O que ver e fazer em Macau

O que ver e fazer em Macau

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Macau é um destino que mistura de forma única a herança portuguesa com a cultura chinesa. Ao planear a tua viagem, vais descobrir uma cidade que combina tradição com modernidade. Este guia está pensado para te ajudar a explorar o que ver e fazer em Macau, desde os monumentos históricos que contam a história de Macau até às atrações mais recentes e às diversas experiências que a cidade tem para oferecer. Na IATI, especialistas em seguros de viagem, adoramos fazer parte das tuas viagens e isso inclui planeá-las! Aqui, encontras um roteiro completo que te vai mostrar tudo o que vale a pena conhecer e aproveitar durante a tua estadia em Macau. Imagina visitar um casino e, logo a seguir, explorar antigas ruínas. Ou então deliciares-te com uma gastronomia multicultural e, mais tarde, relaxar numa ilha de areia negra. Isto são tudo coisas que vais poder desfrutar em Macau! Vamos? 1. Ruínas de São Paulo As Ruínas de São Paulo são, sem dúvida, um dos maiores símbolos de Macau e não poderia faltar neste guia sobre o que ver e fazer em Macau. A fachada da antiga Igreja de São Paulo, que foi devastada por um incêndio em 1835, continua a impressionar todos os que lá passam, não só pela sua beleza mas também pela história que carrega. Ao visitares as ruínas, aproveita para explorar as ruas ao redor, como a Rua de São Paulo e a Rua da Felicidade, que ainda preservam o encanto antigo da cidade. 2. Senado e Praça do Senado A Praça do Senado é, sem dúvida, o coração de Macau. Esta praça, rodeada por edifícios coloniais e pavimentada com a típica calçada portuguesa, é o lugar ideal para mergulhares na atmosfera única da cidade. Não percas a oportunidade de visitar o Edifício do Leal Senado e a charmosa Igreja de Santo António, e dá uma volta pelo Palácio da Assembleia Legislativa. Para uma experiência ainda mais completa, passeia pela Rua do Campo e pela Rua da Palha, onde encontrarás uma combinação perfeita de edifícios históricos e lojas tradicionais que dão vida a Macau. 3. Macau Tower Não podíamos deixar de incluir neste artigo sobre o que ver e fazer em Macau, a Macau Tower. O lugar perfeito para uma vista deslumbrante de 360 graus sobre a cidade e muito mais. No miradouro, a 233 metros de altura, vais poder apreciar a Península de Macau, a China e, em dias limpos, até Hong Kong. Se és fã de emoções fortes, atreve-te ao Skywalk, onde podes caminhar à volta da torre, ou experimenta o bungee jumping. E para uma refeição com uma vista de cortar a respiração, o restaurante giratório no topo da torre é o spot ideal. 4. Casinos e Entretenimento Macau é famosa pelos seus casinos de luxo e pela vida noturna vibrante. O Venetian Macao é um dos maiores e mais impressionantes casinos do mundo, recriando um cenário típico de Veneza, com os seus canais e góndolas. Outros hotspots a não perder são o City of Dreams, o MGM Macau e o Wynn Palace. Se procuras diversão e uma noite luxuosa em Macau, explora os diversos bares e clubes. E não deixes de assistir a um espetáculo no House of Dancing Water, um dos shows aquáticos mais grandiosos e elaborados. 5. Ilhas de Taipa e Coloane Se procuras um cantinho mais tranquilo em Macau, longe do ritmo frenético da península, as ilhas de Taipa e Coloane são ideais para ti. Em Taipa, aconselhamos que visites o Museu das Casas de Taipa para conheceres a vida tradicional macaense. A Rua do Cunha é excelente para explorar lojas de produtos locais e saborear snacks típicos. Em Coloane, a Praia de Hac Sá é uma paragem obrigatória. Com areia negra — algo que não vês todos os dias — é perfeita para quem quer relaxar ou aventurar-se nos desportos aquáticos. Tens também áreas para churrascos e trilhos no Parque do Reservatório de Hac Sá, se te apetecer explorar a natureza. Se procuras uma vibe ainda mais serena, a Praia de Cheoc Van é o refúgio ideal para desligar completamente. E claro, nenhum passeio por Coloane estaria completo sem uma visita à Lord Stow’s Bakery, onde vais encontrar o melhor Pastel de Nata que já comeste. A reputação desta padaria já corre o mundo, e é difícil resistir a esta pequena delícia enquanto passeias pela vila. Coloane é o equilíbrio perfeito entre natureza, cultura e, claro, um toque de doçura! 6. Colina da Penha A Colina da Penha é ideal para uma caminhada relaxante com vistas incríveis de Macau. Aproveita para visitar a pequena Capela de Nossa Senhora da Penha e explorar os tranquilos Jardins da Penha, perfeitos para um passeio ou piquenique. Para um toque de história, o Templo de A-Má, dedicado à deusa do mar, também fica próximo e é um dos locais mais antigos e emblemáticos da cidade. 7. Museu de Macau O Museu de Macau, no Forte do Monte, é ideal para descobrir a história e a cultura local, com exposições que vão desde a fundação da cidade até aos dias de hoje. Além disso, o forte tem uma vista panorâmica incrível de Macau, tornando a tua visita ainda mais especial. 8. Gastronomia Macaense A gastronomia de Macau é uma mistura fascinante de sabores portugueses e chineses que, temos a certeza que vais adorar. Experimenta pratos típicos como o “bacalhau à brás”, o “caril de galinha”, a “feijoada macaense” e o “minchi”. O Mercado de São Domingos é o local ideal para provares a comida local. Não te esqueças de experimentar as famosas tartinhas de ovos e os bolinhos de feijão vermelho. Para uma experiência gastronómica mais sofisticada, visita o Restaurante Robuchon au Dôme, galardoado com três estrelas Michelin. 9. Compras e Souvenirs Macau é um verdadeiro paraíso para os amantes de compras, com opções que vão desde lojas de luxo até mercados tradicionais. Não te esqueças de levar lembranças, como artesanato local, chá e iguarias típicas, para recordar a tua visita. Se procurares uma experiência de compras de luxo, o The Grand Canal Shoppes no Venetian Macao é uma excelente escolha. Dicas úteis para a tua viagem • Transporte: Macau oferece boas opções de transporte, com autocarros e táxis disponíveis em toda a cidade. Para distâncias curtas, considera caminhar ou usar bicicleta. O transporte público é eficiente e acessível. • Idioma: O cantonês e o português são as línguas oficiais, mas o inglês é amplamente falado, especialmente nas zonas turísticas. • Moeda: A moeda local é a pataca (MOP), embora o dólar de Hong Kong (HKD) seja aceito em muitos lugares. É uma boa ideia ter algum dinheiro em patacas para pequenas despesas. • Clima: Macau tem um clima subtropical. Os verões podem ser quentes e húmidos, enquanto os invernos são secos e agradáveis. Leva roupa leve para o verão e algo mais quente para os meses de inverno. • Fuso Horário: Macau está no fuso horário GMT +8, por isso prepara-te para ajustar o teu relógio e combater contra o jet lag! • Eletricidade: As tomadas em Macau são do tipo G (britânicas), com uma voltagem de 220V, convém levares um adaptador. • Segurança: Macau é bastante segura para turistas, mas é sempre bom tomar as precauções básicas que já tomarias no nosso país, como guardar objetos de valor em locais seguros e estar atento a possíveis esquemas de fraude. Viaja com segurança: Seguro de viagem para Macau O Ministérios dos Negócios Estrangeiros, na sua página de conselhos para quem vai viajar para Macau, saliente a importância de contratar um seguro de saúde: “Recomenda-se a subscrição de uma apólice de seguro de viagem com cobertura nesta área e que preveja a possibilidade de evacuação sanitária.” Viajar com um seguro é crucial para garantir uma experiência tranquila e sem preocupações. Um bom seguro pode cobrir diversos imprevistos, contrata já o teu e viaja com a tranquilidade que mereces!

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O que ver em Kanchanaburi: 12 lugares imperdíveis

O que ver em Kanchanaburi: 12 lugares imperdíveis

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Embora não seja uma das zonas mais visitadas do país, não faltam coisas para ver em Kanchanaburi. Localizada a cerca de 140 quilómetros a oeste de Banguecoque, Kanchanaburi tem um passado ligado à Segunda Guerra Mundial, e a Ponte sobre o Rio Kwai é o seu ponto de referência mais proeminente. No entanto, a região também conta com uma natureza exuberante, vários templos de interesse e muitos alojamentos e restaurantes excelentes, o que faz de Kanchanaburi um local memorável para passar alguns dias. Por todas estas razões, para nós é um dos lugares essenciais para ver na Tailândia, e decidimos escrever um guia completo para que possas tirar o máximo partido da tua visita. Fica atento, pois vamos falar sobre as principais coisas para fazer em Kanchanaburi, alguns lugares menos visitados e dar-te dicas para aproveitares ao máximo os teus dias aqui. Vamos começar! 1. A ponte sobre o rio Kwai: um lugar imperdível em Kanchanaburi Várias das atrações de Kanchanaburi têm um importante passado histórico-militar. A razão? Durante a Segunda Guerra Mundial, os japoneses queriam invadir a Índia através da fronteira com Myanmar, e, por isso, decidiram obrigar os prisioneiros de guerra aliados (britânicos, franceses, australianos e holandeses) e os escravos birmaneses e tailandeses a construir uma linha de comboio que ligasse Banguecoque a Yangon (415 km). As condições de trabalho eram tão duras que se calcula que mais de 110.000 pessoas tenham morrido durante a sua construção, e por isso esta linha de caminho de ferro ficou conhecida como o “Caminho de Ferro da Morte”. Uma das pontes que tiveram de ser construídas durante esta extenuante obra foi a agora famosa ponte Mae Khlung sobre o rio Kwai. Esta ponte foi construída com materiais provenientes de uma ponte semelhante existente na ilha de Java (Indonésia) e foi bombardeada em 1945, mas posteriormente reconstruída pelos próprios japoneses como reparação de guerra. Hoje, a ponte é uma atração turística e centenas de pessoas passam por ela todos os dias com a canção do filme com o mesmo nome na cabeça ou param para ver a linha férrea, que ainda é usada várias vezes por dia. Achamos que vale a pena visitá-la e, se tiveres tempo, apanha o comboio para as cascatas de Sai Yok Noi, de que te falaremos a seguir, através da ponte Tham Krasae. Também é possível visitar esta zona por conta própria com uma mota alugada. 2. Centro Ferroviário Tailândia-Birmânia Outro local histórico importante em Kanchanaburi é o Thailand-Burma Railway Centre, um museu onde podes aprender sobre a importância desta parte da Tailândia durante a Segunda Guerra Mundial e a construção da Death Railway. O museu, com ar condicionado, é bastante interessante e permite ver os instrumentos utilizados e os uniformes usados durante a construção, assim como fotografias que mostram as dificuldades enfrentadas. A entrada custa 160 THB e o museu está aberto diariamente das 9:00 às 16:00. Se quiseres aprofundar mais este tema, recomendamos uma visita ao JEATH War Museum, cujo acrónimo provém das nacionalidades da maioria dos que participaram na construção da linha férrea (japonesa, inglesa, australiana, americana, tailandesa e holandesa). É interessante porque podes ver algumas das casernas onde viviam os prisioneiros, fotografias originais, veículos e um fragmento da ponte de madeira original que foi construída antes da ponte metálica. A entrada custa apenas 50 THB e o museu está aberto das 8:00 às 18:00. 3. Parque Nacional de Erawan Mudando completamente de assunto, queremos recomendar outra das coisas essenciais para fazer em Kanchanaburi e a razão pela qual a maioria dos viajantes vem para esta parte da Tailândia. A cerca de 75 quilómetros da cidade, encontra-se o Parque Nacional de Erawan, que se estende por 550 quilómetros quadrados e onde as cascatas de Erawan são o ponto principal de interesse. Estas cascatas são compostas por 7 quedas de água situadas a diferentes níveis, banhadas por águas turquesa. O nome “Erawan” vem do elefante branco de três cabeças da mitologia hindu, pois a última e maior cascata assemelha-se a ele. As cascatas de Erawan não são um segredo, e por isso centenas de pessoas visitam-nas todos os dias. Por isso, aconselhamos-te a seguir para os níveis superiores logo que chegues. O percurso tem 2 quilómetros de comprimento e, após as duas primeiras cascatas, encontrarás a paz que tanto procuras. Se quiseres explorar o parque ao teu próprio ritmo, há tendas e bungalows para alugar dentro do parque, e também uma série de alojamentos bonitos perto da entrada. Deves ter em conta que a taxa de entrada para o Parque Nacional de Erawan é de 300 THB. Como chegar a Erawan? Podes chegar lá facilmente alugando uma mota em Kanchanaburi, o que demorará cerca de uma hora e um quarto. Se não tiveres carta de condução ou não te apetecer ir de mota, há autocarros para o parque (número 8170, bem sinalizados) que partem da estação rodoviária de Kanchanaburi a cada 40 minutos, aproximadamente, das 8:00 às 17:00. A viagem demora cerca de 90 minutos e o bilhete custa 50 THB. 4. JJ Night Market Kanchanaburi: algo para fazer em Kanchanaburi à noite O que seria de uma cidade tailandesa sem o seu mercado noturno? Pois bem, Kanchanaburi também tem um, e não é nada mau. Está situado muito perto da estação de comboios e, como quase todos os mercados noturnos, tem uma secção de roupa e eletrónica, além de uma secção de comida, com bancas que servem comida típica tailandesa a bons preços. Deves ter em conta que a maior parte das bancas começa a ser desmontada por volta das 21:30. 5. Wat Tham Suea Localizado a cerca de 17 quilómetros da cidade, uma visita a Wat Tham Suea é, na nossa opinião, um dos pontos obrigatórios em Kanchanaburi. O chamado “Templo da Caverna do Tigre” foi construído em 1971 e é um dos templos mais fotogénicos que vais encontrar na tua viagem, composto por vários edifícios coloridos, incluindo um pagode com cerca de 70 metros de altura e uma estátua de Buda de 18 metros dentro de uma grande estrutura em forma de concha. Como chegar lá? A maneira mais fácil é de mota, que podes usar para visitar outros locais em Kanchanaburi que já mencionámos. Também podes negociar um songtaew. Como o templo fica numa colina com uma escadaria de 157 degraus e normalmente está bastante calor, vale a pena apanhar o funicular, que te leva até à entrada por apenas 10 THB. A entrada no templo é gratuita. Ao lado deste templo, fica o Wat Tham Khao Noi, ou “Templo da Pequena Caverna da Colina”, de onde podes desfrutar de excelentes vistas da área circundante e visitar a caverna que dá nome ao templo. A propósito, este templo está muito perto de um restaurante chamado Meena Café, de onde podes desfrutar de belas vistas tanto do templo como dos campos de arroz. Podes escolher entre uma área interior e uma área ao ar livre, dependendo do calor e das tuas preferências. 6. Giant Raintree Fica um pouco longe do centro (cerca de 30 minutos de mota), por isso, se não tiveres muito tempo para explorar Kanchanaburi, talvez não a adiciones à lista. No entanto, esta é uma árvore de acácia espetacular, com mais de 20 metros de altura e 52 metros de diâmetro. Com mais de 100 anos, é provavelmente uma das maiores e mais antigas que alguma vez viste. A entrada é gratuita. 7. Hellfire Pass Outro lugar a visitar em Kanchanaburi relacionado com o Caminho de Ferro da Morte é o Hellfire Pass. Localizado a cerca de 80 quilómetros da cidade, este foi um dos trechos mais difíceis da construção da linha ferroviária, pois os trabalhadores tiveram de destruir uma rocha cortando-a à mão durante todo o dia. À noite, iluminavam-se com tochas, o que criava a sensação de estar no inferno. O governo australiano criou um centro interpretativo gratuito em Hellfire Pass, onde podes ver uma exposição sobre o assunto e fazer alguns passeios a pé (um longo e um curto) pelo desfiladeiro, onde encontrarás vários memoriais. É uma visita um pouco assustadora, mas também vale a pena para admirar a natureza da região. É possível chegar lá de mota a partir de Kanchanaburi em poucas horas e, já que vais para tão longe, podes combinar a visita com uma ida às cascatas do Parque Nacional de Sai Yok, de que falaremos a seguir. Definitivamente, é algo a fazer em Kanchanaburi se tiveres 3 dias ou mais. 8. Cemitérios de guerra para visitar em Kanchanaburi Com tantas pessoas que sofreram e morreram devido às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, podes encontrar vários cemitérios em Kanchanaburi para as honrar. O maior deles é o Cemitério de Guerra de Kanchanaburi (Kanchanaburi War Cemetery, Don-Rak), localizado ao lado do Centro Ferroviário Tailândia-Birmânia. Este cemitério contém 6.982 sepulturas de prisioneiros de guerra britânicos, australianos e holandeses. É impressionante ver que a maioria deles tinha menos de 30 anos. Ao lado, fica o Cemitério Wat Thaworn Wararam, um cemitério chinês que se destaca pelos seus panteões, que, na nossa perspetiva ocidental, parecem muito diferentes. A dois quilómetros a sul de Kanchanaburi, podes ainda visitar outro cemitério de guerra, o Chong Kai Allied War Cemetery, situado junto ao rio, onde estão sepultadas 1.740 pessoas. 9. Wat Ban Tham Wat Tham Suea não é o único templo interessante para visitar em Kanchanaburi. Se tiveres tempo, recomendamos que reserves um par de horas para explorar Wat Ban Tham, um templo situado numa colina que te recebe com uma grande boca de dragão aberta e escadas quase intermináveis para subir. Ao longo do percurso, passarás por várias grutas repletas de estalactites, estalagmites e altares budistas, até chegares ao topo, a 200 metros acima do nível do mar. De lá, desfrutarás de uma vista magnífica do rio e de toda a natureza que envolve Kanchanaburi. A entrada é gratuita e é um local menos turístico, onde poderás aproveitar a tranquilidade e aprender um pouco mais sobre o quotidiano dos monges budistas. 10. Ponte Tham Krasae, um sítio curioso para ver em Kanchanaburi Um dos trechos mais bonitos da viagem de comboio entre Kanchanaburi e Nam Tok é o que passa sobre a Ponte Tham Krasae, que atravessa um desfiladeiro de onde se tem uma vista magnífica do rio. Podes também combinar a visita com um passeio a Wat Kra Sae Cave, uma gruta transformada em templo onde se podem ver vários altares budistas. A ponte fica a cerca de 50 quilómetros de Kanchanaburi. Podes chegar lá de comboio e depois caminhar ao longo da linha ou ir de mota. Tenha muito cuidado, especialmente se tiver chovido, e, se possível, tenta marcar a tua visita para coincidir com a passagem do comboio. Há zonas onde podes ficar a ver o comboio passar de perto. Sem dúvida, é um dos locais mais interessantes para visitar em Kanchanaburi pela sua paisagem. 11. Parque Nacional de Sai Yok Localizado a cerca de 60 quilómetros de Kanchanaburi, logo após a ponte Tham Krasae, encontra-se este parque nacional, que é menos conhecido do que Erawan, mas igualmente belo. Embora cubra uma área de 300 quilómetros quadrados, os seus locais mais conhecidos são as cascatas de Namtok Sai Yok Noi e Sai Yok Yai. A primeira está à beira da estrada e é um local popular, especialmente entre as famílias tailandesas aos fins de semana, pois tem até uma área para piqueniques. Na estação seca, a água pode ser um pouco menos límpida e ter um caudal reduzido. Para visitar o Sai Yok Yai, terás de pagar a taxa de entrada do parque (300 THB), mas descobrirás um belo local natural, com uma cascata de 10 metros de altura que corre diretamente para o rio Kwai. Como chegar ao parque? Podes ir de autocarro a partir da estação de autocarros de Kanchanaburi, com a viagem a demorar cerca de 2 horas. Também podes apanhar o comboio para Nam Tok e depois caminhar até à entrada ou apanhar um songtaew. 12. Desfrutar de Kanchanaburi Embora possa parecer um pouco básico, a melhor coisa a fazer em Kanchanaburi é simplesmente apreciá-la. É uma cidade calma e agradável, com muitos alojamentos à beira-rio, bares e restaurantes onde podes relaxar. A oferta hoteleira é muito boa, com bungalows com vista para o rio ou piscinas onde podes relaxar e desfrutar do ambiente natural enquanto te refrescas. O nosso conselho é que explores a área entre a estação de comboios e a ponte do rio Kwai. Dois locais que recomendamos vivamente são o Good Times Resort e o Honeymoon Camping, que também assinalámos no mapa de locais a visitar em Kanchanaburi, abaixo. Delicia-te com um almoço descontraído ou um sundowner à beira do rio em locais como o Tongkan Café, o Davenport Café, o Keereetara Riverside ou o próprio restaurante do Good Times Resort. Também encontrarás várias casas de massagens na zona, com preços a partir de apenas 150 THB por hora. Dicas para visitar Kanchanaburi Agora que já conheces as principais coisas a fazer em Kanchanaburi, aqui ficam algumas dicas para te ajudar a aproveitar ao máximo a tua visita: • Podes chegar facilmente a Kanchanaburi a partir de Banguecoque em cerca de 3 a 3,5 horas. Se estiveres na zona de Khaosan Road, podes apanhar uma carrinha partilhada. A opção mais económica é ir até à estação de Mochit e apanhar um autocarro. Alternativamente, podes apanhar um comboio na estação de Thonburi, um percurso bonito e histórico que te custará apenas 100 THB. • Quantos dias são necessários para visitar Kanchanaburi? Na nossa opinião, pelo menos dois. Um para explorar os sítios e templos relacionados com a guerra e outro para visitar as cascatas de Erawan. Se quiseres ir com calma, considera adicionar mais um dia. • A melhor altura para visitar Kanchanaburi é de novembro a março, durante a estação seca e mais fresca. De março a junho, pode fazer muito calor, ultrapassando os 40°C, e de julho a outubro é mais provável que chova. Mesmo assim, não significa que chova o dia inteiro, e poderás até gostar dos aguaceiros refrescantes. Podes ler mais sobre o tempo em Melhor altura para viajar para a Tailândia. • Como te deslocares em Kanchanaburi? Com exceção de algumas atividades, como Erawan ou o Hellfire Pass, podes explorar Kanchanaburi a pé. Se não quiseres andar tanto, não te preocupes, pois podes alugar uma mota (cerca de 200 THB) ou negociar com um songtaew. Para te familiarizares com os transportes, recomendamos o nosso guia sobre como te deslocares na Tailândia. • Lembra-te de que uma das chaves para viajar na Tailândia com tranquilidade é ter uma boa apólice de viagem, como a IATI Mochileiro. Os cuidados de saúde na Tailândia não são gratuitos e qualquer visita a um médico pode resultar em grandes despesas. • Continua a preparar-te para a tua viagem com estas dicas para viajar para a Tailândia. Pronto para explorar Kanchanaburi? Esperamos que todas estas informações te tenham sido úteis. Não vás embora ainda, pois temos mais artigos no blog da IATI que te ajudarão a planear a tua viagem à Tailândia: • Documentos e Requisitos para viajar para a Tailândia 2024 • É seguro viajar para a Tailândia?

