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O que ver na Madeira: 15 lugares imperdíveis + roteiro

O que ver na Madeira: 15 lugares imperdíveis + roteiro

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Se estás a planear uma viagem e queres saber o que ver na Madeira, neste guia vais encontrar os lugares mais impressionantes da ilha, de Funchal às piscinas naturais de Porto Moniz. A ilha da Madeira é um dos destinos mais espetaculares de Portugal. Conhecida como o “Havai do Atlântico”, combina paisagens vulcânicas, montanhas dramáticas, falésias sobre o oceano e uma natureza exuberante que conquista todos os viajantes. O arquipélago da Madeira é composto por quatro grupos de ilhas: Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens, sendo apenas as duas primeiras habitadas. Neste guia vais descobrir o que ver na Madeira e o que fazer durante a tua viagem, com os lugares mais impressionantes da ilha e algumas experiências que não podes perder. A Ilha da Madeira é atualmente conhecida por ter dado ao mundo um dos melhores jogadores de futebol da história, Cristiano Ronaldo. Mas a ilha é muito mais do que o berço do craque português. Se tens dúvidas sobre qual o seguro de viagem mais adequado à viagem que vais fazer contacta-nos e nós ajudamos-te a escolher. O que ver na Madeira em 3 ou 4 dias Se tens poucos dias na ilha, este pode ser um bom roteiro: • Dia 1: Funchal, Teleférico do Monte e Mercado dos Lavradores • Dia 2: Santana, Pico do Arieiro e miradouros da costa norte • Dia 3: Porto Moniz e piscinas naturais • Dia 4: Caminhada pelas levadas ou visita ao Curral das Freiras O que ver e conhecer na ilha da Madeira A ilha da Madeira divide-se em várias zonas principais onde se concentram os locais mais interessantes para visitar: • Funchal, a capital da ilha • Costa Norte, com Porto Moniz, São Vicente e Santana • Costa Sudeste, com Machico e Santa Cruz • Costa Sudoeste, com Câmara de Lobos, Ribeira Brava e Calheta Cada uma destas zonas oferece paisagens únicas e experiências diferentes. Funchal: o ponto de partida da tua viagem A maioria das viagens à Madeira começa em Funchal, a capital da ilha. Com cerca de 110.000 habitantes, é a cidade mais animada do arquipélago e um excelente ponto de partida para explorar a ilha. Entre os lugares mais interessantes para visitar destacam-se: Teleférico do Funchal Uma das melhores formas de começar a conhecer a ilha é subir no Teleférico do Monte, que liga o centro da cidade à parte alta do Funchal. Durante o percurso terás vistas incríveis sobre a cidade e o Oceano Atlântico. Igreja de Nossa Senhora do Monte No topo do Monte encontra-se esta igreja histórica onde está o túmulo de Carlos I da Áustria, o último imperador austro-húngaro. Andar nos Carros de Cesto do Monte – Carreiros do Monte (Funchal) O Monte é uma das 10 freguesias que pertencem ao concelho do Funchal. Está situado a uma altitude de 550 metros e é uma das freguesias mais visitadas no Funchal. Aqui tens a oportunidade de fazer uma viagem nos típicos carros de cesto. Estes carros são feitos em vime e montados em dois patins de madeira. São tradicionalmente produzidos de forma artesanal, desde o inicio do século XIX. Eram utilizados como meio de transporte público pela população local, para se deslocarem da freguesia do Monte até à cidade do Funchal. Hoje em dia os carros de cesto são usados exclusivamente para o turismo, e é uma ótima forma de viver emoções fortes. Ao longo de quase 2 kms, a uma velocidade que pode atingir os 38 kms por hora, por estradas estreitas e sinuosas. Os carros são empurrados e manobrados por dois condutores, os Carreiros, que usam o traje típico da Ilha da Madeira. Camisa e calças brancas, chapéu de palha, e botas com sola de borracha. Estas últimas utilizadas também como travão do carro de cesto. O percurso para chegar ao Monte pode ser feito de carro, ou de teleférico. O que por si só também é uma experiência fantástica. O teleférico liga o Funchal ao Monte a ao Jardim Botânico. A descida nos carros de cesto faz-se desde o final da escadaria da Igreja da Nossa Senhora do Monte, até ao Livramento. Jardim Botânico da Madeira Conhecida como “Ilha das Flores”, a Madeira tem uma enorme diversidade de plantas e flores. O Jardim Botânico é o local perfeito para descobrir esta biodiversidade enquanto desfrutas de uma vista panorâmica sobre o Funchal. Mercado dos Lavradores Este mercado tradicional é um dos locais mais autênticos da cidade. Aqui encontrarás frutas tropicais, flores, peixe fresco e produtos típicos da ilha. Museu CR7 Para os fãs de futebol, uma visita ao Museu CR7 é obrigatória. O museu conta a história de Cristiano Ronaldo e expõe muitos dos troféus conquistados pelo jogador. Santana e as casas típicas da Madeira Santana é uma das localidades mais emblemáticas da ilha e um dos locais que não podem faltar num roteiro sobre o que ver na Madeira. A principal atração são as famosas casas típicas de Santana, construídas em forma triangular e com telhados de colmo. Algumas destas casas podem ser visitadas e funcionam como pequenos museus. Nas redondezas encontrarás também vários miradouros impressionantes sobre a costa norte da ilha. Provar a Gastronomia Típica da Ilha A gastronomia típica da Ilha da Madeira é riquíssima. E existem algumas iguarias que não podes mesmo deixar de provar. Reserva algum espaço na mala para trazeres algumas delas para casa. Bolo do Caco com Manteiga de Alho – O Bolo do caco é na realidade um pão, que deve o seu nome à pedra (caco) onde era originalmente cozido. É confecionado com farinha de trigo e tem um formato redondo e achatado. Deve ser comido quente e com manteiga de alho. Espetada de Carne de Vaca – A famosa espetada madeirense é feita com carne de vaca cortada em cubos e assada em espeto de pau de louro acompanhada com milho frito. Bolo de Mel – Este é mesmo um bolo e se estas a pensar trazer alguns contigo no regresso da viagem, atenção ao peso da bagagem porque estes bolos chegam a pesar 1 kg. Tal como o nome indica é feito de mel. Este mel vem da cana-sacarina, que é processado nos engenhos que também podes visitar na ilha. Segundo a tradição, o Bolo de mel deve ser preparado no dia 8 de dezembro, dia de nossa Senhora da Conceição, para ser comido no Natal. E tem a particularidade de se conservar durante um ano. Poncha e Vinho Madeira – A Poncha é uma bebida confecionada à base de aguardente de cana, mel e limão. O famoso vinho Madeira pode ser degustado como aperitivo ou digestivo. Se visitares a ilha em finais de agosto e inicio de setembro tens ainda a oportunidade de participar nas vindimas da Festa do Vinho Madeira. Filetes de Espada – Os filetes de peixe espada preto são um dos pratos de peixe mais apreciados da gastronomia madeirense Rebuçados de Funcho e Eucalipto – O funcho é uma planta muito abundante na ilha e que deu origem ao nome Funchal. Miradouros impressionantes da Madeira A Ilha da Madeira é rica em miradouros. E todas eles proporcionam uma vista fantástica sobre a ilha. Dos muitos que existem deixamos-te dois que são de visita obrigatória. Miradouro do Véu da Noiva (Porto Moniz) – O miradouro do Véu da Noiva está situado na antiga estrada que liga o Seixal a São Vicente. Através desse miradouro temos uma das mais belas paisagens da costa norte da Madeira, a cascata do véu da noiva. Esta cascata faz lembrar o véu de uma noiva, pela altura e água que cai pela encosta. Miradouro do Cabo Girão (Câmara de Lobos) – O Cabo Girão é um dos miradouros mais impressionantes da Madeira e destaca-se pela sua plataforma suspensa em vidro sobre a falésia. Desde 2012 que o Miradouro tem uma plataforma de vidro suspensa (skywalk), que é um desafio constante para o nosso cérebro. Visitar o Curral das Freiras (Câmara de Lobos) Situado num vale profundo rodeado de montanhas, o Curral das Freiras é uma das localidades mais curiosas da Madeira. Segundo a história, foi aqui que as freiras do convento de Santa Clara se refugiaram quando piratas franceses invadiram a ilha. Hoje em dia é um excelente local para provar especialidades locais como: • ginja • sopa de castanhas Assistir ao nascer do sol no Pico Ruivo (Santana) Se gostas de montanha e paisagens naturais, não podes perder a subida ao Pico Ruivo, o ponto mais alto do arquipélago da Madeira. Assistir ao nascer do sol no Pico Ruivo é uma das experiências mais impressionantes da ilha. Outra opção popular é o trilho que liga Pico do Arieiro ao Pico Ruivo, considerado um dos percursos mais espetaculares da Madeira. Fazer o percurso pedestre de uma Levada As levadas são canais de irrigação escavados nas rochas. E que têm como função levar a água do norte para o sul da ilha. Este sistema de irrigação começou a ser construído no século XVI. Os percursos pedonais recomendados na Madeira são classificados como Pequenas Rotas (PR). No site oficial do turismo da Madeira podes encontrar todos os percursos recomendados, e classificados com nível de dificuldade, tempo de duração e descrição do percurso, para que se saiba à partida o que vamos encontrar ao iniciar determinado percurso. Visitar a Reserva Natural Parcial do Garajau (Santa Cruz) A Reserva Natural Parcial do Garajau é um dos melhores locais da Madeira para mergulho. Aqui também se encontra a famosa estátua do Cristo Rei da Madeira, semelhante ao monumento do Rio de Janeiro. O acesso à praia pode ser feito através de um teleférico que desce até à costa. Porto Moniz e as piscinas naturais (Porto Moniz) No noroeste da ilha encontra-se Porto Moniz, um dos lugares mais visitados da Madeira. A principal atração são as Piscinas Naturais de Porto Moniz, formadas por rochas vulcânicas onde o mar entra naturalmente criando autênticas piscinas de água salgada. Estas piscinas estão equipadas com infraestruturas de apoio e são um dos melhores locais da ilha para tomar banho. Se preferires um local mais tranquilo, podes visitar também as Piscinas Naturais Velhas, situadas muito perto. Caminhadas pelas levadas Uma das atividades mais populares da ilha são as caminhadas pelas levadas. As levadas são antigos canais de irrigação construídos desde o século XVI para transportar água entre diferentes zonas da ilha. Hoje muitos destes canais possuem trilhos pedestres que permitem explorar florestas, cascatas e paisagens únicas. Algumas das levadas mais famosas são: • Levada das 25 Fontes • Levada do Caldeirão Verde Porto Santo: praias de areia dourada A Madeira é uma ilha vulcânica e não tem muitas praias de areia. No entanto, a ilha vizinha de Porto Santo tem mais de 9 km de areia dourada. Fica a cerca de duas horas de ferry e é um destino ideal para uma escapadinha durante a tua viagem à Madeira. Entre os lugares a visitar destacam-se: • Vila Baleira • Pico do Castelo • miradouros da ilha Viajar para a Madeira com seguro de viagem Apesar de ser um destino relativamente seguro, é sempre recomendável viajar com seguro de viagem, especialmente se planeias fazer caminhadas, atividades na natureza ou desportos ao ar livre. Na IATI Seguros encontrarás diferentes seguros adaptados a cada tipo de viagem. Autora: Lovely Lisbonner

