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Para onde viajar no verão de 2024: principais destinos

Para onde viajar no verão de 2024: principais destinos

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Para onde viajar nas férias de verão de 2024? A época de verão está quase a chegar e, por isso, aqui na IATI, juntámos as nossas cabeças para recomendar os melhores destinos para viajar neste verão de 2024. Continua a ler para descobrir os melhores lugares para viajar no verão de 2024, uma seleção para todos os orçamentos e gostos que não certamente não te irá desapontar. 1. África do Sul: cultura e vida selvagem em abundância No extremo sul de África, há um país que tem de tudo. Com temperaturas muito amenas nesta altura do ano, a África do Sul é um dos melhores destinos para viajar no verão de 2024, especialmente se fores um amante da natureza. Entre junho e novembro, os avistamentos de baleias francas são mais do que frequentes ao largo da costa de Hermanus, mas é também uma ótima altura para fazer um safari no Parque Nacional Kruger – poucas coisas se comparam a conduzir o teu próprio carro em busca de elefantes, leões e leopardos! E como se isso não bastasse, o teu itinerário de viagem pela África do Sul também deve incluir a Cidade do Cabo e os seus maravilhosos miradouros, uma visita à casa de Nelson Mandela em Joanesburgo ou um passeio pelas vinhas de Franschhoek. Começa a procurar voos e a sonhar com a viagem de uma vida. Aqui estão os requisitos de viagem para a África do Sul. 2. Costa Rica: o refúgio natural para o verão de 2024 São poucos os viajantes que não regressam da Costa Rica a delirar. Para além de ser um país que abraça os turistas, é um dos melhores destinos naturais para as tuas férias de verão em 2024. Surfar nas praias de Guanacaste, percorrer as pontes suspensas de Monteverde, embrenhar-te na densa selva do Corcovado, contemplar a cratera do vulcão Poas ou desfrutar das praias das Caraíbas são algumas das atividades que podes incluir no teu itinerário na Costa Rica. Sabe mais sobre os requisitos de viagem para a Costa Rica aqui. 3. Grécia: bom tempo, praias e o Pártenon A Grécia é sempre um dos destinos de verão mais procurados na Europa e este ano de 2024 não será exceção. Uma viagem por este país mediterrânico pode ser tão diversificada quanto queiras, mas uma boa sugestão é começar pelo norte, visitando os intrigantes mosteiros de Meteora e Salónica. Depois, podes voar para Atenas e, a partir daí, explorar locais tão importantes como Delfos ou o Cabo Sunion. Aluga um carro e perde-te na península do Peloponeso para visitar sítios arqueológicos importantes como Corinto, Epidauro, Olímpia e Micenas. E para terminar, que tal uns dias em algumas das maravilhosas ilhas gregas? Santorini e Mykonos são as mais conhecidas, mas há outras muito mais calmas, como Naxos, Paros e Zante. Este plano parece-te bem? Não é preciso ir muito longe de casa para passar umas férias de verão incríveis em 2024 e, não esquecer, para desfrutar da gastronomia de renome mundial. Mostramos-te aqui o que não podes perder na Grécia 4. Egipto: um destino de visita obrigatória no verão de 2024 Sabemos que as temperaturas de verão no Egito podem ser de matar, mas, para nós, continua a ser um excelente destino para viajar no verão de 2024. Com preços ainda muito bons para incentivar o turismo e menos visitantes do que o habitual, tens uma oportunidade quase única de desfrutar da terra dos faraós de uma forma mais descontraída. O melhor itinerário no Egito levar-te-á a descobrir as místicas Pirâmides de Gizé, a fazer um cruzeiro pelo antigo rio Nilo visitando os templos mais espetaculares e a coroá-lo com um nascer do sol em Abu Simbel. Depois de absorver o lado cultural da nação africana, não há nada como uns dias a fazer snorkelling ou mergulho no Mar Vermelho para relaxar e esquecer o calor. Sabe mais sobre os requisitos de viagem para o Egito aqui 5. México: umas férias inesquecíveis para o verão de 2024 O México é sempre um bom plano e é um bom lugar para viajar durante todo o ano. Embora o associemos sempre às praias da Riviera Maya, o México tem muito mais para ver. Seriam necessários meses para absorver tudo o que o país tem para oferecer, mas para sair com um ótimo sabor na boca para além dos tacos e do guacamole, podes começar a tua viagem na Cidade do México. Passa alguns dias a passear pelos seus bairros encantadores, visitando locais como o Museu Frida Kahlo ou Teotihuacán, e depois passeia por cidades como Guanajuato, San Miguel de Allende ou San Cristóbal de las Casas. Apetece-te praia? Podes fazer um percurso pela Baja California, Riviera Nayarit ou pelas praias menos conhecidas de Oaxaca. Se quiseres concentrar-te na Riviera Maya e no Yucatán, este itinerário de 15 dias pelo México é perfeito para ti. Podes fazê-lo 100% por conta própria, em transportes públicos e com toda a segurança. Clica aqui para saber quais são os requisitos para viajar para o México 6. Colômbia: praias, café, natureza e cultura Comecemos pelo principal: a Colômbia é um país que tem algo para cada tipo de viajante. Selva amazónica, cidades coloridas, praias de todos os tipos, aldeias encantadoras, uma cultura de café excitante para descobrir e muito, muito mais. Por isso, se tens mais de 15 dias e não sabes para onde viajar neste verão de 2024, não penses duas vezes e procura um bilhete para Bogotá. O mais importante é que leias muito sobre o país e decidas quais os destinos a visitar de acordo com os teus gostos, mas um bom ponto de partida é este itinerário para viajar pela Colômbia que desenhámos para ti. Descobrirás as praias de Tayrona, os centros históricos de Bogotá e Medellín, as plantações de café do Eje Cafetero e as palmeiras de cera estilizadas no Vale de Cocora, e as casas coloridas de Guatapé e Cartagena das Índias. A Colômbia é também um país muito cómodo para se viajar sozinho. E embora, infelizmente, tenha uma má reputação, é seguro viajar na Colômbia. Seguindo algumas precauções básicas e ao não ou te “exibires”, tudo correrá bem. No entanto, é possível que, quando regressares, já não gostes do café de Portugal, por isso, estás avisado! 7. Islândia: a terra do gelo no verão É verdade que é mais difícil avistar a aurora boreal nesta altura do ano, mas há muitas vantagens em viajar no verão. Para começar, vais precisar de menos roupa quente, a condução é mais fácil e os riscos de as estradas ficarem bloqueadas pela neve e pelo gelo são mínimos. A Islândia está a ficar verde, o que facilita as caminhadas, e é também a melhor altura para observar a vida selvagem. Sim, nestas férias de verão de 2024 vais poder ver papagaios-do-mar, raposas do Ártico, baleias e muito mais. Sabemos que viajar para a Islândia não é barato e que no verão os preços tendem a subir um pouco mais, por isso recomendamos que reserves alojamento e voos com bastante antecedência. Queres poupar um pouco? A melhor maneira de percorrer a ilha é com uma carrinha de campismo ou um carro alugado e uma tenda. A maioria das áreas de campismo estão abertas nesta altura do ano e é a forma mais económica de desfrutar da natureza selvagem da Islândia. 8. Portugal: uma escapadela ao Algarve Se tiveres menos dias de férias no verão de 2024, considera uma escapadinha ao nosso país. Portugal está sempre aberto e pronto para te receber de braços abertos, e o verão é sempre uma ótima altura para explorares o teu país. A nossa recomendação é que te dirijas à região do Algarve, se te apetecer o mar, e de preferência de carro. Algumas das praias desta zona de Portugal são possivelmente das mais bonitas da Europa. Se tiveres uma semana ou mais, é melhor baseares-te num ou dois locais. A área em redor de Lagos e Tavira é bastante interessante, uma vez que também terás fácil acesso a outras atrações do interior, como Silves e Olhão, duas cidades encantadoras. Precisas de ar mais fresco ou de locais menos concorridos? Então toma nota para fazeres um roteiro pelo Norte de Portugal e prepara-te para te fartares da deliciosa gastronomia. Se tiveres mais dias, continua em direção ao norte e descobre estes os recantos encantadores da Galiza. 9. Indonésia: perder-se no Sudeste Asiático Quando pensamos no Sudeste Asiático, quase sempre nos vem à cabeça a Tailândia, mas há muito mais para descobrir! Se já leste um pouco sobre a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático, já sabes que grande parte da região está na estação das chuvas ou das monções. No entanto, na Indonésia é época seca em grande parte do país, por isso não hesites mais, está na altura de comprares aquele bilhete para Bali com que tanto sonhaste. Uma vez que vais para tão longe, é aconselhável que lhe dediques pelo menos 3 semanas, mas se não conseguires, não te preocupes porque este itinerário de 15 dias na Indonésia vai fazer com que te apaixones por ela. Graças a ele, ficarás maravilhado com os templos de Borobudur, os vulcões de Java, o exotismo de Bali, os fundos marinhos e as praias das ilhas Gili e Nusa Penida. Tens mais férias em 2024? Então, parte para Komodo e percorre as estradas das Flores desconhecidas ou vai à procura de orangotangos em Sumatra ou no Bornéu. Caso estejas a pensar nisso, a Indonésia é um dos melhores destinos para ir no verão de 2024, graças aos seus bons preços, clima e segurança. Na verdade, podes fazer uma viagem muito tranquila e, se não quiseres esperar que alguém se junte a ti, vai sozinho. Aqui estão os documentos de viagem que precisas para a Indonésia 10. Praga, Viena e Budapeste: o melhor circuito para viajar neste verão de 2024 Terminamos a nossa lista de sugestões para onde viajar no verão de 2024 com uma maravilhosa combinação de cidades europeias: Praga, Viena e Budapeste. Próximas umas das outras, cada uma tem algo de especial. Viena é monumental; Budapeste mistura o decadente, o imperial e o “hooligan”; e Praga encanta com o seu centro histórico bem conservado e, porque não o admitir, com os seus maravilhosos jarros de cerveja Pilsner Urquell. Na IATI, recomendamos que dediques cerca de 10 dias a este itinerário, mas é claro que podes fazê-lo com mais calma e acrescentar excursões a partir de cada uma das cidades. Por onde começar? A vantagem de fazer um itinerário pela Europa é que tens boas possibilidades de encontrar voos baratos para qualquer uma delas a partir de Portugal. Mesmo assim, na nossa opinião, uma boa ideia é começar em Viena e terminar em Budapeste. Podes ligá-las de autocarro (cuidado, aqui opera a low cost Flixbus), comboio ou avião sem teres de te preocupar muito. Já tens a certeza para onde vais viajar no verão de 2024? Porque é que o escolheste? Gostaríamos de saber a tua escolha nos comentários e, se tiveres alguma dúvida, estamos sempre disponíveis para te ajudar com quaisquer questões relacionadas com viagens.

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O que ver e fazer em Taiwan: 10 planos imperdíveis

O que ver e fazer em Taiwan: 10 planos imperdíveis

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Embora existam muitas coisas para ver e fazer em Taiwan, a verdade é que ainda são poucos os que se atrevem a descobrir esta ilha que se situa na fronteira entre o Sudeste Asiático e a Ásia Oriental. A antiga Formosa, como lhe chamavam os exploradores portugueses, é uma interessante mistura de holandês, espanhol, francês, japonês e chinês, pelo que merece uma visita de pelo menos de duas semanas. Para além da sua curiosa e divertida capital, Taipé, visitar Taiwan significa explorar belos parques naturais, lagos, aldeias tradicionais e praias, mas também descobrir uma gastronomia incrível e ser surpreendido pela simpatia dos seus habitantes. Para que possas organizar a tua viagem sem enlouquecer, na IATI, especialistas em seguros de viagem, vamos contar-te as principais coisas a fazer em Taiwan e algumas dicas que certamente te ajudarão a tirar o máximo partido desta viagem. Quantos dias são necessários para visitar Taiwan? Como vais ver, apesar de não ser um destino muito conhecido, mesmo entre os amantes da Ásia, há muitas coisas para ver e fazer em Taiwan. No entanto, a maioria dos viajantes tende a concentrar-se em explorar Taipé e os seus arredores. Para isso, são necessários pelo menos quatro ou cinco dias completos, pelo que, se quiseres descobrir mais do resto do país, um número mais ou menos aceitável é de 15 dias. É claro que podes viajar para Taiwan por muito menos ou muito mais tempo sem te aborreceres, mas, na nossa perspetiva, duas semanas é o tempo ideal, especialmente se planeias viajar meio mundo para chegar aqui. Por outro lado, como é bastante comum não encontrar voos diretos para a ilha a partir da Europa, muitos viajantes decidem combinar a sua viagem a Taiwan com outras cidades asiáticas, como Hong Kong ou Singapura. Passa 2 ou 3 dias em cada uma delas e terás uma aventura completa. O que fazer em Taiwan: coisas a não perder Surpreendentemente, ainda não há muita informação na Internet sobre tudo o que há para ver e fazer em Taiwan. Por isso, vamos pôr mãos à obra e falar-te das suas principais atrações. Começaremos pelas mais importantes ou essenciais e deixaremos para o fim aquelas que não costumam estar incluídas nos roteiros de uma primeira viagem ao país ou que consideramos valer a pena se tiveres mais de 10 dias. Vem descobrir o que ver em Taiwan. 1. Descobrir Taipé, as melhores coisas para fazer em Taiwan Se só tens uma semana para visitar Taiwan, recomendamos que te concentres em explorar a capital e os seus arredores. Taipé é uma cidade fascinante. Por vezes, vais senti-te como se estivesses na ordenada cidade de Tóquio ou Osaka, mas outras vezes vais sentir-te como se estivesses na caótica cidade de Banguecoque ou Saigão. Devido aos diferentes povos que por ela passaram, é uma mistura interessante que vale bem a pena descobrir. Conhecer Taipé é passear pelos melhores mercados da Ásia, provar o famoso “tofu malcheiroso”, visitar templos espectaculares como o de Longshan, mergulhar na história no Chiang Kai-shek Memorial Hall, subir ao topo do Taipei 101 (que foi um dos edifícios mais altos do mundo até 2010), ver o pôr do sol na Montanha do Elefante ou passear pela Akihabara taiwanesa: o bairro de Ximending. 2. Caminhada no Parque Nacional de Taroko Situado a noroeste da cidade de Hualien, o Parque Nacional de Taroko é uma das atrações obrigatórias de Taiwan e, naturalmente, um dos locais mais famosos. As conhecidas Gargantas de Taroko foram formadas pela colisão da placa oceânica das Filipinas com a placa continental da Eurásia há mais de 6 milhões de anos, altura em que foram criadas as montanhas de pedra com mais de 3.000 metros acima do nível do mar que podemos ver atualmente. O rio Liwu também atravessa o parque, criando uma paisagem luxuriante pontilhada de pontes suspensas, quedas de água e trilhos escavados na rocha. Embora normalmente seja melhor explorar o parque num dia de táxi (a melhor forma de evitar estar dependente dos horários) ou de autocarro a partir de Hualien, se puderes, é melhor passares pelo menos dois dias com calma naquilo que é conhecido como “rotas cénicas”. Se fores um entusiasta de caminhadas, poderás passar várias semanas aqui, porque há realmente caminhadas para todos os gostos. 3. Lago da Lua do Sol (Sun Moon Lake) O maior lago para ver em Taiwan é o Lago da Lua do Sol, localizado em Yuchi. Mais do que pelo lago em si, que é lindo, recomendamos que o incluas no teu itinerário pelo que encontras nos arredores. No cais de Shusishe há muitos hotéis e restaurantes com excelentes vistas, bem como locais para alugar uma mota ou bicicleta e passeares ao teu próprio ritmo, descobrindo locais como o Templo Wenwu, o Templo San Sheng, o Templo Longfeng e o Pagode Ci’en. Também se pode fazer um passeio de barco ou, se quiseres pôr as pernas a mexer, há vários trilhos para caminhadas à volta do lago. 4. Visite Kaoshiung, uma das cidades imperdíveis de Taiwan A segunda maior cidade do país é Kaoshiung, mas rapidamente vais aperceber-te que o ambiente é muito mais descontraído do que o de Taipei. Embora talvez não seja tão encantadora como a capital, para nós, é uma cidade interessante que oferece a oportunidade de aprenderes mais sobre a cultura e a cozinha de Taiwan. Para abrir o apetite, aqui estão algumas das coisas para fazer em Kaoshiung: • Come alguma coisa no Mercado Noturno de Liuhe e no Mercado Noturno de Rueifong e continua a explorar a paixão taiwanesa pelos mercados noturnos – são fantásticos! • Visita a Lagoa de Lótus e os seus curiosos templos, incluindo o Templo do Dragão e do Tigre e o Templo da primavera e do outono. • Caminha pelo trilho da Montanha dos Macacos, aprecia as vistas do Pacífico a partir dos seus miradouros e, claro, cumprimenta os macacos. • Fofoca no Pier-2 Art Center com murais de arte de rua e esculturas divertidas. • Dirige-te ao Fo Guang Shan Buddha Museum: um recinto brutalista onde encontrarás uma enorme estátua de Buda, bem como pagodes. É um local muito venerado pelos budistas porque contém uma relíquia de Buda, um dos seus dentes. • Dá um passeio ao longo do rio Love. • Sobe à 85 Sky Tower, o arranha-céus mais alto de Taiwan antes de ser ultrapassado pelo Taipei 101. 5. Jiufen, uma das melhores coisas para fazer em Taiwan Se não tens muito tempo para visitar Taiwan e vais concentrar-te em Taipé, uma das excursões mais interessantes que podes fazer é a Jiufen. Trata-se de uma antiga cidade mineira com ruas sinuosas repletas de casas de chá (a Amei Tea House é uma das mais conhecidas), restaurantes e lojas de recordações e de artesanato, sob um belo céu de lanternas vermelhas. Como está situada na encosta de uma montanha, tem uma excelente vista para o mar. No entanto, tem em atenção que Jiufen não é um local secreto, pelo que não é raro encontrares muita gente. Por isso, evita os fins-de-semana e feriados ou tenta chegar o mais cedo possível. A título de curiosidade, este local também inspirou algumas das cenas do filme de animação Spirited Away. Uma vez que não vais demorar muito tempo a visitar, é uma boa ideia combinares Jiufen com outros locais como Nanya Rock, Jinguashi Gold Mine, Shifen ou Yehlui. Falaremos sobre alguns deles ao longo desta lista de coisas para ver e fazer em Taiwan. 6. Explorar Shifen e a sua queda de água Diz-se que a cascata de Shifen é o “Pequeno Niágara de Taiwan” devido à sua forma semi-circular. Embora esta afirmação seja um pouco ousada, uma vez que a cascata não tem mais de 20 metros de altura, é um belo cenário natural não muito longe de Taipé, o que a torna um refúgio perfeito da azáfama da cidade. A forma mais pitoresca de lá chegar é de comboio até à estação de Sandiaoling e depois uma caminhada de 20 minutos até à cascata. Esta estação foi construída para transportar carvão ao longo das antigas ruas de Shifen e agora existe um mercado animado para passear. Mais coisas para ver em Taiwan se tiveres mais tempo 7. Parque Yehliu O Geoparque Yehliu é outro local a visitar em Taiwan, localizado na costa norte do país. É uma estreita faixa de terra de quase 2 quilómetros para o Oceano Pacífico, onde se pode encontrar mais de 180 curiosas estruturas de pedra formadas pela erosão chamada hoodoo. Algumas delas têm uma forma tão bizarra que lhes foram atribuídos nomes como cabeça de rainha, cabeça de princesa, sapato de fada ou pedra de gengibre. Tal como Jiufen, é também um local muito conhecido que pode ser extremamente concorrido. Por esta razão, aconselhamos a não ir aos fins-de-semana e a estar no portão logo que este abra às 8 horas. Chegar aqui a partir de Taipé não demora mais de uma hora de autocarro e podes combinar a tua visita com Jiufen ou Shifen, por exemplo. 8. Parque Nacional de Kenting Se tiveres saudades da praia, outro local a visitar em Taiwan é o Parque Nacional de Kenting, na ponta sul da ilha. Hengchun que será a tua base para desfrutares da costa taiwanesa com praias de areia dourada, como White Sand Bay e Little Bay Beach. Todas estas praias são populares entre os habitantes locais e os turistas nos meses de verão, mas se quiseres algo mais intacto, recomendamos a praia de Kenting. A melhor maneira de percorrer a área é com uma mota de aluguer, embora existam também muitos trilhos para caminhadas que o levarão a pontos de interesse como a Seaview Tower e a Fairy Tower. 9. Tainan, a cidade mais antiga para visitar em Taiwan Tainan, que significa “cidade do sul” em chinês, é também a cidade mais antiga do país, tendo sido fundada pelos holandeses para facilitar o comércio com os Países Baixos. Foi também a capital do país durante a dinastia Qing, pelo que não é de admirar que seja a capital religiosa, culinária e cultural. Por uma questão de superlativos, estima-se que Tainan tenha o maior número de templos por metro quadrado do mundo. São mais de 1600, dois dos quais são os mais antigos da ilha. Por isso, recomendamos um passeio pela cidade velha, que é muito agradável de percorrer. É também uma paragem fácil entre o Lago Sun Moon e Kaoshiung. É preferível passar pelo menos duas noites para descobrires a cidade à vontade. 10. Mergulhar no mundo do chá É uma afirmação um pouco genérica, mas não deves perder a oportunidade de aprofundares mais um pouco a cultura do chá de Taiwan. Desde as casas de chá de Jiufen até às plantações de chá de Pinglin, passando pelos famosos bubble teas, que parecem ter sido inventados neste país. Um dos locais mais famosos para experimentar o famoso chá de leite é o Xing Fu Tang, no distrito de Ximen, em Taipé. Qual é a melhor altura para viajar para Taiwan? Uma das perguntas mais comuns a fazer quando se planeia uma viagem a Taiwan é a estação do ano, especialmente tendo em conta que pode ser afetada por tufões. A melhor época é, sem dúvida, de outubro a abril ou maio, quando não está tão quente e há menos risco de chuvas torrenciais. No entanto, não te esqueças de que a ilha tem um clima subtropical, pelo que é comum haver aguaceiros e temperaturas diurnas na casa dos 30 graus. A época do ano mais fresca para viajar para Taiwan é entre dezembro e fevereiro, quando as temperaturas máximas não ultrapassam os 22°C e as mínimas não descem abaixo dos 14°C. Obviamente, nas zonas montanhosas é mais difícil chegar a Taiwan. No entanto, nas zonas montanhosas, é de esperar que os termómetros desçam abaixo de zero. Esperamos que esta lista de lugares a visitar em Taiwan te tenha inspirado e que tenhas finalmente a coragem de descobrir este país asiático que acolhe cada vez mais viajantes. Se tiveres alguma dúvida ou sugestão, gostaríamos de te ouvir nos comentários.

