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O que fazer em Bolonha, Itália

O que fazer em Bolonha, Itália

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Itália é um destino popular entre os portugueses e hoje a IATI Seguros vem sugerir-te uma escapadinha até à cidade de Bolonha. É a terra dos palazzos, pórticos e do molho à bolonhesa. Mas antes de nos fazeres companhia, não te esqueças que mesmo em deslocações de curta duração na Europa deves viajar sempre com seguro. Assim, e se és um viajante frequente, recomendamos que contrates o IATI Bloggers e Grandes Viajantes, na modalidade Anual Multiviagem, e assim estarás protegido em todas as viagens inferiores a seis meses de duração que faças no período de um ano. Prático, não é? Vamos, então, às nossas dicas do que fazer em Bolonha, uma cidade italiana que tens mesmo de conhecer. O que fazer em Bolonha: Fontana del Nettuno A Fonte de Neptuno é de autoria do artista italiano Giambologna e está localizada na Piazza del Nettuno. A figura central é Neptuno, o deus do mar, construído em bronze, e surge acompanhado das respetivas ninfas. Este é o ponto de encontro de excelência para locais e turistas, uma vez que é um sítio que toda a gente conhece. A fonte fica particularmente movimentada na altura do happy hour, quando as pessoas saem do trabalho e se encontram para tomarem um copo antes do jantar. Tem esta informação em consideração pois se combinares encontrar-te com alguém nessa altura junto à fonte, vais perceber que toda a gente teve a mesma ideia. Piazza Maggiore A Piazza Maggiore, ou Praça Maior, é o ponto central de Bolonha. Está rodeada de edifícios históricos magníficos e por isso compreendemos que te sintas um pouco baralhado por não saberes muito bem para onde olhar. Para te ajudarmos podemos dizer que da Praça Maggiore vais poder observar a Basílica de São Petrónio (falamos mais à frente desta basílica), O Palazzo d’Accursio (ou Palazzo Comunale), o Palazzo dei Banchi e o Palazzo del Podestà. Além disso, se visitares Bolonha nos meses de verão, conta com um benefício extra: a colocação de cadeiras na praça pois são habituais as noites de cinema ao ar livre. Lembra-te que a região central de Itália é bastante quente durante o verão, por isso as atividades que ocorrem durante o período noturno são bem-vindas. Vais também gostar de saber que existem lojas, cafés e restaurantes, muitos deles com esplanadas, para poderes apreciar convenientemente o movimento que se vive na Piazza Maggiore. Basílica de São Petrónio Dizem que a Basílica de São Petrónio foi construída para ser a maior do mundo. Infelizmente ficou inacabada e essa situação comprova-se, por exemplo, ao observar a fachada cuja parte inferior está ricamente decorada com mármores em tons rosa e branco e a parte superior surge em tijolo, completamente despida de ornamentos. Tem cento e trinta e dois metros de comprimento, sessenta metros de largura e cinquenta e um metros de altura, além de uma capacidade para albergar vinte o outro mil pessoas. No total, são vinte e duas capelas! Os números são realmente impressionantes e atualmente esta é a décima quinta maior igreja do mundo. É dedicada a São Petrónio, o Santo padroeiro da cidade de Bolonha. As Torres Asinelli e Garisenda Diz a verdade, se falarmos em torres inclinadas vais pensar em Pisa, certo? Pois em Bolonha não existe uma mas sim duas torres inclinadas e que dão pelo nome de Asinelli e Garisenda. As inclinações são diferentes nas duas torres, mas não deixa de ser interessante observar aquelas torres com vários metros a desafiarem a gravidade. E já sabes, as possibilidades de fotografias engraçadas para as tuas redes sociais são infindáveis! Experimentar “Ragu”, o autêntico molho à bolonhesa. Gostas de comida italiana? Então estás no sítio certo. Podes achar estranho mas não vais conseguir encontrar por exemplo “esparguete à bolonhesa” na cidade de Bolonha. E sabes porquê? Porque lá chamam-lhe outra coisa: Ragù. O Ragù é o molho à base de carne picada e tomate que os portugueses conhecem como molho à bolonhesa. Assim, podes saborear o autêntico molho em pratos como lasanha, tagliatelle, fettuccine ou tortelinni, a massa recheada que teve origem na região de Bolonha. Por fim, diz-nos, convencemos-te a visitares Bolonha? Temos a certeza que sim. Vai e diverte-te muito. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Bósnia: 10 lugares imperdíveis

Bósnia: 10 lugares imperdíveis

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Quando imaginamos que locais da Europa gostaríamos de visitar, a Bósnia é um país que ainda passa despercebido. E embora os países que compõem a península balcânica se tenham tornado cada vez mais conhecidos, continuam a não ser a primeira opção na hora de marcar férias. É por isso que a IATI Seguros te dá 10 razões pelas quais deves visitar a Bósnia. Aventura-te e descobre este lugar fantástico, economicamente acessível, com história, natureza e uma cultura cativante. 10 lugares imperdíveis na Bósnia Saraievo Se gostas de sentir aquele contraste e choque cultural quando viajas, Saraievo é a cidade ideal. Podes passear num mercado turco 100% tradicional e desfrutar da sua cultura gastronómica, saboreando um café turco e um doce como o Baklava. Aprecia ainda o contraste da mesquita mais antiga de Saraievo ao lado da Câmara Municipal de estilo Astro-Húngaro. Lukomir Lukomir é uma das vilas mais remotas e tradicionais da Bósnia. Embora seja necessário percorrer uma estrada estreita de 20 quilómetros, de carro desde Kobarid, o caminho valerá completamente a pena para descobrir esta pequena aldeia a 1500 metros de altitude. Se tiveres a oportunidade de passar aqui a noite, numa tenda ou no único hostel que existe, aprecia o céu estrelado sem poluição luminosa. Cascata de Skakavac Depois de toda a intensidade vivida na capital da Bósnia, o melhor é mesmo relaxar na natureza. A menos de 20 minutos de carro, tens a possibilidade de fazer uma caminhada até uma cascata de 120 metros. Não me parece necessário explicar-te a tranquilidade proporcionada por uma caminhada de 4 quilómetros no meio da floresta, que te levará diretamente até à cascata. Dependendo da estação, os mais corajosos podem também aproveitar para se refrescar. Počitelj A pequena vila de Počitelj é daqueles lugares que te transportam no tempo assim que começas a percorrer os seus caminhos empedrados. Construída na encosta de uma montanha, foi um dos lugares mais importantes na guerra da Bósnia. Aqui, podes visitar a Fortaleza de Kula, com a torre Gavrakapetan que oferece uma vista incrível da mesquita Hadzi Alijina (construída no século 16) e dos seus banhos turcos. Mostar Mostar é a cidade mais turística do país e uma das mais importantes da Bósnia e Herzegovina. Foi nesta cidade que a famosa ponte Stari Most foi destruída pelos sérvios, de forma a separar os bairros habitados por sérvios e croatas, que se encontravam ligados pela ponte. Considerada Património Mundial da Unesco, esta ponte foi reconstruída em 2004. Embora possas visitar os mercados e as mesquitas sozinho, é recomendado conhecer a cidade com um guia turístico que te possa contar toda a sua história. Parque Nacional de Una Quando te dizem que a Bósnia é pura natureza, não te estão a mentir. Prova disso é o Parque Nacional do Una. Ao andar pelos passadiços, caminharás sobre o rio Una, que separa geograficamente a Bósnia e a Croácia dentro do mesmo parque. Neste local existem vários roteiros de trekking, que te levarão a cascatas ou até mesmo a visitar o Castelo de Orasácw. O bunker de Tito Visitar um bunker bem conservado é uma experiência impressionante que podes ter na Bósnia. O bunker de Tito foi criado pelo ex-ditador jugoslavo durante a Guerra Fria, devido à sua obsessão por segurança. Construído em 1953, o bunker tinha capacidade para abrigar 350 pessoas durante seis meses. Se quiseres conhecer a história deste bunker, cuja existência foi mantida em segredo até 1992, terás de ir até a cidade de Konjic. Blagaj Tekija e rio Buna O mosteiro de Blagaj Tekija foi construído nesse local devido a um fenómeno natural quase mágico: a saída do rio Buna dentro de uma caverna. Sendo que o rio tem uma nascente cársica, podes imaginar o quão fria é a água! Embora seja um dos locais mais turísticos da Bósnia, é incrível ver o rio desaguar e visitar o interior do mosteiro. Além disso, podes comer numa das esplanadas à beira do rio, sendo que em algumas é até possível fazer uma refeição tranquila com os pés na água. Srebrenica Uma das coisas mais bonitas que se pode fazer em viagem é conhecer o passado dos lugares que visitamos, para perceber o “porquê” de tudo o que estamos a percorrer. No caso de Srebrenica, poderás testemunhar um passado muito difícil. Foi nesta região da Bósnia que aconteceu o maior massacre da Europa. Um evento que deve ser recordado para que não volte a acontecer. Esta cidade tem um cemitério imponente. Base Aérea de Zeljava Já na região fronteiresca da Bósnia, é possível visitar um túnel que foi usado como base aérea durante o período jugoslavo. Com a ajuda da lanterna do teu telemóvel podes explorar o túnel e se o atravessares na totalidade – cerca de um quilómetro – estarás na Croácia, onde encontrarás um velho avião abandonado. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Londres – Guia de viagem para iniciantes

