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4 lugares imperdíveis na Patagónia

4 lugares imperdíveis na Patagónia

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Hoje levamos-te até aos escondidos recantos da Patagónia Argentina e Chilena para te mostrarmos o melhor da América Latina. Se és um amante de desportos radicais, prepara-te para imagens alucinantes que te vão fazer crescer essa veia de aventureiro que tens para desbravar este continente. Quanto a nós, IATI, vamos estar por aqui para te acompanhar nesta aventura com o nosso IATI Mochileiro ideal para este tipo de viagem. Lugares imperdíveis na Patagónia Entre os desertos, glaciares e bosques, hoje falamos-te de quatro lugares completamente imperdíveis da Patagónia. Preparado? Conduzir pela Carretera Austral Carretera Austral é o nome dado à estrada chilena número 7. Esta estrada que liga Puerto Montt até Villa O’Higgins foi um projeto iniciado em 1976 e tinha como objetivo ligar por terra a Patagónia chilena ao resto do país sem passar pela Argentina. Hoje, este projeto ainda não está 100% concluído mas a estrada de mais de 1000 quilómetros não precisa de ficar terminada para notarmos a beleza natural que tem; o ar puro que tem; e as paisagens apetecíveis que tem. Entre os desportos mais comuns nesta zona estão o rafting, kayaking e trekking. Amantes destes deportes por aí? Explorar os recantos de El Chalten A capital das caminhadas da Argentina é El Chalten e por aqui o melhor é mesmo gostar de desporto ao ar livre. As duas caminhadas mais conhecidas e também aquelas que te recomendamos são: a caminhada pela Laguna de los Tres e a caminhada pela Laguna Torre. A Laguna de los Tres é uma caminhada longa (mais ou menos um dia) onde é possível ver o Cerro Fitzroy. Aos mais corajosos, aconselhamos mesmo a pernoitarem no parque e a fazerem parte da caminhada pelas 4 horas para verem o nascer do sol que é um verdadeiro regalo aos olhos. Quanto à caminhada da Laguna Torre, esta termina no Cerro Torre, uma colina um pouquinho mesmo majestosa que o Fitzroy mais ainda assim de uma beleza fenomenal. Visitar o glaciar Perito Moreno Se só tiveres um dia para visitar a Patagónia argentina, reserva esse dia para o Perito Moreno. O parque nacional tem mais de 250 km2 de glaciares e aquilo que mais te aconselhamos a fazer é sentares-te num banco bem confortável e esperares pela queda das formações de gelo à frente dos teus olhos. Esta força da natureza é das mais belas e emblemáticas formas de nos demonstrar como o poder humano é realmente pequeno quando comparado com o poder da natureza. Outra forma de aproveitares o parque é fazeres um mini-trekking pelos glaciares, o que te permite um contacto ainda mais próximo com a natureza. Curiosidade: Sabias que este glaciar é um dos poucos que tem resistido impecavelmente ao aquecimento global? Sim. Ao contrário de 95% dos glaciares, o Perito Moreno continua a crescer. Informações práticas: Horários do parque: 9h às 21h Não existem autocarros até ao parque de modo que o ideal é alugar um carro, apanhar um táxi ou fazer a visita com uma agência. Mais informações sobre o parque no site oficial. Caminhar pelo parque nacional de Torres del Paine Este parque é um MUST GO da Patagónia chilena e a trilha W, nomeada pela sua forma que te permite chegar mais perto das montanhas e os glaciares, é a caminhada mais conhecida entre os viajantes e turistas. Nós aconselhamos-te a ires entre Novembro e Janeiro para teres melhores condições climatéricas e para tirares as melhores fotos do mundo… Depois não te esqueças de partilhar tudo connosco nosso Instagram: @iatisegurospt. Informações práticas: Horários: Alta temporada: 7h – 22h Baixa temporada: 8h30 – 17h30 Podes também encontrar mais informações sobre o parque no site oficial do mesmo. Já conheces a Patagónia? Se ainda não conheces este cantinho do céu, esperemos que este artigo te tenha inspirado a conhecer. Artigo escrito por: Daniela Matinho

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Roteiro clássico para cinco dias fantásticos em Hong Kong

Roteiro clássico para cinco dias fantásticos em Hong Kong

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Hong Kong é muitas vezes destino intermédio a caminho de um país mais a oriente. No entanto, não te deixe enganar, este território pertencente à China pode ser pequeno em extensão mas é gigante em atrações turísticas. Como sabes, a IATI é especializada em seguros de viagem pelo que se estás a pensar visitar Hong Kong não te esqueças do respetivo seguro de viagem! Este roteiro para cinco dias foi preparado para quem não conhece Hong Kong e vai querer ver as principais atrações em pouco tempo. Pensa neste roteiro como como uma introdução a Hong Kong, pois sabemos que te vais apaixonar tanto por este território que vais querer regressar! Roteiro de 5 dias por Hong Kong Como foi dada especial atenção à localização geográfica dos sítios a visitar, se não tiveres cinco dias para visitar Hong Kong podes escolher qualquer um dos dias e visitar essa área. Já tens o teu seguro de viagem? Então acompanha-nos neste roteiro! Dia 1 No primeiro dia toma o pulso à cidade! De manhã dirige-te a Tsim Sha Tsui Promenade para um vislumbre do skyline de Hong Kong. Depois dirige-te à Avenue of Stars onde estão estátuas de celebridades de Hong Kong, como por exemplo Jackie Chan. Hong Kong tem mercados noturnos bem animados, portanto sugerimos que te embrenhes pelas barraquinhas de comida, artesanato, bonés e souvernirs para todos gostos. Os mais conhecidos são Ladies Market em Mong Kok e o Temple Steet Market em Temple Street. Dia 2 The Peak, ou Victoria Peak, é o ponto mais alto de Hong Kong e oferece uma vista magnífica. Para chegares até lá cima podes ir de taxi, autocarro ou utilizando o Peak Tram, um funicular centenário de cor vermelha e com bancos de madeira. Se puderes escolhe esta última alternativa pois beneficias de vistas únicas de Hong Kong. Caso te interesse, podes visitar o Museu Madam Tussaud que fica localizado aqui. E se gostas de fotografar à noite, aconselhamos-te a começares teu dia pelo percurso que indicamos a seguir para que possas ficar no The Peak quando anoitecer para tirares aquelas fotografias mesmo especiais. Já que estás na ilha de Hong Kong aproveita para conheceres Times Square, o centro financeiro de Hong Kong, o Man Mo Temple e a Golden Bauhinia Square que representa a orquídea, símbolo da região. O Synphony of lights é um espetaculo de luzes gratuito que acontece diariamente às 20:00 em Victoria Harbour e Causeway Bay. Deves estar em Causeway Bay nessa altura para apreciares o Synphony of Lights com vista para Victoria Harbour. Dia 3 A meio da tua estadia em Hong Kong dá uma folga à cidade e dirige-te para a ilha de Lantau para te maravilhares com uma estátua do Buda Sentado. O Tian Tan Buddha é uma estátua de bronze com 34 metros de altura que pode ser vista de Macau! Logo a seguir dirige-te a Po Lin Monastery e desfruta de uma refeição vegetariana. Por fim, regressa a Hong Kong de teleférico. No Ngong Ping 360 podes escolher entre cabines com fundo transparente ou normais, de acordo com o teu orçamento e a tua capacidade de suportares alturas. Dia 4 Gostas de jardins? Em Hong Kong há vários mas escolhemos os mais bonitos para ti: Chi Lin Nunnery e Lan Lien Garden. Geograficamente estes dois jardins são muito próximos por isso aproveita e visita os dois. Vais ficar fascinado com a tranquilidade que se sente nestes jardins. Dia 5 Dedica o último dia a explorares os mercados diurnos em Hong Kong. Tens vários para conheceres mas nós sugerimos o Bird Market e o Flower Market (mercado dos pássaros e das flores, respetivamente) em Prince Edward, o Fish Market (mercado dos peixes) em Mong Kok e o Jade Market(mercado de jade) em Jordan. Para terminares a tua viagem em grande assiste ao Synphony of Lights, desta vez em Kowloon para teres como vista o sky line de Causeway Bay. Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

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10 coisas que precisas saber se vais viajar para Malta

10 coisas que precisas saber se vais viajar para Malta

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A República de Malta tem sido um destino bastante procurado por turistas portugueses nos últimos anos. As companhias de aviação lowcost muito influenciaram o boom na procura e os viajantes agradecem, uma vez que podem usufruir de preços mais baixos. Este pequeno arquipélago no mediterrâneo tem muito para oferecer aos seus visitantes, nomeadamente a nível arqueológico, cultural, histórico e gastronómico, o que juntado ao clima ameno o ano inteiro e praias paradisíacas constituem ingredientes para uma viagem perfeita! Além disso, geograficamente Malta está situado a uma distância de cerca de três horas de avião de Portugal, o que torna a viagem pouco demorada. Para que possas usufruir ao máximo do que este país tem para oferecer reunimos 10 coisas que precisas saber se vais viajar para Malta. Vamos a isso? Mas antes não te esqueças de comprar o teu seguro de viagem internacional da IATI. 10 coisas que precisas saber se vais viajar para Malta Malta é um arquipélago Malta é constuído por três ilhas que são Malta, Gozo e Comino e duas ilhotas desabitadas que se chamam Cominotto e Filfta. Estas duas últimas ilhotas são praticamente ignoradas pelos turistas mas as três primeiras têm atrações que merecem a sua visita. Por isso prepare-se para andar de ilha em ilha. Toda a gente fala inglês As línguas oficiais são o maltês e o inglês, se bem que a generalidade das pessoas fala inglês no dia a dia. Portanto, a menos que estejas com vontade de aprender o maltês, não vai ter problemas de comunicação. Cursos de inglês Malta é muito procurada por estudantes que pretendem frequentar cursos de inglês durante as férias. O que achas de aproveitar a visita e aprender melhor a língua inglesa? A Maltalingua English Language School é uma das mais prestigiadas e tem vários programas, não apenas para estudantes mas para todos! De certeza que vais encontrar um curso perfeito para ti! Templos Megalíticos O arquipélago de Malta é rico em sítios arqueológicos, nomeadamente em Tempos Megalíticos. Alguns destes templos pré-históricos estão classificados como World Heritage Site, como é o caso de Ġgantija, Ħaġar Qim, Mnajdra, Ta’ Hagrat, Skorba e Tarxien. Apesar de estarem sinalizados mais de uma dezena de outros templos megalíticos, estes são, sem dúvida, os mais interessantes. Uma dica, a menos que estejas mesmo muito interessado nestes locais, escolhe para visitar apenas alguns deles. Mais de 360 igrejas Imagino que seja tarefa impossível visitar todas as catedrais, basílicas, igrejas e capelas de Malta mas podes tentar. Se tiveres de escolher apenas uma igreja para visitar, nós recomendamos as catacumbas da Catedral de São Paulo em Rabat. Valeta Unesco Word Heritage O centro histórico da capital é Património Mundial da UNESCO, por isso reserva, pelo menos, dois dias completos para explorar convenientemente Valeta. Praias de rocha e praia de areia A maior parte das praias em Malta não tem areia e se isso não te incomoda não vais ter problemas. No entanto, se aprecias uma toalha estendida no areal tens de ir para Mellieha Bay. Apesar de não ser muito grande é a maior de Malta. Vida noturna De certeza que vais querer sair à noite e divertires-te enquanto estiveres em Malta. Tens várias opções de bares e restaurantes em toda a ilha mas não te esqueças de dar um salto até Sliema. Vais agradecer-nos! Cruzeiros Malta é um porto popular para viagens de cruzeiro no mediterrâneo. A verdade é que a maior parte dos cruzeiros está de passagem, ao final do dia rumam a outros destinos, no entanto, podes escolher Malta como início de um cruzeiro. Outra razão para teres atenção aos cruzeiros é que quando chega um cruzeiro também chegam alguns milhares de cruzeiristas, por isso a capital fica entupida de pessoas. Sistema de transportes públicos excelentes Nas ilhas de Malta e Gozo o autocarro é rei! A rede de autocarros públicos é económica, eficiente, chega a todo o lado e tem horários abrangentes. Os preços atualizados e rotas completas podem ser acedidas aqui. Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

