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11 Locais a não perder numa visita a Helsínquia

11 Locais a não perder numa visita a Helsínquia

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Helsínquia, a capital da Finlândia, é uma cidade surpreendente e tranquila, de avenida largas, muito verde, com muita cultura, música e design (foi Capital Mundial do Design em 2012) e pessoas que, apesar de algo fechadas, mostram uma simpatia e abertura extraordinárias quando abordadas. Aqui na IATI, onde poderás conseguir o teu seguro de viagens online com a melhor cobertura, queremos que aproveites esta cidade ao máximo e é por isso que te damos neste artigo uma lista de 11 locais a não perder numa visita a Helsínquia. Prepara-te para seres surpreendido! 11 lugares a não perder em Helsínquia Praça do Senado e Catedral de Helsínquia A Praça do Senado é um dos locais mais visitados por turistas em Helsínquia. Esta ampla praça encontra-se rodeada de vários edifícios imponentes, como o edifício central da Universidade de Helsínquia, o Palácio do Conselho de Estado e a famosa Catedral de Helsínquia, o edifício branco de cúpulas verdes em grande destaque na zona norte da Praça. Temppeliaukio Kirkko (Stone Church) Concluída em 1969, a Temppeliaukio Kirkko é, sem dúvida, uma das mais originais igrejas do mundo. Foi construída inteiramente a partir de uma grande rocha de granito que se encontrava no local. A sua magnífica acústica faz com que seja frequentemente palco de concertos de música clássica. Market Square Este é o mercado de rua mais famoso de Helsínquia. As várias bancas que aqui começam a ser montadas, ainda antes das 06h da manhã, oferecem os mais variados produtos e comidas tradicionais finlandeses. Existem também vários cafés onde podes almoçar ou tomar o pequeno-almoço, dependendo da hora a que o visites. Fortaleza de Suomenlinna A Fortaleza de Suomenlinna está localizada na ilha com o mesmo nome, a cerca de 10 minutos de distância de ferry da costa de Helsínquia. Foi considerada Património Mundial da Humanidade pela UNESCO e construída durante a era Sueca, tendo a sua construção sido iniciada em 1748. Hoje a ilha oferece também vários cafés e vários edifícios onde habitam cerca de 800 pessoas. Pela sua beleza e tranquilidade, a ilha é bastante procurada tanto por turistas como por locais, especialmente nos meses de Verão, para piqueniques, passeios ou idas à praia. O transporte para a ilha é feito de ferry, que podes apanhar na zona do Market Square. Horário: aberta todo o ano Monumento a Sibelius Localizado no parque Sibelius, este famoso monumento foi construído em homenagem ao grande compositor finlandês Jean Sibellius, pela artista Eila Hiltunen, em 1967. A obra, com 8,5m de altura, pretende assemelhar-se aos tubos de um órgão e é acompanhada por um busto de grandes dimensões do compositor. Seurasaari (Museu ao Ar Livre) A ilha de Seurasaari, unida por uma ponte pedonal a Helsínquia, está localizada a poucos quilómetros do centro da cidade. É um local muito tranquilo, repleto de uma verdejante natureza e preenchido por edifícios tradicionais finlandeses que fazem parte de um Museu ao ar livre. Estes edifícios, oriundos de várias partes da Finlândia e construídos nos últimos quatro séculos, foram transportados para esta ilha de forma a poder mostrar aos seus visitantes a cultura e tradição finlandesas. Não é necessário pagar bilhete para visitar a ilha, apenas caso queiras visitar o interior dos edifícios que se encontram com a sua mobília original da altura em que foram construídos. Design District O design sempre teve uma grande importância na sociedade finlandesa, à semelhança dos restantes países nórdicos, algo que mereceu a Helsínquia a designação de Capital Mundial do Design em 2012. O Design District é uma zona da cidade que se encontra repleta de lojas de design, antiguidades, museus, galerias de arte e vários restaurantes que representam alguns dos melhores exemplos do que se faz nesta área no país. Recomenda-se também uma visita ao Museu do Design, aqui localizado. Cafe Regatta Localizado junto às águas do mar Báltico, o Cafe Regatta é um dos cafés mais encantadores de Helsínquia, especialmente em dias de sol quando é possível aproveitar a pitoresca esplanada com vista para o mar. Morada: Merikannontie 8, Töölö Helsínquia Cemitério de Hietaniemi Não é muito habitual ver cemitérios em listas de atrações turísticas mas este, tendo em conta a sua localização e beleza, destaca-se. Repleto de lápides decoradas com pormenores encantadores, tem como pano de fundo as águas do mar Báltico e como cenário um jardim muito bem cuidado. Para além da zona destinada a civis, existe também uma vasta área onde se encontram as campas de soldados falecidos em combate durante as várias guerras que envolveram a Finlândia. Morada: Hietaniemenkatu 20, 00100 Helsínquia Parque Esplanade Localizado no centro de Helsínquia, o Parque Esplanade é um dos locais mais procurados na cidade pela população local para momentos de descontração. Durante o verão é palco frequente de vários eventos de música e cultura, como por exemplo os concertos Jazz-Espa que têm lugar durante o mês de julho. Capela Kamppi (Capela do Silêncio) A Capela Kamppi (ou Capela do Silêncio) está localizada no centro de Helsínquia e foi construída com o objetivo de oferecer um refúgio de calma e tranquilidade a quem procura fugir da agitação da cidade. Foi distinguida com o prémio Internacional de Arquitetura em 2010, dois anos antes da sua conclusão. Autora: Maria João, Joland

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Roteiro pelas melhores praias de Koh Tao

Roteiro pelas melhores praias de Koh Tao

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Na costa ocidental do Golfo da Tailândia, a norte das ilhas Koh Samui e Koh Phangan, Koh Tao, que significa ilha da tartaruga, é extremamente conhecida por ser o paraíso dos mergulhadores devido à qualidade do mergulho, à diversidade da vida marinha e ao baixo custo desta atividade. Para além disto, esta ilha com apenas 13 quilómetros quadrados reserva muitas maravilhas naturais. Um paraíso tropical com águas cristalinas e quentes, praias deslumbrantes com paisagens de cortar a respiração, um ambiente acolhedor e alegre, Koh Tao é uma ilha incrível, perfeita para mochileiros independentes. Hoje, a IATI deixa-te um roteiro para que não percas nenhuma das praias mais deslumbrantes. Contrata o teu seguro de viagens, faz as malas e prepara-te para conhecer as melhores praias de Koh Tao. 6 praias a não perder em Koh Tao Koh Nang Yuan É a formação de três ilhas juntas por uma faixa extensa de areia. As águas cristalinas e mornas juntamente com a areia fina e branca hipnotizam com tamanha beleza. Para chegar até ela tem duas opções: pagar um passeio que pode ser comprado em qualquer uma das agências em Koh Tao e que, normalmente, incluem a visita a outras pequenas ilhas nas redondezas, almoço e snorkelling, ou então apanhar um taxi boat que faz a travessia até lá numa viagem de 10 minutos. Sairee Beach É a praia mais movimentada da ilha. Junto a esta estão localizados a maior parte dos hotéis, bares, restaurantes, lojas, escolas de mergulho. A água é morna, à semelhança do que irá verificar em todas as praias aqui mencionadas e a areia branca. Porém, se procura sossego esta poderá não ser a praia mais indicada, uma vez que é onde se encontra a animação e onde os barcos (long tail) atracam. Não pode deixar de assistir a um pôr do sol nesta praia, a junção do vermelho, laranja, cor-de-rosa, no céu, com o azul turquesa do mar proporcionam um visual que não irá esquecer tão cedo. Chalok Bay Assim como a Sairee Beach é mais um paraíso na terra ou melhor, na ilha de Koh Tao, mas com um ponto a favor: a tranquilidade. Aqui, pode desfrutar das águas mornas e translúcidas, da areia quente e fina num ambiente calmo e sem grandes movimentações. Se acha que já está maravilhado que chegue, espere até conhecer as próximas praias. Freedom Beach Está muito próxima em termos de distância à Chalok Bay. Esta é das praias mais cobiçadas e está no Top 5 das praias mais bonitas da Tailândia (para nós, claro). Uma pequena faixa de areia, reggae music como som ambiente, um clima tranquilo e uma paisagem inacreditável que mais parece ter saído de um filme de Hollywood, é o que pode esperar deste bocadinho de terra à beira mar. Esta praia é privada pelo que terá de passar uma portaria e pagar 50 baht para poder usufruir da praia, um valor que vale totalmente a pena para conseguir experienciar aquilo que, com dificuldade, tentámos descrever sobre esta praia pelo tão maravilhosa que é. Shark Bay Como o nome indica é uma praia em que, com alguma sorte, conseguirá avistar tubarões-baleia. Para além disso, é um lugar muito procurado para a prática de snorkelling devido às suas águas transparentes e vida marinha abundante. O acesso é feito por dentro de um Hotel mas a praia é pública pelo que não terá de pagar. Sai Daeng É mais uma das praias mais faladas de Koh Tao. Como já deu para perceber, todas as praias desta ilha têm três características comuns a todas elas: águas mornas e translúcidas, areia branca e fina e muito propícias para a prática de snorkelling e a Sai Daeng não difere das restantes. Se depois deste artigo ficaste com vontade de visitar Koh Tao mas ainda não tens a certeza se é um bom lugar para férias, aconselhamos-te a ler o nosso artigo sobre se é seguro viajar para a Tailândia. Autor: Yoan Guerreiro

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O que ver e fazer em Jericoacoara, destino brasileiro exclusivo

