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5 razões para fazeres Work Exchange

5 razões para fazeres Work Exchange

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Já alguma vez ouviste falar em work exchange? É uma forma de viajar que consiste em trabalhar a troco de alojamento e, por vezes, de alimentação. Cada vez mais, surgem oportunidades de work exchange por todo o mundo, quer pelo constante aumento da procura destas experiências por parte de viajantes, quer pela própria necessidade das entidades que as oferecem. Mas não te esqueças: antes de lançares nesta aventura, convém teres em conta a duração e escolher um seguro de viagens online à tua medida! 5 razões para fazeres work exchange Neste artigo a Gap Year Portugal traz-te algumas razões de peso para te ajudar a decidir fazer um work exchange! 1. Poupança em viagem Ao trocares as tuas habilidades e o teu tempo por alojamento e alimentação, estás a rentabilizar o teu orçamento. É uma forma de poupar em dois dos três principais gastos em viagem, sendo que o terceiro seria o transporte. 2. Desenvolvimento e aprendizagem de novas habilidades Imaginas-te a trabalhar como rececionista num hostel? A arregaçar as mangas e pôr mãos à obra numa quinta ecológica? Ou até mesmo desenvolver as tuas skills de comunicação enquanto geres as redes sociais de uma associação? Durante o teu work exchange podes ser quem tu quiseres! É o momento certo para experimentares outras áreas que te interessem ou sair da tua zona de conforto e seguires a opção contrária: áreas que não têm nada a ver contigo. Podes trabalhar numa quinta ecológica ou de permacultura, ajudar nas tarefas domésticas num hostel, tratar de animais, criar páginas na internet, organizar eventos, ensinar uma língua, entre outras opções. Quem sabe se não vais descobrir uma nova paixão? 3. Maior envolvimento com a cultura local Mergulhar no dia-a-dia, nas tradições e participar nos hábitos de uma cultura são capazes de ser das melhores formas de nos envolvermos com locais. Quando viajamos, por norma, temos como objetivo ter experiências autênticas e genuínas, ao mesmo tempo que procuramos aprender mais sobre um país e sobre a sua população. Não se aprende apenas observando; é preciso envolver-nos. Uma experiência de work exchange vai trazer-te essa oportunidade de estar mais próximo de locais e de absorver conhecimento. 4. Oportunidade de aperfeiçoar uma língua ou aprender uma nova Já dizia o ditado “a prática leva à perfeição”. Há muitas formas de aprender ou aperfeiçoar uma língua, mas não há nada como a prática do dia-a-dia; aquela obrigação à qual não podemos escapar se nos queremos fazer entender. Esses são os momentos que deves aproveitar. Para além disso, há várias ofertas de work exchange que incluem intercâmbio de idiomas, por exemplo, para além do teu trabalho, podes ensinar português e, em troca, alguém pode ensinar-te inglês ou outra língua. É bastante comum aproveitar estas experiências para melhorar a fluência numa língua. Segundo dados do Worldpackers, uma das maiores plataformas desta prática, quase 50% das pessoas procuram fazer work exchange porque querem aperfeiçoar ou aprender um novo idioma. 5. Criação de novas amizades Na maior parte destas oportunidades, nunca estás sozinho: há outros voluntários, tal como tu. Vêm de várias partes do globo e, muito provavelmente, têm um roteiro parecido com a teu. Fazer novas amizades pode também significar fazer novos companheiros de viagem, pessoas com quem partilhar os momentos e as experiências! Para quem viaja sozinho/a, esta é uma grande vantagem do work exchange. A questão do networking também é importante já que vais conhecer pessoas não só de vários países, como também de distintas áreas profissionais. Esses contactos podem ser muito úteis no futuro. — Se ainda não sabes o que fazer este verão, aqui tens uma dica! O tipo de work exchange depende das entidades que o oferecem, tal como a duração. O importante é que sintas vontade de sair da tua zona de conforto, estejas disposto a ensinar e a aprender, e queiras desafiar-te a viver com menos, rentabilizando o teu dinheiro e os teus bens pessoais. Estás pronto para viver esta experiência? Autores: Gap Year Portugal

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O que visitar e fazer em São Tomé e Principe

O que visitar e fazer em São Tomé e Principe

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De praias paradisíacas de areias douradas e águas cristalinas, a luxuriantes mantos verdes de perder de vista e antigas roças perdidas no meio da floresta, São Tomé e Príncipe é um dos destinos mais fascinantes no continente africano. Faz o teu seguro de viagem online com a IATI e começa já a planear a tua próxima aventura por este arquipélago incrível, seguindo as dicas que te damos neste artigo sobre o que visitar São Tomé e Principe (e fazer). O que visitar 8 (e fazer) em São Tomé e Príncipe Estas são apenas algumas ideias que te damos, mas temos a certeza de que em São Tomé a diversão e o lazer não vão faltar nas tuas próximas férias! Passar alguns dias na Ilha do Príncipe – Visitar São Tomé e Principe Percorrer uma das estradas mais bonitas do mundo –Visitar São Tomé e Principe A estrada que segue em direção a Santa Catarina, no lado Oeste da Ilha de São Tomé, não deixa ninguém indiferente. Ladeada de um lado por uma vegetação luxuriante, banhada pontualmente por pequenas cascatas, e do outro por uma série de palmeiras que pendem arqueadas sobre o mar, é considerada uma das estradas mais bonitas do mundo. Visitar a Boca do Inferno –Visitar São Tomé e Principe Dar um mergulho na Lagoa Azul – Visitar São Tomé e Principe snorkelling. Comer uma santola no Restaurante Santola – Visitar São Tomé e Principe Localizado na povoação de Neves, no norte de São Tomé, o restaurante Santola é especialista em… Santola, claro. São absolutamente deliciosas, especialmente quando acompanhadas por uma cerveja Rosema bem fresquinha. Visitar as antigas Roças de Cacau e Café – Visitar São Tomé e Principe Visitar a Fábrica de Chocolates Corallo – Visitar São Tomé e Principe Visitar o Padrão dos Descobrimentos – Visitar São Tomé e Principe Em Monteforte, no norte da Ilha de São Tomé, o Padrão dos Descobrimentos marca o local onde os navegadores portugueses João de Santarém, Pêro Escobar e João de Paiva desembarcaram pela primeira vez em 1470 em São Tomé. Visitar o Forte de São Sebastião (Museu Nacional de São Tomé e Príncipe) – Visitar São Tomé e Principe Visitar o Ilhéu das Rolas e cruzar a linha do Equador – Visitar São Tomé e Principe O Ilhéu das Rolas, a cerca de 15 minutos de distância de barco do sul de São Tomé, é um pequeno paraíso feito de praias de areia branca e águas cristalinas, localizado mesmo por cima da linha do Equador. Poderás ficar lá alojado ou então optar por uma visita de 1 dia com partida das praias do sul de São Tomé. Visitar a Casa Museu Almada Negreiros – Visitar São Tomé e Principe A Casa Museu Almada Negreiros, localizada no centro da Ilha de São Tomé, na Roça Saudade, surgiu da ideia e iniciativa de um jovem Guia Turístico chamado Joaquim Cabangala Victor. As ruinas da casa onde nasceu Almada Negreiros em 1893 foram totalmente recuperadas sendo hoje um museu inteiramente dedicado ao artista de origem São-tomense, composto por objetos recuperados das ruinas, e outros gentilmente cedidos por visitantes de Portugal. No local existe ainda um restaurante com uma vista fantástica. Visitar o Mercado antigo de São Tomé – Visitar São Tomé e Principe Fazer mergulho e snorkelling – Visitar São Tomé e Principe São Tomé tem alguns locais incríveis para a exploração da vida subaquática como o Ilhéu das Rolas, o Ilhéu de Santana, Sete Pedras, Lagoa Azul, São Miguel, Kia e Diogo Vaz. O Diving Center São Tomé e Principe, localizado na marginal em São Tomé, perto do aeroporto, é um dos centros de mergulho através dos quais poderás descobrir a extraordinária vida marinha aquática da ilha. Autora: Maria João Proença, Joland Blog