Londres – Guia de viagem para iniciantes

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Habitualmente as primeiras viagens que se fazem por conta própria tem como destino cidades perto de nossa casa, no entanto, com tantas coisas novas para ver é normal que te sintas sobrecarregado e confuso. Como na IATI Seguros queremos que viajes descontraído, reunimos oito lugares que achamos imperdíveis em Londres. No entanto, deves viajar sempre com um seguro de viagem que se adeque a ti e para uma viagem a Londres recomendamos o IATI Escapadinhas. Londres – Guia de viagem para iniciantes Trazemos-te apenas alguns lugares que consideramos serem essenciais para uma primeira visita a Londres. Consideramos que é muito difícil conhecer de forma aprofundada uma cidade grande e cosmopolita como é o caso de Londres e acreditamos que os sítios que recomendamos vão mostrar-te aspetos diferentes da vida londrina. Assim, trazemos-te monumentos históricos, espaços verdes e zonas trendy para que a experiência seja o mais completa possível. Palácio de Buckingham É a residência oficial da Rainha de Inglaterra, Isabel II, no entanto ela nem sempre está no palácio. Como podes saber se Isabel II está ou não em Buckingham? É simples, se a bandeira hasteada for a do Reino Unido, significa que a Rainha não está no Palácio, no entanto, se for o Estandarte Real, então podes ter a certeza que a Rainha está em Buckingham. Uma das atrações deste local é o render da guarda, uma cerimónia que dura cerca de quarenta e cinco minutos e inclui desfile de guardas a pé e a cavalo. Por norma, o render da guarda acontece às 11:00 mas o horário oficial pode ser consultado no site oficial do The Household Divison. Tower Bridge Uma das pontes mais famosas do mundo, a Tower Bridge é uma ponte-báscula, ou seja, é uma ponte móvel cujo tabuleiro se abre e eleva para permitir que embarcações maiores circulem no Tio Tamisa. Para conheceres melhor a história da Tower Bridge, bem como para perceberes a engenharia subjacente ao seu funcionamento, recomendamos que visites a exposição no seu interior e poderás, inclusive, passear no túnel de vidro que une as duas torres. Torre de Londres Oficialmente conhecida como Palácio e Fortaleza Real de Sua Majestade da Torre de Londres. O nome é grande mas igualmente grande são as riquezas que poderás encontrar aqui, nomeadamente as Joias da Coroa Britânica! Este castelo histórico é composto por três alas: a Ala Central onde poderás visitar a Torre Branca é a área mais antiga; a Ala Interior onde está o Quartel de Waterloo onde estão guardadas as Jóias Reais e a Ala Exterior, onde se localiza a Torre de São Tomás, mais conhecida como a Ponte dos Traidores. Hyde Park Esta vasta área verde no centro londrino é o sítio perfeito para relaxar. Neste parque urbano podes passear numa carruagem puxada por cavalos, podes desfrutar de lagos, tens lojas, cafés e restaurantes. É também aqui que costumam decorrer eventos desportivos e de música. A título de curiosidade, queríamos dizer-te que é em Hyde Park que está localizado o Speakers’ Corner, muito frequentado por Karl Marx e George Orwell. Quem tinha algo a dizer dirigia-se àquele lugar e discursava livremente, tradição que se mantém nos dias de hoje. London Eye Gostas de rodas-gigantes? Então a London Eye é perfeita para ti. São trinta e duas cabines de observação que permitem uma vista única da capital inglesa. Tem em mente que as cabines movimentam-se lentamente e que uma volta completa demora cerca de meia hora. Se não tens vertigens, aproveita! Museu Britânico O Museu Britânico abriu portas em 1759 e mantém, até hoje, entrada gratuita. No final poderás deixar a tua contribuição monetária se assim o entenderes mas poderás visitar o museu de forma 100 gratuita. Na coleção permanente do Museu Britânico existem peças tão importantes como a Pedra de Roseta egípcia e os frisos de Partenon gregos. Big Ben Este é, provavelmente, um dos relógios mais conhecidos do mundo mas sabias que Big Ben é o nome do sino que existe na torre onde também está localizado o relógio? A torre de noventa e seis metros antigamente conhecida como Clock Tower (Torre do Relógio), foi rebaptizada em 2012 como Elizabeth Tower para comemorar o Jubileu de Diamante da Rainha Isabel II. Apesar de tudo isto, a principal estrela continua a ser o segundo maior relógio de quatro faces do mundo. O sino pesa treze toneladas e foi fabricado em 1858. Soho Este bairro em West End é uma mistura eclética de lojas, restaurantes e muito especialmente, vida noturna. Tenta, pelo menos, passar algumas horas da tua noite neste bairro e verás uma Londres cosmopolita, vibrante e divertida. Aqui tens oito sugestões de sítios a incluir numa viagem para Londres que farão com que fiques com muita vontade de regressar. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Vantagens e desvantagens de viajar sozinho

Vantagens e desvantagens de viajar sozinho

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O conceito de viagem a solo está cada vez mais em alta, seja em termos de gap year, ano sabático ou férias de Verão, são cada vez mais as pessoas que não dependem de companhia para viajar. Contudo, há ainda quem levante muitas questões sobre as desvantagens que uma viagem a solo acarreta. Na verdade, e como tudo na vida, viajar sozinho também tem o seu lado menos bom mas no final de contas será sempre uma experiência positiva e enriquecedora. Neste artigo a IATI Seguros apresenta-te as vantagens e desvantagens de viajar sozinho. Mas, antes de mais, não te esqueças de subescrever o teu seguro de viagem com a IATI Seguros, para que possas viajar com a máxima segurança. Vantagens de viajar sozinho: Sensação de liberdade Não dependemos de ninguém Não duvides que uma das melhores sensações que podemos experimentar em viagem é a de liberdade. É termos a casa às costas e partirmos sem rumo, guiados apenas pela nossa vontade de ver o mundo. E isto, claro, só se consegue quando viajamos sozinhos. Ao fim ao cabo não dependemos de ninguém e escolhas sobre o local para jantar, o hotel para pernoitar ou que meio de transporte apanhar, são exclusivamente nossas. Podemos ficar mais um dia numa cidade se estivermos cansados, ou partir no primeiro autocarro da manhã se assim quisermos. O nosso dia, a nossa rotina e a nossa viagem são desenhados por nós, consoante a nossa vontade. Estamos mais abertos para conhecer outras pessoas Quando viajamos em grupo estamos mais fechados para o mundo externo e temos mais tendência para falar uns com os outros. Inevitavelmente, deixamos que certos pormenores à nossa volta nos escapem. Por sua vez, quando estamos sozinhos, absorvemos o que está à nossa volta de uma forma mais particular e pessoal e potenciamos a intensidade da experiência. Como consequência torna-se mais fácil conhecer outras pessoas e viver situações caricatas que, em grupo, provavelmente não aconteceriam. Aprendemos a desenvencilharmo-nos Viajar é uma espécie de catalisador da vida: uma semana em viagem facilmente correspondem a um mês de trabalho, em termos de situações vividas e histórias para contar. Numa viagem há sempre contratempos e decisões para tomar que nem sempre são fáceis. Por exemplo, podemos perder o último comboio do dia e temos de decidir se ficamos mais um dia naquela cidade ou se tentamos ir de autocarro nessa mesma noite. Enfim, são dezenas de decisões diárias que, quando viajamos sozinhos, temos de tomar sozinhos. E isto torna-nos pessoas mais confiantes e mais capazes de resolver pequenos contratempos de forma eficaz. Na verdade, isto são também importantes ferramentas de vida. Aumentamos o nosso autoconhecimento Os momentos a só são, por si só, momentos de introspecção. E numa viagem a solo é normal que estes momentos sejam muito mais frequentes. É aqui que normalmente observamos a nossa vida com um certo distanciamento, que a própria viagem ajuda a propiciar. Acabamos por refletir mais sobre a pessoa que somos e aquilo que queremos da vida. No final da viagem seremos certamente pessoas mais conscientes e maduras. Desvantagens de viajar sozinho O sentimento de solidão É claro que numa viagem a solo conhecemos dezenas de pessoas e, na verdade, estamos muito pouco tempo sozinhos. Mas tal não significa que nunca vamos estar sozinhos. Isso é um grande mito. É evidente que haverá momentos em que vamos estar sozinhos e haverá momentos extraordinários que serão vividos apenas por nós. Contudo, o sentimento de solidão não está diretamente relacionado à presença de pessoas na nossa vida. Quantas vezes não nos sentimos sozinhos numa multidão? Há que saber separar as coisas e a relação entre solidão e viagem a solo é muito mais uma questão de mindset. Por outro lado, e principalmente se considerarmos uma viagem longa, é inegável a falta que um amigo de longa data ou um familiar acaba por fazer. Por muitas pessoas novas e interessantes que conheçamos, por vezes precisamos do carinho e conforto que apenas uma relação duradoura e de confiança pode proporcionar. É mais caro Quando viajamos acompanhados há certas despesas que acabamos por dividir, como a conta do táxi, a estadia do hotel e por vezes até o preço de algumas refeições. Porém, quando viajamos sozinhos passamos a acarretar todos esses custos na sua totalidade, o que acabará por se refletir numa viagem mais cara. Quem tira as fotografias? Esta é também uma boa questão pois se estamos a viajar sozinhos, não temos um parceiro para nos tirar centenas de fotografias. Ora, é possível continuar a tirar fotos quando se está a viajar sozinho, embora a logística possa ser mais complicada. Hoje em dia os paus de selfies e os tripés vieram facilitar a vida dos viajantes a solo. Além disso, há sempre a possibilidade de pedir a um local ou a outro turista para nos tirar uma fotografia. Estamos por nossa conta e risco Se algo correr mal, estamos sozinhos e precisamos de ser capazes de resolver a situação. Se tivermos um acidente, precisarmos de ir ao hospital ou até mesmo à polícia, só temos uma pessoa com quem contar, nós mesmos. Não temos aquele ombro amigo para agilizar o processo por nós. Esta é talvez a maior desvantagem. Artigo escrito por: Patrícia Carvalho

