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Marrocos – 10 Coisas que precisas de saber antes de viajar

Marrocos – 10 Coisas que precisas de saber antes de viajar

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Cada país tem a sua cultura e as suas especificidades. Ao viajarmos devemos fazê-lo de forma consciente respeitando sempre a cultura e os costumes dos locais que visitamos. Marrocos não é exceção. E para que a tua estadia no país ocorra sem percalços ou surpresas menos agradáveis, deixamos-te com 10 coisas que todo o viajante deve saber antes de viajar para Marrocos. Claro que a dica extra é que não deves viajar sem seguro de viagem. Na IATI ajudamos-te a escolher qual o seguro que melhor se adapta ao tipo de viagem que vais fazer. Coisas que precisas de saber antes de viajar para Marrocos Em Marrocos tudo tem um preço Não te admires se para te darem uma informação te pedirem dinheiro, é uma questão cultural. Decidiste passar um dia em Marrocos e queres saber onde fica determinado monumento ou local, tens o Google maps que te pode ajudar. Imagina que estás sem bateria no telemóvel ou que a rua que te aparece no Google maps não é exatamente o sítio onde estás. Pergunta quanto custa a informação. E assim já não tens surpresas desagradáveis quando alguém se voluntariar para te mostrar o caminho, e no final te pedir um valor absurdo pela ajuda que te deu. Negociar o preço de tudo, sempre Em Marrocos negociar é uma arte, e em algumas situações os vendedores até ficam ofendidos se não regatearmos o preço. E quando dizemos que tens de negociar o preço de tudo, é mesmo tudo. Desde os objetos que vais trazer de recordação, o táxi para te deslocares ou ao senhor a quem queres tirar uma fotografia. Em relação aos táxis é mesmo imprescindível negociar antes de iniciar o percurso. Caso não o faças podes ter problemas quando chegares ao teu destino, porque te vão pedir uma quantia bastante inflacionada. Uma das dicas é perguntares no aeroporto, por exemplo, qual o valor justo desde o aeroporto até determinado destino, e assim já tens uma base de negociação. Para as compras em geral o melhor é perguntar sempre ao teu guia (no caso de ires viajar com guia contratado), ou no alojamento onde vais ficar qual o preço justo a pagar por determinado bem ou serviço, porque assim terás sempre uma base de negociação e também não corres o risco de ofender os vendedores ao ofereceres preços demasiadamente baixos. Mas lembra-te, se depois de negociar o vendedor chegar ao preço que ofereceste tens de comprar, não vale desistir da compra. Isto é encarado como uma ofensa, porque estiveste a fazer o vendedor perder tempo e não compraste pelo preço que negociaste. Não fotografar ninguém em Marrocos sem pedir permissão Acima de tudo é uma questão de respeito. Certamente também não gostarias que te fotografassem sem pedir autorização. Tem muito cuidado ao fotografar discretamente alguém a quem não pediste autorização, acredita que se perceberem que estas a fotografar vão atrás de ti e podes ter problemas, para além de que te vão exigir um pagamento com toda a certeza. E claro que como o preço não foi negociado o valor vai ser exagerado. Encantadores de serpentes Mantem-te afastado dos encantadores de serpentes e de todas as pessoas que explorem animais. E porquê? Para além da razão óbvia de estarem a explorar os animais e não quereres contribuir para isso, aliciam constantemente os turistas para tirarem fotos com os animais e cobram um determinado valor por fotografia. E quando dizemos para te manteres afastado é mesmo no sentido literal da palavra, mantem-te afastado fisicamente, pois uma das artimanhas é colocarem uma serpente ou um macaco em cima de ti quando vais a passar distraidamente, e depois exigirem dinheiro para retirarem o animal. Esta é uma experiência a dispensar, com toda a certeza. Tatuadoras de Hena Esta dica é dirigida especialmente às mulheres. Em vários locais vais encontrar tatuadoras de hena. Se avistarem mulheres com seringas na mão, o nosso conselho é que escondam as vossas mãos. Porque o habitual é aproveitarem-se do facto de as turistas estarem distraídas, pegam na mão e começam a pintar sem que tenham tempo para reagir. Se isso acontecer é retirar logo a mão, para que não continuem a pintar e dizerem que não querem. Se deixarem fazer a pintura vão-vos mostrar umas fotos para escolherem o desenho. Quando terminarem vão pedir os preços que quiserem. E vão argumentar que era o preço estava na foto que vos mostraram quando escolheram o desenho, e realmente estava, mas em letras minúsculas. Se quiserem mesmo fazer uma tatuagem de hena informem-se primeiro sobre qual será o melhor local para o fazerem, porque muitas vezes a hena é de má qualidade e podem fazer reações alérgicas. Consumo de álcool em Marrocos Marrocos é um país muçulmano, pelo que não é fácil encontrar locais onde comprar álcool. Se quiseres comprar bebidas alcoólicas o melhor será perguntares ao teu guia ou no teu alojamento. No entanto não é permitido beber na rua, nem mostrar as bebidas. E as lojas deixam de vender álcool a partir das 19h00 Viajar para Marrocos durante o Ramadão Se vais viajar durante a época do Ramadão há algumas questões que deves ter em atenção. Muitos monumentos podem estar fechados, bem como restaurantes ou outras atrações também podem estar fechadas ou os horários sofrerem alterações. O que significa que podes de ter de fazer algumas alterações ao teu itinerário ou percurso. Uso de Drones Se costumas utilizar drones nas tuas viagens, fica a saber que para entrares em Marrocos com um drone tens de ter uma autorização emitida pelas autoridades administrativas marroquinas a permitirem a entrada do mesmo. Caso entres no país sem a referida autorização as autoridades procedem ao confisco imediato do aparelho e dos respetivos acessórios. No caso de veres o teu drone confiscado, a administração aduaneira é obrigada a fornecer um comprovativo de depósito (recepisse de dépôt). Só com a apresentação deste documento conseguirás reavê-lo. O prazo para o reaveres e deixar o território marroquino é de 45 dias. Se deixares passar este prazo perdes o direito de o recuperar. E podes ainda ter de pagar despesas de armazenamento. Só o proprietário ou alguém com uma procuração pode recuperar o aparelho. A mão Esquerda A mão esquerda é considerada a mão para fazer a higiene pessoal. Pelo que é considerada uma falta de educação comer (é usual comer com as mãos sem utilizar talheres, mas apenas utilizar a mão direita para levar a comida à boca) ou cumprimentar alguém com esta mão. Guias Turísticos Não confies nas pessoas que te abordam na rua a oferecer passeios turísticos. Procura sempre um guia oficial. Pede indicações no aeroporto ou no teu alojamento. Por forma a poderes confiar no teu guia e evitares situações que te coloquem em perigo. Autora: Lovely Lisbonner

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Conhece as festas de Santo António de Lisboa

Conhece as festas de Santo António de Lisboa

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Queres visitar Lisboa nas festas de Santo António mas não sabes por onde começar? Nesta ocasião a IATI, líder na contratação de seguros de viagem online, ensina-nos como tirar o melhor proveito desta festa tão típica sem terminar como uma sardinha assada. O que ver e fazer em Lisboa nos Santos Populares? Quem foi Santo António? Na verdade, Santo António não se chamava António. O seu nome de nascimento era Fernando Martins de Bulhões, e acredita-se que nasceu entre 1191 e 1195 na rua das Pedras Negras, no bairro da Alfama. Fernando vinha de uma família privilegiada, e contrariando os desejos dos seus pais (que o queriam fazer cavaleiro), Fernando entregou-se à vida eclesiástica através da Ordem de Santo Agostinho. Posteriormente entrou na Ordem Franciscana, onde de seguida destacou e foi encomendado de pregar a palavra em outros lugares, e então foi quando decidiu trocar seu nome por António. Orador nato, as suas são as palavras do “Sermão aos peixes”. Santo António faleceu no dia 13 de junho de 1231 na cidade de Pádua (Itália). Daí que hoje em dia seja também conhecido como “Santo António de Pádua”. A festa tradicional de Santo António Pois bem, agora que já conhecemos o santo, vamos à festa! Mesmo não sendo o padroeiro oficial da cidade de Lisboa (na verdade é São Vicente), são muitas as atividades em sua homenagem realizadas na capital Portuguesa. Possivelmente a tradição mais famosa seja a das sardinhas assadas. Em todo lado, mas principalmente nos bairros de Alfama e Costa do Castelo, é possível saboreares este manjar composto de sardinhas assadas na brasa com pão, muitas vezes acompanhadas de uma salada de pimentos. É comum ver que são os próprios vizinhos destes bairros os que se prontificam a assá-las à porta das suas casas. A decoração da cidade não passa inadvertida de forma alguma. Cores e formas, bandeirolas, fitas e sardinhas de papel decoram as ruas da cidade para conseguir um ambiente ainda mais alegre e festivo. É também tradição que os jovens rapazes entreguem um vasinho de manjerico à sua amada, pelo que é sempre fácil encontrar barraquinhas perfumadas com estas plantas. Santo António casamenteiro Como sempre se disse que Santo António é o santo casamenteiro, são muitos os casais que decidem comemorar o seu casamento neste dia, pelo que as igrejas se enchem, não só pelas procissões e romarias, mas também pelos casamentos à procura da bênção do santo. Por outro lado, a própria Câmara Municipal recuperou uma tradição antiga que consiste em patrocinar o casamento de dezasseis casais com poucas possibilidades na igreja de Santo António, patrocinando depois as atividades típicas destas comemorações. Os arraiais de Santo António Os arraiais de cada bairro são diferentes entre sí, mas têm como fator comum a música, a festa, a bebida e a comida. Caldo verde, bifanas, pão com chouriço, cerveja, vinho tinto e até a famosa ginja estão à disposição nas diferentes tasquinhas de cada bairro. A banda sonora do momento acostuma ser o Pimba, sem deixar de lado as cantigas populares e o Fado. O prazer está em caminhar pelas ruas provando de tudo um pouco, deixando-se misturar no ambiente alegre e amistoso. Marchas populares Na noite do dia 12 saem às ruas as “Marchas Populares”, formações representantes de cada bairro da cidade e compostas pelos próprios moradores, a desfilar pela Avenida da Liberdade. As marchas existem desde o século XVIII, mas desde 1932 é feito um concurso entre todas as participantes. É realmente espetaculare a cenografia destas marchas, cujos membros desfilam caracterizados com coloridos e chamativos disfarces, e desfilam dançando coreografias ensaiadas com exatidão. Dicas para desfrutar da festas de Santo António Mas é importante teres em conta alguns conselhos de segurança para que a festa seja completa e não passes por apertos desnecessários nesta que é uma das 10 experiências típicas de Lisboa a não perder: • Não tentes chegar às festas de carro: várias das ruas mais centrais da cidade são cortadas durante estas comemorações, assim que o mais provável é que, se formos de carro, tenhamos de andar às voltas para acabarmos a pagar por um parque afastado do nosso destino. O mais recomendável é andar. Assim, evitamos também a ideia de conduzir depois de beber, até porque os controlos da polícia se multiplicam nesses dias. • Usar sapatos confortáveis e fechados: Justamente pelo que foi dito anteriormente, é recomendável ter em conta o tipo de sapatos a usar. Andar pelas ruas da Alfama com saltos altos pode ser uma missão impossível, com o conseguinte risco de quedas e ferimentos. Por outro lado, o grande afluxo de visitantes, unido a umoka certa índole etílica da festa pode levar a que sejamos pisados várias vezes. • Levar apenas o essencial: As ruas de Lisboa transformam-se em formigueiros durante os Santos Populares, e é sempre aconselhável manter os teus pertences vigiados em todo momento. Se usares mochila, levá-la à frente é sempre a melhor escolha. O mesmo acontece com as carteiras. No geral, não deveríamos levar nada nos bolsos traseiros da roupa. Como em qualquer cidade, os carteiristas estão à procura de vítimas, e devemos procurar sempre que não sejamos nós. • Contratar um seguro de viagem: Com estas dicas, a tua visita a Lisboa durante as festas de Santo António pode ser muito mais divertida. No entanto, podem sempre acontecer imprevistos. Por isso, recomendamos que contrates um bom seguro de viagens antes da tua partida, com a finalidade de estares coberto perante qualquer emergência. Os seguros da IATI podem proporcionar-te a segurança de que a tua visita será agradável em qualquer situação. Boa viagem, e bem-vindo ao Santo António de Lisboa! Autor: Alex Borges, Falar de Viagens