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É seguro viajar sozinha para o Camboja? Como é?

É seguro viajar sozinha para o Camboja? Como é?

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Se estás a pensar em viajar sozinha para o Camboja, mas tens alguns receios ou dúvidas, vieste ao sítio certo. Vou contar-te como é circular pelo país desacompanhada, se é perigoso ou não, destinos que te podem agradar se for a tua primeira vez por estas terras e, além disso, algumas dicas para que tudo corra bem. Se estás a planear uma viagem pela Tailândia e queres acrescentar uns dias em Angkor/Siem Reap para ver os seus maravilhosos templos (algo mais do que habitual e lógico dada a sua proximidade) ou porque estás a pensar conhecer o país mais a fundo, a seguir conto-te a minha experiência de viajar sozinha pelo Camboja e muito mais. Porquê viajar sozinha para o Camboja – é possível? Claro que é possível! Viajar sozinho para o Camboja não só é possível, como é uma ótima ideia por muitas razões. Em primeiro lugar, pela mais óbvia: há tanto para ver no Camboja. Os templos de Angkor são a principal atração, mas também tens a opção de explorar o interessante mas duro passado do Camboja na capital, Nom Penh; explorar o Camboja rural em Battambang; ou desfrutar de praias paradisíacas em Koh Rong, para citar algumas. É, por outro lado, um destino variado e, se estiveres disposto a isso, cheio de surpresas. Obviamente, toda a gente visita Siem Reap e os seus templos, alguns vão a Nom Pen e a Koh Rong, mas poucos se aventuram mais longe. Por isso, se quiseres sair dos caminhos conhecidos, se quiseres lugares intactos ou menos turísticos, acho que te vais apaixonar pelo Camboja. Outra razão forte para viajar sozinho para o Camboja é o seu povo. Diz-se que a Tailândia é a terra dos sorrisos, mas, sem menosprezar a primeira, penso que os filipinos e os cambojanos são os mais simpáticos e prestáveis. Sem a menor hesitação, ajudam-nos de todas as formas possíveis, mesmo quando não estamos a pedir. É claro que, como em qualquer país, há oportunistas e condutores de tuk tuk ou taxistas que tentarão cobrar-te um pouco mais, mas uma das impressões mais gerais que levarás da tua viagem a solo no Camboja é a amabilidade das pessoas. Mesmo que não fales um inglês shakespeariano, as pessoas esforçar-se-ão por te compreender e ajudar. Se fores um pouco fluente em francês, devido ao seu passado colonial, poderás encontrar pessoas que o falem fluentemente. Em todo o caso, a linguagem dos gestos é universal e o Google Translate é uma ferramenta que veio para ficar. Por outro lado, viajar sozinha para o Camboja é possível e económico. É seguro e fácil deslocares-te em transportes públicos, e podes esperar pagar entre 6 e 8 euros por uma viagem de autocarro de várias horas ou cerca de 20 euros pelo ferry para Koh Rong. Além disso, encontrarás alojamento muito barato. A partir de apenas 3 euros, terás uma cama num quarto partilhado, mas se quiseres privacidade, não terás de gastar muito dinheiro, pois podes encontrá-los facilmente por apenas 6 euros. A comida khmer – que, já agora, é deliciosa – também é bastante barata. O preço dependerá, naturalmente, do local onde a comeres (uma banca de rua não é o mesmo que um restaurante turístico), mas por 3 a 4 euros poderás comer confortavelmente. Sendo um país dolarizado, os preços são um pouco mais elevados do que os dos seus vizinhos, mas não será um grande entrave ao orçamento. Por outro lado, é muito comum perguntares-te se não te sentirás sozinha em algum momento e se poderás fazer alguma coisa para o aliviar. O Camboja é um destino comum para viajantes a solo e, acredita, somos muitos mais do que possas pensar. Tens sempre a opção de te juntares a uma excursão, de ires a um hostel para conheceres pessoas ou, porque não, de usares aplicações como o Coachsurfing, grupos de viajantes no Whatsapp ou grupos no Facebook. Finalmente, se, como eu, gostas de fluir, podes viajar sozinha no Camboja, escolhendo o local para onde vais no dia anterior ou mesmo no próprio dia. Uma das vantagens de seguir o teu próprio caminho é que podes fazer o que quiseres, quando quiseres, e este país dá-te essa oportunidade. A grande oferta de alojamento e de transportes permite-te (exceto em datas muito específicas e em locais específicos, como Siem Reap no Natal, por exemplo) flexibilizar o teu itinerário. Mas será que é seguro viajar para o Camboja sozinha como mulher? Claro que sim! Esta é outra razão pela qual recomendo viajar para o Camboja sozinha, porque é um destino seguro. Como diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) nas suas recomendações de viagem, o Camboja é um país seguro. Mesmo assim, deves ter cuidado, especialmente em Nom Pen, a capital, onde se tem registado um aumento do número de assaltos com recurso ao método “snatch-and-grab”. Isto significa que, quando estás a passear na berma da estrada, alguém puxa a tua mota e leva os teus objetos de valor. Por conseguinte, é importante segurar bem os teus pertences e, se possível, afastares-te o mais possível da berma da estrada. Isto também acontece por vezes quando andas de bicicleta em Siem Reap ou no complexo de Angkor. Assim, é importante levar o saco ou a mochila às costas ou prendê-lo ao cesto para evitar infortúnios. Por outro lado, em Sihanoukville e nas ilhas, registaram-se alguns casos de agressões sexuais durante as festas. Infelizmente, isto é algo que acontece em todo o mundo, especialmente sob o efeito do álcool. Por isso, como tenho a certeza que já fazes em casa, tem muito cuidado, evita andar em praias solitárias e tem cuidado com a bebida. Para além destes acidentes excecionais, segundo a minha experiência, o Camboja é um país confortável e seguro para viajar sozinha. Raramente receberás olhares incómodos ou elogios. As pessoas estão habituadas ao turismo e aos trajes de verão, pelo que, exceto nos templos, poderás andar à vontade. Ainda assim, se não usares muito decote ou saias/calças muito curtas, sentir-te-ás mais confortável. No que respeita à saúde, infelizmente, a dengue é uma doença bastante comum, tal como o Zika, a chikungunya e a malária, todas elas transmitidas pela picada de mosquitos. Por conseguinte, é essencial usares repelente de mosquitos. Além disso, como o MNE recorda várias vezes, é muito importante fazer um bom seguro de viagem, uma vez que “as infra-estruturas sanitárias do Camboja não têm um nível comparável ao da Europa e os centros privados cobram preços elevados. Recomenda-se vivamente a subscrição de um seguro com cobertura suficiente antes de viajar para o país. Em caso de acidente ou doença, é aconselhável deslocares-te à Tailândia, onde a rede hospitalar é bastante superior. Por isso, para maior tranquilidade, não hesites em subscrever o IATI Mochileiro, que é o seguro que subscrevo em todas as minhas viagens. É a melhor apólice para viajantes todo-o-terreno como nós, com uma cobertura extensa que inclui até (espero que não) acidentes durante a prática de desportos de aventura, como caminhadas até cascatas, snorkelling ou mesmo rafting. Destinos recomendados para viajar sozinha no Camboja – O que fazer sozinha no Camboja? Agora que já tens uma visão mais ou menos completa do que é viajar sozinho para o Camboja e de como é seguro, aqui estão os destinos que considero mais interessantes se for a tua primeira viagem ao país. Siem Reap e os templos de Angkor Uma viagem ao Camboja (sozinha) não estaria completa sem uma visita aos templos de Angkor, possivelmente um dos locais imperdíveis em qualquer viagem ao Sudeste Asiático. Este complexo monumental situado junto à cidade de Siem Reap combina mais de 100 templos, palácios e lagos, alguns deles ainda envoltos na selva ou em processo de serem assimilados por ela. Angkor Wat é o expoente máximo da arquitetura do Império Khmer e é visitado todos os dias por centenas de pessoas, mas também recomendo que não percas Angkor Thom (que de certeza já viste dezenas de vezes, pois ficou famoso por aparecer no filme “Tomb Raider”) e o Bayon. Podes fazer um passeio de bicicleta (mais cansativo, mas mais barato) ou contratar os serviços de um tuk-tuk para o dia inteiro. O meu conselho é que passes pelo menos dois dias a visitar Siem Reap e Angkor. A partir daqui, também podes fazer algumas excursões, como visitar as cascatas de Phnom Kulen ou o templo de Beng Mealea. Encontrarás todas as informações necessárias sobre como visitar os templos de Angkor em “Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida“. Phnom Penh Embora não seja a cidade mais agradável da Ásia, penso que uma visita a Nom Pen é obrigatória numa viagem a solo ao Camboja. Deixar o país sem mergulhar na história do genocídio cambojano seria como ir a meio caminho. Embora seja difícil, recomendo que visites o Instituto S-21 ou o Museu do Genocídio de Tuol Sleng e os campos de extermínio de Choeung Ek ou “Killing Fields”, onde ficarás a conhecer o massacre dos Khmers Vermelhos. Além disso, na capital, encontrarás também templos impressionantes e vários edifícios de arquitetura colonial francesa que, tenho a certeza, te agradarão. Koh Rong ou Koh Rong Saloem Para terminar a tua viagem a solo ao Camboja, o que poderia ser melhor do que alguns dias numa ilha tropical? Aqui encontrarás o que desejas: praias de areia branca, águas límpidas e coqueiros. Koh Rong é um pouco mais desenvolvida e tem um pouco mais de uma vibração de mochileiros, enquanto Koh Rong Saloem é mais silenciosa e mais intocada, por isso é comum ver mais famílias e casais. A boa notícia é que, seja qual for a tua escolha, vais acertar em cheio. Para chegar a qualquer uma delas, terás de apanhar um ferry em Sihanoukville. Infelizmente, esta cidade à beira-mar perdeu o seu encanto depois de o governo cambojano a ter entregue à China para a construção de cerca de 60 casinos e hotéis. A impressão que fica é a de uma cidade sem identidade e, infelizmente, um pouco perigosa. Por esta razão, recomendamos que a evites, se possível. Dicas para viajar sozinha no Camboja Embora espere ter-te dado algum incentivo para viajar sozinho no Camboja, aqui estão algumas dicas que penso que te ajudarão a começar com um pouco menos de hesitação: • Viajar sozinha no Camboja é seguro, mas tem muito cuidado em Nom Pen, Siem Reap e Sihanoukville. Aqui, são frequentes os casos de pessoas que são arrancadas de motas e de roubos ocasionais e descuidados. Nunca é demais ter cuidado e andar o mais longe possível da estrada. • Evita caminhar ao longo de Nom Pen a altas horas da noite. • Algumas fronteiras terrestres tentam cobrar mais do que a taxa de visto de 30 dólares. Por isso, recomendo que obtenhas um visto eletrónico com antecedência ou que leves apenas 30 dólares e que lutes com os funcionários até estes se cansarem. • Para o alojamento, a Agoda é a plataforma que normalmente oferece os melhores preços no Camboja. Em todo o caso, compara sempre com o Booking. • Dirige-te a um centro de vacinação com bastante antecedência para que um profissional te aconselhe sobre as vacinas recomendadas. A febre amarela só é obrigatória se tiveres estado num país onde é endémica (não em Portugal), mas as vacinas contra a febre tifoide, a hepatite A e o tétano são normalmente recomendadas. • É muito importante usar repelente de mosquitos, especialmente ao amanhecer e ao anoitecer, quando os mosquitos estão mais ativos. A dengue é uma doença muito comum em todo o Sudeste Asiático e é transmitida por picadas de mosquito. • Recomendo-o sempre, mas para mim é muito importante. Procura um cartão SIM para ter Internet no teu telemóvel, que te ajudará a manter-te ligado à tua família e amigos, mas também a ter toda a informação de que necessitas na ponta dos dedos. Os cartões Smart e Metfone têm a melhor cobertura e são muito baratos. Vendem-nos no aeroporto, mas será mais barato ir a uma loja de telemóveis, comprar o SIM e recarregar. Para te dar uma ideia, por 8 ou 9 euros pode obter um plano de 40 gigabytes. • Se tiveres escolha, a melhor altura para viajares sozinho para o Camboja, porque chove menos, é de outubro a março. É verdade que é época alta, haverá mais gente, estará mais calor e os preços serão mais elevados, por isso a escolha é tua. Setembro, outubro e abril oferecem um meio-termo. • Quer levar uma recordação para casa? Não tenhas medo de regatear, mas sê sempre respeitoso. • Leva um lenço contigo, pois terás de cobrir os joelhos e os ombros nos templos. • Mantém-te hidratado, mas evita beber água da torneira. Também não é aconselhável comer peixe ou carne crus. Mais conselhos para as mulheres que viajam sozinhas no Camboja • Para poupar nas taxas de multibanco, para além de ter cartões que te dão uma boa taxa de câmbio (como o Revolut ou o N26), recomendo que tentes comprar moeda nos bancos. Ou seja, em vez de ires ao multibanco (que te cobrará uma taxa de cerca de 4 euros por levantamento), podes carregar o teu cartão na agência bancária e eles dão-te dinheiro. Nem todos os bancos fazem isto, mas podes tentar. Na Tailândia, esta prática também é bastante comum e chama-se “cash advanced”. • Só conduzas uma mota se tiveres prática. As estradas nem sempre estão nas melhores condições e conduzir aqui não é o mesmo que conduzir em Portugal. Lembra-te que precisas de uma carta de condução internacional. • Uma aplicação que te vai facilitar muito a vida é a Grab, que é a Uber do Sudeste Asiático. Podes reservar viagens de carro, tuk tuk e mota de uma forma cómoda e económica. No entanto, também podes utilizar os transportes públicos, que são muito seguros. • Se alguma vez sentires falta de companhia, podes sempre juntar-te a uma excursão de grupo ou ir para um hostel para conhecer pessoas. • Por favor, sê um viajante responsável e não dês dinheiro às crianças nem compres coisas delas. Se o fizeres, incentivas os pais a preferirem que elas trabalhem em vez de, por exemplo, irem à escola. A não ser que sejas um especialista na matéria, acreditamos que o voluntariado demasiado comum em orfanatos faz mais mal do que bem e que existe uma enorme indústria por detrás disso. • Lembra-te que uma das chaves para viajar sozinha no Camboja e sentir-te mais tranquila é viajar com uma companhia de seguros que saibas que responderá bem e rapidamente quando mais precisares. IATI Mochileiro é a tua apólice mais completa para esta aventura. • Finalmente, viajar sozinha no Camboja é seguro e altamente recomendado, mas não deixes o teu bom senso em casa e segue a tua intuição. No blog da IATI, por outro lado, continuamos a aumentar a nossa lista de destinos perfeitos para as mulheres e temos a certeza de que te interessarão! Espero que este guia para viajar sozinho no Camboja te tenha ajudado a livrar-te dos teus medos e a desfrutar deste pequeno mas grande país do Sudeste Asiático. Mesmo assim, se quiseres fazer-me alguma pergunta ou partilhar a tua experiência, eu leio-te nos comentários. Artigo escrito por: Viajar por Filipinas

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Nintendo World Japan – Visitar e comprar bilhetes: Guia completo

