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Descobre os encantos de Bratislava!

Descobre os encantos de Bratislava!

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Um destino um tanto invulgar, mas que realmente merece toda a nossa atenção: descobre os encantos de Bratislava neste artigo que preparamos para ti. Explora este novo destino e depois conta-nos tudo! Bratislava é uma cidade de tamanho médio e é possível conhecer todo o seu centro histórico a pé. Apesar de não ser uma capital com atrações turísticas demasiado famosas, Bratislava também tem o seu charme e muita história para contar. O nosso seguro de viagens IATI Escapadinhas é o seguro ideal para escapadelas pela Europa, já que tem um preço bastante acessível e coberturas básicas, que te protegem no caso de que aconteça algum acidente inesperado. O que ver em Bratislava Ao longo da história, a Eslováquia passou pelo domínio de diversos povos e sofreu muito com a opressão comunista, mas foi através da paz que conquistou a sua independência e democracia. Por isso, a cultura do país mistura-se muitas vezes com a das nações vizinhas, como o extinto Império Austro-Húngaro e a atual República Checa, com quem formava a extinta Checoslováquia. Na era medieval Bratislava era uma cidade amuralhada, como tantas outras, e o portão de St. Michael dava acesso à área que hoje é conhecida como Cidade Velha. Na tua caminhada pela cidade, não deixes de apreciar a beleza arquitetónica do Teatro Nacional da Eslováquia. Curioso é que a fachada está decorada com bustos de diversos artistas “nacionais”, já que foi construído durante o período em que a Eslováquia fazia parte do Império Austro-Húngaro. Portanto, nenhum deles é, na verdade, eslovaco. Bratislava é marcada, também, por algumas estátuas curiosas. Talvez a mais interessante delas seja a de Cumil, um homem que está dentro de um esgoto. Por trás da estátua há muitas histórias, mas dizem que, na verdade, o objetivo era atrair a curiosidade e mais pessoas para o centro histórico, que estava abandonado pela população local (e funcionou!). Muitos também dizem que a estátua traz boa sorte para quem lhe passar a mão na cabeça. Por via das dúvidas não custa tentar, não é?! A Catedral de St. Martin é outro ponto icónico da cidade e possui um alto valor histórico. É uma das poucas igrejas no mundo que resistiu às guerras e ainda mantém o seu estilo gótico original de 1452. Nesta catedral, foram coroados diversos reis e rainhas do Reino Húngaro, entre 1563 e 1830. Pelas ruas de Bratislava podemos encontrar símbolos que marcam o trajeto percorrido pelos monarcas após a coroação, o chamado Caminho da Coroação. No início da década de 70, Bratislava passou por um processo de modernização, com a construção de uma nova ponte e um miradouro de aspeto futurista, visto que o governo da extinta Checoslováquia quis tornar Bratislava na “capital moderna do país”, enquanto Praga seria mantida como a capital oficial e histórica. O Castelo da Bratislava, construído no século X, já passou por inúmeras remodelações, como consequência da sua destruição durante as guerras, e estas acabaram por alterar o seu estilo arquitetónico original. Mesmo que não queiras visitar o castelo por dentro, subir ao topo da sua colina é indispensável. Daqui poderás contemplar a brutal vista para a Cidade Velha, a nova ponte e o rio Danúbio! A Igreja de Santa Isabel, também conhecida como Igreja Azul, é outra paragem obrigatória numa visita a Bratislava, já que se destaca de qualquer outra igreja! Foi construída em 1910 pelo arquiteto húngaro Ödön Lechner e é de estilo Art Noveau, típico da época. Apesar de estar a uns 10 minutos a pé do centro da cidade, vale a pena visitá-la pois não é todos os dias que vês uma igreja completamente azul! Não podemos falar na Eslováquia sem comentar a sua gastronomia tradicional! Durante a tua visita não deixes de experimentar o Bryndzove pirohy e o Bryndzove halusky. O primeiro é um tipo de tortellini e o segundo parece um mini-gnocchi de batata, ambos cobertos de queijo de ovelha. Para acompanhar, toma um copo de Kofola, o refrigerante eslovaco feito à base de ervas, com menos açúcar e corantes do que as bebidas mais conhecidas. De sobremesa, come uma empada recheada com sementes de papoila, cujo sabor é muito suave. A Eslováquia, apesar de não ser um destino turístico muito comum, impressiona os seus visitantes pela força e paz com que superaram tantas fases difíceis da sua história. Mesmo sendo uma cidade pequena, Bratislava é adorável e já entrou na nossa lista de recomendações para viagens na Europa! Já visitaste ou está a planear esta viagem? Conta-nos nos comentários! Se estás a pensar fazer um interrail pela Europa, Bratislava é uma boa opção e uma paragem que recomendamos! Autora: Amanda sem fronteiras

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5 Motivos para visitar Moçambique

5 Motivos para visitar Moçambique

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Moçambique é um país africano na costa do Oceano Índico, cuja capital é Maputo e onde a língua oficial é o Português. Um país multicultural cheio de contrastes, onde a população local se divide entre indígenas (50%), cristãos (30%), muçulmanos (20%), e muitos emigrantes de todo o mundo que vão para lá trabalhar. A costa leste de Moçambique tem mais de 1000 km de extensão, uma atração fantástica para mergulhadores, pescadores, marinheiros e amantes da praia. Para além da arquitetura e relíquias do colonialismo que se encontram no continente, Moçambique também preservou o seu património cultural africano, que pode ser experimentado através da tradição, música e gastronomia. Acrescente a esta arquitetura de estilo colonial, uma vida noturna agitada, uma mistura cultural fascinante e vastas extensões de florestas. Descobrir essas atrações nem sempre é fácil, mas é infalivelmente gratificante. Traz contigo paciência, uma tolerância para longas viagens de autocarro, um pouco de experiência em viagens, senso de aventura, e mergulha na jornada da tua vida. Para esta viagem aconselhamos que leves um seguro de saúde internacional premium, como o seguro IATI Estrela. Moçambique tem em várias zonas Malária, e vais querer ir protegido da melhor forma. 5 Motivos para visitar Moçambique Este enigmático país do sudeste africano está longe da maioria dos mapas de viajantes, mas tem muito a oferecer àqueles que se aventuram por aqui: longas praias com dunas, palmeiras frescas, águas azul-turquesa abundantes em cardumes de peixes coloridos, corais bem preservados, arquipélagos remotos no norte, surf no sul e divertidos barquinhos com velas ondulantes. Vamos lá? A viagem Moçambique é para viajantes. É um país que exige determinação para viajar. No entanto, a recompensa supera qualquer aborrecimento que possamos ter de ultrapassar. É um destino que te deixa a planear o regresso, antes mesmo de cruzares a fronteira. Viajar por Moçambique por alguns dias, deixa-nos logo com a resposta ao porquê do Turismo não estar desenvolvido, apesar da sua beleza natural. Moçambique é um dos países mais pobres do mundo. Tem os seus problemas, como a falta de infraestruturas, transportes públicos, corrupção policial e as preocupações de segurança associadas a um país em desenvolvimento. No entanto, com uma mente aberta e um pouco de bom senso, viajar por Moçambique é certamente um dos pontos altos da vida de muitos viajantes. Sem um veículo 4X4 é impossível viajar pelo país, pois as estradas são maioritariamente de areia, e convém ter prática a conduzir nestes terrenos. Não se assemelha em nada a conduzir na nossa cidade. Nunca se sabe onde está o próximo posto de combustível. Questões como estas podem testar a tua paciência e determinação, mas isso apenas aumenta o charme do país. A vida é uma aventura, certo? O marisco fresco África pode ter a vida selvagem e paisagens, mas quando se trata de alimentação, em muitos países pode ser muito insossa. Em Moçambique, não é o caso. A influência portuguesa e malaia combinada com frutos do mar frescos fizeram alguns dos mais saborosos pratos do mundo. Até mesmo os pratos mais básicos são vibrantes e saborosos. Todos os dias vais poder saborear lagostas, caranguejos apimentados e quantidades infinitas de camarões. O local e o prato mais famoso é o Matapa, uma deliciosa mistura de folha de mandioca, coco, amendoim, e marisco. As praias Sabes quando estás na praia e alguém coloca a toalha a um metro da tua? Isto não vai acontecer quando visitares Moçambique. Na verdade, podes nunca ver outra pessoa em algumas das praias. As praias de Moçambique são deslumbrantes e isoladas, que se estendem por muitos quilómetros e são absolutamente intocadas. Sentado na costa vais sentir-te pequeno, e é o lugar perfeito para relaxar longe de tudo. Esses litorais intocados proporcionam alguns dos melhores lugares para os amantes do mergulho e snorkeling e observação da vida marinha do mundo. Vida Marinha A guerra civil de 21 anos em Moçambique matou grande parte da vida selvagem do país. Infelizmente, o que resta agora são apenas os majestosos elefantes africanos, muito graças à forte proteção local e, alguns leões espalhados pelos parques nacionais. O que Moçambique não tem em animais terrestres compensa, com a vida selvagem marinha. Além dos poucos barcos de arrastão chineses que patrulham as águas, não há muito na forma de pesca comercial, deixando uma incrível vida marinha em toda a costa. Tofo é sem dúvida um dos melhores lugares do mundo para ver a vida marinha Moçambicana. Podes ter um dos melhores dias da tua vida ao nadar com tubarões-baleia, raias gigantes e tubarões-martelo. O arquipélago arenoso de Bazaruto, que abriga Dugongos (mamífero parecido com o peixe-boi), centenas de espécies de peixes, estrelas-do-mar e flamingos. Os sorrisos Moçambicanos Há muitos países hospitaleiros e sorridentes em África, mas nenhum se destaca tanto como Moçambique. Não há muito atrito entre os moradores e turistas, especialmente no sul, onde o ambiente é muito mais descontraído. A hospitalidade, os sorrisos e o interesse que os moradores locais demonstram proporcionam, é uma experiência notável neste país. E enquanto está em Moçambique, não te esqueças de visitar o Parque de Gorongosa, um dos 5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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Motivos para adicionares 1 (ou mais) dias à tua viagem à Amesterdão