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Miradouros de Barcelona

Miradouros de Barcelona

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Barcelona é uma cidade única, vibrante e cosmopolita, onde há sempre algo novo para fazer. Visitar o bairro gótico, explorar o legado modernista de Antonio Gaudí, La Barceloneta ou La Rambla, são apenas algumas das inúmeras possibilidades. Hoje, a IATI Seguros quer-te levar um pouco mais longe. Convidamos-te a conhecer a cidade de outro ponto de vista, das alturas. Estes são alguns dos melhores miradouros de Barcelona: Miradouros imprescindíveis em Barcelona: Miradouro dos Bunkers del Carmel De todos os miradouros de Barcelona, talvez este seja o que ficou mais na moda durante os últimos anos. Situada no alto do Turó de la Rovira, oferece-nos vistas únicas da cidade. Localiza-se em bunkers antiaéreos da Guerra Civil Espanhola, que já não possíveis de visitar depois de terem sido parcialmente restaurados em 2010. Se subires de madrugada terás o privilégio de experienciar um dos mais belos nascer do sol de Barcelona. Miradouro de Tibidabo Este é um clássico, um dos miradouros mais conhecidos de Barcelona, ​​sendo inclusivamente mencionado numa canção do cantor catalão Loquillo. Se tiveres oportunidade de ir de carro, podes parar para tirar fotos nos diferentes miradouros da estrada da Horta. Se fores diretamente para o miradouro de Tibidabo, também o podes fazer confortavelmente de transportes públicos. A vista do Sagrado Corazón é cativante e conta com o Parque de Diversões de Tibidabo para completar a tua foto. Miradouro de Montjuic A Montanha Montjuic oferece uma vista totalmente diferente dos outros miradouros de Barcelona. A sua localização, numa montanha junto ao mar, permite-nos uma vista de 360º que abrange o mar, a costa e o interior da cidade. Para além da singular vista panorâmica, podes ainda aproveitar a tua visita para conhecer lugares como o Estádio Olímpico, o Museu Nacional de Arte Contemporânea da Catalunha ou o Jardim Botânico de Barcelona. Miradouro da Sagrada Família Deixamos os miradouros montanhosos de Barcelona e passamos a desfrutar de vistas únicas no centro da cidade. Neste caso, subimos ao topo de uma das torres da Sagrada Família, o monumento mais emblemático da cidade. Recomendamos que carregues a bateria da tua câmera e tenhas espaço no cartão, pois vais precisar da máquina para fotografar o extraordinário interior da Sagrada Família e a vista do miradouro. Miradouro da Torre de Collserola Muitos habitantes de Barcelona veem ao longe esta grande torre de comunicações, mas poucos sabem que é possível subi-la. De todos os miradouros, ​​este é sem dúvida o mais alto. O 10º andar, onde podes apreciar a vista, está 115 metros acima do solo… numa colina 550 metros acima do nível do mar! Em dias com boas condições climáticas, é possível ver até 70 quilómetros em redor do miradouro. Esta torre não abre diariamente, por isso lembra-te de verificar o horário. Miradouro de Las Arenas Já te sugerimos que fosses até Montjuic, agora convidamos-te a vê-lo de um ângulo diferente. Todos os miradouros de Barcelona têm a sua história e a de Las Arenas merece ser contada. O que é hoje um moderno centro comercial, antigamente era uma grande praça de touros. Com o passar dos anos, e dado o pouco interesse de Barcelona pelas touradas, a praça tornou-se um centro comercial que atrai todo o tipo de público. Do terraço terás uma bela vista da Plaza España com Montjuic ao fundo. Miradouro do Hotel W, Bar Eclipse Encerramos esta lista com a vista de um hotel de luxo. No topo do Hotel W, popularmente conhecido como Hotel Vela, encontramos um bar-restaurante que serve comida asiática. Localiza-se no 26º andar e oferece uma vista extraordinária, sendo o miradouro de Barcelona com o melhor panorama da costa da cidade. Ficaste com vontade de conhecer algum destes miradouros em Barcelona? Se sim, adorávamos que partilhasses as tuas fotos no Instagram com a hashtag #iatipelomundo. Desta forma, podemos vê-las e tornar-te no nosso instagrammer de destaque, diante de milhares de seguidores. Ah! E se conheceres outros miradouros interessantes, não hesites em deixá-los nos comentários. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que fazer em Bruxelas em dois dias

