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Visto Australiano para Portugueses

Visto Australiano para Portugueses

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Austrália, a terra dos cangurus, fica tão longínqua que muitas vezes nos esquecemos dela. A terra das praias paradísicas, do surf e dos bichos estranhos pode agora tornar-se a tua casa. E o seguro IATI Estrela pode cobrir todas as tuas despesas de saúde do outro lado do mundo. Como conseguir o visto australiano para portugueses Mas como assim viver na Austrália? SIM! Graças ao visto de trabalho e férias 462, assinado em 2014 entre Portugal e a Austrália, tudo se tornou muito mais fácil. Em que consiste o visto de trabalho e férias 462? O visto 462, mais conhecido por working holiday visa, é um visto que permite jovens Portugueses trabalharem e viajarem na Austrália durante um ano ou dois. Podemos entrar e sair do país sem qualquer restrição e também podemos trabalhar a quantidade de horas que desejamos para um ou mais empregadores. Isto parece um sonho, certo? Mas acreditem que é tudo realidade! Trabalhar em Inglês numa das economias mais prósperas do mundo (a economia Australiana cresce há 28 anos sem interrupções) é bem mais fácil do que podem imaginar. Mas afinal como tudo funciona? É muito simples. Basta teres passaporte Português, teres entre 18 a 30 anos e ainda não teres filhos. Depois existem vários papéis que deves apresentar para o pedido do visto. E são eles? • Passaporte válido • Exame de Inglês – TOEFL (nota: 60/120) ou IELTS (nota: 5/9) • Diploma da faculdade ou pelo menos dois anos de ensino superior feitos • Seguro de viagem – Podes ver no nosso site os vários seguros de viagem que temos disponíveis. • Estrato bancário com pelo menos $5000 dólares Australianos • Formulário 1208 – Este formulário está disponível no site do Governo Australiano • Carta do Ministério dos Negócios Estrangeiros – Este documento pode ser pedido online ou diretamente no ministério. A emissão do documento pode demorar várias semanas. Mais um detalhes: O visto deve ser pedido fora do território Australiano e não permite jovens estudarem mais de quatro meses. Reunidos os papéis, é hora de enviar tudo… O processo agora é muito mais simples porque pode ser feito online. Basta acederes ao site Australiano (AQUI) e com o teu ImmiAccount adicionares todos os documentos e informações pessoais. Feito isto, resta apenas proceder ao pagamento. Quanto custa o visto? O visto custa $450 dólares Australianos e, infelizmente, o pagamento do mesmo não garante a atribuição do visto. Como funciona o processo de seleção? Se todos os papéis forem enviados como devido, o processo pode demorar entre 34 a 49 dias mas tudo depende do número de vagas disponíveis. Para Portugueses existem apenas 200 vagas anuais. O processo abre no dia 1 de Julho de cada ano e o melhor é mesmo enviares a candidatura o mais cedo possível. Uma vez o visto na mão, salvo seja, associado ao passaporte porque isto agora é tudo moderno: é partir para a aventura. E é fácil conseguir trabalho, casa e amigos? Segundo a Forbes, a Austrália foi considerado o 10º país mais feliz para se viver em 2018. Não achas que esta é razão suficiente para simplesmente ir? E tu, já tinhas pensado neste visto para explorares a Austrália? Artigo escrito por: Daniela Matinho

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Cinco atrações a não perder na cidade do Luxemburgo

Cinco atrações a não perder na cidade do Luxemburgo

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A cidade do Luxemburgo é a capital do Grão Ducado do Luxemburgo. É um dos menores porém mais ricos países da Europa, mas com uma panóplia muito interessante de pontos turísticos para explorar. No artigo de hoje vamos desvendar-te os cinco lugares que não podes perder quando visitares a cidade do Luxemburgo. Na IATI Seguros, líderes em seguros de viagem à medida dos viajantes, queremos que explores todos os recantos escondidos da cidade do Luxemburgo e, já sabes, sendo especialistas em seguros temos o mais indicado para ti! Consulta-nos em caso de dúvida. Cinco atrações que não podes perder na cidade do Luxemburgo Place de La Constitution Começa a tua visita pela Place de La Constitution de onde poderás desfrutar de uma vista privilegiada sobre o Vale Pétrusse indo até à Ponte Adolphe, também conhecida como “Nova Ponte”. Esta ponte foi construída entre 1900 e 1903 pelo Eng. Paul Séjourné e foi outrora a ponte com o maior arco de pedra do mundo. Toma o teu tempo para apreciares a paisagem e dá especial atenção às casas com telhados pontiagudos e ao rio que circula tímido lá em baixo. O Parque Pétrusse Este parque além de árvores e flores que se transformam de acordo com a estação do ano, também inclui algumas formações rochosas peculiares além de ruínas de antigas fortificações. Se estiveres com tempo, aproveita para fazeres um piquenique nas mesas que estão espalhadas pelo parque. É comum os habitantes do Luxemburgo fazerem desporto nestas paragens, por isso, se gostas de te manter ativo durante as viagens, faz como os locais e aproveita para fazeres um treino num cenário histórico. Museu Drai Eechelen Este museu inaugurado em 2012 tem a sua morada numa antiga fortaleza cuja fachada ostenta três magníficas torres redondas. O seu espólio é dedicado à história desta fortaleza e conta com a impressionante quantidade de seiscentos objetos e documentos originais na sua exposição permanente. Se quiseres saber mais sobre este museu consulta a página do museu aqui. Palácio Grão-Ducal Este palácio é especial porque é a residência oficial dos Grão-Duques Luxemburgueses. Por outras palavras, é aqui que reside a família real. Se tens curiosidade em conhecer o sítio onde vive a realeza, temos uma boa notícia para ti: existem visitas guiadas ao palácio, que não cobrem todo o edifício mas dá para ter uma boa ideia de como é viver dentro de um palácio. Junto ao Palácio Grão-Ducal situa-se a Câmara dos Deputados, por isso não percas a oportunidade para umas fotografias extra. Catedral Notre Dame du Luxembourg Foi construída pelos jesuítas entre 1613 e 1621 e passou a Catedral no século XIX. É a única catedral existente no Luxemburgo, sendo um exemplo do estilo arquitectónico Barroco tardio. Assim sendo, prepara a tua máquina fotográfica para registares os impressionantes vitrais que adornam as paredes da Catedral. Além disso, se estiveres atento certamente encontrarás detalhes lindíssimos nas gravuras e baixos relevos existentes nas fachadas. Na cripta desta catedral estão depositados os restos mortais de alguns notáveis luxemburgueses, nomeadamente John de Bohemia e Marie Anne de Portugal, Grande Duquesa do Luxemburgo, consorte do Grão Duque William IV. E são estas as sugestões que a IATI Seguros tem para ti, viaja muito e em boa companhia, connosco! Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

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5 passos simples para viajar sem plástico