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Qual é a melhor altura para viajar para a Tailândia?

Qual é a melhor altura para viajar para a Tailândia?

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Qual é a melhor altura para viajar para a Tailândia? Quando é a época das monções? Quando é que é mais barato? Estas são perguntas super comuns dos viajantes ansiosos por conhecer este maravilhoso canto do Sudeste Asiático. Há muito para ver e fazer na Tailândia e ninguém gosta de viajar para a outra metade do mundo para estar a chover o dia todo. Hoje, vamos contar-te tudo sobre como é o clima na Tailândia para que evites pior tempo e também, como os preços variam consoante a estação do ano e quando há menos turistas para visitar aquelas praias paradisíacas sem tanta sobrelotação. Continua a ler e descobre qual é a melhor altura para viajar para a Tailândia, por região e mês a mês. Como é o clima na Tailândia? A Tailândia tem um clima tropical húmido que é afetado pelas monções. Não entres em pânico, as monções são ventos sazonais variáveis que não se traduzem automaticamente em precipitação constante. No entanto, não te esqueças que num clima tropical tudo pode acontecer e que, mesmo em alturas em que teoricamente chove pouco, pode sempre haver um aguaceiro e vice-versa. Dito isto, os ventos das monções são de abril a outubro, vindos de sudoeste, mais húmidos do que os que ocorrem de novembro a fevereiro, vindos de nordeste e que trazem mais chuva para a costa leste do país. Certamente já sabes que, exceto nas zonas muito montanhosas, a Tailândia é sempre quente. A temperatura média varia entre 15°C e 35°C, com as temperaturas mais elevadas em abril e maio, quando o termómetro pode atingir mais de 40°C durante o dia. Os meses mais frios são dezembro, janeiro e fevereiro, mas podem mesmo ultrapassar os 30°C a meio do dia. Por outro lado, como podes imaginar, a Tailândia é um país vasto e o clima não é o mesmo em todas as zonas. Cada uma tem as suas particularidades e isso também deve ser tido em conta ao planeares a tua viagem, especialmente se grande parte dela se centrar nas praias. Qual é a estação das chuvas na Tailândia: Monção Quando é que chove mais na Tailândia? Provavelmente, queres evitar essa época, assim vamos dividir as estações do ano no país da seguinte forma: • Estação das chuvas na Tailândia (monção do sudoeste): vai aproximadamente de junho a outubro, mas não é uma ciência exata. Tende a chover mais intensamente em agosto e setembro, embora no sul o mês mais chuvoso seja novembro. No entanto, a estação das chuvas na Tailândia não significa que chova durante todo o dia. São mais frequentes os aguaceiros fortes durante a tarde ou à noite. • Época “seca” ou de inverno na Tailândia (monção do nordeste): entre novembro e fevereiro. É quando está mais fresco e também quando tende a chover menos. No norte da Tailândia (região de Chiang Mai e Chiang Rai), pode fazer bastante frio em dezembro e janeiro, sobretudo à noite. De outubro a dezembro, não é a melhor altura para visitar a costa oriental (zona do Golfo da Tailândia), porque chove mais. • Época de verão na Tailândia: é o período que antecede a chegada dos ventos da monção, aproximadamente de meados de fevereiro a meados ou finais de maio. É a época mais quente do ano, sobretudo em abril e nas regiões do centro e do norte do país. De um modo geral, a melhor altura para viajar para a Tailândia em termos de clima é de novembro a abril. O mês de abril é bastante quente se fores fã de temperaturas elevadas e raramente chove. Na parte sul do país, é preciso distinguir entre as costas e vamos falar-te de tudo isso mais tarde. Quando é que faz mais calor na Tailândia? Como já referimos, os meses mais quentes são geralmente abril e maio, sendo que no primeiro as temperaturas podem atingir os 38-40ºC. O sul não costuma registar temperaturas tão elevadas, principalmente devido à ação do mar. Se quiseres evitar os meses mais quentes na Tailândia, deves viajar entre dezembro e fevereiro, que são os meses mais frescos, especialmente no norte. No entanto, à noite, podes precisar de roupa de manga comprida em locais como Chiang Mai. O tempo na Tailândia por região Já falámos sobre a melhor altura do ano na Tailândia, mas as estações não são as mesmas em todas as zonas. Por isso, vamos diferenciar de acordo com os locais mais populares para visitares numa rota tradicional pelo país: • Banguecoque e centro da Tailândia: as variações sazonais não são tão pronunciadas como noutras zonas, mas as três estações que mencionámos são visíveis. Os melhores meses são de dezembro a março. Abril e maio tendem a ser secos, mas são bastante quentes. Agosto e setembro são os meses mais húmidos. • Norte da Tailândia (Chiang Mai e Chiang Rai): a melhor altura para viajar para a Tailândia e desfrutar desta zona é a mesma que em Banguecoque, de dezembro a março. Abril e maio também são secos e agosto é o mês mais húmido. • Costa Oeste (zona do Mar de Andamão com locais como Phuket, Phi Phi, Koh Lipe ou Krabi): estamos a entrar na região de praia da Tailândia e aqui é interessante saber quando chove mais. Os meses com menor probabilidade de aguaceiros e os melhores meses para viajar são janeiro, fevereiro e março. A estação das chuvas decorre de maio a novembro, sendo os meses mais intensos setembro e outubro. • Costa Leste (zona do Golfo da Tailândia com ilhas como Koh Tao, Koh Samui e Koh Phangan): fevereiro a abril são as melhores épocas para esta parte do país, com menos chuva. No entanto, os meses de outubro, novembro e dezembro são os mais intensos devido a fortes aguaceiros, sobretudo durante a tarde. Nos meses de verão (junho, julho e agosto) chove menos nesta costa do que na Costa de Andaman, pelo que, se viajares para a Tailândia durante a estação das chuvas, é melhor optares por este lado da praia. A melhor altura para viajar para a Tailândia mês a mês E se, por exemplo, eu for à Tailândia em julho, vai ser igual do que se for em setembro? Já viste que falámos sobre a melhor altura para viajar para a Tailândia ou sobre o clima em geral e que deves ter sempre em conta que o clima tropical é imprevisível. Mesmo assim, compreendemos a tua preocupação e vamos tentar resumir como é o tempo mês a mês na Tailândia para que possas ter uma ideia do que esperar: • Tailândia em janeiro: esta é uma das melhores alturas para viajar para a Tailândia. O tempo é seco e as temperaturas são agradáveis. Em Banguecoque, as temperaturas médias rondam os 23°C, o que permite fazer turismo sem suar demasiado. Pode desfrutar das praias sem se preocupar com a chuva. No norte, está fresco, mas também não é necessário usar casaco – só precisará de uma sweatshirt à noite. • Tailândia em fevereiro: o tempo é muito semelhante ao de janeiro, perfeito para explorar o país. • Tailândia em março: as temperaturas começam a subir no centro e no norte da Tailândia. As temperaturas podem atingir os 35°C em Banguecoque. Continua a ser uma boa altura para viajar pelo país. • Tailândia em abril: As temperaturas continuam a subir, atingindo máximas de até 40°C no centro da Tailândia. A precipitação é fraca, embora possam começar a cair aguaceiros ao longo da costa do Mar de Andamão. • Tailândia em maio: As temperaturas descem ligeiramente e as chuvas de monção são menos comuns, arrefecendo as tardes. Em termos de praia, tende a chover um pouco menos no Golfo da Tailândia (Koh Tao, Koh Phangan e Koh Samui). • Tailândia em junho: Estamos a entrar na estação das chuvas na Tailândia, com a monção a atingir com maior intensidade a zona central. O Golfo da Tailândia é a parte mais protegida neste domínio. • Tailândia em julho: muito semelhante ao mês anterior, com mares um pouco mais agitados no lado de Andaman. • Tailândia em agosto: as chuvas são mais intensas no nordeste do país (Chiang Mai, Chiang Rai…) e a costa do Golfo da Tailândia continua a ser a mais adequada se quiseres uma dose de praia paradisíaca. • Tailândia em setembro: este é um dos meses mais chuvosos em geral em toda a Tailândia. A parte mais poupada é o Golfo da Tailândia. • Tailândia em outubro: este é o mês em que o tempo começa a melhorar, sobretudo no centro e no norte do país, pois as chuvas começam a abrandar e as temperaturas a ficar mais agradáveis. Continua a chover no sul da Tailândia, sobretudo no mar de Andaman. • Tailândia em novembro: Começa a melhor altura para viajar para a Tailândia, sobretudo no centro e no norte do país. A humidade diminui, pelo que também se transpira menos durante as visitas turísticas. O tempo começa a melhorar em Phuket e Krabi, mas não é o melhor mês para visitar Koh Tao, Koh Phangan ou Koh Samui, pois tende a chover mais. • Tailândia em dezembro: este é um dos melhores meses para viajar para a Tailândia, uma vez que o tempo é mais estável, menos húmido e tende a ser mais ensolarado. É já uma boa altura para o Mar de Andaman, embora um pouco menos para o Golfo da Tailândia. Lembra-te que o facto de estarmos na estação das chuvas não significa que vai chover todo o dia e que não vais poder fazer nada – longe disso! É verdade que é mais provável que chova na chamada estação chuvosa ou húmida, mas podes continuar a desfrutar da tua viagem da mesma forma. Época alta e época baixa na Tailândia – quando é que há menos turistas? Já falámos sobre a melhor altura para visitar a Tailândia em termos de clima, mas quando é que é mais barato viajar? De certeza que já percebeste que quando o tempo está menos favorável, os preços do alojamento e dos transportes tendem a baixar, mas vamos ser um pouco mais precisos. • Época alta na Tailândia: de novembro a fevereiro, as temperaturas são mais agradáveis e não chove tanto, pelo que esta é a época mais cara, sobretudo na altura do Natal e do Ano Novo Chinês (entre janeiro e fevereiro). Mesmo assim, os preços não disparam- continua a ser bastante barato, sobretudo se reservares com antecedência. • Temporada baixa na Tailândia (mais barata para viajar) de junho a outubro, coincidindo com a época das chuvas: Os preços baixam, mas em julho e agosto (verão europeu) é melhor reservares com antecedência para conseguires preços mais baixos, uma vez que cada vez mais pessoas viajam nesta altura do ano. • Época média de março a maio: é a época mais quente do ano e não chove tanto, pelo que os preços são razoáveis. Não te esqueças de que o Songkran (o Ano Novo budista) tem lugar em meados de abril, pelo que em cidades como Banguecoque ou Chiang Mai os preços podem subir um pouco em certos dias. Se procuras menos turismo na Tailândia, a melhor altura é de março a maio e de finais de agosto a novembro. Nos nossos meses de verão (finais de junho, julho e agosto), apesar de ser época baixa na Tailândia, há cada vez mais turistas. A maior parte das pessoas vem durante a época alta, de novembro a fevereiro, especialmente na altura do Natal e do Ano Novo Chinês. Então, qual é a melhor altura para viajar para a Tailândia? Esperamos que, depois de leres este artigo, não tenhas ficado com a cabeça a andar à roda, mas vamos tentar dar-te um breve resumo. A melhor altura para viajar para a Tailândia é de novembro a fevereiro, durante o nosso inverno. É quando chove menos, há menos humidade no ar e as temperaturas são mais agradáveis. Pessoalmente, porque há menos turismo e os preços também são mais baixos, gostamos de novembro e fevereiro. Quer isto dizer que não se pode viajar para a Tailândia noutros meses? De modo algum! Abril e maio são meses mais quentes mas não demasiado chuvosos, por isso, se não te importares com temperaturas mais elevadas, vais gostar. Mesmo nos meses de verão europeus (junho-setembro), podes viajar para a Tailândia sem sofrer. É verdade que podes ter de suportar um ou outro aguaceiro, mas não costuma ser uma tragédia. E se eu quiser praia? Neste sentido: • Maio a outubro: tende a chover menos na costa do Golfo da Tailândia, com locais como Koh Tao, Koh Phangan e Koh Samui. • Novembro a abril: o lado do Mar de Andaman é o melhor, com locais a explorar como Phuket, Phi Phi, Koh Lanta e Railay. Consulta estas dicas de viagem à Tailândiapara te ajudar a planear o teu itinerário. Perguntas frequentes sobre a melhor altura para viajar para a Tailândia Embora esperemos ter respondido a todas as tuas perguntas sobre a melhor altura para visitar a Tailândia, eis as respostas às perguntas mais frequentes dos viajantes: Em que altura é a monção na Tailândia? A monção, que traz a maior parte da chuva, chega normalmente em meados de maio e parte por volta de outubro. Qual é o melhor mês para viajar para a Tailândia? Um dos melhores meses para viajar para a Tailândia é fevereiro, porque é seco, as temperaturas são moderadas e não há muito turismo. E o pior mês para viajar para a Tailândia? Talvez setembro seja o pior, porque é um dos meses mais chuvosos do país. Como é viajar para a Tailândia em julho? É a época das chuvas em todo o país, embora isso não signifique que esteja sempre a chover. A parte da praia com menor risco de chuva é o Golfo da Tailândia. Quando é que é mais barato viajar para a Tailândia? Durante a época baixa, aproximadamente de abril a outubro. Pronto para visitar a Tailândia? Esperamos que por esta altura já tenhas pelo menos uma ideia melhor da melhor altura para viajar. No blogue da IATI temos muita informação sobre este canto do Sudeste Asiático. Podes começar com os seguintes artigos: • É seguro viajar para a Tailândia? • Documentos e requisitos para viajar para a Tailândia • Seguro de viagem para a Tailândia

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Que ilhas low cost visitar nas Maldivas por conta própria