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Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

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O sol nasce atrás das grandes cúpulas de Angkor Wat. As palmeiras altas estendem-se em direção ao céu iluminado, enquanto nuvens ondulantes são refletidas na água do fosso do templo. Vais demorar uns minutos para assimilar a passagem da tua realidade, para o interior misterioso de uma das maiores estruturas religiosas do mundo. A Iati, líder na venda de seguros de viagem online, neste artigo promete belos edifícios anciãos a brilhar ao pôr-do-sol, numa viagem que vais querer fazer pelo menos uma vez na vida. Porque deverias visitar Angkor Wat? O exterior de Angkor Wat tornou-se um símbolo do país, de tal forma, que até aparece na bandeira do Camboja. Contudo, o que está lá dentro é igualmente espetacular. Angkor Wat, o mistério Angkor Wat é o precioso templo e estrela, do que hoje é conhecido como o Parque Arqueológico de Angkor. A cidade de Angkor foi construída no século XII como uma capital do Khmer, para o rei Suryavarman II. Quando ficou pronta, a cidade antiga tinha uma área de 400km, e 1 milhão de habitantes, o que a tornou na maior cidade pré-industrial da história. O que aconteceu à sua população é um mistério até hoje! Os arqueólogos ainda não sabem, ao certo, o que realmente aconteceu com esse vasto império e seu povo, e o que os levou a abandonar tamanha cidade. As teorias incluem derrotas em batalhas e mudança de práticas religiosas, (Hinduísmo do Khmer foi substituído pelo Budismo Theravada no séc. XIV), mas o mistério intrigou os cientistas por séculos. Angkor tem tanta água, quanto pedra. A área possui um enorme sistema de canais artificiais, diques e reservatórios, o maior deles (West Baray) tem 8km de comprimento e 2,4km de largura. Esta obra de engenharia são parte integrante de um design geral do complexo que permanece fiel ao simbolismo religioso. Mas essas obras gigantes, de índole religiosa, também serviam um propósito prático. Ao aproveitar com habilidade o rio e a água da chuva, saciavam a sede, e irrigavam culturas produtoras de riquezas como o arroz, que era usado pelos Khmer como moeda. Angkor Wat, a lenda A galeria Churning of the Sea of ​​Milk mostra um baixo-relevo de uma das mais famosas lendas sagradas hindus: Vishnu (associado na escultura como o arquiteto do rei Suryavarman II, que construiu o complexo) convence um grupo de demónios e deuses a trabalhar juntos em uma tentativa de ganhar a imortalidade. Envolveram a grande cobra Vasuki ao redor da base do Monte Mandara. Começam a jogar o jogo da corda: os deuses puxam de um lado da cobra e os demónios do outro. Com a força, o Monte gira e agita as águas do oceano por baixo dele. Este desafio dura 1000 anos! Até ao momento que Amrita (néctar da Imortalidade) sobe até à superfície. Vishnu agarra-o mesmo a tempo de impedir os demónios de o beber. O que vais encontrar em Angkor Wat? Mesmo depois dos tempos de glória passarem, Angkor permaneceu popular entre os peregrinos budistas que viajavam pelo sudeste da Ásia. Hoje em dia o complexo atrai viajantes de toda a parte, quase um milhão por ano. Quando Angkor foi nomeado Património da Humanidade em 1992. E a UNESCO continua a fazer parte do futuro de Angkor, trabalhando com as autoridades do Camboja para garantir que o turismo e o desenvolvimento não comprometem este grande tesouro cultural e religioso. Ta Prohm Ta Prohm é um dos templos mais fotografados e foi, deliberadamente, deixado em grande parte sem restauro, emaranhado e estrangulado por vegetação rasteira. É um templo muito popular, particularmente para os fãs do filme Tomb Raider de 2001, pois foi o local das filmagens. Bayon O eterno favorito, em Angkor Thom, é o templo de Bayon, cujas torres estão gravadas com rostos de bodhisattvas iluminados e onde baixos-relevos encantadores retratam a vida comum do Khmer, em vez de deuses hindus que estão na maior parte das gravuras espalhadas no complexo. Ta Som Ta Som é uma mini versão de Ta Prohm. As suas raízes ocuparam languidamente uma intrigante entrada. Aproxima-te de leste e vais encontrar um santuário solitário esculpido com divindades femininas, e se estiveres à procura de silêncio, Ta Som pode muito bem ser a resposta para as tuas orações. East Mebon Foi um dos primeiros templos construídos no complexo, Wat Mebon está ligeiramente degradado, mas ainda mantém algumas das mais impressionantes esculturas de Angkor. Possui uma riqueza de animais selvagens esculpidos em honra do deus hindu Shiva. O pôr do sol é a melhor época para visitar, pois as pedras assumem uma tonalidade avermelhada, e tem menos multidões. Dica Especial da IATI Com mais de um milhão de turistas a visitar Angkor Wat todos os anos, o espaço está a ficar congestionado. Grandes grupos de turistas tendem a seguir horários semelhantes, o melhor é evitá-los. Define o alarme para antes do amanhecer, quando há menos visitantes e a temperatura e a humidade são menores. Chega quando as portas se abrirem: 5h30. Após o nascer do sol, a maioria dos turistas volta para seus hotéis para o pequeno-almoço. Em vez disso, leva um lanche e fica por lá até as 9h, enquando os templos estão sossegados. Regressa ao hotel para um pequeno-almoço tardio, antes de regressares aos templos mais populares ao meio-dia, quando a maioria dos turistas vai almoçar. As tardes são melhor aproveitadas nos templos menores. Vai preparado para andar muito. Aluga uma bicicleta em Siem Riep, são muito melhores do que andar de Tuc-Tuc, e mais amigas do ambiente. Escolhe o seguro de viagem que melhor se adapta a ti, e não te esqueças de verificar as vacinas para viajar para o Sudoeste Asiático.

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Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa

Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa

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Lisboa foi considerada recentemente a melhor cidade para fazer um city break. E embora existam muitas atividades novas que podes encontrar na cidade, recomendamos 10 atividades tipicamente lisboetas para que te sintas um verdadeiro “alfacinha” durante a tua visita à capital portuguesa. Não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para que a tua estadia na cidade ocorra sem percalços. Contacta-nos e Informa-te sobre qual o seguro mais adequado à tua viagem. 10 atividades tipicamente lisboetas a não perder Jantar numa Casa de Fados Se estás a pensar ir jantar a uma casa de fados, há uma coisa que tens de ter em atenção, aqui a expressão popular “silêncio que se vai cantar o fado” é para levar à letra. Podes cantar e acompanhar o fadista, isso sim e ninguém te vai mandar calar. Mas se não consegues jantar sem dar dois dedos de conversa com os teus companheiros de mesa arriscas-te a levar um raspanete pelo dono do restaurante, ou mesmo ser mandado calar pelo fadista. E se muitas casas têm fadistas consagrados e de renome, existem outras em que os fadistas são amadores e todos são convidados a participar. Ir aos Pastéis de Belém Existem em Lisboa muitas casas a produzirem e venderem pastéis de nata, mas a verdadeira experiência de comer um Pastel de Belém continua a ser única, até porque só aqui encontras a receita original. Podes ter de esperar algum tempo na fila até trincares os teus pastéis de Belém, mas vale bem a espera. Um conselho que te damos é comprar pelo menos dois, porque um vai saber a pouco. O início do fabrico dos Pastéis de Belém deu-se em 1837, segundo uma receita secreta guardada pelos monges do Mosteiro dos Jerónimos. Esta receita mantém-se igual até aos dias de hoje. Visitar o Castelo de São Jorge Para além de toda a história que podes aprender ao visitar o Castelo de São Jorge, vais ter uma das vistas mais magníficas sobre a cidade de Lisboa a partir do seu miradouro. Fazer um Passeio a pé pelos Bairros típicos da cidade É verdade que com o aumento do turismo, assistimos ao abandono dos bairros típicos de Lisboa por parte da população local. Mas ainda assim, passear por alfama, pela Madragoa ou pela Graça, só para nomear alguns dos bairros mais típicos da cidade continua a ser uma experiência enriquecedora e em que podes ter uma noção de como as pessoas viviam no passado. Cada recanto, cada beco tem uma história e é uma oportunidade fantástica para fazer por exemplo um tour fotográfico. Beber uma ginjinha (Licor de ginja) Vir a Lisboa e não experimentar a famosa ginjinha é o equivalente a ir a Roma e não ver o Papa. A “Ginjinha”, é um licor tradicional Português. Este licor é feito a partir de álcool e obtido a partir da fruta da ginja. Tem uma mistura de sabores doces e amargos com uma pitada de canela. É tipicamente servida em pequenos copos e manda a tradição que se beba tudo de uma vez. Existe a opção de beber a ginja com elas ou sem elas, ou seja com ou sem a ginja (a fruta) no copo. Subir no Elevador de Santa Justa Sabiam que o arquiteto responsável pelo projeto do Elevador de Santa Justa é Gustav Eiffel, o mesmo da Torre Eiffel em Paris. O elevador liga a Rua de Santa Justa ao miradouro de Santa Justa (ou miradouro do Carmo como também é conhecido), que fica nos Terraços do Carmo. As filas para subir são enormes e demoradas, mas é uma experiência que vale a pena pelo menos uma vez na vida. Andar no elétrico 28 É o elétrico mais famoso de Lisboa. É também um dos preferidos dos carteiristas. Por isso muita atenção às mochilas nas costas e a todos os locais onde guardes os teus pertences. O percurso do elétrico tem início em Campo de Ourique e Termina no Martim Moniz. À noite a partir das 22h o percurso é alterado e o seu início realiza-se na Estrela. Do percurso fazem parte locais como o Chiado, o largo da Academia de Belas Artes, a Sé de Lisboa, o Miradouro de Santa Luzia, o largo das Portas do Sol e o Largo da Graça, entre outros. Festa dos Santos Populares e Marchas Populares (Santo António de Lisboa) O mês de junho significa festa nas ruas de Lisboa. Todos os anos lisboetas e não só, saem à rua para festejar o santo padroeiro da cidade, Santo António de Lisboa (que os italianos reivindicam como Santo António de Pádua. Nasceu em Lisboa, mas desenvolveu a sua obra em Itália). As festas de Lisboa têm início a dia 1 e terminam no dia 30 de junho. Durante todo o mês há iniciativas gratuitas e abertas a todos. Desde as tradições mais antigas, como a introdução de propostas artísticas mais modernas. As festas têm o seu ponto alto na noite de 12 para 13 de junho com o desfile das marchas populares na avenida da liberdade. No dia 12 também se realizam os casamentos de Santo António, patrocinados pela Câmara Municipal de Lisboa, uma vez que o santo tem fama de casamenteiro. No Dia 13 comemora-se o dia de Santo António, feriado municipal de Lisboa, com a procissão em honra do santo. As noites nos bairros típicos da cidade são animadas com música popular e sardinhas assadas. Não podem faltar os famosos vasos com manjericos, todos eles acompanhados de um cravo de papel e de uma quadra popular. As ruas são todas enfeitadas com globos de papel colorido. Visitar a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos Existem vários monumentos em Lisboa que merecem a tua visita. Mas se tivéssemos de destacar dois seriam estes. A Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos, ambos em Belém. Visitar os Miradouros da cidade Lisboa é a cidade das sete colinas, o que por si só já proporciona uma vista fantástica em vários pontos da cidade. Para juntar a isto temos ainda vários miradouros, que fazem as delícias dos apaixonados por paisagens de cidades. Deixamos-te com alguns miradouros que vale a pena visitar. • Miradouro da Basílica da Estrela • Miradouro da Rocha de Conde de Óbidos • Miradouro da Penha de França • Miradouro da Senhora do Monte • Miradouro das Portas do Sol • Miradouro da Torre de Belém • Miradouro de Santa Catarina • Miradouro de Santa Luzia • Miradouro de Santo Amaro • Miradouro de Santo Estevão • Miradouro de São Pedro de Alcântara • Miradouro do Castelo de São Jorge • Miradouro do Monte Agudo • Miradouro do Padrão dos Descobrimentos Autora: Lovely Lisbonner

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É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

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O Myanmar, ou antiga Birmânia como também é conhecido, é o maior país do Sudeste Asiático. Faz fronteira com a China, Bangladesh, Índia, Laos e Tailândia e é banhado pelo Mar de Andamão e Golfo de Bengala. Neste artigo a IATI seguros apresenta-te uma visão geral sobre a situação histórica e política do Myanmar bem como as questões relacionadas com a segurança para todos aqueles que pretendam visitá-lo. Antes de embarcar neste país milenar não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem pois independentemente do destino a tua segurança está sempre em primeiro lugar. É seguro viajar para o Myanmar? Até há muito pouco tempo atrás o Myanmar era um país para muitos desconhecido já que o turismo por lá era estritamente proibido. As portas ao turismo abriram-se muito recentemente depois de uma dura ditadura militar que, embora na penumbra, ainda vai persistindo. O país está em processo de democratização desde 2011 e, justamente por isso, muitas são as questões lançadas sobre a segurança de se viajar para o Myanmar. Contextualização histórica do Myanmar O Myanmar é um país multicultural já que aqui existem cerca de 8 macro grupos étnicos que se subdividem em 130 minorias étnicas. Cada uma delas com a sua própria cultura a nível de religião, língua e até mesmo tradições. Foi esta multidiversidade que originou problemas quando o país conseguiu a sua independência do Reino Unido, em 1948. Cada um dos grupos étnicos reivindicava direitos diferentes o que originou uma guerra civil. Esta teve o seu fim em 1962 quando os militares deram um golpe de estado que levou à instauração de uma severa ditadura militar que perdurou até 2011. Pouco se sabe sobre o que aconteceu no país durante todo este tempo já que este se fechou ao resto do mundo. A luta pela democratização do país é mundialmente associada aos esforços de Aung San Suu Kyi, que durante anos lutou pelo fim da ditadura tendo mesmo sido presa durante mais de 10 anos pela junta militar. Tendo-se dissolvido a ditadura em 2011, em 2016 Aung San Suu Kyi foi democraticamente eleita como primeira-ministra do país já que esta não pode ser eleita presidente por ser casada com um estrangeiro. Desde então o país abriu as portas ao turismo e está então em processo de democratização. Situação atual do Myanmar Atualmente o Myanmar é um país oficialmente democrático de república parlamentarista. Porém, 25% do parlamento ainda pertence aos militares, o que tem tornado o processo de democratização demorado e não tão pacífico como se desejava. Existem ainda algumas frentes de confronto espalhadas pelo país devido justamente a grupos étnicos que reivindicam a sua independência. O mais famoso tem sido os confrontos com a minoria Rohingya. Os Rohingya são um povo originário do estado de Rahkhine, no Myanmar que nunca foi oficialmente reconhecido. O governo considera que este povo é oriundo da Índia e do Bangladesh e, portanto, nunca os reconheceu como cidadãos de direito. Atualmente este povo tem sido perseguido pela junta militar que infelizmente ainda existe no país e, sem mais solução, têm-se refugiado na Índia e no Bangladesh. Além desta existem ainda outras zonas de confrontos no país de menor dimensão. É seguro viajar para o Myanmar? Em primeiro lugar há que referir que o Myanmar é um país enorme, tendo uma área corresponde a duas vezes a área da Alemanha. Além disso, para o bem e para o mal, os conflitos existentes estão circunscritos em áreas específicas e de acesso proibido para o turista. Na verdade grande parte da população residente nas cidades turísticas pouco sabe sobre aquilo que se passa no resto do país. O Myanmar não é um país onde poderá aventurar-se por cidades e aldeias recônditas e menos turísticas. Existem aquelas que são conhecidas como as áreas brancas e áreas negras. Desta última fazem parte todos os locais que não podem ser visitados justamente por serem alvo de confrontos, onde se incluem as regiões de Myawadi, Tachilik-Mae Sai, Arracão e Estado de Karen. Posto isto, se viajares pelo comum roteiro turístico que engloba as cidades de Yangon, Bagan, Inle Lake e Mandalay, estarás certamente seguro. Embora estas zonas não sejam ainda massivamente turísticas como os restantes países do Sudeste Asiático, têm já uma boa rede de hotéis, restaurantes e meios de transporte. Zonas como Pyin U Lwin, Hsipaw, Hpa-An e as praias de Nagapali são também alguns locais que atraem turistas embora com menor afluência, mas onde será também seguro viajar. De qualquer forma, se por algum motivo não puderes visitar determinada região sabê-lo-ás antecipadamente já que não existirão conexões de transportes para lá. Existem também vários checkpoints no país onde são então controladas as entradas nestas zonas restritas. Porém, se não saíres do roteiro supracitado nem sequer terás contacto com estes pontos de paragem. Assim sendo e de uma forma geral é seguro viajar atualmente para o Myanmar desde que te mantenhas nas áreas permitidas ao turismo. De qualquer forma e para que te mantenhas a par da situação atual do país, deverás sempre aceder às informações no Portal das comunidades do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Autora: Patrícia Carvalho

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O que ver e fazer em Banguecoque