O que fazer em Bruxelas em dois dias

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Tens alguns dias disponíveis e gostarias de fazer uma viagem não muito longa e procuras dicas? Talvez um fim de semana para quebrar a rotina? Achamos que uma escapadinha em Bruxelas é perfeita para ti! No entanto, deves viajar sempre seguro, mesmo em pequenas deslocações na Europa! E na IATI Seguros os seguros de viagem são sob medida para todo o tipo de viagem, assim, se costumas fazer várias viagens durante o ano, o que achas de fazer o seguro IATI Bloggers e Grandes Viajantes, que pode ser um Seguro de Longa Duração ou Anual Multiviagens? Fica a dica! O que fazer em Bruxelas em dois dias A cidade de Bruxelas não é excessivamente grande e os lugares que te sugerimos podem perfeitamente ser explorados em dois dias de viagem. É claro que poderíamos acrescentar outros sítios à lista, no entanto, achamos que estes são os imperdíveis numa viagem à capital da Bélgica. Grand-Place A Grand-Place é considerada o coração de Bruxelas. Como o nome indica, é uma grande praça que tem a particularidade de estar rodeada por edifícios belíssimos. Demora o tempo que precisares para absorver a energia deste lugar, para sentires a vibração das pessoas e para isso, nada melhor do que te sentares numa esplanada e observares o que acontece à tua volta. Estátuas sui generis Na categoria das estátuas sui generis divertidas vamos falar-te de três estátuas em particular, sendo que uma delas se tornou o símbolo de Bruxelas. Manneken Pis Fazem uma autêntica romaria para verem a estátua do Menino a fazer chichi. O Manneken Pis tornou-se icónico em Bruxelas e o cuidado à volta desta estátua em bronze é digno de nota. Sabias que vestem a estátua regularmente com roupa diferente? Atualmente o Manneken Pis tem cerca de oitocentas peças de vestuário. Pode usar uma roupa diferente todos os dias que não vai repetir o outfit por mais de um ano! Jeanneke Pis A Jeanneke Pis é a versão feminina da estátua anterior. Não é tão famosa, é certo, mas podes encontrá-la no Impasse de la Fidélité 10-12, não muito longe do Manneken Pis. Het Zinneke Ora só faltava uma versão de um animal a fazer chichi, certo? Pois, o Het Zinneke é um cão que completa o trio de estátuas sui generis em Bruxelas. Vais encontrá-lo no número 35 da Rue des Chartreux. Atomium Imagina um cristal elementar de ferro ampliado 165 milhões de vezes! O resultado é o Atomium, um monumento com 103 metros que chama a atenção em Bruxelas. Podes divertir-te a tirar fotografias no exterior ou podes visitar o interior onde costumam decorrer vários eventos. Para te inteirares do que acontece quando estiveres em Bruxelas, recomendamos que consultes a agenda disponível no site oficial do Atomium. Mini-Europa Uma Europa em tamanho pequeno, mas com tanto pormenor e realismo que vais sentir-te um gigante a passear pelo continente. No parque de diversões Mini-Europa vais encontrar réplicas de monumentos espalhados pela Europa, incluindo a Torre Eiffel, o Big Ben, a Acrópole, enfim, uma viagem por sítios magníficos europeus concentrados num único lugar. Galerias Royales Saint-Hubert Existem duas grandes alas com cerca de cem metros cada nas Galerias Royales Saint-Hubert. As galerias foram projetadas pelo arquiteto Jean-Pierre Cluysenaer e abriram ao público em 1847. Portanto, facilmente percebes que em cada uma destas alas poderás encontrar história para além de boutiques requintadas. Parque do Cinquentenário O Parque do Cinquentenário é uma lufada de ar fresco na cidade belga. São cerca de trinta hectares de terreno com jardins, lagos, relvados e muito espaço para passear. Centro Belga da Banda Desenhada Quem nunca ouviu falar na personagem de banda desenhada do Tintin? É verdade que poderás admirar várias representações da personagem criada por Hergé desenhadas em fachadas de edifícios espalhados por Bruxelas mas mesmo assim recomendamos que visites o Centro Belga da Banda. Aqui poderás conhecer melhor o trabalho de outros autores de Banda Desenhada como Peyo, o criador dos Smurfs), André Franquin, o criador de Marsupilami e Morris, o criador de Lucky Luke. Temos a certeza que em dois dias vais conseguir visitar todos estes lugares e vais ficar a conhecer o essencial de Bruxelas. No entanto, não ponhas de lado a hipótese de regressar à cidade belga pois o ambiente sofre alterações conforme a estação do ano! A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Queres fazer Voluntariado Internacional? O guia essencial

Queres fazer Voluntariado Internacional? O guia essencial

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O voluntariado é uma experiência enriquecedora que pode mudar a nossa vida. Embora seja vulgarmente associado a uma prestação de ajuda ou serviço, é muito mais aquilo que ganhamos com o voluntariado do que aquilo que conseguimos dar. O voluntariado faz de nós melhores pessoas e cidadãos mais conscientes do mundo em que vivemos. Cada vez mais surgem ofertas de voluntariado internacional nas mais diversas áreas e países. Neste sentido, a IATI Seguros organizou um guião essencial onde compilamos as principais plataformas com projetos de voluntariado além-fronteiras. Porém, antes de mais, não se esqueça de subescrever o seu seguro de viagem com a IATI Seguros para que possa desfrutar de uma experiência com a máxima segurança. Voluntariado nas Nações Unidas “International UN Volunteers promote peace and development in communities around the globe, while upholding the ideals and aspirations of the United Nations.” Todos os anos as Nações Unidas lançam cerca de 2000 projetos de voluntariado, nas mais diversas áreas, desde Gestão e Desenvolvimento de Projetos, Assuntos Legais, Ciência Política, Engenharia, Saúde, etc. Os voluntários internacionais provêm de cerca de 160 países, promovendo um espírito multicultural, com diferentes ideias e backgrounds. Os requisitos mínimos necessários para se tornar voluntário das Nações Unidas são ter idade mínima de 25 anos, um grau de formação superior, pelo menos 2 anos de experiência profissional na área e bons conhecimentos linguísticos de inglês, francês ou espanhol. AIESEC – Global Volunteer “Global Volunteer is a cross-cultural experience for youth who want to gain personal development and leave an impact on the world.” A AIESEC é uma plataforma internacional que possibilita o desenvolvimento pessoal e profissional de jovens estudantes. A Global Volunteer é uma das vertentes da AIESEC que engloba projetos de voluntariado internacional. Estes projetos destinam-se a jovens entre os 18 e os 30 anos, provenientes de cerca de 120 países. Para se poder candidatar terá primeiro de criar um perfil no Portal de Oportunidades da AIESEC. Os projetos têm uma duração média de 6 a 8 semanas, e ocorrem nos mais variados países como Nigéria, Egito, Turquia, Índia, Indonésia, etc. Serviço de Voluntariado Europeu “O objetivo do Serviço Voluntário Europeu (SVE) é desenvolver a solidariedade e promover uma cidadania ativa, bem como um entendimento mútuo entre os jovens.” O Serviço de Voluntariado Europeu (SVE) é uma plataforma que visa promover a solidariedade entre jovens. Além dos benefícios que traz às comunidades locais, estes projetos de voluntariado permitem aos jovens adquirirem novas competências sociais, pessoais e linguísticas. Os projetos de voluntariado do SVE tem uma duração mínima de 2 semanas e máxima de 12. Destinam-se a jovens adultos entre os 17 e 30 anos. As principais áreas de incidência são cultura, juventude, desporto, serviço social, património cultural, arte, proteção civil, ambiente, cooperação para o desenvolvimento, etc. O SVE não realiza intervenções em áreas de risco ou em situações de pós-crise. AMI “Temos desde 1984 uma única missão, ajudar o ser humano. Não importa quando, como e onde. Do indivíduo à escala global enfrentamos todos os desafios com a mesma atitude.” A AMI foi fundada em 1984 e desde então já desenvolveu projetos em cerca de 82 países em todo o mundo. É uma fundação que realiza três tipos de intervenções, nomeadamente missões de emergência, missões de desenvolvimento com equipas expatriadas e Projetos Internacionais em Parceria com Organizações Locais (PIPOL). Os projetos podem durar entre algumas semanas até alguns meses. Geralmente são programas de longa duração que requerem médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, engenheiros, etc. Para se ser voluntário na AMI é necessário realizar uma pequena formação, toda a informação necessária é disponibilizada no site. Global Volunteers “Volunteering abroad holds magic on so many fronts. It’s the springboard for my global explorations. I can’t imagine one without the other anymore.” A Global Volunteers é uma associação sem fins lucrativos que promove a paz e a justiça em todo o mundo através de parcerias com outras organizações. Apoia o desenvolvimento humano e económico, trabalhando arduamente em 3 focos principais – fome, saúde e conhecimento. Criada em 1984, a Global Volunteers já teve 34000 voluntários internacionais a dar o seu apoio em mais de 200 comunidades espalhadas em cerca de 35 países. Alguns desses países englobam a China, Cuba, Equador, Nepal, Tanzânia, Vietname, Grécia, Peru e Polónia. CCS – Cross Cultural Solutions “Excellence is a driving mantra for Cross-Cultural Solutions. First and foremost, the CCS model produces real difference for developing communities and empowers local home grown non-profits, fostering sustainability.” A CCS tem como missão principal melhorar as condições de saúde e acesso à educação para crianças em países em desenvolvimento. A CCS existe há cerca de 24 anos e já trabalhou com mais de 35 000 voluntários. Os projetos disponíveis atualmente passam pela Costa Rica, Gana, Guatemala, Peru, Tailândia e Grécia (campos de refugiados), com a duração de 1 até 12 semanas. Estes projetos de voluntário têm a única desvantagem de serem pagos. Para Onde “O mundo, fora de Portugal ou ao lado de casa, não é só aquilo que conheces e há muito para explorar, tanto para conhecer e muito para dar.” A Para Onde é uma associação portuguesa sem fins lucrativos existente há cerca de 3 anos. Esta associação oferece projetos de voluntariado tanto em Portugal como no estrangeiro, que podem ser de curta (2 semanas) ou longa duração (vários meses). A nível internacional a Para Onde atua em áreas como poio infantil/juvenil, apoio comunitário, proteção ambiental e animal, saúde, empoderamento de mulheres, artes, desporto, apoio a migrantes e refugiados, etc. Só em 2017 foram concretizados cerca de 300 projetos de voluntariado além-fronteiras. A própria associação oferece também uma pequena formação para todos aqueles que se candidatem a um dos muitos projetos de voluntariado disponíveis. Workaway e Worldpackers A Workaway e Backpacking não são plataformas dirigidas diretamente ao voluntariado internacional. No fundo, ambas são plataformas independentes, onde qualquer pessoa pode colocar um anúncio de voluntariado e outras poderão então ver o anúncio e candidatar-se. E não funciona apenas para voluntariado, existem também ofertas de trabalho em troca de alojamento, entre outros. A diferença é que os projetos encontrados nestes sites são organizados por pequenas associações, normalmente sediadas em países em desenvolvimento, que ainda não têm a dimensão suficiente para terem a sua própria plataforma de voluntariado online. Ainda assim, existem aqui imensas oportunidades de voluntariado incríveis. WWF – World wide Fund for Nature “Our mission is to conserve nature and reduce the most pressing threats to the diversity of life on Earth.” A WWF é uma ONG sem fins lucrativos com a sua própria vertente em Portugal, a Associação Natureza Portugal (ANP). A WWF atua em seis áreas principais: Clima, Água, Vida Selvagem, Florestas, Oceanos e Comida. A sua missão principal passa por promover a conservação da biodiversidade e ecossistemas florestais bem como a promoção da sustentabilidade ambiental e consumo energético. Existem vários projetos internacionais no Butão, Índia, Madagáscar, Paraguai e Senegal.