Nintendo World Japan – Visitar e comprar bilhetes: Guia completo

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O Nintendo World Japan está no teu itinerário de viagem ao Japão e já te apercebeste que comprar bilhetes e organizar a tua visita pode não ser tão fácil como parece à primeira vista, certo? Não te preocupes, elaborámos este guia completo que fará com que visitar o parque não seja tão difícil como chegar ao nível 97 de Super Mario World. Põe o teu boné vermelho e prepara-te para te juntares a nós neste pequeno paraíso dos jogadores, enquanto partimos para o Nintendo World Osaka. “It’s-a-me, Mario!” O que é o Nintendo World Osaka? Quem diria que o canalizador italiano de bigode que lutou com o Donkey em 1981 teria um parque temático dedicado a ele 40 anos depois, certo? Mas, felizmente para os seus fãs, isso aconteceu. Em 2021, foi inaugurada em Osaka uma nova área do parque temático Universal Studios Japan chamada Super Nintendo World. Aqui, esperam-te divertidas diversões, restaurantes e lojas inspiradas no franchise principal da Big N. Assim que atravessares o túnel de acesso, a festa começará e as cenas icónicas do Reino dos Cogumelos aparecerão à tua frente enquanto as músicas clássicas da Nintendo tocam no fundo. Portanto, como detalharemos abaixo, para visitar o Nintendo World Osaka, primeiro precisas do teu bilhete para o Universal Studios Japan. Quando ir ao Nintendo World Japan Se vais comprar bilhetes para o Nintendo World Japan e estás a pensar quais são as melhores datas para ti, temos algumas dicas para ti. Em primeiro lugar, fica atento aos sites especializados em calendários de afluência de parques temáticos. Não são uma ciência exata, mas podem ajudar-te muito a ver em que datas tendem a estar mais cheios ou mais vazios. Assim, será muito mais fácil reduzir os tempos de espera e desfrutar mais da experiência. Eis alguns sites que podem ser úteis a este respeito: • Is it packed! • Thrill Data Graças a estes sites, podes escolher os melhores dias para visitar a Nintendo Japan no teu itinerário, uma vez que têm em conta os feriados locais e as estatísticas dos anos anteriores. Se ainda não tens a certeza de quando vais ao Japão e estás aberto a escolher a altura, sugiro que evites julho e agosto pelas suas temperaturas altas e abafadas e janeiro e fevereiro pelo frio que te fará sentir como o pinguim Tuxie de Mario 64. A primavera e o outono são as duas melhores alturas para visitar Osaka e o Nintendo World. Comprar bilhetes para o Nintendo World Vamos agora entrar na parte que normalmente é a mais complicada, a compra de bilhetes para o Nintendo World Japan. Enquanto noutros parques temáticos basta clicar e pagar, aqui tens de considerar primeiro uma série de opções que, francamente, poderiam ser muito mais simples. Quando o parque abriu, o Nintendo World Osaka estava incluído no bilhete de entrada do Universal Studios Japan. Assim, na mesma visita, podias ver toda a área Mario juntamente com outras como Jurassic Park, Minions, Spiderman e outros franchises. Após a reabertura do país depois do fim da pandemia, o nível de afluência de turistas, o grande número de fãs da Nintendo e, sobretudo, a pequena área a visitar no Nintendo World, obrigaram a restringir o acesso. O lado positivo é que agora, embora haja filas, não são tão longas como no início. O lado negativo é que já não é tão fácil entrar como antes. Mas não te preocupes, nós dizemos-te como o fazer para não perderes esta oportunidade. Studio Pass, 100% essencial Uma vez que o Super Nintendo World Japan fica dentro do Universal Studios Japan, o que tens de fazer é comprar primeiro um bilhete para o parque. Podes fazê-lo facilmente a partir do site oficial da Universal Studios. Vais ver que o preço muda consoante o dia que escolheres, sendo ligeiramente mais caro nos dias mais movimentados. Tendo esclarecido que este é o bilhete essencial, aqui estão as duas formas de aceder e visitar a área da Nintendo. Area Timed Entry A primeira opção para visitar o Nintendo World Japan é com o Area Timed Entry. Trata-se de um tipo muito limitado de entrada gratuita que só pode ser obtida no próprio parque e no dia da tua visita. O número de bilhetes gratuitos libertados varia diariamente em função do número de bilhetes que não foram atribuídos para pagamento. Por conseguinte, é quase uma lotaria obtê-los. Há duas formas de o fazer: • Area Timed Entry pela app: Se quiseres obter um bilhete gratuito no dia da tua visita, terás de tentar a tua sorte através da aplicação Universal Studio Japan. Tem em mente que haverá muitas pessoas a tentar obter o mesmo bilhete ao mesmo tempo, pelo que não é invulgar que a aplicação fique sobrecarregada. Nesse caso, ou se a aplicação ficar sem bilhetes gratuitos, verás uma mensagem a dizer: “Bilhetes de lotaria disponíveis apenas no quiosque”. Falaremos sobre isto no ponto seguinte. • Entrada presencial no Area Timed Entry: Existem máquinas mesmo ao lado da entrada da atração Jaws (que também recomendamos vivamente) a partir das quais também podes obter Area Timed Entry. Como tendem a falhar com menos frequência do que a aplicação, é muito comum ver pessoas nos portões do parque a fazer fila logo às 7h da manhã e a correr com toda a energia para chegar primeiro a estes quiosques e garantir a sua entrada. Como vês, é possível entrar no Nintendo World Japan sem pagar mais no teu bilhete Universal, mas a principal desvantagem é que se trata de uma quantidade de bilhetes muito limitada e tem menos escolha de quando entrar, uma vez que aqueles que compraram um Express Pass já terão bloqueado a maioria deles. Express Pass Quando compras o teu Studio Pass no site oficial e clicas em “Next step” (Próximo passo), és levado para o menu onde podes escolher entre os diferentes (e são bastantes!) tipos de Express Pass disponíveis. Este Express Pass dá-te acesso à área Nintendo (incluindo a área Harry Potter), à hora que escolheres, independentemente do tipo que escolheres. Cada um dos diferentes Express Passes, para além deste acesso, oferece acesso sem filas a determinadas atrações da Universal. Assim, se o teu principal interesse é o Super Nintendo World, recomendamos que optes pelos que incluem filas de espera rápidas para esta zona. Estes são os seguintes: • Universal Express Pass 7: Para além de outras atrações no resto do parque, garante-te a entrada rápida em MarioKart: Koopa’s Challenge e Yoshi’s Adventure. • Universal Express Pass 4: Para além de outras atrações no resto do parque, garante-te a entrada rápida em MarioKart: Koopa’s Challenge. Se olhares para o menu, verás que estes dois bilhetes têm variações como “Doraemon XR Ride”, “Spiderman” ou, entre outros, “The Flying Dinosaur”. A diferença, para além do preço, é o número de atrações no resto do parque a que te podes aceder sem filas. Se vais visitar a Universal num dia de muito movimento, pode ser muito interessante escolher um bilhete que cubra as atrações que mais te chamam a atenção. Ao escolheres o teu Express Pass, e antes de pagares, terás de escolher os horários em que irás visitar cada uma das atrações da via rápida e o teu acesso à área Nintendo. Tem atenção que, depois de saíres, não poderás voltar a entrar. Se, em vez de comprares o teu bilhete no site oficial, o comprares através do portal KLOOK, não poderás escolher os teus horários de acesso. Isto pode significar teres de visitar a tua área preferida quase à hora de fecho e fazê-lo com menos luz. LEMBRA-TE: O Express Pass é um extra que te dá acesso à zona Nintendo e evita a fila de espera para várias atrações, mas NÃO É A ENTRADA NO PARQUE. Sem o Studio Pass, não poderás entrar neste parque temático. Resumo da compra de bilhetes para o Super Nintendo World Japan Agora que detalhámos cada parte, vamos resumir para que possas ver de uma forma mais simples. Assim, poderás aceder ao Nintendo World: 1) Comprar o Studio Pass: É indispensável para entrares no Universal Studios Osaka. 2)Tens duas formas de aceder ao Nintendo World: • Grátis: Com um Area Timed Entry que podes obter, estando no parque nesse dia, através da aplicação ou das máquinas de venda automática. Estas entradas são muito limitadas e, em dias com muita gente, são difíceis de conseguir. • Pago: Comprando um Express Pass que te dá acesso à área Nintendo e às filas de espera rápidas de várias atrações Visita a Nintendo com segurança Fizeste todo este percurso para te divertires, não arrisques. No Japão, os cuidados médicos são muito caros, mesmo para o Mario depois de ter recolhido todas as moedas. Uma ida ao Castelo da Peach pode resultar em contas médicas enormes, consultas, exames e medicamentos. Por outro lado, com o melhor seguro de viagem para o Japão, terás acesso aos melhores especialistas do país sem teres de pagar nada do teu bolso (exceto o Dr. Mario 😉). Além disso, outras coberturas acompanhar-te-ão para te ajudar em caso de roubo, problemas com o teu transporte, complicações com a tua bagagem ou mesmo se tiveres de ser repatriado. E se tiveres de cancelar a tua viagem depois de já teres comprado os bilhetes para o Nintendo World, os voos para o Japão e o alojamento? Com o complemento de cancelamento de viagem, poderás recuperar esse dinheiro* – inclui-o na tua apólice! Não arrisques no Japão e faz já o teu seguro: O que te espera no Nintendo World Japão Estás prestes a atravessar a fronteira para o Reino dos Cogumelos e a conhecer em primeira mão alguns dos locais mais emblemáticos dos vários universos Mario. Para que possas planear a tua visita, saber onde ir e o que esperar de cada local, aqui tens um resumo rápido das principais atrações. Pulseiras Power-Up A Nintendo sabe que muitos de nós, fãs, adoramos colecionar tudo o que está relacionado com este universo e aproveita a oportunidade para nos vender tudo o que se possa imaginar. Se quiseres viver a experiência Nintendo World em pleno, terás de comprar uma das seis diferentes pulseiras interativas que custam aproximadamente 30 euros. Com elas, poderás participar em pequenos mini-jogos que te darão pontos na tua conta. À medida que fores andando nas diversões, interagindo com os diferentes palcos ou mesmo cumprimentando os atores vestidos de personagens como o Luigi, o Toad ou a Peach, irás acumulando conquistas. Se gostas da Nintendo mas não estás interessado neste tipo de coisas, podes esquecer as pulseiras Power-Up. Se fores um daqueles fãs que não conseguem conceber a ideia de sair do parque sem este item, que só podes obter aqui, terás de adquiri-la. Lojas Claro que, para além das pulseiras, podes comprar todo o tipo de merchandising que possas imaginar sob a forma de canecas, roupas, porta-chaves, brinquedos ou até toalhas na 1UP Factory; ou comprar produtos relacionados com Mario Kart na Mario Motor. Prepara-te para fazeres o teu cartão de crédito ir pelos ares. Nintendo World Japão: Atracções Mario Kart: Desafio do Koopa Depois de anos a controlar karts a partir do comando de diferentes consolas, chegou a altura de os conduzir. No Mario Kart: Koopa’s Challenge, entrarás num espetacular kart de 4 lugares e, graças aos óculos de realidade aumentada, viverás a experiência divertida e frenética de chegar à meta marcando pontos através do lançamento de cascas vermelhas e outros objetos clássicos. A aventura do Yoshi Quem é que nunca sonhou em andar nas costas do Yoshi? Aqui, esse sonho tornar-se-á realidade. Não esperes um passeio frenético como o dos karts, Yoshi’s Adventure é um passeio descontraído pelo Nintendo World com belas vistas e áreas secretas. Desafio Bowser Jr. Para aceder a esta atração, é necessária uma Power-Up Band. Mais do que uma atração propriamente dita, é um minijogo interativo em que se recolhem moedas através da pulseira. Onde comer Café do Kinopio O Mestre Kinopio, aquele sapo idoso, foi encarregado de cuidar da Princesa Peach desde que ela era bebé. Desaparecido durante muitos anos dos vários jogos do franchise, abriu aqui o seu próprio restaurante. No Kinopio’s Café, podes comer uma variedade de pratos inspirados nos jogos. O hambúrguer do Mario, o bolo da princesa, a carbonara do Yoshi… a escolha é grande! O cenário é lindo e torna-o um local de visita obrigatória no Nintendo World. Mas prepara a carteira, pois os preços aqui não são propriamente baratos. Ilha de snacks do Yoshi Esta pequena banca de snacks espera por ti com um calzone recheado de Yakisoba e queijo, lassis de morango/manga/melão e bebidas que vais querer comprar assim que vires as embalagens em forma de cogumelo e flor de fogo. Dicas para visitar e comprar bilhetes para o Super Nintendo World Japan Não queremos encerrar este guia Nintendo sem te dar algumas dicas finais: • Não te esqueças da tua power bank. Vais querer tirar fotos e vídeos de tudo o que vês e provavelmente vais usar as aplicações Universal e Nintendo World, o que vai esgotar a tua bateria rapidamente. • Lembra-te de que uma vez que saias desta área temática durante as horas de encerramento, não poderás voltar a entrar. • Planeia a tua visita, especialmente se tiveres um Express Pass. Terás de estar no local certo à hora certa e não queres chegar atrasado, pois pagaste para evitar as filas. • Veste roupas confortáveis, pois vais andar para cima e para baixo durante todo o dia. Adapta o teu vestuário às condições meteorológicas previstas para a altura da tua visita. • Não hesites em utilizar as filas de espera para os Single Riders, quando disponíveis. Mesmo que vás ao parque em grupo, vale a pena desfrutar de uma viagem sem os teus amigos em troca de poupar horas nas filas. • Não arrisques e visita o parque protegido com o melhor seguro de viagem para o Japão. Contrato-o aqui:

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Para onde viajar no verão de 2024: principais destinos

Para onde viajar no verão de 2024: principais destinos

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Para onde viajar nas férias de verão de 2024? A época de verão está quase a chegar e, por isso, aqui na IATI, juntámos as nossas cabeças para recomendar os melhores destinos para viajar neste verão de 2024. Continua a ler para descobrir os melhores lugares para viajar no verão de 2024, uma seleção para todos os orçamentos e gostos que não certamente não te irá desapontar. 1. África do Sul: cultura e vida selvagem em abundância No extremo sul de África, há um país que tem de tudo. Com temperaturas muito amenas nesta altura do ano, a África do Sul é um dos melhores destinos para viajar no verão de 2024, especialmente se fores um amante da natureza. Entre junho e novembro, os avistamentos de baleias francas são mais do que frequentes ao largo da costa de Hermanus, mas é também uma ótima altura para fazer um safari no Parque Nacional Kruger – poucas coisas se comparam a conduzir o teu próprio carro em busca de elefantes, leões e leopardos! E como se isso não bastasse, o teu itinerário de viagem pela África do Sul também deve incluir a Cidade do Cabo e os seus maravilhosos miradouros, uma visita à casa de Nelson Mandela em Joanesburgo ou um passeio pelas vinhas de Franschhoek. Começa a procurar voos e a sonhar com a viagem de uma vida. Aqui estão os requisitos de viagem para a África do Sul. 2. Costa Rica: o refúgio natural para o verão de 2024 São poucos os viajantes que não regressam da Costa Rica a delirar. Para além de ser um país que abraça os turistas, é um dos melhores destinos naturais para as tuas férias de verão em 2024. Surfar nas praias de Guanacaste, percorrer as pontes suspensas de Monteverde, embrenhar-te na densa selva do Corcovado, contemplar a cratera do vulcão Poas ou desfrutar das praias das Caraíbas são algumas das atividades que podes incluir no teu itinerário na Costa Rica. Sabe mais sobre os requisitos de viagem para a Costa Rica aqui. 3. Grécia: bom tempo, praias e o Pártenon A Grécia é sempre um dos destinos de verão mais procurados na Europa e este ano de 2024 não será exceção. Uma viagem por este país mediterrânico pode ser tão diversificada quanto queiras, mas uma boa sugestão é começar pelo norte, visitando os intrigantes mosteiros de Meteora e Salónica. Depois, podes voar para Atenas e, a partir daí, explorar locais tão importantes como Delfos ou o Cabo Sunion. Aluga um carro e perde-te na península do Peloponeso para visitar sítios arqueológicos importantes como Corinto, Epidauro, Olímpia e Micenas. E para terminar, que tal uns dias em algumas das maravilhosas ilhas gregas? Santorini e Mykonos são as mais conhecidas, mas há outras muito mais calmas, como Naxos, Paros e Zante. Este plano parece-te bem? Não é preciso ir muito longe de casa para passar umas férias de verão incríveis em 2024 e, não esquecer, para desfrutar da gastronomia de renome mundial. Mostramos-te aqui o que não podes perder na Grécia 4. Egipto: um destino de visita obrigatória no verão de 2024 Sabemos que as temperaturas de verão no Egito podem ser de matar, mas, para nós, continua a ser um excelente destino para viajar no verão de 2024. Com preços ainda muito bons para incentivar o turismo e menos visitantes do que o habitual, tens uma oportunidade quase única de desfrutar da terra dos faraós de uma forma mais descontraída. O melhor itinerário no Egito levar-te-á a descobrir as místicas Pirâmides de Gizé, a fazer um cruzeiro pelo antigo rio Nilo visitando os templos mais espetaculares e a coroá-lo com um nascer do sol em Abu Simbel. Depois de absorver o lado cultural da nação africana, não há nada como uns dias a fazer snorkelling ou mergulho no Mar Vermelho para relaxar e esquecer o calor. Sabe mais sobre os requisitos de viagem para o Egito aqui 5. México: umas férias inesquecíveis para o verão de 2024 O México é sempre um bom plano e é um bom lugar para viajar durante todo o ano. Embora o associemos sempre às praias da Riviera Maya, o México tem muito mais para ver. Seriam necessários meses para absorver tudo o que o país tem para oferecer, mas para sair com um ótimo sabor na boca para além dos tacos e do guacamole, podes começar a tua viagem na Cidade do México. Passa alguns dias a passear pelos seus bairros encantadores, visitando locais como o Museu Frida Kahlo ou Teotihuacán, e depois passeia por cidades como Guanajuato, San Miguel de Allende ou San Cristóbal de las Casas. Apetece-te praia? Podes fazer um percurso pela Baja California, Riviera Nayarit ou pelas praias menos conhecidas de Oaxaca. Se quiseres concentrar-te na Riviera Maya e no Yucatán, este itinerário de 15 dias pelo México é perfeito para ti. Podes fazê-lo 100% por conta própria, em transportes públicos e com toda a segurança. Clica aqui para saber quais são os requisitos para viajar para o México 6. Colômbia: praias, café, natureza e cultura Comecemos pelo principal: a Colômbia é um país que tem algo para cada tipo de viajante. Selva amazónica, cidades coloridas, praias de todos os tipos, aldeias encantadoras, uma cultura de café excitante para descobrir e muito, muito mais. Por isso, se tens mais de 15 dias e não sabes para onde viajar neste verão de 2024, não penses duas vezes e procura um bilhete para Bogotá. O mais importante é que leias muito sobre o país e decidas quais os destinos a visitar de acordo com os teus gostos, mas um bom ponto de partida é este itinerário para viajar pela Colômbia que desenhámos para ti. Descobrirás as praias de Tayrona, os centros históricos de Bogotá e Medellín, as plantações de café do Eje Cafetero e as palmeiras de cera estilizadas no Vale de Cocora, e as casas coloridas de Guatapé e Cartagena das Índias. A Colômbia é também um país muito cómodo para se viajar sozinho. E embora, infelizmente, tenha uma má reputação, é seguro viajar na Colômbia. Seguindo algumas precauções básicas e ao não ou te “exibires”, tudo correrá bem. No entanto, é possível que, quando regressares, já não gostes do café de Portugal, por isso, estás avisado! 7. Islândia: a terra do gelo no verão É verdade que é mais difícil avistar a aurora boreal nesta altura do ano, mas há muitas vantagens em viajar no verão. Para começar, vais precisar de menos roupa quente, a condução é mais fácil e os riscos de as estradas ficarem bloqueadas pela neve e pelo gelo são mínimos. A Islândia está a ficar verde, o que facilita as caminhadas, e é também a melhor altura para observar a vida selvagem. Sim, nestas férias de verão de 2024 vais poder ver papagaios-do-mar, raposas do Ártico, baleias e muito mais. Sabemos que viajar para a Islândia não é barato e que no verão os preços tendem a subir um pouco mais, por isso recomendamos que reserves alojamento e voos com bastante antecedência. Queres poupar um pouco? A melhor maneira de percorrer a ilha é com uma carrinha de campismo ou um carro alugado e uma tenda. A maioria das áreas de campismo estão abertas nesta altura do ano e é a forma mais económica de desfrutar da natureza selvagem da Islândia. 8. Portugal: uma escapadela ao Algarve Se tiveres menos dias de férias no verão de 2024, considera uma escapadinha ao nosso país. Portugal está sempre aberto e pronto para te receber de braços abertos, e o verão é sempre uma ótima altura para explorares o teu país. A nossa recomendação é que te dirijas à região do Algarve, se te apetecer o mar, e de preferência de carro. Algumas das praias desta zona de Portugal são possivelmente das mais bonitas da Europa. Se tiveres uma semana ou mais, é melhor baseares-te num ou dois locais. A área em redor de Lagos e Tavira é bastante interessante, uma vez que também terás fácil acesso a outras atrações do interior, como Silves e Olhão, duas cidades encantadoras. Precisas de ar mais fresco ou de locais menos concorridos? Então toma nota para fazeres um roteiro pelo Norte de Portugal e prepara-te para te fartares da deliciosa gastronomia. Se tiveres mais dias, continua em direção ao norte e descobre estes os recantos encantadores da Galiza. 9. Indonésia: perder-se no Sudeste Asiático Quando pensamos no Sudeste Asiático, quase sempre nos vem à cabeça a Tailândia, mas há muito mais para descobrir! Se já leste um pouco sobre a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático, já sabes que grande parte da região está na estação das chuvas ou das monções. No entanto, na Indonésia é época seca em grande parte do país, por isso não hesites mais, está na altura de comprares aquele bilhete para Bali com que tanto sonhaste. Uma vez que vais para tão longe, é aconselhável que lhe dediques pelo menos 3 semanas, mas se não conseguires, não te preocupes porque este itinerário de 15 dias na Indonésia vai fazer com que te apaixones por ela. Graças a ele, ficarás maravilhado com os templos de Borobudur, os vulcões de Java, o exotismo de Bali, os fundos marinhos e as praias das ilhas Gili e Nusa Penida. Tens mais férias em 2024? Então, parte para Komodo e percorre as estradas das Flores desconhecidas ou vai à procura de orangotangos em Sumatra ou no Bornéu. Caso estejas a pensar nisso, a Indonésia é um dos melhores destinos para ir no verão de 2024, graças aos seus bons preços, clima e segurança. Na verdade, podes fazer uma viagem muito tranquila e, se não quiseres esperar que alguém se junte a ti, vai sozinho. Aqui estão os documentos de viagem que precisas para a Indonésia 10. Praga, Viena e Budapeste: o melhor circuito para viajar neste verão de 2024 Terminamos a nossa lista de sugestões para onde viajar no verão de 2024 com uma maravilhosa combinação de cidades europeias: Praga, Viena e Budapeste. Próximas umas das outras, cada uma tem algo de especial. Viena é monumental; Budapeste mistura o decadente, o imperial e o “hooligan”; e Praga encanta com o seu centro histórico bem conservado e, porque não o admitir, com os seus maravilhosos jarros de cerveja Pilsner Urquell. Na IATI, recomendamos que dediques cerca de 10 dias a este itinerário, mas é claro que podes fazê-lo com mais calma e acrescentar excursões a partir de cada uma das cidades. Por onde começar? A vantagem de fazer um itinerário pela Europa é que tens boas possibilidades de encontrar voos baratos para qualquer uma delas a partir de Portugal. Mesmo assim, na nossa opinião, uma boa ideia é começar em Viena e terminar em Budapeste. Podes ligá-las de autocarro (cuidado, aqui opera a low cost Flixbus), comboio ou avião sem teres de te preocupar muito. Já tens a certeza para onde vais viajar no verão de 2024? Porque é que o escolheste? Gostaríamos de saber a tua escolha nos comentários e, se tiveres alguma dúvida, estamos sempre disponíveis para te ajudar com quaisquer questões relacionadas com viagens.

