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Entenda tudo sobre taxas e câmbios de moeda

Entenda tudo sobre taxas e câmbios de moeda

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Sempre que viajamos para países cuja moeda não é o euro precisamos de cambiar dinheiro para a moeda do país para onde nos vamos deslocar. Contudo, este é ainda um assunto que traz muitas dúvidas e dilemas, nomeadamente sobre como fazer um bom câmbio de moeda , onde fazer e até sobre o que realmente é uma taxa de câmbio. Aqui na IATI Seguros, líder em contratação de seguros de viagem online, sabemos que estas dúvidas ainda são bastante frequentes, por isso reunimos neste artigo algumas das questões principais e explicamos-lhe tudo sobre taxas e câmbios de moeda de uma forma fácil e que lhe permitirá poupar muito dinheiro. O que é uma taxa de câmbio? Quando estamos a fazer um câmbio de moeda estamos a comprar moeda estrangeira, logo, a taxa de câmbio é o preço que pagamos por essa compra. A taxa de câmbio é o valor de uma moeda em unidades monetárias de outra moeda. Vejamos o exemplo de uma taxa de câmbio entre EUROS e LIBRAS ESTRELINAS: EUR/GBP = 0,8698 Ora isto significa que, com 1 EURO conseguimos comprar 0,8698 LIBRAS ESTRELINAS. Porém, o oposto diz-nos que, GBP/EUR = 1,1497 Com 1 LIBRA ESTRELINA conseguimos comprar 1,1497 EUROS. Isto porque a unidade fixada é sempre a da primeira moeda. No primeiro caso fixamos o EURO, no segundo fixamos a LIBRA ESTRELINA. Quando vamos a uma casa de câmbio há sempre duas colunas, uma com o preço de venda e outra com o preço de compra. Quando queremos comprar moeda estrangeira devemos sempre ter em atenção à coluna do preço de venda já que nós queremos comprar, logo a casa de câmbio está a vender, logo é o preço de venda que temos de considerar. Como fazer um bom câmbio de moeda? Embora todos os dias seja publicado pelo Banco Central Europeu (BCE) a cotação da moeda, este é apenas um valor de referência. O mercado cambial é liberalizado e cada banco ou casa de câmbio pode vender moeda ao preço que bem entender. Assim sendo, um bom câmbio é sempre aquele que, com 1 EURO nos permite comprar uma maior quantidade de moeda estrangeira. Diferentes casas de câmbio têm diferentes taxas logo é preciso verificar qual é aquela que têm uma taxa mais alta. Aquilo que devemos fazer, em primeiro lugar, é saber a cotação de referência desse dia, e, depois, comprar com o valor que as casas de câmbio oferecem. Vejamos um exemplo: Cotação de moeda publicada pelo Banco Central Europeu: EUR/GBP = 0,8698 Cotação da moeda na casa de câmbio A: EUR/GBP= 0,8343 Cotação da moeda na casa de câmbio B: EUR/GBP = 0,8459 Em primeiro lugar há que ver que o valor das taxas nas casas de câmbio é sempre inferior ao valor de referência pois de alguma forma as casas de câmbio têm de ter lucro. Em seguida, facilmente verificamos que a casa de câmbio B, oferece melhor taxa pois, com 1 EURO compra 0,8459 LIBRAS ESTRELINAS. Já na casa de câmbio A, com 1 EURO compra 0,8343 LIBRAS ESTRELINAS. A diferença pode parecer pequena, mas quando se trata de um valor alto, poderá haver uma grande diferença. Suponha que quer cambiar 200€: Casa de câmbio A: 200 x 0,8343 = 166,86 GBP Casa de câmbio B: 200 x 0,8459 = 169,18 GBP Ora, na casa de câmbio B conseguimos comprar mais LIBRAS ESTRELINAS com a mesma quantidade de euros. Mas, há outro pormenor a ter em atenção, as TAXAS EXTRAS cobradas pelas casas de câmbio. Muitas instituições cobram algo como 2,40 € por cada câmbio mais 4% de imposto selo sobre os 2,40€ (que perfaz 2,50€). Outras casas dizem-se ser sem taxas, mas aquilo que acontece é que esta taxa está já subentendida na taxa de câmbio e, por isso, têm, normalmente, taxas de câmbio mais baixas. Vamos a contas, Casa de câmbio A: Sem taxas. Logo, com 200€ consegue cambiar 200€ e receber 166,86 LIBRAS ESTRELINAS. Casa de câmbio B: Taxa de 2,40 € por cada transação ao qual acresce 4% de imposto selo, logo 2,50€ em taxas. Ora, com 200 €, consegue cambiar 197,50€ e recebe 167,06 LIBRAS ESTRELINAS. Retiradas as taxas a casa de câmbio B continua a oferecer uma melhor oferta, mas a diferença já não é tão grande quanto a inicial. Qual é o melhor local para cambiar dinheiro? Em Portugal ou no país de destino? Regra geral é sempre mais favorável trocar dinheiro no país de destino pois a taxa de câmbio é sempre mais favorável onde essa moeda existe em maior quantidade. Porém, não é de todo aconselhável fazer câmbio no aeroporto já que as taxas praticadas aqui são absurdamente altas. Precisará sempre de uma pequena quantidade de dinheiro para se deslocar até ao centro pelo que o melhor será trocar em Portugal uma pequena quantidade, para cobrir os gastos iniciais, e, já no centro da cidade, cambiar depois uma maior quantia. E, no país de destino, onde é que devemos trocar dinheiro? Existem vários locais onde pode cambiar dinheiro, sejam bancos, lojas de câmbios certificadas ou mesmo lojas de joalharia ou hotéis. Claro que a escolha depende sempre do valor da taxa de câmbio. Porém, normalmente, bancos e casas de câmbio CERTIFICADAS oferecem taxas mais próximas da cotação de referência publicada pelo BCE, logo, taxas melhores. Além disso, desta forma tem também a certeza que o dinheiro que compra é verdadeiro. Em alguns países há mercado negro de moeda, muito comum na América do Sul, pelo que poderá estar a comprar moeda falsa sem saber. Vale a pena jogar pelo seguro. Em países onde a moeda é muito fraca há diferentes taxas de câmbio consoante as notas que usa para cambiar. Quer isto dizer que, trocar 200€ com uma nota de 200 tem uma taxa diferente de trocar 200€ com 4 notas de 50. Isto acontece porque as instituições pagam um custo associado ao tratamento e recolha de numerário que é tanto maior quanto maior o volume de nota. Notas mais altas têm taxas de câmbio melhores. E como sabemos que é difícil fazer cálculos em moedas diferentes da nossa, aconselhamos-te também a ler este artigo sobre como gerir o dinheiro durante a viagem. De certeza que encontrarás dicas úteis para utilizar nas próximas férias! Autora: Girl from nowhere

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5 Destinos para ir com a família nas férias da Páscoa