Motivos para adicionares 1 (ou mais) dias à tua viagem à Amesterdão

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Amesterdão é uma cidade com muitas opções de museus, atividades, pontos turísticos para visitar, etc. e por esse motivo fazemos a seguinte pergunta: por que não adicionares um ou mais dias à tua viagem e conheceres também outras belezas fora do roteiro mais comum? Neste artigo, queremos inspirar-te a descobrir outras atrações, talvez menos conhecidas, mas igualmente fabulosas, da região. Reserva já o seguro de saúde internacional IATI Básico, perfeito para uma escapadela pela Europa, e vem connosco explorar os arredores de Amesterdão! 5 Locais fora do roteiro normal de Amesterdão Estes locais que hoje te recomendamos fogem do típico passeio a Keukenhof (que poderás fazer num outro dia, não deixes passar a oportunidade!) e por isso os sugerimos! Se já conheces Amesterdão ou gostarias de passar mais alguns dias nesta zona da Holanda e conhecer um pouco melhor como é a vida por aqui, continua a ler! NDSM-Wharf O NDSM é uma zona industrial que está a ganhar vida, com muita arte de rua e cores, e merece ser descoberta! Para chegar lá, basta embarcar na rota 906 do ferry gratuito que parte de Centraal Station rumo a NDSM a cada 30 minutos aproximadamente. Nesta região no norte de Amesterdão, encontrarás uma praia fluvial, um bar feito em contentores coloridos, um gigantesco armazém que recebe mercados mensais e abriga estúdios de arte, e paredes e mais paredes com impressionantes murais. Zaanse Schans Visitar Zaanse Schans é como viajar no tempo, diretamente para a Holanda dos séculos XVII e XVIII. Com a arquitetura e atmosfera originais mantidas, este adorável vilarejo tipicamente holandês atrai turistas de todo o mundo, especialmente pela sua proximidade a Amesterdão, já que está a apenas 22km de distância da cidade e é facilmente acessível pelos transportes públicos (comboio, autocarro ou ferry). Esta visita é imprescindível para quem quer admirar os moinhos e as construções tradicionais, aprender sobre o processo de fabricação e história dos tamancos de madeira, conhecer uma fábrica de queijo e visitar alguns dos pequenos museus que ocupam as casas da vila. Muiderslot Castle Com mais de 700 anos de história, o castelo e os jardins de Muiderslot são outra das atrações que merece uma visita. Este castelo, cercado por água, foi construído no século XIII com o propósito de servir como fortaleza que os defendesse dos inimigos e, ao visitá-lo, podes descobrir mais sobre a história que marcou o local. Podes visitá-los desde Amesterdão utilizando os transportes públicos (comboio, autocarro e ferry durante o verão). Para consultar os horários de visita ao castelo e os preços dos bilhetes, acede ao site oficial. Haarlem Haarlem é uma bela cidade a apenas 15 minutos de comboio de Amesterdão, a partir da estação Centraal, então não há motivos para não a visitares! Conhecida como a cidade das flores, Haarlem é uma importante produtora de tulipas, mas esta não é a única atração da cidade. Não deixes de conhecer a Grote Markt, a principal praça da cidade, onde está localizada a Catedral de São Bavão e é circundada por construçõesmuito bonitas como o Hoofdwacht, o prédio mais antigo do Haarlem, e diversos bares e restaurantes. Todas as segundas e sábados, ocorre nesta praça o mercado de rua da cidade, com uma infindável variedade de produtos frescos e regionais. Outros pontos icónicos da cidade são o moinho Molen de Adriaan e o antigo portão Amsterdamse Poort, localizados às margens do rio Spaarne. Para os amantes da arte, recomendamos uma visita ao Frans Hals Museum, onde encontrarás arte clássica, contemporânea e fotografia. Além disso, Haarlem pode ser uma boa opção para alojamento, caso queiras ficar hospedado perto do centro de Amesterdão. Volendam A nossa última, mas não menos importante, sugestão de passeio de um dia a partir de Amesterdão é Volendam, um encantador vilarejo de pescadores! A cerca de 25km de Amesterdão, é possível chegar a Volendam utilizndo o transporte público e aproveitar o mesmo dia para conhecer outros vilarejos da região, como Edam ou Marken. A melhor maneira de conhecer esta cidade é perder-se pelas suas ruelas, contemplando a arquitetura típica; passear pelas margens do lago Ijselmeer e conhecer o dique, que mantém o vilarejo em segurança, mesmo abaixo do nível do lago. Por lá também encontrarás pessoas vestidas com os trajes tradicionais holandeses e poderás alugar roupas para tirar fotos e sentir-te numa viagem à Holanda antiga. Gostaste das nossas sugestões? Temos outros artigos que te poderão ajudar a planear a tua próxima viagem a Amesterdão. Recomendamos que leias o nosso artigo sobre as 10 visitas imprescindíveis na Holanda! Autora: Amanda sem Fronteiras

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Ericeira – O Que Ver, Fazer e Comer

Ericeira – O Que Ver, Fazer e Comer

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A Ericeira é uma pequena vila piscatória a cerca de 50km a norte de Lisboa, em Portugal. Mas não te deixes enganar! Apesar de ser pequena tem muito para ver, fazer e comer. Diz a lenda que a vila deve o seu nome ao grande número de ouriços existentes na região. Hoje levamos-te a descobrir esta vila de onde a família real portuguesa partiu para o exílio no Brasil a 5 de outubro de 1910 aquando da revolução republicana. Faz a mala, não te esqueças da prancha de surf nem de contratar um seguro de viagens e prepara-te para descobrir um dos paraísos para os amantes desta modalidade! Descobre a Ericeira e tudo o que tem para oferecer! Para além de todas as dicas que te vamos dar a seguir, não deixes de lado um bom passeio pelas ruas da vila da Ericeira, tanto durante o dia como à noite, e delicia-te com as suas típicas casinhas brancas e azuis. O que ver na Ericeira • Igrejas e Capelas Para quem gosta de visitar Igrejas e Capelas, aqui está no sítio certo. Há várias para conhecer. A Capela da Nossa Senhora da Boa Viagem, a Capela de São Sebastião, a Igreja da Misericórdia, a Igreja de São Pedro, e a Igreja de Santa Marta. • Pelourinho Fica no Largo com o mesmo nome. • Forte da Ericeira Também conhecido como Forte de Milreu, Forte de São Pedro da Ericeira ou Forte de Mil Regos. Foi construído entre 1670 e 1675, e este lugar foi o escolhido para a construção do forte por se tratar do local ideal para defender o acesso marítimo à Ericeira e evitar também desembarques na baía de Ribeira D’Ilhas. O que fazer na Ericeira • Surf A Ericeira foi consagrada pela organização internacional “Save the Waves Coalition” como Reserva Mundial de Surf. Desde 14 de outubro de 2011 que é a única Reserva da Europa, e a segunda a nível mundial. Para esta consagração a organização teve em conta critérios como a qualidade e consistência das ondas, a história e cultura de surf local, a riqueza ambiental e a forte mobilização da comunidade. Mas se ainda não praticas surf e gostavas de aprender, tens também escolas de surf onde te podes estrear nesta modalidade. • Visitar o Centro de Interpretação da Reserva Mundial de Surf da Ericeira Neste centro tens a oportunidade de viver uma experiência imersiva e de ficar a conhecer a biosfera e as sete ondas que fazem parte da Reserva (Pedra Branca, Reef, Ribeira D’Ilhas, Cave, Crazy Left, Coxos e São Lourenço). O Centro de interpretação está localizado no centro da vila, na Praça da República, mais conhecida por “jogo da bola”, e está integrado no Posto de Turismo da Ericeira. • Praia Entrar no mar da Ericeira é para os fortes, ou seja, para aqueles que não têm medo de água fria. Sim aqui a água é mesmo muito fria, mas as praias são de uma beleza incrível e numa visita à vila, não pode faltar uma visita às praias. Das quais destacamos três. A Praia dos Pescadores, A Praia de Ribeira D’Ilhas e a Praia do Sul. • Discoteca Ouriço Esta é das discotecas mais antigas do país, com cerca de 60 anos. A música é dos anos 80, 90 e 2000. A fachada do edifício é renovada com frequência. • Campeonato Mundial de Surf É na praia de Ribeira D’Ilhas que tem lugar o Campeonato Mundial de Surf. • Festa da Nossa Senhora da Boa Viagem Em Agosto a Ericeira veste-se de gala para celebrar a festa em honra da Nossa Senhora da Boa Viagem. • Sumol Summer Fest Mais um evento no qual participar no verão! O festival de música Sumol Summer Fest da Ericeira tem cada vez mais adeptos! • Jogo da Bola É a praça principal da vila e onde se encontram várias lojas, esplanadas e gelatarias. O nome verdadeiro é Praça da República, mas todos a conhecem como “jogo da bola”. O que comer na Ericeira • Peixe e Marisco Sendo uma vila piscatória aqui vais encontrar peixe e marisco fresco e da melhor qualidade. As opções de restaurantes e marisqueiras são várias, mas aconselhamos a Esplanada das Furnas, com uma localização privilegiada em cima das rochas e uma vista deslumbrante. • Ouriços Doces São uma especialidade da Ericeira, e não podes ir à vila e não experimentar os ouriços doces da Casa da Fernanda. • Pão Estamos no concelho de Mafra, conhecido também pelo famoso pão de Mafra. • Bowls Chegaram também à Ericeira as famosas Nalu Bowls, vindas diretamente de Bali este é o primeiro franchising na Europa das famosas Bowls Balinesas. Uma refeição leve para quem está na praia. Se estás a pensar passar em Lisboa antes ou depois das tuas férias na Ericeira, não deixes de ler estes artigos que preparamos para ti sobre a capital portuguesa: • Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa • 5 experiências diferentes para viver em Lisboa • Descobre as festas de Santo António de Lisboa Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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Como tirar o máximo partido de um Gap Year

