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Seguro de viagem para a Turquia

Seguro de viagem para a Turquia

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Seguro de viagem para a Turquia A Turquia é um destino que oferece uma mistura fascinante de história milenar (Istambul), paisagens naturais únicas (Capadócia) e uma gastronomia de excelência. Para garantir que a sua viagem decorre sem imprevistos, a escolha do seguro de viagem certo é um passo crucial. O seguro de viagem para a Turquia não é obrigatório na maioria das situações, mas é altamente recomendável, sobretudo porque podes precisar de assistência médica, ter um imprevisto com bagagem ou até ter de regressar mais cedo. Porque fazer um seguro de viagem para a Turquia? Apesar de não ser um requisito obrigatório para a entrada de cidadãos portugueses na Turquia para estadias de curta duração (turismo), o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Portugal recomenda vivamente a contratação de um seguro de viagem. Os principais motivos para garantir a sua proteção são: • O Cartão Europeu de Saúde (CESD) não é válido: A Turquia não pertence à União Europeia (UE) nem ao Espaço Económico Europeu (EEE), o que significa que o CESD não oferece qualquer cobertura de assistência médica; • Custo da Saúde Privada: Embora o país possua uma boa rede de clínicas e hospitais privados (especialmente em zonas turísticas), os custos de tratamento para estrangeiros podem ser muito elevados. Uma urgência, internamento ou cirurgia podem gerar faturas avultadas; • Repatriamento: Em casos de doença grave ou acidente, o custo de um repatriamento sanitário para Portugal atinge valores incomportáveis para a maioria dos viajantes. Um bom seguro cobre esta despesa vital; • Atrasos, cancelamentos e bagagem: Para além das questões de saúde, o seguro cobre também os contratempos logísticos que podem arruinar uma viagem. Isto inclui a compensação por atrasos ou cancelamentos de voos, e a cobertura por roubo, danos ou extravio da sua bagagem, que pode ser crucial se levar equipamento fotográfico ou material de aventura. Que seguro podes fazer para a Turquia? A escolha do seguro ideal depende do estilo de viagem e das atividades que planeias realizar. Os planos mais comuns para a Turquia são: • IATI Standard: Recomendado para viagens mais urbanas e de lazer, com roteiros clássicos (por exemplo por museus e mesquitas de Istambul), que não envolvam atividades de aventura. Oferece uma cobertura médica elevada. • IATI Mochileiro: O seguro ideal para viajantes mais ativos. Foi concebido para incluir cobertura de desportos de aventura, o que é essencial para quem planeia fazer um voo de balão na Capadócia, trilhos ou outras atividades. • IATI Estrela: O plano mais completo, com a cobertura médica mais alta (chegando aos 5.000.000€), indicado para quem prefere viajar com o máximo de tranquilidade e limites mais elevados para despesas médicas e cancelamento. Qual é o melhor seguro de viagem para a Turquia? Considerando que a Turquia é um destino de contrastes e a maioria dos viajantes procura experiências como o voo de balão na Capadócia ou caminhadas, o IATI Mochileiro é, na maior parte dos casos, o melhor seguro de viagem para a Turquia. Este plano combina uma cobertura médica forte com a inclusão de atividades de aventura e busca e salvamento, características essenciais para os roteiros mais populares no país. Nota: se tens mais de 70 anos, confirma sempre as condições do plano — alguns seguros (como o IATI Mochileiro) podem ter limitações de idade. FAZ AQUI O SEU SEGURO DE VIAGEM PARA A TURQUIA Que características deve ter o melhor seguro de viagem para a Turquia? Alta cobertura de assistência médica Uma cobertura médica elevada é fundamental. Dada a ineficácia do Cartão Europeu de Saúde e o recurso frequente a hospitais privados por parte de turistas, este valor garante que, em caso de emergência, não terá de se preocupar com despesas médicas elevadas. Em qualquer um dos 3 planos sugeridos tens cobertura de, pelo menos, 1.000.000€ em despesas médicas. Desportos de aventura incluídos Esta é a característica que diferencia o seguro. Atividades como o voo de balão na Capadócia, mergulho ou trekking devem estar expressamente cobertas. O plano IATI Mochileiro, por exemplo, inclui uma secção de Aventura e cobertura de Busca e Salvamento, crucial para cenários em zonas mais remotas ou montanhosas. Sem franquias, não pagarás a mais Franquia é o valor que tu pagas “do teu bolso” em cada sinistro. Por exemplo, se um dado seguro tem uma franquia de 100€, significa que se tiveres que receber assistência médica e o seu custo for de 150€, terás de pagar 100€ do próprio bolso e o teu seguro com franquia pagará apenas os restantes 50€. Se o seguro for sem franquias, não tens de suportar essa parcela adicional. Os melhores seguros, como os da IATI, operam sem franquias, ao contrário de muitas outras empresas. Sem necessidade de adiantamento de dinheiro Uma boa característica dos seguros da IATI é que, em caso de emergência, não terás de pagar o tratamento do teu próprio bolso e esperar por um reembolso. Ao contactar a Central de Assistência 24 horas, a IATI encarrega-se de todas as diligências e do pagamento direto ao hospital / clínica. E se for uma emergência daquelas em que não consegues ligar antes? Acontece. Nesse caso, deves guardar todos os relatórios médicos e faturas. Depois, assim que estiveres melhor, contacta-nos e tratamos do reembolso o mais rapidamente possível, conforme as condições da apólice. Roubo, danos e atrasos de bagagem incluídos Atrasos, extravios e furtos acontecem. Um bom seguro deve incluir bagagem (roubo / danos / extravio) e também atrasos nos voos que te obriguem a comprar bens essenciais. Os seguros da IATI cobrem o roubo da tua bagagem e material pessoal (com diferentes limites, que depende do plano que escolheres), desde que o roubo ocorra com violência ou intimidação e seja apresentada a devida denúncia às autoridades. Também estão cobertos os danos ou a perda total ou parcial da bagagem provocados pela transportadora, mediante apresentação da reclamação oficial à companhia aérea. Opção de cancelamento da viagem para à Turquia Esta é uma cobertura opcional, mas altamente recomendada. Caso surja um motivo grave (doença, acidente, etc.) que te impeça de viajar, a cobertura de cancelamento garante o reembolso dos voos e alojamentos que tenhas pago e não consigas recuperar junto dos fornecedores. Cobertura de seguro de viagem para a Turquia Preparámos um resumo prático com as principais coberturas de cada seguro. Não te esqueças de confirmar os valores finais e as condições da apólice diretamente na tua simulação. FAZ AQUI O SEU SEGURO DE VIAGEM PARA A TURQUIA Quanto custa um seguro de viagem para a Turquia? O preço de um seguro de viagem para a Turquia depende de fatores como a duração da viagem, o plano escolhido (Standard vs Mochileiro vs Estrela) e se adicionas ou não a opção de cancelamento da viagem. O preço dos nossos seguros é o que te vai convencer de que a IATI é a melhor opção para este destino. O preço do seguro de viagem para a Turquia representa apenas uma pequena percentagem do custo total da viagem. Para além disso, graças à ampla cobertura de assistência médica e outras coberturas, será uma grande economia caso precises de assistência durante a tua viagem, evitando despesas médicas elevadas. No caso do IATI Mochileiro (o seguro mais recorrente nas viagens à Turquia), aos dias de hoje, o preço por pessoa ficaria aproximadamente des de 1,95€. Para descobrires exatamente quanto irás pagar, faz a tua simulação nesta página, inserindo as datas e informações de viagem. Como contratar o melhor seguro de viagem para a Turquia? O processo de escolha e pagamento do seguro IATI para a viagem à Turquia é muito rápido e totalmente online. Entra nesta página e: 1. Escolhe Portugal como país de residência; 1. Indica o país de origem (Portugal) e destino (Turquia); 1. Indica datas de início e fim da viagem. 1. Introduz número de viajantes; 1. Indica o Tipo de seguro: seguro de viagem; 1. Indica se já te encontras a viajar? (Sim / Não); 1. Na página que te vai aparecer, seleciona o plano (na maioria das viagens à Turquia, as pessoas escolhem o IATI Mochileiro, mas podes facilmente comparar os planos existentes). 1. Decide se queres ou não incluir a opção de cancelamento. 1. Finaliza os dados e efetua o pagamento. 1. Guarda a apólice e os contactos de assistência no telemóvel (e offline, se possível). Atenção: Na maioria dos casos, o seguro deve ser contratado antes de iniciar a viagem. Planos como o IATI Mochileiro e IATI Estrela podem ser adquiridos após o início, mas as suas coberturas só se ativam após um período de carência de 72 horas. Informações úteis para viajar com segurança à Turquia Qual a melhor altura do ano para viajar para a Turquia? A Primavera (abril a maio) e o Outono (setembro a outubro) são, geralmente, as melhores estações. Nesses períodos, as temperaturas são amenas, ideais para passear em Istambul e para o voo de balão na Capadócia (o risco de cancelamento por vento é menor). O verão (junho a agosto) pode ser muito quente (acima de 30°C), especialmente nas regiões costeiras e no interior. É obrigatório ter seguro de viagem para a Turquia? Não é obrigatório, mas é fortemente recomendado (inclusive pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros), principalmente por causa de despesas médicas e repatriamento. Preciso de visto para a Turquia? Não, cidadãos portugueses não precisam de visto para viajar à Turquia para turismo ou negócios por até 90 dias a cada 180 dias, podendo entrar com o Cartão de Cidadão ou Passaporte válido, sendo este último recomendado, com validade mínima de 6 meses a contar da entrada. Para estadias mais longas ou outros propósitos (trabalho/residência), um visto é obrigatório e deve ser tratado previamente na Embaixada da Turquia. Mais informações aqui. Que documentos preciso? Podes entrar com passaporte ou Cartão de Cidadão (com algumas exceções, como por exemplo se ficares mais de 3 meses ou se viajares no teu próprio veículo, casos em que só o passaporte é válido). Consulta a nossa página sobre documento e requisitos para viajar para a Turquia. Como é o sistema de saúde na Turquia? O sistema de saúde na Turquia possui uma rede privada de grande qualidade, sobretudo nas grandes cidades e em polos de turismo médico. No entanto, o custo para turistas é elevado e o Cartão Europeu de Saúde não é válido. É por isso que o MNE e a maioria dos viajantes independentes aconselham um seguro privado com alta cobertura médica e de repatriamento. A Turquia é um destino seguro? De um modo geral, a Turquia é considerada um país seguro em termos de criminalidade, mas o Ministério dos Negócios Estrangeiros recomenda viajar com “extrema precaução” por existir risco elevado de atentados terroristas, sobretudo em zonas muito turísticas e transportes públicos nas grandes cidades (como Istambul e Ancara). A recomendação prática é: mantém-te vigilante em locais com muita gente, evita aglomerações / manifestações e acompanha sempre as indicações das autoridades. Também é aconselhado evitar algumas zonas específicas. Se quiseres o resumo completo e dicas práticas (incluindo recomendações de comportamento e segurança), consulta a nossa página sobre segurança na viagem à Turquia. Se for para a Capadócia, qual o melhor seguro? O IATI Mochileiro é geralmente o mais recomendado por incluir cobertura de desportos de aventura, busca e salvamento, essenciais para atividades como o voo de balão. FAZ AQUI O SEU SEGURO DE VIAGEM PARA A TURQUIA

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Os melhores destinos do mundo para praticar Yoga (e encontrar a paz interior)

Os melhores destinos do mundo para praticar Yoga (e encontrar a paz interior)

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O yoga é muito mais do que uma prática física; é um estilo de vida que procura a união entre o corpo, a mente e o espírito. Se já estendeste o teu tapete em casa ou no estúdio do teu bairro, sabes como é transformador. Mas imagina fazer a Saudação ao Sol com vista para os Himalaias, no meio da selva tropical de Bali ou nas falésias douradas do nosso Algarve. Viajar para praticar yoga é uma tendência que veio para ficar. Seja para um retiro intensivo de silêncio ou para umas férias onde podes combinar aulas matinais com surf ou cultura, o mundo está cheio de “shalas” incríveis à tua espera. Na IATI, líder de seguros de viagens em Portugal, selecionámos alguns dos melhores destinos do planeta para te reconectares contigo mesmo, desde o berço desta prática milenar até paraísos bem perto de casa. 1. Índia: O Berço do Yoga Não podíamos começar esta lista por outro lugar. A Índia é a origem de tudo e o destino de sonho para qualquer yogi que queira beber da fonte. • Rishikesh: Conhecida como a “Capital Mundial do Yoga”, fica no sopé dos Himalaias e é banhada pelo sagrado rio Ganges. É o local ideal para quem procura autenticidade, ashrams tradicionais e uma imersão espiritual profunda. • Mysore: Se és praticante de Ashtanga, esta cidade no estado de Karnataka é a tua Meca. É aqui que se mantém viva a linhagem mais pura deste estilo dinâmico. • Goa: Para quem prefere um ambiente mais relaxado, onde a espiritualidade se mistura com o mar. Goa oferece uma vibração mais ocidentalizada e turística, perfeita para combinar yoga com dias de praia. Dica IATI: Antes de embarcares nesta aventura espiritual, informa-te sobre os documentos e requisitos para viajar para a Índia e descobre qual o melhor seguro de viagem para a Índia, essencial num país tão intenso. 2. Portugal: O Refúgio no “Nosso Quintal” Não precisas de atravessar o mundo para encontrar lugares de paz. Portugal tem vindo a afirmar-se como um dos principais destinos de bem-estar da Europa. • Algarve e Costa Vicentina: Longe da confusão do verão, o sudoeste alentejano e o barlavento algarvio são santuários para retiros. O som do Atlântico e a tranquilidade da serra criam o cenário ideal. Se gostas de explorar, sugerimos uma Road Trip pela Costa Vicentina. • Açores e Madeira: Para uma conexão profunda com a natureza bruta, as nossas ilhas oferecem cenários dramáticos. Imagina meditar com vista para o Pico ou na floresta Laurissilva. Inspira-te com a nossa crónica de 10 dias no Pico ou com o nosso roteiro sobre o que ver na Madeira. 3. Bali, Indonésia: A Ilha dos Deuses Bali é, provavelmente, o destino de yoga mais popular do mundo moderno. A energia da ilha é única, misturando o hinduísmo balinês com uma natureza exuberante. • Ubud: O coração espiritual da ilha. Aqui encontrás estúdios de yoga mundialmente famosos, rodeados por arrozais verdejantes e selva. É o local perfeito para workshops de todos os estilos e para desfrutar de uma gastronomia saudável. Espreita o nosso guia sobre o que ver e fazer em Ubud para não perderes nada. • Praias e Surf: Se quiseres sair da selva e ir para o mar, o sul da ilha oferece spots incríveis. Descobre as melhores praias de Bali para relaxares depois da prática. 4. Tailândia: O Sorriso do Oriente A Tailândia é uma excelente opção para quem procura aliar qualidade a preços mais acessíveis. O “País dos Sorrisos” acolhe os praticantes de braços abertos. • Chiang Mai: No norte montanhoso, o ambiente é mais fresco e tranquilo, repleto de templos budistas. É um centro nevrálgico para massagens tailandesas e retiros espirituais. Vê aqui o que visitar em Chiang Mai. • Ilhas: No sul, ilhas como Koh Phangan (famosa pelo lado espiritual, para além das festas) oferecem centros de retiro à beira-mar. Podes planear a tua viagem com o nosso roteiro de 7, 10 e 15 dias pela Tailândia. 5. Costa Rica: Pura Vida Se a tua ideia de yoga envolve estar rodeado de biodiversidade, tucanos e floresta tropical, a Costa Rica é o destino. O lema “Pura Vida” reflete-se na atitude relaxada e na harmonia com o meio ambiente. É um dos melhores locais do mundo para combinar Yoga e Surf, especialmente na península de Nicoya. • Para tirares o máximo partido deste paraíso natural, consulta o nosso roteiro de viagem de 15 dias pela Costa Rica e, se gostas de adrenalina para intercalar com o relaxamento, descobre os desportos de aventura que não podes perder. 6. Espanha: Os Vizinhos Zen Aqui ao lado, os nossos vizinhos espanhóis também têm ofertas incríveis, muitas vezes a uma curta viagem de carro ou avião. • Ilhas Canárias: Com um clima de “eterna primavera”, ilhas como Lanzarote ou Fuerteventura são perfeitas para praticar ao ar livre o ano inteiro, com paisagens vulcânicas que parecem de outro mundo. • Ibiza: Esquece a fama das discotecas; o norte da ilha tem uma energia magnética e é palco de alguns dos retiros de luxo e bem-estar mais exclusivos da Europa. 7. Marrocos: Magia do Deserto Para uma experiência totalmente diferente, Marrocos oferece a magia do deserto e a hospitalidade norte-africana. Praticar yoga nas dunas do Saara ao amanhecer ou num riad tradicional em Marraquexe é uma experiência sensorial única, a poucas horas de voo de Portugal. • Se planeias visitar este país fascinante, não percas a nossa lista de 6 destinos imperdíveis em Marrocos e o guia sobre o que ver e fazer em Marrocos. Viaja com Tranquilidade Quer escolhas o misticismo da Índia ou a tranquilidade do Algarve, um retiro de yoga é um investimento no teu bem-estar. Para que a tua única preocupação seja manter o equilíbrio nas posturas, não te esqueças de contratar um seguro de viagem que te proteja em caso de imprevistos médicos ou cancelamentos. Na IATI Seguros, temos as coberturas ideais para te acompanhar nesta jornada de autodescoberta. Namasté!

