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Vale do Douro: destino perfeito para celebrar o Amor

Vale do Douro: destino perfeito para celebrar o Amor

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O Dia de São Valentim está quase a chegar e ainda não decidiste onde levar a tua cara metade para celebrar este dia tão especial? Preparamos uma lista com ideias e sugestões de hotéis, restaurantes e o que fazer no romântico Vale do Douro para te ajudarmos nesta missão! Antes de viajar, não deixes de contratar um seguro de viagem IATI, para voltares só com boas lembranças. Desfruta do Dia dos Namorados no Vale do Douro Alojamento no Vale do Douro 1. Douro41 Hotel & Spa: localizado na EN222, perto de Castelo de Paiva, este hotel de 4 estrelas oferece vistas deslumbrantes sobre o Rio Douro e comodidades como piscinas interna e externa, ginásio, sauna e tratamentos de relaxamento e estéticos. O Douro41 também conta com um restaurante panorâmico, de gastronomia tradicional portuguesa. 1. Sixsenses: este hotel de 5 estrelas ocupa a Quinta de Vale Abraã, em Samodães, e une harmoniosamente a natureza e a sofisticação, dispondo de spa, ginásio, piscinas, restaurante, bar e muito mais! 1. The Wine House Hotel – Quinta da Pacheca: este hotel 4 estrelas oferece uma experiência única aos seus visitantes, já que a experiência vinhateira é completa. Além do alojamento tradicional, também estão disponíveis alguns quartos em barris adaptados, bem como visitas guiadas pela quinta, provas e cursos de vinhos. 1. Douro Royal Valley Hotel & Spa: este moderno hotel de 5 estrelas, situado em Baião, oferece aos seus hóspedes, além da esplêndida vista panorâmica para o rio Douro, várias comodidades como campo de ténis, piscina aquecida, ginásio, bar e restaurante, banheira de hidromassagem, serviço de lavandaria e de babysitting. Perfeito para uma viagem a dois ou em família! 1. Hotel Rural Casa dos Viscondes da Varzea: este hotel faz-nos lembrar das novelas de época! Pois aqui poderão encontrar o cenário ideal para aquela escapadinha romântica, com a verdadeira essência do turismo rural, e também usufruir de piscina, campo de ténis e restaurante! Onde comer no Douro Capricha no romantismo e faz já uma reserva para jantarem num dos deliciosos restaurantes da região! 1. DOC: localizado em Armamar, este restaurante já recebeu uma estrela Michelin! Oferece gastronomia mediterrânica, europeia e portuguesa, além de ser adequado para vegetarianos, veganos e celíacos. 1. Castas e Pratos: situado no Peso da Régua, oferece gastronomia europeia, contemporânea e portuguesa, com um preço médio entre os 40€ e 100€. É, também, uma excelente opção para vegetarianos, veganos e celíacos. 1. Casa da Real Companhia: em Lamego, este restaurante oferece pratos mediterrâneos, europeus e contemporâneos a um custo mais acessível (em média, entre 15€ e 40€) e possui boas avaliações de quem já o experimentou! 1. Manjar Do Douro: serve comida europeia, portuguesa e mediterrânea ao almoço e ao jantar, em Lamego, e inclui no menu opções vegetarianas e sem glúten. Passeios pelo Douro Não faltam opções do que fazer e visitar nesta fantástica região, que consta na lista de Património da Humanidade da UNESCO! Enquanto estiveres no Douro, aproveita para seguir as nossas recomendações, que foram escolhidas com muito carinho! 1. Conduz pela EN222, uma das estradas com as vistas mais belas em Portugal, pelas margens do Rio Douro, onde poderás ver as vinhas alinhadas nos socalcos, nas encostas das colinas. 1. Visita algumas das belas quintas da região e experimenta os deliciosos Vinhos do Porto lá produzidos. A Quinta da Pacheca, a Quinta do Vallado e a Quinta Santa Eufémia são as favoritas, segundo recomendações dos visitantes no Tripadvisor! Já a Quinta do Panascal é uma excelente opção para quem deseja uma visita mais privada e sossegada. 1. Os miradouros da região do Douro são de roubar o fôlego! São Leonardo da Galafura, São Domingos e Casais de Loivos estão, sem dúvidas, entre os mais bonitos! 1. As vilas ao longo do Vale também possuem um charme especial. Não deixes de conhecer Provesende, Peso da Régua e Pinhão! Se continuares a subir pelo Douro em direção a Espanha, poderás conhecer também Freixo de Espada à Cinta e a zona espanhola do Douro. 1. Em Pinhão, aprecia os belos azulejos da estação de comboios e, depois, embarca num passeio de barco pelo Rio Douro. Aproveita e faz já o teu seguro IATI Escapadinhas para Portugal. Autora: Amanda sem Fronteiras

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Roadtrip pelos encantos de Provença e Côte d’Azur

Roadtrip pelos encantos de Provença e Côte d’Azur

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Entre a metade de junho e agosto é a melhor época para explorares a região de Provença e Côte d’Azur, no sul da França, e encantar-te com os floridos campos de lavanda e as magníficas paisagens. Reunimos aqui um roteiro para não perderes nenhum cenário especial pelo caminho: confirma o seguro de saúde internacional IATI que melhor se adapta às tuas necessidades e bon voyage! 1. Avignon Os vilarejos franceses são puramente charmosos! Para começar esta roadtrip, adiciona uma paragem em Avignon, a cidade que foi lar dos Papas católicos por séculos e só passou ao domínio da França em 1791. Visita o Palácio dos Papas, a Fortaleza de Santo André, o centro histórico e as pontes que datam do século XIII! 2. Aix-en-Provence Aix-en-Provence foi o lar que serviu de inspiração para as obras do pintor Paul Cézanne, então já podes imaginar o que encontrarás por lá, não é? As paragens obrigatórias na cidade são a Catedral de Saint-Sauveur, a avenida Cours Mirabeau e o museu-estúdio de Cezanne. 3. Gorges du Verdon O lago Sainte-Croix-du-Verdon, combinado com a grandiosidade dos canions de Verdon, formam uma das paisagens mais belas da Europa! Os desfiladeiros estendem-se por 25km e atingem até 700 metros de altura, garantindo uma beleza natural única. Não resistas à água de uma impressionante cor turquesa e aproveita as elevadas temperaturas do verão para nadar neste belo lago e fazer um passeio de barco ou pedalinho! 4. Moustiers-Sainte-Marie A maior vantagem de fazer esta rota a conduzir é teres a liberdade de fazer quantas paragens te apetecer ao longo do trajeto, aproveitando o máximo de cada sítio! Sem dúvidas, não faltarão vilarejos charmosos para conheceres, mas o Moustiers-Sainte-Marie é um daqueles que não pode faltar no roteiro. Perde-te pelas suas ruas e experimenta uma cerveja artesanal famosa na região, com um sabor muito especial: lavanda! 5. Bonnieux Ao longo do trajeto, vais encontrar incontáveis campos de lavanda e lavandin, um mais convidativo que o outro. Em Bonnieux estão alguns deles, que se estendem como tapetes lilases às margens de colinas. Interessante saber que a lavanda fina verdadeira cresce somente nas regiões de altitude entre 800 e 1300 metros acima do nível do mar. Sempre que encontrares campos abaixo desta altitude, serão de lavandin, uma flor desenvolvida a partir da lavanda, mas que não tem as mesmas propriedades medicinais e é usada para fins diferentes da lavanda. 6. Museu da Lavanda Conhecer o Museu da Lavanda, em Coustellet, é uma ótima oportunidade para aprenderes as diferenças entre lavanda e lavandine, o processo de produção e extração da essência de lavanda e suas propriedades medicinais. Afinal, para verdadeiramente viveres uma experiência completa, precisas também aprender, além de apreciar a beleza das flores, certo? O Museu da Lavanda está aberto diariamente, entre 1 de fevereiro e 31 de dezembro (exceto 25 de dezembro), e o acesso custa € 8,00 por pessoa (sujeito a descontos). Para mais informações e horários completos, aceda ao site oficial aqui. 7. Luberon Este roteiro não estaria completo sem mencionar o Parque Nacional de Luberon: uma reserva da biosfera, adicionada à lista da Unesco em 2010! Nesta região, encontrarás vilarejos que enfeitam os 75 quilómetros de montanhas abrangidos pelo parque, além da fauna e flora preservados. 8. Valensole Pelas planícies de Valensole estendem-se os mais apaixonantes campos de lavanda. Prepara-te para muitas paragens ao longo do caminho para eternizar o melhor destes campos em fotografias! 9. Cassis e Parque Nacional dos Calanques Para finalizar a tua viagem, conduz até Cassis e admira a beleza de Côte d’Azur e o Parque Nacional dos Calanques! Podes fazer trilhas pelos calanques até as suas belíssimas praias ou, ainda, em embarcar em um passeio que levar-te-á a 3 ou até 9 calanques. Há diversos tours disponíveis, para que possas escolher de acordo com a tua disponibilidade de tempo e orçamento. Se ainda tiveres mais tempo para desfrutar na região, não deixes de visitar Marselha, Eze, Nice e Cannes, que também arrancarão muitos suspiros teus! Apesar de pela autoestrada o trajeto ser feito muito mais rapidamente, nós sugerimos que faças a viagem pelas estradas secundárias, para que, no caminho, passes também por outras aldeias e paisagens incríveis. Gostaste do roteiro? Então desfruta muito das tuas férias com a IATI e depois conta-nos tudo! Autora: Amanda sem Fronteiras