5 Destinos para ir com a família nas férias da Páscoa

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As férias da Páscoa são uma das épocas de eleição das famílias, para uns dias de merecido descanso, antes de iniciar o último período escolar. E que tal se a IATI sugerisse 5 destinos para ir com a família nas férias da Páscoa? A IATI seguros de viagem online, sabes o quão importante é para as crianças, esta pausa nos estudos, e hoje apresenta 5 destinos muito seguros para ires nas férias da Páscoa e que farão as delícias de todos. Os melhores destinos para as férias da Páscoa Ilha do Sal – Destinos para ir com a família nas férias da Páscoa A Ilha do Sal está localizada em Cabo Verde e é uma pequena ilha de 30km de comprimento por 12km de largura. Caracterizada pelo seu povo hospitaleiro, extensas praias e à distância de um voo de médio curso que jamais vai aborrecer os miúdos. Na Ilha do Sal pode ser percorrida em um dia, mas não pensem que o resto das férias serão aborrecidas. Muito pelo contrário! Ver como se fazia a extração de sal em 1833, calçar uns sapatos de borracha e ir ver os tubarões, mergulhar em aconchegantes águas mornas, observar as miragens ou aprender uns passos de funaná, são algumas das atividades que vão mantê-los ocupados e divertidos em família. Valência – Destinos para ir com a família nas férias da Páscoa Aqui tão perto encontramos a multicultural Valência. Valência é a terceira maior cidade em Espanha, tem uma temperatura média de 17 graus e cerca de 300 dias de sol por ano. É uma cidade muito antiga (séc.II a.C.) e contém inúmeros monumentos históricos em excelente estado de conservação. Tem modernismo e um centro de artes, tem parques de diversão, tem quilómetros de zonas verdes, centenas de parques infantis, praia à qual se chega de metro, ciclovias, saborosa gastronomia e diversão. A mais sublime característica desta cidade é o percurso verde que foi criado, onde antes existia o rio Turia. O curso do rio foi desviado e no seu lugar nasceu uma zona de lazer com 6.5km, parques infantis, zonas de desportos, ciclovias, áreas de relvado e picnics. Londres – Destinos para ir com a família nas férias da Páscoa É a cidade que não deixa ninguém indiferente! Sobejamente falada na disciplina de História, presente em tantos livros e programas infantis, Londres tem a capacidade de encantar toda a família. Deixa-te encantar pelo render da guarda da Rainha no Palácio de Buckingham e observa a cidade no alto do London Eye. Percorre as excêntricas ruas de Piccadilly Circus. É a praça mais conhecida de Londres. O que a faz famosa são os painéis luminosos e a fonte com a estátua de Eros que está no centro. Localizada pertíssimo das famosas Regent Street, Oxford e Chinatown. Que horas são no Big Ben? Londres tem lojas de brinquedos, museus com dinossauros, parques verdes onde esquilos se aproximam sem medo, galerias e musicais. Em Londres nunca ficas sem ideias para divertir os mais pequenos. Milão – Destinos para ir com a família nas férias da Páscoa Milão é a região mais populosa de Itália e está cheia de atrativos turísticos. Começa a visita pelo Duomo di Milano. É uma das mais extraordinárias catedrais góticas do mundo. De frente para a fachada do Duomo, no teu lado esquerdo encontras a Galeria Vittorio Emanuele II. O edifício aloja cafés e restaurantes históricos. Faz um passeio de barco no canal Naviglio Grande. Vais encontrar diversos restaurantes, lojas, galerias, cafés, bares e geladarias. Que criança não adora andar de barco? Envolvido por muros altos e imponentes, o Castello Sforzesco é um local rico em história, contém vários museus. Pode-se visitar as suas ameias, locais subterrâneos, ver algumas múmias aqui e acolá no Museu Egípcio, muitas armaduras e armas. Açores – Destinos para ir com a família nas férias da Páscoa São Miguel é um destino muito apetecível para as férias da Páscoa. São vários os motivos: desde os lugares fantásticos, o clima ameno, passando pela gastronomia, tranquilidade da ilha e pela simpatia dos Açorianos. Para quem viaja com os filhos, um ponto a favor é o facto de se poder alugar um carro e percorrer a ilha toda, ao seu ritmo. São inúmeros os locais que te vão fazer vibrar nesta ilha verde. Banhos quentes em águas vulcânicas (Poça Dona Beija), lagoas emolduradas por árvores (Empanadas), ar puro e a vegetação tropical dão ao local a sensação de estarmos em outro país. Em São Miguel, há moinhos de água, pequenas cascatas, espaço livre e casinhas típicas (Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões). Que mais quer uma família, do que diversidade para poder satisfazer todos os gostos? Escolhe o melhor seguro de viagens, certifica-te que a tua família vai em segurança e que todos os percalços estão protegidos pela IATI. Autores: Onde andam os Duarte?

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Como gerir o dinheiro em viagem de forma eficiente

Como gerir o dinheiro em viagem de forma eficiente

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Uma das questões muitas vezes colocadas por viajantes em fóruns de viagem online tem a ver com as finanças em viagem, com como gerir o dinheiro fora de Portugal. Perguntas como “quanto dinheiro levar”, “onde trocar”, “como evitar as elevadas taxas de levantamento nos multibancos” são muito comuns. Este é sempre um assunto importante no planeamento de uma viagem, que pode vir a dar algumas dores de cabeça sem o conhecimento necessário. Aqui na IATI Seguros, lider na contratação de seguros de viagem online, queremos dar-te não só dicas úteis sobre destinos, mas também a informação prática que precisas para gerir da melhor forma a tua viagem! Como gerir dinheiro durante uma viagem Descobre neste artigo como gerires o teu dinheiro em viagem, para não teres surpresas desagradáveis no que diz respeito às tuas finanças. 1. Levar dinheiro ou levantar em multibancos no destino É importante teres em atenção que ao levantares dinheiro em multibancos no estrangeiro, especialmente fora da União Europeia, existe a obrigatoriedade de pagamento de taxas, quer por parte do teu banco em casa, quer por parte do banco local a que pertence o multibanco em questão. Estas taxas poderão atingir valores bastante elevados. De forma a evitares ao máximo o número de levantamentos a fazer, e a gerires da melhor forma o teu dinheiro em viagem, sugerimos que leves uma quantia razoável de euros contigo, que a dividas pela tua bagagem e em ti, e que a troques no país de destino. E tenta, se possível, levar contigo 2 tipos de cartão: um VISA e um Mastercard. Se um não funcionar num determinado local por alguma razão, o outro poderá ajudar. 2. Onde trocar dinheiro Outra das perguntas mais frequentes tem a ver com o timing de troca da moeda: antes da partida ou no destino. A resposta será: no destino, porque as taxas de câmbio costumam ser melhores no local onde existe a moeda que procuras em maior abundância. Normalmente terás várias alternativas de locais para trocar dinheiro pela moeda local no destino. Poderás trocar logo no aeroporto à chegada, em casas de câmbio oficiais, em bancos ou em hotéis. De forma a conseguires as melhores taxas, sugerimos que o faças nas casas de câmbio oficiais ou bancos. Se tiveres mesmo de trocar dinheiro à chegada no aeroporto para pelo menos poderes apanhar um transporte para o teu alojamento, sugerimos que troques a menor quantidade possível, já que as taxas costumam ser mais elevadas aqui do que o normal. Outra sugestão é para usares sempre a moeda local durante as tuas viagens. Ao usares dólares num país cuja moeda oficial é outra, acabarás por pagar mais do que o suposto, devido às elevadas taxas de câmbio aplicadas no momento. 3. Cartões internacionais pré-pagos Como referido no primeiro ponto, levantar dinheiro em viagem através de multibancos poderá implicar taxas de levantamento bastante elevadas. Hoje em dia existem uma série de opções a nível de cartões internacionais pré-pagos, que te oferecem uma alternativa mais económica ao uso do teu habitual cartão bancário no estrangeiro. Falamos de cartões que podem ser carregados previamente online a qualquer altura, para depois serem usados em viagem com taxas mais reduzidas que os cartões habituais. 4. Apps de gestão de finanças A melhor forma de não apanhares um grande susto ao olhares para o extrato bancário no regresso a casa, passa por controlares o teu orçamento do início ao fim. Existem hoje em dia uma série de apps para iOS e Android. que te poderão ser bastante úteis nesta tarefa. Permitem-te registar todas as despesas feitas diariamente e dão-te gráficos através dos quais poderás perceber onde estás a gastar a maior parte do teu dinheiro. 5. Dicas de Segurança • Se possível informa o teu banco que estarás ausente do país. Pode acontecer o teu banco achar estranho determinada transação estar a ser feita com o seu cartão no estrangeiro, bloqueando-te a conta por razões de segurança. • Espalha sempre o teu dinheiro e cartões bancários por vários locais para não correres o risco de o perderes ou de o roubarem na totalidade. • Evita andar com muito dinheiro contigo ao deslocares-te na rua e tem cuidado ao fazer pagamentos em locais públicos Autora: Maria João, Joland