O que ver e fazer em Banguecoque

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Bangcoque é uma cidade de emoções intensas. Quem a visita volta para casa com a certeza de que amou ou detestou a cidade, o meio termo é raro. Neste artigo damos-te várias sugestões sobre o que poderás ver e fazer em Bangkok. Agora só precisas de tratar dos voos, contratar um seguro de viagem, e partir à descoberta desta cidade fascinante! O que fazer em Banguecoque? Enormes e modernos arranha-céus vivem lado a lado com bairros típicos onde costumes e tradições permanecem fortemente enraizados. O trânsito intenso apresenta-se como um caos controlado. A religião, tal como em toda a Tailândia, é um elemento fulcral em Bangkok. Os templos espalham-se por toda a cidade às centenas, sendo paragem obrigatória para quem a visita. E a gastronomia é sem dúvida uma das melhores do mundo. Wat Pra Kaew (Templo do Buda de Esmeralda) Dos 400 templos espalhados por Bangkok, o Wat Pra Kaew é um dos três mais visitados. Um dos seus principais atrativos é o Buda Esmeralda esculpido numa pedra de Jade com 66 cm de altura que ali se encontra. Está localizado numa área de 94 hectares, composta por cerca de 100 edifícios. Podes contratar um guia no interior do recinto, ou alugar um áudio-guia por 200 bahts por duas horas para ficares a perceber melhor a história por trás deste templo majestoso. Wat Pho (Templo do Buda Reclinado) O Wat Pho é o segundo dos três templos budistas mais visitados em Bangkok e um dos maiores e mais antigos também. Uma das suas principais atrações é o famoso Buda reclinado dourado com 15mt de altura e 43mt de comprimento, e pés de 4mt decorados com madrepérola. O templo está localizado mesmo ao lado do Grande Palácio Real. Curiosamente é também o local onde se encontra a primeira escola de Massagem Tailandesa, por isso podes aproveitar para descansares o corpo depois da visita ao templo, com uma massagem tailandesa original. Wat Arun O Wat Arun é o terceiro templo budista mais visitado em Bangkok. O seu nome significa “Templo da Madrugada” e está localizado do outro lado do rio, no lado oposto do Grande Palácio Real e do Wat Pho. O templo é especialmente conhecido pela sua torre em estilo Khmer com 82mt de altura, rodeada por quatro torres mais pequenas decoradas com cerâmica chinesa. Oferece-te um cenário fantástico ao pôr-do-sol, no entanto, a melhor altura para o visitares é de manhã bem cedo para evitares as multidões. Grande Palácio Real Construído em 1782, o Grande Palácio Real foi, durante cerca de 150 anos, a residência oficial da família real da Tailândia. Hoje em dia é uma das principais atrações de Bangkok e o local onde se realizam várias comemorações e cerimónias oficiais. É composto por uma série de outros edifícios onde se inclui o já referido Wat Pra Kaew. É importante que tenhas em atenção que o código de vestuário no Grande Palácio Real é bastante rigoroso. As mulheres não podem entrar de ombros e pernas à mostra, e os homens deverão usar calças compridas e camisas/t-shirts com mangas. No entanto podes alugar à entrada camisas e panos para enrolar à volta das pernas. Mercados flutuantes O Taling Chan Market, o Bang Ku Wiang Market, o Tha Kha, o Damnoen Saduak, o Amphawa Floating Market, o Bang Khu Wiang Floating Market, o Bang Nam Pheung Floating Market e o Khlong Lat Mayom Floating Market são oito mercados flutuantes localizados nas imediações de Bangkok. Uns mais turísticos do que outros, por certo, mas uma visita a qualquer um deles oferece-te uma experiência única. Os mais conhecidos e visitados são o Khlong Lat Mayom, o Damnoen Saduak e o Amphawa. China Town Um ambiente caótico, cheio de cores, luzes, cheiros e sabores deliciosos. É incrível percorrer as suas inúmeras bancas de comida de rua e provar uma iguaria de cada uma delas. Se puderes, tenta visitar a China Town na altura do Ano Novo Chinês (fevereiro) e do Festival Vegetariano (estende-se por 9 dias no início de outubro) para a veres no seu melhor. Passear nos canais do Rio Chao Phraya Esta é uma experiência obrigatória numa visita a Bangkok. Podes comprar um tour ou alugar um long boat privado por algumas horas. Percorrer os canais do rio Chao Phraya é a melhor forma de visitares um outro lado de Bangkok. Passarás algumas horas num ambiente relaxado e pitoresco entre casas de madeira construídas em cima da água, a ocasional vendedora de souvenirs num barco e crianças que brincam nas suas águas. Mercado Chatuchak souvenirs, artesanato, acessórios, comida, roupa e afins. Treina bem a tua capacidade de negociação antes de lá ires! O mercado está aberto às sextas (das 18h às 24h), e sábados e domingos (das 09h às 18h). É aconselhável ires de manhã, altura em que ainda não se encontram lá grandes multidões e te podes movimentar mais facilmente nas suas ruas. Khao San Road A conhecida meca dos mochileiros em Bangkok. Mesmo que não fiques lá alojado, é sempre interessante conheceres este local mítico de Bangkok. São dezenas e dezenas de restaurantes, bares, lojas e hostels numa rua que de tradição tailandesa não tem absolutamente nada. Jim Thompson’s House A casa do famoso empreendedor norte-americano Jim Thompson é uma das atrações mais bonitas de Bangkok. O Jim Thompson mudou-se para a Tailândia após ter sido dispensado do serviço militar em 1946, e dedicou-se durante mais de 30 anos à indústria da seda tailandesa. Era também um ávido colecionador de arte asiática, sendo a sua casa um testemunho incrível dessa sua paixão. Desapareceu misteriosamente na selva malaia em 1967, no pico do seu sucesso. A sua casa é hoje um museu fantástico repleto de fascinantes peças de arte e jardins exóticos, sendo a visita acompanhada por um guia. Sky Bar do Hotel Lebua At State Tower Existem vários Sky Bars em Bangkok, mas o Sky Bar do Hotel Lebua na State Tower é hoje particularmente famoso pelo facto de ter sido cenário de uma das cenas do filme “A Ressaca II”. É o local ideal para usufruíres de uma das melhores vistas sobre Bangkok a 63 pisos de altura, embora fique sempre bastante cheio. Quando lá fores tenta ir um bocadinho mais aperaltado, pois existe código de vestuário. Se chegares antes da abertura do Sky Bar às 18h, podes sempre ir beber um cocktail e ver o pôr-do-sol ao Distil, onde apesar de a vista não ser tão boa como no Sky Bar, encontras menos confusão e um ambiente mais tranquilo. Lumpini Park O Lumpini Park é o maior parque público da cidade e está para Bangkok como o Central Park está para Nova Iorque. É um bom local para fugires por alguns momentos à agitação e caos constante da cidade, onde poderás relaxar num ambiente verde e descontraído. Podes alugar um barco e dar uma volta no seu lago, aproveitar para fazeres algum exercício ou apenas deitares-te na relva e veres a vida passar calmamente. Patpong Patpong é um dos Red Light Districts mais conhecidos de todo o mundo. Está recheado de bares, discotecas e strip bars mas é também o lar de um dos mercados noturnos mais conhecidos de Bangkok.

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Como planear uma viagem longa de forma independente

Como planear uma viagem longa de forma independente

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Fazer uma viagem longa, de vários meses ou mesmo um ano, é um sonho de muitos de nós. Deixar o trabalho e mergulhar numa aventura de total liberdade, explorar os quatro cantos do mundo e procurar uma vida mais leve. Além do financiamento necessário é também preciso uma certa preparação antes da viagem, como a escolha de um bom seguro de viagens, e é aqui que muitas pessoas desistem. Planear uma viagem destas parece demasiado difícil e exigente. Mas acredita, é bem mais fácil do que o que parece. Como planear uma viagem longa? Neste artigo, a IATI explica-te tudo para poderes organizar uma viagem destas em segurança. Para facilitar vamos dividir a programação entre aquilo que deves fazer antes da viagem, durante a viagem, e depois da viagem. Antes da viagem – Comprar os bilhetes de avião Este costuma ser o passo principal para começar a dar forma à viagem. Deve ser também o primeiro passo já que os bilhetes podem ser caros quando comprados com pouca antecedência. Vai explorando preços e rotas de aeroportos principais, na zona do mundo onde pretendes iniciar a viagem. Compara também preços entre diferentes companhias aéreas. O ideal será comprares os bilhetes com uma antecedência de 4 meses. – Ires à consulta do viajante A saúde não pode ser deixada de lado especialmente quando vamos embarcar numa viagem de longa duração para o outro lado do mundo, onde as condições de saúde nem sempre são as mesmas do nosso país. É assim obrigatório fazeres a consulta do viajante. Aqui, um médico especializado dar-te-á as recomendações de saúde e higiene necessárias de acordo com o local para onde vais viajar, como por exemplo não beberes água da torneira, evitares bebidas com gelo ou fruta descascada, usares repelente para mosquitos, etc. Caso necessites de alguma medicação preventiva ou vacinas, estas ser-te-ão também recomendadas. A consulta do viajante deve ser feita com 2 a 3 meses de antecedência já que algumas vacinas exigem a toma de várias doses com espaçamentos de tempo relativamente longos. Além disso este tipo de consultas não está disponível com a devida frequência por todo o país, em termos do Sistema Nacional de Saúde. O melhor é consultares o local mais próximo da tua zona de residência e marcares o quanto antes. Se preferires ou se já não tiveres tempo, existem também muitas clínicas privadas com este tipo de consultas, inclusive consultas online. Este é outro ponto absolutamente imprescindível numa viagem, seja ela de longa ou curta duração. A nossa segurança pessoal deve estar em primeiro lugar e, portanto, um bom seguro de viagem é essencial. Para viagens de longa duração vale a pena procurar seguros específicos como por exemplo o Seguro Multiviagem IATI. Por outro lado, se estiveres a ponderar uma viagem mais aventureira que inclua desportos radicais como bungee jumping, trekkings ou open diving, poderás optar pelo Seguro Mochileiro IATI. Vale a pena fazeres uma pesquisa alargada de todos eles e escolheres aquele que mais se adapta ao teu estilo de viagem. – Planear um roteiro Este é também um dos pontos que parece ser mais exigente na preparação de uma viagem deste calibre, especialmente sobre como organizar e planear voos, hotéis e mesmo tours para meses de viagem. O ideal será começares a pesquisar com alguma antecedência, durante o seu tempo livre, de modo a entender es que países gostaria de visitar e quanto tempo queres despender em cada um. Assim que tiveres os países decididos deves pesquisar sobre a obtenção de vistos para esses locais, dado que, para alguns países terás obrigatoriamente de fazer o pedido de visto em Portugal como por exemplo o Paquistão, a Nigéria ou a Índia. Depois disto terás duas opções: ou programar a viagem ao pormenor, decidindo atempadamente que cidades queres visitar e que atrações queres ver; ou decidir de uma forma flexível que cidades gostarias de visitar, deixando o planeamento em concreto para a altura em que lá chegares. Tem em atenção que numa viagem de longa duração terá vários dias de descanso pelo meio onde poderás sempre organizar melhor o teu próximo destino. Além disso, se te permitires a alguma flexibilidade poderás ir alterando a tua rota, para locais que, entretanto, te vão chamar mais a atenção, assim como sair mais cedo de um local, se este não te agradar. O melhor é teres uma rota genérica em termos de países, vistos e cidades, e ir planeando à medida que a viagem vai acontecendo. De uma forma geral, numa viagem destas é necessário teres alguma flexibilidade e compreenderes que os planos não vão acontecer da forma que tínhamos idealizado. Também isso faz parte da experiência. – Preparar a mala Este parece ser também um dos pontos mais complicados de gerir dado que, numa mala ou mochila terás de colocar tudo o que vais precisar para os próximos meses. Porém, acredita que não há muito de diferente numa mala de viagem para 10 dias ou 4 meses. Seja qual for a duração da viagem deverás levar roupa necessária para uma semana, dez dias, no máximo. Não te esqueças que, ao longo do percurso, irás obrigatoriamente lavar a tua roupa. Por outro lado, podes sempre ir comprando ao longo da viagem, consoante a necessidade. Deixamos aqui uma lista de alguns itens que poderão não estar presentes numa viagem de curta duração e que poderão ser essenciais para uma longa viagem: • Um bom par de sapatilhas de caminhada/trekking; • Impermeável; • Adaptar de energia; • Extensão elétrica/ tripla (principalmente se tiver muitos equipamentos para carregar como computador, telemóvel, máquina fotográfica, etc); • Equipamentos eletrónicos: computador, telemóvel, máquina fotográfica, go pro, respetivos carregadores e cartões de memória, uma boa power bank; • Uma pasta com todos os documentos essenciais (passaporte, vistos, boletim de vacinas, etc) Durante a viagem – Controlar os seus gastos Costuma-se dizer que o dinheiro voa e é verdade, especialmente se não o controlarmos. É muito importante que numa viagem destas sejas meticuloso com os teus gastos por forma a saberes exatamente quanto dinheiro estás a gastar. Caso contrário corres o risco de ter de a terminar mais cedo, por falta de verbas. Existem já muitas apps especificas para gastos em viagens, com várias categorias de gastos como vistos, voos, hotéis, etc. Algumas delas são Trabee Expense, Expensify ou Expense Manager. Outra opção será desenhares um ficheiro Excel à tua medida e ir atualizando semanalmente, consoante vais gastando dinheiro. Depois da viagem – Fazer a consulta do viajante pós-viagem Embora a consulta do viajante seja bastante conhecida, o mesmo não se pode dizer sobre a consulta pós-viagem. Esta faz também parte da modalidade Saúde em Viagem, do Sistema Nacional de Saúde, e é igualmente importante. Depois de tantos meses longe da tua zona de conforto, sujeitos a variações de temperatura constantes, a diferentes refeições e alimentos e diferentes condições de higiene, vale a pena fazeres um check-up geral à sua saúde e averiguares se está tudo bem. Se chegares a Portugal com alguns sintomas específicos ou se sentires que não te estás a sentir normal, a consulta pós-viajante é absolutamente obrigatória, não só pela tua saúde como a saúde de todos os outros pois podes ser portador de uma doença autóctone e se não a tratares imediatamente corres o risco de a alastrar. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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O que ver na Madeira: 15 lugares imperdíveis + roteiro