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5 experiências diferentes para viver em Lisboa

5 experiências diferentes para viver em Lisboa

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Conhecer Lisboa é muito mais do que ir a uma casa de fados ou comer Pastéis de Belém, os famosos pastéis de nata. Hoje mostramos uma Lisboa diferente do tipicamente turístico, com 5 experiências diferentes que podes ter na capital portuguesa. Lisboa é considerada uma das cidades mais seguras da Europa. Mas não é por isso que deves descuidar a tua segurança, e na IATI seguros temos sempre o melhor seguro de viagens online para ti. E adequado ao tipo de viagem que vais fazer. 5 experiências diferentes para viver em Lisboa Andar num Transporte Anfíbio Sim leram bem, é possível fazer um passeio por Lisboa num transporte anfíbio. Vais ter a oportunidade de conhecer Lisboa por terra e por rio, sem te levantares do teu lugar durante todo o percurso. Neste caso no Rio Tejo e pelas ruas da cidade de Lisboa. É o HippoTrip. O local de partida e chegada é a Doca de Santo Amaro em Alcântara, na Associação Naval de Lisboa. O passeio tem a duração de 90 minutos dos quais cerca de 25 são passados no Rio Tejo. O trajeto inclui a passagem pela Praça do Comércio, Praça Marquês de Pombal, Jardim da Estrela, Museu da eletricidade e Mosteiro de Jerónimos. Na Doca do Bom Sucesso em Belém entra no Rio Tejo, e a partir do Rio passamos pelo Padrão dos Descobrimentos, pela Torre de Belém, pela Torre VTS e no Centro náutico de Algés voltamos a terra até à Doca de Santo Amaro. Vivenciar o Terramoto de 1755 No Lisboa Story Centre, através de uma experiência sensorial e imersiva vais ter a possibilidade de sentir o que se passou na manha de 01 de novembro de 1755, quando um terramoto abalou e destruiu a cidade de Lisboa. No Terreiro do Paço, entre os nºs 78 a 81 vais conhecer a história da cidade de Lisboa de forma cronológica, e vais ficar a par dos acontecimentos mais marcantes da cidade ao longo de várias épocas até aos dias de hoje. Sempre fiel ao rigor histórico. Passear numa antiga Fábrica desativada – LX Factory São inúmeras as atividades que se podem fazer dentro da LX Factory. Almoçar, jantar, dançar, fazer compras, workshop, ou até mesmo ficar alojado num hostel ou trabalhar num espaço de co-work. Sim podes fazer tudo isto na LX Factory, uma antiga fábrica desativada. Já imaginaste almoçar num restaurante que foi uma tipografia e onde as antigas máquinas estão ao teu lado? Aqui é Possível, no restaurante Malaca Too, que aconselhamos vivamente. Este também é um restaurante muito peculiar, porque para além das máquinas, a entrada é feita através da livraria Ler Devagar. Também esta digna de visita. Todos os domingos entre as 10h e as 18h acontece o LxMarket, um mercado de rua dentro dos portões da antiga fábrica. Fica no Nº103 da Rua Rodrigues Faria, em Alcântara. Em 1846 instala-se neste local a Companhia de Fiação e Tecidos Lisbonense, e mais tarde deu lugar a outras empresas, tais como a Companhia Industrial de Portugal e Colónias, a tipografia Anuário Comercial de Portugal e a Gráfica Mirandela. O espaço esteve alguns anos abandonado e em 2008 surgiu como um pólo de arte e cultura urbana, já tendo sido considerada uma das melhores fábricas ressuscitadas da Europa. Subir a um dos Pilares da Ponte 25 de abril Na ponte sobre o rio Tejo é possível ter a Experiência do Pilar 7. Esta experiência consiste em subir a um dos pilares da Ponte 25 de Abril em Alcântara, e ver Lisboa através de um miradouro todo em vidro, mesmo ao lado do tabuleiro da ponte. Mas a experiência é muito mais do que isto. É uma experiência interativa, onde ficamos a conhecer a história da ponte e onde temos acesso a áreas que habitualmente estão vedadas ao público. Visitar a Feira da Ladra Acontece todos os sábados e terças-feiras, no Campo de Santa Clara, na freguesia de São Vicente de Fora, perto do Panteão Nacional. E se ainda não conheces Lisboa e queres visitar os locais mais conhecidos, recomendamos-te este artigo sobre as 10 experiências típicas da capital portuguesa, assim como este outro sobre as festas de Santo António em Lisboa. Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África