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10 experiências a não perder em Milão

10 experiências a não perder em Milão

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Estás a prestes a embarcar numa viagem para Milão e não sabes o que esperar desta cidade italiana? Não te preocupes, reunimos para ti 10 experiências a não perder em Milão, para que não te escape nada importante! Mas antes sequer de pensares entrar no avião, não te esqueças de viajar seguro, portanto vê que tipo de seguro se enquadra melhor na tua situação e tem em mente que os melhores seguros de viagem estão na IATI. 10 experiências a não perder em Milão Provar Risolto Alla Milanese con Ossobuco Este é o prato típico de Milão, por isso vais querer prová-lo! Este risotto é preparado com açafrão, cujos filamentos delicados dão um travo delicioso ao risotto. Por seu turno, o ossobuco é um corte de carne de vaca que é cozinhado durante horas em molho de tomate que o torna tenro, pelo que não precisas de faca para o cortar. Uma dica: escolhe bem o restaurante e certifica-te que a receita é autêntica. Rodar os calcanhares nas Galerias Victorio Emmanuel Quando entrares nas galerias olha para o chão e procura a imagem de um touro. Segundo a lenda, quando estavam a construir as galerias aconteceram três acidentes exatamente no sítio onde está o touro e nunca ninguém se magoou. Dizem que dá sorte rodar os calcanhares no sentido contrário dos ponteiros do relógio por cima do touro. Subir ao telhado do Duomo A vista que se consegue a partir do telhado do Duomo é inacreditável! É também um dos sítios mais Instagramáveis de Milão, por isso não percas a oportunidade! Visitar o mercado local Os italianos de uma maneira geral prezam os alimentos frescos e as compras em mercados locais são uma rotina diária. Faz como os locais e compra queijo, enchidos e pão e delicia-te com um snack improvisado. Ver ‘A Última Ceia’ O painel de Leonardo da Vinci encontra-se no refeitório do convento junto à Igreja Santa Maria delle Grazie. Como existe um número limitado de visitas por dia aconselho que marques a tua entrada com antecedência. Para isso visita a página oficial aqui. Fazer uma aula de culinária Certamente que vais querer replicar os pratos saborosos que experimentaste em Milão, por isso nada melhor do que fazeres uma aula de culinária numa escola profissional de cozinha. Vê, por exemplo esta e esta, onde se ensinam pratos tradicionais italianos. Assistir a um espetáculo no Teatro Alla Scala O Teatro Alla Scala é um dos mais reputados a nível mundial. No próprio dia por vezes conseguem-se preços mais baixos, tenta a tua sorte no site oficial. Andar de bicicleta Pegar numa bicicleta e deambular pelas ruas de Milão é uma coisa chique de se fazer. Não precisas de ir a nenhum sítio em especial, a ideia é seres visto. Aperitivo depois das 18:00 Vais perceber que as pessoas saem do trabalho por volta das 18:00 e vão direitinhas para o bar mais giro da rua. Faz como elas, pede um aperitivo e vais ver como a vida é melhor em Milão. Cruzeiro no Lago Como Foge do bulício da cidade e descansa num cruzeiro no rio como. Vai com tempo pois com o mesmo bilhete de barco podes parar em várias vilas cheias de charme. Toma nota destas dicas e diverte-te em Milão! Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

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Febre Tifoide o que é?

Febre Tifoide o que é?

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Tens a tua viagem toda organizada: voos, alojamento, câmbio, o melhor seguro de viagens para estar coberto em qualquer eventualidade. O nervosismo cresce, e já sentes o calor do sol nas bochechas. Mas, com um bocadinho mais de pesquisa, apercebes-te que o país para onde vais, recomenda a vacina da Febre Tifoide! Sabias que a vacina da febre tifóide é uma das vacinas recomendadas para qualquer país do Sudoeste Asiático? Se vais de viagem, deves ter um seguro de viagem internacional pronto para que, em qualquer eventualidade te possas deslocar a um bom serviço de saúde, e seres atendido rapidamente. E deves fazer uma consulta do viajante, sempre, e não apenas quando o destino que escolheste tem vacinas obrigatórias. Deves ir à consulta do viajante, com um mês de antecedência da viagem. Isto porque, algumas vacinas poderão exigir mais do que uma dose, e precisas de ter tempo para as tomar todas e seguir viagem tranquilo. O que é a Febre Tifoide? Como proteger-me em viagem? A febre tifoide é uma doença infectocontagiosa causada pela ingestão da bactéria Salmonella Typhi, em alimentos ou água contaminados. Trata-se de uma forma de salmonelose restrita aos seres humanos e caracterizada por sintomas proeminentes, sendo endémica na América Latina, Oceania e em África, mas 80% dos casos ocorrem na Índia e no sudeste Asiático. Está associada a países pobres, com condições precárias de saneamento, de higiene pessoal e ambiental. Resumindo, se comermos (ou bebermos) num local cuja bactéria esteja presente, iremos ter os seguintes sintomas: febres altas, diarreias ou obstipação, mal-estar, tosse seca, dor de cabeça, dor de barriga, falta de apetite, redução dos batimentos cardíacos, aumento do tamanho do baço e manchas rosadas no tronco. Estes sintomas também são comuns a outros microrganismos que podem provocar doenças no viajante, então, o melhor é, tomar a vacina e estar protegido. Embora a vacina da Febre Tifoide seja recomendada, e não obrigatória, sabendo para onde vamos de viagem, juntamente com o médico da Consulta do Viajante, avaliamos o risco e fazemos o que for melhor para nós. Existem mais de mil microrganismos que podem provocar doenças no viajante, mas esta salmonela não nos vai acabar com as férias! Geralmente é transmitida através da ingestão de alimentos ou água contaminada, mas também pode transmitir-se pelo contacto direto com a saliva do portador com um espirro, beijo, ou pela partilha de talheres e copos. O período de incubação é entre uma a três semanas. Muitas pessoas já regressaram a casa, mas não estão a salvo, se não fizeram a vacina. Quando regressamos das viagens, temos de nos manter atentos, e se nos sentirmos doentes ir logo ao médico e alertar para o facto de termos feito uma viagem recentemente. Como posso proteger-me da febre tifóide? Além da toma da vacina, deves ter alguns cuidados: • Beber apenas água fervida ou engarrafada • Não consumir alimentos crus • Quanto mais condimentada for a comida de um país, mais disfarça o seu sabor original. Devemos tentar comer as proteínas (carne, peixe, marisco, ovos) ao mais natural possível, pois é a forma que reconhecemos o seu cheiro e sabor original. As bactérias gostam mais de estar em pratos elaborados e proteicos, do que em legumes frescos. • Optar por restaurantes com grande afluência, em que os pratos e talheres sejam lavados muitas vezes ao longo do dia. Destino: check! Mala: check! Vacinas: check! Seguro de Viagem: check! A IATI deseja-te uma excelente viagem! Artigo escrito por: Onde estão os Duarte

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O que fazer em Bali em 7 dias: roteiro imperdível