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As melhores praias para surfar em Espanha

As melhores praias para surfar em Espanha

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Se adoras apanhar ondas, sabes que locais como Austrália ou Indonésias têm algumas das melhores praias para surfar do mundo. Mas se estes destinos de sonho ficam longe demais para ti, não te preocupes, a IATI Seguros preparou uma lista das melhores praias para surfar em Espanha. Assim, consegues evitar que a tua prancha se torne um mero elemento decorativo no teu quarto. Apanha a onda e aproveita as nossas sugestões! As melhores praias para surfar em Espanha Mundaka, Biscaia Para muitos, esta é a melhor praia para surfar em Espanha. “Descoberta” no final dos anos 70 por um grupo de australianos em busca de novos lugares para curtir o mar, a praia de Mundaka oferece uma das melhores ondas de toda a Europa. Visitada por surfistas de todo o mundo, esta praia é recomendada para quem já tem alguns anos de experiência, devido aos longos tubos que se formam no fundo arenoso. Nos dias em que a água está mais calma, os praticantes de nível intermediário também podem praticar o desporto, desde que estejam sempre atentos às correntes que se vão formando. Zarautz, Guipúscoa O Mar Cantábrico é o berço de alguns dos melhores surfistas de Espanha e isso deve-se, sem dúvida, à elevada qualidade das ondas que oferece. Em Zarautz encontras a maior praia do País Basco. Um dos pontos fortes deste areal com mais de 2 quilómetros é que oferece pontos para surfistas de todos os níveis e idades. Portanto, seja qual for o teu nível, pode levar a tua prancha. Não muito longe de lá, podes ver ao vivo, na estrada que vai de Zarautz para Getaria, uma das ondas mais perigosas do norte de Espanha, conhecida como “Roca Puta”. Esta brilha em todo o seu esplendor durante as fortes marés de inverno. Pantín, Corunha Sem sair do norte, encontramos outra das melhores praias em Espanha para surfar, desta vez na Galiza. Este é um destino ideal para surfistas intermediários, pois oferece ondas longas que podem ser facilmente dominadas sem a necessidade de um nível muito avançado. Todos os anos, no final de agosto, realiza-se o Pantín Classic Galicia Pro, um evento que atrai surfistas de renome de todo o mundo e que foi declarado Festival Galego de Interesse Turístico. Esta praia de surf, com quase 1 km de extensão, forma uma espécie de ferradura com ondas quase o ano todo. A melhor época para curtir é no inverno, mas se escolheres ir nesta altura, não te esqueças de levar um bom neopreno para te protegeres do frio intenso. La Mata, Alicante Uma das melhores praias para surfar no Mar Mediterrâneo? Assim é! Apesar de o Mar Cantábrico ser o berço das melhores praias para a prática deste desporto, La Mata é a melhor, caso pretendas deslocar-te para a zona oriental do país. Uma das vantagens desta praia é que as temperaturas que vais encontrar são muito mais suportáveis ​​do que as do norte. Durante os meses mais frios, de dezembro a fevereiro, a temperatura média da água é de ​​15 graus. Podes contar com uma onda de aproximadamente um metro e meio, vertical e rebentamento na praia. Corralejo, Fuerteventura Embarca num voo com destino às Ilhas Canárias, já que é o próximo destino da nossa lista das melhores praias para surfar em Espanha. Como já deves saber, um dos pontos fortes desta região é as temperatura. Aqui, basta uma camada de licra ou um leve neopreno para entrar na água. Fuerteventura é conhecido como o “Havai Europeu” e entre os mais de 150 quilómetros de praia podes encontramos esta pequena maravilha do surf. Aqui, podes curtir as ondas de esquerda ou direita, sendo que o inverno é a melhor época para surfar se tiveres experiência. Quemao, Lanzarote Continuamos nas Ilhas Canárias. Em Quemao, Lanzarote, encontra-se uma das ondas mais temidas de todo o Oceano Atlântico. O solo vulcânico com pouca profundidade e a grande energia da maré fazem desta praia um sítio recomendado apenas a surfistas experientes. Embora o risco seja alto, a possibilidade de completar um tubo perfeito e memorável faz com que muitos se arrisquem, com alguns cortes e trambolhões pelo caminho. Tarifa, Cádis A área de Tarifa também atrai surfistas. Não só oferece algumas das melhores praias de Espanha para surfar, como também goza de bom tempo, de uma gastronomia única e daquele ambiente que só se encontra na Andaluzia. Duas das zonas mais recomendadas são El Balneario e Punta Paloma. Podes encontrar a primeira entre a famosa praia de Las Lances e a Playa Chica. Devido às correntes, às pedras e à grande afluência de outros amantes deste desporto, será necessário que te mexas com precisão, por isso é recomendado para quem já tem um certo nível. Por outro lado, Punta Paloma é mais indicada para quem ainda está a aprender, pois oferece uma onda divertida e fácil de domar. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que fazer em Marselha?

O que fazer em Marselha?

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Quando pensamos em viajar para França imediatamente a nossa mente leva-nos para a maravilhosa capital, Paris. No entanto, e porque a França tem muito mais a oferecer para além de Paris, hoje a IATI Seguros vem trazer-te uma sugestão imperdível: Marselha. Não sabes muito bem o que visitar e fazer em Marselha? Não te preocupes, para isso estamos cá nós para te dizermos quais são as melhores atividades e os sítios imperdíveis nesta cidade portuária. Mas antes de embarcares nesta viagem recomendamos que tenhas um seguros de viagem adequado ao teu tipo de viagem. Assim, para uma viagem até Marselha nós sugerimos o IATI Básico, que tem a melhor relação qualidade-preço e que te garante coberturas básicas por um preço acessível. Dicas para visitares a cidade francesa de Marselha Subir até à Notre Dame de La Garde A Basílica de Notre Dame de la Garde é o ponto mais alto da cidade de Marselha e de onde terás uma vista desafogada. Irás ver os portos (o antigo e o novo), a cidade e arredores, as várias ilhas incluindo o Chateau d’If. Visitar a Catedral de Marselha Também conhecida como Catedral de la Major ou Catedral de Sainte-Marie-Majeure, é um edifício em estilo bizantino e foi construída entre 1852 e 1983. Recentemente sofreu obras de restauro por isso irás poder maravilhar-te com um monumento bem conservado. Assistir à chegada dos pescadores no Vieux Port Para esta atividade terás de te levantar cedo pois os pescadores chegam ao porto antigo quando o sol nasce. Observa a rapidez com que as vendedoras de peixe montam os expositores e como os cabazes passam de forma expedita do interior dos barcos para os sacos dos chefs de cozinha que diariamente ali fazem as suas compras. O porto antigo também é um bom sítio para ires ao final do dia antes do jantar. Provar o prato típico: La Bouillabaisse Já que mencionamos os pescadores, recomendamos que não deixes passar a oportunidade de provar a tão famosa Bouillabaisse, uma sopa rica de peixe, confecionada com peixes variados comprados no mesmo dia no mercado do porto antigo. Existem vários restaurantes que servem este prato típico mas o local mais tradicional é o Restaurante Miramar, junto ao porto antigo, apesar de os preços aqui praticados nem sempre caberem no orçamento dos viajantes. Fazer um cruzeiro até ao Parque Nacional des Calanques As calanques são formações rochosas e o Parque Nacional des Calanques inclui zonas de Marselha, Cassis e La Ciotat. Imagina blocos gigantes de rocha que se precipitam para o mar, intercalados com pequenas praias quase desertas. Um cruzeiro nesta zona é imperdível, acredita! Para comprares o teu bilhete apenas precisas de te dirigir ao porto antigo onde estão as companhias que fazem os cruzeiros. É um passeio bastante agradável, especialmente nos meses quentes do verão. Visitar o Castelo que inspirou o romance “O conde de Monte Cristo” Muitas vezes a ficção inspira-se em factos ou lugares reais e se gostas do romance de Alexandre Dumas ou se viste o filme baseado nesse livro, certamente vais adorar visitar o Chateau d’If. O Chateau d’If está localizado na Ilha de If e, portanto, apenas é acessível por barco. Uma vez mais, os bilhetes para o barco podem ser comprados no porto antigo e não precisas de reservar com antecedência pois existem vários transportes por dia. A ilha é pequena e apenas tem o castelo. Este castelo serviu de prisão e podes ver os nomes dos detidos famosos à porta das celas. Também podes ver as inscrições feitas pelos prisioneiros, assim como imaginar como eram as condições naquele tempo. Conversar com pescadores no Vallon des Auffes O Vallons des Auffes é um pequeno porto de pescadores completamente diferente do porto antigo. Podemos dizer que é mais autêntico, na medida em que por ali não existem muitos turistas mas existem pescadores com tempo livre para conversar. Portanto, se procuras histórias interessantes o Vallon des Auffes é o lugar a ir. Antes de terminarmos, gostaríamos de referir que estamos certos que te vais divertir muito nesta cidade francesa. Recomendamos que partilhes este artigo com os teus amigos e que aproveites bem as tuas viagens. A IATI Seguros deseja-te boas viagens. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que visitar em Guimarães?