5 passos simples para viajar sem plástico

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Na Iati Seguros, acreditamos numa forma de turismo sustentável por isso queremos ajudar-te a reduzir a utilização de plástico durante as tuas viagens, por isso deixamos-te algumas sugestões. Escolhe o seguro de viagem à tua medida, compra os bilhetes para o teu destino favorito e começa já a tirar algumas ideias sobre como viajar sem plástico. A forma mais rápida de reduzir a pegada ecológica Produtos de Higiene Pessoal Uma das formas mais fáceis e eficientes de redução do plástico, é começar pelos produtos de higiene pessoal. Ainda que os hotéis ofereçam produtos em pequenas amostras de plástico, lembra-te que ao trazeres os teus reduzes imenso a tua pegada ecológica no lugar maravilhoso que estás a visitar. • Escova de dentes Bambu – Já existem bastantes lojas portuguesas online que as vendem. Pensa que, em média, uma pessoa gasta 4 escovas por ano e que todas as que já utilizaste na vida continuam algures por aí. • Pasta dos dentes natural – Podes comprar ou mesmo fazer em casa, não só estás a cuidar dos nossos oceanos como vais melhorar o teu belo sorriso. Não acreditas? Experimenta. • Shampoo em barra – Imaginas a quantidade de embalagens de shampoos que andam pelo mar agora mesmo? Para além de todas as vantagens para o ambiente, os sabões e shampoos naturais não trazem químicos nem consequências para a tua pele. • Desodorizante em barra ou natural – Tal como os sabões, as vantagens são visíveis: não tens de comprar plástico cada vez que te acaba o desodorizante e não trazes ingredientes estranhos para o teu corpo. • Escova de cabelo de bambu – Se precisares de comprar uma escova tem esta opção em mente. Por outro lado, se tens a tua escova de plástico desde sempre e funciona, óptimo! A ideia é reduzir o desperdício certo? Garrafa de água Em muitos países Europeus, a água da torneira está oficialmente aprovada para consumo e, em muitos outros, como o caso do Reino Unido, começa a ser comum ver restaurantes com uma estação de água filtrada para o uso de todos. Mesmo no Sudeste Asiático, por exemplo, onde a qualidade da água é um problema actual com o qual os governos locais se confrontam, até em vilas menos turísticas é relativamente fácil encontrar postos de abastecimento de água uma vez que os locais utilizam o mesmo método. Talheres e palhinhas reutilizáveis Vamos admitir, a comida é, para a maioria, uma factor muito importante em viajar. E na comida de rua encontram-se, normalmente, as maiores delícias típicas de um país. Seja para o fish and chips em Inglaterra, um waffle na Bélgica ou um Nosi Goreng na Indonésia, estar preparado para encher a barriga de coisas boas é uma vantagem. O maior conselho que vos podemos dar é comer no próprio local, estão mais tranquilos, saboreiam melhor e podem utilizar os talheres do sítio. E as palhinhas? São o 11º tipo de lixo mais encontrado nos oceanos e demoram cerca de 200 anos a desaparecer. Trazer uma não custa nada e, em muitos dos casos, não usar palhinha também não. Copo reutilizável para sumos ou cafés Para viagens ou escapadas mais curtas, o recipiente para o café pode ser bastante útil e, em muitos sítios, consegues um desconto por trazer a tua própria caneca. Para longas viagens, como Vietname ou Malásia por exemplo, os sumos de fruta naturais vão ser os teus melhores amigos. Ao pequeno-almoço, almoço, jantar ou só porque sim, por 1€ podes provar frutas tropicais com cores de arco-íris. O problema é que, se beberes dois por dia, ao fim de duas semanas, imagina a pilha de plástico que se formou. Por isso uma caneca ou copo reutilizável é a melhor solução e como bónus vais fazer mais amigos que, curiosos, perguntam onde compraste, o porquê ou te respondem com um sorriso de motivação. Sacas de pano Mercados de artesanato, comida ou lembranças para a família, em algum momento da tua viagem vais precisar de carregar coisas que compraste ou mesmo que trouxeste contigo. Os sacos plásticos são das maiores ameaças aos oceanos e, para além disso, não são práticos nem nada jeitosos de aparecer nas fotos por Roma, verdade? Pois os saco de pano duram tanto quanto os cuidares, são resistentes e não ocupam muito espaço. Distribui uns quantos pela mala e a mochila e prepara-te para essas visitas aos mercados locais. Artigo escrito por: Flearound

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10 coisas alternativas a fazer em Londres

10 coisas alternativas a fazer em Londres

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Londres é uma cidade conhecida pelo charme Britânico, pelo sotaque inconfundível, pelos black cabs que nos recordam o Mr. Bean, pelas cabines vermelhas espalhadas pela metrópole inglesa, pelos scones quentes com o chá das cinco e sobretudo pelo relógio à beira rio construído que marca o ritmo da cidade. E se isto tudo te deixou com saudades ou com vontade de visitar, a IATI, líder em seguros de viagens, tem alguns segredos e sítios alternativos a partilhar para que vejas a cidade, onde se falam mais de 300 idiomas, com outros olhos O que fazer e visitar fora dos pontos turísticos de Londres Pôr do sol e uma cerveja pelo canal do Queen Elizabeth Olympic Park Nada melhor do que beber uma cerveja bem fresca ou um latte quentinho enquanto o sol se põe num dos canais que atravessa a cidade, rodeado de barcos coloridos que servem de casa aos mais aventureiros. Uma visita ao Barbican Centre Cultura, arquitectura, arte, música, dança, uma biblioteca, três cafés, um restaurante, um chafariz e muitas surpresas é o que podes encontrar no maior centro de artes performativas da Europa. Para além da sua arquitectura brutalista e urbana, o complexo é também funcional uma vez que os seus apartamentos são casa para aproximadamente 4 000 habitantes. Museu da Infância – Childhood Museum Gostas de viajar no tempo? Este lugar vai-te levar a uma época onde os telemóveis ainda não nos roubavam as horas e castelos, pistas, comboios, bonecas, e brinquedos mágicos nos enchiam a alma e os dias. Piquenique no Chiswick House and Gardens Londres é feita de 40% de espaço verde e mais de 3 000 parques espalhados pela cidade, sendo este contraste entre a natureza e os arranha-céus é um dos pontos que mais a caracteriza. Se quiseres fugir à multidão dos parques reais e explorar como um local, visita o Chiswick House and Gardens onde vais encontrar uma pequena cascata com um lago, uma estufa onde os Beatles gravaram um vídeo icónico e verde, verde e flores sem fim. Alugar uma bicicleta Santander e explorar a cidade a pedalar Vais poder confirmar que a bicicleta é um dos meios de transporte em constante crescimento pela metrópole. Nas últimas décadas, o número de pessoas que utiliza as duas rodas para o trabalho dobrou, por isso nada melhor que entrar no espírito e pedalar pelos parques ou bairros londrinos. Só precisas de um cartão multibanco e 2£por cada 30 minutos. Visita ao secreto Pergola Gardens Situado no famoso e imenso Hampstead Heath parque, o mítico Pergola Gardens foi pensado em 1904 a pedido do Lord Leverhulme que queria um jardim secreto e extravagante. Um sítio romântico, mágico e escondido da cidade! Imagina as fotografias e memórias que uma pérgula inglesa do século XX pode trazer numa tarde de Primavera em Londres. Viagem de barco pelo rio Tamisa Muitos turistas optam pelo passeio de barco (cheio de pessoas) para explorar as margens do Tamisa, o que muitos não sabem é que existe um barco que serve como meio de transporte para os locais e que é muito mais barato. A viagem de barco desde Greenwich até à London Eye (ou vice-versa) durante o pôr do sol é das formas mais especiais e únicas de ver os pontos principais da cidade de uma só vez e com outros olhos. Desde Greenwich, Canary Wharf, St. Paul’s Cathedral, Tate Modern passando pela London Eye até ao Big Ben. Tudo isto utilizando o cartão Oyster, o mesmo que utilizas para o metro. Um dia entre a magia do Kew gardens Já falámos de parques, pérgulas e daquele verde natural sem fim, pois é, o contraste desta cidade não pára de nos surpreender. E se vos dissermos que, para além disso, podem visitar um jardim botânico e exótico com mais de 30 000 tipos de plantas (dos maiores do mundo)? Para amantes de plantas e espécies exóticas de flores, cactos e árvores este sítio tem de fazer parte da vossa visita ao sudoeste de Londres. Jantar no Brixton Village market Outra das grandes vantagens de visitar Londres, é que uma cidade é feita de cidades. O multiculturalismo é evidente, desde os milhares de restaurantes de vários países, aos diferentes bairros passando pelo estilo e cultura presente nas ruas das diferentes zonas da metrópole. Brixton é um bom exemplo disse e o Brixton Village market é o lugar ideal para uma explosão de sabores internacionais. Entre hambúrgueres, pizzas, tapas ou pratos requintados que, num abrir e fechar de boca, nos levam além fronteiras. Mais de 20 restaurantes que podes apreciar todos os dias e até com música ao vivo às quintas e sextas -feiras. Um copo com vista para a cidade: Sushi Samba Se gostas de vistas incríveis desde lá do alto e sempre quiseste ver Londres desde o topo, o Sushi Samba, num 40º andar em Liverpool Street, vai ser o sítio ideal para veres o pôr do sol. A melhor altura é, sem dúvida, o final de tarde quando o céu se transforma em tons de laranja avermelhados que refletem nos arranha-céus espelhados e a luzes noturnas dão vida à cidade. A entrada é grátis, só precisas de consumir algo enquanto aproveitas a vista. Nada mau, certo? Artigo escrito por: Flearound