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Como preparar a tua viagem para a neve

Como preparar a tua viagem para a neve

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Quando o inverno se aproxima, a ideia de uma escapadela à neve é tentadora para muitos. A paisagem branca, as pistas de ski, e as atividades de inverno oferecem uma experiência única que atrai viajantes de todas as idades. No entanto, uma viagem para a neve exige uma preparação cuidadosa para garantir a tua segurança e para que desfrutes ao máximo a tua viagem. Vamos dizer-te o passo a passo de como preparar a tua viagem para a neve e, claro, incluir o melhor seguro para a neve que te vai proteger em qualquer ocasião indesejada. Escolher o melhor destino A primeira etapa é escolheres o destino que melhor se aplica às tuas necessidades e aquilo que procuras. Se já tens um destino em mente ótimo, senão não te preocupes que vamos dar-te a conhecer alguns dos mais conhecidos. Destinos de neve na Europa Na Europa vais encontrar muitos destinos de neve que atraem amantes de ski de todo o mundo. Os Alpes Europeus, que atravessam países como França, Áustria, Suíça e Itália, são uma escolha popular devido às suas grandes montanhas, muitas estâncias de ski e encantadoras aldeias alpinas. Outros destinos europeus incluem os Pirinéus em Espanha e Andorra, bem como a Escandinávia, a Noruega e a Suécia, onde podes desfrutar de ski nas paisagens árticas e de observação de auroras boreais. Se quiseres explorar mais quais os melhores destinos europeus, lê o artigo: 5 melhores destinos de neve na Europa. Destinos neve fora da Europa Fora da Europa, há uma variedade de destinos de neve igualmente cativantes. As Montanhas Rochosas no oeste dos Estados Unidos e Canadá são famosas pelas pistas desafiadoras e paisagens espetaculares. No Japão, destinos como Niseko e Hakuba oferecem uma experiência única com quantidades excecionais de neve e a oportunidade de explorares a cultura japonesa. Nova Zelândia, Queenstown e Wanaka vão dar-te uma experiência de ski no hemisfério sul, com desportos de inverno emocionantes e cenários deslumbrantes. Claro que existem muito mais destinos e bem menos conhecidos, dependendo do teu nível no ski e snowboard e das tuas preferências podes, sem dúvida, explorar estes destinos menos conhecidos. Considerações que deves ter ao escolher o destino Escolher o destino é a parte mais importante de como preparar a tua viagem para a neve, no entanto deves ter alguns aspetos em conta: • Nível de Experiência: Certifica-te de que o destino que escolheste oferece pistas adequadas ao teu nível de experiência. Algumas estâncias de ski são mais amigáveis para principiantes, enquanto que outras são mais desafiadoras e adequadas para pessoas mais experientes. • Orçamento: Os custos variam de acordo com o destino. Algumas estâncias de ski de renome podem ser mais dispendiosas, enquanto destinos menos conhecidos podem ser mais acessíveis. • Interesses Adicionais: Pensa nos teus interesses para além do ski. Alguns destinos oferecem atividades como spa, restaurantes requintados, vida noturna animada e passeios culturais. • Época da Viagem: A época da tua viagem também é um fator muito importante. Os destinos de neve têm diferentes épocas de pico, e a disponibilidade de neve pode variar. Pesquisa qual a melhor altura para a prática de ski ou snowboard no destino que escolheste. Qual a melhor época para viajar para a neve? A época ideal para a tua viagem para a neve vai sempre depender do destino que escolheres. De uma forma geral, a “temporada de inverno” começa em dezembro e pode durar até março em muitos destinos. No entanto, é importante considerar que as semanas do Natal e Ano Novo são tipicamente muito concorridas, com preços mais elevados e estâncias de ski completamente lotadas. A época que vai de meados de janeiro até meados de fevereiro é muitas vezes considerada a melhor altura para desfrutar de condições de neve ideais e evitar as multidões. Se preferes esquiar com temperaturas mais amenas, a primavera (março e abril) pode ser uma excelente opção. No entanto, deves ter em conta que a neve pode ser mais escassa, dependendo do destino e do clima. Que tipo de equipamento devo levar para a neve? Não podíamos deixar de incluir neste guia de como preparar a tua viagem para a neve que tipo de equipamento deves levar. Isto envolve considerar o tipo de roupa essencial para o frio, o equipamento de ski ou snowboard e muito importante: proteção solar. Roupa essencial para a neve Levar roupa adequada para a neve é crucial para te manteres aquecido e seco nas temperaturas mais baixas. Isto inclui: casacos impermeáveis, calças de neve, camadas térmicas, luvas, gorros, cachecóis e botas resistentes à água. Escolher roupas que ofereçam isolamento térmico e resistência ao vento é essencial para enfrentar o frio da montanha, mesmo que possas sentir mais calor durante as horas mais quentes do dia quando o sol está a refletir na neve, ter camadas para todo o tipo de clima é essencial. Equipamento de ski ou snowboard Se estás a planear praticar ski ou snowboard, é fundamental escolheres o equipamento adequado. Para ski, precisas de skis, bastões e botas de próprias para ski, enquanto que para snowboard apenas é necessário a prancha e botas específicas. Assegura-te de que o teu equipamento está em boas condições e que se ajusta ao teu nível de habilidade. Não te preocupes, se não tiveres nenhum deste equipamento podes alugá-lo em praticamente todas as estâncias e lá, os técnicos e professores, vão ajudar-te a escolher os melhores tamanhos e materiais para o teu nível de experiência. Importância de Proteção Solar Muitas pessoas subestimam a importância da proteção solar durante uma viagem à neve. A neve reflete a luz do sol de forma intensa, o que pode resultar em queimaduras solares, e acredita que é bastante comum. Utilizar protetor solar de alta qualidade, óculos de sol com proteção UV e um chapéu ou gorro para proteger a pele e os olhos é essencial para desfrutares dos dias de sol na montanha. Seguro de viagem para a neve Se estás a considerar uma viagem à neve, uma etapa essencial no teu guia de como preparar a tua viagem à neve é contratar um bom seguro de viagem. Garantir que estás protegido em casos de acidentes, perda de bagagem, assistência médica e muitos outros, é essencial para viajares descansado e aproveitares esta viagem magnífica ao máximo. A melhor apólice para este tipo de viagens é o IATI Estrela com o suplemento de desportos de aventura. É o nosso seguro de viagem internacional mais completo, tem uma das mais altas coberturas de despesas médicas do mercado e os limites mais elevados na sua vasta gama de coberturas complementares. Conta também com um pacote completo de aventura, que pode ser adicionado à tua apólice mesmo para desportos de Inverno ou trekking a grande altitude. Aulas de ski e snowboard Quer sejas um principiante à procura de uma preparação sólida, ou um atleta mais experiente em busca de melhorias na técnica, considera a opção de ter aulas. Instrutores qualificados nas estâncias podem personalizar aulas que atendam às tuas necessidades e objetivos, seja para aprender as técnicas básicas, aperfeiçoar as habilidades mais avançadas, ou simplesmente ganhar confiança nas pistas. Independentemente do teu nível de experiência, aulas de ski são essenciais para garantir uma experiência segura e gratificante nas montanhas. Esperamos que este guia te tenha ajudado a planear a tua viagem para a neve. Se tiveres alguma dúvida não hesites em deixar nos comentários. • 5 melhores destinos de neve na Europa – para apreciadores de aventura

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O que ver e fazer em Taiwan: 10 planos imperdíveis

O que ver e fazer em Taiwan: 10 planos imperdíveis

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Embora existam muitas coisas para ver e fazer em Taiwan, a verdade é que ainda são poucos os que se atrevem a descobrir esta ilha que se situa na fronteira entre o Sudeste Asiático e a Ásia Oriental. A antiga Formosa, como lhe chamavam os exploradores portugueses, é uma interessante mistura de holandês, espanhol, francês, japonês e chinês, pelo que merece uma visita de pelo menos de duas semanas. Para além da sua curiosa e divertida capital, Taipé, visitar Taiwan significa explorar belos parques naturais, lagos, aldeias tradicionais e praias, mas também descobrir uma gastronomia incrível e ser surpreendido pela simpatia dos seus habitantes. Para que possas organizar a tua viagem sem enlouquecer, na IATI, especialistas em seguros de viagem, vamos contar-te as principais coisas a fazer em Taiwan e algumas dicas que certamente te ajudarão a tirar o máximo partido desta viagem. Quantos dias são necessários para visitar Taiwan? Como vais ver, apesar de não ser um destino muito conhecido, mesmo entre os amantes da Ásia, há muitas coisas para ver e fazer em Taiwan. No entanto, a maioria dos viajantes tende a concentrar-se em explorar Taipé e os seus arredores. Para isso, são necessários pelo menos quatro ou cinco dias completos, pelo que, se quiseres descobrir mais do resto do país, um número mais ou menos aceitável é de 15 dias. É claro que podes viajar para Taiwan por muito menos ou muito mais tempo sem te aborreceres, mas, na nossa perspetiva, duas semanas é o tempo ideal, especialmente se planeias viajar meio mundo para chegar aqui. Por outro lado, como é bastante comum não encontrar voos diretos para a ilha a partir da Europa, muitos viajantes decidem combinar a sua viagem a Taiwan com outras cidades asiáticas, como Hong Kong ou Singapura. Passa 2 ou 3 dias em cada uma delas e terás uma aventura completa. O que fazer em Taiwan: coisas a não perder Surpreendentemente, ainda não há muita informação na Internet sobre tudo o que há para ver e fazer em Taiwan. Por isso, vamos pôr mãos à obra e falar-te das suas principais atrações. Começaremos pelas mais importantes ou essenciais e deixaremos para o fim aquelas que não costumam estar incluídas nos roteiros de uma primeira viagem ao país ou que consideramos valer a pena se tiveres mais de 10 dias. Vem descobrir o que ver em Taiwan. 1. Descobrir Taipé, as melhores coisas para fazer em Taiwan Se só tens uma semana para visitar Taiwan, recomendamos que te concentres em explorar a capital e os seus arredores. Taipé é uma cidade fascinante. Por vezes, vais senti-te como se estivesses na ordenada cidade de Tóquio ou Osaka, mas outras vezes vais sentir-te como se estivesses na caótica cidade de Banguecoque ou Saigão. Devido aos diferentes povos que por ela passaram, é uma mistura interessante que vale bem a pena descobrir. Conhecer Taipé é passear pelos melhores mercados da Ásia, provar o famoso “tofu malcheiroso”, visitar templos espectaculares como o de Longshan, mergulhar na história no Chiang Kai-shek Memorial Hall, subir ao topo do Taipei 101 (que foi um dos edifícios mais altos do mundo até 2010), ver o pôr do sol na Montanha do Elefante ou passear pela Akihabara taiwanesa: o bairro de Ximending. 2. Caminhada no Parque Nacional de Taroko Situado a noroeste da cidade de Hualien, o Parque Nacional de Taroko é uma das atrações obrigatórias de Taiwan e, naturalmente, um dos locais mais famosos. As conhecidas Gargantas de Taroko foram formadas pela colisão da placa oceânica das Filipinas com a placa continental da Eurásia há mais de 6 milhões de anos, altura em que foram criadas as montanhas de pedra com mais de 3.000 metros acima do nível do mar que podemos ver atualmente. O rio Liwu também atravessa o parque, criando uma paisagem luxuriante pontilhada de pontes suspensas, quedas de água e trilhos escavados na rocha. Embora normalmente seja melhor explorar o parque num dia de táxi (a melhor forma de evitar estar dependente dos horários) ou de autocarro a partir de Hualien, se puderes, é melhor passares pelo menos dois dias com calma naquilo que é conhecido como “rotas cénicas”. Se fores um entusiasta de caminhadas, poderás passar várias semanas aqui, porque há realmente caminhadas para todos os gostos. 3. Lago da Lua do Sol (Sun Moon Lake) O maior lago para ver em Taiwan é o Lago da Lua do Sol, localizado em Yuchi. Mais do que pelo lago em si, que é lindo, recomendamos que o incluas no teu itinerário pelo que encontras nos arredores. No cais de Shusishe há muitos hotéis e restaurantes com excelentes vistas, bem como locais para alugar uma mota ou bicicleta e passeares ao teu próprio ritmo, descobrindo locais como o Templo Wenwu, o Templo San Sheng, o Templo Longfeng e o Pagode Ci’en. Também se pode fazer um passeio de barco ou, se quiseres pôr as pernas a mexer, há vários trilhos para caminhadas à volta do lago. 4. Visite Kaoshiung, uma das cidades imperdíveis de Taiwan A segunda maior cidade do país é Kaoshiung, mas rapidamente vais aperceber-te que o ambiente é muito mais descontraído do que o de Taipei. Embora talvez não seja tão encantadora como a capital, para nós, é uma cidade interessante que oferece a oportunidade de aprenderes mais sobre a cultura e a cozinha de Taiwan. Para abrir o apetite, aqui estão algumas das coisas para fazer em Kaoshiung: • Come alguma coisa no Mercado Noturno de Liuhe e no Mercado Noturno de Rueifong e continua a explorar a paixão taiwanesa pelos mercados noturnos – são fantásticos! • Visita a Lagoa de Lótus e os seus curiosos templos, incluindo o Templo do Dragão e do Tigre e o Templo da primavera e do outono. • Caminha pelo trilho da Montanha dos Macacos, aprecia as vistas do Pacífico a partir dos seus miradouros e, claro, cumprimenta os macacos. • Fofoca no Pier-2 Art Center com murais de arte de rua e esculturas divertidas. • Dirige-te ao Fo Guang Shan Buddha Museum: um recinto brutalista onde encontrarás uma enorme estátua de Buda, bem como pagodes. É um local muito venerado pelos budistas porque contém uma relíquia de Buda, um dos seus dentes. • Dá um passeio ao longo do rio Love. • Sobe à 85 Sky Tower, o arranha-céus mais alto de Taiwan antes de ser ultrapassado pelo Taipei 101. 5. Jiufen, uma das melhores coisas para fazer em Taiwan Se não tens muito tempo para visitar Taiwan e vais concentrar-te em Taipé, uma das excursões mais interessantes que podes fazer é a Jiufen. Trata-se de uma antiga cidade mineira com ruas sinuosas repletas de casas de chá (a Amei Tea House é uma das mais conhecidas), restaurantes e lojas de recordações e de artesanato, sob um belo céu de lanternas vermelhas. Como está situada na encosta de uma montanha, tem uma excelente vista para o mar. No entanto, tem em atenção que Jiufen não é um local secreto, pelo que não é raro encontrares muita gente. Por isso, evita os fins-de-semana e feriados ou tenta chegar o mais cedo possível. A título de curiosidade, este local também inspirou algumas das cenas do filme de animação Spirited Away. Uma vez que não vais demorar muito tempo a visitar, é uma boa ideia combinares Jiufen com outros locais como Nanya Rock, Jinguashi Gold Mine, Shifen ou Yehlui. Falaremos sobre alguns deles ao longo desta lista de coisas para ver e fazer em Taiwan. 6. Explorar Shifen e a sua queda de água Diz-se que a cascata de Shifen é o “Pequeno Niágara de Taiwan” devido à sua forma semi-circular. Embora esta afirmação seja um pouco ousada, uma vez que a cascata não tem mais de 20 metros de altura, é um belo cenário natural não muito longe de Taipé, o que a torna um refúgio perfeito da azáfama da cidade. A forma mais pitoresca de lá chegar é de comboio até à estação de Sandiaoling e depois uma caminhada de 20 minutos até à cascata. Esta estação foi construída para transportar carvão ao longo das antigas ruas de Shifen e agora existe um mercado animado para passear. Mais coisas para ver em Taiwan se tiveres mais tempo 7. Parque Yehliu O Geoparque Yehliu é outro local a visitar em Taiwan, localizado na costa norte do país. É uma estreita faixa de terra de quase 2 quilómetros para o Oceano Pacífico, onde se pode encontrar mais de 180 curiosas estruturas de pedra formadas pela erosão chamada hoodoo. Algumas delas têm uma forma tão bizarra que lhes foram atribuídos nomes como cabeça de rainha, cabeça de princesa, sapato de fada ou pedra de gengibre. Tal como Jiufen, é também um local muito conhecido que pode ser extremamente concorrido. Por esta razão, aconselhamos a não ir aos fins-de-semana e a estar no portão logo que este abra às 8 horas. Chegar aqui a partir de Taipé não demora mais de uma hora de autocarro e podes combinar a tua visita com Jiufen ou Shifen, por exemplo. 8. Parque Nacional de Kenting Se tiveres saudades da praia, outro local a visitar em Taiwan é o Parque Nacional de Kenting, na ponta sul da ilha. Hengchun que será a tua base para desfrutares da costa taiwanesa com praias de areia dourada, como White Sand Bay e Little Bay Beach. Todas estas praias são populares entre os habitantes locais e os turistas nos meses de verão, mas se quiseres algo mais intacto, recomendamos a praia de Kenting. A melhor maneira de percorrer a área é com uma mota de aluguer, embora existam também muitos trilhos para caminhadas que o levarão a pontos de interesse como a Seaview Tower e a Fairy Tower. 9. Tainan, a cidade mais antiga para visitar em Taiwan Tainan, que significa “cidade do sul” em chinês, é também a cidade mais antiga do país, tendo sido fundada pelos holandeses para facilitar o comércio com os Países Baixos. Foi também a capital do país durante a dinastia Qing, pelo que não é de admirar que seja a capital religiosa, culinária e cultural. Por uma questão de superlativos, estima-se que Tainan tenha o maior número de templos por metro quadrado do mundo. São mais de 1600, dois dos quais são os mais antigos da ilha. Por isso, recomendamos um passeio pela cidade velha, que é muito agradável de percorrer. É também uma paragem fácil entre o Lago Sun Moon e Kaoshiung. É preferível passar pelo menos duas noites para descobrires a cidade à vontade. 10. Mergulhar no mundo do chá É uma afirmação um pouco genérica, mas não deves perder a oportunidade de aprofundares mais um pouco a cultura do chá de Taiwan. Desde as casas de chá de Jiufen até às plantações de chá de Pinglin, passando pelos famosos bubble teas, que parecem ter sido inventados neste país. Um dos locais mais famosos para experimentar o famoso chá de leite é o Xing Fu Tang, no distrito de Ximen, em Taipé. Qual é a melhor altura para viajar para Taiwan? Uma das perguntas mais comuns a fazer quando se planeia uma viagem a Taiwan é a estação do ano, especialmente tendo em conta que pode ser afetada por tufões. A melhor época é, sem dúvida, de outubro a abril ou maio, quando não está tão quente e há menos risco de chuvas torrenciais. No entanto, não te esqueças de que a ilha tem um clima subtropical, pelo que é comum haver aguaceiros e temperaturas diurnas na casa dos 30 graus. A época do ano mais fresca para viajar para Taiwan é entre dezembro e fevereiro, quando as temperaturas máximas não ultrapassam os 22°C e as mínimas não descem abaixo dos 14°C. Obviamente, nas zonas montanhosas é mais difícil chegar a Taiwan. No entanto, nas zonas montanhosas, é de esperar que os termómetros desçam abaixo de zero. Esperamos que esta lista de lugares a visitar em Taiwan te tenha inspirado e que tenhas finalmente a coragem de descobrir este país asiático que acolhe cada vez mais viajantes. Se tiveres alguma dúvida ou sugestão, gostaríamos de te ouvir nos comentários.

