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O que visitar em Guimarães?

O que visitar em Guimarães?

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Situada na região do Minho, a cidade de Guimarães é conhecida por muitos como o berço de Portugal. No entanto, há muito para conhecer para além dos típicos sítios históricos. Esta cidade minhota tem uma vida animada, com uma vertente cultural muito rica. Descobre alguns dos melhores sítios a conhecer quando visitares esta deslumbrante cidade. 5 sítios que deves visitar em Guimarães: Castelo de Guimarães Começamos pelo símbolo mais imponente da cidade, o Castelo de Guimarães é paragem obrigatória quando se percorre a cidade. Para sempre ligado à fundação do Condado Portucalense, o Castelo tem a sua origem num mosteiro do século X que foi depois fortificado. Ao visitar o Castelo, podes aproveitar para conhecer o vizinho Paço dos Duques de Bragança, uma majestosa casa senhorial do século XV, classificada como Monumento Nacional. Igreja de São Francisco Vestígios evidentes da Ordem Franciscana em Guimarães, o Convento e Igreja de São Francisco estão entre as principais obras arquitectónicas portuguesas, misturando elementos góticos e românicos com o estilo maneirista. Largo da Oliveira Considerado o coração da cidade, juntamente com a Praça de Santiago, este largo deve o seu nome a uma oliveira centenária que lá estava plantada. Uma popular atração turística, o Largo da Oliveira não só é conhecida pelos edifícios de estilo gótico, como também por ser uma zona de bares e restaurantes, com belíssimas esplanadas. Palácio Vila Flor Um edifício do século XVIII, que ao longo da sua história sempre recebeu exposições e em 2005, após ser remodelado e devidamente equipado, passou a integrar o Centro Cultural Vila Flor. Hoje, podemos encontrar no Palácio Vila Flor as salas expositivas do Centro Cultural, onde ocorrem regularmente exibições de artistas contemporâneos. Monte da Penha Por último, um local de onde podes avistar todas as atrações descritas acima: o Monte da Penha. Aqui, é possível visitar o Santuário da Penha e estátua do Papa Pio IX, jogar mini-golfe, ou simplesmente aproveitar a vista que esta montanha com mais de 600 metros de altura oferece. Artigo escrito por: Filipe Balseiro

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Lisboa – Visita Rápida pelos principais Bairros da Cidade

Lisboa – Visita Rápida pelos principais Bairros da Cidade

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Não visitar os principais bairros de Lisboa quando se faz uma visita à cidade de Lisboa é deixar o passeio incompleto. E já sabes que, quer seja numa viagem rápida ou uma viagem de longa duração, na IATI temos sempre o seguro de viagem adequado para ti. Hoje levamos-te a passear e a conhecer alguns dos principais bairros de Lisboa. A dica principal que te deixamos é que vistas roupa e calçado confortável, porque vais andar muito. E mesmo que optes por te locomover na cidade maioritariamente através de transportes, vais sempre ter de enfrentar a calçada portuguesa e andar de um lado para o outro. Tem também atenção aos teus pertences. Lisboa é uma das cidades mais seguras da Europa, mas com o aumento do turismo aumentam também os aproveitadores e “amigos do alheio”. Passeia connosco pelos principais bairros de Lisboa Bairro Alto O Bairro Alto é por excelência o Bairro para os notívagos e indicado para quem gosta de conhecer e vivenciar a cidade durante a noite. Aqui as pessoas tomam conta das ruas e é comum pequenos bares onde os clientes estão na rua a conviver e a consumirem as suas bebidas. Existem também várias galerias de arte alternativas. Chiado O Chiado é um dos bairros mais emblemáticos da Lisboa Romântica. Foi aqui que teve lugar o Grémio Literário. E onde se juntavam vários escritores e intelectuais da época, também em cafés do bairro para tertúlias literárias. Podemos encontrar a estátua de Fernando Pessoa no café “A Brasileira”. Era o lugar de excelência para quem queria ver e ser visto. E um centro nevrálgico do comércio da cidade. Sendo uma zona nobre do comércio de Lisboa. Onde ainda hoje podemos encontrar lojas únicas como a luvaria Ulisses. Uma loja dedicada exclusivamente ao comércio de luvas desde 1925. Na década de 80 começa a perder o seu encanto, com o aparecimento do primeiro centro comercial da cidade, o Amoreiras Shopping centre (cento comercial das Amoreiras). E a mudança nos hábitos dos lisboetas. Em 1988 um grande incêndio com origem nos emblemáticos Armazéns do Chiado destruiu o Chiado. A sua reconstrução teve lugar durante toda a década de 90, e hoje o Chiado voltou a estar na moda e recuperou todo o seu esplendor. Para além de restaurantes, rooftops e lojas de diverso comércio, podemos encontrar arte e cultura. Podemos visitar as ruínas do convento do Carmo e os terraços do Carmo e subir ao elevador de santa Justa. Alfama Alfama é um dos bairros mais típicos da capital portuguesa. É o bairro por excelência para passear pelas ruas estreitas e ingremes e admirar a cidade através do Miradouro de Santo Estevão e passar pela calçadinha com o mesmo novo. Aqui podemos visitar a Igreja de São Vicente de Fora e o Panteão Nacional. É também aqui que se realiza a feira da ladra, no Campo de Santa Clara. Uma feira onde se pode encontrar um pouco de tudo. O Fado e as Marchas populares estão sempre presentes na essência do bairro. Graça A par com o bairro de Alfama, o bairro da Graça é um dos mais tradicionais de Lisboa. Existindo uma rivalidade saudável entre ambos. Na Graça podemos encontrar antigas vilas operárias como a “Vila Sousa”. Aqui podemos encontrar o Miradouro da Graça e o Miradouro da Senhora do Monte. E passear no Jardim da Cerca da Graça. Baixa Pombalina A Zona da Baixa ficou destruída aquando do terramoto de 1755. Foi reconstruída sob a orientação do Marquês de Pombal e ficou conhecida desde então como Baixa Pombalina. O eixo central da Baixa é a Rua Augusta. E entre a Rua Augusta e a Praça do Comércio podemos subir ao Miradouro do Arco da Rua Augusta. Na Praça do Comércio podemos vivenciar o Terramoto de 1755, através de uma experiência imersiva no Lisboa Story Centre. Belém Belém é o bairro ideal para quem quer ter uma diversidade grande do que ver e fazer. Tem o rio, tem museus e palácios, tem jardins e tem cultura. No terceiro domingo de cada mês é possível assistir ao render da guarda do Palácio de Belém, a residência Oficial do Primeiro Ministro de Portugal. E é ainda possível visitar o Museu da Presidência da República. Foi daqui que partiram as caravelas na época dos descobrimentos. E onde podemos visitar monumentos emblemáticos como a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos ou o Mosteiro dos Jerónimos. Nos jardins da Torre de Belém é possível descansar ou assistir a atividades culturais e artísticas. Como por exemplo o Festival de música OutJazz, que se realiza durante os meses de verão em vários jardins de Lisboa, e que também tem presença marcada nos jardins de Belém. No Centro Cultural de Belém (CCB) é possível assistir a diversas exposições, concertos e eventos. Parque das Nações O Parque das Nações, antes conhecido como zona de Xabregas, viu a sua zona ser reabilitada aquando da exposição mundial de 1998 da qual Portugal foi o país anfitrião. A Expo 98 trouxe à zona oriental de Lisboa, modernidade e uma nova vida. Esta área da cidade era composta por fábricas e armazéns antes da sua reabilitação. Foram criadas infraestruturas, bem como zonas de restauração, e pavilhões que posteriormente continuaram em funcionamento. Foi criada uma zona ribeirinha de lazer onde é possível andar de bicicleta, correr ou simplesmente passear ou relaxar na relva. É também nesta zona que podemos visitar o Oceanário, o Pavilhão do conhecimento e as instalações da FIL (Feira Internacional de Lisboa), que dá lugar a eventos como o Web Summit. Tem também integrada uma área residencial e um shopping centre (centro comercial Vasco da Gama). Muitas empresas mudaram também as suas instalações para esta zona da cidade que é servida pela estação de metropolitano Oriente. Aproveita e faz já o teu seguro IATI Escapadinhas, e desfruta deste maravilhoso destino. Artigo escrito por: Sónia Justo – Lovely Lisbonner

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Parques de Campismo de Natureza em Portugal