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O que ver e fazer na Roménia

O que ver e fazer na Roménia

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Se procuras um destino surpreendente e ainda pouco explorado, visitar a Roménia vai ser uma experiência que não vais esquecer. Este país oferece-te castelos medievais, cidades vibrantes, paisagens naturais de cortar a respiração e tradições vivas. Prepara-te: com este guia vais descobrir as melhores dicas de viagem, um roteiro para visitar a Roménia e toda a informação prática para planear a tua viagem à Roménia com segurança, sempre protegido pelo seguro de viagem IATI Standard. Porque visitar a Roménia? A Roménia é um destino autêntico, com aldeias onde o tempo parou, gastronomia única e hospitalidade genuína. Vais encontrar desde a história do Drácula na Transilvânia até à modernidade da capital da Roménia, Bucareste. Pelo caminho, ainda vais atravessar as estradas mais altas e selvagens da Roménia, como a Transfăgărășan, e descobrir o incrível Delta do Danúbio. Além disso, os preços são acessíveis, o que torna a viagem pela Roménia perfeita para quem procura um destino económico mas cheio de experiências memoráveis. Bucareste: a capital da Roménia A maior cidade do país é uma mistura de estilos: desde edifícios neoclássicos a blocos comunistas e modernos arranha-céus. Conhecida como a “Pequena Paris”, visitar Bucareste é essencial em qualquer roteiro da Roménia. Reserva pelo menos dois dias para explorar os principais pontos turísticos de Bucareste. O que visitar em Bucareste Palácio do Parlamento: um dos principais monumentos do país e símbolo da era comunista. O edifício civil mais pesado do mundo e o segundo maior edifício administrativo depois do Pentágono. Esta obra faraónica da era Ceaușescu impressiona pela sua dimensão colossal com mais de 350.000 m². As visitas guiadas permitem explorar apenas uma pequena parte dos seus 1.100 quartos. Centro histórico (Lipscani): O coração pulsante da cidade, repleto de cafés, restaurantes, bares e lojas. As ruas de pedra e os edifícios restaurados criam um ambiente encantador, especialmente ao entardecer quando as esplanadas ganham vida. Ateneo Romeno: Uma joia arquitetónica com frescos impressionantes e interiores luxuosos. Se tiveres oportunidade, assiste a um concerto da Filarmónica de Bucareste nesta sala de espetáculos considerada uma das mais belas da Europa. Catedral Patriarcal – O centro espiritual da Igreja Ortodoxa Romena, com decorações douradas deslumbrantes e ícones religiosos de valor incalculável. Mosteiro Stavropoleos – Um pequeno tesouro escondido no centro histórico, famoso pelo seu pátio interior tranquilo e pela arquitetura do estilo Brâncovenesc. Passagem Macca-Vilacrosse – Uma galeria coberta com teto de vidro colorido que abriga cafés charmosos e antiquários. Livraria Cărturești Carusel – Considerada uma das livrarias mais bonitas do mundo, instalada num edifício histórico restaurado com escadarias em espiral e uma decoração deslumbrante. Praça da Revolução e Praça da Universidade – Locais históricos fundamentais para compreender a história recente da Roménia e a queda do regime comunista em 1989. Região da Transilvânia A região da Transilvânia é a mais famosa da Roménia. Aqui vais encontrar cidades medievais, montanhas imponentes e os castelos mais icónicos do país. Vale a pena visitar tanto os lugares ligados ao mito do Drácula como os que mostram a verdadeira riqueza cultural desta região da Roménia. Sighișoara: uma cidade medieval única Património Mundial da UNESCO, esta cidade medieval parece saída de um conto de fadas. A Torre do Relógio e a Casa onde terá nascido Vlad, o Empalador, estão entre os pontos de interesse que não podes perder. Com apenas 30.000 habitantes, Sighișoara mantém o charme de uma cidade saída de um conto de fadas. O que visitar em Sighișoara Torre do Relógio – O símbolo da cidade, com 64 metros de altura, oferece vistas panorâmicas espetaculares sobre os telhados coloridos da cidadela. Casa de Vlad Dracul – Onde nasceu Vlad Țepeș em 1431, hoje transformada em restaurante e pequeno museu. Escadaria dos Estudantes – Uma escada coberta de madeira com 175 degraus que liga a cidade baixa à Igreja da Colina, construída em 1642 para proteger os estudantes das intempéries. Igreja da Colina – Uma das igrejas góticas mais importantes da Transilvânia, com frescos medievais bem preservados. Cidadela Medieval – Passeia pelas ruas de pedra ladeadas por casas coloridas dos séculos XIV-XVI, cada uma com a sua história única. Brașov: tradição e natureza Brașov é uma das cidades mais visitadas da Roménia e um excelente ponto de partida para explorar a região. Rodeada por montanhas e florestas onde ainda vivem ursos pardos, a cidade combina história, cultura e natureza. O que visitar em Brașov Praça Sfatului – O coração da cidade velha, rodeada por edifícios barrocos coloridos e dominada pela antiga Casa do Conselho. Igreja Negra (Biserica Neagră) – A maior igreja gótica da Roménia, assim chamada devido ao incêndio de 1689 que escureceu as suas paredes. O seu interior abriga uma impressionante coleção de tapetes orientais. Rua Sforii – Uma das ruas mais estreitas da Europa, com apenas 1,32 metros de largura no seu ponto mais apertado. Strada Republicii – A principal rua pedonal, perfeita para compras e para apreciar a arquitetura austro-húngara. Monte Tâmpa – Acessível por teleférico ou a pé, oferece vistas espetaculares sobre a cidade e as letras “BRAȘOV” ao estilo Hollywood. Torre Branca e Torre Negra – Antigas torres de defesa que oferecem vistas panorâmicas e pequenas exposições históricas. Sinaia e o Castelo de Peleș Sinaia, conhecida como a “Pérola dos Cárpatos”, é uma elegante estância de montanha que serve de refúgio tanto no verão como no inverno. A cidade desenvolveu-se em torno do Mosteiro de Sinaia e tornou-se famosa após a construção do Castelo de Peles. Castelo de Peleș – Considerado um dos castelos mais bonitos da Europa, e uma das principais atrações da Roménia, esta obra-prima neo-renascentista foi a residência de verão da família real romena. Com 160 quartos decorados em diferentes estilos, desde mourisco a florentino, visitar o Castelo de Peles impressiona pela riqueza dos seus interiores e pela coleção de arte. Castelo Pelișor – Mais pequeno e íntimo que Peleș, foi construído em estilo Art Nouveau para o Rei Fernando e a Rainha Maria. Mosteiro de Sinaia – Fundado em 1695, deu o nome à cidade e mantém frescos originais de grande valor artístico. Teleférico de Sinaia – Sobe até aos 2.000 metros de altitude, oferecendo vistas espetaculares sobre o vale do Prahova e oportunidades para caminhadas na montanha. Castelo de Bran O famoso “Castelo do Drácula” é uma das atrações turísticas mais visitadas da Roménia, embora a sua ligação com Vlad Țepeș e Bram Stoker seja mais lenda do que realidade (nenhum dos dois esteve neste castelo). Construído no século XIII sobre um penhasco rochoso, o castelo impressiona pela sua localização dramática e arquitetura medieval. Apesar das multidões de turistas, vale a pena visitar Bran pela sua importância histórica como posto fronteiriço entre a Transilvânia e a Valáquia. O interior do castelo abriga mobiliário da família real e exposições sobre a história local. Para uma experiência mais autêntica, explora também a vila de Bran e prova o queijo local. Sibiu: Capital Europeia da Cultura Quando fores chegar a Sibiu, vais sentir logo o ambiente vibrante. Conhecida pelos telhados com “olhos” que parecem vigiar-te, esta foi Capital Europeia da Cultura em 2007. O que visitar em Sibiu Piața Mare – A praça principal, uma das maiores da Roménia, rodeada por palácios barrocos coloridos. Piața Mică – Uma praça mais íntima com a icónica Ponte das Mentiras, que segundo a lenda desaba se alguém mentir enquanto a atravessa. Catedral Ortodoxa – Inspirada em Santa Sofia de Istambul, com impressionantes frescos neo-bizantinos. Torre do Conselho – Oferece vistas panorâmicas sobre a cidade e os Cárpatos ao fundo. Museu Brukenthal – Um dos museus mais antigos da Europa, com uma importante coleção de arte europeia. Museu ASTRA – Um museu ao ar livre que preserva a arquitetura tradicional romena de diferentes regiões. Cluj-Napoca O coração cultural da Transilvânia e a segunda maior cidade da Roménia, Cluj-Napoca é um centro universitário vibrante com uma rica herança multicultural. O que visitar em Cluj-Napoca Praça da União (Piața Unirii) – Dominada pela imponente Igreja de São Miguel e pelo Palácio Bánffy. Igreja de São Miguel – Uma das mais importantes igrejas góticas da Roménia, com uma torre de 80 metros. Palácio Bánffy – Agora Museu de Arte, é considerado o edifício barroco mais importante da Transilvânia. Jardim Botânico – Um dos maiores da Europa do Sudeste, com mais de 10.000 espécies de plantas. Cetățuia – Uma colina com vistas panorâmicas e ruínas de uma antiga fortaleza. Outros destinos na Roménia Estrada Transfăgărășan Considerada a estrada mais alta da Roménia e uma das mais bonitas do mundo, serpenteia através das montanhas Făgăraș ao longo de 90 quilómetros, atingindo uma altitude máxima de 2.042 metros. Construída nos anos 70 por ordem de Ceaușescu, esta obra de engenharia impressionante oferece vistas de cortar a respiração. Lago Bâlea – Um lago glaciar situado a 2.034 metros de altitude, onde pode encontrar o famoso Hotel de Gelo, reconstruído todos os anos. Barragem de Vidraru – Uma das maiores barragens da Roménia, com vistas espetaculares sobre o lago artificial. Cascata Bâlea – Uma impressionante queda de água de 68 metros, especialmente dramática na primavera. Atenção: A estrada só está aberta de junho a outubro devido às condições meteorológicas. Delta do Danúbio Património Mundial da UNESCO, é o paraíso natural da Roménia. Ideal para observares aves e explorares aldeias piscatórias. Inclui este destino no teu roteiro pela Roménia se tiveres mais de 10 dias ou até 11 dias. Com mais de 300 espécies de aves e 45 espécies de peixes de água doce, é um dos ecossistemas mais biodiversos da Europa. O que visitar e fazer no Delta do Danúbio Tulcea – A porta de entrada para o delta, onde podes organizar excursões de barco. Sulina – A cidade mais oriental da Roménia, acessível apenas por barco, com praias selvagens no Mar Negro. Floresta Letea – Uma floresta subtropical única, a mais setentrional da Europa, onde vivem cavalos selvagens. Observação de aves – O delta é lar de pelicanos, garças, corvos-marinhos e centenas de outras espécies. Passeios de barco – A melhor forma de explorar os canais estreitos e descobrir aldeias piscatórias tradicionais. Mar Negro A costa do Mar Negro oferece desde resorts modernos até praias selvagens e cidades históricas. Constanța – A maior cidade portuária, com um interessante centro histórico e o Museu de História e Arqueologia. Mamaia – O resort mais famoso, com 8 km de praias de areia fina e vida noturna animada. Vama Veche – Uma vila boémia na fronteira com a Bulgária, famosa pelo seu ambiente alternativo e festivais de música. Mangalia – Uma estância termal com águas sulfurosas e lamas terapêuticas. 2 Mai – Uma pequena vila costeira que mantém um ambiente mais autêntico e tranquilo. Alba Iulia Uma cidade carregada de história, Alba Iulia foi o local da coroação dos reis da Roménia e da unificação do país em 1918. Cidadela Alba Carolina – Uma impressionante fortaleza em forma de estrela construída no século XVIII, uma das maiores e mais bem preservadas da Europa. Catedral da Reunificação – Construída para comemorar a unificação da Roménia, com arquitetura neo-românica. Catedral de São Miguel – Uma joia do gótico transilvano com o túmulo de João Hunyadi. Museu Nacional da União – Documenta a história da unificação romena. Troca da Guarda – Uma cerimónia colorida que acontece diariamente ao meio-dia. Maramureș Uma das regiões mais autênticas da Roménia, onde as tradições seculares ainda fazem parte do quotidiano. Cemitério Alegre de Săpânța – Único no mundo, com cruzes de madeira pintadas em cores vivas e epitáfios humorísticos. Igrejas de Madeira – Oito são Património da UNESCO, com torres impressionantes e interiores ricamente decorados. Sighetu Marmației – A capital da região, com o Memorial das Vítimas do Comunismo. Vale do Iza – Aldeias tradicionais onde ainda se vestem trajes folclóricos aos domingos. Portões de Madeira – Elaboradas entradas esculpidas que são verdadeiras obras de arte popular. Como organizar o teu roteiro na Roménia Se estás a planear uma viagem pela Roménia, pensa bem nos dias de viagem que tens disponíveis. Podes optar por alugar carro na Roménia ou usar transportes públicos. Um carro alugado dá-te liberdade para explorar cidades da Transilvânia, aldeias com igrejas fortificadas e até locais menos turísticos. Temos um artigo completo sobre um roteiro de 8 dias pela Transilvânia que te recomendamos ler, mas aqui ficam mais dicas para 7, 10 e 15 dias. Roteiro de 7 dias Dia 1-2: Bucareste • Chegada e exploração do centro histórico • Visita ao Palácio do Parlamento • Ateneo Romeno e mosteiros • Vida noturna em Lipscani Dia 3: Sinaia • Viagem matinal para Sinaia (2h de comboio) • Castelo de Peleș e Pelișor • Mosteiro de Sinaia • Pernoita em Brașov Dia 4-5: Brașov • Exploração da cidade velha • Excursão ao Castelo de Bran • Subida ao Monte Tâmpa • Visita à Igreja Negra Dia 6: Sighișoara • Viagem para Sighișoara (2h30) • Torre do Relógio e cidadela • Casa de Vlad Țepeș Dia 7: Regresso • Manhã em Sighișoara • Regresso a Bucareste via Brașov • Voo de regresso Roteiro de 10 a 15 dias Dias 1-3: Bucareste e arredores • Exploração completa da capital • Excursão ao Palácio Mogoșoaia • Mosteiro Snagov (túmulo de Vlad Țepeș) Dias 4-5: Sinaia e Brașov • Castelos de Peleș e Bran • Cidadela de Râșnov • Centro histórico de Brașov Dias 6-7: Sighișoara e Sibiu • Cidadela de Sighișoara • Viagem panorâmica até Sibiu • Exploração de Sibiu e Museu ASTRA Dias 8-9: Cluj-Napoca e Alba Iulia • Centro histórico de Cluj • Salina Turda (mina de sal transformada em atração turística) • Cidadela de Alba Iulia Dias 10-12: Maramureș • Cemitério Alegre • Igrejas de madeira • Aldeias tradicionais Dias 13-14: Delta do Danúbio ou Transfăgărășan • Escolhe entre natureza no delta ou aventura nas montanhas • Atividades específicas de cada região Dia 15: Regresso • Viagem para Bucareste • Últimas compras • Voo de regresso Que seguro de viagem escolher para viajar para a Roménia? Viajar com seguro é sempre importante, mas na Roménia torna-se ainda mais essencial devido às atividades de aventura disponíveis, desde caminhadas nas montanhas até observação de ursos. Além disso, apesar do país fazer parte da UE, o sistema de saúde pode apresentar desafios para visitantes estrangeiros. Porque escolher o IATI Standard para viajar para a Roménia O IATI Standard é a escolha ideal para a sua viagem à Roménia, oferecendo: • Cobertura médica até 1.000.000€ – Essencial para qualquer emergência médica, desde uma simples indisposição até situações mais complexas nas zonas montanhosas. • Assistência 24 horas em português – Fundamental num país onde o idioma pode ser uma barreira. • Repatriamento incluído – Garante o seu regresso a Portugal em caso de necessidade médica grave. • Cobertura de bagagem – Protege os seus pertences contra roubo ou danos durante a viagem. • Responsabilidade civil – Importante para atividades ao ar livre e visitas a monumentos históricos. • Opção de cancelamento até 1.500€ – Pode adicionar esta cobertura se contratar o seguro até 7 dias após reservar a viagem. • Sem franquias – Não paga nada do seu bolso em caso de sinistro. O IATI Standard cobre viagens até 186 dias consecutivos, perfeito tanto para férias curtas como para estadias mais longas. Lembre-se de que o seguro deve ser contratado antes de iniciar a viagem. Dicas para visitar a Roménia Com estas dicas, vais ter tudo o que precisas para explorar toda a Roménia de forma segura. Moeda: A moeda oficial é o Leu romeno (RON). 1 EUR equivale aproximadamente a 5 RON. Encontrará casas de câmbio facilmente nas cidades principais. Os cartões são aceites em hotéis e restaurantes das cidades, mas tenha sempre dinheiro para zonas rurais. Fuso horário: A Roménia está 2 horas à frente de Portugal Continental (UTC+2, UTC+3 no verão). Idioma: O romeno é a língua oficial, mas muitos jovens falam inglês. Nas zonas turísticas também encontrará pessoas que falam francês ou italiano. Transportes: • Comboio: A rede ferroviária é extensa mas por vezes lenta. Reserve bilhetes com antecedência para comboios InterCity. • Autocarro: Empresas como FlixBus ligam as principais cidades. • Aluguer de carro: Ideal para explorar a Transilvânia e zonas rurais. Atenção às estradas de montanha. • Táxis e Uber: Disponíveis nas cidades principais. Use sempre o taxímetro ou apps. Internet: Roménia tem uma das melhores coberturas de internet da Europa. Wi-Fi gratuito é comum em cafés e alojamentos. Eletricidade: Tomadas tipo C e F (europeias standard), 230V. Gorjetas: 10% em restaurantes é o habitual se o serviço foi bom. Segurança: O país é geralmente seguro, mas tem as precauções habituais em zonas turísticas. Melhor época para visitar: Maio a setembro para todo o país; dezembro a março para desportos de inverno; julho-agosto pode ser muito quente nas cidades. O que comer, gastronomia imperdível: • Sarmale (rolinhos de couve recheados) • Mici (rolos de carne grelhada) • Ciorbă (sopa azeda tradicional) • Papanași (donuts com natas e compota) • Pălincă (aguardente tradicional) Agora já sabes o que visitar na Roménia, quais os pontos de interesse e como montar o teu roteiro da Roménia. Se ainda tens dúvidas sobre onde ficar ou como organizar os dias pela Roménia, lembra-te: com a IATI tens sempre as melhores recomendações e o seguro de viagem mais completo. Então, prepara já o teu roteiro de viagem pela Roménia e vem descobrir porque a Transilvânia é um dos maiores tesouros da Europa! Perguntas Frequentes sobre a Roménia Pode-se usar euros na Roménia? Embora alguns estabelecimentos turísticos aceitem euros, especialmente em Bucareste e nas principais cidades, a taxa de câmbio aplicada costuma ser desfavorável. É sempre preferível usar a moeda local (RON) para obter melhores preços. As casas de câmbio oferecem taxas competitivas, e os multibancos (ATM) são abundantes nas cidades. Quantos dias preciso para conhecer a Roménia? O mínimo recomendado são 7 dias para conhecer Bucareste e oas principais cidades da Transilvânia. Com 10-15 dias pode explorar com mais calma e incluir regiões como Maramureș ou o Delta do Danúbio. Para uma viagem completa incluindo todas as regiões mencionadas, o ideal seriam 3 semanas. Quais são os documentos necessários para viajar para a Roménia? O Cartão de Cidadão é suficiente? É preciso visto para a Roménia? Para cidadãos portugueses, apenas é necessário o Cartão de Cidadão válido – não é preciso passaporte nem visto, pois a Roménia faz parte da União Europeia. Crianças devem ter o seu próprio Cartão de Cidadão. Recomenda-se levar também o Cartão Europeu de Seguro de Doença, embora um seguro de viagem privado como o IATI Standard ofereça coberturas muito superiores. A Roménia é um país seguro para viajar? Sim, é um país seguro para turistas. O índice de criminalidade é baixo e os romenos são conhecidos pela sua hospitalidade. Como em qualquer destino turístico, tenha atenção aos seus pertences em locais movimentados e evite exibir objetos de valor. Os principais riscos estão relacionados com atividades na natureza (caminhadas em montanha, encontros com vida selvagem), pelo que um bom seguro de viagem é essencial. Qual a melhor altura do ano para viajar pela Roménia? Primavera (abril-junho) e outono (setembro-outubro) são ideais, com temperaturas agradáveis e menos turistas. Verão (julho-agosto) é perfeito para montanhas e natureza, mas pode ser muito quente nas cidades e com mais turistas nos principais pontos. Inverno (dezembro-março) é excelente para desportos de inverno em Poiana Brașov ou Sinaia, mas muitas estradas de montanha estão fechadas, incluindo a Transfăgărășan. Para o Delta do Danúbio, maio-junho e setembro são os melhores meses para observação de aves.