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Tradições e superstições para um excelente ano novo

Tradições e superstições para um excelente ano novo

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É indiscutível que a chegada de um novo ano provoca o sentimento de reflexão, renovação e esperança em todo o mundo. Nós, da IATI Seguros, líderes em seguros de viagens adaptados às tuas necessidades, listamos 6 tradições e superstições de diversos países para atrair boa sorte e reforçar os teus desejos para o ano novo! Quais vais adotar? Tradições e superstições à volta do mundo 1. O cardápio da prosperidade Em Portugal, Espanha, Brasil e México a cada uma das últimas 12 badaladas antes da meia noite, deve-se comer uma uva, para atrair prosperidade nos 12 meses do novo ano! No cardápio do ano novo brasileiro, as aves ficam de fora, porque “frango cisca para trás”, e ninguém quer regredir no novo ano! Por outro lado, o que provavelmente está em todas as mesas é a sopa de lentilha, para atrair riqueza. 2. Vestidos para atrair… No Brasil, não há dúvida sobre a cor da roupa do dia: branca, para trazer paz e harmonia no novo ano. Já nas Filipinas, costuma-se usar roupas estampadas com muitas bolinhas, uma vez que os filipinos acreditam que os círculos atraem dinheiro para o ano que segue. Em Itália e no Vietnam, é regra é usar roupa nova, afinal, é hora de renovar! Já a roupa íntima, deve ser colorida, sendo que cada cor tem um significado e desejo especial para os brasileiros, mexicanos e bolivianos. O verde, por exemplo, representa sorte e esperança, enquanto o amarelo chama a riqueza, o rosa pede por amor e o vermelho por paixão. Mas se você estiver na Turquia, Itália ou China, sem dúvidas, a roupa íntima será vermelha, para atrair boa sorte! 3. Vamos fazer bagunça, mas é porque te desejamos muita sorte! Na Dinamarca, os visitantes costumam quebrar suas louças na porta de entrada da casa dos amigos e família. Os donos da casa vão lá deixar esta loiça partida, com o intuito de mostrar ao vizinhos o quão queridos são! 4. Love is in the air Tem tradição mais romântica para o ano novo do que a americana e canadiana? Diz-se que o beijo à meia-noite tem origem em superstições da era medieval, que levaram também à tradição inglesa, que acredita que a primeira pessoa vista após a meia-noite ditará a tua sorte para o ano recém-chegado: se for um homem de cabelo escuro, trazendo à tua casa sal, carvão e pão, o teu ano será muito próspero e não faltará comida, calor e dinheiro! 5. Vamos pular! Muitos brasileiros também vão à praia pular 7 ondas, para terem forças para ultrapassar as dificuldades que surgirem e fazerem um pedido à cada onda. Esta tradição é de origem africana e reflete as crenças da religião umbanda, mas é adotada por muitos, mesmo que não sejam seguidores desta religião. Já na Dinamarca, onde o mar é muito gelado para pular-se ondas no inverno, costuma-se saltar de cima de cadeiras ou do sofá, representando “um salto em frente” e a superação das adversidades do novo ano. 6. O nosso desejo para o ano novo é… VIAJAR! Na Colômbia e México, se teu desejo é viajar muito no próximo ano, não esqueça de levar a tua mala vazia para uma caminhada pelo quarteirão, ou ao redor da casa, à meia noite! Esta é, sem dúvidas, a tradição que todos nós da Iati Seguros vamos adotar por aqui! Tu também? Então, já decidiste quais as tradições de ano novo que vais começar a seguir? Antes de iniciar essa temporada cheia de viagens, não esqueça de contratar o teu seguro com a Iati Seguros e aventura-te tranquilo! E no próximo ano não te esqueças de escolher uma destas 5 fabulosas cidades para passar o Reveillón! Artigo escrito por: Amanda sem fronteiras

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Tradições de Natal curiosas à volta do mundo

Tradições de Natal curiosas à volta do mundo

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Quem não adora o clima natalício e as festas de fim de ano? Nós, na IATI Seguros, simplesmente amamos! Ao ritmo de Jingle Bells, fizemos uma lista de tradições de Natal um tanto curiosas ao redor do mundo: vem viajar connosco! O Natal pode ser um evento curioso e bastante diferente dependendo do lugar do mundo para onde viajamos, pelo que recomendamos a 100% viver esta experiência pelo menos uma vez na vida! Vai para um lugar completamente diferente do teu país, contrata um seguro de viagem da IATI para estares sempre protegido e diverte-te! Tradições curiosas de Natal à volta do mundo 1. À procura do pickle Uma tradição comum em algumas casas americanas, mas que se acredita ser de origem alemã, envolve esconder um enfeite em formato de pickle na árvore de Natal. Podes imaginar a diversão da família inteira nesta corrida para encontrá-lo primeiro e ganhar um presente extra? 2. Agradando o Pai Natal Enquanto as crianças americanas deixam bolachas e leite para agradar o querido Pai Natal, os irlandeses consideram que o bom velhinho prefere uma cerveja Guinness! Já os franceses, preocupam-se não só em agradar o Père Noël com uma taça de vinho, mas também deixam seus sapatos cheios de cenouras e doces para o burrinho (ou renas, na versão mais americana). 3. São Nicolau e a polêmica de Zwarte Piet Em muitos países, a celebração do natal começa no dia 5/12, Dia de São Nicolau, o santo que deu origem ao Pai Natal que conhecemos hoje. Na Holanda, por exemplo, a data é marcada por um desfile em que São Nicolau chega à cidade trazendo doces e os habitantes se disfarçam como o seu ajudante “Zwarte Piet”. Contudo, esta tradição tem gerado polémica nos últimos anos, sob acusações de racismo, já que o personagem é negro e teria sido inspirado num escravo. 4. Desafiando o frio! Na Irlanda e na Inglaterra, há alguns corajosos que desafiam o frio e comemoram o dia de Natal nadando no mar gelado, especialmente na praia “Forty Foot”, a sul de Dublin, e em Exmouth. 5. O jantar está no banho (ou na mesa?) A República Checa e a Eslováquia partilham a tradição de comer peixe na ceia de Natal, mas o curioso é que ele é comprado vivo, cerca de uma semana antes, e é mantido na banheira da família até à grande noite! 6. Natal na Ásia Na Ásia, o Natal não é celebrado com o mesmo vigor, já que apenas dois países têm população maioritariamente cristã: Filipinas e Timor Leste. Entretanto, isso não impede os filipinos de terem a mais longa celebração de Natal, começando os preparativos logo em Setembro! A decoração natalícia é feita com uma “lanterna filipina”, em formato de estrela e feita com papel colorido e bambu. 7. Esculturas em… rabanetes? Em Oaxaca, no México, a tradição é esculpir rabanetes com figuras natalícias e depois expor estas obras de arte no Mercadinho de Natal da cidade! Por isso, o dia 23/12 é conhecido como “La Noche de Rábanos”. View this post on Instagram A post shared by Mario come Oaxaca (@mario.come.oaxaca) 8. Não há dúvidas sobre o presente! Na Islândia, de Setembro a Dezembro ocorre a chamada “Jólabækur flóð”, que se pode traduzir como “Inundação Natalícia de Livros”. Isto porque, as pessoas costumam oferecer livros umas às outras e passar a noite de Natal a ler enquanto tomam chocolate quente. Que delícia, não achas? 9. Do jejum à fartura! Ucrânia, o dia 24/12 é marcado por um jejum restrito, que termina com a aparição da primeira estrela, à meia noite ou após a missa, no dia seguinte. O fim do jejum é feito com um banquete composto por 12 pratos: um a representar cada apóstolo de Jesus. 10. Tradição na casa do Pai Natal Não podemos falar em Natal sem falar nas tradições da Finlândia e Lapônia, a terra do Pai Natal! Após uma noite de jantar, biscoitos e vinho quente, e de assistir à missa, os finlandeses costumam encerrar a celebração a relaxar na sauna. 11. Bananas e moscatel antes do jantar Em Portugal também temos algumas tradições curiosas no Natal. Talvez uma das mais famosas esteja em Braga: o famoso Bananeiro! No dia 24 de dezembro antes do jantar da consoada, é tradição na cidade de Braga que as pessoas rumem à Casa das Bananas, uma loja no centro da cidade especializada na venda de bebidas, para tomarem o seu copo de moscatel acompanhado de uma banana. Conheces alguma outra tradição que te pareça inusitada e não listamos aqui? Conta-nos nos comentários! E não te esqueças: se fores viajar no Natal, contrata já o teu seguro de viagem com a IATI Seguros e viaja tranquilo! Artigo escrito por: Amanda sem fronteiras