Como tirar o máximo partido de um Gap Year

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Já decidiste fazer um Gap Year e já escolheste o seguro de viagens IATI que mais se adequa à tua viagem. Agora chegou o momento de maximizá-lo. Como? Nós damos-te umas dicas. Planear um gap yearnem sempre é tarefa fácil. É preciso olhar bem para o orçamento e ver como é que ele pode esticar para todas as atividades. Como já dissemos anteriormente, um gap year é como um bilhete de identidade, o que significa que não há fórmula certa ou errada, e que tu tens a liberdade de fazer aquilo que quiseres. Esta pausa no teu quotidiano é o momento ideal para aprenderes mais sobre ti e sobre o mundo que te rodeia. Cada dia vai ser uma nova experiência, uma nova aprendizagem e, por isso, é importante que estejas de mente aberta e com disposição para beber todo o conhecimento. Como tirar partido do teu gap year? Uma das formas para tirar o maior partido do teu gap year é, precisamente, o planeamento. Não merece a pena planear tudo ao pormenor, mas uma pesquisa pré-viagem é essencial para não perderes pitada dos lugares por onde vais passar. Desta forma, estarás a reduzir o tempo de pesquisa durante a viagem e podes organizar-te à priori. Durante o nosso dia-a-dia tentamos evitar momentos constrangedores e fora da nossa zona de conforto, mas, durante o gap year, deves procurar exatamente o oposto! Sair da nossa zona de conforto permite-nos estar mais alerta para coisas diferentes e abertos a todo o conhecimento. Se não dominamos um determinado assunto, automaticamente vamos estar muito mais predispostos a ouvir os outros e a aprender com eles. Sempre quiseste experimentar uma profissão ou um curso, mas nunca tiveste oportunidade de o fazer? Está na altura! Através de plataformas de voluntariado e de work exchange podes experimentar distintas áreas do teu interesse pessoal, académico ou profissional. Ao fazeres work exchange vais estar a dar vida àquele teu desejo de trabalhar numa quinta, num hostel, num bar, numa comunidade ou até a desenvolver competências que sejam úteis para ti. Há imensas oportunidades na área da comunicação, marketing, decoração, natureza, trabalho comunitário e melhorias em sites e SEO, por exemplo. Para além disso, também podes integrar projetos de impacto social e ecológicos. No que diz respeito aos cursos, a Gap Year Portugal tem um programa que te permite experimentar até três cursos na universidade, durante duas semanas cada. Imagina que estás indeciso quanto ao teu futuro e essa é, na realidade, uma das razões pelas quais estás a fazer um gap year. Esta é a única oportunidade para experimentares cursos sem estares, efetivamente, na universidade. Tira o maior proveito do teu gap year, maximizando as tuas habilidades e conhecimento! Os momentos de reflexão são super importantes durante toda esta pausa. Por vezes, as pessoas estão tão embrenhadas na experiência que estão a viver que não param para pensar. Já ouviste falar de aprendizagem reflexiva? É exatamente aquilo que soa. Aprender enquanto refletes. Acredita que nem sempre é tarefa fácil, mas acaba por ser uma forma de rever toda a informação que tens recebido, tratá-la e tirar o maior proveito dela. Afinal, as viagens também servem para desenvolveres as tuas soft skills. Em viagem, somos confrontados com realidades muito distintas à nossa e a um ritmo de vida ao qual não estamos habituados. Observamos com atenção as diferenças e similitudes com a nossa cultura. Este exercício acaba faz com que, involuntariamente, pensemos nas nossas atitudes e ações perante determinados momentos. Aqui já estamos a refletir e, por seguinte, a aprender mais sobre nós e sobre os outros. Aproveita para escrever durante a viagem: terás uma boa recordação e vai ajudar-te a assimilar tudo de uma forma mais prática. Maximizaste o teu gap year de tal forma que, uma vez de regresso a casa, não sabes o que fazer? Aqui fica mais uma dica: partilha a tua experiência! Se tiveste um ano incrível, cheio de histórias, peripécias e realizações, por que não partilhar com os outros? Junta a tua família e amigos numa sessão de fotografias, escreve as tuas aventuras num blog, envia artigos sobre as tuas experiências para jornais e revistas do tema e fala com a Gap Year Portugal. Podes tornar-te num advisor que vai ajudar outros gappers a pôr a mochila às costas e a desafiar-se a ter um ano diferente. Ainda não tens a certeza de que o Gap Year é a melhor opção para ti? Sabe mais sobre este ano de pausa em movimento com o nosso artigo! Autores: Gap Year Portugal

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10 dias em São Roque do Pico