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O que visitar em Paris em 2 dias

O que visitar em Paris em 2 dias

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Se estás a pensar fazer uma escapada à “Cidade do Amor”, chegaste ao local certo. Aqui vamos contar-te o que ver em Paris em 2 dias ou num fim de semana. Não é muito tempo, mas é suficiente para ficares com um bom sabor na boca se for a primeira vez a explorar a cidade. Continua a ler porque na IATI, especialistas em seguros de viagem, vamos contar-te o que fazer num fim de semana em Paris com todo o detalhe. On y va! Vamos! O que ver e fazer em Paris num fim de semana? Vamos começar pelo mais óbvio: num fim de semana em Paris não consegues ver tudo. Mesmo com uma semana completa, ainda sentirias que a capital francesa tem muito mais para ver. No entanto, também não te stresses. Com 2 dias em Paris (ou 2,5 dias) tens para tirar muito partido e pode servir como uma primeira aproximação. Para além de passear pelas suas ruas e ver básicos como a Torre Eiffel ou Notre Dame, em Paris há museus incríveis como o Louvre, o d’Orsay ou o Pompidou aos quais se tem de dedicar tempo. Por isso, o mais importante é priorizar conforme os teus gostos e não tentar fazer uma maratona. Paris é uma cidade que recordarás também pelo seu ambiente, por isso pensa em fazer o que mais te entusiasma e acertarás. Em qualquer caso, o itinerário de 2 dias em Paris que desenhámos passa pelos principais atractivos da cidade e tem em conta que chegas na sexta-feira ao meio-dia ou à tarde e regressas a casa no domingo à tarde/noite, o mais habitual. Se tiveres mais ou menos tempo, poderias adaptá-lo sem problemas. Por outro lado, é uma lista de coisas que fazer em Paris num fim de semana se for a primeira vez que vens. Como verás, passamos pelos seus principais ícones, por isso, se já estiveste, possivelmente preferes investigar outros cantos. Pronto? Agora detalhamos a rota por Paris num fim de semana. Rota de Fim de Semana em Paris: Sexta-feira à Tarde Bienvenue! Segundo o horário de chegada do teu voo/comboio, disporás de mais tempo ou menos, mas aqui deixamos algumas sugestões para aproveitares esta tarde em Paris. Se chegares de avião, não percas o nosso guia sobre como ir dos aeroportos de Paris ao centro da cidade. • Torre Montparnasse: apesar de o edifício não ser muito bonito, as vistas que se obtêm do 56º andar são incríveis. Por isso, servir-te-á para teres uma primeira imagem de Paris a voo de pássaro. Se conseguires subir ao pôr do sol, gostarás ainda mais. • Jardins do Luxemburgo: possivelmente um dos jardins mais bonitos de Paris e que costuma estar muito animado a qualquer hora. • Bairro Latino: podes dar um passeio por esta interessante e viva zona. Se ainda estiver aberta, não deixes de ir à livraria Shakespeare and Company. Aqui podes jantar em sítios como La Jacobine, La Crêpe Rit du Clown ou L’Épidon. Até, se tiveres vontade de festa ou de tomar um copo, este bairro é bom local. • Passeio pela margem do Sena: acaba o dia dando um passeio pelo Sena até que o corpo peça descanso. Amanhã começamos a nossa rota de Paris em 2 dias. Dia 1 em Paris (Sábado) Após um bom croissant ou pain au chocolat para te encheres de energia, recomendamos que comeces o teu itinerário por Paris em 2 dias pelos locais que te vamos contar a seguir. Pusemo-los na ordem em que nós o faríamos, embora, claro, possas modificar segundo os teus gostos, as combinações de transporte que melhor te convenham segundo o teu hotel ou outras circunstâncias. • Praça do Trocadero e a Torre Eiffel: que melhor maneira de começar o teu fim de semana em Paris que com vistas da Torre Eiffel? Um dos melhores locais para o fazer é esta praça, com um miradouro directo para ela. Depois, caminha pelos Jardins do Trocadero até chegares aos pés de Madame Eiffel e subir até ao 2º ou 3º piso. Recomendamos fazer a reserva com antecedência para poupares tempo em filas. Depois, desfruta da panorâmica da torre e faz que a tua câmara deite fumo desde o Campo de Marte. • Arco do Triunfo: podes caminhar (uns 30′) ou apanhar o metro (uns 20′) até ao Arco do Triunfo, outro dos ícones que ver em Paris em 2 dias. Se te animares, podes subir ao miradouro que há no arco, do qual se obtêm umas vistas estupendas dos Campos Elísios. • Campos Elísios: caminha por esta mítica avenida até à Praça da Concórdia contemplando a beleza dos seus edifícios e a opulência das suas lojas. Se te apetecer descobrir alguns locais de interesse fazendo um pequeno desvio, verás que o Petit Palais, o Grand Palais, o Palácio da Descoberta ou a Ponte Alexandre III te ficam relativamente perto. • Praça da Concórdia: outra das icónicas praças de Paris, com o seu obelisco de Luxor, de mais de 3.000 anos de antiguidade, duas monumentais fontes e, como edifícios a destacar, a sede do Ministério da Marinha e o Hotel de Crillon, um dos mais antigos e luxuosos do mundo. Como certamente te entrou fome, poderias procurar para comer nesta zona. Um bom restaurante de gastronomia francesa é Contraste e, para pôr a nota doce, os macarons de Ladurée. • Jardim das Tulherias: aproveita para baixar a comida no jardim à francesa mais importante e mais antigo da cidade. • Ilha da Cité: se as pernas te derem, podes andar (aprox. 30′) ou apanhar o metro (uns 10′) até à Ilha da Cité, no coração do rio Sena. Se optares por caminhar, desfrutarás do rio e das suas bonitas pontes, com a Pont Neuf e a Pont des Arts como referências. Na ilha aconselhamos-te a entrar na Igreja de Sainte-Chapelle e contemplar a Catedral de Notre Dame (ainda em reconstrução). • Passeio de barco pelo Sena: para finalizar o dia, podes dar um passeio pelo rio nos barcos que saem do porto que há junto à Pont Neuf. Se na sexta-feira não tiveste tempo, também poderias acabar este primeiro dia do teu fim de semana em Paris passeando pelo Bairro Latino, que te fica ao lado. Dia 2 em Paris (Domingo) Como no caso da sexta-feira, este segundo dia do teu fim de semana em Paris dependerá muito do horário do teu voo de volta a casa. Se tiveres boa parte do dia, a nossa recomendação seria que não te perdesses os seguintes locais: • Museu do Louvre: aconselhamos que estejas antes das 9h na porta, quando abre um dos museus mais conhecidos do planeta. Casa de obras tão conhecidas como a Mona Lisa, a Vénus de Milo ou o Código de Hammurabi, precisarás de umas 3 horas para ver “o imprescindível”. Tem em conta que o Louvre fecha às terças-feiras. • Praça Vendôme: em apenas 15 minutos a caminhar estarás no epicentro do luxo em Paris. No centro encontra-se a coluna Vendôme, levantada por Napoleão em 1810. Muito pertinho fica-te a Igreja da Madeleine, que, apesar de construída entre os séculos XVIII e XIX, parece mais bem um templo da Antiga Grécia. • Ópera Garnier: a poucos passos está este precioso edifício mandado construir por Napoleão III. Se tiveres tempo, podes visitar o seu interior. • Galerias Lafayette Haussmann: demorarás apenas 5 minutos a chegar a estas míticas galerias comerciais, possivelmente uma das mais belas do mundo graças à sua espectacular cúpula. Não percas as vistas desde o terraço do telhado, a entrada é gratuita. Conta com restaurantes e bares, para o caso de quereres fazer uma paragem. • Sacré Coeur e Montmartre: outra coisa que fazer em Paris em 2 dias é passear pelo boémio bairro de Montmartre, com a Basílica do Sagrado Coração como principal atracção. Depois de a visitares (podes subir de funicular), recomendamos ir até à Place du Tertre, o coração do bairro, e caminhar até ao icónico Moulin Rouge passando pelo fotogénico Muro dos Eu Te Amo. Locais Emblemáticos Adicionais a Considerar Se tiveres mais tempo ou quiseres substituir algum dos locais mencionados, aqui tens outras opções emblemáticas de Paris: Panteão: onde repousam personalidades como Voltaire, Rousseau, Marie e Pierre Curie. Museu d’Orsay: com a melhor colecção de arte impressionista do mundo. Centre Pompidou: para os amantes de arte contemporânea. Praça da Bastilha: local histórico da Revolução Francesa. Praça des Vosges: a mais antiga praça planeada de Paris, no bairro do Marais. Catacumbas de Paris: uma experiência única no subsolo da cidade. Versalhes: uma excursão de dia inteiro ao palácio mais famoso de França. Torre Saint-Jacques: uma torre gótica solitária com história fascinante. Passeio pelo Marais: um dos bairros mais charmosos de Paris. 🥐 Comida típica de Paris: Os pratos que não podes perder 🥐8 Miradouros em Paris 🥐10 razões para visitares Paris Conselhos para Organizar um Fim de Semana em Paris Esperamos que esta rota por Paris num fim de semana te tenha agradado. Para a tornares realidade de uma forma mais cómoda, preparámos estes conselhos: • Para optimizar os traslados, o melhor é que te ponhas com um mapa. Como viste no de cima, tratámos de fazer a rota tendo em conta as distâncias, mas talvez tenhas outras preferências. • Soa óbvio, mas precisarás de verificar os horários e datas de abertura e fecho das atracções turísticas. No caso de sítios com muita afluência de turismo, também é aconselhável reservar os bilhetes com antecedência para os horários que melhor te calhem e assim não investir tanto tempo a fazer filas. • Para perderes menos tempo, também poderias reservar nos restaurantes nos quais estejas interessado, sobretudo se forem muito conhecidos. • Aconselhamos que vejas se te interessa comprar o passe para o autocarro turístico ou o cartão Paris Pass (inclui 1 dia de autocarro turístico). Apesar de não seres fã deste tipo de coisas, para um par de dias podem poupar-te bastante tempo e dinheiro. • Se planeares um fim de semana em Paris para finais da primavera, verão ou finais do outono, render-te-á muito mais, já que terás mais horas de sol. • Procura buscar um alojamento perto de uma estação de metro, facilitar-te-á muito as coisas. Uma boa zona para se alojar é Le Marais. • O que levar para um fim de semana em Paris? Calçado muito cómodo sobretudo e, segundo o momento do ano em que visites a cidade, roupa abrigada ou transpirável. Procura levar o básico para não teres de despachar bagagem e assim poupares um pouco. Seguro de viagem para Paris, é preciso? Apesar de estarmos dentro da Europa, é muito aconselhável contratar um seguro de viagem para França. Para um fim de semana em Paris, recomendamos especialmente o IATI Escapadinhas, o nosso melhor seguro de viagem para aventuras por Portugal e Europa. Este seguro é perfeito para quem quer explorar Paris sem sobressaltos, oferecendo: • Cobertura médica até 50.000€ – muito superior ao que o Cartão Europeu de Seguro de Doença pode cobrir • Tele-assistência médica – para que não tenhas de ir ao médico se não for imprescindível • Cobertura para actividades de aventura – se planeares fazer senderismo pelos parques de Paris ou actividades mais activas • Protecção contra roubo – importante numa cidade turística como Paris • Cancelamento opcional até 1.000€ – para protegeres o teu investimento na viagem • Cobertura para animais de estimação – se viajares com o teu companheiro de quatro patas Como assinala o Ministério dos Negócios Estrangeiros, “o Cartão Europeu de Seguro de Doença não isenta portanto desta parte de comparticipação, que no entanto pode ser coberta mediante apólices privadas de seguro de viagem”. Os custos de comparticipação em França costumam ser bastante mais elevados que o custo de uma apólice para um fim de semana. Importante: O IATI Escapadinhas não pode ser contratado no destino, uma vez iniciada a viagem, por isso não te esqueças de o contratar antes da partida!

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Mesquitas imprescindíveis para ver em Istambul

Mesquitas imprescindíveis para ver em Istambul

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Genuína, irrepetível, fascinante… Viajar a Istambul e conhecer a que foi capital de três impérios é o sonho de qualquer viajante. Pela sua localização entre dois continentes, pela hospitalidade da sua gente e, sobretudo, pelo seu sedutor cocktail de história e arte no qual se destacam as suas mais de 3.000 mesquitas. Como visitá-las todas resultaria numa tarefa titânica, hoje desde a IATI Seguros propomos-te uma rota que inclui as mesquitas imprescindíveis que deves ver e outras menos conhecidas, mas igualmente interessantes. Porque cada uma é única e porque pensar que, vistas algumas, vistas todas, seria um grande erro. Conselhos para visitar as mesquitas em Istambul O primeiro que deves saber é que na Turquia a religião muçulmana é muito mais flexível e tolerante do que noutros países. Prova disso é que a maioria das mesquitas de Istambul podem ser visitadas. Embora a entrada seja gratuita, se quiseres, podes deixar um donativo à saída para contribuir para a sua conservação. Como manda a tradição islâmica, há que entrar descalço – podes deixar os sapatos na entrada ou metê-los num saco e levá-los contigo. As mulheres devem levar os ombros e o cabelo tapados e, embora em muitas mesquitas emprestem roupa para te cobrires, o mais prático é levares sempre um lenço na mochila. O resto é apenas senso comum: mostrar respeito, não fazer fotografias onde esteja proibido, tentar passar despercebido e guardar silêncio. Agora sim. Já estás pronto. Acompanhas-nos nesta rota por Istambul que combina fé e arquitetura muçulmana? O melhor seguro para visitar Istambul A assistência médica na Turquia tem um preço realmente elevado para o turista. É por isso que até o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste na grande importância de contar com um seguro de viagem à Turquia que te proteja durante toda esta aventura. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino. Este seguro de viagem de aventura foi especialmente concebido para aqueles que saem para ver o mundo, oferecendo: • Até 1.000.000€ em despesas médicas – fundamental num país onde os custos de saúde são elevados para turistas • Cobertura para mais de 60 desportos e atividades de aventura – perfeita para quem quer explorar a Turquia de forma ativa • Mergulho até 40m de profundidade – ideal se planeias explorar a costa turca • Caminhadas até 5.400m de altura – para os amantes do trekking na Capadócia • Busca e salvamento – tranquilidade total durante a tua aventura • Cobertura opcional de cancelamento até 2.000€ • Suplemento IATI AirHelp com indemnização até 600€ por problemas com voos Além de te assegurar ser atendido pelos melhores profissionais sem pagares nada do teu bolso, cobre-te também em casos como roubo, problemas com a tua bagagem, voos e até mesmo ao praticares desportos de aventura. Viaja com a tranquilidade que mereces – não te arrisques na Turquia! ✈️ É seguro viajar para a Turquia? ✈️ Documentos e requisitos para viajar para a Turquia em 2025 As mesquitas imprescindíveis de Istambul Santa Sofia (Museu Hagia Sophia) Após ser a maior igreja do mundo cristão graças ao imperador Justiniano, e a principal mesquita de Istambul durante 400 anos, Santa Sofia ostenta agora a categoria de museu. E fá-lo mostrando o soberbo legado de quantos passaram por ela: mosaicos bizantinos, vitrais, medalhões, a sua espetacular cúpula que desafia a gravidade, as lâmpadas de bronze que iluminam a sua colossal fisionomia… Qualquer adjetivo fica aquém para descrever esta joia arquitetónica de dois andares que te espera no bairro de Sultanahmet, no coração da velha Istambul. Uma curiosidade: dizem que, se introduzires o polegar no buraco da Coluna dos Desejos e o fizeres girar completamente no sentido dos ponteiros do relógio, o teu desejo realizar-se-á. Mesquita Azul (Sultan Ahmet Camii) Mesmo em frente a Santa Sofia encontra-se a Mesquita Azul, a maior, a mais visitada e, para muitos, a mais bela de Istambul. Nesta obra-prima do arquiteto Mehmet Aga tudo é perfeito, tudo é simétrico, tudo é único. Como os seus seis minaretes que forçaram que Meca erguesse um sétimo alminar para demonstrar a sua hegemonia, como o seu grande pátio central, os seus vitrais venezianos, os seus tapetes tecidos nos teares imperiais ou como os 20.000 azulejos de Iznik que lhe conferem a cor azul que lhe dá nome. Motivos mais do que suficientes para que lhe dediques uma visita pausada, não te parece? Pequena Santa Sofia (Küçük Ayasofya) Embora não costuma aparecer no top ten de mesquitas de Istambul, resistimos a deixar no tinteiro a Pequena Santa Sofia já que além disso está muito perto, a menos de dez minutos da Mesquita Azul. Porquê recomendamos a sua visita? Porque é o único templo da cidade no qual se pode subir à galeria superior para apreciar completamente a harmonia da sua estrutura. E porquê Pequena Sofia? Porque também abriu as suas portas como igreja por ordem de Justiniano e daí que o seu exterior se pareça muito com Santa Sofia. Um conselho: aproveita para dar uma volta pela zona e espreita entre as oficinas de artesãos e as bancas de livros em segunda mão que te vão aparecer pelo caminho. Mesquita de Solimão o Magnífico (Süleymaniye Camii) No século XVI, Solimão o Magnífico, o mais rico dos sultões otomanos, quis demonstrar o seu poder erguendo uma mesquita que se destacasse no skyline de Istambul e que fizesse jus ao seu nome. Para isso encarregou a sua construção a Mimar Sinan, o melhor arquiteto do império, e decidiu localizá-la numa das colinas que dominam o Corno de Ouro, o porto natural que separa a cidade antiga da moderna Istambul. Tão brilhante foi o resultado que o próprio Sinan quis ser enterrado nos seus jardins. Se após visitá-la saíres pela porta que dá para o estuário, esta cidade, habituada a mudar o curso da história, oferecer-te-á uma panorâmica escandalosamente bonita. Mesquita Nova (Yeni Camii) Outro dos templos muçulmanos que merece toda a tua atenção é a Mesquita Nova. Encontrá-la-ás no bairro de Eminönu, em frente à Ponte de Gálata e mesmo ao lado do Bazar das Especiarias. Que o seu nome não te leve ao engano porque começou a construir-se em 1597 e, de facto, demoraram quase setenta anos a acabá-la pelos problemas que supôs erguê-la junto ao mar. O resultado salta à vista. Uma obra imperial, repleta de abóbadas que se diria pretendem tocar o céu, situada às margens do Corno de Ouro. E no seu interior: ouro, mármore, delicados vitrais e azulejos. Agora já sabes porquê é uma das mais fotografadas de Istambul. Mesquita de Rüstem Paşa (Rüstem Pasha Camii) Eminönu também esconde outra joia, a mesquita de Rüstem Paşa. E dizemos esconde porque está situada por cima de um antigo complexo de lojas do mercado Tahtakale e não é fácil encontrá-la. Em qualquer caso, o esforço vale a pena porque aqui o grande Mimar Sinan não poupou talento nem recursos. Localiza a entrada, sobe por escadas estreitas e descobre as paredes revestidas de azulejos mais belas da cidade. Mesquita de Eyüp Sultan (Eyüp Sultan Camii) Se estás interessado em aprofundar a cultura islâmica, tens um encontro marcado em Eyüp. Aqui, fora das muralhas da antiga Constantinopla, encontrarás o bairro mais conservador de Istambul que se articula em torno da mesquita que lhe dá nome. Crianças vestidas de branco que celebram o dia da sua circuncisão, devotos peregrinos, mulheres que oram no pátio central… Tudo em Eyüp Sultan exala um grande fervor religioso, o que lhe confere albergar o túmulo de Ayyub Al-Ansari, o porta-estandarte do profeta Maomé. Durante a tua estadia em Istambul de certeza que te aproximarás do Café Pierre Loti em busca do seu famoso miradouro, então, de subida ou de descida, não te esqueças de visitar este espaço sagrado para o islão. Mesquita de Fatih (Fatih Camii) Em qualquer listagem de imprescindíveis também não pode faltar Fatih, a primeira mesquita imperial que se construiu em Istambul. Neste grande centro cultural e religioso, que domina uma das sete colinas da cidade, está o túmulo do sultão otomano que a mandou construir, Mehmet II Fatih, o conquistador de Constantinopla, e tal como Eyüp é um templo muito importante para a fé muçulmana. O mais destacado: a sua requintada decoração inspirada na obra de Minar Sinan. Mesquita de Mihrimah Sultan (Mihrimah Sultan Camii) Embora seguramente chegues à parte asiática para presenciar o famoso pôr do sol que se contempla desde Üsküdar, não deixes de visitar a mesquita de Mihrimah Sultan e a Yeni Valide porque ambas são um magnífico exemplo de külliyes, os complexos religiosos que os sultões construíam para as suas filhas. Não passes por alto a nossa última recomendação. Apanha o ferry, cruza o estreito do Bósforo e salta de continente. Não te vais arrepender. Os minaretes adornam o seu perfil, as suas cúpulas desafiam a gravidade e com a chamada à oração a antiga Bizâncio desperta todos os dias.Do que estás à espera para conhecer as mesquitas mais importantes da mágica Istambul?

