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Quinta da Regaleira, o lugar mais místico de Sintra

Quinta da Regaleira, o lugar mais místico de Sintra

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A Quinta da Regaleira é um dos locais mais místicos que podes conhecer em Portugal. Com inúmeras referências à Maçonaria, a Quinta é toda ela um apelo ao nosso imaginário. Visitar a Quinta da Regaleira é como entrar num conto de fadas, ou num dos livros do Harry Potter. Se gostas do espírito e ideais românticos, esta visita é para ti. Ao ser uma visita que podes fazer durante uma escapadela de fim-de-semana, recomendamos-te o seguro de viagem IATI Escapadinhas, que cobre até 50.000€ de despesas médicas por um preço bastante económico. Esta cobertura é também suficiente para os viajantes brasileiros que necessitam de um visto para viajarem para a Europa. A Quinta da Regaleira A Quinta da Regaleira é um dos mais impressionantes monumentos da serra de Sintra. É composta por um conjunto de fantásticas construções (torres, grutas, estátuas, lagos, fontes e poços). Destacamos o poço iniciático como ponto obrigatório numa visita à Quinta. Subir ou descer este poço é uma experiência a não perder. Todas estas construções são rodeadas por magníficos jardins, dos quais fazem parte várias espécies de árvores e plantas, todas elas identificadas. Atenção que é proibido colher flores. A Quinta é uma obra resultante dos sonhos do seu proprietário, António Carvalho Monteiro conhecido como Monteiro dos Milhões, e do arquiteto e cenógrafo italiano Luigi Manini. Está situada em pleno Centro Histórico de Sintra, este que foi classificado como Património Mundial pela UNESCO desde 6 de dezembro de 1995. Como Chegar A circulação automóvel está bastante condicionada no centro histórico, pelo que se optares por ir de carro o melhor é estacionar fora do centro histórico e ir a pé. Podes também optar por transportes públicos. Tens o comboio da linha de Sintra e autocarros, para além de tours organizados. Da estação de comboios de Sintra até à Quinta da Regaleira são sensivelmente 30 a 40 minutos a pé. Tens de ter este tempo em atenção se pretendes fazer a visita guiada, uma vez que são muito rigorosos com o início das visitas. Se não chegares com pelo menos 10 minutos antes da visita, já não podes participar. O melhor é colocares no Google Maps e pores os pés ao caminho. Quando passares pelo famoso Hotel Lawrence, já estás muito perto. A entrada e a saída são feitas por locais diferentes. A primeira porta que vais ver é a saída, para chegar à entrada ainda vais ter de andar mais um pouco. Os últimos metros são a pique e os que custam mais a subir, mas acredita que vai valer a pena. Como visitar Existem duas formas de visitar a Quinta. Através de visita guiada ou através de visita livre. Se optares pela visita livre tens a opção de alugar um audioguia, com vários pontos espalhados pelo recinto e que te vão contando a história e curiosidades de cada local onde te encontras. Bem como relatando alguns dos mitos e lendas que fazem parte deste lugar. Existe ainda uma aplicação para telemóvel, a Regaleira 4.0, que te permite fazer a visita em realidade aumentada (disponível na App Store e Google Play). Os bilhetes compram-se exclusivamente dentro da Quinta da Regaleira, mas podes fazer a tua reserva online. As bilheteiras estão instaladas nas antigas cocheiras, mesmo a seguir à entrada. Com a compra do bilhete é-te entregue o mapa da Quinta, essencial se fores fazer a visita livre. Depois de comprares o bilhete tens à disposição pequenos cacifos onde podes guardar os teus pertences. • Visitas Guiadas – é possível conhecer a Quinta através de uma visita guiada, de terça-feira a sábado. Com dois horários fixos, às 10h00 e às 14h00. As visitas são feitas por guias especializados e têm a duração aproximada de 90 minutos. Os bilhetes têm de ser adquiridos na bilheteira, e tal como já referimos, têm de ser adquiridos até 10 minutos antes do início da visita. A fila para a visita livre e para a visita guiada é a mesma, pelo que podes ter de estar na fila ainda algum tempo até conseguires comprar o teu bilhete. Só é possível fazer reserva para grupos com número de participantes superior a 10 pessoas, e com exigência de pagamento antecipado. Aconselhamos a fazeres pelo menos uma vez na vida a visita guiada. Esta proporciona a contextualização dos vários elementos que fazem parte da Quinta da Regaleira. Na Visita livre podes alugar o áudio guia, mas a explicação é sem dúvida mais rica. • Visitas Livres – Aqui podes visitar a Quinta ao teu ritmo, com o mapa (essencial), e com ou sem audioguia (o aluguer do audioguia não está incluído no preço do bilhete), e existem trinta pontos de escuta espalhados pelo Palácio, Capela e Jardins. Estão disponíveis em português, inglês, espanhol, francês, alemão, italiano e russo. Existe também uma versão infantil em português, e versões acessíveis em audiodescrição e língua gestual portuguesa. Percurso dentro da Quinta Caso tenhas optado pela visita livre, o mapa que te dão é muito bom, e permite fazer a visita tranquilamente ao teu ritmo, e passar pelos 30 pontos de escuta do audioguia. • Palácio – O Palácio é constituído por várias salas, que podem ser visitadas e onde também estão pontos de escuta. Tens a sala da caça, a sala da renascença, a sala do fumo, a sala dos reis e a sala da música. Não te esqueças que dentro do palácio não é permitido fotografar com flash. • Os pontos que vais poder visitar para além do Palácio: Casa da Renascença; Patamar dos Deuses; Capela; Estufa; Gruta do Labirinto; Lago; Loggla; Casa dos Ibis; Gruta de Leda; Torre da Regaleira; Fonte da Abundância; Oficina das Artes; Zigurate; Lago da Cascata; Patamar do Ténis; Gruta do Oriente; Aquário; Portal dos Guardiães; Poço Imperfeito; Poço Iniciático e Gruta da Virgem. Dicas • Vestuário e calçado – Vestuário e calçado confortáveis. Tem em atenção que estás na serra de Sintra, por isso mesmo de verão é aconselhável levar um agasalho. • Fotos E Filmagens – Dentro do palácio não são permitidas fotos com flash. Não é permitido filmar, usar tripé e drones. • Piso Escorregadio – Em alguns locais o piso é escorregadio. • Fumar e Fazer lume – Não é permitido fumar ou fazer lume. • Animais – Não são permitidos animais. • Carrinhos de bebés – Em alguns locais dentro da Quinta não são permitidos. • Comida e bebidas – dentro do recinto também são proibidas. Há uma cafetaria dentro da Quinta. • Bilhetes – Os residentes em Sintra não pagam a entrada, em qualquer dia da semana. Informações importantes Site: www.regaleira.pt Morada: Rua Barbosa du Bocage, Sintra Horário: De abril a 30 de setembro: Abertura – 9h30 Encerramento – 19h00 De 1 de Outubro a 31 de março: Abertura – 9h30 Encerramento – 17h00 Durante todo o ano o Palácio, a Capela e espaços de exposição encerram meia hora antes da Quinta. A Quinta Encerra nos dias 24 e 25 de dezembro e 1 de janeiro. Sabias que Sintra está na nossa lista de 8 destinos incrivelmente românticos na Europa? Descobre quais são os outros e prepara uma viagem romântica para a tua cara metade! Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta