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10 razões para visitares Paris

10 razões para visitares Paris

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E se te levarmos a conhecer uma das capitais mais visitadas no mundo, aceitas? SIM! Paris está no top 3 das cidades mais visitadas no mundo e hoje trazemos-te 10 razões para dares um pulinho até lá. Para que viajes com toda a segurança, é sempre bom relembrar que a IATI Seguros te propõe o IATI Básico, um seguro completamente adaptado a escapadelas de fim-de-semana. 10 razões para visitar Paris E vamos lá então saber o que há de tão especial para fazer, comer e visitar na capital francesa. O maior número de monumentos por metro quadrado Uma pessoa vai a Roma e vê o Coliseu; Uma pessoa vai a Londres e vê o Big Ben; E depois uma pessoa vai a Paris e vê: a Torre Eiffel, a Catedral de Notre-Dame, o Arco do Triunfo, a Basílica de Sacré Coeur… E podemos continuar a lista. Verdade seja dita que a cidade tem muitos e muito interessantes monumentos para visitar. A melhor baguette do mundo é em Paris Muitas são as piadas sobre os franceses andarem sempre com a baguette debaixo do braço mas piadas à parte, pão como o francês é que é difícil de encontrar. Este ano a Boulangerie 2M foi distinguida por ter a melhor baguette da capital por isso na tua viagem a Paris, não te esqueças de incluir este local no programa. Quem não gosta de pãozinho quentinho logo pela manhã? Morada: 215 Boulevard Raspail, 75014 Paris, France A cidade da moda Paris é a incontornável capital da moda! Marcas como Louis Vuitton, Chanel e Hermès dão vida às ruas de Paris e seria injusto não consideramos que esta é, com certeza, uma das cidade que mais estilo “transpira” em todo mundo. Portanto, na próxima viagem, prepara os outfits mais fashion para explorares a cidade. Os jardins de Paris são imperdíveis Paris é uma cidade de betão mas isso não impede que seja também uma cidade de jardins. Em pleno centro de Paris são muitos os jardins completamente gratuitos que podes visitar. Nós aconselhamos vivamente o Jardim do Luxemburgo perto da faculdade Sorbonne; o Jardim Tuileries, perto do museu do Louvre; e ainda a Praça de Vosges, localizada no bairro Les Marais. Fora da cidade podes também visitar os jardins do afamado Palácio de Versalhes. Mais informações sobre preços e como chegar no site oficial. As bicicleta pela cidade Há melhor forma de conhecer uma cidade do que alugando uma bicicleta? Não! A verdade é que a facilidade de pedalar pela capital francesa, leva-nos a explorar os mais ínfimos recantos desta cidade sem restrições e medos. Na próxima viagem: Uma volta de bicicleta na cidade do amor. Informações práticas: Com apenas 1€ podes alugar uma bicicleta (retirar e repor) em qualquer parte da cidade. Mais informações no site Velib. Arte e cultura parisiense Se há coisa que existe em Paris é arte. E quando falamos de arte não falamos apenas em museus como o Louvre ou galerias de arte como o Pompidou. Falamos também das rua. A arquitetura de Haussmann, característica da cidade da luz, é um verdadeiro regalo aos olhos e é mais uma razão para visitar esta capital. Pelas águas do rio Sena de barco Depois de pedalar pela cidade, o melhor é mesmo disfrutar de Paris de barco. Os Bateaux Mouches foram desenhados para todas as carteiras e até quem não quer gastar muito, pode passear pelo rio Sena numa noite de lua cheia por pouco mais de 10€. Esta é a atividade ideal para um casalinho romântico. Os famosos crepes Viajar é também saborear o melhor de cada país e a gastronomia francesa tem para todos os gostos. Nós destacamos os famosos crepes! Doces ou salgados não interessa, o mais importante é que eles te encham as medidas. E já agora partilha connosco as fotos dos teus crepes no nosso Instagram @iatisegurospt… Queremos contagiar mais pessoas com esta “nossa mania” de comer crepes franceses. Os mercados de rua Paris não seria Paris sem os afamados mercados de rua. O mais famoso é o Marché aux Puces que funciona todos os Sábados e Domingos. Por ali tudo é em 2ª mão (ou mesmo 3ª mão) mais isso pouco importa porque o preço final é geralmente ridiculamente baixo. Para os que gostam de feiras de antiguidades e velharias, é mesmo possível fazer visitas guiadas no Marché aux Puces. A vista de La Défense A maioria das pessoas não sabe mas Paris tem uma área de negócios que quase nos teletransporta para uma cidade norte americana. Falamos de La Défense porque ela não tem apenas arranha céus, tem também uma das melhores vistas para os Campos Elísios e uma das noites mais calmas da cidade da luz. Quem vai querer perder este spot? Nós acreditamos que estas 10 razões são mais do que suficientes para que a capital francesa seja a próxima na tua bucket list. Aproveita também para espreitares o artigo de como chegar ao centro de Paris desde o aeroporto. Inspirado para marcar bilhete para Paris? Artigo escrito por: Daniela Matinho

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4 lugares imperdíveis na Patagónia

4 lugares imperdíveis na Patagónia

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Hoje levamos-te até aos escondidos recantos da Patagónia Argentina e Chilena para te mostrarmos o melhor da América Latina. Se és um amante de desportos radicais, prepara-te para imagens alucinantes que te vão fazer crescer essa veia de aventureiro que tens para desbravar este continente. Quanto a nós, IATI, vamos estar por aqui para te acompanhar nesta aventura com o nosso IATI Mochileiro ideal para este tipo de viagem. Lugares imperdíveis na Patagónia Entre os desertos, glaciares e bosques, hoje falamos-te de quatro lugares completamente imperdíveis da Patagónia. Preparado? Conduzir pela Carretera Austral Carretera Austral é o nome dado à estrada chilena número 7. Esta estrada que liga Puerto Montt até Villa O’Higgins foi um projeto iniciado em 1976 e tinha como objetivo ligar por terra a Patagónia chilena ao resto do país sem passar pela Argentina. Hoje, este projeto ainda não está 100% concluído mas a estrada de mais de 1000 quilómetros não precisa de ficar terminada para notarmos a beleza natural que tem; o ar puro que tem; e as paisagens apetecíveis que tem. Entre os desportos mais comuns nesta zona estão o rafting, kayaking e trekking. Amantes destes deportes por aí? Explorar os recantos de El Chalten A capital das caminhadas da Argentina é El Chalten e por aqui o melhor é mesmo gostar de desporto ao ar livre. As duas caminhadas mais conhecidas e também aquelas que te recomendamos são: a caminhada pela Laguna de los Tres e a caminhada pela Laguna Torre. A Laguna de los Tres é uma caminhada longa (mais ou menos um dia) onde é possível ver o Cerro Fitzroy. Aos mais corajosos, aconselhamos mesmo a pernoitarem no parque e a fazerem parte da caminhada pelas 4 horas para verem o nascer do sol que é um verdadeiro regalo aos olhos. Quanto à caminhada da Laguna Torre, esta termina no Cerro Torre, uma colina um pouquinho mesmo majestosa que o Fitzroy mais ainda assim de uma beleza fenomenal. Visitar o glaciar Perito Moreno Se só tiveres um dia para visitar a Patagónia argentina, reserva esse dia para o Perito Moreno. O parque nacional tem mais de 250 km2 de glaciares e aquilo que mais te aconselhamos a fazer é sentares-te num banco bem confortável e esperares pela queda das formações de gelo à frente dos teus olhos. Esta força da natureza é das mais belas e emblemáticas formas de nos demonstrar como o poder humano é realmente pequeno quando comparado com o poder da natureza. Outra forma de aproveitares o parque é fazeres um mini-trekking pelos glaciares, o que te permite um contacto ainda mais próximo com a natureza. Curiosidade: Sabias que este glaciar é um dos poucos que tem resistido impecavelmente ao aquecimento global? Sim. Ao contrário de 95% dos glaciares, o Perito Moreno continua a crescer. Informações práticas: Horários do parque: 9h às 21h Não existem autocarros até ao parque de modo que o ideal é alugar um carro, apanhar um táxi ou fazer a visita com uma agência. Mais informações sobre o parque no site oficial. Caminhar pelo parque nacional de Torres del Paine Este parque é um MUST GO da Patagónia chilena e a trilha W, nomeada pela sua forma que te permite chegar mais perto das montanhas e os glaciares, é a caminhada mais conhecida entre os viajantes e turistas. Nós aconselhamos-te a ires entre Novembro e Janeiro para teres melhores condições climatéricas e para tirares as melhores fotos do mundo… Depois não te esqueças de partilhar tudo connosco nosso Instagram: @iatisegurospt. Informações práticas: Horários: Alta temporada: 7h – 22h Baixa temporada: 8h30 – 17h30 Podes também encontrar mais informações sobre o parque no site oficial do mesmo. Já conheces a Patagónia? Se ainda não conheces este cantinho do céu, esperemos que este artigo te tenha inspirado a conhecer. Artigo escrito por: Daniela Matinho