O que ver e fazer em Jericoacoara, destino brasileiro exclusivo

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Jericoacoara, conhecida pelos habitantes e visitantes simplesmente como “Jeri”, é um dos destinos mais exclusivos do Brasil. A 300 km de Fortaleza. Aqui as areias são brancas, a água é azul e a vida é simples. Na verdade, o local ainda mantém a identidade de uma vila de pescadores, onde os carros são proibidos e tem apenas três estradas principais. A IATI, lider na contratação de seguros de viagem online, mostra-te o que ver e fazer na tua próxima viagem para Jericoacoara, para que não percas pitada de tudo o que esta maravilhosa cidade tem para oferecer. Viajar para Jericoacoara A vila fica localizada entre um magnífico parque nacional e o mar, que atrai os viajantes com sua combinação perfeita de localização de difícil acesso (o acesso é feito por trilhos não pavimentadas nas dunas), paisagens costeiras deslumbrantes, atividades excitantes, boas pousadas, deliciosos restaurantes e divertida vida noturna. Durante o dia, as praias, dunas e lagoas são dignas de fotografias de postais turísticos. À noite, iluminada pelo luar, pelas luzes das lojinhas e restaurantes agradáveis, exala a atmosfera tropical. Embora não seja o tranquilo refúgio hippie de outrora, o fascínio de Jeri permanece inegável e é uma visita obrigatória em qualquer itinerário pelo Nordeste brasileiro. É muito seguro viajar pelo Brasil, no entanto, deves ir sempre preparado para qualquer eventualidade, e conseguir estar 100% relaxado. A IATI recomenda que faças o Seguro IATI Mochileiro, pois tem uma elevada cobertura médica, e as nossas coberturas clássicas com outras especiais, tais como a de desportos de aventura (Jericoacoara tem de sobra!), procura e salvamento ou equipamentos informáticos na bagagem. A praia de Jericoacoara situada numa vila de pescadores e isolada por enormes dunas de areia era desconhecida, até para os brasileiros, até ao dia que o jornal Washington Post (1994) publicou um artigo sobre praias exóticas e desconhecidas no mundo. E heis que Jeri consta da lista! O problema era, e é, lá chegar. Não é fácil. Jericoacoara não é para quem não gosta de longos percursos, jipes, pó e cabelos ao vento. Desde Fortaleza, são 8 horas de percurso por estrada e mais cerca de 2 horas por dunas irregulares, numa área conhecida pelo vento. Esta vila apenas começou a ter alojamento disponível quando em 2004 a Lonely Planet a elegeu como a melhor praia do mundo, e os investidores viraram a sua atenção para lá. Portanto, a vila que tinha visitantes aventureiros que dormiam nas camas de rede nas casas dos pescadores, passou a ter hotéis e albergues de luxo disponíveis que atraíram os viajantes mais abastados. O que visitar em Jericoacoara? Se estás em Jericoacoara não podes perder este roteiro com os lugares mais famosos: Árvore-da-preguiça O nome da árvore deve-se à dificuldade da árvore em crescer para cima, devido ao forte vento, parece que ela rasteja pelo chão. Os ramos estendem-se por cerca de 4 metros de distância da árvore. Praia do Preá Trata-se duma praia de fortes ventos, banhada pelo Oceano Atlântico. A Praia do Preá é cercada por muitas atrações naturais, como lagoas, coqueiros e manguezais. E é o local onde estão a maioria dos praticantes de kitesurf. Lagoa Azul A água é muito clara e a cor varia dependendo do clima e da época do ano. A lagoa também tem redes para relaxar e aproveitar a água da lagoa. Lagoa do Paraíso Vais encontrar águas cristalinas e areias brancas com redes convidativas. A entrada é feita por um clube de praia com boas infraestruras, restaurante e bares. Pedra Furada Um dos símbolos de Jeri é uma pedra muito alta e, como o nome sugere, com um buraco no meio. A maré baixa é a melhor época para chegar à pedra. Tanto a atração principal como todo o percurso oferecem a oportunidade de tirar belas fotos. Se vais viajar para Jericoacoara não te esqueças de várias coisas – Não há máquinas de multibanco, e nem todos os estabelecimentos têm pagamentos com cartão. – As ruas não são pavimentadas, são de areia fofa. Sapatos de salto alto ou fechados, não fazem sentido. – Não há iluminação pública. A luz provém apenas dos edifícios. – O único meio de transporte disponível são buggies ou camiões de caixa aberta, que fazem de táxi, levam e trazer mercadorias, etc. Ou de carroças puxadas por cavalos. – Há burros, cavalos e cães à solta. Embora pareçam vaguear sem destino, literalmente por todo o lado, têm donos. – Existe um centro de saúde e uma farmácia. Se precisas de medicamentos específicos, não te esqueças de os levar contigo. – Aproveita! Estás num dos destinos mais exclusivos do Mundo! Autores: Onde andam os Duarte?

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10 coisas para fazer em Nova Iorque no Verão

10 coisas para fazer em Nova Iorque no Verão

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Nova Iorque é a cidade mais populosa dos Estados Unidos da América, e fica localizada num dos maiores portos naturais do Mundo. Com cerca de 800 (uau!) idiomas diferentes falados em seu território de 784 km2, Nova Iorque é, também, a cidade com a maior diversidade linguística do mundo. A IATI, lider na contratação de seguros de viagem online, leva-te neste artigo, até esta cidade que tem as suas raízes em 1609 quando o britânico Hudson (ao serviço da Holanda) chegou para explorar a baía e deu o seu nome ao rio. Como é o Sistema de Saúde nos Estados Unidos? Nos Estados Unidos da América o sistema de saúde funciona de forma muito diferente da Europa, e qualquer despesa médica é extremamente elevada. É um grande risco (financeiro) não ires precavido com um Seguro de Viagens. O que deves fazer é o Seguro IATI Estrela. Este seguro tem uma cobertura de 500.000€ de despesas médicas. Esta apólice pode ser contratada mesmo que já tenhas iniciado a viagem. O resto tu já sabes: tens atendimento telefónico na tua língua, não existem franquias e não tens de adiantar o dinheiro para ser atendimento. 10 melhores coisas para fazer em Nova Iorque no Verão Nova Iorque tem uma série de atracões mundialmente conhecidas e que devem estar no teu roteiro, como o Museu de História Natural, a estátua da Liberdade, a Times Square, o Central Park, a Quinta Avenida, o Empire State Building, a maravilhosa Broadway e muitos outros. Mas, o Verão traz muitas mais oportunidades para visitar outros lugares, prepara-te! 1- Dar um mergulho na cidade As piscinas ao ar livre gratuitas da cidade de Nova York abrem todos os Verões. Excelentes opções são abundantes em toda a cidade, e a Astoria Pool é uma das mais populares, situada no Astoria Park. Esta piscina de tamanho olímpico tem uma vista maravilhosa da Ponte Robert F. Kennedy. 2- Churrasco ao Ar livre Churrascos são hábito de verão em todo o país, mas o espaço ao ar livre pode ser difícil de encontrar em Nova York. Felizmente, existem áreas onde encontras grelhadores gratuitos em muitos dos parques públicos. As grelhas no Pier 5 em Brooklyn Bridge Park estão na água, e têm todas as condições para trazeres as tuas coisas, sentir a brisa e tirar lindas fotos. 3- Praia e Parque de diversões, 2 em 1 Compra um MetroCard e apanha o comboio D, Q, N ou F até o fim da linha e caminha até o gigante passeio de Coney Island. Mergulha os pés no Atlântico, saboreia um cachorro-quente, bebe uma cerveja local e, aventura-te num dos muitos carrosséis e montanhas russas. 4 – Fica ao fresco Podes ver todos os tipos de filmes ao ar livre em parques, pontões e praças durante todo o verão. As portas abrem às 17h e quem primeiro chega, primeiro se serve dos lugares. Assim como filmes ao ar livre, concertos ao ar livre surgem em todo o lado na cidade, e o Central Park é o lar de muitos deles. Senta-te na relva e aprecia músicos como Corinne Bailey Rae, Bloc Party, os B-52, Chance the Rapper ou a Banda Filarmónica de Nova York. 5 – Explora Chinatown É um lugar igualmente visitado no Inverno, mas no Verão tem outra atmosfera, sem neve, com lanternas de papel penduradas e com muitos produtos espalhados pelos passeios. Lojas, mercearias e restaurantes são abundantes em cada uma das três maiores Chinatowns de Nova York: Fei Long Food Court, no Brooklyn, Flushing até ao Queens Botanical Gardens, e Mott Street, no bairro de Manhattan. 6- Passeios junto ao rio Facilmente acessível e gratuita, é uma longa caminhada ao longo do rio ou um passeio de bicicleta. São uma forma interessante de passar uma manhã ou tarde ensolarada. As vistas são muito fotogénicas e ​​enquadramento cénico não falta, ao longo dos rios Hudson, East de Manhattan e Brooklyn. Ambos têm ciclovias, trilhos para caminhadas e pontões onde podes relaxar. 7- Wave Hill – The Bronx O Wave Hill é um dos parques mais bonitos de Nova York, composto por jardins públicos e um centro cultural, com cerca de 114,000m2. Apanha o Metro North até Riverdale e salta para o transfer gratuito para descobrires as colinas, flores silvestres, lírios aquáticos e vistas espetaculares das encostas com vista para o Rio Hudson, com vista aberta para o rio até as Palisades de Nova Jersey Pode ser um pouco fora do centro, mas confia em nós: vale a pena! 8- Comida do Mundo NYC tem mais cozinha do mundo do que encontrarás em qualquer outro lugar do país. Deixa o hambúrguer, e prova o que de melhor se cozinha por lá. Mergulha em espetadas japonesas de pele de frango, delicia-te com pão amanteigado da Etiópia, experimenta uma torta dos Balcãs, agarra um pernil de porco Dominicano ou cheira as especiarias indianas. Tudo num único lugar: Queens Night Market. 9 – Quem não gosta de um Rooftop? Qualquer viajante adora um lugar onde possa admirar vistas panorâmicas do horizonte, e até os nova-iorquinos apreciam o prazer genuíno de um cocktail num terraço virado para o sol. Depois de conseguires um lugar, será difícil abandonar o local 10- Traz uma sanduiche e observa as pessoas no Tompkins Square Park Escolhe um banco onde sentar para ver os East Villagers. Quase de certeza vais avistar uma celebridade, fica atento! Bons Passeios e não te esqueças de levar todos os documentos necessários para entrar nos Estados Unidos! 😉 Autores: Onde andam os Duarte?

