atentos às correntes que se vão formando. Zarautz, Guipúscoa O Mar Cantábrico é o berço de alguns dos melhores surfistas de Espanha e isso deve-se, sem dúvida, à elevada qualidade das ondas que oferece. Em Zarautz encontras a maior praia do País Basco. Um dos pontos fortes deste areal com mais de 2 quilómetros é que oferece pontos para surfistas de todos os níveis e idades. Portanto, seja qual for o teu nível, pode levar a tua prancha. Não muito longe de lá, podes ver ao vivo, na estrada que vai de Zarautz para Getaria, uma das ondas mais perigosas do norte de Espanha, conhecida como “Roca Puta”. Esta brilha em todo o seu esplendor durante as fortes marés de inverno. Pantín, Corunha Sem sair do norte, encontramos outra das melhores praias em Espanha para surfar, desta vez na Galiza. Este é um destino ideal para surfistas intermediários, pois oferece ondas longas que podem ser facilmente dominadas sem a necessidade de um nível muito avançado. Todos os anos, no final de agosto, realiza-se o Pantín Classic Galicia Pro, um evento que atrai surfistas de renome de todo o mundo e que foi declarado Festival Galego de Interesse Turístico. Esta praia de surf, com quase 1 km de extensão, forma uma espécie de ferradura com ondas quase o ano todo. A melhor época para curtir é no inverno, mas se escolheres ir nesta altura, não te esqueças de levar um bom neopreno para te protegeres do frio intenso. La Mata, Alicante Uma das melhores praias para surfar no Mar Mediterrâneo? Assim é! Apesar de o Mar Cantábrico ser o berço das melhores praias para a prática deste desporto, La Mata é a melhor, caso pretendas deslocar-te para a zona oriental do país. Uma das vantagens desta praia é que as temperaturas que vais encontrar são muito mais suportáveis ​​do que as do norte. Durante os meses mais frios, de dezembro a fevereiro, a temperatura média da água é de ​​15 graus. Podes contar com uma onda de aproximadamente um metro e meio, vertical e rebentamento na praia. Corralejo, Fuerteventura Embarca num voo com destino às Ilhas Canárias, já que é o próximo destino da nossa lista das melhores praias para surfar em Espanha. Como já deves saber, um dos pontos fortes desta região é as temperatura. Aqui, basta uma camada de licra ou um leve neopreno para entrar na água. Fuerteventura é conhecido como o “Havai Europeu” e entre os mais de 150 quilómetros de praia podes encontramos esta pequena maravilha do surf. Aqui, podes curtir as ondas de esquerda ou direita, sendo que o inverno é a melhor época para surfar se tiveres experiência. Quemao, Lanzarote Continuamos nas Ilhas Canárias. Em Quemao, Lanzarote, encontra-se uma das ondas mais temidas de todo o Oceano Atlântico. O solo vulcânico com pouca profundidade e a grande energia da maré fazem desta praia um sítio recomendado apenas a surfistas experientes. Embora o risco seja alto, a possibilidade de completar um tubo perfeito e memorável faz com que muitos se arrisquem, com alguns cortes e trambolhões pelo caminho. Tarifa, Cádis A área de Tarifa também atrai surfistas. Não só oferece algumas das melhores praias de Espanha para surfar, como também goza de bom tempo, de uma gastronomia única e daquele ambiente que só se encontra na Andaluzia. Duas das zonas mais recomendadas são El Balneario e Punta Paloma. Podes encontrar a primeira entre a famosa praia de Las Lances e a Playa Chica. Devido às correntes, às pedras e à grande afluência de outros amantes deste desporto, será necessário que te mexas com precisão, por isso é recomendado para quem já tem um certo nível. Por outro lado, Punta Paloma é mais indicada para quem ainda está a aprender, pois oferece uma onda divertida e fácil de domar. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que fazer em Nova Deli em 2 dias?

O que fazer em Nova Deli em 2 dias?