O que fazer em Bali em 7 dias: roteiro imperdível

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Bali, um lugar que para muitos só existe nas redes sociais e em contas de viagens luxuosas. As fotografias de inspiração do Pinterest são tiradas lá, e resta o sonho de poder colocar os pés na água quente da ilha dos Deuses. Um dia, decides fazer dos sonhos uma magnífica realidade, mas só tens uma semana. Desde a IATI, líder em seguros de viagem online, queremos mostrar-te que há imenso para fazer e experimentar nesta pequena ilha no Oceano Indico e que em 7 dias poderás ver muitas coisas! Este roteiro de uma semana, com um bocadinho de praia, cultura e paz, está recheado do melhor que Bali tem para oferecer. Onde fica Bali e como chegar? Antes de começares a aventura, é importante saber onde fica Bali. A ilha está localizada na Indonésia, entre Java e Lombok, no sudeste asiático. O principal aeroporto é o Ngurah Rai International Airport (DPS), que recebe voos de várias partes do mundo. Se estiveres a planear a viagem, consulta as opções de voos e não te esqueças de contratar um seguro de viagem para garantir uma estadia tranquila. Quando ir para Bali? Bali tem um clima tropical, com duas estações principais: a seca (de abril a outubro) e a chuvosa (de novembro a março). A melhor época para visitar Bali é entre maio e setembro, quando há menos chuva e as temperaturas são agradáveis. No entanto, se quiseres evitar multidões, considera viajar na época intermédia, entre abril e outubro Roteiro de 7 dias por Bali Dia 1 e 2, Uluwatu Quando começares as férias, é melhor começares pela parte do sonho que te impulsionou: a praia! Chegado ao aeroporto de Denpasar Bali Ngurah Rai, entra num táxi e sai mesmo no sul da ilha, na península de Bukit. Aqui encontras as melhores praias de Bali, mas sem tantos turistas como a popular Kuta (aulas de surf para iniciados) ou Seminyak (marisco). Sai da estrada principal para a direita e vais encontrar a famosa praia de Padang Padang. Pede um sumo de ananás feito na hora (pode demorar mais do que estamos habituados, os balineses têm um ritmo muito diferente do nosso), e petisca qualquer coisa num warung (pequenos restaurantes locais). Espera pelo pôr-do-sol. Vais observar o primeiro de muitos, na praia ou na ponte, juntamente com os habitantes locais que celebram o fim do dia. Termina a noite a dançar no Single Fin, um bar que parece intacto desde os anos 70. Salta da cama e ruma directo a Nalu Bowls, para um pequeno-almoço de frutas e iogurte. Hoje o dia é para aprender a surfar! E o melhor é fazê-lo com aulas, e junto de quem sabe na praia de Uluwatu. Traz uma fotografia de recordação, há imensos fotógrafos a vendê-las. Se aprender surf não está nos teus objectivos, deixa-te ficar na praia, junto à rocha onde os surfistas entram na água, e dá uns mergulhos. Ou, sobre até um dos muitos bares e restaurantes com vista para o mar, e bebe qualquer coisa. O dia fecha com chave de ouro, se fores até a praia de Bingin onde a areia é o branco mais puro e a água mais cristalina de Bali. E o melhor de tudo é que com a maré baixa a praia transforma-se num restaurante de marisco, é só escolheres e eles grelham para ti no momento. A refeição vem acompanhada de arroz e uma cerveja Bitang. Dia 3 e 4, Ubud No início do dia 3 podes espreguiçar-te nas pacíficas praias de Balangan, o fundo é de coral, o que faz a água ter uma tonalidade espectacular. Aqui perto vais encontrar o Templo de Uluwatu, que um dos seis templos que formam os pilares espirituais de Bali, está na ponta de um penhasco de frente para o mar, e cheio de esculturas antigas balineses. Não te esqueças que para entrar precisas de ter os ombros e os joelhos cobertos. Não tens? Vais ter de alugar um sarong (pano tipíco), que dá tanto para homens, como para mulheres. Depois de te maravilhares com este templo, é hora de te fazeres ao caminho da verde tropical área de Ubud- o centro da arte e da cultura balinesa, gastronomia, muitos lugares para ver e muito para te divertires. Não vás tarde, pois o trânsito no final do dia é caótico. Começa o teu quarto dia, o mais cedo que conseguires, afinal de contas estás de férias! Bebe um delicioso café e faz uma caminhada até Campuchan Ridge, um passeio fácil e grátis pela natureza. O passeio tem aproximadamente 8km. Contudo os primeiros 4km são os mais interessantes. É possível visitar campos de arroz e parar para beber um coco fresco num dos vários cafés com vista panorâmica para um paisagem absolutamente luxuriante e deslumbrante. Depois de parar para almoçar, prepara a máquina fotográfica. A cerca de 20 minutos de distância, de Ubud, está a cidade de Gianyar, casa da Cascata de Tegenungan. A descida é inclinada, mas a vista vai compensar as dores nos músculos. Lembraste daquela foto do Instagram onde pessoas se baloiçam em frente a uma queda de água? É aqui mesmo! Já que aqui estás, Gianyar é famosa pelo seu tradicional mercado nocturno. Está aberto todas as noites e cheio de habitantes. Não há menus em inglês, por isso o nosso conselho é: senta-te onde houver mais gente e escolhe igual, assim saberás que a comida é boa e fresca. Dia 5, 6 e 7, Canggu O dia inicia com uma aula de yoga, mesmo que nunca tenhas experimentado, este é o melhor local para o fazer, no Yoga Barn. Com o corpo cheio de energia, viaja até aos campos de arroz de Tegellalang. Podes tirar fotografias no topo ou ir descendo pelos caminhos estreitos. Dependendo da época do ano, poderás observar os agricultores de chapéus bicudos, a trabalhar no seu elemento natural. Volta para Ubud para um lanche. Mesmo que não sejas vegetariano, vais adorar o Moksa, de cozinha local vegetariana, e que cultiva os seus próprios vegetais. Agora sim, estarás pronto para te fazeres ao caminho da moderna área de Canggu. No final da tarde aproveita para passear na rua principal e deixa-te envolver pela atmosfera. Começa o dia com um mergulho e relaxa na praia de Canguu. A primeira coisa que vais reparar é que a areia é escura, de origem vulcânica, ao contrário da zona de Bukit. Depois de mais um almoço balinês, viaja até ao templo de Tanah Lot, a cerca de 30 minutos da cidade. Explora os penhascos, e desce até encontrares o templo que está construído num pedregulho que podes aceder quando a maré está vazia. Não te esqueças de procurar à tua volta pelos monjes vestidos de cor de laranja, que passeiam por ali. Se quiseres, aproxima-te, irão abençoar-te com pétalas de flores e água sagrada. Se ficares aqui por perto até ao fim da tarde, não te vais arrepender, pois é a altura do dia mais bonita. Uma das mais completas experiências em Canggu, são os mercados do fim de semana. Se estiveres em Canggu a um domingo, não hesites em ir ao mercado de Samadi, que vende os melhores produtos orgânicos produzidos na região. Vais encontrar também padaria e pastelaria variada. Agarra qualquer coisa para o caminho e vai até ao mercado Love Anchor. Com musica animada, caminhando sob as tendas de dossel podes comprar artesanato, lembranças, bijutaria e roupas. Não deixes Bali sem um sarong, ou umas calças hippie! À tarde vai visitar “The Shortcut”, um caminho estreito de tijolos cinzentos, que atravessa um arrozal e que liga as duas áreas principais de Canggu. Esta estrada é famosa, porque em vez de ser usada em apenas um sentido (as regras de tráfego são muito ignoradas em Bali), é usada em ambos os sentidos, e dois carros não se conseguem cruzar, fazendo com que muitos já tenham caído no arroz ao longo dos anos. Para terminar esta viagem em grande estilo, faz-te ao caminho da praia Echo para relaxar e admirar o último pôr-do-sol idílico de Bali. Quanto custa ir a Bali e qual a moeda usada? A moeda oficial de Bali é a rupia indonésia (IDR). O preço da viagem a Bali varia consoante o estilo de viagem. Em média, podes gastar entre 30€ e 100€ por dia, dependendo do alojamento e atividades escolhidas. Se planeares com antecedência, um bilhete de avião de Portugal para Bali pode custar entre 700€ e 1.200€, dependendo da época e da companhia aérea. Alojamentos económicos podem ser encontrados a partir de 10€ por noite em hostels ou guesthouses, enquanto hotéis de luxo podem ultrapassar os 200€ por noite. Para deslocações, o aluguer de scooters custa cerca de 5€ por dia, e as refeições variam entre 2€ em warungs locais e 20€ em restaurantes sofisticados. Que horas são em Bali? O fuso horário de Bali é GMT+8, o que significa que está 7 horas à frente de Portugal continental (no horário de inverno) e 6 horas à frente no horário de verão. Para poderes aproveitar esta semana, com a maior tranquilidade, sem ter medo de cortar o pé num coral, caíres de mota, ou o teu voo atrasar e perderes a ligação, estamos contigo à distância de um telefonema. E se a este roteiro quiseres adicionar algumas paragens menos turísticas, e assim evitar a ilha das multidões, recomendamos-te que leias o nosso artigo sobre o lado menos turístico de Bali. E se continuas com receio de viajar para o país, porque não dás uma vista de olhos ao artigo sobre a segurança na Indonésia? Autores: 

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Os 5 melhores lugares para viajar sozinho pela Ásia

Os 5 melhores lugares para viajar sozinho pela Ásia

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Na Ásia há diversidade, beleza, caos e charme, por isso, oferece qualquer coisa a qualquer um que a visita. Às vezes não temos companhia para viajar, mas isso não nos impede de partirmos à ventura, e com os seguros para viagens internacionais da IATI sentimo-nos sempre muito bem acompanhados para onde quer que vamos. Países para viajar sozinho pela Ásia Faz as malas com a Iati, que criou uma lista dos melhores países para viajantes independentes. São destinos que adoramos, e que vais adorar também! Camboja Quem não quer viajar para o Camboja? Não há ninguém que tenha ido, e que não queira voltar outra vez. E isso, por si só, é um motivo para impulsionar viajantes para este país incrivelmente bonito, rico em história, povo amigável e gastronomia de chorar por mais. É um lugar fantástico para viajantes sozinhos explorarem, porque a sua diversidade compensa. Desde a agitada cidade de Phnom Penh, aos templos de Angkor Wat, e as paradisíacas praias de Sihanoukville. E é um lugar muito seguro. São raras as queixas de agressão, e embora haja poucos viajantes fora de Siem Riep (cidade que acolhe os templos de Angkor Wat), não nos sentimos sozinhos graças à gentileza dos seus habitantes. Gostas de andar de mota? No Camboja vais encontrar os capacetes mais hilariantes do Mundo. Há tanto para ver. Depois de visitar templos e os Killing Fields (devastador, mas a não perder), podes explorar lugares menos conhecidos: Battambang, a segunda maior cidade do Camboja, construída em redor de um rio, e com charmosa arquitectura colonial. Kampot, onde podes ajudar habitantes cegos, ao fazer uma das suas tradicionais massagens por cerca de 3€. Japão Não apenas porque é um país altamente desenvolvido, e é bom para viajantes sozinhos, mas porque o Japão tem bastante para oferecer. Em primeiro lugar, comer é mais fácil, uma vez que os conhecidos restaurantes de “ramen” são compostos por lugares individuais ao balcão. Se não gostares de comer sozinho podes, em alternativa, ver roteiros dedicados a cozinha Japonesa, deliciares-te com o fresco sushi, na companhia de outros viajantes. Em qualquer cidade grande japonesa, para para observar, e vais ver a quantidade de pessoas que andam sozinhas. No caso de seres rapariga e estiveres mesmo preocupada com a segurança, podes procurar os transportes, ou alojamentos só para mulheres, que também existem. Nem todos falam Inglês, mas todos são muito respeitadores e fazem tudo para te ajudar, o que te resta fazer é, relaxar e explorar. Não voltes sem ter a experiência de um “an onsen”, um banho tradicional japonês, onde até dá jeito estar sozinho, por tens de estar completamente nu! Coreia do Sul Talvez não estivesses à espera deste, mas a IATI garante que é um país que te vai deixar o apetite por mais Sudoeste Asiático. A capital é Seoul, uma cidade com muita vida, cheia de edifícios modernos e pessoas simpáticas. No entanto, a gastronomia é o ponto forte. Churrasco coreano, “kimchi”, “bibimbap” e muito mais. Como não adorar? As famosas bancas de rua estão por toda a parte, e há imensos jovens a fazerem as suas refeições por lá. Um bom local para conheceres pessoas. Percorrer as ruas também é bastante fácil, para quem viaja sozinho. O metro nas cidades de Seoul, Daejon e Busan, tem anúncios em inglês. Muitos coreanos jovens falam inglês, e a sua simpatia é realmente genuína. Quer estejas a subir o Monte Gangcheon, a visitar as cascatas de Byeongpung ou a petiscar marisco fresco no mercado de Jalgalchi, vais apenas encontrar pessoas afáveis e cheias de vontade de ajudar. Vietnam Outro país do Sudoeste Asiático, e não é por acaso que o escolhemos para pessoas a viajar sozinhas. Tem natureza, cultura, boa comida e divertimento. E é bastante fácil, também, de te deslocares, especialmente se gostares de andar de comboio, ou mota. A rede ferroviária é bastante desenvolvida, e tem oferta suficiente para qualquer parte que queiras visitar. Gostas de cidades grandes? Não podes perder Ho Chi Minh, e a capital Hanoi, onde as ruas são temáticas (chapéus, sapatos, cartões, ferragens, etc), e facilita imenso. Delicia-te com um Bún Cha, o prato mais típico do Vietnam. Se preferires mais natureza e cenários idílicos, não podes perder a zona montanhosa de Sapa e os seus arrozais, a baía de Halong Património da Unesco e visitar uma exploração de ostras, e as praias de areia brilhante de Nha Trang. Os vietnamitas falam inglês, o que faz um viajante sentir que é mais fácil circular pelo país. Se gostares de andar de mota, vai preparado com um seguro IATI. Há milhares de motas em todo lado e o tráfego é incrível, pois os vietnamitas utilizam as motas para transportar cargas muito volumosas. Aproveita para observar, por vezes nem se vê a pessoa que vai a conduzir. Myanmar E terminamos em alta. Se o Myanmar não está na tua lista, é hora de colocar! Não são apenas templos, pagodas, cidades antigas e vilas rústicas, há tanto para visitar que voltamos para casa relaxados e inspirados. As pessoas em Myanmar são de uma bondade comovente. Se viajas sozinho, vais ficar mais do que feliz aqui, não só acolhimento mas também pela autenticidade do país. Não podes perder Bagan, Yangon e Mandalay. Abraça a experiência de estar num lugar único, visita as plantações de chá, dorme uma cabana, planta uma árvore e aproveita para fazer uma refeição com os habitantes. Artigo escrito por: Onde estão os Duarte