5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África

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África é o continente menos conhecido do nosso planeta e as viagens de sonho de muito de nós passam por aqui. Hoje viajamos até ao continente das savanas e dos leões, da tribo Masai e das trovoadas mais espetaculares com a IATI Seguros, lider na venda de seguros de viagem online, para te dar a conhecer os 5 parque naturais que não poderás perder numa próxima viagem. 5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África Serengeti – Tanzânia É, porventura, o melhor parque de vida selvagem em África. O Serengeti, na Tanzânia, proporciona momentos como nenhum outro e a sua expansão permite não sentir a pressão do turismo de massas. O Serengeti ocupa uma área superior a 1,5 milhões de hectares e o próprio nome deriva do termo usado pelos Masai para descrever a região – e que pode ser traduzido como “o local onde a planície não tem fim”. O Serengeti é um dos palcos naturais da Grande Migração, juntamente com o Masai Mara no vizinho Quénia. Este é considerado um dos maiores espectáculos de vida selvagem do planeta, quando milhões de zebras e gnus perseguem as chuvas e buscam pastagens frescas. Esse espectáculo, por si só, é suficiente para o Serengeti constar nesta lista de melhores parques de vida selvagem de África. No entanto, o parque é mais do que a migração, pois aí podes avistar espécies como leões, chitas, leopardos ou elefantes. Etosha – Namíbia Se visitares o Etosha não irás jamais esquecer este parque de vida selvagem, pois tem imenso para oferecer e é um dos que permite avistar vida selvagem e não gastar muito dinheiro. Acampamentos acessíveis e estradas bem conservadas fazem do Etosha a escolha predilecta para self-drive safaris. Os parques de campismo são de óptima qualidade e as estradas estão bem conservadas, podendo visitar o parque sem necessidade de alugar um 4×4. Nas zonas protegidas para campismo existem charcos, onde os animais bebem durante o dia e noite e podes avistá-los do conforto de um banco. Elefantes, leões, hienas e rinocerontes habitam o Etosha e podem ser vistos com regularidade nestas zonas. Se quiseres saber mais sobre as precauções que deves ter, lê o nosso artigo sobre segurança para viajar para a Namíbia Gorongosa – Moçambique O Parque Nacional da Gorongosa continua em séria expansão. A guerra civil em Moçambique dizimou a vida selvagem no parque, mas nas últimas décadas um enorme esforço de recuperação foi encetado pelas autoridades locais e por uma entidade dos EUA sem fins lucrativos. E os resultados estão à vista. Por exemplo, o número de elefantes era de apenas 100 no ano 2000 e agora a população residente é superior a 400 indivíduos. Também a população de predadores, como os leões, tem crescido de forma consistente, embora o número esteja ainda longe do passado. O sucesso da Gorongosa foi reconhecido pela National Geographic que destacou o parque como um dos melhores locais para visitar em 2019. Moremi – Botswana Ao contrário de outros parques desta lista, o acesso é complicado, mas acredita que não irás arrepender-te. Se visitares a reserva de Moremi – que cobre uma larga região do Delta do Okavango – terás a possibilidade de avistar vida selvagem num refúgio natural incrível, onde poucos turistas chegam. Elefantes, búfalos, hipopótamos, leopardos, gnus, crocodilos, leões, chitas, hienas, rinocerontes-negros, rinoceronte-brancos, javalis, babuínos, cães selvagens e mais de 400 espécies de aves habitam esta zona. Se tiveres ainda mais tempo, podes aproveitar também para fazer um voo de avioneta ou helicóptero sobre o Delta do Okavango (e ver largas manadas de elefantes), explorar o imenso deserto do Kalahari ou o Parque Nacional Chobe – tudo na mesma viagem. Bwindi – Uganda O Parque Nacional Impenetrável de Bwindi é o habitat de quase metade dos gorilas das montanhas sobreviventes do planeta. Com cerca de 320 quilómetros quadrados, o parque do Uganda foi reconhecido pela UNESCO como Património da Humanidade em 1994 e é um dos parques de vida selvagem mais incríveis de África. Perto de 400 gorilas ameaçados de extinção vivem no Bwindi, além de mais de uma centena de mamíferos. Com sorte podes avistar elefantes e macacos, por exemplo. Os gorilas podem ser vistos durante todo o ano, mas é bom ter atenção ao clima na região, pois fortes chuvadas podem tornar o terreno demasiado difícil para caminhar em busca deste fantástico animal selvagem. As estações chuvosas ocorrem de Março a Maio e de Setembro a Novembro. Se visitares este parque é aconselhável ter um bom seguro de viagem e as vacinas em dia. As caminhadas para avistar os gorilas do Uganda são limitadas a oito pessoas por cada grupo, para não perturbar os animais. Se quiseres visitar este parque é necessário solicitar a autorização com bastante antecedência, pois as vagas esgotam depressa. Autor: Lugares Incertos