O que ver na Madeira: 15 lugares imperdíveis + roteiro

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Se estás a planear uma viagem e queres saber o que ver na Madeira, neste guia vais encontrar os lugares mais impressionantes da ilha, de Funchal às piscinas naturais de Porto Moniz. A ilha da Madeira é um dos destinos mais espetaculares de Portugal. Conhecida como o “Havai do Atlântico”, combina paisagens vulcânicas, montanhas dramáticas, falésias sobre o oceano e uma natureza exuberante que conquista todos os viajantes. O arquipélago da Madeira é composto por quatro grupos de ilhas: Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens, sendo apenas as duas primeiras habitadas. Neste guia vais descobrir o que ver na Madeira e o que fazer durante a tua viagem, com os lugares mais impressionantes da ilha e algumas experiências que não podes perder. A Ilha da Madeira é atualmente conhecida por ter dado ao mundo um dos melhores jogadores de futebol da história, Cristiano Ronaldo. Mas a ilha é muito mais do que o berço do craque português. Se tens dúvidas sobre qual o seguro de viagem mais adequado à viagem que vais fazer contacta-nos e nós ajudamos-te a escolher. O que ver na Madeira em 3 ou 4 dias Se tens poucos dias na ilha, este pode ser um bom roteiro: • Dia 1: Funchal, Teleférico do Monte e Mercado dos Lavradores • Dia 2: Santana, Pico do Arieiro e miradouros da costa norte • Dia 3: Porto Moniz e piscinas naturais • Dia 4: Caminhada pelas levadas ou visita ao Curral das Freiras O que ver e conhecer na ilha da Madeira A ilha da Madeira divide-se em várias zonas principais onde se concentram os locais mais interessantes para visitar: • Funchal, a capital da ilha • Costa Norte, com Porto Moniz, São Vicente e Santana • Costa Sudeste, com Machico e Santa Cruz • Costa Sudoeste, com Câmara de Lobos, Ribeira Brava e Calheta Cada uma destas zonas oferece paisagens únicas e experiências diferentes. Funchal: o ponto de partida da tua viagem A maioria das viagens à Madeira começa em Funchal, a capital da ilha. Com cerca de 110.000 habitantes, é a cidade mais animada do arquipélago e um excelente ponto de partida para explorar a ilha. Entre os lugares mais interessantes para visitar destacam-se: Teleférico do Funchal Uma das melhores formas de começar a conhecer a ilha é subir no Teleférico do Monte, que liga o centro da cidade à parte alta do Funchal. Durante o percurso terás vistas incríveis sobre a cidade e o Oceano Atlântico. Igreja de Nossa Senhora do Monte No topo do Monte encontra-se esta igreja histórica onde está o túmulo de Carlos I da Áustria, o último imperador austro-húngaro. Andar nos Carros de Cesto do Monte – Carreiros do Monte (Funchal) O Monte é uma das 10 freguesias que pertencem ao concelho do Funchal. Está situado a uma altitude de 550 metros e é uma das freguesias mais visitadas no Funchal. Aqui tens a oportunidade de fazer uma viagem nos típicos carros de cesto. Estes carros são feitos em vime e montados em dois patins de madeira. São tradicionalmente produzidos de forma artesanal, desde o inicio do século XIX. Eram utilizados como meio de transporte público pela população local, para se deslocarem da freguesia do Monte até à cidade do Funchal. Hoje em dia os carros de cesto são usados exclusivamente para o turismo, e é uma ótima forma de viver emoções fortes. Ao longo de quase 2 kms, a uma velocidade que pode atingir os 38 kms por hora, por estradas estreitas e sinuosas. Os carros são empurrados e manobrados por dois condutores, os Carreiros, que usam o traje típico da Ilha da Madeira. Camisa e calças brancas, chapéu de palha, e botas com sola de borracha. Estas últimas utilizadas também como travão do carro de cesto. O percurso para chegar ao Monte pode ser feito de carro, ou de teleférico. O que por si só também é uma experiência fantástica. O teleférico liga o Funchal ao Monte a ao Jardim Botânico. A descida nos carros de cesto faz-se desde o final da escadaria da Igreja da Nossa Senhora do Monte, até ao Livramento. Jardim Botânico da Madeira Conhecida como “Ilha das Flores”, a Madeira tem uma enorme diversidade de plantas e flores. O Jardim Botânico é o local perfeito para descobrir esta biodiversidade enquanto desfrutas de uma vista panorâmica sobre o Funchal. Mercado dos Lavradores Este mercado tradicional é um dos locais mais autênticos da cidade. Aqui encontrarás frutas tropicais, flores, peixe fresco e produtos típicos da ilha. Museu CR7 Para os fãs de futebol, uma visita ao Museu CR7 é obrigatória. O museu conta a história de Cristiano Ronaldo e expõe muitos dos troféus conquistados pelo jogador. Santana e as casas típicas da Madeira Santana é uma das localidades mais emblemáticas da ilha e um dos locais que não podem faltar num roteiro sobre o que ver na Madeira. A principal atração são as famosas casas típicas de Santana, construídas em forma triangular e com telhados de colmo. Algumas destas casas podem ser visitadas e funcionam como pequenos museus. Nas redondezas encontrarás também vários miradouros impressionantes sobre a costa norte da ilha. Provar a Gastronomia Típica da Ilha A gastronomia típica da Ilha da Madeira é riquíssima. E existem algumas iguarias que não podes mesmo deixar de provar. Reserva algum espaço na mala para trazeres algumas delas para casa. Bolo do Caco com Manteiga de Alho – O Bolo do caco é na realidade um pão, que deve o seu nome à pedra (caco) onde era originalmente cozido. É confecionado com farinha de trigo e tem um formato redondo e achatado. Deve ser comido quente e com manteiga de alho. Espetada de Carne de Vaca – A famosa espetada madeirense é feita com carne de vaca cortada em cubos e assada em espeto de pau de louro acompanhada com milho frito. Bolo de Mel – Este é mesmo um bolo e se estas a pensar trazer alguns contigo no regresso da viagem, atenção ao peso da bagagem porque estes bolos chegam a pesar 1 kg. Tal como o nome indica é feito de mel. Este mel vem da cana-sacarina, que é processado nos engenhos que também podes visitar na ilha. Segundo a tradição, o Bolo de mel deve ser preparado no dia 8 de dezembro, dia de nossa Senhora da Conceição, para ser comido no Natal. E tem a particularidade de se conservar durante um ano. Poncha e Vinho Madeira – A Poncha é uma bebida confecionada à base de aguardente de cana, mel e limão. O famoso vinho Madeira pode ser degustado como aperitivo ou digestivo. Se visitares a ilha em finais de agosto e inicio de setembro tens ainda a oportunidade de participar nas vindimas da Festa do Vinho Madeira. Filetes de Espada – Os filetes de peixe espada preto são um dos pratos de peixe mais apreciados da gastronomia madeirense Rebuçados de Funcho e Eucalipto – O funcho é uma planta muito abundante na ilha e que deu origem ao nome Funchal. Miradouros impressionantes da Madeira A Ilha da Madeira é rica em miradouros. E todas eles proporcionam uma vista fantástica sobre a ilha. Dos muitos que existem deixamos-te dois que são de visita obrigatória. Miradouro do Véu da Noiva (Porto Moniz) – O miradouro do Véu da Noiva está situado na antiga estrada que liga o Seixal a São Vicente. Através desse miradouro temos uma das mais belas paisagens da costa norte da Madeira, a cascata do véu da noiva. Esta cascata faz lembrar o véu de uma noiva, pela altura e água que cai pela encosta. Miradouro do Cabo Girão (Câmara de Lobos) – O Cabo Girão é um dos miradouros mais impressionantes da Madeira e destaca-se pela sua plataforma suspensa em vidro sobre a falésia. Desde 2012 que o Miradouro tem uma plataforma de vidro suspensa (skywalk), que é um desafio constante para o nosso cérebro. Visitar o Curral das Freiras (Câmara de Lobos) Situado num vale profundo rodeado de montanhas, o Curral das Freiras é uma das localidades mais curiosas da Madeira. Segundo a história, foi aqui que as freiras do convento de Santa Clara se refugiaram quando piratas franceses invadiram a ilha. Hoje em dia é um excelente local para provar especialidades locais como: • ginja • sopa de castanhas Assistir ao nascer do sol no Pico Ruivo (Santana) Se gostas de montanha e paisagens naturais, não podes perder a subida ao Pico Ruivo, o ponto mais alto do arquipélago da Madeira. Assistir ao nascer do sol no Pico Ruivo é uma das experiências mais impressionantes da ilha. Outra opção popular é o trilho que liga Pico do Arieiro ao Pico Ruivo, considerado um dos percursos mais espetaculares da Madeira. Fazer o percurso pedestre de uma Levada As levadas são canais de irrigação escavados nas rochas. E que têm como função levar a água do norte para o sul da ilha. Este sistema de irrigação começou a ser construído no século XVI. Os percursos pedonais recomendados na Madeira são classificados como Pequenas Rotas (PR). No site oficial do turismo da Madeira podes encontrar todos os percursos recomendados, e classificados com nível de dificuldade, tempo de duração e descrição do percurso, para que se saiba à partida o que vamos encontrar ao iniciar determinado percurso. Visitar a Reserva Natural Parcial do Garajau (Santa Cruz) A Reserva Natural Parcial do Garajau é um dos melhores locais da Madeira para mergulho. Aqui também se encontra a famosa estátua do Cristo Rei da Madeira, semelhante ao monumento do Rio de Janeiro. O acesso à praia pode ser feito através de um teleférico que desce até à costa. Porto Moniz e as piscinas naturais (Porto Moniz) No noroeste da ilha encontra-se Porto Moniz, um dos lugares mais visitados da Madeira. A principal atração são as Piscinas Naturais de Porto Moniz, formadas por rochas vulcânicas onde o mar entra naturalmente criando autênticas piscinas de água salgada. Estas piscinas estão equipadas com infraestruturas de apoio e são um dos melhores locais da ilha para tomar banho. Se preferires um local mais tranquilo, podes visitar também as Piscinas Naturais Velhas, situadas muito perto. Caminhadas pelas levadas Uma das atividades mais populares da ilha são as caminhadas pelas levadas. As levadas são antigos canais de irrigação construídos desde o século XVI para transportar água entre diferentes zonas da ilha. Hoje muitos destes canais possuem trilhos pedestres que permitem explorar florestas, cascatas e paisagens únicas. Algumas das levadas mais famosas são: • Levada das 25 Fontes • Levada do Caldeirão Verde Porto Santo: praias de areia dourada A Madeira é uma ilha vulcânica e não tem muitas praias de areia. No entanto, a ilha vizinha de Porto Santo tem mais de 9 km de areia dourada. Fica a cerca de duas horas de ferry e é um destino ideal para uma escapadinha durante a tua viagem à Madeira. Entre os lugares a visitar destacam-se: • Vila Baleira • Pico do Castelo • miradouros da ilha Viajar para a Madeira com seguro de viagem Apesar de ser um destino relativamente seguro, é sempre recomendável viajar com seguro de viagem, especialmente se planeias fazer caminhadas, atividades na natureza ou desportos ao ar livre. Na IATI Seguros encontrarás diferentes seguros adaptados a cada tipo de viagem. Autora: Lovely Lisbonner