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13 Dicas essenciais para aproveitares a tua viagem ao máximo

13 Dicas essenciais para aproveitares a tua viagem ao máximo

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Neste artigo damos-te 13 dicas essenciais para que possas aproveitar ao máximo as tuas próximas viagens pelo mundo, e trazer para casa as melhores recordações das tuas aventuras. Para além do seguro de viagem, que deverás fazer antes de partir de viagem, são vários os cuidados e precauções que deverás ter em conta. Dicas para aproveitares a tua viagem ao máximo Estas dicas serão especialmente úteis caso estejas a planear a tua primeira grande viagem. Mas mesmo que não seja a tua primeira aventura por destinos longínquos, poderão ajudar-te a aproveitares de forma diferente a experiência numa próxima vez! 1. Viaja o mais leve possível No dia em que fores comprar a tua mochila ou mala vais sentir a tentação de comprar a maior que lá houver. Não queres ter de deixar nada para trás por não teres espaço na mala, e queres ainda ter espaço suficiente para todos as recordações que planeias trazer para casa. O primeiro conselho que te damos é para resistires a essa tentação. Não há nada pior do que andares com a casa atrás em viagem. E para além do facto de andares com menos peso atrás, pensa também no dinheiro que vais poupar ao não ultrapassares o limite de peso de bagagem, estabelecido por algumas companhias aéreas. 2. Marca uma Consulta do Viajante O objetivo é teres uma viagem tranquila e evitares ao máximo ficar de cama a meio da viagem, certo? Ok, então uma das melhores dicas de viagem que te podemos dar é a marcação de uma Consulta do Viajante, 4 a 6 semanas antes de partires, para poderes levar as vacinas adequadas, dependendo do país de destino, e as receitas para os medicamentos essenciais a levar contigo na mala. 3. Descarrega uma app de GPS Não imaginas o jeito que te vai dar teres um mapa na palma da tua mão quando estás a tentar encontrar o caminho de volta para o teu hotel no meio de uma cidade desconhecida, ou dentro de um táxi quando achas que o taxista te está a tentar enganar com o caminho. Existem várias opções gratuitas disponíveis para iOS e Android 4. Não planeies demasiado Antes de partires é bom teres uma ideia dos sítios que queres mesmo visitar mas não te feches demasiado num itinerário. Vais conhecer muitas pessoas em viagem e vais ouvir falar de sítios de que nunca tinhas ouvido falar antes. Os melhores momentos são aqueles de que não estavas à espera. 5. Experimenta ficar em Homestays Sim, num hostel tens a oportunidade de conhecer muitos outros viajantes e num hotel tens todo o conforto e privacidade a que estás habituado em casa. Mas experimenta (nem que seja por 2 noites apenas) ficar numa homestay. As homestays são basicamente casas de famílias locais onde poderás ficar alojado por valores normalmente bastante acessíveis, dando-te a oportunidade de conviver com os locais e aprender mais sobre a sua cultura, os seus costumes e o seu dia-a-dia. 6. Aprende as frases básicas Aprende a pelo menos saber dizer “olá”, “obrigado”, “desculpe”, “bom dia”, “boa tarde” na língua local. O “hello“, “thank you” e afins são reconhecidos em praticamente todo o mundo, mas nunca fez mal a ninguém aprender algumas pequenas palavras de forma a interagir um pouco mais com a cultura local. 7. Respeita os costumes e tradições locais as regras e costumes poderão ser diferentes daqueles a que estás habituado em casa, e poderão por vezes até não fazer muito sentido para ti, mas por boa educação, respeita-as. És uma visita, pediste autorização para entrar no país e foi-te dada. A única coisa que te é exigida é que respeites a população local e os seus costumes. 8. Interage com os locais É normal termos a tendência de nos juntarmos e interagirmos mais com outros viajantes quando exploramos outros países. Especialmente com aqueles que partilham a mesma cultura ocidental que tu. A população local acaba por fazer apenas “parte da paisagem” e acabas por ter receio de interagir com os locais por não saberes bem como abordá-los. Na tua próxima viagem, tenta sair um pouco da tua zona de conforto e interage mais com quem vive no país em questão. Vais-te surpreender com a generosidade, carinho e espontaneidade que recebes em troca. E voltas para casa com uma experiência muito mais completa e enriquecedora. 9. Sai dos trilhos habituais Não te limites aos roteiros habituais dos guias turísticos. Uma das melhores dicas de viagem que podemos dar é a de arriscar e sair dos trilhos de vez em quando. Se o fizeres com cabeça e segurança, vais acabar por descobrir um outro lado do país que não vem descrito na grande maioria dos Guias de Viagem. 10. Sê open-minded Esquece preconceitos, tabus, medos, inseguranças. Vais ver que lá, independentemente de seres normalmente introvertido ou extrovertido, vais ser, acima de tudo, tu mesmo. Arrisca, faz o que sentes que te apetece fazer. Mete conversa, sorri, ri, dança e abraça. 11. Evita o gelo e água não engarrafada Esta regra aplica-se em particular a destinos de países subdesenvolvidos, onde a qualidade da água não é a melhor e poderá arruinar-te a viagem pelo menos durante alguns dias. Não vale a pena arriscares: se não sabes de onde veio a água ou o gelo que te puseram à frente, não bebas. Opta antes sempre por água engarrafada e evita o gelo para garantir que não passas mais tempo na casa de banho do que a ver as vistas. 12. Experimenta a comida local Não cedas à tentação de recorrer a comida a que estás normalmente habituado, quando estiveres num destino exótico. A comida local é normalmente ótima e variada, e se os locais sobreviveram uma vida inteira a comê-la, tu também o conseguirás fazer durante umas semanas ou meses. Arrisca e experimenta algo que nunca experimentarias em casa. 13. Mantém o passaporte bem perto de ti A par dos cartões de crédito/débito, o teu passaporte é sagrado. Se estiveres alojado em hotéis decentes com cofre, deixa-o lá. Se não, anda sempre com ele. E lembra-te de o digitalizares e guardares a cópia no teu email. Isto ser-te-á útil caso o percas, facilitando bastante a obtenção de um novo passaporte junto de uma embaixada ou consulado. Autora: Maria João, Joland

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Pela Rota das Amendoeiras em Flor