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Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

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Hoje, na IATI Seguros de Viagem, trazemos-te uma surpresa. Uma “Montanha no Mar” caracterizada pelas suas lindíssimas paisagens que misturam costumes, culturas e uma exótica ligação entre mar e montanha. Córsega é o seu nome. Vem connosco neste passeio pela “Ilha da Beleza”. O que visitar na Córsega Situada no Sudoeste da França e a oeste da Itália, é a quarta maior ilha do Mar Mediterrâneo. Uma França que não é francesa, uma Itália que não é italiana, e dá a esta ilha uma mistura de raízes, que lhe aporta uma personalidade muito própria. O seu interior é montanhoso. Tem picos que chegam a atingir os 2700 metros de altitude, lagos, florestas, quedas de água e maciços rochosos incríveis. O litoral é caracterizado pelas praias de areia branca e as suas maravilhosas águas de cor turquesa. Pelo caminho, pequenas aldeias que guardam séculos de tradições, e um povo orgulhoso das suas origens. Apesar de o francês ser o idioma oficial, grande parte da população comunica usando o corso, que se assemelha ao dialeto toscano. Chegada à Ilha Podes chegar à ilha de duas formas. De ferry boat ou de avião. Se optares pela primeira, há várias empresas de transporte a partir de cidades da costa francesa, como Marselha e Nice. Nesta opção podes levar carro próprio e/ou alugado. Se optares pelo avião, há dois aeroportos principais na Ilha: Ajaccio e Bastia. O ideal é começares por Ajaccio, que é a capital da Córsega Sul. Como os transportes públicos não são uma boa solução para circulares pela ilha e os táxis são muito caros, recomendamos o aluguer de um carro para começares a tua road trip. Serão cerca de 600 km de trajeto circular que passará por Propriano, Bonifacio, Porto Vecchio, Les Aiguilles de Bavella, Saint-Florent, L’île Rousse, Calvi, Reserva Natural de Scandola, regressando a Ajaccio. Ajaccio – Bonifácio Ajaccio merece um pouco do teu tempo. Como é a cidade natal do grande imperador Napoleão Bonaparte, que nasceu em 1769, vale uma visita à Catedral de Notre-Dame de la Misericórdia e à Maison Bonapart, onde o imperador nasceu e passou toda a sua infância. Daqui segue para sul, em direção a Bonifacio, uma das cidades mais visitadas da Córsega. Uma cidade fortificada que parece precipitar-se numa falésia branca, o que a torna rara e inesquecível. Na parte de baixo da cidade, a marina, que lhe dá uma aparência bem mediterrânea. Um escadório leva-nos à parte de cima, à Cidade Velha, que foi construída pelos Genoveses no séc. XII. Perde-te nas suas ruas estreitas e praças. Visita Bonifácio com o tempo que ela te pede. Se puderes, aventura-te num passeio de barco pelas calanques, grutas e falésias e visita o Golfo dello Sperone, que te oferece umas belas praias. Como sugestão, entre Ajaccio e Bonifácio, pára em Propriano. É uma vila pequena, mas um bom local para alugar barco e conhecer a região. Bonifácio – Porto Vecchio De Bonifacio segue para Porto Vecchio, outra referência da Ilha. Aqui as praias de Palombaggia e Santa Giulia são rainhas. Praias de mar azul-turquesa, águas mornas e areia branca. Fica, fica muito tempo. Porto Vecchio – Saint-Florent Rumando para norte, em direção a Saint-Florent, tens quase 200 km de paisagens únicas. Podes seguir pela costa, mas a nossa sugestão é que sigas em direção a Les Aiguilles de Bavella, um maciço rochoso caracterizado por picos irregulares. A estrada é sinuosa, mas de uma beleza única. Uma Córsega diferente, a Córsega das florestas, dos lagos e das cascatas. Continuando caminho, chegas a Saint-Florent, também conhecido como o St. Tropez da Córsega. É uma pequena localidade caracterizada pelas suas bonitas ruelas, cheias de boutiques e restaurantes, que soube guardar toda a sua autenticidade com o passar dos anos. Sobe à Citadella e surpreende-te com a vista sobre o Golfo de Saint- Florent. Saint-Florent – L’île Rousse – Calvi A 45 km de Saint-Florent, surge L´Île Rousse, uma estação balnear, reconhecida pelas suas praias de areia fina, muito procurada pelos turistas. São locais de visita, a Igreja da Imaculada Conceição, o Mercado da Cidade e o Farol de Pietra de onde tens uma vista fascinante de toda a zona envolvente, que é marcada pelas suas rochas de cor laranja, que dão um charme único ao local. Se és amante de fotografia, não podes perder este local por nada, principalmente ao pôr-do-sol. A paragem seguinte é num outro local icónico da rota, Calvi, uma cidade debruçada sobre o mar e com uma fortaleza digna dos grandes filmes de Hollywood. Passeia pelas suas ruas, visita os seus monumentos identitários, como a Catedral St. Jean-Baptiste, e desfruta das vistas que os variados miradouros te oferecem da Baía de Calvi. Entre Calvi e Ajaccio, a imperdível Reserva Natural de Scandola No regresso a Ajaccio, pára na cidade de Porto, local onde se apanha o barco para visitar a Reserva Natural de Scandola. Património da Humanidade pela UNESCO é considerada um dos locais mais bonitos e mágicos da Córsega. Com uma biodiversidade de exceção, oferece-nos paisagens de suster a respiração. Se estiveres disposto a muita aventura e adrenalina, deixamos-te mais uma sugestão. Fazer a GR20 – um trilho pedestre (mítico) que atravessa a Córsega de norte (Calenzana) a sul (Conca). 200 km pelo coração das montanhas da Córsega. Ficaste apaixonado pelas belezas da Córsega, não ficaste? Então planeia já a tua viagem e encontra na IATI um seguro de viagem à tua medida. Au revoir et à trés bientôt. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Como tirar o visto para o Irão

Como tirar o visto para o Irão

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Muitas vezes nem nos damos conta da facilidade que é viver na União Europeia e das vantagens que daí advêm, sobretudo para quem viaja. Um dos benefícios é o facto de não precisarmos de visto ou qualquer autorização para circular no espaço Schengen. No entanto, há alguns países para os quais nem sempre é fácil tirar o visto, como é o caso do Irão. Mesmo assim, nos últimos anos, este processo tornou-se mais simples. A IATI Seguros explica-te como tirar o visto para o Irão, para que possas visitar este fantástico país sem sobressaltos de última hora. Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para conhecer um país que te vai surpreender e conquistar. Que preciso fazer para conseguir um visto para o Irão? Existem várias formas de tirar o visto do Irão, por exemplo na Embaixada do Irão em Lisboa, à chegada ao aeroporto de Teerão ou até noutra embaixada iraniana. Em primeiro lugar é preciso sublinhar que todos os viajantes devem possuir um passaporte ou documento de viagem válido por 6 meses no momento da partida para o Irão. Depois é também vital que não tenhas carimbos de Israel no passaporte ou ser-te-á negado o visto. VOA Visa On Arrival É, porventura, a forma mais simples de obter o visto para o Irão, pois podes fazê-lo à chegada aos aeroportos do país. Teerão, Esfahan ou Shiraz são alguns dos aeroportos onde podes solicitar este tipo de visto que abrange, por exemplo, os cidadãos de nacionalidade portuguesa e brasileira. Para solicitar o visto à chegada aos aeroportos iranianos, necessitas de aceder a este site, preencher o formulário e seguir todos os passos. O pedido do VOA tem de ser feito pelo menos 48 horas antes da data da viagem e a validade é de 30 dias. Se necessitares de mais dias para visitar o Irão, então vais ter mesmo de utilizar outra forma para pedir o visto para garantir que podes ficar mais tempo no país. Tirar o visto na Embaixada de Lisboa Neste caso é recomendado que trates do visto até pelo menos 15 dias antes da data da viagem, pois a emissão do visto pode demorar. Poderás, eventualmente, pagar uma taxa de urgência e reduzir o prazo, mas isso não é um dado adquirido, pelo que se aconselha a fazer o pedido com bastante antecedência. Pedir o visto na Embaixada, embora dê mais trabalho, tem algumas vantagens, pois irás ter a certeza que podes entrar no país. A recusa na entrada dos VOA pode acontecer (e já aconteceu) com alguns visitantes. Antes mesmo de te deslocares à embaixada é obrigatório o preenchimento do formulário online. No entanto, antes de preencher o formulário é preciso preparar alguns documentos – como as fotos (com tamanhos específicos indicados no site) e cópia do passaporte em formato digital (.jpg ou .jpeg). Vais também precisar de fornecer os dados do seguro de viagem, as datas da viagem (ainda que possam apenas ser aproximadas) e também informação sobre a profissão. É igualmente aconselhável ter um itinerário definido para indicar no formulário. Depois de submeteres todos os documentos e o formulário, imprime a página de envio do formulário. Entretanto irás receber um código por email que permite consultar o andamento do processo e te permite saber se o visto ainda está a ser processado ou se já foi aprovado. Normalmente, o processo – se não existirem entraves – deverá ser aprovado em dois ou três dias, mas pode demorar até dez dias úteis. Assim que o visto for aprovado, envia uma cópia do código de rastreio (tracking code), os dados do seguro de viagem (seguro de saúde e acidente que cubra a duração da estadia no Irão e que indique como destino ’Irão’) e o comprovativo de pagamento do pedido de visto para a conta da Embaixada – podes consultar o NIB no site da embaixada. É preciso também enviar o passaporte ou, em alternativa, deslocar-se à embaixada do Irão na Rua Alto do Duque, 49, em Lisboa. Este visto é válido por 90 dias, a partir da data de emissão. Tirar o visto noutro país É possível tirar o visto para o Irão na embaixada de outro país, sendo que será sempre necessário seguir todos os passos descritos anteriormente para o pedido na Embaixada de Lisboa – incluindo o obrigatório preenchimento online do formulário. Obter um visto para o Irão pode até parecer complicado, mas se seguires todos os passos tudo será fácil. O Irão é um país fascinante que merece ser visitado – e até mais do que uma vez. Além da cultura e ótima gastronomia, o Irão tem praias, montanhas e deserto para conhecer. Pede o visto, parte à aventura e não te esqueças do seguro de viagem com a IATI Seguros. Autor: Lugares Incertos