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É seguro viajar para a Namíbia?

É seguro viajar para a Namíbia?

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Será seguro viajar para a Namíbia? Esta é uma questão por vezes colocada por quem está a pensar visitar este fascinante país de África. Longe de conflitos que afectam outros países do continente, a Namíbia é um destino de eleição para quem procura paisagens de sonho e vida selvagem. Quem não deseja visitar o Parque Nacional de Etosha, o Deserto do Namibe ou as incríveis dunas de Sossusvlei? Mas será a Namíbia segura para viajar? Na IATI Seguros de Viagens dizemos-te se é seguro, ou não, ir de férias para este país e também te damos conselhos para viajar em segurança. É seguro viajar para a Namíbia? A Namíbia é um dos países mais bonitos de África. As paisagens são excepcionais e a vida selvagem é fantástica. Muitas pessoas associam qualquer viagem para o continente africano como uma viagem rodeada de perigos. Mais de dois quintos de todos os crimes registados ocorrem na capital Windhoek, sendo que a maioria destes crimes são roubos ou assaltos. Se pretendes viajar para fora de Windhoek – o que irá certamente acontecer – é fundamental comprar o seguro de viagem para cobrir evacuação por ambulância ou via aérea e o necessário transporte para um hospital privado de uma zona urbana. Antes de viajares para a Namíbia é importante teres um bom seguro de viagem e manteres-te informado sobre a situação no país. Na maior parte das situações, a Namíbia é segura, mas é preciso ficares atento a algumas áreas da cidade de Windhoek. É importante ter sempre os documentos de identificação contigo. As autoridades aconselham a deixar o passaporte no cofre do hotel e a levar uma cópia – caso seja pedido pela polícia da Namíbia. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros? O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), na sua página de internet, realça que nos últimos tempos têm aumentado os crimes na capital da Namíbia – Windhoek. Alguns destes crimes têm sido dirigidos a turistas em algumas zonas da cidade – em particular em alguns bairros mais pobres. O MNE desaconselha por isso deslocações para estas zonas e também a escolher bem o local onde ficar alojado. Não obstante esta situação, a Namíbia é um país seguro. As autoridades portuguesas também alertam para outros problemas (comuns a outros destinos mundiais) como os falsos táxis ou a clonagem de cartões nas máquinas multibanco. Por isso é importante apenas chamar táxis oficiais e ter atenção ao levantar dinheiro nos ATM. No que à saúde diz respeito, é preciso ter cuidado com a higiene pessoal, lavar bem os legumes, evitar comer saladas e optar apenas por fruta que se possa descascar. Além disso, é também muito importante consumir apenas água engarrafada. Algumas pessoas sofrem de problemas de pele ou desidratação devido ao clima quente e seco da Namíbia, por isso é fundamental ter sempre água potável. Tem atenção também às vacinas, pois é essencial estar vacinado contra o tétano, hepatite A e C. Previne-te contra as picadas de insectos e, se necessário, viaja com comprimidos para a Malária, pois os mosquitos portadores da doença estão presentes no norte do país e também no Parque Nacional de Etosha. É ilegal comprar, vender, matar ou capturar qualquer animal selvagem e as penas são severas para quem infringe as leis. Alguns conselhos para viajar pela Namíbia de forma segura • Evita conduzir à noite, pois os animais circulam livremente • Se viajares para zonas remotas considera alugar um telefone satélite • Se alugares um carro, verifica que todos os pneus estão em boas condições, pois os furos são (muito) comuns na Namíbia • Circula com precaução e não ultrapasses os limites de velocidade, pois a maioria das estradas é de terra batida e podes perder facilmente o controlo do veículo • Não deixes documentos ou objectos de valor à vista no interior do veículo • Tranca o carro quando fores abastecer o depósito • É preciso cuidado nas caixas de levantamento automático, postos de gasolina, aeroportos, estações de autocarros e centros comerciais pois por vezes existem roubos • Não levantes muito dinheiro de uma só vez e evita levantar dinheiro à noite • Protege os bens valiosos como computadores, máquinas fotográficas, telemóveis e jóias • Usa o senso comum e segue os teus instintos. A Namíbia é um dos mais belos países de África e vais adorar as paisagens e a vida animal • Transporta sempre água contigo, pois o clima é extremamente quente e árido Autor: Lugares Incertos

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5 atrações para ver na cidade de Catmandu

5 atrações para ver na cidade de Catmandu

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Catmandu, a capital do Nepal, é uma cidade vibrante e barulhenta. Repleta de história, palácios e templos, que fica a poucos passos da principal atração do Nepal: os Himalaias. A IATI coloca a mochila às costas e parte contigo nesta aventura cheia de mística, onde o melhor seguro de viagens te acompanha: IATI Mochileiro. Se tens a curiosidade de conhecer o Nepal, acredita que não vais ficar desiludido e, provavelmente vais quer ficar mais tempo do que aquele que inicialmente tinhas planeado. A melhor parte de ser um viajante independente é poderes fazer aquilo que mais gostas, no ritmo que melhor se adapta a ti. O seguro IATI Mochileiro combina uma elevada cobertura médica (1.000.000€), e inclui as nossas coberturas clássicas com outras especiais: desportos de aventura, procura e salvamento ou equipamentos informáticos. Além disso, oferece a possibilidade de contratar uma nova apólice no destino, no caso de decidires prolongar a viagem, iupi! O Nepal é uma celebração de culturas antigas e ricas tradições, e um dos locais mais fascinantes que podes conhecer. 5 atrações imperdíveis em Catmandu A cidade está a abarrotar de gente, é caótica, mas encantadora. Tudo será muito intenso, uma profusão de visões, cheiros e sons. 1 – Thamel Thamel é a parte mais antiga da capital. Também era conhecida como Tabitha Bahal, e merece uma visita obrigatoriamente. É um dos bairros mais movimentados da cidade de Catmandu. Aqui vais encontrar de tudo, até equipamento de montanha para te preparares para as caminhada, a preços muito baixos. Existem, também, lojas de antiguidades, livrarias, restaurantes cafés e uma mistura de diferentes hotéis e albergues. 2- Boudhanath Stupa Construída no século XIV, a Stupa de Boudhanath é a maior stupa budista (monumento construído sobre os restos mortais de uma pessoa importante) do Nepal, e é considerada um dos lugares mais sagrados para os budistas. Os gigantescos olhos de Buda no topo, e as coloridas bandeiras de oração fazem dela uma construção que prende o olhar. A stupa foi atingida pelo terramoto em 2015, mas foi restaurada e aberta aos visitantes apenas 18 meses depois. 3- Templo de Swayambhunath Localizado no alto de uma colina, a oeste da cidade de Catmandu, pode ser alcançado por uma subida de 365 degraus em pedra. Uma das primeiras coisas que vais notar, mesmo antes de começares a caminhada, são os macacos. Centenas deles vivem e circulam pelas instalações do templo. Acredita-se que eles sejam sagrados, embora seja melhor não pensar sobre o motivo: dizem que eles foram formados a partir dos piolhos da divindade budista Manjushri, que foi criada neste local. Este santuário ostenta uma stupa branca imponente com os cativantes olhos de Buda e uma torre dourada cintilante. Swayambhunath oferece uma vista panorâmica da cidade e mostra-te exatamente como Catmandu está no fundo de um vale, com os milhares de casinhas todas acumuladas no fundo. Neste local vais encontrar muitos monges, peregrinos e muitos habitantes que vêm até aqui rezar, ou fazer uma paragem para comer. 4- Praça de Durbar É incontornável a passagem por esta praça. Aqui sente-se a vida quotidiana Nepalense. O coração da cidade velha, a praça Durbar já foi o lugar onde o rei foi coroado. O Palácio do Rei, lugar de onde era governado o país, continua ali. Também conhecido como Hanuman Dhoka, é Património Mundial da UNESCO. Os templos e palácios de estilo pagode, que remontam ao período do séc. XV, foram gravemente atingidos pelo terramoto em 2015, mas apesar das rachas tudo continuam majestosamente de pé. 5- Templo Pashupatinath É um dos lugares mais sagrados para os hindus devotos e está localizado na margem do rio Bagmati. Foi construído no século V e depois renovado pelos Reis Malla. O templo principal do complexo é dedicado ao deus Shiva, e é restrito apenas aos hindus. Aqui pode ver as cerimónias de cremação dos hindus, das 07h-10h. E conversar com grupos de Sadhus, amigáveis e felizes de ser fotografados por uma pequena gorgeta, em troca da qual eles vão-te benzer. O slogan “Once is not enough” do Gabinete de Turismo do Nepal faz todo o sentido, já que não podes absorver tudo na primeira visita. O Nepal é mais do que altos picos e Sherpas, e podes facilmente ter noção disso ao explorar Catmandu. Autores: Onde andam os Duarte?