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Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

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Hoje, na IATI Seguros de Viagem, trazemos-te uma surpresa. Uma “Montanha no Mar” caracterizada pelas suas lindíssimas paisagens que misturam costumes, culturas e uma exótica ligação entre mar e montanha. Córsega é o seu nome. Vem connosco neste passeio pela “Ilha da Beleza”. O que visitar na Córsega Situada no Sudoeste da França e a oeste da Itália, é a quarta maior ilha do Mar Mediterrâneo. Uma França que não é francesa, uma Itália que não é italiana, e dá a esta ilha uma mistura de raízes, que lhe aporta uma personalidade muito própria. O seu interior é montanhoso. Tem picos que chegam a atingir os 2700 metros de altitude, lagos, florestas, quedas de água e maciços rochosos incríveis. O litoral é caracterizado pelas praias de areia branca e as suas maravilhosas águas de cor turquesa. Pelo caminho, pequenas aldeias que guardam séculos de tradições, e um povo orgulhoso das suas origens. Apesar de o francês ser o idioma oficial, grande parte da população comunica usando o corso, que se assemelha ao dialeto toscano. Chegada à Ilha Podes chegar à ilha de duas formas. De ferry boat ou de avião. Se optares pela primeira, há várias empresas de transporte a partir de cidades da costa francesa, como Marselha e Nice. Nesta opção podes levar carro próprio e/ou alugado. Se optares pelo avião, há dois aeroportos principais na Ilha: Ajaccio e Bastia. O ideal é começares por Ajaccio, que é a capital da Córsega Sul. Como os transportes públicos não são uma boa solução para circulares pela ilha e os táxis são muito caros, recomendamos o aluguer de um carro para começares a tua road trip. Serão cerca de 600 km de trajeto circular que passará por Propriano, Bonifacio, Porto Vecchio, Les Aiguilles de Bavella, Saint-Florent, L’île Rousse, Calvi, Reserva Natural de Scandola, regressando a Ajaccio. Ajaccio – Bonifácio Ajaccio merece um pouco do teu tempo. Como é a cidade natal do grande imperador Napoleão Bonaparte, que nasceu em 1769, vale uma visita à Catedral de Notre-Dame de la Misericórdia e à Maison Bonapart, onde o imperador nasceu e passou toda a sua infância. Daqui segue para sul, em direção a Bonifacio, uma das cidades mais visitadas da Córsega. Uma cidade fortificada que parece precipitar-se numa falésia branca, o que a torna rara e inesquecível. Na parte de baixo da cidade, a marina, que lhe dá uma aparência bem mediterrânea. Um escadório leva-nos à parte de cima, à Cidade Velha, que foi construída pelos Genoveses no séc. XII. Perde-te nas suas ruas estreitas e praças. Visita Bonifácio com o tempo que ela te pede. Se puderes, aventura-te num passeio de barco pelas calanques, grutas e falésias e visita o Golfo dello Sperone, que te oferece umas belas praias. Como sugestão, entre Ajaccio e Bonifácio, pára em Propriano. É uma vila pequena, mas um bom local para alugar barco e conhecer a região. Bonifácio – Porto Vecchio De Bonifacio segue para Porto Vecchio, outra referência da Ilha. Aqui as praias de Palombaggia e Santa Giulia são rainhas. Praias de mar azul-turquesa, águas mornas e areia branca. Fica, fica muito tempo. Porto Vecchio – Saint-Florent Rumando para norte, em direção a Saint-Florent, tens quase 200 km de paisagens únicas. Podes seguir pela costa, mas a nossa sugestão é que sigas em direção a Les Aiguilles de Bavella, um maciço rochoso caracterizado por picos irregulares. A estrada é sinuosa, mas de uma beleza única. Uma Córsega diferente, a Córsega das florestas, dos lagos e das cascatas. Continuando caminho, chegas a Saint-Florent, também conhecido como o St. Tropez da Córsega. É uma pequena localidade caracterizada pelas suas bonitas ruelas, cheias de boutiques e restaurantes, que soube guardar toda a sua autenticidade com o passar dos anos. Sobe à Citadella e surpreende-te com a vista sobre o Golfo de Saint- Florent. Saint-Florent – L’île Rousse – Calvi A 45 km de Saint-Florent, surge L´Île Rousse, uma estação balnear, reconhecida pelas suas praias de areia fina, muito procurada pelos turistas. São locais de visita, a Igreja da Imaculada Conceição, o Mercado da Cidade e o Farol de Pietra de onde tens uma vista fascinante de toda a zona envolvente, que é marcada pelas suas rochas de cor laranja, que dão um charme único ao local. Se és amante de fotografia, não podes perder este local por nada, principalmente ao pôr-do-sol. A paragem seguinte é num outro local icónico da rota, Calvi, uma cidade debruçada sobre o mar e com uma fortaleza digna dos grandes filmes de Hollywood. Passeia pelas suas ruas, visita os seus monumentos identitários, como a Catedral St. Jean-Baptiste, e desfruta das vistas que os variados miradouros te oferecem da Baía de Calvi. Entre Calvi e Ajaccio, a imperdível Reserva Natural de Scandola No regresso a Ajaccio, pára na cidade de Porto, local onde se apanha o barco para visitar a Reserva Natural de Scandola. Património da Humanidade pela UNESCO é considerada um dos locais mais bonitos e mágicos da Córsega. Com uma biodiversidade de exceção, oferece-nos paisagens de suster a respiração. Se estiveres disposto a muita aventura e adrenalina, deixamos-te mais uma sugestão. Fazer a GR20 – um trilho pedestre (mítico) que atravessa a Córsega de norte (Calenzana) a sul (Conca). 200 km pelo coração das montanhas da Córsega. Ficaste apaixonado pelas belezas da Córsega, não ficaste? Então planeia já a tua viagem e encontra na IATI um seguro de viagem à tua medida. Au revoir et à trés bientôt. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Como tirar o visto para o Irão

Como tirar o visto para o Irão

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Muitas vezes nem nos damos conta da facilidade que é viver na União Europeia e das vantagens que daí advêm, sobretudo para quem viaja. Um dos benefícios é o facto de não precisarmos de visto ou qualquer autorização para circular no espaço Schengen. No entanto, há alguns países para os quais nem sempre é fácil tirar o visto, como é o caso do Irão. Mesmo assim, nos últimos anos, este processo tornou-se mais simples. A IATI Seguros explica-te como tirar o visto para o Irão, para que possas visitar este fantástico país sem sobressaltos de última hora. Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para conhecer um país que te vai surpreender e conquistar. Que preciso fazer para conseguir um visto para o Irão? Existem várias formas de tirar o visto do Irão, por exemplo na Embaixada do Irão em Lisboa, à chegada ao aeroporto de Teerão ou até noutra embaixada iraniana. Em primeiro lugar é preciso sublinhar que todos os viajantes devem possuir um passaporte ou documento de viagem válido por 6 meses no momento da partida para o Irão. Depois é também vital que não tenhas carimbos de Israel no passaporte ou ser-te-á negado o visto. VOA Visa On Arrival É, porventura, a forma mais simples de obter o visto para o Irão, pois podes fazê-lo à chegada aos aeroportos do país. Teerão, Esfahan ou Shiraz são alguns dos aeroportos onde podes solicitar este tipo de visto que abrange, por exemplo, os cidadãos de nacionalidade portuguesa e brasileira. Para solicitar o visto à chegada aos aeroportos iranianos, necessitas de aceder a este site, preencher o formulário e seguir todos os passos. O pedido do VOA tem de ser feito pelo menos 48 horas antes da data da viagem e a validade é de 30 dias. Se necessitares de mais dias para visitar o Irão, então vais ter mesmo de utilizar outra forma para pedir o visto para garantir que podes ficar mais tempo no país. Tirar o visto na Embaixada de Lisboa Neste caso é recomendado que trates do visto até pelo menos 15 dias antes da data da viagem, pois a emissão do visto pode demorar. Poderás, eventualmente, pagar uma taxa de urgência e reduzir o prazo, mas isso não é um dado adquirido, pelo que se aconselha a fazer o pedido com bastante antecedência. Pedir o visto na Embaixada, embora dê mais trabalho, tem algumas vantagens, pois irás ter a certeza que podes entrar no país. A recusa na entrada dos VOA pode acontecer (e já aconteceu) com alguns visitantes. Antes mesmo de te deslocares à embaixada é obrigatório o preenchimento do formulário online. No entanto, antes de preencher o formulário é preciso preparar alguns documentos – como as fotos (com tamanhos específicos indicados no site) e cópia do passaporte em formato digital (.jpg ou .jpeg). Vais também precisar de fornecer os dados do seguro de viagem, as datas da viagem (ainda que possam apenas ser aproximadas) e também informação sobre a profissão. É igualmente aconselhável ter um itinerário definido para indicar no formulário. Depois de submeteres todos os documentos e o formulário, imprime a página de envio do formulário. Entretanto irás receber um código por email que permite consultar o andamento do processo e te permite saber se o visto ainda está a ser processado ou se já foi aprovado. Normalmente, o processo – se não existirem entraves – deverá ser aprovado em dois ou três dias, mas pode demorar até dez dias úteis. Assim que o visto for aprovado, envia uma cópia do código de rastreio (tracking code), os dados do seguro de viagem (seguro de saúde e acidente que cubra a duração da estadia no Irão e que indique como destino ’Irão’) e o comprovativo de pagamento do pedido de visto para a conta da Embaixada – podes consultar o NIB no site da embaixada. É preciso também enviar o passaporte ou, em alternativa, deslocar-se à embaixada do Irão na Rua Alto do Duque, 49, em Lisboa. Este visto é válido por 90 dias, a partir da data de emissão. Tirar o visto noutro país É possível tirar o visto para o Irão na embaixada de outro país, sendo que será sempre necessário seguir todos os passos descritos anteriormente para o pedido na Embaixada de Lisboa – incluindo o obrigatório preenchimento online do formulário. Obter um visto para o Irão pode até parecer complicado, mas se seguires todos os passos tudo será fácil. O Irão é um país fascinante que merece ser visitado – e até mais do que uma vez. Além da cultura e ótima gastronomia, o Irão tem praias, montanhas e deserto para conhecer. Pede o visto, parte à aventura e não te esqueças do seguro de viagem com a IATI Seguros. Autor: Lugares Incertos