Pela Rota das Amendoeiras em Flor

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A IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, quer comemorar a chegada da primavera com um passeio pela rota das Amendoeiras em Flor. A proposta é um roteiro de um dia, que começa em Freixo de Espada à Cinta e passa por Barca d’Alva, Castelo Rodrigo, Vila Nova de Foz Côa, Torre de Moncorvo e Vila Flor. A promessa é que será um passeio que ficará para sempre na tua memória. Mas não te podes distrair, afinal esta paisagem só pode ser vista durante as primeiras semanas de março. Apesar de a CP – Comboios de Portugal organizar um programa especial dedicado às Amendoeiras em Flor, que é sempre uma opção disponível, o roteiro que te propomos aqui implica que vás de carro. Deslumbra-te com as paisagens, as cores, os cheiros. De Freixo de Espada à Cinta a Barca d’ Alva Freixo de Espada à Cinta é conhecida como a “vila mais manuelina de Portugal”, o que não é pouca coisa. O estilo Manuelino personifica um dos períodos arquitectónicos mais esplendorosos do país. Ao começares o teu passeio aqui, visita a vila. Passeia pelas suas ruas estreitas e silenciosas, visita a igreja matriz, surpreende-te com o freixo de espada à cinta, com idade superior a quinhentos anos (classificada em 2018 como “Árvore de Interesse Público”), e visita a Torre do Galo, uma torre heptagonal, que é exemplar único. Segue em direção a Barca d’Alva e prometemos-te 20 km de beleza ímpar. Montes e vales que parecem estar cobertos por uma manta de retalhos, de desenhos e texturas diferentes. Campos infindáveis de oliveiras e amendoeiras já em flor, que se perdem de vista, e onde as ovelhas se passeiam. A cada curva, uma paragem, dezenas de fotografias e minutos de contemplação. De Barca D’ Alva a Castelo Rodrigo Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo. Aliás, à medida que nos aproximamos da vila o nosso olhar começa a fixar-se nas ruínas que, lá do alto do monte, nos capta a atenção. É lá que fica uma das mais conhecidasAldeias Históricas de Portugal, a Aldeia de Castelo Rodrigo, que mantém a característica traça medieval, com um património histórico inestimável. Visita as muralhas do castelo (construído em 1209), as ruínas do palácio de Cristóvão de Moura (edificado em 1590), o Pelourinho quinhentista, a cisterna medieval e a igreja matriz (século XII/ XIII). Passeia pelas ruas e delicia-te com uma prova “livre” de amêndoas revestidas de uma tanta variedade de sabores, na loja e salão de Chá Sabores do Castelo. Chocolate, coco, sementes de sésamo, caril, especiarias, lavanda…mas o verdadeiro sabor está mesmo na amêndoa… que é deliciosa. As Amendoeiras em a Flor presenteiam-te à chegada e à saída. Já em direção a Torre de Moncorvo, pára em Foz Côa. Pode ser uma paragem mais demorada, caso queiras visitar o Parque Arqueológico do Vale do Côa, um museu ao ar livre com pinturas rupestres da época do Paleolítico. Mas não te esqueças que as visitas têm de ser agendadas e só decorrem em grupos acompanhados com guias do Museu do Côa ou com agentes autorizados. Ou pode ser uma paragem mais rápida, com uma visita a Castelo Melhor, povoação que tem um dos castelos mais antigos de Portugal, datado do século XII ou XIII. É considerada uma das ruínas medievais de carácter militar mais impressionantes e menos adulteradas. Foz Côa intitula-se a Capital das Amendoeiras, e tem uma das Festas da Amendoeira em Flor mais conceituadas da região. Vale a pena espreitar o programa e organizares a tua ida nessas datas. Torre de Moncorvo, um pequeno passeio a pé pelo centro histórico dá-te uma perspetiva do núcleo medieval que o compõe, do qual se destaca a Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e o chafariz Filipino, de 1636, que adorna a praça central. A embelezar a vila, as casas solarengas e as várias lojas de venda de produtos regionais e de confeção da amêndoa coberta. Não te esqueças de comprar e levar de recordação. Vila Flor e o fim da rota das amendoeiras em flor Vinte e cinco quilómetros separam Torre de Moncorvo de Vila Flor. E, mais uma vez, é o caminho que nos surpreende. Quando chegares a Vila Flor, és recebido pela Rainha Santa Isabel que, formosa, embeleza a praça principal da Vila, cercada das rosas que tanto a caracterizam. Vila Flor é uma janela virada para o vale da Vilariça, rico em história e tradição. “Que outra terra teve o privilégio de ser batizada por um Rei?” Vai um passeio? Não te esqueças que o essencial é viajar em segurança e, por isso, a IATI, deseja-te um bom passeio. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

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Fortaleza, a porta de entrada para o Paraíso do Ceará

Fortaleza, a porta de entrada para o Paraíso do Ceará

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Fortaleza é um município-capital do estado do Ceará, situado na região Nordeste do Brasil. A 2285 km de Brasília, capital federal, a cidade desenvolveu-se nas margens do riacho Pajeú, e o seu nome é uma alusão ao Forte Schoonenborch, construído pelos holandeses durante sua ocupação. Trata de todas as burocracias antes de viajar, assegura a tua saúde e não terás nenhum problema. Escolhe o Seguro de Viagem mais indicado para ti, de entre os 6 disponíveis na IATI. Dicas para viajar para Fortaleza Neste artigo, a IATI Seguros, apresenta esta cidade brasileira que é a porta de entrada de um dos estados mais bonitos do Brasil, repleto de dunas ondulantes e vilas de pescadores. Como chegar à Fortaleza? As principais companhias aéreas que voam para Ceará são para a Capital Fortaleza, a partir de qualquer capital europeia. Fortaleza é uma cidade grande, com 2,3 milhões de habitantes, e é necessário alguns cuidados para lá circular: traga apenas algum dinheiro e um documento. Não circule à noite sozinho, ou em zonas identificadas como pouco seguras. Não mostre joias de ouro, relógios caros e assim por diante. O melhor lugar para te hospedares é na Avenida Beira Mar. É um ótimo ponto turístico com restaurantes, bares e lugares para ir. É necessário Visto? Os cidadãos portugueses estão isentos de visto para estadias até 90 dias no Brasil. Este período pode ser renovado, mas já sabes que não podes trabalhar, é apenas uma estadia turística. O passaporte tem que estar válido seis meses ou mais, a partir da data de entrada no Brasil. São obrigatórias vacinas? Não. No entanto, é recomendada a consulta do viajante, 4 a 8 semanas antes da viagem, no sentido de tomar algumas vacinas por precaução: Hepatite A e B, Febre Tifóide, Malária (profilaxia), Raiva e Tétano. Para saberes mais sobre sobre este assunto consulta o nosso artigo sobre as vacinas obrigatórias para a América do Sul. O que visitar? As praias São 35km de praias. E embora, as praias urbanas de Fortaleza tenham alguma poluição, as paisagens fazem valer o passeio: Iracema ao pôr-do-sol, Meireles para compras de artesanato, e Mucuripe para ver as jangadas. Aproveita os largos calçadões para uma caminhada, os bares e os restaurantes. Na Praia do Futuro, a atração são as animadas barracas com representantes de todas as tribos do estado. O melhor está nos arredores de Fortaleza: visite Porto das Dunas, passeia nas falésias coloridas de Morro Branco e Praia das Fontes. O postal turístico é o famoso Cumbuco e os passeios de jangada. Se tiveres tempo, ruma ao Norte até ao, bem mantido, Parque Natural de Jericoacoara Feira Beira Mar É um colorido mercado a céu aberto, em frente à praia. Possui muitas barracas que vendem vestuário local, artesanato, frutas, recordações, cachaça e muito mais. Abre às 17 horas. Resolvida a parte burocrática e passadas as longas horas de viagem, chega o momento pelo qual tanto esperavas: desfrutar do sol, das praias, das caipirinhas e da água de coco. Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar Inaugurado em abril de 1999, tem quase 30.000m quadrados de área. Há espaços como o Memorial da Cultura Cearense, o Museu de Arte Contemporânea do Ceará, a Biblioteca Pública Menezes Pimentel, uma moderna sala de teatro, duas salas de cinema, o Planetário Rubens de Azevedo e o Teatro Sérgio Mota, auditório e várias salas de aulas. Vais gostar também de ler: É seguro viajar para o Brasil? Bons passeios na companhia da Iati Seguros! Autor: Onde andam os Duarte

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Punta Cana – Melhores dicas para as suas férias