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Pipa, para além da Praia do Amor

Pipa, para além da Praia do Amor

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Pipa é um Municipio de Tibau do Sul, no Brasil. O seu nome provém de uma pedra situada na praia que tem o formato de uma pipa, como as pipas de guardar bebidas, que foi avistada pelos navios Portugueses em 1800. A maior característica deste paraíso tropical, que hoje a IATI, lider na venda de seguros de viagem online traz neste artigo, são as dunas imponentes que terminam em vivas falésias agitadas pela ação do mar e dos ventos. É um par que combina de uma forma espetacular. O que fazer em Pipa? Pipa tornou-se nos últimos anos um local extremamente popular entre brasileiros, turistas de todo o mundo, especialmente da América central. Foi descoberto por alguns surfistas profissionais na década de 80 e desde então a sua fama tem crescido. Pipa tem tudo para seduzir o viajante internacional: águas azul-turquesa cristalinas, praias protegidas por penhascos vermelhos esculpidos pelo vento, lagos cheios de água morna, comida saborosa, povo simpático e calmaria. É por isso que esta aldeia de 5800 habitantes acolhe um milhão de turistas por ano. Construída numa colina, a vila rodeia uma rua principal repleta de lojas e restaurantes. Observa os golfinhos a nadar ao longe, mas visita e apoia um santuário de tartarugas. Faz um passeio de buggy, uma aula de surf ou descobre o artesanato local. A Praia do Amor é o ponto mais do que obrigatório desta localidade, mas Pipa tem outros atrativos que vais querer saber: Turismo sustentável no Santuário Ecológico Ao lado do centro da vila, encontrarás o santuário ecológico. Este centro plantado numa colina permite que descubras a fauna local (várias espécies de pássaros, macacos e tartarugas marinhas) e aprendas sobre as leis locais que administram a proteção do meio ambiente. É composto de três áreas e dezasseis trilhos abertos ao público. Além do aspecto educacional, o santuário tem como objetivo proteger as plantas, a vida selvagem da costa noroeste, e participa num projeto de conservação que visa proteger as cinco espécies de tartarugas ameaçadas no Brasil. Não é um ótimo motivo para lá ires? Mais info: https://pipa.com.br/santuarioecologico Chapadão é um vistão Trata-se uma planície de cor laranja sobre as falésias, a sul de Pipa. É considerada um dos refúgios de Tibau do Sul. Seu belo visual atrai muitos turistas, que podem admirar as praias de cima das falésias. Para chegar até a praia, é necessário descer através de escadas improvisadas e é necessário levar alimentos e bebidas para poder desfrutar de um dia agradável na praia. Não te esqueças de levar contigo todo o lixo, para conservar esta bela paisagem Pôr do Sol em Tibau do Sul Não percas o pôr do sol sobre a lagoa de Tibau do Sul a partir do topo de uma das colinas circundantes: verdadeiramente uma experiência única! Próximo da hora do sol se pôr começam a chegar buggies de toda a parte para aquele que é ponto alto do dia. Muita pessoas também optam por descer até uma geladaria feita em madeira junto à água da lagoa. A música de Vivaldi toca em bom som, enquanto se aguarda os últimos minutos até ao sol descer atrás na linha do horizonte, e todos batem palmas em alegria contagiante. Prova tudo A culinária do nordeste consiste principalmente em peixes e frutos do mar. Deves experimentar a moqueca de peixe, um prato à base de peixe feito com pimentão, tomate, cebola e leite de coco. Em Pipa, tal como em Fortaleza, é impossível contar o número de receitas à base de camarão, cozinhadas em todos os tipos de molhos. A IATI recomenda risoto de choco e atum de várias formas. Vários pratos de carne estão disponíveis tem todo lado, desde que gostes da carne bem passada (ou frita). Muitos têm opção de rodizio. Estás no Brasil, certo? A bebida que mais vais encontrar é sumo. Sumos de frutas feitos na hora, são dos mais deliciosos que vais provar. Adere ao Sandboard Dada a escala e a abundância de dunas de areia escorregadias ao redor de Pipa, não é de surpreender que vários desportos se tenham adaptado por aqui. Prende uma prancha igual à da neve aos pés e desliza pelas colinas arenosas, ou talvez prefiras ir para baixo num estilo que os brasileiros chamam de esqui-bunda. Impossível descer só uma vez! Na bagagem para o Brasil, não pode faltar o Seguro IATI Estrela. Com ele estarás muito descansado e viajarás para o Brasil com segurança. Com uma cobertura em despesas médicas das mais altas do mercado português. O nosso seguro de viagem IATI Estrela com cancelamento opcional pode incluir uma cobertura de despesas de cancelamento de até 5.000 € para o caso de o viajante não poder partir de viagem por determinados motivos. Sempre sem franquias, sem adiantar dinheiro e em bom português! Autores: Onde andam os Duarte?

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Ilha do Sal, umas férias inesquecíveis

Ilha do Sal, umas férias inesquecíveis

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Estás a pensar em visitar Cabo Verde? Neste artigo mostramos as razões porque a Ilha do Sal oferece umas férias inesquecíveis, aos viajantes que procuram um destino de luminosas praias e povo caloroso. A IATI, especialista em seguros de viagem, vai contigo na bagagem para que te sintas confiante em qualquer atividade que faças, e como aliado em qualquer imprevisto durante a estadia Férias inesquecíveis na Ilha do Sal em Cabo Verde Muitas vezes conhecida pelo vento, a Ilha do Sal tem mais para oferecer do que apenas as condições ideais para quem pratica wind ou kitesurf. Aliás, o vento nem tem relevância num local onde a água do mar é tão transparente que se pode ver os peixinhos em todo lado, onde o ambiente contagia com a famosa morabeza cabo-verdiana, e a deliciosa gastronomia convence o mais cético turista. O que não podes perder na Ilha do Sal? Um dos lugares favoritos da IATI na ilha, e que é imperdível para todos os que a visitam, é Pedra Lume. É o lugar que os viajantes procuram para fotos, aqui descobrem algumas das paisagens mais incríveis. Por causa do sal na água, os visitantes podem flutuar como no Mar Morto. Shark Bay é outro ponto obrigatório ao visitar a ilha do Sal. Faz parte da maioria das excursões e por um bom motivo. Shark Bay é o lar de muitos tubarões-limão. Estes tubarões podem ter até dois metros de comprimento, mas não são uma ameaça para os seres humanos. Aluga uns sapatos de borracha, se não tiveres levado os teus, poderás ficar muito perto dos tubarões e aprender um pouco mais sobre como eles vivem. Experiência muito interessante e excitante. Palmeira é uma pequena e pacata vila de pescadores, perto da cidade de Espargos. A IATI recomenda este este lugar porque é um local autêntico onde as pessoas podem ter uma melhor compreensão da vida em Cabo Verde, que nem sempre é fácil. O melhor de Palmeira é que todos os domingos há uma grande agitação ao redor da vila com muita música ao vivo em lugares diferentes, e também barracas de comida saborosa por toda parte. Buracona é um dos lugares mais populares da ilha. Esta piscina natural, localizada na parte norte da ilha, também é conhecida como “Olho Azul”, graças à sua forma e aparência quando o sol brilha diretamente sobre ela. É uma ótima ideia visitar Buracona e Palmeira no mesmo dia, já que a distância entre os dois é de apenas 5 km. A Ilha do Sal é um dos melhores lugares para kitesurf e surf, em Cabo Verde. Mesmo à saída de Santa Maria existe um lugar chamado “Kite Beach”, com condições meteorológicas perfeitas. Mito, o simpático campeão mundial de kitesurf, tem sua própria escola lá, e muitas pessoas vão lá para o conhecer. A melhor praia da ilha é definitivamente a praia de Santa Maria. Foi nomeada pelo Tripadvisor como uma das “25 praias mais bonitas do mundo”, e não foi por acaso. Os barcos de pesca coloridos contrastam com o azul turquesa das águas e a envolvente faz a restante magia. O famoso cais de Santa Maria é um dos lugares favoritos dos visitantes da ilha. Este é o lugar onde os pescadores chegam com a pesca do dia, cerca das 10 horas e onde os habitantes se reúnem para comprar. Enquanto tagarelam muito alto, os vendedores cortam o peixe aos clientes e ainda sorriem aos turistas. Aqui também encontrarás jovens a venderem búzios, artesanato e passeios de barco. Fazer mergulho na Ilha do Sal, é imperdível. As águas transparentes e calmas, assim como, a imensidão de vida marinha, fazem deste lugar um local para muitos iniciantes deste desporto. O mundo é um lugar movimentado, com muito barulho e muitas coisas a acontecer a toda a hora. O mergulho é o completo oposto disso. Há apenas duas coisas que vais ouvir: as bolhas e o ar a passar pelo regulador. Os vídeos em programas de TV fazem um excelente trabalho na exibição do mundo subaquático, mas não chega nem perto a mostrar o quão incrível a visão realmente é. Aproveitem o conforto da língua portuguesa, levem um bocadinho de solidariedade às crianças da Ilha do Sal e aproveitem para descansar nesta ilha de Cabo Verde, sem esquecer de contratar o melhor seguro de viagens.