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Roteiro clássico para cinco dias fantásticos em Hong Kong

Roteiro clássico para cinco dias fantásticos em Hong Kong

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Hong Kong é muitas vezes destino intermédio a caminho de um país mais a oriente. No entanto, não te deixe enganar, este território pertencente à China pode ser pequeno em extensão mas é gigante em atrações turísticas. Como sabes, a IATI é especializada em seguros de viagem pelo que se estás a pensar visitar Hong Kong não te esqueças do respetivo seguro de viagem! Este roteiro para cinco dias foi preparado para quem não conhece Hong Kong e vai querer ver as principais atrações em pouco tempo. Pensa neste roteiro como como uma introdução a Hong Kong, pois sabemos que te vais apaixonar tanto por este território que vais querer regressar! Roteiro de 5 dias por Hong Kong Como foi dada especial atenção à localização geográfica dos sítios a visitar, se não tiveres cinco dias para visitar Hong Kong podes escolher qualquer um dos dias e visitar essa área. Já tens o teu seguro de viagem? Então acompanha-nos neste roteiro! Dia 1 No primeiro dia toma o pulso à cidade! De manhã dirige-te a Tsim Sha Tsui Promenade para um vislumbre do skyline de Hong Kong. Depois dirige-te à Avenue of Stars onde estão estátuas de celebridades de Hong Kong, como por exemplo Jackie Chan. Hong Kong tem mercados noturnos bem animados, portanto sugerimos que te embrenhes pelas barraquinhas de comida, artesanato, bonés e souvernirs para todos gostos. Os mais conhecidos são Ladies Market em Mong Kok e o Temple Steet Market em Temple Street. Dia 2 The Peak, ou Victoria Peak, é o ponto mais alto de Hong Kong e oferece uma vista magnífica. Para chegares até lá cima podes ir de taxi, autocarro ou utilizando o Peak Tram, um funicular centenário de cor vermelha e com bancos de madeira. Se puderes escolhe esta última alternativa pois beneficias de vistas únicas de Hong Kong. Caso te interesse, podes visitar o Museu Madam Tussaud que fica localizado aqui. E se gostas de fotografar à noite, aconselhamos-te a começares teu dia pelo percurso que indicamos a seguir para que possas ficar no The Peak quando anoitecer para tirares aquelas fotografias mesmo especiais. Já que estás na ilha de Hong Kong aproveita para conheceres Times Square, o centro financeiro de Hong Kong, o Man Mo Temple e a Golden Bauhinia Square que representa a orquídea, símbolo da região. O Synphony of lights é um espetaculo de luzes gratuito que acontece diariamente às 20:00 em Victoria Harbour e Causeway Bay. Deves estar em Causeway Bay nessa altura para apreciares o Synphony of Lights com vista para Victoria Harbour. Dia 3 A meio da tua estadia em Hong Kong dá uma folga à cidade e dirige-te para a ilha de Lantau para te maravilhares com uma estátua do Buda Sentado. O Tian Tan Buddha é uma estátua de bronze com 34 metros de altura que pode ser vista de Macau! Logo a seguir dirige-te a Po Lin Monastery e desfruta de uma refeição vegetariana. Por fim, regressa a Hong Kong de teleférico. No Ngong Ping 360 podes escolher entre cabines com fundo transparente ou normais, de acordo com o teu orçamento e a tua capacidade de suportares alturas. Dia 4 Gostas de jardins? Em Hong Kong há vários mas escolhemos os mais bonitos para ti: Chi Lin Nunnery e Lan Lien Garden. Geograficamente estes dois jardins são muito próximos por isso aproveita e visita os dois. Vais ficar fascinado com a tranquilidade que se sente nestes jardins. Dia 5 Dedica o último dia a explorares os mercados diurnos em Hong Kong. Tens vários para conheceres mas nós sugerimos o Bird Market e o Flower Market (mercado dos pássaros e das flores, respetivamente) em Prince Edward, o Fish Market (mercado dos peixes) em Mong Kok e o Jade Market(mercado de jade) em Jordan. Para terminares a tua viagem em grande assiste ao Synphony of Lights, desta vez em Kowloon para teres como vista o sky line de Causeway Bay. Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

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10 coisas que precisas saber se vais viajar para Malta