10 dias em São Roque do Pico

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Cais do Pico, São Roque do Pico, Ilha do Pico, Açores e Portugal. Uma espécie de construção matrioska da minha projecção de um postal, onde o genuíno impera. Estava um nevoeiro cerrado no Cais do Pico. Assim começa a minha história. Hoje em dia todos os nomes de grandes e pequenas povoações dos Açores são-me familiares. Há poucos anos não eram. Sabia o nome das ilhas. Hoje, com sorte, se me disseram um nome de uma rua da ilha do Pico, corro o risco de acertar. Como adoro aquela terra. Não é o lugar onde nasci, não vivo lá e muito provavelmente não irei lá viver lá. Mas já considero este pedaço de terra Atlântica como minha. Percebem o sentimento? Acho que um sentimento tão típico dos Açores. Sinto-o como algo magnético. Onde o natural é ser belo e onde o simples é perfeito. No final de Maio, do ano 2018, decidi viver durante 10 dias na ilha do Pico e mais concretamente no concelho de São Roque do Pico. Há anos, poucos, São Roque do Pico era um daqueles nomes dos Açores que eu não conhecia. Hoje é quase tão familiar como a palavra casa. Recuo a esse mês de Maio e ao Cais do Pico, e ao nevoeiro cerrado. O Cais do Pico, para mim, é o coração de São Roque. Junto à antiga Fábrica da Baleia Armações Baleeiras Reunidas, Lda, hoje Museu da Indústria Baleeira, com vista para a marginal de São Roque e para os contornos da ilha de São Jorge, sentei-me na rampa de entrada das baleias (a caça e transformação da baleia foi extinta em 1984) a ouvir o mar a bater nos muros de pedra e viajar no tempo. No tempo dos homens do vinho licoroso e das baleias. No tempo em que não existiam aviões. No tempo em que chegar ao Pico era apenas para os mais audazes. Não tinha plano e iria ficar durante 10 dias. Levantei-me e dei inicio à viagem. Já vos disse que estava um nevoeiro cerrado? São Roque do Pico, é um dos três concelhos que formam o território da ilha do Pico (juntamente com as Lajes do Pico e a Madalena). Tem cerca de 3500 habitantes e cerca de 150 km2 de área. Foi terra marcada pela caça à baleia, tal como todas as ilhas do triângulo (Pico, Faial e São Jorge), e foi, e ainda é, terra de vinho e de vinhas muito particulares (rasteiras e muradas), onde “vive” destacada a casta Verdelho. Também é terra de paisagens sem fim. Para o mar, com a ilha de São Jorge a funcionar com um grande quadro onde acaba o azul. Para a terra, claro com a montanha mágica (Montanha do Pico, ponto mais alto de Portugal) a absorver todas as atenções. Também é terra de boa comida, com peixe e carne quase em igualdade pontual, no que toca ao maior destaque. Tem bons restaurantes, mas o melhor (é sempre o melhor) é encontrarem a casa da avó de alguém e comerem (e beberem) ao som de uma boa história açoreana. Não encontrei nenhuma avó, pronta a receber-me, mas encontrei a Cristina, que me recebeu de uma forma que deveria constar em todos os manuais que falam em bem receber. Tudo do melhor. Só a conversa e as histórias bastavam, mas a comida também era do melhor. Comida verdadeira, sabem? Aquela que conforta o coração. Isto tudo na Adega Buraca (portanto, vocês também podem ir visitar a Cristina). Já tinha mencionado que era terra vinho e vinha, mas ainda não tinha enaltecido que também é terra de quem faz vinho. Tenho destacar o Czar (que nome altivo para um vinho) do amigo Fortunato, que honra gerações, com uma espécie de dádiva dos deuses. Também é terra de barcos e de mestres de barcos, com a lindíssima freguesia de Santo Amaro em destaque. Santo Amaro e o seu cantinho chamado Terra Alta, dignos de um sonho do qual não vamos querer sair. Qual segredo dentro do segredo. Não posso sair de Santo Amaro sem dar um beijinho às irmãs gémeas Alzira e Conceição Neves, que são das melhores contadoras de histórias com quem já me cruzei e que fazem da sua casa e da sua escola de artesanato, uma espécie de santuário de coisas boas e genuínas. E ainda tenho de passar pela Prainha. Mais uma freguesia de São Roque. Bem, falar da Prainha é tocarem-me no coração. As ruas, a vista da Igreja, o cais, o bar da Neide, as laranjas da mãe da Sílvia, o sorriso da Sílvia, a simpatia do Daniel. Enfim, é um lugar a roçar aqueles lugares são feitos com poções mágicas. Lindíssima e com pessoas do melhor. Falando da Prainha, não posso esquecer o caminho da Prainha para São Roque. Um misto de bosque, com uma floresta que acaba no mar, e prados, com desníveis, a desafiar a física, a perder de vista. Claro, o azul do mar e a imponência estão sempre presentes. E depois também é terra acolhedora. Sim, acolheu-me a mim, como se acolhe um filho, durante os tais meus 10 dias disfarçado de açoreano. Mas também acolheu, por exemplo, o Pavel. Um russo que chegou ao Pico para mergulhar, apaixonou-se por aquele lugar (fácil!) e ali assentou arraiais. É dono do Casa Âncora, que fica em plena marginal de São Roque. Um dos restaurantes mais boa pinta, não só o Pico, mas dos Açores. E no final, como no início, é regressar ao Cais do Pico, voltar a sentar-me no muro e ouvir o som do mar. Como se o mar dissesse tudo, e onde nesse tudo o mais importante é o silêncio. Silêncio que nos faz olhar para dentro, sentir o lugar e sentirmo-nos como parte dele. Para quem acredita em fantasia, como eu, a palavra magia tem sempre que entrar aqui. Esta terra é mágica. Sentado no muro do Cais Pico, num lugar dos baleeiros, com tal nevoeiro cerrado, tão típico dos Açores e do Pico. Que não afeta porque sabemos que tudo muda, num segundo, sabendo que o Sol vai aparecer e aquecer. Já vos tinha falado em magia? Sentado no tal muro, penso se São Roque pode ser um postal. Normalmente, os postais são de areia branca e em lugares que não existem da maneira como são mostrados. Para mim, um postal é pegar numa fotografia e entrar para dentro dela, numa mistura entre sonhos, fantasia e uma confortante realidade. São Roque, para mim, não só é um postal, como é um dos meus favoritos. Com essa conclusão, e no tal silêncio que diz tudo, fiquei no muro que ainda deve ter a minha marca. Maravilhoso, este meu São Roque. Crónica escrita por Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora Outras crónicas do Carlos Bernardo: • “Welcome to India” e a chegada a Trivandrum • Visitando La Valetta, Malta • O mercado semanal de Rissani

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Viagens ao Brasil com crianças. Sim ou não?

Viagens ao Brasil com crianças. Sim ou não?

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O Brasil pode não ser o destino preferencial para muitas pessoas, mas na verdade é um destino incrível para se visitar com crianças e familiares. Viaja para o Brasil com crianças e prepara-te para uma aventura emocionante! Sabias que o nosso seguro de viagens IATI Estrela é uma excelente opção para umas férias no Brasil? Tem cobertura de 5.000.000€ em despesas médicas, para além de todas as outras vantagens como a repatriação e o atendimento em português. E se costumas viajar várias vezes em família, a melhor opção é o seguro IATI Anual Multiviagens, que independentemente do número de viagens que faças ao longo do ano, estarás sempre coberto pela apólice, e é mais económico. É seguro viajar para o Brasil com crianças? As longas distâncias no Brasil podem tornar as viagens familiares desafiadoras, especialmente se quiseres conhecer vários locais, mas as recompensas são consideráveis: diversão sem fim em praias de águas calmas, passeios em florestas tropicais, passeios de barco e bastantes oportunidades de observação da vida selvagem. O melhor de tudo é a calorosa hospitalidade dos brasileiros, que fazem de tudo para que as crianças se sintam bem-vindas. A maior parte do país está livre de malária, tem excelentes instalações hoteleiras e boa acessibilidade para pais que viajam com carrinhos de bebé. Fora das cidades a vida selvagem é abundante (em terra ou no mar) e pode ser vista a pé, de barco, carro ou até a cavalo, mantendo as crianças muito entretidas. Recomendamos que leias o nosso artigo para saberes mais sobre a segurança no Brasil e os conselhos do Ministério dos Negócios Estrangeiros português. Como é comer fora? Comer fora normalmente não é um problema, mesmo para crianças que não gostam de todos os alimentos. Existem imensos restaurantes que vendem comida a peso e são lugares bons para uma refeição: as crianças terão uma enorme variedade de opções, e como são geralmente sítios barulhentos, ninguém se importa com as famílias. Comida mais prática – pizza, hambúrgueres, gelados – é amplamente disponível, e às vezes toma novas formas divertidas (pizza com chocolate, ou com banana e canela). Fruta descascada, com casca ou em sumo, há de tudo, por todo o lado, seja cidade, praia ou interior. (Nota: em sumo, se não quiseres açúcar, tens de pedir. 99% das vezes colocam umas boas colheradas) As lanchonetes (cafézinhos) oferecem também sandes variadas, pão de queijo, batatas ou mandioca frita, etc, para refeições rápidas. A maioria dos restaurantes grandes tem uma cadeira alta, embora poucos tenham menus para as crianças. As porções, no entanto, são enormes, não vale a pena pedir um prato só para uma criança pequena. Leva lápis de cera, papel ou outro divertimento, se precisares pois os restaurantes brasileiros não costumam ter. E não te esqueças do teu seguro IATI! Vale a pena alugar carro? Ou utilizar transportes públicos? Dada a grande dimensão do Brasil, o transporte apresenta alguns desafios. E depende do tempo disponível e do quanto se pretende gastar. Ou passas longas horas num autocarro, ou vais de avião e é muito mais caro. Passar um dia inteiro num autocarro pode não ser um grande drama, se tiveres muitos dias para passar no Brasil. Os autocarros costumam parar várias vezes nos percursos intercidades para os clientes comerem e irem ao WC. Crianças habituadas, não se aborrecem. Outra coisa boa dos autocarros é que se a criança for ao colo não paga bilhete. Se for sentado paga tarifa completa. O melhor é arriscar, normalmente há vários lugares livres, ou livres durante parte do percurso. Alugar um carro pode poupar-te algum dinheiro e ajudar a movimentar com mais eficiência, se não te importares de conduzir. As empresas de aluguer de carros, raramente têm os bancos para crianças, é melhor confirmares antes da viagem. Quando é a melhor época para viajar com crianças ao Brasil? Para evitar multidões, mas ainda desfrutar do clima quente da praia, planeia ir de novembro a janeiro (exceto entre o Natal e a Passagem do Ano) ou final de março e abril. O clima no Brasil não é o típico que encontras na Europa. O inverno prevalece desde os meses de Maio até Setembro (estação seca) e é o momento perfeito para fazer caminhadas, visitar parques naturais ou acampar com crianças. O que não te podes esquecer? – Existe um pouco de tudo, em toda a parte. Mas se a criança usa algum produto específico ou comprado com receita médica, convém levar. – Levar cadeira automóvel. – Confirmar que o hotel tem berço ou cama-extra, pois muitos não têm. Crianças até 5 anos geralmente não pagam nos hotéis, e até aos 12 pagam metade da tarifa. – Fazer uma consulta do Viajante. – Contratar um Seguro de Viagem. Muitas localidades pequenas só têm um pequeno, e mal equipado, Posto de Primeiros Socorros. Se alguma coisa acontecer, precisas de te deslocar para uma cidade com hospital, no primeiro momento, e sem pensar nas despesas. Com belas praias e florestas verdejantes, o Brasil tem um apelo bastante óbvio para quem tem que entreter crianças. Brasil com crianças? SIM! E se ainda não estás completamente convencido de que deverias fazer um seguro para viajar com crianças, recomendamos que leias o nosso artigo sobre este tema! Bons Passeios! Alguns destinos brasileiros que não deves deixar de visitar: • O que ver e fazer em Jericoacoara, destino brasileiro exclusivo • Pipa, para além da Praia do Amor • Fortaleza, a porta de entrada para o Paraíso do Ceará Autores: Onde andam os Duarte?