7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta

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Portugal é um país que não para de surpreender e por isso a IATI dá-voste a conhecer uma vila que pertence a um dos distritos mais remotos deste país. Freixo de Espada à cinta, uma vila Portuguesa do distrito de Bragança, com influência espanhola e vários recantos para conhecer. Escolhe já o teu seguro de viagens online, faz as malas e parte para mais uma aventura com a IATI. O que ver em Freixo de Espada à Cinta O Freixo com a espada à cinta É no centro da vila que encontramos o famoso Freixo (árvore pertencente à família das oliveiras) com uma espada à sua cinta. E qual a origem desta? Conta a lenda que um cristão sozinho perseguido pelos mouros estava tão assustado e sem proteção que viu a sua solução em se esconder atrás do grande Freixo que encontrara, colocou a sua espada pendurada na árvore e camuflou-se entre os ramos da árvore. Quando os Mouros se aperceberam que a imponente árvore tinha uma espada à sua cinta fugiram assustados poupando a vida do Cristão. Outras das lendas que corre fala de um nobre chamado Espadacinta que depois de uma dolorosa batalha com os Mouros pendurou a sua batalha no Freixo e encostou-se a descansar. Mais tarde a população começou a afirma “o Freixo do Espadacinta” que mais tarde evoluiu para Freixo de Espada à Cinta. Pois bem, são várias as lendas que tentam justificar o nome desta vila, mas o mais importante é que é em Freixo que podemos encontrar alguns dos locais mais bonitos de Portugal. Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta A igreja matriz localiza-se no centro da vila, perdura à mais de 500 anos. Com um estilo manuelino dentro de si tem pinturas que perduram até à data. É considerada património nacional e tem uma das arquiteturas mais bonitas de Portugal. Já foi apelidado de “Mini Mosteiro de Jerónimos” Castelo de Freixo de Espada à Cinta O castelo de Freixo de Espada à Cinta encontra-se no centro da vila e é considerada uma das fortalezas mais antigas de Portugal. Neste momento só perduram algumas das muralhas que merecem uma visita para reviver o tempo em que os Reis prevaleceram no país. Gravuras rupestres do Mazouco É na freguesia do Mazouco que se pode encontrar mosaicos de arte rupestre gravados em xisto. São considerados imóvel de interesse publico desde 1983 destacando-se o mosaico do cavalo. Agora, depois de 2000 anos de existência é a primeira estação de arte rupestre ao ar livre em Portugal Calçada de Alpajares ou Calçada dos Mouros A Calçada de Alpajares também conhecida como a calçada dos mouros é um caminho construído desde o tempo dos Romanos. É um caminho linear que se inicia na Foz da Ribeira do Mosteiro. É um caminho marcado por uma escadaria curvilínea. Aqui é possível apreciar a vista para o Rio Douro assim como os pombais da região, um moinho recuperado, várias pinturas rupestres e no fim do inverno vão poder apreciar o florescer das amendoeiras de cor rosa. Penedo Durão O Penedo Durão encontra-se no Parque Natural Do Douro Internacional e é um miradouro que ergue no cimo de uma rocha escarpada com vista para o rio Douro, para a barragem da Saucelle e para o vasto monte verde que rodeia este lugar mágico. Este miradouro tem disponível um parque de merendas e é também um dos sítios prediletos para a observação de várias aves como o grifo o falcão peregrino e as andorinhas das rochas. A melhor época para observar as aves é na altura da Primavera. Praia fluvial da Congida E o que há de melhor se não um praia fluvial introduzida na natureza? Esta praia na verdade não tem areia mas um vasto relvado onde podem estender a vossa toalha, banharem-se no rio Douro e olhar para o nosso pais vizinho. Aqui também têm oportunidade de entrar num barco e durante 2h navegar sobre o rio Douro. Autores: Tworistas

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5 locais a não perder numa visita a Fafe

5 locais a não perder numa visita a Fafe

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Estão no norte de Portugal há procura de um motivo para sair de casa? A IATI vai levar-vos em segurança a uma visita guiada por esta cidade de Fafe. Fafe é uma cidade do distrito de Braga localizada na região do norte de Portugal. Para surpresa de vários esta cidade esconde mais do que aquilo que podem esperar, desde casas construídas em pedras a zonas verdes para poderem relaxar. Fafe é uma cidade que vão querer explorar. Mas não se esqueçam, viajar em segurança é a melhor forma de viajar e por isso a IATI ajuda-te a encontrar o melhor seguro de viagens online e que mais se adequa a ti. Locais a não perder numa visita a Fafe Casa do Penedo É em Portugal, na cidade de Fafe mais precisamente na freguesia de Várzea da Cova que podemos encontrar uma das casas mais pitorescas de Portugal, localizado no alto do monte rodeada de nada. Nada como, silencio, natureza, tranquilidade, a força do vento e a verdadeira paz interior. Diz-se que a construção desta casa teve o seu início em 1974 e que nasceu da vontade de um engenheiro de se refugiar do stress da cidade. Infelizmente o dono da casa neste momento já nem na sua casa de pedra encontra a tranquilidade pelo facto de várias pessoas tentarem saciar a sua curiosidade. Construída entre 4 penedos, o seu interior faz jus ao seu exterior, também com um ambiente rústico, não tem luz, rede, nem água canalizada, mas tem uma piscina exterior que sacia os seus habitantes nos dias quentes de verão. Diz-se também que tem um sofá que pesa cerca de 350kg e vidros à prova de bala para proteger de vandalismos. E como chegar à casa também conhecida como a “Casa dos Flinstones”? Se forem de carro podem colocar no vosso sistema de navegação casa do penedo e rapidamente vão encontrar o local. A estrada é bastante acessível, tem um quanto de curvas e os últimos km são em terra batida, mas não se preocupem, podem estacionar mesmo ao lado da casa. A pé, podem realizar o trilho PR10 – Trilho do vento, uma caminhada de media dificuldade, circular e de cerca de 14km que explora o parque eólico e tem como ponto de interessa a cada do penedo. Para quem não sabe é mesmo ao lado da cada do penedo que se encontra o famoso “salto da Lameirinha”, uma das grandes atrações do WRC Fafe Rally Sprint; Praia fluvial da Barragem da Queimadela Para quem não sabe existe um trilho de apenas 3 km que se inicia no parque de campismo da Queimadela e dá a volta à sua barragem. Por um caminho circular, rodeado de árvores e com a água da barragem a acompanhar-nos, torna-se num dos passeios mais relaxantes que pode ser acompanhado pelos vossos amigos de 4 patas. Nos dias de maior calor também se podem refrescar na praia fluvial da barragem ou descansar à sombra de uma árvore no parque de merendas da praia. Para quem não sabe esta praia está dentro do programa “Praia Acessível – Praia para Todos!” que tem como objectivo permitir a acessibilidade a todos. Aldeia do Pontido Uma aldeia outrora desabitada que foi recuperada e transformada num turismo rural de sucesso. Agora com casas de pedra rodeadas de lagoas e natureza é um local perfeito para um fim de semana relaxante. Aqui vão poder contactar de perto com a natureza e mergulhar nas águas cristalinas das lagoas da aldeia. Na aldeia também vão poder encontrar um restaurante com pratos tipos do Norte e por fim um centro de interpretação ambiental, onde os hóspedes poderão aprender mais sobre os valores ecológicos da região. Se decidirem explorar o que está perto da aldeia vão descobrir recantos da natureza longe das multidões. Parque aquático de Fafe O parque aquático de Fafe é umas das opções para os dias de maior calor. Apesar de ser um dos parques aquáticos mais pequenos de Portugal e ter poucas atrações é uma boa opção para quem tem crianças, vai fazer as delícias dos mais pequenos. Citânia de Briteiros A cerca de 20km de Fafe no alto de São Romão e já no concelho de Guimarães vão poder encontrar a citânia de Briteiros. Esta citânia tem ainda alguns dos castros da idade do ferro que podem comprovar a passagem da cultura castreja por Portugal. É no museu da cultura castreja que vão poder encontrar a pedra formosa mais relevante da citânia de Briteiros, não deixem de visitar. E já que estás pelo norte de Portugal, porque não dar um saltinho a Braga, o segundo melhor Destino Europeu de 2019? Autores: Tworistas

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4 lugares a não perderes em Penafiel

4 lugares a não perderes em Penafiel

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Penafiel uma cidade com espírito inovadora do distrito do Porto que trás aos seus visitantes e habitantes a oportunidade de encontrar cultura e variedade. Anda connosco descobrir os locais a não perder numas das cidades mais antigas de Portugal, nós levamos-te em segurança com os nossos seguros de viagem online adequados ao teu tipo de viagem. 4 lugares a não perder em Penafiel Penafiel é uma das cidades mais antigas de Portugal, mas que preza pela inovação e apelação ao turismo. É no seu património que podemos encontrar a Rota do Românico recheado das mais belas igrejas de Portugal. 1. Centro de Penafiel Destaca-se o Mosteiro de Paço de Sousa que segundo a história encontra-se o túmulo de Ega Moniz, um dos protetores do I Rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Podem também apreciar a arte sacra pela Capela de São Roque, a Capela da Nossa Senhora da Ajuda, a Igreja da Misericórdia, a Igreja da ordem terceira de São Francisco, a Igreja da ordem terceira do Carmo, a Igreja de São Martinho, a Igreja do Convento de Santo António dos Capuchos e a Igreja do Recolhimento da Nossa Senhora da Conceição mesmo no centro da cidade. Também no centro da cidade vão poder verificar várias referencias à literatura, não fosse Penafiel o centro do festival literário da Escritaria. E se estão à procura de variedade e cultura podem escolher entre o Museu municipal de Penafiel que se dedica a temas da “identidade, território, arqueologia e dos ofícios da terra e água”. O museu de arte sacra de Penafiel que guarda algumas das peças mais valiosas de arte sacra. E por fim o museu da broa que conta com seis moinhos funcionais que conduz os seus visitantes a um passado onde a farinha moída era um dos subsistentes essências para a sobrevivência do homem. 2. Aldeia da Quintadona Esta aldeia tem um grupo de teatro, os ComoDEantes, que são os responsáveis pela animação das festividades da aldeia. Um dos festivais mais conhecidos e responsáveis por atrair centenas de visitantes é a famosa “Festa do Caldo” que é realizada todos os meses de Setembro. O caldo de Quintadina é um prato típico da zona que consiste numa sopa bastante consistência e saborosa. Também existe uma bebida típica que se chama o “Mijo de Jebo”, de sabor forte que ajuda a aquecer nos dias mais frios. E para quem procura alojamento na aldeia podem se decidir pela Casa de Valxisto, a Casa do Aguieiro, Winebar Casa da Viúva e a Vizinha da Viúva, todos turismos rurais de grande interesse. 3. Quinta da Aveleda A quinta da Aveleda, considerada monumento nacional desde 1910 é um dos ex-libris de Penafiel. Uma quinta de figura familiar que além de produzir alguns dos vinhos mais famosos de Portugal tem também um dos jardins mais românticos de Portugal tornando-se assim um dos recantos mais bonitos que vão encontrar em Penafiel. Quando entrarem nos jardins da quinta vão poder perder-se e encontrar a torre transformada numa casa de várias cabras, vão poder entrar na casa de chá do lago com uma arquitetura que parece saída de um conto de fadas, vão poder apreciar a vinhas que brotam nos vastos campos, admirar os vasos feitos de casca velha em árvores centenárias e desfrutar de um copo de vinho à vossa escolha. Não deixem de desfrutar desta visita que pode realizada de segunda a sexta feira. 4. Castro de Monte Mozinho O Castro de Monte Mozinho está situado em Oldrões no concelho de Penafiel e apelidado da cidade morta de Penafiel. Este é o maior dos tantos que fazem parte da rede de Castros na Península Ibérica. Neste local vão poder recuar numa viagem no tempo e constatar o local onde o povo castrejo da época dos Romanos viveram. Nos seus 22 hectares é possível admirar o resultado de anos de escavação que levaram a descobertas fantásticas que marcaram a história de Portugal. Autores: Tworistas