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Ponta Delgada e São Miguel: guia completo para conhecer esta ilha açoreana

Ponta Delgada e São Miguel: guia completo para conhecer esta ilha açoreana

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Imagina-te num local onde o verde da natureza se encontra com o azul profundo do Atlântico, onde os vulcões adormecidos criaram paisagens de sonho e onde a hospitalidade açoriana te fará sentir em casa. Bem-vindos a São Miguel e à sua encantadora capital, Ponta Delgada, um destino que cada vez mais conquista viajantes de todo o mundo. Hoje desde a IATI, líderes em seguros de viagens, trazemos-te várias dicas sobre o que ver, onde comer, experiências a não perder em São Miguel e na sua capital. Porque visitar Ponta Delgada e São Miguel São Miguel, conhecida como a “Ilha Verde”, é a maior ilha do arquipélago dos Açores e oferece uma experiência única que combina a tranquilidade de uma cidade costeira com a emoção da descoberta de maravilhas naturais. A ilha de São Miguel é um verdadeiro paraíso natural, onde podes observar baleias no seu habitat natural, relaxar em águas termais vulcânicas, admirar lagoas de cortar a respiração e saborear uma gastronomia única. É um destino que oferece quatro estações num só dia, uma característica que adiciona magia a cada momento da tua viagem. Ponta Delgada, a sua capital, serve como porta de entrada para aventuras que ficarão gravadas na memória para sempre. Quando visitar São Miguel A melhor altura: Maio a setembro, quando as temperaturas são mais amenas (18-25°C) e há menos precipitação. Para observação de baleias: Abril a junho é o período ideal, quando um terço das espécies de cetáceos do mundo passa pelas águas açorianas. Época baixa: Outubro a abril oferece preços mais económicos, embora com maior probabilidade de chuva. Dica importante: O tempo nos Açores é imprevisível. Traz sempre um impermeável e roupa para diferentes condições climáticas! Como chegar e deslocar-se Cada vez existem mais companhias aéreas a operar entre Portugal continental e os Açores. Hoje em dia já podes escolher entre a SATA, a TAP e a Ryanair para voares para São Miguel, com partidas desde o Porto e Lisboa. O voo dura cerca de 2h30. O aeroporto de São Miguel chama-se João Paulo II (PDL), e está a apenas 4km do centro de Ponta Delgada Deslocar-se do aeroporto para o centro • Táxi: 8-10€ (a opção mais prática) • Transfer privado: 25€ (até 4 pessoas) • ANC Aerobus: 4,50€ por pessoa Mobilidade na ilha Imprescindível: Alugar carro é essencial para aproveitares ao máximo São Miguel. As empresas locais oferecem os melhores preços e serviço, com tarifas a partir de 25€/dia. *os preços podem variar com a inflação ou consoante a época do ano. O que visitar em Ponta Delgada 1. Portas da Cidade O cartão-postal mais icónico de Ponta Delgada. Estes três arcos, construídos em 1783, simbolizam a entrada nos Açores. A praça que os rodeia é perfeita para fotografias e oferece uma introdução perfeita à arquitetura vulcânica açoriana. 2. Centro Histórico Percorre as ruas empedradas e descobre: • Igreja Matriz de São Sebastião: Com o seu impressionante portal manuelino • Torre Sineira: Sobe os 106 degraus para uma vista panorâmica de 360° da cidade • Largo da Matriz: O coração pulsante da cidade, rodeado de esplanadas 3. Convento e Capela de Nossa Senhora da Esperança O local mais visitado de Ponta Delgada, onde se venera o Senhor Santo Cristo dos Milagres. Os azulejos do século XVIII e a talha dourada são de tirar o fôlego. 4. Mercado da Graça Mergulha na cultura local e experimenta os autênticos queijos das nove ilhas do arquipélago, onde cada ilha oferece sabores únicos e tradicionais. Não percas a oportunidade de provar o famoso ananás dos Açores, cultivado em estufas com um método único no mundo que reproduz as condições climáticas da América do Sul. O mercado está repleto de produtos regionais autênticos que refletem a riqueza gastronómica açoriana, desde conservas artesanais a doces tradicionais. 5. Avenida Infante Dom Henrique O passeio marítimo renovado é o coração pulsante de Ponta Delgada, onde encontras uma excelente seleção de restaurantes com vista privilegiada para o oceano Atlântico. É daqui, da marina, que partem os barcos para as excursões de observação de baleias e golfinhos. Podes ainda refrescar-te na piscina oceânica ou simplesmente desfrutar do ambiente que se mantém animado tanto durante o dia quanto pela noite, com uma atmosfera cosmopolita que atrai locais e visitantes. Experiências imperdíveis em São Miguel Observação de baleias e golfinhos Uma das experiências mais emocionantes que podes viver. São Miguel está localizada numa das melhores zonas do mundo para avistamento de cetáceos. O que podes ver: • Baleias-azuis (as maiores do planeta) • Cachalotes • Várias espécies de golfinhos • Baleias-sardinheiras Dicas: • Escolhe tours matinais (3 horas de duração) • Opta por empresas éticas que respeitam as distâncias de segurança • Leva protetor solar e roupa quente Lagoa das Sete Cidades Uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, esta caldeira vulcânica abriga duas lagoas de cores diferentes: a Azul e a Verde. Como aproveitar: • Miradouro da Vista do Rei (vista clássica) • Kayak nas águas tranquilas • Caminhada pelas margens • Visita à Igreja de São Nicolau Lagoa do Fogo Localizada no centro da ilha, é considerada a lagoa mais selvagem de São Miguel. Experiências: • Trilho até à lagoa • Miradouros com vistas espetaculares • Praia de areia vulcânica na lagoa Furnas: o vale das maravilhas geotérmicas Uma experiência única onde poderás saborear o famoso “Cozido das Furnas”, um prato extraordinário cozinhado durante seis horas no solo vulcânico, aproveitando o calor natural da terra. Depois de uma refeição memorável, relaxa nas águas termais do Terra Nostra, com temperaturas entre 25-35°C. A aventura continua com a visita às impressionantes fumarolas e nascentes de água quente que borbulham diretamente da terra, criando um espetáculo natural fascinante. Para completar esta experiência sensorial, experimenta o chá cultivado na única plantação de chá da Europa, onde podes aprender sobre este processo único e degustar diferentes variedades. Praias e piscinas naturais As praias de areia vulcânica negra oferecem um cenário único: • Praia das Milícias: A mais popular entre os locais • Praia do Pópulo: Ideal para famílias • Mosteiros: Com piscinas naturais e vista para os ilhéus • Ponta da Ferraria: Piscinas termais naturais onde o mar encontra as águas quentes vulcânicas Sabores dos Açores Viajar não é só conhecer os pontos turísticos e tirar fotos para as redes sociais. Viajar é, cada vez mais, provar a gastronomia da terra que visitamos! Não deixes de provar algum dos pratos que te recomendamos. Pratos imperdíveis • Bife à Regional: O prato rei dos Açores, servido com molho especial, alho e pimenta da terra • Cozido das Furnas: Cozinhado durante 6 horas no solo vulcânico • Lapas grelhadas: Frutos do mar locais grelhados na brasa • Queijo de São Jorge: Um dos melhores queijos do mundo • Ananás dos Açores: Doce e aromático, cultivado em estufas centenárias Restaurantes recomendados • A Tasca: Ambiente autêntico, famoso pelas lapas • Restaurante Alcides: O bife regional mais famoso de Ponta Delgada • O Galego: Considerado por muitos como tendo o melhor bife da ilha • Tasca Mané Cigano: Chicharros fritos que não vais esquecer Roteiro de 5 Dias por São Miguel Para facilitar a tua estadia na ilha, decidimos criar um pequeno roteiro de 5 dias por São Miguel. Este é um exemplo de como poderás dividir os teus dias na ilha, mas podes sempre fazer alterações conforme o que já conheces, não tens interesse ou onde queres passar mais tempo. Dia 1: Chegada e Ponta Delgada • Manhã: Explorar o centro histórico • Tarde: Visita ao Mercado da Graça e Jardim António Borges • Noite: Jantar na zona histórica Dia 2: Costa Oeste e Sete Cidades • Manhã: Lagoa das Sete Cidades e miradouros • Tarde: Mosteiros e piscinas naturais • Final do dia: Pôr do sol na Ponta da Ferraria Dia 3: Observação de Baleias e Relaxamento • Manhã: Tour de observação de baleias (3h) • Tarde: Praias de Ponta Delgada ou spa no hotel • Noite: Gastronomia local Dia 4: Furnas e Zona Central • Manhã cedo: Partida para Furnas • Meio-dia: Almoço do cozido das Furnas • Tarde: Terra Nostra e fumarolas • Final do dia: Lagoa do Fogo Dia 5: Costa Norte e Chá • Manhã: Plantações de chá Gorreana • Tarde: Ribeira dos Caldeirões • Compras de últimos souvenirs Dicas essenciais para Viajantes O Que Levar • Roupa para diferentes condições climáticas • Calçado de caminhada impermeável • Fato de banho • Protetor solar e chapéu • Impermeável de qualidade • Máquina fotográfica à prova de água Orçamento Estimado (por pessoa/dia) • Económico: 50-70€ (hostel, refeições locais, atividades básicas) • Médio: 80-120€ (hotel 3*, restaurantes, tours) • Premium: 150€+ (hotel 4/5*, experiências exclusivas) Apps Úteis • SpotAçores: Webcams em tempo real para verificar o tempo • Windy: Previsão meteorológica detalhada • Maps.me: Mapas offline para trilhos Prepara-te para quatro estações num só dia, para a hospitalidade genuína dos açorianos, para sabores únicos e para paisagens que parecem saídas de um postal. São Miguel não é apenas uma ilha, é um mundo inteiro de descobertas à tua espera! A Importância de um seguro de viagem para São Miguel Quando planeias uma aventura em São Miguel, estás a preparar-te para atividades únicas: mergulhar em águas termais vulcânicas, fazer trekking em crateras de vulcões, navegar no Atlântico para observar baleias e explorar grutas de lava. Estas experiências extraordinárias, embora seguras quando bem acompanhadas, requerem uma proteção adequada. O IATI Escapadinhas foi especialmente concebido para aventuras em Portugal e Europa, tornando-se a opção ideal para a tua viagem aos Açores. Coberturas específicas para São Miguel: 🌊 Atividades Aquáticas: • Cobertura para snorkeling e mergulho • Proteção durante tours de observação de baleias • Segurança em piscinas naturais e termas 🥾 Turismo Ativo: • Trekking nas caldeiras vulcânicas • Caminhadas pelos trilhos de São Miguel • Atividades de natureza e aventura 🚗 Mobilidade: • Cobertura para viagens de carro alugado • Proteção contra roubo no interior do veículo • Motorista profissional se necessário 🏥 Assistência Médica Completa: • Até 50.000€ em despesas médicas • Tele-assistência 24h • Repatriamento se necessário 🎒 Proteção de Viagem: • Bagagem e equipamentos fotográficos • Cancelamento opcional até 1.000€ • Responsabilidade civil • Assistência para animais de estimação Vantagens Exclusivas: 1. Cobertura Específica para Cicloturismo: Ideal se quiseres explorar São Miguel de bicicleta 1. Proteção para Autocaravanas: Perfeito para roadtrips pela ilha 1. Sem Franquias: Proteção total sem surpresas 1. Ativação Instantânea: Cobertura desde o momento da contratação Porque escolher o IATI Escapadinhas? Experiência Especializada: A IATI é líder em seguros de viagem, com mais de 135 anos de experiência protegendo viajantes. Foco em Aventura: Ao contrário de seguros genéricos, o IATI Escapadinhas compreende as necessidades específicas de quem procura experiências autênticas. Assistência 24h em Português: Apoio na tua língua, sempre que precisares. Sem Limite de Idade: Proteção para toda a família. Preço Acessível: A partir de apenas alguns euros por dia, tens proteção completa. Como funciona na prática Imagina que durante um trilho na Lagoa do Fogo torces o tornozelo, ou que durante a observação de baleias te sentes enjoado e precisas de assistência médica. Com o IATI Escapadinhas, basta uma chamada telefónica e tens assistência imediata, sem burocracias ou custos adicionais. Contratação Simples 1. Online: Processo 100% digital 1. Imediato: Cobertura ativa desde a contratação 1. Flexível: Podes escolher as coberturas adicionais que precisas 1. Transparente: Sem letra pequena ou surpresas Nota Importante: O IATI Escapadinhas não pode ser contratado no destino, apenas antes da viagem.

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As 15 melhores coisas para ver e fazer em Edimburgo

As 15 melhores coisas para ver e fazer em Edimburgo

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A capital da Escócia, Edimburgo, mal ultrapassa o meio milhão de habitantes, mas todos os anos mais de 4 milhões de turistas visitam-na, atraídos pela sua fabulosa combinação de arquitectura medieval, história e espaços verdes. Se nos permites, hoje na IATI, especialistas em seguros de viagem para o Reino Unido, vamos recomendar-te as 15 atividades e locais imprescindíveis que deverias ver e fazer em Edimburgo, sem desculpas. Acompanhas-nos? O que ver e fazer em Edimburgo Castelo de Edimburgo O castelo de Edimburgo ergue-se sobre um promontório rochoso e oferece algumas das melhores vistas da cidade e do estuário do rio Forth. É a atracção turística mais visitada da cidade e isto significa que pode encher-se completamente no Verão. Mas também que é possivelmente um dos melhores lugares para ver em Edimburgo. Esta fortaleza enorme é tão grande que precisarás pelo menos entre duas a três horas para a veres razoavelmente bem. O que não podes perder? Por esta ordem: as Jóias da Coroa e a Pedra do Destino, os apartamentos reais, o Grande Salão, o tiro de canhão da uma da tarde, a capela de Santa Margarida, o Museu dos Prisioneiros de Guerra e o Museu Nacional da Guerra. Desfruta! Scott Monument e Princes Street Gardens O Scott Monument é um monumento gótico vitoriano ao autor escocês Sir Walter Scott, sendo o segundo maior monumento a um escritor no mundo. Ergue-se nos Princes Street Gardens em Edimburgo, e a torre, de cor enegrecida, confere-lhe uma beleza sinistra. A torre está decorada com 64 figuras que representam várias personagens dos romances do escritor. Podes subir os 287 degraus em espiral até ao topo para obteres vistas deslumbrantes da cidade. Os próprios Princes Street Gardens são um oásis verde no centro da cidade, perfeitos para um piquenique ou simplesmente para relaxar. A Royal Mile Com 1,81 km de comprimento (o equivalente a uma “milha escocesa”), a Milha Real liga o castelo de Edimburgo ao Palácio de Holyrood há mais de 500 anos. Nem sempre se chamou assim e é fácil ver que cada um dos seus troços tem o seu próprio nome (High Street, Canongate, Lawnmarket, etc.), mas hoje quase toda a gente se refere a ela com este nome tão cheio de glória. Às vezes pode estar mais movimentada que as Ramblas de Barcelona, mas passear por ela, na direcção que quiseres, é uma das melhores coisas a fazer em Edimburgo porque te permitirá admirar a arquitectura medieval que tornou a cidade merecedora de ser Património Mundial da UNESCO. Não te esqueças de parar para curiosear na antiga igreja de The Tron, comprar alguma lembrança nas muitas lojas de recordações que há por todo o lado, nem te perderes pelos “closes”, essas vielas medievais que te permitirão viajar ao passado sem teres de te meter numa máquina do tempo. Greyfriars Kirkyard Um dos cemitérios mais famosos do mundo, Greyfriars Kirkyard é conhecido pela história do cão Bobby, que permaneceu junto ao túmulo do seu dono durante 14 anos. Mas além desta história tocante, o cemitério é também um local atmosférico cheio de história, com túmulos que datam do século XVI. É aqui que J.K. Rowling encontrou inspiração para alguns nomes das suas personagens de Harry Potter, incluindo Tom Riddle. As visitas nocturnas são particularmente populares entre os caçadores de fantasmas. Grassmarket e os seus pubs Descendo pela Victoria Street (rua famosa por ser uma das inspirações para Diagon Alley, na saga de livros de “Harry Potter”) chegarás ao Grassmarket. Esta grande praça alongada à sombra do castelo de Edimburgo é o local favorito dos locais para tomar uma pinta ou várias qualquer dia da semana. O porquê tem resposta fácil: está cheia de pubs com história. Se não sabes por onde começar, no Wee Pub costumam ter sessões de música ao vivo e microfone aberto vários dias por semana. Enquanto o Maggie Dickson é famoso por levar o nome de uma mulher que foi enforcada nesta mesma praça em 1724 mas que conseguiu sobreviver. No White Hart Inn rumora-se que se alojou o bardo escocês por excelência: Robert Burns. E no The Beehive fazem hambúrgueres de chupar os dedos. Camera Obscura e World of Illusions No topo da Royal Mile, esta atracção única oferece uma experiência interactiva fascinante. A Camera Obscura, instalada em 1853, projecta imagens ao vivo da cidade numa tela, proporcionando uma perspectiva única de Edimburgo. O edifício também alberga o World of Illusions com cinco pisos de experiências ópticas, hologramas, ilusões e diversão interactiva que encantará visitantes de todas as idades. Arthur’s Seat Pode ser que os 251 metros de altura da principal colina de Edimburgo não te pareçam muito, mas a verdade é que do cimo do Arthur’s Seat o panorama não poderia ser mais bonito. Sem esquecer que este vulcão extinto é um dos principais parques da cidade, tão grande que te esquecerás de que estás no coração da capital da Escócia. Além de o coroares, recomendamos-te que desfrutes dos seus trilhos cheios de paz e tranquilidade, que te aproximes de lagos como o de Santa Margarida ou Dunsapie Loch e às ruínas da capela de Santo António. Se queres fazer algum desporto, não se nos ocorre melhor plano que calçares umas sapatilhas de desporto e dares-lhe a volta. Calton Hill e os seus monumentos Embora Arthur’s Seat seja mais conhecido, Calton Hill é outra colina imperdível que oferece vistas espectaculares de Edimburgo. O mais impressionante é o Monumento Nacional, inspirado no Parténon de Atenas, destinado a comemorar os militares escoceses que morreram nas Guerras Napoleónicas, mas que nunca foi concluído, deixando apenas as doze colunas que vês hoje. No cume encontrarás também o Monumento a Nelson, o Observatório da Cidade e o Old Observatory House. É particularmente mágico ao pôr-do-sol e oferece uma perspectiva única da cidade histórica. A cidade subterrânea Edimburgo é famosa, entre muitas outras coisas, pelos seus fantasmas, esses que dizem ter por toda a parte. Se queres tentar a sorte e encontrares-te com algum, recomendamos-te que, além de fazeres um tour nocturno por vielas e cemitérios, te inscrevas numa das visitas guiadas que permitem adentrares-te nas entranhas da cidade. Do ponto de vista puramente histórico, os tours que organiza o Mary King’s Close são perfeitos. Permitem ver como era uma rua do Edimburgo medieval, como eram as habitações das pessoas e contar-te-ão histórias reais como a do dono da primeira retrete da cidade. Mas se o que queres são emoções fortes, nada como um dos dois tours que directamente te metem debaixo da cidade (com Mercat Tours e com City of the Dead), numa série de túneis e espaços onde o mais marginal se deu a mão com a pobreza mais extrema até finais do século XIX. Contam que estão assombrados por vários espíritos, portanto lá tu. O Museu Nacional da Escócia Este fabuloso museu gratuito é, por muitas razões, outra das atracções turísticas mais populares de Edimburgo e não o deverias perder por nada. Se queres ver tudo precisarás de um dia inteiro, mas nós recomendamos-te que decidas o que mais te interessa e desfrutes do local. Para começar, sobe ao último piso e desfruta das vistas de Edimburgo desde o seu miradouro. Depois, já de descida, poderias perder-te na sua excelente colecção de artefactos da Escócia romana ou alucinar com os broches e armas celtas e vikings. Mas se vais com crianças, o mais provável é que onde mais desfrutem seja na ala vitoriana graças aos seus simuladores de carros de Fórmula 1, foguetões e a sua sala dedicada à fauna e flora do mundo. A propósito, se te interessa, têm a boa da ovelha Dolly a dar voltas num dos expositores, já que o primeiro mamífero clonado do mundo viu a luz num centro de investigação em Roslin, nos arredores da cidade. Dean Village Passear pelo Dean Village é esqueceres-te de que estás no coração de uma das cidades mais turísticas do mundo. Este pequeno bairro que no seu dia foi o lar de vários moinhos que aproveitavam a água do Water of Leith é hoje um dos cantos mais pitorescos de Edimburgo. A sua arquitectura medieval, o rio que o atravessa e a tranquilidade que se respira fazem pensar que estás numa aldeiazinha nas Terras Altas. O nosso conselho é que dês uma boa volta e que nem se te ocorra perderes o Well Court, umas habitações de protecção oficial de 1880 onde os vizinhos ainda estendem a roupa no pátio central. E o melhor de tudo é que está a menos de 15 minutos a pé desde a Princes Street. O Bairro de Leith Para trás ficaram os anos em que Leith se parecia com o que retratou Irvine Welsh no seu Trainspotting. Hoje o bairro marinheiro de Edimburgo é a zona da moda por excelência e um destino hipster que não podes perder. Dar um passeio por Leith é tropeçares numa arte urbana de primeira, desfrutar de montes de bares tão autênticos e curiosos como o Teuchter’s Landing (que está num barco) e viver um dos ambientes mais multiculturais da cidade. A propósito, em Leith está também o barco da Rainha, o Royal Yacht Britannia. Se gostas da monarquia britânica, não o percas. The Writers’ Museum Situado numa casa do século XVII na Lady Stair’s Close, este pequeno mas encantador museu é dedicado à vida e obra de três dos maiores escritores escoceses: Robert Burns, Sir Walter Scott e Robert Louis Stevenson. Para os amantes da literatura, é uma paragem obrigatória que oferece uma visão íntima do património literário da Escócia. A entrada é gratuita e o edifício em si é um exemplo perfeito da arquitectura medieval de Edimburgo. Claro que há muitíssimas mais coisas para fazer e ver em Edimburgo, mas com estas tens uma selecção ainda mais completa para descobrir todos os encantos da capital escocesa. Desde monumentos históricos a vistas panorâmicas, passando por histórias de fantasmas e património literário, Edimburgo oferece experiências para todos os gostos. O Palácio de Holyrood No final da Royal Mile, a residência oficial do Rei em Edimburgo é um palácio espectacular que, por sorte, tem menos aglomerações de gente que o castelo. Pode visitar-se todo o ano, excepto os poucos dias de Verão em que o soberano britânico se aloja aqui, e surpreender-te-á de certeza. Um dos seus cantos mais interessantes é a torre onde se encontram os aposentos da mítica rainha escocesa Maria Stuart. Aí descobrirás mais sobre a desditosa monarca e, de passagem, poderás ver o local exacto onde o seu segundo marido assassinou o seu secretário italiano, fruto de um ataque de ciúmes, perante o seu olhar atónito. Depois do trauma, nada como um passeio pelas ruínas da Abadia de Holyrood e os jardins do palácio para te reconciliares com um dos locais mais maravilhosos de Edimburgo. As vistas do Arthur’s Seat daqui são impagáveis. Ouvir música ao vivo A Escócia é sinónimo de música e em Edimburgo pode ouvir-se de todo o tipo e por toda a parte. Que gostas da música celta e tradicional escocesa, então deixa-te cair por locais como o Ghillie Dhu e desfruta de um ceilidh como deve ser. Esta festa típica escocesa é um verdadeiro festival onde toda a gente dança com toda a gente e aqui fazem-no todas as semanas. Se não queres dançar, então passa pelo pub Sandy Bell’s ou pelo The Royal Oak. Ambos são minúsculos mas a qualidade da música é incrível. Para ouvir música algo mais moderna, então aproxima-te de locais como Whistle Binkies, Stramash (numa igreja), Bannerman’s Bar ou Sneaky Pete’s. A maioria destes bares estão na vibrante zona de Cowgate, têm entrada gratuita e garantem-te uma noite incrível ouvindo algumas das futuras promessas do pop e do rock escocês. Viajar em segurança pela Escócia com o IATI Standard Tanto Edimburgo como o resto do país espera-te com infinidade de planos para fazer desta uma viagem inesquecível. Embora o Reino Unido, incluindo a Escócia, não faça parte do Tratado de Schengen, o que significa que o seguro de viagem não é uma exigência obrigatória para entrar no país, é altamente recomendado contratar um. O custo da assistência sanitária aqui é realmente elevado para o turista e um escorregão a passear pela Royal Mile, um acidente ou qualquer outro incidente poderia converter-se em enormes facturas. O IATI Standard: a escolha ideal para a Escócia O IATI Standard é o melhor seguro de viagem para Reino Unido porque cobre as tuas costas com grandes coberturas e vai mais além de temas médicos. Este seguro oferece uma cobertura completa e equilibrada, adequada para viajar com total tranquilidade para a maioria dos destinos turísticos. Características principais do IATI Standard: • Cobertura médica robusta: Até 1.000.000 euros de despesas médicas, garantindo acesso aos melhores especialistas sem teres de pagar nada do teu bolso. • Protecção completa: Para além da saúde (covid incluído), estarás também protegido em casos como roubo, problemas com os teus voos, incidentes com a tua bagagem, repatriamento e assistência jurídica. • Duração flexível: Cobre qualquer viagem numa duração máxima de seis meses (186 dias consecutivos). • Cancelamento opcional: Este seguro pode também incluir, opcionalmente, uma cobertura de cancelamento de até 1.500 euros, caso os segurados não possam viajar por determinadas razões, sendo que este opcional deve ser contratado em até 7 dias depois de reservar a viagem. • IATI AirHelp: É possível também contratar o IATI AirHelp, exclusivamente para os nossos clientes, com o qual pode receber uma indemnização de até 600 euros em caso de cancelamento, atraso ou perda de ligações aéreas. Importante: Este seguro não pode ser contratado no destino, uma vez iniciada a viagem. Por isso, não esperes mais e viaja com a segurança que mereces. 🚂 7 dias na Escócia: o itinerário perfeito