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Quioto, entre Gueixas e Samurais

Quioto, entre Gueixas e Samurais

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Quioto é um dos destinos turísticos mais populares da região de Kansai. Foi a capital do Japão por mais de mil anos e ainda continua a ser seu coração cultural, religioso e histórico. É uma das grandes cidades do mundo e um lugar que todos devem visitar pelo menos uma vez nas suas viagens. Aqui estão as coisas mais inesquecíveis para se fazer e ver na cidade, que a IATI Seguros de Viagem online, escolheu para te apresentar. O que fazer e conhecer em Quioto Top Info: muitas atrações são gratuitas Sim, é isto mesmo. Nem todos, mas a maioria dos santuários e até mesmo alguns templos e jardins em Quioto, estão livres para poderes visitar. Alguns dos locais fantásticos e gratuitos para visitar incluem: o Santuário Fushimi Inari Taisha, o Santuário Yasaka, o Santuário Heian Jingu, o Palácio Imperial de Quioto, o Bosque de Bambu Arashiyama e o Templo Ninna-ji. Encontra o teu lado Zen no Jardim da Rocha de RYŌAN-JI Ao contrário de outros jardins tradicionais japoneses, os jardins zen-rock são jardins de paisagem seca que não têm lagos ou cursos de água. Em vez disso, cascalho e areia são cuidadosamente misturados em padrões que representam água ondulante. Ryōan-ji é o mais famoso dos jardins Zen Budistas de Kyoto. Ele contém 15 pedras arrumadas de tal forma que só consegues ver 14 delas ao mesmo tempo, se estiveres em pé na varanda do jardim, é muito zen! Experiencia ARASHIYAMA Arashiyama é com certeza uma das melhores coisas para se fazer (e fotografar) em Kyoto. Este lindo bosque de bambu tem um pequeno caminho que serpenteia pelo centro de uma floresta, e é na verdade, uma estrada percorrida por um carro ocasionalmente. Ao caminhar vais olhar com admiração para o bambu alto e denso. Ao longo do percurso é admirável, também, a cerca com que revestiram o caminho, acrescentando ainda mais paz, ao já cenário sereno. Pede um desejo no Santuário FUSHIMI INARI TAISHA Com seus 10.000 portões vermelhos, Fushimi Inari é um dos locais mais populares em Quioto. No entanto, antes de fazer a peregrinação pelo trilho do Monte Inari, deves parar um momento para observar as Pedras Omokaru perto da entrada. As duas lanternas de pedra são cobertas com um pesado ornamento chamado giboshi. Faz um desejo e tenta levantar um dos giboshi. Como a sentiste? Se achares que a pedra é mais leve do que o que pensavas, então o teu desejo será concedido. Mas, se pedra te pareceu muito pesada, poderás enfrentar dificuldades para alcançares o objetivo. Desfruta de alguns dos melhores PRATOS VEGETARIANOS do Japão Vegans e vegetarianos encontram em Quioto o céu! Não é apenas uma cidade com um dos maiores números de restaurantes com estrelas Michelin do mundo, mas também é conhecida pelos seus restaurantes e quiosques vegetarianos. Da tradicional culinária vegan budista shojin ryori, à delicada yuba, feita a partir da pele que se forma no topo do leite de soja aquecido, e do yudofu (tofu hotpot), há uma lista interminável de coisas para quem os produtos animais não são uma opção. Certifique-se também de olhar para pratos feitos com produtos hortícolas tipicos de Quioto, como o nabo shogoin e berinjela kamo nasu, todos frescos e cultivados localmente. Perde-te no Castelo NIJO O Castelo Nijo é feito de madeira e circular, ao contrário dos castelos de pedra Europeus. Este castelo foi construído no século XVII e todos os senhores feudais do oeste do Japão foram obrigados a ajudar no financiamento da sua construção. O palácio em si é feito de cipreste e a folha de ouro é usada extensivamente na decoração. Não te esqueças de olhar para cima ao admirar o castelo, porque alguns dos tetos estão repletos de mosaicos dourados. Explora os lugares património da UNESCO Sabia que Quioto tem 17 lugares que são patrimónios mundiais da UNESCO? Muito Bom! Para veres uma lista oficial: https://www.insidekyoto.com/kyoto-unesco-world-heritage-sites O mais conhecido é o Templo de Kiyomizudera Escondido numa colina floresta exuberante, a vista em Kiyomizudera é linda e a IATI considera uma das melhores coisas para fazer em Quioto. Uma curiosidade sobre o lugar é que não foi usado um único prego para esta construção em madeira. O complexo é bastante grande e impressionante, e apesar das multidões, este templo ainda se pode sentir pacificamente. A área de GION Já na Idade Média, o distrito de Gion foi um lugar icónico e histórico no coração de Quioto. Hoje, nas margens do rio Kamo, é um dos poucos lugares remanescentes no Japão, onde podes participar dos rituais tradicionais das casas de chá ou até mesmo ver gueixas no seu dia-a-dia. Gion é o lugar para fazer reservas para um serviço tradicional de chá ou uma refeição, porque podes organizar uma audiência privada com maiko ou geiko, os dois tipos de hospedeiras e artistas japonesas conhecidas comumente como gueixa. É um sítio ideal para comprar um quimono. Quioto é cheia de beleza, rica cultura, comida deliciosa e mais de 2.000 templos e santuários. Seria impossível ver todo o esplendor em apenas 2 dias, nem tentes! Junta vários dias de férias, onde não pode faltar o Seguro IATI Estrela, ideal para países com despesas médicas elevadas, como é o caso dos EUA, Canadá, Japão ou Austrália. Autores: Onde estão os Duarte

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O mercado semanal de Rissani

O mercado semanal de Rissani

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Rissani é uma pequena cidade do sudeste de Marrocos, quase encostada à Argélia e capital da histórica região do Tafilete. No passado foi um importante entreposto comercial, pois ficava na rota das caravanas de camelos saarianas. Ali comercializava-se ouro, especiarias, tecidos e…armas e escravos. Imagino como seria aquele lugar há 100 anos. Eu conheci Rissani numa tarde de Fevereiro, no principal dia semanal de mercado da cidade. É como entrar num filme da idade média. Sim, daqueles épicos que se vêem no Natal. Como eu adoro estes lugares. Ainda hoje consigo ouvir os barulhos e sentir os cheiros deste lugar. Seguia de jipe entre Merzouga e Zagora, depois de no dia anterior ter atravessado as estradas do deserto entre Erfoud e o grande Erg Chebbi. Sabia da possibilidade de visitar o Souk de Rissani, mas seguia tão emaranhado na paisagem do horizonte sem fim, que ainda não tinha pensado muito sobre esse assunto. E eu que adoro mercados. É sempre a primeira coisa que procuro, seja em Rissani, seja em Paris ou em Barcelona. A cerca de 4/5km de Rissani, começo a ver um movimento fora do comum de…burros. Carregando o seu mestre e toda uma panóplia de produtos. Uns com cenouras, outros com cereais e outros com sacos vazios, possivelmente para encher de cenouras e vegetais. Num instante, desliguei da paisagem do horizonte e foquei no intrigante movimento para o Mercado de Rissani. Perguntei ao guia marroquino o que se estava passar. Ver alguém no meio do deserto já é uma surpresa, ver burros carregados de cenouras no deserto, ainda consegue ser uma surpresa maior. Ele, o guia, lá me explicou a importância do mercado para toda a região. E uma vez por semana, as pessoas deixam as suas isoladas aldeias para vender o seu produto no mercado e para voltar a casa com outros produtos. Nem quis alongar muito a questão do facto de o meio de transporte ser o burro, mas como ele não enfatizou muito a questão, assumo que seja perfeitamente normal por aqui. Podia perguntar: “então eles vão de burro?”. A resposta poderia ser: “então querias que fossem como? a pé, com aquelas cenouras todas!?”. As pessoas aqui ainda lutam por bens essenciais, como água potável. Ir para o mercado de burro não é nada demais. Para mim, estava a ser um encanto, como uma viagem real à Idade Média. Estão a imaginar-vos com 10 anos a chegar ao Zoomarine? Quando ao longe já começavam a ver todo aquele aparato, com os golfinhos, as araras, as piscinas e os escorregas, e assim que o carro se aproxima da porta de entrada, o vosso sangue corria mais e mais depressa, para finalmente quase explodir de adrenalina quando, finalmente, o carro pára e podemos correr para dentro do Zoomarine. Estão a imaginar? Foi isso que senti, com 33 anos de idade, ao aproximar-me do Mercado de Rissani. Assim que o carro parou, parece que fiquei cego para tudo o resto. Só queria ver tudo, sentir tudo. É claro que a maturidade (ou a idade) permite um maior auto-controlo exterior. Mas o meu interior estava como uma qualquer música dos AC/DC, “on fire!!”. Tal como já referi, é uma viagem à Idade Média. Sentia-me num misto de cenários, que variavam entre filmes como Lawrence da Arabia e o Rei Artur. Toda a cidade estava num alvoroço, bicicletas, burros, carrinhas (poucas), pessoas, tudo no meio da rua. Mas no mercado e nas suas proximidades, era o completo frenesim. Nem consigo quantificar bem, mas com certeza que estavam largas dezenas de milhares de pessoas, dentro das “muralhas” do mercado. Facilmente me iria perder ali. Cantos, becos, espaços abertos, espaços claustrofóbicos, muitas cores, muitos cheiros diferentes e intensos, muito barulho, muita confusão, tudo tão diferente e tudo tão igual. Neste mercado não existe coerência. Pelo menos eu não a senti. Não existe um quarteirão da roupa e outro das frutas. É uma espécie de “tudo ao molho e fé em Deus”. Ao lado das forjas (sim, ali se queres comprar um prego ou uma enxada este material sai (quase) directamente de uma pequena forja (sim, tal como uma feira da idade média)), estavam homens a cortar o cabelo. Em frente aos carpinteiros estava o talho. No meio da secção de roupa existia malta a vender peixe. Se calhar até existe uma lógica na coisa. Eu é que não consigo ver qual é. Mas esta confusão total, tornou tudo muito mais interessante. Estava a delirar com tudo aquilo. E mais uma vez, a tentar imaginar como seria este espaço há 100, 200 anos atrás. Se em 2018 era assim, no passado devia valer tudo por ali. Nem dei pelo tempo passar, nem sei quanto tempo passei por ali. Sei que sai por outra porta, sem saber onde estava a primeira, quase como se tivesse saído de um labirinto. Ainda tive tempo de visitar mais dois anexos do mercado. A secção dos animais vivos para venda e o parque de estacionamento. Bem, o parque de estacionamento não é uma gigante garagem subterrânea, com possibilidade de quem tem Via Verde pagar depois. Um gigante espaço aberto com, talvez, muitas centenas de burros. Impressionante. Não existe uma cancela, mas existe um serviço de estacionamento personalizado. Paga-se uns Dirhams e alguém fica encarregue de estacionar e guardar o burro. Fiquei sem perceber se existia a possibilidade de incluir a lavagem do “veículo”. Assim que voltei ao jipe, após uma perseguição de uns quantos vendedores de tâmaras (tentam vencer pelo cansaço. São precisos mais de 1000 nãos, para eles desistirem da venda), sentia que tinha uma recordação para vida. Tinha aquele sorriso de satisfação, de quem tinha acabo de conquistar uma boa memória. Muito bom, este Mercado de Rissani. Autor da crónica: Carlos Bernardo – O Meu Escritório é lá Fora! Rissani, Marrocos. 2018.