O que visitar em Guimarães?

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Situada na região do Minho, a cidade de Guimarães é conhecida por muitos como o berço de Portugal. No entanto, há muito para conhecer para além dos típicos sítios históricos. Esta cidade minhota tem uma vida animada, com uma vertente cultural muito rica. Descobre alguns dos melhores sítios a conhecer quando visitares esta deslumbrante cidade. 5 sítios que deves visitar em Guimarães: Castelo de Guimarães Começamos pelo símbolo mais imponente da cidade, o Castelo de Guimarães é paragem obrigatória quando se percorre a cidade. Para sempre ligado à fundação do Condado Portucalense, o Castelo tem a sua origem num mosteiro do século X que foi depois fortificado. Ao visitar o Castelo, podes aproveitar para conhecer o vizinho Paço dos Duques de Bragança, uma majestosa casa senhorial do século XV, classificada como Monumento Nacional. Igreja de São Francisco Vestígios evidentes da Ordem Franciscana em Guimarães, o Convento e Igreja de São Francisco estão entre as principais obras arquitectónicas portuguesas, misturando elementos góticos e românicos com o estilo maneirista. Largo da Oliveira Considerado o coração da cidade, juntamente com a Praça de Santiago, este largo deve o seu nome a uma oliveira centenária que lá estava plantada. Uma popular atração turística, o Largo da Oliveira não só é conhecida pelos edifícios de estilo gótico, como também por ser uma zona de bares e restaurantes, com belíssimas esplanadas. Palácio Vila Flor Um edifício do século XVIII, que ao longo da sua história sempre recebeu exposições e em 2005, após ser remodelado e devidamente equipado, passou a integrar o Centro Cultural Vila Flor. Hoje, podemos encontrar no Palácio Vila Flor as salas expositivas do Centro Cultural, onde ocorrem regularmente exibições de artistas contemporâneos. Monte da Penha Por último, um local de onde podes avistar todas as atrações descritas acima: o Monte da Penha. Aqui, é possível visitar o Santuário da Penha e estátua do Papa Pio IX, jogar mini-golfe, ou simplesmente aproveitar a vista que esta montanha com mais de 600 metros de altura oferece. Artigo escrito por: Filipe Balseiro

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Consulta do viajante – o que é e para que serve?

Consulta do viajante – o que é e para que serve?

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A consulta do viajante é uma consulta médica regular destinada a todos aqueles que se vão ausentar do país. Contudo, ir ou não à consulta do viajante, ou para que é que esta realmente serve, são ainda objeto de dúvida e discussão nos dias de hoje. Neste sentido, a IATI Seguros preparou um artigo com todas as questões relacionadas com esta temática de saúde em viagem para que possa ficar esclarecido. Porém, fazer a consulta do viajante não invalida a necessidade de um seguro de saúde, por isso antes de mais não se esqueça de subescrever o seu seguro de viagem com a IATI Seguros. O que é a consulta do viajante? A consulta do viajante é uma consulta médica normal dada por um médico especializado em medicina tropical. Este tipo de consultas está destinado a todas as pessoas que se vão ausentar do país por um determinado período de tempo e que como tal, necessitam de informações médicas pertinentes. Para que serve a consulta do viajante? A consulta do viajante tem duas vertentes, embora geralmente apenas uma delas seja conhecida – a consulta pré-viagem e a pós-viagem. Tal como o nome indica a consulta pré-viagem é realizada antes da viagem e serve fundamentalmente para aconselhar e mesmo para prescrição médica de vacinas e medicação necessária àquele que vai viajar. Este é o lugar ideal para retirar todas as suas dúvidas relativamente aos cuidados de saúde e higiene que deverá ter durante a sua viagem, ao invés de se ficar pelas dicas que encontra na internet. Em termos de saúde, devemos sempre aconselharmo-nos com alguém especializado. Nesta consulta, e de acordo com o local para onde vamos viajar e o tempo da viagem, obtemos várias informações importantes como que vacinas são obrigatórias e/ou recomendadas tomar; que medicação deveremos levar connosco; o que vestir e que tipo de repelente usar; que tipos de comida deveremos evitar; se podemos ou não beber água corrente (não engarrafada); se devemos ou não fazer profilaxia da malária, etc. Além disso, o médico especialista coloca-nos também a par de crises de saúde pública que possam estar a ocorrer no país de destino nesse determinado momento (como por exemplo o caso do vírus Zika, Ébola ou até mesmo a gripe aviária). Já a consulta pós-viagem é feita assim que regressarmos a Portugal e serve fundamentalmente para fazer o despiste de doenças virais ou infecciosas que possamos ter contraído e, consequentemente, trazido para Portugal. Em que situações devo ir à consulta do viajante? Deve deslocar-se à consulta do viajante sempre que viaje para um país de clima tropical ou um país com condições higiénico-sanitárias precárias. Idealmente para qualquer país da América Central e do Sul, África e Ásia. E no caso de viajar para um país europeu? No caso de viajar para um país europeu, deixa de ser tão necessário fazer a consulta do viajante (salvo algumas exceções), já que estará salvaguardado pelo Cartão Europeu de Seguro da Doença. Este cartão, que pode ser obtido via online ou na Segurança Social, assegura-lhe tratamento e assistência médica em todos os países pertencentes ao Espaço Económico Europeu (EEE), Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. Tal significa que, em caso de urgência médica, os cuidados de saúde serão prestados nos mesmos moldes do país de origem – ou seja o que pagaria em Portugal por esse tratamento é o mesmo que pagará em qualquer um dos países acima mencionados. Contudo, é extremamente importante ter o Cartão de Saúde pois caso contrário poderá não usufruir dos mesmos direitos. Com quanto tempo de antecedência devo ir à consulta do viajante? Recomenda-se que faça a consulta do viajante cerca de 4 a 6 semanas antes da viagem. Isto porque muitas das vacinas recomendadas são aplicadas em várias doses sendo estas administradas com um determinado espaçamento de tempo entre elas (como o caso da vacina da raiva ou da encefalite japonesa). Ora se for à consulta com uma semana de antecedência já não poderá tomar a dose seguinte. Além disso, todas as vacinas têm um determinado tempo de imunização, a partir do qual começam verdadeiramente a fazer efeito. Onde posso marcar a consulta do viajante? A consulta do viajante pode ser efetuada no serviço público ou privado. Este tipo de consulta já faz parte do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e está sujeito à taxa moderadora de 5,00 € (se não for isento). No site da sua Administração Regional de Saúde encontrará o centro de vacinação internacional mais próximo de si para marcar a sua consulta. Sugerimos que a marque com bastante antecedência pois geralmente as marcações estão sempre lotadas, principalmente na época do Verão. Em termos de serviços privados, existem tanto as consultas físicas como as consultas online. São efetivamente consultas mais caras (entre os 30 e 70€) com a vantagem de não terem um tempo de espera tão longo. As vacinas prescritas na consulta do viajante são gratuitas? Depende da vacina. Portugal é dos países europeus com melhor Plano de Vacinação Nacional (PVN), com 14 vacinas incluídas. Ora todas as vacinas que fazem parte do plano são gratuitas e são logo administradas na consulta do viajante, caso a consulta seja feita a partir do SNS. Caso necessite de uma vacina que esteja fora do PVN, então o paciente terá de a comprar numa farmácia e deslocar-se então a um centro de saúde para que esta lhe seja administrada. Que documentos devo levar para a consulta do viajante? De acordo com o SNS deve fazer-se acompanhar da seguinte documentação: • Documento de identificação; • Boletim de vacinas; • Cartão do SNS/ADSE; • Certificado internacional de vacinação (se já o tiver); • Lista com a medicação que toma habitualmente. Outras recomendações importantes: • Fazer a consulta do viajante não invalida a necessidade de fazer um seguro de viagem. Efetivamente, a consulta serve para aconselhar e precaver determinados cenários. Contudo, nada impede que estes aconteçam. Pode consultar aqui todos as vantagens de assistência médica internacional incluídas no seguro IATI Standard; • Alguns países têm vacinas obrigatórias, o que significa que poderá ser impedido de entrar no país caso não a tenha tomado, ou caso não tenha consigo o Certificado Internacional de Vacinação, para o poder provar (por exemplo a vacina da doença meningocócica e poliomielite são obrigatórias para entrar na Arábia Saudita); • É aconselhável levar a receita médica de todos os medicamentos que estiver a tomar no momento. Certas substâncias legais em Portugal podem ser ilegais noutros países; • Vale a pena pesquisar sobre possíveis acordos de assistência médica internacional que possam existir entre ambos os países; • O Ministério dos Negócios Estrangeiros lançou recentemente a app Registo do Viajante, disponível para Android e iOS. É uma aplicação destinada a todos os portugueses no estrangeiro que além de lhe fornecer toda a informação de saúde e segurança para o seu país de destino, lhe permite ainda registar a sua viagem. O objetivo é lançar um alerta para as autoridades em caso de emergência, funcionando assim como um “112 do viajante”. Pode ser ativado em situações de emergência como catástrofes naturais, acidentes rodoviários e ferroviários, atentados terroristas ou situações de insegurança. Artigo escrito por: Patrícia Carvalho