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Seguro de viagem para a Grécia

Seguro de viagem para a Grécia

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Qual é o melhor seguro de viagem para a Grécia? Muitos de nós quando pensamos no verão imaginamos águas transparentes, sol radiante e as típicas imagens das ilhas gregas com as suas casinhas brancas pelas encontas até ao mar. Agora que o sol já aperta, nada melhor do que aproveitar para visitar a Grécia. E para o fazermos de forma segura e com as melhores garantias, não devemos descurar a contratação de um seguro de viagem. Se já estás a planear a tua viagem à Grécia, é bem provável que te estejas a perguntar com que apólice internacional te deves fazer para estar protegido a toda a hora. Para responder a esta dúvida tão comum, criámos este grande guia atualizado no qual te vamos contar qual é o seguro para viajar à Grécia 100% desenhado para este destino, quais são as suas grandes coberturas, quanto custa e como conseguires um da forma mais simples e rápida. Vai preparando as tuas malas, em breve partes rumo à Grécia com o melhor seguro de viagem! Por que contratar seguro de viagem à Grécia Estando em casa, muitas vezes não somos conscientes do grande apoio que nos oferece o contar com um sistema sanitário público e de qualidade. Perante qualquer contratempo de saúde contamos sempre com a segurança de receber uma assistência gratuita de primeiro nível. Muitas pessoas pensam que ao viajar pela Europa o Cartão Europeu de Seguro de Doença as cobre para qualquer tipo de incidente que possam sofrer mas, isto, dista totalmente da realidade. A própria Comissão Europeia assinala: “O cartão europeu de seguro de doença não é uma alternativa ao seguro de viagem. Não cobre cuidados de saúde prestados no sistema de saúde privado nem outras despesas, como o custo do repatriamento ou indemnizações por bens perdidos ou roubados;” Isto é assim porque, o CESD basicamente dá-te um papel parecido ao do cidadão do país que visitas. Assim, se por exemplo um escorregão parvo enquanto visitas a Acrópole acabasse com um tornozelo torcido, terias de lidar com o não muito eficiente serviço de urgências grego, num hospital de duvidosa qualidade e com as filas típicas de uma visita de urgências. Ao contares com um seguro de viagem para a Grécia tens a segurança de seres atendido nos melhores centros hospitalares privados do país, com os maiores padrões de qualidade e com a segurança de não ter que pagar nada seja qual for o teu problema. Desde um golpe de calor até um acidente que requeira uma intervenção cirúrgica, com o nosso seguro de viagem para a Grécia receberás os melhores cuidados do início ao fim desta aventura. A Grécia é sinónimo de passeios entre ruínas históricas, praias lindíssimas nas quais relaxar, delícias gastronómicas para provar e centenas de lugares dos quais te apaixonares pelo país, por isso, é imprescindível contar com uma apólice internacional de viagem que cubra qualquer situação que possa surgir. Outra enorme diferença entre o teu seguro de viagem para a Grécia e o Cartão Europeu de Seguro de Doença é que este, além de coberturas muito limitadas, só oferece o atendimento médico mínimo. Graças ao seguro para a Grécia terás também coberturas que te protegerão além da saúde. Problemas com a tua bagagem, problemas com os teus voos, roubo com violência, repatriação… tudo isto e muito mais terás coberto só com a tua apólice internacional. Qual é o melhor seguro de viagem à Grécia? Na secção seguinte vamos contar-te quais são as coberturas que, sim ou sim, deve ter o teu seguro de viagem à Grécia e os motivos de peso. Todas elas estão incluídas no teu seguro IATI Standard, junto a muitas mais que também te poderiam salvar a viagem em caso de problemas. O que deve ter o melhor seguro de viagem para a Grécia Cada viagem tem as suas próprias características e, enquanto que para uma viagem aos Estados Unidos onde a assistência médica é extremamente cara faz falta um tipo de apólice muito concreta, para o teu seguro de viagem à Grécia deves procurar outras coberturas totalmente diferentes e adaptadas a este destino. Estas que te mostramos a seguir são as coberturas que deve ter a tua apólice para que te assegure a melhor cobertura do início ao fim da viagem, todas elas incluídas no teu IATI Standard: Atendimento no teu idioma 24 horas Falas grego? A maioria dos viajantes não fala. Se em algum momento da tua viagem te enfrentas a uma urgência que te obrigue a solicitar assistência vais querer que este seja um processo rápido e simples. Imaginas ter que pedir assistência numa língua diferente da tua? Poderia supor uma perda de tempo e detalhes, em muitos casos, vitais. Com o teu seguro de viagem para a Grécia na IATI atendemos-te sempre no teu idioma para te facilitar a vida. Além disso, poderás contactar connosco a qualquer momento, as 24 horas do dia e os 7 dias da semana. Se optares por fazê-lo por telefone, reembolsar-te-emos o custo da chamada internacional desde a Grécia para que não tenhas que assumir tu este gasto. Amplas coberturas de assistência médica A assistência privada de qualidade no país helénico é realmente cara. Por isso, a maioria das fontes oficiais adverte que uma visita de urgência poderia converter-se numa fatura de milhares de euros e sugerem contar com um seguro de viagem à Grécia com uma cobertura mínima de uns 35.000 euros. Na IATI vamos muito mais além e, para que disponhas dos melhores tratamentos em caso de precisares, com o teu IATI Standard terás uma cobertura de até 300.000 euros. Como vês, graças a esta apólice viajante terás perfeitamente assegurada a melhor assistência, seja o que for que te pudesse acontecer. Repatriação incluída no seguro de viagem à Grécia Outra das grandes diferenças entre o teu seguro para viajar à Grécia IATI Standard e o Cartão Europeu de Seguro de Doença é que nós cobrimos a repatriação. Além disso, cobrimos a maioria dos casos em que esta é necessária. Ao fazeres o teu seguro médico internacional para a Grécia cobrimos-te a repatriação se: • Se tens uma doença ou acidente grave cobrimos-te o transporte ao centro médico mais próximo ou a casa em caso necessário. Também em caso de falecimento. • Em caso de que precises ser repatriado por doença ou falecimento, cobrimos a repatriação também do teu acompanhante. • Em caso de hospitalização ou falecimento do teu cônjuge ou familiar de primeiro grau repatriaremos-te a ti e também ao teu acompanhante. Sem franquias, não pagas nada do teu bolso Muitas companhias escondem na sua letra pequena, para assim maquilhar os seus preços, que trabalham com franquia. Isso significa, por exemplo com uma franquia de 100 euros, que deverás pagar sempre do teu bolso os 100 primeiros euros de cada visita ao médico. No final, acabas por pagar muito mais dinheiro pela assistência que pelo seguro. Na IATI não trabalhamos com franquias e ao fazeres o teu IATI Standard, o melhor seguro de viagem à Grécia, nós encarregamo-nos dos custos da tua assistência, desde o primeiro cêntimo. Sem adiantar dinheiro para assistência médica Também se dá o caso de que a maioria dos seguros privados que oferecem cobertura no estrangeiro, além de que esta é muito limitada, te obrigam a pagar do teu bolso os custos e depois iniciar um longo processo para recuperar o teu dinheiro. Na IATI encarregamo-nos de tudo e com o teu seguro de viagem para a Grécia o processo é simples: quando precisares de assistência médica e contactares connosco dirigir-te-emos rapidamente ao centro médico de qualidade mais próximo e apto para te ajudar. Uma vez chegues lá, já estarão à tua espera e nós encarregamo-nos dos custos da visita e dos possíveis exames médicos ou medicamentos solicitados pelo especialista. No caso de que, devido a uma urgência, tivesses que receber assistência rapidamente sem poder contactar connosco, não te preocupes. Após nos fazeres chegar os comprovativos médicos e faturas pertinentes, far-te-emos o reembolso dos gastos o mais rapidamente possível. Perda de bagagem, roubo e muito mais Numa viagem podem dar-se muitos mais imprevistos além da saúde e com o teu IATI Standard terás também proteção face a eles. Assim, também te cobrimos com até 1.000€ em caso de danos e roubo com violência da tua bagagem. Mas, além disso, com o teu seguro para viajar para a Grécia terás também coberturas como atraso da viagem à partida do meio de transporte (180€), atraso na entrega da bagagem despachada (120€), envio de objetos esquecidos durante a viagem (60€) ou deslocação de um familiar (750€), reembolso de gastos no caso de contratar novo transporte interno devido a cancelamento, cobertura dos serviços contratados que não possas usar em caso de atraso de voo. Além disso, graças à nossa app IATI exclusiva, oferecemos-te atenção médica, psicológica e veterinária graças ao nosso Chat Médico. Opção de anulação – cancelamento da tua viagem à Grécia Organizar uma viagem à Grécia é sinónimo de comprar os bilhetes de avião e, entre outros gastos, as tuas reservas do alojamento, todo um investimento. É muito normal que te passem pela cabeça, como a muitos outros viajantes, perguntas como: “O que acontece se devo cancelar a minha viagem por uma causa grave? Perco o dinheiro investido?”. Para responder a esta pergunta, fomos os pioneiros em criar a cobertura adicional de cancelamento de viagem. Desta forma, se tivesses que cancelar a tua viagem por alguma das diferentes causas tidas em conta, reembolsar-te-emos com até 1.500 euros os gastos de viagem que não possas recuperar diretamente através do teu fornecedor oficial. Podes fazer-te facilmente com este complemento durante o processo de compra. Com o teu seguro de viagem à Grécia cobrimos-te durante toda a tua viagem mas, além disso, também te cobrimos antes dela se assim o desejares. Cobertura do seguro de viagem à Grécia Estas são as coberturas imprescindíveis que deve ter o melhor seguro para viajar para a Grécia, todas elas incluídas no teu IATI Standard. Esta apólice, 100% desenhada para um destino destas características, conta além disso com muitas outras coberturas interessantes que podes consultar em detalhe na sua página de contratação. Nesta tabela mostramos-te em cifras algumas das principais coberturas de que te acabámos de falar. Quanto custa um seguro de viagem à Grécia A grande relação qualidade – preço do IATI Standard é o que acabará por te convencer de que se trata do melhor seguro de viagem para a Grécia. Como verás na tabela, o preço deste, mesmo no caso de três semanas, é inferior ao de uma noite de hotel no país. Assim, a tua apólice viajante representa uma percentagem diminuta dentro do teu orçamento de viagem e, por sua vez, pode chegar a supor-te uma grande poupança de milhares de euros no caso de que precises de assistência médica. Como contratar o melhor seguro de viagem à Grécia Fazeres o teu seguro de viagem à Grécia é realmente fácil e rápido graças ao nosso menu intuitivo. Estes são os passos: CONTRATAR SEGURO DE VIAGEM PARA A GRECIA No menu deverás introduzir os dados da tua viagem: • O teu local de residência • O destino da viagem: neste caso Grécia • As datas de início e fim da viagem • O número de viajantes • Tipo de seguro: seguro de viagem Após preencheres o menu, clica em “Calcular”, seleciona o teu IATI Standard e carrega em contratar. Neste ponto será quando te poderás fazer com o Complemento de Cancelamento de Viagem de que te acabámos de falar e com o qual poderás recuperar até 1.500 euros em caso de cancelar a tua viagem. É o favorito dos nossos viajantes! Introduz depois os teus dados pessoais, efetua o pagamento e receberás no teu email a informação sobre o teu seguro de viagem à Grécia e os dados para contactar em caso de que precises de qualquer tipo de assistência. É tão fácil fazeres a tua apólice internacional! Informação útil para viajar seguro à Grécia Melhor época para viajar à Grécia A Grécia partilha com Portugal um clima muito parecido por isso, se além dos seus locais históricos vais à procura de praia, a melhor época é a do verão. Isso sim, tem em conta que é quando os preços estão mais altos e há mais afluência de turistas. Maio-junho e setembro são também bons momentos para uma visita ao país helénico com melhores preços e menos massificação. Visto para viajar à Grécia Não é necessário visto para viajar à Grécia, bastar-te-á o teu Cartão de Cidadão. Itinerário de 7 e 10 dias de viagem pela Grécia. Segurança na Grécia A Grécia é, em geral, um país seguro para o turista. Existem algumas recomendações a ter em conta e zonas a evitar. Saúde na Grécia O atendimento médico público, tal como assinala o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros, pode ser de baixa qualidade e em momentos como este, estar muito saturado. Por outro lado, o atendimento privado tem um custo muito elevado. Por isso, contar com um seguro para viajar à Grécia é a melhor garantia de estar totalmente protegido durante a tua viagem, tanto em temas médicos como em casos de problemas com a tua bagagem ou voos. Contrata já o teu IATI Standard e goza de até 300.000 euros para assistência médica, incluída também a de coronavírus, e outras grandes coberturas que te asseguram desfrutar da viagemzorra que mereces sem preocupações:

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As melhores cidades alemãs para conhecer e visitar