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10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia

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A Tailândia é um país com uma cultura muito rica, paisagens de cortar a respiração, um povo muito acolhedor e bondoso. Uma gastronomia deliciosa, uma mistura de cheiros e uma panóplia de cores capazes de conquistar qualquer um à “primeira vista”. Apesar de tantas coisas boas, é um país com uma cultura, língua, escrita e religião muito diferentes daquilo que estamos habituados. Por isso, hoje trazemos-te um guia de coisas que deves saber antes de preparares a tua viagem. E antes de viajares não te esqueças do teu seguro de viagens! Para o Sudeste Asiático recomendamos oseguro IATI Mochileiro! 10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia 1. Visto Os cidadãos portugueses não precisam de visto prévio para entrar na Tailândia. O visto é concedido on arrival por um oficial do controlo de imigração, seja a entrada no país de forma terrestre ou aérea. Por norma, em entradas aéreas o visto tem uma validade de 30 dias de permanência no país e, em entradas terrestres, a validade é de 15 dias. Para além disto, o passaporte deverá ter uma validade mínima de 6 meses. Se pretendes ficar mais de 30 dias na Tailândia, deverás renovar o visto através do pagamento de uma taxa ou então poderás simplesmente sair e voltar a entrar no país para que o visto seja renovado. 2. Língua A língua oficial da Tailândia é o tailandês, porém não é um entrave à comunicação. A maior parte da população fala inglês, principalmente aqueles que estão diretamente ligados ao turismo. Assim, não há motivo de preocupação uma vez que mesmo quem não domina a língua universal, irá sempre fazer um esforço para tentar compreender e ajudar, mesmo que seja necessário recorrer à comunicação através de gestos. 3. Religião Nunca apontes os pés para a imagem de Buda, já que estes são considerados por eles a parte mais suja do corpo humano. Nunca toques nos monges e quando quiseres tirar fotografias junto deles, as mulheres deverão sentar-se ao lado do monge e os homens podem ficar de pé ao seu lado. Por fim, não compres nem tatues a imagem de Buda, há diversos avisos espalhados pelo país, principalmente nas atrações turísticas, relembrando que esses actos são considerados desrespeitosos para com a população e religião da Tailândia. 4. Moeda A moeda oficial da Tailândia é o baht, que vale cerca de 0,027€. As casas de câmbio são os locais aconselhados para trocares dinheiro e não são difíceis de encontrar. Os bancos também são uma hipótese, contudo as taxas não são tão interessantes. Se optares por levantar dinheiro ser-te-á cobrada uma taxa de 220 baht (cerca de 6€) independentemente da quantia levantada. As caixas ATM estão também espalhadas por todo o país, excetuando zonas rurais onde são mais complicadas de encontrar. 5. Custos De uma forma geral, a Tailândia é um país barato mas tudo depende do tipo de turismo que pretende fazer. Se fores um turista económico e com um bugdet a cumprir, 10€ por dia (excluindo estadia) é mais que suficiente. Se fores do tipo de turista que quer aproveitar ao máximo as férias e não abrir mão de nada, obviamente o budget diário será bem maior. Uma refeição barata tailandesa custa entre 40 a 60 baht mas pode ir até aos 150 baht, no caso de escolheres uma refeição mais elaborada. Uma refeição western food pode custar entre 250 a 350 baht, uma garrafa de água de 0,50cl custa 7 baht e 10 baht se for comprada na rua. O trajeto Chiang Mai – Bangkok tem um custo médio de 700 baht, alugar uma scooter 125c custa entre 150 a 250 baht. Alugar um quarto para duas pessoas num hostel/guest house barato ronda uns 15€ por noite sendo que um quarto num hotel de média categoria poderá ultrapassar os 30€ por noite. 6. Segurança A Tailândia é um país extremamente seguro para se viajar de forma independente, mesmo mulheres a viajar sozinhas. A hospitalidade, bondade e generosidade dos tailandeses faz deste um destino tranquilo onde, regra geral, se pode confiar nas pessoas estejam elas ligadas ao turismo ou não. Contudo, é sempre importante estarmos prevenidos para qualquer tipo de “banhada” ao turista. Algumas dicas que deverás considerar são: nunca andar com muito dinheiro na rua e ter uma fotocópia do passaporte ao invés do passaporte real. 7. Melhor época do ano para visitar a Tailândia O clima na Tailândia, geralmente, é quente e húmido. Porém, devido às monções existem épocas do ano em que a chuva pode dificultar a vida de um turista. As monções na Tailândia dividem-se em duas épocas conforme a região. Na costa oeste, onde estão Bangkok, Chiang Mai, Phuket, Koh Phi Phi e Krabi, chove de abril a outubro. Na costa leste, onde estão Koh Samui, Koh Tao, Koh Phangan, Surat Thani, chove de setembro a dezembro. 8. Transportes transporte na Tailândia. Em Banguecoque, o mais recomendado será usar a aplicação GRAB (muito semelhante ao UBER), isto porque os taxistas para além de se recusarem a ligar o taxímetro, geralmente cobram preços muito acima do que é realmente justo e por vezes nem sabem onde fica o destino em questão. O metro e o skytrain também são excelentes opções uma vez que percorrem toda a cidade, excetuando a zona antiga de Banguecoque (onde está a famosa Khao San Road). Os tuk tuks são opção de transporte mais divertida mas também mais cara, é preciso negociar muito para conseguir um preço justo. Ainda tens a opção dos autocarros locais e dos barcos existentes nos canais, que não se revela tão prático em casos de “tempo contado”. Dá uma vista de olhos ao nosso artigo sobre o que ver em Banguecoque e fica com uma ideia de onde estão localizadas as principais atrações para decidires qual o melhor meio de transporte Já em Chiang Mai não existe metro nem skytrain, mas o GRAB continua a ser uma excelente opção. Para além disso, ainda existem as red trucks que percorrem toda a Old City por 30 baht/pessoa (de um ponto ao outro) e ainda os tuk tuk’s. Na zona das praias, as únicas opções são os tuk tuk’s que podem ser privados ou partilhados e o preço aqui para além de ser muito mais alto do que nas cidades mencionadas anteriormente, deverá ser negociado para que seja mais justo. 9. Alimentação A gastronomia tailandesa destaca-se por ser um misto entre o doce e o picante (extremamente picante). A base da alimentação dos tailandeses, à semelhança do que se verifica em toda a Ásia, é o arroz e a massa. As frutas e verduras também são um complemento muito importante e presente na alimentação tailandesa, bem como o frango, porco e pato. Os pratos típicos mais conhecidos da cozinha tailandesa e que conseguirás encontrar em qualquer restaurante e/ou barraquinha de street food são: o famoso pad thai – que consiste numa massa de arroz, geralmente acompanhada com muitos legumes e uma proteína à escolha, salteado no wok com molho de peixe e soja; o igualmente conhecido fried rice – arroz salteado no wok com legumes e uma proteína à escolha; a extremamente picante tom yang – uma sopa com peixe, camarão, legumes, muitos temperos e especiarias e uma boa dose de picante Tailandês; gaeng daengou caril vermelho consiste numa mistura de leite de coco, carne e pasta de caril vermelho, com um toque de folhas de lima por cima; khao soium prato típico da Tailândia, em particular do Norte do país, portanto, se visitares Chiang Mai verás muitas mais vezes este prato em barraquinhas de street food. Consiste num prato composto por pedaços de porco ou galinha que são cozinhados em leite de coco com caril. O caldo daqui resultante é deitado por cima de noodles de ovo e coberto com verduras, rebentos e noodles crocantes. A gastronomia tailandesa tem tantos outros pratos muito típicos e igualmente deliciosos, e não há nada como os experimentares todos para conseguires escolher o preferido. 10. Cuidados de Saúde Este deve ser o tópico que mais preocupa um viajante na preparação da viagem. Há muitos casos de intoxicações alimentares, diarreias, febres, alergias, entre outros. Porém, se forem tomadas algumas precauções no dia-a-dia estes casos podem ser evitados. Bebe apenas água engarrafada. Cuidado com as experiências na comida de rua, deves verificar o aspecto da comida, se a comida foi confeccionada ali e normalmente, quando tem muitos clientes, é porque não há problema. Cuidado com os bichos, especialmente os escorpiões que vendem na rua, não sabes onde foi confeccionado. Precauções contra os mosquitos também são importantes uma vez que há alguns focos de dengue na Tailândia, pelo que o uso de repelente é aconselhado, principalmente após o pôr do sol. No caso de uma diarreia aguda podes optar por ir a uma farmácia e explicar a situação ou então ir ao hospital que eles saberão como a melhor forma de a tratar. Este é um daqueles casos nos quais a contratação de um seguro de viagem é de extrema importância devido aos exorbitantes custos das despesas médicas – uma consulta num hospital tailandês custa em média 200€. Antes de visitares a Tailândia, e relembrando os focos de dengue dos quais falamos antes, não t esqueças de ver quais as vacinas obrigatórias e aconselhadas para viajares com tranquilidade pelo Sudeste Asiático. Autor: Yoan Santos

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Dez experiências em Atenas a não perder!