Punta Cana – Melhores dicas para as suas férias

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Punta Cana encontra-se na província mais oriental da República Dominicana, a 200km da capital Santo Domingo. É uma região muito conhecida pelas suas praias, tanto na costa do mar do Caribe como na do Oceano Atlântico, e é um destino turístico muito popular desde a década 70. Na IATI Seguros sabemos que gostas de umas férias bem aproveitadas, com direito a tudo o que a vida tem de melhor, e hoje vamos propor uma espreguiçadeira esticada aos pés do mar do caribe. Contrata um seguro de viagem online, mete o equipamento de snorkeling e o fato-de-banho na mala e parte para Punta Cana! Dicas para umas férias excelentes em Punta Cana Feche os olhos e imagine… Uma praia extensa, emoldurada por coqueiros e palmeiras, areia branca com pedacinhos minúsculos de coral colorido, mar azul-turquesa, uma espreguiçadeira junto a um mar calmo e morno e um cocktail com uma mini sombrinha espetado numa fatia de ananás. Abra os olhos. Bem Vindo a Punta Cana. Meca do descanso, Punta Cana tem tudo o que precisas para descansar das correrias do dia-a-dia e retomar forças durante as merecidas férias. Existem mais de 60 hotéis, que funcionam no regime de tudo incluído, não havendo surpresas na hora de fazer o check-out. Como bónus ainda podes usufruir de um conjunto de actividades recreativas no próprio hotel ou escolher outras do teu agrado. No geral, não é um lugar para inventar muitas atividades, é um lugar de descanso, mas há sempre quem não goste muito de estar vários dias parado e para eles também há programas. Melhor época para visitar Todo o ano faz sol e temperaturas que variam entre 28º e 21º. A água do mar mantém-se agradavelmente constante entre 26º e 28º. A época alta de Punta Cana é de dezembro até abril, que é quando os preços estão mais altos. Há menos probabilidade de chover e o ar está mais seco. Quando chegam Junho já os preços caíram bastante e também tem menos visitantes pois começa o Verão em Portugal. De Agosto a Novembro é a época dos furacões. Há uma grande probabilidade de apanhar ventos fortes e chuvas. É quando os preços estão nas tarifas mínimas. O que fazer Deixa os golfinhos em paz e entre num catamarã em busca da Ilha Saona. De lá podes observar a fauna e flora locais, típicos de uma ilha virgem, almoçar debaixo dos coqueiros e tirar fotografias que farão os teus amigos salivar de inveja. Passeio à Isla Catalina. Situada no sudeste da República Dominicana, é um parque natural sem construções. A sua posição geográfica faz com que seja abrigada do vento, e as suas águas muito paradas. Passeios de lanchas rápidas. Para aquele momento que precisas de um boost de adrenalina e sacudir a preguiça do corpo por alguns momentos. As lanchas levam apenas duas pessoas, o que quer dizer que vais ter de conduzir, mesmo que não tenhas carta de marinheiro. Visitar o Cenote Hoyo Azul, na praia de Juanillo. O Hoyo Azul é um lago subterrâneo onde podes mergulhar. É uma experiência fantástica em que não podes ter medo de mergulhar em lugares profundos. Não te esqueças de consultar o seguro de viagem que melhor se adapta a esta viagem de sonho e parte com a certeza que a qualquer momento, se precisares, terá o atendimento em Português e sem pagar franquias. Bons passeios com a IATI Seguros! Autor: Onde estão os Duarte

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10 Pratos Típicos do Sri Lanka

10 Pratos Típicos do Sri Lanka

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A gastronomia é sem dúvida um dos pontos fortes do continente asiático. Cada país desta zona do mundo oferece sabores e texturas diferentes que não deixam ninguém indiferente, e o Sri Lanka não é exceção. Descobre 10 Pratos Típicos do Sri Lanka. Neste artigo damos-te a conhecer 10 pratos típicos do Sri Lanka. Agora é só comprares os voos, tratares do seguro de viagem e começares a planear a tua viagem por este país fascinante! Pratos típicos do Sri Lanka Desde panquecas doces a caris mais ou menos picantes, a gastronomia do Sri Lanka é absolutamente deliciosa, e podes estar certo que ficarás a chorar por mais! 1. Appam (Hoppers) Os Appam, também conhecidos como Hoppers, são uma espécie de panqueca tradicional cingalesa. São feitos de uma massa de arroz fermentado misturado com leite de coco. Ao serem cozinhados deverão ficar tostados nas pontas e com um acumulado de massa no meio. Podem ser comidos simples ou com um ovo no meio (egg hoppers), sendo normalmente preparados para o pequeno-almoço. São absolutamente deliciosos e uma excelente forma de manteres o estômago recheado durante algumas boas horas. Wellawahum (Panquecas de coco doce) Vais perder a conta à quantidade de panquecas de coco que vais comer no Sri Lanka. Os Wellawahum são na realidade crepes muito simples e normalmente comidos ao pequeno-almoço, recheados com uma mistura de coco e açúcar. Kottu / Kottu Roti O Kottu ou Kottu Roti, é sem dúvida um dos mais populares pratos típicos do Sri Lanka e existe na variedade vegetariana, de ovo, com carne de galinha, vaca ou cabra. Consiste numa mistura de vegetais com pedaços de roti (uma espécie de pão achatado) que são cortados e picados com 2 lâminas de metal afiadas, até ficarem reduzidos a pequenos bocadinhos. O som do corte com as lâminas é um dos sons mais típicos do Sri Lanka. O nome (em tamil) quer na realidade dizer “roti picado”. Rotis As Roti Shops estão espalhadas por todo o Sri Lanka e são uma das alternativas mais económicas (e felizmente deliciosas) para as tuas refeições. Existem vários tipos de Rotis à disposição: os simples, com galinha, vegetais, queijo, ovo, de carne de vaca… enfim, existem quase variedades intermináveis. Os preços rondam normalmente os 250 a 400 LKR (€1,50 a €2,50). Kukul Mas Curry (Caril de Galinha) Este é outro dos mais populares pratos típicos do Sri Lanka. O Caril de Galinha acompanha frequentemente as refeições de uma forma praticamente diária e consegue ser particularmente picante (pelo menos para línguas menos treinadas), por isso há que ter algum cuidado na primeira dentada pelo menos. Parippu (Caril de Lentilhas) A par do Caril de Galinha, o Caril de Lentilhas é um prato que acompanha frequentemente todas as refeições no Sri Lanka (pequeno-almoço, almoço e jantar). É igualmente picante, como qualquer prato de caril, mas um pouco menos que o de galinha. Wambatu moju (Pickles de beringela) Este popular prato cingalês é normalmente servido como acompanhamento de arroz e caril e tem um sabor agridoce picante. A beringela é cozinhada com sal, molho de soja, óleo e açúcar até ficar praticamente desfeita, sendo depois misturadas as especiarias que lhe dão o toque picante. Sambol O Sambol acompanha praticamente todas as refeições e consiste numa mistura de coco ralado, cebolas, malaguetas, sumo de lima, sal e um pouco de peixe. Deverá ser polvilhado por cima da refeição principal e é bastante picante normalmente. Ulundhu Vadai Este prato é um petisco servido normalmente nas ruas do Sri Lanka. Assemelha-se a um donut e é feito de uma mistura de lentilhas e uma série de especiarias, que são depois fritas até o exterior ficar estaladiço e o interior fofo. Polo (Caril de Jaca) Esta é apenas mais uma variedade de Caril entre as muitas existentes por todo o Sri Lanka. A Jaca (jackfruit em inglês) é cortada aos pedaços e cozinhada com várias especiarias. Há quem diga que se assemelha à textura da batata cozida, mas mais suave ainda. No final o prato fica com uma textura suave e uma cor castanha. Acompanha com arroz e outros tipos de caril como o Caril de Lentilhas por exemplo. E agora que conheces os pratos típicos do país, que tal conheceres também cinco locais que não podem faltar no teu roteiro pelo Sri Lanka? Autor: Joland

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Como ir do Aeroporto Internacional de Miami até Downtown Miami e Miami Beach