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O que visitar em Braga

O que visitar em Braga

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Braga é medieval, é romana e é barroca. Braga é modernidade, cosmopolitismo e jovialidade. Braga é cultura, tradição e religião. Braga é ciência, futuro e evolução. Talvez por tudo isto Braga tenha arrecadado o 2.º lugar nas votações para o Melhor Destino Europeu 2019. Se ainda não conheces esta cidade situada no Norte de Portugal, com mais de 2000 anos, vem com a IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, passear pela “cidade dos arcebispos”. Deixamos-te aqui os spots que não podes perder, e a única coisa que te prometemos é que vais querer voltar. O que ver na cidade de Braga Começa pelo Centro Histórico Começamos pelo centro histórico da Cidade dos Arcebispos e pelos vários monumentos e museus que poderás visitar quando estiveres de visita por Braga. Praça da República Marca encontro na Praça da República. É aqui que se sente o pulsar da cidade. É lá que se encontra a Arcada, a Igreja da Lapa, a Torre de Menagem, a Fonte Luminosa e dois dos cafés mais antigos e emblemáticos da cidade – o Vianna e o Astória. E quando achares que já não há mais nada para ver, percebes que a Praça da República é muito mais, e que se estende por uma zona pedonal aprazível e iluminada, com zona de jardim e cheia de pequenas surpresas, como o Museu e os Jardins do Museu Nogueira da Silva, a Igreja e Convento dos Congregados, a Casa Roldão com a Livraria 100.º Página, ou o Monumento ao Papa João Paulo II. Rua do Souto A Rua do Souto é um ícone da cidade. Além de ser a principal rua de comércio, inteiramente pedonal, é através dela que adentramos a história milenar da cidade de Braga. Comece por tomar um café de saco no Café A Brasileira, passe pelas arcadas da Rua do Castelo e faça umas compras no comércio tradicional. Se for véspera de Natal, passe pela Casa das Bananas e peça “um copo de moscatel e uma banana, por favor!”. A ida ao bananeiro, no dia 24 de dezembro, é uma tradição imperdível para os/as bracarenses. Um pouco mais abaixo, o Largo do Paço, um dos largos mais bonitos da zona histórica, todo em granito, com um chafariz monumental de 1723. Continua a descer a rua e vai-te deslumbrando. Arco da Porta Nova No fim da Rua do Souto, o Arco da Porta Nova. Há quem diga que é por nunca ter tido porta que surgiu a expressão: “Deixaste a porta aberta. Vê-se mesmo que és de Braga”. Logo ali ao lado, o Museu da Imagem e o Museu dos Biscaínhos. Entra, não te vais arrepender. Sé de Braga “Mais velho que a Sé de Braga” não é uma expressão qualquer. A Sé de Braga é a mais antiga de Portugal e toda a zona histórica da Sé é de visita obrigatória. A Sé Catedral e os tesouros da Sé. O Rossio da Sé, com os seus bares, restaurantes e comércio. As ruelas estreitas que contam a história que a própria história já esqueceu, depois de um “lifting facial” chamado reabilitação urbana. Essas ruelas vão levar-te ao Largo de São Paulo e, para os apreciadores de Arte Sacra e Arqueologia, aoMuseu Pio XII. Cividade Por falar em arqueologia, na colina do Alto da Cividade, podes visitar as Termas públicas Romanas, datadas do século II, e que são uma expressão notável da Braga Romana, e o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, criado em 1918. Praça do Município A Praça do Município é um cartão postal da cidade, pelo seu superior valor histórico e arquitectónico. Tem dois dos mais belos edifícios barrocos da cidade: a Câmara Municipal e a Biblioteca Pública. Entre um e outro a magnífica Fonte do Pelicano. Nas imediações, a Praça do Pópulo e a Praça Conde de Agrolongo. Grandes praças, locais de encontro, onde o velho e o novo dialogam. Destaca-se, nesta modernidade, o edifício GNRation, antigo quartel da Guarda Nacional Republicana, que foi recuperado por ocasião do Braga 2012 – Capital Europeia da Juventude. Jardim de Santa Bárbara Atrás da Biblioteca Pública, o Jardim de Santa Bárbara. Neste jardim, a regra é só uma… beleza e colorido. Fica por lá e bebe um chá no Café Lusitana, um dos mais antigos da cidade. Largo Carlos Amarante Neste Largo encontrarás a Igreja de São Marcos e a Igreja de Santa Cruz. Mais um largo que pede permanências. A Igreja de Santa Cruz é conhecida, também, como a igreja dos galos casamenteiros, por isso, não te admires se, ao passar por ela, vires pessoas paradas a olhar para a fachada da igreja. Reza a lenda que a “moça casadoira” que encontre os três galos tem casamento assegurado para breve. Mas se dois desses galos são fáceis de encontrar, já o terceiro é um quebra-cabeças para o descobrir! Um pouco mais abaixo do Largo Carlos Amarante, está o Palácio do Raio, construído entre 1752 e 1755, hoje um Centro Interpretativo do espólio da Santa Casa da Misericórdia de Braga. E à sua frente, a Fonte do Ídolo, um santuário rupestre e único monumento romano de Bracara Augusta a ter sobrevivido, relativamente intacto, até aos nossos dias. Teatro Circo O famoso e histórico Teatro Circo fica no coração da Avenida da Liberdade. Não só é bonito por fora, como tem uma das salas de espetáculos mais bonita de Portugal. “Braga por um canudo”. Depois de veres Braga por dentro, está na hora de veres “Braga por um canudo”. Há três principais pontos que nos permitem ter uma vista magnífica sobre a cidade de Braga, são eles: o Bom Jesus, o Sameiro e o Monte do Picoto. Bom Jesus de Braga (ou Bom Jesus do Monte) é um dos ex-libris da cidade. Se lá fores (que é obrigatório!!) visita a Basílica do Bom Jesus e os espaços envolventes. Anda no funicular movido a água, mais conhecido por Elevador do Bom Jesus, que é exemplar único na península ibérica e o mais antigo do mundo em atividade. Percorre os escadórios… são muitos, mas vale a experiência. Perde-te nos extensos jardins, não faltam grutas, trilhos, lagos, pontes e parques para descobrir. Dá um passeio de barco. Vê o pôr-do-sol na Esplanada ou no Miradouro do Bom Jesus, onde está o binóculo que originou a expressão “ver Braga por um canudo”. E se fores de carro, experimenta a estrada “mágica” do Bom Jesus. Aqui os carros sobem quando deviam descer… admirado/a? Espreitaaqui a explicação. Miradouro do Monte Picoto O Monte do Picoto é uma área florestal, central à cidade Braga. Foi recentemente renovado, oferecendo equipamentos de natureza lúdica, desportiva e social – um parque urbano com ciclovia, percursos pedonais, percursos em terra batida, passadiços e o mais recente Picoto Park. No topo, um mirante fantástico com vista de 360º sobre a cidade e uma perspectiva privilegiada sobre o Estádio 1º de Maio. Sameiro O Santuário do Sameiro é local de culto e oração. Abençoado pela natureza, coroa o Monte do Sameiro que, com os seus 572 metros, é o ponto mais alto da cidade, oferecendo uma vista privilegiada sobre Braga. Estádio Municipal de Braga Para os/as aficionados/as de futebol, visitar o Estádio Municipal de Braga é obrigatório. Sabias que este estádio foi considerado uma das obras mais notáveis do arquiteto bracarense Eduardo Souto Moura? Se quiser marcar uma visita guiada, vêaqui. Arredores de Braga Nos arredores da cidade, sugerimos a visita ao Mosteiro de Tibães, que data do século XI e foi ocupado pela Ordem Beneditina até meados do século XIX. Abandonado durante muito tempo, só começou a ser recuperado na década de 80 do século XX. Por estar nos arredores e os acessos em transporte público não serem muito fáceis, este Mosteiro é muitas vezes deixado de lado para quem visita a cidade. Mas a sua riqueza é tanta que merece o esforço. Se fores, faz o “Percurso Museológico” onde se aprecia a área envolvente ao Mosteiro, a sua arquitectura, as ruínas de edifícios anteriores, a mata, os jardins e diversos campos agrícolas. “Adoçar o bico” na gastronomia bracarense A gastronomia bracarense tem direitos de “monumento”. O caldo verde e a broa de milho, as papas de sarrabulho acompanhadas dos rojões de porco, o bacalhau à Braga (mas qualquer bacalhau é bom) ou o cabrito e a vitela assada. Para beber, o famoso Vinho Verde da região. Na doçaria, a longa tradição conventual e popular: um Pudim Abade de Priscos, uns moletinhos de São José, fidalguinhos e as tão famosas Tíbias. Ficaram convencidos/as? Autores: Vera e Marcelo, Ir em viagem

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Conhece as festas de Santo António de Lisboa