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5 experiências diferentes para viver em Lisboa

5 experiências diferentes para viver em Lisboa

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Conhecer Lisboa é muito mais do que ir a uma casa de fados ou comer Pastéis de Belém, os famosos pastéis de nata. Hoje mostramos uma Lisboa diferente do tipicamente turístico, com 5 experiências diferentes que podes ter na capital portuguesa. Lisboa é considerada uma das cidades mais seguras da Europa. Mas não é por isso que deves descuidar a tua segurança, e na IATI seguros temos sempre o melhor seguro de viagens online para ti. E adequado ao tipo de viagem que vais fazer. 5 experiências diferentes para viver em Lisboa Andar num Transporte Anfíbio Sim leram bem, é possível fazer um passeio por Lisboa num transporte anfíbio. Vais ter a oportunidade de conhecer Lisboa por terra e por rio, sem te levantares do teu lugar durante todo o percurso. Neste caso no Rio Tejo e pelas ruas da cidade de Lisboa. É o HippoTrip. O local de partida e chegada é a Doca de Santo Amaro em Alcântara, na Associação Naval de Lisboa. O passeio tem a duração de 90 minutos dos quais cerca de 25 são passados no Rio Tejo. O trajeto inclui a passagem pela Praça do Comércio, Praça Marquês de Pombal, Jardim da Estrela, Museu da eletricidade e Mosteiro de Jerónimos. Na Doca do Bom Sucesso em Belém entra no Rio Tejo, e a partir do Rio passamos pelo Padrão dos Descobrimentos, pela Torre de Belém, pela Torre VTS e no Centro náutico de Algés voltamos a terra até à Doca de Santo Amaro. Vivenciar o Terramoto de 1755 No Lisboa Story Centre, através de uma experiência sensorial e imersiva vais ter a possibilidade de sentir o que se passou na manha de 01 de novembro de 1755, quando um terramoto abalou e destruiu a cidade de Lisboa. No Terreiro do Paço, entre os nºs 78 a 81 vais conhecer a história da cidade de Lisboa de forma cronológica, e vais ficar a par dos acontecimentos mais marcantes da cidade ao longo de várias épocas até aos dias de hoje. Sempre fiel ao rigor histórico. Passear numa antiga Fábrica desativada – LX Factory São inúmeras as atividades que se podem fazer dentro da LX Factory. Almoçar, jantar, dançar, fazer compras, workshop, ou até mesmo ficar alojado num hostel ou trabalhar num espaço de co-work. Sim podes fazer tudo isto na LX Factory, uma antiga fábrica desativada. Já imaginaste almoçar num restaurante que foi uma tipografia e onde as antigas máquinas estão ao teu lado? Aqui é Possível, no restaurante Malaca Too, que aconselhamos vivamente. Este também é um restaurante muito peculiar, porque para além das máquinas, a entrada é feita através da livraria Ler Devagar. Também esta digna de visita. Todos os domingos entre as 10h e as 18h acontece o LxMarket, um mercado de rua dentro dos portões da antiga fábrica. Fica no Nº103 da Rua Rodrigues Faria, em Alcântara. Em 1846 instala-se neste local a Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, e mais tarde deu lugar a outras empresas, tais como a Companhia Industrial de Portugal e Colónias, a tipografia Anuário Comercial de Portugal e a Gráfica Mirandela. O espaço esteve alguns anos abandonado e em 2008 surgiu como um pólo de arte e cultura urbana, já tendo sido considerada uma das melhores fábricas ressuscitadas da Europa. Subir a um dos Pilares da Ponte 25 de abril Na ponte sobre o rio Tejo é possível ter a Experiência do Pilar 7. Esta experiência consiste em subir a um dos pilares da Ponte 25 de Abril em Alcântara, e ver Lisboa através de um miradouro todo em vidro, mesmo ao lado do tabuleiro da ponte. Mas a experiência é muito mais do que isto. É uma experiência interativa, onde ficamos a conhecer a história da ponte e onde temos acesso a áreas que habitualmente estão vedadas ao público. Visitar a Feira da Ladra Acontece todos os sábados e terças-feiras, no Campo de Santa Clara, na freguesia de São Vicente de Fora, perto do Panteão Nacional. E se ainda não conheces Lisboa e queres visitar os locais mais conhecidos, recomendamos-te este artigo sobre as 10 experiências típicas da capital portuguesa, assim como este outro sobre as festas de Santo António em Lisboa. Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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O que visitar em Braga