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Djerba, destino entre Africa e o Médio Oriente

Djerba, destino entre Africa e o Médio Oriente

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Neste artigo, a IATI Seguros de Viagens mostra-te o melhor de Djerba – Ilha dos Sonhos, e porque deves fazer sempre um seguro de viagem para a Tunísia. Djerba é, literalmente, uma pérola no meio do Mediterrâneo. Esta ilha a sul da Tunísia com 514km2 de área é a maior ilha do Norte de África, e está recheada de lugares históricos, praia e paisagens. A população é de origem árabe, mas Djerba tem uma das mais antigas comunidades de judeus do mundo, e por isso mesmo, esta ilha contrasta com o resto da Tunísia. Djerba, a Ilha dos Sonhos tunisina A maior parte dos viajantes, vai atraído pelas praias de água quente transparente e o sonho de uma espreguiçadeira plantada à beira mar. Mas, acaba distraído com outras atraccões. Quem não gosta de um bom mercado colorido? Podes encontra-lo de manhã em Houmt Souk! Perde-te nas ruas de casas brancas e portas azuis, compra bijuteria, especiarias, trajes típicos, artigos de decoração, e bebe um chá de menta numa das muitas esplanadas espalhadas pelas ruelas. Regatear o preço nos mercados é um costume, mas fá-lo de forma calma e com um sorriso na cara, é suposto ser divertido! Observa os flamingos ao pôr-do-sol, com uma mesquita à beira mar como cenário de fundo. Faz uma visita guiada às ruinas do forte Borj Kastil, e espreita a humilde e mourisca Sinagoga El Ghriba, é imperdível. Bem no centro da ilha, El Ghriba, é uma das sinagogas mais antigas no mundo. A paisagem desta ilha, que no século XV serviu de refúgio a piratas, é pintada de oliveiras, romãzeiras, palmeiras, e catos que não fazem esquecer a sua localização mediterrânea. Veste-te de forma modesta (principalmente em lugares de oração), com os ombros e joelhos tapados, respeitando os costumes, tradição, religião e cultura do país. A cultura árabe faz lembrar o deserto. E bem perto de Djerba pode ter a experiência de observar camelos, e ver as hipnotizantes dunas de areia a 300km da cidade de Touzer. A paisagem árida e infinita do deserto compensa a distância. Para os mais aventureiros está reservado um passeio em todo-o-terreno, pelo percurso do Paris-Dakar para visitar a deslumbrante cascata do oásis de Chebika. A IATI quer que vás em segurança, as férias não devem ser difíceis. Há muita coisa para organizar numa viagem: vistos, passaportes, transferes, voos, hotéis, etc. Connosco tudo fica mais fácil, é só escolher um de entre os nossos seguros de viagens. Sem franquia e com atendimento em Português 24h por dia. Há países em que o custo de assistência é bastante alto e podes não ter como pagar. A espera por reembolsos pode ser longa e com muita burocracia. Com a IATI não precisas adiantar o dinheiro, nem é cobrada uma franquia. Se optares por chegar a Djerba num cruzeiro, queremos que saibas que também estás coberto pelo nosso seguro. Cobrimos mais de 50 tipos de desportos radicais e de aventura, e se tiveres uma doença ou acidente grave, cobrimos 100% o transporte de regresso a casa. Djerba tem um pôr-do-sol dramático, que vais quer levar de recordação e mostrar a todos os teus amigos. Câmaras e equipamentos de fotografia ficam cobertos até 50% para roubo e danos da bagagem. A IATI deseja-te uma maravilhosa viagem! Artigo escrito por: Onde estão os Duarte

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Viajar com o copo menstrual

Viajar com o copo menstrual

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O copo menstrual não é uma invenção nova. Sem ir mais longe, apareceu pela primeira vez na década de 30, embora muitas mulheres só tenham sabido da sua existência nos últimos anos. A maioria das pessoas que o utilizaram, já não usa pensos higiénicos ou tampões, porque os benefícios são muitos. Não são apenas uma opção muito mais ecológica e higiénica, como também mais económica. Além disso, as viajantes inveteradas descobriram, finalmente, um método que as ajuda a não terem de se preocupar com a necessidade de procurar produtos que, em muitos casos, são difíceis de encontrar ou que precisam de ser carregados para todo o lado. Hoje na IATI Seguros, o teu seguro de viagem online, queremos contar-te como é viajar com o copo menstrual: o que é, quais são os benefícios, como usar e onde comprar. Continua a ler e descobre tudo sobre o copo menstrual e como viajar com ele. Toda a informação para viajar com copo menstrual O que é o copo menstrual? É um recipiente feito de silicone para uso médico ou de um material chamado elastómero termoplástico, que é inserido na vagina para recolher o fluxo menstrual. A base tem pequenas saliências que fazem com que se adira às paredes da vagina e não se mova. Dado o material de que é feito, o copo menstrual é 100% reutilizável, podendo ser utilizado entre 5 e 10 anos. Sempre que o esvaziares limpa-o com água e sabão. Quando o ciclo terminar, deve ser esterilizado, mas sobre esses detalhes falaremos mais para a frente. Quais são os benefícios do copo menstrual? O uso do copo menstrual aumentou nos últimos anos graças aos benefícios do seu uso. Assim sendo, podemos dizer que usar o copo menstrual regularmente proporciona os seguintes benefícios: • O copo menstrual é ecológico. Como só precisas de o comprar a cada 5 ou 10 anos, paras de usar pensos higiénicos e tampões. Não é apenas o consumo destes materiais que é reduzido, mas o número de resíduos também se reduz. Estima-se que quase 95 triliões de tampões e pensos higiénicos sejam deitados fora em todo o planeta a cada ano e este tipo de resíduos demora mais de 500 anos para se decompor. Sem dúvida, usar o copo menstrual é a alternativa mais coerente com o meio ambiente. • O copo menstrual é higiénico. São 100% hipoalergénicos e não contêm substâncias químicas que te possam afetar. Ao contrário dos tampões, não introduzes produtos químicos ou branqueadores no teu corpo que te possam fazer mal ou provocar o conhecido choque tóxico. Ao recolher o fluxo menstrual, previne infeções e fungos, uma vez que favorece a proteção natural que a flora vaginal produz. • Usar e viajar com o copo menstrual é muito mais barato do que utilizar a outros produtos para a menstruação. Toma conta: um copo menstrual custa entre 15€ e 20€ e poderás utilizá-lo por um período entre 5 e 10 anos. Imagina o dinheiro que poupas ao não comprar tantos pensos higiénicos e tampões! • Usar o copo menstrual é prático e confortável. Pode fazer absolutamente tudo o que quiseres sem teres de te preocupar ou pensares que o estás a usar. Dependendo da quantidade do teu fluxo, podes usá-lo até 12 horas sem problemas. Além disso, não gera nenhum tipo de cheiro. Por outro lado, devemos também considerar os benefícios de viajar com o copo menstrual: • Se fores viajar por um período longo de tempo, não terás que ir carregada de tampões ou pensos higiénicos. O copo é feito de um material resistente e muito leve. Há até alguns modelos de copos menstruais compactos que não ocupam quase nada. • Em muitos países (por exemplo, nas Filipinas ou em Cuba) é bastante difícil encontrar tampões, ou se os encontras o seu preço é exorbitante porque as mulheres não costumam usá-los. Se viajares com um copo menstrual não terás de perder tempo e dinheiro a comprar tampões. • Dado que podes viajar com o copo menstrual posto durante períodos de tempo logos, se estiveres a meio de uma viagem de autocarro e as condições das casas-de-banho não forem muito favoráveis, não precisarás de ser tão cuidadosa. Como se usa o copo menstrual? Quando o período começar, deves introduzir o copo menstrual na vagina. De certeza que ainda te lembras de todas as dúvidas que tiveste ao utilizar o teu primeiro penso higiénico ou tampão… Com o copo menstrual vai acontecer o mesmo e de certeza que precisarás de alguma prática para que tudo corra bem. A primeira coisa que tens de fazer é ferver o copo menstrual antes de o usares. Se estiveres em casa, podes fazê-lo numa panela com água quente durante uns 5 minutos. Embora existam diferentes maneiras de o dobrar, a forma mais comum é a que mostramos na imagem a seguir. Depois o dobrares desta forma, deves introduzi-lo na vagina (com as mãos limpas) como se fosse um tampão. Depois, puxa um pouco pela haste para te certificares de que está devidamente pegado às paredes da vagina e faz vácuo. Quando precisares de o esvaziar, basta puxar a haste suavemente e esvaziá-lo. Depois podes lavá-lo com água e sabão ou apenas água e coloca-lo outra vez. Fácil! O número de vezes que vais precisar de esvaziar ao longo do dia vai depender da quantidade de fluxo. O tempo normal de utilização varia entre 4 e 12 horas. No caso de não teres água disponível (embora seja aconselhável levar sempre uma pequena garrafa), podes limpá-lo com papel higiénico e colocá-lo outra vez. Não recomendamos a utilização de sabonetes fortes ou com cheiro, um sabão para uso íntimo e com pH neutro é a melhor opção. Assim que a tua menstruação terminar, tens de esterilizar o copo menstrual outra vez. Depois guarda-o num saquinho de pano ou dentro do recipiente onde vinha quando o compraste. Como viajar com o copo menstrual? Talvez te perguntes como podes limpar o copo menstrual enquanto viajas. Embora o seu uso diário e limpeza se pareçam com o que mencionamos acima, é normal que tenhas dúvidas sobre como esterilizá-lo. Não é estranho que te pareça inapropriado ferver o copo menstrual numa cozinha que não é a tua. No entanto, não te preocupes, existem soluções. Por exemplo, estas duas: • Compra um esterilizador. Este é um pequeno recipiente que pode ser compactado e que serve para esterilizar o copo em lugares onde houver micro-ondas. Então, basta inserir o copo, deitar um pouco de água e colocar no micro-ondas durante 3 minutos. • Use pastilhas esterilizantes. Só precisas de colocar o copo num recipiente (que pode ser o esterilizador que falamos antes) e deitar uma pastilha de esterilização. No entanto, se não encontrares forma de o esterilizar, não te preocupes. Não vai acontecer nada se não o fizeres durante um ou dois ciclos. A chave é ter uma boa higiene, limpá-lo com um sabão de pH neutro e mantê-lo protegido. Por outro lado, existem também copos menstruais que se dobram de forma a alcançar o tamanho de uma moeda. Por exemplo, o Lily Compact é um bom exemplo de como viajar com um copo menstrual. Onde comprar o copo menstrual? Se estás a pensar em comprar o copo menstrual para a tua próxima viagem, não te preocupes, hoje em dia podes encontra-lo em praticamente todas as farmácias. Também os poderás encontrar em ervanários e lojas orgânicas, bem como em páginas web dedicadas exclusivamente ao copo menstrual, ou até na própria Amazon. Tem em mente que existem diferentes tamanhos de copas menstruais, que geralmente são diferenciados de acordo com o fato de teres tido filhos ou não. Procura o que mais se adapte ao que precisas. Também podes comprar os esterilizadores e as pastilhas esterilizantes que te falamos pela internet. Ficaste com alguma dúvida sobre como viajar com o copo menstrual? Temos todo o prazer de receber as tuas perguntas. Por outro lado, lembra-te de que é essencial viajar em segurança com uma boa apólice de viagens. Dá uma olhadela nas apólices de seguro de viagem da IATI e viaje tranquila. Artigo traduzido por Susana Almeida