Que ilhas low cost visitar nas Maldivas por conta própria

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Com quase 1200 ilhas espalhadas por 26 atóis, é provável que tenhas dificuldade em escolher quais as ilhas a visitar nas Maldivas. Muitos viajantes optam por uma longa viagem e escolhem o resort da sua preferência durante uma ou duas semanas, mas outros querem uma viagem mais variada e procuram algumas ilhas com um toque mais local. Na IATI, vamos concentrar-nos naqueles que querem visitar as Maldivas por conta própria, em alojamentos mais simples e a aproveitar ao máximo uma viagem que promete praias de sonho, línguas de areia do paraíso e fundos marinhos repletos de vida. Continua a ler e descobre que ilhas low cost visitar nas Maldivas por conta própria. Como te dissemos em É seguro viajar para as Maldivas, podes deslocar-te pelo país ao teu próprio ritmo em ferries públicos ou em lanchas um pouco mais caras. Uma ilha nas Maldivas para cada viajante Como dissemos algumas linhas acima, nas Maldivas encontras aproximadamente 1200 ilhas, das quais apenas um pouco mais de 200 são habitadas. Por outro lado, existem também ilhas privadas, ocupadas apenas por um ou dois resorts, às quais só se pode aceder se fores hóspede ou pagares uma taxa diária. Neste artigo, vamos concentrar-nos nas ilhas públicas mais interessantes para visitar nas Maldivas, ilhas que são mais acessíveis a todos os orçamentos. Desde 2010 que é possível visitar as ilhas públicas nas Maldivas e, desde então, o número de guesthouses ou hostels tem crescido exponencialmente. Aqui, não deves imaginar moradias sobre o mar ou piscinas infinitas, mas sim quartos modestos, mas limpos e confortáveis, sem teres de andar muito para chegar à praia. De um modo geral (com exceção de Malé), as ilhas públicas das Maldivas não são muito povoadas nem muito grandes, pelo que desfrutarás de um ambiente local muito agradável. Um aspeto importante a ter em conta ao escolher uma ilha nas Maldivas é que nestas ilhas públicas não é permitido usar biquíni em nenhuma praia. Como se trata de um Estado confessional muçulmano sunita, só se pode usar fato de banho/biquíni nas praias designadas para o efeito. No entanto, não tens de te preocupar porque quase todas as ilhas têm uma ou mais “praias de biquíni”, locais onde podes usar a roupa que quiseres. Para além disto, obviamente que nem todas as ilhas são iguais. Algumas terão melhores praias, snorkelling, excursões para fazer, hotéis e restaurantes… Por outras palavras, o melhor a fazer é leres sobre cada uma delas e veres o que mais te agrada e escolheres 1, 2 ou 3, dependendo do tempo que tens e do que queres fazer. Quanto custa ficar numa ilha pública nas Maldivas? Se estás à procura de uma forma de viajares sozinho sem gastar muito dinheiro, outra coisa que deves ter em conta é que os preços variam consoante a época do ano. Assim, a melhor altura em termos de clima (menos chuva) é de janeiro a abril, mas os meses mais baratos tendem a ser setembro, outubro e novembro. É mais provável que haja mais aguaceiros nestas alturas, mas também há menos turismo e o alojamento é mias barato. Mesmo assim, um quarto num hostel numa ilha pública custa normalmente cerca de 25 euros por pessoa, incluindo o pequeno-almoço. Este é certamente um preço muito mais razoável do que num resort. As refeições nos restaurantes locais variam entre os 5 e os 10 euros. Para economizar um pouco, podes considerar ficar num alojamento auto-suficiente, mas tem em conta que os ingredientes serão muito mais baratos em Hulhule ou Malé, uma vez que nada é produzido nas Maldivas e tens de acrescentar o custo do transporte. Depois, dependendo do local onde te encontras, terás de considerar o transporte para esse mesmo local. Os ferries públicos custam cerca de 3 euros, enquanto uma viagem de lancha ronda normalmente os 25 euros. Um bom site para consultares os horários dos ferries públicos é este. Viajar em segurança nas Maldivas Este maravilhoso país está à tua espera de braços abertos para que desfrutes das suas praias e de todos as aventuras que podes viver lá. As Maldivas são uma grande viagem e é importante que a desfrutes sem preocupações. O próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste na importância vital de ter um seguro de viagem para as Maldivas para garantir que estás protegido do início ao fim desta aventura. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino e a sua extensa cobertura médica garante que serás tratado pelos melhores especialistas caso te aconteça alguma coisa, sem teres de pagar nada do teu bolso e evitando os elevados custos médicos do país. Uma infeção, um corte, uma indigestão… estarás sempre em boas mãos. E graças à cobertura de Desportos de Aventura, estarás protegido em outras aventuras como caiaque, snorkel, mergulho e outros desportos aquáticos. Como se isto não bastasse, também estaremos lá para ti em casos de roubo, problemas de voo, incidentes com a bagagem e até mesmo se precisares de ser repatriado. Portanto, não esperes mais, não arrisques nas Maldivas e faz já o teu seguro: As melhores ilhas low cost para visitar nas Maldivas por conta própria Vamos ao que interessa. Aqui, vamos dar-te algumas opções de ilhas low cost para visitares nas Maldivas por conta própria. Vamos falar-te dos seus prós e contras para que possas ver se são adequadas para ti e para a tua viagem. 1. Rasdhoo Começamos bem! Localizado no Atol Alif Alif, a 56 quilómetros da capital Malé, Radshoo é facilmente acessível por ferry público e oferece uma combinação vencedora quando se procura praias, bons fundos marinhos e alojamento médio com opções para backpackers. Há várias escolas de mergulho em Radshoo, porque há vários locais (alguns dos melhores das Maldivas) onde tubarões, tartarugas e raias manta são habitantes habituais, mas há também uma fabulosa bikini beach (há várias na ilha, mas esta é a melhor e a única onde se pode nadar), a poucos metros da costa, com um recife fabuloso onde se vê quase toda a vida marinha. Junto a Radshoo encontram-se dois dos bancos de areia mais espetaculares dos atóis: Madivaru e Madivaru Finolhu. Podes visitá-los numa excursão, onde vais passar um par de horas a desfrutar do mar azul-turquesa profundo e da areia coralina. 2. Maafushi Maafushi é indiscutivelmente a ilha mais amigável para os backpackers nas Maldivas. De facto, foi a primeira a tomar a iniciativa de abrir uma guesthouse num mar de resorts. Por esta razão, é também uma das mais comerciais e com a melhor relação qualidade/preço em termos de alojamento, alimentação e excursões. Esta última é particularmente interessante se quiseres incluir snorkelling na tua viagem às Maldivas, aqui podes nadar com tubarões-lixa e tubarões-baleia a um preço melhor do que nas outras ilhas. As excursões também incluem normalmente uma paragem para almoço num banco de areia, completando a experiência. O lado negativo é que a bikini beach, embora bonita, não é a melhor do país e é provável que vejas mais turistas do que noutras ilhas. Ainda assim, é uma ilha agradável que é muitas vezes um bom ponto de partida para visitar outras ilhas próximas, como Gulhi ou Guraidhoo, para passeios fantásticos. É também acessível a partir de Malé através de um ferry local. 3. Dhiffushi Situada a 35 quilómetros a norte de Malé, no Atol de Kaafu, Dhiffushi é outra das ilhas low cost a visitar nas Maldivas por conta própria. Oferece uma opção intermédia para quem procura desenvolvimento turístico sem exageros, mas também bons hotéis e uma variedade de restaurantes sem a necessidade de muitas combinações de transporte, uma vez que tem tanto ferries públicos como lanchas para lá chegar. O que mais se destaca nesta ilha é que, ao contrário de outras, tem três praias à escolha: a praia de Araamu (cheia de palmeiras e com a possibilidade de ver tubarões ao fazer snorkelling), a praia sudoeste (perfeita para o pôr-do-sol) e a praia norte (a mais visitada e com bom snorkelling). A partir daqui, podes também fazer excursões de snorkelling, observar golfinhos, visitar as línguas de areia ou fazer mergulho. No entanto, como é menos turística do que Maafushi, os preços são mais caros. 4. Guraidhoo Guraidhoo é outra ilha low cost que podes visitar por conta própria nas Maldivas, uma vez que está bem ligada por ferry público a Male e Maafushi. Recomendamos esta ilha se estiveres a ir para o arquipélago em busca de bons mergulhos sem a necessidade de um cruzeiro live-aboard. Os locais de mergulho incluem Guraidhoo Corner, onde, graças às correntes, não são raros os grupos de tubarões brancos e cinzentos. A ilha tem muito ambiente local e também uma bikini beach, bem como uma bela língua de areia. A partir daqui, é possível visitar as praias de resort (mediante pagamento) e efetuar excursões, mas é preferível partir de Maafushi, que fica mais perto e oferece melhores preços. 5. Gulhi Uma das ilhas mais populares para visitares por conta própria nas Maldivas é Gulhi. É um pequeno paraíso, com apenas 400 metros de comprimento e cerca de 200 metros de largura, pelo que podes deslocar-te num instante. E apesar de não ser muito grande, o que a distingue das outras ilhas e a torna mais atrativa é a sua bela e longa bikini beach, com espreguiçadeiras e guarda-sóis gratuitos. Aqui encontras também um baloiço fotogénico de fazer inveja aos que ficaram em casa. A segunda coisa pela qual esta ilha das Maldivas é conhecida é o mergulho com snorkel. A partir da própria bikini beach é possível ver tubarões de ponta negra, por isso não hesites em usar a tua máscara e barbatanas, vais poder vê-los sozinho! 6. Dhigurah Duas palavras: tubarão-baleia! Sim, se queres ver o maior peixe do mundo, esta é a ilha para visitares nas Maldivas. A probabilidade de os veres durante todo o ano é bastante elevada e não precisas de ser um mergulhador certificado, uma vez que não andam em águas muito profundas, pelo que podes vê-los apenas a nadar. Para além disto, a “Long Island” do Atol de Ari Sul tem praias maravilhosas, incluindo uma longa extensão de areia onde raramente se vê muita gente. 7. Ukulhas Localizada no Atol Ari Norte, muito perto de Radshoo, Ukulhas é uma das ilhas mais desenvolvidas para visitar nas Maldivas em termos de turismo. Não surpreendentemente, foi a segunda ilha a ter eletricidade depois de Malé. A sua principal atração é a sua maravilhosa bikini beach, com quase um quilómetro de areia branca e águas transparentes. Tem guarda-sóis e espreguiçadeiras gratuitas, mas também uma vegetação luxuriante que proporciona sombra e aquela paisagem idílica que imaginamos quando pensamos nas Maldivas. Para além disso, a poucos passos da costa, encontras o house reefonde é comum ver raias manta, tartarugas e pequenos tubarões. Visitar Ukulhas é uma boa opção se não tiveres muito tempo, pois podes facilmente combiná-la com Radshoo. É uma ilha com muitas oportunidades de bons alojamentos e restaurantes, e podes também visitar vários bancos de areia ou fazer mergulho de qualidade. 8. Huraa Continuamos a falar das ilhas do Atol de Kaafu e, desta vez, paramos a cerca de 20 quilómetros a norte de Malé, na ilha de Huraa. O que se destaca? A sua enorme bikini beach, recentemente ampliada (basta dares uma vista de olhos no Google Maps para perceberes o que queremos dizer), uma lagoa onde raramente não se vê tubarões de ponta branca e a possibilidade de visitares línguas de areia e outros resorts paradisíacos nas proximidades. Ainda assim, tem em conta que não será a melhor escolha se estiveres à procura de um bom recife para fazer snorkeling. 9. Fulidhoo Terminamos a nossa seleção de ilhas low cost para visitar nas Maldivas por conta própria com uma das menos conhecidas: Fulidhoo. Localizada no Atol de Vaavu, a um par de horas de barco de Malé. Ao contrário de outras ilhas, onde se podem ver mais ilhas ou resorts nas redondezas, a partir de Fulidhoo vais sentir que nada mais existe, dando-te aquele toque de intimidade que tanto gostamos. Ainda não muito turística, mas com boas acomodações, é uma ilha que oferece um bom equilíbrio entre os dois. Esta ilha das Maldivas é para ti se quiseres uns dias de tranquilidade, uma bela praia, saudar as raias manta pela manhã enquanto descansam na costa, bom snorkelling e a possibilidade de fazer várias excursões incríveis. A partir daqui, podes também visitar bancos de areia e nadar com tubarões-lixa (totalmente inofensivos!), golfinhos ou tartarugas. Itinerários possíveis para visitar várias ilhas das Maldivas A melhor maneira de planeares uma viagem por conta própria às Maldivas é com um mapa à tua frente. Desta forma, podes ter uma ideia da localização de cada ilha e de como te deslocares. Qualquer uma das ilhas mencionadas acima é ótima para uma primeira abordagem à nação insular, mas talvez ainda estejas um pouco perdido. Por isso, preparámos 4 itinerários de que poderás gostar. Podes fazê-los em 7 dias, mas para tirar o máximo partido da tua viagem, sugerimos que passes entre 10 a 15 dias em cada itinerário. Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 1 Dia 1: Malé-Dhigurah de lancha (pode ser feito de ferry, mas demoras cerca de 6 horas, pois não há ferry direto) Dias 2 e 3: Dhigurah Dia 4: Dhigurah-Gulhi de lancha para Malé + ferry (número 309) Dias 5 e 6: Gulhi Dia 7: Gulhi-Maafushi de ferry (número 309) Dias 8 e 9: Maafushi Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 2 Dia 1: Malé-Radshoo de ferry (número 303) Dias 2 e 3: Radshoo Dia 4: Radshoo-Ukulhas de ferry (número 301 ou 303) Dias 5 e 6: Ukulhas Dia 7: Ukulhas-Dhigurah de ferry (n.º 301 ou 303) + lancha rápida Dias 8 e 9: Dhigurah Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 3 Dia 1: Malé-Guraidhoo de ferry público (número 309) Dias 2 e 3: Guraidhoo Dia 4: Guraidhoo-Maafushi de ferry (número 309) Dias 5 e 6: Maafushi Dia 7: Maafushi-Gulhi de ferry (n.º 309) Dias 8 e 9: Gulhi Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 4 Dia 1: Male-Dhiffushi de ferry público (n.º 308) Dias 2 e 3: Dhiffushi Dia 4: Dhiffushi-Huraa de ferry (n.º 308) Dias 5 e 6: Huraa Dia 7: Huraa-Maafushi de ferry (n.º 308+309) Dias 8 e 9: Maafushi Esperamos ter-te ajudado a escolher quais as ilhas low cost para visitares nas Maldivas por conta própria. Como podes ver, as opções são realmente infinitas, mas o melhor é que é muito difícil cometer um erro – é provável que gostes de todas! E para que a tua viagem às Maldivas seja um sucesso, preparámos estes 3 artigos para te ajudar: • Documentos e requisitos para viajar para as Maldivas em 2024 • Ilhas Maldivas – Umas férias de luxo a um preço low-cost

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As melhores praias de Bali: 8 sítios a não perder

As melhores praias de Bali: 8 sítios a não perder

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Pensa em Bali por um momento, qual é a primeira coisa que te vem à cabeça? Talvez templos, arrozais, vulcões… Já pensaste em praias? É verdade que as praias de Bali não são as melhores da Indonésia, no entanto, esta ilha que tem o título de ser a mais famosa de todo o Sudeste Asiático, tem também ótimos locais para uns dias à beira-mar. Na IATI, especialistas em seguros de viagem, somos apaixonados pela chamada “Ilha dos Deuses” e aqui vamos falar-te das melhores praias de Bali e 8 sítios a não perder. Vem connosco e descobre tudo sobre as praias de Bali: onde estão localizadas, quais são as melhores e quais são as ideais para o surf, o desporto estrela da ilha. Onde estão as melhores praias de Bali? Rodeada inteiramente por mar, não faltam praias em Bali para dares um mergulho. No entanto, um conselho de amigo: a maioria das praias de Bali não são todas de areia branca e fina, água azul-turquesa e palmeiras. Para encontrares esse tipo de praias perfeitas, terás de te deslocar às ilhas vizinhas, como as Ilhas Gili, Nusa Lembongan ou Nusa Penida. Ainda assim, mesmo que não tenham todas estas características, há muitas praias bonitas em Bali para visitar. Embora as mais populares sejam as que se situam a sudoeste de Denpasar (Kuta, Legian, Seminyak…), há que ter em conta que estas zonas são, juntamente com Ubud, as mais turísticas da ilha. Nestas praias, além disso, encontrarás muitas ondas, o que as torna perfeitas para o surf, mas não para aquele beach break que talvez tinhas em mente. As melhores praias de Bali estão localizadas no sul da ilha, numa pequena península onde se encontra o famoso templo de Uluwatu, entre outras atrações. É aqui que poderás estender a tua toalha na areia dourada e onde é mais provável que desfrutes de um mar mais calmo. A leste, particularmente na zona de Amed, encontrará algumas das praias mais fotogénicas de Bali. Embora de areia escura, a visão do mar e dos barcos locais em frente ao imponente vulcão Agung vão deixar-te sem palavras. Esta pequena introdução foi apenas para te deixar com água na boca. Não te preocupes, vamos falar-te em pormenor das melhores praias de Bali, na Indonésia. Visitar as praias de Bali em segurança Se estás à procura das melhores praias em Bali é porque queres aproveitar ao máximo este paraíso. Se um acidente ou uma doença se atravessasse no teu caminho, podias acabar perdido em instalações médicas duvidosas e terias de pagar contas médicas demasiado elevadas. É por isso que, até o Ministério dos Negócios Estrangeiros, insiste na enorme importância de contratar um seguro de viagem para a Indonésia para te proteger do início ao fim desta aventura. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino. Para além de seres atendido pelos melhores profissionais sem teres de pagar nada do teu bolso, também usufruirás de coberturas em casos como roubos, incidentes com os voos, problemas com a bagagem ou, entre muitos outros, desportos de aventura como o snorkelling, que vais querer fazer em todas estas praias únicas. Não arrisques em Bali, viaja com a proteção que mereces e contrata já o teu seguro: As melhores praias no sul de Bali 1. Praia de Padang Padang Começamos este roteiro das melhores praias de Bali com uma das mais próximas do templo de Uluwatu. Conhecida por ser um dos locais de surf mais famosos da ilha, também ficou famosa entre os banhistas porque foi aqui que foi filmada a cena em que Javier Bardem e Julia Roberts se conheceram no filme Comer, Rezar e Amar. A praia de Padang Padang está situada na foz de um riacho, estaciona o teu carro ou mota junto à estrada e desce um penhasco (não é muito alto, não te preocupes) para tocares a areia branca e fina. Em baixo, encontrarás alguns warungs (barracas de comida local) e locais para alugares uma prancha – está atento aos macacos, pois eles estão frequentemente na zona! 2. Praia de Nyang Nyang/ praia de Nunggalan Gostas de praias selvagens e desconhecidas? Então a praia de Nyang Nyang (também conhecida como praia de Nunggalan) é para ti. Raramente encontras muitas pessoas nesta praia balinesa, apesar de estar localizada a poucos quilómetros do Templo de Uluwatu. Para além de ter mais de 2 quilómetros de extensão, é preciso descer uma falésia para lá chegar. Apesar de existirem vários caminhos, a verdade é que não é uma praia confortável se quiseres apenas estacionar a mota e o carro e deitares-te na praia. Mesmo assim, a recompensa é grande. Embora a água não seja normalmente muito calma, para nós esta é uma das melhores praias de Bali, graças à sua localização espetacular. Vais sentir-te como se estivesses a desligares-te do mundo real. Se seguires o nosso conselho e desceres até à praia a partir deste ponto, vais poder apreciar os fotogénicos destroços de dois naufrágios que acabaram nas margens desta praia. Vários artistas decoraram-nos e agora têm um aspeto muito colorido. Já agora, se gostas de alojamentos estranhos ou queres surpreender alguém, existe um hotel nesta praia (Bubble Hotel) com quartos em bolas transparentes para uma noite de mil estrelas. 3. Praia de Nusa Dua e Praia de Geger A zona de Nusa Dua alberga alguns dos hotéis mais luxuosos da ilha. Consegues imaginar porquê? É fácil: algumas das melhores praias de Bali também estão localizadas aqui. A praia de Nusa Dua e a praia de Geger são duas praias maravilhosas com areia dourada e águas límpidas. Aqui, ao contrário de outras zonas de Bali, a água é normalmente calma, por isso é ótimo se estiveres a viajar com crianças e não te quiseres preocupar com as ondas. Ambas as praias são enormes e têm zonas mais calmas do que outras. Se tivéssemos que escolher uma parte, recomendaríamos a zona sul da praia de Nusa Dua. 4. Praia de Pandawa Outrora conhecida como “Secret Beach”, porque o acesso era um pouco complicado, uma vez que se encontrava escondida atrás de uma colina, atualmente não é segredo nenhum que a praia de Pandawa é uma das melhores praias de Bali. Aqui encontras locais e estrangeiros a desfrutar da areia branca banhada por águas límpidas e azul-turquesa. Há muitos warungs para comer e beber na praia de Pandawa, bem como espreguiçadeiras para alugar, mas se caminhares para o extremo esquerdo, encontrarás certamente aquele local tranquilo que tanto ansiavas. A taxa de entrada é de 15.000 rúpias, mas vale bem a pena. 5. Praia de Jimbaran Situada bastante perto do aeroporto de Denpasar, esta é uma das melhores praias de Bali para almoçar ou jantar com vista para o mar. Encontras muitos bares de praia com bonitos guarda-sóis balineses que oferecem comida local e ocidental a bons preços. Embora seja muito acessível e tenha muitos hotéis, alguns deles de luxo, não é uma praia sobrelotada. Com areia dourada e águas calmas protegidas por recifes de coral, é certo que passarás um tempo relaxante na praia. As melhores praias no sudoeste de Bali 6. Praia de Batu Bolong (Canggu) Canggu tornou-se o lar de muitos estrangeiros que se instalaram em Bali nos últimos anos. As razões são simples: muito alojamento a preços acessíveis, boa ligação à internet, muitos restaurantes saudáveis (não é por acaso que é um dos melhores destinos para viajantes vegan) e comida instagramável e, mais importante, uma praia enorme e sem multidões para relaxar ou surfar. Batu Bolong é a praia de Canggu e, embora a sua areia seja de cor escura, vais adorá-la pela sua tranquilidade e pelos excelentes preços do surf. Mas não esperes águas calmas e azul-turquesa. O mar aqui, tal como noutros locais de Bali, tende a ser agitado. Tanto Batu Bolong como a sua praia vizinha, Echo Beach, têm muitos restaurantes e bares para apreciar o pôr-do-sol depois de uma aula de surf. Se estiveres a pensar em passar um dia relaxante nesta parte de Bali, os clubes de praia como o The Lawn ou o Echo Beach Club também são uma boa ideia. Boa comida, música e uma piscina infinita com vista para o mar oferecem o luxo asiático. As melhores praias no leste de Bali 7. Praia de Amed Embora não encontres aqui areia fina e branca e águas azul-turquesa, esta praia de Bali tem duas coisas que a tornam muito especial. Em primeiro lugar, a areia vulcânica perfeita e os seixos ao lado do enorme vulcão Agung tornam-na única. A segunda é o facto de ser um paraíso para os mergulhadores. Amed é um dos melhores locais de Bali para a prática de mergulho. Para além da abundância de vida marinha, a zona de Tulamben alberga o Liberty Wreck, um destroço do naufrágio do cargueiro USAT Liberty, a 11 de Janeiro de 1942. Quando se dirigia para as Filipinas, foi torpedeado por um submarino japonês e, desde então, tem estado no fundo do mar ao largo de Bali, para grande deleite dos mergulhadores. Muito perto de Amed fica a praia de Jemeluk, que também incluímos nesta lista das melhores praias de Bali. Não te esqueça da tua máscara de mergulho e do teu snorkel, porque aqui podes apreciar os corais e a vida marinha diretamente da costa. 8. Praia de Bias Tugel Esta praia está situada perto do porto de Padang Bai, de onde partem os barcos para as ilhas Gili e Lombok. Trata-se de uma enseada de 130 metros de comprimento, com areia branca e fina e águas turquesa relativamente calmas. Este lugar é encantador porque a areia clara contrasta com as rochas vulcânicas escuras que pontilham a baía. Traz contigo o teu equipamento de mergulho, pois o lado oriental de Bias Tugel tem um recife e algumas formações interessantes para descobrir. Se te tiveres esquecido, não te preocupes, há várias bancas na praia que vendem comida e bebidas e também alugam equipamento de snorkelling. Como curiosidade, se és adepto do turismo negro, junto à entrada desta praia existe um hotel abandonado. Se te interessas por este tipo de edifícios, explorá-lo (com cuidado) é um verdadeiro prazer. Já agora, muito perto desta praia está outra das melhores praias de Bali: Blue Lagoon. É parecida com a anterior e as águas costumam ser um pouco mais calmas, por isso não deixes de visitar as duas! Praias nas ilhas próximas de Bali Como podes ver, há muitas praias bonitas em Bali, mas, para ser honesto, elas não chegam nem perto de serem comparáveis às que se podem ver nas ilhas vizinhas. É por isso que, nesta lista, também gostaríamos de te falar brevemente sobre algumas praias perto de Bali pelas quais te vais apaixonar: • Ilhas Gili: este arquipélago (ao qual se chega em apenas duas horas de lancha rápida a partir do porto de Padang Bai) esconde algumas das melhores praias da Indonésia. Areia branca, águas azul-turquesa e, o melhor de tudo, tartarugas marinhas que se alimentam tranquilamente nas suas margens. As três principais ilhas das Gili são Gili Trawangan, Gili Air e Gili Meno. A primeira destas ilhas é a mais desenvolvida e tende a ter um ambiente mais virado para os mochileiros. Gili Air é muito mais calma e tem estâncias de luxo. Gili Meno fica algures no meio, sendo perfeita para os viajantes que procuram paz e sossego sem gastar muito dinheiro em alojamento. • Nusa Penida: Esta ilha a sul de Bali (a cerca de uma hora dos portos de Sanur ou Kusamba) tem uma paisagem radicalmente diferente. Aqui encontras praias espetaculares, como a famosa Kelingking ou Atuh Beach. É também um paraíso para os entusiastas do mergulho, pois não faltam oportunidades para avistar enormes raias manta. • Nusa Lembongan: A ilha irmã de Penida, de facto, podes ligar as duas em apenas 30 minutos de barco, onde também encontras belas praias como a Dream Beach e a Mushroom Beach. Ambas têm areia branca e águas límpidas e são perfeitas para fazer snorkelling e mergulho. Agora que já sabes quais são as melhores praias de Bali, não podes perder estes 3 guias detalhados que preparámos para ti. Eles vão ser muito úteis para preparares a tua próxima aventura: • Documentos e requisitos para viajar para a Indonésia • Roteiro de 15 pela Indonésia • Roteiro de 7 dias por Bali, Indonésia