Como ir do Aeroporto Internacional de Miami até Downtown Miami e Miami Beach

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O primeiro desafio que todos os viajantes têm de superar quando chegam a um aeroporto é o de encontrarem uma forma de sair dali e chegar ao seu destino da forma mais conveniente. Na IATI Seguros sabemos que queres viajar sem preocupações, portanto certifica-te que escolhes o melhor seguro de viagem adequado à tua situação, sendo que para uma viagem para os Estados Unidos da América recomendamos um dos seguros de viagem mais completos: o IATI Estrela. Por isso, hoje vamos dizer-te quais as opções que tens à tua disposição para ires do Aeroporto Internacional de Miami até Downtown Miami e Miami Beach, as duas zonas mais procuradas em termos de alojamento para quem visita Miami. Como ir do aeroporto internacional para o centro de Miami? Assim, quando o avião aterrar em Miami, passares os serviços de emigração e recolheres a bagagem, deves dirigir-te ao MIA Mover. O MIA Mover é um serviço de transporte gratuito que te levará do terminal de chegada até à Miami Central Station, a praça central do Miami International Airport (MIA). O MIA Mover é parecido com uma carruagem de metro que funciona sem condutor. Em Miami Central Station irás encontrar indicações para chegares aos diversos meios de transporte disponíveis no aeroporto: O Tri-Rail, Metrobus, Rental Car Center e Táxi. Como ir do Aeroporto Internacional de Miami até Downtown Miami De comboio (Tri-Rail) O Tri-Rail além de ligar Miami a Fort Lauderdale e West Palm Beach, também faz o percurso até Downtown Miami. Desde Miami Airport Station até Downtown Miami são cerca de 15 minutos. Existem máquinas para comprar os bilhetes junto à entrada mas só aceitam notas inferiores a vinte dólares, portanto vai preparado. Aluguer de carro Existe um Rental Car Center junto ao MIA Mover, pelo que não precisas de sair do aeroporto para alugar um carro. No entanto, para que possas conseguir um preço mais competitivo aconselhamos-te a procederes ao aluguer do carro com antecedência. Para ires para Downtown Miami podes apanhar a FL-836 E ou a FL-112 E, ambas com portagens. Táxi Uma viagem de táxi talvez seja a forma mais cómoda de ir do Aeroporto Internacional de Miami até Downtown Miami, mas é também sem dúvida a maneira mais dispendiosa de fazer esta viagem. Além disso, lembra-te que nos Estados Unidos existe uma cultura de gratificação bem enraizada, pelo que além do valor da corrida o taxista vai estar à espera que lhe deixes uma gorjeta. Como ir do Aeroporto Internacional de Miami até Miami Beach Autocarro (Metrobus) O 150 Miami Beach Airport Express é uma linha expresso de autocarro que liga o aeroporto a Miami Beach. A rota começa na Airport Station e apenas três paragens a seguir já estás em Miami Beach. A viagem paga-se depositando o valor numa caixa junto ao motorista do autocarro. Não há lugar a troco, pelo que convém teres o dinheiro certo. Aluguer de Carro Podes optar pela I-195 E ou pela FL-836 E (ambas com portagens) e o trajeto se não for em hora de ponta não deve levar-te mais do que trinta minutos. Táxi Apesar de ser um meio de transporte dispendioso, se precisares de te deslocar à noite ou de madrugada ou se não souberes muito bem a localização do teu hotel, talvez o táxi seja uma opção a considerar. Como vês, a região de Miami e Miami Beach está bem servida de opções de transportes públicos e para que te possas organizar melhor sugerimos que consultes as tarifas, horários e paragens dos transportes que mencionamos neste artigo no site oficial Miami-Dade County. Além disso, não te esqueças de consultar o nosso artigo sobre os documentos necessários para viajar para os Estados Unidos nem de visitares o Top 5 de locais a visitar em Miami. Agora que já sabes como chegar ao centro de Miami, ainda não compraste os voos?! Temos um artigo sobre como encontrar voos baratos perfeito para ti 😉 Autor: Passaporte no bolso

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10 atrações a não perder no Bernina Express

10 atrações a não perder no Bernina Express

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As viagens de comboio têm cada vez mais adeptos. De facto, nos últimos anos a procura por este tipo de viagem tem crescido e felizmente a oferta acompanhou esta tendência. Na IATI Seguros queremos dar-te a conhecer as melhores paisagens do mundo, por isso hoje vamos dizer-te tudo o que precisas de saber para atravessar os Alpes em grande estilo! Mas antes de embarcares nesta aventura certifica-te que tens o seguro que melhor se adapta à tua viagem e já sabes que o podes encontrar na IATI. E se és um viajante frequente porque não contratar o seguro de viagem IATI Mochileiro? TOP 10 atrações a não perder no Bernina Express O Bernina Express é um comboio panorâmico que faz a ligação entre Chur na Suíça e Tirano em Itália e é reconhecidamente uma das mais espetaculares viagens de comboio do mundo! Nesta experiência inesquecível vais subir e descer montanhas, atravessar vales, pontes e viadutos e observar cascatas, lagos e glaciares, além de obras primas de engenharia. Parece-te um bom programa? Prepara a tua câmara para registar as imagens e o teu espírito pois vais ficar de boca aberta. Viaduto de Solis Pouco depois do Bernina Express sair da estação de Chur, vais atravessar o Viaduto de Solis. Com uma altura de 89 metros e 42 metros de comprimento, é a ponte mais alta dos Caminhos de Ferro de Rhaetian e a mais comprida da Linha de Albula. Viaduto de Landwasser O Viaduto de Landwasser é local mais fotografado neste percurso. Tem 136 metros de comprimento e situa-se pouco antes de chegares à localidade de Filisur. Como o viaduto faz uma curva o melhor sítio para tirares fotografias espetaculares é posicionares-te no lado direito do comboio. Glaciar de Morteratsch O Glaciar de Morteratsch é o terceiro maior glaciar dos Alpes Ocidentais com uns impressionantes 4049 metros. Observar um glaciar pela primeira vez vai deixar-te de boca aberta. Imagina uma parede de gelo que parece empurrar as montanhas para o lado e avança sem pedir licença. Lago Bianco Junto ao Lago Bianco vais poder observar mais dois lagos, o Lej Pitschen e o Lej Nair. No entanto, não tenhas dúvidas que o mais espetacular é o Lago Bianco. O nome Bianco vem da tonalidade das águas e vais perceber que não podia ser mais adequado. Lago Poschiavo A linha do Bernina Express passa mesmo ao lado do Lago Poschiavo. Se estenderes o braço quase que consegues tocar na água! Estamos a brincar, é claro, mas a proximidade é verdadeira. Aproveita para olhar para trás e contemplar os Alpes que acabaste de transpor, vais ficar maravilhado. Viaduto de Brusio Se não conseguiste captar a forma encurvada do Viaduto de Landwasser aqui está uma segunda oportunidade e desta vez não tens desculpa. A linha desenha um círculo, portanto, quer viajes do lado direito ou do lado esquerdo do comboio consegues tirar a fotografia perfeita. Tirano Esta vila italiana está classificada como World Heritage Site e é onde termina o Bernina Express. A principal atração turística é a igreja do século XVI – Madonna di Tirano. Porém, nos meses de verão opera a partir de Tirano o Bernina Express Bus. Se achavas que terminava aqui a aventura, prepara-te pois a aventura continua. Bernina Express Bus Este autocarro faz a ligação entre Tirano e Lugano e é uma excelente forma de prolongares a viagem. Lembra-te que este transporte apenas está disponível nos meses de verão, portanto, sugerimos que confirmes dos horários no site oficial da Rhaetian Railway. Lago Como Achavas que numa viagem que atravessa os Alpes não ias ver palmeiras? Pois no Lago Como além da paisagem que contempla estas árvores exóticas podes ter a sorte de te cruzares com celebridades que escolheram este lugar para residência de férias. Dizem que Brad Pitt, George Clooney, Sting e Sir Richard Branson têm ou já tiveram residência junto ao Lago Como. Lago Lugano A última paragem do Bernina Express Bus é junto ao Lago Lugano. Esta região é uma popular estância de férias e por isso conta com muita gente. Para terminares em grande esta travessia monumental sugerimos que faças um cruzeiro do Lago Lugano e aproveites o dolce far niente. E depois desta aventura pelos Alpes no Bernina Express, porque não parar em Milão antes de voltar para casa e descobrir alguma das 10 experiências a não perder em Milão que te propormos? Autor: Passaporte no Bolso

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O que ver e visitar na aldeia histórica de Monsanto