O que visitar em Braga

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Braga é medieval, é romana e é barroca. Braga é modernidade, cosmopolitismo e jovialidade. Braga é cultura, tradição e religião. Braga é ciência, futuro e evolução. Talvez por tudo isto Braga tenha arrecadado o 2.º lugar nas votações para o Melhor Destino Europeu 2019. Se ainda não conheces esta cidade situada no Norte de Portugal, com mais de 2000 anos, vem com a IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, passear pela “cidade dos arcebispos”. Deixamos-te aqui os spots que não podes perder, e a única coisa que te prometemos é que vais querer voltar. O que ver na cidade de Braga Começa pelo Centro Histórico Começamos pelo centro histórico da Cidade dos Arcebispos e pelos vários monumentos e museus que poderás visitar quando estiveres de visita por Braga. Praça da República Marca encontro na Praça da República. É aqui que se sente o pulsar da cidade. É lá que se encontra a Arcada, a Igreja da Lapa, a Torre de Menagem, a Fonte Luminosa e dois dos cafés mais antigos e emblemáticos da cidade – o Vianna e o Astória. E quando achares que já não há mais nada para ver, percebes que a Praça da República é muito mais, e que se estende por uma zona pedonal aprazível e iluminada, com zona de jardim e cheia de pequenas surpresas, como o Museu e os Jardins do Museu Nogueira da Silva, a Igreja e Convento dos Congregados, a Casa Roldão com a Livraria 100.º Página, ou o Monumento ao Papa João Paulo II. Rua do Souto A Rua do Souto é um ícone da cidade. Além de ser a principal rua de comércio, inteiramente pedonal, é através dela que adentramos a história milenar da cidade de Braga. Comece por tomar um café de saco no Café A Brasileira, passe pelas arcadas da Rua do Castelo e faça umas compras no comércio tradicional. Se for véspera de Natal, passe pela Casa das Bananas e peça “um copo de moscatel e uma banana, por favor!”. A ida ao bananeiro, no dia 24 de dezembro, é uma tradição imperdível para os/as bracarenses. Um pouco mais abaixo, o Largo do Paço, um dos largos mais bonitos da zona histórica, todo em granito, com um chafariz monumental de 1723. Continua a descer a rua e vai-te deslumbrando. Arco da Porta Nova No fim da Rua do Souto, o Arco da Porta Nova. Há quem diga que é por nunca ter tido porta que surgiu a expressão: “Deixaste a porta aberta. Vê-se mesmo que és de Braga”. Logo ali ao lado, o Museu da Imagem e o Museu dos Biscaínhos. Entra, não te vais arrepender. Sé de Braga “Mais velho que a Sé de Braga” não é uma expressão qualquer. A Sé de Braga é a mais antiga de Portugal e toda a zona histórica da Sé é de visita obrigatória. A Sé Catedral e os tesouros da Sé. O Rossio da Sé, com os seus bares, restaurantes e comércio. As ruelas estreitas que contam a história que a própria história já esqueceu, depois de um “lifting facial” chamado reabilitação urbana. Essas ruelas vão levar-te ao Largo de São Paulo e, para os apreciadores de Arte Sacra e Arqueologia, aoMuseu Pio XII. Cividade Por falar em arqueologia, na colina do Alto da Cividade, podes visitar as Termas públicas Romanas, datadas do século II, e que são uma expressão notável da Braga Romana, e o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, criado em 1918. Praça do Município A Praça do Município é um cartão postal da cidade, pelo seu superior valor histórico e arquitectónico. Tem dois dos mais belos edifícios barrocos da cidade: a Câmara Municipal e a Biblioteca Pública. Entre um e outro a magnífica Fonte do Pelicano. Nas imediações, a Praça do Pópulo e a Praça Conde de Agrolongo. Grandes praças, locais de encontro, onde o velho e o novo dialogam. Destaca-se, nesta modernidade, o edifício GNRation, antigo quartel da Guarda Nacional Republicana, que foi recuperado por ocasião do Braga 2012 – Capital Europeia da Juventude. Jardim de Santa Bárbara Atrás da Biblioteca Pública, o Jardim de Santa Bárbara. Neste jardim, a regra é só uma… beleza e colorido. Fica por lá e bebe um chá no Café Lusitana, um dos mais antigos da cidade. Largo Carlos Amarante Neste Largo encontrarás a Igreja de São Marcos e a Igreja de Santa Cruz. Mais um largo que pede permanências. A Igreja de Santa Cruz é conhecida, também, como a igreja dos galos casamenteiros, por isso, não te admires se, ao passar por ela, vires pessoas paradas a olhar para a fachada da igreja. Reza a lenda que a “moça casadoira” que encontre os três galos tem casamento assegurado para breve. Mas se dois desses galos são fáceis de encontrar, já o terceiro é um quebra-cabeças para o descobrir! Um pouco mais abaixo do Largo Carlos Amarante, está o Palácio do Raio, construído entre 1752 e 1755, hoje um Centro Interpretativo do espólio da Santa Casa da Misericórdia de Braga. E à sua frente, a Fonte do Ídolo, um santuário rupestre e único monumento romano de Bracara Augusta a ter sobrevivido, relativamente intacto, até aos nossos dias. Teatro Circo O famoso e histórico Teatro Circo fica no coração da Avenida da Liberdade. Não só é bonito por fora, como tem uma das salas de espetáculos mais bonita de Portugal. “Braga por um canudo”. Depois de veres Braga por dentro, está na hora de veres “Braga por um canudo”. Há três principais pontos que nos permitem ter uma vista magnífica sobre a cidade de Braga, são eles: o Bom Jesus, o Sameiro e o Monte do Picoto. Bom Jesus de Braga (ou Bom Jesus do Monte) é um dos ex-libris da cidade. Se lá fores (que é obrigatório!!) visita a Basílica do Bom Jesus e os espaços envolventes. Anda no funicular movido a água, mais conhecido por Elevador do Bom Jesus, que é exemplar único na península ibérica e o mais antigo do mundo em atividade. Percorre os escadórios… são muitos, mas vale a experiência. Perde-te nos extensos jardins, não faltam grutas, trilhos, lagos, pontes e parques para descobrir. Dá um passeio de barco. Vê o pôr-do-sol na Esplanada ou no Miradouro do Bom Jesus, onde está o binóculo que originou a expressão “ver Braga por um canudo”. E se fores de carro, experimenta a estrada “mágica” do Bom Jesus. Aqui os carros sobem quando deviam descer… admirado/a? Espreitaaqui a explicação. Miradouro do Monte Picoto O Monte do Picoto é uma área florestal, central à cidade Braga. Foi recentemente renovado, oferecendo equipamentos de natureza lúdica, desportiva e social – um parque urbano com ciclovia, percursos pedonais, percursos em terra batida, passadiços e o mais recente Picoto Park. No topo, um mirante fantástico com vista de 360º sobre a cidade e uma perspectiva privilegiada sobre o Estádio 1º de Maio. Sameiro O Santuário do Sameiro é local de culto e oração. Abençoado pela natureza, coroa o Monte do Sameiro que, com os seus 572 metros, é o ponto mais alto da cidade, oferecendo uma vista privilegiada sobre Braga. Estádio Municipal de Braga Para os/as aficionados/as de futebol, visitar o Estádio Municipal de Braga é obrigatório. Sabias que este estádio foi considerado uma das obras mais notáveis do arquiteto bracarense Eduardo Souto Moura? Se quiser marcar uma visita guiada, vêaqui. Arredores de Braga Nos arredores da cidade, sugerimos a visita ao Mosteiro de Tibães, que data do século XI e foi ocupado pela Ordem Beneditina até meados do século XIX. Abandonado durante muito tempo, só começou a ser recuperado na década de 80 do século XX. Por estar nos arredores e os acessos em transporte público não serem muito fáceis, este Mosteiro é muitas vezes deixado de lado para quem visita a cidade. Mas a sua riqueza é tanta que merece o esforço. Se fores, faz o “Percurso Museológico” onde se aprecia a área envolvente ao Mosteiro, a sua arquitectura, as ruínas de edifícios anteriores, a mata, os jardins e diversos campos agrícolas. “Adoçar o bico” na gastronomia bracarense A gastronomia bracarense tem direitos de “monumento”. O caldo verde e a broa de milho, as papas de sarrabulho acompanhadas dos rojões de porco, o bacalhau à Braga (mas qualquer bacalhau é bom) ou o cabrito e a vitela assada. Para beber, o famoso Vinho Verde da região. Na doçaria, a longa tradição conventual e popular: um Pudim Abade de Priscos, uns moletinhos de São José, fidalguinhos e as tão famosas Tíbias. Ficaram convencidos/as? Autores: Vera e Marcelo, Ir em viagem

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Conhece as festas de Santo António de Lisboa

Conhece as festas de Santo António de Lisboa

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Queres visitar Lisboa nas festas de Santo António mas não sabes por onde começar? Nesta ocasião a IATI, líder na contratação de seguros de viagem online, ensina-nos como tirar o melhor proveito desta festa tão típica sem terminar como uma sardinha assada. O que ver e fazer em Lisboa nos Santos Populares? Quem foi Santo António? Na verdade, Santo António não se chamava António. O seu nome de nascimento era Fernando Martins de Bulhões, e acredita-se que nasceu entre 1191 e 1195 na rua das Pedras Negras, no bairro da Alfama. Fernando vinha de uma família privilegiada, e contrariando os desejos dos seus pais (que o queriam fazer cavaleiro), Fernando entregou-se à vida eclesiástica através da Ordem de Santo Agostinho. Posteriormente entrou na Ordem Franciscana, onde de seguida destacou e foi encomendado de pregar a palavra em outros lugares, e então foi quando decidiu trocar seu nome por António. Orador nato, as suas são as palavras do “Sermão aos peixes”. Santo António faleceu no dia 13 de junho de 1231 na cidade de Pádua (Itália). Daí que hoje em dia seja também conhecido como “Santo António de Pádua”. A festa tradicional de Santo António Pois bem, agora que já conhecemos o santo, vamos à festa! Mesmo não sendo o padroeiro oficial da cidade de Lisboa (na verdade é São Vicente), são muitas as atividades em sua homenagem realizadas na capital Portuguesa. Possivelmente a tradição mais famosa seja a das sardinhas assadas. Em todo lado, mas principalmente nos bairros de Alfama e Costa do Castelo, é possível saboreares este manjar composto de sardinhas assadas na brasa com pão, muitas vezes acompanhadas de uma salada de pimentos. É comum ver que são os próprios vizinhos destes bairros os que se prontificam a assá-las à porta das suas casas. A decoração da cidade não passa inadvertida de forma alguma. Cores e formas, bandeirolas, fitas e sardinhas de papel decoram as ruas da cidade para conseguir um ambiente ainda mais alegre e festivo. É também tradição que os jovens rapazes entreguem um vasinho de manjerico à sua amada, pelo que é sempre fácil encontrar barraquinhas perfumadas com estas plantas. Santo António casamenteiro Como sempre se disse que Santo António é o santo casamenteiro, são muitos os casais que decidem comemorar o seu casamento neste dia, pelo que as igrejas se enchem, não só pelas procissões e romarias, mas também pelos casamentos à procura da bênção do santo. Por outro lado, a própria Câmara Municipal recuperou uma tradição antiga que consiste em patrocinar o casamento de dezasseis casais com poucas possibilidades na igreja de Santo António, patrocinando depois as atividades típicas destas comemorações. Os arraiais de Santo António Os arraiais de cada bairro são diferentes entre sí, mas têm como fator comum a música, a festa, a bebida e a comida. Caldo verde, bifanas, pão com chouriço, cerveja, vinho tinto e até a famosa ginja estão à disposição nas diferentes tasquinhas de cada bairro. A banda sonora do momento acostuma ser o Pimba, sem deixar de lado as cantigas populares e o Fado. O prazer está em caminhar pelas ruas provando de tudo um pouco, deixando-se misturar no ambiente alegre e amistoso. Marchas populares Na noite do dia 12 saem às ruas as “Marchas Populares”, formações representantes de cada bairro da cidade e compostas pelos próprios moradores, a desfilar pela Avenida da Liberdade. As marchas existem desde o século XVIII, mas desde 1932 é feito um concurso entre todas as participantes. É realmente espetaculare a cenografia destas marchas, cujos membros desfilam caracterizados com coloridos e chamativos disfarces, e desfilam dançando coreografias ensaiadas com exatidão. Dicas para desfrutar da festas de Santo António Mas é importante teres em conta alguns conselhos de segurança para que a festa seja completa e não passes por apertos desnecessários nesta que é uma das 10 experiências típicas de Lisboa a não perder: • Não tentes chegar às festas de carro: várias das ruas mais centrais da cidade são cortadas durante estas comemorações, assim que o mais provável é que, se formos de carro, tenhamos de andar às voltas para acabarmos a pagar por um parque afastado do nosso destino. O mais recomendável é andar. Assim, evitamos também a ideia de conduzir depois de beber, até porque os controlos da polícia se multiplicam nesses dias. • Usar sapatos confortáveis e fechados: Justamente pelo que foi dito anteriormente, é recomendável ter em conta o tipo de sapatos a usar. Andar pelas ruas da Alfama com saltos altos pode ser uma missão impossível, com o conseguinte risco de quedas e ferimentos. Por outro lado, o grande afluxo de visitantes, unido a umoka certa índole etílica da festa pode levar a que sejamos pisados várias vezes. • Levar apenas o essencial: As ruas de Lisboa transformam-se em formigueiros durante os Santos Populares, e é sempre aconselhável manter os teus pertences vigiados em todo momento. Se usares mochila, levá-la à frente é sempre a melhor escolha. O mesmo acontece com as carteiras. No geral, não deveríamos levar nada nos bolsos traseiros da roupa. Como em qualquer cidade, os carteiristas estão à procura de vítimas, e devemos procurar sempre que não sejamos nós. • Contratar um seguro de viagem: Com estas dicas, a tua visita a Lisboa durante as festas de Santo António pode ser muito mais divertida. No entanto, podem sempre acontecer imprevistos. Por isso, recomendamos que contrates um bom seguro de viagens antes da tua partida, com a finalidade de estares coberto perante qualquer emergência. Os seguros da IATI podem proporcionar-te a segurança de que a tua visita será agradável em qualquer situação. Boa viagem, e bem-vindo ao Santo António de Lisboa! Autor: Alex Borges, Falar de Viagens