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Tomar, Cidade Templária

Tomar, Cidade Templária

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Desta vez levamos-te a viajar até à época dos Templários, através da história e cultura da antiga sede da Ordem dos Templários: Tomar. Mais do que uma cidade com grande diversidade monumental, Tomar convida-te à sua descoberta também pela sua paisagem singular e pelo seu legado histórico, ainda muito presente no quotidiano e vivências da cidade. Se viajas desde o Brasil para Portugal ou para a Europa, recomendamos que contrates um seguro IATI Básico, com assistência médica suficiente para a obtenção do visto internacional. Um pouco da história de Tomar Tomar situa-se nas margens do Rio Nabão, e foi conquistada aos mouros, pelo Rei D. Afonso Henriques. Após esta conquista, em 1159, o rei cedeu as suas terras à Ordem dos Templários, como forma de agradecimento pelo esforço prestado pelos Cavaleiros da Ordem, em manterem e expandirem a Fé Cristã no território português. Um ano depois, Dom Gualdim Pais, o Grão-Mestre da Ordem, iniciou a construção do Castelo e do Convento, tornando-se a Sede dos Templários e, posteriormente, da Ordem de Cristo. Isto porque, dois séculos mais tarde, com o desejo do Papa em extinguir a Ordem dos Templários na Europa, o Rei D. Dinis tornou possível a criação da Ordem de Cristo, que acabou por tomar posse das propriedades e membros da extinta Ordem dos Templários. Hoje em dia, estes monumentos são Património da Humanidade, classificados pela UNESCO. O que visitar em Tomar? No centro de Tomar, existe um Convento em cada um dos pontos cardeais, formando assim uma cruz. No Norte, tem o Convento da Anunciada, a Sul está o Convento de São Francisco, a Este está o Convento de Santa Iria e a Oeste tem o Convento de Cristo, o mais conhecido e procurado pelos turistas. No centro da cruz, encontra-se a Câmara Municipal e a Igreja de São João Baptista. Igreja de São João Baptista Esta igreja, destaca-se pelo seu Portal Manuelino e pelo Campanário octogonal. No interior, irás encontrar um conjunto de pinturas de Gregório Lopes, do séc XVI. Parque do Mouchão Na margem do Rio Nabão, podes relaxar num bonito parque e apreciar a Roda do Mouchão, símbolo da prosperidade económica que se viveu em Tomar. Ponte Velha Localiza-se perto do Convento de Santa Iria e poderá ter sido construída sobre uma edificação Romana, ou ter mesmo origem nesse período. Aqueduto dos Pegões Um dos mais bonitos aquedutos de Portugal, com cerca de 6km e construído com a função de abastecer o Convento de Cristo. Levada de Tomar Os primeiros Moinhos e Lagares d’El Rei, foram mandados construir pela Ordem dos Templários, junto ao rio. Dos lagares que perduraram até aos nossos dias, os mais antigos são os que se situam junto à Ponte Velha. Igreja Santa Maria do Olival Um importante exemplo do estilo gótico português! Foi esta igreja que serviu de Sede à Ordem dos Templários e foi aqui que foram sepultados vários mestres da Ordem. Visita também a Igreja da Nossa Sra da Conceição, da Nossa Sra da Piedade e a Capela S.Gregório. Castelo Templário e Convento de Cristo É o ex-libris da cidade e recebe milhares de visitas por ano. Este conjunto monumental é composto por diversos estilos arquitetónicos que atravessam vários séculos de história, nomeadamente, estilo gótico, românico, manuelino e renascentista. Mata dos Sete Montes Conhecida como o pulmão da cidade. Aproveita esta zona verde para recuperares energias e contemplares as maravilhas da natureza envolvente. Sinagoga A sua visita é importante pois, é o templo hebraico mais antigo de Portugal. Aqui encontra-se o Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto. Tomar tem tradição Umas das festas mais emblemáticas de Tomar, é a Festa dos Tabuleiros. Única no Mundo, esta festa que se realiza de 4 em 4 anos, tem uma origem anterior à nacionalidade, que remota ao tempo dos romanos e à evocação da Deusa Ceres, nas antigas festas das colheitas, seja pela abundância de flores, seja pela presença de pão e das espigas de trigo. O ponto alto desta festa é o Desfile dos Tabuleiros, que representam as freguesias do concelho, e percorre cerca de 5 km pelas ruas de Tomar, ladeado pelas colchas que a população pendura à janela, e pelos milhares de visitantes que procuram a cidade para contemplar esta festa tão tradicional. O tabuleiro é transportado por uma rapariga vestida de branco, e terá que ter a altura da mesma. Este é decorado por flores de papel colorido, espigas de trigo, 30 pães de 400g cada, enfiados em canas que saem de um cesto de vime, envolvido por um pano branco bordado. O topo do tabuleiro é ainda composto por uma coroa, encimado pela Cruz de Cristo ou a Pomba do Espírito Santo. Autor: Gato Vadio Travel Blog

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Roteiro de 20 dias pela Colômbia