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10 das estradas mais incríveis do mundo

10 das estradas mais incríveis do mundo

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Poucas coisas se comparam a uma road trip: o prazer da condução, a ânsia pela descoberta e a sensação de pertenceres ao destino que visitas, nem que seja apenas por uns dias ou horas, faz com que este tipo de viagem seja de várias formas mais memorável que outras em que não temos este controlo sobre a nossa viagem. Vamos às 10 das estradas mais incríveis do mundo? Na IATI, lider em seguros de viagem online, somos fãs deste tipo de viagem, e é por isso que te deixamos neste artigo 10 sugestões de algumas das estradas mais incríveis do mundo, para que possas começar a planear a tua próxima aventura de estrada. As 10 estradas mais incríveis do mundo Atlanterhavsvegen (Estrada do Atlântico) | Noruega A Atlanterhavsvegen teria sempre de ser obrigatoriamente incluída numa lista das mais incríveis estradas do mundo. Construída por cima de várias pequenas ilhas, ligadas por 8 pontes, esta estrada localizada na Noruega é vista como uma extraordinária obra de engenharia. N222 | Douro, Portugal A melhor estrada portuguesa é também uma das estradas mais bonitas do mundo. A N222 liga Vila nova de Gaia a Almendra, mas o troço mais conhecido é mesmo o que liga Peso da Régua a Pinhão, numa extensão de 27kms junto à margem esquerda do Rio Douro. Mantos verdes de perder de vista e a imponência das águas do grande Rio Douro fazem de uma viagem por esta estrada uma experiência inesquecível. Forgotten World Highway | Nova Zelândia Localizada na Nova Zelândia, a Forgotten World Highway une Stratford em Taranaki a Taumarunui em King Country, e é considerada uma das estradas mais misteriosas do mundo. Durante 150kms atravessa montanhas, densas florestas e um misterioso túnel. Garden Route | África do Sul A Garden Route, na África do Sul, percorre a costa desde Heidelberg no West Cape, até ao Rio Storms no East Cape. São cerca de 300kms de paisagens extraordinárias feitas de densas florestas, praias sublimes e lagoas pitorescas. Hringvegur (Route 1) | Islândia Route 163 | Arizona, EUA A Route 163 atravessa o Monument Valley nos EUA e estende-se por cerca de 100kms. É uma das estradas mais conhecidas do mundo, tendo já entrado em filmes de culto como “Easy Rider” ou “Forrest Gump”, por exemplo. Ruta 40 | Argentina A Ruta Nacional 40, com cerca de 5000kms de extensão, percorre a Argentina de Norte a Sul, sendo uma das maiores estradas do mundo. A estrada acompanha a Cordilheira dos Andes, passando por vários Parques e Reservas Naturais que oferecem vistas inesquecíveis. Estrada da Gruta | São Tomé A estrada que segue em direção a Santa Catarina, no lado Oeste da ilha de São Tomé, não deixa ninguém indiferente. Ladeada de um lado por uma vegetação luxuriante e banhada pontualmente por pequenas cascatas, e do outro lado por uma série de palmeiras que pendem arqueadas sobre o mar, é sem dúvida alguma, uma das estradas mais bonitas do mundo. Strada Statale 163 | Itália A Strada Statale 163 percorre toda a Costa Amalfitana em Itália, iniciando em Sorrento e terminando em Salermo. Com 50km de comprimento, é uma das estradas mais bonitas do mundo, tendo já sido incluída em inúmeros filmes ao longo dos anos como “Sob o Sol da Toscana” ou “O Diabo Riu por Último”, com Humphrey Bogart. As suas inúmeras curvas oferecem vistas magníficas sobre o mar e a Costa Amalfitana, razão pela qual se tornou numa grande atração turística. Yukon Golden Circle | Canadá O Yukon Golden Circle, no Canadá, é uma estrada de montanha que une o Canadá (Yukon) aos EUA (Alaska), e que oferece a quem a percorre vistas incríveis sobre as montanhas e pitorescas cidades da região de Yukon. Autora: Maria João Proença (Joland Blog)

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Quioto, entre Gueixas e Samurais

Quioto, entre Gueixas e Samurais

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Quioto é um dos destinos turísticos mais populares da região de Kansai. Foi a capital do Japão por mais de mil anos e ainda continua a ser seu coração cultural, religioso e histórico. É uma das grandes cidades do mundo e um lugar que todos devem visitar pelo menos uma vez nas suas viagens. Aqui estão as coisas mais inesquecíveis para se fazer e ver na cidade, que a IATI Seguros de Viagem online, escolheu para te apresentar. O que fazer e conhecer em Quioto Top Info: muitas atrações são gratuitas Sim, é isto mesmo. Nem todos, mas a maioria dos santuários e até mesmo alguns templos e jardins em Quioto, estão livres para poderes visitar. Alguns dos locais fantásticos e gratuitos para visitar incluem: o Santuário Fushimi Inari Taisha, o Santuário Yasaka, o Santuário Heian Jingu, o Palácio Imperial de Quioto, o Bosque de Bambu Arashiyama e o Templo Ninna-ji. Encontra o teu lado Zen no Jardim da Rocha de RYŌAN-JI Ao contrário de outros jardins tradicionais japoneses, os jardins zen-rock são jardins de paisagem seca que não têm lagos ou cursos de água. Em vez disso, cascalho e areia são cuidadosamente misturados em padrões que representam água ondulante. Ryōan-ji é o mais famoso dos jardins Zen Budistas de Kyoto. Ele contém 15 pedras arrumadas de tal forma que só consegues ver 14 delas ao mesmo tempo, se estiveres em pé na varanda do jardim, é muito zen! Experiencia ARASHIYAMA Arashiyama é com certeza uma das melhores coisas para se fazer (e fotografar) em Kyoto. Este lindo bosque de bambu tem um pequeno caminho que serpenteia pelo centro de uma floresta, e é na verdade, uma estrada percorrida por um carro ocasionalmente. Ao caminhar vais olhar com admiração para o bambu alto e denso. Ao longo do percurso é admirável, também, a cerca com que revestiram o caminho, acrescentando ainda mais paz, ao já cenário sereno. Pede um desejo no Santuário FUSHIMI INARI TAISHA Com seus 10.000 portões vermelhos, Fushimi Inari é um dos locais mais populares em Quioto. No entanto, antes de fazer a peregrinação pelo trilho do Monte Inari, deves parar um momento para observar as Pedras Omokaru perto da entrada. As duas lanternas de pedra são cobertas com um pesado ornamento chamado giboshi. Faz um desejo e tenta levantar um dos giboshi. Como a sentiste? Se achares que a pedra é mais leve do que o que pensavas, então o teu desejo será concedido. Mas, se pedra te pareceu muito pesada, poderás enfrentar dificuldades para alcançares o objetivo. Desfruta de alguns dos melhores PRATOS VEGETARIANOS do Japão Vegans e vegetarianos encontram em Quioto o céu! Não é apenas uma cidade com um dos maiores números de restaurantes com estrelas Michelin do mundo, mas também é conhecida pelos seus restaurantes e quiosques vegetarianos. Da tradicional culinária vegan budista shojin ryori, à delicada yuba, feita a partir da pele que se forma no topo do leite de soja aquecido, e do yudofu (tofu hotpot), há uma lista interminável de coisas para quem os produtos animais não são uma opção. Certifique-se também de olhar para pratos feitos com produtos hortícolas tipicos de Quioto, como o nabo shogoin e berinjela kamo nasu, todos frescos e cultivados localmente. Perde-te no Castelo NIJO O Castelo Nijo é feito de madeira e circular, ao contrário dos castelos de pedra Europeus. Este castelo foi construído no século XVII e todos os senhores feudais do oeste do Japão foram obrigados a ajudar no financiamento da sua construção. O palácio em si é feito de cipreste e a folha de ouro é usada extensivamente na decoração. Não te esqueças de olhar para cima ao admirar o castelo, porque alguns dos tetos estão repletos de mosaicos dourados. Explora os lugares património da UNESCO Sabia que Quioto tem 17 lugares que são patrimónios mundiais da UNESCO? Muito Bom! Para veres uma lista oficial: https://www.insidekyoto.com/kyoto-unesco-world-heritage-sites O mais conhecido é o Templo de Kiyomizudera Escondido numa colina floresta exuberante, a vista em Kiyomizudera é linda e a IATI considera uma das melhores coisas para fazer em Quioto. Uma curiosidade sobre o lugar é que não foi usado um único prego para esta construção em madeira. O complexo é bastante grande e impressionante, e apesar das multidões, este templo ainda se pode sentir pacificamente. A área de GION Já na Idade Média, o distrito de Gion foi um lugar icónico e histórico no coração de Quioto. Hoje, nas margens do rio Kamo, é um dos poucos lugares remanescentes no Japão, onde podes participar dos rituais tradicionais das casas de chá ou até mesmo ver gueixas no seu dia-a-dia. Gion é o lugar para fazer reservas para um serviço tradicional de chá ou uma refeição, porque podes organizar uma audiência privada com maiko ou geiko, os dois tipos de hospedeiras e artistas japonesas conhecidas comumente como gueixa. É um sítio ideal para comprar um quimono. Quioto é cheia de beleza, rica cultura, comida deliciosa e mais de 2.000 templos e santuários. Seria impossível ver todo o esplendor em apenas 2 dias, nem tentes! Junta vários dias de férias, onde não pode faltar o Seguro IATI Estrela, ideal para países com despesas médicas elevadas, como é o caso dos EUA, Canadá, Japão ou Austrália. Autores: Onde estão os Duarte