O que ver e visitar na aldeia histórica de Monsanto

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A aldeia histórica de Monsanto é considerada “aldeia mais portuguesa de Portugal”, sendo também uma das mais encantadoras. As suas casas de pedra, muitas vezes encaixadas nas enormes rochas à volta da qual a aldeia foi construída, o seu imponente castelo localizado no topo de uma colina e as vistas absolutamente incríveis sobre a paisagem beirã, oferecem uma experiência inesquecível a todos os que a visitam. Desde a IATI. líderes em seguros de viagem internacionais queremos que aproveites ao máximo tudo o que Monsanto tem para oferecer, e é por isso que te deixamos abaixo as nossas sugestões do que ver e visitar nesta aldeia histórica. O que ver na aldeia de Monsanto Com vestígios de presença humana desde a época do Paleolítico, Monsanto foi doada por D. Afonso Henriques à Ordem dos Templários, após a sua conquista aos mouros em 1165. Localizada nas íngremes encostas de uma colina, a aldeia de Monsanto é um local fascinante, com um ambiente tranquilo e autêntico, onde te sentirás transportado para trás no tempo. Miradouro Praça dos Canhões Logo à entrada da aldeia histórica de Monsanto, do lado direito da estrada, encontras o miradouro da Praça dos Canhões que te oferece uma vista magnifica sobre as planícies que rodeiam Monsanto. A vista pode ser apreciada lado a lado com os canhões em tempos usados como proteção contra inimigos. Igreja Matriz Poucos metros acima encontras a Igreja Matriz de Monsanto. Diz-se que a sua origem remonta ao século XV, tendo sido restaurada no século XVIII. É um edifício imponente, perfeitamente conservado. Castelo de Monsanto O Castelo de Monsanto está localizado no ponto mais alto da colina, a 758 metros de altura. A subida é feita a pé, pelos caminhos de pedra que vão desde o centro da aldeia até às suas ruínas. Apesar da escassa informação concreta sobre a sua origem, diz-se que poderá ter sido construído por volta do ano de 1165, durante o reinado de D. Afonso Henriques. Hoje em dia é ainda possível ver as ruínas da Torre de Menagem, da capela de Nossa Senhora do Castelo, para além de uma vista absolutamente magnífica. As ruínas do castelo são ainda palco, todos os anos em Maio, da festa de Santa Cruz, de origem pagã. Gruta A caminho do castelo, escondida numa das ruas da aldeia, encontra-se uma gruta escavada numa grande rocha. No seu interior é ainda possível ver alguns vestígios da sua ocupação humana. É um espaço muito pequeno, mas que não deixa de ter interesse do ponto de vista histórico. Necrópole de São Miguel Junto às ruínas do Castelo e à Capela de São Miguel, encontras a necrópole de São Miguel. Aqui poderás ver sepulturas em pedra perfeitamente preservadas. Estas sepulturas (sem tampa) eram esculpidas nas rochas e tinham o formato do corpo ao qual eram destinadas. Capela de São Miguel Junto à entrada para o Castelo encontras esta capela românica da qual restam hoje em dia as paredes e um altar em pedra no seu interior. Não é permitida a entrada na capela, mas é possível espreitar pelas grades que tapam a entrada, vendo a totalidade da sua área. Penedo do Pé Calvo O Penedo do Pé Calvo é outro local perfeito para admirares a vista fabulosa que Monsanto te oferece. Está localizado na encosta do lado direito da colina, a meio do caminho do centro da aldeia para o Castelo. Autor: Joland

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6 lugares a não perder em Marraquexe

6 lugares a não perder em Marraquexe

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Quando um viajante diz que gosta de lugares exóticos, certamente está a pensar em lugares como Marrocos. A IATI Seguros vai levar-te numa viagem com cheiro a especiarias, onde vais quer entrar em bazares cheios de candeeiros coloridos e tapetes pendurados nas paredes. Contrata o teu seguro de viagens, faz as malas e prepara-te para conhecer os melhores locais de Marraquexe! Locais a não perder em Marraquexe Praça Djemaa El Fna A meio da manhã começa o som das flautas de serpentes, mas o grande espetáculo não começa antes do pôr-do-sol, quando os restaurantes se erguem, iluminam e envolvem o ar com apetitosos aromas árabes. A Unesco declarou Djemaa El Fna Património Mundial em 2001, por manter vivas lendas urbanas através dos contadores de histórias. Os músicos Berberes tocam música, e os grupos de Gnaoua cantam, enquanto os tatuadores de henna acenam para os visitantes e os vendedores de água, com chapéus com franjas, tilintam as chávenas em lata. Palácio Bahia Os salões abrigam tetos de madeira trabalhada e pintada. O harém, onde viviam as 4 esposas e 24 concubinas do Vizir, oferece interiores deslumbrantes com painéis de seda, vitrais e tetos pintados com rosas. Embora, hoje, apenas uma parte do palácio esteja aberta ao público, ainda há muito para ver. Enquanto admiras o tranquilo e grandioso pátio de piso em mármore branco, lembra-te que era aqui que as pessoas esperavam, para pedir a misericórdia ao Vizir. Madraça Ben Youssef Esta universidade teológica do Alcorão, já foi a maior do Norte de África, chegando a ter 900 alunos. Podemos observar cúpulas de madeira, varandas mashrabiyya (madeira entrelaçada) onde se podia ver, sem ser visto. O pátio está repleto de ornamentos hispano-mouriscos, de paredes forradas com mosaicos geométricos, arcos de estuque e um mihrab de mármore (indica a direção de Meca). Museu de Marrakesh Neste antigo palácio, após a independência, foi criada a primeira escola de raparigas de Marrakesh em 1965. O pátio interno central é constituído por de arcos de cedro, janelas com vitrais, intrincados painéis de portas pintadas e mosaicos geométricos, que são o ponto alto. Encontrarás, também, uma exibição de uma coleção de formas de arte marroquinas dentro dos seus salões. Jardins Majorelle Yves Saint Laurent comprou, em 1966, a vila azul e seu jardim para poder preservar a visão do seu proprietário original, o pintor Jacques Majorelle, e manter o espaço aberto ao público. O jardim contém 300 espécies de plantas dos cinco continentes. Mesmo que não gostes de plantas, podes vir a este jardim para conhecer o Museu Berbere, que mostra a vida dos habitantes indígenas de Marrocos. Souks São os mercados populares, e os melhores lugares para te estreares na arte de regatear. Não te esqueças que faz parte da cultura, e alinhar no jogo até se encontrar um preço justo, faz o vendedor sentir que o seu produto foi valorizado, e tu sentes-te como um habitante local. Há vários Souks que valem a pena conhecer em Marrakesh: Namas de Fondouq, (tapetes Berberes). Tecelagem Bennouna Faissal, (artesãos trabalham nos teares). Souq Haddadine, (oficinas metalúrgicas). Para especiarias, remédios herbais e cestaria, vai até Pl Rahba Kedima. Ao longo de Souq Smata e Souq El Kebir, encontrarás uma grande variedade de… tudo: azulejos, cerâmica, artesanato, artigos de couro, jellabas (túnicas tipicas), babuches (chinelos de couro) e lenços. Nesta aventura árabe, escolhe o seguro de viagem à tua medida, compra os bilhetes rumo a esta cidade marroquina e começa já a sonhar com um chá de menta.