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Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão 2025

Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão 2025

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Conselhos para viajar para o Japão, depois de tantas visitas que já fizemos à terra do sol nascente, poderíamos dar-te centenas. Se consultares a secção Japão do nosso blog, vais ver que temos guias para os principais destinos onde, para além das coisas que podes ver e fazer, detalhamos os conselhos de viagem específicos para cada lugar. Neste artigo, no entanto, vais encontrar os conselhos de viagem que te ajudarão não só durante a tua viagem ao Japão, mas também na preparação para a mesma, para que chegues lá e saibas tudo o que precisas de saber. Dá uma última olhadela à tua bagagem porque, em poucos minutos, já saberás os melhores conselhos e informações úteis para viajares para o Japão. Pronto? Vamos começar! O que precisas para viajar para o Japão, documentos essenciais Em primeiro lugar, não podemos começar com outro conselho para viajar para o Japão sem ser quais os documentos necessários para entrares no país. Desde o início da pandemia de covid-19, até 10 de Outubro de 2022, era praticamente impossível visitar o país. Finalmente tudo voltou à normalidade e os viajantes com passaporte português, desde o dia 11 de Outubro de 2022, podem viajar para o Japão sem necessidade de visto (para estadias até 90 dias) ou com visto de longa duração (para estadias superiores a 90 dias). Basta apresentares o passaporte e os voos para fora do país. O passaporte deve ser válido para a duração da estadia e estar em perfeitas condições, uma vez que as autoridades japonesas podem ser muito rígidas a este respeito. Conselhos para viajar em segurança para o Japão Como sabes, o Japão é um dos países mais caros do mundo no que toca aos cuidados de saúde. É por isso que o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) insiste na importância vital de ter um seguro de viagem para o Japão para te proteger desde o princípio até ao fim da tua visita. Um deslize ao caminhares em Tóquio que se transforma numa pequena entorse, uma comida crua como o sushi que te deixa indisposto, uma insolação ou qualquer outra doença que no teu país não teria muito mais complicações, aqui pode traduzir-se em contas médicas de milhares de euros que podem arruinar completamente a tua viagem. O IATI Estrela é o melhor seguro de viagem para o Japão. Para além da sua enorme cobertura, que te garante o acesso gratuito aos melhores médicos do país sem que tenhas de pagar nada do teu bolso, também te protege em todos os outros aspetos presentes numa viagem deste tipo. Assim, também estarás coberto em casos como roubo, perda de transporte, incidentes com a tua bagagem ou, entre muitos outros casos, se tiveres de ser repatriado. Não arrisques numa viagem tão bonita como esta, viaja com a tranquilidade que mereces e contrata já o teu seguro. Prepara o teu itinerário Prepara-te! Se queres desfrutar de uma visita inesquecível que corresponda (ou supere) as tuas expectativas, uma dica essencial para viajar ao Japão é dedicar tempo à leitura e pesquisa sobre o país para aproveitares ao máximo cada dia. Assim, consulta aquia nossa pasta de artigos sobre o Japão com todos os conselhos para viajar. Como se costuma dizer, “a viagem começa quando nos começamos a preparar para ela”. Por isso, não tenhas pressa e aproveita também esta parte. Se tiveres alguma dúvida, basta perguntar-nos. Como encontrar voos baratos O Japão é um país caro (mas que vale totalmente a pena o investimento, claro) e se puderes poupar em voos, ainda melhor. Para tal, aconselhamos a reservar e a procurar os teus bilhetes de avião com a maior antecedência possível. Outro fator que muitas vezes ajuda a reduzir este custo é ter flexibilidade na escolha das datas de viagem. Os motores de busca como o Skyscanner têm uma opção de pesquisa chamada “Melhor altura”. A partir daí, podes selecionar o mês em que pretendes voar para o Japão e ver um calendário com o preço do voo para cada dia. Como podes ver, por vezes, mudar a tua viagem em 1 ou 2 dias pode poupar-te várias centenas de euros. Conhecias este truque? Obter o JR Pass para viajar pelo país… ou não… Sabe o que é o JR Pass? Para muitos, o Japan Rail Pass é uma obrigação numa viagem como esta, mas é importante considerares primeiro se realmente precisas dele e por quanto tempo o queres. O JR Pass é um bilhete especial que te permite utilizar a maior parte do sistema ferroviário japonês durante um número específico de dias. Como o país tem uma excelente rede de caminhos-de-ferro de alta velocidade e comboios que ligam destinos longínquos em muito pouco tempo, ajuda muitos viajantes a otimizar o tempo e a poupar nos voos de um extremo ao outro do país (além disso, viajar nestes comboios modernos é uma experiência e tanto). A nossa principal dica para viajar para o Japão é não comprares um JR Pass até teres a certeza do teu itinerário. Quando comprares este bilhete, terás de escolher o número de dias em que o vais utilizar. Terás de escolher entre 7, 14 e 21 dias e o dia exacto em que o vais começar a usar. Desta forma, se vais passar alguns dias em Tóquio primeiro, não faz sentido ativá-lo até ao momento em que o vais utilizar para a tua primeira viagem, Tóquio – Osaka, por exemplo. Da mesma forma, não é necessário obteres o passe de 14 dias se vai passar 14 dias no país. Otimiza o teu itinerário de modo a que a parte da viagem em que vais de comboio se enquadre nos 7-14-21 dias de que necessitas. Desta forma, vais conseguir poupar muito dinheiro. Não queremos deixar o tema dos comboios sem te aconselhar a descarregar a aplicação Hyperdia. Introduz o local de onde pretendes ir de comboio e ele mostra-te as melhores opções. Não há nada melhor para isso! Aprende algumas palavras japonesas Quando um turista de outro país que não o nosso, usa algumas palavras da nossa língua para tentar comunicar connosco, todos sorriem, não é verdade? O Japão não é exceção. Se aprenderes algumas palavras e frases básicas – nem sequer precisas de falar a língua – vai ajudar-te a dares-te bem com os habitantes locais, que por vezes têm uma mente um pouco fechada. Tem também em conta que muito poucas pessoas falam inglês, pelo que comunicarás através da linguagem gestual e das 4 palavras que aprenderes. Estas podem ajudar-te: • Obrigado: Arigato • Olá: Konnichiwa • Adeus: Sayonara • Desculpa: Sumimasen • Sim: hai • Não: iee Outro truque infalível que te vai ajudar a comunicar no Japão é descarregares uma aplicação como o Google Translate, por várias razões. Por um lado, podes usar o microfone para falar e a aplicação traduz para japonês. Ideal se quiseres comunicar com alguém. Por outro lado, tem uma função que, através da câmara, traduz textos que estejam perto de ti. Ideal para interpretar direções ou, por exemplo, compreender o menu de um restaurante. O que comer no Japão A cultura do país é espantosa, assim como os grandes contrastes entre modernidade e história, os seus costumes, as suas paisagens… mas há outra coisa espantosa no Japão: a gastronomia! O primeiro dos conselhos para viajar que gostaríamos de te dar é que tires da cabeça que o Japão é (só) para comer peixe cru – há um mundo inteiro de surpresas à espera do teu paladar! Sim, o sushi é fantástico e vais prová-lo em diferentes locais e estilos, mas não hesites em experimentar todas as iguarias que se cruzarem no teu caminho. Tal como a francesinha está associada ao Porto e os pastéis de Belém a Lisboa, aqui há certos pratos que andam de mãos dadas com um destino. Por isso, quando planeares o teu itinerário, informa-te sobre o prato estrela de cada local que tencionas visitar. Por exemplo, o okonomiyaki em Hiroshima é espectacular, o takoyaki em Osaka é ótimo e em Takayama podes provar o famoso bife hida. Também podes poupar na comida. É fácil encontrares cadeias como Yoshinoya, Sukiya e Matsuya onde se pode comer bem sem gastar muito. Os supermercados e as kombinis, as lojas de conveniência, são também bons sítios para comprar o famoso bento. Estes tabuleiros de comida pronta e variada vão livrar-te de mais do que um problema sem pagar muito por isso. E são mesmo bons! Iguarias que não podes deixar de experimentar • Sushi: O conhecido prato japonês. Não precisamos de comentar nada aqui. • Katsudon: Carne de porco panada, geralmente acompanhada de arroz, molho e sopa. • Ramen: A famosa sopa de noodles “grande”. Há vários tipos, dependendo dos ingredientes que preferires, e o caldo é maravilhoso. • Yakitori: espetos de carne com um molho saboroso. • Okonomiyaki: a mal chamada “pizza japonesa”. Uma espécie de omelete com repolho, legumes, massa e outros ingredientes que tem um sabor muito melhor do que aquilo que aparenta. • Gyozas: Bolinhos de massa recheados que podem ser servidos fritos, cozidos ou ao vapor. • Takoyakis: Uma espécie de “bolinhos” de polvo que se podem encontrar desde restaurantes de luxo a bancas de rua. Ser madrugador compensa Sabemos que estás de férias, mas acredita em nós, vale a pena levantares-te cedo no Japão. Se programares o despertador, tomares o pequeno-almoço e partires rapidamente para o local que pretendes visitar, poderás ter uma agradável surpresa. Em locais famosos como o lendário Fushimi Inari, por exemplo, podes passear e tirar fotografias praticamente sozinho. Experimenta! Chega lá de manhã cedo, percorre o percurso sem ninguém e, quando terminares o circuito circular e chegares ao ponto de partida… surpresa! Vais encontrar centenas de pessoas a chegar ao mesmo tempo, tanto sozinhas como em excursões organizadas e, por vezes, pode até ser difícil avançar. Para além de evitar este tipo de aglomerações, nos períodos de maior calor, levantares-te cedo ajuda a não sofrer com as altas temperaturas que podem derrubar-te após horas de caminhada no calor. Lembra-te de procurar sempre uma sombra e não te esqueças de beber muita água. Conselho extra: Se ainda tiveres espaço no teu itinerário, evita visitar monumentos ao domingo. Os japoneses saem em massa nesse dia e vais encontrar tudo mais cheio. É melhor passares um domingo a passear por Tóquio do que ir a Fushimi Inari ou ao Torii Flutuante no Santuário de Itsukushima, por exemplo. Internet no Japão Estamos a falar de um país muito avançado tecnologicamente. Não te faltará wifi no teu hotel ou em muitos restaurantes ou centros comerciais. É necessário ter Internet no telemóvel? Depende do que pretendes. Tem em conta que, se a razão para utilizar a Internet é poder utilizar mapas, aplicações (essenciais) como o Google Maps permitem descarregá-los para utilização offline. Não é obrigatório, mas é conveniente, ter Internet no telemóvel para viajar para o Japão. Se optares por ela, tem em atenção que os preços são elevados. Tens a opção de comprar um cartão SIM local ou comprar um cartão SIM de viagem a partir de casa para chegares lá e teres uma ligação quando aterrares. Não há uma opção melhor do que a outra, terás de avaliar os preços de acordo com os gigabytes de que necessitas e o tempo que vais ficar. Dinheiro, ienes, euros? Antigamente, o normal numa viagem deste tipo era trocar euros por ienes num banco em Portugal e chegar lá com todo o dinheiro. Agora, felizmente, existem opções mais cómodas (embora também seja conveniente levar alguns euros contigo e trocá-los nas casas de câmbio japonesas). Se te dissermos para levantares dinheiro com um cartão de crédito no Japão, pensarás provavelmente nos custos muito elevados que os bancos cobram pelo levantamento de moeda no estrangeiro. Felizmente, há já algum tempo que existem “cartões de viagem” que permitem levantar dinheiro sem estes custos adicionais. A maioria das caixas automáticas cobra uma taxa pela sua utilização, mas no kombini chamado 7 Eleven podes encontrar caixas automáticas que não cobram qualquer taxa. Levantar dinheiro com um cartão de viagem é a melhor forma de poupares dinheiro. Outros conselhos para viajar para o Japão Não queremos terminar esta lista de dicas sem terminar com estas outras informações úteis para viajar para o Japão: • Ao contrário de outros países onde a gorjeta é mesmo obrigatória, aqui a gorjeta pode ser mal vista. • É proibido fumar na rua, exceto em zonas especialmente designadas para o efeito. • Respeita os costumes e regras. Noutros países, por exemplo, a utilização das escadas rolantes é mais anárquica, mas não aqui. Se quiseres subir as escadas sem te mexeres, coloca-te à esquerda para que os que querem avançar o possam fazer à direita. O mesmo acontece em muitas ruas, cada um segue o seu caminho. • Quando entrares num local onde as pessoas andam descalças, faz o mesmo por educação. • Tem cuidado com as tomadas. Tanto as fichas como a voltagem são diferentes no Japão. Não te esqueças de comprar um adaptador para carregar os teus aparelhos. • Em locais fechados, como comboios e metropolitanos, tenta não falar alto e não comas a não ser que te digam que é permitido. O que achaste dos nossos conselhos e informações úteis para viajar para o Japão, tens alguma dúvida? Não hesites em colocar qualquer questão nos comentários abaixo para que te possamos ajudar. Além disso, para garantir que a tua viagem é um sucesso total, criámos estes 2 artigos de leitura obrigatória para ti: • Documentos e requisitos para visitar o Japão • É seguro viajar para o Japão?

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Como se deslocar na Tailândia: guia de transportes 2025