Roteiro de 20 dias pela Colômbia

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Antes de chegar ao roteiro final, que efetivamente tivemos a sorte de fazer, falámos com vários aventureiros que já tinham estado na Colômbia para ter uma melhor noção de dias a ficar em cada local; zonas mais ou menos seguras; coisas a não perder e, claro, comida a provar! Uma das prioridades nas nossas viagens é também a segurança e, como tal, aqui na IATI recomendamos sempre que o façam com seguro, escolhendo o que melhor se adaptar ao tipo de viagem/viagens que realizam, mas garantindo uma assistência à altura em caso que algum problema de saúde ou até mesmo com a bagagem, como por exemplo o IATI STANDARD. Roteiro de 20 dias pela Colômbia As nossas viagens são de pouco descanso e por vezes podem não se adaptar ao que procuram, mas fica a nossa sugestão para 20 dias, muito bem passados, na Colômbia: Bogotá – Salento – Medellín – Guatape – Cartagena das Índias – Santa Marta – Cali – Bogotá. Entrámos e saímos do país por Bogotá, portanto, a primeira paragem lá foi mesmo muito curta, apenas para descansar das várias horas de avião e repor o sono. No dia seguinte acordámos cedo, explorámos um bocadinho da zona antiga da cidade e seguimos caminho rumo ao terminal de autocarros, para apanhar o que faz ligação de Bogotá até Arménia, para depois seguir para Salento. De Bogotá para Arménia fizemos o percurso de autocarro, mas não vamos mentir: custou imenso! O que toda a gente nos dizia que seriam 5 a 7 horas foram na realidade 10 horas, pois a estrada estava com algumas obras de manutenção e acabou por ocupar o dia todo – ninguém nos recomendava fazer a viagem à noite e, sendo a primeira que fazíamos neste país, seguimos esse conselho. Chegámos a Arménia perto das 21h! E, SURPRESA, o último autocarro com destino a Salento tinha sido às 20h… Assim sendo, tivemos de ir de táxi (mais caro) … Eram perto de 22h quando conseguimos, finalmente, chegar ao nosso destino! No dia seguinte conseguimos facilmente esquecer as peripécias do caminho até lá, Salento é in-crí-vel! Recomendamos ficar por aqui o tempo que ficámos, 3 dias completos! É “obrigatório” visitar toda a vila de casas coloridas; a Calle Real, repleta de restaurantes, lojas típicas e vendedores de arepas onde se consegue provar este ícone gastronómico da Colômbia; subir os 250 degraus para chegar ao Mirante Alto de La Cruz; sair da vila e ir passar um dia completo ao Valle de Cocora, que fica no Parque Nacional de Los Nevados – vale mesmo a pena cada km que por lá se caminha! O dia no Valle é muito cansativo, mas é mesmo imperdível. Para quem não tiver medo, ainda recomendamos o passeio a cavalo que inicia no centro da vila e segue pelas redondezas de Salento até uma pequena cascata. De Salento para Medellín, ainda estávamos reticentes com as viagens de autocarro e as previsões de duração que nos diziam, acabámos por mudar o nosso plano inicial de fazer este percurso novamente de autocarro. Optámos por comprar um voo interno e fizemos este trajeto de avião… mas alertamos que é bastante mais caro, pior ainda comprando com pouco antecedência. Medellín era a nossa primeira experiência numa cidade grande e cuja segurança era um fator a ter em conta! Íamos ficar 2 dias completos por aqui, num deles explorámos por nós mesmos e provámos a famosa Bandeja Paisa, um dos pratos mais típicos da Colômbia e, no outro dia, fizemos uma tour de dia completo. A tour incluía conhecer uma réplica de um antigo município Paisa; a Praça Botero; o Parque dos Pés Descalços; as imediações do Estádio do Atlético Nacional (Prado Verde); andar de Metro e Metrocable e, a parte mais incrível de todas, conhecer a Comuna 13. Aqui a recomendação IATI é que só vão se acompanhados por um guia, mas é fantástico, ver toda a história política e urbana que a arte de rua deste bairro nos conta! Ficámos encantados com esta cidade e talvez tivesse sido boa ideia mais 1 dia por aqui…, mas, 2 dias deu-nos para isto! A manhã seguinte seria já para despedir de Meddelín e apanhar um autocarro para uma pequena viagem até Guatapé. O trajeto de autocarro (Medellín – Guatapé) é seguro e rápido, apesar de parte do percurso ser de curva e contracurva, é a melhor forma de ir até lá! Ainda aproveitámos a tarde pela vila dos famosos zócalos. Ficámos mais 2 dias completos em Guatapé, que viemos a perceber que podia ter sido apenas 1, mas deu para descansar… A não perder por aqui é mesmo a subida ao topo da Piedra Del Peñol, que recomendamos que o façam pela manhã cedo – por o calor ser mais suportável e para ter menos turistas; e o passeio de barco onde vão conseguir ver a antiga quinta e casa de Plabo Escobar, a La Manuela, que agora está entregue ao exército e já não é permitido encostar os barcos e sair para explorar… Ou seja, no dia que se sobe até à famosa Piedra dá para fazer o passeio de barco também. Nós como tínhamos ainda um dia, aproveitámos para conhecer muito bem este Pueblo, conhecido pelos zócalos, os “abuelos” a fumar cigarros na praça central em frente à igreja e comida paisa que parece melhor de restaurante em restaurante…que perdição de comida a deles! Tivemos por lá na altura da Páscoa, o que também lhe deu algum encanto com as cerimónias típicas. Os zócalos, terminando o suspense, são nada mais nada menos do que as pinturas coloridas e com relevo que decoram maior parte dos edifícios e tornam a vila muito típica e fotogénica. A próxima paragem era mais distante e fazia mudar o ambiente envolvente, apanhámos novamente autocarro até Medellín e fomos diretos ao aeroporto, para voar até Cartagena das Índias! Dada a distância e como são as estradas, recomendamos mesmo avião. Cartagena das Índias é de facto lindíssimo, ficámos por lá 3 dias completos e sentimos que tem muita coisa para ver além das praias que lhe dão fama! Aqui conhecemos um estilo de música e dança típico, a Champeta! Que ritmo que esta gente tem e como dançam…! Os finais de tarde foram sempre passados perto da Torre do Relógio a ver atuações de rua, não nos cansávamos… Há uma tour, com um preço bastante acessível, que dá uma passagem geral pela cidade e redondezas num “comboio turístico”, o que vale a pena pois permite ter noções de distâncias entre os pontos turísticos e conhecer, mesmo que rápido, todos os locais de atração. A cidade só por si é muito bonita e não nos fartávamos de caminhar pelas animadas ruas. À noite há muita animação também, foi provavelmente a zona da Colômbia que sentimos mais isso. Um dos dias dedicámos a fazer praia nas famosas Islas del Rosario, é um dia muito bem passado, mas entre a praia aqui e a que fizemos mais à frente na nossa viagem, já no Tayrona, recomendamos claramente o Tayrona… De Cartagena seguíamos caminho até Santa Marta, mais especificamente para a vila piscatória próxima a Santa Marta, Taganga! Esta vila além de ter o carisma próprio de uma vila piscatória é o local perfeito para apanhar uma lancha até ao Parque Nacional Tayrona… Mas vamos por partes: percurso de Cartagena até Santa Marta, fizemo-lo de minibus, confortável e relativamente rápido (não chega a 4 horas). Após chegados a Santa Marta, um táxi de 15 minutos deixou-nos em Taganga…e que sorte tivemos nós com o taxista que apanhámos! Após entender que gostávamos do jogador El Pibe, um ícone colombiano do futebol, fez-nos uma pequena tour por Santa Marta antes de nos levar ao nosso destino. Estávamos cada vez mais encantados com este povo e cultura. Em Taganga ficámos num hostel com uma vista de cortar a respiração… ficámos por aqui 2 dias completos, sendo que em 1 dia se conhece perfeitamente Taganga e no outro é claramente obrigatório ir até ao parque Tayrona. Há várias formas de ir até ao Tayrona, nós obviamente optámos por a que nos parecia mais aventureira…LANCHA! Todos os relatos sobre viagens atribuladas que tínhamos ouvido e/ou lido mostraram-se reais… mas não é que vale a pena e voltávamos a fazer tudo igual?! O Tayrona é impressionante e, após chegarmos lá é fácil esquecer a hora de lancha contra a corrente do mar…e na hora de regressar, tudo é mais pacifico pois já vamos a favor da corrente. Há quem fique a dormir no Tayrona, talvez ao voltarmos a organizar esta viagem tivéssemos pernoitado por lá e só regressávamos no dia seguinte… Mas diria que muito mais tempo do que isso, num país com tanto por conhecer, também não se justifica. A nível de praia, o dia no Tayrona foi de facto o ponto alto, é só preciso ter alguma atenção aos crocodilos que se passeiam pelo parque… De Taganga seguíamos novamente viagem, até Santa Marta para daí seguir de avião novamente até a uma cidade icónica…estava na hora de conhecer a Capital Mundial de Salsa e ter aulas com quem sabe! Cali! Estávamos particularmente ansiosos!! Iam ser apenas 2 dias completos nesta cidade, portanto havia que aproveitar bem cada segundo. Nestes casos consideramos que tours que percorram toda a cidade são sempre boa opção. Chegámos a Cali ainda de dia, portanto nesse dia explorámos logo um pouco de forma autónoma a zona próxima ao nosso hostel e fomos logo conhecer o famoso gato de Cali, o símbolo da cidade. No dia seguinte tínhamos então uma tour completa que nos levava de carro aos chavões turísticos, com degustação de Lulada (que delicia!) e a terminar da melhor forma numa aula de Salsa! Destacamos o Cristo Rey; o percurso à beira rio com os seus típicos gatos e a aula de Salsa. Mas em Cali nós simplesmente adorámos a mística da cidade, sem sabermos explicar muito bem o porque, foi uma cidade que gostámos mesmo muito de conhecer. Os grafitis pelas ruas, os vendedores ambulantes, os donos do hostel que nos acolheram e ajudaram a aproveitar a cidade ao máximo mesmo não ganhando nada a mais por isso. Dali tínhamos planeado seguir até ao deserto de Tatacoa mas, devido a uma greve chamada Paro, organizada pelos povos indígenas, as estradas que iriamos percorrer desta vez ao volante um carro alugado ficaram por conhecer…Estavam completamente cortadas, situação que se chega a manter vários dias seguidos.. Tivemos de improvisar, remarcar e reorganizar o final de viagem que levávamos planeado, onde mais uma vez a ajuda dos nossos anfitriões foi fulcral! Assim sendo, seguíamos antecipadamente para Bogotá, onde íamos terminar a viagem com 4 dias completos para explorar a capital Colombiana. Fizemos o percurso longo de autocarro, não queríamos vir embora sem enfrentar uma vez mais uma viagem das longas (e baratas), agora noturna. Sendo noturna a viagem de autocarro de Cali a Bogotá é perfeitamente suportável! Repetíamos o plano. Em Bogotá ficámos alojados no bairro mais famoso e antigo da capital: La Candelaria – Amámos a cidade e o bairro! Aqui, apesar de termos sempre muita atenção e cuidados com a nossa segurança, conhecemos tudo de forma autónoma. Tínhamos tempo, portanto não sentimos necessidade de guias/tours/etc. Toda a zona da Candelaria merece claramente ser explorada e fotografada! Vamos deixar então alguns pontos a não perder: Museo Botero (gratuito); Museo del Oro (gratuito ao domingo); Plaza de Bolívar; Cerro Monserrate e procurar uma free WalkingTour para explorar mesmo bem a Candelaria caso não se sintam confortáveis sozinhos como fizemos…mas aqui sim, os grafitis são de perder conta e com cores que não parecem reais! Adorámos o país, sentimo-nos seguros e surpreendidos pela positiva pois levávamos uma ideia completamente errada e, não fosse faltar-nos tanto mundo para conhecer e repetíamos já para o ano…! Ficou muita coisa por conhecer, 20 dias acabam por ser pouco para tamanho País, Pessoas e Cultura! Se ficaste interessado nesta viagem, dá uma vista de olhos ao artigo que escrevemos com curiosidades sobre a Colômbia! Autora: Mara Bento – Anda Comigo

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7 museus a não perder em Amesterdão em 2024