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lhas Maldivas – Umas férias de luxo a um preço Low-Cost

lhas Maldivas – Umas férias de luxo a um preço Low-Cost

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Hoje a IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, veste o fato de banho, põe protetor solar e navega até um dos paraísos mais desejados do planeta: as ilhas Maldivas. Nestas ilhas de brilhante areia branca, sorrisos acolhedores e curiosos peixes coloridos habituados a acolher visitantes, a IATI promete luxo, diversão e descanso para todo o tipo de carteiras. Como ter o luxo das Maldivas por um preço Low-Cost? Se pensavas que as Maldivas seriam apenas para quem não tem limite no orçamento das férias, estás enganado! Isso era antes. República das Maldivas é uma nação arquipélago soberana localizada no Oceano Índico. Tem 1190 ilhas e muitos bancos de areia. A sua capital é Male, junto ao Aeroporto Internacional Ibrahim Nasir, o nome islâmico é de um antigo Primeiro Ministro. Assim podemos adivinhar a religião deste país: Islamismo. – Utilizar transportes públicos São mais lentos, mas estás de férias e isso não será um problema e vai compensar bastante no orçamento. Aproveita para filmar e tirar fotografias calmamente. Os transfers privados de lancha rápida ou hidroavião, efetuados pelos hotéis, são bastante mais caros. – Não ficar alojado em resorts de luxo O luxo é poder descansar nas águas transparentes, sem multidões, praticar turismo sustentável, não ver trânsito, fazer desportos aquáticos e ter a certeza de não utilizar as poupanças de vários anos. – Comprar o voo com bastante antecedência Seis meses antes começa a monitorizar os preços em agregadores de voo, colocando alertas de preços. Desta forma, recebes uma notificação na caixa de e-mail, quando o preço sobe ou desce, e não perdes a oportunidade de comprar a melhor tarifa. – Escolher uma Ilha na Maldivas que seja habitada e tenha vários alojamentos Maafushi é centro das viagens independentes das Maldivas, possui mais de 50 hotéis e pousadas desde 2010. É a ilha habitada mais cosmopolita, e tem uma praia onde pode estar de biquíni e pode deixar a ilha para beber álcool num dos bares flutuantes do lado de fora do porto. – Escolher bem os passeio Estando numa ilha habitada, com vários negócios, vais ter disponíveis vários preços e oportunidade de negociar o melhor para ti. Se não ficares alojado em Male, inclui a visita a esta cidade, pois é um passeio barato onde ficas a conhecer parte da cultura deste povo tão amistoso, percorrer mercados de peixe e produtos frescos, visitar mesquitas e provar iguarias num dos muitos restaurantes. – Fazer snorkeling gratuitamente A menos que sejas profissional, ou queiras fazer mergulho com garrafa e instrutor, não há necessidade de pagar para ver o mundo aquático. Incluí na tua bagagem uns óculos de mergulho e um tubo, e vais ficar surpreendido com o que podes observar com a água pelo joelho. – Ficar num hotel luxuoso três dias Se no final das contas, ficaste com um dinheiro extra e queres mesmo experimentar ficar num resort de luxo, podes fazê-lo. Uma vez que já estás numa das Ilhas Maldivas, procura um hotel numa ilha privada, mais perto de ti, reserva uma ou duas noites e usufrui de infraestruturas espetaculares e praias só para ti. Tens a mala feita com o melhor seguro IATI? Então embarca nesta aventura repleta de sol e água quentes. Bons passeios na ilhas Maldivas! Consulta a página oficial das Maldivas para mais informações: https://visitmaldives.com/ Autor: Samanta – Onde estão os Duarte?

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10 pratos típicos da Tailândia

10 pratos típicos da Tailândia

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O Sudeste Asiático é procurado anualmente por milhares de turistas e as razões estão à vista de todos: uma cultura rica, uma história milenar, tradições que se mantiveram inalteradas com o passar do tempo, a generosidade do seu povo, as suas praias paradisíacas e, finalmente, a sua gastronomia. E se te apresentássemos 10 pratos típicos da Tailândia? Estes não poderás perder! Aqui na IATI Seguros, líder de seguros de viagem online, queremos que aproveites ao máximo a tua próxima aventura, por isso neste artigo vais ler 10 recomendações de pratos típicos da Tailândia que não poderás perder! Pratos típicos Tailandeses Baseada em grande parte no arroz e na massa, a gastronomia do Sudeste Asiático é conhecida também por ser extremamente picante (a frase “no spicy” é obrigatória para os ocidentais pouco habituados a tal intensidade), por recorrer em abundância a ervas frescas e ao famoso molho de peixe que lhe dá um sabor tão característico. Existem algumas diferenças de país para país nesta zona, mas os sabores base mantêm-se relativamente iguais. A gastronomia tailandesa, em particular, é extremamente variada, sendo a Tailândia considerada um autêntico paraíso para amantes de comida. 1. PAD THAI O Pad Thai é considerado o prato nacional da Tailândia e como tal não poderia ficar de lado nos 10 pratos típicos da Tailândia. É normalmente o prato que dá o primeiro gosto da gastronomia tailandesa a quem visita este país pela primeira vez. Noodles misturados num wok bem quente com rebentos de soja, camarão, ovo e cebola e temperados com molho de soja, açúcar e malaguetas. No final, já no prato, é colocada uma cobertura de amendoins picados. 2. SOM TUM (SALADA PICANTE DE PAPAIA) Se és daqueles que não tolera bem o picante, então talvez seja melhor evitares este prato. O Som Tum (ou Salada Picante de Papaia) é composto por uma mistura de feijão verde, papaia, tomates cherry, alho e malaguetas. O resultado é um sabor agri-doce-picante. 3. GAENG DAENG (CARIL VERMELHO) Os pratos de caril na Tailândia são de comer e chorar por mais. Um destes pratos é o Gaeng Daeng, composto por uma mistura de leite de coco, carne e pasta de caril vermelho, com um toque de folhas de lima por cima. Como acompanhamento, um pouco de arroz branco para afogar no caril. 4. KHAO PAD (ARROZ FRITO) Se há prato que salva qualquer pessoa do picante extremo da comida Tailandesa é o Khao Pad, ou arroz frito. É um prato extremamente simples: arroz, ovo, cebola e algumas ervas. Pode ser acompanhado por galinha, vaca ou camarão e existe em todos os restaurantes onde se vá na Tailândia. 5. GAENG KEOW WAN KAI (CARIL VERDE DE GALINHA) Outro prato de caril, composto por uma mistura de leite de coco com uma pasta de caril verde onde se misturam pedaços de galinha, mini-beringelas, bambu, folhas de manjericão e coentros. 6. KHAO SOI O Khao Soi é um prato típico do Norte da Tailândia que se diz ter influência Birmanesa. O prato é composto por pedaços de porco ou galinha, cozinhados em leite de coco com caril. O caldo que daqui resulta é depois deitado por cima de noodles de ovo quentes e coberto no final com verduras, rebentos e noodles frios. 7. KAI MED MA MUANG (GALINHA COM CAJU) À primeira vista até se poderia dizer que este era um prato chinês, mas não, é mesmo tailandês. Para além da galinha e caju, este prato é composto pelo famoso molho de soja doce, cebola, malaguetas, cogumelos e cenoura. O seu travo doce faz com que seja bastante apreciado por quem visita este país. 8. GAENG MATSAMAN (CARIL MASSAMAN) Outro dos muitos tradicionais pratos de caril tailandeses. Esta variante não é tão picante como os outros pratos de caril já referidos, por isso uma boa opção para quem se esteja a iniciar na gastronomia tailandesa. É mais doce que os outros e a sua base é composta por canela, noz-moscada, cardamomo e cravinho, sendo normalmente acompanhado por batatas. 9. PAD SEE EW (NOODLES FRITOS) Quase no fim dos 10 pratos típicos da Tailândia, apresentamos o Pad See Ew, de fortes influências chinesas, é composto por noodles de arroz, molho de soja, alho, brócolos chineses, ovo e galinha, vaca, porco ou camarão. É daqueles pratos que te conforta por dentro. 10. TOM YUM GOONG (SOPA PICANTE DE CAMARÃO) Erva-príncipe, chalotas, molho de peixe, sumo e folhas de lima e malaguetas compõem a base deste aromático prato típico Tailandês. A sopa fica completa com a adição de cogumelos e camarões frescos. Qual destes pratos é o teu favorito? Já provaste mais algum prato dos países do Sudeste Asiático que te fez comer, chorar por mais e agora queres partilhar connosco? Conta-nos tudo! Esperamos que tenhas gostado dos 10 pratos típicos da Tailândia.

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