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Quinta da Regaleira, o lugar mais místico de Sintra

Quinta da Regaleira, o lugar mais místico de Sintra

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A Quinta da Regaleira é um dos locais mais místicos que podes conhecer em Portugal. Com inúmeras referências à Maçonaria, a Quinta é toda ela um apelo ao nosso imaginário. Visitar a Quinta da Regaleira é como entrar num conto de fadas, ou num dos livros do Harry Potter. Se gostas do espírito e ideais românticos, esta visita é para ti. Ao ser uma visita que podes fazer durante uma escapadela de fim-de-semana, recomendamos-te o seguro de viagem IATI Escapadinhas, que cobre até 50.000€ de despesas médicas por um preço bastante económico. Esta cobertura é também suficiente para os viajantes brasileiros que necessitam de um visto para viajarem para a Europa. A Quinta da Regaleira A Quinta da Regaleira é um dos mais impressionantes monumentos da serra de Sintra. É composta por um conjunto de fantásticas construções (torres, grutas, estátuas, lagos, fontes e poços). Destacamos o poço iniciático como ponto obrigatório numa visita à Quinta. Subir ou descer este poço é uma experiência a não perder. Todas estas construções são rodeadas por magníficos jardins, dos quais fazem parte várias espécies de árvores e plantas, todas elas identificadas. Atenção que é proibido colher flores. A Quinta é uma obra resultante dos sonhos do seu proprietário, António Carvalho Monteiro conhecido como Monteiro dos Milhões, e do arquiteto e cenógrafo italiano Luigi Manini. Está situada em pleno Centro Histórico de Sintra, este que foi classificado como Património Mundial pela UNESCO desde 6 de dezembro de 1995. Como Chegar A circulação automóvel está bastante condicionada no centro histórico, pelo que se optares por ir de carro o melhor é estacionar fora do centro histórico e ir a pé. Podes também optar por transportes públicos. Tens o comboio da linha de Sintra e autocarros, para além de tours organizados. Da estação de comboios de Sintra até à Quinta da Regaleira são sensivelmente 30 a 40 minutos a pé. Tens de ter este tempo em atenção se pretendes fazer a visita guiada, uma vez que são muito rigorosos com o início das visitas. Se não chegares com pelo menos 10 minutos antes da visita, já não podes participar. O melhor é colocares no Google Maps e pores os pés ao caminho. Quando passares pelo famoso Hotel Lawrence, já estás muito perto. A entrada e a saída são feitas por locais diferentes. A primeira porta que vais ver é a saída, para chegar à entrada ainda vais ter de andar mais um pouco. Os últimos metros são a pique e os que custam mais a subir, mas acredita que vai valer a pena. Como visitar Existem duas formas de visitar a Quinta. Através de visita guiada ou através de visita livre. Se optares pela visita livre tens a opção de alugar um audioguia, com vários pontos espalhados pelo recinto e que te vão contando a história e curiosidades de cada local onde te encontras. Bem como relatando alguns dos mitos e lendas que fazem parte deste lugar. Existe ainda uma aplicação para telemóvel, a Regaleira 4.0, que te permite fazer a visita em realidade aumentada (disponível na App Store e Google Play). Os bilhetes compram-se exclusivamente dentro da Quinta da Regaleira, mas podes fazer a tua reserva online. As bilheteiras estão instaladas nas antigas cocheiras, mesmo a seguir à entrada. Com a compra do bilhete é-te entregue o mapa da Quinta, essencial se fores fazer a visita livre. Depois de comprares o bilhete tens à disposição pequenos cacifos onde podes guardar os teus pertences. • Visitas Guiadas – é possível conhecer a Quinta através de uma visita guiada, de terça-feira a sábado. Com dois horários fixos, às 10h00 e às 14h00. As visitas são feitas por guias especializados e têm a duração aproximada de 90 minutos. Os bilhetes têm de ser adquiridos na bilheteira, e tal como já referimos, têm de ser adquiridos até 10 minutos antes do início da visita. A fila para a visita livre e para a visita guiada é a mesma, pelo que podes ter de estar na fila ainda algum tempo até conseguires comprar o teu bilhete. Só é possível fazer reserva para grupos com número de participantes superior a 10 pessoas, e com exigência de pagamento antecipado. Aconselhamos a fazeres pelo menos uma vez na vida a visita guiada. Esta proporciona a contextualização dos vários elementos que fazem parte da Quinta da Regaleira. Na Visita livre podes alugar o áudio guia, mas a explicação é sem dúvida mais rica. • Visitas Livres – Aqui podes visitar a Quinta ao teu ritmo, com o mapa (essencial), e com ou sem audioguia (o aluguer do audioguia não está incluído no preço do bilhete), e existem trinta pontos de escuta espalhados pelo Palácio, Capela e Jardins. Estão disponíveis em português, inglês, espanhol, francês, alemão, italiano e russo. Existe também uma versão infantil em português, e versões acessíveis em audiodescrição e língua gestual portuguesa. Percurso dentro da Quinta Caso tenhas optado pela visita livre, o mapa que te dão é muito bom, e permite fazer a visita tranquilamente ao teu ritmo, e passar pelos 30 pontos de escuta do audioguia. • Palácio – O Palácio é constituído por várias salas, que podem ser visitadas e onde também estão pontos de escuta. Tens a sala da caça, a sala da renascença, a sala do fumo, a sala dos reis e a sala da música. Não te esqueças que dentro do palácio não é permitido fotografar com flash. • Os pontos que vais poder visitar para além do Palácio: Casa da Renascença; Patamar dos Deuses; Capela; Estufa; Gruta do Labirinto; Lago; Loggla; Casa dos Ibis; Gruta de Leda; Torre da Regaleira; Fonte da Abundância; Oficina das Artes; Zigurate; Lago da Cascata; Patamar do Ténis; Gruta do Oriente; Aquário; Portal dos Guardiães; Poço Imperfeito; Poço Iniciático e Gruta da Virgem. Dicas • Vestuário e calçado – Vestuário e calçado confortáveis. Tem em atenção que estás na serra de Sintra, por isso mesmo de verão é aconselhável levar um agasalho. • Fotos E Filmagens – Dentro do palácio não são permitidas fotos com flash. Não é permitido filmar, usar tripé e drones. • Piso Escorregadio – Em alguns locais o piso é escorregadio. • Fumar e Fazer lume – Não é permitido fumar ou fazer lume. • Animais – Não são permitidos animais. • Carrinhos de bebés – Em alguns locais dentro da Quinta não são permitidos. • Comida e bebidas – dentro do recinto também são proibidas. Há uma cafetaria dentro da Quinta. • Bilhetes – Os residentes em Sintra não pagam a entrada, em qualquer dia da semana. Informações importantes Site: www.regaleira.pt Morada: Rua Barbosa du Bocage, Sintra Horário: De abril a 30 de setembro: Abertura – 9h30 Encerramento – 19h00 De 1 de Outubro a 31 de março: Abertura – 9h30 Encerramento – 17h00 Durante todo o ano o Palácio, a Capela e espaços de exposição encerram meia hora antes da Quinta. A Quinta Encerra nos dias 24 e 25 de dezembro e 1 de janeiro. Sabias que Sintra está na nossa lista de 8 destinos incrivelmente românticos na Europa? Descobre quais são os outros e prepara uma viagem romântica para a tua cara metade! Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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6 Destinos Imperdíveis em Marrocos!