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Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa

Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa

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Lisboa foi considerada recentemente a melhor cidade para fazer um city break. E embora existam muitas atividades novas que podes encontrar na cidade, recomendamos 10 atividades tipicamente lisboetas para que te sintas um verdadeiro “alfacinha” durante a tua visita à capital portuguesa. Não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para que a tua estadia na cidade ocorra sem percalços. Contacta-nos e Informa-te sobre qual o seguro mais adequado à tua viagem. 10 atividades tipicamente lisboetas a não perder Jantar numa Casa de Fados Se estás a pensar ir jantar a uma casa de fados, há uma coisa que tens de ter em atenção, aqui a expressão popular “silêncio que se vai cantar o fado” é para levar à letra. Podes cantar e acompanhar o fadista, isso sim e ninguém te vai mandar calar. Mas se não consegues jantar sem dar dois dedos de conversa com os teus companheiros de mesa arriscas-te a levar um raspanete pelo dono do restaurante, ou mesmo ser mandado calar pelo fadista. E se muitas casas têm fadistas consagrados e de renome, existem outras em que os fadistas são amadores e todos são convidados a participar. Ir aos Pastéis de Belém Existem em Lisboa muitas casas a produzirem e venderem pastéis de nata, mas a verdadeira experiência de comer um Pastel de Belém continua a ser única, até porque só aqui encontras a receita original. Podes ter de esperar algum tempo na fila até trincares os teus pastéis de Belém, mas vale bem a espera. Um conselho que te damos é comprar pelo menos dois, porque um vai saber a pouco. O início do fabrico dos Pastéis de Belém deu-se em 1837, segundo uma receita secreta guardada pelos monges do Mosteiro dos Jerónimos. Esta receita mantém-se igual até aos dias de hoje. Visitar o Castelo de São Jorge Para além de toda a história que podes aprender ao visitar o Castelo de São Jorge, vais ter uma das vistas mais magníficas sobre a cidade de Lisboa a partir do seu miradouro. Fazer um Passeio a pé pelos Bairros típicos da cidade É verdade que com o aumento do turismo, assistimos ao abandono dos bairros típicos de Lisboa por parte da população local. Mas ainda assim, passear por alfama, pela Madragoa ou pela Graça, só para nomear alguns dos bairros mais típicos da cidade continua a ser uma experiência enriquecedora e em que podes ter uma noção de como as pessoas viviam no passado. Cada recanto, cada beco tem uma história e é uma oportunidade fantástica para fazer por exemplo um tour fotográfico. Beber uma ginjinha (Licor de ginja) Vir a Lisboa e não experimentar a famosa ginjinha é o equivalente a ir a Roma e não ver o Papa. A “Ginjinha”, é um licor tradicional Português. Este licor é feito a partir de álcool e obtido a partir da fruta da ginja. Tem uma mistura de sabores doces e amargos com uma pitada de canela. É tipicamente servida em pequenos copos e manda a tradição que se beba tudo de uma vez. Existe a opção de beber a ginja com elas ou sem elas, ou seja com ou sem a ginja (a fruta) no copo. Subir no Elevador de Santa Justa Sabiam que o arquiteto responsável pelo projeto do Elevador de Santa Justa é Gustav Eiffel, o mesmo da Torre Eiffel em Paris. O elevador liga a Rua de Santa Justa ao miradouro de Santa Justa (ou miradouro do Carmo como também é conhecido), que fica nos Terraços do Carmo. As filas para subir são enormes e demoradas, mas é uma experiência que vale a pena pelo menos uma vez na vida. Andar no elétrico 28 É o elétrico mais famoso de Lisboa. É também um dos preferidos dos carteiristas. Por isso muita atenção às mochilas nas costas e a todos os locais onde guardes os teus pertences. O percurso do elétrico tem início em Campo de Ourique e Termina no Martim Moniz. À noite a partir das 22h o percurso é alterado e o seu início realiza-se na Estrela. Do percurso fazem parte locais como o Chiado, o largo da Academia de Belas Artes, a Sé de Lisboa, o Miradouro de Santa Luzia, o largo das Portas do Sol e o Largo da Graça, entre outros. Festa dos Santos Populares e Marchas Populares (Santo António de Lisboa) O mês de junho significa festa nas ruas de Lisboa. Todos os anos lisboetas e não só, saem à rua para festejar o santo padroeiro da cidade, Santo António de Lisboa (que os italianos reivindicam como Santo António de Pádua. Nasceu em Lisboa, mas desenvolveu a sua obra em Itália). As festas de Lisboa têm início a dia 1 e terminam no dia 30 de junho. Durante todo o mês há iniciativas gratuitas e abertas a todos. Desde as tradições mais antigas, como a introdução de propostas artísticas mais modernas. As festas têm o seu ponto alto na noite de 12 para 13 de junho com o desfile das marchas populares na avenida da liberdade. No dia 12 também se realizam os casamentos de Santo António, patrocinados pela Câmara Municipal de Lisboa, uma vez que o santo tem fama de casamenteiro. No Dia 13 comemora-se o dia de Santo António, feriado municipal de Lisboa, com a procissão em honra do santo. As noites nos bairros típicos da cidade são animadas com música popular e sardinhas assadas. Não podem faltar os famosos vasos com manjericos, todos eles acompanhados de um cravo de papel e de uma quadra popular. As ruas são todas enfeitadas com globos de papel colorido. Visitar a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos Existem vários monumentos em Lisboa que merecem a tua visita. Mas se tivéssemos de destacar dois seriam estes. A Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos, ambos em Belém. Visitar os Miradouros da cidade Lisboa é a cidade das sete colinas, o que por si só já proporciona uma vista fantástica em vários pontos da cidade. Para juntar a isto temos ainda vários miradouros, que fazem as delícias dos apaixonados por paisagens de cidades. Deixamos-te com alguns miradouros que vale a pena visitar. • Miradouro da Basílica da Estrela • Miradouro da Rocha de Conde de Óbidos • Miradouro da Penha de França • Miradouro da Senhora do Monte • Miradouro das Portas do Sol • Miradouro da Torre de Belém • Miradouro de Santa Catarina • Miradouro de Santa Luzia • Miradouro de Santo Amaro • Miradouro de Santo Estevão • Miradouro de São Pedro de Alcântara • Miradouro do Castelo de São Jorge • Miradouro do Monte Agudo • Miradouro do Padrão dos Descobrimentos Autora: Lovely Lisbonner

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O que ver na Madeira: 15 lugares imperdíveis + roteiro