Dez experiências em Atenas a não perder!

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A IATI Seguros é especialista em seguros de viagem e queremos que as tuas viagens além de seguras sejam memoráveis! Só assim construirás memórias que valem a pena guardar. O próximo passo é escolheres o seguro de viagem que melhor se adequa à tua situação, portanto se és viajante frequente já pensaste em contratar um único seguro de viagem que inclua todas as viagens realizadas num ano? Este seguro é TOP e chama-se IATI Bloggers e Grandes Viajantes. Pronto para iniciar viagem? Dez experiências em Atenas a não perder! Se estás a pensar viajar para a capital grega, vamos dar-te dicas para dez experiências que tens mesmo de ter em Atenas. Visitar a Acrópole A Acrópole é a imagem de marca de Atenas. Está localizada numa colina e é o ponto mais alto de Atenas. Aliás, já reparaste que em Atenas não há prédios altos? Pois é, a Acrópole foi e continua a ser o local mais elevado desta cidade antiga. Vai com tempo porque tens de percorrer a pé uma distância considerável e tem em atenção que no verão as temperaturas são bastante elevadas. Leva contigo água para te hidratares e chapéu para te protegeres do sol pois não existem árvores lá em cima que te proporcionem sombra. Visitar o Museu da Acrópole O Museu da Acrópole é quase a continuação da visita que fizeste à Acrópole. Lá poderás encontrar vários artefactos provenientes da Acrópole que foram devidamente reparados e conservados. A boa notícia é que no museu não terás de suportar as temperaturas extremas da Acropole. Arco de Adriano Este Arco construído de mármore quase passa despercebido junto a uma estrada em Atenas. Pensa-se que este monumento foi construído para celebrar a chegada do Imperador Romano Adriano. Contrariamente à maioria dos monumentos em Atenas, não precisas pagar bilhete para acederes ao monumento mas também o sítio é bastante pequeno. Existem apenas umas grades que protegem o Arco e podes fotografar à vontade. Ágora Antiga A Ágora Antiga era o centro de Atenas. Naquele local desenvolviam-se trocas comerciais, eram tomadas as decisões políticas e a vida social estava concentrada neste mesmo sítio. Por isso se percebe a importância da Ágora Antiga na cidade em tempos antigos. Atualmente é possível visitar o local que foi reconstruído, assim como o museu que expõe o espólio encontrado durante as escavações da Ágora Antiga. Observar o render da Guarda em frente ao Parlamento Grego Apesar de ser bastante turístico, pensa que deve haver uma razão para tanta gente querer ver o render da Guarda em Atenas. Dirige-te para a Praça Syntagma e observa com atenção ao render da Guarda. Vais ver os guardas em coreografias engraçadíssimas que com as fardas um pouco cómicas conseguem terminar a atuação sem se rirem. Tu provavelmente não vais conseguir conter uma gargalhada mas lembra-te que estás em viagem e rir faz bem à saúde. Além disso o render da Guarda é gratuito! Odeon of Herodes Atticus Este anfiteatro ao ar livre está localizado muito perto da Acrópole, pelo que podes aproveitar a boleia e visitar os dois sítios na mesma altura. Principalmente no verão é habitual fazerem espetáculos ao ar livre, por isso, se viajares nessa altura do ano, passa por um posto de turismo para dares uma espreitadela ao cartaz. Deliciar-te com Iogurte Grego Se achas que o iogurte grego é todo igual, lamentamos dizer-te que não sabes o que andas a perder. Em Atenas o iogurte vende-se em embalagens com mel e nozes a acompanhar. O iogurte tem uma textura cremosa e é levemente ácido o que combina na perfeição com o doce do mel e das nozes. Uma delícia que não vais encontrar igual em mais nenhum lado do mundo. Spanakopita Gostas de tartes folhadas salgadas? Então vais adorar esta especialidade grega! É uma tarte de espinafres, queijo feta e ovos e mais alguns temperos de acordo com a receita de cada família. E as famílias gregas são muito orgulhosas das suas receitas por isso vai preparado para provar diferentes Spanakopita e tenta decidir qual é a melhor, se conseguires. Comer Gyros Esta fast food grega deve ser a mais saudável do planeta. É um pão pita recheado de carne de vaca, frango ou borrego, iogurte grego e vegetais. Em alguns restaurantes também colocam dentro do pão uma dose de batatas fritas, por isso é uma refeição completa que pode ser degustada enquanto visitas vários bairros típicos de Atenas. Perder-te em Plaka Bem, em sentido figurativo, é claro. É que o bairro de Plaka tem muito movimento e são tantas as ruas que podes achar que te vais perder. É uma zona preferida dos viajantes para o final de dia e início da noite porque se juntam neste local turistas e locais à procura de animação. Existem bares, cafés e restaurantes mas a festa prolonga-se pelas ruas. Vais divertir-te tanto! A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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É seguro visitar a Guatemala?

É seguro visitar a Guatemala?

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É seguro viajar para a Guatemala? É uma pergunta frequentemente colocada por quem viaja para este país da América Central. Pelo que vemos e ouvimos nas notícias a Guatemala seria um país a evitar. Mas será mesmo assim? Na IATI Seguros de Viagens dizemos-te se é seguro, ou não, ir de férias para a Guatemala. É seguro viajar para a Guatemala? A Guatemala tem, de facto, uma das maiores taxas de criminalidade na América Latina, mas não maior que algumas cidades como Fortaleza ou Salvador, no Brasil, por exemplo. Em 2017, a Cidade da Guatemala, registou 1,705 homicídios, enquanto Fortaleza teve 3,270 assassinatos registados. A taxa de homicídios é menor na Guatemala do que nas Honduras ou El Salvador, mas maior do que na Costa Rica. Na Guatemala, a maioria dos crimes graves envolve gangues locais e muito raramente estas situações afetam turistas. Apesar dos altos níveis de criminalidade, a maioria das viagens para a Guatemala não é afectada pelo crime. As estatísticas, por mais assustadoras que possam parecer, não contam a história toda e a situação no resto do país é diferente da Cidade da Guatemala. Neste país da América Central, a população é simpática, adora receber turistas e conversar com eles. Não só porque têm prazer em conhecer gente de outros locais, mas também porque o rendimento proveniente do turismo ajuda bastante a melhorar o nível de vida dos guatemaltecos. Antes de viajares para a Guatemala é importante teres um bom seguro de viagem e manteres-te informado sobre a situação no país. Na maior parte das situações, a Guatemala é segura, mas é preciso ficares atento a algumas áreas da Cidade da Guatemala – as chamadas zonas vermelhas. E também deves ter cuidados redobrados em redor de estações de autocarro e em viagens nos autocarros públicos locais. Por vezes, existem roubos nesses locais e meios de transportes. Os autocarros privados são mais seguros, mas não estão imunes a ataques. Além dessa atenção com a criminalidade, é preciso não esquecermos que as autoridades de saúde apontaram a Guatemala como tendo risco de transmissão do vírus Zika. E deves também ter cuidados redobrados na zona dos vulcões, devido à altitude e a uma eventual erupção vulcânica. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros? O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), na sua página de internet, sublinha que as condições de segurança são “deficientes”, ressalvando que existem roubos e assaltos em todo o país, em especial na fronteira com o México e nas rotas utilizadas pelos traficantes de droga – nas zonas de Izabal, Alta Verapaz, Petén, Huehuetenango e San Marcos. O MNE avisa que existem zonas mais arriscadas, como Escuintla, Quetzaltenango, Alta Verapaz, Izabal e Petén, pois o nível de criminalidade é elevado. Além disso, é também evitável qualquer deslocação para as zonas 3, 5, 6, 7, 8, 11, 12 e 18, Mixco e Villanueva da Cidade da Guatemala. Existem ainda outras zonas catalogadas com risco médio e onde as deslocações devem ser efectuadas com prudência, como Sololá, onde se situa o Lago Atitlán e a região de Sacatepéquez (La Antigua), onde deve ser prestada atenção a potenciais situações de abuso sexual em locais de ócio. Conscientes da importância do turismo para o país, as autoridades da Guatemala, criaram um programa dedicado à segurança dos turistas (PROATUR) e também disponibilizam serviços de segurança para grupos de turistas pelo que é aconselhável consultar esta página antes de fazeres o teu roteiro. Alguns conselhos para viajar pela Guatemala de forma segura • Não saias à noite ou sozinho para zonas remotas • Não conduzas à noite, pois as estradas são mal iluminadas e inseguras • É mais seguro viajar nas estradas principais do que em estradas secundárias • Se viajares para áreas remotas, fá-lo em grupo ou numa empresa de autocarro credível • Se usares transporte público mantém o dinheiro e objectos de valor sempre num local seguro e perto de ti. Usa os bolsos da frente das calças e coloca a mochila ao peito • Para viagens mais curtas dentro das cidades, a opção mais segura é chamar um táxi como as empresas Taxi Amarillo, Taxi Blanco e Azul • No terminal de chegadas do aeroporto, podes comprar vales de táxi pré-pagos no Posto de Turismo INGUAT • Deixa os documentos e objectos de valor num local seguro • É preciso cuidado nas caixas de levantamento automático, postos de gasolina, aeroportos, estações de autocarros e centros comerciais • Não levantes muito dinheiro de uma só vez e evita levantar dinheiro à noite • Protege os bens valiosos como computadores, máquinas fotográficas, telemóveis e jóias • Não participes em quaisquer manifestações. A legislação guatemalteca proíbe a participação de cidadãos estrangeiros em manifestações • Usa o senso comum e segue os teus instintos. A Guatemala é um país incrível e vais adorar as pessoas, as paisagens, a natureza e a arquitectura Autor: Lugares Incertos