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5 viagens tendência para 2025

5 viagens tendência para 2025

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Estamos a chegar ao final de 2024, e cada ano novo traz uma nova gama de viagens tendência que emergem como os favoritos dos viajantes que procuram experiências autênticas e inesquecíveis. À medida que nos aproximamos de 2025, explorar o mundo e as diversas culturas continua a ser uma prioridade para muitos aventureiros e ainda bem. Tendo tudo isto em conta, na IATI, os teus parceiros em viagens seguras, estamos ansiosos para destacar os destinos que prometem ser tendência em 2025. Continua a ler e descobre quais os 5 viagens tendência para 2025. Mongólia Com uma enormidade de paisagens com estepes e uma rica herança nômade, a Mongólia está a tornar-se um destino imperdível para os amantes de natureza e cultura. Viajar pela Mongólia oferece-te a oportunidade de explorares o estilo de vida dos nômades, acampar em yurts tradicionais, admirar as paisagens e descobrir a autenticidade de uma cultura milenar. O que visitar na Mongólia Aconselhamos que explores os mosteiros históricos como o Gandantegchinlen Khiid em Ulaanbaatar ou o Mosteiro Erdene Zuu em Kharkhorin, se os visitares não só vais absorver a rica história religiosa, mas também vais desfrutar de festivais locais onde a gastronomia desempenha um papel fundamental. Para os amantes da natureza, uma viagem ao Lago Khövsgöl, muitas vezes chamado de “irmão mais novo” do Lago Baikal, oferece um cenário espetacular para caminhadas, passeios a cavalo e tranquilidade. Por fim, acaba com um “mergulho” na rica herança nômade da Mongólia. Podes experimentar os festivais locais, como o Naadam, onde vais testemunhar desportos tradicionais, que incluem corridas de cavalos e arco e flecha, e que celebram a identidade e tradições únicas deste país fascinante. Para os amantes de comida, experimenta pratos tradicionais como o Buuz (bolinhos de massa recheados com carne) e o Airag (leite de égua fermentado). Benin, África Ocidental Benin é um das 5 viagens tendência para 2025 . Situado na costa oeste da África, Benin é um país rico em história, cultura e diversidade. Com uma história marcada por reinos antigos, Benin oferece aos viajantes uma experiência única que combina a riqueza do seu património com uma vibrante vida contemporânea. O que visitar em Benin Benin é lar de uma série de destinos imperdíveis. A cidade histórica de Ouidah é conhecida por ter tido um papel central no comércio de escravos. Em Ouidah, o Museu de História é uma paragem obrigatória para compreenderes a profundidade da história do país. Além disto, o Templo dos Pítons é um local fascinante para testemunhares as tradições religiosas locais. A capital, Porto Novo, oferece uma rica mistura de influências culturais e é lar do Palácio Real, um símbolo da realeza do antigo Reino do Dahomey. Podes ainda explorar o Parque Nacional de Pendjari, conhecido pela diversidade de vida selvagem, sendo o lar de elefantes, leões, búfalos e uma variedade de aves. E se és amante de gastronomia, vais deliciar-te com a gastronomia diversificada que inclui pratos tradicionais como o Jollof Rice, preparado com arroz, vegetais e frango, e o Akpan, uma espécie de mingau de milho. Índia A Índia sempre foi um destino cativante, mas para 2025, a procura pelas suas cidades vibrantes, festivais coloridos e espiritualidade continua a crescer. Desde o esplendor arquitetónico de Rajastão até as margens do Ganges em Varanasi, a Índia promete uma viagem única repleta de cores, sabores e uma espiritualidade que encanta todos viajantes, daí continuar a ser uma viagem tendência para 2025. O que visitar na Índia Isto vai sempre depender para onde vais viajar mas deixamos-te aqui algumas dicas sobre o que ver na Índia. • Os magníficos palácios de Rajastão, como o Palácio da Cidade em Jaipur, e os espetaculares templos como o Taj Mahal em Agra são apenas algumas das maravilhas arquitetônicas que fascinam visitantes de todo o mundo. • As cidades vibrantes como Mumbai e Delhi são um reflexo da energia e da modernidade do país, onde podes encontrar tudo, desde mercados de rua movimentados até arranha-céus. • Visita os centros espirituais como Varanasi, as margens do rio Ganges, onde cerimónias religiosas acontecem e a espiritualidade é tangível. Se ainda não estás convencido, a gastronomia indiana é uma celebração dos sentidos, com uma variedade de pratos que variam de região para região. Desde o famoso caril de frango ao biryani perfumado, passando pelos paneer tikka para os apreciadores de vegetarianismo, a Índia oferece uma explosão de sabores que cativam paladares e contam histórias de tradições milenares. Chile A diversidade do Chile é impressionante e isto torna-o uma das 5 viagens tendência para 2024. Com paisagens que vão desde desertos a glaciares, este país é um paraíso para os amantes da natureza. Vais ter a oportunidade de explorar o Deserto do Atacama, percorrer a Patagônia e descobrir a rica cultura enraizada nas cidades chilenas. O que visitar no Chile O Deserto do Atacama, considerado um dos desertos mais áridos do mundo, oferece paisagens surreais e atividades como observação de estrelas e caminhadas inesquecíveis. A região da Patagónia chilena, com os glaciares e uma riqueza de vida selvagem, é um paraíso para os amantes da natureza. A capital, Santiago, é uma mistura de arquitetura moderna e história colonial, oferece uma cena cultural vibrante com museus, galerias de arte e uma vida noturna agitada. Valparaíso, com as suas ruas coloridas e street art, é património mundial da UNESCO e um ponto turístico imperdível. Além disto, explora as ilhas remotas de Rapa Nui (Ilha de Páscoa) e mergulha na cultura ancestral dos moais, estátuas de pedra únicas, e praias de areias brancas incríveis. Em termos de gastronomia, o ceviche fresco e o marisco são uma parte essencial da dieta chilena, assim como a centolla, o caranguejo gigante, típico da região da Patagónia. Além disto, a cultura vinícola do Chile é notável, proporcionando uma vasta seleção de vinhos reconhecidos mundialmente. México Do património histórico das civilizações antigas às praias deslumbrantes e à vibrante vida noturna, o México cativa os viajantes com uma infinidade de experiências. A riqueza da cultura mexicana, gastronomia e paisagens diversificada, que vão desde selvas exuberantes a praias de areias douradas, tornam o México um destino obrigatório para 2025. O que visitar no México Alguns dos lugares mais emblemáticos para visitar no México incluem: • Cidade do México (CDMX): A capital do país é um centro cultural vibrante, visita o Museu Nacional de Antropologia, a Catedral Metropolitana e o Palácio de Bellas Artes. A Praça do Zócalo é o coração histórico da cidade, onde se encontram diversos pontos de interesse. • Teotihuacán: Localizada nos arredores da CDMX, é uma cidade arqueológica com pirâmides impressionantes, como a Pirâmide do Sol e a Pirâmide da Lua, remontando à civilização mesoamericana. • Chichén Itzá: Situada na Península de Yucatán, é uma das mais famosas cidades maias, reconhecida como Património Mundial pela UNESCO, e é lar da icónica Pirâmide de Kukulcán. • Cancún e Riviera Maya: Destinos turísticos populares com praias de areias brancas, resorts de luxo e sítios arqueológicos próximos, como Tulum e Cobá. • Oaxaca: Uma cidade colonial rica em cultura e tradição, com uma culinária reconhecida pela diversidade de pratos e mercados vibrantes. A gastronomia mexicana é reconhecida mundialmente, sendo uma mistura de sabores e ingredientes que oferecem uma explosão de sabor. Pratos como tacos, guacamole fresco e os diversos tipos de mole são apenas uma amostra do que a cozinha mexicana tem a oferecer. Além disto, a vasta gama de frutas tropicais e a famosa variedade de pimentas dão um toque especial a muitos pratos tradicionais. Esperamos que o teu ano 2025 seja repleto de boas viagens, sempre protegidas com os melhores seguros IATI. Não vás embora sem consultar alguns artigos destas 5 viagens tendência para 2025: • Roteiro de 15 dias pela Índia • É seguro viajar para a Índia? • Documentos e requisitos para viajar para o México

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Os melhores destinos para a Passagem de Ano

Os melhores destinos para a Passagem de Ano

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A chegada do Ano Novo é um momento de renovação, reflexão e celebração. Para muitos viajantes, esta é uma oportunidade única de explorar novos horizontes e vivenciar culturas diferentes enquanto recebem o novo ano com entusiasmo. Se estás à procura de inspiração para a tua viagem de Ano Novo em 2024-2025, este artigo foi feito para ti e decidimos incluir os destinos mais espetaculares e emocionantes para que celebres esta ocasião de uma forma completamente memorável. Além disso, garantir uma viagem segura é fundamental, e vamos também dar-te algumas dicas para viajares com tranquilidade e proteção. Os melhores destinos para a Passagem de Ano Escolher o destino ideal para este momento é uma tarefa que envolve diversos fatores. É importante considerar o clima e a atmosfera na qual te queres divertir. Preferes uma celebração à beira-mar num destino tropical? Ou preferes algo mais tradicional, com neve e uma lareira acesa? Na IATI, especialistas em seguros de viagem, queremos que entres com o pé direito no próximo ano e não há melhor maneira para fazer isso do que passar estas festividades noutro país, continua a ler e descobre quais são os melhores destinos para a passagem de ano em 2024-2025 Funchal, Portugal Não podíamos começar este artigo de outra maneira, sem evidenciar o Funchal como uma cidade incrível para uma passagem de ano inesquecível. Este destino está sempre na moda, mas garantimos que vale totalmente a pena! Aconselhamos-te a aproveitares para visitar os lugares mais bonitos que a ilha tem para oferecer, deves aproveitar a oportunidade e visitar lugares como o Pico Ruivo, o Pico do Areeiro, a vila de Câmara de Lobos e, porque não, passear por um dos vários trilhos pedestres existentes na ilha. Quando chegar o momento da passagem de ano e para testemunhares a grande exibição do fogo-de-artifício, é necessário dirigires-te a alguns destes sítios do Funchal: Miradouro de São Gonçalo, Miradouro dos Marmeleiros, Miradouro de São Roque, e muito mais. Sydney, Austrália Entrares em 2025 nas icónicas praias de Sydney, sob os famosos fogos de artifício, é uma experiência que vai ficar gravada na tua memória para sempre. O mundialmente famoso fogo de artifício sobre a Sydney Harbour Bridge é muito mais do que um simples espetáculo visual; é uma celebração que atrai visitantes de todos os cantos do mundo. À medida que as cores brilhantes iluminam os céus noturnos, a emoção toma conta de todos os presentes, criando um ambiente de festa e alegria contagiantes. Para vivenciares esta experiência de uma maneira ainda mais única, se tiveres disposto a gastar mais e quiseres garantir um lugar privilegiado, considera assistir ao espetáculo a bordo de um cruzeiro que navega pela baía. Ao estares rodeado pelas águas tranquilas, vais ter vista panorâmica do fogo de artifício. Além disto, Sydney oferece um cenário natural espetacular que se estende além das áreas de celebração. Aproveita a oportunidade para explorares as praias locais, como Bondi Beach, onde podes começar o novo ano com um mergulho refrescante no Oceano Pacífico. O clima agradável na Austrália nesta época do ano torna esta experiência ainda mais convidativa. Dica: Para desfrutares ao máximo estas celebrações, lembra-te de te hidratares adequadamente e protege-te do sol, já que as festividades podem durar horas a fio e o tempo pode ficar quente. Além disto, planeia os transporte com antecedência, pois as ruas podem ficar congestionadas durante esse período movimentado. ⚠ Convém saber: Visto australiano para portugueses Paris, França Paris, a “Cidade das Luzes”, é uma escolha clássica para celebrar o Ano Novo em grande estilo e sem dúvida está entre os melhores destinos para a Passagem de Ano. A Torre Eiffel iluminada é o cenário perfeito para uma noite cheia de glamour e romance. A Avenida Champs-Élysées ganha vida com festividades públicas, espetáculos ao vivo e uma atmosfera efervescente. Desfruta de um jantares requintado num restaurante como o Le Jules Verne na Torre Eiffel (se quiseres ir mesmo em grande), e participa nas celebrações em locais icónicos, como o Arco do Triunfo. Não te esqueças de fazer um brinde com champanhe à meia-noite e de experimentar os pratos típicos de Paris durante a tua estadia! Dica: Tem extra cuidado com os teus pertences, especialmente em áreas movimentadas, para evitar possíveis contratempos. Rio de Janeiro, Brasil O Réveillon no Rio de Janeiro é uma das festas de Ano Novo mais espetaculares do mundo. As praias icónicas de Copacabana e Ipanema ganham ainda mais vida nesta época, com uma combinação única de espetáculos ao vivo, fogos de artifício e uma energia contagiante que envolve todos os presentes. O clima festivo que toma conta da cidade é notável, e a atmosfera de alegria é contagiosa, unindo tanto os moradores locais como os visitantes. Este é também um ótimo destino se quiseres fugir ao frio português e mergulhar no mar no dia 1 de janeiro. Provavelmente sabes que toda a gente usa branco nesta noite, vestires-te de branco é mais do que apenas uma tradição no Rio de Janeiro: é um símbolo de paz, pureza e renovação, tornando esta noite uma ocasião profundamente significativa para todos. À medida que a meia-noite se aproxima, milhares de pessoas se reúnem à beira-mar para saudar o novo ano de braços abertos. A praia de Copacabana transforma-se num cenário mágico, iluminado por fogos de artifício que se erguem dos palcos flutuantes no oceano. O espetáculo colorido que ilumina o céu é verdadeiramente inesquecível. Dica: Embora o clima de celebração seja contagiante, é importante que tomes medidas de precaução para garantir que tens uma experiência segura. Evita exibir objetos de valor em locais públicos e considera utilizar serviços de armazenamento de pertences para aproveitares a festa sem preocupações. ✈ O que ter em conta ao viajar para o Brasil? Tóquio, Japão Tóquio oferece uma celebração única que combina tradições japonesas com elementos modernos. A cidade é um fascinante ponto de encontro entre o passado e o presente, onde os costumes ancestrais coexistem de maneira harmoniosa com a inovação. Nesta época do ano, visitar os templos em Tóquio é uma experiência única. O Templo Meiji, por exemplo, é um local onde podes participar em cerimónias de passagem de ano, como o “Joyanokane”, uma prática em que 108 sinos são tocados para simbolizar a purificação dos 108 desejos terrenos. A sensação de paz e espiritualidade que envolve estes rituais é inigualável, oferecendo aos participantes uma conexão única com a cultura japonesa e sua rica história. Além das cerimónias nos templos, a gastronomia desempenha um papel importante nas celebrações do Ano Novo em Tóquio. Experimentar pratos típicos, como o “Toshikoshi Soba”, é uma maneira deliciosa de celebrar e atrair boas energias para o ano 2025. Este prato é consumido como um símbolo de longevidade e renovação. Dica: É fundamental que estejas ciente das etiquetas culturais. Respeitar os rituais e costumes é essencial para uma experiência autêntica e respeitosa. Por exemplo, muitos templos têm regras específicas sobre como participar nas cerimónias, como inclinar-se corretamente e fazer oferendas de maneira apropriada. ✈ Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão Nova York, Estados Unidos A icónica queda da bola em Times Square é uma das celebrações de Ano Novo mais reconhecidas globalmente e, sem dúvida, está entre os melhores destinos para desfrutar do Natal e da Passagem de Ano. Junta-te a milhares de pessoas para fazer a contagem regressiva enquanto a bola desce, marcando a entrada no novo ano. As opções de entretenimento em Nova York são infinitas, desde espetáculos da Broadway até cruzeiros pelo Rio Hudson. Aproveita a ocasião para explorar os diversos bairros da cidade, como o Central Park e o Brooklyn, e descobre o encanto único da cidade durante a época natalícia. Dica: Prepara-te para o clima frio de inverno em Nova York e veste-te adequadamente. ✈ 20 truques para a tua primeira viagem para Nova Iorque Banguecoque, Tailândia Banguecoque, a capital da Tailândia, dá as boas-vindas ao novo ano de forma vibrante e emotiva. A cidade transforma-se num espetáculo e proporciona aos visitantes uma experiência que é verdadeiramente memorável. A celebração mais famosa ocorre na praça de Sanam Luang, onde as margens do rio Chao Phraya ganham vida com uma série de eventos emocionantes. Além dos fogos de artifício, Banguecoque oferece uma variedade de festas e eventos ao vivo para os visitantes aproveitarem. As áreas de entretenimento, como a famosa Khao San Road, ganham vida com música alta, danças e luzes, criando uma atmosfera de diversão e celebração que dura a noite toda. Descobre o que ver e fazer em Banguecoque. Muitos tailandeses visitam os templos para fazer oferendas e preces, e vais ser convidado a fazer o mesmo. O Templo Wat Arun é um local popular para se te quiseres juntar aos rituais, enquanto o Templo do Buda de Esmeralda também é um local de peregrinação nesta época do ano. É uma oportunidade única para te conectares com a espiritualidade tailandesa e apreciares a rica herança cultural do país. Dica: Lembra-te de respeitar os costumes locais e as tradições religiosas ao visitar templos e participar de rituais. Cape Town, África do Sul Se estás à procura de uma celebração de Ano Novo com uma paisagem impressionante, Cape Town é uma escolha excelente. A icónica Table Mountain e as praias pitorescas proporcionam um cenário memorável para festas e fogos de artifício. Participa nas celebrações públicas no V&A Waterfront, onde vais poder desfrutar de espetáculos ao vivo, entretenimento para crianças e uma atmosfera festiva. Para uma experiência mais tranquila, escolhe uma das muitas praias da cidade para receber o novo ano sob as estrelas africanas. Dica: Como em qualquer destino turístico, mantém-te informado sobre as condições locais e segue as orientações de segurança para uma celebração tranquila. Kuala Lumpur, Malásia O céu entre as Torres Petronas e a Torre de Kuala Lumpur é o palco privilegiado para a dança de luz e cor. Para teres a melhor vista do espetáculo de fogo de artifício deves escolher uma das seguintes localizações: Kuala Lumpur City Centre Park ou Merdeka Square. À meia-noite, o céu é iluminado por uma cascata de cores, refletidas no impressionante horizonte da cidade. Este evento atrai tanto locais quanto turistas, criando um ambiente festivo e vibrante que celebra a diversidade cultural de Kuala Lumpur. Desde festivais de música ao vivo e concertos em parques públicos, até celebrações em hotéis de luxo e restaurantes que oferecem menus especiais para a ocasião, a cidade oferece uma variedade de eventos e festas para todas as idades. As ruas de Bukit Bintang, uma das áreas mais animadas da cidade, transformam-se em um centro de celebrações, com festas ao ar livre, food trucks e uma atmosfera de alegria contagiante. ✈ Itenerário de 15 dias pela Malásia Hong Kong Esta vibrante cidade asiática é conhecida pelo seu deslumbrante horizonte, e durante as celebrações de Ano Novo, a sua beleza atinge um novo nível. A espetacular queima de fogos de artifício sobre o icónico Porto de Vitória ilumina o céu noturno, criando um espetáculo visual deslumbrante. Combinado com o reflexo das luzes nos arranha-céus e na água, o ambiente transforma-se num verdadeiro conto de fadas moderno. Além do espetáculo pirotécnico, Hong Kong oferece uma variedade de eventos e festividades que tornam a passagem de ano ainda mais especial. Desde festas em telhados e cruzeiros pelo porto, até a festivais de rua e mercados noturnos, há opções para todos os gostos. A cidade vibra com a energia de residentes e turistas que se reúnem para celebrar juntos, criando uma atmosfera de alegria e camaradagem. As ruas ganham vida com música, dança e inúmeras oportunidades de saborear a deliciosa comida local. ✈ Roteiro de 5 dias por Hong Kong Esperemos que este artigo te tenha ajudado a escolher o teu destino para a próxima passagem de ano, se tiveres outras sugestões ou quaisquer outras dúvidas, deixa nos comentários.

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Os melhores destinos para visitar em setembro