7 museus a não perder em Amesterdão em 2024

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Amesterdão é uma cidade fantástica, repleta de atividades diferentes que agradam a todos os visitantes! Se és amante de arte, história e cultura, vais adorar os 7 museus em Amesterdão que te trazemos neste artigo. No artigo de hoje decidimos centrar-nos apenas numa dessas atividades que poderás fazer numa visita a Amesterdão e por isso reunimos uma lista com os 7 museus que não deverias perder em Amesterdão! Antes de viajares não te esqueças de reservar o teu seguro de viagem! Ao ser uma escapadela pela Europa, recomendamos-te o seguro IATI Básico, com alta cobertura e preço acessível, perfeito também para os brasileiros que querem conhecer a Europa e precisam de um seguro para conseguirem o visto. Off we go! Museus a não perder em Amesterdão Rijksmuseum O Rijksmuseum é um dos museus de arte mais famosos de Amesterdão! Neste museu podes contemplar a arte de Rembrandt, Frans Hals, Jan Steen, Vermeer e muitos outros. Além das pinturas, a coleção também inclui cerâmica, prata, vidro, porcelana, instrumentos, representações da vida no século XVII e o maior acervo da Holanda de livros sobre a história da arte. • Localização: Museumstraat 1, 1071 XX Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 9h e as 17h, mas visita-o de manhã cedo para teres tempo de apreciar a coleção com calma! • Bilhete: 22,50€/adulto (sujeito a descontos) • Para mais informações, visita o site oficial. Van Gogh Museum No Van Gogh Museum, pode-se ver a maior coleção de obras de Van Gogh do mundo, incluindo pinturas, desenhos, cartas e a história do reconhecido artista. • Localização: Museumplein 6, 1071 DJ Amsterdam • Horário: aberto diariamente, das 09h às 17h. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 20€/adulto (sujeito a descontos). Stedelijk Museum Neste museu, fundado em 1874, os visitantes podem apreciar arte moderna e contemporânea, na sua coleção composta por pinturas, esculturas e fotografias. • Localização: Museumplein 10, 1071 DJ Amsterdam • Horário: aberto diariamente, entre as 10h e as 18h (fecha às 22h às sextas-feiras). Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 18,50€/adulto (sujeito a descontos). NEMO Science Museum O NEMO Science Museum é um museu muito divertido e perfeito para a família inteira! Com uma exposição interativa, podemos aprender sobre diversas áreas da ciência, desde os segredos do universo até ao corpo humano! • Localização: Oosterdok 2, 1011 VX Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 10h e as 17:30, exceto em algumas segundas-feiras e no Dia do Rei. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 17,50€/adulto (sujeito a descontos). Rembrandt House Museum Este museu está localizado na casa onde o mais famoso artista holandês, Rembrandt Harmenszoon van Rijn, viveu e trabalhou durante 20 anos. A casa-museu está decorada com mobília, objetos e arte do século XVII, obras do artista, de outros da mesma época, pupilos e, também, de outros artistas contemporâneos que foram inspirados pela arte de Rembrandt. • Localização: Jodenbreestraat 4, 1011 NK Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 10h e as 18h, exceto em 27/04 e 25/12. Em 24 e 31/12 e em 01/01, há algumas alterações nos horários. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial • Bilhete: 14€/adulto (sujeito a descontos). Amsterdam Museum O Amsterdam Museum, um dos menos famosos desta lista, também merece alguma atenção! Para além de contar a história da cidade, o museu também se preocupa em retratar o presente e o futuro. Aliado a uma interessante exposição permanente e a várias outras temporárias, o edifício que abriga o museu de Amesterdão respira história por si só, já que na Idade Média abrigou o convento de São Luciano e, a partir do seculo XVI, o Orfanato Público (Burgerweeshuis). • Localização: Kalverstraat 92, 1012 PH Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 10h e as 17h. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 15€/adulto (sujeito a descontos). Casa Museu da Anne Frank Após ser libertado, Otto Frank regressou à casa onde a família esteve escondida durante quase 2 anos e encontrou os diários da filha, a jovem Anne Frank. Em memória a Anne, o pai dedicou o resto da sua vida a conseguir que os diários fossem publicados, divulgados e a não deixar que o mundo esquecesse as atrocidades ocorridas na II Guerra Mundial. Pelo mesmo motivo, abriu as portas da casa para abrigar um museu e mostrar as condições nas quais a família viveu presa durante tanto tempo. É, sem dúvidas, um museu que vai fazer-te refletir muito e que não podes deixar de visitar. • Localização: Westermarkt 20, 1016 DK Amsterdam • Horário: aberto diariamente, das 09h às 22h, com alguns dias excecionais. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 16€/adulto (sujeito a descontos). Muitos destes museus oferecem descontos ou até entrada grátis para estudantes, crianças e pessoas que tenham adquirido cartões como o Museumkaart, o I Amsterdam City Card e o Amsterdam Pass. Então, se quiseres aproveitar ao máximo a tua viagem a Amesterdão e conhecer todos os museus, talvez um destes cartões seja muito útil para economizar alguns euros! Além disso, podes aproveitar a tua visita para conhecer também outras cidades holandesas. Recomendamos que leias o nosso artigo sobre 10 visitas imprescindíveis na Holanda! Autora: Amanda sem fronteiras

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Cinco coisas a fazer em Colónia

Cinco coisas a fazer em Colónia

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A Alemanha é um país bastante diversificado no que diz respeito às experiências que oferece aos viajantes. E como na IATI sabemos que a riqueza de experiências é importante para ti, hoje sugerimos uma viagem a Colónia, em território alemão. No entanto, já sabes que deves viajar sempre seguro, por isso, para uma viagem de curta duração em países europeus nós recomendamos o IATI Escapadinhas. Cinco coisas a fazer em Colónia, Alemanha Vamos, então, às cinco coisas que tens MESMO de fazer quando visitares Colónia na Alemanha. Visitar os Reis Magos na Catedral de Colónia A construção da Catedral de Colónia começou em agosto de 1248 e só terminou seiscentos anos mais tarde! Vê bem, foram precisas várias gerações de construtores para que hoje possamos desfrutar desta magnífica igreja católica de estilo gótico! Foi declarada Património Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1996 e as duas torres têm 157 metros de altura. A Kölner Dom como é conhecida na língua alemã, está localizada no centro de Colónia, junto à estação de comboios, tem vistas para o Rio Reno e faculta visitas guiadas. Se quiseres visitar os Reis Magos só tens de entrar na catedral e dirigir-te ao altar mor. Acredita-se que os restos mortais dos Reis Magos estão depositados numa arca construída em ouro e prata que podes encontrar junto ao altar mor. Colocar um cadeado na Ponte Hohenzollern Quatro imponentes estátuas guardam a ponte: Friedrich III, Friedrich Wilhelm IV, Wilhelm I e Wilhelm II que surgem a cavalo. A tradição de os namorados colocarem nas grades da ponte um cadeado com os seus nomes e atirarem ao rio como a chave também é bastante popular em Colónia. Percebe-se perfeitamente pelo estado dos cadeados e pelas datas inscritas nos mesmos que esta é uma tradição antiga, por isso, se tens vontade, vai à Ponte Hohenzollern e coloca lá o teu cadeado! Ver como é feito o chocolate no Museu do Chocolate Há por aí amantes de chocolate? Sabias que o Museu do Chocolate em Colónia é um dos museus mais visitados na Alemanha? Pois é, e existem várias razões que justificam esta popularidade! O museu estende-se por três pisos e está organizado por secções. Podes conhecer a história do chocolate, desde a época dos olmecas, maias e astecas até aos dias de hoje, isto é, estão retratados neste museu mais de três mil anos de história! Também podes passear por uma estufa de vidro onde crescem as plantas do cacau e se não sabias, sim, o cacau é um fruto. O museu dispõe de um setor audiovisual onde poderás ver publicidades antigas de marcas de chocolate. E não podemos esquecer o ponto alto da visita que é a degustação do chocolate! Está instalada no Museu do Chocolate uma fonte de chocolate gigante, com cerca de três metros de altura e onde estão depositados duzentos quilos de chocolate derretido! Um funcionário do museu vai mergulhando bolachas no chocolate quente e oferece-as aos visitantes. Uma delícia! Se quiseres trazer chocolate para casa podes escolher algumas tabletes na loja ou, se preferires, podes optar por mandar fazer o teu próprio chocolate. Escolhes os ingredientes e já está, o chocolate é feito na hora. Visitar o Museu Ludwig Para desenjoar um pouco de tanto chocolate do museu anterior, o que achas de visitar um espaço de arte moderna? O Museu Ludwig alberga uma das maiores coleções de Picasso no continente europeu, além de obras de Andy Warhol e Roy Lichtenstein. Assim, se és um apreciador da arte do século XX, não podes perder a oportunidade de ver de perto estes trabalhos impressionantes. Passear na Rua Schildergasse Vamos a números: dizem que passam a cada hora na Rua Schidergasse cerca de treze mil pessoas, o que faz que seja uma das ruas mais movimentadas da Europa. A zona pedonal estende-se por quinhentos metros e é um autêntico centro comercial. Podes contar encontrar muitas lojas de roupa, artigos de decoração, souvenirs, cafés, restaurantes, artistas de rua, enfim, uma animação para todos os gostos. A nossa dica é que tenta evitar o impulso consumista, senta-se num café e observa as pessoas que circulam na Rua Schildergasse. Vais certamente ficar surpreso pela quantidade e diversidade de pessoas que ali se juntam: pessoas de todas as idades, de diferentes religiões, de cores de pele distintas, no entanto, a partilharem o mesmo espaço. Temos a certeza que estas cinco dicas te vão inspirar a visitar esta cidade alemã! Faz uma roadtrip pela a Alemanha, conhece a Baviera e dá um saltinho também a Colónia. E depois conta-nos como foi. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Ruta del Cares: Pelos Picos da Europa