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Se estás a sonhar com uma viagem à Alemanha, então já deves ter percebido que escolher onde ir pode ser um verdadeiro quebra-cabeças. A verdade é que este país é muito mais do que Berlim e a Oktoberfest de Munique, embora ambos sejam absolutamente imperdíveis! A Alemanha esconde tesouros por todos os cantos, desde cidades medievais que parecem saídas de um conto de fadas até metrópoles vibrantes onde a história e a modernidade dançam juntas. No artigo de hoje, trazemos-te as principais cidades alemãs que deverias visitar e pontos turísticos e a trações a não perder em cada uma delas. Gute Reise! Importância das cidades na cultura alemã A Alemanha é fascinante precisamente porque não tem uma só alma. Ao contrário de França, onde Paris domina tudo, ou Inglaterra, onde Londres reina absoluto, aqui a magia está espalhada. É como se cada cidade fosse um livro diferente na mesma biblioteca gigante da cultura alemã. Durante séculos, esta terra foi um mosaico de pequenos reinos e principados. Cada região desenvolveu tradições próprias, sotaques únicos, até formas diferentes de fazer cerveja! E é que quando caminhas pelas ruas de Munique, sentes algo completamente diferente do que experiencias em Hamburgo. É essa diversidade que faz com que visitar o país seja como fazer várias viagens numa só. Visão geral das cidades mais populosas da Alemanha As cidades mais populosas da Alemanha são verdadeiras estrelas, cada uma no seu género. Berlim, obviamente, é a capital da Alemanha e um mundo à parte. Hamburgo seduz-te com o seu ar marítimo. Munique conquista-te com a sua alegria bávara. Colónia impressiona-te com séculos de história. E Frankfurt? Bem, Frankfurt pode parecer só negócios, mas esconde algumas surpresas deliciosas. Mas aqui está o segredo: algumas das experiências mais autênticas acontecem longe dessas gigantes. A Alemanha está cheia de cidades pequenas que são verdadeiras jóias escondidas, muitas delas património mundial da UNESCO. 🎅🏻 Mercados de Natal na Alemanha que não podes perder As melhores cidades da Alemanha para conhecer e visitar Já alguma vez te sentiste perdido quando alguém te pergunta “qual a melhor cidade da Alemanha para visitar”? E é que, honestamente, é uma pergunta quase impossível de responder! Cada cidade alemã tem a sua personalidade única, e isso torna a escolha tanto emocionante quanto desafiante. Munique: A capital da Baviera Munique é paixão à primeira vista, ou pelo menos foi assim connosco! Esta cidade da Alemanha consegue algo quase impossível: ser simultaneamente tradicional e cosmopolita, sem que nada pareça forçado. A capital da Baviera é muito mais do que a Oktoberfest, embora essa festa seja absolutamente épica. É uma cidade onde podes passar a manhã num museu de arte fantástico, almoçar numa cervejaria centenária onde se respira história, e acabar o dia nos jardins do Englischer Garten a ver gente a fazer surf num rio artificial. Sim, leste bem, surf no meio da cidade! A Marienplatz, com o seu carrilhão que toca todos os dias às 11h, 12h e 17h, é daqueles sítios onde nunca te cansas de voltar. E se gostas de castelos (quem não gosta?), Munique é a tua base perfeita para visitar o castelo de Neuschwanstein, aquele que inspirou a Disney. ✈️ Roatrip romântica pela Baviera Berlim: A capital alemã cheia de história Berlim é… intenso. Não há outra palavra. Esta cidade respira história por todos os poros, mas não de uma forma pesada ou depressiva. É uma cidade que renasceu das cinzas e hoje vibra com uma energia única na Europa. A capital alemã é um livro de História a céu aberto. Podes literalmente seguir os vestígios do Muro de Berlim a pé, visitar o local onde estava o bunker de Hitler, e depois jantar num restaurante super moderno criado por refugiados sírios. A queda do muro de Berlim em 1989 não foi apenas reunificação, foi o início de uma reinvenção total. O que mais nos fascina em Berlim é como a cidade abraça o seu passado complexo sem se deixar definir por ele. A Alemanha Oriental e a Alemanha Ocidental fundiram-se numa identidade nova, criativa e surpreendentemente otimista. E os museus? A Ilha dos Museus é património mundial da UNESCO e vale facilmente um dia inteiro da tua vida. ✈️ Como ir do aeroporto de Berlim para o centro e vice-versa Hamburgo: O porto e sua arquitetura Hamburgo tem alma de marinheiro e coração de artista. É a segunda maior cidade da Alemanha, mas sente-se completamente diferente de qualquer outra cidade alemã que conheces. O que torna Hamburgo especial é a sua ligação com o mar. O rio Elba e o porto dão-lhe uma personalidade única no panorama alemão. A Speicherstadt, com os seus armazéns de tijolo vermelho refletidos na água, é provavelmente uma das zonas mais bonitas de toda a Alemanha. E não é por acaso património mundial da UNESCO. Mas Hamburgo surpreende também pela vida noturna. O bairro de St. Pauli, com a famosa Reeperbahn, é uma aventura por si só. É uma cidade que durante o dia te convida a passear pelos canais, e à noite te mostra que o norte da Alemanha sabe divertir-se. Colónia: A famosa catedral e seu centro histórico Com mais de 2000 anos nas costas, é uma das cidades mais antigas da Alemanha, e isso nota-se em cada esquina. A catedral de Colónia é simplesmente avassaladora. Quando a vês pela primeira vez, percebes porque é património mundial da UNESCO. É daquelas construções que te fazem sentir muito pequenino, mas de uma forma boa, como se fosses parte de algo muito maior. Esta cidade alemã às margens do Reno conseguiu reconstruir-se após a Segunda Guerra Mundial mantendo o seu charme histórico. O centro histórico mistura pedras romanas com arquitetura medieval e toques modernos. E a vida cultural? Colónia é conhecida pelos seus museus de arte, alguns dos melhores que podes encontrar na Alemanha. Dresden: Arte e arquitetura na Saxónia Dresden é a prova viva de que uma cidade pode renascer das cinzas e voltar a brilhar. Conhecida como a “Florença do Elba“, esta cidade do leste da Alemanha é uma obra-prima de reconstrução e determinação. A Frauenkirche é o símbolo perfeito desta ressurreição. Destruída na guerra, foi cuidadosamente reconstruída pedra a pedra, e hoje volta a dominar o horizonte de Dresden. O centro histórico é uma sinfonia barroca que te transporta para os tempos dourados da Saxónia. O que mais nos impressiona em Dresden é como conseguiram manter a autenticidade histórica enquanto abraçavam a modernidade. Os vários museus da cidade guardam tesouros artísticos de valor incalculável. Bamberg: Património da humanidade na Baixa Saxónia Bamberg é uma dessas cidades que te fazem acreditar em magia. Pequena, perfeitamente preservada, é como caminhar dentro de um postal medieval que ganhou vida. Património mundial pela UNESCO, Bamberg conseguiu atravessar os séculos praticamente intacta. A câmara municipal construída numa ilhota no meio do rio é uma das imagens mais fotogénicas da Alemanha. E a catedral? É um dos mais belos exemplos de arquitetura medieval que podes encontrar. A verdade é que Bamberg é também um paraíso para os amantes de cerveja. As cervejarias locais produzem especialidades únicas que não encontras em mais lado nenhum. É património mundial da UNESCO tanto pela arquitetura quanto pelo sabor! Cidades da Floresta Negra A Floresta Negra não é só paisagens de cortar a respiração, também esconde algumas das cidades pequenas mais encantadoras que podes imaginar. Baden-Baden, por exemplo, é sinónimo de elegância termal há séculos. Imagina-te a relaxar nas mesmas águas que já receberam imperadores romanos! Friburgo tem um charme completamente diferente. É uma cidade universitária jovem, ecológica, cheia de energia positiva. As suas ruas pedestres e o ambiente descontraído fazem-na perfeita para quem quer fugir ao ritmo frenético das grandes cidades. Stuttgart: Cultura e inovação na Baden-Württemberg Stuttgart prova que indústria e cultura podem ser melhores amigas. Sim, é a cidade do Mercedes e do Porsche, mas é muito mais do que fábricas reluzentes. A vida cultural de Stuttgart rivaliza com cidades muito maiores. A Ópera Estatal, o Ballet de Stuttgart, os teatros, tudo de nível mundial. E depois tens os museus automóveis, que mesmo não sendo fã de carros, são experiências fascinantes sobre design e inovação. Cidades pequenas com charme único Heidelberg é puro romantismo. O castelo em ruínas com vista sobre o rio, a universidade histórica, as ruas de pedra, é impossível não te apaixonares. Não é à toa que Goethe se inspirou aqui para algumas das suas obras. E depois tens Rothenburg ob der Tauber, que parece ter parado no tempo durante a Idade Média. As muralhas, as torres, as casas de entelha vermelha, é como visitar um cenário de filme. Muitas destas cidades pequenas fazem parte da famosa Rota Romântica, e cada paragem é uma descoberta. Algumas das melhores cidades da Alemanha são precisamente estas pequenas jóias que muita gente deixa passar. Rothenburg é conhecida como a cidade mais bonita da alemanha por muitos viajantes, e quando lá chegares, vais perceber porquê. Seguro para viajar pela Alemanha Viajar pela Alemanha é geralmente muito seguro, e as infraestruturas são de primeira. Mas ter um bom seguro de viagem continua a ser uma das decisões mais inteligentes que podes tomar. Na IATI Seguros, sabemos que cada viagem é única. Quer estejas a planear morar na alemanha por um tempo, fazer um roteiro pelas principais cidades alemãs, ou simplesmente visitar o país durante umas férias, temos cobertura pensada especificamente para as tuas necessidades. A cobertura do nosso IATI Escapadinhas vai desde assistência médica 24 horas (porque acidentes acontecem quando menos esperamos) até repatriamento e cobertura para cancelamentos. Se gostas de cidades mas também adoras atividades ao ar livre, como caminhadas na Floresta Negra ou desportos de inverno nos Alpes bávaros, também temos isso coberto. Não deixes que imprevistos estraguem a tua aventura pelas muitas cidades alemãs que estão à tua espera. Com o IATI Escapadinhas, podes concentrar-te no que realmente importa: provar a cerveja alemã em Munique, conhecer a cidade de Berlim e toda a sua história, ou simplesmente perder-te nas ruelas medievais de uma pequena cidade que acabaste de descobrir. A Alemanha faz parte dos nossos destinos favoritos precisamente porque oferece tanto para descobrir. Desde as cinco cidades principais até às mais pequenas aldeias, há sempre algo novo à espera. E com a tranquilidade que só um seguro IATI pode dar, a única preocupação que terás é decidir qual será a próxima cidade a visitar!

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As 7 Maravilhas do Mundo Moderno

As 7 Maravilhas do Mundo Moderno

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Já alguma vez ficaste hipnotizado por aquelas fotografias impossíveis do Cristo Redentor ao pôr-do-sol? Ou sentiste um arrepio só de imaginar os gladiadores a lutar no Coliseu? A verdade é que as 7 maravilhas do mundo moderno têm esse poder quase mágico de nos transportar através do tempo e do espaço. No artigo de hoje queremos levar-te a passear por cada uma destas maravilhas, para que as conheças, desfrutes da sua história e decidas qual a próxima que vais visitar! As 7 Maravilhas do Mundo Moderno Tudo começou com os gregos antigos, que sempre tiveram aquele jeito especial para identificar grandeza. Foram eles que criaram a primeira lista das sete maravilhas do mundo antigo, e desde então que andamos fascinados por esta ideia de catalogar o extraordinário. Mas o que faz exactamente de algo uma maravilha do mundo? Não é só o tamanho (embora impressione!). Tem de ser aquela construção que te deixa plantado no chão, de boca aberta, a pensar “como raio conseguiram fazer isto?”. É preciso que desperte essa sensação de espanto que só experimentamos quando nos deparamos com algo verdadeiramente excepcional. Cada maravilha do mundo funciona como uma janela para a alma de uma civilização. São como livros gigantes escritos em pedra, mármore e pura determinação humana. A importância das 7 maravilhas do mundo Vamos ser sinceros contigo. Estas maravilhas são muito mais que spots fotogénicos para o Instagram (embora as fotos sejam mesmo espectaculares). São pontes emocionais entre nós e os nossos antepassados, lembretes tangíveis de que os seres humanos sempre foram capazes de coisas extraordinárias. Pensa nisso: cada monumento representa gerações inteiras que dedicaram as suas vidas a criar algo que durasse para sempre. E funcionou! Séculos depois, continuamos aqui, maravilhados com o que conseguiram alcançar. Além disso, estas estruturas movimentam economias inteiras. Há cidades que vivem literalmente do turismo gerado por uma única maravilha do mundo moderno. É impressionante como uma estátua ou um templo podem sustentar milhares de famílias. Diferenças entre as maravilhas do mundo antigo e moderno A diferença principal? O processo democrático, por assim dizer. Enquanto as maravilhas do mundo antigo foram escolhidas por uns quantos intelectuais gregos, as novas sete maravilhas do mundo resultaram de uma votação global gigantesca. Foi uma organização suíça chamada New Open World Corporation que organizou esta eleição planetária, recebendo mais de 100 milhões de votos de todas as partes do mundo. Imagina só pessoas desde o Brasil até à China a votar nos seus monumentos favoritos! Das sete maravilhas antigas, apenas a Grande Pirâmide de Gizé sobreviveu ao teste do tempo. As outras? Terramotos, guerras, negligência… O tempo não perdoa! Mas deixaram-nos algo precioso: a inspiração para continuarmos a sonhar em grande. As 7 Maravilhas do Mundo Moderno Cristo Redentor: a estátua mais icónica do Rio de Janeiro Ah, o Cristo Redentor! Esta estátua consegue algo que poucos monumentos alcançam: torna-se parte da identidade de uma cidade inteira. Quando pensas no Rio de Janeiro, é impossível não visualizar aqueles braços abertos no topo do morro do Corcovado. Inaugurada em 1931, tem 30 metros de altura e fica a 710 metros acima do nível do mar. Mas as medidas não captam a emoção que sentes quando a vês pela primeira vez. É como se toda a cidade se curvasse perante aquela presença. A viagem de comboio até lá em cima? Pura magia. Atravessas a Floresta da Tijuca enquanto a expectativa cresce a cada curva. E quando finalmente chegas… bem, há momentos na vida que as palavras simplesmente não chegam. ✈️ Itinerário de viagem de 15 dias para o Brasil Machu Picchu: ruínas da cidade inca no Peru Se há algo que nos deixa completamente fascinados é como Machu Picchu conseguiu permanecer escondida durante séculos. Esta “cidade perdida dos incas” é um mistério envolvido numa paisagem de cortar a respiração. Construída no século XV, a 2.400 metros acima do nível do mar, representa o auge da engenharia inca. As pedras encaixam com uma precisão que faria inveja aos melhores pedreiros de hoje, e tudo isto sem uma pinga de cimento! Chegar lá não é propriamente fácil nem rápido. Podes fazer a Trilha Inca (prepara as pernas!) ou apanhar o comboio desde Cusco. Qualquer que seja a tua escolha, garantimos-te que assim que vires aquelas ruínas a aparecer no meio da neblina matinal será inesquecível. ✈️ É seguro viajar para o Peru? Chichén Itzá: o legado da civilização maia Os maias eram verdadeiros génios da matemática e astronomia, e Chichén Itzá é a prova viva disso. Esta antiga cidade na península de Yucatán é como um livro de ciências a céu aberto. A Pirâmide de Kukulkan é a estrela do espectáculo. Durante os equinócios, a sombra projectada cria a ilusão perfeita de uma serpente a descer as escadas. Consegues imaginar o nível de precisão necessário para calcular isso há mais de mil anos? E é que o complexo tem muito mais para oferecer. O maior campo de jogos de bola da Mesoamérica, o Observatório onde estudavam as estrelas, o Cenote Sagrado onde faziam oferendas aos deuses… Cada canto deste complexo espectacular conta uma história diferente sobre uma das civilizações mais avançadas das Américas. ✈️ O que ver e fazer em Cancún Coliseu: o grandioso anfiteatro de Roma O Coliseu de Roma é daqueles monumentos que carregam o peso da História nos seus arcos de pedra. Imagina só: há dois mil anos, 50.000 pessoas enchiam estas bancadas para assistir a combates de gladiadores! Construído no século I d.C., este anfiteatro era uma verdadeira maravilha tecnológica. Tinha elevadores, alçapões, um sistema complexo de drenagem… Até batalhas navais simuladas conseguiam organizar ali! Os romanos não brincavam quando se tratava de entretenimento. ✈️ Como visitar o Coliseu romano: bilhetes, preços, horários e conselhos Taj Mahal: a maravilha do mundo em mármore branco Se existe uma história de amor escrita em pedra, é o Taj Mahal. O imperador Shah Jahan mandou construir este mausoléu para a sua esposa Mumtaz Mahal, que morreu durante o parto. Vinte e dois anos de trabalho, mais de 20.000 artesãos, tudo por amor. O mármore branco muda de cor ao longo do dia como se tivesse vida própria. Rosa ao nascer do sol, dourado ao meio-dia, prateado sob o luar… É como se o próprio monumento respirasse com as horas que passam. A verdade é que nenhuma fotografia consegue captar a elegância desta maravilha. Os jardins perfeitamente simétricos, os canais de água que reflectem a cúpula, cada detalhe pensado para criar uma visão do paraíso na Terra. ✈️ Como visitar o Taj Mahal? Petra: a cidade perdida na Jordânia Petra é pura cinematografia natural. Aquele momento em que emerges do Siq (um corredor estreito de 1,2 quilómetros entre rochas) e te deparas com o Tesouro esculpido na parede rosa… é de deixar qualquer um sem palavras. Os nabateus que criaram esta cidade perdida entre o século 4 a.C. e o século 2 d.C. eram verdadeiros mestres da arte e do comércio. Petra era o ponto de encontro das caravanas que ligavam a Arábia ao Mediterrâneo, uma Nova Iorque do mundo antigo. E é que o sítio arqueológico é imenso! Centenas de túmulos, casas, templos, até um anfiteatro para 3.000 pessoas. As ruínas de Petra estendem-se por quilómetros, cada recanto revelando novos segredos desta civilização extraordinária. ✈️ Guia para visitar Petra: o que ver na cidade perdida dos nabateus Grande Muralha da China: obra-prima da engenharia antiga Quando se fala da Grande Muralha da China, os números são simplesmente estonteantes. Mais de 21.000 quilómetros serpenteando pelo norte da China: é como dar meia volta ao planeta! Ao contrário do que muita gente pensa, não é uma muralha única mas sim um sistema complexo construído ao longo de séculos. Torres de vigia, fortalezas, portões… tudo pensado para defender o império das invasões do norte. E há aquele mito de que se vê do espaço? Bem, não é bem assim. Mas continua a ser uma das estruturas mais visitadas do mundo, e caminhar sobre esta maravilha do mundo moderno é sentir o peso de séculos de história sob os pés. Conhecer as 7 Maravilhas do Mundo Dicas para visitar as maravilhas do mundo moderno Vamos partilhar contigo algumas lições: planear é meio caminho andado. Cada uma destas maravilhas tem os seus truques e peculiaridades. Por exemplo, se queres visitar Machu Picchu durante a época seca (maio a setembro), é melhor reservares com meses de antecedência. O número de visitantes diários é limitado. Já o Taj Mahal? Evita os fins-de-semana se não gostas de multidões! Uma coisa que faz toda a diferença é contratares guias locais certificados. Não só conhecem histórias fascinantes que não encontras em lado nenhum, como também te ajudam a navegar pelas armadilhas turísticas. Acredita, vale cada cêntimo. O que esperar ao visitar cada maravilha Cada destino tem a sua personalidade própria. No Cristo Redentor, prepara-te para multidões (especialmente aos fins-de-semana), mas também para vistas de cortar a respiração sobre toda a baía do Rio de Janeiro. Em Machu Picchu, a altitude pode pregar-te partidas. Leva tempo para te aclimatares e não te esqueças de muito protetor solar. A intensidade do sol a essa altitude não brinca! O Coliseu? Duas horas chegam para a visita básica, mas se gostas realmente no Império Romano, reserva o dia todo para explorares também o Fórum Romano nas redondezas. Petra merece pelo menos um dia inteiro. Há sempre mais um túmulo para descobrir, mais uma escultura escondida numa parede rochosa. É viciante! E quais são as 7 maravilhas do mundo antigo? Já que falámos tanto das modernas, vale a pena recordar as originais. A lista das 7 maravilhas foi criada pelos antigos gregos, sempre com aquele olho clínico para identificar grandeza. Incluía a Grande Pirâmide de Gizé (a única sobrevivente!), os Jardins Suspensos da Babilónia, a Estátua de Zeus em Olímpia, o Templo de Ártemis em Éfeso, o Mausoléu de Halicarnasso, o Colosso de Rodes e o Farol de Alexandria. A Grande Pirâmide continua lá, firme e forte na necrópole de Gizé, desafiando os milénios. Construída cerca de 2580-2560 a.C., foi o edifício mais alto do mundo durante quase 4.000 anos. Não é impressionante? As restantes desapareceram, vítimas do tempo, terramotos ou guerras. Mas deixaram-nos algo precioso: a inspiração para continuarmos a sonhar em grande escala. Viaja seguro enquanto visitas as Maravilhas do Mundo Quando planeias conhecer as 7 maravilhas do mundo moderno, a segurança deve ser sempre uma prioridade. Na IATI Seguros, compreendemos a importância de viajares com tranquilidade, sabendo que estás protegido em caso de qualquer imprevisto. Cada destino apresenta os seus próprios desafios e riscos. Desde a altitude elevada em Machu Picchu, que pode causar mal de altitude, até às multidões no Coliseu ou no Taj Mahal, onde existe risco de pequenos furtos. Alguns destinos, como Petra, exigem caminhadas longas em terreno irregular, enquanto outros, como o Cristo Redentor, podem ter condições meteorológicas imprevisíveis. Um seguro de viagem adequado da IATI cobre não apenas despesas médicas urgentes, mas também cancelamentos de viagem, perda de bagagem, atrasos de voos e muito mais. Os nossos seguros são especificamente desenhados para diferentes tipos de viagem, desde escapadelas de fim de semana a aventuras de várias semanas pelos destinos mais remotos do mundo. Não deixes que um imprevisto arruíne a tua viagem aos monumentos mais extraordinários do planeta. Com a IATI Seguros, podes concentrar-te no que realmente importa: criar memórias inesquecíveis enquanto exploras estas maravilhas que representam o melhor da criatividade e engenhosidade humanas. Lembra-te: viajar é uma das experiências mais enriquecedoras da vida, mas fazê-lo com segurança torna cada momento ainda mais especial. Escolhe a IATI e descobre o mundo com total tranquilidade.