Os melhores destinos para visitar em setembro

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Setembro é um mês encantador para viajar. Com o final do verão em muitos lugares e o início da primavera noutros, é uma época ideal para explorar destinos fascinantes ao redor do mundo. Por outro lado, é uma altura geralmente com pouco turistas e perfeita para quem ainda não teve oportunidade de ir de férias. Neste artigo vamos falar-te sobre os melhores destinos para visitar em setembro. Se já estás a planear as tuas férias para esta altura, aqui estão alguns dos melhores destinos que deves considerar: Paris, França Paris é sempre uma boa ideia, e setembro é um momento perfeito para visitar a Cidade Luz. Com o fim do verão, as multidões diminuem e o clima ameno cria uma atmosfera agradável para explorar as ruas românticas, os marcos famosos e os encantadores cafés parisienses. Visita a emblemática Torre Eiffel, símbolo icónico da cidade, e maravilha-te com a vista deslumbrante de Paris lá de cima. Perde-te nas riquezas artísticas do Louvre, onde obras-primas como a Mona Lisa e a Vênus de Milo vão cativar a tua imaginação. Uma caminhada pelas margens do Rio Sena é uma experiência encantadora, especialmente nesta época do ano. Não deixes de deixar algum tempo de lado para desfrutares da deliciosa culinária francesa em bistrôs e brasseries locais, onde podes saborear pratos como o croissant perfeitamente amanteigado, o crocante crème brûlée e o tradicional escargot. Se quiseres saber mais sobre a gastronomia parisiense aconselhamos que leias “Pratos típicosParis: o que não podes perder“. Bali, Indonésia Bali é um paraíso tropical que oferece praias deslumbrantes, templos exóticos e uma rica cultura. Setembro é uma ótima época para visitar, pois marca o final da alta temporada turística, garantindo preços mais acessíveis e praias menos lotadas. Explora as praias de areia branca em Nusa Dua, perfeitas para relaxar e desfrutar do sol brilhante. Em Ubud, podes deixar-te encantar com as paisagens de arrozais em terraços. Se és fã de mergulho, Amed é o lugar ideal para fazeres mergulhos incríveis, e é aqui que a vida marinha colorida e os recifes de coral vão tirar o teu fôlego. Bali em setembro oferece uma combinação perfeita de beleza natural, aventura e cultura, proporcionando uma escapadela memorável. Tudo o que precisas de saber sobre Bali podes encontrar aqui. Nova Iorque, EUA Nova Iorque é a cidade que nunca dorme e setembro oferece uma atmosfera particularmente especial. Com o início do outono, vais poder aproveitar o clima ameno enquanto exploras os famosos pontos turísticos da cidade. Caminha pelo Central Park, visita a Estátua da Liberdade, admira a vista do topo do Empire State Building e assiste a um show da Broadway. Além disso, setembro traz o icónico desfile de Dia de Ação de Graças da Macy’s, uma experiência única e emocionante. Amesterdão, Holanda Amesterdão é uma cidade encantadora, situada nos Países Baixos e conhecida mundialmente pelos seus canais pitorescos, arquitetura histórica e uma atmosfera acolhedora. Durante o mês de setembro, a cidade oferece uma experiência maravilhosa para os visitantes, uma vez que as multidões diminuem após o verão e as temperaturas começam a ficar mais amenas, tornando o clima ideal para explorar todas as suas belezas. Uma ótima maneira de vivenciar a cultura local é alugar uma bicicleta e percorrer as ruas e canais como um verdadeiro holandês, aproveitando a extensa rede de ciclovias da cidade. Outro local imperdível é o encantador Vondelpark, um dos maiores parques urbanos da Europa, onde podes desfrutar de caminhadas relaxantes, piqueniques ou até mesmo assistir a uma apresentação ao ar livre. Durante a tua estadia, é obrigatório explorar a rica gastronomia holandesa, experimenta as famosas panquecas holandesas e os deliciosos queijos locais, que são uma verdadeira especialidade. Amesterdão é verdadeiramente um ótimo destino para visitar em setembro. Tóquio, Japão Setembro é uma das melhores épocas para visitar Tóquio, quando o calor húmido do verão começa a diminuir e as temperaturas ficam mais amenas. A cidade é um fascinante contraste entre tradição e modernidade, oferecendo uma infinidade de atividades para todos os tipos de visitantes. Explora os bairros vibrantes de Shibuya e Shinjuku, visita os templos históricos, como o Santuário Meiji e o Templo Senso-ji em Asakusa, e desfruta da renomada culinária japonesa em restaurantes locais e barracas de rua. Setembro também marca o início do outono, quando as folhas das árvores começam a mudar de cor, criando paisagens pitorescas nos parques da cidade, como o Jardim Nacional Shinjuku Gyoen e o Parque Ueno. Sem dúvida que o Japão é um dos melhores destinos para visitar em setembro. Barcelona, Espanha Outro dos melhores destinos para visitar em setembro que não pode faltar na tua lista é Barcelona. Barcelona é uma explosão de cores, sabores e emoções a um passo de Portugal. Setembro é a altura perfeita para visitá-la, quando o sol ainda brilha com ardor, as praias se despedem das multidões e um turbilhão de festivais e eventos culturais toma conta da cidade. À medida que a noite cai, Barcelona ganha vida com sua vida noturna pulsante, oferecendo bares animados, clubes de dança e espetáculos de flamenco hipnotizantes. E como não poderia deixar de ser, deves entrega-te às delícias gastronómicas da culinária catalã. Saboreia as tapas, delicia-te com uma paella e, é claro, rende-te aos famosos churros, dourados e crocantes, mergulhados numa tigela de chocolate quentes. Vancouver, Canadá Vancouver, na costa oeste do Canadá, oferece uma combinação perfeita de natureza e vida urbana. Setembro é uma época ideal para visitar, pois o verão está a chegar ao fim, mas as temperaturas ainda estão amenas. Explora o Stanley Park, um dos maiores parques urbanos da América do Norte, faz uma caminhada pela famosa Ponte Suspensa Capilano e desfruta das vistas deslumbrantes da cidade a partir do mirante de Grouse Mountain. Vancouver também é conhecida pela sua gastronomia diversificada, com uma variedade de restaurantes que oferecem um pouco de tudo. Se gostas mais de cidades grandes, Vancouver é um dos melhores destinos para visitar em setembro. Melbourne, Austrália Enquanto o hemisfério norte se despede do verão, o hemisfério sul recebe a primavera em setembro. Melbourne, na Austrália, é uma cidade dinâmica e culturalmente rica para visitar nesta época. Desfruta de eventos desportivos, como o Australian Football League (AFL), explora os bairros cheios de arte de rua, como Fitzroy e Brunswick. E quando se trata de delícias gastronómicas (que não podem faltar neste guia dos melhores destinos para visitar em setembro), Melbourne é um verdadeiro paraíso para os gourmets. De restaurantes requintados a acolhedores cafés na beira de rua, a parte culinária da cidade oferece uma vasta gama de sabores e influências internacionais, atraindo mesmo os paladares mais exigentes. Rio de Janeiro, Brasil Setembro marca o início da primavera no Rio de Janeiro, tornando-se uma ótima época para visitar esta cidade vibrante e cheia de vida. Com temperaturas agradáveis e menos turistas do que durante o Carnaval ou o Ano Novo, vais poder explorar as famosas praias de Copacabana e Ipanema, visitar o icónico Cristo Redentor e aproveitar a animada vida noturna da cidade com menos turistas do que na época alta. Além disso, setembro (dependendo da época em que viajas) é quando ocorre o Rock in Rio, um dos maiores festivais de música do mundo, que atrai artistas internacionais e locais para apresentações emocionantes. Cape Town, África do Sul Setembro marca a primavera em Cape Town, tornando-se, mais uma vez, uma época ideal para visitar esta cidade deslumbrante. Com temperaturas agradáveis e menos turistas do que durante o pico do verão, vais poder desfrutar das belas praias e explorar o lado artístico e cultural da cidade. A cidade oferece uma infinidade de atividades ao ar livre, como caminhadas na Reserva Natural de Table Mountain, onde podes apreciar a flora e fauna únicas da região. Além disso, não percas a oportunidade de visitar a famosa Ilha Robben, onde o líder Nelson Mandela foi preso. A cultura e a história ricas da cidade também podem ser exploradas no bairro de Bo-Kaap, muito conhecido pelas suas casas coloridas e pela herança multicultural. Santorini, Grécia Santorini é uma das Ilhas Gregas mais famosas, conhecida pela vistas panorâmicas das casinhas azuis e brancas, arquitetura encantadora e pores do sol deslumbrantes. Setembro é uma ótima época para visitar, pois as temperaturas estão agradáveis e as multidões do verão diminuem exponencialmente. Explora as ruas estreitas de Oia, com as suas casas brancas e cúpulas azuis, visita as vinícolas locais e desfruta de um mergulho nas praias de areia vulcânica. Não te esqueças de experimentar a deliciosa culinária grega, incluíndo pratos tradicionais como moussaka, souvlaki e gyros. Florença, Itália Florença é um tesouro artístico e histórico em Itália, e setembro é uma época maravilhosa para a visitares. As temperaturas são agradáveis e podes explorar as obras-primas renascentistas sem as multidões do verão, no entanto tem em conta que nunca vais enocntrar esta cidade sem turistas. Visita a icónica Catedral de Santa Maria del Fiore, admira a arte renascentista na Galeria Uffizi e caminha pelas pitorescas ruas de paralelepípedos do centro histórico. Não te esqueças de atravessar a famosa Ponte Vecchio sobre o Rio Arno e desfrutar das vistas deslumbrantes da cidade a partir da Piazzale Michelangelo. Além disso, setembro é o momento ideal para explorares a região da Toscana. Zermatt, Suíça Se és fã de atividades ao ar livre e paisagens alpinas deslumbrantes, Zermatt, na Suíça, é o destino ideal para ti em setembro. A cidade é famosa pelas suas imponentes montanhas, incluindo o Matterhorn, e oferece uma variedade de atividades, como caminhadas, mountain bike e escalada. Desfruta das trilhas panorâmicas que levam a lagos cristalinos, explora a vila pitoresca com as casas tradicionais e saboreia a deliciosa cozinha suíça em restaurantes acolhedores. Queenstown, Nova Zelândia Queenstown é conhecida como a capital mundial da aventura, e setembro é um ótimo momento para visitares e aproveitares as atividades ao ar livre. Com o início da primavera, podes explorar as montanhas, lagos e trilhos da região. Experimenta o bungee jump, se fores mais aventureiro e procurares adrenalina, faz um passeio de barco no belo Lago Wakatipu, desfruta de caminhadas nas Remarkables Mountains e explora as vinícolas locais. Queenstown também oferece uma atmosfera animada, com uma variedade de restaurantes, bares e lojas para desfrutar. Petra, Jordânia Petra é uma antiga cidade histórica na Jordânia, conhecida pelas suas impressionantes construções esculpidas nas rochas. Setembro é uma época ideal para visitar, pois as temperaturas são mais amenas do que durante os meses de verão, permitindo que explores o local sem o calor excessivo. Descobre o famoso Tesouro, uma fachada esculpida numa rocha que é uma das principais atrações de Petra, caminha pelo Siq, um desfiladeiro estreito que leva à cidade, e explora as ruínas e os templos antigos. A Jordânia também oferece outras atrações imperdíveis, como o Mar Morto e o deserto de Wadi Rum. Estes são apenas alguns dos melhores destinos para visitar em setembro, cada um oferecendo a sua própria atmosfera única e atrações cativantes. Independentemente de onde escolhas viajar, está preparado para explorar, experimentar novas culturas e criar memórias duradouras. Aproveite a tua viagem e não te esqueças de viajar sempre em segurança e respeitar os costumes locais.

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Que ilhas low cost visitar nas Maldivas por conta própria

Que ilhas low cost visitar nas Maldivas por conta própria

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Com quase 1200 ilhas espalhadas por 26 atóis, é provável que tenhas dificuldade em escolher quais as ilhas a visitar nas Maldivas. Muitos viajantes optam por uma longa viagem e escolhem o resort da sua preferência durante uma ou duas semanas, mas outros querem uma viagem mais variada e procuram algumas ilhas com um toque mais local. Na IATI, vamos concentrar-nos naqueles que querem visitar as Maldivas por conta própria, em alojamentos mais simples e a aproveitar ao máximo uma viagem que promete praias de sonho, línguas de areia do paraíso e fundos marinhos repletos de vida. Continua a ler e descobre que ilhas low cost visitar nas Maldivas por conta própria. Como te dissemos em É seguro viajar para as Maldivas, podes deslocar-te pelo país ao teu próprio ritmo em ferries públicos ou em lanchas um pouco mais caras. Uma ilha nas Maldivas para cada viajante Como dissemos algumas linhas acima, nas Maldivas encontras aproximadamente 1200 ilhas, das quais apenas um pouco mais de 200 são habitadas. Por outro lado, existem também ilhas privadas, ocupadas apenas por um ou dois resorts, às quais só se pode aceder se fores hóspede ou pagares uma taxa diária. Neste artigo, vamos concentrar-nos nas ilhas públicas mais interessantes para visitar nas Maldivas, ilhas que são mais acessíveis a todos os orçamentos. Desde 2010 que é possível visitar as ilhas públicas nas Maldivas e, desde então, o número de guesthouses ou hostels tem crescido exponencialmente. Aqui, não deves imaginar moradias sobre o mar ou piscinas infinitas, mas sim quartos modestos, mas limpos e confortáveis, sem teres de andar muito para chegar à praia. De um modo geral (com exceção de Malé), as ilhas públicas das Maldivas não são muito povoadas nem muito grandes, pelo que desfrutarás de um ambiente local muito agradável. Um aspeto importante a ter em conta ao escolher uma ilha nas Maldivas é que nestas ilhas públicas não é permitido usar biquíni em nenhuma praia. Como se trata de um Estado confessional muçulmano sunita, só se pode usar fato de banho/biquíni nas praias designadas para o efeito. No entanto, não tens de te preocupar porque quase todas as ilhas têm uma ou mais “praias de biquíni”, locais onde podes usar a roupa que quiseres. Para além disto, obviamente que nem todas as ilhas são iguais. Algumas terão melhores praias, snorkelling, excursões para fazer, hotéis e restaurantes… Por outras palavras, o melhor a fazer é leres sobre cada uma delas e veres o que mais te agrada e escolheres 1, 2 ou 3, dependendo do tempo que tens e do que queres fazer. Quanto custa ficar numa ilha pública nas Maldivas? Se estás à procura de uma forma de viajares sozinho sem gastar muito dinheiro, outra coisa que deves ter em conta é que os preços variam consoante a época do ano. Assim, a melhor altura em termos de clima (menos chuva) é de janeiro a abril, mas os meses mais baratos tendem a ser setembro, outubro e novembro. É mais provável que haja mais aguaceiros nestas alturas, mas também há menos turismo e o alojamento é mias barato. Mesmo assim, um quarto num hostel numa ilha pública custa normalmente cerca de 25 euros por pessoa, incluindo o pequeno-almoço. Este é certamente um preço muito mais razoável do que num resort. As refeições nos restaurantes locais variam entre os 5 e os 10 euros. Para economizar um pouco, podes considerar ficar num alojamento auto-suficiente, mas tem em conta que os ingredientes serão muito mais baratos em Hulhule ou Malé, uma vez que nada é produzido nas Maldivas e tens de acrescentar o custo do transporte. Depois, dependendo do local onde te encontras, terás de considerar o transporte para esse mesmo local. Os ferries públicos custam cerca de 3 euros, enquanto uma viagem de lancha ronda normalmente os 25 euros. Um bom site para consultares os horários dos ferries públicos é este. Viajar em segurança nas Maldivas Este maravilhoso país está à tua espera de braços abertos para que desfrutes das suas praias e de todos as aventuras que podes viver lá. As Maldivas são uma grande viagem e é importante que a desfrutes sem preocupações. O próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste na importância vital de ter um seguro de viagem para as Maldivas para garantir que estás protegido do início ao fim desta aventura. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino e a sua extensa cobertura médica garante que serás tratado pelos melhores especialistas caso te aconteça alguma coisa, sem teres de pagar nada do teu bolso e evitando os elevados custos médicos do país. Uma infeção, um corte, uma indigestão… estarás sempre em boas mãos. E graças à cobertura de Desportos de Aventura, estarás protegido em outras aventuras como caiaque, snorkel, mergulho e outros desportos aquáticos. Como se isto não bastasse, também estaremos lá para ti em casos de roubo, problemas de voo, incidentes com a bagagem e até mesmo se precisares de ser repatriado. Portanto, não esperes mais, não arrisques nas Maldivas e faz já o teu seguro: As melhores ilhas low cost para visitar nas Maldivas por conta própria Vamos ao que interessa. Aqui, vamos dar-te algumas opções de ilhas low cost para visitares nas Maldivas por conta própria. Vamos falar-te dos seus prós e contras para que possas ver se são adequadas para ti e para a tua viagem. 1. Rasdhoo Começamos bem! Localizado no Atol Alif Alif, a 56 quilómetros da capital Malé, Radshoo é facilmente acessível por ferry público e oferece uma combinação vencedora quando se procura praias, bons fundos marinhos e alojamento médio com opções para backpackers. Há várias escolas de mergulho em Radshoo, porque há vários locais (alguns dos melhores das Maldivas) onde tubarões, tartarugas e raias manta são habitantes habituais, mas há também uma fabulosa bikini beach (há várias na ilha, mas esta é a melhor e a única onde se pode nadar), a poucos metros da costa, com um recife fabuloso onde se vê quase toda a vida marinha. Junto a Radshoo encontram-se dois dos bancos de areia mais espetaculares dos atóis: Madivaru e Madivaru Finolhu. Podes visitá-los numa excursão, onde vais passar um par de horas a desfrutar do mar azul-turquesa profundo e da areia coralina. 2. Maafushi Maafushi é indiscutivelmente a ilha mais amigável para os backpackers nas Maldivas. De facto, foi a primeira a tomar a iniciativa de abrir uma guesthouse num mar de resorts. Por esta razão, é também uma das mais comerciais e com a melhor relação qualidade/preço em termos de alojamento, alimentação e excursões. Esta última é particularmente interessante se quiseres incluir snorkelling na tua viagem às Maldivas, aqui podes nadar com tubarões-lixa e tubarões-baleia a um preço melhor do que nas outras ilhas. As excursões também incluem normalmente uma paragem para almoço num banco de areia, completando a experiência. O lado negativo é que a bikini beach, embora bonita, não é a melhor do país e é provável que vejas mais turistas do que noutras ilhas. Ainda assim, é uma ilha agradável que é muitas vezes um bom ponto de partida para visitar outras ilhas próximas, como Gulhi ou Guraidhoo, para passeios fantásticos. É também acessível a partir de Malé através de um ferry local. 3. Dhiffushi Situada a 35 quilómetros a norte de Malé, no Atol de Kaafu, Dhiffushi é outra das ilhas low cost a visitar nas Maldivas por conta própria. Oferece uma opção intermédia para quem procura desenvolvimento turístico sem exageros, mas também bons hotéis e uma variedade de restaurantes sem a necessidade de muitas combinações de transporte, uma vez que tem tanto ferries públicos como lanchas para lá chegar. O que mais se destaca nesta ilha é que, ao contrário de outras, tem três praias à escolha: a praia de Araamu (cheia de palmeiras e com a possibilidade de ver tubarões ao fazer snorkelling), a praia sudoeste (perfeita para o pôr-do-sol) e a praia norte (a mais visitada e com bom snorkelling). A partir daqui, podes também fazer excursões de snorkelling, observar golfinhos, visitar as línguas de areia ou fazer mergulho. No entanto, como é menos turística do que Maafushi, os preços são mais caros. 4. Guraidhoo Guraidhoo é outra ilha low cost que podes visitar por conta própria nas Maldivas, uma vez que está bem ligada por ferry público a Male e Maafushi. Recomendamos esta ilha se estiveres a ir para o arquipélago em busca de bons mergulhos sem a necessidade de um cruzeiro live-aboard. Os locais de mergulho incluem Guraidhoo Corner, onde, graças às correntes, não são raros os grupos de tubarões brancos e cinzentos. A ilha tem muito ambiente local e também uma bikini beach, bem como uma bela língua de areia. A partir daqui, é possível visitar as praias de resort (mediante pagamento) e efetuar excursões, mas é preferível partir de Maafushi, que fica mais perto e oferece melhores preços. 5. Gulhi Uma das ilhas mais populares para visitares por conta própria nas Maldivas é Gulhi. É um pequeno paraíso, com apenas 400 metros de comprimento e cerca de 200 metros de largura, pelo que podes deslocar-te num instante. E apesar de não ser muito grande, o que a distingue das outras ilhas e a torna mais atrativa é a sua bela e longa bikini beach, com espreguiçadeiras e guarda-sóis gratuitos. Aqui encontras também um baloiço fotogénico de fazer inveja aos que ficaram em casa. A segunda coisa pela qual esta ilha das Maldivas é conhecida é o mergulho com snorkel. A partir da própria bikini beach é possível ver tubarões de ponta negra, por isso não hesites em usar a tua máscara e barbatanas, vais poder vê-los sozinho! 6. Dhigurah Duas palavras: tubarão-baleia! Sim, se queres ver o maior peixe do mundo, esta é a ilha para visitares nas Maldivas. A probabilidade de os veres durante todo o ano é bastante elevada e não precisas de ser um mergulhador certificado, uma vez que não andam em águas muito profundas, pelo que podes vê-los apenas a nadar. Para além disto, a “Long Island” do Atol de Ari Sul tem praias maravilhosas, incluindo uma longa extensão de areia onde raramente se vê muita gente. 7. Ukulhas Localizada no Atol Ari Norte, muito perto de Radshoo, Ukulhas é uma das ilhas mais desenvolvidas para visitar nas Maldivas em termos de turismo. Não surpreendentemente, foi a segunda ilha a ter eletricidade depois de Malé. A sua principal atração é a sua maravilhosa bikini beach, com quase um quilómetro de areia branca e águas transparentes. Tem guarda-sóis e espreguiçadeiras gratuitas, mas também uma vegetação luxuriante que proporciona sombra e aquela paisagem idílica que imaginamos quando pensamos nas Maldivas. Para além disso, a poucos passos da costa, encontras o house reefonde é comum ver raias manta, tartarugas e pequenos tubarões. Visitar Ukulhas é uma boa opção se não tiveres muito tempo, pois podes facilmente combiná-la com Radshoo. É uma ilha com muitas oportunidades de bons alojamentos e restaurantes, e podes também visitar vários bancos de areia ou fazer mergulho de qualidade. 8. Huraa Continuamos a falar das ilhas do Atol de Kaafu e, desta vez, paramos a cerca de 20 quilómetros a norte de Malé, na ilha de Huraa. O que se destaca? A sua enorme bikini beach, recentemente ampliada (basta dares uma vista de olhos no Google Maps para perceberes o que queremos dizer), uma lagoa onde raramente não se vê tubarões de ponta branca e a possibilidade de visitares línguas de areia e outros resorts paradisíacos nas proximidades. Ainda assim, tem em conta que não será a melhor escolha se estiveres à procura de um bom recife para fazer snorkeling. 9. Fulidhoo Terminamos a nossa seleção de ilhas low cost para visitar nas Maldivas por conta própria com uma das menos conhecidas: Fulidhoo. Localizada no Atol de Vaavu, a um par de horas de barco de Malé. Ao contrário de outras ilhas, onde se podem ver mais ilhas ou resorts nas redondezas, a partir de Fulidhoo vais sentir que nada mais existe, dando-te aquele toque de intimidade que tanto gostamos. Ainda não muito turística, mas com boas acomodações, é uma ilha que oferece um bom equilíbrio entre os dois. Esta ilha das Maldivas é para ti se quiseres uns dias de tranquilidade, uma bela praia, saudar as raias manta pela manhã enquanto descansam na costa, bom snorkelling e a possibilidade de fazer várias excursões incríveis. A partir daqui, podes também visitar bancos de areia e nadar com tubarões-lixa (totalmente inofensivos!), golfinhos ou tartarugas. Itinerários possíveis para visitar várias ilhas das Maldivas A melhor maneira de planeares uma viagem por conta própria às Maldivas é com um mapa à tua frente. Desta forma, podes ter uma ideia da localização de cada ilha e de como te deslocares. Qualquer uma das ilhas mencionadas acima é ótima para uma primeira abordagem à nação insular, mas talvez ainda estejas um pouco perdido. Por isso, preparámos 4 itinerários de que poderás gostar. Podes fazê-los em 7 dias, mas para tirar o máximo partido da tua viagem, sugerimos que passes entre 10 a 15 dias em cada itinerário. Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 1 Dia 1: Malé-Dhigurah de lancha (pode ser feito de ferry, mas demoras cerca de 6 horas, pois não há ferry direto) Dias 2 e 3: Dhigurah Dia 4: Dhigurah-Gulhi de lancha para Malé + ferry (número 309) Dias 5 e 6: Gulhi Dia 7: Gulhi-Maafushi de ferry (número 309) Dias 8 e 9: Maafushi Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 2 Dia 1: Malé-Radshoo de ferry (número 303) Dias 2 e 3: Radshoo Dia 4: Radshoo-Ukulhas de ferry (número 301 ou 303) Dias 5 e 6: Ukulhas Dia 7: Ukulhas-Dhigurah de ferry (n.º 301 ou 303) + lancha rápida Dias 8 e 9: Dhigurah Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 3 Dia 1: Malé-Guraidhoo de ferry público (número 309) Dias 2 e 3: Guraidhoo Dia 4: Guraidhoo-Maafushi de ferry (número 309) Dias 5 e 6: Maafushi Dia 7: Maafushi-Gulhi de ferry (n.º 309) Dias 8 e 9: Gulhi Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 4 Dia 1: Male-Dhiffushi de ferry público (n.º 308) Dias 2 e 3: Dhiffushi Dia 4: Dhiffushi-Huraa de ferry (n.º 308) Dias 5 e 6: Huraa Dia 7: Huraa-Maafushi de ferry (n.º 308+309) Dias 8 e 9: Maafushi Esperamos ter-te ajudado a escolher quais as ilhas low cost para visitares nas Maldivas por conta própria. Como podes ver, as opções são realmente infinitas, mas o melhor é que é muito difícil cometer um erro – é provável que gostes de todas! E para que a tua viagem às Maldivas seja um sucesso, preparámos estes 3 artigos para te ajudar: • Documentos e requisitos para viajar para as Maldivas em 2024 • Ilhas Maldivas – Umas férias de luxo a um preço low-cost