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Dicas de viagem para quem visita Hong Kong pela 1ª vez

Dicas de viagem para quem visita Hong Kong pela 1ª vez

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Andas a sonhar à meses com a viagem que vais fazer a Hong Kong e quando chegas lá queres atirar-te de cabeça? Parece uma boa ideia mas talvez queiras ter em consideração algumas dicas que te vão manter em bons lençóis. E a primeira dicas que te podemos dar é que escolhas em bom seguro de viagem e na IATI Seguros somos especialistas em seguros de viagens! Toma em atenção que decisões tomadas de forma pouco informada, como viajar sem um seguro de viagem adequado, podem sair-te bem caras e estragar-te uma viagem que promete ser de sonho. Agora que te demos a dica mais importante de todas e que podes e deves seguir em todas as tuas viagens, seguem-se outras dicas de viagem igualmente valiosas para quem visita Hong Kong pela primeira vez! Dicas de viagem Hong Kong Não te atires à street food à maluco, mas não deixes de experimentar. Esta dica tem como intuito proteger-te de duas situações comuns em viajantes: por um lado aqueles que experimentam qualquer alimento sem nenhum cuidado e no extremo oposto aqueles que evitam todas as bancas de comida. O que achas de uma atitude mais moderada sem o oito ou o oitenta? Hong Kong é, sem dúvida, um destino de excelência no que diz respeito à steet food, mas deves adotar alguns cuidados básicos se não queres acabar a viagem com algo mais do que uma dor de barriga. Por isso, certifica-te que o local onde vais comprar comida tem bastante movimentação de pessoas e que os alimentos não ficam muito tempo expostos. No entanto, não caias no erro de não experimentar nada só porque o aspeto não te é familiar! A ideia de atravessares o mundo e teres as mesmas experiências que tens no teu país não é apelativa, pois não? Assim, e se és esquisito com a comida, aconselhamos-te que procures informação com outros viajantes para que te indiquem algumas sugestões de street food. Usa transportes públicos, até de noite Sabemos que as deslocações levam uma grande parte do orçamento de viagem, por isso queremos que economizes bastante dinheiro que poderás utilizar numa próxima viagem. Apesar de Hong Kong ser uma metrópole gigante, a verdade é que é bastante segura para os viajantes. Além de as ruas serem movimentadas a qualquer hora do dia e da noite, não te esqueças que em Hong Kong funcionam os famosos mercados noturnos. Isto significa que não vais ter nenhum problema de segurança se estiveres na rua durante a noite, mesmo se viajares sem companhia. Os transportes públicos além de serem baratos chegam a qualquer lugar em Hong Kong. Evita o metro à hora de ponta Esta dica à primeira vista parece entrar em contradição com a sugestão anterior mas já te vamos explicar direitinho e vais perceber que se complementam. É verdade que o metro é um excelente meio de transporte público mas ao início da manhã e ao final da tarde há muita gente a utilizá-lo. E não falamos apenas de turistas, são os locais que se movimentam de e para os locais de trabalho e que andam sempre a correr. O que acontece na prática é que as carruagens do metro ficam tão cheias que nas estações alguns funcionários têm como função dar uns “empurrões” às pessoas para caberem mais algumas em cada composição. Estás a imaginar a confusão e o sufoco não estás? Por isso, se tiveres oportunidade de evitar o metro em hora de ponta não penses duas vezes! Leva dinheiro vivo para usar nos mercados de rua Hong Kong é famosa pelos seus mercados noturnos mas também existem mercados diurnos. Os mercados noturnos mais conhecidos são Temple Street Market e Ladies Market que funcionam em barraquinhas que durante o dia estão fechadas. A particularidade dos mercados noturnos é que os comerciantes raramente dispõem de pagamento com cartões, pelo que é aconselhável teres dinheiro vivo contigo. E muito importante, lembra-te que o valor da mercadoria depende da forma como o vendedor te vir. Se achar que és rico vais pagar mais caro, portanto prepara-te para a fina arte do regateio. Quando cambiares dinheiro pede algumas notas de baixo valor Estás a imaginar o trabalho que tiveste para fazer baixar o preço de um artigo que querias comprar num mercado e depois só tens notas de alto valor para fazeres o pagamento? Vais arruinar o negócio, não achas? Por isso certifica-te que tens contigo algumas notas de valor mais baixo para os pagamentos correntes. O que achaste destas dicas de Hong Kong? Temos também um artigo com um roteiro clássico de 5 dias por Hong Kong onde poderás por estas dicas em ação! A IATI Seguros deseja-te uma boa viagem! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Roteiro para três dias intensos em Dublin

Roteiro para três dias intensos em Dublin

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Na IATI Seguros queremos que vivas intensamente as tuas viagens, portanto hoje trazemos-te uma sugestão de viagem na Europa que não vais conseguir resistir! Um roteiro por Dublin. Mas já sabes como funciona, antes de embarcares tens mesmo de escolher o teu seguro de viagem e como especialistas em seguros de viagens podemos aconselhar-te o que melhor se adequa ao teu perfil. Vê tudo explicadinho no nosso site! Agora que vais viajar seguro, vamos ao roteiro que preparámos para ti para que possas usufruir a 100% da tua viagem a Dublin. Roteiro para três dias intensos em Dublin Dublin é a capital da República da Irlanda e é surpreendentemente concentrada! Isto significa que provavelmente darás bom uso aos teus sapatos e vais evitar gastar dinheiro em transportes no centro da cidade. Este roteiro por Dublin foi precisamente pensado em viajantes que gostam de explorar os sítios a pé e Dublin é ideal para passeios a pé. Dia 1 IMMA – Irish Museum of Modern Art Uma excelente forma de começares a tua viagem e este roteiro a Dublin é visitares o Museu de Arte Moderna da Irlanda. O museu alberga cerca de 3500 peças de arte de artistas irlandeses e internacionais. Além disso, durante o ano ocorrem algumas exposições temporárias pelo que sugerimos que consultes a programação no site oficial do museu. Fábrica de cerveja Guinness Quer sejas apreciador de cerveja ou não, é consensual que a Guinness tem uma das melhores stouts do mundo. E se vais visitar Dublin não percas a oportunidade de entender como é fabricada esta cerveja. Não queremos estragar-te a visita portanto não vamos explicar o processo mas podemos dizer que inclui água das montanhas de Wicklow. Parece mágico, não é? A visita é feita ao teu ritmo e pode levar algumas horas. Se comprares os bilhetes onlinetens desconto, aproveita, está bem? St. Patrick Cathedral e St. Patrick Park Fundada em 1191 e com o ponto mais alto a uma distância de quarenta e três metros, a St. Patrick Cathedral é a mais alta igreja na Irlanda. A entrada na catedral é paga mas os jardins de St. Patrick são gratuitos. Além disso, existe um pequeno mas simpático recinto para piqueniques, vários bancos para descansar e vendedores ambulantes. Se viajas com crianças elas vão agradecer o parque infantil. Dia 2 Dublin Castle Este grande complexo está situado no coração histórico de Dublin. Como a maioria dos monumentos históricos em Dublin a entrada no castelo é paga e existem visitas guiadas. No entanto, se apenas quiseres sentir o ambiente e tirar boas fotografias do pátio do castelo, não precisas pagar entrada. Dublinia Este parque temático é diferente dos que provavelmente estás habituado porque concentra-se em apresentar a história de Dublin de uma forma didática. É, portanto, muito recomendado para visitas em família que podem passar perfeitamente um dia inteiro a explorar Dublinia. Destilaria Old Jameson Para terminar o segundo dia em Dublin recomendamos que visites uma destilaria de Whiskey. Se seguiste a nossa recomendação para visitar a fábrica da Guinness, acredita que esta visita à Old Jameson também vale muito a pena. Tem em mente que o whiskey irlandês tem bastante tradição e nesta visita poderás provar diferentes tipos de Whiskey. Dia 3 O último dia em Dublin será inesquecível pois irás visitar lugares únicos. Preparado para o próximo dia do roteiro por Dublin? Trinity College e Book of Kells O Trinity College é a universidade de Dublin e os alunos organizam visitas guiadas bastante completas. O ponto alto destas visitas é o Book of Kells, uma peça única que por si só vale uma viagem a Dublin. Parque St. Stephens Green Este é um parque histórico que precisas de conhecer no teu roteiro por Dublin e que tem entrada gratuita, Por volta do meio dia as pessoas começam a chegar com mantas que estendem na relva e com comida que devoram em poucos minutos. Depois recostam-se a ouvir música, a ler ou simplesmente a dormir. Quando as duas horas da tarde se aproximam arrumam as coisas e vão-se embora. É ideal para recuperares forças e te preparares para a sugestão que se segue. Temple Bar A melhor maneira de terminar este roteiro por Dublin é, sem dúvida, em Temple Bar. Esta movimentada rua é para onde se deslocam turistas e locais para uma noitada. Também é um lugar popular para despedidas de solteiro, por isso mantém o espírito aberto. Muito importante, não estamos de todo a sugerir que abuses do consumo de álcool. As visitas que recomendamos à fábrica da Guiness, à destilaria Old Jameson e a Temple Bar justificam-se pela importância que estes lugares têm na vida da cidade e não constituem convites a excessos. Acreditamos que és responsável e que consomes bebidas alcoólicas com moderação. Que te pareceu este roteiro por Dublin? A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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TOP 5 locais a não perder em Miami