O que ver na Madeira: 15 lugares imperdíveis + roteiro

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Se estás a planear uma viagem e queres saber o que ver na Madeira, neste guia vais encontrar os lugares mais impressionantes da ilha, de Funchal às piscinas naturais de Porto Moniz. A ilha da Madeira é um dos destinos mais espetaculares de Portugal. Conhecida como o “Havai do Atlântico”, combina paisagens vulcânicas, montanhas dramáticas, falésias sobre o oceano e uma natureza exuberante que conquista todos os viajantes. O arquipélago da Madeira é composto por quatro grupos de ilhas: Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens, sendo apenas as duas primeiras habitadas. Neste guia vais descobrir o que ver na Madeira e o que fazer durante a tua viagem, com os lugares mais impressionantes da ilha e algumas experiências que não podes perder. A Ilha da Madeira é atualmente conhecida por ter dado ao mundo um dos melhores jogadores de futebol da história, Cristiano Ronaldo. Mas a ilha é muito mais do que o berço do craque português. Se tens dúvidas sobre qual o seguro de viagem mais adequado à viagem que vais fazer contacta-nos e nós ajudamos-te a escolher. O que ver na Madeira em 3 ou 4 dias Se tens poucos dias na ilha, este pode ser um bom roteiro: • Dia 1: Funchal, Teleférico do Monte e Mercado dos Lavradores • Dia 2: Santana, Pico do Arieiro e miradouros da costa norte • Dia 3: Porto Moniz e piscinas naturais • Dia 4: Caminhada pelas levadas ou visita ao Curral das Freiras O que ver e conhecer na ilha da Madeira A ilha da Madeira divide-se em várias zonas principais onde se concentram os locais mais interessantes para visitar: • Funchal, a capital da ilha • Costa Norte, com Porto Moniz, São Vicente e Santana • Costa Sudeste, com Machico e Santa Cruz • Costa Sudoeste, com Câmara de Lobos, Ribeira Brava e Calheta Cada uma destas zonas oferece paisagens únicas e experiências diferentes. Funchal: o ponto de partida da tua viagem A maioria das viagens à Madeira começa em Funchal, a capital da ilha. Com cerca de 110.000 habitantes, é a cidade mais animada do arquipélago e um excelente ponto de partida para explorar a ilha. Entre os lugares mais interessantes para visitar destacam-se: Teleférico do Funchal Uma das melhores formas de começar a conhecer a ilha é subir no Teleférico do Monte, que liga o centro da cidade à parte alta do Funchal. Durante o percurso terás vistas incríveis sobre a cidade e o Oceano Atlântico. Igreja de Nossa Senhora do Monte No topo do Monte encontra-se esta igreja histórica onde está o túmulo de Carlos I da Áustria, o último imperador austro-húngaro. Andar nos Carros de Cesto do Monte – Carreiros do Monte (Funchal) O Monte é uma das 10 freguesias que pertencem ao concelho do Funchal. Está situado a uma altitude de 550 metros e é uma das freguesias mais visitadas no Funchal. Aqui tens a oportunidade de fazer uma viagem nos típicos carros de cesto. Estes carros são feitos em vime e montados em dois patins de madeira. São tradicionalmente produzidos de forma artesanal, desde o inicio do século XIX. Eram utilizados como meio de transporte público pela população local, para se deslocarem da freguesia do Monte até à cidade do Funchal. Hoje em dia os carros de cesto são usados exclusivamente para o turismo, e é uma ótima forma de viver emoções fortes. Ao longo de quase 2 kms, a uma velocidade que pode atingir os 38 kms por hora, por estradas estreitas e sinuosas. Os carros são empurrados e manobrados por dois condutores, os Carreiros, que usam o traje típico da Ilha da Madeira. Camisa e calças brancas, chapéu de palha, e botas com sola de borracha. Estas últimas utilizadas também como travão do carro de cesto. O percurso para chegar ao Monte pode ser feito de carro, ou de teleférico. O que por si só também é uma experiência fantástica. O teleférico liga o Funchal ao Monte a ao Jardim Botânico. A descida nos carros de cesto faz-se desde o final da escadaria da Igreja da Nossa Senhora do Monte, até ao Livramento. Jardim Botânico da Madeira Conhecida como “Ilha das Flores”, a Madeira tem uma enorme diversidade de plantas e flores. O Jardim Botânico é o local perfeito para descobrir esta biodiversidade enquanto desfrutas de uma vista panorâmica sobre o Funchal. Mercado dos Lavradores Este mercado tradicional é um dos locais mais autênticos da cidade. Aqui encontrarás frutas tropicais, flores, peixe fresco e produtos típicos da ilha. Museu CR7 Para os fãs de futebol, uma visita ao Museu CR7 é obrigatória. O museu conta a história de Cristiano Ronaldo e expõe muitos dos troféus conquistados pelo jogador. Santana e as casas típicas da Madeira Santana é uma das localidades mais emblemáticas da ilha e um dos locais que não podem faltar num roteiro sobre o que ver na Madeira. A principal atração são as famosas casas típicas de Santana, construídas em forma triangular e com telhados de colmo. Algumas destas casas podem ser visitadas e funcionam como pequenos museus. Nas redondezas encontrarás também vários miradouros impressionantes sobre a costa norte da ilha. Provar a Gastronomia Típica da Ilha A gastronomia típica da Ilha da Madeira é riquíssima. E existem algumas iguarias que não podes mesmo deixar de provar. Reserva algum espaço na mala para trazeres algumas delas para casa. Bolo do Caco com Manteiga de Alho – O Bolo do caco é na realidade um pão, que deve o seu nome à pedra (caco) onde era originalmente cozido. É confecionado com farinha de trigo e tem um formato redondo e achatado. Deve ser comido quente e com manteiga de alho. Espetada de Carne de Vaca – A famosa espetada madeirense é feita com carne de vaca cortada em cubos e assada em espeto de pau de louro acompanhada com milho frito. Bolo de Mel – Este é mesmo um bolo e se estas a pensar trazer alguns contigo no regresso da viagem, atenção ao peso da bagagem porque estes bolos chegam a pesar 1 kg. Tal como o nome indica é feito de mel. Este mel vem da cana-sacarina, que é processado nos engenhos que também podes visitar na ilha. Segundo a tradição, o Bolo de mel deve ser preparado no dia 8 de dezembro, dia de nossa Senhora da Conceição, para ser comido no Natal. E tem a particularidade de se conservar durante um ano. Poncha e Vinho Madeira – A Poncha é uma bebida confecionada à base de aguardente de cana, mel e limão. O famoso vinho Madeira pode ser degustado como aperitivo ou digestivo. Se visitares a ilha em finais de agosto e inicio de setembro tens ainda a oportunidade de participar nas vindimas da Festa do Vinho Madeira. Filetes de Espada – Os filetes de peixe espada preto são um dos pratos de peixe mais apreciados da gastronomia madeirense Rebuçados de Funcho e Eucalipto – O funcho é uma planta muito abundante na ilha e que deu origem ao nome Funchal. Miradouros impressionantes da Madeira A Ilha da Madeira é rica em miradouros. E todas eles proporcionam uma vista fantástica sobre a ilha. Dos muitos que existem deixamos-te dois que são de visita obrigatória. Miradouro do Véu da Noiva (Porto Moniz) – O miradouro do Véu da Noiva está situado na antiga estrada que liga o Seixal a São Vicente. Através desse miradouro temos uma das mais belas paisagens da costa norte da Madeira, a cascata do véu da noiva. Esta cascata faz lembrar o véu de uma noiva, pela altura e água que cai pela encosta. Miradouro do Cabo Girão (Câmara de Lobos) – O Cabo Girão é um dos miradouros mais impressionantes da Madeira e destaca-se pela sua plataforma suspensa em vidro sobre a falésia. Desde 2012 que o Miradouro tem uma plataforma de vidro suspensa (skywalk), que é um desafio constante para o nosso cérebro. Visitar o Curral das Freiras (Câmara de Lobos) Situado num vale profundo rodeado de montanhas, o Curral das Freiras é uma das localidades mais curiosas da Madeira. Segundo a história, foi aqui que as freiras do convento de Santa Clara se refugiaram quando piratas franceses invadiram a ilha. Hoje em dia é um excelente local para provar especialidades locais como: • ginja • sopa de castanhas Assistir ao nascer do sol no Pico Ruivo (Santana) Se gostas de montanha e paisagens naturais, não podes perder a subida ao Pico Ruivo, o ponto mais alto do arquipélago da Madeira. Assistir ao nascer do sol no Pico Ruivo é uma das experiências mais impressionantes da ilha. Outra opção popular é o trilho que liga Pico do Arieiro ao Pico Ruivo, considerado um dos percursos mais espetaculares da Madeira. Fazer o percurso pedestre de uma Levada As levadas são canais de irrigação escavados nas rochas. E que têm como função levar a água do norte para o sul da ilha. Este sistema de irrigação começou a ser construído no século XVI. Os percursos pedonais recomendados na Madeira são classificados como Pequenas Rotas (PR). No site oficial do turismo da Madeira podes encontrar todos os percursos recomendados, e classificados com nível de dificuldade, tempo de duração e descrição do percurso, para que se saiba à partida o que vamos encontrar ao iniciar determinado percurso. Visitar a Reserva Natural Parcial do Garajau (Santa Cruz) A Reserva Natural Parcial do Garajau é um dos melhores locais da Madeira para mergulho. Aqui também se encontra a famosa estátua do Cristo Rei da Madeira, semelhante ao monumento do Rio de Janeiro. O acesso à praia pode ser feito através de um teleférico que desce até à costa. Porto Moniz e as piscinas naturais (Porto Moniz) No noroeste da ilha encontra-se Porto Moniz, um dos lugares mais visitados da Madeira. A principal atração são as Piscinas Naturais de Porto Moniz, formadas por rochas vulcânicas onde o mar entra naturalmente criando autênticas piscinas de água salgada. Estas piscinas estão equipadas com infraestruturas de apoio e são um dos melhores locais da ilha para tomar banho. Se preferires um local mais tranquilo, podes visitar também as Piscinas Naturais Velhas, situadas muito perto. Caminhadas pelas levadas Uma das atividades mais populares da ilha são as caminhadas pelas levadas. As levadas são antigos canais de irrigação construídos desde o século XVI para transportar água entre diferentes zonas da ilha. Hoje muitos destes canais possuem trilhos pedestres que permitem explorar florestas, cascatas e paisagens únicas. Algumas das levadas mais famosas são: • Levada das 25 Fontes • Levada do Caldeirão Verde Porto Santo: praias de areia dourada A Madeira é uma ilha vulcânica e não tem muitas praias de areia. No entanto, a ilha vizinha de Porto Santo tem mais de 9 km de areia dourada. Fica a cerca de duas horas de ferry e é um destino ideal para uma escapadinha durante a tua viagem à Madeira. Entre os lugares a visitar destacam-se: • Vila Baleira • Pico do Castelo • miradouros da ilha Viajar para a Madeira com seguro de viagem Apesar de ser um destino relativamente seguro, é sempre recomendável viajar com seguro de viagem, especialmente se planeias fazer caminhadas, atividades na natureza ou desportos ao ar livre. Na IATI Seguros encontrarás diferentes seguros adaptados a cada tipo de viagem. Autora: Lovely Lisbonner