10 coisas que precisas saber se vais viajar para Malta

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A República de Malta tem sido um destino bastante procurado por turistas portugueses nos últimos anos. As companhias de aviação lowcost muito influenciaram o boom na procura e os viajantes agradecem, uma vez que podem usufruir de preços mais baixos. Este pequeno arquipélago no mediterrâneo tem muito para oferecer aos seus visitantes, nomeadamente a nível arqueológico, cultural, histórico e gastronómico, o que juntado ao clima ameno o ano inteiro e praias paradisíacas constituem ingredientes para uma viagem perfeita! Além disso, geograficamente Malta está situado a uma distância de cerca de três horas de avião de Portugal, o que torna a viagem pouco demorada. Para que possas usufruir ao máximo do que este país tem para oferecer reunimos 10 coisas que precisas saber se vais viajar para Malta. Vamos a isso? Mas antes não te esqueças de comprar o teu seguro de viagem internacional da IATI. 10 coisas que precisas saber se vais viajar para Malta Malta é um arquipélago Malta é constuído por três ilhas que são Malta, Gozo e Comino e duas ilhotas desabitadas que se chamam Cominotto e Filfta. Estas duas últimas ilhotas são praticamente ignoradas pelos turistas mas as três primeiras têm atrações que merecem a sua visita. Por isso prepare-se para andar de ilha em ilha. Toda a gente fala inglês As línguas oficiais são o maltês e o inglês, se bem que a generalidade das pessoas fala inglês no dia a dia. Portanto, a menos que estejas com vontade de aprender o maltês, não vai ter problemas de comunicação. Cursos de inglês Malta é muito procurada por estudantes que pretendem frequentar cursos de inglês durante as férias. O que achas de aproveitar a visita e aprender melhor a língua inglesa? A Maltalingua English Language School é uma das mais prestigiadas e tem vários programas, não apenas para estudantes mas para todos! De certeza que vais encontrar um curso perfeito para ti! Templos Megalíticos O arquipélago de Malta é rico em sítios arqueológicos, nomeadamente em Tempos Megalíticos. Alguns destes templos pré-históricos estão classificados como World Heritage Site, como é o caso de Ġgantija, Ħaġar Qim, Mnajdra, Ta’ Hagrat, Skorba e Tarxien. Apesar de estarem sinalizados mais de uma dezena de outros templos megalíticos, estes são, sem dúvida, os mais interessantes. Uma dica, a menos que estejas mesmo muito interessado nestes locais, escolhe para visitar apenas alguns deles. Mais de 360 igrejas Imagino que seja tarefa impossível visitar todas as catedrais, basílicas, igrejas e capelas de Malta mas podes tentar. Se tiveres de escolher apenas uma igreja para visitar, nós recomendamos as catacumbas da Catedral de São Paulo em Rabat. Valeta Unesco Word Heritage O centro histórico da capital é Património Mundial da UNESCO, por isso reserva, pelo menos, dois dias completos para explorar convenientemente Valeta. Praias de rocha e praia de areia A maior parte das praias em Malta não tem areia e se isso não te incomoda não vais ter problemas. No entanto, se aprecias uma toalha estendida no areal tens de ir para Mellieha Bay. Apesar de não ser muito grande é a maior de Malta. Vida noturna De certeza que vais querer sair à noite e divertires-te enquanto estiveres em Malta. Tens várias opções de bares e restaurantes em toda a ilha mas não te esqueças de dar um salto até Sliema. Vais agradecer-nos! Cruzeiros Malta é um porto popular para viagens de cruzeiro no mediterrâneo. A verdade é que a maior parte dos cruzeiros está de passagem, ao final do dia rumam a outros destinos, no entanto, podes escolher Malta como início de um cruzeiro. Outra razão para teres atenção aos cruzeiros é que quando chega um cruzeiro também chegam alguns milhares de cruzeiristas, por isso a capital fica entupida de pessoas. Sistema de transportes públicos excelentes Nas ilhas de Malta e Gozo o autocarro é rei! A rede de autocarros públicos é económica, eficiente, chega a todo o lado e tem horários abrangentes. Os preços atualizados e rotas completas podem ser acedidas aqui. Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

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10 experiências a não perder em Milão

10 experiências a não perder em Milão

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Estás a prestes a embarcar numa viagem para Milão e não sabes o que esperar desta cidade italiana? Não te preocupes, reunimos para ti 10 experiências a não perder em Milão, para que não te escape nada importante! Mas antes sequer de pensares entrar no avião, não te esqueças de viajar seguro, portanto vê que tipo de seguro se enquadra melhor na tua situação e tem em mente que os melhores seguros de viagem estão na IATI. 10 experiências a não perder em Milão Provar Risolto Alla Milanese con Ossobuco Este é o prato típico de Milão, por isso vais querer prová-lo! Este risotto é preparado com açafrão, cujos filamentos delicados dão um travo delicioso ao risotto. Por seu turno, o ossobuco é um corte de carne de vaca que é cozinhado durante horas em molho de tomate que o torna tenro, pelo que não precisas de faca para o cortar. Uma dica: escolhe bem o restaurante e certifica-te que a receita é autêntica. Rodar os calcanhares nas Galerias Victorio Emmanuel Quando entrares nas galerias olha para o chão e procura a imagem de um touro. Segundo a lenda, quando estavam a construir as galerias aconteceram três acidentes exatamente no sítio onde está o touro e nunca ninguém se magoou. Dizem que dá sorte rodar os calcanhares no sentido contrário dos ponteiros do relógio por cima do touro. Subir ao telhado do Duomo A vista que se consegue a partir do telhado do Duomo é inacreditável! É também um dos sítios mais Instagramáveis de Milão, por isso não percas a oportunidade! Visitar o mercado local Os italianos de uma maneira geral prezam os alimentos frescos e as compras em mercados locais são uma rotina diária. Faz como os locais e compra queijo, enchidos e pão e delicia-te com um snack improvisado. Ver ‘A Última Ceia’ O painel de Leonardo da Vinci encontra-se no refeitório do convento junto à Igreja Santa Maria delle Grazie. Como existe um número limitado de visitas por dia aconselho que marques a tua entrada com antecedência. Para isso visita a página oficial aqui. Fazer uma aula de culinária Certamente que vais querer replicar os pratos saborosos que experimentaste em Milão, por isso nada melhor do que fazeres uma aula de culinária numa escola profissional de cozinha. Vê, por exemplo esta e esta, onde se ensinam pratos tradicionais italianos. Assistir a um espetáculo no Teatro Alla Scala O Teatro Alla Scala é um dos mais reputados a nível mundial. No próprio dia por vezes conseguem-se preços mais baixos, tenta a tua sorte no site oficial. Andar de bicicleta Pegar numa bicicleta e deambular pelas ruas de Milão é uma coisa chique de se fazer. Não precisas de ir a nenhum sítio em especial, a ideia é seres visto. Aperitivo depois das 18:00 Vais perceber que as pessoas saem do trabalho por volta das 18:00 e vão direitinhas para o bar mais giro da rua. Faz como elas, pede um aperitivo e vais ver como a vida é melhor em Milão. Cruzeiro no Lago Como Foge do bulício da cidade e descansa num cruzeiro no rio como. Vai com tempo pois com o mesmo bilhete de barco podes parar em várias vilas cheias de charme. Toma nota destas dicas e diverte-te em Milão! Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

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Febre Tifoide o que é?

Febre Tifoide o que é?

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Tens a tua viagem toda organizada: voos, alojamento, câmbio, o melhor seguro de viagens para estar coberto em qualquer eventualidade. O nervosismo cresce, e já sentes o calor do sol nas bochechas. Mas, com um bocadinho mais de pesquisa, apercebes-te que o país para onde vais, recomenda a vacina da Febre Tifoide! Sabias que a vacina da febre tifóide é uma das vacinas recomendadas para qualquer país do Sudoeste Asiático? Se vais de viagem, deves ter um seguro de viagem internacional pronto para que, em qualquer eventualidade te possas deslocar a um bom serviço de saúde, e seres atendido rapidamente. E deves fazer uma consulta do viajante, sempre, e não apenas quando o destino que escolheste tem vacinas obrigatórias. Deves ir à consulta do viajante, com um mês de antecedência da viagem. Isto porque, algumas vacinas poderão exigir mais do que uma dose, e precisas de ter tempo para as tomar todas e seguir viagem tranquilo. O que é a Febre Tifoide? Como proteger-me em viagem? A febre tifoide é uma doença infectocontagiosa causada pela ingestão da bactéria Salmonella Typhi, em alimentos ou água contaminados. Trata-se de uma forma de salmonelose restrita aos seres humanos e caracterizada por sintomas proeminentes, sendo endémica na América Latina, Oceania e em África, mas 80% dos casos ocorrem na Índia e no sudeste Asiático. Está associada a países pobres, com condições precárias de saneamento, de higiene pessoal e ambiental. Resumindo, se comermos (ou bebermos) num local cuja bactéria esteja presente, iremos ter os seguintes sintomas: febres altas, diarreias ou obstipação, mal-estar, tosse seca, dor de cabeça, dor de barriga, falta de apetite, redução dos batimentos cardíacos, aumento do tamanho do baço e manchas rosadas no tronco. Estes sintomas também são comuns a outros microrganismos que podem provocar doenças no viajante, então, o melhor é, tomar a vacina e estar protegido. Embora a vacina da Febre Tifoide seja recomendada, e não obrigatória, sabendo para onde vamos de viagem, juntamente com o médico da Consulta do Viajante, avaliamos o risco e fazemos o que for melhor para nós. Existem mais de mil microrganismos que podem provocar doenças no viajante, mas esta salmonela não nos vai acabar com as férias! Geralmente é transmitida através da ingestão de alimentos ou água contaminada, mas também pode transmitir-se pelo contacto direto com a saliva do portador com um espirro, beijo, ou pela partilha de talheres e copos. O período de incubação é entre uma a três semanas. Muitas pessoas já regressaram a casa, mas não estão a salvo, se não fizeram a vacina. Quando regressamos das viagens, temos de nos manter atentos, e se nos sentirmos doentes ir logo ao médico e alertar para o facto de termos feito uma viagem recentemente. Como posso proteger-me da febre tifóide? Além da toma da vacina, deves ter alguns cuidados: • Beber apenas água fervida ou engarrafada • Não consumir alimentos crus • Quanto mais condimentada for a comida de um país, mais disfarça o seu sabor original. Devemos tentar comer as proteínas (carne, peixe, marisco, ovos) ao mais natural possível, pois é a forma que reconhecemos o seu cheiro e sabor original. As bactérias gostam mais de estar em pratos elaborados e proteicos, do que em legumes frescos. • Optar por restaurantes com grande afluência, em que os pratos e talheres sejam lavados muitas vezes ao longo do dia. Destino: check! Mala: check! Vacinas: check! Seguro de Viagem: check! A IATI deseja-te uma excelente viagem! Artigo escrito por: Onde estão os Duarte