Ruta del Cares: Pelos Picos da Europa

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A Ruta del Cares esta localizada no Parque Nacional dos Picos da Europa, em Espanha, mais precisamente entre a aldeia de Caín e Poncebos. E o que torna este trilho um dos mais emblemáticos e bonitos do mundo? Pois bem, um caminho de 12 km escarpado numa montanha, entre desfiladeiros, vistas vertiginosas e a natureza sempre presente. São motivos suficientes para te fazer sonhar? Não te esqueças que até nos sonhos pode haver quedas. Por isso arrisca em segurança e contrata o seguro de viagem perfeito e que se adequa a aventureiros como tu. Como foi criada a Ruta del Cares? Entre 1916 e 1921 mais de 500 homens foram encarregados de abrir um caminho na montanha que serviu para construir um canal de alimentação da central hidroelétrica de Camarmeña-Poncebos. A parte trágica desta construção foi que cerca de 11 desses construtores faleceram. Mais tarde, entre 1945 e 1950 foram realizadas melhorias que permitiram transformar este caminho num trilho percorrido agora por milhares de apaixonados pela natureza e as suas maravilhas. Para quem se está a iniciar no mundo dos trilhos não precisa ter receio, é um trilho bastante acessível a qualquer pessoa, só é necessário não ter vertigens e estar pronto para caminhar 12km para um lado e mais 12 para o outro, num total de 24km. Onde começar o trilho? Existem duas opções: iniciar o trilho na aldeia de Poncebos ou na aldeia de Caín. Para quem começar em Caín, não terá que descer até Poncebos e voltar a subir cerca de 3km, a subida mais ingreme e difícil de todo o trilho. Mas quem iniciar o caminho em Poncebos não se vai livrar da subida, mas fará o trilho na sua totalidade e podes acreditar que será uma experiência inacreditável. Assim sendo, aconselhamos-te a que comeces o trilho em Poncebos e desfrutes desta experiência na sua totalidade. Iniciando em Poncebos podes deixar o carro mesmo na aldeia e seguir até Caín durante 12km. Quando chegares a Caín vais poder molhar os pés na água gelada do rio Caín, o que te vai dar força para a viagem de volta. Em Caín poderás também comprar um cajado, comer num restaurante e recuperar para a volta. Se estiveres disposto a pagar 100€ podes voltar de táxi para Poncebos. São cerca de 100km pela estrada. Ao longo deste fantástico trilho vais poder encontrar uma companhia bastante agradável, mas uma quanto perigosa, as cabras. Estes animais vão estar ao longo do trilho muitas vezes em locais que parecem impossíveis e atentos aos turistas que estão a comer. Por isso tem cuidado se elas perceberem que tens comida podem saltar e levar a quedas. Recomendações práticas • Calçado confortável, • Roupa adequada incluindo um corta vento, • Snacks e água adequada à época; • Cuidado com as cabras (evitar dar comida); • Câmara fotográfica para registar todos os momentos; • Atenção durante o trilho, evitar correr ou movimentos bruscos durante o caminho; • Se pretendes almoçar em Caín reserva algum tempo devido às filas de espera; • Protetor solar, chapéu; • Cuidados redobrados com as crianças. O que não podes perder no Parque Nacional dos Picos da Europa • Fuente Dé: Sube no teleférico todo vidrado a 1823 m de altitude em apenas 4 minutos e aproveita as vistas para a montanha. Se fores no inverno, podes aproveitar as atividades na neve ou fazer o Trilho Puertos Aliva • Lagos de Covadonga: Vais poder encontrar o lago Enol e o lago Ercina que são lagos glaciares localizados no cimo de uma montanha com vistas arrebatadoras. Se tiveres oportunidade podes ficar alojado no refúgio Vega de Enol e desfrutar de uma verdadeira experiência de montanha; • Santuário de Covadonga: Um santuário no cimo da montanha com uma igreja escarpada numa gruta, uma deslumbrante construção que é procurado por religiosos e curiosos; • Mirador del Tombo: Um miradouro localizado num local privilegiado que permite ver a montana de baixo para cima e ler num painel os relevos da montanha. • Mirador del Fito: Localizado a 20km da cidade de Cangas de Onis é possível encontrar um miradouro com vista a 360º que nos faz viajar entre a montanha e a praia. • Sotres: Considerada a aldeia mais alta dos Picos da Europa, a cerca de 1050m de altitude tem acesso apenas de carro por uma estrada sinuosa, por isso sê prudente. Aqui vais poder encontrar aquele que é considerado o melhor queijo dos Picos da Europa, o queijo Cabrales que é maturado em cavernas naturais. E se gostas de natureza e de trilhos em Parques Naturais, aconselhamos-te a conhecer as 10 cascatas imperdíveis do Gerês! Autor: Tworistas

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Seis coisas que deves saber antes de visitar a Polónia

Seis coisas que deves saber antes de visitar a Polónia

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Visitar a Polónia, um país ainda algo fora da habitual rota turística pela Europa, é um destino que tem tudo para se tornar um dos principais destinos para viajantes que procuram história, cultura, gastronomia e entretenimento. Quer em Varsóvia, a capital, quer em Cracóvia, a segunda maior cidade, é garantido que sairás deste país com a certeza de teres escolhido bem o teu destino. E para que nada te estrague a experiência, não te esqueças do seguro de viagem! 6 coisas que deves saber antes de visitar a Polónia A sua gastronomia é variada e absolutamente deliciosa Com influências de vários países e culturas diferentes, a gastronomia polaca é rica e deliciosa. O uso dos cereais manifesta-se através do elevado consumo de pão e dos tradicionais dumplings que dão pelo nome de Pierogi (pastéis de massa cozida com vários recheios diferentes), sendo bastante frequente o uso de outros produtos agrícolas como beterrabas, cogumelos, batatas ou pepinos. A carne é dominante na gastronomia polaca, em especial a de porco, a de ganso na altura do Natal, e o famoso bife tártaro que se encontra em praticamente todos os menus de restaurantes. As sobremesas são algo absolutamente obrigatório com uma variedade incrível de bolos e doces de várias espécies e feitios. Quando visitares a Polónia, prepara-te para dares por ti a repetir com frequência “não consigo comer mais nada…”. Se visitares a Polónia durante o inverno aproveita para conhecer os seus mercados de Natal e beber vinho ou cerveja quente, a bebida por excelência do inverno polaco. Tem regras e são para serem cumpridas A Polónia tem algumas regras/leis que é importante teres em conta quando a visitas. De uma forma geral, beber em locais públicos na Polónia não é permitido. Existem algumas exceções, criadas por cada cidade, que o permitem em alguns locais específicos mesmo sendo públicos, mas pelo sim pelo não é melhor não facilitares, limitando o consumo aos espaços criados para o efeito. Praguejar em público também é proibido, apesar de esta lei se aplicar em particular à língua polaca. Tem isto em conta caso te aventures a dizer as tuas primeiras palavras em polaco. E não te esqueças também de atravessar sempre nas passadeiras, respeitando os semáforos. Apesar de esta lei também existir em Portugal, na Polónia é efetivamente levada a sério, implicando uma multa caso seja infringida. Tem na vodka a sua bebida oficial e na cerveja uma obsessão Prepara-te para mudares a tua opinião em relação à vodka. Esta bebida de elevado teor alcoólico é a bebida oficial da Polónia e o que não faltam por lá são inúmeras marcas com diferentes sabores. Numa saída à noite é quase impossível não dares por ti a beber um shot de vodka, quer simples, quer misturado com sumos ou especiarias. A cerveja é também, a par da vodka, uma das bebidas mais consumidas no país. Para além das tradicionais marcas Žywiec, Tyskie e Okocim, a Polónia tem vindo a apostar bastante ultimamente nas cervejas artesanais. A sua História vai muito além dos acontecimentos da II Guerra Mundial Declarada oficialmente como Reino em 1025, a História da Polónia foi fortemente influenciada pela sua posição geográfica que a coloca no centro de várias culturas diferentes. Quer em Varsóvia quer em Cracóvia, encontras por todo o lado vestígios de um passado extremamente rico quer a nível cultural, quer a nível arquitetónico. Foi neste país também que nasceram algumas das maiores personalidades do mundo da cultura e ciência como o famoso compositor Frederic Chopin, a cientista Marie Curie ou o astrónomo e matemático Nicolau Corpernicus. O tempo não é sempre ártico A primeira ideia que surge quando se pensa no clima da Polónia é frequentemente de que é marcado por temperaturas de nível ártico. Isso pode ter alguma dose de verdade no Inverno, quando as temperaturas podem baixar até aos -20ºC, mas não no Verão, altura em que podem atingir máximas de 30º a 35ºC. Evita dizer a um polaco que a Polónia é um país da Europa do Leste Se o fizeres, é certo que serás rápida e rigidamente corrigido por qualquer polaco que te lembrará que a Polónia é um país da Europa Central. A necessidade de se afastarem por completo de qualquer associação ao regime soviético é uma das causas para esta veemente afirmação. A Polónia é um dos destinos que não deves deixar de fora do teu interrail pela Europa! Apesar de não ter uma ligação ferroviária excelente como noutros países, é uma ótima opção para viajar até Praga, Lvov e outras cidades próximas. Vais visitar a Polónia? Autora: Maria João, Joland

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O que não podes perder no Alentejo