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Visitando La Valetta, Malta

Visitando La Valetta, Malta

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Pouco passava das 7h, de uma manhã de final de Verão. Tomava o meu pequeno almoço, na minha casa, em Abrantes. Junto à janela da cozinha, como é hábito. Poderia dizer que iria ser um dia trabalho como tantos outros. Mesmo que esse dia de trabalho pressuponha uma viagem para um qualquer destino do mundo. Mas não era uma manhã normal. Estava a poucas horas de embarcar para primeira viagem depois do nascimento da Alice, que acabava de completar o primeiro mês de vida. A adrenalina da viagem estava lá, como sempre. Mas tudo o resto, o que estava a sentir, era novo. Existia uma espécie de poder magnético que me impedia de simplesmente só querer ir. E como eu adoro o meu trabalho. Dei voltas e mais voltas dentro de casa. Perguntei umas 20 vezes à Liliana se o que estava a fazer era certo. Eu e a Liliana, temos este poder de ser a consciência certa, um do outro, em momentos de aflição. Ela, em gestos e palavras, passou-me a mensagem de “vai em paz, nos ficamos bem”. Chegou as 10h00 e campainha tocou. Era o meu pai, como habitual, pronto para me ir levar a aeroporto. A despedida foi dolorosa. Parecia que ia partir para a guerra e que iria ficar 5 anos fora de casa. Mas eu sou assim, um eterno romântico. Em tudo. Depois de deixar a cara da Alice vermelha de tantos beijinhos, quase que me tiveram de arrastar dos braços dela. Estava como a música do grande Bonga, “Lágrima no canto do olho”. Beijinho na Liliana e era tempo de partir. Estava a caminho de Malta. Iria ficar por lá 5 dias. Nunca tinha ido a Malta. Muitas histórias ouvi e li sobre ela. Um conjunto de três ilhas (uma principal (Malta), uma mais pequena (Gozo) e uma não habitada (Comino)), “perdidas” no mar Mediterrâneo, algures entre a Líbia e Itália. Só pela localização, conseguem-se tirar algumas conclusões antecipadas. Influência de culturas distintas e uma localização apetecível em tempos de guerra. Tudo confirmado. A língua é um árabe com sotaque italiano e já passou por várias mãos ao longo da sua história. Sendo o domínio britânico, talvez o que mais laços deixou na ilha. Mas não acertei em todas as “conclusões antecipadas”. Ilha e Mediterrâneo, parecem sinónimos de praia. Na verdade é possível dar uns mergulhos e existem algumas praias, mas Malta é muito mais do que isso. Na parte do “é muito mais do que isso”, existe um nome que se destaca entre os demais. Valletta, a capital de Malta. Classificada como Património Mundial pela UNESCO e distinguida, em 2018, como Capital Europeia da Cultura. Bons indícios para uma viagem carregada de histórias. E assim começo a minha viagem por Malta. Bem-vindos a Valletta. Estava um dia de céu limpo e uma temperatura agradável. Entrava pelas ruas de Valletta, como quem entra num parque de diversões. Longas fachadas em pedra, edifícios ornamentados, igrejas por toda a parte e muita gente na rua. Turistas e locais. A primeira coisa que me chamou a atenção foi a dimensão cultural. Sente-se um ordenamento britânico, misturado com a “dolce vita” dos países latinos e um toque do exotismo oriental. Nada espampanante, mas deliciosamente alinhado. Sigo a minha viagem, sem pressa e sem nada completamente definido. Estava em modo absorção. Absorção de rotinas e hábitos malteses. Vestindo umas das minhas peles favoritas, ser invisível, mas ver tudo. Sim, num ápice “dispo” essa pele, e desato a falar com toda a gente, vestido uma espécie de disfarce maltês. Entre olhares e pequenas conversas, rapidamente deixei de me sentir um estranho. Estava a milhares de quilómetros de casa, num país que tem uma língua semítica, e sentia-me…bem. Quase que diria em casa, sem estranhar muito o que me envolvia. Estava viver uma espécie de déjà vú. Parecia que não estava a viver as minhas primeiras horas, de sempre, por ali. Parecia que já tinha vivido ali. Mas tal como a diversidade deste local, esta dimensão de sentimentos, não era estranha ao meu corpo e não me sentia assustado com o poder paranormal de poder ter vivido uma outra vida ali (ok, agora pareceu-me estranho). Sentia-me confortável. Continuei viagem num autêntico carrossel de ruas longas e estreitas, cappuccinos e humidade tropical. Viajava ao sabor do tempo, mas tinha três pontos na mira que não poderia perder. Os Upper Barrakka Gardens, as três cidades e duas obras Caravaggio na St. John´s Cathedral. Começo pelo Caravaggio. Sou um fã assumido deste artista errante, com traços de génio. Desde uma fase da minha vida em queria ser historiador (sim, quero sempre ser muitas coisas). Nessa altura percorri diversos museus e igrejas da velha Europa, quase sempre com a obras de Caravaggio como ponto de busca número um. Desde essa altura que sabia da existência destas obras em solo maltês. Com a agravante de uma estar assinada (coisa inédita) e de estas terem sido, muito provavelmente, as últimas obras deste génio. É claro que toda a minha imagética sobre Malta, colocou, quase sempre, Caravaggio na equação. Nas ruas, nos bares. Imaginava sempre o artista italiano a cambalear e resmungar por ali. Para quem não conhece esta figura controversa do séc. XVI, estava em Malta exilado, numa espécie de última oportunidade, depois de ter sido condenado à morte em Itália por assassínio. Acabou por fugir de Malta (o homem gostava de acção) e morrer a caminho de Roma, com 38 anos. Mas tirando as minhas habituais viagens pelos sonhos, foi com grande emoção presenciei as obras do mestre. Só por isto, a viagem já tinha valido a pena (é claro que assim que cheguei a Portugal, voltei a ler tudo sobre estas obras). A Catedral é lindíssima. Foi hipnotizado que saí daquele lugar. A uma curta distância da Catedral estavam os Upper Barrakka Gardens. O mote da visita continuava a ser o mesmo. Os jardins, no passado, funcionavam como espaço de lazer dos destintos cavaleiros instalados na ilha. Neste jardim, muito mais do que flores, o que mais se destaca é um brilhante terraço com vista para o porto e para as três cidades. Arrisco a dizer que é um dos terraços com a vista mais bonita onde já estive. É mais um viajar na história. E um criar novas histórias. Um lugar incrível. Com uma arquitectura muito ao estilo Guerra do Tronos (uma constante em Malta), é fácil vasculhar a memória deste lugar e imaginar histórias de amor e de guerra, que ao longo dos anos devem ter passado por aqui. Estava tão ligado à criação de histórias, que sentia-me sozinho e em silêncio, num lugar lindo, mas cheio de gente. Este jardim fica num dos topos da cidade, com vista para as três cidades, localizadas no lado oposto do porto. Era esse o próximo destino. Desci dos jardins para o nível do mar e apanhei um barco táxi cheio de estilo. Aqui senti Malta a cruzar-me com o charme italiano de Veneza. A viagem foi curta, mas muito bonita. O porto de Birgu é de filme. Edifícios plantados sobre o mar, barcos de todos os tamanhos e feitios, igrejas e fortes, e o ar da “dolce vita” mediterrânea. O barco “estacionou” num pequeno porto e caminhei para um restaurante de nome italiano. Almocei (pasta com marisco) com vista para tudo aquilo que descrevi e a sonhar com tudo aquilo que tinha vivido. Assim, devagar. Valletta, esse lugar estranhamente familiar, ficou nas memórias. A viagem por Malta vai continuar. Autor da crónica: Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora

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15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo

15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo

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Viajar é diferente para toda a gente. Uns viajantes são mais preocupados e planeiam mais que outros, uns ficam meros dias nos países por onde passam, outros ficam até vários meses! Seja quanto tempo for, hoje trazemos-te uma lista de 15 coisas que deves ter atenção quando viajas para um país novo. Apesar de alguns pontos desta lista não serem essenciais para uma viagem feliz existem 4 que são absolutamente imprescindíveis: documentação válida (passaporte e vistos), vacinas em dia e um seguro de viagem que se adeque à tua viagem. Tudo o resto é ao teu critério. 15 coisas a ter em atenção ao visitar um país novo 1 – Passaporte válido O viajante português tem uma liberdade incrível. Para viajar dentro do espaço Schengen apenas é necessário o cartão de cidadão português. Fora desta área garante que tens passaporte válido e podes cruzar dezenas e dezenas de fronteiras sem vistos. Atenção que existem países que exigem um prazo de validade do passaporte de até 6 meses. 2 – Vistos Vistos são autorizações concedidas por países à entrada de estrangeiros. Alguns países requerem um visto para entrada de portugueses. Uns permitem fazer-se à chegada, outros têm de ser feitos com antecedência (ex: E.U.A). Garante que tens a tua autorização normalizada com tempo! Podes ver mais informação sobre cada país no portal das comunidades portuguesas. 3 – Vacinas Para a entrada no território de certos países são requeridas certas vacinas, por exemplo a febre amarela em Angola. E para entrada noutros países são altamente aconselhado outras, como por exemplo febre tifóide na Colômbia. Pesquisa o teu país de destino no Centro de Controlo e Prevenção de Doenças. 4 – Seguro de Viagem É essencial ter um seguro de saúde que se adeque à tua viagem. A última coisa que te queres preocupar em caso de emergência é de como arranjar um tratamento de qualidade que não acabe com a tua conta bancária. Para além de que ter um seguro de viagem vai aumentar a tua tranquilidade e confiança para aproveitares as tuas aventuras! Os seguros da Iati são especialmente feitos para viajantes e, para além das altas coberturas médicas e em equipamento tecnológico, não tem franquias, ou seja, assumimos as despesas da assistência que necessitares desde o primeiro euro. Ainda para mais, tu não necessitas de te preocupar com nada, nem de adiantar dinheiro, nós ocupamo-nos diretamente das faturas por ti. Podes escolher entre os planos mais acessíveis e outros mais completos. 5 – Estação / Época Para alguns viajantes a meteorologia não afecta a viagem, mas para outros é muito importante! Se este é o teu caso, garante que o teu país de destino não se encontra na pior época possível. Por exemplo se não gostas de frio evita invernos. Ou se não gostas de chuvas evita as épocas de chuvas dos países tropicais. Esta informação pode ser encontrada facilmente na internet. 6 – Eventos culturais ou religiosos Tem atenção a possíveis eventos culturais ou religiosos do país que planeias visitar, pois podem afectar a tua viagem! Por exemplo se planeias visitar os Estados Unidos da América no dia de acção de graças (Thanksgiving day) conta que as tuas viagens fiquem mais caras. Ou, se fores visitar certas zonas da Índia durante o “Kumbh Mela” o maior evento religiosos do mundo que movimenta mais de 100 milhões de pessoas, conta com dificuldades de transporte e de alojamento. 7 – Segurança – Regras Básicas Todos os países são diferentes, e cada um vai requerer diferentes atenções da tua parte para te manteres em segurança. Investiga um pouco as regras de segurança básica dos países que visitas. Por exemplo: não andar à noite na rua na América do Sul ou não andar de mota nas grandes cidades do Sudeste Asiático. 8 – Moeda É importante ter noção de qual a moeda local, de qual a conversão para a tua moeda e da facilidade com que conseguirás ter dinheiro no país em que visitas sem ter que pagar taxas absurdas. Existem aplicações para o telemóvel que facilmente te ajudarão com a conversão, como por exemplo XE Currency. 9 – Água da torneira é potável? Coisas simples que só se dão valor quando não se têm. Muitos países em desenvolvimento não são como Portugal em que se pode beber água da torneira tranquilamente. Informa-te previamente quais são as condições de saneamento do país que visitas. 10 – Cartão Crédito/Débito Adequado Garante que o tens um cartão de crédito ou débito apropriado para o país que visitas. Não queres estar na posição de alguém que confia toda a viagem num cartão que ou não é aceite ou cujas taxas para o usar são enormes.Existem cartões gratuitos como o Revolut Card que são uma alternativa bancária digital e incluem um cartão de débito pré-pago e taxas de câmbio e uso quase nulas. 11 – Fuso Horário Caso tenhas algumas responsabilidades cujo horário é importante, seja para entregares um trabalho online ou para falares com os teus pais, talvez seja importante teres conhecimento prévio do fuso horário do país que visitas em relação ao teu país de origem. 12 – Transporte inteligente Qual vai ser o teu meio de transporte no país que vais visitar? Nas grandes cidades e nas pequenas vilas? Autocarro, comboio, carros privados, aplicações? Investiga quais as melhores opções quanto a segurança, preço e conforto. Por vezes aplicações como a Uber poderão ser mais seguras, mas cuidado em alguns países (como na Colômbia) estas aplicações são ilegais. 13 – Conflitos Internos ou externos O mundo não é perfeito e existem zonas no planeta que deves evitar a todos os custos. A última coisa que queres durante a tua viagem é estar numa região que esteja em conflitos ou guerra. Isto aplica-se a conflitos internos como no caso do Myanmar e a conflitos externos como em algumas zonas do Médio Oriente. 14 – Apps Locais Cada país tem a sua lista de aplicações móveis que apesar de não serem essenciais podem ajudar e muito a tua experiência. Desde aplicações para transportes públicos ou privados, informativos, mapas, restaurantes, etc. Por exemplo, se fores viajar para Bali, uma app importante a teres no teu telemóvel é a Go-Jek, tudo o que precisares, desde transporte a comida, itens de supermercado e até massagens esta aplicação irá levar-te a casa o que necessitas por um custo ridiculamente barato. 15 – Deixa-te Envolver Esquece todos os sítios que já visitaste e tenta envolver-te ao máximo com o sítio que estás a visitar. Observa, analisa, compreende, absorve, adapta-te! Cada sítio tem a sua magia, cabe-nos a nós visitantes tentar encontrá-la! Chegamos assim ao fim da lista de 15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo. Para que tudo corra tranquilamente e que aproveites ao máximo, sem preocupações! Autor: TravelB4Settle

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Halong Bay – Cruzeiro no Vietname