Conhece as festas de Santo António de Lisboa

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Queres visitar Lisboa nas festas de Santo António mas não sabes por onde começar? Nesta ocasião a IATI, líder na contratação de seguros de viagem online, ensina-nos como tirar o melhor proveito desta festa tão típica sem terminar como uma sardinha assada. O que ver e fazer em Lisboa nos Santos Populares? Quem foi Santo António? Na verdade, Santo António não se chamava António. O seu nome de nascimento era Fernando Martins de Bulhões, e acredita-se que nasceu entre 1191 e 1195 na rua das Pedras Negras, no bairro da Alfama. Fernando vinha de uma família privilegiada, e contrariando os desejos dos seus pais (que o queriam fazer cavaleiro), Fernando entregou-se à vida eclesiástica através da Ordem de Santo Agostinho. Posteriormente entrou na Ordem Franciscana, onde de seguida destacou e foi encomendado de pregar a palavra em outros lugares, e então foi quando decidiu trocar seu nome por António. Orador nato, as suas são as palavras do “Sermão aos peixes”. Santo António faleceu no dia 13 de junho de 1231 na cidade de Pádua (Itália). Daí que hoje em dia seja também conhecido como “Santo António de Pádua”. A festa tradicional de Santo António Pois bem, agora que já conhecemos o santo, vamos à festa! Mesmo não sendo o padroeiro oficial da cidade de Lisboa (na verdade é São Vicente), são muitas as atividades em sua homenagem realizadas na capital Portuguesa. Possivelmente a tradição mais famosa seja a das sardinhas assadas. Em todo lado, mas principalmente nos bairros de Alfama e Costa do Castelo, é possível saboreares este manjar composto de sardinhas assadas na brasa com pão, muitas vezes acompanhadas de uma salada de pimentos. É comum ver que são os próprios vizinhos destes bairros os que se prontificam a assá-las à porta das suas casas. A decoração da cidade não passa inadvertida de forma alguma. Cores e formas, bandeirolas, fitas e sardinhas de papel decoram as ruas da cidade para conseguir um ambiente ainda mais alegre e festivo. É também tradição que os jovens rapazes entreguem um vasinho de manjerico à sua amada, pelo que é sempre fácil encontrar barraquinhas perfumadas com estas plantas. Santo António casamenteiro Como sempre se disse que Santo António é o santo casamenteiro, são muitos os casais que decidem comemorar o seu casamento neste dia, pelo que as igrejas se enchem, não só pelas procissões e romarias, mas também pelos casamentos à procura da bênção do santo. Por outro lado, a própria Câmara Municipal recuperou uma tradição antiga que consiste em patrocinar o casamento de dezasseis casais com poucas possibilidades na igreja de Santo António, patrocinando depois as atividades típicas destas comemorações. Os arraiais de Santo António Os arraiais de cada bairro são diferentes entre sí, mas têm como fator comum a música, a festa, a bebida e a comida. Caldo verde, bifanas, pão com chouriço, cerveja, vinho tinto e até a famosa ginja estão à disposição nas diferentes tasquinhas de cada bairro. A banda sonora do momento acostuma ser o Pimba, sem deixar de lado as cantigas populares e o Fado. O prazer está em caminhar pelas ruas provando de tudo um pouco, deixando-se misturar no ambiente alegre e amistoso. Marchas populares Na noite do dia 12 saem às ruas as “Marchas Populares”, formações representantes de cada bairro da cidade e compostas pelos próprios moradores, a desfilar pela Avenida da Liberdade. As marchas existem desde o século XVIII, mas desde 1932 é feito um concurso entre todas as participantes. É realmente espetaculare a cenografia destas marchas, cujos membros desfilam caracterizados com coloridos e chamativos disfarces, e desfilam dançando coreografias ensaiadas com exatidão. Dicas para desfrutar da festas de Santo António Mas é importante teres em conta alguns conselhos de segurança para que a festa seja completa e não passes por apertos desnecessários nesta que é uma das 10 experiências típicas de Lisboa a não perder: • Não tentes chegar às festas de carro: várias das ruas mais centrais da cidade são cortadas durante estas comemorações, assim que o mais provável é que, se formos de carro, tenhamos de andar às voltas para acabarmos a pagar por um parque afastado do nosso destino. O mais recomendável é andar. Assim, evitamos também a ideia de conduzir depois de beber, até porque os controlos da polícia se multiplicam nesses dias. • Usar sapatos confortáveis e fechados: Justamente pelo que foi dito anteriormente, é recomendável ter em conta o tipo de sapatos a usar. Andar pelas ruas da Alfama com saltos altos pode ser uma missão impossível, com o conseguinte risco de quedas e ferimentos. Por outro lado, o grande afluxo de visitantes, unido a umoka certa índole etílica da festa pode levar a que sejamos pisados várias vezes. • Levar apenas o essencial: As ruas de Lisboa transformam-se em formigueiros durante os Santos Populares, e é sempre aconselhável manter os teus pertences vigiados em todo momento. Se usares mochila, levá-la à frente é sempre a melhor escolha. O mesmo acontece com as carteiras. No geral, não deveríamos levar nada nos bolsos traseiros da roupa. Como em qualquer cidade, os carteiristas estão à procura de vítimas, e devemos procurar sempre que não sejamos nós. • Contratar um seguro de viagem: Com estas dicas, a tua visita a Lisboa durante as festas de Santo António pode ser muito mais divertida. No entanto, podem sempre acontecer imprevistos. Por isso, recomendamos que contrates um bom seguro de viagens antes da tua partida, com a finalidade de estares coberto perante qualquer emergência. Os seguros da IATI podem proporcionar-te a segurança de que a tua visita será agradável em qualquer situação. Boa viagem, e bem-vindo ao Santo António de Lisboa! Autor: Alex Borges, Falar de Viagens

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Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

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O sol nasce atrás das grandes cúpulas de Angkor Wat. As palmeiras altas estendem-se em direção ao céu iluminado, enquanto nuvens ondulantes são refletidas na água do fosso do templo. Vais demorar uns minutos para assimilar a passagem da tua realidade, para o interior misterioso de uma das maiores estruturas religiosas do mundo. A Iati, líder na venda de seguros de viagem online, neste artigo promete belos edifícios anciãos a brilhar ao pôr-do-sol, numa viagem que vais querer fazer pelo menos uma vez na vida. Porque deverias visitar Angkor Wat? O exterior de Angkor Wat tornou-se um símbolo do país, de tal forma, que até aparece na bandeira do Camboja. Contudo, o que está lá dentro é igualmente espetacular. Angkor Wat, o mistério Angkor Wat é o precioso templo e estrela, do que hoje é conhecido como o Parque Arqueológico de Angkor. A cidade de Angkor foi construída no século XII como uma capital do Khmer, para o rei Suryavarman II. Quando ficou pronta, a cidade antiga tinha uma área de 400km, e 1 milhão de habitantes, o que a tornou na maior cidade pré-industrial da história. O que aconteceu à sua população é um mistério até hoje! Os arqueólogos ainda não sabem, ao certo, o que realmente aconteceu com esse vasto império e seu povo, e o que os levou a abandonar tamanha cidade. As teorias incluem derrotas em batalhas e mudança de práticas religiosas, (Hinduísmo do Khmer foi substituído pelo Budismo Theravada no séc. XIV), mas o mistério intrigou os cientistas por séculos. Angkor tem tanta água, quanto pedra. A área possui um enorme sistema de canais artificiais, diques e reservatórios, o maior deles (West Baray) tem 8km de comprimento e 2,4km de largura. Esta obra de engenharia são parte integrante de um design geral do complexo que permanece fiel ao simbolismo religioso. Mas essas obras gigantes, de índole religiosa, também serviam um propósito prático. Ao aproveitar com habilidade o rio e a água da chuva, saciavam a sede, e irrigavam culturas produtoras de riquezas como o arroz, que era usado pelos Khmer como moeda. Angkor Wat, a lenda A galeria Churning of the Sea of ​​Milk mostra um baixo-relevo de uma das mais famosas lendas sagradas hindus: Vishnu (associado na escultura como o arquiteto do rei Suryavarman II, que construiu o complexo) convence um grupo de demónios e deuses a trabalhar juntos em uma tentativa de ganhar a imortalidade. Envolveram a grande cobra Vasuki ao redor da base do Monte Mandara. Começam a jogar o jogo da corda: os deuses puxam de um lado da cobra e os demónios do outro. Com a força, o Monte gira e agita as águas do oceano por baixo dele. Este desafio dura 1000 anos! Até ao momento que Amrita (néctar da Imortalidade) sobe até à superfície. Vishnu agarra-o mesmo a tempo de impedir os demónios de o beber. O que vais encontrar em Angkor Wat? Mesmo depois dos tempos de glória passarem, Angkor permaneceu popular entre os peregrinos budistas que viajavam pelo sudeste da Ásia. Hoje em dia o complexo atrai viajantes de toda a parte, quase um milhão por ano. Quando Angkor foi nomeado Património da Humanidade em 1992. E a UNESCO continua a fazer parte do futuro de Angkor, trabalhando com as autoridades do Camboja para garantir que o turismo e o desenvolvimento não comprometem este grande tesouro cultural e religioso. Ta Prohm Ta Prohm é um dos templos mais fotografados e foi, deliberadamente, deixado em grande parte sem restauro, emaranhado e estrangulado por vegetação rasteira. É um templo muito popular, particularmente para os fãs do filme Tomb Raider de 2001, pois foi o local das filmagens. Bayon O eterno favorito, em Angkor Thom, é o templo de Bayon, cujas torres estão gravadas com rostos de bodhisattvas iluminados e onde baixos-relevos encantadores retratam a vida comum do Khmer, em vez de deuses hindus que estão na maior parte das gravuras espalhadas no complexo. Ta Som Ta Som é uma mini versão de Ta Prohm. As suas raízes ocuparam languidamente uma intrigante entrada. Aproxima-te de leste e vais encontrar um santuário solitário esculpido com divindades femininas, e se estiveres à procura de silêncio, Ta Som pode muito bem ser a resposta para as tuas orações. East Mebon Foi um dos primeiros templos construídos no complexo, Wat Mebon está ligeiramente degradado, mas ainda mantém algumas das mais impressionantes esculturas de Angkor. Possui uma riqueza de animais selvagens esculpidos em honra do deus hindu Shiva. O pôr do sol é a melhor época para visitar, pois as pedras assumem uma tonalidade avermelhada, e tem menos multidões. Dica Especial da IATI Com mais de um milhão de turistas a visitar Angkor Wat todos os anos, o espaço está a ficar congestionado. Grandes grupos de turistas tendem a seguir horários semelhantes, o melhor é evitá-los. Define o alarme para antes do amanhecer, quando há menos visitantes e a temperatura e a humidade são menores. Chega quando as portas se abrirem: 5h30. Após o nascer do sol, a maioria dos turistas volta para seus hotéis para o pequeno-almoço. Em vez disso, leva um lanche e fica por lá até as 9h, enquando os templos estão sossegados. Regressa ao hotel para um pequeno-almoço tardio, antes de regressares aos templos mais populares ao meio-dia, quando a maioria dos turistas vai almoçar. As tardes são melhor aproveitadas nos templos menores. Vai preparado para andar muito. Aluga uma bicicleta em Siem Riep, são muito melhores do que andar de Tuc-Tuc, e mais amigas do ambiente. Escolhe o seguro de viagem que melhor se adapta a ti, e não te esqueças de verificar as vacinas para viajar para o Sudoeste Asiático.