Como se deslocar na Tailândia: guia de transportes 2025

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Se esta é a tua primeira viagem ao país asiático, podes estar a perguntar-te como te vais deslocar na Tailândia: de avião? de autocarro? de comboio? deves alugar uma mota nas ilhas? Não te preocupes, na IATI somos apaixonados pela Tailândia e aqui vamos contar-te todas as opções para te deslocares, dar-te dicas e falar-te dos percursos mais comuns para te ajudar a planear a tua viagem. Continua a ler e descobre como são os transportes e como te podes deslocar na Tailândia. Como te deslocares na Tailândia: transportes entre diferentes partes do país Começamos o nosso artigo sobre transportes na Tailândia com a parte que mais te preocupa: ir de uma parte do país para outra. Vamos falar-te de todos os diferentes meios de transporte na Tailândia para que possas tomar uma decisão com base nas tuas preferências e no que mais te convém em cada momento. Deslocares-te pela Tailândia de avião A Tailândia está bastante bem servida de ligações aéreas e existem várias companhias aéreas de baixo custo que operam a preços muito competitivos. De facto, se comprares o teu bilhete com antecedência, o custo de viajar pela Tailândia por terra ou por ar será provavelmente semelhante. Há muitos aeroportos espalhados pelo país. Se estiveres a planear visitar as ilhas, vais encontrar também um em Phuket, um em Koh Samui e um em Krabi. Quanto às companhias aéreas, estas são as principais: Thai Smile, Air Asia, Nok Air, Thai Lion Air, Vietjet Air e Bangkok Airways. A melhor maneira de encontrar voos para as datas que pretendes é utilizares motores de busca como o Skyscanner, que te mostra uma comparação das diferentes opções. No entanto, é melhor consultares os sites de cada companhia aérea para ver o preço real e os suplementos aplicáveis. Em relação a este tema, não te esqueças que muitas companhias aéreas tailandesas, tal como na Europa, cobram uma taxa se pretenderes despachar bagagem. Mencionámos este facto para o caso de estares a ponderar os custos das viagens aéreas em relação a outros meios de transporte na Tailândia. Transportes na Tailândia: autocarros Outra forma de te deslocares na Tailândia é utilizar autocarros. Neste caso, podes encontrar tanto autocarros do governo como privados. Os autocarros públicos são mais baratos, mas tendem a estar em piores condições e a fazer mais paragens, pelo que são mais lentos. As empresas privadas oferecem geralmente um melhor serviço e várias categorias de autocarros, incluindo alguns autocarros VIP com assentos maiores e um snack-bar. Os autocarros são um meio de transporte comum na Tailândia e circulam a todas as horas do dia. De facto, poderás apanhar um autocarro noturno e, por vezes, poderás encontrar autocarros-cama para viagens mais longas. Isto permite-te evitar passar uma noite num hotel e poupar algum dinheiro. Não te esqueças de levar roupa quente, pois o ar condicionado está normalmente ligado no máximo. A maioria das cidades tailandesas têm estações de autocarros e são relativamente centrais. O que deves ter em conta é que em Banguecoque há várias e terás de ir a uma delas, dependendo da direção para onde vais. Estações de autocarro na Tailândia • Estação de autocarros Mo Chit: se estiveres a ir para oeste ou norte da Tailândia. Deves ir para lá se estiveres a ir para lugares como Sukhothai, Chiang Mai ou Chiang Rai. • Terminal Rodoviário do Sul Sai Tai Mai: em direção ao sul do país. Por exemplo, se estiveres a ir para Krabi ou Phuket. • Estação rodoviária de Ekkamai: daqui partem autocarros para destinos populares como Pattaya ou Koh Samet, no leste do país. Como comprar bilhetes de autocarro para viajar pela Tailândia? A forma mais barata é ir diretamente à estação e comprar o bilhete na bilheteira da empresa. No caso das grandes cidades, como Banguecoque ou Chiang Mai, como não estão localizadas centralmente, é melhor ir às agências de viagens e poupar a viagem se quiseres comprá-los com antecedência, ou comprá-los online através da 12Go Asia ou da BusOnlineTicket. Cobram uma pequena taxa, mas pode valer a pena pela comodidade. Como te deslocares na Tailândia: comboio Um dos nossos meios de transporte preferidos na Tailândia é o comboio. A rede ferroviária é extensa e as carruagens são geralmente confortáveis. O que tens de ter em conta é que os atrasos são bastante comuns, por isso não esperes um serviço 5 estrelas. Viajar de comboio pela Tailândia é agradável e uma experiência única, especialmente se optares por viajar durante a noite, uma vez que os bancos se transformam frequentemente em camas, mesmo com os seus próprios lençóis. Nos comboios de longo curso, existe normalmente uma carruagem restaurante a preços bastante acessíveis. Quanto às categorias de lugares, vale a pena informares-te na própria estação, mas, regra geral, são as seguintes: • Primeira classe: trata-se geralmente de uma carruagem com ar condicionado e casa de banho, que é mais privada. Se forem várias pessoas, esta opção mais privada é a melhor. • Segunda classe: são carruagens maiores que oferecem a opção de um assento ou cama e ventoinha ou ar condicionado. Nas viagens longas, é a mais interessante, sobretudo se se tratar de um comboio-cama. • Terceira classe: os assentos são mais desconfortáveis, por isso é melhor para viagens curtas. Como reservar bilhetes de comboio para viajar pela Tailândia? A melhor forma e a mais barata é reservares os teus bilhetes na estação, mas tem em atenção que os bilhetes, especialmente os de cama, esgotam com dias de antecedência. Por isso, talvez seja melhor reservá-los online através do site da companhia (que funciona regularmente) ou da 12go Asia. Se optares por este último, terás de te deslocar aos pontos de levantamento especificados na tua compra para teres o teu bilhete físico. Transportes na Tailândia: Carrinhas Uma alternativa aos autocarros, especialmente para viagens mais curtas, são as carrinhas. Como não fazem tantas paragens como os autocarros, são muito mais rápidas, embora não sejam tão confortáveis pois são menos espaçosas. Valem a pena para viagens como de Chiang Mai para Pai ou Banguecoque para Kanchanaburi. Normalmente, partem das próprias estações de autocarros, pelo que o melhor é fazer uma pesquisa. Como te deslocares na Tailândia: barcos e ferries Durante a tua viagem à Tailândia, é provável que estejas a planear visitar ilhas como Koh Tao ou Koh Lipe, onde encontrarás algumas das melhores praias da Tailândia. É por isso que neste guia de transportes na Tailândia não podíamos não falar sobre barcos e ferries. Na Tailândia, encontras ferries lentos, lanchas rápidas e os belos barcos de cauda longa. Os primeiros são frequentemente utilizados para ligar o continente às ilhas de uma forma mais económica. As companhias mais populares são a Lomprayah (que opera na costa do Golfo da Tailândia para Koh Tao, Koh Phangan e Koh Samui e na costa ocidental para Phi Phi, Lanta…), a Songserm (barcos para as ilhas do Golfo, barcos um pouco piores do que os primeiros), a Raja Ferry (Surat Thani-Koh Samui) e a Seatran Ferry (em ambas as costas do país com barcos maiores). Os barcos e as embarcações de longo curso são frequentemente utilizados para passear pelas ilhas. Se fizeres uma viagem longa, como por exemplo de Banguecoque para Koh Tao, vale a pena considerar se combinares um bilhete de autocarro com um bilhete de barco, uma vez que as companhias de ferry oferecem muitas vezes bilhetes conjuntos que te permitirão poupar tempo e aborrecimentos. Mesmo as companhias aéreas, quando reservas o teu voo, oferecem a opção de transporte combinado para destinos insulares populares. Alugar um carro na Tailândia Por último, embora não seja muito popular, alguns viajantes ficam animados a alugar um carro e a conduzir pela Tailândia ao seu próprio ritmo. É uma forma cómoda e económica se fores com um grupo de pessoas, mas tem em atenção que, infelizmente, as estradas tailandesas são notoriamente propensas a acidentes e algumas das mais perigosas do mundo, por isso conduz com cuidado. Além disso, tem em atenção que o volante está do lado direito. A maioria das empresas de aluguer de automóveis exige o teu passaporte, a carta de condução do teu país, uma licença internacional de condução e um depósito, que é normalmente feito com cartão de crédito. Como te deslocares dentro das cidades na Tailândia Já vimos como é que te deslocas na Tailândia, mas como é deslocares-te nas cidades? Aqui, analisamos as diferentes alternativas que encontras na maioria das cidades. Deslocares-te nas cidades da Tailândia: táxi ou Grab Em grandes cidades como Chiang Mai ou Banguecoque, especialmente nesta última, os táxis são uma boa opção para te deslocares. No entanto, tem em conta que nas zonas mais turísticas podem tentar aproveitar-se de ti, pelo que é essencial estares preparado. A melhor coisa a fazer é parares um táxi e pedir-lhe para pôr o taxímetro a funcionar. Se ele não o quiser pôr, sai e pede a outra pessoa. Uma alternativa que te dá menos dores de cabeça é a aplicação Grab. Este é o Uber do Sudeste Asiático e funciona muito bem na Tailândia. Também te dá a opção de pagares com cartão de crédito. Transportes na Tailândia: o tuk tuk Os tuk tuks são os meios de transporte mais conhecidos e mais cénicos da Tailândia, mas embora sejam uma experiência, não são de modo algum a opção mais barata. De facto, andar de tuk tuk é provavelmente mais caro do que apanhar um táxi, especialmente em Banguecoque, pois na maioria dos casos aproveitam-se dos turistas. Os tuk tuks tailandeses não têm taxímetro, pelo que terás de negociar com eles antecipadamente e é provável que fiques a perder. Se te oferecerem um preço muito baixo, poderás ter de fazer várias paragens em lojas de comissões. Nas cidades mais pequenas, esta pode ser uma opção mais conveniente. Deslocares-te de songtaew Este curioso meio de transporte na Tailândia é, na realidade, uma carrinha adaptada em que os passageiros entram pela parte de trás. O songtaew ou songthaew é muitas vezes utilizado como substituto dos autocarros nas zonas rurais e em cidades como Ao Nang ou Chiang Mai, onde os verás por todo o lado pintados de vermelho. Tal como noutras formas de transporte público, a tarifa baseia-se normalmente na distância percorrida, sendo raro pagar mais de 20 baht por uma viagem curta. Se quiseres alugá-lo só para ti, terás de acordar previamente o preço. Aluguer de motas na Tailândia Finalmente, a forma mais confortável de te deslocares na Tailândia, especialmente nas ilhas ou em locais pequenos como Pai, é de mota ou scooter. O aluguer de uma mota custa cerca de 150-300 baht por dia, dependendo do tipo de mota, do local e da duração, pelo que é uma forma económica de descobrires a região. No entanto, aqui ficam algumas dicas para garantir que não tens problemas: • Se nunca conduziste uma mota antes, a Tailândia não é o melhor local para aprenderes a fazê-lo. • Verifica o estado da mota quando a receberes e tira fotografias ou vídeos. • Nunca deixes o teu passaporte com a empresa de aluguer; se te pedirem um depósito, deixa o dinheiro, mas não os teus documentos. • Usa sempre um capacete. • Tem muito cuidado à noite, nunca se sabe se um animal pode aparecer do nada. Trajetos comuns de deslocação na Tailândia: como fazê-los Como já viste, existem muitas opções para te deslocares na Tailândia. Aqui dizemos-te como fazer os transferes mais comuns: Como ir de Banguecoque para Chiang Mai Muitos viajantes optam por visitar ambas as cidades e existem várias opções de ligação entre elas: • Avião: normalmente é muito barato se reservares com antecedência e o voo demora apenas 90 minutos. • Comboio: esta é uma opção cénica e agradável, especialmente se decidires apanhar o comboio noturno e dormir numa cama. Tem em atenção que podes demorar até 14 horas. • Autocarro: talvez a opção mais incómoda porque os assentos são mais desconfortáveis, pelo que aconselhamos que escolhas os autocarros VIP. Dura cerca de 10 horas. Como ir de Banguecoque a Ayutthaya A apenas 80 quilómetros de Banguecoque, esta é uma viagem de um dia muito comum a partir da capital. As alternativas para ir de Banguecoque a Ayutthaya são: • Comboio: a partir da estação de Hua Lamphong, os comboios partem aproximadamente de hora a hora e demoram 90-120′ a chegar a Ayutthaya. A tarifa é de cerca de 20 baht. • Autocarro: partem da estação de Mo Chit e demoram cerca de 2 horas. O bilhete custa cerca de 60 baht. • Carrinha: tanto de Mo Chit como da zona de Khaosan Road, a duração da viagem é semelhante e o custo é de 150-300 baht. Como ir de Banguecoque para Koh Tao Esta é uma das ilhas mais populares do país, especialmente porque o mergulho em Koh Tao é muito interessante, mas deves saber que é muito longe de Banguecoque. As opções de transporte para te deslocares entre estes pontos na Tailândia são: • Autocarro + barco: esta é a mais comum. Vais de autocarro até Chumphon e de lá apanhas um dos barcos para Koh Tao. A forma habitual é apanhar o autocarro durante a noite e chegar por volta das 11 horas. A Lomprayah e a Songserm vendem bilhetes combinados a bom preço e não tens de te preocupar com nada, pois o autocarro deixa-te no porto. • Comboio + barco: O comboio para Chumphon é mais confortável, uma vez que tem uma cama, mas tem em atenção que há frequentemente atrasos e que tens de apanhar um transporte da estação para o porto. • Voo + barco: podes apanhar um voo para Koh Samui (bastante caro) ou para Surat Thani e de lá um barco para Koh Tao. Dicas para te deslocares na Tailândia Já sabes como é deslocares-te na Tailândia, mas aqui ficam algumas dicas nossas para que tudo corra bem: • A Tailândia é um país bastante seguro, mas, infelizmente, ocorrem furtos, que são comuns em passeios noturnos e de turistas. Por isso, recomendamos que tenhas cuidado com os teus pertences e não deixes objetos de valor ou dinheiro na bagagem de porão. • Tenta comprar os bilhetes com antecedência. Embora existam muitas opções de transporte na Tailândia, não é raro que esgotem, especialmente para viagens como os comboios de Banguecoque para Chiang Mai ou vice-versa, sobretudo se quiseres uma cama. • Se estiveres mais em modo “go with the flow” e não quiseres reservar o teu transporte na Tailândia com antecedência, tenta chegar à estação com duas a três horas de antecedência. • Se estás a pensar alugar uma mota, tenta fazê-lo em locais que tenham boas referências, nunca deixes o teu passaporte na agência e tira fotografias ou vídeos do estado da mota antes de partires. Evidentemente, não alugues uma mota se nunca conduziste este tipo de transporte antes pois, infelizmente, os acidentes são comuns. • Viaja sempre com um bom seguro para a Tailândia. Para além de cuidares da tua saúde, também te cobre em caso de roubo, problemas com a tua bagagem, transporte ou mesmo se precisar de ser repatriado. O melhor seguro para este destino é o IATI Mochileiro. Seguro de viagem para a Tailândia: • Se puderes, evita os tuk tuks em Banguecoque. Infelizmente, não é raro ser enganado ou conseguir uma “boleia” de uma loja para outra por um preço barato. Noutras cidades, podes utilizá-los, mas combina sempre o preço antes de os utilizar. • Estás a pensar viajar de ferry pela Tailândia e enjoas? Nesse caso, lembra-te de levar biodramina (com cafeína, se possível) no teu estojo de primeiros socorros. Se o mar estiver um pouco agitado, podes ficar enjoado. O mesmo se aplica à viagem entre Chiang Mai e Pai de autocarro ou carrinha – há muitas curvas! • Faz bastante calor na Tailândia, mas não é raro que o ar condicionado seja como um frigorífico, por isso não custa nada levar roupa quente contigo, especialmente se a viagem for longa. • Estes conselhos de viagem à Tailândia vão dar-te mais dicas sobre como tirar o máximo partido do país e evitar cometer erros. Esperamos ter-te ajudado para te orientares na Tailândia. Se tiveres alguma dúvida ou quiseres acrescentar algo mais, teremos todo o gosto em responder-te nos comentários. Não te esqueças que no nosso blog temos muita informação sobre o Sudeste Asiático e, especificamente, sobre a Tailândia. Estes artigos vão ajudar-te muito: • Viajar sozinha pela Tailândia: as melhores dicas • Documentos e requisitos para viajar para a Tailândia • 10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia

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Viagem de 15 dias na Malásia: o melhor itinerário