6 Destinos Imperdíveis em Marrocos!

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Marrocos é um destino muito diferente do que estamos habituados por aqui, marcado por uma cultura e belezas naturais ímpares. Não temos dúvidas de que esta fascinante viagem surpreenderá qualquer viajante. Antes de embarcares, não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem com a IATI para poderes viajar tranquilamente e desfrutares ao máximo da tua estadia no país! 6 destinos a não perder em Marrocos Recomendamos também que leias o nosso artigos sobre o que precisas de saber antes de viajar a Marrocos para que o possível “choque cultural” seja uma experiência agradável e não intimidante. Lembra-te que Marrocos é um país muçulmano e que algumas regras poderão ser diferentes das que conhecemos. 1. Marraquexe Conhecer esta cidade é fundamental para iniciares a tua imersão na cultura marroquina! Reserva pelo menos 2 dias para Marraquexe e perde-te pelas vibrantes lojas dos souks, visita o Palácio Bahia, os coloridos Jardins de Majorelle, a icónica praça Djemaa El Fna, admira a arquitetura da Madraça Ben Youssef e a história do Museu de Marraquexe. Lê mais detalhes sobre cada um destes fascinantes lugares no nosso artigo com o roteiro completo por Marraquexe! Depois de conheceres os principais pontos de Marraquexe, continua a viagem com um grupo e guia e admira as belezas do interior do país! 2. Ouarzazate A caminho de Ouarzazate, o vilarejo de Ksar Aït Ben Haddou é uma visita a não perder: considerado um oásis no meio do deserto, por haver um riacho e alguma vegetação à volta, desperta a curiosidade de um grande número de turistas diariamente. O que impressiona os visitantes é que as casas são construídas com tijolos artesanais, feitos localmente com uma mistura de pedra, barro e palha. No telhado, são usados tijolos de barro e palha, para que não sejam tão pesados. Com estes materiais de construção, as casas do vilarejo necessitam de uma manutenção frequente, visto que suas estruturas se desgastam com o passar do tempo. Outro detalhe interessante é que a vila já foi usada como cenário em diversos filmes e séries, como Indiana Jones, Gladiador, A Múmia, Game of Thrones e muitos outros. De certeza que te lembras de a teres visto na televisão! Por falar em cinema, aproveita também para te juntares a uma visita guiada ao Atlas Film Studio, em Ouarzazate. É uma excelente oportunidade para explorar o cenário (feito de gesso e esferovite) de diversos filmes e sentires-te uma personagem de Ben Hur, Asterix e Obelix, Gladiador ou Babel! Que papel gostarias de representar? 3. Montanhas Atlas Quem pensa que a paisagem de Marrocos é só marcada pelo deserto do Saara está muito enganado! Imaginavas que também existiriam montanhas rochosas altíssimas, cujos picos chegam a ficar cobertos por neve?! A Cordilheira do Atlas estende-se por quase 2400 km, atravessando o território de Marrocos, da Argélia e da Tunísia, e atinge uma altura de 4167 metros no seu ponto mais alto. Apesar das muitas curvas da estrada, ficarás encantado com a diversidade natural e a imensidão da cordilheira, que ganha um charme especial quando a neblina cobre o vale! 4. Merzouga A experiência de andar de camelo, acampar no Deserto do Saara, fazer sandboard nas enormes dunas de Merzouga e observar o céu estrelado, bem como o pôr e o nascer do sol, é absolutamente única e inexplicável! Não deixes de reservar um dia para este tour! Estes passeios costumam incluir refeições típicas, como os deliciosos tajini, cuscuz e naan, e são acompanhados pelo tradicional chá marroquino. Não percas a oportunidade de experimentar a gastronomia marroquina e conversar com cidadãos locais! 5. Tinerhir Além de conhecer este vilarejo, visita também os impressionantes desfiladeiros o belo oásis de Todra, com o seu rio e um vasto palmeiral, que trazem vida e cor à região. As Gargantas do Todra chegam a uma altura máxima de 160 metros e, em algumas partes, a sua largura é de apenas 10 metros. Nas estações chuvosas, os caminhos podem ficar inundados, então, se Tinerhir e as Gargantas do Todra estiverem no teu roteiro, pesquisa as condições climatéricas da zona antes de organizares a tua visita! Essaouira é uma belíssima e sossegada cidade litoral, com paisagens que ainda não forma exploradas em excesso pelos turistas. Depois de teres viajado tanto e teres conhecido outras cidades incríveis, aproveita os teus últimos dias em Marrocos para descansar destas intensas férias e desfrutar da tranquilidade das praias de Essaouira! Se ainda tiveres mais dias para explorar Marrocos, parta rumo ao norte e aproveita para conhecer Casablanca, Rabat, Fez e a carismática e azulada cidade de Chefchaouen. Ou se preferires, ruma a sul e descobre o mercado semanal de Rissani do qual nos falou o Carlos Bernardo numa das suas estórias pelo Mundo. Boa viagem! Esperamos que desfrutes desta aventura tanto quanto nós! Depois de leres este artigo, temos a certeza que ficaste com vontade de conhecer o país e passar pelo menos uma semana em Marrocos. Mas… Se estás de férias no sul de Espanha e só tens um dia livre para visitar o país magrebino, aqui está um artigo que te poderá ajudar a planear a tua visita de um dia por Marrocos. Não há desculpas, Marrocos merece ser visitado! Autora: Amanda sem Fronteiras

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O Triangulo Cultural do Sri Lanka

O Triangulo Cultural do Sri Lanka

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A norte de Kandy, as emaranhadas colinas verdes das terras altas centrais caem nas planícies da zona seca, uma região quente e sem vegetação coberta de mato espinhoso, pontuada por afloramentos rochosos isolados que se elevam dramaticamente sobre as planícies. Contrata um seguro de viagens que não te deixe pendurado no Sri Lanka, faz a mochila e parte para este país maravilhoso. Neste artigo voamos até ao país em que a bandeira ostenta um leão amarelo de espada na pata, e contamos-te o que não podes deixar de visitar no Triângulo Cultural. O Triangulo Cultural do Sri Lanka Apesar do ambiente natural pouco promissor, estas planícies do norte, tradicionalmente conhecidas como Rajarata, ou “Terra do Rei” (embora agora mais popularmente conhecidas como o Triângulo Cultural), foram as zonas onde nasceram as civilizações cingalesas primitivas, centradas nas grandes cidades de Anuradhapura e Polonnaruwa, cujos monumentos grandiosos ainda servem como lembretes poderosos da era de ouro da civilização cingalesa. O Triângulo Cultural é assim chamado porque inclui três lugares que formam um triângulo. Anuradhapura ao norte, Polonaruwa ao leste e Kandy ao sudoeste. Dentro do triângulo, existem outros locais de interesse como Dambulla. Dois são apenas ruínas, mas todos têm um grande valor histórico e cultural, por isso há muito para ver e fazer. Uma semana não será demasiado tempo, para visitar os principais pontos de interesse. Anuradhapura No coração espiritual do Triângulo está a grande cidade arruinada de Anuradhapura, capital da ilha do século III aC a 993 dC e uma das grandes metrópoles da Ásia medieval, pontilhada de vastos mosteiros, palácios elaborados, enormes tanques e um trio de monumentos monumentais. As Stupas eram ultrapassadas em tamanho, no mundo antigo, apenas pelas pirâmides egípcias. Polonnaruwa Os restos de Polonnaruwa, a segunda capital da ilha, são mais compactos, mas igualmente absorventes. Polonnaruwa é incrível, não há outra palavra para descrever. É Património Mundial da UNESCO, por isso tem sido bem preservado ao longo dos últimos anos. Há mil anos, esta cidade era a capital do Sri Lanka, mas as vastas ruínas estavam abandonadas, sendo lentamente tomadas pela selva invasora. É impressionante o trabalho de escavação que trouxe de volta à luz o complexo de templos. Não deixem de visitar o Museu para observarem as fotografias do “antes e depois”. O que torna Polonnaruwa tão especial? Não é um destino turístico amplamente visitado, por isso não está muito lotado. Isso significa que serás capaz de explorar áreas completamente silenciosas, longe do resto das multidões, com espaço para sentires o peso da história deste local. Lindas esculturas, desenhos e até estátuas gigantes de buda envolvem-nos e transportam até tempos antigos. A melhor forma de te deslocares é de bicicleta, pois a cidade ainda é grande. Não deixes nada de importante no cesto da bicicleta, especialmente comida ou bebida, pois os macacos, que existem às centenas, estão sempre atentos. Cidadela de Sigiriya É a mais extraordinária vista do Sri Lanka e também, o local mais visitado. Trata-se de uma imponente rocha de 200 metros de altura, coberta com as ruínas de um antigo palácio, e decorada com frescos reconhecidos como património da UNESCO desde 1982. A rocha foi escolhida em 477 aC pelo rei Kasyapa como o local de seu novo palácio e capital do Sri Lanka, movendo assim o centro do império de Anuradhapura para Sigiriya. Quando ele morreu, apenas duas décadas depois, a capital foi transferida de volta para Anuradhapura e os monges budistas retornaram ao mosteiro que estava lá já oito séculos antes da construção do palácio. O mosteiro foi ocupado até o século XIV. Apesar das multidões que sobem e descem em Sigiriya, com filas serpenteantes transbordando pelas várias escadas, a maioria das estruturas inferiores e até mesmo algumas de nível superior são profundamente pacíficas, e é fácil encontrar um local tranquilo mesmo num local que recebe milhares de visitantes por ano. Cavernas de Dambulla Além dos antigos templos de Anuradhapura e Polonnaruwa, o Triângulo Cultural é o lar do famoso Templo da Caverna de Dambulla e de alguns outros templos e cavernas menores. O Templo da Caverna de Dambulla abriga uma gigantesca estátua de Buda em repouso, cercada por estátuas menores e pinturas murais retratando a vida de Gautama Buddha. O complexo é composto de cinco templos e um Buda dourado gigante. Uma caixa mágica de tesouros de escultura e pintura budista e o centro religioso de Mihintale, o lugar da introdução do budismo na ilha. O templo da caverna de Dambulla é um local muito interessante no triângulo cultural do Sri Lanka, porque o templo é construído num labirinto de cavernas dentro de uma grande rocha. E tem mais de 2000 anos! Uma vez nas cavernas, as coisas são muito mais solenes. As estátuas e pinturas de Buda são altamente respeitadas, e as frescas e escuras cavernas ainda são hoje um mosteiro ativo e lugar de adoração. Devido a isso, assim como a maioria dos outros lugares no Sri Lanka, os joelhos e ombros cobertos são necessários. Kandy A ponta mais meridional do triângulo é a cidade de Kandy. É em Kandy que a relíquia do dente sagrado é guardada no Templo do Dente, um grande complexo de templos cheio de esculturas e pinturas representando o Buda Gautama. O Templo do Dente e a cidade de Kandy são os principais atores de um dos mais magníficos festivais do Sri Lanka, o Poya Perahera. Agora que já sabes mais sobre o Trinângulo Cultural do Sri Lanka e os locais a não perder, aproveita para saber mais sobre os 10 pratos típicos do Sri Lanka e outros 5 locais que deverias incluir no teu roteiro pelo Sri Lanka. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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Cosmopolita Singapura – Locais a visitar