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É seguro viajar para a Turquia? 2025

É seguro viajar para a Turquia? 2025

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É seguro viajar para a Turquia? Infelizmente, muitos viajantes fazem esta pergunta na altura de escolher o destino das próximas férias. Os atos violentos que aconteceram há anos atrás ainda fazem com que, mesmo que no passado a Turquia tenha recebido milhões de visitantes, os viajantes nos dias de hoje se perguntem se não há nenhum problema em viajar para este país. No entanto, lugares como a mágica Istambul, a imponente Capadócia ou a litoral Izmir continuem a atrair pessoas de todo o mundo. Na IATI Seguros de Viagens damos-te toda a informação para que decidas se é seguro viajar para a Turquia. Continua a ler e mantém-te informado sobre este destino. É seguro viajar para a Turquia? O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros português? A página do Ministério assinala que é recomendável viajar com “extrema precaução” e que é melhor não o fazer por determinadas zonas. Indica que a Turquia é um país seguro em termos de criminalidade e delinquência, mas que há risco elevado de ataques terroristas. Por esse motivo, recomenda também que os turistas sejam prudentes e vigilantes nas zonas de maior afluência turística e nos transportes públicos de Istambul, Ancara e outras grandes cidades turcas.O relatório indica também quais as zonas consideradas de risco e que devem ser evitadas: • Províncias que fazem fronteira com a Síria, nomeadamente Mardin, Sanliurfa, Gaziantep, Kilis e Hatay • Províncias que fazem fronteira com o Iraque, como Sirnak e Hakkari. • Outras províncias do Sudeste/Este da Turquia: Batman, Siirt, Mardin, Diyarbakir, Tunceli, Van e Agri. • Campos de refugiados criados pelas autoridades turcas nas províncias que fazem fronteira com a Síria. Mas então é seguro viajar para a Turquia em 2025? Devido à implicação da Turquia no conflito Sírio, a frequência de atentados contra lugares governamentais e policiais aumentou exponencialmente em 2016. Entre os objetivos dos terroristas estiveram também alguns dos locais mais turísticos do país. O último atentado na Turquia ocorreu numa discoteca de Istambul no dia de Ano Novo de 2017. A 20 de julho de 2016, depois de uma tentativa de golpe de Estado, o Conselho de Ministros da República da Turquia decretou o Estado de Emergência durante 3 meses. Este estado foi-se prolongado até à data de publicação deste artigo por motivos de ameaça terrorista. A situação não supõe nada de grave a quem viaja para a Turquia, somente um maior controle policial e mais registos, assim como a proibição de se concentrar ou permanece em determinados lugares públicos. Por culpa destes acontecimentos o turismo desceu de forma drástica no país. Após os atentados, sobretudo depois do que aconteceu no Aeroporto de Ataturk em 2016, muitas pessoas decidiram que não era seguro viajar para a Turquia e cancelaram as suas viagens. No entanto, o país vive agora mesmo uma situação de tranquilidade e poderás encontrar fotos e vídeos em todas as redes sociais, dos viajantes que se encontram por lá a visitar os principais pontos turísticos. Como indicamos, o Ministério não desaconselha viajar para o país, mas aconselha os visitantes a atuarem com precaução. Por esse motivo, se estás a pensar em visitar a Turquia, aconselhamos a que te informes da situação atual e que sigas as recomendações que te deixamos a seguir. Alguns conselhos para viajar pela Turquia de forma segura • Vai protegido com um bom seguro de viagens como o da IATI Seguros. • Viaja com a mente aberta, aprende os seus costumes e tradições e mantém sempre o respeito. • Evita as aglomerações e as manifestações e segue as indicações das autoridades de segurança. • Anda sempre devidamente documentado. • Mantém-te informado sobre a segurança na Turquia através de fontes oficiais. Aconselhamos sempre a ler a página do Ministério dos Negócios Estrangeiros com regularidade para estar a par das últimas recomendações desta entidade. • Outra das recomendações do Ministério no momento de viajar com segurança pela Turquia é que te abstenhas de manifestar qualquer opinião comprometedora (inclusive através das redes sociais), especialmente ofendendo ou insultando a nação turca, o Chefe de Estado ou a bandeira, algo que pode ser punido com prisão. • Chega com mais antecedência aos aeroportos, já que os controles de segurança se intensificaram. • Tem cuidado com a limpeza dos alimentos. Em algumas ocasiões, o facto de comer ou beber em lugares com pouca higiene, fazem com que os viajantes sofram diarreias ou outras doenças estomacais. • Como precaução de segurança na Turquia, é aconselhável adquirir o Müze Pass, um cartão que te permite entrar em diferentes museus sem ter de esperar nas filas. • Se és mulher, e ainda que muitas mulheres na Turquia não usem véu, é recomendável vestir de forma recatada, sobretudo se fores entrar em mesquitas ou noutros edifícios de carácter religioso. • Usa o sentido comum, segue o teu instinto e não viajes com medo. É um país fascinante, não te arrependerás nem por um minuto de teres viajado à Turquia. Ficaste com vontade de viajar à Turquia? Ou preferes outros destinos que se adaptem melhor à tua forma de viajar? Seja qual for a tua próxima viagem, não te esqueças de contratar um bom seguro de viagens como os que te oferecemos na IATI Seguros. Artigo traduzido por Susana Almeida

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Vacinas para viajar para a América do Sul