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Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa

Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa

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Lisboa foi considerada recentemente a melhor cidade para fazer um city break. E embora existam muitas atividades novas que podes encontrar na cidade, recomendamos 10 atividades tipicamente lisboetas para que te sintas um verdadeiro “alfacinha” durante a tua visita à capital portuguesa. Não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para que a tua estadia na cidade ocorra sem percalços. Contacta-nos e Informa-te sobre qual o seguro mais adequado à tua viagem. 10 atividades tipicamente lisboetas a não perder Jantar numa Casa de Fados Se estás a pensar ir jantar a uma casa de fados, há uma coisa que tens de ter em atenção, aqui a expressão popular “silêncio que se vai cantar o fado” é para levar à letra. Podes cantar e acompanhar o fadista, isso sim e ninguém te vai mandar calar. Mas se não consegues jantar sem dar dois dedos de conversa com os teus companheiros de mesa arriscas-te a levar um raspanete pelo dono do restaurante, ou mesmo ser mandado calar pelo fadista. E se muitas casas têm fadistas consagrados e de renome, existem outras em que os fadistas são amadores e todos são convidados a participar. Ir aos Pastéis de Belém Existem em Lisboa muitas casas a produzirem e venderem pastéis de nata, mas a verdadeira experiência de comer um Pastel de Belém continua a ser única, até porque só aqui encontras a receita original. Podes ter de esperar algum tempo na fila até trincares os teus pastéis de Belém, mas vale bem a espera. Um conselho que te damos é comprar pelo menos dois, porque um vai saber a pouco. O início do fabrico dos Pastéis de Belém deu-se em 1837, segundo uma receita secreta guardada pelos monges do Mosteiro dos Jerónimos. Esta receita mantém-se igual até aos dias de hoje. Visitar o Castelo de São Jorge Para além de toda a história que podes aprender ao visitar o Castelo de São Jorge, vais ter uma das vistas mais magníficas sobre a cidade de Lisboa a partir do seu miradouro. Fazer um Passeio a pé pelos Bairros típicos da cidade É verdade que com o aumento do turismo, assistimos ao abandono dos bairros típicos de Lisboa por parte da população local. Mas ainda assim, passear por alfama, pela Madragoa ou pela Graça, só para nomear alguns dos bairros mais típicos da cidade continua a ser uma experiência enriquecedora e em que podes ter uma noção de como as pessoas viviam no passado. Cada recanto, cada beco tem uma história e é uma oportunidade fantástica para fazer por exemplo um tour fotográfico. Beber uma ginjinha (Licor de ginja) Vir a Lisboa e não experimentar a famosa ginjinha é o equivalente a ir a Roma e não ver o Papa. A “Ginjinha”, é um licor tradicional Português. Este licor é feito a partir de álcool e obtido a partir da fruta da ginja. Tem uma mistura de sabores doces e amargos com uma pitada de canela. É tipicamente servida em pequenos copos e manda a tradição que se beba tudo de uma vez. Existe a opção de beber a ginja com elas ou sem elas, ou seja com ou sem a ginja (a fruta) no copo. Subir no Elevador de Santa Justa Sabiam que o arquiteto responsável pelo projeto do Elevador de Santa Justa é Gustav Eiffel, o mesmo da Torre Eiffel em Paris. O elevador liga a Rua de Santa Justa ao miradouro de Santa Justa (ou miradouro do Carmo como também é conhecido), que fica nos Terraços do Carmo. As filas para subir são enormes e demoradas, mas é uma experiência que vale a pena pelo menos uma vez na vida. Andar no elétrico 28 É o elétrico mais famoso de Lisboa. É também um dos preferidos dos carteiristas. Por isso muita atenção às mochilas nas costas e a todos os locais onde guardes os teus pertences. O percurso do elétrico tem início em Campo de Ourique e Termina no Martim Moniz. À noite a partir das 22h o percurso é alterado e o seu início realiza-se na Estrela. Do percurso fazem parte locais como o Chiado, o largo da Academia de Belas Artes, a Sé de Lisboa, o Miradouro de Santa Luzia, o largo das Portas do Sol e o Largo da Graça, entre outros. Festa dos Santos Populares e Marchas Populares (Santo António de Lisboa) O mês de junho significa festa nas ruas de Lisboa. Todos os anos lisboetas e não só, saem à rua para festejar o santo padroeiro da cidade, Santo António de Lisboa (que os italianos reivindicam como Santo António de Pádua. Nasceu em Lisboa, mas desenvolveu a sua obra em Itália). As festas de Lisboa têm início a dia 1 e terminam no dia 30 de junho. Durante todo o mês há iniciativas gratuitas e abertas a todos. Desde as tradições mais antigas, como a introdução de propostas artísticas mais modernas. As festas têm o seu ponto alto na noite de 12 para 13 de junho com o desfile das marchas populares na avenida da liberdade. No dia 12 também se realizam os casamentos de Santo António, patrocinados pela Câmara Municipal de Lisboa, uma vez que o santo tem fama de casamenteiro. No Dia 13 comemora-se o dia de Santo António, feriado municipal de Lisboa, com a procissão em honra do santo. As noites nos bairros típicos da cidade são animadas com música popular e sardinhas assadas. Não podem faltar os famosos vasos com manjericos, todos eles acompanhados de um cravo de papel e de uma quadra popular. As ruas são todas enfeitadas com globos de papel colorido. Visitar a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos Existem vários monumentos em Lisboa que merecem a tua visita. Mas se tivéssemos de destacar dois seriam estes. A Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos, ambos em Belém. Visitar os Miradouros da cidade Lisboa é a cidade das sete colinas, o que por si só já proporciona uma vista fantástica em vários pontos da cidade. Para juntar a isto temos ainda vários miradouros, que fazem as delícias dos apaixonados por paisagens de cidades. Deixamos-te com alguns miradouros que vale a pena visitar. • Miradouro da Basílica da Estrela • Miradouro da Rocha de Conde de Óbidos • Miradouro da Penha de França • Miradouro da Senhora do Monte • Miradouro das Portas do Sol • Miradouro da Torre de Belém • Miradouro de Santa Catarina • Miradouro de Santa Luzia • Miradouro de Santo Amaro • Miradouro de Santo Estevão • Miradouro de São Pedro de Alcântara • Miradouro do Castelo de São Jorge • Miradouro do Monte Agudo • Miradouro do Padrão dos Descobrimentos Autora: Lovely Lisbonner

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É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

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O Myanmar, ou antiga Birmânia como também é conhecido, é o maior país do Sudeste Asiático. Faz fronteira com a China, Bangladesh, Índia, Laos e Tailândia e é banhado pelo Mar de Andamão e Golfo de Bengala. Neste artigo a IATI seguros apresenta-te uma visão geral sobre a situação histórica e política do Myanmar bem como as questões relacionadas com a segurança para todos aqueles que pretendam visitá-lo. Antes de embarcar neste país milenar não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem pois independentemente do destino a tua segurança está sempre em primeiro lugar. É seguro viajar para o Myanmar? Até há muito pouco tempo atrás o Myanmar era um país para muitos desconhecido já que o turismo por lá era estritamente proibido. As portas ao turismo abriram-se muito recentemente depois de uma dura ditadura militar que, embora na penumbra, ainda vai persistindo. O país está em processo de democratização desde 2011 e, justamente por isso, muitas são as questões lançadas sobre a segurança de se viajar para o Myanmar. Contextualização histórica do Myanmar O Myanmar é um país multicultural já que aqui existem cerca de 8 macro grupos étnicos que se subdividem em 130 minorias étnicas. Cada uma delas com a sua própria cultura a nível de religião, língua e até mesmo tradições. Foi esta multidiversidade que originou problemas quando o país conseguiu a sua independência do Reino Unido, em 1948. Cada um dos grupos étnicos reivindicava direitos diferentes o que originou uma guerra civil. Esta teve o seu fim em 1962 quando os militares deram um golpe de estado que levou à instauração de uma severa ditadura militar que perdurou até 2011. Pouco se sabe sobre o que aconteceu no país durante todo este tempo já que este se fechou ao resto do mundo. A luta pela democratização do país é mundialmente associada aos esforços de Aung San Suu Kyi, que durante anos lutou pelo fim da ditadura tendo mesmo sido presa durante mais de 10 anos pela junta militar. Tendo-se dissolvido a ditadura em 2011, em 2016 Aung San Suu Kyi foi democraticamente eleita como primeira-ministra do país já que esta não pode ser eleita presidente por ser casada com um estrangeiro. Desde então o país abriu as portas ao turismo e está então em processo de democratização. Situação atual do Myanmar Atualmente o Myanmar é um país oficialmente democrático de república parlamentarista. Porém, 25% do parlamento ainda pertence aos militares, o que tem tornado o processo de democratização demorado e não tão pacífico como se desejava. Existem ainda algumas frentes de confronto espalhadas pelo país devido justamente a grupos étnicos que reivindicam a sua independência. O mais famoso tem sido os confrontos com a minoria Rohingya. Os Rohingya são um povo originário do estado de Rahkhine, no Myanmar que nunca foi oficialmente reconhecido. O governo considera que este povo é oriundo da Índia e do Bangladesh e, portanto, nunca os reconheceu como cidadãos de direito. Atualmente este povo tem sido perseguido pela junta militar que infelizmente ainda existe no país e, sem mais solução, têm-se refugiado na Índia e no Bangladesh. Além desta existem ainda outras zonas de confrontos no país de menor dimensão. É seguro viajar para o Myanmar? Em primeiro lugar há que referir que o Myanmar é um país enorme, tendo uma área corresponde a duas vezes a área da Alemanha. Além disso, para o bem e para o mal, os conflitos existentes estão circunscritos em áreas específicas e de acesso proibido para o turista. Na verdade grande parte da população residente nas cidades turísticas pouco sabe sobre aquilo que se passa no resto do país. O Myanmar não é um país onde poderá aventurar-se por cidades e aldeias recônditas e menos turísticas. Existem aquelas que são conhecidas como as áreas brancas e áreas negras. Desta última fazem parte todos os locais que não podem ser visitados justamente por serem alvo de confrontos, onde se incluem as regiões de Myawadi, Tachilik-Mae Sai, Arracão e Estado de Karen. Posto isto, se viajares pelo comum roteiro turístico que engloba as cidades de Yangon, Bagan, Inle Lake e Mandalay, estarás certamente seguro. Embora estas zonas não sejam ainda massivamente turísticas como os restantes países do Sudeste Asiático, têm já uma boa rede de hotéis, restaurantes e meios de transporte. Zonas como Pyin U Lwin, Hsipaw, Hpa-An e as praias de Nagapali são também alguns locais que atraem turistas embora com menor afluência, mas onde será também seguro viajar. De qualquer forma, se por algum motivo não puderes visitar determinada região sabê-lo-ás antecipadamente já que não existirão conexões de transportes para lá. Existem também vários checkpoints no país onde são então controladas as entradas nestas zonas restritas. Porém, se não saíres do roteiro supracitado nem sequer terás contacto com estes pontos de paragem. Assim sendo e de uma forma geral é seguro viajar atualmente para o Myanmar desde que te mantenhas nas áreas permitidas ao turismo. De qualquer forma e para que te mantenhas a par da situação atual do país, deverás sempre aceder às informações no Portal das comunidades do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Autora: Patrícia Carvalho