Viagem de 15 dias na Malásia: o melhor itinerário

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Sabemos que planear um itinerário de viagem de 15 dias na Malásia pode ser um pouco complicado. É um dos países mais variados do Sudeste Asiático e, portanto, não há falta de coisas para fazer na Malásia. Como na IATI estamos loucamente apaixonados por este canto do mundo, decidimos facilitar a preparação da tua viagem e desenhar o melhor itinerário de 15 dias para viajar para a Malásia. Vais descobrir cidades fascinantes, praias paradisíacas, uma das mais antigas florestas tropicais do mundo e belas paisagens compostas por milhões de arbustos de chá. Continua a ler e descobre o melhor itinerário de viagem de 15 dias na Malásia. No caso de teres mais ou menos tempo, no final deste artigo encontras algumas sugestões para modificares o itinerário. Vamos começar! Considerações básicas para esta viagem de 15 dias pela Malásia Antes de chegarmos ao ponto de partida e dar-te um passo a passo desta viagem de 2 semanas na Malásia, gostaríamos de te dar algumas ideias/sugestões para te ajudar a compreender melhor este país: • Trata-se de um itinerário de alta intensidade pela da Malásia. Por outras palavras, em alguns lugares só vais passas 1 dia ou 1,5 dias. Este é o tempo suficiente para conseguires ver o básico. No entanto, se fores um viajante que prefere mudar menos os destinos e passar mais tempo neles, aconselhamos que removas um. • Acrescentámos Singapura devido à sua proximidade e acessibilidade. No entanto, se já visitaste ou se não te apetece visitar, podes saltar este passo e concentrares-te na Malásia. • A Malásia é um país enorme. Assim, concentrámo-nos apenas no continente e em algumas das ilhas próximas. Claro que também podes incluir partes do Bornéu, que são acessíveis por avião. Este itinerário cobre o que poderia ser considerado como as paragens obrigatórias. Como posso movimentar-me na Malásia? • Pensámos em incluir várias viagens de avião, a fim de minimizar o tempo de viagem e otimizar o itinerário de 15 dias na Malásia. Ao contrário do que possas pensar, isto não será demasiado caro, especialmente se reservares os bilhetes com antecedência, uma vez que existem várias companhias aéreas low cost a operar no país, a mais importante é a Air Asia. • Como sempre, esta é apenas uma amostra dos possíveis itinerários. As possibilidades são infinitas e é uma boa ideia leres sobre os mais destinos antes de partires para o teu itinerário de viagem na Malásia, de forma a escolheres aqueles em que está mais interessado. Considera também como farias as transferências. • A grande maioria dos viajantes inicia o seu itinerário da Malásia em Kuala Lumpur, uma vez que KLIA é o aeroporto que recebe o maior número de voos internacionais. Se estiveres a viajar pela Tailândia, talvez pudesses entrar por terra e começar com uma visita a Penang. Se estiveres a voar para Singapura, poderás atravessar por terra e ir diretamente para Melaka e depois continuar para o resto dos destinos. Quantos dias preciso para viajar pela Malásia? Demoraria vários meses para cobrires toda a Malásia. Basta dares uma olhadela no mapa. É um país muito grande, constituído não só pelo continente, mas também por ilhas e pela parte do grande Bornéu. No entanto, estamos conscientes de que nem todos têm/querem umas férias tão longas. Assim, acreditamos que uma viagem de 15 dias na Malásia te dará uma boa ideia do que este país tem para oferecer. Se for possível, 20 dias dar-te-iam ainda mais satisfação e poderias fazer tudo isto com menos “correria”. Qual é a melhor altura para viajar para a Malásia? Ao planeares um itinerário de viagem de 15 dias, ou mais, para a Malásia, é sempre uma boa ideia fazeres uma pequena pesquisa sobre como está o tempo nesta parte do mundo. Provavelmente já sabes que em certas alturas do ano chove mais do que o habitual, pois é uma região tropical afetada pelas monções. Contudo, comecemos pelo importante: é sempre uma boa altura para visitares a Malásia, uma vez que as costas leste e oeste têm os seus meses mais chuvosos em diferentes alturas do ano. De forma geral, a melhor altura para viajar para a Malásia é de março a outubro, quando normalmente não chove tão tanto. No entanto, é necessário fazer uma distinção entre estas épocas: • Costa Oeste: em teoria, pode chover mais entre setembro e outubro e abril e maio. • Costa Leste: é preferível evitar as ilhas a leste da Malásia peninsular entre novembro e fevereiro. • Bornéu: a melhor época é de maio a outubro, a estação seca. Esta é a teoria, a prática pode ser diferente, uma vez que estamos a falar de um clima tropical. Por conseguinte, o nosso conselho é planeares um itinerário pela Malásia sem te preocupares demasiado com o clima. Se quiseres saber mais sobre este tópico, recomendamos que leias o nosso artigo Qual é a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático? Itinerário de viagem para a Malásia: 15 dias passo a passo Vamos ao que interessa e aqui detalhamos como seria o melhor itinerário de viagem de 15 dias na Malásia. Abaixo indicamos as possibilidades que tens em cada dia: • Dias 1 e 2: Kuala Lumpur • Dias 3 e 4: Penang • Dia 5: de Penang para as Ilhas Perhentian • Dias 6 e 7: Ilhas Perhentian • Dia 8: de Perentir para Singapura • Dias 9-10: Singapura • Dia 11 – de Singapura para Melaka • Dia 12: Melaka • Dia 13: de Melaka para Taman Negara ou Cameron Highlands • Dia 14 – Taman Negara/Cameron Highlands • Dia 15 – Regresso a Kuala Lumpur e fim do itinerário de 15 na Malásia. Dias 1 e 2: Kuala Lumpur, o ponto de partida de um itinerário para a Malásia Bem-vindo a Kuala Lumpur! O início deste itinerário de 15 dias na Malásia não podia ser nada mais nada menos, que a sua capital: Kuala Lumpur. Mundialmente famosa pela sua linha de arranha-céus dominada pelas Torres Petronas, KL tem também bairros interessantes onde começas a perceber o que torna este país tão especial: a sua mistura de culturas. Estes são os pontos de visita obrigatórios: • Mesquita Nacional da Malásia • Praça Merdeka e a Galeria da Cidade de Kuala Lumpur • Petaling Street e o resto de Chinatown, explora os seus diferentes templos. • Passeio ao longo de Bukit Bintang à noite • Pôr-do-sol no Heli Lounge Bar ou outro bar elevado • Grutas de Batu • Torres Petronas ao pôr-do-sol Dias 3 e 4: Penang Depois de cobrires os principais pontos turísticos de Kuala Lumpur, apanha um voo matinal para a ilha de Penang. A sua capital, George Town, é uma das mais interessantes de todo o país e, vamos contar-te um segredo, a nossa preferida em todo o país. É conhecida pela sua street art, que a coloca no radar turístico do Sudeste Asiático, mas está repleta de interessantes edifícios históricos. Penang era um importante ponto comercial entre a Ásia e a Europa. Chineses, malaios, indianos, eurasianos, tailandeses e peranakanos (os descendentes dos primeiros chineses a estabelecerem-se nas colónias) viveram aqui durante séculos, por isso andar pelas ruas e apreciar a arquitetura quase única das casas é um verdadeiro luxo. Acrescenta a isto o facto de ser a capital gastronómica da Malásia, e terá uma grande oportunidade de encher a barriga durante estes dois dias na tua viagem de 15 dias na Malásia. Dia 5: de Penang para as Ilhas Perhentian Está na hora de descobrires algumas das melhores praias da Malásia! Neste itinerário de 15 dias na Malásia que planeámos, recomendamos voar de Penang para Kota Bharu. Desta forma, não terás de atravessar toda a Malásia por terra. Quando lá chegares, podes apanhar um táxi para Kuala Besut e depois um barco, à tua escolha, para a ilha Perhentian. Calculamos que esta viagem te levará uma boa parte da manhã, assim podes dedicar a tua tarde para descansar e, porque não, dar um mergulho nas águas límpidas que rodeiam as ilhas. Se estiveres a planear uma viagem à Malásia entre novembro e fevereiro, talvez queiras trocar estas ilhas por Langkawi. Pessoalmente, achamos o Langkawi menos impressionante, mas tem praias muito bonitas e é facilmente acessível a partir de Langkawi por barco ou avião. Dias 6 e 7: Ilhas Perhentian Perhentian Kecil (pequena) e Perhentian Besar (grande) são as duas principais ilhas deste arquipélago malaio. A primeira tem uma vibe mais mochileira, enquanto que a segunda tem resorts mais agradáveis. Qualquer que seja a tua escolha, estarás bem, e poderás explorar ambas com excursões de snorkelling disponíveis em quase todo o lado. Outra coisa a ter em conta é que os Perhentians são um destino popular para mergulhadores e snorkellers. Por isso, se já tens a tua licença ou se gostavas de experimentar mergulho, não hesites e reserva já. Algumas das melhores praias das Ilhas Perhentian incluem a Praia Romântica (Perhentian Kecil) e a Praia das Tartarugas (Perhentian Besar). Há também vários pontos de snorkelling onde não é invulgar ver tartarugas e até mesmo, ocasionalmente, o tubarão do recife. Por isso, a melhor maneira de tirares o máximo partido deles é fazeres um passeio ou uma viagem de barco. Dia 8: das Perhentian para Singapura São muitos os viajantes que planeiam um itinerário malaio e não hesitam em incluir alguns dias em Singapura. É uma das cidades mais impressionantes do Sudeste Asiático, pelo que também consideraríamos importante passares lá alguns dias. Para chegares rapidamente das Ilhas Perhentian a Singapura, terás de regressar ao aeroporto de Kota Bharu. A partir daí, tens voos para Singapura. Se não te importares de demorar mais tempo, mas quiseres poupar dinheiro, podes também viajar por terra até à fronteira entre os dois países. É um transporte simples e rápido. Dias 9 e 10: Singapura O que podemos dizer sobre Singapura? Sem dúvida uma das capitais mundiais, o seu emaranhado de arranha-céus é dominado pelo impressionante edifício do hotel Marina Bay Sands, que ostenta a mais espectacular piscina infinita que alguma vez vais ver. Ficar aqui não costuma custar menos de 400 euros por noite, mas é um luxo que é difícil de esquecer. Achamos que deverias considerar dispender pelo menos dois dias para explorares a cidade. Para teres a certeza de que não perdes nada, dá uma olhadela mais atenta ao nosso artigo sobre o que fazer em Singapura. Dia 11: de Singapura a Melaka A próxima paragem neste itinerário de 15 dias na Malásia é Melaka, outra bela cidade que vale a pena visitar. Para chegares de Singapura, é melhor atravessares a fronteira terrestre entre as duas e apanhares um autocarro direto para Melaka. Se saíres de manhã cedo, estarás no teu destino em cerca de 5 horas, para poderes passar a tarde a passear pela zona da Jonker Street e, claro, recarregar as baterias com um nyonya laksa, o prato típico de Melaka. Dia 12: Melaka Tal como Penang, Melaka é uma cidade com uma história muito interessante e, portanto, muitos lugares de interesse para visitares. Os restos de um forte português, uma praça com estilo holandês, uma rua forrada de mesquitas e templos budistas e hindus, museus e um agradável rio com fachadas cheias de street art esperam por si. Embora possa ser um pouco avassalador, em apenas um dia poderás cobrir todas as principais coisas a fazer em Melaka. Se tiveres sorte e for sexta-feira, sábado ou domingo, poderás até dar um passeio pelo famoso mercado noturno de Jonker St. Dia 13: de Melaka a Taman Negara ou a Cameron HighLands Infelizmente, neste momento, terás que fazer uma escolha. Campos de chá contra uma floresta tropical com 130 milhões de anos. Tanto o Cameron Highlands como o Taman Negara são dois destinos possíveis neste itinerário de 15 dias na Malásia, mas não é viável visitares ambos (a menos que saltes outro destino ou tenhas alguns dias extra). Em qualquer dos casos, a opção mais viável é ir para Kuala Lumpur e depois fazer a ligação com o transporte para Kuala Tahan, o ponto de partida para explorar a selva de Taman Negara, ou para Tanah Rata, a cidade para explorar as Cameron Highlands. Se fores demasiado preguiçoso para te deslocares, outra alternativa seria passares a noite em Kuala Lumpur no dia 13 e reservares uma viagem de um dia para Taman Negara ou para as Cameron Highlands a partir de KL no dia 14. Dia 14: Taman Negara/Cameron Highlands Dependendo do que tiveres optado, terás diferentes alternativas para este dia no teu itinerário. Por exemplo: • Cameron Highlands: existem muitos trilhos diferentes, mas, com apenas um dia, optaríamos por visitar o Estado de Sungei Palas, Boh, uma das plantações de chá mais famosas do país. Também podes ir em busca de rafflesia, a maior flor do mundo. • Taman Negara: há muitas caminhadas diferentes por esta selva impenetrável, mas com o tempo de que dispões, terás de passar um dia aqui. Não te preocupes! Vais divertir-te imenso. Podes fazer sozinho um percurso circular que passa pela chamada canopy walk Bukit Terisek. Cuidado apenas com as sanguessugas, se choveu muito. Se chegaste cedo na noite anterior ou na noite do dia 14, poderás também inscrever-te numa visita guiada noturna para ver a vida selvagem noutra perspetiva. Dia 15: Regresso a Kuala Lumpur e fim do itinerário de 15 dias na Malásia Infelizmente, esta viagem à Malásia em 15 dias está a chegar ao fim. Dependendo da hora do teu voo de regresso a casa, terás mais ou menos tempo para passar este dia em Melaka ou Kuala Lumpur, o que preferires. Mesmo assim, deves contar em ter cerca de 3 horas, ou mais, para chegares ao aeroporto a partir de Melaka. Se quiseres levar algumas recordações e não as tiveres comprado pelo caminho, um bom lugar para o fazer em Kuala Lumpur é em Chinatown ou Pasar Seni (Mercado Central). Mesmo assim, já sabes que as melhores recordações vão ficar na tua memória. Mapa do itinerário de viagem de 15 dias na Malásia Incluímos neste itinerário um mapa com todas as paragens, para que possas ter uma ideia visual da tua viagem. Clica aqui para veres o mapa. Alternativas ao itinerário de 15 dias na Malásia É claro que esta é apenas uma das rotas possíveis para visitares a Malásia em 15 dias. As possibilidades são infinitas, especialmente tendo em conta que ainda não tocámos no Bornéu. Como dissemos no início do artigo, é importante ler muito e definir o itinerário tendo sempre em conta as tuas preferências. Talvez queiras fazer uma viagem mais descontraída e passar mais dias em Melaka ou Taman Negara ou Cameron Highlands. Talvez também queiras fazer o curso de mergulho nas Ilhas Perhentian e, por conseguinte, ter de lá passar mais tempo. Também nos ocorre que talvez queiras mergulhar num dos melhores locais de mergulho do mundo: Sipadan. Neste caso, terás de passar 4-5 dias nesta parte da Malásia, pois terás de voar até Tawau e de lá chegas a Sipadan. Por outro lado, se estiveres mais interessado nas praias, depois de visitares os Perhentians, poderás visitar o nosso amado Pulau Kapas. Este é, juntamente com Tioman, um dos mais sossegados do país. Se quiseres mais movimento, a partir de Penang poderás dar o salto para Langkawi, que é mais turístico. Quinze dias podem ser bastante curtos num país com tanto para fazer, mas o importante é fazer um percurso que satisfaça as tuas curiosidades de viagem. O que visitar se tiver menos tempo para viajar para a Malásia? 10 dias? Caso não tenhas mais tempo de férias ou vás combinar este país com outros no Sudeste Asiático, um possível itinerário de 10 dias na Malásia poderia ser: • Dias 1 e 2: Kuala Lumpur, o ponto de partida para uma viagem à Malásia. • Dias 3 e 4: Penang • Dia 5: de Penang para as Ilhas Perhentian • Dias 6 e 7: Ilhas Perhentian • Dia 8: das Ilhas Perhentian para Melaka • Dia 9: Melaka • Dia 10: Regresso a Kuala Lumpur e casa Se está ansioso por visitar Singapura, poderás substituir Melaka. Em alternativa, podes também trocar Perhentian por Pulau Kapas. O que visitar com mais dias para viajar para a Malásia? Se tiveres a sorte de ter 20 ou 30 dias para viajar pela Malásia, ótimo! Não te faltarão coisas para fazer. A nossa recomendação para 20 dias na Malásia seria o mesmo itinerário que lhe mostrámos, mas visita tanto Taman Negara como Cameron Highlands e dá pelo menos mais um dia às Ilhas Perhentian. Queres fazer uma viagem de um mês à Malásia? Nesse caso, acrescentaríamos a zona de Sipadan, o rio Kinabatangan e Kota Kinabalu ao teu itinerário de 20 dias. Vais poder descobrir uma Malásia ainda mais selvagem. Esperamos ter ajudado a planear o itinerário de viagem de 15 dias na Malásia. No entanto, se tiveres alguma pergunta, teremos todo o prazer em responder-te nos comentários. Além disso, não vás embora sem dar uma vista de olhos a estes outros artigos do nosso blog: • Roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura • 10 factos sobre a Malásia que não sabias

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Documentos e requisitos para viajar para o Nepal em 2025

Documentos e requisitos para viajar para o Nepal em 2025

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Quais são agora os requisitos para viajar para o Nepal? Quais são os documentos mais importantes que precisas de levar contigo? Na IATI, apaixonados por este país asiático, vamos dizer-te tudo o que precisas de saber para que não tenhas quaisquer problemas ao entrar neste país. Continua a ler para descobrires quais os documentos e requisitos para viajar para o Nepal em 2025. Seguro de viagem para o Nepal, um documento essencial O Ministério dos Negócios Estrangeiros é muito claro nas suas recomendações de viagem: “A rede sanitária é muito deficiente. Os cuidados médicos ocidentais são caros, sendo normalmente exigido que o pagamento seja feito de imediato. É aconselhável a subscrição de um seguro de viagem que inclua situações de emergência, repatriamento para Portugal e resgate aéreo, se tencionar fazer montanhismo”. Além disso, o bom senso e a situação médica atual tornam essencial que sejas acompanhado pelo melhor seguro para o Nepal. O IATI Mochileiro é o teu fiel companheiro de viagem nesta aventura. É uma apólice especialmente concebida para viajantes todo-o-terreno como tu, que querem explorar cidades, mas que também querem praticar desportos de aventura. No caso do Nepal, isto é ainda mais importante. O IATI Mochileiro cobre a prática de desportos de aventura e no caso do trekking é o único seguro no mercado que estará lá para ti se tiveres um acidente até 5.400 metros de altitude. Por outras palavras, serás atendido até no cobiçado Campo Base do Everest, mesmo que tenhas de ser transferido de helicóptero ou repatriado para Portugal num avião médico. O MNE é muito claro e assinala que, na ausência de seguro, o Estado português não é responsável pelas despesas incorridas, que não são normalmente poucas. O IATI Mochileiro oferece também uma cobertura de despesas médicas até 1.000.000 euros. Contrata já o teu seguro e viajem com a IATI: Documentos para viajar para o Nepal Em situações normais, não há muitos documentos para viajar de Portugal como turista para o Nepal. Um em particular: um passaporte válido por pelo menos 6 meses. Isto porque os portugueses podem tirar partido do sistema de Visto de Chegada se o objetivo for o turismo. É necessário visto para viajar para o Nepal? Sim, os portugueses precisam de um visto para viajar para o Nepal. Contudo, se estiveres a viajar como turista, não será muito difícil obteres um, uma vez que pode ser feito no aeroporto obtendo o chamado “visto à chegada“. O processo é o seguinte: • Passo 1: preenche o “Cartão de Chegada” que te será dado no avião e depois faz um registo online através das máquinas no aeroporto de chegada. Aqui terás a tua fotografia tirada e terás de indicar quanto tempo vais permanecer no Nepal, uma vez que o preço dependerá disso. Terás também de digitalizar o teu passaporte. Se quiseres saltar esta etapa, podes também fazê-lo online com antecedência neste link. • Passo 2: Pagar e obter o visto. O custo depende do número de dias que pretendes ficar no Nepal. A partir de hoje custa 30 USD para até 15 dias, 50 USD para até 30 dias e 125 USD para até 90 dias. O visto do Nepal é gratuito para crianças com idade inferior a 10 anos. As autoridades nepalesas aconselham o transporte de dinheiro, e o pagamento pode ser feito em várias moedas (não em rupias indianas), embora exista também uma casa de câmbio. Guarda sempre o recibo. • Passo 3: Dirije-te ao balcão de imigração com o formulário preenchido, o recibo e o teu passaporte. O funcionário da imigração irá carimbar o visto no passaporte. Posso solicitar o visto antes da viagem? Se por qualquer razão, ou porque não queres esperar em filas à chegada, podes solicitar um visto de turista na Embaixada do Nepal em Lisboa. Nota que este será válido para entrada por um período máximo de 6 meses a partir da data de emissão. Trata-se de um visto de múltiplas entradas. Além disto, pode ser prorrogado no Departamento de Imigração em Katmandu ou no Gabinete de Imigração em Pokhara por um total máximo de 150 dias de visto num ano civil (Janeiro-Dezembro). Se o seu objetivo de viagem for outro que não turismo, é melhor verificares com uma embaixada ou consulado nepalês se necessitas de solicitar outro visto no país. Existem vacinas obrigatórias para viajar para o Nepal? A única vacina necessária para viajar para o Nepal é a vacina contra a febre amarela para aqueles que vêm de áreas infetadas. Portugal não é uma área endémica para esta doença, mas alguns países da América Latina e África são, pelo que se vais transitar a partir destes países, deves trazer o teu certificado internacional de vacinação, demonstrando que foste vacinado contra a mesma. Por outro lado, o Ministério recomenda que seja vacinado contra a hepatite A, a febre tifóide e a cólera. Dependendo da época do ano, a vacinação contra a encefalite japonesa também pode ser aconselhável. Por conseguinte, é sempre aconselhável ir a um centro de vacinação internacional com 3-4 semanas de antecedência e obter o conselho de um médico especializado. Registo de viajante para o Nepal O MNE assinala que é altamente aconselhável inscreveres-te no Registo de Viajantes, especialmente se fores fazer caminhadas. Ao fazê-lo, garantes que serás informado em caso de uma situação de emergência. Podes introduzir os teus dados aqui. Perguntas mais frequentes sobre documentos para viajar para o Nepal Preciso de um visto para viajar para o Nepal? Sim, no entanto se o teu objetivo de viagem for o turismo, podes obter um visto à chegada. Este é conhecido como um “visto à chegada” e pode ser obtido no aeroporto ou no ponto de entrada terrestre. Por quanto tempo posso permanecer no Nepal? Até 90 dias, embora possas solicitar uma prorrogação de visto para permanecer no Nepal por um período máximo de 150 dias num ano civil. Há alguma vacina obrigatória para o Nepal? A vacinação contra a febre amarela só é obrigatória se vieres de uma zona endémica, mas não é esse o caso em Portugal. Outras vacinas como a febre tifóide, hepatite A e cólera são recomendadas, pelo que é aconselhável ir a um centro de vacinação internacional. Posso conduzir no Nepal com a minha carta de condução portuguesa? Embora o MNE recomende alugar um carro com um condutor profissional, assinala que uma carta de condução portuguesa não é válida no Nepal. Por conseguinte, terás de obter uma carta de condução internacional. Esperamos ter-te ajudado a preparar os teus documentos de viagem para o Nepal. Agora, mais do que nunca, é essencial viajar com o melhor seguro de viagem para o Nepal. O IATI Mochileiro oferece uma cobertura de até 1.000.000 euros para despesas médicas. Além disto, é também o seguro mais completo do mercado para caminhadas no Nepal, pois estaremos lá para ti se tiveres qualquer acidente durante uma caminhada até 5.400 metros acima do nível do mar, ou seja, até ao próprio Campo Base do Evereste. Além disso, a nossa cobertura de busca e salvamento inclui o salvamento por helicóptero. Também podes contar connosco se precisares de ser repatriado ou regressar mais cedo da tua viagem devido à hospitalização ou morte de um membro familiar ou para outros problemas típicos de viagem, tais como atraso no transporte ou roubo ou danos na bagagem. Viaja com tranquilidade e obtém já o teu seguro:

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Documentos e requisitos para viajar para a Jordânia em 2025