Vacinas para viajar para a América do Sul

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Chegou o momento de te preparares para essa grande viagem pela América do Sul e, pouco a pouco, começas a ter tudo pronto. Já tens mais ou menos decidido o que vais levar na bagagem, já reservaste os bilhetes de avião, planeaste o teu roteiro e contrataste o teu seguro de viagem internacional para estares coberto em qualquer imprevisto. Agora, é hora de apanhar as vacinas necessárias para viajar para a América do Sul. Neste artigo vamos dizer-te quais são as mais recomendadas para visitar os principais países nesta área do mundo. Que vacinas preciso viajar para a América do Sul? Neste artigo encontrarás uma lista dos países mais visitados da América do Sul e as vacinas recomendadas para viajar para cada um deles com segurança. Usa esta informação como um guia para preparar a tua viagem, mas não te esqueças que deves perguntar ao teu médico quais são as vacinas que precisas, de acordo com o teu historial médico. Em função deste histórico, das vacinas que já apanhaste e do estado atual do país que vais visitar, as vacinas necessárias poderão variar. Vacinas para viajar para a Argentina – Vacinas obrigatórias para viajar para a Argentina: A vacina contra a Febre Amarela é obrigatória para viajar para a Argentina se estiveste nos últimos 12 meses em algum país onde a doença é endémica. – Vacinas recomendadas para viajar para a Argentina: Hepatite A, Tétano/Difteria, VASPR, Febre Tifoide, Hepatite B e Pneumocócica para determinadas áreas. Vacinas para viajar para a Bolívia – Vacinas obrigatórias para viajar para a Bolívia: A vacina contra a Febre Amarela é obrigatória se estiveste nos últimos 12 meses em algum país onde a doença é endémica. – Vacinas recomendadas para viajar pela Bolívia: Hepatite A, VASPR, Tétano/Difteria, Febre Tifoide, Raiva, Cólera, Meningite Vacinas para viajar para o Brasil – Vacinas obrigatórias para viajar para ao Brasil: Em grande parte do país a Febre Amarela é uma doença endémica, pelo que terás de te vacinar tanto antes de ires como ao voltares ao teu país de origem. – Vacinas recomendadas para viajar ao Brasil: Hepatite A, Hepatite B, Febre Tifoide, Meningite, Tétano/Difteria, Raiva. Vacinas para viajar para o Chile – Vacinas obrigatórias para viajar para o Chile: Não há vacinas obrigatórias para viajar para o Chile – Vacinas recomendadas para viajar ao Chile: Hepatite A, Hepatite B, Tétano/Difteria. Vacinas para viajar para a Colômbia – Vacinas obrigatórias para viajar para a Colômbia: Além de a vacina contra a Febre Amarela ser obrigatória se estiveste num país onde a doença é endémica durante os últimos 12 meses, é altamente recomendável tomá-la se vais passar por: Vale do Rio Magdalena, Chocoano, Urabá, Orinoquia e a Sierra Nevada de Santa Marta. – Vacinas recomendadas para viajar para a Colômbia: Hepatite A, Hepatite B, Cólera, Raiva, Tétano/Difteria, Meningite e Febre Tifoide. Vacinas para viajar para o Equador – Vacinas obrigatórias para viajar para o Equador: Atualmente não há vacinas obrigatórias para viajar para o Equador – Vacinas recomendadas para viajar para o Equador: Hepatite A, Hepatite B, Febre Tifoide, Meningite, Tétano/Difteria, Raiva. Embora não seja obrigatória, a vacina contra a febre amarela é altamente recomendada se planeias visitar áreas como Morona, Napo, Pastaza, Zamora ou Orellana. Vacinas para viajar ao Peru – Vacinas obrigatórias para viajar ao Peru: Não há vacinas obrigatórias para viajar para o Peru. Se visitares a região amazónica do país, a vacina contra a febre amarela é altamente recomendada. – Vacinas recomendadas para viajar para o Peru: Hepatite A, Hepatite B, VASPR, Tétano/Difteria. Vacinas para viajar para o Uruguai – Vacinas obrigatórias para viajar para o Uruguai: Apenas a vacina da febre amarela para aqueles que vêm de países onde esta doença é endémica. – Vacinas recomendadas para viajar ao Uruguai: Tétano/Difteria, Viral Triplo e Hepatite A. Informações sobre as vacinas de viagens mais comuns para a América do Sul Cólera: Vacina recomendada principalmente para aqueles que planeiam visitar áreas rurais. Na maioria de rotas pelos pontos turísticos de um país não é necessária. Febre amarela: A febre amarela é geralmente obrigatória apenas para os viajantes que estiveram em países com risco de a contrair durante os últimos 12 meses. Da mesma forma, na América do Sul ainda há lugares onde está presente. Certifica-te de dar informações detalhadas sobre a rota da tua viagem no centro de vacinação, para que ta possam dar, caso seja necessário. Encefalite Japonesa: Esta doença é contraída através da picadura de um mosquito, muito presente nos pântanos e em zonas como os arrozais. Para além da vacina, é recomendável levar uma boa dose de repelente de insetos. Raiva: Embora em menor grau do que no sudeste da Ásia, existem muitos cães vadios na América do Sul que são portadores desta doença. Também poderás contrair esta doença pela mordida de um macaco em zonas como a Amazónia. Hepatite A e B: A vacina contra a Hepatite B está presente no calendário comum de vacinação da maioria dos países. Esta doença é contraída através de água e comida em mau estado. Além disso, a hepatite A é transmitida por contacto sexual ou com sangue, e por esse motivo o seu contágio é muito menos comum. Tétano: Também incluída nas vacinas básicas que são geralmente fornecidas de uma maneira comum. Esta doença espalha-se geralmente através de cortes ou de material oxidado. Este guia sobre as vacinas necessárias e recomendadas para viajar para a América do Sul vai ajudar-te nas tuas próximas viagens a este subcontinente. Não te esqueças que, para teres proteção máxima e viajares totalmente tranquilo, também é necessário teres um bom seguro médico de viagem. O IATI Mochileiro é um dos favoritos dos viajantes que partem para descobrir esta parte do mundo. Além de ter uma cobertura muito maior do que a da grande maioria dos seguros de viagem, também te cobrem desportos de aventura e mergulho. Artigo traduzido por Susana Almeida

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Roteiro de viagem Madagáscar de 15 dias