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Nova Deli é para muitos viajantes a porta de entrada na Índia. Mal sais do aeroporto percebes que chegaste a outro mundo. Bem-vindo à Índia, bem-vindo a Nova Deli. É uma cidade caótica com bastantes atrações turísticas que não vais querer perder. Neste artigo queremos dar-te um pouco de informação sobre a famosa capital da Índia assim como o que ver e fazer. Faz a mochila e mergulha na cultura indiana. Nova Deli é um bom ponto de partida. Não te esqueças de antes fazer o teu seguro de viagem online que é importante seja qual for o destino! Quem visita a Índia sempre diz que não há dias iguais naquele país. Tudo acontece e tudo é possível. Sendo uma das cidades mais populosas do mundo, com 27 milhões de pessoas, pode ser um choque ao início, mas no fim terás muitas memórias e histórias para contar! Nova Deli tem uma rede de transportes públicos boa, que chegam a qualquer parte da cidade e às atrações turísticas. Sendo a capital do país, esta vai ser uma cidade de contrastes, de cores, idiomas, formas de vestir que te vão fascinar, de uma cultura intensa e de uma mistura de arquitetura que te fará recuar no tempo. Prepara-te também para o trânsito caótico, para as multidões de gente, para a poluição e para a curiosidade das pessoas. Vais sentir que estão mil coisas a acontecer ao mesmo tempo, mas no fim vai ser divertido e será sem dúvida uma aventura que não vais esquecer. Sítios a visitar em Nova Deli Templo de Lótus Um dos templos mais bonitos que vais visitar na tua vida. Como o nome indica, este templo tem forma de lótus e é todo construído em mármore branco que lhe dá uma beleza inigualável. Rodeado de pequenas piscinas e jardins bem cuidados, este templo vai ser um dos pontos altos da tua visita pela cidade. Todas as pessoas são bem-vindas a este templo, independentemente da raça, religião, cor e nacionalidade. Uma vez que entras dentro do templo, vais sentir uma paz e tranquilidade enorme, nem parece que estás na Índia! Recomendamos que vás de manhã bem cedo para evitar as confusões e filas gigantes no controlo de segurança. Forte vermelho e Velha Deli Considerado património da humanidade da UNESCO, o forte vermelho é uma construção de 1638 com a intenção de ser a residência de os imperadores Mongóis daquela época. Está localizado na parte de Old Delhi, considerada a parte mais caótica, suja e intensa da cidade. Mesmo que não gostes de confusão é quase obrigatório visitar este forte e a zona antiga da cidade e deixar-te levar pelos cheiros da comida de rua, dos sorrisos dos vendedores e pela devoção das pessoas à sua religião. Tumba de Humayun Assim com o Taj Mahal, este monumento também foi construído para guardar uma tumba. Construído em 1565 para o rei guardar o corpo da sua falecida amada. Tem uma construção bonita, estilo mongol e é acessível de metro, autocarro ou táxi / tuk-tuk. Porta da Índia – Índia Gate Este monumento foi construído para homenagear os soldados indianos que perderam a vida ao longo das várias guerras que este país esteve envolvido. É também conhecido como arco de triunfo da cidade. Não é possível subir ao monumento nem passar por baixo do mesmo pois está escoltado por guardas. Tem inscrito no monumento o nome dos 85 000 soldados que perderam a vida a lutar pelo país. Ao estar no coração da cidade, recomendamos que visites durante o final de tarde pois é quando muitas famílias se juntam neste parque para conviver com os amigos e fazer picnics. Uma boa oportunidade para ver e interagir com pessoas locais e saber um pouco mais da sua cultura. Sri Bangla Sahib Gurdwara Este é um dos templos da religião Sique mais importantes e maiores do mundo. É dos templos mais bonitos de Deli e como em todos os templos Sique, tem um lago grande onde tens que lavar os pés e mãos antes de entrar no templo. Uma curiosidade deste templo é que oferece refeições grátis a qualquer visitante independentemente da religião, raça ou cor. A câmbio podes ajudar na confeção da comida ou limpeza do espaço. Uma experiência diferente que podes viver, porque não? Swaminarayan Akshardham Temple Considerado dos maiores templos Hindus do mundo é uma excelente opção para visitares e entender um pouco melhor a religião hindu, descobrir as lendas e deuses que fazem esta religião um pouco complexa e extensa, mas fascinante. Podes relaxar um pouco pelos seus jardins e ver a devoção das pessoas nas suas rezas e doações aos deuses. Birla Mandir Este é outro dos muitos templos da cidade. Com uma arquitetura fascinante e colorida, é um local onde os peregrinos vão rezar ao Deus Vishnu, um dos mais importantes para a sua religião. A entrada é gratuita, mas se quiseres podes deixar uma doação. Infelizmente não é permitido tirar fotografias, mas sem dúvida que vale a pena uma visita. Agrasen Ki Baoli Um dos lugares perfeitos para os amantes da fotografia e arquitetura. Era um antigo reservatório de água como tantos na Índia. Este é conhecido pelas muitos lendas que lá existem e pelo seu ambiente misterioso. Jama Masjid É a maior mesquita da Índia e tem capacidade para 25000 fiéis. Como fica perto do forte vermelho e da velha Deli, podes combinar a visita no mesmo dia. A entrada é gratuita, apenas pagas para subir à torre. Para uma vista incrível da cidade podes subir a uma das suas torres e ver a imensa cidade de Deli e os seus 27 milhões de pessoas! É incrível ver como numa cidade caótica e com milhões de pessoas, diferentes castas, religiões e culturas vivem em harmonia respeitando as diferenças e crenças uns dos outros! Espero que te tenha convencido a deixar esse receio de lado e visitar Nova Deli. Viaja em segurança e faz o teu seguro de viagem online. Artigo escrito por: The Globetrotter Duo

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