Parques de Campismo de Natureza em Portugal

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A maioria de nós tem pelo menos uma memória de infância ou um amor adolescente de verão passado num parque campismo. Hoje, na Iati, vamos mostrar-te parques de campismo imperdíveis e diferentes a visitar em Portugal. E, por falar em viagens de verão, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem para que nada arruine as tuas férias. Vidoeiro Gerês Camping Kitur Podes encontrar este parque natural bem no meio da natureza, na Vila do Gerês. Parte da Reserva Natural da Penêda Gerês, este é o sítio ideal para uma viagem de amigos que procuram um lugar especial na montanha, longe das frenéticas cidades e rodeado de árvores e repleto de biodiversidade. Com capacidade para 400 pessoas e cm 30 000m2, este cantinho verde pode ser o ponto de partida para experiências incríveis pelas cascatas e trilhos disponíveis. Parque Cerdeira Dada a beleza e grandiosidade do Gerês, não é de admirar que as hipóteses sejam imensas. Este parque nasceu em 1992 da necessidade de existir um lugar de partilha e aconchego para os crescentes visitantes que se aventuravam pelas montanhas. O senhor José Pires e a família construíram o parque pelas próprias mãos e têm como objectivo tornar o seu espaço um lugar onde se prima o turismo responsável com reduzido impacto na natureza. Parque de Campismo Cepo Verde Dos poucos parques privados da zona, localizado no parque natural de Montesinho, o Cepo Verde é uma boa aposta para quem quer acampar rodeado de castanheiros, carvalhos e cerejeiras. Num local familiar, tranquilo e que permite acampar com privacidade, é um ótimo para observação nocturna. Dispõe de 140 lugares com bastante sombra para tendas ou caravanas. Nomad Planet Marie e Victor adoram viajar e foi num recanto da natureza em Trás-os-Montes que decidiram criar um espaço onde podem adoptar um estilo de vida mais simples, são e com mais contacto com a natureza. Neste parque não precisas de trazer a tenda, aqui existem yurts, tendas típicas dos povos nómadas mongóis, num misto invulgar de contacto com a natureza e conforto, ideal para verão ou inverno com amigos ou família. Camping Toca da Raposa Bem no centro de Portugal e perto da Serra da Estrela, a Toca da Raposa é um lugar simples e familiar, um ponto de partida ideal para aproveitar a zona. Com 20 anos de funcionamento, começou por ser um lugar de encontro dos amantes de motas é, hoje em dia, um parque com possibilidade de alojamento em tendas, bungalows ou caravanas, com árvores de fruto e um compostor próprio primam pela relação com a natureza e a simplicidade das coisas. Camping Alentejo Localizado numa área rural de 25 hectares, rodeado da bela paisagem alentejana, facilmente se podem avistar habitantes naturais como os coelhos, as lebres e algumas espécies de pássaros. As infraestruturas do parque são basicamente as árvores típicas que por lá existem: como o sobreiro, a azinheira, as estevas, entre outras. A pequena piscina vai ser a salvação para os dias quentes de verão e a pequena vila de Evoramonte, a 3km, uma opção para provar a deliciosa gastronomia local. B B Camping Um projeto de turismo de natureza no Vimieiro que defende a sustentabilidade e a preservação da natureza no seu estado puro. Têm à disposição três formas de alojamento: tendas, caravanas ou a casa de férias. Reaproveitam a água da chuva para a piscina e utilizam exclusivamente a luz solar para o aquecimento da água e electricidade. Para os hóspedes que o solicitarem, preparam o pequeno com pão de bolota (que cresce no parque) e compotas, manteiga e produtos locais. Os carros não são permitidos para que a paisagem não seja condicionada. Salema Eco Camp Para amantes de natureza, aventura e surf! Localizado no Algarve, este parque foi recentemente renovado e redefiniu os seus valores sendo que a sustentabilidade, preservação da natureza e o estilo de vida equilibrado e sereno estão na base de tudo o que fazem. Podem optar por dormir nas casas de madeira, nas tendas glamping, nos estúdios ou apartamentos e ainda visitar a loja ecológica do parque. Quinta de Odelouca Se queres visitar o Algarve mas não gostas da azáfama nem da confusão das praias lotadas, recomendamos a visita à Quinta de Odelouca. Com 25 lugares rodeados da sombra das oliveiras e o encanto das flores silvestres, vão seguramente sentir-se em plena natureza. O melhor serão nocturno é deitar sobre o céu estrelado e admirar a imensidão do espaço ao som dos grilos, rãs, do mocho-galego e da coruja-do-mato. Como vês não há desculpas para não ir à descoberta dos parques maravilhosos que Portugal tem para oferecer, existem opções para todos os gostos mas todas com algo em comum: todas são estadias de milhões de estrelas. Artigo escrito por: Flearound

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Road Trip pela Costa Vicentina: O que não perder