TOP 5 locais a não perder em Miami

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A IATI Seguros tem a certeza que por muito que viajes há sempre mais um local fantástico que ainda podes visitar, por isso, vamos dar-te a conhecer os top 5 locais que não pode perder na maravilhosa cidade de Miami. Como queremos que te concentres exclusivamente em desfrutar ao máximo a sua viagem a Miami, não te esqueças também de escolher um seguro de viagem que se adequa às tuas necessidades. E, como na IATI Seguros somos especialistas em seguros de viagem, para uma viagem aos Estados Unidos da América sugerimos o seguro IATI Estrela. Vamos, então, ao TOP das 5 locais a visitar em Miami, sendo que a lista não tem nenhuma ordem especial, todos os sítios são espetaculares! TOP 5 a não perder em Miami Calle Ocho em Little Havana Miami está geograficamente próximo da ilha de Cuba e tradicionalmente as pessoas que conseguiam sair do território cubano fixaram-se por ali. Ora, os imigrantes trouxeram consigo as tradições e os produtos cubanos que agora são essenciais em Little Havana: o café, o rum, o tabaco, a música e vários pratos típicos. Em particular na Calle Ocho sentem-se os sabores latinos e uma vibração festiva tipicamente cubana. A música invade as ruas de noite e de dia num ambiente único. Aproveita também para saborear um café cubano autêntico, enquanto observas o passeio da fama dedicado exclusivamente a personalidades latinas, entre as quais Gloria Estefan. Por outro lado, se preferires interagir com outras pessoas sugerimos que dê um pulinho ao Parque Maximo Gómez. Neste parque, as pessoas mais velhas divertem-se a jogar xadrez e dominó. Eles levam os jogos muito a sério, mas, se pedires “com jeitinho”, temos a certeza que o deixam jogar um joguinho. Além disso, de bónus ainda irás receber uma infinidade de histórias destes reformados que tanto gosto têm em partilhá-las. Acredite, momentos como estes são raros e preciosos, aproveita-os bem! Venetian Pool O que Veneza tem a ver com uma piscina pública em Miami? Na realidade, a estrutura da Venetian Pool é muito parecida com a cidade de Veneza, por isso resolveram dar-lhe esse nome. Mas não penses que esta é uma piscina pública igual às outras, aqui vais encontrar cascatas, pontes, torres e água a perder de vista. Além disso, o cuidado com a manutenção do espaço é exímio, logo está sempre tudo muito limpinho e arrumadinho. Esta piscina tornou-se rapidamente num hotspot de Miami e quem a visita percebe o porquê. O horário, preços e outras informações estão disponíveis no site oficial. Vizcaya Museum & Gardens O que achas de duas atividades numa só? O Museu Vizcaya merece uma visita por si só: uma antiga mansão recheada de obras de arte que o vão fazer perder a noção do tempo. Além do mais, os jardins desta mansão, situada no bairro de Coconut Grove, tornaram-se uma atração turística pela sua beleza. Os jardins são em estilo europeu, com formas geométricas a lembrar os jardins parisienses e ainda podes contemplar uma vista privilegiada para o mar. Lembra-te apenas que não é permitido fotografar nem recolher imagens de vídeo no interior do museu. Isto significa que apenas poderás trazer lembranças fotográficas ou em vídeo dos jardins deste local. No entanto, existe um café e loja disponíveis no recinto se tiveres interesse em comprar algumas recordações deste local, que faz parte também dos top 5 lugares que tem mesmo de visitar em Miami. Miami Beach Quando se ouve falar em Miami, provavelmente, a imagem que te vem à cabeça é uma praia a perder de vista e as barraquinhas típicas dos nadadores-salvadores. Pois essa imagem existe em Miami Beach. São 16 km desde South Point Pier até ao Parque Haulover. Como podes ver, é um areal a perder de vista. E como fazemos questão que tenhas as melhores dicas de viagem, desde já te asseguramos que as melhores praias, de longe, estão em South Beach, daí este local estar no top 5 dos locais a não perder em Miami! Além disso, vais certamente ficar contente em saber que a temperatura da água é muito agradável durante todo o ano, por isso não te esqueças do fato de banho ou biquini. À noite dirige-te para Ocean Drive, um autêntico desfile de carros quitados, cujos donos percorrem orgulhosamente a marginal à procura de atenção. Freedom Tower Era para este edifício que eram encaminhados os imigrantes cubanos que chegaram à Flórida na década de sessenta do século XX. Aqui recebiam a documentação para poderem ficar a residir nos Estados Unidos. Atualmente o edifício alberga o Museu de Arte Contemporânea e na mesma área podes também encontrar outros locais interessantes, como o jardim e o anfiteatro no Bayfront Park. Com vontade de conheceres mais sobre Miami? Antes de embarcares para os EUA não te esqueças de verificar se tens toda a documentação necessária para entrar nos Estados Unidos! Aproveita e vê também como chegar dos aeroportos até ao centro de Miami. A IATI Seguros deseja-te uma boa viagem, e que desfrutes destes 5 locais a não perder em Miami! Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

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Enoturismo romântico na Alsácia

Enoturismo romântico na Alsácia

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A Alsácia mais parece cenário de filme ou de conto de fadas: puro encanto e doçura, o que torna esta região um destino perfeito para uma escapadinha romântica! Antes de embarcarem nesta viagem, não esqueçam de contratar o seguro de viagem com a IATI, para terem a certeza de que só trarão boas lembranças! Roteiro para um passeio romântico pela Alsácia Esta região apresenta fortes marcas de uma mistura cultural francesa e alemã, já que nos últimos séculos o seu domínio foi disputado entre ambos os países por diversas vezes. Pelas ruas, vê-se um estilo arquitetónico marcado por casas em enxaimel, que muito lembra a Rota Romântica, na região alemã da Baviera. Nos cafés, os bretzels alemães dividem nossa atenção com os crepes e doces tipicamente franceses. Na dúvida, melhor experimentar todos! Os vinhos alsacianos também são famosíssimos e, se vocês forem apreciadores, devem aproveitar para conhecer a Rota dos Vinhos pela Alsácia! As cidades e vilarejos que incluímos neste roteiro pertencem a esta rota, então poderão optar por visitar ou não as quintas. 1. Estrasburgo Comecem a rota pela Alsácia em Estrasburgo, a capital da Europa e do Natal! Percam-se pelas ruelas da Petite France e encantem-se com as coloridas casinhas em enxaimel, onde viviam pescadores e trabalhadores de curtumes e moinhos. Depois, conheçam o lado mais moderno da cidade, onde encontram-se o Parlamento Europeu, o Palácio da Europa e o prédio dos Direitos Humanos. A seguir, façam um passeio de barco pelo Rio Ill e vejam a cidade de outro ângulo. Este tour é adorável, pois passa por diversas áreas de Estrasburgo e, ao longo do percurso, poderão aprender mais sobre a cidade e a região, com a ajuda de um áudio-guia, disponível em diversos idiomas. 2. Ribeauville Esta pequena cidade tem as suas colinas decoradas com vinhas e ruínas de castelos, construídos entre os séculos XI e XVI. Observem as belas casas e fontes medievais, bem como a Tour des Bouchers, a torre do século XIII que fazia parte das fortificações da cidade e que hoje é um dos ícones de Ribeauville. 3. Hunawihr A seguir, conduzam até Hunawihr, a aproximadamente 3km de Ribeauville. Esta é outra charmosa vila, onde as vinhas são as principais marcas da paisagem. A igreja Sainte-Hune completa o cenário e aumenta o romantismo e o charme do vilarejo, não achas? 4. Riquewihr O vilarejo de Riquewihr une harmonicamente o romantismo das coloridas casas em enxaimel com a paisagem rural e o verde das vinhas. Não deixem de passear pelas principais ruas do centro histórico e visitar a Dolder Tower, monumento erguido no fim do século XIII e que se tornou símbolo de Riquewihr. O curioso sobre esta torre é que o seu lado externo mantém a aparência medieval, enquanto o lado interno está decorado em estilo enxaimel. Vale a pena conhecer! 5. Kaysersberg Kaysersberg foi considerada a vila preferida pelos franceses em 2017 e é uma das melhor conservadas na região. Visitem a igreja de Sainte-Croix e as ruínas do castelo, além de contemplarem a beleza das vinhas entre as montanhas Vosgues e o rio Weiss. 6. Colmar O icônico vilarejo de Colmar é, também, imperdível! A região de Petite Venice é a mais famosa e charmosa da cidade. A vila pode ser conhecida a pé em um dia e, depois, é hora de seguirem para a próxima paragem! 7. Mulhouse Depois de explorarem o rico centro histórico de Mulhouse e apreciarem a arte de rua, presente em paredes e em esculturas espalhadas pela cidade, visitem a vasta coleção de automóveis do Cité de l’Automobile e o maior museu ferroviário da Europa, o Cité du Train. Outra atração de Mulhouse é o Ecomusée d’Alsace, uma recriação de uma tradicional vila alsaciana, como as visitadas nas paragens anteriores desta rota, em que dá-se vida ao vilarejo cenográfico com a representação da rotina dos trabalhadores e habitantes de séculos passados. Outro mágico passeio, para finalizar a viagem pela região, é o parque temático inspirado no Pequeno Príncipe, livro de Antoine de Saint-Exupéry. Esperamos que este roteiro de enoturismo pela Alsácia tenha ajudado a inspirar-te a planear aquela merecida escapadinha romântica! Que todos os dias sejam Dia de São Valentim! Com muito amor, IATI Seguros. Autora: Amanda Sem Fronteiras

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Como é fazer um cruzeiro no Rio Nilo