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O que ver e fazer em Banguecoque

O que ver e fazer em Banguecoque

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Bangcoque é uma cidade de emoções intensas. Quem a visita volta para casa com a certeza de que amou ou detestou a cidade, o meio termo é raro. Neste artigo damos-te várias sugestões sobre o que poderás ver e fazer em Bangkok. Agora só precisas de tratar dos voos, contratar um seguro de viagem, e partir à descoberta desta cidade fascinante! O que fazer em Banguecoque? Enormes e modernos arranha-céus vivem lado a lado com bairros típicos onde costumes e tradições permanecem fortemente enraizados. O trânsito intenso apresenta-se como um caos controlado. A religião, tal como em toda a Tailândia, é um elemento fulcral em Bangkok. Os templos espalham-se por toda a cidade às centenas, sendo paragem obrigatória para quem a visita. E a gastronomia é sem dúvida uma das melhores do mundo. Wat Pra Kaew (Templo do Buda de Esmeralda) Dos 400 templos espalhados por Bangkok, o Wat Pra Kaew é um dos três mais visitados. Um dos seus principais atrativos é o Buda Esmeralda esculpido numa pedra de Jade com 66 cm de altura que ali se encontra. Está localizado numa área de 94 hectares, composta por cerca de 100 edifícios. Podes contratar um guia no interior do recinto, ou alugar um áudio-guia por 200 bahts por duas horas para ficares a perceber melhor a história por trás deste templo majestoso. Wat Pho (Templo do Buda Reclinado) O Wat Pho é o segundo dos três templos budistas mais visitados em Bangkok e um dos maiores e mais antigos também. Uma das suas principais atrações é o famoso Buda reclinado dourado com 15mt de altura e 43mt de comprimento, e pés de 4mt decorados com madrepérola. O templo está localizado mesmo ao lado do Grande Palácio Real. Curiosamente é também o local onde se encontra a primeira escola de Massagem Tailandesa, por isso podes aproveitar para descansares o corpo depois da visita ao templo, com uma massagem tailandesa original. Wat Arun O Wat Arun é o terceiro templo budista mais visitado em Bangkok. O seu nome significa “Templo da Madrugada” e está localizado do outro lado do rio, no lado oposto do Grande Palácio Real e do Wat Pho. O templo é especialmente conhecido pela sua torre em estilo Khmer com 82mt de altura, rodeada por quatro torres mais pequenas decoradas com cerâmica chinesa. Oferece-te um cenário fantástico ao pôr-do-sol, no entanto, a melhor altura para o visitares é de manhã bem cedo para evitares as multidões. Grande Palácio Real Construído em 1782, o Grande Palácio Real foi, durante cerca de 150 anos, a residência oficial da família real da Tailândia. Hoje em dia é uma das principais atrações de Bangkok e o local onde se realizam várias comemorações e cerimónias oficiais. É composto por uma série de outros edifícios onde se inclui o já referido Wat Pra Kaew. É importante que tenhas em atenção que o código de vestuário no Grande Palácio Real é bastante rigoroso. As mulheres não podem entrar de ombros e pernas à mostra, e os homens deverão usar calças compridas e camisas/t-shirts com mangas. No entanto podes alugar à entrada camisas e panos para enrolar à volta das pernas. Mercados flutuantes O Taling Chan Market, o Bang Ku Wiang Market, o Tha Kha, o Damnoen Saduak, o Amphawa Floating Market, o Bang Khu Wiang Floating Market, o Bang Nam Pheung Floating Market e o Khlong Lat Mayom Floating Market são oito mercados flutuantes localizados nas imediações de Bangkok. Uns mais turísticos do que outros, por certo, mas uma visita a qualquer um deles oferece-te uma experiência única. Os mais conhecidos e visitados são o Khlong Lat Mayom, o Damnoen Saduak e o Amphawa. China Town Um ambiente caótico, cheio de cores, luzes, cheiros e sabores deliciosos. É incrível percorrer as suas inúmeras bancas de comida de rua e provar uma iguaria de cada uma delas. Se puderes, tenta visitar a China Town na altura do Ano Novo Chinês (fevereiro) e do Festival Vegetariano (estende-se por 9 dias no início de outubro) para a veres no seu melhor. Passear nos canais do Rio Chao Phraya Esta é uma experiência obrigatória numa visita a Bangkok. Podes comprar um tour ou alugar um long boat privado por algumas horas. Percorrer os canais do rio Chao Phraya é a melhor forma de visitares um outro lado de Bangkok. Passarás algumas horas num ambiente relaxado e pitoresco entre casas de madeira construídas em cima da água, a ocasional vendedora de souvenirs num barco e crianças que brincam nas suas águas. Mercado Chatuchak souvenirs, artesanato, acessórios, comida, roupa e afins. Treina bem a tua capacidade de negociação antes de lá ires! O mercado está aberto às sextas (das 18h às 24h), e sábados e domingos (das 09h às 18h). É aconselhável ires de manhã, altura em que ainda não se encontram lá grandes multidões e te podes movimentar mais facilmente nas suas ruas. Khao San Road A conhecida meca dos mochileiros em Bangkok. Mesmo que não fiques lá alojado, é sempre interessante conheceres este local mítico de Bangkok. São dezenas e dezenas de restaurantes, bares, lojas e hostels numa rua que de tradição tailandesa não tem absolutamente nada. Jim Thompson’s House A casa do famoso empreendedor norte-americano Jim Thompson é uma das atrações mais bonitas de Bangkok. O Jim Thompson mudou-se para a Tailândia após ter sido dispensado do serviço militar em 1946, e dedicou-se durante mais de 30 anos à indústria da seda tailandesa. Era também um ávido colecionador de arte asiática, sendo a sua casa um testemunho incrível dessa sua paixão. Desapareceu misteriosamente na selva malaia em 1967, no pico do seu sucesso. A sua casa é hoje um museu fantástico repleto de fascinantes peças de arte e jardins exóticos, sendo a visita acompanhada por um guia. Sky Bar do Hotel Lebua At State Tower Existem vários Sky Bars em Bangkok, mas o Sky Bar do Hotel Lebua na State Tower é hoje particularmente famoso pelo facto de ter sido cenário de uma das cenas do filme “A Ressaca II”. É o local ideal para usufruíres de uma das melhores vistas sobre Bangkok a 63 pisos de altura, embora fique sempre bastante cheio. Quando lá fores tenta ir um bocadinho mais aperaltado, pois existe código de vestuário. Se chegares antes da abertura do Sky Bar às 18h, podes sempre ir beber um cocktail e ver o pôr-do-sol ao Distil, onde apesar de a vista não ser tão boa como no Sky Bar, encontras menos confusão e um ambiente mais tranquilo. Lumpini Park O Lumpini Park é o maior parque público da cidade e está para Bangkok como o Central Park está para Nova Iorque. É um bom local para fugires por alguns momentos à agitação e caos constante da cidade, onde poderás relaxar num ambiente verde e descontraído. Podes alugar um barco e dar uma volta no seu lago, aproveitar para fazeres algum exercício ou apenas deitares-te na relva e veres a vida passar calmamente. Patpong Patpong é um dos Red Light Districts mais conhecidos de todo o mundo. Está recheado de bares, discotecas e strip bars mas é também o lar de um dos mercados noturnos mais conhecidos de Bangkok.

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