O que não podes perder no Alentejo

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Hoje levamos-te a descobrir o Alentejo… uma das regiões mais pitorescas de Portugal Continental e vamos contar-te tudo sobre o que não podes perder no Alentejo. Neste artigo sugerimos-te várias atividades e experiências, para poderes usufruir ainda mais do Alentejo! Seja uma viagem com amigos, família, ou até mesmo individual, esta bonita região irá marcar-te para sempre. Contrata o teu seguro IATI Básico, perfeito para uma escapadela por Portugal e parte à descoberta de uma das zonas menos conhecidas do nosso país! O que ver no Alentejo Nesta região cheia de histórias e tradições, podes-te perder pelos seus castelos e ruas estreitas, dar mergulhos nas praias alentejanas, passear de barco pelas tranquilas águas do Alqueva ou até mesmo, fazeres caminhadas pelas planícies douradas. Castelos: cidades, vilas e aldeias Ao percorreres o Alentejo, irás deparar-te com uma grande diversidade de cidades, vilas e aldeias com tradições comuns, mas com traços próprios! O ideal é que escolhas algumas mais emblemáticas e outras menos conhecidas, para que te possas aperceber das diferenças. Após a escolha, visita os seus centros históricos, os museus e se tiveres oportunidade, visita alguns artesãos. No Alentejo, irás encontrar muitos castelos também. Dada a sua proximidade com a fronteira, esta região foi muito importante para a história portuguesa! Alguns dos castelos que te sugerimos são Castelo de Vide, Marvão, Elvas e Évora, mas existem muitas mais para explorar. Praias e areias douradas Se és amante de praia, no Alentejo encontras areais extensos e cuidados, com mais de 30 praias com bandeira azul. Algumas delas com falésias, que proporcionam paisagens de cortar a respiração. As praias do Alentejo, com os fáceis acessos e boas infraestruturas, são também muito procuradas por praticantes de modalidades aquáticas, como o surf e o bodyboard. Não percas, entre outras, a praia de Vila Nova de Mil Fontes, Porto Corvo e Zambujeira do Mar. Barragens e lagoas Ao deslocares-te pela região, vais-te aperceber que no Alentejo existem várias barragens e lagoas, que acumulam água para abastecimento das populações e para uso agrícola, mas que cada vez mais, são usadas para desportos náuticos como a canoagem ou o SUP. A mais famosa é a Barragem do Alqueva, e no seu cais, existem pequenos cruzeiros que te levam a navegar pelas aldeias ribeirinhas. Gastronomia Alentejana Viajar também é sinónimo de gastronomia, e no Alentejo não te vais desiludir. As famosas açordas alentejanas, onde adicionam o pão alentejano ao molho de tomate, as migas com carne de porco, o sarapatel, a cabeça de xara e carne de porco à alentejana, são alguns dos pratos obrigatórios para quem lá passa. Nas zonas mais costeiras, os pratos mais habituais são as massadas de peixe, as feijoadas de búzios, as Caldeiradas e as Cataplanas de peixe fresco, pescado naquelas zonas. No que diz respeito a sobremesas, terás que provar a Sericaia e o Pão de Rala, doces tradicionais que abundam em açúcar e ovos. Vinhos e Adegas A par da gastronomia, o vinho é outro ex-libris desta região. Com um clima seco e as características únicas do solo alentejano, os viticultores têm as condições perfeitas para a elaboração de vinhos de excelente qualidade. O tinto é um vinho bem encorpado, com aroma a frutos silvestres e muito rico em taninos. Já o branco, não é tão encorpado, apresentando um cariz mais suave com aromas de frutos tropicais. Aproveita a oportunidade e visita uma Adega! Monumentos Megalíticos No Alentejo, existe uma grande concentração de monumentos megalíticos e, porque não aproveitares para viajar até ao passado? aproveita e faz uma visita ao Menir dos Almendres, à Anta Grande do Zambujeiro e ao Cromeleque dos Almendres, o maior monumento megalítico da Península Ibérica e um dos mais antigos do mundo. Atividades únicas e originais Aproveita a passagem no Alentejo, para viveres experiências únicas e diferentes. Por toda a região, o Birdwatching é uma atividade que cada vez mais tem mais adeptos. Um passeio de balão, também é uma boa aposta já que o clima é perfeito para este tipo de atividades. Para terminar, uma visita ao Centro de Ciência Viva das Minas do Lousal, para conheceres as antigas rotinas diárias de uma pequena aldeia mineira que há alguns anos, extraiam pirites de cobre das profundezas. Autor: Ricardo Couto, Gato Vadio

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10 locais a não perder em Toledo

10 locais a não perder em Toledo

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A apenas 75 km de Madrid somos convidados a fazer uma viagem no tempo, direto à era medieval: bem-vindos a Toledo! Neste artigo contamos-te tudo o que poderás fazer se apenas contas com um dia para visitar a esta cidade. Prepara a mochila, põe a câmara fotográfica à tiracolo e não te esqueças do teu seguro de viagens IATI. Preparado para entrar nesta máquina do tempo?Sugerimos-te 10 locais a não perder em Toledo! Toledo, uma viagem no tempo A arquitetura de Toledo possui uma forte influência árabe, devido ao período que a cidade esteve sob domínio dos povos árabes. Caminhar pelas suas ruelas é, sem dúvidas, uma das melhores maneiras de conhecer a cidade! Como chegar a Toledo? É possível chegar a Toledo em transporte público, de carro ou contratando algum passeio turístico. O percurso de autocarro direto demora cerca de 1h e é a forma mais barata de chegar à cidade. Já o comboio de alta velocidade demora apenas 35 minutos desde Madrid-Puerta de Atocha até Toledo! Como visitar Toledo? Toledo é uma cidade para ser passeada a pé, com tempo e desfrutando de cada recanto que encontramos no nosso caminho. Outra boa opção é um passeio num autocarro turístico, do qual poderás subir e descer quantas vezes quiseres e que normalmente para em frente dos pontos turísticos. Além disso, o autocarro está equipado com áudio-guia em várias línguas, o que é importante para conhecer a história por trás de cada local ou monumento. O que ver em Toledo? Estação de Comboios O primeiro local a não perder em Toledo é a Estação de Comboios de Toledo que foi construída entre 1916 e 1920, em estilo Neoárabe. O salão principal está marcado por uma decoração impressionante, conservando a antiga bilheteira, belas pinturas, lustres e vitrais. Miradouro Do Vale Se alguma vez perguntares a um toledano quais são as melhores vistas sobre a cidade, esta vai ser a resposta! O Miradouro do Vale encontra-se no local perfeito e daqui poderás ver toda a cidade e os seus monumentos mais emblemáticos. Chegar a pé é um pouco difícil e demora uns 35 minutos (sempre a subir), mas o autocarro turístico tem uma paragem neste ponto! Não percas este miradouro em Toledo. Muros, portas e pontes Toledo é uma cidade-fortaleza, rodeada pelo Rio Tejo e por uma antiga muralha, pontilhada por pontes e antigas portas. Algumas destas, que merecem uma visita, são: a Ponte De San Martín, construída no século XIV, a Puerta del Sol, a Puerta de Bisagra e a Ponte de Alcantara. Monastério de San Juan De Los Reyes A construção deste mosteiro foi iniciada em 1477 e concluída em 1526. A estrutura do mosteiro e da igreja foram fortemente danificadas durante a guerra de independência espanhola, no início do século XIX, mas só começaram a ser restauradas algumas décadas mais tarde, sendo então entregues à Ordem Franciscana em 1954. Santa María La Blanca – Antiga Sinagoga Atualmente considerada um monumento nacional, esta sinagoga já assumiu diversos papeis ao longo dos seus quase nove séculos de história. No século XV, foi convertida numa igreja da Ordem Calatrava e, em meados do século XVI, passou a abrigar uma beataria para prostitutas arrependidas. No século XVIII, tornou-se o quartel da cidade e no início do século XIX foi entregue à Igreja Católica. Igreja De São Tomé Após a conquista da cidade, no século XII, esta antiga mesquita foi convertida na Igreja de São Tomé. Apenas no século seguinte, devido à sua avançada deterioração, a igreja passou por extensas reformas. Como todos os monumentos referidos antes, também é possível visitar o seu interior pagando 3€ por pessoa. Este é um dos locais a não perder em Toledo. Igreja de São Ildefonso Jesuitas Com mais de três séculos, a Igreja de São Ildefonso Jesuítas é a maior construção em estilo barroco da cidade. A sua torre atrai muitos visitantes, devido à admirável vista sobre a cidade. Podemos visitar o seu interior e subir à torre. Termas Romanas Além das visíveis marcas do domínio árabe, Toledo também apresenta traços remanescentes do Império Romano, entre os séculos I e II d.C. As termas romanas foram utilizadas até ao século VI e recordam a prosperidade que marcou a cidade neste período. A entrada é gratuita. Alcázar De Toledo Este palácio fortificado foi usado como residência real durante vários períodos ao longo dos últimos cinco séculos, para além de ser um ponto de resistência durante a guerra civil. Atualmente a entrada é gratuita e abriga a Biblioteca de Castilla-La Mancha e o Museu do Exército. Palácio de Galiana Mais um dos locais a não perder em Toledo, as margens do Rio Tejo, o Palácio de Galiana foi construído no século XI pelo Rei Al Mamun, e recebeu este nome em homenagem à princesa muçulmana Galiana. A uma distância de aproximadamente 15 minutos a pé da estação de comboios, é uma boa visita para terminares o teu dia em Toledo, antes de voltares a Madrid. Caso queiras visitar mais do que três monumentos, entre igrejas, mosteiro e sinagoga, em vez de comprares os bilhetes individualmente, é mais económico comprar a Pulseira Turística de Toledo, por 10€ por pessoa, que permite o acesso ao Real Colegio Doncellas Nobles, Monastério de San Juan De Los Reyes, Sinagoga Santa María La Blanca, Igreja de São Ildefonso Jesuitas, Igreja De São Tomé, Cristo de La Luz – Antiga Mesquita e à Igreja do Salvador. Outros locais interessantes, que merecem uma visita são a Câmara de Toledo, a Catedral, a Plaza Zocodover, o Mercado San Agustin e os Jardines de la Vega! Para completar a visita, não te esqueças de experimentar o mazapán, um doce típico, feito de amêndoa, ovos e açúcar! O que te pareceu este roteiro com 10 locais a não perder em Toledo? Autora: Amanda sem Fronteiras

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10 miradouros a não perder em Lisboa