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Sevilha: o que visitar?

Sevilha: o que visitar?

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Sevilha é a capital da Andaluzia e dada a sua proximidade da nossa fronteira é uma das cidades espanholas mais frequentemente visitada pelos portugueses. Para uma escapadinha de poucos dias na cidade do flamenco, a Iati Seguros de viagem dá-te várias dicas neste artigo, para que possas aproveitar bem o tempo. Sendo Sevilha alvo de elevadas temperaturas no verão, a melhor época para a tua viagem é entre outubro e maio. Com um clima ameno, poderás usufruir mais dos espaços abertos e contemplar a cidade com mais satisfação, e além disso, conseguirás explorar os pontos turísticas com mais calma, pois na época alta existe muito mais turismo. A zona do centro histórico é a mais recomendada para te hospedares, pois dessa forma conseguirás visitar todas as atrações facilmente a pé. O que visitar em Sevilha? Parque Maria Luisa Certamente já ouviste falar na famosa Praça de Espanha de Sevilha, mas antes de te deslocares até lá, a Iati aconselha-te a dar um passeio pelo Parque Maria Luisa. Recheado de laranjeiras, pinheiros e palmeiras, este parque é muito agradável e é um dos maiores da cidade. Praça de Espanha Este é um dos melhores locais para relaxar na capital da Andaluzia. Dentro do Parque Maria Luísa, a tranquilidade que esta praça transmite faz dela um dos locais favoritos pelos habitantes da cidade para fugir à rotina cada vez mais stressante. A possibilidade de andares de barco pelos canais que a rodeiam, os bancos em azulejos com cores vibrantes e até a música ao vivo fazem desta praça um local de passagem obrigatória. Alcazar de Sevilha É atualmente um dos melhores exemplos de arquitetura Mudéjar em Espanha e uma das imagens de marca da cidade e do país. Dentro dos altos muros e dos jardins cuidados, conta-se a história de há muitos anos atrás, do último milénio da cidade andaluza. A junção de influências da época árabe com a do renascimento e do barroco, faz do Alcazar um dos locais mais bem preservado da cidade. Foi declarado Património Mundial pela UNESCO em 1987 dando assim o merecido reconhecimento pela preservação da história. Catedral de Sevilha A chegada até lá é através das pequenas ruas estreitas que vão dando cada vez mais ênfase ao tamanho da catedral, à medida que te vais aproximando da mesma. Construída sobre uma antiga mesquita Islâmica do Séc. XII a Catedral de Santa Maria da Sé, ou Catedral de Sevilha como é conhecida, é hoje em dia a maior catedral gótica do mundo. Podes encontrar dentro da catedral o túmulo de Cristóvão Colombo. Torre Giralda Apesar do desaparecimento da grande parte dos símbolos do Islão com a cristianização da região ao longos dos anos, é possível ainda identificar a influência moura na catedral no Pátio de los Naranjos, local que era usado para festas islâmicas. A torre La Giralda, minarete do século XII transformado num campanário com mais de 100 metros de altura, é atualmente a construção mais alta da cidade. O acesso à parte superior da torre é feito através de rampas uma vez que antigamente a subida à torre para tocar o sino era feita de cavalo. Metropol Parasol Construído com a intenção de potenciar a cidade de Sevilha como um dos destinos culturais mais deslumbrantes. O imponente edifício projetado por Jürgen Mayer H. Architects esta localizado sobre a Plaza de la Encarnación e faz desta o novo centro urbano contemporâneo da cidade. Com cerca de 150 metros de extensão, 75 metros de largura e a uma altura de 28 metros, ali existem bares, restaurantes , um museu e ainda um terraço panorâmico no topo da estrutura. Torre do Ouro Erguida para vigia de forma a evitar invasões pelo rio Guadalquivir, usava como principal arma uma gigante corrente que estendia através do rio de forma a evitar a passagem de barcos indesejados. O nome explica o facto de que ali se armazenava grande parte das riquezas que chegavam nos barcos vindos da américas. A torre é atualmente o Museu Naval de Sevilha. Agora que já conheces as principais atrações de Sevilha, organiza a tua viagem sem deixares de parte o teu seguro de viagens. No site da Iati Seguros podes escolher o que melhor se adapta a ti. Artigo escrito por: Gato Vadio Travel Blog

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O que fazer em Nova Deli em 2 dias?

O que fazer em Nova Deli em 2 dias?