Road Trip pela Costa Vicentina: O que não perder

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Um pequeno paraíso tão perto do Alentejo, um diamante já descoberto, mas que ainda precisa de ser muito polido. Esta talvez seja a melhor definição que encontramos para a nossa Costa Alentejana. Mas, até não polir este diamante, vamos dar-te algumas dicas, principalmente acerca do que não podes perder nesta viagem à Costa Vicentina. Sim, sugerimos que depois disto, faças as malas de imediato e nunca descuides a tua segurança: lançamos o IATI Escapadinhas, o seguro perfeito para umas férias em Portugal! O que ver na Costa Alentejana A Costa Vicentina é a faixa do litoral entre Odeceixe e Burgau, onde há uma mistura de cheiros, de cores, de sons e de, imagine-se, coisas para fazer, porque há praia, há campo, há natureza e há pessoas diferentes, que podemos (e devemos) conhecer. Mas vamos viajar e descobrir sítio a sítio, nesta Road Trip pela Costa Alentejana que, prometemos, é imbatível. Tróia Tróia fica de frente para Setúbal, no concelho de Grândola, e acreditamos que seja uma das primeiras maravilhas da Costa Vicentina. Com quilómetros de areal e um mar calmo, Tróia tem uma série de atrações – desde uma estância com hotéis, casino, marina e campo de golfe; a sítios onde podes acampar. Tróia está cada vez mais na moda e, no verão, as praias costumam estar com muita gente e é difícil de encontrar um lugar para estacionar, tal como na Comporta, outra das praias que nos deixam de boca aberta. Mas ainda assim aconselhamos-te a fazer uma paragem até lá e a veres como a areia fina se entrelaça dentro de ti, esteja ou não vento… E tem atenção ao mar, por vezes os golfinhos passam para dizer “adeus”. Comporta A Comporta é conhecida pela nidificação de cegonhas brancas, pela praia e pelos restaurantes de peixes grelhados. Tem também o famoso restaurante Museu do Arroz, que alinha a boa comida a um ambiente descontraído. Atenção é aos mosquitos ao final da tarde, devido à proximidade com os arrozais. Não desesperes; porque no fim tudo irá fazer valer a pena. A Praia da Comporta encontra-se situada nos limites da Reserva Natural do Estuário do Sado, e por isso é um espaço natural preservado, onde se conserva a vegetação dunar original, rodeada por pinhal. Praia e campo, não há combinação melhor! Praia do Carvalhal Se desceres mais um bocadinho, até perto de Grândola, irás encontrar outras praias, e também com uma beleza incrível; mas talvez com menos pessoas. Tens, por exemplo, a Praia do Carvalhal, que fica a cerca de 16 minutos de carro da Comporta, situada entre as lagoas de Travessa e Formosa. E tem ainda um excelente estacionamento. Para além de poderes sentir que estás algures no México, podes também ir fazer umas aulas de kitesurf. Arriscas? Praia do Pego e Praia da Galé – Fontainhas do Mar Se ainda não ficaste satisfeito, pega no carro, conduz mais 10 minutos, e chegas à Praia do Pego, com bandeira azul, muito tranquila e com uma água fantástica. Ou então, podes optar por continuar a descer, e vais ter à Praia da Galé – Fontainhas do Mar, que tem uma beleza selvagem, difícil de descrever. Por isso, o nosso conselho é somente um: vai até lá. Descobre. Viaja. Aventura-te e surpreende-te. O acesso até esta praia tem de ser feito pelo parque de campismo da Galé e podes aproveitar para fazer uma sessão fotográfica com a falésia, em tons de laranja. Ou uma selfie, com o mar por trás… Dá asas à imaginação e, se quiseres, envia-nos essa fotografia, para nos fazer roer de inveja. Praia da Aberta Nova Perto desta praia, tens outra também vigiada e com café/restaurante. A Praia da Aberta Nova, em Melides, é fantástica, com muito areal e um mar soberbo. Já está na mira de muitos portugueses e, desde há 10 anos para cá, que deixou de ser uma praia com pouca gente. Mas ainda não é um Algarve em pleno mês de agosto. Junto aos dois parques de estacionamento que existem, tens de ir visitar o miradouro ou parque de merendas, para desfrutares de uma paisagem única desde Sines até à Serra da Arrábida. E sabias que podes aventurar-te nesta praia? Que tal experimentares um voo com asa delta? És capaz? Praia da Vigia Vamos admitir, esta tarefa não está a ser assim tão fácil. Achamos que te conseguiríamos levar numa Road Trip pela Costa Alentejana em poucos minutos, mas damos por nós a pensar que todas as praias têm a sua pequena maravilha e devem ser conhecidas. É difícil fazer uma boa filtragem mas, por isso mesmo, aconselhamos a que tires alguns dias para descobrir estas pequenas maravilhas. Uma autocaravana seria o ideal. E não podíamos deixar de lado a Praia da Vigia, ou “Praia do Cemitério”, porque só chegas lá através de uma entrada que indica cemitério à saída de Melides. É uma espécie de praia secreta, verdadeiramente selvagem, com um mar transparente, um areal a perder de vista e, imaginem, poucas pessoas. Portanto, vale mesmo a pena! Lagoa de Santo André e Praia da Lagoa de Santo André Juntamente com a Lagoa de Sancha, foi criada a Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha, com o intuito de proteger e preservar estas zonas húmidas que albergam habitats de grande valor natural. Fica a cerca de 14 minutos da Praia de Melides e esta ampla lagoa, com uns metros de profundidade, tem também uma extensa reserva natural de pinheiros, ou seja, continuamos neste binómio de praia-campo. Mas junto a esta Lagoa, e integrada na área de Reserva Natural, a Praia da Costa de Santo André está banhada pelas águas da tranquila lagoa, assim como pelas águas do mar, sendo rodeada pelas dunas com uma areia que brilha. Mas atenção: o mar é agitado e tens de ter cuidado com a corrente. Se preferires algo mais calmo, vai para a Lagoa, e fica a deslumbrar as diversas espécies de aves que ali nidificam. É um bom programa para um fim de tarde, ou não? Praias de Sines e Porto Covo Esta zona é tão bonita, tão pura e com tanta história para contar. Sines, onde nasceu Vasco da Gama, tem praias absolutamente incríveis, mas de difícil acesso e, só quem sabe, vai lá ter. Fora isso, tem as praias mais conhecidas, como a Praia de São Torpes, com areia rija e um mar calmo quando quer. Tens várias escolas de surf e vários surfistas e pescadores que já fazem parte da “decoração” deste sítio… Mas além das praias, na tua próxima Road Trip pela Costa Vicentina não podes perder a vila; o castelo de Sines e se gostares muito de música, o Festival Músicas do Mundo, que acontece normalmente no fim de julho. Imaginas-te numas ruas íngremes, com um castelo no topo, muita música, muitos estilos diferentes de pessoas e muitas bancas com coisas à venda? É assim que se vive no Festival Músicas do Mundo onde, muitas vezes, sentes que voltaste às épocas medievais. Já em Porto Covo tens uma vila charmosa e tão acolhedora que devias lá ir só para a conhecer de perto. Não te esqueças de incluí-la quando fizeres a Costa Vicentina. Também tens praias maravilhosas, como a Praia dos Buizinhos, muito pequena, mas muito bonita. O mar é calmo, mas a praia não é vigiada; e atenção que com a maré cheia esta praia desaparece. A praia mais conhecida em Porto Covo é a Praia Grande de Porto Covo, e está mesmo muito na “moda”. E sabes o que é melhor nisto tudo? É que há sempre pessoas a venderem bolas de Berlim! Portanto, sim, estas praias são mesmo conhecidas mas, como te dissemos, ainda há pequenos sítios sem ninguém… É uma questão de explorares e aventurares-te! A cerca de 10 minutos de carro, para sul de Porto Covo, fica a Praia da Ilha do Pessegueiro. Mar calmo, mas água fria… Mas esta é bem conhecida porque, como dizia o nosso Rui Veloso, “Havia um pessegueiro na ilha, Plantado por um Vizir de Odemira, Que dizem que por amor se matou novo, Aqui, no lugar de Porto Côvo…” Portanto, nem que seja só para conhecerem esta pequena maravilha, vão até lá. Vila Nova de Milfontes Talvez este tenha sido o sítio que começou a ficar na “moda” mais cedo. Vila Nova já é conhecida há muitos anos mas, hoje em dia, é um “Mini Algarve”. As pessoas deliram com Vila Nova de Milfontes e, mesmo que o sol não espreite, há muitas coisas que podes fazer. As praias continuam a ser autênticos paraísos, mas a água continua a ser mais fria do que as do Algarve. Há várias praias conhecidas, como a Praia dos Aivados, onde não há indicações para lá chegar e muita gente se engana, mas não é uma praia deserta. É uma praia com boas ondas, o que atrai também os surfistas mas, a praia mais conhecida desta zona, é a Praia do Malhão. E há tanta coisa para fazer nesta mística praia, desde passeios pelo longo areal, “surfar” umas ondas ou aproveitar um pôr do sol maravilhoso. E agora tem estacionamento, o que é uma grande vantagem. Tens também a Praia do Farol, mas muito lotada, e cerca de 10 minutos a pé, a Praia da Franquia na foz do rio, uma praia com umas águas muito calmas e com bom acesso. Além disto, podes sempre aproveitar para comer bem nas dezenas de restaurantes que existem e, depois disso, dar um pé de dança à noite. Outra das nossas sugestões, mas dependendo muito do tipo de viagem que estás a fazer, é ficares num turismo rural. Mas vais sempre dar ao mesmo – a beleza da praia ou da piscina, aliada às maravilhas da natureza, do campo e do ar puro que podes respirar ali. Como já é um ponto mais turístico, podes aproveitar para fazer algumas atividades, como paddle, surf, ou passeios de barco no rio Mira. Atreve-te também a alugar uma bicicleta e pedalar pela vila de Mil Fontes, e visitar o maravilhoso castelo, o Forte de São Clemente. Zambujeira do Mar e Odeceixe Se gostas de festivais, não percas o Meo Sudoeste, em agosto, na Zambujeira do Mar e, durante o dia, em que não há concertos para veres, podes visitar a Praia da Zambujeira do Mar ou a Praia de Odeceixe. Se preferes tranquilidade, não visites estes sítios durante esta altura. A praia da Zambujeira do Mar tem uma costa rasgada e vincada, pequenos segredos à espera de serem revelados e muitas maravilhas para serem vistas. Os restaurantes e os hotéis continuam a ser absolutos requintes. Odeceixe é a nossa última paragem, por hoje, isto porque já está fora da Costa Alentejana, pertence ao Algarve, mas como fica tão perto da Zambujeira, não poderíamos deixar de visitar, devido ao vasto areal banhado pelo rio, de águas calmas, com bons acessos e restaurantes por perto. É uma praia que se desenvolve para os dois lados de uma ribeira, proporcionando ótimos banhos, seja de mar ou de rio. E aqui ainda há praias quase desertas, como a Praia das Adegas, o Vale dos Homens, Carriagem, Amoreira e Monte Clérigo, praias situadas entre arribas cobertas de vegetação. E independentemente de todas as coisas que possas gostar de fazer numa praia deserta, tens uma que é do agrado de todos os amantes de animais – levar os cães para a praia… Também merecem! Se quiseres continuar viagem e continuar a descer a costa, vais ter outras descobertas a fazer, nas praias do Algarve. São absolutamente maravilhosas mas, diz-se por aí, que quem experimenta a Costa Vicentina não quer outra coisa. E tu, achas que também vai acontecer o mesmo contigo? Artigo escrito por: TravelB4Settle

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4 castelos portugueses a não perder

4 castelos portugueses a não perder

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Portugal é um país de grandes batalhas e tradições, e para conheceres melhor um pouco da história do nosso país, a IATI viaja contigo por quatro castelos emblemáticos. De norte a sul, existem cidades medievais lindíssimas e que vais adorar explorar. Hoje contamos-te tudo sobre 4 castelos portugueses a não perder. Parte à descoberta numa roadtrip, sozinho ou com os teus amigos, mas não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para desfrutares das tuas férias, sempre protegido! Castelo de Guimarães – Guimarães Este é o castelo mais emblemático de Portugal, pois foi aqui que o país nasceu! Em meados do Século X, após a morte do Conde Hermenegildo, Mumadona Dias assume o governo do condado portucalense e ordena a construção do Mosteiro de Santa Maria, na parte baixa da cidade, e de um castelo (construído entre o ano de 950 e 957) para o defender, este no ponto mais alto. Este castelo tinha como função, defender o mosteiro e a comunidade cristã dos constantes ataques dos mouros. Nas suas proximidades, deves também conhecer o Paço dos Duques de Bragança e a Capela de São Miguel do Castelo onde dizem ter sido batizado o primeiro rei de Portugal. Atualmente, o centro histórico da cidade é um lugar que não deves deixar de conhecer. Considerado pela UNESCO como Património da Humanidade, caminhar pelas ruas estreitas da cidade é quase uma viagem no tempo. Aproveita a visita a Guimarães para conhecer o Largo da Oliveira, a rua de Santa Maria, a Praça de Santiago, o Largo do Toural, a Igreja da Nossa Sra da Consolação e Santos Passos e o Santuário da Penha, onde poderás contemplar um fantástico pôr do sol! Sem dúvida um dos 4 castelos portugueses a não perder. Castelo de Santa Maria da Feira – Santa Maria da Feira Este castelo é um dos mais ilustres castelos portugueses pois, com uma estrutura estrategicamente defensiva teve um papel basilar na batalha de São Mamede, em 1128, quando Pêro Gonçalves de Marnel apoiou D. Afonso Henriques na batalha contra D. Teresa e o conde de Trava. Uma das melhores alturas para visitar a cidade é nas primeiras semanas de agosto, quando se realiza a famosa “Viagem Medieval em terras de Santa Maria” e toda a cidade se transforma numa incrível cidade medieval durante 15 dias. Aproveita também para conhecer o centro histórico, a Igreja Matriz e Igreja da Misericórdia, o Museu Convento dos Loios, o Castro de Romariz, o Parque das Ribeiras do rio Uíma, os Jardins do Europarque e Praia fluvial da Mâmoa. Se gostas de praia, podes aproveitar a proximidade de Santa Maria da Feira com algumas das melhores praias do pais, para dar uns mergulhos na Praia de Esmoriz ou de Espinho. Castelo de Mouros – Sintra Com uma construção irregular, esta fortificação militar localizada na vila de Sintra, foi construída após os muçulmanos finalizarem a conquista da península ibérica. A partir das suas muralhas é possível admirar o Palácio da Pena e desfrutar de uma paisagem incrível que se estende até ao oceano Atlântico. Nas redondezas do Castelo de Mouro visita a Vila de Sintra e o Palácio Nacional de Sintra, o Palácio da Pena e o seu parque verdejante, o Chalet da Condessa d’Edla, o Palácio de Monserrate, o Museu da História Natural de Sintra, a Quinta da Regaleira e o Convento dos Capuchos! Podes estender a tua visita até ao Cabo da Roca e ainda explorar a Praia da Ursa. Castelo do Marvão – Marvão Situado no ponto mais alto da Serra de São Mamede, pensa-se que estas terras já eram ocupadas na pré-história e mais tarde pelos romanos, devido à proximidade com uma via romana que atravessa o rio Sever. Na sequência da conquista de Alcácer do Sal, D. Afonso Henriques terá conquistado este castelo aos mouros por volta de 1166. A melhor forma de conheceres uma das mais bonitas vilas de Portugal é percorreres a pé as suas ruas estreitas repletas de construções típicas alentejanas, sobe as suas muralhas para apreciares a vista panorâmica e visita o Museu Municipal, instalado na antiga Igreja de Santa Maria. Após a tua visita a Marvão, explora também a Cidade Romana de Ammaia, uma antiga cidade em ruínas, descoberta apenas no século passado e que ainda hoje se encontra a ser investigada por cientistas de todo o mundo. Nas proximidades, podes ainda conhecer Castelo de Vide, Elvas e Portalegre. Autor: Gato Vadio Blog