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O que ver e fazer em Malta

O que ver e fazer em Malta

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Viajar para Malta está na moda, e não é para menos. Este pequeno país, com pouco mais de 316 quilómetros quadrados, está repleto de arquitetura interessante, praias de areia branca banhadas por águas de cor turquesa, cidades com encanto e um ambiente dos mais relaxados. Se visitar Malta está nos teus próximos planos de viagem, estás com sorte. Desde a IATI, a especialista em seguros de viagem internacional, preparámos esta lista com as 8 melhores coisas que fazer em Malta. Vamos começar este roteiro de viagem! Descobrir a sua capital, Valletta Percorrer as ruas estreitas, declaradas Património da Humanidade pela UNESCO, de Valletta, a capital de Malta, é um dos imprescindíveis que fazer em Malta. Esta cidade amuralhada construída no século XVI foi proclamada Capital Europeia da Cultura em 2018 e não é para menos. A capital de Malta está repleta de museus e impressionantes construções barrocas como a Concatedral de São João Baptista, onde encontrarás a obra de maiores dimensões de Caravaggio: A Decapitação de São João Baptista. Recomendamos-te subir até aos jardins Upper Barrakka e desfrutar das vistas panorâmicas da cidade durante o dia. Descobre Valletta a pé e, quando começares a cansar-te, escolhe um terraço frente ao mar e desfruta da suave brisa do Mediterrâneo enquanto tomas alguma coisa. Para quem planeia conhecer bem a ilha principal, reservar pelo menos um dia inteiro para ver Valletta é essencial. ✈️ Visitando La Valetta, Malta Visitar as três cidades de La Cottonera Mesmo ao lado de Valletta encontram-se as três cidades fortificadas de Cottonera: Vittoriosa, Senglea e Cospicua. Estas são, sem dúvida, três imprescindíveis que visitar em Malta. Famosas pelas suas elegantes igrejas, grandes palácios e fortificações de pedra calcária, estas três jóias têm sido utilizadas como cidades marítimas desde os tempos dos fenícios. Hoje, estão cheias de iates luxuosos e rodeadas de casas pitorescas. Para quem procura hotel em Sliema ou na zona de Valletta, estas cidades históricas ficam muito próximas e podem ser visitadas no mesmo dia. Apanhar um ferry para a ilha de Gozo e relaxar diante da espetacular costa de Dwejra A ilha de Gozo é, em tamanho, a segunda das ilhas maltesas e é lá onde encontrarás a bela costa de Dwejra. O vento e o mar esculpiram com carinho durante a passagem dos anos estas espetaculares formações rochosas, que serviram de cenário à famosa série Guerra dos Tronos. Para chegar a Malta e depois visitar a ilha de Gozo, tens de apanhar um ferry desde o porto principal. Em março de 2017, esta zona de Gozo sofreu uma grande perda. A rocha chamada Azure Window era até ao momento a grande protagonista de Dwejra e atraía milhares de visitantes cada ano. Lamentavelmente, um forte temporal derrubou-a. Por último, desfrutar de um bom banho no “mar interior”, também conhecido como Qawra, é algo que não podes perder na tua próxima visita a Malta. Gozo é uma ilha que merece pelo menos um dia completo para ser explorada. Visitar Popeye Village Diz a sua página web que “a aldeia do Popeye é o lugar ideal tanto para os jovens como para os jovens de coração”. Esta peculiar “aldeia” situada na ilha de Malta foi construída como cenário do filme musical “Popeye”, protagonizado por Robin Williams em 1980. Atualmente, o cenário mantém-se intacto e é um reclamo turístico para muitos viajantes que visitam Malta. Portanto, fazer uma paragem na aldeia do Popeye e, porque não?, comer um bom prato de espinafres são, definitivamente, duas experiências imprescindíveis que fazer em Malta durante qualquer roteiro pela ilha. Brincar a contar tonalidades turquesa na Lagoa Azul A Lagoa Azul ou Blue Lagoon é uma grande piscina cujo mar de cor água-marinha é digno de um postal. Este paraíso para os amantes da água clara e turquesa encontra-se na ilha de Comino, a mais pequena das três ilhas principais de Malta. Com menos de quatro quilómetros quadrados, está livre de automóveis e praticamente desabitada. Isso, e as suas águas azul-claras, atraem uma grande quantidade de excursionistas todos os dias. A ilha de Comino é considerada uma das melhores praias de Malta e um destino obrigatório para quem visita Malta. Assim, desde a IATI Seguros, só podemos recomendar-te que chegues bem cedo para desfrutares do lugar com mais tranquilidade. Desfrutar da sua gastronomia maltesa Para os viajantes de bom comer, uma das coisas imprescindíveis que fazer em Malta será desfrutar da sua gastronomia. A comida tradicional maltesa está influenciada por uma mistura de culturas que a torna deliciosa. Se és de carne, o teu será o Bragioli: finos filetes de vitela enrolados e recheados com bacon picado, ovo cozido e salsa; ou o Fenek, o prato favorito dos malteses que se faz com coelho. Mas em Malta até a comida rápida a encontrarás realmente saborosa. Recomendamos-te provar o pastizzi, uns pequenos pastéis de massa folhada recheados de requeijão ou ervilhas. Por último, se és cervejeiro não podes deixar Malta sem provar a sua cerveja local e mais popular da ilha, a Ċisk (pronuncia-se Chisk). Visitar o Hipogeu de Hal Saflieni Visitar este templo subterrâneo é uma experiência única e ao mesmo tempo misteriosa que não podes perder na tua próxima viagem a Malta. Este fascinante lugar, que data do ano 2500 a.C., foi declarado Património da Humanidade pela UNESCO. Para o visitares, terás de reservar com vários meses de antecedência. É recomendável incluir esta visita no teu roteiro de 7 dias em Malta. Visitar Marsaxlokk: Uma típica aldeia piscatória Por último, e já para terminar com as 8 melhores coisas que deves fazer em Malta, recomendamos-te visitar Marsaxlokk. Esta pequena aldeia piscatória converte-se no lugar mais animado e colorido de Malta todos os domingos de manhã graças ao seu mercado. Por sua vez, este pitoresco município é famoso por ser o lugar de origem das famosas gôndolas “Luzzu” com que se pesca o lampuki, um dos peixes mediterrânicos mais utilizados na cozinha tradicional de Malta. Temos a certeza que depois de desfrutares de todas estas experiências na tua viagem a Malta vais ficar apaixonado pelo lugar. Malta é um país que esconde um sem-fim de tesouros que te vão cativar. ✈️ É seguro viajar para Malta? 2025 Perguntas frequentes sobre Malta É preciso passaporte para viajar para Malta? Não, não é necessário passaporte para viajar para Malta se fores cidadão português. Como Portugal e Malta são ambos membros da União Europeia e do Espaço Schengen, podes viajar entre os dois países apenas com o teu Cartão de Cidadão ou Bilhete de Identidade válido. No entanto, é importante garantir que o teu documento de identificação esteja válido durante toda a estadia. Embora o passaporte não seja obrigatório, tê-lo contigo pode ser útil em situações imprevistas, como emergências ou identificação adicional. O que fazer em Malta em dois dias? Se só tens dois dias para visitar Malta, não te preocupes! Começa pelo centro histórico de Valletta, a capital do país. Podes explorar a impressionante Concatedral de São João e depois passear pelas ruas cheias de história e charme. Faz uma pausa num café local para provar algumas iguarias maltesas. Se ainda tiveres tempo, apanha um barco até à ilha de Comino e maravilha-te com a famosa Lagoa Azul. Qual é a melhor altura para viajar para Malta? A melhor altura para visitar Malta é na primavera (de abril a junho) ou no outono (de setembro a outubro). Nestas épocas, o clima é agradável e há menos turistas. Aproveitas melhor as praias e consegues explorar a ilha sem o calor intenso do verão. As temperaturas são perfeitas para passeios ao ar livre e visitas culturais. Como te deslocares em Malta? O transporte público em Malta é económico e uma boa opção se não quiseres alugar carro. Os autocarros são frequentes e cobrem grande parte das zonas turísticas. No entanto, se procuras mais liberdade, alugar um carro pode ser ideal para explorares as áreas menos visitadas da ilha ao teu ritmo, se bem que deves ter precaução pois em Malta conduzem pela direita e o trânsito costuma ser um caos durante todo o dia. O que comer em Malta? Se estás a planear uma viagem a Malta, não podes deixar de experimentar a gastronomia local! Tanto em Malta, em Gozo como em Comino, vais encontrar pratos deliciosos que vão desde receitas tradicionais a propostas mais contemporâneas. No norte da ilha principal, encontras restaurantes que servem o melhor da cozinha maltesa, como o famoso fenek(coelho estufado) e os irresistíveis pastizzi, uns pastéis folhados com recheios variados. Se estiveres de férias em Malta, aproveita para incluir no teu roteiro paragens gastronómicas e visitas às praias incríveis da costa. Uma boa refeição maltesa depois de um mergulho no Mediterrâneo é simplesmente inesquecível! ✈️ 10 coisas que precisas saber se vais viajar para Malta Viajar seguro por Malta Apesar de Malta se poder considerar um país seguro, o seu sistema sanitário não está ao mesmo nível que o dos principais destinos europeus e o atendimento em centros privados pode resultar muito caro para os turistas. Um simples escorregão poderia traduzir-se aqui num atendimento de qualidade duvidosa ou em faturas que empanassem totalmente a tua viagem a Malta. Por isso, até o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste na grande importância de contar com um seguro de viagem para Malta que te ofereça todas as coberturas necessárias. O IATI Standard

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Guia completo para descobrires o que visitar na Geórgia

Guia completo para descobrires o que visitar na Geórgia

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Já imaginaste explorar um país que mistura a Europa e a Ásia, com montanhas impressionantes, gastronomia deliciosa e cidades que parecem saídas de um conto de fadas? Bem-vindos à Geórgia, um destino surpreendente que tem conquistado os viajantes portugueses nos últimos anos. Neste artigo, vais descobrir exatamente o que visitar na Geórgia, desde a vibrante capital Tbilisi até aos deslumbrantes cenários naturais. Aproveita este roteiro que preparamos para ti e não te esqueças de contratar um seguro de viagem para estares sempre protegido de imprevistos. O que visitar na Geórgia Entre as montanhas do Cáucaso e as praias do Mar Negro esconde-se um dos destinos mais autênticos e surpreendentes da Europa: a Geórgia. Um país com uma história milenar, paisagens de cortar a respiração e uma gastronomia que fará as delícias de qualquer viajante. Desde as montanhas majestosas até as praias do Mar Negro, há muito a explorar. O que ver e fazer em Tiblisi, a capital da Geórgia A tua aventura pela Geórgia vai de certeza começar em Tiblisi, onde se encontra o aeroporto internacional do país, uma cidade que combina história, modernidade e uma energia incrível. Tbilisi é uma cidade que surpreende a cada esquina, com uma mistura única de arquitetura que reflete as suas diversas influências culturais ao longo dos séculos. Cidade Velha de Tbilisi Perder-se nas ruelas estreitas da Cidade Velha é uma experiência obrigatória para qualquer visitante. Este bairro histórico caracteriza-se pelas suas casas tradicionais georgianas com varandas de madeira esculpidas, os famosos “banhos de enxofre” com as suas cúpulas, e a imponente Fortaleza de Narikala que se ergue sobre a cidade. Para chegares à fortaleza, podes optar pelo teleférico que sai do Parque Rike e oferece vistas panorâmicas de tirar o fôlego sobre Tbilisi. Já lá em cima, para além das ruínas medievais da fortaleza, vais encontrar a estátua da “Mãe da Geórgia” (Kartlis Deda), um símbolo nacional que segura numa mão uma taça de vinho para receber os amigos e na outra uma espada para os inimigos. Ilustra na perfeição a alma dos georgianos! Banhos Sulfurosos Os Banhos Sulfurosos de Tbilisi são famosos por suas propriedades curativas. Localizados no coração da cidade, no bairro de Abanotubani, são ideais para relaxares após um dia a explorar a cidade. Avenida Rustaveli e Arquitetura Eclética Ao longo da Avenida Rustaveli, a principal artéria da cidade, encontrarás impressionantes exemplos de arquitetura do século XIX e início do século XX. Aqui podes visitar o Teatro de Ópera e Ballet de Tbilisi, o Parlamento Georgiano e o Museu Nacional da Geórgia, que alberga uma exposição de tesouros arqueológicos, incluindo algumas das mais antigas evidências de vinicultura do mundo. Ponte da Paz e Distrito de Rike Para veres o lado mais moderno de Tbilisi, não deixes de visitar a Ponte da Paz, uma estrutura futurista de vidro e aço sobre o rio Mtkvari, iluminada por milhares de LEDs durante a noite. Se não visitaste o Parque Rike antes de subires à Fortaleza de Narikala, aproveita para o fazeres agora. Está perto da Ponte da Paz e é perfeito para relaxar e apreciar as vistas da cidade velha. O que fazer em Tbilisi à noite A vida noturna em Tbilisi é vibrante e diversificada. Os bares de vinho abundam, oferecendo-te a oportunidade de provar os famosos vinhos georgianos, produzidos em métodos tradicionais em ânforas de barro (qvevri) há mais de 8.000 anos. O bairro de Shardeni é o epicentro da vida noturna, com inúmeros restaurantes, bares e clubes. Aproveita também para passear pela Avenida Rustaveli, cheia de cafés animados, restaurantes locais e pequenas lojas artesanais. Experimenta os deliciosos khachapuris, pães recheados com queijo, num dos restaurantes tradicionais. O que ver na Geórgia além de Tiblisi A pouca distância da capital encontram-se alguns dos tesouros mais impressionantes da Geórgia. São excursões que podem ser feitas em um dai e que são imperdíveis se queres conhecer realmente a essência do país. Mtskheta, a Jerusalém Georgiana A apenas 20 km de Tbilisi fica Mtskheta, a antiga capital religiosa da Geórgia, considerada o berço do cristianismo georgiano e um importante centro de peregrinação. Este local Património Mundial da UNESCO alberga dois monumentos religiosos fundamentais: • A Catedral de Svetitskhoveli, do século XI, onde se diz estar enterrada a túnica de Cristo • O Mosteiro de Jvari, situado no topo de uma colina com vistas panorâmicas para a confluência dos rios Aragvi e Mtkvari A pequena cidade mantém um ambiente pacífico e espiritual, perfeito para uma caminhada tranquila entre monumentos históricos. Gori e Uplistsikhe, da era estalinista à idade da pedra A cidade de Gori, a cerca de uma hora de Tbilisi, é conhecida por ser o local de nascimento de Josef Estaline. O Museu de Estaline é uma experiência surreal, com a casa natal do líder soviético e o seu comboio blindado pessoal. A poucos quilómetros de Gori encontra-se Uplistsikhe, uma cidade antiga esculpida na rocha que remonta ao primeiro milénio a.C. Este extraordinário complexo de cavernas inclui templos, teatros, adega, farmácia e residências, testemunhas silenciosas de uma civilização ancestral. Sighnaghi, a cidade do amor Esta encantadora vila fortificada, conhecida como a “cidade do amor” pela possibilidade de casamento a qualquer hora do dia, ergue-se sobre colinas cobertas de vinhedos. As suas muralhas bem preservadas, ruelas de paralelepípedos e varandas tradicionais georgianas criam uma atmosfera romântica incomparável. Do alto da cidade, as vistas para o vale de Alazani e as montanhas do Cáucaso são de cortar a respiração. Mosteiro de Bodbe Perto de Sighnaghi encontra-se o Mosteiro de Bodbe, onde está sepultada Santa Nino, responsável pela conversão da Geórgia ao cristianismo no século IV. Kakheti, região vinícola por excelência A região de Kakheti, a leste de Tbilisi, é o coração da produção vinícola da Geórgia – um país que se orgulha de ter a tradição vinícola mais antiga do mundo, com 8.000 anos de história. Adegas e degustações Uma visita a Kakheti não estaria completa sem experimentar os seus famosos vinhos. Adegas tradicionais e modernas oferecem degustações onde poderás provar variedades autóctones como Saperavi (tinto) e Rkatsiteli (branco). O método tradicional georgiano de produção de vinho em qvevri (ânforas de barro enterradas no solo) está na lista de Património Cultural Imaterial da UNESCO. O Grande Cáucaso: aventura nas montanhas A cordilheira do Cáucaso oferece algumas das paisagens mais dramáticas e atividades ao ar livre mais emocionantes da Geórgia. Kazbegi (Stepantsminda) A três horas de Tbilisi, seguindo a histórica Estrada Militar Georgiana, Kazbegi é uma porta de entrada para o Grande Cáucaso. A viagem para lá é tão espetacular quanto o destino, passando pelo Complexo Defensivo de Ananuri e pelo Arco da Amizade, um monumento soviético com vistas panorâmicas. A principal atração de Kazbegi é o Mosteiro de Gergeti Trinity, situado a 2.170 metros de altitude com o majestoso Monte Kazbek (5.047m) como pano de fundo. A caminhada de 1,5 horas até ao mosteiro é exigente, mas compensa com vistas absolutamente fantásticas. Alternativamente, podes alugar um 4×4 para te levar até lá em cima. Svaneti Para os mais aventureiros, a remota região de Svaneti, no noroeste da Geórgia, oferece algumas das paisagens mais impressionantes do país. A principal cidade, Mestia, caracteriza-se pelas suas torres defensivas medievais (conhecidas como “svan towers”) que se erguem contra o pano de fundo das montanhas nevadas. Ushguli, um conjunto de aldeias a 2.200 metros de altitude, é considerado o povoamento habitado mais alto da Europa e foi declarado Património Mundial da UNESCO. O isolamento histórico desta região permitiu a preservação de tradições únicas e uma arquitetura distintiva. Costa do Mar Negro Depois de tantas aventuras nas montanhas e exploração cultural, a costa georgiana do Mar Negro oferece o ambiente perfeito para relaxar. Batumi, a pérola do Mar Negro Batumi, a segunda maior cidade da Geórgia, combina uma atmosfera de estância balnear com um centro histórico encantador. O seu longo boulevard à beira-mar, repleto de esculturas modernas como a estátua móvel de Ali e Nino, é perfeito para passeios tranquilos. A cidade apresenta uma arquitetura eclética que vai desde edifícios art nouveau até arranha-céus futuristas como a Torre Alfabeto, um monumento ao único alfabeto georgiano. Algumas atrações mais conhecidas de Batumi são o Pier de Batumi, o Jardim Botânico e a Catedral da Mãe de Deus. Durante o verão, as praias de Batumi enchem-se de visitantes locais e internacionais que vêm desfrutar do Mar Negro. Parque Nacional de Mtirala A curta distância de Batumi encontra-se o Parque Nacional de Mtirala, uma floresta subtropical húmida com cascatas, trilhos de caminhada e oportunidades para observação de aves. É o local perfeito para uma excursão de um dia em contacto com a natureza. Gastronomia da Geórgia: sabores que não podes perder A culinária georgiana merece um capítulo à parte em qualquer viagem pelo país. Rica em sabores, influenciada por tradições do Médio Oriente e da Europa Oriental, é famosa pelo seu uso generoso de ervas frescas, nozes e especiarias. Pratos imperdíveis • Khachapuri: Este pão recheado com queijo é considerado o prato nacional. A versão Adjaruli, em forma de barco com queijo derretido, manteiga e um ovo cru no topo, é particularmente popular. • Khinkali: Grandes bolinhos cozidos recheados com carne temperada, ervas e especiarias. A técnica correta para comer é pegar pela “ponta”, morder um pequeno pedaço e sugar o caldo antes de comer o resto. • Churchkhela: Um doce tradicional em forma de vela, feito com sumo de uva e nozes enfiadas num cordão. • Mtsvadi: Espetadas de carne grelhada, geralmente de porco ou vitela, marinadas em vinho tinto. Conselhos práticos para a tua viagem à Geórgia Para que a tua aventura pela Geórgia seja perfeita, aqui ficam algumas dicas essenciais: Melhor época para visitar • Primavera (maio-junho) e outono (setembro-outubro): temperaturas amenas e paisagens verdejantes ou coloridas. • Verão (julho-agosto): ideal para a costa do Mar Negro e caminhadas nas montanhas, embora Tbilisi possa ficar bastante quente. • Inverno (dezembro-fevereiro): perfeito para os amantes de desportos de inverno nas estâncias de esqui de Gudauri ou Bakuriani. Transportes Os marshrutkas (mini-autocarros partilhados) são o meio de transporte mais comum entre cidades, sendo económicos mas nem sempre confortáveis. Para maior flexibilidade, considera alugar um carro, embora deva ter-se em conta que a condução nas zonas montanhosas pode ser desafiante. Língua e comunicação O georgiano tem um alfabeto único e é a língua oficial. Nas áreas turísticas, o inglês é relativamente comum, especialmente entre os mais jovens. Aprender algumas palavras básicas em georgiano (como “gamarjoba” – olá e “madloba” – obrigado) será sempre apreciado pelos locais. Segurança e saúde A Geórgia é considerada um país seguro para turistas. No entanto, como em qualquer viagem internacional, recomendamos que contrates um seguro de viagem adequado antes de partires. O seguro IATI Standard é perfeito para cobrir todas as tuas necessidades durante a viagem pela Geórgia, garantindo-te assistência médica, cobertura para atividades de aventura e proteção em caso de cancelamento.