Roteiro de viagem Madagáscar de 15 dias

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Hoje trazemos-te um prato forte. Uma ilha que possui características próprias de um continente, pela variedade das suas paisagens e pela singularidade e riqueza da sua fauna e flora. Uma ilha que é uma maravilha natural da evolução. Uma ilha que se separou da África há milhões de anos atrás para viajar à deriva entre raízes africanas, asiáticas, árabes e polinésias. Uma ilha onde um comboio atravessa a selva através do nevoeiro. A ilha dos gigantes baobás e do reino camaleão, Madagáscar. A ilha vermelha, Madagáscar. Se as paisagens e a sua biodiversidade fazem com que Madagáscar te entre pelos olhos dentro e te deixe recordações gravadas na memória, os malgaxes fazem com que esta terra ganhe para sempre um cantinho no teu coração. E é que o verdadeiro tesouro de Madagáscar é o seu povo, os malgaxes. Bem-vindo a este roteiro através de Madagáscar, um país onde vais descobrir paisagens verdadeiramente surpreendentes. Um itinerário pelo qual estamos convencidos que te vais apaixonar. Um roteiro que te vai deixar uma porta aberta para voltar. Contrata já o teu seguro de viagens onlinee parte à aventura Sem demoras, que comece o roteiro de 15 dias por Madagáscar! Roteiro de viagem de 15 dias em Madagáscar O táxi-brousse, é uma carrinha ou mini-bus no qual os malgaxes se deslocam de cidade em cidade no seu dia-a-dia. É o transporte público por excelência dos malgaxes e uma oportunidade muito boa para conhecer os locais, já que acreditamos que a melhor opção para conhecer um país é através do seu povo. Embora muitos de seus habitantes não falem francês, não te esqueças que Madagáscar era uma colónia francesa até 1960. Eles vão conversar contigo, olhar para ti, sorrir-te e até te vão colocar os filhos no colo durante as viagens de táxi. Dia 1 – Chegada em Antananarivo e deslocação para Fianarantsoa. Uma vez em “Tana”, que é o nome que os malgaxes dão a Antananarivo, devemos dirigi-nos de manhã cedo até à caótica gare-routière de Fasan’ny Karana. Cada povoação tem a sua gare-routière, a partir de onde saem os táxi-brousse. Não te stresses quando vires que, mesmo antes de o teu táxi chegar à gare-routière, os vendedores que querem que viajes com eles, começarão a correr ao teu lado. Talvez no início aches esta técnica de venda um pouco angustiante, mas não te preocupes, com o passar dos dias, vais começar a divertir-te com este “ritual” de vendas. O nosso conselho é que vás diretamente aos postos que encontras na gare-routière, já que é aqui onde os preços fixos estão expostos. Depois de 12 horas, dependendo do teu táxi-brousse, chegarás a Fianarantsoa, ​​no coração das Terras Altas Malgaxes. Dia 2 – Parque Nacional de Ranomafana. O Parque Nacional de Ranomafana é um dos lugares que te recomendamos se quiseres ver fauna e flora endémicas, quedas de água e muito mais no mesmo dia. Aqui existem 12 espécies de lémures, 29 espécies de mamíferos, 100 espécies de aves, 62 espécies de répteis, 90 espécies de borboletas e 350 espécies de aranhas. Não precisamos de te dizer que, durante o teu roteiro por Madagáscar, vais encontrar com toda a certeza alguma destas espécies. A taxa de entrada é de 55.000 Ar, cerca de 16€ por pessoa, e o percurso é feito com um guia que foi formado anteriormente neste mesmo parque. Para terminar, se além de tudo isto, te dissermos que 50% do dinheiro da tua entrada vai para projetos das comunidades locais, entenderás porque é que o Parque Nacional de Ranomafana deve estar, sim ou sim, no teu roteiro por Madagáscar. Dia 3 – A Reserva de Anja e Ambalavao. Ambalavao tem fama de ser uma das mais belas aldeias malgaxes. Esta localidade das terras altas malgaxes tem um toque colonial que perdurou com o passar do tempo, misturando-se com a cultura dos Betsileo, o grupo étnico maioritário desta zona. Uma das principais atrações de Ambalavao é o seu famoso mercado semanal de zebu. Os pastores, que viajam longas distâncias para vender as suas cabeças de gado, chegam a este evento e é uma oportunidade para viajantes como tu passearem por este curioso mercado. A poucos quilómetros de Ambalavao encontramos a Reserva de Anja. Esta reserva é uma iniciativa local nascida com o objetivo de preservar a fauna e flora do local e que é autogerida pelas pessoas da aldeia. Só por isto, já vale a pena incluí-la no teu roteiro através de Madagáscar. Madagáscar sofre de uma brutal desflorestação que já devastou 90% da massa florestal original. Iniciativas como essa não só melhoram a consciencialização das pessoas, como também ajudam a tornar este mundo num lugar melhor. Além disso, aqui o avistamento de lémures de cauda anelada é assegurado, pois na Reserva de Anja vivem cerca de 300 famílias desses primatas. Dia 4 – Deslocação para Ranohira As distâncias em Madagáscar e o mora-mora (com calma) do povo malgaxe significam que passarás dias na estrada. Mas as horas de viagem de táxi-brousse compensarão com as subidas e descidas dos malgaxes que entram e saem da carrinha. Se tudo correr bem, e o teu transporte não sofrer nenhum contratempo, chegarás a Ranohira à tarde e poderás aproveitar o resto do dia para conhecer as imediações. Dia 5 – Parque Nacional Isalo e viagem até Toliara. Isalo é o parque nacional mais visitado do país e oferece uma grande variedade de opções de caminhadas para o poderes explorar. As vistas do Desfiladeiros de Namaza são espetaculares, mas os banhos que podes tomar nas piscinas naturais que estão na bacia do rio que o atravessa, achamos que são ainda mais espetaculares. Desfiladeiros, vales, terras áridas, cascatas, piscinas naturais, florestas tropicais, lémures, camaleões … Que mais precisas que te digamos para que graves este lugar a ferro e fogo no teu roteiro por Madagáscar? Entre Ranohira a Toliara, são cerca de 6 horas de viagem. Se tudo correr bem, na hora do almoço terás terminado o teu trekking por Isalo, o que te permitirá viajar para Toliara. Para este tramo, aconselhamos que escolhas a opção do carro particular que pode ser conseguido no hotel e assim evitar contratempos. O preço é de cerca de 70.000 Ar por pessoa, aproximadamente 20 euros. Dia 6 – De Toliara a Anakao, o paraíso malgaxe. Desde o Blue Bar de Toliara partem lanchas que te levam ao paraíso: Anakao. Aqui poderás desfrutar de praias com águas cristalinas, excursões a pequenas ilhas ou um recife de coral. Anakao é uma pequena aldeia que, como tantas outras aldeias da costa de Madagáscar, vive entregada ao mar. Aqui as praias são dos malgaxes, que desde de manhã cedo passam o dia a pescar e a carregar peixe. Os homens entram no mar com os seus barcos, os jovens carregam os baldes de peixe e os idosos e as mulheres separam-nos. Enquanto isso, as crianças brincam com os pequenos caranguejos e os camarões que vão encontrando. Um espetáculo que te convidamos a conhecer. Dia 7 – Nosy Ve, a ilha dos piratas. A dois quilómetros da costa de Anakao, encontramos a ilha de Nosy Ve. Uma ilha que foi frequentada por piratas nos tempos antigos, e que agora é um prazer visitar e mergulhar no recife de coral que atravessa esta zona. Outra maravilha natural são as praias desta pequena ilha onde, dizem as lendas locais, foi enterrado um velho príncipe. Ao voltar poderás dar um passeio tranquilo pelas praias de Anakao, onde certamente serás “convidado” a comer lagosta por algum dos locais. Dia 8 – Deslocação para Toliara e viagem até Fianarantsoa. Outro dia na estrada no teu roteiro de viagem por Madagáscar. Desta vez também te aconselhamos a que o faças num carro particular, pois é uma viagem que demorará todo o dia e fazê-la em táxi-brousse pode ser bastante chato. Depois da tua chegada a Toliara nos barcos que partem de Anakao, e já com o hotel e carro previamente reservados, sairás em direção a “Fiana”. Nestes trajetos, tanto em táxi-brousse como em carro alugado, é bastante comum parar para almoçar nos hotelys, um tipo de bares e restaurantes que podemos encontrar em todas as aldeias. São muito baratos, estão cheios de gente local e geralmente, come-se arroz com peixe, zebu ou vegetais. Uma coisa é certa, não deves julgar os pratos que te servem pela aparência, porque são deliciosos! Dia 9 – O Comboio da Selva, um tesouro da era colonial. Desde Fianarantsoa parte um comboio. Um comboio que começa a funcionar com os primeiros raios do sol em direção à floresta mais virgem do país, o Corredor Leste de Madagáscar. Um comboio de origem colonial, que outrora serviu os franceses e que hoje os malgaxes usam para o seu comércio e transporte. É um trajeto para alucinar desde a janela. Campos de arroz, pequenas aldeias onde te podes perder no meio de mercados ambulantes improvisados, antigas estações onde um mar de sacos e malas que se movem no meio de um caos controlado, rios que transbordam de água, cascatas … Tudo isto rodeado por uma paisagem verde que se estende por vales e montanhas… E, embora a tua viagem possa durar das 8h às 18h, sem dúvida alguma que esta viagem de comboio será uma das melhores experiências que terás no teu roteiro por Madagáscar. As sensações que levarás deste comboio compensarão todas as horas de fadiga. O comboio deixar-te-á em Manakara, onde ficarás até ao dia seguinte. Dia 10 – De Manakara a Fianarantsoa. Mais um dia para aproveitar o transporte dos malgaxes. O táxi-brousse para “Fiana” sai às 8 horas da manhã e às 15h estarás no teu destino. Durante a tarde podes subir até à Catedral de St. Nom de Jésus Ambozontany, desde onde conseguirás ter excelentes vistas da cidade de Fianarantsoa. Dia 11 – Fianarantsoa a Antsirabe, a aldeia mais fria de Madagáscar. Mais táxi-brousse! Neste momento, já deves ser um especialista em percorrer as gare-routières e este começa a ser o teu transporte favorito. Já tens umas quantas anedotas que contar e conheces melhor a cultura malgaxe. Este percurso demorará o dia todo, então relaxa até chegares a Antsirabe, que é o elo entre as Terras Altas e as estradas que nos levam para o oeste. Como vais chegar durante a tarde, aproveita a oportunidade para passear por esta aldeia tão tranquila, mas leva um casaco porque à tarde costuma refrescar um pouco. Tem a fama de ser a aldeia mais fria de Madagáscar. Dia 12 – A Avenida dos Baobás. Imagina um lugar onde as luzes do pôr-do-sol fazem com que o céu expluda em tons vermelhos, laranjas, lilases e rosas. Enquanto isso, as gigantescas sombras dos baobás aparecem recortadas no horizonte através do qual o sol desce e no céu, as primeiras estrelas começam a cintilar. Este é o espetáculo que pode ser visto na Avenida dos Baobás. É que Madagáscar é o reino do Baobá. Das 8 espécies de baobás do mundo, seis delas só são encontradas aqui em Madagáscar. Nem que seja só por isso, já vale a pena ir, não achas? Desde Antsirabe até à Avenida dos Baobás, que fica nos arredores de Morondava, há outro dia de viagem que pode ser feito de táxi-brousse ou de carro alugado. Aconselhamos-te a optar pela segunda opção, porque apesar de vires do ponto mais frio da ilha, vais passar para um dos mais quentes e a viagem de táxi-brousse pode ser um pouco mais sufocante do que o habitual. Dia 12 – Morondava e o Parque Nacional dos Tsingy. Morondava é uma aldeia costeira localizada a oeste de Madagáscar, conhecida principalmente pela sua Avenida dos Baobás, que é visitada anualmente por muitos turistas que viajam por Madagáscar. É por isso que é considerada um lugar de passagem entre a Avenida de los Baobás e o Parque Nacional dos Tsingy. O Parque Nacional dos Tsingy é outra das principais atrações turísticas do país. Estas formações rochosas pontiagudas são únicas no mundo. Para visitar este parque também é necessário fazê-lo com um guia, mas asseguramos-te que vale a pena fazer este trekking que atravessa pontes suspensas e vias ferratas. Dia 13 – Morondava e as praias dos malgaxes Em Morondava entenderás porque dizemos que as praias de Madagáscar pertencem aos habitantes locais. Têm um encanto especial e não precisas de andar muito na praia para os veres a trabalhar com o peixe. Há também um mangal por onde poderás navegar em canoa em excursões que percorrem os seus muitos meandros que levam a praias de areias brancas. Esta aldeia à beira-mar é o lugar ideal para relaxar nos últimos dias do teu roteiro de 15 dias por Madagáscar antes de fazeres o caminho de volta a casa. Dia 14 – Retorno a Antsirabe com uma breve paragem em Miandrivazo. Se já sabias que Antsirabe era conhecida como a aldeia mais fria do país, assim que puseres os pés em Miandrivazo, saberás porque é conhecida como a aldeia mais quente. Como em toda a área de Morondava, em direção ao oeste, o calor é sufocante, mas aqui em Miandrivazo as temperaturas atingem números ainda mais altos. É um bom ponto para parar e refrescar-se com uma boa cerveja a meio caminho de Antsirabe. Podes também fazer este trajeto de táxi-brousse ou de carro alugado. O que desde aqui recomendamos é que faças o caminho do oeste de carro alugado, desta forma não terás nenhum contratempo durante estes três dias. Dia 15 – Antananarivo e voltar para casa De manhã podes apanhar um táxi-brousse desde a gare-routière de Antsirabe e em cerca de 4 horas estarás na gare-routière de Fasan’ny Karana, em “Tana”. Sim, aquela estação barulhenta que conheceste no princípio da tua viagem e que ao chegar te deu respeito e na qual agora te mexes como um peixe dentro de água. Ao chegar aqui, e como os voos costumam ser só à noite, tens duas opções: a primeira é visitar Tana e ver lugares como o Palácio da Rainha, embora, honestamente, em “Tana” não haja muito para ver. A segunda opção é visitar o Yamuna ONGD. Esta ONG sediada em Barcelona, ​​trabalha com crianças e mulheres em risco de exclusão social em Vontovorona, uma cidade que fica a 20 minutos de Tana à qual poderás chegar em táxi por 20.000Ar (aproximadamente 6 euros). Avisamos-te que, se até agora ainda não te tinhas apaixonado pelo país, acabará por acontecer em Yamuna ONGD. Se chegares com mais dias, recomendamos que termines a tua viagem aqui. Esperamos que este roteiro de viagem por Madagáscar em 15 dias que preparamos te tenha sido útil e que vás a correr preparar a mochila para explorares a ilha vermelha! Madagáscar é um país que te irá cativar com as suas paisagens e que te fará apaixonar-te pelos seus sorrisos. Para que esse sorriso não se apague do teu rosto, não te esqueças de contratar um bom seguro médico internacional que te cubra para qualquer imprevisto. Alguns artigos do nosso blog que te poderão ajudar a preparar a viagem: • 5 formas sustentáveis de poupar durante as tuas viagens • Produtos feitos por ti para viajar sem plástico • Como planear uma viagem longa de forma independente • O que levar na mochila para uma viagem longa • Quais os Cuidados de Saúde a ter em Viagem • 13 Dicas essenciais para aproveitares a tua viagem ao máximo Artigo traduzido por Susana Almeida

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É seguro viajar para o México? 2025