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Vale do Douro: destino perfeito para celebrar o Amor

Vale do Douro: destino perfeito para celebrar o Amor

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O Dia de São Valentim está quase a chegar e ainda não decidiste onde levar a tua cara metade para celebrar este dia tão especial? Preparamos uma lista com ideias e sugestões de hotéis, restaurantes e o que fazer no romântico Vale do Douro para te ajudarmos nesta missão! Antes de viajar, não deixes de contratar um seguro de viagem IATI, para voltares só com boas lembranças. Desfruta do Dia dos Namorados no Vale do Douro Alojamento no Vale do Douro 1. Douro41 Hotel & Spa: localizado na EN222, perto de Castelo de Paiva, este hotel de 4 estrelas oferece vistas deslumbrantes sobre o Rio Douro e comodidades como piscinas interna e externa, ginásio, sauna e tratamentos de relaxamento e estéticos. O Douro41 também conta com um restaurante panorâmico, de gastronomia tradicional portuguesa. 1. Sixsenses: este hotel de 5 estrelas ocupa a Quinta de Vale Abraã, em Samodães, e une harmoniosamente a natureza e a sofisticação, dispondo de spa, ginásio, piscinas, restaurante, bar e muito mais! 1. The Wine House Hotel – Quinta da Pacheca: este hotel 4 estrelas oferece uma experiência única aos seus visitantes, já que a experiência vinhateira é completa. Além do alojamento tradicional, também estão disponíveis alguns quartos em barris adaptados, bem como visitas guiadas pela quinta, provas e cursos de vinhos. 1. Douro Royal Valley Hotel & Spa: este moderno hotel de 5 estrelas, situado em Baião, oferece aos seus hóspedes, além da esplêndida vista panorâmica para o rio Douro, várias comodidades como campo de ténis, piscina aquecida, ginásio, bar e restaurante, banheira de hidromassagem, serviço de lavandaria e de babysitting. Perfeito para uma viagem a dois ou em família! 1. Hotel Rural Casa dos Viscondes da Varzea: este hotel faz-nos lembrar das novelas de época! Pois aqui poderão encontrar o cenário ideal para aquela escapadinha romântica, com a verdadeira essência do turismo rural, e também usufruir de piscina, campo de ténis e restaurante! Onde comer no Douro Capricha no romantismo e faz já uma reserva para jantarem num dos deliciosos restaurantes da região! 1. DOC: localizado em Armamar, este restaurante já recebeu uma estrela Michelin! Oferece gastronomia mediterrânica, europeia e portuguesa, além de ser adequado para vegetarianos, veganos e celíacos. 1. Castas e Pratos: situado no Peso da Régua, oferece gastronomia europeia, contemporânea e portuguesa, com um preço médio entre os 40€ e 100€. É, também, uma excelente opção para vegetarianos, veganos e celíacos. 1. Casa da Real Companhia: em Lamego, este restaurante oferece pratos mediterrâneos, europeus e contemporâneos a um custo mais acessível (em média, entre 15€ e 40€) e possui boas avaliações de quem já o experimentou! 1. Manjar Do Douro: serve comida europeia, portuguesa e mediterrânea ao almoço e ao jantar, em Lamego, e inclui no menu opções vegetarianas e sem glúten. Passeios pelo Douro Não faltam opções do que fazer e visitar nesta fantástica região, que consta na lista de Património da Humanidade da UNESCO! Enquanto estiveres no Douro, aproveita para seguir as nossas recomendações, que foram escolhidas com muito carinho! 1. Conduz pela EN222, uma das estradas com as vistas mais belas em Portugal, pelas margens do Rio Douro, onde poderás ver as vinhas alinhadas nos socalcos, nas encostas das colinas. 1. Visita algumas das belas quintas da região e experimenta os deliciosos Vinhos do Porto lá produzidos. A Quinta da Pacheca, a Quinta do Vallado e a Quinta Santa Eufémia são as favoritas, segundo recomendações dos visitantes no Tripadvisor! Já a Quinta do Panascal é uma excelente opção para quem deseja uma visita mais privada e sossegada. 1. Os miradouros da região do Douro são de roubar o fôlego! São Leonardo da Galafura, São Domingos e Casais de Loivos estão, sem dúvidas, entre os mais bonitos! 1. As vilas ao longo do Vale também possuem um charme especial. Não deixes de conhecer Provesende, Peso da Régua e Pinhão! Se continuares a subir pelo Douro em direção a Espanha, poderás conhecer também Freixo de Espada à Cinta e a zona espanhola do Douro. 1. Em Pinhão, aprecia os belos azulejos da estação de comboios e, depois, embarca num passeio de barco pelo Rio Douro. Aproveita e faz já o teu seguro IATI Escapadinhas para Portugal. Autora: Amanda sem Fronteiras

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Belém – Um Dia à Beira Rio

Belém – Um Dia à Beira Rio

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Uma visita à capital portuguesa não fica completa sem uma visita a Belém. A oferta de Monumentos e Museus é extensa. Para além de inúmeras atividades, desde passeios pelo Rio Tejo, passeios à Beira Rio, ou apreciar o dia na relva dos jardins da Torre de Belém. Claro que a dica extra é que não deves viajar sem seguro de viagem. Na Iati ajudamos-te a escolher qual o seguro que melhor se adapta ao tipo de viagem que vais fazer. Deixamos-te com algumas das muitas atividades que podes fazer em Belém. O que ver em Belém Torre de Belém A Torre de Belém foi em 1983, classificada como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO. Foi construída para proteção da cidade, através de um plano estratégico de defesa da barra do Tejo concebido por D. João II. Tendo a sua construção apenas ocorrido no reinado de D. Manuel. Igreja da Memória A igreja da memória também é conhecida poi igreja de Nossa Senhora do Livramento e de São José. É aqui se encontra sepultado o Marquês de Pombal. E foi construída em memória do atentado sofrido pelo Rei D. José, e que desencadeou o Processo dos Távora. A igreja foi construída perto do local do atentado. Padrão do Chão Sagrado Este Monumento fica localizado no Beco do Chão Sagrado, atrás dos Pastéis de Belém. O padrão foi mandado erigir pelo Marquês de Pombal em memória da condenação de D. José de Mascarenhas, Duque de Aveiro e do Marquês de Távora e da sua família pela alegada implicação no atentado contra o Rei D. José. Neste local era onde se encontrava o Palácio do Duque de Aveiro. O atentado ocorreu perto deste local. E o Palácio foi confiscado e o seu chão salgado, num ato simbólico, para que nada voltasse a nascer ali. Foi proibida também qualquer construção perto daquele local. Palácio Nacional da Ajuda O Palácio Nacional da Ajuda foi a residência oficial da família real portuguesa durante o reinado de D. Luís I e até ao final da monarquia em 1910. Conserva ainda hoje a decoração tal como se encontrava na época em que a família real ali residia. Biblioteca da Ajuda Esta é uma das Bibliotecas mais antigas de Portugal e está localizada numa das alas do Palácio Nacional da Ajuda. Para além de todas as obras, tem magníficos tetos decorados com frescos. Esta era a Biblioteca Real, inicialmente instalada no Paço da Ribeira. Perdeu uma grande parte do seu espólio no terramoto de 1755. É foi transferida para o Brasil, quando a família real também foi para o Brasil na sequência das invasões francesas. Volta para Portugal quando D. João VI regressa ao país em 1821. Picadeiro Real O Picadeiro Henrique Calado está situado na Calçada da Ajuda em Belém, e é aqui que a Escola Portuguesa de Arte Equestre (situada nos jardins do Palácio Nacional de Queluz) se apresenta ao público. As apresentações ao público são feitas através dos treinos diários, que são abertos ao público, e através de apresentações semanais e de Espetáculos de Gala. Assistir ao Render da Guarda No terceiro domingo de cada mês às 11 horas, é possível assistir ao render da guarda no Palácio Nacional de Belém, este que é a Residência Oficial do Presidente da República. É uma cerimónia com grande simbolismo em que participam 160 militares da Guarda Nacional Republicana (GNR). Relaxar nos Jardins da Torre de Belém Fazer um Pic nic, relaxar, ler ou conviver com amigos são algumas das atividades que podes fazer nos jardins da Torre de Belém. É também aqui que tem lugar o Out Jazz, um festival de música que acontece aos fins de semana na primavera e verão em vários jardins Lisboetas. Brunch do Museu do Oriente Aos fins de semana há Brunch no restaurante do Museu do Oriente. Localizado no último piso do museu. Pastéis de Belém Tens de provar os icónicos Pastéis de Belém, feitos a partir da receita secreta dos monges do Mosteiro dos Jerónimos. Sud Lisboa No Sud Lisboa podes dar um mergulho na piscina do terraço deste restaurante com um conceito de “comida para partilhar”, enquanto desfrutas de uma vista magnifica sobre Lisboa e o rio Tejo. Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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Um passeio por Amarante