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O que visitar na Suíça: roteiro completo para explorares este paraíso alpino

O que visitar na Suíça: roteiro completo para explorares este paraíso alpino

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Montanhas com paisagens de cortar a respiração, aldeias pitorescas que parecem saídas de contos de fadas e cidades modernas e cosmopolitas… A Suíça é esse lugar onde a natureza e a civilização coexistem em harmonia, criando uma experiência de viagem única. Mas, com tantas coisas para descobrir num país relativamente pequeno, por onde começar? Neste guia completo, vamos mostrar-te os melhores locais para visitar na Suíça, desde as suas cidades encantadoras até aos recantos naturais mais impressionantes. Preparámos um roteiro detalhado para que possas planear a tua viagem à perfeição, seja uma escapadela de 3 dias ou uma aventura mais prolongada. Por isso, antes de fazeres as malas e contratares o teu seguro de viagem, continua a ler para descobrires tudo o que este país tem para oferecer. As cidades imperdíveis da Suíça Zurique Este vai ser, muito provavelmente, o teu ponto de chegada à Suíça, pois o seu aeroporto é o mais importante do país. Zurique é a maior cidade suíça e um dos principais centros financeiros do mundo. Começa a tua visita a Zurique pelo seu centro histórico (Altstadt), com as suas ruas medievais que escondem vários tesouros como a imponente Grossmünster, uma catedral românica com torres gémeas que se tornaram símbolos da cidade. Não muito longe, encontras a Fraumünster, famosa pelos seus vitrais desenhados por Marc Chagall. A Bahnhofstrasse é outra paragem obrigatória – uma das avenidas comerciais mais exclusivas do mundo, onde as boutiques de luxo convivem com chocolatarias tradicionais. Para uma vista panorâmica da cidade, sobe até ao miradouro Lindenhof, no coração do centro histórico. Se visitares Zurique no verão, não podes perder a oportunidade de dar um mergulho no Lago de Zurique ou nos diversos banhos públicos (Badis) ao longo do rio Limmat – uma experiência refrescante e genuinamente local! ✈️ Seguro de viagem para a Suiça Genebra No extremo ocidental do país, Genebra espera-te com o seu ambiente internacional e sofisticado. Sede de numerosas organizações internacionais, incluindo as Nações Unidas, esta cidade bilíngue é uma fusão de culturas. O símbolo mais reconhecível da cidade é, sem dúvida, o Jet d’Eau – um espetacular repuxo de água que lança um jato a 140 metros de altura no Lago Léman. É o ponto perfeito para começares a tua visita. Depois, perde-te pelas ruelas da Cidade Velha, onde se encontra a Catedral de São Pedro. Se tiveres coragem para subir os seus 157 degraus, serás recompensado com uma vista incrível sobre a cidade e o lago. Os amantes de relógios não podem deixar de visitar o Patek Philippe Museum, enquanto os apaixonados por ciência encontrarão no CERN, o maior laboratório de física de partículas do mundo, uma experiência inesquecível. Lucerna Situada nas margens do Lago dos Quatro Cantões e rodeada por montanhas impressionantes, Lucerna é frequentemente considerada a mais bela cidade suíça e um daqueles locais que parecem tirados de um conto de fadas. A sua ponte coberta de madeira do século XIV, a Kapellbrücke (Ponte da Capela), é a mais antiga ponte coberta da Europa e o ex-libris da cidade. Passeia pelo centro histórico bem preservado, com as suas praças medievais e casas coloridas com frescos pintados. O Monumento do Leão (Löwendenkmal), descrito por Mark Twain como “o pedaço de rocha mais triste e comovente do mundo”, é outra atração imperdível. Esta escultura de um leão moribundo, talhada diretamente na rocha, homenageia os guardas suíços que morreram durante a Revolução Francesa. Para uma experiência panorâmica inesquecível, apanha o teleférico até ao Monte Pilatus ou o comboio de cremalheira mais íngreme do mundo até ao Monte Rigi – ambos oferecem vistas deslumbrantes sobre a cidade, o lago e as montanhas circundantes. Berna Em contraste com muitas capitais europeias, Berna mantém uma atmosfera tranquila e acolhedora. O seu centro histórico, classificado como Património Mundial da UNESCO, é um dos mais bem preservados da Europa. Destaca-se a Torre do Relógio (Zytglogge), um elaborado relógio astronómico medieval que, a cada hora, apresenta um pequeno espetáculo de figuras em movimento. As arcadas cobertas de Berna estendem-se por 6 km, formando uma das mais longas ruas comerciais cobertas da Europa, perfeitas para explorar mesmo em dias chuvosos. Não deixes de visitar a casa onde Albert Einstein viveu e desenvolveu a sua Teoria da Relatividade, agora transformada num museu fascinante. E se o tempo permitir, dá um mergulho no rio Aare, uma atividade muito popular entre os locais durante o verão. Interlaken e a região de Jungfrau Situada entre os lagos alpinos Thun e Brienz (daí o nome “entre lagos”), Interlaken é a base perfeita para explorares algumas das paisagens mais espetaculares da Suíça. A região de Jungfrau oferece experiências alpinas incomparáveis, sendo o ponto alto (literalmente) a viagem até ao Jungfraujoch, o “Topo da Europa”, a uma altitude impressionante de 3.466 metros. O comboio que leva ao Jungfraujoch é uma obra-prima da engenharia, atravessando túneis escavados dentro do maciço do Eiger. No topo, esperam-te vistas panorâmicas sobre os Alpes e o glaciar Aletsch, o maior da Europa. Para os amantes de adrenalina, a região oferece inúmeras oportunidades para desportos de aventura: parapente, rafting, canyoning ou, no inverno, algumas das melhores pistas de esqui do mundo. Zermatt e o Matterhorn Nenhuma visita à Suíça estaria completa sem contemplar o Matterhorn, provavelmente a montanha mais fotografada do mundo com o seu pico piramidal inconfundível. A melhor base para admirar esta maravilha natural é Zermatt, uma encantadora vila alpina livre de carros. Aqui, podes apanhar o comboio de cremalheira até ao Gornergrat, a 3.089 metros de altitude, para uma vista panorâmica sobre o Matterhorn e mais de 20 outros picos acima dos 4.000 metros. No verão, a região oferece excelentes trilhos para caminhadas, enquanto no inverno se transforma num paraíso para esquiadores. A própria vila de Zermatt merece ser explorada, com os seus chalés de madeira tradicionais e a atmosfera acolhedora, onde encontrarás excelentes restaurantes para provares fondue e outras especialidades suíças. Lago de Genebra (Lac Léman) O maior lago da Europa Ocidental, partilhado entre a Suíça e a França, é rodeado por algumas das paisagens mais charmosas do país. Além de Genebra, encontras ao longo das suas margens cidades encantadoras como Lausanne, sede do Comité Olímpico Internacional, e Montreux, famosa pelo seu festival de jazz. Um dos pontos turísticos mais visitados é o Castelo de Chillon, imortalizado pelo poeta Lord Byron, uma fortaleza medieval do século XII construída numa pequena ilha rochosa, que parece flutuar sobre as águas do lago. Para os amantes de vinhos, as encostas dos vinhedos de Lavaux, Património Mundial da UNESCO, são uma visita obrigatória. Experiências únicas para viveres na Suíça Comboios panorâmicos A Suíça possui a rede ferroviária mais densa e eficiente da Europa, e algumas linhas são verdadeiras atrações turísticas por si só. O Glacier Express, frequentemente chamado de “o comboio expresso mais lento do mundo”, liga St. Moritz a Zermatt num percurso de 8 horas através de 291 pontes e 91 túneis, oferecendo panoramas alpinos de tirar o fôlego. Outro percurso icónico é o Bernina Express, que atravessa os Alpes até Itália, passando pelo Passo Bernina a 2.253 metros de altitude. As suas carruagens panorâmicas permitem-te absorver toda a beleza da paisagem alpina. Para uma experiência mais curta, mas igualmente impressionante, considera o Golden Pass, que liga Lucerna a Montreux, oferecendo vistas espetaculares sobre lagos, montanhas e prados alpinos. ✈️ 10 atrações a não perder no Bernina Express Eventos e Festivais Dependendo da época do ano da tua visita, poderás ter a sorte de testemunhar algumas das tradições culturais mais autênticas da Suíça. No início da primavera, o Carnaval de Basileia (Fasnacht) é o maior da Suíça, com três dias de desfiles, música e festividades. No verão, o Montreux Jazz Festival transforma esta pitoresca cidade à beira do lago num epicentro musical, atraindo artistas e visitantes de todo o mundo. Já no outono, o Desfile dos Rebanhos nos Alpes marca o regresso do gado dos pastos de altitude, com vacas decoradas com flores e enormes sinos. No inverno, além dos desportos de neve, os mercados de Natal em cidades como Basileia, Zurique e Montreux criam uma atmosfera mágica e são ideais para comprares lembranças tradicionais. Gastronomia suíça Qualquer visita à Suíça deve incluir uma imersão na sua deliciosa gastronomia. O fondue de queijo é um prato nacional que consiste em mergulhar pedaços de pão num recipiente de queijo derretido. Uma experiência social e gastronómica imperdível, especialmente depois de um dia nas pistas de esqui. Raclette é outro prato tradicional, onde fatias de queijo derretido são raspadas sobre batatas, acompanhadas por pickles e cebolas. E não te esqueças de provar a rösti, um prato simples mas delicioso de batatas raladas e fritas, frequentemente servido com ovo estrelado por cima. Para sobremesa, o chocolate suíço dispensa apresentações. Visita uma chocolataria para assistir ao processo de fabrico e, claro, para degustar. Marcas como Lindt, Toblerone e Cailler são famosas mundialmente, mas as pequenas chocolatarias artesanais também valem muito a pena. 🏂As melhores estâncias de ski da Europa O melhor da Suíça em 3 dias Se tiveres apenas três dias disponíveis para visitar a Suíça, vais ter de fazer escolhas difíceis. Recomendamos este itinerário compacto para aproveitares ao máximo o teu tempo: Dia 1: Chega a Zurique, explora o centro histórico e passa a tarde num agradável cruzeiro pelo lago. Dia 2: Apanha um comboio cedo para Lucerna (45 minutos), visita a cidade e sobe ao Monte Pilatus. Regressa a Zurique ao final do dia. Dia 3: Faz uma excursão de dia inteiro à região de Interlaken e Jungfraujoch. É um dia longo, mas a experiência vale cada minuto. Este roteiro de 3 dias dá-te um vislumbre dos diferentes aspetos da Suíça: uma cidade grande, uma cidade pequena e a majestosidade dos Alpes. Dicas práticas para a tua viagem Melhor época para visitar: A Suíça é um destino para todo o ano, mas cada estação tem o seu encanto. O verão (junho a agosto) é ideal para caminhadas e atividades ao ar livre, enquanto o inverno (dezembro a março) é perfeito para desportos de neve. A primavera e o outono oferecem temperaturas amenas e menos turistas. Transportes: Investe num Swiss Travel Pass se planeias deslocar-te bastante pelo país. Este passe oferece viagens ilimitadas na maioria dos comboios, autocarros e barcos, além de entrada livre em muitos museus. É caro, mas compensa pela comodidade e poupança potencial. Idioma: A Suíça tem quatro línguas oficiais: alemão, francês, italiano e romanche. O inglês é amplamente falado nas áreas turísticas, mas aprender algumas expressões básicas no idioma local é sempre apreciado. Moeda: Apesar de estar no coração da Europa, a Suíça não usa o euro, mas sim o franco suíço (CHF). Cartões de crédito são aceites na maioria dos estabelecimentos, mas é útil ter sempre algum dinheiro em numerário. Orçamento: A Suíça é um dos países mais caros da Europa. Planeia o teu orçamento cuidadosamente e considera opções como supermercados para algumas refeições, em vez de comer sempre em restaurantes. Seguro de viagem para a Suíça Antes de partires para a tua aventura suíça, não te esqueças de um elemento essencial: o seguro de viagem. Com o IATI STandard, oferecemos coberturas específicas que te protegem em caso de imprevistos, desde despesas médicas até cancelamentos ou perdas de bagagem. A Suíça tem excelentes cuidados de saúde, mas os custos médicos são extremamente elevados para quem não tem seguro. Além disso, se planeias atividades de montanha ou desportos de inverno, um seguro adequado é ainda mais importante.

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O que é necessário para viajar de Portugal para a Suíça em 2025?

O que é necessário para viajar de Portugal para a Suíça em 2025?

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Posso viajar para a Suíça? Quais são os requisitos para viajar para a Suíça agora? Neste artigo, vamos responder a estas e outras perguntas para que possas começar a tua viagem com tranquilidade. Para te ajudar a começar a fazer a mala, dizemos-te que não precisas de muito para viajar para a Suíça em 2025. Além disso, vais encontrar um clima muito descontraído, que te vai fazer desfrutar muito da tua viagem. Continua a ler para saberes o que é preciso para viajar para a Suíça hoje. Posso viajar para a Suíça a partir de Portugal em 2025? Sim, atualmente é possível viajar para a Suíça a partir de Portugal e, a partir de fevereiro de 2022, não há requisitos especiais a ter em conta. O governo suíço decidiu eliminar todos os requisitos para viajar para a Suíça devido à queda do número de infecções, e todas as restrições dentro do país também foram levantadas. O que vais encontrar se decidires viajar para a Suíça agora? A vaga de casos de COVID-19 já desapareceu há muito tempo e, com ela, todas as restrições relacionadas com a pandemia. Desde 17 de fevereiro de 2022, já não é necessário um certificado COVID para entrar em bares, restaurantes e outros locais fechados. As máscaras também deixaram de ser obrigatórias. Seguro de viagem para a Suíça, um documento indispensável O seguro de viagem não é um pré-requisito para viajar para a Suíça, mas o Ministério dos Negócios Estrangeiros português, nas suas recomendações para viajar para o país, é muito preciso em várias ocasiões. Por um lado, afirma: “É aconselhável subscrever um seguro médico e de viagem para cobrir as eventualidades não incluídas no CESD, dado o elevado custo das despesas médicas na Suíça. No caso de actividades de montanha ou de desportos de inverno, o seguro deve cobrir explicitamente as eventuais despesas de salvamento e de evacuação. Salienta-se o elevado custo dos serviços médicos não incluídos ou dos cuidados prestados em clínicas ou por médicos privados”. Por outro lado, deves ter em conta que “os cuidados de saúde serão prestados em pé de igualdade com os dos segurados do país para onde viajas. Em alguns casos, terás de pagar um montante fixo ou uma percentagem dos custos dos cuidados de saúde, tal como os nacionais do país para onde viajas. Estes montantes não são reembolsáveis”. No caso da Suíça, existe um co-pagamento. Por exemplo, no caso de uma transferência de ambulância, o doente tem de pagar 50% do custo, até um máximo de CHF 500 por ano. Se o doente for socorrido por uma ambulância aérea, também tens de pagar 50% do custo até um máximo de CHF 5.000 por ano. Existe ainda um co-pagamento por cada 30 dias de tratamento, pelo qual terás de pagar 92 francos suíços e, se fores hospitalizado, uma taxa diária adicional de 15 francos suíços. Para te poupares a todos estes custos e dores de cabeça quando tiveres de pedir o reembolso, bem como para teres a certeza de que podes ser tratado tanto em hospitais públicos como privados, é essencial viajar com um bom seguro de viagem. O IATI Escapadinhas é uma apólice concebida para este tipo de aventuras mais perto de ti. Graças a ela, estarás coberto por despesas médicas até 50.000 euros, incluindo as que podem resultar de desportos de aventura como caminhadas ou ciclismo e de uma infeção por coronavírus. Estaremos à tua disposição 24 horas por dia, 7 dias por semana, se precisares de ser hospitalizado. Também em caso de roubo ou perda de bagagem, repatriamento ou regresso antecipado. O que é que preciso para viajar para a Suíça? Posso viajar com um bilhete de identidade? Como faz parte do espaço Schengen, sendo espanhol, precisas de ter o Cartão de Cidadão para viajar para a Suíça. Não te esqueças de verificar se é válido. Se preferires, também podes usar o teu passaporte. Não precisas de visto para viajar para a Suíça. Se fores cidadão de um país fora da União Europeia, deves consultar a embaixada suíça correspondente. No entanto, como as informações podem mudar, lembra-te de verificar as fontes oficiais antes de viajares. As vacinas para viajar para a Suíça são obrigatórias? O MNE indica que não é obrigatória qualquer vacina para viajar para a Suíça. A vacinação contra a febre amarela pode ser obrigatória se fores proveniente de zonas endémicas, o que não é o caso de Portugal. Mesmo assim, são recomendadas vacinas gerais, independentemente de qualquer viagem: tétano, difteria, tosse convulsa, hepatite B e tríplice viral. Depois, em função das caraterísticas da viagem e do viajante, são recomendadas as vacinas contra a encefalite europeia, a meningite meningocócica, a gripe e o pneumococo. Quanto à vacina contra o coronavírus, já não é necessário vacinar-se nem para entrar na Suíça nem para viajar dentro do país. Carta de condução para a Suíça Muitos viajantes optam por alugar um carro ou conduzir diretamente para o país e desfrutar das fabulosas estradas suíças. É do teu interesse saber que um dos documentos necessários para viajar para a Suíça é a carta de condução portuguesa. Esta é válida por um ano a partir da data de entrada e só terás de a trocar se viveres na Suíça. No que diz respeito à condução, o MNE aconselha-te a ter cuidado com as regras de trânsito e os limites de velocidade, pois os controlos são rigorosos e as multas são caras. Também deves ter em conta que, para conduzir nas auto-estradas, tens de comprar um autocolante chamado vinheta ou vignette, que é válido por um ano e custa 40 francos suíços. Podes adquiri-lo nas estações de correios, nas estações de serviço (mesmo junto à fronteira), nas garagens, nos serviços de trânsito cantonais e nas sedes do Swiss Touring Club. Perguntas frequentes sobre os documentos para viajar para a Suíça em 2025 Resumindo, aqui estão as respostas às perguntas mais frequentes dos viajantes que se informam sobre os requisitos para viajar para a Suíça: Posso viajar para a Suíça a partir de Portugal hoje? Sim, podes viajar para a Suíça agora. O que é necessário para viajar para a Suíça a partir de Portugal em 2025? Deixou de haver requisitos especiais para viajares para a Suíça devido à covid-19. Apenas necessitarás do teu passaporte ou do teu cartão de cidadão para entrar. Posso viajar para a Suíça com o meu cartão de cidadão? Se és cidadão português ou de qualquer país da UE, podes viajar para a Suíça com o teu bilhete de identidade válido. Preciso de uma carta de condução internacional na Suíça? Não, podes conduzir na Suíça durante 1 ano com a tua carta de condução espanhola. Como podes ver, os requisitos para viajar para a Suíça são muito simples. Tem em atenção que a situação pode mudar de um momento para o outro, e é por isso que nós, na IATI, temos o cuidado de atualizar regularmente os nossos artigos. Volta aqui se a tua viagem ainda estiver longe. Lembra-te, mesmo que seja um país da Europa, é agora ainda mais importante viajar protegido com um bom seguro de viagem. Quer torças os tornozelos enquanto caminhas nas montanhas suíças, ou apanhes covid e precises de ser hospitalizado, ter o apoio financeiro e logístico do melhor seguro de viagem para a Suíça é essencial. O IATI Escapadinhas garante-te uma cobertura de despesas médicas até 50.000 euros, incluindo as que possam resultar da COVID-19. Esta apólice também cobre as despesas médicas que possam surgir durante a prática de desportos de aventura ou de cicloturismo. Além disso, cobrimos também outras questões não relacionadas com a saúde, como o roubo e os danos na bagagem, mesmo no teu carro ou autocaravana, ou atrasos na entrega da bagagem registada. Estaremos ao teu lado se tiveres de regressar mais cedo a casa devido à morte ou hospitalização de um familiar até ao primeiro grau ou se tiveres de ser repatriado. Não hesites mais e viaja em segurança com a tua apólice IATI. Lembra-te que, devido à situação atual, os documentos de viagem e os requisitos podem mudar. Na IATI, estamos constantemente a atualizar esta informação. No entanto, recomendamos-te que consultes sempre as fontes oficiais.

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