Documentos e requisitos para viajar para a Jordânia em 2025

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Quais são agora os documentos e requisitos para viajar para a Jordânia? Muitos viajantes têm questões e é normal com tantas mudanças provocadas pela pandemia. Para resolver estas dúvidas e para que não tenhas problemas quando chegares ao país, na IATI Seguros elucidamos-te sobre toda a documentação para viajares para a Jordânia em 2025 e outros detalhes para preparares a tua aventura. Se ainda faltar algum tempo para a tua viagem, não te esqueças de ir verificando a informação com frequência, pois estamos constantemente a atualizar o nosso blogue. Continua a ler para saberes mais sobre os requisitos para viajar agora para a Jordânia. Seguro de viagem para a Jordânia, um requisito obrigatório Viajar com seguro para a Jordânia é agora um requisito obrigatório. O conselho de turismo Jordano (Visit Jodan) é muito claro a este respeito e, além disso, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, nas suas recomendações para viagens a este país, aponta também o seguinte: “Existem hospitais e clínicas privadas de boa qualidade na capital, Amã, e em alguns centros urbanos. É comum os doentes terem de pagar qualquer tratamento no local (…) É aconselhável viajar para a Jordânia com um seguro médico completo, que pode incluir repatriamento, uma vez que os custos de hospitalização e tratamento são muitas vezes extremamente elevados. Podem exceder 5.000 euros por dia em casos de hospitalização na UCI ou tratamento cirúrgico”. Se contratar um seguro de viagem já é importante em qualquer viagem, tornou-se agora fundamental e de senso comum. Ninguém gosta de se encontrar noutro país com um problema de saúde, especialmente em tempos de pandemias e vírus a surgir. O IATI Mochileiro é o teu melhor aliado na Jordânia. Este seguro cobre despesas médicas até 500.000 euros, desde uma simples visita ao médico por uma diarreia até à hospitalização por acidente. Por outro lado, o IATI Mochileiro é um seguro concebido para viajantes off-road, pelo que tem uma cobertura alargada para desportos de aventura. Também estaremos lá para ti se estiveres a planear mergulhar no Mar Vermelho ou caminhar no Wadi Rum. A estes pode acrescentar-se outras coberturas para atrasos de voos, roubo de bagagem ou se precisares de ser repatriado, sem teres de pagar dinheiro antecipadamente ou pagar franquia. Não hesites mais e viaja em segurança com a IATI. Adquire o teu agora: Documentos para viagens à Jordânia Numa situação normal, o documento de viagem mais importante para a Jordânia é o teu passaporte. Não é válido transportar apenas o teu cartão de cidadão e deves verificar se o teu passaporte é válido durante pelo menos 6 meses no momento da entrada na Jordânia. O Ministério dos Negócios Estrangeiros salienta que ter um carimbo israelita no teu documento não é normalmente uma barreira à entrada na Jordânia, embora dependa das autoridades fronteiriças. Preciso de um visto para viajar para a Jordânia? Para além de um passaporte, é necessário um visto para viajar para a Jordânia. No entanto, não tens de te preocupar muito, pois podes obter um no aeroporto de Amã ou na maioria dos postos fronteiriços, seja por terra, mar ou ar. O visto da Jordânia é um visto de entrada única e permite-te 30 dias no país. Custa 40 dinares jordanos (aproximadamente 48 euros), embora valha a pena considerar a compra de um “Jordan Pass” através deste website oficial antes da tua viagem. Isto isenta-te de ter de pagar um visto se passares pelo menos 3 noites no país e permite-te o acesso a cerca de 40 atrações turísticas sem teres de pagar mais, incluindo Petra. Os preços começam em 70 dinares. Se quiseres ficar mais tempo, podes renovar o teu visto numa esquadra da polícia. As autoridades sanitárias solicitam que aqueles que permanecem mais de 2 meses sejam submetidos a testes de SIDA. Continua a ler para saber mais. Requisitos para viajar de Portugal para a Jordânia em 2025 Atualmente, os requisitos para viajar de Portugal para a Jordânia são os seguintes: • Passaporte válido por pelo menos 6 meses a partir da entrada na Jordânia. • Visto: este pode ser obtido à chegada ao país ou pode ser dispensado através da compra de um Jordan Pass. • Fazer um seguro de viagem para a Jordânia. Este é um requisito obrigatório, tal como declarado pelas autoridades Jordanas Anteriormente, era necessário fazer um PCR antes de viajar e outro à chegada. No entanto, a 1 de Março 2022 estes requisitos para viajar para a Jordânia foram abandonados e agora é muito mais simples. As vacinas são necessárias para viajar para a Jordânia? Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, não há vacinações obrigatórias para as viagens à Jordânia. A Fundação IO sublinha que, para além das vacinas gerais recomendadas antes da viagem (tétano, difteria, tosse convulsa, hepatite B e MMR), são recomendadas vacinas contra a febre tifóide, hepatite A, raiva, cólera, meningite meningocócica, gripe e pneumococo, dependendo da natureza da viagem e para pessoas em grupos de alto risco. É portanto aconselhável visitares um centro internacional de vacinação com antecedência. Carta de condução para a Jordânia Se planeias alugar um carro ou mota durante a tua viagem, deves estar ciente de que um dos documentos exigidos para a Jordânia é uma carta de condução internacional. Pode ser facilmente obtida num balcão IMT, com um custo de 30€. O Ministério dos Negócios Estrangeiros aconselha-te a ter extremo cuidado ao viajar, pois em caso de acidente, podes acabar por ser convocado para tribunal e por vezes processado. Perguntas mais frequentes sobre documentos de viagem para a Jordânia De que precisas para viajar de Portugal para a Jordânia? Em situações normais, só precisarás de um passaporte válido com 6 meses de validade a partir da data de chegada à Jordânia. Podes requerer um visto diretamente no país. Preciso de visto para a Jordânia? Quanto custa o visto para a Jordânia? Sim, mas podes obtê-lo diretamente à chegada. Custa 40 dinares jordanos. Se fores turista e passares mais de 3 noites no país, vale a pena considerar a compra de um Jordan Pass. Os preços começam em 70 dinares e está isento de taxas de visto e inclui a entrada em mais de 40 atrações turísticas. As vacinas são necessárias para viajar para a Jordânia? Não, as vacinas não são um requisito para viajar para a Jordânia. Esperamos ter clarificado os requisitos para viajar para a Jordânia. Lembra-te de reunir toda a documentação para evitar quaisquer problemas à chegada. Nós na IATI estamos cientes da situação em constante mudança, por isso estamos constantemente a atualizar os nossos artigos. Verifica mais tarde para ver se há quaisquer alterações. Viajar com seguro é um requisito obrigatório para a Jordânia, mas também essencial para explorar o mundo com tranquilidade. Portugal e a Jordânia não têm quaisquer acordos de seguro de saúde, pelo que, em caso de acidente, serás responsável pelos custos e logística. Quer se trate de um simples acidente como uma entorse no tornozelo ou uma indigestão, ou uma hospitalização devido à covid-19, ter o apoio logístico e financeiro da melhor companhia de seguros de viagem é primordial. O IATI Mochileiro é o teu melhor companheiro para explorar a Jordânia. Esta apólice oferece-te uma cobertura de despesas médicas até 500.000 euros. Além disso… Irás viajar com a paz de espírito de que estaremos sempre ao teu lado se o teu voo for atrasado ou cancelado, se a tua bagagem for roubada ou se tiveres de ser repatriado. Se ao planeares a tua viagem tiveres medo de que algo a estrague, podes também contratar uma cobertura de cancelamento. Graças a isto, receberás até 6.000 euros para despesas incorridas durante o planeamento e que não poderás recuperar no caso de não conseguires realizar a viagem por uma das razões enumeradas na apólice. Faz agora o teu seguro com a IATI e viaja com paz de espírito:

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Informações úteis para viajar para o Sudeste Asiático

Informações úteis para viajar para o Sudeste Asiático

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O Sudeste Asiático é um destino popular para viajantes de todo o mundo. Oferece uma gama diversificada de experiências, desde praias deslumbrantes a cidades vibrantes e um património cultural muito rico. Quer sejas um viajante experiente ou quer seja a tua primeira vez na região, planear uma viagem ao Sudeste Asiático pode ser avassalador com tantos países, culturas e atrações diferentes. No entanto, com um pouco de pesquisa e planeamento, podes ter uma viagem memorável e sem aborrecimentos. Neste artigo, iremos dar-te algumas dicas e informações úteis para viajares para o Sudeste Asiático e para te ajudar a planear a tua viagem. Na IATI, especialistas em seguros de viagem, incluímos dicas sobre qual a melhor altura para visitar, como te podes deslocar, vacinas obrigatórias e alguns destinos que não podes perder na região. Quer procures aventura ou umas férias relaxantes, o Sudeste Asiático tem muito para oferecer, e nós estamos aqui para te ajudar a tirar o máximo partido da tua viagem. Vamos começar? Qual a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático? O Sudeste Asiático é uma região com clima tropical, e o clima pode variar muito de país para país e mesmo dentro de cada país. De uma forma geral, a melhor altura para visitar o Sudeste Asiático é durante a estação seca, que normalmente decorre de novembro a abril. Durante este período, podes contar com um clima quente e ensolarado com menos humidade e chuva. Esta altura do ano torna este destino perfeito para explorares as praias, trilhos para caminhadas, e atrações ao ar livre. No entanto, é importante teres em conta que a estação seca é também o pico da época turística, o que significa preços mais elevados e pontos turísticos mais concorridos. Se pretendes evitar as multidões e poupar algum dinheiro, as estações de maio-junho e setembro-outubro podem ser uma boa alternativa, com menos turistas e preços mais baixos e ainda, com clima relativamente bom. Se não te importares de apanhar chuvas ocasionais e quiseres tirar partido de preços ainda mais baixos, a estação das chuvas de maio a outubro pode ser uma boa altura para visitares o Sudeste Asiático. A época do ano para visitar cada país do Sudeste Asiático varia consoante os teus gostos pessoais e o que pretendes fazer na tua viagem, no entanto deixamos-te aqui uma sugestão geral. Qual a melhor altura para viajar para as Filipinas? Entre novembro e março encontrarás as melhores condições meteorológicas para visitares este grande arquipélago. Sol, boas temperaturas e menos hipóteses de grandes fenómenos atmosféricos. Por outro lado, entre junho e outubro, o risco de um tufão cruzar o teu caminho aumenta exponencialmente. Qual a melhor altura para viajar para Myanmar? Novembro, dezembro, janeiro e fevereiro são os melhores meses. Se tiveres a oportunidade de fazer a tua viagem durante os dois primeiros meses do ano, poderás desfrutar do colorido Festival Pagoda. Entre maio e setembro é a estação das chuvas, que, embora longe de se assemelhar aos tufões filipinos, pode estragar a tua viagem. Qual a melhor altura para viajar para a Tailândia? O pico da estação das chuvas é entre agosto e outubro, mas é bem possível que também apanhes as chuvas se lá estiveres em junho e julho. São chuvas fortes que duram algumas horas mas mesmo assim é sempre melhor estar na Tailândia à chuva do que ficar em casa! Se tiveres orçamento para isso, recomendamos que vás entre novembro e fevereiro. Qual a melhor altura para viajar para o Vietname? Dada a forma alongada do Vietname, vamos dividir a sua estação das chuvas em duas. Na parte norte do país, a época das chuvas decorre de maio a agosto. Por outro lado, na parte sul do país, podemos ter a monção até novembro. Outubro a maio são as melhores datas quanto a chuvas e temperaturas. Qual a melhor altura para viajar para a Indonésia? Entre março e setembro encontrarás o melhor tempo, as melhores temperaturas e a menor probabilidade de chuva! Se te dirigires mais especificamente para as Ilhas Bali ou Gili, ficarás satisfeito por saber que é ainda menos provável que chova lá. No entanto, coincidirá com a estação turística elevada e os preços mais elevados. Qual a melhor altura para viajar para a Malásia? A melhor altura para viajar para a Malásia é entre março e outubro, pois esta é geralmente a época mais seca do ano, com menos chuva e mais sol. No entanto, tens que ter em conta que a Malásia é um país tropical, e mesmo durante a estação seca, pode haver chuvas ocasionais e muita humidade. Qual a melhor altura para viajar para o Cambodja? A melhor altura para viajar para o Camboja é durante a estação seca, que normalmente decorre de novembro a abril. Durante este período, o tempo é quente e ensolarado com pouca ou nenhuma chuva, tornando-o ideal para explorar as muitas atrações ao ar livre do país. No entanto, tem em conta que as temperaturas podem ser bastante quentes, particularmente em abril. Como deslocares-te no Sudeste Asiático Esperamos que já saibas em que altura do ano vais marcar a tua viagem para o Sudeste Asiático, agora que já tens essa parte tratada vamos esclarecer outra dúvida que pode estar a passar pela tua cabeça: como vou orientar-me pelo Sudeste Asiático? Felizmente para ti, preparámos-te um guia com informações úteis sobre como te moveres pelo Sudeste Asiático de forma a aproveitares ao máximo o teu tempo e dinheiro. Voo principal Os voos mais baratos de Portugal costumam aterrar nos aeroportos principais da Tailândia ou Hong Kong. A maioria dos aeroportos do Sudeste Asiático estão bem conectados às cidades por via de transportes públicos e 100% seguros. Assim, se chegares a Banguecoque podes escolher entre autocarros, comboios e táxis sem teres de te preocupar com a segurança. O mesmo se aplica a Kuala Lumpur, onde existe um comboio rápido para o centro, e também encontras autocarros para Chinatown ou para a estação central a cerca de meia em meia hora. Não te esqueças que é muito importante viajar com um seguro de viagem que te cubra em todas as situações que possam surgir, de forma a aproveitares ao máximo a tua estadia no Sudeste Asiático. O teu melhor amigo nesta viagem é o IATI Mochileiro, ideal para viajantes aventureiros como tu! Contrata já o teu seguro: Transportes dentro das cidades Embora caóticas, as grandes cidades do Sudeste Asiático estão bem organizadas. Se fores paciente, podes utilizar os autocarros (a opção mais barata) e o metro ou eléctricos. Por outro lado, é muito comum circular no Sudeste Asiático em tuk tuks ou triciclos, que são bicicletas elétricas com assentos na traseira. Lembra-te de negociar o preço antes de entrar, pois normalmente não têm um “taxímetro”. Pede antecipadamente aos habitantes locais a taxa aproximada para não pagares em excesso. Se estiver a viajar para Kuala Lumpur, lembra-te que podes viajar gratuitamente em autocarros GoKL. Eles circulam por quase todo o lado na cidade e são fáceis de reconhecer pela sua cor roxa. A opção mais económica em todos os países nesta área é geralmente o autocarro. Na Tailândia, Malásia, Vietname, Indonésia, Laos e até Myanmar, encontras autocarros mais ou menos modernos. Se quiseres viajar distâncias mais longas e poupar dinheiro, recomendamos que procures os chamados sleep bus, que normalmente têm bancos reclináveis ou mesmo camas, para que possas poupar em alojamento durante a noite enquanto está na estrada. Se estiveres a viajar na Indonésia ou nas Filipinas, terás de usar barcos para te deslocares de uma ilha para outra. Viajar de barco nestes países é normalmente barato e seguro. Se tiveres pouco tempo, uma boa forma de te deslocares rapidamente pelo Sudeste Asiático é utilizar as companhias aéreas low cost da região. Air Asia, Cebu Pacific Air, Jetstar, Tiger Airways são apenas algumas das companhias aéreas que podes utilizar para viajar de um país para outro ou dentro do próprio país por pouco dinheiro. Vacinas obrigatórias para viajar para o Sudeste Asiático Para te facilitar a vida, deixamos aqui uma lista das vacinas necessárias para os países mais visitados e, de seguida, falaremos um pouco sobre cada uma delas. Relembramos que esta informação é para ser utilizada como um guia para preparar a tua viagem, mas a última palavra sobre a tua saúde deve ser sempre a do teu médico. Utiliza esta página para saber quais as vacinas que precisas, mas tem em conta que, dependendo do teu historial, poderão recomendar-te algumas variações no teu centro de vacinação. A única vacina obrigatória em todos os países é a da Febre Amarela, no entanto só é obrigatório caso tenhas estado num país com risco de contágio desta doença. Desta forma, existem vacinas específicas recomendadas para cada país. Vacinas recomendadas para viajar para as Filipinas: VASPR, Febre Tifoide, Poliomielite, Encefalite Japonesa, Raiva, Cólera, Hepatite A, Hepatite B e Tétano/Difteria. Vacinas recomendadas para viajar para Myanmar: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa e Meningite. Vacinas recomendadas para viajar para a Tailândia: Hepatite B, Febre tifoide, Tétano/Difteria e VASPR. No caso de estadias longas, também a da Hepatite A, que se transmite através do sangue ou por transmissão sexual. Vacinas recomendadas para viajar para o Vietname: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Meningite e VASPR. Vacinas recomendadas para viajar para a Indonésia: Hepatite A, Hepatite B, Tétano/Difteria, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Gripe. Vacinas recomendadas para viajar para a Malásia: Hepatite A, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Raiva. Vacinas recomendadas para viajar para o Camboja: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite japonesa, VASPR. O que não podes perder no Sudeste Asiático O Sudeste Asiático é uma região diversa e fascinante que oferece uma vasta gama de experiências para os viajantes. Desde as movimentadas ruas de Banguecoque às praias fascinantes de Bali, não faltam lugares para explorares. Um dos destinos obrigatório no Sudeste Asiático é a antiga cidade de Angkor, no Camboja. Esta cidade é Património Mundial da UNESCO e o lar do famoso complexo do templo Angkor Wat, que é o maior monumento religioso do mundo. Outro ponto imperdível na região é a deslumbrante Ha Long Bay, no Vietname, onde vais ver milhares de ilhas de calcário e ilhotas a sair da água de esmeralda. Para aqueles que procuram uma viagem mais descontraída, as praias das ilhas do sul da Tailândia, tais como Koh Samui e Phuket, irão certamente satisfazer as tuas necessidades. Outros destinos de topo incluem a vibrante cidade de Singapura, a encantadora cidade de Luang Prabang no Laos, e o centro cultural de Ubud em Bali. Uma viagem ao Sudeste Asiático é uma verdadeira aventura e podes ter a certeza que vais encontrar lugares magníficos em todos os países. Esperamos que estas informações para viajares para o Sudeste Asiático tenham sido úteis para planeares a tua viagem, não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para poderes aproveitar ao máximo esta aventura.

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Documentos e requisitos para viajar para o Dubai e Emirados Árabes Unidos em 2025

Documentos e requisitos para viajar para o Dubai e Emirados Árabes Unidos em 2025

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Quais os documentos e requisitos que precisas para viajar para o Dubai e Emirados Árabes Unidos? Precisarás de visto? É normal que, antes de viajar, estas dúvidas te assaltem. O Dubai deixou de ser apenas um lugar de “paragem” para ser um destino onde podes passar alguns dias a desfrutar das suas praias, mesquitas, souks e, claro, luxuosos centros comerciais, hotéis e arranha-céus. Desta vez, vamos ser práticos e falaremos sobre os documentos e requisitos para viajar para o Dubai e Emirados Árabes Unidos. O que devo saber sobre os Emirados Árabes Unidos? Embora pareça seguro viajar para o Dubai e Emirados Árabes Unidos, para planeares a tua próxima viagem, recomendamos que prestes atenção às páginas oficiais, como o MOHAP e, claro, respeitares os regulamentos do país. Nos Emirados há boas infraestruturas de saúde, mas lembra-te de que não existe um acordo com Portugal pelo qual possas ser tratado gratuitamente, se necessário. Por esse motivo, é altamente recomendado a contratação de um seguro viagem com uma boa cobertura. O IATI Estrela é o teu melhor aliado para esta viagem, pois terás ampla cobertura de despesas médicas cobertas, incluindo as que possam vir a decorrer da prática de desportos de aventura. Seguro de viagem para o Dubai e Emirados Árabes Unidos, documento recomendável O Ministério dos Negócios Estrangeiros indica que o país tem uma rede satisfatória de hospitais e clínicas privadas. No entanto, na página visit dubai é aconselhado fazeres-te acompanhar de um seguro de viagem com cobertura internacional. Portugal e os Emirados Árabes Unidos não possuem nenhum acordo de saúde pelo qual estejas coberto caso precises de assistência. Embora existam ótimas clínicas e hospitais no país, como já referido, és tu quem teria que arcar com as despesas altíssimas e os cuidados de saúde não são nada baratos. Desta maneira é aconselhável ter um seguro médico de viagem que cubra imprevistos de saúde. O melhor seguro de viagem para Dubai e Emirados Árabes Unidos é o IATI Estrela. A principal razão é que te oferece uma ampla cobertura de despesas médicas, incluindo as que possam decorrer devido a um contágio ou da prática de desportos de aventura. Pequenos incidentes que podem acontecer no nosso país, como uma entorse de tornozelo ou necessidade de fazer uma cirurgia ao apêndice, no Dubai podem acontecer lipotimias devido às temperaturas acima de 40ºC ou certas lesões que não são cobertas por outro seguro médico, como as que podiam acontecer durante uma sessão sandboard ou num passeio e moto 4 pelo deserto. Além disso, também estaremos à tua disposição se tiveres que ser repatriado ou retornar mais cedo porque um parente teu foi hospitalizado ou faleceu. Reserva a tua apólice agora e viaja para o Dubai com facilidade. Preciso de visto para viajar para Dubai? Os cidadãos portugueses recebem um visto de entrada de curta duração (90 dias) à chegada aos EAU. A União Europeia e os Emirados Árabes Unidos assinaram um acordo de isenção de visto pelo qual os portugueses que vão ficar como turistas por menos de 90 dias não precisam tratar de qualquer papelada. A estadia não pode ser prolongada. No caso de viajares por mais de 90 dias ou por motivos profissionais, deves ser patrocinado por um residente dos Emirados Árabes Unidos, pessoa física ou jurídica. Recentemente, o governo dos Emirados aprovou um visto para quem deseja teletrabalho. Se estiveres interessado, é melhor dirigires-te à embaixada ou consulado mais próximo dos Emirados Árabes Unidos. Documentos para viajar para os Emirados Árabes Unidos e Dubai O visto não é obrigatório, mas de que outros documentos preciso viajar para o Dubai e Emirados Árabes Unidos? Bem, numa situação normal, só precisarás do teu passaporte. Este deve ser válido por mais de 6 meses a partir do momento da entrada. Os oficiais de imigração não aceitam passaportes de serviço ou passaportes provisórios. Além disso, não podes ter nenhum visto de Israel. Requisitos para viajar para o Dubai e Emirados Árabes Unidos A esses documentos de viagem para Dubai e Emirados anteriormente referidos, deve-se considerar: • Seguro de viagem: O Visit Dubai informa que é muito aconselhável possuir um seguro médico de viagem. Todos os seguros de viagem da IATI te vão auxiliar em caso de contágio ou imprevistos de saúde. Na IATI trabalhamos constantemente para ter todos os artigos atualizados, mas verifica sempre as fontes oficiais e a companhia aérea com a qual vais viajar antes de planeares a tua aventura. As vacinas para viajar para Dubai são obrigatórias? Não há vacinação obrigatória para viajar para os Emirados Árabes Unidos. É, sim, obrigatória a vacinação contra a febre amarela e a apresentação do certificado internacional de vacinação aos viajantes provenientes de países com risco de transmissão da doença ou que tenham transitado por mais de 12 horas num aeroporto de um país que tenha risco de transmissão. O Ministério dos Negócios Estrangeiros também não indica nenhuma vacina recomendada, mas se desejares ou achares necessário, desloca-te a um centro internacional de vacinação para que um médico te possa orientar de acordo com a situação. Carta de condução para os Emirados Árabes Unidos Se estás a pensar em alugar um carro nos Emirados Árabes Unidos, apenas precisarás da tua carta de condução portuguesa. Ao alugares um carro no Dubai, deves ter em mente que quase todas as empresas pedem um cartão de crédito. No país encontrarás estradas em boas condições e uma condução bastante ordenada. Lembra-te que existem alguns pedágios (que são pagos com o cartão que associaste ao aluguer graças aos sensores que os carros possuem) e muitos radares. Portanto, deves respeitar os limites de velocidade e considerar que a tolerância com o álcool é 0 ao dirigir. Os limites de velocidade são de 60 km/h dentro das localidades e de 120 km/h na estrada, as multas de trânsito são substancialmente mais caras do que em Portugal e o nível de tolerância é mais baixo. Recomenda a maior prudência na condução e tem em conta que o não pagamento de multas implica a não autorização de saída do país. Registo de Viajantes – Ministério dos Negócios Estrangeiros Embora os Emirados Árabes Unidos sejam um país razoavelmente seguro, não custa nada efetuares o registo na app “Registo App Viajante“. Podes fazê-lo online e, assim, garantir que eles entrarão em contato contigo em caso de emergência ou necessidade extrema. Perguntas frequentes sobre os documentos para viajar para Dubai e Emirados Árabes Unidos O que preciso para viajar para Dubai 2025? É necessário passaporte com validade mínima de 6 meses e fazer um seguro de viagem. É necessário visto para viajar para Dubai? Se és Português e o motivo da viagem é turismo e se vais ficar menos de 90 dias, não é necessário solicitar o visto. Só precisarás de ter o teu passaporte com mais de 6 meses de validade a partir do momento da entrada no país. Existem vacinas obrigatórias para viajar para os Emirados Árabes Unidos? Não, atualmente não há vacinas obrigatórias. Só terás que ser vacinado contra a febre amarela se fores provenientes de algum dos países com risco de transmissão da doença ou se tiveres transitado por mais de 12 horas num aeroporto de um desses mesmos países (risco de transmissão). Nesse caso, terás que ter o teu certificado internacional de vacinação. Mesmo assim, é aconselhável ir a um centro internacional de vacinação para aconselhamento pessoal. Assim, esperamos ter-te ajudado a preparares a tua documentação para viajar para o Dubai e Emirados Árabes Unidos, como pudeste ver, é relativamente simples. Se tiveres alguma dúvida, teremos todo o gosto de responder nos comentários. Ora, lembra-te que um dos segredos para aproveitares esta aventura com tranquilidade é fazê-la protegida por um bom seguro de viagem. O IATI Estrela é o melhor seguro de viagem para o Dubai e Emirados Árabes Unidos. Contrata agora o teu seguro, para estares coberto com até 500.000 euros de despesas médicas. Estás coberto também na prática de aventuras como passeios de buggy pelas dunas do deserto, mergulho ou snorkeling nos fundos marinhos que circundam o país. Além disso, terás a garantia de que, em caso de algum problema, serás atendido no teu idioma 24 horas por dia e sem necessidade de adiantares dinheiro. Não esperes mais, obtém a tua apólice agora e viaja seguro:

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Documentos e requisitos para viajar para as Maldivas em 2025

Documentos e requisitos para viajar para as Maldivas em 2025

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Quais os documentos e requisitos para viajar para as Maldivas? Possivelmente, devido ao seu sol e água cristalina, é um dos melhores destinos para desfrutar de uma escapadela de sol e praia e não é uma praia qualquer, mas possivelmente a melhor do mundo. Para que comeces a tua viagem com o pé direito, na IATI encarregamos-nos de te informar todos os requisitos para viajares para as Maldivas. Continua a ler e descobre quais os documentos necessários para viajar para as Maldivas. Queremos que tenhas toda a informação atualizada para tua próxima aventura asiática. Seguro de viagem para as Maldivas, um documento essencial O Ministério dos Negócios Estrangeiros, na sua página de recomendações aos viajantes, aconselha a que faças um seguro de saúde. O sistema de saúde público português não cobre os cuidados de saúde nas Maldivas, sendo que o Cartão Europeu de Saúde também não é válido neste país. A isto, adiciona-se a informação de que os serviços médicos locais são limitados e muito caros. Nos resorts há cuidados primários básicos para doenças leves ou diarreia, então se algo mais complicado acontecer contigo, terás que ser transferido para a capital ou repatriado. Em situações normais, as Maldivas são um país seguro, mas também um país tropical. Isso significa que doenças transmitidas por mosquitos, como dengue ou Zika, não são incomuns. Além disso, ninguém sabe quando podes torcer um tornozelo, cortar-te durante o mergulho livre ou, com azar, sofrer um acidente durante o mergulho. A isso ainda se soma o risco de contágio da covid-19, com tudo o que isso implica. Portanto, é fundamental contratares o melhor seguro viagem para as Maldivas, aquele que te faz sentir protegido e responde por ti em caso de necessidade. O seguro mais completo para esta ocasião é o IATI Mochileiro. Porquê? Graças a ele, terás ampla cobertura em despesas médicas. Com o IATI Mochileiro viajas com a tranquilidade de estar protegido contra qualquer eventualidade, seja ela leve ou grave, de ser atendido no teu idioma, 24 horas por dia e sem ter que pagar nenhuma franquia ou adiantamento. Além disso, também estaremos à tua disposição em caso de atrasos no transporte, danos ou roubo de bagagem, repatriação ou retorno antecipado devido a hospitalização ou morte de um familiar. Contrata já o teu seguro e desfruta das praias das Maldivas! Preciso de visto para viajar para as Maldivas? Sim, mas este documento para viajar para as Maldivas é obtido de forma muito simples na chegada ao país. É obtido gratuitamente no Aeroporto Internacional de Malé com a apresentação do passaporte (valido pelo menos por 6 meses), uma passagem aérea de ida e volta, ou uma para outro destino de partida no prazo de 30 dias antes da chegada e uma confirmação de reserva de hotel ou comprovativos de fundos suficientes para cobrir as despesas nas Maldivas. Com estes documentos podes permanecer nas Maldivas durante 30 dias. Se quiseres ficar mais tempo, podes estender uma vez no país por até 60 dias ou podes dirigir-te a uma embaixada ou consulado das Maldivas com antecedência para processar outro tipo de visto. Documentos para viajar para as Maldivas Como pudeste ver, é muito fácil conseguir um visto para visitar para estas ilhas maravilhosas. No entanto, lembra-te de que precisarás de apresentar outra documentação para viajar para as Maldivas. Vamos te contar tudo: • Passaporte: É necessário que o mesmo seja válido pelo menos por seis meses; • Preenchimento: Traveller Health Declaration, até 96 horas antes da hora de chegada às Maldivas Vacinas para viajar para as Maldivas Não há vacinas obrigatórias para viajar para as Maldivas. No entanto, é aconselhável ir a um centro de vacinação internacional pelo menos 3 semanas antes da viagem para que um médico possa analisar a sua situação. O próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros aconselha a consultar um médico antes da tua viagem. App Viajante – Um conselho do Ministério dos Negócios Estrangeiros Como na maioria dos casos, o Ministério dos Negócios Estrangeiros recomenda que os viajantes instalem a app Viajante. Embora não seja um requisito obrigatório para viajar para as Maldivas, é um procedimento muito fácil e gratuito. Desta forma, as autoridades portuguesas terão o teu contacto caso necessites de ser notificado em casos de urgência ou extrema necessidade. Perguntas frequentes sobre os requisitos para viajar para as Maldivas Que documentos preciso para viajar para as Maldivas? Precisas do teu passaporte, do teu bilhete de partida e de volta com data de regresso confirmada e preenchimento do Traveller Health Declaration. Existem vacinas obrigatórias para viajar para as Maldivas? Não, não há vacinação obrigatória. Esperamos ter-te ajudado a saber quais os documentos e requisitos que existem para viajar para as Maldivas. Na IATI estamos constantemente a atualizar as informações, por isso, antes de fazeres qualquer reserva, consulta as páginas oficiais para evitar problemas. Para desfrutar desta viagem com a tranquilidade que o destino merece, lembra-te também que é imprescindível que faças o melhor seguro de viagem das Maldivas. O IATI Mochileiro garante-te ampla cobertura em despesas médicas. Terás a segurança de ser atendido no teu idioma, 24 horas por dia e sem precisar adiantar dinheiro. Contrata já a tua apólice e aproveita as férias da tua vida:

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Os melhores destinos para viajar na semana da Páscoa

Os melhores destinos para viajar na semana da Páscoa

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A Páscoa 2026 está mesmo ao virar da esquina e é normal que te estejas a perguntar para onde viajar nesta altura do ano. Quer tenhas apenas tempo suficiente para uma breve escapadela ou decidido tirar umas férias mais longas, na IATI vamos dar-te algumas ideias para que possas escolher os melhores destinos para viajar na Páscoa. Além de te darmos algumas sugestões tentadoras, também te vamos indicar os documentos e requisitos necessários para viajar para cada um destes destinos. Continua a ler e descobre quais os melhores destinos para viajar na semana da Páscoa de 2026. Continua a ler e descobre quais os melhores destinos para viajar na semana da Páscoa 2026. Quando são as férias da Páscoa em 2026? Antes de entrares no assunto e descobrires os melhores destinos para viajar na Páscoa, convém ter claras as datas deste ano de 2026. A Semana Santa decorre entre o final de março e o início de abril, sendo estas as datas principais: • Domingo de Ramos: 29 de março de 2026 • Sexta-feira Santa: 3 de abril de 2026 • Domingo de Páscoa: 5 de abril de 2026 Em Portugal, o único feriado nacional associado à Páscoa é a Sexta-feira Santa (3 de abril de 2026). Como o Domingo de Páscoa é a 5 de abril, muitas pessoas aproveitam estes dias para fazer uma escapadela ou até umas pequenas férias. Melhores lugares para viajar na Páscoa de 2026 Abaixo podes encontrar uma lista de 10 destinos para onde viajar na Páscoa de 2026. Não vamos falar apenas de destinos europeus, mas também de lugares com boas ligações a partir de Portugal e ainda um destino dentro do nosso próprio país. Para todos os tipos de viajantes e orçamentos, escolhe o teu próximo destino e desfruta do que mais gostas: explorar o mundo. 1. Marrocos, extravagância a apenas algumas horas de avião O primeiro destino para viajar na Páscoa de 2024 é ideal para aqueles que querem sair da normalidade e experimentar o choque cultural sem terem de perder incontáveis horas num avião. Encontra um voo com uma companhia aérea de baixo custo para Marraquexe ou Fez e em pouco tempo podes estar a vaguear pelos souks exóticos, a provar deliciosos tajines e a realizar o teu sonho de dormir num ambiente romântico. Se tiveres 3 ou 4 dias de férias na Páscoa, uma boa ideia é concentrares-te em Marraquexe e aproveitares a oportunidade para fazer uma viagem às Montanhas Atlas e Ouarzazate. Se tens a sorte de poderes viajar a semana inteira, aproveita-a ao máximo e conhece os 6 destinos imperdíveis em Marrocos. 👉 Aqui estão os documentos e requisitos para viajar para Marrocos 2. Itália, um dos melhores destinos para viajar na Páscoa de 2026 Um dos destinos mais apetecíveis para estas datas é, sem dúvida, Itália. Não adies mais e deixa-te conquistar por um país que tem tudo: cidades monumentais, gastronomia espetacular, aldeias cheias de charme e muita história em cada canto. Mas Itália não é apenas Roma, Florença ou Veneza. Numa viagem de uma semana podes fazer muito mais, como percorrer a Toscana entre vinhas e aldeias medievais, descobrir Nápoles e a Costa Amalfitana ou perder-te por cidades cheias de arte e vida local como Bolonha ou Verona. Além disso, a Páscoa é uma altura perfeita para visitar o país, pois as temperaturas costumam ser agradáveis e ainda não chegou a grande afluência turística do verão. Se estás a planear o teu roteiro, recomendamos começar pela nossa guia sobre o que ver em Itália e os lugares imprescindíveis a visitar. 3. Budapeste, a cidade mais surpreendente da Europa Gostavas de ficar mais perto de casa? Há muitos destinos europeus para onde podes viajar na Páscoa de 2024, mas a nossa sugestão para este ano é cidade de Budapeste. Vais sentir-te como novo com uma escapadela de 3 ou 4 dias para a capital da Hungria porque, para além de poderes explorar o lado cultural da cidade, também podes contar com banhos termais relaxantes com séculos de história, os bares mais loucos da Europa e uma vasta gama de hotéis e restaurantes a preços mais do que razoáveis. Se tudo isto te soa bem, lê o nosso guia sobre o que ver e fazer em Budapestee começa a planear a tua aventura. Os viajantes com mais tempo livre podem fazer uma visita de um ou dois dias a Viena, a menos de três horas de comboio ou autocarro, ou explorar outras terras húngaras, como por exemplo a pequena cidade de Szentendre, o Lago Balaton ou o imponente Gödöllő Palácio Imperial. 4. Nova Iorque, a viagem dos teus sonhos na melhor época do ano Um dos melhores momentos para visitar Nova Iorque é na primavera e 5 dias já te dão uma boa ideia do que esta cidade tem para oferecer. Não penses duas vezes, sai e explora as ruas de Nova Iorque, tu mereces! No artigo “Dicas para viajar para Nova York”, encontras tudo o que precisas de saber para viajares para esta maravilhosa cidade pela primeira vez. Podes cumprimentar a Estátua da Liberdade, visitar o Museu Americano de História Natural, subir ao Empire State Building, atravessar a lendária Ponte de Brooklyn e olhar para as montras das lojas na 5th Avenue. Se já visitaste esta cidade antes, temos a certeza de que não podes esperar para voltar e simplesmente vaguear pelas ruas, descobrir novos restaurantes ou absorver a atmosfera incomparável de Nova Iorque. Com voos diretos de Portugal a preços imbatíveis, não deves perder a oportunidade de colocares Nova Iorque nos teus destinos de topo para viajar esta Páscoa. 5. México, delicia-te com as melhores praias da Riviera Maya Todos os destinos que já falámos são ótimos mas, se precisas de praia e calor talvez umas férias na Riviera Maya soem um pouco melhor. Encontra um voo para Cancún e prepara-te para descobrires algumas das melhores praias das Caraíbas, cenotes intrigantes e maravilhosos vestígios maias como Chichen Itza ou a zona arqueológica de Tulum. A nossa recomendação é que passes pelo menos uma semana nesta área, e se possível, com um carro alugado, principalmente para evitares desperdiçar demasiado tempo nos transportes públicos enquanto exploras os melhores locais na Riviera Maya. Se a praia não é o teu forte não te preocupes, podes concentrar-te em muitos outros sítios nos estados de Campeche e Yucatan. Grandes exemplos para os amantes de história e cultura são as cidades de Campeche, Mérida ou Valladolid, os lugares arqueológicos de Uxmal, Cobá ou Ek Balam, os cenotes de Homún ou a encantadora cidade amarela de Izamal. Na verdade, a lista de opções nesta área do México é quase infinita, tornando-a um dos melhores lugares para se viajar durante a semana da Páscoa 2024. 🌵 Aqui podes ver os documentos e requisitos para viajar para o México 6. Paris + Disneyland Paris, uma combinação para viajar com crianças esta Páscoa À procura de um lugar para ir na Páscoa 2024 com crianças? Então vieste ao lugar certo porque não podemos pensar numa viagem melhor do que uma viagem a Paris e ao parque temático vizinho, a Disneyland Paris. Cultura e diversão divididas igualmente para toda a família sem teres de fazer um longo voo. Este é um dos melhores parques temáticos do mundo. 22 quilómetros quadrados de fantasia com atrações para os mais pequenos, mas também montanhas-russas que sem dúvida dão uma boa dose de adrenalina para os adultos. É melhor tirares uns quantos dias e dormires lá perto, pois à Disneyland junta-se outro parque com um toque mais cinematográfico, os estúdios Walt Disney. Aqui encontras atracções relacionadas com o mundo da Pixar e filmes como o Frozen e o Ratatouille. 7. Holanda, tulipanes y ciudades con encanto en primavera Se existe uma época perfeita para visitar Holanda, essa é a primavera. Nesta altura do ano o país transforma-se graças à floração das tulipas, criando paisagens verdadeiramente espetaculares. Começa por Amesterdão, onde poderás explorar os seus canais, museus e bairros cheios de vida. Depois podes visitar cidades encantadoras como Haarlem, Utrecht ou Delft, que combinam história, tranquilidade e muita personalidade. Se quiseres viver uma experiência verdadeiramente primaveril, reserva um dia para visitar Keukenhof, um dos jardins florais mais impressionantes do mundo. Se tiveres mais tempo, também podes descobrir aldeias tradicionais como Zaanse Schans, Volendam ou Giethoorn. 🌷 Este é o nossa guia sobre o que ver em Holanda e os lugares imprescindíveis a visitar. 8. Madeira, naturaleza salvaje y buen tiempo todo el año Se procuras um destino diferente, próximo e cheio de natureza, Madeira pode ser uma excelente ideia para viajar na Páscoa. Esta ilha portuguesa no Atlântico destaca-se pelas suas paisagens verdes, miradouros impressionantes e ambiente tranquilo. Recomendamos passar 5 a 7 dias para explorar a ilha com calma. Podes começar por Funchal, visitar aldeias tradicionais como Santana ou Câmara de Lobos e explorar algumas das famosas levadas, trilhos de caminhada únicos da ilha. Na primavera a Madeira está especialmente bonita e com temperaturas muito agradáveis. 🌴 Consulta aqui a nossa guia sobre o que ver em Madeira 9. Roménia, castelos, cidades históricas e paisagens surpreendentes Se procuras um destino original e ainda pouco explorado por muitos viajantes, Roménia pode ser uma excelente escolha para viajar na Páscoa de 2026. Começa a viagem por Bucareste e segue depois para a região da Transilvânia, onde encontrarás lugares tão fascinantes como o Castelo de Bran, o Castelo de Peleș ou cidades cheias de charme como Brașov, Sibiu ou Sighișoara. Na primavera as paisagens ficam especialmente bonitas e convidam a fazer uma rota pelo país de carro ou comboio. Para organizar a tua viagem recomendamos começar por esta guia sobre o que ver na Roménia em 7 dias. 10. Gerês, a escapadela na Páscoa de 2024 de que precisas Não podemos terminar esta viagem aos melhores destinos para viajar na Páscoa de 2024 sem um lugar no nosso país. É sempre uma boa altura para viajar para o Gerês principalmente se és amante da natureza. Nesta época do ano, já com uns graus extra do inverno, é o momento ideal para visitares o Parque Nacional de Peneda-Gerês , sendo este o único parque nacional em Portugal podes contar com vistas magníficas para as montanhas, lagoas imperdíveis, cascatas, aldeias perdidas no tempo e muitos trilhos que podes fazer. Se estás à procura de um sítio, não muito longe, mas que te permita relaxar e reconectar com a natureza este é sem dúvida nenhuma o teu destino! Já sabes para onde vais viajar na próxima Páscoa de 2026? Diz-nos nos comentários! Se precisares de mais informações, temos todo o prazer em responder a quaisquer perguntas.

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