Um passeio por Amarante

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A IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, quer levar-te a passear por Amarante, e por isso deixamos aqui algumas sugestões do que visitar e experimentar nesta linda cidade portuguesa, pertencente ao distrito do Porto, à beira do Rio Tâmega plantada. Amarante oferece um pouco de tudo, natureza, história, arte, gastronomia e festa. O seu centro histórico é pequeno, por isso o segredo da visita é passeares por lá. Vamos? O que ver e fazer em Amarante Convento e Igreja de S. Gonçalo É um dos monumentos mais imponentes de Amarante. A sua construção atual é datada de 1540 e foi construída por deliberação de D. João III de Portugal. Dentro e fora, o tempo é de permanências. Mesmo ao lado, a Igreja de S. Domingos (Nosso Senhor dos Aflitos). Erguida pela Venerável Ordem Terceira dos Dominicanos, de estilo barroco, ficou concluída em 1725. A subida de acesso é íngreme, o chão empedrado e a torre do relógio está lá, para que não nos esqueçamos do tempo, do tempo da história passada e presente. Ponte de São Gonçalo História, lendas e milagres… é disso que nos fala a ponte de São Gonçalo de Amarante. Monumento Nacional desde 1910, a história não deixa esquecer que foi construída no século XVIII, sobre o Rio Tâmega, desmoronada pelas cheias (em 1763), e teve um papel importante na resistência da população e dos soldados portugueses contra as tropas de Napoleão, que invadiram Portugal no início do século XIX (1809). O seu tabuleiro tem 50 metros e a cada passagem surge sempre algo novo. Por isso passa, várias vezes, e deslumbra-te com o que uma mera ponte tem para oferecer. Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso O Museu está instalado numa parte do Edifício do Convento de S. Gonçalo, trazendo à história modernidade. Guarda cerca de 25 obras do pintor Amadeo de Souza-Cardoso e trabalhos de outros artistas amarantinos. O 1€ de entrada é tão simbólico quanto o simbolismo destas obras enquanto contributo cultural desta região. Hotel Casa da Calçada Relais & Chateaux A Casa da Calçada, construída durante o século XIV, está situada em pleno centro histórico de Amarante, com vista privilegiada para a Igreja de São Gonçalo. É, atualmente, um hotel de luxo. Rodeada de árvores centenárias e de uma fortaleza que contrasta com a sua cor amarela, o seu interior respira requinte e sofisticação. Tem um restaurante premiado com Estrela Michelin, chamado Largo do Paço, mas as suas salas convidam também a um chá das cinco. Na muralha que ladeia o Hotel, encontramos a Casa Dolmen, Desenvolvimento Local e Regional, um espaço interpretativo e de conhecimento que coloca Amarante na confluência que a define: Terras de Basto, Minho, Trás-os-Montes e Douro, e na Rota do Românico. É um espaço que merece visita. As Termas de Amarante As Termas de Amarante são uma construção recente, num edifício moderno, mas que carrega em si a memória das curas termais nas antigas Caldas das Murtas, encerradas em meados do séc. XX. Se quase todos os tratamentos exigem prescrição médica, o Balneário Termal, que dispõe de banho turco, massagens e piscina interior, está lá para quem quiser relaxar. Os doces conventuais e os “quilhõezinhos de S. Gonçalo” Onde há conventos, há doces de perder a cabeça. Em Amarante não é diferente. Pela cidade não faltam confeitarias afamadas, como a Confeitaria da Ponte que é a mais antiga (1930). Desde a doçaria conventual, originária do Convento de Santa Clara – Foguetes, lérias, brisas do Tâmega, papos de anjo – aos tão procurados bolos de São Gonçalo, de aspeto fálico, que são sempre motivo de curiosidade e de grandes gargalhadas. Chamam-se popularmente “quilhõezinhos” ou “caralhinhos” de S. Gonçalo, e são presença certa nas festividades da terra. Amarante começa por Amar, e não podia ser de outra forma. Autor: Ir em Viagem Outras cidades no norte de Portugal a não perder: • O que visitar em Braga • Descobre o Porto e deixa-te conquistar pelas belezas da Cidade Invicta • 7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta • 5 locais a não perder numa visita a Fafe • 4 lugares a não perder em Penafiel

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Tomar, Cidade Templária

Tomar, Cidade Templária

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Desta vez levamos-te a viajar até à época dos Templários, através da história e cultura da antiga sede da Ordem dos Templários: Tomar. Mais do que uma cidade com grande diversidade monumental, Tomar convida-te à sua descoberta também pela sua paisagem singular e pelo seu legado histórico, ainda muito presente no quotidiano e vivências da cidade. Se viajas desde o Brasil para Portugal ou para a Europa, recomendamos que contrates um seguro IATI Básico, com assistência médica suficiente para a obtenção do visto internacional. Um pouco da história de Tomar Tomar situa-se nas margens do Rio Nabão, e foi conquistada aos mouros, pelo Rei D. Afonso Henriques. Após esta conquista, em 1159, o rei cedeu as suas terras à Ordem dos Templários, como forma de agradecimento pelo esforço prestado pelos Cavaleiros da Ordem, em manterem e expandirem a Fé Cristã no território português. Um ano depois, Dom Gualdim Pais, o Grão-Mestre da Ordem, iniciou a construção do Castelo e do Convento, tornando-se a Sede dos Templários e, posteriormente, da Ordem de Cristo. Isto porque, dois séculos mais tarde, com o desejo do Papa em extinguir a Ordem dos Templários na Europa, o Rei D. Dinis tornou possível a criação da Ordem de Cristo, que acabou por tomar posse das propriedades e membros da extinta Ordem dos Templários. Hoje em dia, estes monumentos são Património da Humanidade, classificados pela UNESCO. O que visitar em Tomar? No centro de Tomar, existe um Convento em cada um dos pontos cardeais, formando assim uma cruz. No Norte, tem o Convento da Anunciada, a Sul está o Convento de São Francisco, a Este está o Convento de Santa Iria e a Oeste tem o Convento de Cristo, o mais conhecido e procurado pelos turistas. No centro da cruz, encontra-se a Câmara Municipal e a Igreja de São João Baptista. Igreja de São João Baptista Esta igreja, destaca-se pelo seu Portal Manuelino e pelo Campanário octogonal. No interior, irás encontrar um conjunto de pinturas de Gregório Lopes, do séc XVI. Parque do Mouchão Na margem do Rio Nabão, podes relaxar num bonito parque e apreciar a Roda do Mouchão, símbolo da prosperidade económica que se viveu em Tomar. Ponte Velha Localiza-se perto do Convento de Santa Iria e poderá ter sido construída sobre uma edificação Romana, ou ter mesmo origem nesse período. Aqueduto dos Pegões Um dos mais bonitos aquedutos de Portugal, com cerca de 6km e construído com a função de abastecer o Convento de Cristo. Levada de Tomar Os primeiros Moinhos e Lagares d’El Rei, foram mandados construir pela Ordem dos Templários, junto ao rio. Dos lagares que perduraram até aos nossos dias, os mais antigos são os que se situam junto à Ponte Velha. Igreja Santa Maria do Olival Um importante exemplo do estilo gótico português! Foi esta igreja que serviu de Sede à Ordem dos Templários e foi aqui que foram sepultados vários mestres da Ordem. Visita também a Igreja da Nossa Sra da Conceição, da Nossa Sra da Piedade e a Capela S.Gregório. Castelo Templário e Convento de Cristo É o ex-libris da cidade e recebe milhares de visitas por ano. Este conjunto monumental é composto por diversos estilos arquitetónicos que atravessam vários séculos de história, nomeadamente, estilo gótico, românico, manuelino e renascentista. Mata dos Sete Montes Conhecida como o pulmão da cidade. Aproveita esta zona verde para recuperares energias e contemplares as maravilhas da natureza envolvente. Sinagoga A sua visita é importante pois, é o templo hebraico mais antigo de Portugal. Aqui encontra-se o Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto. Tomar tem tradição Umas das festas mais emblemáticas de Tomar, é a Festa dos Tabuleiros. Única no Mundo, esta festa que se realiza de 4 em 4 anos, tem uma origem anterior à nacionalidade, que remota ao tempo dos romanos e à evocação da Deusa Ceres, nas antigas festas das colheitas, seja pela abundância de flores, seja pela presença de pão e das espigas de trigo. O ponto alto desta festa é o Desfile dos Tabuleiros, que representam as freguesias do concelho, e percorre cerca de 5 km pelas ruas de Tomar, ladeado pelas colchas que a população pendura à janela, e pelos milhares de visitantes que procuram a cidade para contemplar esta festa tão tradicional. O tabuleiro é transportado por uma rapariga vestida de branco, e terá que ter a altura da mesma. Este é decorado por flores de papel colorido, espigas de trigo, 30 pães de 400g cada, enfiados em canas que saem de um cesto de vime, envolvido por um pano branco bordado. O topo do tabuleiro é ainda composto por uma coroa, encimado pela Cruz de Cristo ou a Pomba do Espírito Santo. Autor: Gato Vadio Travel Blog