10 miradouros a não perder em Lisboa

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Lisboa, a cidade das 7 Colinas, faz jus ao nome e está bem recheada de miradouros com vistas fantásticas e, neste momento, a Câmara Municipal tem 19 deles eleitos como oficiais. E destes 19 escolhemos os 10 melhores Miradouros da capital portuguesa, para que possas ter as melhores vistas, e ainda, tirar aquelas fotografias que vão fazer todo o sucesso nas tuas redes sociais. Prepara a bagagem, contrata o teu seguro IATI Básico e vamos ver Lisboa desde as alturas! Miradouros a não perder em Lisboa 1 – Miradouro Do Castelo De São Jorge O Castelo de São Jorge é um dos monumentos mais bem preservados da capital portuguesa, uma das 10 experiências típicas a não perder na capital portuguesa, e conta com uma estrutura quase intacta, o que permite a quem o visita, viajar um pouco no tempo. As melhores fotografias deste miradouro são conseguidas ao Pôr do Sol na Torre da Igreja do Castelo que está agora aberta ao publico. Entrada paga. 2 – Miradouro do Parque Eduardo VII Este miradouro fica dentro da cidade e, através dele, consegues ver o grande Vale do Parque Eduardo VII até à margem do Rio Tejo, passando pela Baixa Pombalina e pela Avenida da Liberdade. Em dias de boa visibilidade, até é possível avistar a outra margem do rio. Contempla a paisagem e vai descendo pelo parque, desfrutando do jardim fantástico e cuidado. Gratuito. 3 – Miradouro da Graça O Miradouro da Graça, também conhecido como Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen, é um dos mais apreciados pelos Lisboetas e não só pois, aqui podes sentar-te na esplanada a conviver ou a carregar energias, com uma vista maravilhosa sobre a cidade. Se caminhares mais 5 minutos, vais ter acesso ao miradouro seguinte, que também é de cortar a respiração. Gratuito. 4 – Miradouro da Senhora do Monte Este é um dos pontos mais altos de Lisboa e o miradouro mais romântico. Construído em frente à Capela da Nossa Senhora do Monte, aqui tens quase uma vista de 360 graus sobre a cidade. Se olhares para Norte, vês o grande vale da Avenida Almirante Reis. A Sul, tens o Estuário do Rio Tejo, a parte baixa de Lisboa e o Castelo de São Jorge. A poente, tens o Bairro Alto, um dos bairros mais antigos e pitorescos da cidade. Gratuito. 5 – Miradouro do Arco da Rua Augusta Sabias que é possível subir ao Arco da Rua Augusta? Este é um dos miradouros mais desconhecidos, pois passa muitas vezes despercebido devido à sua pequena entrada. Se desceres pela Rua Augusta, logo antes de chegares ao Arco, do lado esquerdo há uma pequena porta que te levará a uma escadaria para o topo e, aí terás uma vista panorâmica para a praça que outrora, serviu de Mercado de Especiarias trazidas do oriente pelos navegadores portugueses: a Praça do Comércio. Entrada paga. 6 – Miradouro do Elevador de Santa Justa Este miradouro encontra-se no terraço do Elevador de Santa Justa, que é o transporte publico mais bonito de Lisboa. Inspirado na Torre Eiffel, é todo ele em ferro, enriquecido com trabalhos de filigrana e de uma beleza única. Se queres evitar as filas para teres acesso ao piso superior, podes subir pelo Chiado e entrar pelo lado oposto, mas subir pelo elevador vai-te elevar a experiência a outro nível. Gratuito. 7 – Miradouro Panorâmico de Monsanto Este miradouro está na moda nas redes sociais e localiza-se no Parque Florestal de Monsanto, nas antigas instalações de um restaurante, com vistas panorâmicas. Apesar de ser em edifício devoluto, a Câmara Municipal de Lisboa, permite a sua visita com condições de segurança. Gratuito. 8- Miradouro das Portas do Sol Sabes aquelas fotografias tiradas sobre os telhados de Lisboa? Provavelmente foram obtidas neste miradouro. Aqui existe uma varanda para contemplares os telhados de Alfama, com uma vista soberba para o rio Tejo. Gratuito. 9- Miradouro de São Pedro de Alcântara Mesmo ao lado do Bairro Alto e no topo do famoso Elevador da Glória, encontras um dos mais procurados miradouros de Lisboa. Aqui podes captar uma fotografia que inclui o Tejo, o Castelo de São Jorge, a Sé, a Graça e a Avenida da Liberdade. Gratuito. 10- Padrão dos Descobrimentos A mais de 50m de altura, existe um terraço de onde se consegue avistar Lisboa, o Tejo, a Ponte 25 de Abril e a margem sul do Tejo. Além disso, ainda terás uma incrível vista panorâmica sobre a zona histórica de Belém. Entrada paga. Outros artigos sobre Lisboa a não perder: • 5 experiências diferentes para viver em Lisboa • Conheça as festas de Santo António de Lisboa • Ericeira – O Que Ver, Fazer e Comer Autor: Ricardo Couto, Gato Vadio

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Descobre os encantos de Bratislava!

Descobre os encantos de Bratislava!

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Um destino um tanto invulgar, mas que realmente merece toda a nossa atenção: descobre os encantos de Bratislava neste artigo que preparamos para ti. Explora este novo destino e depois conta-nos tudo! Bratislava é uma cidade de tamanho médio e é possível conhecer todo o seu centro histórico a pé. Apesar de não ser uma capital com atrações turísticas demasiado famosas, Bratislava também tem o seu charme e muita história para contar. O nosso seguro de viagens IATI Escapadinhas é o seguro ideal para escapadelas pela Europa, já que tem um preço bastante acessível e coberturas básicas, que te protegem no caso de que aconteça algum acidente inesperado. O que ver em Bratislava Ao longo da história, a Eslováquia passou pelo domínio de diversos povos e sofreu muito com a opressão comunista, mas foi através da paz que conquistou a sua independência e democracia. Por isso, a cultura do país mistura-se muitas vezes com a das nações vizinhas, como o extinto Império Austro-Húngaro e a atual República Checa, com quem formava a extinta Checoslováquia. Na era medieval Bratislava era uma cidade amuralhada, como tantas outras, e o portão de St. Michael dava acesso à área que hoje é conhecida como Cidade Velha. Na tua caminhada pela cidade, não deixes de apreciar a beleza arquitetónica do Teatro Nacional da Eslováquia. Curioso é que a fachada está decorada com bustos de diversos artistas “nacionais”, já que foi construído durante o período em que a Eslováquia fazia parte do Império Austro-Húngaro. Portanto, nenhum deles é, na verdade, eslovaco. Bratislava é marcada, também, por algumas estátuas curiosas. Talvez a mais interessante delas seja a de Cumil, um homem que está dentro de um esgoto. Por trás da estátua há muitas histórias, mas dizem que, na verdade, o objetivo era atrair a curiosidade e mais pessoas para o centro histórico, que estava abandonado pela população local (e funcionou!). Muitos também dizem que a estátua traz boa sorte para quem lhe passar a mão na cabeça. Por via das dúvidas não custa tentar, não é?! A Catedral de St. Martin é outro ponto icónico da cidade e possui um alto valor histórico. É uma das poucas igrejas no mundo que resistiu às guerras e ainda mantém o seu estilo gótico original de 1452. Nesta catedral, foram coroados diversos reis e rainhas do Reino Húngaro, entre 1563 e 1830. Pelas ruas de Bratislava podemos encontrar símbolos que marcam o trajeto percorrido pelos monarcas após a coroação, o chamado Caminho da Coroação. No início da década de 70, Bratislava passou por um processo de modernização, com a construção de uma nova ponte e um miradouro de aspeto futurista, visto que o governo da extinta Checoslováquia quis tornar Bratislava na “capital moderna do país”, enquanto Praga seria mantida como a capital oficial e histórica. O Castelo da Bratislava, construído no século X, já passou por inúmeras remodelações, como consequência da sua destruição durante as guerras, e estas acabaram por alterar o seu estilo arquitetónico original. Mesmo que não queiras visitar o castelo por dentro, subir ao topo da sua colina é indispensável. Daqui poderás contemplar a brutal vista para a Cidade Velha, a nova ponte e o rio Danúbio! A Igreja de Santa Isabel, também conhecida como Igreja Azul, é outra paragem obrigatória numa visita a Bratislava, já que se destaca de qualquer outra igreja! Foi construída em 1910 pelo arquiteto húngaro Ödön Lechner e é de estilo Art Noveau, típico da época. Apesar de estar a uns 10 minutos a pé do centro da cidade, vale a pena visitá-la pois não é todos os dias que vês uma igreja completamente azul! Não podemos falar na Eslováquia sem comentar a sua gastronomia tradicional! Durante a tua visita não deixes de experimentar o Bryndzove pirohy e o Bryndzove halusky. O primeiro é um tipo de tortellini e o segundo parece um mini-gnocchi de batata, ambos cobertos de queijo de ovelha. Para acompanhar, toma um copo de Kofola, o refrigerante eslovaco feito à base de ervas, com menos açúcar e corantes do que as bebidas mais conhecidas. De sobremesa, come uma empada recheada com sementes de papoila, cujo sabor é muito suave. A Eslováquia, apesar de não ser um destino turístico muito comum, impressiona os seus visitantes pela força e paz com que superaram tantas fases difíceis da sua história. Mesmo sendo uma cidade pequena, Bratislava é adorável e já entrou na nossa lista de recomendações para viagens na Europa! Já visitaste ou está a planear esta viagem? Conta-nos nos comentários! Se estás a pensar fazer um interrail pela Europa, Bratislava é uma boa opção e uma paragem que recomendamos! Autora: Amanda sem fronteiras

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Motivos para adicionares 1 (ou mais) dias à tua viagem à Amesterdão