Halong Bay – Cruzeiro no Vietname

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Bem-vindos a um cruzeiro especial que vai explorar Halong Bay, oferecemos não apenas um serviço cheio de dicas, com o mais alto padrão de segurança com o nosso Seguro de Viagens IATI Standard, mas também uma experiência de fotos e leitura de viagens. Se vais para o Sudoeste Asiático, parte sempre com a certeza que tens o seguro certo: a nossa apólice de viagem IATI Standard é ideal como seguro para viagens para países do Sudeste Asiático, pois oferece uma cobertura de despesas médicas de 300.000€. Sempre com as nossas coberturas essenciais, como repatriações, roubo e danos de bagagem, além de coberturas complementares como adiantamento de fundos, atrasos e perdas de serviços, etc. Sem franquias, sem adiantar dinheiro e em Português. A baía de Halong A Baía de Ha Long, que em Português significa: onde o dragão entra no oceano, é um arquipélago no norte do Vietname perto da fronteira com a China, com 1969 ilhas de calcário que se erguem das águas, numa área de 1500km2. É a mais conhecida baía do país. Conta a lenda, que um grande dragão que vivia nas montanhas um dia foi até ao mar, na descida a sua cauda cavou vales, que milénios mais tarde ficaram cheios de água, deixando apenas os picos de terra à superfície, o que hoje é o salpicado de ilhotas. A maior parte das ilhas não é habitada, nem recebe visitantes. A beleza cénica do sítio é complementada pelo seu interesse biológico. As ilhas tem um número infinito de praias, grutas e cavernas. Esta área extraordinária foi declarada Património da Humanidade pela UNESCO em 1994. E recentemente, uma das novas Sete Maravilhas do Mundo. Para muitos viajantes, este lugar é como algo saído de um filme, pois apresenta uma grande variedade de biodiversidade, e a sua paisagem surrealista nunca cansa. Como chegar a Halong? A melhor maneira de chegar à cidade de Halong é de carro, táxi ou autocarro desde Hanói, que fica a 170km de distância. Se o teu orçamento não é um problema, podes ir confortavelmente de helicóptero, e em 1 hora estás no cais de embarque. Muitas companhias que detêm os barcos, também fazem o transporte dos passageiros das principais cidades do país. E garantem que não andas perdido à procura do teu guia. Uma vez no cais de embarque. Precisas de tempo para te maravilhar com os barcos, os junk, que circulam às centenas por ali, parece que deslizam nas águas uns pelos outros milimetricamente. E só depois vais procurar pelo teu. Prepara a máquina fotográfica! O que não podes perder? Halong Bay é um destino turístico, e tem bastantes multidões na cidade, mas a área é grande o suficiente para haver lugar para todos. De modo a desfrutar de uma experiência mais autêntica, o melhor é optares por um cruzeiro de duas noites num junk, um barco à vela silencioso, inspirado nas antigas embarcações chinesas. Estes pequenos cruzeiros navegam pelas diversas ilhas, com paragens mais do que obrigatórias em cavernas, por onde vais poder entrar caminhar e subir até miradouros com vistas lindíssimas. Podes visitar viveiros de ostras, e ver como é feita a extração das pérolas. Sabias que existem vilas flutuantes em Halong Bay? Sim, uma comunidade de 1600 pessoas vivem nas águas calmas da baía, e acenam aos visitantes que por eles passam. As casinhas coloridas fazem contraste com as águas escuras e paisagens verdes, é muito fascinante. Os junk são normalmente muito agradáveis, com varandas com cadeiras ou espreguiçadeiras para apreciares a paisagem. Comida é saborosa e têm todo o conforto que necessitas. Certifica-te que o barco que escolhes tem atividades que acrescentam valor ao teu passeio: como passeios de canoa, pesca de lulas noturna, showcooking, recolha de lixo das águas, observação de estrelas, ioga, contador de lendas, etc. As grutas mais emblemáticas de Halong Bay Sung Sot Cave Uma das maiores da baía, está repleta de estalactites e estalagmites que assumem formas diferentes, como um dragão, um tigre e um pinguim, conforme vai indicar o guia. Dau Go Cave A gruta é composta por três câmaras. A primeira apresenta um pilar gigante que parece um monge de bengala. A segunda é uma passagem para terceira, que apresenta formações a imitar animais. Diz-se que teria sido aqui que, as estacas usadas para parar as tropas Mongóis, foram guardadas. Dau Go, significa estaca. Trinh Nu Cave De acordo com uma lenda, uma rapariga, em vez de se casar com um velho rei, fugiu para esta caverna e suicidou-se, transformando-se numa rocha. É ideal para passeios de barco noturnos. Thien Cung Grotto Vais subir umas escadas íngremes, através de uma densa floresta, e entrar numa câmara enorme, enfeitada com estalactites e estalagmites de todos os tipos. Embarca num dos cruzeiros mais bonitos do mundo, deixa-te cativar pela paisagem de Halong Bay e admira este património mundial e natural, numa viagem completa que vais querer contar a outras pessoas. Não te esqueças de fazer um seguro de saúde antes de ir para o Vietname. O seguro de viagem mais fácil e mais confiável é o IATI Standard. Deves obtê-lo antes da tua viagem, especialmente antes de um cruzeiro em Halong Bay, para evitar problemas desnecessários que possam arruinar as férias.

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5 lugares imperdíveis da UNESCO