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Como visitar as Berlengas

Como visitar as Berlengas

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As Berlengas são um arquipélago composto por 3 ilhas, onde só a Berlenga Grande é habitável e a única que se pode visitar. desde 2011 que é considerada Reserva Mundial da Biosfera da UNESCO. Viajar até às Berlengas pode causar alguns enjoos. O mar é difícil de atravessar, mas a paisagem e passar um dia na ilha valem a pena. Escolher o melhor seguro de viagens para ti vai-te deixar mais confortável e descansado durante a viagem. Na IATI somos especialistas e encontramos sempre o seguro ideal para o tipo de viagem que vais fazer. Como visitar a Ilha das Berlengas Quando Visitar As condições do mar ditam o sucesso do passeio, pelo que é imprescindível consultares a previsão meteorológica antes de decidires o dia do passeio. A melhor altura para visitar a ilha é durante os meses de verão. Como chegar à Ilha Existem várias embarcações que fazem o trajeto até à Ilha, a partir do Porto de Peniche. Aconselhamos escolheres uma embarcação mais pequena, que será mais rápida e onde a probabilidade de enjoares também será menor. Uma lancha pode ser uma boa opção. E vais chegar à ilha primeiro do que a grande enchente de pessoas que vai no barco maior. E com o espaço reduzido de areia que existe na ilha, vais agradecer por ter um lugar onde estender a tua toalha. O trajeto demora cerca de 30 minutos. Os primeiros 15 minutos do trajeto é tranquilo e só quando passamos ao largo do Cabo Carvoeiro é que a travessia fica mais difícil. O que fazer na Ilha Ir às Berlengas não é só tomar banho numa maravilhosa água de cor esverdeada, mas geladíssima, ou ficar estendido na toalha no pequeno areal. Podes fazer mergulho, visitar as grutas num barco com o fundo transparente, visitar o forte e subir cerca de 300 degraus. Curiosidades e Dicas Existem imensas gaivotas na ilha, por isso não deixes pequenos objetos espalhados na toalha porque as gaivotas podem levá-los. O bilhete é de ida e volta, com a hora de ida e de volta marcadas. Só é possível permanecer 5 horas na Ilha, e só podem permanecer até 300 pessoas por dia. Por forma a manter a reserva da biosfera. Todo o lixo que fizerem na ilha têm de trazer convosco no regresso a Peniche, não se deixa lixo na Ilha, estão numa reserva natural. Autora: Sónia Justo – Lovely Lisboner

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7 Cascatas imperdíveis no Gerês

7 Cascatas imperdíveis no Gerês

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Conheces o norte do país? Sabias que existe um Parque Nacional que faz fronteira com Espanha? Temos a certeza que sim e por isso decidimos levar-te a conhecer algumas das cascatas imperdíveis no Gerês. Não há quem o visite o que não fique fã das suas paisagens. Ar puro, biodiversidade, fauna, flora, lagos e cascatas, uma paisagem verde que parece saída de revista. A natureza no seu esplendor e, por esse motivo, o Gerês só se pode conhecer por dentro. Dizem que a sua alma está no som da água que sai das entranhas das montanhas e forma cascatas e piscinas naturais, de água translúcida. Então, é por aqui que vamos começar, pelas suas cascatas, aquelas que achamos imperdíveis para quem decida trilhar os caminhos deste Parque Nacional. Dado que algumas zonas do Gerês são um pouco menos acessíveis, recomendamos que contrates o seguro de viagem IATI Escapadinhas incluindo desportos de aventura para que estejas protegido enquanto fazer trekking pelo parque! Visitar as cascatas imperdíveis do Gerês As cascatas do Parque Nacional da Peneda-Gerês podem visitar-se todo o ano, mas em dias de calor conseguem ser magníficas. Com mais ou menos adrenalina (a escolha é sempre tua!), quando partires nesta aventura pelas cascatas não te esqueças de o fazer em segurança! Cascata Tahiti (Fecha de Barjas) 3 km da aldeia da Ermida, é acessível apenas por caminhos pedestres, um tanto sinuosos, o que aumenta a dificuldade no acesso ao local. Como não existem proteções, recomenda-se cautela. Mas quando lá chegares, serás surpreendido pela sua beleza e pela serenidade das águas que beijam as rochas. Não podes perder o mergulho. São cascatas naturais, de águas cristalinas e relativamente quentes, quando comparadas com outras cascatas. (Coordenadas: 41º 42’13.94 N – 8º 06’36.71 W) Sete Lagoas As 7 Lagoas é mais umas das pérolas do Gerês. Dizem que as mais bonitas estão sempre bem guardadas. É o caso! O caminho para lá chegar é difícil e exige uma longa caminhada a pé, de pelo menos 6 km (para cada lado). Mas vale o esforço. Vais encontrar um conjunto de 7 lagoas formadas por rochas, ligadas entre si por pequenas quedas de água, que animam miúdos e graúdos em escorregas e outras aventuras. Uma harmonia de cores, onde o verde da água e o castanho das rochas se combinam em rara beleza. (Coordenadas: 41°45’28.72″N – 8° 1’30.27″W) Cascata do Arado, mais uma das cascatas imperdíveis do Gerês Esta cascata está localizada no Rio Arado, perto da aldeia da Ermida e do Miradouro Pedra Bela, e é uma das maiores e mais famosas do Parque do Gerês. Além da sua beleza, que é indiscutível, oferece bons acessos para viaturas, o que a torna numa das mais visitadas. Esta cascata é formada por uma sucessão de quedas de água por entre as rochas, que se encontram numa piscina natural, de água verde, irresistível ao mergulho (para os menos friorentos). (Coordenadas: 41°43’28.5″N 8°07’47.0″W) Poço Azul (Coordenadas 41°44’0″N 8°6’24″W) Cascata da Laja Trilho da Preguiça) de cerca de 5 km. O que marca a diferença nesta cascata? O percurso magnífico até lá chegares e as pontes de madeira que adornam o local e o tornam apaixonante. (Coordenadas: 41°45’15.52” N 8°9°1.31” O) Cascata de Pincães Localizada em Pincães, esta cascata, que irrompe apressadamente da rocha, cria uma das piscinas naturais mais bonitas da região. Não é acessível de carro e pede uma caminhada de cerca de 15 minutos. Mas quem se importa? Quando o cenário é idílico e promete um dia à medidas dos teus sonhos? (Coordenadas: N41.70689 W8.05094) Cascata Cela Cavalos A Cascata Cela Cavalos é uma das cascatas menos movimentadas e menos conhecidas mas não deixa de ser considerada uma das cascatas imperdíveis . Mais um daqueles miminhos a que o Gerês nos tem habituado. Deixando o carro na Capela de Santa Luzia, em Cela, o seu acesso não é difícil, basta descer um estradão com cerca de 1,5 km. O melhor é que parte desse caminho é feito com uma vista espetacular sobre o vale e o rio (Cávado), ao som da água que se ouve ao longe. Apesar das águas serem frias, a cascata é formidável. Os peixinhos vêm mordiscar as pernas e o descanso faz-se sobre as suas gigantescas rochas, que amparam as pequenas lagoas que a queda de água cria. (Coordenadas: 41°45’38.40 N – 7°59’12.39 W) As cascatas são, sem dúvida, a alma do Parque Nacional Peneda Gerês, mas há todo um “mundo” para descobrir. Entre aldeias perdidas, cavalos selvagens, barragens, espigueiros e muito mais, o Gerês merece uma visita com tempo para poderes desfrutar de tudo o que nele podes encontrar! E se estás de férias no norte de Portugal, não deixes de visitar outras cidades aqui perto: • O que ver em Braga, o segundo melhor Destino Europeu do Ano 2019 • 5 locais a não perder numa visita a Fafe Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Pela Rota das Amendoeiras em Flor