Motivos para adicionares 1 (ou mais) dias à tua viagem à Amesterdão

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Amesterdão é uma cidade com muitas opções de museus, atividades, pontos turísticos para visitar, etc. e por esse motivo fazemos a seguinte pergunta: por que não adicionares um ou mais dias à tua viagem e conheceres também outras belezas fora do roteiro mais comum? Neste artigo, queremos inspirar-te a descobrir outras atrações, talvez menos conhecidas, mas igualmente fabulosas, da região. Reserva já o seguro de saúde internacional IATI Básico, perfeito para uma escapadela pela Europa, e vem connosco explorar os arredores de Amesterdão! 5 Locais fora do roteiro normal de Amesterdão Estes locais que hoje te recomendamos fogem do típico passeio a Keukenhof (que poderás fazer num outro dia, não deixes passar a oportunidade!) e por isso os sugerimos! Se já conheces Amesterdão ou gostarias de passar mais alguns dias nesta zona da Holanda e conhecer um pouco melhor como é a vida por aqui, continua a ler! NDSM-Wharf O NDSM é uma zona industrial que está a ganhar vida, com muita arte de rua e cores, e merece ser descoberta! Para chegar lá, basta embarcar na rota 906 do ferry gratuito que parte de Centraal Station rumo a NDSM a cada 30 minutos aproximadamente. Nesta região no norte de Amesterdão, encontrarás uma praia fluvial, um bar feito em contentores coloridos, um gigantesco armazém que recebe mercados mensais e abriga estúdios de arte, e paredes e mais paredes com impressionantes murais. Zaanse Schans Visitar Zaanse Schans é como viajar no tempo, diretamente para a Holanda dos séculos XVII e XVIII. Com a arquitetura e atmosfera originais mantidas, este adorável vilarejo tipicamente holandês atrai turistas de todo o mundo, especialmente pela sua proximidade a Amesterdão, já que está a apenas 22km de distância da cidade e é facilmente acessível pelos transportes públicos (comboio, autocarro ou ferry). Esta visita é imprescindível para quem quer admirar os moinhos e as construções tradicionais, aprender sobre o processo de fabricação e história dos tamancos de madeira, conhecer uma fábrica de queijo e visitar alguns dos pequenos museus que ocupam as casas da vila. Muiderslot Castle Com mais de 700 anos de história, o castelo e os jardins de Muiderslot são outra das atrações que merece uma visita. Este castelo, cercado por água, foi construído no século XIII com o propósito de servir como fortaleza que os defendesse dos inimigos e, ao visitá-lo, podes descobrir mais sobre a história que marcou o local. Podes visitá-los desde Amesterdão utilizando os transportes públicos (comboio, autocarro e ferry durante o verão). Para consultar os horários de visita ao castelo e os preços dos bilhetes, acede ao site oficial. Haarlem Haarlem é uma bela cidade a apenas 15 minutos de comboio de Amesterdão, a partir da estação Centraal, então não há motivos para não a visitares! Conhecida como a cidade das flores, Haarlem é uma importante produtora de tulipas, mas esta não é a única atração da cidade. Não deixes de conhecer a Grote Markt, a principal praça da cidade, onde está localizada a Catedral de São Bavão e é circundada por construçõesmuito bonitas como o Hoofdwacht, o prédio mais antigo do Haarlem, e diversos bares e restaurantes. Todas as segundas e sábados, ocorre nesta praça o mercado de rua da cidade, com uma infindável variedade de produtos frescos e regionais. Outros pontos icónicos da cidade são o moinho Molen de Adriaan e o antigo portão Amsterdamse Poort, localizados às margens do rio Spaarne. Para os amantes da arte, recomendamos uma visita ao Frans Hals Museum, onde encontrarás arte clássica, contemporânea e fotografia. Além disso, Haarlem pode ser uma boa opção para alojamento, caso queiras ficar hospedado perto do centro de Amesterdão. Volendam A nossa última, mas não menos importante, sugestão de passeio de um dia a partir de Amesterdão é Volendam, um encantador vilarejo de pescadores! A cerca de 25km de Amesterdão, é possível chegar a Volendam utilizndo o transporte público e aproveitar o mesmo dia para conhecer outros vilarejos da região, como Edam ou Marken. A melhor maneira de conhecer esta cidade é perder-se pelas suas ruelas, contemplando a arquitetura típica; passear pelas margens do lago Ijselmeer e conhecer o dique, que mantém o vilarejo em segurança, mesmo abaixo do nível do lago. Por lá também encontrarás pessoas vestidas com os trajes tradicionais holandeses e poderás alugar roupas para tirar fotos e sentir-te numa viagem à Holanda antiga. Gostaste das nossas sugestões? Temos outros artigos que te poderão ajudar a planear a tua próxima viagem a Amesterdão. Recomendamos que leias o nosso artigo sobre as 10 visitas imprescindíveis na Holanda! Autora: Amanda sem Fronteiras

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Ericeira – O Que Ver, Fazer e Comer

Ericeira – O Que Ver, Fazer e Comer

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A Ericeira é uma pequena vila piscatória a cerca de 50km a norte de Lisboa, em Portugal. Mas não te deixes enganar! Apesar de ser pequena tem muito para ver, fazer e comer. Diz a lenda que a vila deve o seu nome ao grande número de ouriços existentes na região. Hoje levamos-te a descobrir esta vila de onde a família real portuguesa partiu para o exílio no Brasil a 5 de outubro de 1910 aquando da revolução republicana. Faz a mala, não te esqueças da prancha de surf nem de contratar um seguro de viagens e prepara-te para descobrir um dos paraísos para os amantes desta modalidade! Descobre a Ericeira e tudo o que tem para oferecer! Para além de todas as dicas que te vamos dar a seguir, não deixes de lado um bom passeio pelas ruas da vila da Ericeira, tanto durante o dia como à noite, e delicia-te com as suas típicas casinhas brancas e azuis. O que ver na Ericeira • Igrejas e Capelas Para quem gosta de visitar Igrejas e Capelas, aqui está no sítio certo. Há várias para conhecer. A Capela da Nossa Senhora da Boa Viagem, a Capela de São Sebastião, a Igreja da Misericórdia, a Igreja de São Pedro, e a Igreja de Santa Marta. • Pelourinho Fica no Largo com o mesmo nome. • Forte da Ericeira Também conhecido como Forte de Milreu, Forte de São Pedro da Ericeira ou Forte de Mil Regos. Foi construído entre 1670 e 1675, e este lugar foi o escolhido para a construção do forte por se tratar do local ideal para defender o acesso marítimo à Ericeira e evitar também desembarques na baía de Ribeira D’Ilhas. O que fazer na Ericeira • Surf A Ericeira foi consagrada pela organização internacional “Save the Waves Coalition” como Reserva Mundial de Surf. Desde 14 de outubro de 2011 que é a única Reserva da Europa, e a segunda a nível mundial. Para esta consagração a organização teve em conta critérios como a qualidade e consistência das ondas, a história e cultura de surf local, a riqueza ambiental e a forte mobilização da comunidade. Mas se ainda não praticas surf e gostavas de aprender, tens também escolas de surf onde te podes estrear nesta modalidade. • Visitar o Centro de Interpretação da Reserva Mundial de Surf da Ericeira Neste centro tens a oportunidade de viver uma experiência imersiva e de ficar a conhecer a biosfera e as sete ondas que fazem parte da Reserva (Pedra Branca, Reef, Ribeira D’Ilhas, Cave, Crazy Left, Coxos e São Lourenço). O Centro de interpretação está localizado no centro da vila, na Praça da República, mais conhecida por “jogo da bola”, e está integrado no Posto de Turismo da Ericeira. • Praia Entrar no mar da Ericeira é para os fortes, ou seja, para aqueles que não têm medo de água fria. Sim aqui a água é mesmo muito fria, mas as praias são de uma beleza incrível e numa visita à vila, não pode faltar uma visita às praias. Das quais destacamos três. A Praia dos Pescadores, A Praia de Ribeira D’Ilhas e a Praia do Sul. • Discoteca Ouriço Esta é das discotecas mais antigas do país, com cerca de 60 anos. A música é dos anos 80, 90 e 2000. A fachada do edifício é renovada com frequência. • Campeonato Mundial de Surf É na praia de Ribeira D’Ilhas que tem lugar o Campeonato Mundial de Surf. • Festa da Nossa Senhora da Boa Viagem Em Agosto a Ericeira veste-se de gala para celebrar a festa em honra da Nossa Senhora da Boa Viagem. • Sumol Summer Fest Mais um evento no qual participar no verão! O festival de música Sumol Summer Fest da Ericeira tem cada vez mais adeptos! • Jogo da Bola É a praça principal da vila e onde se encontram várias lojas, esplanadas e gelatarias. O nome verdadeiro é Praça da República, mas todos a conhecem como “jogo da bola”. O que comer na Ericeira • Peixe e Marisco Sendo uma vila piscatória aqui vais encontrar peixe e marisco fresco e da melhor qualidade. As opções de restaurantes e marisqueiras são várias, mas aconselhamos a Esplanada das Furnas, com uma localização privilegiada em cima das rochas e uma vista deslumbrante. • Ouriços Doces São uma especialidade da Ericeira, e não podes ir à vila e não experimentar os ouriços doces da Casa da Fernanda. • Pão Estamos no concelho de Mafra, conhecido também pelo famoso pão de Mafra. • Bowls Chegaram também à Ericeira as famosas Nalu Bowls, vindas diretamente de Bali este é o primeiro franchising na Europa das famosas Bowls Balinesas. Uma refeição leve para quem está na praia. Se estás a pensar passar em Lisboa antes ou depois das tuas férias na Ericeira, não deixes de ler estes artigos que preparamos para ti sobre a capital portuguesa: • Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa • 5 experiências diferentes para viver em Lisboa • Descobre as festas de Santo António de Lisboa Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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