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O mercado semanal de Rissani

O mercado semanal de Rissani

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Rissani é uma pequena cidade do sudeste de Marrocos, quase encostada à Argélia e capital da histórica região do Tafilete. No passado foi um importante entreposto comercial, pois ficava na rota das caravanas de camelos saarianas. Ali comercializava-se ouro, especiarias, tecidos e…armas e escravos. Imagino como seria aquele lugar há 100 anos. Eu conheci Rissani numa tarde de Fevereiro, no principal dia semanal de mercado da cidade. É como entrar num filme da idade média. Sim, daqueles épicos que se vêem no Natal. Como eu adoro estes lugares. Ainda hoje consigo ouvir os barulhos e sentir os cheiros deste lugar. Seguia de jipe entre Merzouga e Zagora, depois de no dia anterior ter atravessado as estradas do deserto entre Erfoud e o grande Erg Chebbi. Sabia da possibilidade de visitar o Souk de Rissani, mas seguia tão emaranhado na paisagem do horizonte sem fim, que ainda não tinha pensado muito sobre esse assunto. E eu que adoro mercados. É sempre a primeira coisa que procuro, seja em Rissani, seja em Paris ou em Barcelona. A cerca de 4/5km de Rissani, começo a ver um movimento fora do comum de…burros. Carregando o seu mestre e toda uma panóplia de produtos. Uns com cenouras, outros com cereais e outros com sacos vazios, possivelmente para encher de cenouras e vegetais. Num instante, desliguei da paisagem do horizonte e foquei no intrigante movimento para o Mercado de Rissani. Perguntei ao guia marroquino o que se estava passar. Ver alguém no meio do deserto já é uma surpresa, ver burros carregados de cenouras no deserto, ainda consegue ser uma surpresa maior. Ele, o guia, lá me explicou a importância do mercado para toda a região. E uma vez por semana, as pessoas deixam as suas isoladas aldeias para vender o seu produto no mercado e para voltar a casa com outros produtos. Nem quis alongar muito a questão do facto de o meio de transporte ser o burro, mas como ele não enfatizou muito a questão, assumo que seja perfeitamente normal por aqui. Podia perguntar: “então eles vão de burro?”. A resposta poderia ser: “então querias que fossem como? a pé, com aquelas cenouras todas!?”. As pessoas aqui ainda lutam por bens essenciais, como água potável. Ir para o mercado de burro não é nada demais. Para mim, estava a ser um encanto, como uma viagem real à Idade Média. Estão a imaginar-vos com 10 anos a chegar ao Zoomarine? Quando ao longe já começavam a ver todo aquele aparato, com os golfinhos, as araras, as piscinas e os escorregas, e assim que o carro se aproxima da porta de entrada, o vosso sangue corria mais e mais depressa, para finalmente quase explodir de adrenalina quando, finalmente, o carro pára e podemos correr para dentro do Zoomarine. Estão a imaginar? Foi isso que senti, com 33 anos de idade, ao aproximar-me do Mercado de Rissani. Assim que o carro parou, parece que fiquei cego para tudo o resto. Só queria ver tudo, sentir tudo. É claro que a maturidade (ou a idade) permite um maior auto-controlo exterior. Mas o meu interior estava como uma qualquer música dos AC/DC, “on fire!!”. Tal como já referi, é uma viagem à Idade Média. Sentia-me num misto de cenários, que variavam entre filmes como Lawrence da Arabia e o Rei Artur. Toda a cidade estava num alvoroço, bicicletas, burros, carrinhas (poucas), pessoas, tudo no meio da rua. Mas no mercado e nas suas proximidades, era o completo frenesim. Nem consigo quantificar bem, mas com certeza que estavam largas dezenas de milhares de pessoas, dentro das “muralhas” do mercado. Facilmente me iria perder ali. Cantos, becos, espaços abertos, espaços claustrofóbicos, muitas cores, muitos cheiros diferentes e intensos, muito barulho, muita confusão, tudo tão diferente e tudo tão igual. Neste mercado não existe coerência. Pelo menos eu não a senti. Não existe um quarteirão da roupa e outro das frutas. É uma espécie de “tudo ao molho e fé em Deus”. Ao lado das forjas (sim, ali se queres comprar um prego ou uma enxada este material sai (quase) directamente de uma pequena forja (sim, tal como uma feira da idade média)), estavam homens a cortar o cabelo. Em frente aos carpinteiros estava o talho. No meio da secção de roupa existia malta a vender peixe. Se calhar até existe uma lógica na coisa. Eu é que não consigo ver qual é. Mas esta confusão total, tornou tudo muito mais interessante. Estava a delirar com tudo aquilo. E mais uma vez, a tentar imaginar como seria este espaço há 100, 200 anos atrás. Se em 2018 era assim, no passado devia valer tudo por ali. Nem dei pelo tempo passar, nem sei quanto tempo passei por ali. Sei que sai por outra porta, sem saber onde estava a primeira, quase como se tivesse saído de um labirinto. Ainda tive tempo de visitar mais dois anexos do mercado. A secção dos animais vivos para venda e o parque de estacionamento. Bem, o parque de estacionamento não é uma gigante garagem subterrânea, com possibilidade de quem tem Via Verde pagar depois. Um gigante espaço aberto com, talvez, muitas centenas de burros. Impressionante. Não existe uma cancela, mas existe um serviço de estacionamento personalizado. Paga-se uns Dirhams e alguém fica encarregue de estacionar e guardar o burro. Fiquei sem perceber se existia a possibilidade de incluir a lavagem do “veículo”. Assim que voltei ao jipe, após uma perseguição de uns quantos vendedores de tâmaras (tentam vencer pelo cansaço. São precisos mais de 1000 nãos, para eles desistirem da venda), sentia que tinha uma recordação para vida. Tinha aquele sorriso de satisfação, de quem tinha acabo de conquistar uma boa memória. Muito bom, este Mercado de Rissani. Autor da crónica: Carlos Bernardo – O Meu Escritório é lá Fora! Rissani, Marrocos. 2018.

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Planear férias com um impacto positivo

Planear férias com um impacto positivo

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Para a Iati, líder na contratação de seguros de viagem online, o turismo responsável é importante e, por isso, tentamos sempre apresentar aos nossos clientes e leitores novas dicas e recomendações para viajar de forma a deixar um impacto positivo nos destinos visitados. Se ainda não leste, convidamos-te a ler os artigos que escrevemos anteriormente sobre 5 passos simples para viajar sem plástico, 5 formas sustentáveis de poupar durante as tuas viagens e Como viajar de forma mais sustentável. Planear férias com um impacto positivo Hoje vamos-te falar sobre formas sustentáveis de pesquisar e planear as tuas viagens, plataformas, sites e agências alternativas que te vão permitir contribuir para o desenvolvimento de alguns destinos e culturas. Ecosia Esta é a nossa primeira dica uma vez que, na realidade, podes utilizar este navegador de pesquisa no teu dia-a-dia e não só quando estás a planear e pesquisar sobre viagens. Como funciona? Basicamente só tens de substituir o teu navegador de pesquisa pelo Ecosia, os anúncios e publicidade geram rendimento e com esse lucro os projetos envolvidos plantam árvores. Incrível, não? Não requer nenhum esforço da tua parte e estás a plantar árvores desde casa! Hotels that help Baseado no mesmo conceito do anterior, este site permite reservar voos, acomodação e atividades, sem qualquer custo extra, ao mesmo tempo que ajudam instituições sem abrigo no Reino Unido. Depois de escolheres o teu alojamento ou tour, és redirecionado para o site principal da empresa (por exemplo booking), contudo, uma vez que fizeste a reserva através desta plataforma parte do lucro reverte para uma instituição social. BookDifferent Parte do grupo Booking.com, esta plataforma vai ser uma óptima ferramenta se queres saber quão verde ou ecológico é a acomodação que estás a pesquisar. Os resultados de hotéis, residências ou afins apresentam-se do mais ecológico para o menos e rotulados com ecolabels, ou seja ícones eco, onde podes facilmente detectar as políticas em marcha de cada acomodação. Estes ícones classificam os locais desde o respeito pelo ambiente, à cultura passando pelas condições de trabalho. GreenHotelWorld Também direcionado para acomodação, ao iniciares a tua pesquisa neste site, sem custo extra, a comissão recebida pelo Green Hotel World vai reverter para a compensação de emissões de CO2 libertada com a indústria hoteleira. Basicamente só tens de utilizar este site para aceder ao Booking.com, Hotels.com, Expedia, Trivago, Tripadvisor, Lastminute.com, Ctrip ou Agoda e todo o processo de reserva é igual, mas assim estás a compensar, de alguma forma, o dano feito pela emissão de CO2. Holiable Uma espécie de enciclopédia de informação para férias sustentáveis, desde acomodação, atividades e restaurantes. Podes pesquisar por destino ou tipo de serviço procurado e através de uma lista ou mapa vais poder encontrar as opções disponíveis. Indigo Se vais viajar por uns tempos e gostavas de colaborar com uma instituição de voluntariado, a Indigo ajuda-te a escolher o sítio ideal sem teres que pagar nenhuma taxa. Desde fundações que ajudam refugiados, locais afetados por catástrofes naturais ou áreas de desenvolvimento, serás avaliado de forma a encontrarem o local ideal para ti. Simbiotico Um projecto nascido em Portugal que tem como objetivo juntar na mesma plataforma tudo o que de melhor e sustentável se produz a nível nacional. Aqui pode encontrar várias soluções ecológicas para o que procura, o Simbiótico pretende ser a ligação entre um mercado responsável, de qualidade e um consumidor consciente. Desde restaurantes, hotéis, restaurantes, cosmética, decoração, roupa em segunda mão passando por atividades ao ar livre, um infindável mar de opções. Agora que tens esta lista de plataformas por uma causa não tens desculpas, começa já a marcar a próxima viagem! Autora: Janete – Flearound

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