Como é fazer um cruzeiro no Rio Nilo

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Fazer uma viagem ao Egito que inclua um cruzeiro no rio Nilo, é sem dúvida a viagem de uma vida. Quem nunca ouviu falar de Cleópatra? Ou sonhou visitar as pirâmides e o túmulo de Tutancamon? Visitar o Egito é respirar história e cultura. É ficar deslumbrado com cada monumento, e incrédulo com as magníficas construções da época dos faraós. O país já foi alvo de alguns acontecimentos violentos, pelo que ao viajar para este país, os cuidados com a segurança devem ser uma das tuas prioridades e a contratação de um seguro de viagem torna-se indispensável. Na Iati Seguros somos especialistas, e ajudamos-te a escolher o seguro mais adequado à viagem que vais fazer. É só entrares em contacto connosco e estamos prontos para te ajudar. Porquê fazer um Cruzeiro no Nilo? Fazer um cruzeiro vai-te permitir conhecer vários locais e monumentos históricos, enquanto percorres aquele que é um dos Rio mais longo do mundo e com uma história riquíssima. Vais ter a experiência de passar pela comporta de Esna, onde o navio fica parado vários minutos à espera que o nível da água do Nilo iguale o nível da água do outro lado. Enquanto isso vendedores em pequenos barcos aproximam-se do navio e atiram roupa enroladas em sacos, enquanto vão gritando pelos turistas. Os sacos vão caindo no deck do navio e quando nos aproximamos os vendedores dizem o preço. Se não quisermos atiramos os sacos de volta, se quisermos um dos funcionários do navio leva-lhes o dinheiro. O Itinerário O cruzeiro pelo rio Nilo dura 3 dias de navegação, entre Luxor e Assuão. A viagem que fizemos teve a duração de 8 dias e começou e terminou no Cairo. Como é aconselhável viajar para este país através de uma agência de viagens, por questões de segurança, o cruzeiro está inserido numa viagem mais ampla ao Egito. O que te permite conhecer mais locais antes e depois do cruzeiro. Resumidamente, visitámos o Cairo, Luxor, Esna, Edfu, Kom Ombo, Assuão e Abu Simbel. Como é feita a deslocação dentro do país? Voamos até ao Cairo (onde passámos 3 dias). Depois seguimos novamente de avião do Cairo para Luxor, onde embarcamos no navio. De Luxor até Assuão foram 3 dias, em que passamos por Esna, Edfu e Kom Ombo. De Assuão viajámos de autocarro para Abu Simbel. De Abu Simbel viajámos de avião para Assuão, e de Assuão viajámos novamente de avião para o Cairo. E do Cairo para Lisboa. Cansados? Não se esqueçam que isto foi ao longo de 8 dias e com muitas visitas pelo caminho. O descanso foi pouco, mas voltamos cheios de memórias maravilhosas para partilhar. A Bordo O embarque é feito em Luxor. Existem navios de várias categorias, nós ficamos num de 5 estrelas e foi tudo muito bom. As refeições são self-service e em regime de pensão completa (as bebidas são pagas à parte). Fomos acompanhados durante toda a viagem por um guia, que nos acompanhou desde o embarque no navio (e também ficou no navio), até ao fim da viagem. As refeições incluídas eram o pequeno almoço, o almoço, o lanche e o jantar. O deck do navio tinha uma piscina pequena e um jacuzzi e uma zona de solário com espreguiçadeiras. A evitar nas horas de maior calor, dependendo da época do ano em que se viaje. Depois do jantar podem assistir a espetáculos típicos, participar em jogos ou dançar na discoteca/bar do navio. Curiosidades e Dicas para um cruzeiro no Nilo Roupa A tripulação do navio é masculina e estando num país árabe é aconselhável alguns cuidados a ter com a escolha da indumentária. Não apenas dentro do navio, mas também nas visitas que vão fazer nas cidades. Embora o navio tenha piscina não devem andar de biquíni a não ser mesmo na zona da piscina. Evitar sempre roupa com decotes, e ombros ou pernas à mostra. Por uma questão de respeito com a cultura do país, e também devido ao calor que se faz sentir. E que em algumas alturas pode chegar à sensação térmica de 50 graus, é por isso aconselhável vestirem roupa leve e fresca que vos cubra a maior parte de pele possível, evitando assim possíveis queimaduras. Nunca esquecer o chapéu e o protetor solar. Há dias que vais andar bastante, calçado confortável é indispensável. Mantém-te Hidratado Beber sempre muita água. Se tiverem alguma quebra de tensão por causa do calor, as bebidas açucaradas também podem ajudar. Atracar nos Portos Em alguns Portos não há espaço suficiente para todos os navios atracarem. Então os barcos atracam em paralelo uns aos outros e tens de passar por dentro de outros navios até chegar ao teu. Uma solução engenhosa sem dúvida. Templos e Atividades Existem vários templos e atividades que não podes perder. Fazemos aqui um resumo das 3 que consideramos as mais emblemáticas da viagem. E mais algumas sugestões no final. É aqui que te vais sentir dentro de um filme da Cleópatra. Passeio de Faluca pelo Nilo Este é um dos passeios mais tradicionais que podem fazer. Uma Faluca é uma embarcação típica, rudimentar, movida a vento. Aqui também vão aparecer vendedores em pequenos barcos. Visita ao Interior das Pirâmides Se sofrem de claustrofobia não recomendo. O espaço é apertado até chegarem aos túmulos, têm de ir sempre agachados, o calor é imenso e é difícil respirar lá dentro. Cá fora vendem garrafas de água geladas que lá dentro ficam quentes… Templo de Karnak Neste magnífico templo há a possibilidade de, para além de o visitar durante o dia, fazer também uma visita opcional à noite com um espetáculo de luz e som. Onde a história do templo é contada por um narrador e o som propagado pelo templo através de altifalantes. Para além destes existem ainda outros templos e museus que também merecem uma visita. O museu do Cairo, O Vale dos Reis, Visita à Esfinge, os templos de Luxor, Hatchepsut, Edfu, Kom Ombo, Philae o Obelisco Inacabado de Assuão, e os museus de Ambu Simbel talhados nas rochas. A visita a uma casa de papiros e a uma casa de alabastros. Esta é a viagem de uma vida. Se continuas com algumas dúvidas sobre se viajar ou não para o Egipto, não deixes de ler o nosso artigo sobre a segurança no Egipto neste momento. Autora: Sónia Justo – Lovely Lisboner

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Deixa-te inspirar por Seoul, a capital da Coreia do Sul

Deixa-te inspirar por Seoul, a capital da Coreia do Sul

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Enquanto o famoso vizinho Japão, ou a vizinha China recebem várias dezenas de milhões de viajantes por ano, a Coreia do Sul apresenta-se como um lugar a descobrir pelos mais curiosos. Seoul é uma das capitais mais seguras do Mundo, mas os seguros de viagem da IATI garantem que em caso de repatriação, malas roubadas/danificadas, transporte de um familiar, ou responsabilidade civil, não estarás sozinho e à distância de um telefonema falarás com um profissional, em português, que te ajudará rapidamente. Conhece Seoul, a capital da Coreia do Sul Desenvolvida em termos de moda e tecnologia, mas ao mesmo tempo extremamente tradicional, esta cidade tão dinâmica, mistura palácios, arranha-céus brilhantes, trilhos em montanha, e sempre ao som da música K-Pop. Quem não se lembra do Gangnam Style? Seoul tem uma população de 11 milhões de habitantes e, se incluirmos os arredores, o número salta para os gigantes 26 milhões, tornando esta cidade na segunda maior área metropolitana do mundo. A Coreia do Sul tem vindo a ganhar popularidade internacional, nos últimos, na área da tecnologia, automóvel e entretenimento. Marcas como a Samsung ou a Hyundai são conhecidas mundialmente, e não há viajante que nunca tenha experimentado um prato Coreano. A Coreia está a palpitar, e o centro de toda a agitação é Seoul! Tal como Portugal, a Coreia tem 4 estações, e a melhor altura para visitar esta cidade, é durante a Primavera (Março a Maio) ou no Outono (Setembro a Novembro). A época alta é o Verão, mas Julho é o mês das chuvas. Estas duas estações do ano são caracterizadas por uma mudança dramática nas cores que compõem a sua paisagem: na Primavera há flores de cerejeira com cor-de-rosa e branco, e no Outono tudo muda para vermelhos ardentes, laranja e amarelo. O que podes visitar em Seoul que te vai deixar rendido? Deixa os transportes de parte, coloca uns sapatos confortáveis e parte para o centro, onde vais encontrar as atracões imperdíveis: A imponente estátua de bronze do Rei Sejong, inventor do alfabeto coreano e um dos monarcas da Dinastia Joseon, que dominou a nação por quase cinco séculos, está mesmo no centro da cidade. Continua a andar e prepara-te para apreciar o imponente Portão de Gwanghwamun, entrada para o Palácio Gyeongbokgung. O Palácio Gyeongbokgung é o maior, mais antigo e mais popular dos “Cinco Grandes Palácios” da cidade. E é a maior atração da cidade, lugar para onde vão os turistas para vestir os trajes tradicionais coreanos. O local é um grande complexo, repleto de pavilhões, jardins e vários recantos secretos à espera de ser explorados. Depois de tirares as fotos aos guardas e à arquitectura impressionante, parte à procura do calmo Palácio Changdeokgung, que muito se assemelha a um imenso jardim, de tão tranquilo. Suas construções são tradicionais, e é o único dos Cinco Palácios que a UNESCO tornou Património da Humanidade, em 1997. É no Palácio Deoksugong, que vais assistir à ruidosa troca de guardas deste edifício históricos. O ritual mantém-se igual há séculos e inclui música tradicional, tambores e muitos gritos de guerra, no centro de um cenário que nunca sofreu alterações ao longo dos tempos. Depois de um dia de história, é tempo de explorar o urbanismo de Seoul. Cheonggyecheon é um projeto moderno e bastante arrojado que revitalizou a paisagem desta cidade, construindo uma área de lazer com 11km de comprimento. Impressionante não é? Dentro desta área há espaços verdes, canais de água, zonas de leitura, espaços para crianças, e comércio de apoio. E ao longo deste percurso, que estrategicamente passa nos principais pontos da cidade, tem os a consciência do grau de organização e planeamento deste povo. Mercado Myeongdong é a principal região de compras de Seul, e tu não vais querer perder as imensas lojas, cafés e barraquinhas espalhadas pela rua. Assim como o Mercado Namdaemun, com o animado mercado de rua diurno e noturno. A capital da Coreia é famosa pelos seus buffets de preço fixo, onde comes tudo o que conseguires. E é famosa, também, pelo Kimchi, um acompanhamento feito de repolho fortemente temperado com especiarias, que vais querer provar uma vez na vida. Sentes-te inspirado para visitar Seoul? Autores: Onde andam os Duarte

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