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Nova Deli é para muitos viajantes a porta de entrada na Índia. Mal sais do aeroporto percebes que chegaste a outro mundo. Bem-vindo à Índia, bem-vindo a Nova Deli. É uma cidade caótica com bastantes atrações turísticas que não vais querer perder. Neste artigo queremos dar-te um pouco de informação sobre a famosa capital da Índia assim como o que ver e fazer. Faz a mochila e mergulha na cultura indiana. Nova Deli é um bom ponto de partida. Não te esqueças de antes fazer o teu seguro de viagem online que é importante seja qual for o destino! Quem visita a Índia sempre diz que não há dias iguais naquele país. Tudo acontece e tudo é possível. Sendo uma das cidades mais populosas do mundo, com 27 milhões de pessoas, pode ser um choque ao início, mas no fim terás muitas memórias e histórias para contar! Nova Deli tem uma rede de transportes públicos boa, que chegam a qualquer parte da cidade e às atrações turísticas. Sendo a capital do país, esta vai ser uma cidade de contrastes, de cores, idiomas, formas de vestir que te vão fascinar, de uma cultura intensa e de uma mistura de arquitetura que te fará recuar no tempo. Prepara-te também para o trânsito caótico, para as multidões de gente, para a poluição e para a curiosidade das pessoas. Vais sentir que estão mil coisas a acontecer ao mesmo tempo, mas no fim vai ser divertido e será sem dúvida uma aventura que não vais esquecer. Sítios a visitar em Nova Deli Templo de Lótus Um dos templos mais bonitos que vais visitar na tua vida. Como o nome indica, este templo tem forma de lótus e é todo construído em mármore branco que lhe dá uma beleza inigualável. Rodeado de pequenas piscinas e jardins bem cuidados, este templo vai ser um dos pontos altos da tua visita pela cidade. Todas as pessoas são bem-vindas a este templo, independentemente da raça, religião, cor e nacionalidade. Uma vez que entras dentro do templo, vais sentir uma paz e tranquilidade enorme, nem parece que estás na Índia! Recomendamos que vás de manhã bem cedo para evitar as confusões e filas gigantes no controlo de segurança. Forte vermelho e Velha Deli Considerado património da humanidade da UNESCO, o forte vermelho é uma construção de 1638 com a intenção de ser a residência de os imperadores Mongóis daquela época. Está localizado na parte de Old Delhi, considerada a parte mais caótica, suja e intensa da cidade. Mesmo que não gostes de confusão é quase obrigatório visitar este forte e a zona antiga da cidade e deixar-te levar pelos cheiros da comida de rua, dos sorrisos dos vendedores e pela devoção das pessoas à sua religião. Tumba de Humayun Assim com o Taj Mahal, este monumento também foi construído para guardar uma tumba. Construído em 1565 para o rei guardar o corpo da sua falecida amada. Tem uma construção bonita, estilo mongol e é acessível de metro, autocarro ou táxi / tuk-tuk. Porta da Índia – Índia Gate Este monumento foi construído para homenagear os soldados indianos que perderam a vida ao longo das várias guerras que este país esteve envolvido. É também conhecido como arco de triunfo da cidade. Não é possível subir ao monumento nem passar por baixo do mesmo pois está escoltado por guardas. Tem inscrito no monumento o nome dos 85 000 soldados que perderam a vida a lutar pelo país. Ao estar no coração da cidade, recomendamos que visites durante o final de tarde pois é quando muitas famílias se juntam neste parque para conviver com os amigos e fazer picnics. Uma boa oportunidade para ver e interagir com pessoas locais e saber um pouco mais da sua cultura. Sri Bangla Sahib Gurdwara Este é um dos templos da religião Sique mais importantes e maiores do mundo. É dos templos mais bonitos de Deli e como em todos os templos Sique, tem um lago grande onde tens que lavar os pés e mãos antes de entrar no templo. Uma curiosidade deste templo é que oferece refeições grátis a qualquer visitante independentemente da religião, raça ou cor. A câmbio podes ajudar na confeção da comida ou limpeza do espaço. Uma experiência diferente que podes viver, porque não? Swaminarayan Akshardham Temple Considerado dos maiores templos Hindus do mundo é uma excelente opção para visitares e entender um pouco melhor a religião hindu, descobrir as lendas e deuses que fazem esta religião um pouco complexa e extensa, mas fascinante. Podes relaxar um pouco pelos seus jardins e ver a devoção das pessoas nas suas rezas e doações aos deuses. Birla Mandir Este é outro dos muitos templos da cidade. Com uma arquitetura fascinante e colorida, é um local onde os peregrinos vão rezar ao Deus Vishnu, um dos mais importantes para a sua religião. A entrada é gratuita, mas se quiseres podes deixar uma doação. Infelizmente não é permitido tirar fotografias, mas sem dúvida que vale a pena uma visita. Agrasen Ki Baoli Um dos lugares perfeitos para os amantes da fotografia e arquitetura. Era um antigo reservatório de água como tantos na Índia. Este é conhecido pelas muitos lendas que lá existem e pelo seu ambiente misterioso. Jama Masjid É a maior mesquita da Índia e tem capacidade para 25000 fiéis. Como fica perto do forte vermelho e da velha Deli, podes combinar a visita no mesmo dia. A entrada é gratuita, apenas pagas para subir à torre. Para uma vista incrível da cidade podes subir a uma das suas torres e ver a imensa cidade de Deli e os seus 27 milhões de pessoas! É incrível ver como numa cidade caótica e com milhões de pessoas, diferentes castas, religiões e culturas vivem em harmonia respeitando as diferenças e crenças uns dos outros! Espero que te tenha convencido a deixar esse receio de lado e visitar Nova Deli. Viaja em segurança e faz o teu seguro de viagem online. Artigo escrito por: The Globetrotter Duo

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Guia para conhecer as Ilhas Cíes

Guia para conhecer as Ilhas Cíes

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Se há lugares que possuem um encanto especial, cuja beleza pode torná-los essenciais, certamente as Ilhas Cíes estariam em uma posição privilegiada entre eles. “As ilhas dos deuses”, como eram apelidadas pelos romanos, fazem jus a esta alcunha com praias de areia fina, águas cristalinas, falésias e paisagens que te deixarão sem palavras. Existem muitas jóias na Galiza, mas este arquipélago da província de Pontevedra, para além da foz da Ria de Vigo, é uma visita obrigatória. Hoje, a Iati Seguros dá-te as informações necessárias para que aproveites ao máximo a tua visita às Ilhas Cíes. Guia para visitar as Ilhas Cíes Como chegar às Ilhas Cíes? Como já dissemos, as Ilhas Cíes estão localizadas na Ria de Vigo, portanto, para chegar até elas, tens de apanhar um barco. Sendo uma área protegida – fazem parte do Parque Nacional das Ilhas Atlânticas da Galiza – o número de visitantes está limitado a cerca de 2.000 pessoas por dia. Ou seja, para visitar o arquipélago existem duas coisas muito importantes: Autorização de Acesso e Bilhete de Barco. Como obter a autorização de acesso às Ilhas Cíes? É muito importante obter uma licença antes de comprar os bilhetes de barco. A autorização, gerida pela Junta da Galiza, pode ser solicitada neste link com um máximo de 45 dias de antecedência. Já tenho a autorização, onde consigo o meu bilhete de barco? Existem vários portos onde podes apanhar o barco, sendo o principal em Vigo, mas também se pode viajar desde Cangas, Bueu ou Portonovo. É possível entrar em contato com as seguintes empresas para reservar e organizar a tua viagem: Cruceros Rias Baixas | Mar de Ons | Naviera Nabia Viajar num barco próprio também é permitido, mas tem em consideração que é necessário pedir uma autorização para atracar nas ilhas. Da mesma forma, podes alugar um barco particular ou um veleiro, sendo que o porto de Vigo oferece opções como a Sailway. Quando visitar as Ilhas Cíes? A época alta ocorre entre Julho e Agosto, meses em que as embarcações oferecem serviço todos os dias. É imprescindível fazer a reserva com antecedência nesta altura, pois o fluxo de turistas é muito grande. Fora da época alta, a frequência dos barcos é reduzida e muitas vezes nem há serviço. Geralmente, de meados de Outubro ao início de Abril, não há circulação. É possível visitar todas as ilhas? O arquipélago das Cíes é constituído por três ilhas, das quais apenas duas podem ser visitadas: a Ilha de Monteagudo ou Illa Norte e a Ilha Do Faro ou Illa do Medio. Estas duas encontram-se ligadas por uma ponte e uma praia. A sul de ambas está a Ilha de São Martinho, que, embora não possa ser visitada, oferece uma vista magnífica. E agora que chegámos às Ilhas Cíes? Há muita coisa para fazer nas Ilhas Cíes. Não são excessivamente grandes, mas num dia de caminhada podes percorrer facilmente cerca de 15 quilómetros. Também podes ficar a desfrutar tranquilamente da praia, mas é uma pena não fazer nenhum dos percursos pela ilha e conhecer alguns dos seus recantos e miradouros. Embora exista um posto de informação assim que se chega à praia de Rodas, existem basicamente quatro percursos que cruzam as duas ilhas. O mais conhecido é a subida ao Monte Faro, onde está o farol (como se pode deduzir pelo nome). O trecho final tem uma dificuldade média leve, mas vale a pena subir para apreciar a vista, principalmente da Ilha Sul. Convém estares atento às gaivotas e não deixar comida ou câmeras ao seu alcance. Posso passar a noite nas Ilhas Cíes? Sim. Embora as opções de alojamento na ilha sejam bastante limitadas, dado que há apenas um parque de campismo onde ficar. Existem várias zonas de campismo, incluindo uma em que o próprio parque tem tendas disponíveis e outras onde podes colocar a tua própria tenda. Ambas as opções têm capacidade limitada, por isso é melhor reservar com antecedência. Durante a época alta (Julho e Agosto) a reserva mínima é de duas noites. É aconselhável trazeres o teu próprio saco-cama, embora também possas alugar um no parque de campismo, que também dispõe de WC, duches de água quente, eletricidade e ligação wi-fi. É importante frisar que se a ideia é pernoitar, é necessário obter a reserva do alojamento antes de comprar os bilhetes do barco. Preciso de levar comida? Se vais fazer caminhadas durante a tua estadia nesta ilha, é recomendável que tragas alguma coisa para comer ou lanchar, mas pode fazer as tuas refeições num dos restaurantes da ilha ou comprar no supermercado do parque de campismo. Posso levar o meu animal de estimação? Com exceção de cães-guia, os animais domésticos não são permitidos nas Ilhas Cíes. Esperamos que com este pequeno guia fiques com uma ideia de como organizar a tua viagem pelas Ilhas Cíes. Recomendamos que te atrevas a ficar pelo menos uma noite e que, se o tempo estiver bom, possas desfrutar de um belo pôr do sol. Boa Viagem! Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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