Pela Rota das Amendoeiras em Flor

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A IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, quer comemorar a chegada da primavera com um passeio pela rota das Amendoeiras em Flor. A proposta é um roteiro de um dia, que começa em Freixo de Espada à Cinta e passa por Barca d’Alva, Castelo Rodrigo, Vila Nova de Foz Côa, Torre de Moncorvo e Vila Flor. A promessa é que será um passeio que ficará para sempre na tua memória. Mas não te podes distrair, afinal esta paisagem só pode ser vista durante as primeiras semanas de março. Apesar de a CP – Comboios de Portugal organizar um programa especial dedicado às Amendoeiras em Flor, que é sempre uma opção disponível, o roteiro que te propomos aqui implica que vás de carro. Deslumbra-te com as paisagens, as cores, os cheiros. De Freixo de Espada à Cinta a Barca d’ Alva Freixo de Espada à Cinta é conhecida como a “vila mais manuelina de Portugal”, o que não é pouca coisa. O estilo Manuelino personifica um dos períodos arquitectónicos mais esplendorosos do país. Ao começares o teu passeio aqui, visita a vila. Passeia pelas suas ruas estreitas e silenciosas, visita a igreja matriz, surpreende-te com o freixo de espada à cinta, com idade superior a quinhentos anos (classificada em 2018 como “Árvore de Interesse Público”), e visita a Torre do Galo, uma torre heptagonal, que é exemplar único. Segue em direção a Barca d’Alva e prometemos-te 20 km de beleza ímpar. Montes e vales que parecem estar cobertos por uma manta de retalhos, de desenhos e texturas diferentes. Campos infindáveis de oliveiras e amendoeiras já em flor, que se perdem de vista, e onde as ovelhas se passeiam. A cada curva, uma paragem, dezenas de fotografias e minutos de contemplação. De Barca D’ Alva a Castelo Rodrigo Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo. Aliás, à medida que nos aproximamos da vila o nosso olhar começa a fixar-se nas ruínas que, lá do alto do monte, nos capta a atenção. É lá que fica uma das mais conhecidasAldeias Históricas de Portugal, a Aldeia de Castelo Rodrigo, que mantém a característica traça medieval, com um património histórico inestimável. Visita as muralhas do castelo (construído em 1209), as ruínas do palácio de Cristóvão de Moura (edificado em 1590), o Pelourinho quinhentista, a cisterna medieval e a igreja matriz (século XII/ XIII). Passeia pelas ruas e delicia-te com uma prova “livre” de amêndoas revestidas de uma tanta variedade de sabores, na loja e salão de Chá Sabores do Castelo. Chocolate, coco, sementes de sésamo, caril, especiarias, lavanda…mas o verdadeiro sabor está mesmo na amêndoa… que é deliciosa. As Amendoeiras em a Flor presenteiam-te à chegada e à saída. Já em direção a Torre de Moncorvo, pára em Foz Côa. Pode ser uma paragem mais demorada, caso queiras visitar o Parque Arqueológico do Vale do Côa, um museu ao ar livre com pinturas rupestres da época do Paleolítico. Mas não te esqueças que as visitas têm de ser agendadas e só decorrem em grupos acompanhados com guias do Museu do Côa ou com agentes autorizados. Ou pode ser uma paragem mais rápida, com uma visita a Castelo Melhor, povoação que tem um dos castelos mais antigos de Portugal, datado do século XII ou XIII. É considerada uma das ruínas medievais de carácter militar mais impressionantes e menos adulteradas. Foz Côa intitula-se a Capital das Amendoeiras, e tem uma das Festas da Amendoeira em Flor mais conceituadas da região. Vale a pena espreitar o programa e organizares a tua ida nessas datas. Torre de Moncorvo, um pequeno passeio a pé pelo centro histórico dá-te uma perspetiva do núcleo medieval que o compõe, do qual se destaca a Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e o chafariz Filipino, de 1636, que adorna a praça central. A embelezar a vila, as casas solarengas e as várias lojas de venda de produtos regionais e de confeção da amêndoa coberta. Não te esqueças de comprar e levar de recordação. Vila Flor e o fim da rota das amendoeiras em flor Vinte e cinco quilómetros separam Torre de Moncorvo de Vila Flor. E, mais uma vez, é o caminho que nos surpreende. Quando chegares a Vila Flor, és recebido pela Rainha Santa Isabel que, formosa, embeleza a praça principal da Vila, cercada das rosas que tanto a caracterizam. Vila Flor é uma janela virada para o vale da Vilariça, rico em história e tradição. “Que outra terra teve o privilégio de ser batizada por um Rei?” Vai um passeio? Não te esqueças que o essencial é viajar em segurança e, por isso, a IATI, deseja-te um bom passeio. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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O que ver e visitar na aldeia histórica de Monsanto

O que ver e visitar na aldeia histórica de Monsanto

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A aldeia histórica de Monsanto é considerada “aldeia mais portuguesa de Portugal”, sendo também uma das mais encantadoras. As suas casas de pedra, muitas vezes encaixadas nas enormes rochas à volta da qual a aldeia foi construída, o seu imponente castelo localizado no topo de uma colina e as vistas absolutamente incríveis sobre a paisagem beirã, oferecem uma experiência inesquecível a todos os que a visitam. Desde a IATI. líderes em seguros de viagem internacionais queremos que aproveites ao máximo tudo o que Monsanto tem para oferecer, e é por isso que te deixamos abaixo as nossas sugestões do que ver e visitar nesta aldeia histórica. O que ver na aldeia de Monsanto Com vestígios de presença humana desde a época do Paleolítico, Monsanto foi doada por D. Afonso Henriques à Ordem dos Templários, após a sua conquista aos mouros em 1165. Localizada nas íngremes encostas de uma colina, a aldeia de Monsanto é um local fascinante, com um ambiente tranquilo e autêntico, onde te sentirás transportado para trás no tempo. Miradouro Praça dos Canhões Logo à entrada da aldeia histórica de Monsanto, do lado direito da estrada, encontras o miradouro da Praça dos Canhões que te oferece uma vista magnifica sobre as planícies que rodeiam Monsanto. A vista pode ser apreciada lado a lado com os canhões em tempos usados como proteção contra inimigos. Igreja Matriz Poucos metros acima encontras a Igreja Matriz de Monsanto. Diz-se que a sua origem remonta ao século XV, tendo sido restaurada no século XVIII. É um edifício imponente, perfeitamente conservado. Castelo de Monsanto O Castelo de Monsanto está localizado no ponto mais alto da colina, a 758 metros de altura. A subida é feita a pé, pelos caminhos de pedra que vão desde o centro da aldeia até às suas ruínas. Apesar da escassa informação concreta sobre a sua origem, diz-se que poderá ter sido construído por volta do ano de 1165, durante o reinado de D. Afonso Henriques. Hoje em dia é ainda possível ver as ruínas da Torre de Menagem, da capela de Nossa Senhora do Castelo, para além de uma vista absolutamente magnífica. As ruínas do castelo são ainda palco, todos os anos em Maio, da festa de Santa Cruz, de origem pagã. Gruta A caminho do castelo, escondida numa das ruas da aldeia, encontra-se uma gruta escavada numa grande rocha. No seu interior é ainda possível ver alguns vestígios da sua ocupação humana. É um espaço muito pequeno, mas que não deixa de ter interesse do ponto de vista histórico. Necrópole de São Miguel Junto às ruínas do Castelo e à Capela de São Miguel, encontras a necrópole de São Miguel. Aqui poderás ver sepulturas em pedra perfeitamente preservadas. Estas sepulturas (sem tampa) eram esculpidas nas rochas e tinham o formato do corpo ao qual eram destinadas. Capela de São Miguel Junto à entrada para o Castelo encontras esta capela românica da qual restam hoje em dia as paredes e um altar em pedra no seu interior. Não é permitida a entrada na capela, mas é possível espreitar pelas grades que tapam a entrada, vendo a totalidade da sua área. Penedo do Pé Calvo O Penedo do Pé Calvo é outro local perfeito para admirares a vista fabulosa que Monsanto te oferece. Está localizado na encosta do lado direito da colina, a meio do caminho do centro da aldeia para o Castelo. Autor: Joland

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