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As melhores praias de Bali: 8 sítios a não perder

As melhores praias de Bali: 8 sítios a não perder

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Pensa em Bali por um momento, qual é a primeira coisa que te vem à cabeça? Talvez templos, arrozais, vulcões… Já pensaste em praias? É verdade que as praias de Bali não são as melhores da Indonésia, no entanto, esta ilha que tem o título de ser a mais famosa de todo o Sudeste Asiático, tem também ótimos locais para uns dias à beira-mar. Na IATI, especialistas em seguros de viagem, somos apaixonados pela chamada “Ilha dos Deuses” e aqui vamos falar-te das melhores praias de Bali e 8 sítios a não perder. Vem connosco e descobre tudo sobre as praias de Bali: onde estão localizadas, quais são as melhores e quais são as ideais para o surf, o desporto estrela da ilha. Onde estão as melhores praias de Bali? Rodeada inteiramente por mar, não faltam praias em Bali para dares um mergulho. No entanto, um conselho de amigo: a maioria das praias de Bali não são todas de areia branca e fina, água azul-turquesa e palmeiras. Para encontrares esse tipo de praias perfeitas, terás de te deslocar às ilhas vizinhas, como as Ilhas Gili, Nusa Lembongan ou Nusa Penida. Ainda assim, mesmo que não tenham todas estas características, há muitas praias bonitas em Bali para visitar. Embora as mais populares sejam as que se situam a sudoeste de Denpasar (Kuta, Legian, Seminyak…), há que ter em conta que estas zonas são, juntamente com Ubud, as mais turísticas da ilha. Nestas praias, além disso, encontrarás muitas ondas, o que as torna perfeitas para o surf, mas não para aquele beach break que talvez tinhas em mente. As melhores praias de Bali estão localizadas no sul da ilha, numa pequena península onde se encontra o famoso templo de Uluwatu, entre outras atrações. É aqui que poderás estender a tua toalha na areia dourada e onde é mais provável que desfrutes de um mar mais calmo. A leste, particularmente na zona de Amed, encontrará algumas das praias mais fotogénicas de Bali. Embora de areia escura, a visão do mar e dos barcos locais em frente ao imponente vulcão Agung vão deixar-te sem palavras. Esta pequena introdução foi apenas para te deixar com água na boca. Não te preocupes, vamos falar-te em pormenor das melhores praias de Bali, na Indonésia. Visitar as praias de Bali em segurança Se estás à procura das melhores praias em Bali é porque queres aproveitar ao máximo este paraíso. Se um acidente ou uma doença se atravessasse no teu caminho, podias acabar perdido em instalações médicas duvidosas e terias de pagar contas médicas demasiado elevadas. É por isso que, até o Ministério dos Negócios Estrangeiros, insiste na enorme importância de contratar um seguro de viagem para a Indonésia para te proteger do início ao fim desta aventura. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino. Para além de seres atendido pelos melhores profissionais sem teres de pagar nada do teu bolso, também usufruirás de coberturas em casos como roubos, incidentes com os voos, problemas com a bagagem ou, entre muitos outros, desportos de aventura como o snorkelling, que vais querer fazer em todas estas praias únicas. Não arrisques em Bali, viaja com a proteção que mereces e contrata já o teu seguro: As melhores praias no sul de Bali 1. Praia de Padang Padang Começamos este roteiro das melhores praias de Bali com uma das mais próximas do templo de Uluwatu. Conhecida por ser um dos locais de surf mais famosos da ilha, também ficou famosa entre os banhistas porque foi aqui que foi filmada a cena em que Javier Bardem e Julia Roberts se conheceram no filme Comer, Rezar e Amar. A praia de Padang Padang está situada na foz de um riacho, estaciona o teu carro ou mota junto à estrada e desce um penhasco (não é muito alto, não te preocupes) para tocares a areia branca e fina. Em baixo, encontrarás alguns warungs (barracas de comida local) e locais para alugares uma prancha – está atento aos macacos, pois eles estão frequentemente na zona! 2. Praia de Nyang Nyang/ praia de Nunggalan Gostas de praias selvagens e desconhecidas? Então a praia de Nyang Nyang (também conhecida como praia de Nunggalan) é para ti. Raramente encontras muitas pessoas nesta praia balinesa, apesar de estar localizada a poucos quilómetros do Templo de Uluwatu. Para além de ter mais de 2 quilómetros de extensão, é preciso descer uma falésia para lá chegar. Apesar de existirem vários caminhos, a verdade é que não é uma praia confortável se quiseres apenas estacionar a mota e o carro e deitares-te na praia. Mesmo assim, a recompensa é grande. Embora a água não seja normalmente muito calma, para nós esta é uma das melhores praias de Bali, graças à sua localização espetacular. Vais sentir-te como se estivesses a desligares-te do mundo real. Se seguires o nosso conselho e desceres até à praia a partir deste ponto, vais poder apreciar os fotogénicos destroços de dois naufrágios que acabaram nas margens desta praia. Vários artistas decoraram-nos e agora têm um aspeto muito colorido. Já agora, se gostas de alojamentos estranhos ou queres surpreender alguém, existe um hotel nesta praia (Bubble Hotel) com quartos em bolas transparentes para uma noite de mil estrelas. 3. Praia de Nusa Dua e Praia de Geger A zona de Nusa Dua alberga alguns dos hotéis mais luxuosos da ilha. Consegues imaginar porquê? É fácil: algumas das melhores praias de Bali também estão localizadas aqui. A praia de Nusa Dua e a praia de Geger são duas praias maravilhosas com areia dourada e águas límpidas. Aqui, ao contrário de outras zonas de Bali, a água é normalmente calma, por isso é ótimo se estiveres a viajar com crianças e não te quiseres preocupar com as ondas. Ambas as praias são enormes e têm zonas mais calmas do que outras. Se tivéssemos que escolher uma parte, recomendaríamos a zona sul da praia de Nusa Dua. 4. Praia de Pandawa Outrora conhecida como “Secret Beach”, porque o acesso era um pouco complicado, uma vez que se encontrava escondida atrás de uma colina, atualmente não é segredo nenhum que a praia de Pandawa é uma das melhores praias de Bali. Aqui encontras locais e estrangeiros a desfrutar da areia branca banhada por águas límpidas e azul-turquesa. Há muitos warungs para comer e beber na praia de Pandawa, bem como espreguiçadeiras para alugar, mas se caminhares para o extremo esquerdo, encontrarás certamente aquele local tranquilo que tanto ansiavas. A taxa de entrada é de 15.000 rúpias, mas vale bem a pena. 5. Praia de Jimbaran Situada bastante perto do aeroporto de Denpasar, esta é uma das melhores praias de Bali para almoçar ou jantar com vista para o mar. Encontras muitos bares de praia com bonitos guarda-sóis balineses que oferecem comida local e ocidental a bons preços. Embora seja muito acessível e tenha muitos hotéis, alguns deles de luxo, não é uma praia sobrelotada. Com areia dourada e águas calmas protegidas por recifes de coral, é certo que passarás um tempo relaxante na praia. As melhores praias no sudoeste de Bali 6. Praia de Batu Bolong (Canggu) Canggu tornou-se o lar de muitos estrangeiros que se instalaram em Bali nos últimos anos. As razões são simples: muito alojamento a preços acessíveis, boa ligação à internet, muitos restaurantes saudáveis (não é por acaso que é um dos melhores destinos para viajantes vegan) e comida instagramável e, mais importante, uma praia enorme e sem multidões para relaxar ou surfar. Batu Bolong é a praia de Canggu e, embora a sua areia seja de cor escura, vais adorá-la pela sua tranquilidade e pelos excelentes preços do surf. Mas não esperes águas calmas e azul-turquesa. O mar aqui, tal como noutros locais de Bali, tende a ser agitado. Tanto Batu Bolong como a sua praia vizinha, Echo Beach, têm muitos restaurantes e bares para apreciar o pôr-do-sol depois de uma aula de surf. Se estiveres a pensar em passar um dia relaxante nesta parte de Bali, os clubes de praia como o The Lawn ou o Echo Beach Club também são uma boa ideia. Boa comida, música e uma piscina infinita com vista para o mar oferecem o luxo asiático. As melhores praias no leste de Bali 7. Praia de Amed Embora não encontres aqui areia fina e branca e águas azul-turquesa, esta praia de Bali tem duas coisas que a tornam muito especial. Em primeiro lugar, a areia vulcânica perfeita e os seixos ao lado do enorme vulcão Agung tornam-na única. A segunda é o facto de ser um paraíso para os mergulhadores. Amed é um dos melhores locais de Bali para a prática de mergulho. Para além da abundância de vida marinha, a zona de Tulamben alberga o Liberty Wreck, um destroço do naufrágio do cargueiro USAT Liberty, a 11 de Janeiro de 1942. Quando se dirigia para as Filipinas, foi torpedeado por um submarino japonês e, desde então, tem estado no fundo do mar ao largo de Bali, para grande deleite dos mergulhadores. Muito perto de Amed fica a praia de Jemeluk, que também incluímos nesta lista das melhores praias de Bali. Não te esqueça da tua máscara de mergulho e do teu snorkel, porque aqui podes apreciar os corais e a vida marinha diretamente da costa. 8. Praia de Bias Tugel Esta praia está situada perto do porto de Padang Bai, de onde partem os barcos para as ilhas Gili e Lombok. Trata-se de uma enseada de 130 metros de comprimento, com areia branca e fina e águas turquesa relativamente calmas. Este lugar é encantador porque a areia clara contrasta com as rochas vulcânicas escuras que pontilham a baía. Traz contigo o teu equipamento de mergulho, pois o lado oriental de Bias Tugel tem um recife e algumas formações interessantes para descobrir. Se te tiveres esquecido, não te preocupes, há várias bancas na praia que vendem comida e bebidas e também alugam equipamento de snorkelling. Como curiosidade, se és adepto do turismo negro, junto à entrada desta praia existe um hotel abandonado. Se te interessas por este tipo de edifícios, explorá-lo (com cuidado) é um verdadeiro prazer. Já agora, muito perto desta praia está outra das melhores praias de Bali: Blue Lagoon. É parecida com a anterior e as águas costumam ser um pouco mais calmas, por isso não deixes de visitar as duas! Praias nas ilhas próximas de Bali Como podes ver, há muitas praias bonitas em Bali, mas, para ser honesto, elas não chegam nem perto de serem comparáveis às que se podem ver nas ilhas vizinhas. É por isso que, nesta lista, também gostaríamos de te falar brevemente sobre algumas praias perto de Bali pelas quais te vais apaixonar: • Ilhas Gili: este arquipélago (ao qual se chega em apenas duas horas de lancha rápida a partir do porto de Padang Bai) esconde algumas das melhores praias da Indonésia. Areia branca, águas azul-turquesa e, o melhor de tudo, tartarugas marinhas que se alimentam tranquilamente nas suas margens. As três principais ilhas das Gili são Gili Trawangan, Gili Air e Gili Meno. A primeira destas ilhas é a mais desenvolvida e tende a ter um ambiente mais virado para os mochileiros. Gili Air é muito mais calma e tem estâncias de luxo. Gili Meno fica algures no meio, sendo perfeita para os viajantes que procuram paz e sossego sem gastar muito dinheiro em alojamento. • Nusa Penida: Esta ilha a sul de Bali (a cerca de uma hora dos portos de Sanur ou Kusamba) tem uma paisagem radicalmente diferente. Aqui encontras praias espetaculares, como a famosa Kelingking ou Atuh Beach. É também um paraíso para os entusiastas do mergulho, pois não faltam oportunidades para avistar enormes raias manta. • Nusa Lembongan: A ilha irmã de Penida, de facto, podes ligar as duas em apenas 30 minutos de barco, onde também encontras belas praias como a Dream Beach e a Mushroom Beach. Ambas têm areia branca e águas límpidas e são perfeitas para fazer snorkelling e mergulho. Agora que já sabes quais são as melhores praias de Bali, não podes perder estes 3 guias detalhados que preparámos para ti. Eles vão ser muito úteis para preparares a tua próxima aventura: • Documentos e requisitos para viajar para a Indonésia • Roteiro de 15 pela Indonésia • Roteiro de 7 dias por Bali, Indonésia

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Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão 2025

Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão 2025

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Conselhos para viajar para o Japão, depois de tantas visitas que já fizemos à terra do sol nascente, poderíamos dar-te centenas. Se consultares a secção Japão do nosso blog, vais ver que temos guias para os principais destinos onde, para além das coisas que podes ver e fazer, detalhamos os conselhos de viagem específicos para cada lugar. Neste artigo, no entanto, vais encontrar os conselhos de viagem que te ajudarão não só durante a tua viagem ao Japão, mas também na preparação para a mesma, para que chegues lá e saibas tudo o que precisas de saber. Dá uma última olhadela à tua bagagem porque, em poucos minutos, já saberás os melhores conselhos e informações úteis para viajares para o Japão. Pronto? Vamos começar! O que precisas para viajar para o Japão, documentos essenciais Em primeiro lugar, não podemos começar com outro conselho para viajar para o Japão sem ser quais os documentos necessários para entrares no país. Desde o início da pandemia de covid-19, até 10 de Outubro de 2022, era praticamente impossível visitar o país. Finalmente tudo voltou à normalidade e os viajantes com passaporte português, desde o dia 11 de Outubro de 2022, podem viajar para o Japão sem necessidade de visto (para estadias até 90 dias) ou com visto de longa duração (para estadias superiores a 90 dias). Basta apresentares o passaporte e os voos para fora do país. O passaporte deve ser válido para a duração da estadia e estar em perfeitas condições, uma vez que as autoridades japonesas podem ser muito rígidas a este respeito. Conselhos para viajar em segurança para o Japão Como sabes, o Japão é um dos países mais caros do mundo no que toca aos cuidados de saúde. É por isso que o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) insiste na importância vital de ter um seguro de viagem para o Japão para te proteger desde o princípio até ao fim da tua visita. Um deslize ao caminhares em Tóquio que se transforma numa pequena entorse, uma comida crua como o sushi que te deixa indisposto, uma insolação ou qualquer outra doença que no teu país não teria muito mais complicações, aqui pode traduzir-se em contas médicas de milhares de euros que podem arruinar completamente a tua viagem. O IATI Estrela é o melhor seguro de viagem para o Japão. Para além da sua enorme cobertura, que te garante o acesso gratuito aos melhores médicos do país sem que tenhas de pagar nada do teu bolso, também te protege em todos os outros aspetos presentes numa viagem deste tipo. Assim, também estarás coberto em casos como roubo, perda de transporte, incidentes com a tua bagagem ou, entre muitos outros casos, se tiveres de ser repatriado. Não arrisques numa viagem tão bonita como esta, viaja com a tranquilidade que mereces e contrata já o teu seguro. Prepara o teu itinerário Prepara-te! Se queres desfrutar de uma visita inesquecível que corresponda (ou supere) as tuas expectativas, uma dica essencial para viajar ao Japão é dedicar tempo à leitura e pesquisa sobre o país para aproveitares ao máximo cada dia. Assim, consulta aquia nossa pasta de artigos sobre o Japão com todos os conselhos para viajar. Como se costuma dizer, “a viagem começa quando nos começamos a preparar para ela”. Por isso, não tenhas pressa e aproveita também esta parte. Se tiveres alguma dúvida, basta perguntar-nos. Como encontrar voos baratos O Japão é um país caro (mas que vale totalmente a pena o investimento, claro) e se puderes poupar em voos, ainda melhor. Para tal, aconselhamos a reservar e a procurar os teus bilhetes de avião com a maior antecedência possível. Outro fator que muitas vezes ajuda a reduzir este custo é ter flexibilidade na escolha das datas de viagem. Os motores de busca como o Skyscanner têm uma opção de pesquisa chamada “Melhor altura”. A partir daí, podes selecionar o mês em que pretendes voar para o Japão e ver um calendário com o preço do voo para cada dia. Como podes ver, por vezes, mudar a tua viagem em 1 ou 2 dias pode poupar-te várias centenas de euros. Conhecias este truque? Obter o JR Pass para viajar pelo país… ou não… Sabe o que é o JR Pass? Para muitos, o Japan Rail Pass é uma obrigação numa viagem como esta, mas é importante considerares primeiro se realmente precisas dele e por quanto tempo o queres. O JR Pass é um bilhete especial que te permite utilizar a maior parte do sistema ferroviário japonês durante um número específico de dias. Como o país tem uma excelente rede de caminhos-de-ferro de alta velocidade e comboios que ligam destinos longínquos em muito pouco tempo, ajuda muitos viajantes a otimizar o tempo e a poupar nos voos de um extremo ao outro do país (além disso, viajar nestes comboios modernos é uma experiência e tanto). A nossa principal dica para viajar para o Japão é não comprares um JR Pass até teres a certeza do teu itinerário. Quando comprares este bilhete, terás de escolher o número de dias em que o vais utilizar. Terás de escolher entre 7, 14 e 21 dias e o dia exacto em que o vais começar a usar. Desta forma, se vais passar alguns dias em Tóquio primeiro, não faz sentido ativá-lo até ao momento em que o vais utilizar para a tua primeira viagem, Tóquio – Osaka, por exemplo. Da mesma forma, não é necessário obteres o passe de 14 dias se vai passar 14 dias no país. Otimiza o teu itinerário de modo a que a parte da viagem em que vais de comboio se enquadre nos 7-14-21 dias de que necessitas. Desta forma, vais conseguir poupar muito dinheiro. Não queremos deixar o tema dos comboios sem te aconselhar a descarregar a aplicação Hyperdia. Introduz o local de onde pretendes ir de comboio e ele mostra-te as melhores opções. Não há nada melhor para isso! Aprende algumas palavras japonesas Quando um turista de outro país que não o nosso, usa algumas palavras da nossa língua para tentar comunicar connosco, todos sorriem, não é verdade? O Japão não é exceção. Se aprenderes algumas palavras e frases básicas – nem sequer precisas de falar a língua – vai ajudar-te a dares-te bem com os habitantes locais, que por vezes têm uma mente um pouco fechada. Tem também em conta que muito poucas pessoas falam inglês, pelo que comunicarás através da linguagem gestual e das 4 palavras que aprenderes. Estas podem ajudar-te: • Obrigado: Arigato • Olá: Konnichiwa • Adeus: Sayonara • Desculpa: Sumimasen • Sim: hai • Não: iee Outro truque infalível que te vai ajudar a comunicar no Japão é descarregares uma aplicação como o Google Translate, por várias razões. Por um lado, podes usar o microfone para falar e a aplicação traduz para japonês. Ideal se quiseres comunicar com alguém. Por outro lado, tem uma função que, através da câmara, traduz textos que estejam perto de ti. Ideal para interpretar direções ou, por exemplo, compreender o menu de um restaurante. O que comer no Japão A cultura do país é espantosa, assim como os grandes contrastes entre modernidade e história, os seus costumes, as suas paisagens… mas há outra coisa espantosa no Japão: a gastronomia! O primeiro dos conselhos para viajar que gostaríamos de te dar é que tires da cabeça que o Japão é (só) para comer peixe cru – há um mundo inteiro de surpresas à espera do teu paladar! Sim, o sushi é fantástico e vais prová-lo em diferentes locais e estilos, mas não hesites em experimentar todas as iguarias que se cruzarem no teu caminho. Tal como a francesinha está associada ao Porto e os pastéis de Belém a Lisboa, aqui há certos pratos que andam de mãos dadas com um destino. Por isso, quando planeares o teu itinerário, informa-te sobre o prato estrela de cada local que tencionas visitar. Por exemplo, o okonomiyaki em Hiroshima é espectacular, o takoyaki em Osaka é ótimo e em Takayama podes provar o famoso bife hida. Também podes poupar na comida. É fácil encontrares cadeias como Yoshinoya, Sukiya e Matsuya onde se pode comer bem sem gastar muito. Os supermercados e as kombinis, as lojas de conveniência, são também bons sítios para comprar o famoso bento. Estes tabuleiros de comida pronta e variada vão livrar-te de mais do que um problema sem pagar muito por isso. E são mesmo bons! Iguarias que não podes deixar de experimentar • Sushi: O conhecido prato japonês. Não precisamos de comentar nada aqui. • Katsudon: Carne de porco panada, geralmente acompanhada de arroz, molho e sopa. • Ramen: A famosa sopa de noodles “grande”. Há vários tipos, dependendo dos ingredientes que preferires, e o caldo é maravilhoso. • Yakitori: espetos de carne com um molho saboroso. • Okonomiyaki: a mal chamada “pizza japonesa”. Uma espécie de omelete com repolho, legumes, massa e outros ingredientes que tem um sabor muito melhor do que aquilo que aparenta. • Gyozas: Bolinhos de massa recheados que podem ser servidos fritos, cozidos ou ao vapor. • Takoyakis: Uma espécie de “bolinhos” de polvo que se podem encontrar desde restaurantes de luxo a bancas de rua. Ser madrugador compensa Sabemos que estás de férias, mas acredita em nós, vale a pena levantares-te cedo no Japão. Se programares o despertador, tomares o pequeno-almoço e partires rapidamente para o local que pretendes visitar, poderás ter uma agradável surpresa. Em locais famosos como o lendário Fushimi Inari, por exemplo, podes passear e tirar fotografias praticamente sozinho. Experimenta! Chega lá de manhã cedo, percorre o percurso sem ninguém e, quando terminares o circuito circular e chegares ao ponto de partida… surpresa! Vais encontrar centenas de pessoas a chegar ao mesmo tempo, tanto sozinhas como em excursões organizadas e, por vezes, pode até ser difícil avançar. Para além de evitar este tipo de aglomerações, nos períodos de maior calor, levantares-te cedo ajuda a não sofrer com as altas temperaturas que podem derrubar-te após horas de caminhada no calor. Lembra-te de procurar sempre uma sombra e não te esqueças de beber muita água. Conselho extra: Se ainda tiveres espaço no teu itinerário, evita visitar monumentos ao domingo. Os japoneses saem em massa nesse dia e vais encontrar tudo mais cheio. É melhor passares um domingo a passear por Tóquio do que ir a Fushimi Inari ou ao Torii Flutuante no Santuário de Itsukushima, por exemplo. Internet no Japão Estamos a falar de um país muito avançado tecnologicamente. Não te faltará wifi no teu hotel ou em muitos restaurantes ou centros comerciais. É necessário ter Internet no telemóvel? Depende do que pretendes. Tem em conta que, se a razão para utilizar a Internet é poder utilizar mapas, aplicações (essenciais) como o Google Maps permitem descarregá-los para utilização offline. Não é obrigatório, mas é conveniente, ter Internet no telemóvel para viajar para o Japão. Se optares por ela, tem em atenção que os preços são elevados. Tens a opção de comprar um cartão SIM local ou comprar um cartão SIM de viagem a partir de casa para chegares lá e teres uma ligação quando aterrares. Não há uma opção melhor do que a outra, terás de avaliar os preços de acordo com os gigabytes de que necessitas e o tempo que vais ficar. Dinheiro, ienes, euros? Antigamente, o normal numa viagem deste tipo era trocar euros por ienes num banco em Portugal e chegar lá com todo o dinheiro. Agora, felizmente, existem opções mais cómodas (embora também seja conveniente levar alguns euros contigo e trocá-los nas casas de câmbio japonesas). Se te dissermos para levantares dinheiro com um cartão de crédito no Japão, pensarás provavelmente nos custos muito elevados que os bancos cobram pelo levantamento de moeda no estrangeiro. Felizmente, há já algum tempo que existem “cartões de viagem” que permitem levantar dinheiro sem estes custos adicionais. A maioria das caixas automáticas cobra uma taxa pela sua utilização, mas no kombini chamado 7 Eleven podes encontrar caixas automáticas que não cobram qualquer taxa. Levantar dinheiro com um cartão de viagem é a melhor forma de poupares dinheiro. Outros conselhos para viajar para o Japão Não queremos terminar esta lista de dicas sem terminar com estas outras informações úteis para viajar para o Japão: • Ao contrário de outros países onde a gorjeta é mesmo obrigatória, aqui a gorjeta pode ser mal vista. • É proibido fumar na rua, exceto em zonas especialmente designadas para o efeito. • Respeita os costumes e regras. Noutros países, por exemplo, a utilização das escadas rolantes é mais anárquica, mas não aqui. Se quiseres subir as escadas sem te mexeres, coloca-te à esquerda para que os que querem avançar o possam fazer à direita. O mesmo acontece em muitas ruas, cada um segue o seu caminho. • Quando entrares num local onde as pessoas andam descalças, faz o mesmo por educação. • Tem cuidado com as tomadas. Tanto as fichas como a voltagem são diferentes no Japão. Não te esqueças de comprar um adaptador para carregar os teus aparelhos. • Em locais fechados, como comboios e metropolitanos, tenta não falar alto e não comas a não ser que te digam que é permitido. O que achaste dos nossos conselhos e informações úteis para viajar para o Japão, tens alguma dúvida? Não hesites em colocar qualquer questão nos comentários abaixo para que te possamos ajudar. Além disso, para garantir que a tua viagem é um sucesso total, criámos estes 2 artigos de leitura obrigatória para ti: • Documentos e requisitos para visitar o Japão • É seguro viajar para o Japão?