É seguro viajar para o México? 2025

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É seguro viajar para o México em 2025? Antes de mais nada, temos plena noção de que as notícias que apareceram sobre este país norte-americano durante os últimos anos na televisão não são muito encorajadoras. Cidades com altos níveis de violência, roubos, sequestros… No entanto, achamos que não se pode ser demasiado taxativo ao falar sobre a segurança no México. Cerca de 38,5 milhões de turistas decidiram que era seguro viajar para o México e visitaram o país em 2022. Se também quer visitar lugares incríveis como as ruínas maias de Chichen Itza, perder-se nas suas encantadoras aldeias, desfrutar dos museus da Cidade do México, descobrir o fundo do mar da Riviera Maya ou dar um mergulho refrescante nos cenotes da Península de Yucatán, continue a ler e viaje informado. Na IATI Seguros queremos fornecer-lhe todas as informações necessárias para conhecer todos os factores ao avaliar se é seguro viajar para o México. Neste artigo, vamos aprofundar todas as informações que precisa de saber para que possa viajar em segurança. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros? No que diz respeito a segurança em geral, o Ministério dos Negócios Estrangeiros português desaconselha, na sua página dedicada ao México, as viagens não essenciais a Ciudad Juárez e ao Estado de Chihuahua, às povoações a Sul do Valle del Río Bravo e a várias cidades do Estado de Tamaulipas. Seja como for, se for realmente necessário viajar até algumas destas cidades então é aconselhável escolher um hotel que fique nas cidades fronteiriças dos Estados Unidos e passar a fronteira todas as vezes que sejam necessárias. Também se especificam zonas de risco moderado, nas quais se deve ter mais precauções, e, além disso, assinala algumas das precauções a considerar na Cidade do México. Por último, são enumeradas as zonas seguras: os estados de Campeche, Tabasco, Iucatão, Quintana Roo (Riviera Maya), Oaxaca, Chiapas, Baja California (exceto Tijuana), Baja California Sul e Mar de Cortez, Jalisco, Nayarit, Guanajuato, Querétaro, Hidalgo, Puebla e também Tlaxcala. Estes estados, e sobretudo os de Iucatão, Quintana Roo, Campeche e Oaxaca são os mais visitados pelos turistas, comparativamente aos outros. Além destes conselhos, as autoridades advertem também que, para viajar com segurança para o México, é conveniente contratar um seguro de viagens com cobertura extensiva desde Portugal, pois o serviço de saúde é bastante caro e muitas vezes tem de ser pago antecipadamente. Esta recomendação de seguro é feita, sobretudo, pelo aumento de casos de dengue, chikungunya e zika, mais presentes nos meses chuvosos e em determinados estados mexicanos. Mas então é seguro viajar para o México? São muitos os viajantes amantes do México. Muitos deles vão, pela primeira vez, para conhecer as zonas mais turísticas e, depois, apaixonados pelo que viram, voltam várias vezes para conhecer recantos menos conhecidos. Adicionalmente, encontrarás testemunhos em blogues e redes sociais que te aproximarão um pouco mais da situação atual do país no momento de fazer turismo. É óbvio que os números que saem nas notícias são reais. No entanto, é conveniente vê-los em perspetiva. Com efeito, a espiral de violência que se vive em alguns dos estados mexicanos está normalmente ligada aos cartéis de droga e os turistas que desfrutam das suas férias nos lugares mais visitados do México não costumam sofrer mais do que delitos comuns como furtos ou roubos. Nunca deixaríamos de viajar para o México por esta razão, mas utilizaríamos sempre o bom senso. Por esse motivo, deixamos-te aqui alguns conselhos a seguir e incentivamos-te a ponderar todos estes fatores, planear a tua viagem pelas zonas seguras e, sobretudo, desfrutar da beleza do México. É aconselhável um seguro de viagem? O nosso seguro IATI Mochileiro é o teu melhor companheiro de aventura. Esta apólice sobre despesas médicas e qualquer lesão simples durante a viagem, ou se tiveres um acidente ao praticar desportos de aventura como mergulho na Playa del Carmen. Também estaremos disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, caso precises de ser repatriado ou se a tua bagagem for roubada. Algumas dicas para viajar pelo México com segurança: • Vai protegido com um bom seguro de viagem, como o IATI ESTRELA ou IATI Mochileiro. • Não demonstres riqueza. Ainda que seja seguro viajar para o México é importante, como em muitos outros países, não exibir objetos de alto valor, tais como jóias, câmaras, telemóveis, assim como falar muito sobre a sua capacidade económica. • Tenta distribuir o dinheiro e os cartões por várias carteiras ou bolsas. Deixa tudo o que puderes no hotel e leva apenas uma cópia da documentação contigo. • Se sofreres algum incidente, denuncia-o no México e guarda todos os documentos para reclamações futuras. Leva o telefone do Consulado contigo e notifica-os se tiveres algum problema. No site do Ministério poderás encontrar os números do consulado indicados de acordo com a zona onde te encontras. • Se estás a pensar em alugar um carro, tenta viajar durante o dia e não alugues um veículo demasiado chamativo. Deves também tentar estacionar em estacionamentos vigiados durante a noite. • Não leves objetos de valor na bagagem que vai contigo no avião ou enviar para o porão do autocarro. Guarda-os na tua bagagem de mão e mantém-nos à vista. • Tenta levantar dinheiro em multibancos de zonas com videovigilância: bancos, centros comerciais, zonas turísticas com muitas pessoas… • Se fores pagar com cartão de crédito, verifica mais tarde as cobranças feitas. Há casos de clonagem de cartões. • Evita zonas solitárias à noite. • Usa repelentes de insetos e tenta usar camisas de manga comprida e calças compridas ao amanhecer e ao anoitecer, quando os mosquitos picam mais. • Se receberes alguma chamada ameaçadora, desliga o mais rapidamente possível e não forneças qualquer informação. Há alguns anos, houve alguns casos de “sequestros virtuais”. São perigos isolados, contudo nunca é demais saber. • Tenta apanhar táxis nas praças de táxis oficiais. • É seguro viajar para o México em qualquer época do ano, mas, se puderes, tenta evitar a temporada de furacões, que ocorre de julho a novembro, aproximadamente. • Cuidado com a “Vingança de Moctezuma”! Sabemos que queres experimentar todos os alimentos mexicanos possíveis (não te culpamos, a comida é maravilhosa), mas se não estás acostumado a comida picante ou excessivamente picante, poderás ter problemas estomacais. Familiariza-te pouco a pouco com comida picante e, claro, obviamente, não bebas água da torneira. • Quando fores à praia não só é importante ficar de olho nas tuas coisas, como também evitar áreas que sejam muito solitárias se viajares sozinho. • É seguro viajar para o México, mas usa o senso comum. Não é por estares de férias que deves deixar de prestar atenção ao que se passa à tua volta. Então, ficaste com vontade de viajar para o México? Talvez tenhas ficado com curiosidade em conhecer o país, ou prefiras visitar outros países primeiro. De qualquer forma, e concluindo, não arrisques, viaja em segurança com uma das apólices de seguro que oferecemos na IATI Seguros. Na IATI, trabalhamos para que os nossos artigos estejam atualizados e ajustados à realidade. No entanto, deverás sempre verificar estas informações com as fontes oficiais do país, companhia aérea e demais agências de turismo envolvidas na tua viagem.

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Como ir do aeroporto de Berlim para o centro e vice-versa

Como ir do aeroporto de Berlim para o centro e vice-versa

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Berlim é um dos principais destinos da Europa e, com a proliferação de companhias aéreas de baixo custo, é cada vez mais fácil lá chegar. Atualmente, a capital alemã possui dois aeroportos: o Aeroporto de Berlim-Tegel e o Aeroporto de Berlim-Schönefeld. Este último, o de Schönefeld, estava a ser remodelado durante a criação deste artigo, com o objetivo de o ampliar e transformar no aeroporto de Berlim Brandenburg. Após a sua inauguração, uma das ideias que está a ser considerada é o encerramento definitivo do Aeroporto de Berlim-Tegel, mas a decisão ainda não está tomada. Aqui na IATI Seguros, o teu especialista deseguros de viagem, queremos facilitar-te a vida nas tuas escapadelas, por isso vamos explicar como chegar do aeroporto ao centro da cidade de Berlim, independentemente do teu aeroporto de chegada. Como ir do aeroporto de Berlim para o centro Hoje em dia o Aeroporto Tegel é a base das operações da companhia aérea de baixo custo Ryanair. Se voares com outras companhias aéreas, o teu destino provavelmente será o aeroporto de Schönefeld. 1. Como ir do aeroporto de Berlim Schönefeld para o centro de Berlim O Aeroporto Berlim-Schönefeld, que pretende ser o único aeroporto da cidade sob o nome de Berlim Brandemburgo, está localizado a menos de 25 km do centro da cidade. Poderás fazer este percurso em táxi, comboio ou autocarro. 1.1 Como ir do aeroporto de Berlim Schönefeld para o centro de comboio O comboio Airport Express é a melhor maneira de ir do Aeroporto Schönefeld até ao centro de Berlim por um preço económico. Parte a cada 30 minutos e leva cerca de meia hora para chegar à estação central Hauptbahnhof. Para além desta estação central, para também no Zoologisher Garten, Spandau, Friedrichstrasse, Alexanderplatz Karlhost e Ostbahnhof. O bilhete único custa 3,40 euros. Se estás a pensar utilizar o transporte público durante a tua estadia, pode ser interessante comprar um bilhete diário de 3 zonas por € 7,70. Existem outros comboios que vão do Aeroporto Berlim-Schönefeld até ao centro, mas custam o mesmo e, ao parar mais vezes, demoram quase o dobro do tempo a chegar ao teu destino. Por este motivo, recomendamos que optes pelo comboio Airport Express. 1.2 Como ir do aeroporto de Berlim Schönefeld para o centro de autocarro Embora existam várias linhas de autocarro público que vão do Aeroporto de Schönefeld para o centro de Berlim, não são uma opção muito interessante. O preço é muito semelhante ao do comboio Airport Express e a rota é muito mais lenta. 1.3 Como ir do aeroporto de Berlim Schönefeld para o centro de táxi O táxi é uma boa opção se quiseres deslocar-te confortavelmente até ao hotel ou se viajas em grupo, pois poderás reduzir os custos. O preço é geralmente entre 50 e 60 euros, dependendo do trânsito e da área da cidade para a qual queres ir. A viagem do aeroporto de Berlim Schönefeld até ao centro de Berlim utilizando um táxi leva cerca de 30 a 35 minutos. 2. Como ir do Aeroporto de Berlim-Tegel para o centro de Berlim 2.1 Como ir do aeroporto de Berlim Tegel para o centro de autocarro A maneira mais popular de ir do aeroporto de Berlim Tegel para o centro é a bordo de um autocarro. O JetExpressBus TXL é o que oferece um melhor equilíbrio de qualidade e preço. O custo desta viagem é de 2,80€ e em cerca de 35 minutos, dependendo do trânsito, deixar-te-á na Estação Alexanderplatz. Parte a cada 10/20 minutos entre as 04:50h e as 23:00h. Se, em vez de ir para o centro, fores para outros pontos mais distantes da cidade, talvez te interessem as linhas 128, 109 e X9. A partir da página oficial, podes verificar as diferentes rotas, preços e horários. 2.2 Como ir do aeroporto de Berlim Tegel para o centro de táxi Dos terminais A, C e E, podes apanhar um táxi do Aeroporto de Berlim-Tegel para o centro da cidade. O custo da corrida é de cerca de 35 euros e demora uns 30 minutos, dependendo sempre do trânsito da cidade. Vês? Nem é assim tão difícil ir dos aeroportos de Berlim para o centro da cidade! Agora já só precisas de encontrar um voo baratopara o aeroporto que mais te convenha e desfrutar da capital alemã! Artigo traduzido por Susana Almeida

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