5 lugares imperdíveis da UNESCO

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Esta lista de lugares para visitar da UNESCO poderia ter mais de 1000 lugares – 1092 para ser exacto, pois é esse o total de locais reconhecidos pela organização das Nações Unidas. A IATI Seguros leva-te a conhecer apenas cinco, mas que vão inspirar-te a sair de casa. De Portugal a Cuba, da Croácia à Guatemala. Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para conhecer o Património da Humanidade. 5 lugares UNESCO a não perder Havana Velha – Cuba Percorrer as ruas de Havana é como entrar numa máquina do tempo. Havana Velha é um local para conhecer devagar, trocar um dedo (ou uma hora) de conversa com os habitantes locais. Mais de dois milhões de pessoas vivem na capital de Cuba. Havana foi fundada em 1519 pelos espanhóis e tornou-se um dos principais centros de construção naval do Caribe. Uma mistura de edifícios barrocos e neoclássicos, com as clássicas casas ornamentadas por arcadas, varandas, portões de ferro forjado e pátios internos. A preservação de monumentos, prédios particulares e praças contribuem para uma cidade que trouxe do passado uma identidade para servir de referência no futuro e, também por isso, foi reconhecida pela UNESCO. E se, em algum momento, estiveres cansado de caminhar, pára numa esplanada, saboreia um cocktail ou vai até ao Malecón e delicia-te com um admirável pôr-do-sol. Praga – República Checa Praga é uma daquelas cidades que te irá conquistar à primeira vista. A capital da República Checa entrou para a lista da UNESCO em 1992. O centro histórico de Praga contém cultura e arquitectura que remontam à Idade Média. A paisagem urbana inclui castelos, igrejas entre edifícios góticos, barrocos e modernistas. Exemplos de locais obrigatórios em Praga incluem, claro, o Castelo de Praga, a Ponte Carlos ou a Catedral de São Vito. Praga, nas margens do Rio Vltava, é uma das cidades mais bonitas da Europa. O Centro Histórico de Praga ilustra o processo de crescimento urbano desde a Idade Média até à modernidade e as tradições arquitectónicas serviram de modelo para o desenvolvimento urbano de grande parte da Europa Central e Oriental. Aproveita para provar uma cerveja checa em Praga, são saborosas e existe uma grande diversidade de marcas e sabores. Se tiveres tempo, entra num comboio e visita a pequena localidade de Kutná-Hora – a menos de uma hora de Praga. Ruínas de Tikal – Guatemala Existem diversas ruínas Maias na América Central, em particular no México, Honduras ou Guatemala, mas temos a certeza que te vais apaixonar por Tikal – uma das cidades maias mais importantes durante o Período Clássico. As ruínas são dominadas pelo Templo IV, com 70 metros de altura. Tikal está ainda na sua maior parte por descobrir, mas o que já foi encontrado é admirável. Estas ruínas Maia, perto da fronteira com o Belize, foram reconhecidas pela UNESCO, em 1979. As ruínas estão cercadas por densa floresta e irás partilhá-las também com macacos, tucanos e outras espécies. Experimenta acordar cedo para ouvir a selva a acordar, pois é algo inesquecível. Lagos de Plitvice – Croácia De Inverno, no Outono ou na Primavera, os Lagos de Plitvice são extraordinários. Não nos esquecemos do Verão, mas nessa altura talvez seja melhor evitar, pois a popularidade dos lagos croatas significa que os lagos são invadidos por milhares de turistas. E não é difícil perceber porque são tão famosos e porque foram reconhecidos pela UNESCO desde 1979. Quedas d’água, lagos e cavernas são algumas das características deste parque nacional na Europa. Os lagos são conhecidos pela variedade de cores que mudam consoante o ângulo de incidência sol e devido aos microorganismos e minerais na água. Além disso, além de poderes mergulhar nas belas água de Plitvice, também encontrarás diversas espécies de fauna e flora. Mosteiro de Alcobaça – Portugal Inscrito na lista da UNESCO desde 1989, o Mosteiro de Alcobaça é um dos monumentos mais importantes de Portugal. Fundado no século XII pelo Rei Afonso I, o Mosteiro de Alcobaça, preserva a pureza do estilo arquitectónico e materiais de um exemplo de requinte da arte gótica. O mosteiro, que acolhe os túmulos de Dom Pedro e Dona Inês de Castro, representa a chegada do estilo gótico em Portugal. A UNESCO adicionou-o à lista de Património da Humanidade, por considerar que o edifício português ainda mantém a autenticidade e que os trabalhos de restauração respeitaram as técnicas originais. Autor: Lugares Incertos

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Gap year: uma pausa em movimento

Gap year: uma pausa em movimento

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O gap year é, cada vez mais, uma prática comum em países como a Austrália, Reino Unido, Alemanha ou Estados Unidos, especialmente em jovens que acabaram de sair do secundário. Estão indecisos quanto ao seu percurso escolar, querem conhecer mais mundo e ter experiências distintas que não poderiam ter de outra forma. Mas afinal de contas, o que é um gap year? Um gap year (em português, ano sabático) é um período de intervalo no percurso dito tradicional, por norma realizado entre o ensino secundário e o ensino universitário, mas pode ser feito em qualquer momento da tua vida. É uma rutura no quotidiano, um ano de pausa em movimento, no qual podes fazer aquilo que quiseres. Sim, tudo o que quiseres. Uma pausa em movimento Acreditamos que um gap year é como um bilhete de identidade; cada um tem o seu. Não há nenhuma fórmula ou pacotes predefinidos; és tu quem cria o teu gap year. Podes aproveitar esta pausa para tomar decisões mais conscientes sobre o teu futuro, para conheceres mais do mundo e sobre ti próprio. Podes viajar, fazer voluntariado, experimentar cursos, aprender novos idiomas ou ter experiências profissionais. Tu escolhes! Pensa no gap year como a oportunidade de ter vivências que não poderias ter se não decidisses quebrar a rotina. O planeamento faz parte da experiência mas, por vezes, surgem imprevistos e situações difíceis de controlar. O importante é focar-nos nas oportunidades e nas soluções, não nos problemas. É aí que entram os seguros online da IATI com assistência dentro e fora de Portugal. A importância de fazer um gap year Desde pequenos que somos advertidos para a importância dos estudos. Durante 12 anos pedem-nos que sejamos focados, que tenhamos boas notas porque só assim é que vamos conseguir entrar numa universidade à nossa escolha e, por fim, ter o trabalho com o qual sempre sonhámos. Esta visão não está errada. Não há dúvida de que a escola nos dá uma bagagem crucial para o nosso desenvolvimento académico e profissional, mas há determinadas competências que não são o foco do sistema de ensino. O desenvolvimento pessoal de um indivíduo é igualmente importante e o gap year pode ajudar-te nisso! Neste ano de rutura, podes focar-te na expansão das tuas competências e habilidades, nos teus objetivos pessoais, nos teus sonhos. É o momento ideal para te conheceres melhor, perceber do que é que gostas e do que é que realmente queres. Não há pressa Às vezes temos a sensação de que tudo acontece muito depressa. Não há muito tempo para pensar: saímos do ensino secundário diretos para a universidade, e da universidade para o mercado de trabalho. Com apenas 17 ou 18 anos pedem-nos para escolher um rumo, um curso que vai delinear o nosso futuro profissional. A pressão de decidir “o resto da nossa vida”, leva-nos a escolher algo que, muitas vezes, não é verdadeiramente aquilo que mais nos apaixona. Mas afinal, como é que pode um jovem tomar a decisão correta com esta idade? Para alguns, a resposta poder ser óbvia, mas não é o mesmo caso para todos. Prova disso é a taxa de desistência de cursos universitários: 29% desistem logo no primeiro ano, segundo um estudo da Direção-Geral de Estatística da Educação e Ciência (DGEEC). As razões? Muitos jovens sentem-se desmotivados ao aperceber-se de que as perceções que tinham do curso estavam erradas e, a grande maioria, chega à conclusão de que tomou uma decisão precipitada. “Afinal não era bem isto que eu queria”. O caminho a seguir é uma decisão que não devemos tomar de ânimo leve. Deve ser bem ponderada. A pressão e as incertezas tomam conta de nós nos momentos que mais clareza exigem. Contudo, é importante esclarecer que estas escolhas não nos definem enquanto pessoas e que estamos sempre a tempo de mudar. O mundo está constantemente em transformação e nós também! Por esse motivo, é crucial estar ciente daquilo que gostamos e ter os nossos objetivos claros. Em vez de te lançares para o mundo universitário assoberbado de incertezas, vê no gap year a oportunidade de aclarar a mente. Durante esta pausa, podes envolver-te em experiências que te permitam desempenhar diferentes papéis: experiências profissionais, estágios, voluntariado, work exchange, entre outras. Esta é das maiores vantagens do gap year: ser quem tu queres ser e descobrir-te. — O gap year não é uma receita mágica que vai solucionar todos os teus problemas, mas pode ser o ponto de partida para a resposta a muitas das tuas dúvidas e incertezas. Certamente vai despoletar em ti características e qualidades que desconhecias, vai abrir os teus horizontes, vai dar histórias para contar, vai aumentar a tua inteligência emocional, trazer conhecimento sobre outras culturas e, acima de tudo, sobre ti mesmo. Em Portugal, existe uma associação – Gap Year Portugal – cujo objetivo é ajudar e apoiar todos os jovens que queiram fazer um gap year. Se te sentes pronto para o desafio, entra em contacto com eles! Autores: Gap Year Portugal