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Como se deslocar na Tailândia: guia de transportes 2025

Como se deslocar na Tailândia: guia de transportes 2025

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Se esta é a tua primeira viagem ao país asiático, podes estar a perguntar-te como te vais deslocar na Tailândia: de avião? de autocarro? de comboio? deves alugar uma mota nas ilhas? Não te preocupes, na IATI somos apaixonados pela Tailândia e aqui vamos contar-te todas as opções para te deslocares, dar-te dicas e falar-te dos percursos mais comuns para te ajudar a planear a tua viagem. Continua a ler e descobre como são os transportes e como te podes deslocar na Tailândia. Como te deslocares na Tailândia: transportes entre diferentes partes do país Começamos o nosso artigo sobre transportes na Tailândia com a parte que mais te preocupa: ir de uma parte do país para outra. Vamos falar-te de todos os diferentes meios de transporte na Tailândia para que possas tomar uma decisão com base nas tuas preferências e no que mais te convém em cada momento. Deslocares-te pela Tailândia de avião A Tailândia está bastante bem servida de ligações aéreas e existem várias companhias aéreas de baixo custo que operam a preços muito competitivos. De facto, se comprares o teu bilhete com antecedência, o custo de viajar pela Tailândia por terra ou por ar será provavelmente semelhante. Há muitos aeroportos espalhados pelo país. Se estiveres a planear visitar as ilhas, vais encontrar também um em Phuket, um em Koh Samui e um em Krabi. Quanto às companhias aéreas, estas são as principais: Thai Smile, Air Asia, Nok Air, Thai Lion Air, Vietjet Air e Bangkok Airways. A melhor maneira de encontrar voos para as datas que pretendes é utilizares motores de busca como o Skyscanner, que te mostra uma comparação das diferentes opções. No entanto, é melhor consultares os sites de cada companhia aérea para ver o preço real e os suplementos aplicáveis. Em relação a este tema, não te esqueças que muitas companhias aéreas tailandesas, tal como na Europa, cobram uma taxa se pretenderes despachar bagagem. Mencionámos este facto para o caso de estares a ponderar os custos das viagens aéreas em relação a outros meios de transporte na Tailândia. Transportes na Tailândia: autocarros Outra forma de te deslocares na Tailândia é utilizar autocarros. Neste caso, podes encontrar tanto autocarros do governo como privados. Os autocarros públicos são mais baratos, mas tendem a estar em piores condições e a fazer mais paragens, pelo que são mais lentos. As empresas privadas oferecem geralmente um melhor serviço e várias categorias de autocarros, incluindo alguns autocarros VIP com assentos maiores e um snack-bar. Os autocarros são um meio de transporte comum na Tailândia e circulam a todas as horas do dia. De facto, poderás apanhar um autocarro noturno e, por vezes, poderás encontrar autocarros-cama para viagens mais longas. Isto permite-te evitar passar uma noite num hotel e poupar algum dinheiro. Não te esqueças de levar roupa quente, pois o ar condicionado está normalmente ligado no máximo. A maioria das cidades tailandesas têm estações de autocarros e são relativamente centrais. O que deves ter em conta é que em Banguecoque há várias e terás de ir a uma delas, dependendo da direção para onde vais. Estações de autocarro na Tailândia • Estação de autocarros Mo Chit: se estiveres a ir para oeste ou norte da Tailândia. Deves ir para lá se estiveres a ir para lugares como Sukhothai, Chiang Mai ou Chiang Rai. • Terminal Rodoviário do Sul Sai Tai Mai: em direção ao sul do país. Por exemplo, se estiveres a ir para Krabi ou Phuket. • Estação rodoviária de Ekkamai: daqui partem autocarros para destinos populares como Pattaya ou Koh Samet, no leste do país. Como comprar bilhetes de autocarro para viajar pela Tailândia? A forma mais barata é ir diretamente à estação e comprar o bilhete na bilheteira da empresa. No caso das grandes cidades, como Banguecoque ou Chiang Mai, como não estão localizadas centralmente, é melhor ir às agências de viagens e poupar a viagem se quiseres comprá-los com antecedência, ou comprá-los online através da 12Go Asia ou da BusOnlineTicket. Cobram uma pequena taxa, mas pode valer a pena pela comodidade. Como te deslocares na Tailândia: comboio Um dos nossos meios de transporte preferidos na Tailândia é o comboio. A rede ferroviária é extensa e as carruagens são geralmente confortáveis. O que tens de ter em conta é que os atrasos são bastante comuns, por isso não esperes um serviço 5 estrelas. Viajar de comboio pela Tailândia é agradável e uma experiência única, especialmente se optares por viajar durante a noite, uma vez que os bancos se transformam frequentemente em camas, mesmo com os seus próprios lençóis. Nos comboios de longo curso, existe normalmente uma carruagem restaurante a preços bastante acessíveis. Quanto às categorias de lugares, vale a pena informares-te na própria estação, mas, regra geral, são as seguintes: • Primeira classe: trata-se geralmente de uma carruagem com ar condicionado e casa de banho, que é mais privada. Se forem várias pessoas, esta opção mais privada é a melhor. • Segunda classe: são carruagens maiores que oferecem a opção de um assento ou cama e ventoinha ou ar condicionado. Nas viagens longas, é a mais interessante, sobretudo se se tratar de um comboio-cama. • Terceira classe: os assentos são mais desconfortáveis, por isso é melhor para viagens curtas. Como reservar bilhetes de comboio para viajar pela Tailândia? A melhor forma e a mais barata é reservares os teus bilhetes na estação, mas tem em atenção que os bilhetes, especialmente os de cama, esgotam com dias de antecedência. Por isso, talvez seja melhor reservá-los online através do site da companhia (que funciona regularmente) ou da 12go Asia. Se optares por este último, terás de te deslocar aos pontos de levantamento especificados na tua compra para teres o teu bilhete físico. Transportes na Tailândia: Carrinhas Uma alternativa aos autocarros, especialmente para viagens mais curtas, são as carrinhas. Como não fazem tantas paragens como os autocarros, são muito mais rápidas, embora não sejam tão confortáveis pois são menos espaçosas. Valem a pena para viagens como de Chiang Mai para Pai ou Banguecoque para Kanchanaburi. Normalmente, partem das próprias estações de autocarros, pelo que o melhor é fazer uma pesquisa. Como te deslocares na Tailândia: barcos e ferries Durante a tua viagem à Tailândia, é provável que estejas a planear visitar ilhas como Koh Tao ou Koh Lipe, onde encontrarás algumas das melhores praias da Tailândia. É por isso que neste guia de transportes na Tailândia não podíamos não falar sobre barcos e ferries. Na Tailândia, encontras ferries lentos, lanchas rápidas e os belos barcos de cauda longa. Os primeiros são frequentemente utilizados para ligar o continente às ilhas de uma forma mais económica. As companhias mais populares são a Lomprayah (que opera na costa do Golfo da Tailândia para Koh Tao, Koh Phangan e Koh Samui e na costa ocidental para Phi Phi, Lanta…), a Songserm (barcos para as ilhas do Golfo, barcos um pouco piores do que os primeiros), a Raja Ferry (Surat Thani-Koh Samui) e a Seatran Ferry (em ambas as costas do país com barcos maiores). Os barcos e as embarcações de longo curso são frequentemente utilizados para passear pelas ilhas. Se fizeres uma viagem longa, como por exemplo de Banguecoque para Koh Tao, vale a pena considerar se combinares um bilhete de autocarro com um bilhete de barco, uma vez que as companhias de ferry oferecem muitas vezes bilhetes conjuntos que te permitirão poupar tempo e aborrecimentos. Mesmo as companhias aéreas, quando reservas o teu voo, oferecem a opção de transporte combinado para destinos insulares populares. Alugar um carro na Tailândia Por último, embora não seja muito popular, alguns viajantes ficam animados a alugar um carro e a conduzir pela Tailândia ao seu próprio ritmo. É uma forma cómoda e económica se fores com um grupo de pessoas, mas tem em atenção que, infelizmente, as estradas tailandesas são notoriamente propensas a acidentes e algumas das mais perigosas do mundo, por isso conduz com cuidado. Além disso, tem em atenção que o volante está do lado direito. A maioria das empresas de aluguer de automóveis exige o teu passaporte, a carta de condução do teu país, uma licença internacional de condução e um depósito, que é normalmente feito com cartão de crédito. Como te deslocares dentro das cidades na Tailândia Já vimos como é que te deslocas na Tailândia, mas como é deslocares-te nas cidades? Aqui, analisamos as diferentes alternativas que encontras na maioria das cidades. Deslocares-te nas cidades da Tailândia: táxi ou Grab Em grandes cidades como Chiang Mai ou Banguecoque, especialmente nesta última, os táxis são uma boa opção para te deslocares. No entanto, tem em conta que nas zonas mais turísticas podem tentar aproveitar-se de ti, pelo que é essencial estares preparado. A melhor coisa a fazer é parares um táxi e pedir-lhe para pôr o taxímetro a funcionar. Se ele não o quiser pôr, sai e pede a outra pessoa. Uma alternativa que te dá menos dores de cabeça é a aplicação Grab. Este é o Uber do Sudeste Asiático e funciona muito bem na Tailândia. Também te dá a opção de pagares com cartão de crédito. Transportes na Tailândia: o tuk tuk Os tuk tuks são os meios de transporte mais conhecidos e mais cénicos da Tailândia, mas embora sejam uma experiência, não são de modo algum a opção mais barata. De facto, andar de tuk tuk é provavelmente mais caro do que apanhar um táxi, especialmente em Banguecoque, pois na maioria dos casos aproveitam-se dos turistas. Os tuk tuks tailandeses não têm taxímetro, pelo que terás de negociar com eles antecipadamente e é provável que fiques a perder. Se te oferecerem um preço muito baixo, poderás ter de fazer várias paragens em lojas de comissões. Nas cidades mais pequenas, esta pode ser uma opção mais conveniente. Deslocares-te de songtaew Este curioso meio de transporte na Tailândia é, na realidade, uma carrinha adaptada em que os passageiros entram pela parte de trás. O songtaew ou songthaew é muitas vezes utilizado como substituto dos autocarros nas zonas rurais e em cidades como Ao Nang ou Chiang Mai, onde os verás por todo o lado pintados de vermelho. Tal como noutras formas de transporte público, a tarifa baseia-se normalmente na distância percorrida, sendo raro pagar mais de 20 baht por uma viagem curta. Se quiseres alugá-lo só para ti, terás de acordar previamente o preço. Aluguer de motas na Tailândia Finalmente, a forma mais confortável de te deslocares na Tailândia, especialmente nas ilhas ou em locais pequenos como Pai, é de mota ou scooter. O aluguer de uma mota custa cerca de 150-300 baht por dia, dependendo do tipo de mota, do local e da duração, pelo que é uma forma económica de descobrires a região. No entanto, aqui ficam algumas dicas para garantir que não tens problemas: • Se nunca conduziste uma mota antes, a Tailândia não é o melhor local para aprenderes a fazê-lo. • Verifica o estado da mota quando a receberes e tira fotografias ou vídeos. • Nunca deixes o teu passaporte com a empresa de aluguer; se te pedirem um depósito, deixa o dinheiro, mas não os teus documentos. • Usa sempre um capacete. • Tem muito cuidado à noite, nunca se sabe se um animal pode aparecer do nada. Trajetos comuns de deslocação na Tailândia: como fazê-los Como já viste, existem muitas opções para te deslocares na Tailândia. Aqui dizemos-te como fazer os transferes mais comuns: Como ir de Banguecoque para Chiang Mai Muitos viajantes optam por visitar ambas as cidades e existem várias opções de ligação entre elas: • Avião: normalmente é muito barato se reservares com antecedência e o voo demora apenas 90 minutos. • Comboio: esta é uma opção cénica e agradável, especialmente se decidires apanhar o comboio noturno e dormir numa cama. Tem em atenção que podes demorar até 14 horas. • Autocarro: talvez a opção mais incómoda porque os assentos são mais desconfortáveis, pelo que aconselhamos que escolhas os autocarros VIP. Dura cerca de 10 horas. Como ir de Banguecoque a Ayutthaya A apenas 80 quilómetros de Banguecoque, esta é uma viagem de um dia muito comum a partir da capital. As alternativas para ir de Banguecoque a Ayutthaya são: • Comboio: a partir da estação de Hua Lamphong, os comboios partem aproximadamente de hora a hora e demoram 90-120′ a chegar a Ayutthaya. A tarifa é de cerca de 20 baht. • Autocarro: partem da estação de Mo Chit e demoram cerca de 2 horas. O bilhete custa cerca de 60 baht. • Carrinha: tanto de Mo Chit como da zona de Khaosan Road, a duração da viagem é semelhante e o custo é de 150-300 baht. Como ir de Banguecoque para Koh Tao Esta é uma das ilhas mais populares do país, especialmente porque o mergulho em Koh Tao é muito interessante, mas deves saber que é muito longe de Banguecoque. As opções de transporte para te deslocares entre estes pontos na Tailândia são: • Autocarro + barco: esta é a mais comum. Vais de autocarro até Chumphon e de lá apanhas um dos barcos para Koh Tao. A forma habitual é apanhar o autocarro durante a noite e chegar por volta das 11 horas. A Lomprayah e a Songserm vendem bilhetes combinados a bom preço e não tens de te preocupar com nada, pois o autocarro deixa-te no porto. • Comboio + barco: O comboio para Chumphon é mais confortável, uma vez que tem uma cama, mas tem em atenção que há frequentemente atrasos e que tens de apanhar um transporte da estação para o porto. • Voo + barco: podes apanhar um voo para Koh Samui (bastante caro) ou para Surat Thani e de lá um barco para Koh Tao. Dicas para te deslocares na Tailândia Já sabes como é deslocares-te na Tailândia, mas aqui ficam algumas dicas nossas para que tudo corra bem: • A Tailândia é um país bastante seguro, mas, infelizmente, ocorrem furtos, que são comuns em passeios noturnos e de turistas. Por isso, recomendamos que tenhas cuidado com os teus pertences e não deixes objetos de valor ou dinheiro na bagagem de porão. • Tenta comprar os bilhetes com antecedência. Embora existam muitas opções de transporte na Tailândia, não é raro que esgotem, especialmente para viagens como os comboios de Banguecoque para Chiang Mai ou vice-versa, sobretudo se quiseres uma cama. • Se estiveres mais em modo “go with the flow” e não quiseres reservar o teu transporte na Tailândia com antecedência, tenta chegar à estação com duas a três horas de antecedência. • Se estás a pensar alugar uma mota, tenta fazê-lo em locais que tenham boas referências, nunca deixes o teu passaporte na agência e tira fotografias ou vídeos do estado da mota antes de partires. Evidentemente, não alugues uma mota se nunca conduziste este tipo de transporte antes pois, infelizmente, os acidentes são comuns. • Viaja sempre com um bom seguro para a Tailândia. Para além de cuidares da tua saúde, também te cobre em caso de roubo, problemas com a tua bagagem, transporte ou mesmo se precisar de ser repatriado. O melhor seguro para este destino é o IATI Mochileiro. Seguro de viagem para a Tailândia: • Se puderes, evita os tuk tuks em Banguecoque. Infelizmente, não é raro ser enganado ou conseguir uma “boleia” de uma loja para outra por um preço barato. Noutras cidades, podes utilizá-los, mas combina sempre o preço antes de os utilizar. • Estás a pensar viajar de ferry pela Tailândia e enjoas? Nesse caso, lembra-te de levar biodramina (com cafeína, se possível) no teu estojo de primeiros socorros. Se o mar estiver um pouco agitado, podes ficar enjoado. O mesmo se aplica à viagem entre Chiang Mai e Pai de autocarro ou carrinha – há muitas curvas! • Faz bastante calor na Tailândia, mas não é raro que o ar condicionado seja como um frigorífico, por isso não custa nada levar roupa quente contigo, especialmente se a viagem for longa. • Estes conselhos de viagem à Tailândia vão dar-te mais dicas sobre como tirar o máximo partido do país e evitar cometer erros. Esperamos ter-te ajudado para te orientares na Tailândia. Se tiveres alguma dúvida ou quiseres acrescentar algo mais, teremos todo o gosto em responder-te nos comentários. Não te esqueças que no nosso blog temos muita informação sobre o Sudeste Asiático e, especificamente, sobre a Tailândia. Estes artigos vão ajudar-te muito: • Viajar sozinha pela Tailândia: as melhores dicas • Documentos e requisitos para viajar para a Tailândia • 10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia

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