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O que fazer em Bali em 7 dias: roteiro imperdível

O que fazer em Bali em 7 dias: roteiro imperdível

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Bali, um lugar que para muitos só existe nas redes sociais e em contas de viagens luxuosas. As fotografias de inspiração do Pinterest são tiradas lá, e resta o sonho de poder colocar os pés na água quente da ilha dos Deuses. Um dia, decides fazer dos sonhos uma magnífica realidade, mas só tens uma semana. Desde a IATI, líder em seguros de viagem online, queremos mostrar-te que há imenso para fazer e experimentar nesta pequena ilha no Oceano Indico e que em 7 dias poderás ver muitas coisas! Este roteiro de uma semana, com um bocadinho de praia, cultura e paz, está recheado do melhor que Bali tem para oferecer. Onde fica Bali e como chegar? Antes de começares a aventura, é importante saber onde fica Bali. A ilha está localizada na Indonésia, entre Java e Lombok, no sudeste asiático. O principal aeroporto é o Ngurah Rai International Airport (DPS), que recebe voos de várias partes do mundo. Se estiveres a planear a viagem, consulta as opções de voos e não te esqueças de contratar um seguro de viagem para garantir uma estadia tranquila. Quando ir para Bali? Bali tem um clima tropical, com duas estações principais: a seca (de abril a outubro) e a chuvosa (de novembro a março). A melhor época para visitar Bali é entre maio e setembro, quando há menos chuva e as temperaturas são agradáveis. No entanto, se quiseres evitar multidões, considera viajar na época intermédia, entre abril e outubro Roteiro de 7 dias por Bali Dia 1 e 2, Uluwatu Quando começares as férias, é melhor começares pela parte do sonho que te impulsionou: a praia! Chegado ao aeroporto de Denpasar Bali Ngurah Rai, entra num táxi e sai mesmo no sul da ilha, na península de Bukit. Aqui encontras as melhores praias de Bali, mas sem tantos turistas como a popular Kuta (aulas de surf para iniciados) ou Seminyak (marisco). Sai da estrada principal para a direita e vais encontrar a famosa praia de Padang Padang. Pede um sumo de ananás feito na hora (pode demorar mais do que estamos habituados, os balineses têm um ritmo muito diferente do nosso), e petisca qualquer coisa num warung (pequenos restaurantes locais). Espera pelo pôr-do-sol. Vais observar o primeiro de muitos, na praia ou na ponte, juntamente com os habitantes locais que celebram o fim do dia. Termina a noite a dançar no Single Fin, um bar que parece intacto desde os anos 70. Salta da cama e ruma directo a Nalu Bowls, para um pequeno-almoço de frutas e iogurte. Hoje o dia é para aprender a surfar! E o melhor é fazê-lo com aulas, e junto de quem sabe na praia de Uluwatu. Traz uma fotografia de recordação, há imensos fotógrafos a vendê-las. Se aprender surf não está nos teus objectivos, deixa-te ficar na praia, junto à rocha onde os surfistas entram na água, e dá uns mergulhos. Ou, sobre até um dos muitos bares e restaurantes com vista para o mar, e bebe qualquer coisa. O dia fecha com chave de ouro, se fores até a praia de Bingin onde a areia é o branco mais puro e a água mais cristalina de Bali. E o melhor de tudo é que com a maré baixa a praia transforma-se num restaurante de marisco, é só escolheres e eles grelham para ti no momento. A refeição vem acompanhada de arroz e uma cerveja Bitang. Dia 3 e 4, Ubud No início do dia 3 podes espreguiçar-te nas pacíficas praias de Balangan, o fundo é de coral, o que faz a água ter uma tonalidade espectacular. Aqui perto vais encontrar o Templo de Uluwatu, que um dos seis templos que formam os pilares espirituais de Bali, está na ponta de um penhasco de frente para o mar, e cheio de esculturas antigas balineses. Não te esqueças que para entrar precisas de ter os ombros e os joelhos cobertos. Não tens? Vais ter de alugar um sarong (pano tipíco), que dá tanto para homens, como para mulheres. Depois de te maravilhares com este templo, é hora de te fazeres ao caminho da verde tropical área de Ubud- o centro da arte e da cultura balinesa, gastronomia, muitos lugares para ver e muito para te divertires. Não vás tarde, pois o trânsito no final do dia é caótico. Começa o teu quarto dia, o mais cedo que conseguires, afinal de contas estás de férias! Bebe um delicioso café e faz uma caminhada até Campuchan Ridge, um passeio fácil e grátis pela natureza. O passeio tem aproximadamente 8km. Contudo os primeiros 4km são os mais interessantes. É possível visitar campos de arroz e parar para beber um coco fresco num dos vários cafés com vista panorâmica para um paisagem absolutamente luxuriante e deslumbrante. Depois de parar para almoçar, prepara a máquina fotográfica. A cerca de 20 minutos de distância, de Ubud, está a cidade de Gianyar, casa da Cascata de Tegenungan. A descida é inclinada, mas a vista vai compensar as dores nos músculos. Lembraste daquela foto do Instagram onde pessoas se baloiçam em frente a uma queda de água? É aqui mesmo! Já que aqui estás, Gianyar é famosa pelo seu tradicional mercado nocturno. Está aberto todas as noites e cheio de habitantes. Não há menus em inglês, por isso o nosso conselho é: senta-te onde houver mais gente e escolhe igual, assim saberás que a comida é boa e fresca. Dia 5, 6 e 7, Canggu O dia inicia com uma aula de yoga, mesmo que nunca tenhas experimentado, este é o melhor local para o fazer, no Yoga Barn. Com o corpo cheio de energia, viaja até aos campos de arroz de Tegellalang. Podes tirar fotografias no topo ou ir descendo pelos caminhos estreitos. Dependendo da época do ano, poderás observar os agricultores de chapéus bicudos, a trabalhar no seu elemento natural. Volta para Ubud para um lanche. Mesmo que não sejas vegetariano, vais adorar o Moksa, de cozinha local vegetariana, e que cultiva os seus próprios vegetais. Agora sim, estarás pronto para te fazeres ao caminho da moderna área de Canggu. No final da tarde aproveita para passear na rua principal e deixa-te envolver pela atmosfera. Começa o dia com um mergulho e relaxa na praia de Canguu. A primeira coisa que vais reparar é que a areia é escura, de origem vulcânica, ao contrário da zona de Bukit. Depois de mais um almoço balinês, viaja até ao templo de Tanah Lot, a cerca de 30 minutos da cidade. Explora os penhascos, e desce até encontrares o templo que está construído num pedregulho que podes aceder quando a maré está vazia. Não te esqueças de procurar à tua volta pelos monjes vestidos de cor de laranja, que passeiam por ali. Se quiseres, aproxima-te, irão abençoar-te com pétalas de flores e água sagrada. Se ficares aqui por perto até ao fim da tarde, não te vais arrepender, pois é a altura do dia mais bonita. Uma das mais completas experiências em Canggu, são os mercados do fim de semana. Se estiveres em Canggu a um domingo, não hesites em ir ao mercado de Samadi, que vende os melhores produtos orgânicos produzidos na região. Vais encontrar também padaria e pastelaria variada. Agarra qualquer coisa para o caminho e vai até ao mercado Love Anchor. Com musica animada, caminhando sob as tendas de dossel podes comprar artesanato, lembranças, bijutaria e roupas. Não deixes Bali sem um sarong, ou umas calças hippie! À tarde vai visitar “The Shortcut”, um caminho estreito de tijolos cinzentos, que atravessa um arrozal e que liga as duas áreas principais de Canggu. Esta estrada é famosa, porque em vez de ser usada em apenas um sentido (as regras de tráfego são muito ignoradas em Bali), é usada em ambos os sentidos, e dois carros não se conseguem cruzar, fazendo com que muitos já tenham caído no arroz ao longo dos anos. Para terminar esta viagem em grande estilo, faz-te ao caminho da praia Echo para relaxar e admirar o último pôr-do-sol idílico de Bali. Quanto custa ir a Bali e qual a moeda usada? A moeda oficial de Bali é a rupia indonésia (IDR). O preço da viagem a Bali varia consoante o estilo de viagem. Em média, podes gastar entre 30€ e 100€ por dia, dependendo do alojamento e atividades escolhidas. Se planeares com antecedência, um bilhete de avião de Portugal para Bali pode custar entre 700€ e 1.200€, dependendo da época e da companhia aérea. Alojamentos económicos podem ser encontrados a partir de 10€ por noite em hostels ou guesthouses, enquanto hotéis de luxo podem ultrapassar os 200€ por noite. Para deslocações, o aluguer de scooters custa cerca de 5€ por dia, e as refeições variam entre 2€ em warungs locais e 20€ em restaurantes sofisticados. Que horas são em Bali? O fuso horário de Bali é GMT+8, o que significa que está 7 horas à frente de Portugal continental (no horário de inverno) e 6 horas à frente no horário de verão. Para poderes aproveitar esta semana, com a maior tranquilidade, sem ter medo de cortar o pé num coral, caíres de mota, ou o teu voo atrasar e perderes a ligação, estamos contigo à distância de um telefonema. E se a este roteiro quiseres adicionar algumas paragens menos turísticas, e assim evitar a ilha das multidões, recomendamos-te que leias o nosso artigo sobre o lado menos turístico de Bali. E se continuas com receio de viajar para o país, porque não dás uma vista de olhos ao artigo sobre a segurança na Indonésia? Autores: 