Cosmopolita Singapura – Locais a visitar

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Singapura é uma cidade-estado cosmopolita que se tornou independente de Inglaterra em 1965, e hoje é um dos principais centros económicos do Mundo. Se estás a visitar Singapura de mochila, ou com um orçamento mais humilde, fica a saber que não é tão grande como outros países asiáticos, e que podes visitar vários lugares interessantes. Hoje deixamos-te um resumo sobre algumas das coisas que poderás encontrar por lá e que não deves deixar de visitar. Por isso faz a mala, compra o teu seguro de viagens online, apanha um avião e desbrava Singapura! Singapura, uma das cidades mais cosmopolitas da Ásia A primeira coisa que deves saber é: Singapura é mais cara comparativamente com o padrão do Sudeste Asiático, mais ou menos tudo custa o dobro. O alojamento pode chegar a 5 vezes mais. A maioria das pessoas vai a Singapura por dois ou três dias, de passagem para uma Ásia mais longínqua e aproveitam para conhecer esta divertida cidade, que começa agora a brilhar pela gastronomia e atividades que mantém ocupados os visitantes e os locais. Singapura é uma das nossas cidades favoritas no mundo. Tem tanto de cultura oriental como herança europeia, fruto dos muitos emigrantes que lá trabalham. Singapura merece mais dias do que aqueles que os visitantes lhe costumam oferecer. Faz calor lá. O ano todo. Relembramos uma conversa com uma habitante num restaurante, em que ela lamentava o facto de nunca poder usar as camisolas de inverno que vê nas revistas, e que gostava de visitar a Europa para experimentar uma cultura diferente, com um casaco e luvas vestidas! 7 atrações a não perder em Singapura Admirar o Templo Thian Hock Keng Arquitetura impressionante faz de Thian Hock Keng um dos edifícios mais fotogénicos que vais apreciar em Singapura. O templo foi construído em 1840 e feito a partir dos melhores materiais disponíveis na época, e é o mais antigo templo chinês em Singapura. É dedicado a Mazu, a Deusa do Mar, e os imigrantes chineses vieram aqui para pedir uma passagem segura antes de partirem para cruzar o Mar da China Meridional. O templo foi assinalado como monumento nacional em 1973 e está aberto diariamente das 7h30 às 17h30. A entrada é gratuita. Jantar no Boat Quay O Boat Quay é um local muito movimentado, e é também, o local ideal para refeições e entretenimento. Os bares e restaurantes com esplanadas ao ar livre também tornam o Boat Quay ideal para relaxar após um longo dia de passeios. Desde bife japonês de qualidade preparado em fogo de carvalho branco, ou cozinha indiana do norte, ou caranguejo do Alaska, aqui a gastronomia é a atriz principal. Em redor deste porto vais encontrar arranha-céus e uma série de estátuas singulares, em que toda a gente fica parada a fotografar. Vaguear pela Chinatown Chinatown engloba 2km quadrados de vida tradicional chinesa, alojada ao lado do moderno Central Business District. Este continua a ser o lugar para se ter uma noção real da cultura chinesa em Singapura. As ruas estão repletas de templos, lojas de artesanato, barraquinhas e restaurantes e são um ótimo lugar para comprar uma pechincha. Procura a Chinatown Food Street para encontrares os pratos mais típicos, como os noodles fritos, as pernas de sapo ou carnes grelhadas no espeto. Viajar da China até à India Nenhuma viagem a Singapura está completa sem uma visita a Little India. E neste caso é o bairro vizinho. Aqui vais encontrar mais comida incrível, barata e deliciosa, legumes frescos e lembranças interessantes. Se não sabes o que comer, começa por um Roti (panquecas) e um tarik (chá forte). Vais comer com as mãos, como todos por lá. Visita o templo hindu Sri Mariammam, este templo extremamente colorido e ornamentado foi construído no que é conhecido como o estilo Dravidian e é dedicado à deusa Mariamman, conhecida por curar doenças e enfermidades. Durante os tempos coloniais, foi um centro de atividades comunitárias e até mesmo o registro de casamentos para os hindus. Está aberto diariamente das 07: 00h às 12: 00h e das 18: 00h às 21: 00h. Ver as árvores gigantes em Gardens By the Bay Localizado ao longo da Marina Bay, este projeto de paisagismo urbano é uma série de monumentos que imitam árvores gigantes. Têm entre 25 metros e 50 metros de altura, e estão completamente forradas de 200 espécies de plantas tropicais que formam uma pele colorida e natural. O passeio entre as árvores é gratuito, mas se quiseres subir a uma ponte, ao Skyway, e observar as árvores de um ponto mais alto, terás de pagar. Merlion O Merlion é o símbolo de Singapura e tem a cabeça de um leão e o corpo de um peixe. Sabes que estás no centro de Singapura quando encontras o original, em Merlion Park. Também percebes logo pelo número de pessoas que tentam tirar fotografias à volta da estátua. Este não é o maior, o maior está na ilha de Sentosa e tem 37 metros. Ilha de Sentosa Esta pequena ilha artificial é popular entre os habitantes locais e os turistas. Podes visitar a Tiger Sky Tower, a torre de observação mais alta da Ásia ou a Universal Studios, que também ficam na ilha. Há uma série de bares, restaurantes e praias aqui também. Podes passear no Bora Bora Beach Bar, e sentir a Polinésia Francesa ou experimentar a experiência de jantar no teleférico (embora não seja barato). Se vais para a Ásia não esqueças de partir à aventura com o melhor seguro, à tua medida, o IATI Standard. Este seguro é ideal como seguro para viagens pela Europa por períodos maiores que 30 dias ou para países do Sudeste Asiático. Tem uma cobertura de despesas médicas de 1.000.000€, para além das nossas coberturas essenciais, como repatriações, roubos, danos de bagagem, adiantamento de dinheiro, atrasos e perdas de serviços, etc. Autores: Onde andam os Duarte?

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Formas de arrasar no couchsurfing

Formas de arrasar no couchsurfing

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O couchsurfing é considerado uma das melhores formas de viajar de forma gratuita e de mergulhar na cultura local, segundo viajantes. Esta plataforma surgiu em 2003 e, hoje, conta com mais de 14 milhões de usuários, em 180 países. Antes de aprenderes a arrasar no couchsurfing, não te esqueças de arrasar na tua segurança e contrata um seguro de viagens online com a IATI Seguros que tem opções que se adaptam a todas as tuas viagens. Mas afinal, o que é o couchsurfing? Traduzindo à letra, o couchsurfing é “surfar em sofás”. Claro está que esta tradução não se aproxima nem um pouco à definição real, tirando a parte do sofá. De uma forma muito sucinta, o couchsurfing é uma plataforma online que te permite dormir num sofá de um desconhecido, de forma gratuita. Há pessoas que têm um sofá livre ou até mesmo um quarto e não se importam de receber viajantes durante alguns dias. Mas mais do que uma plataforma, é uma comunidade que une viajantes de vários países. É preciso ter mente aberta, espírito de aventura, adaptação ao estilo de vida do anfitrião, mas, acima de tudo, estar disposto a partilhar momentos e histórias. Para quem lê sobre couchsurfing pela primeira vez, pode parecer uma prática um pouco estranha. “Um desconhecido que dá casa a outro desconhecido, de forma gratuita, apenas a troco de ficar a conhecer o outro?”. É isso mesmo! Como é que funciona? O primeiro passo é fazer o registo no website do couchsurfing. Aqui podes ser anfitrião, ou seja, recebes pessoas em tua casa, ou hóspede que procura um lugar para pernoitar. Há quem seja os dois! Há ainda uma terceira opção que te permite encontrar viajantes nas cidades onde estás. De uma forma ou outra, tens de elaborar um perfil. Tu já sabes que és fixe; está na altura de mostrar aos outros porquê. – Investe tempo a elaborar o teu perfil Um bom perfil é meio caminho andado para conseguir um anfitrião. Tens de preencher várias secções (não precisas de preencher todas se não quiseres!), entre elas uma acerca de ti, outra sobre a razão pela qual estás no couchsurfing, outra com interesses ou ainda uma na qual deves explicar aquilo que podes partilhar com os teus anfitriões. – As fotografias são mais importantes do que parecem O teu perfil não está completo enquanto não colocares pelo menos uma fotografia. No entanto, quantas mais fotografias, melhor. Dá prioridade a fotografias tuas com amigos e/ou durante viagens; mostra que tens vida social, que és real e que acaba por corroborar as informações que colocas sobre ti, especialmente a tua idade. – Referências, referências e mais referências A maior parte das pessoas não escolhe a outra se não tiver referências. Por referências, entenda-se opiniões de outros relativamente a ti e à tua casa, (esta última se fores anfitrião). É crucial que sejam detalhadas e precisas para que se constituam o mais confiável possível. No início é difícil obter referências, o que faz com que seja complicado conseguir hóspedes ou viajantes. Podes pedir a amigos teus que te escrevam referências pessoais ou que se façam passar por anfitriões ou hóspedes. Outra opção é ser verificado pela plataforma, por 52€. Por esse valor, tens direito a mensagens ilimitadas, apoio 24/7 e ficas com um perfil mais fiável. Não é obrigatório, mas ajuda! – Mensagens e viagens públicas No momento da escolha do anfitrião, não te esqueças de ler bem o seu perfil. Isto previne que te depares com alguém que não é a tua onda. Para além disso, se no teu pedido de alojamento mostrares que leste o perfil, ganhas mais pontos. É importante que a mensagem seja honesta e personalizada. Envia mensagem para mais do que um anfitrião. No couchsurfing é assim: ao enviares múltiplas mensagens, aumentas a tua chance. No momento de decidir, ninguém vai ficar chateado por receber um “desculpa, mas já encontrei um anfitrião”. Mesmo que não fiques em casa dessa pessoa, se estiveres interesse em conhecê-la, podes marcar um meet up ou mesmo dividir a tua estadia por mais do que um anfitrião. Por semana, se não fores membro verificado, só podes enviar 10 pedidos. Para contornar a situação, existem as chamadas “viagens públicas” que são pedidos abertos. No fundo, crias um texto apelativo que vai estar disponível para qualquer pessoa da cidade em questão. O importante é o que te motiva a fazer couchsurfing seja a partilhar de experiências e de culturas e não o facto de ser grátis. O couchsurfing é mais do que uma simples plataforma de alojamento; é um estilo de vida, um modo de viajar, uma comunidade. Leva contigo alguns souvenirs, convida o teu anfitrião para uma bebida ou cozinha um jantar à boa moda portuguesa como agradecimento. Lembra-te ainda de que vais ficar em casa de outra pessoa e que é importante cumprir as suas regras e hábitos. Autor: Gap Year Portugal