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Descobre o Porto e deixa-te conquistar pelas belezas da Cidade Invicta

Descobre o Porto e deixa-te conquistar pelas belezas da Cidade Invicta

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Ah, o Porto… também conhecido como a Cidade Invicta, por nunca ter sido conquistada por outros povos, continua a conquistar os corações dos visitantes e a roubar-lhes suspiros! Não é para menos, e por esse motivo foi eleito o melhor destino europeu em 2012, 2014 e 2017! Vamos conhecer o que não podes perder no Porto? Se vens para a Europa e ainda necessitas um seguro de viagens para o visto, a IATI aconselha-te o seguro IATI Básico, que com a cobertura perfeita para a tua viagem pelo continente europeu! À conquista das belezas da Cidade Invicta O Porto é uma cidade que merece ser visitada com calma, tranquilamente, para poderes desfrutar de todas as suas opções tanto durante o dia como à noite. Experimenta visitar o mesmo lugar nestas duas alturas e verás como o ambiente muda e como podes encontrar diferentes tipos de lazer num mesmo lugar, simplesmente por deixar passar algumas horas. O que ver na cidade do Porto Ponte D. Luís A Ponte D. Luís é um dos maiores ícones do Porto, o monumento que aparece em todos os postais da cidade. Inaugurada em 1886, no seu estilo podemos notar que foi projetada por um pupilo de Eiffel, o engenheiro Teófilo Seyrig, já que ponte é feita em ferro forjado, fazendo-nos lembrar o símbolo da Cidade Luz. Não percas a oportunidade de atravessar a ponte pela parte superior, que liga a Sé do Porto ao Mosteiro da Serra do Pilar, vais adorar as vistas panorâmicas! Ribeira A Ribeira, com as suas casas tradicionais coloridas que decoram a margem do Rio Douro, é outro dos encantos da cidade. Depois de uma caminhada pela Ribeira do Porto ou pelo Cais de Gaia (ou pelos dois), aproveita para experimentar um pouco da gastronomia local num dos deliciosos restaurantes espalhados por ali! Livraria Lello A Livraria Lello atrai centenas de visitantes diariamente, curiosos para conhecer por dentro a livraria que teria inspirado a autora J.K. Rowling na criação da livraria Flourish and Blotts da saga Harry Potter. A escadaria é o ponto alto da visita, mas precisas de ter paciência para conseguires tirar uma foto! Torre e Igreja dos Clérigos Localizada no centro do Porto, junto à Igreja dos Clérigos e à Casa da Irmandade, que hoje abriga o museu, a Torre dos Clérigos é outro ícone da cidade. Caso queiras visitar o museu e subir os 225 degraus até o topo da torre, reserva aqui o teu ingresso com antecedência, para não perderes tempo na fila! Avenida dos Aliados Esta é uma das principais avenidas da cidade, marcada por diversos prédios de arquitetura admirável, especialmente a Câmara Municipal do Porto. É aqui onde acontecem os principais eventos da cidade, que juntam multidões para assistir aos concertos durante épocas festivas, como o São João, Natal e a Passagem do Ano. Rua de Santa Catarina Se quiseres aproveitar a visita ao Porto para fazer umas comprinhas, não te esqueças de explorar a Rua de Santa Catarina, desde a Capela das Almas até à Igreja Paroquial de Santo Ildefonso, na praça da Batalha! Além de poderes admirar as igrejas e os seus azulejos, também verás inúmeras lojas e cafés, incluindo o famoso Café Majestic. Estação de São Bento Construída em 1900, no sítio onde se encontrava o antigo convento de São Bento de Avé Maria, esta estação de comboios é uma verdadeira obra arte! As suas paredes interiores estão revestidas com mais de 20 mil azulejos, que relatam a história dos meios de transporte até à invenção dos comboios, além de outros momentos importantes da História de Portugal. Sé do Porto Esta catedral, construída entre os séculos XII e XIII, e remodelada entre os séculos XVII e XVIII, possui agora um estilo romano-gótico e é outro ponto importante numa visita ao Porto. Para além de poderes apreciar o seu exterior e a nave principal, também é possível visitar outras zonas. Para saberes mais sobre horários e preços, consulta o site oficial. Jardins do Palácio de Cristal Os Jardins do Palácio de Cristal oferecem uma vista indescritível sobre o Rio Douro, para além da beleza dos seus jardins e das aves que habitam o parque. Vai com tempo para poderes descobrir todos os cantos do parque, que esconde alguns jardins secretos e uma panorâmica da cidade surpreendente! Palácio da Bolsa O Palácio da Bolsa, também conhecido como Palácio da Associação Comercial do Porto, começou a ser construído em 1842 e só foi considerado concluído 65 anos depois. É preciso visitá-lo para entender o porquê: a riqueza arquitetónica de suas salas é impressionante! Caso queiras visitá-lo, sugerimos que consultes os horários e marques a visita com antecedência no site oficial, pois é feita unicamente em grupos guiados, disponíveis em várias línguas. O Pôr-do-Sol no Porto Muitos afirmam que o pôr-do-sol no Porto é um dos mais lindos do mundo. Os melhores lugares para ver este espetáculo da natureza são: o alto do Jardim do Morro, uma colina em Vila Nova de Gaia com uma belíssima vista para o Rio Douro; as praias da Foz do Douro ou em Matosinhos. Depois conta-nos nos comentários qual é o teu local favorito! Apostamos que com este artigo o Porto já conquistou o teu coração e agora estás pronto para explorar e (tentar) conquistar a Invicta! Partilha connosco as tuas fotos no Porto usando #iatipelomundo no Instagram! Se queres conhecer mais localidades da região norte de Portugal, recomendamos-te que visites Braga, eleita o segundo melhor destino europeu de 2019, e também Fafe, uma pequena cidade perto de Guimarães com várias coisas que oferecer e pouco conhecida pelos turistas! Autora: Amanda sem Fronteiras

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12 lugares a não perder na Ilha das Flores

12 lugares a não perder na Ilha das Flores

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A Ilha das Flores, é a segunda ilha mais pequena do arquipélago açoriano, mas a sua beleza tão natural torna-a uma das ilhas mais bonitas dos Açores. Conhecida pelos seus vales e falésias verdejantes, pelas suas cascatas, pelos seus trilhos, pelo canyoning, pelas suas lagoas e pelas suas gentes, atrai vários turistas por ano, mas ainda é pouco conhecida, mantendo assim, o seu aspeto natural e a humildade do seu povo. Após teres organizado os teus voos para as Flores, certamente deves ter curiosidade em saber o que visitar e o que fazer numa ilha tão pequena, mas… será realmente assim tão pequena? É isso que vais descobrir agora. A IATI, líder na venda de seguros de viagem online, leva-te a contemplar esta ilha em estado quase puro e dá-te aqui as melhores dicas para que não percas um único recanto das Flores. O que visitar nas Flores? Santa Cruz das Flores É a vila principal das Flores e é nela que se encontram os principais serviços da ilha. Percorre o seu centro e a Igreja Matriz, visita o porto Velho e o porto das Poças, o posto de turismo, o museu da Fábrica da Baleia do Boqueirão e o Museu das Flores. São os museus imperdíveis, onde ficarás a conhecer a história e tradições desta pequena pérola do Atlântico. Conjunto das 7 Lagoas Na Ilha das Flores existem 7 lagoas, todas muito diferentes umas das outras, por isso, merecem serem exploradas! Estão todas localizadas na zona central da ilha e na mesma viagem é possível visitar as 7 Lagoas que tem nomes relacionados com as suas características: a Lagoa Funda, Lagoa Comprida, Lagoa Rasa, Lagoa Seca, Lagoa Branca, Lagoa Negra e a Lagoa da Lomba. Morro Alto É o ponto mais alto das Flores, tendo mais de 900m, e é daqui que se pode obter uma vista panorâmica da ilha, nomeadamente, das lagoas e dos vales verdejantes com as suas ribeiras. Piscinas Naturais Se és amante de banhos no mar e de snorkeling, nesta ilha encontrarás dois locais fantásticos para essas práticas: as Piscinais Naturais de Santa Cruz das Flores e a zona balnear da Fajã Grande. Cascata do Poço do Bacalhau A ilha das Flores é muito rica em cascatas, mas algumas são inacessíveis. Felizmente, não é o caso da Cascata do Poço do Bacalhau! Situada na bonita vila da Fajã Grande, esta cascata está acessível partir de um pequeno trilho. Contempla também a beleza da zona circundante, é sem dúvida, uma das zonas mais bonitas das Flores. Poço da Ribeira do Ferreiro O ex-libris das Flores! Após um pequeno, mas intenso trilho de 700m, de piso irregular, avistarás a falésia verde repleta de cascatas e a sua pequena lagoa. Aproveita para relaxar, respirar ar puro e apreciar as maravilhas da natureza! Aldeia da Cuada Hoje em dia, é um projeto de Turismo de Aldeia, mas é possível visita-la mesmo não estando lá hospedado. Aqui encontrarás 15 casas antigas de pedras basálticas, mas que ainda mantêm as suas características originais. Rocha dos Bordões É uma formação rochosa, considerada monumento natural e merece ser apreciada de vários ângulos. Mais uma vez, aprecia a zona circundante! Miradouros Por toda a ilha, existem imensos miradouros bem sinalizados, cada um mais bonito que o outro, portanto, tenta parar neles todos e não te esqueças da tua câmara fotográfica! Ilhéus Nas Flores, existem três ilhéus: o Ilhéu Maria Vaz – localizado em Ponta Delgada, o Ilhéu de Monchique – a ponta mais oeste da Europa e o Ilhéu Alagado – em Santa Cruz das Flores. Trilhos Pedestres Também conhecida e procurada pelos seus trilhos, a Ilha das Flores oferece 4 percursos pedestres para percorreres na ilha, e uma Grande Rota. Os trilhos são: Fajã de Lopo Vaz PRC4FLO, Lajedo – Fajã Grande PR2FLO, Miradouro das Lagoas – Poço do BacalhauPR3FLO e Fajã Grande – Ponta Delgada PR1FLO Neste momento, a Grande Rota tem a segunda etapa encerrada, mas poderás percorrer a etapa de Santa Cruz das Flores até Ponta Delgada. Ilha Do Corvo Dada a sua grande proximidade, não deixes de conhecer a ilha mais pequena dos Açores, com a sua beleza singular. Existem várias empresas privadas que te poderão lá levar e com certeza, será uma experiência única. Autor: Ricardo Couto, Gato Vadio