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Os 5 melhores lugares para viajar sozinho pela Ásia

Os 5 melhores lugares para viajar sozinho pela Ásia

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Na Ásia há diversidade, beleza, caos e charme, por isso, oferece qualquer coisa a qualquer um que a visita. Às vezes não temos companhia para viajar, mas isso não nos impede de partirmos à ventura, e com os seguros para viagens internacionais da IATI sentimo-nos sempre muito bem acompanhados para onde quer que vamos. Países para viajar sozinho pela Ásia Faz as malas com a Iati, que criou uma lista dos melhores países para viajantes independentes. São destinos que adoramos, e que vais adorar também! Camboja Quem não quer viajar para o Camboja? Não há ninguém que tenha ido, e que não queira voltar outra vez. E isso, por si só, é um motivo para impulsionar viajantes para este país incrivelmente bonito, rico em história, povo amigável e gastronomia de chorar por mais. É um lugar fantástico para viajantes sozinhos explorarem, porque a sua diversidade compensa. Desde a agitada cidade de Phnom Penh, aos templos de Angkor Wat, e as paradisíacas praias de Sihanoukville. E é um lugar muito seguro. São raras as queixas de agressão, e embora haja poucos viajantes fora de Siem Riep (cidade que acolhe os templos de Angkor Wat), não nos sentimos sozinhos graças à gentileza dos seus habitantes. Gostas de andar de mota? No Camboja vais encontrar os capacetes mais hilariantes do Mundo. Há tanto para ver. Depois de visitar templos e os Killing Fields (devastador, mas a não perder), podes explorar lugares menos conhecidos: Battambang, a segunda maior cidade do Camboja, construída em redor de um rio, e com charmosa arquitectura colonial. Kampot, onde podes ajudar habitantes cegos, ao fazer uma das suas tradicionais massagens por cerca de 3€. Japão Não apenas porque é um país altamente desenvolvido, e é bom para viajantes sozinhos, mas porque o Japão tem bastante para oferecer. Em primeiro lugar, comer é mais fácil, uma vez que os conhecidos restaurantes de “ramen” são compostos por lugares individuais ao balcão. Se não gostares de comer sozinho podes, em alternativa, ver roteiros dedicados a cozinha Japonesa, deliciares-te com o fresco sushi, na companhia de outros viajantes. Em qualquer cidade grande japonesa, para para observar, e vais ver a quantidade de pessoas que andam sozinhas. No caso de seres rapariga e estiveres mesmo preocupada com a segurança, podes procurar os transportes, ou alojamentos só para mulheres, que também existem. Nem todos falam Inglês, mas todos são muito respeitadores e fazem tudo para te ajudar, o que te resta fazer é, relaxar e explorar. Não voltes sem ter a experiência de um “an onsen”, um banho tradicional japonês, onde até dá jeito estar sozinho, por tens de estar completamente nu! Coreia do Sul Talvez não estivesses à espera deste, mas a IATI garante que é um país que te vai deixar o apetite por mais Sudoeste Asiático. A capital é Seoul, uma cidade com muita vida, cheia de edifícios modernos e pessoas simpáticas. No entanto, a gastronomia é o ponto forte. Churrasco coreano, “kimchi”, “bibimbap” e muito mais. Como não adorar? As famosas bancas de rua estão por toda a parte, e há imensos jovens a fazerem as suas refeições por lá. Um bom local para conheceres pessoas. Percorrer as ruas também é bastante fácil, para quem viaja sozinho. O metro nas cidades de Seoul, Daejon e Busan, tem anúncios em inglês. Muitos coreanos jovens falam inglês, e a sua simpatia é realmente genuína. Quer estejas a subir o Monte Gangcheon, a visitar as cascatas de Byeongpung ou a petiscar marisco fresco no mercado de Jalgalchi, vais apenas encontrar pessoas afáveis e cheias de vontade de ajudar. Vietnam Outro país do Sudoeste Asiático, e não é por acaso que o escolhemos para pessoas a viajar sozinhas. Tem natureza, cultura, boa comida e divertimento. E é bastante fácil, também, de te deslocares, especialmente se gostares de andar de comboio, ou mota. A rede ferroviária é bastante desenvolvida, e tem oferta suficiente para qualquer parte que queiras visitar. Gostas de cidades grandes? Não podes perder Ho Chi Minh, e a capital Hanoi, onde as ruas são temáticas (chapéus, sapatos, cartões, ferragens, etc), e facilita imenso. Delicia-te com um Bún Cha, o prato mais típico do Vietnam. Se preferires mais natureza e cenários idílicos, não podes perder a zona montanhosa de Sapa e os seus arrozais, a baía de Halong Património da Unesco e visitar uma exploração de ostras, e as praias de areia brilhante de Nha Trang. Os vietnamitas falam inglês, o que faz um viajante sentir que é mais fácil circular pelo país. Se gostares de andar de mota, vai preparado com um seguro IATI. Há milhares de motas em todo lado e o tráfego é incrível, pois os vietnamitas utilizam as motas para transportar cargas muito volumosas. Aproveita para observar, por vezes nem se vê a pessoa que vai a conduzir. Myanmar E terminamos em alta. Se o Myanmar não está na tua lista, é hora de colocar! Não são apenas templos, pagodas, cidades antigas e vilas rústicas, há tanto para visitar que voltamos para casa relaxados e inspirados. As pessoas em Myanmar são de uma bondade comovente. Se viajas sozinho, vais ficar mais do que feliz aqui, não só acolhimento mas também pela autenticidade do país. Não podes perder Bagan, Yangon e Mandalay. Abraça a experiência de estar num lugar único, visita as plantações de chá, dorme uma cabana, planta uma árvore e aproveita para fazer uma refeição com os habitantes. Artigo escrito por: Onde estão os Duarte

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