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Como contratar um Seguro de Viagem?

Como contratar um Seguro de Viagem?

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Depois do destino escolhido, o voo marcado e o hotel reservado, o seguro de viagem é o próximo passo! A maioria das pessoas pensa que contratar um seguro de viagem apenas compensa no caso das viagens longas e para fora da Europa, contudo, vamos mostrar-te que o seguro é importante, independentemente do destino que tenhas planeado. A Iati Seguros dá-te a conhecer as principais vantagens para contratares um seguro de viagens de qualidade. Porquê um seguro de viagem? Os imprevistos acontecem e não é bom imaginar que uma intoxicação alimentar, uma crise de asma ou um pé partido, podem comprometer toda a viagem que tanto tempo desejaste. Ter um seguro de viagem não vai evitar que estes acidentes aconteçam, mas no caso de acontecerem é sempre bom sentirmos que não estamos desamparados e que temos uma equipa a tentar ajudar em tudo o que for necessário. Se pensares que consegues fazer um seguro de viagem desde 4 EUR por dia, chegarás rapidamente à conclusão que o valor do teu seguro de viagem não vai afetar muito o teu orçamento. Por exemplo, numa viagem aos Estados Unidos da América uma simples consulta médica poderá custar mais de 500 USD, caso não sejas detentor de um seguro. Se perderes o avião ou que tenhas mesmo a necessidade de cancelamento de um voo, todos estes fatores fazem com que um seguro de viagem não seja assim tão caro. O que deve cobrir um seguro de viagem? • No caso das habituais despesas de saúde e com custos hospitalares, tens que ter atenção à franquia que te podem exigir por cada evento que recorres da seguradora porque há seguradoras que cobram mais de 50 EUR que não são reembolsáveis! Na Iati Seguros de Viagem não precisas de te preocupar com este ponto, pois não cobram franquia em nenhum caso. • É muito importante que cubra Invalidez total e parcial, como por exemplo, ficar cego ou surdo de um dos ouvidos. • Para além do atraso ou perda de voos, a probabilidade de roubos e danos de bagagem é cada vez mais frequente nos dias que correm e deverá ser também assegurada total ou parcialmente pela seguradora sem que tenhas de pagar algum tipo de franquia. Neste campo convém também deixar claro se o material informático e fotográfico estará incluído. • O repatriamento é outro fator a ter em conta, não só o da pessoa assegurada mas também de um acompanhante, quer seja no regresso a casa ou caso haja necessidade de enviar um familiar para acompanhar a pessoa doente no pais onde se encontra. • Os adiantamentos são outra prática corrente em seguros de viagem, certifica-te que não necessitarás de adiantar um único euro. Quando deve ser feito um seguro de viagem? Deves considerar fazer o teu seguro antes de iniciares a viagem. Desta forma, garantes que tudo está segurado a partir do momento em que sais para apanhar o avião. Poderás fazer o contrato logo após a compra do voo ou nas vésperas da partida. Que Seguro de viagem devo escolher? Existem várias possibilidades de escolha na hora de fazeres o teu seguro mas terás que optar por aquele que te oferece mais e melhores garantias dentro do teu plano de viagem. Por exemplo, se precisas de segurar o teu material fotográfico, se queres cobrir os cancelamentos dos voos e se queres estar protegido no caso de atraso ou perda de voo de ligação, a seguradora até te pode enviar algum dinheiro para que possas resolver alguns destes problemas na hora. Outra questão que deverás considerar, é o idioma em que a seguradora trabalha. Opta por uma em que o seu idioma seja a tua língua materna, pois em situações de emergência vai-te ser bastante útil. Como posso accionar o meu seguro de viagem? Podes accionar o teu seguro durante a viagem ou até mesmo depois da viagem terminar. Para isso, terás de entrar em contacto com a entidade e fornecer o teu número de apólice para que estes te possam identificar mais corretamente. É recomendável que guardes todos os documentos oficiais relativos ao acontecimento\acidente no caso de necessitares novamente deles no futuro. Agora que a Iati Seguros te apresentou os verdadeiros motivos pelo quais deves ter SEMPRE um seguro de viagem, só terás mesmo que desfrutar da tua viagem e deixar de parte as preocupações.

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Bali, a ilha dos deuses ou das multidões?

Bali, a ilha dos deuses ou das multidões?

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Bali tem sido, nos últimos anos, um destino muito discutido e procurado nas redes sociais e das ilhas mais visitadas do Sudeste asiático. Pelas paisagens naturais, a simpatia do povo, os sabores deliciosos, as temperaturas e a cultura fascinante. Motivos não faltam e o facto de ser um local com um baixo custo de vida (para estrangeiros) faz com que muitos nómadas digitais escolham esta ilha indonésia como casa por longos períodos de tempo. Se estás a pensar viajar para a Ásia (ou para outro destino mesmo), o nosso primeiro conselho é fazer um seguro de viagem adequado. Bali, ilha dos deuses ou das multidões? A questão que cada vez mais se debate é: ainda vale a pena visitar este paraíso hindu? A resposta pode ser um pau de dois bicos e é mais cinzenta que branca ou preta. Por isso, na IATI ajudamos-te a entender melhor as duas perspectivas e damos-te a conhecer os dois lados deste destino de forma a que possas tomar a decisão acertada para ti. Turismo de massas Tal como muitos dos destinos de praia espalhados pelo mundo, Bali sofre da concentração de turismo em massa principalmente nas zonas perto da costa e, neste caso, do aeroporto. É verdade que a confusão e o aglomerado de visitantes, hotéis e restaurantes é bastante elevado junto das praias. No caso de Bali, esta situação é visível principalmente nas zonas costeiras perto do aeroporto, devido ao seu fácil acesso. Surf, comida e bom tempo, como não adorar, verdade? Contudo existe muito mais em Bali para explorar e quanto mais afastados destes pontos mais contacto com a cultura local e a verdadeira essência da ilha dos deuses. Onde ir para evitar as multidões? Uluwato tem das mais bonitas praias da ilha e é o spot perfeito para quem quer experimentar aulas de surf sem ter um mar de gente. Para chegar a esta parte da ilha, podem alugar uma moto ou utilizar a app Grab (normalmente recomendamos os transportes públicos mas a oferta em Bali neste campo é quase nula). O norte de Bali é uma ótima opção para quem não gosta de multidões, adora andar perdido na natureza e quer conhecer o lado menos turístico de Bali: desde florestas gigantes, a infinitas cascatas passando por lagoas gémeas e plantações de arroz. A distância dos centros turísticos faz com que possas aproveitar a gastronomia ao preço local e que vejas como é, realmente, o dia-a-dia das aldeias. Ainda que seja bastante visitado e tenha algumas lojas comerciais, Ubud mantêm a sua essência, é conhecido por ser o coração da arte e cultura de Bali e a sua visita é altamente recomendada. Os edifícios típicos trabalhados são tão majestosos que facilmente se confunde um restaurante ou uma casa de família por um tempo. A vida é ligeiramente mais agitada que nas aldeias do interior da ilha, no entanto a tradição e cultura balinesa estão presentes e fortemente preservadas. Em suma, tal como em tantos outros destinos turísticos e falados, o facto de um destino ser bastante popular não significa automaticamente que o devemos excluir da nossa lista. Se realmente queremos visitar um sítio existem várias formas de contornar o turismo em massa: • Visitar durante a época baixa (das mais eficientes) • Ficar em guesthouses e homestays geridas por famílias locais em detrimento de grandes cadeias de hotéis • Comer em restaurantes locais • Evitar as horas de maior afluência em locais turísticos Estes são apenas algumas das formas alternativas para escapar ao turismo em massa e viajar de forma mais sustentável, se o tema da sustentabilidade te interessa, devias espreitar o que escrevemos aqui. Temos também um roteiro de 7 dias por Bali aqui no blog, para te ajudar a organizar a próxima viagem Autora: Janete, Flearound

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