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O que não podes perder no Alentejo

O que não podes perder no Alentejo

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Hoje levamos-te a descobrir o Alentejo… uma das regiões mais pitorescas de Portugal Continental e vamos contar-te tudo sobre o que não podes perder no Alentejo. Neste artigo sugerimos-te várias atividades e experiências, para poderes usufruir ainda mais do Alentejo! Seja uma viagem com amigos, família, ou até mesmo individual, esta bonita região irá marcar-te para sempre. Contrata o teu seguro IATI Básico, perfeito para uma escapadela por Portugal e parte à descoberta de uma das zonas menos conhecidas do nosso país! O que ver no Alentejo Nesta região cheia de histórias e tradições, podes-te perder pelos seus castelos e ruas estreitas, dar mergulhos nas praias alentejanas, passear de barco pelas tranquilas águas do Alqueva ou até mesmo, fazeres caminhadas pelas planícies douradas. Castelos: cidades, vilas e aldeias Ao percorreres o Alentejo, irás deparar-te com uma grande diversidade de cidades, vilas e aldeias com tradições comuns, mas com traços próprios! O ideal é que escolhas algumas mais emblemáticas e outras menos conhecidas, para que te possas aperceber das diferenças. Após a escolha, visita os seus centros históricos, os museus e se tiveres oportunidade, visita alguns artesãos. No Alentejo, irás encontrar muitos castelos também. Dada a sua proximidade com a fronteira, esta região foi muito importante para a história portuguesa! Alguns dos castelos que te sugerimos são Castelo de Vide, Marvão, Elvas e Évora, mas existem muitas mais para explorar. Praias e areias douradas Se és amante de praia, no Alentejo encontras areais extensos e cuidados, com mais de 30 praias com bandeira azul. Algumas delas com falésias, que proporcionam paisagens de cortar a respiração. As praias do Alentejo, com os fáceis acessos e boas infraestruturas, são também muito procuradas por praticantes de modalidades aquáticas, como o surf e o bodyboard. Não percas, entre outras, a praia de Vila Nova de Mil Fontes, Porto Corvo e Zambujeira do Mar. Barragens e lagoas Ao deslocares-te pela região, vais-te aperceber que no Alentejo existem várias barragens e lagoas, que acumulam água para abastecimento das populações e para uso agrícola, mas que cada vez mais, são usadas para desportos náuticos como a canoagem ou o SUP. A mais famosa é a Barragem do Alqueva, e no seu cais, existem pequenos cruzeiros que te levam a navegar pelas aldeias ribeirinhas. Gastronomia Alentejana Viajar também é sinónimo de gastronomia, e no Alentejo não te vais desiludir. As famosas açordas alentejanas, onde adicionam o pão alentejano ao molho de tomate, as migas com carne de porco, o sarapatel, a cabeça de xara e carne de porco à alentejana, são alguns dos pratos obrigatórios para quem lá passa. Nas zonas mais costeiras, os pratos mais habituais são as massadas de peixe, as feijoadas de búzios, as Caldeiradas e as Cataplanas de peixe fresco, pescado naquelas zonas. No que diz respeito a sobremesas, terás que provar a Sericaia e o Pão de Rala, doces tradicionais que abundam em açúcar e ovos. Vinhos e Adegas A par da gastronomia, o vinho é outro ex-libris desta região. Com um clima seco e as características únicas do solo alentejano, os viticultores têm as condições perfeitas para a elaboração de vinhos de excelente qualidade. O tinto é um vinho bem encorpado, com aroma a frutos silvestres e muito rico em taninos. Já o branco, não é tão encorpado, apresentando um cariz mais suave com aromas de frutos tropicais. Aproveita a oportunidade e visita uma Adega! Monumentos Megalíticos No Alentejo, existe uma grande concentração de monumentos megalíticos e, porque não aproveitares para viajar até ao passado? aproveita e faz uma visita ao Menir dos Almendres, à Anta Grande do Zambujeiro e ao Cromeleque dos Almendres, o maior monumento megalítico da Península Ibérica e um dos mais antigos do mundo. Atividades únicas e originais Aproveita a passagem no Alentejo, para viveres experiências únicas e diferentes. Por toda a região, o Birdwatching é uma atividade que cada vez mais tem mais adeptos. Um passeio de balão, também é uma boa aposta já que o clima é perfeito para este tipo de atividades. Para terminar, uma visita ao Centro de Ciência Viva das Minas do Lousal, para conheceres as antigas rotinas diárias de uma pequena aldeia mineira que há alguns anos, extraiam pirites de cobre das profundezas. Autor: Ricardo Couto, Gato Vadio

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Ericeira – O Que Ver, Fazer e Comer

Ericeira – O Que Ver, Fazer e Comer

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A Ericeira é uma pequena vila piscatória a cerca de 50km a norte de Lisboa, em Portugal. Mas não te deixes enganar! Apesar de ser pequena tem muito para ver, fazer e comer. Diz a lenda que a vila deve o seu nome ao grande número de ouriços existentes na região. Hoje levamos-te a descobrir esta vila de onde a família real portuguesa partiu para o exílio no Brasil a 5 de outubro de 1910 aquando da revolução republicana. Faz a mala, não te esqueças da prancha de surf nem de contratar um seguro de viagens e prepara-te para descobrir um dos paraísos para os amantes desta modalidade! Descobre a Ericeira e tudo o que tem para oferecer! Para além de todas as dicas que te vamos dar a seguir, não deixes de lado um bom passeio pelas ruas da vila da Ericeira, tanto durante o dia como à noite, e delicia-te com as suas típicas casinhas brancas e azuis. O que ver na Ericeira • Igrejas e Capelas Para quem gosta de visitar Igrejas e Capelas, aqui está no sítio certo. Há várias para conhecer. A Capela da Nossa Senhora da Boa Viagem, a Capela de São Sebastião, a Igreja da Misericórdia, a Igreja de São Pedro, e a Igreja de Santa Marta. • Pelourinho Fica no Largo com o mesmo nome. • Forte da Ericeira Também conhecido como Forte de Milreu, Forte de São Pedro da Ericeira ou Forte de Mil Regos. Foi construído entre 1670 e 1675, e este lugar foi o escolhido para a construção do forte por se tratar do local ideal para defender o acesso marítimo à Ericeira e evitar também desembarques na baía de Ribeira D’Ilhas. O que fazer na Ericeira • Surf A Ericeira foi consagrada pela organização internacional “Save the Waves Coalition” como Reserva Mundial de Surf. Desde 14 de outubro de 2011 que é a única Reserva da Europa, e a segunda a nível mundial. Para esta consagração a organização teve em conta critérios como a qualidade e consistência das ondas, a história e cultura de surf local, a riqueza ambiental e a forte mobilização da comunidade. Mas se ainda não praticas surf e gostavas de aprender, tens também escolas de surf onde te podes estrear nesta modalidade. • Visitar o Centro de Interpretação da Reserva Mundial de Surf da Ericeira Neste centro tens a oportunidade de viver uma experiência imersiva e de ficar a conhecer a biosfera e as sete ondas que fazem parte da Reserva (Pedra Branca, Reef, Ribeira D’Ilhas, Cave, Crazy Left, Coxos e São Lourenço). O Centro de interpretação está localizado no centro da vila, na Praça da República, mais conhecida por “jogo da bola”, e está integrado no Posto de Turismo da Ericeira. • Praia Entrar no mar da Ericeira é para os fortes, ou seja, para aqueles que não têm medo de água fria. Sim aqui a água é mesmo muito fria, mas as praias são de uma beleza incrível e numa visita à vila, não pode faltar uma visita às praias. Das quais destacamos três. A Praia dos Pescadores, A Praia de Ribeira D’Ilhas e a Praia do Sul. • Discoteca Ouriço Esta é das discotecas mais antigas do país, com cerca de 60 anos. A música é dos anos 80, 90 e 2000. A fachada do edifício é renovada com frequência. • Campeonato Mundial de Surf É na praia de Ribeira D’Ilhas que tem lugar o Campeonato Mundial de Surf. • Festa da Nossa Senhora da Boa Viagem Em Agosto a Ericeira veste-se de gala para celebrar a festa em honra da Nossa Senhora da Boa Viagem. • Sumol Summer Fest Mais um evento no qual participar no verão! O festival de música Sumol Summer Fest da Ericeira tem cada vez mais adeptos! • Jogo da Bola É a praça principal da vila e onde se encontram várias lojas, esplanadas e gelatarias. O nome verdadeiro é Praça da República, mas todos a conhecem como “jogo da bola”. O que comer na Ericeira • Peixe e Marisco Sendo uma vila piscatória aqui vais encontrar peixe e marisco fresco e da melhor qualidade. As opções de restaurantes e marisqueiras são várias, mas aconselhamos a Esplanada das Furnas, com uma localização privilegiada em cima das rochas e uma vista deslumbrante. • Ouriços Doces São uma especialidade da Ericeira, e não podes ir à vila e não experimentar os ouriços doces da Casa da Fernanda. • Pão Estamos no concelho de Mafra, conhecido também pelo famoso pão de Mafra. • Bowls Chegaram também à Ericeira as famosas Nalu Bowls, vindas diretamente de Bali este é o primeiro franchising na Europa das famosas Bowls Balinesas. Uma refeição leve para quem está na praia. Se estás a pensar passar em Lisboa antes ou depois das tuas férias na Ericeira, não deixes de ler estes artigos que preparamos para ti sobre a capital portuguesa: • Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa • 5 experiências diferentes para viver em Lisboa • Descobre as festas de Santo António de Lisboa Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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10 dias em São Roque do Pico

10 dias em São Roque do Pico

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Cais do Pico, São Roque do Pico, Ilha do Pico, Açores e Portugal. Uma espécie de construção matrioska da minha projecção de um postal, onde o genuíno impera. Estava um nevoeiro cerrado no Cais do Pico. Assim começa a minha história. Hoje em dia todos os nomes de grandes e pequenas povoações dos Açores são-me familiares. Há poucos anos não eram. Sabia o nome das ilhas. Hoje, com sorte, se me disseram um nome de uma rua da ilha do Pico, corro o risco de acertar. Como adoro aquela terra. Não é o lugar onde nasci, não vivo lá e muito provavelmente não irei lá viver lá. Mas já considero este pedaço de terra Atlântica como minha. Percebem o sentimento? Acho que um sentimento tão típico dos Açores. Sinto-o como algo magnético. Onde o natural é ser belo e onde o simples é perfeito. No final de Maio, do ano 2018, decidi viver durante 10 dias na ilha do Pico e mais concretamente no concelho de São Roque do Pico. Há anos, poucos, São Roque do Pico era um daqueles nomes dos Açores que eu não conhecia. Hoje é quase tão familiar como a palavra casa. Recuo a esse mês de Maio e ao Cais do Pico, e ao nevoeiro cerrado. O Cais do Pico, para mim, é o coração de São Roque. Junto à antiga Fábrica da Baleia Armações Baleeiras Reunidas, Lda, hoje Museu da Indústria Baleeira, com vista para a marginal de São Roque e para os contornos da ilha de São Jorge, sentei-me na rampa de entrada das baleias (a caça e transformação da baleia foi extinta em 1984) a ouvir o mar a bater nos muros de pedra e viajar no tempo. No tempo dos homens do vinho licoroso e das baleias. No tempo em que não existiam aviões. No tempo em que chegar ao Pico era apenas para os mais audazes. Não tinha plano e iria ficar durante 10 dias. Levantei-me e dei inicio à viagem. Já vos disse que estava um nevoeiro cerrado? São Roque do Pico, é um dos três concelhos que formam o território da ilha do Pico (juntamente com as Lajes do Pico e a Madalena). Tem cerca de 3500 habitantes e cerca de 150 km2 de área. Foi terra marcada pela caça à baleia, tal como todas as ilhas do triângulo (Pico, Faial e São Jorge), e foi, e ainda é, terra de vinho e de vinhas muito particulares (rasteiras e muradas), onde “vive” destacada a casta Verdelho. Também é terra de paisagens sem fim. Para o mar, com a ilha de São Jorge a funcionar com um grande quadro onde acaba o azul. Para a terra, claro com a montanha mágica (Montanha do Pico, ponto mais alto de Portugal) a absorver todas as atenções. Também é terra de boa comida, com peixe e carne quase em igualdade pontual, no que toca ao maior destaque. Tem bons restaurantes, mas o melhor (é sempre o melhor) é encontrarem a casa da avó de alguém e comerem (e beberem) ao som de uma boa história açoreana. Não encontrei nenhuma avó, pronta a receber-me, mas encontrei a Cristina, que me recebeu de uma forma que deveria constar em todos os manuais que falam em bem receber. Tudo do melhor. Só a conversa e as histórias bastavam, mas a comida também era do melhor. Comida verdadeira, sabem? Aquela que conforta o coração. Isto tudo na Adega Buraca (portanto, vocês também podem ir visitar a Cristina). Já tinha mencionado que era terra vinho e vinha, mas ainda não tinha enaltecido que também é terra de quem faz vinho. Tenho destacar o Czar (que nome altivo para um vinho) do amigo Fortunato, que honra gerações, com uma espécie de dádiva dos deuses. Também é terra de barcos e de mestres de barcos, com a lindíssima freguesia de Santo Amaro em destaque. Santo Amaro e o seu cantinho chamado Terra Alta, dignos de um sonho do qual não vamos querer sair. Qual segredo dentro do segredo. Não posso sair de Santo Amaro sem dar um beijinho às irmãs gémeas Alzira e Conceição Neves, que são das melhores contadoras de histórias com quem já me cruzei e que fazem da sua casa e da sua escola de artesanato, uma espécie de santuário de coisas boas e genuínas. E ainda tenho de passar pela Prainha. Mais uma freguesia de São Roque. Bem, falar da Prainha é tocarem-me no coração. As ruas, a vista da Igreja, o cais, o bar da Neide, as laranjas da mãe da Sílvia, o sorriso da Sílvia, a simpatia do Daniel. Enfim, é um lugar a roçar aqueles lugares são feitos com poções mágicas. Lindíssima e com pessoas do melhor. Falando da Prainha, não posso esquecer o caminho da Prainha para São Roque. Um misto de bosque, com uma floresta que acaba no mar, e prados, com desníveis, a desafiar a física, a perder de vista. Claro, o azul do mar e a imponência estão sempre presentes. E depois também é terra acolhedora. Sim, acolheu-me a mim, como se acolhe um filho, durante os tais meus 10 dias disfarçado de açoreano. Mas também acolheu, por exemplo, o Pavel. Um russo que chegou ao Pico para mergulhar, apaixonou-se por aquele lugar (fácil!) e ali assentou arraiais. É dono do Casa Âncora, que fica em plena marginal de São Roque. Um dos restaurantes mais boa pinta, não só o Pico, mas dos Açores. E no final, como no início, é regressar ao Cais do Pico, voltar a sentar-me no muro e ouvir o som do mar. Como se o mar dissesse tudo, e onde nesse tudo o mais importante é o silêncio. Silêncio que nos faz olhar para dentro, sentir o lugar e sentirmo-nos como parte dele. Para quem acredita em fantasia, como eu, a palavra magia tem sempre que entrar aqui. Esta terra é mágica. Sentado no muro do Cais Pico, num lugar dos baleeiros, com tal nevoeiro cerrado, tão típico dos Açores e do Pico. Que não afeta porque sabemos que tudo muda, num segundo, sabendo que o Sol vai aparecer e aquecer. Já vos tinha falado em magia? Sentado no tal muro, penso se São Roque pode ser um postal. Normalmente, os postais são de areia branca e em lugares que não existem da maneira como são mostrados. Para mim, um postal é pegar numa fotografia e entrar para dentro dela, numa mistura entre sonhos, fantasia e uma confortante realidade. São Roque, para mim, não só é um postal, como é um dos meus favoritos. Com essa conclusão, e no tal silêncio que diz tudo, fiquei no muro que ainda deve ter a minha marca. Maravilhoso, este meu São Roque. Crónica escrita por Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora Outras crónicas do Carlos Bernardo: • “Welcome to India” e a chegada a Trivandrum • Visitando La Valetta, Malta • O mercado semanal de Rissani

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