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11 Locais a não perder numa visita a Helsínquia

11 Locais a não perder numa visita a Helsínquia

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Helsínquia, a capital da Finlândia, é uma cidade surpreendente e tranquila, de avenida largas, muito verde, com muita cultura, música e design (foi Capital Mundial do Design em 2012) e pessoas que, apesar de algo fechadas, mostram uma simpatia e abertura extraordinárias quando abordadas. Aqui na IATI, onde poderás conseguir o teu seguro de viagens online com a melhor cobertura, queremos que aproveites esta cidade ao máximo e é por isso que te damos neste artigo uma lista de 11 locais a não perder numa visita a Helsínquia. Prepara-te para seres surpreendido! 11 lugares a não perder em Helsínquia Praça do Senado e Catedral de Helsínquia A Praça do Senado é um dos locais mais visitados por turistas em Helsínquia. Esta ampla praça encontra-se rodeada de vários edifícios imponentes, como o edifício central da Universidade de Helsínquia, o Palácio do Conselho de Estado e a famosa Catedral de Helsínquia, o edifício branco de cúpulas verdes em grande destaque na zona norte da Praça. Temppeliaukio Kirkko (Stone Church) Concluída em 1969, a Temppeliaukio Kirkko é, sem dúvida, uma das mais originais igrejas do mundo. Foi construída inteiramente a partir de uma grande rocha de granito que se encontrava no local. A sua magnífica acústica faz com que seja frequentemente palco de concertos de música clássica. Market Square Este é o mercado de rua mais famoso de Helsínquia. As várias bancas que aqui começam a ser montadas, ainda antes das 06h da manhã, oferecem os mais variados produtos e comidas tradicionais finlandeses. Existem também vários cafés onde podes almoçar ou tomar o pequeno-almoço, dependendo da hora a que o visites. Fortaleza de Suomenlinna A Fortaleza de Suomenlinna está localizada na ilha com o mesmo nome, a cerca de 10 minutos de distância de ferry da costa de Helsínquia. Foi considerada Património Mundial da Humanidade pela UNESCO e construída durante a era Sueca, tendo a sua construção sido iniciada em 1748. Hoje a ilha oferece também vários cafés e vários edifícios onde habitam cerca de 800 pessoas. Pela sua beleza e tranquilidade, a ilha é bastante procurada tanto por turistas como por locais, especialmente nos meses de Verão, para piqueniques, passeios ou idas à praia. O transporte para a ilha é feito de ferry, que podes apanhar na zona do Market Square. Horário: aberta todo o ano Monumento a Sibelius Localizado no parque Sibelius, este famoso monumento foi construído em homenagem ao grande compositor finlandês Jean Sibellius, pela artista Eila Hiltunen, em 1967. A obra, com 8,5m de altura, pretende assemelhar-se aos tubos de um órgão e é acompanhada por um busto de grandes dimensões do compositor. Seurasaari (Museu ao Ar Livre) A ilha de Seurasaari, unida por uma ponte pedonal a Helsínquia, está localizada a poucos quilómetros do centro da cidade. É um local muito tranquilo, repleto de uma verdejante natureza e preenchido por edifícios tradicionais finlandeses que fazem parte de um Museu ao ar livre. Estes edifícios, oriundos de várias partes da Finlândia e construídos nos últimos quatro séculos, foram transportados para esta ilha de forma a poder mostrar aos seus visitantes a cultura e tradição finlandesas. Não é necessário pagar bilhete para visitar a ilha, apenas caso queiras visitar o interior dos edifícios que se encontram com a sua mobília original da altura em que foram construídos. Design District O design sempre teve uma grande importância na sociedade finlandesa, à semelhança dos restantes países nórdicos, algo que mereceu a Helsínquia a designação de Capital Mundial do Design em 2012. O Design District é uma zona da cidade que se encontra repleta de lojas de design, antiguidades, museus, galerias de arte e vários restaurantes que representam alguns dos melhores exemplos do que se faz nesta área no país. Recomenda-se também uma visita ao Museu do Design, aqui localizado. Cafe Regatta Localizado junto às águas do mar Báltico, o Cafe Regatta é um dos cafés mais encantadores de Helsínquia, especialmente em dias de sol quando é possível aproveitar a pitoresca esplanada com vista para o mar. Morada: Merikannontie 8, Töölö Helsínquia Cemitério de Hietaniemi Não é muito habitual ver cemitérios em listas de atrações turísticas mas este, tendo em conta a sua localização e beleza, destaca-se. Repleto de lápides decoradas com pormenores encantadores, tem como pano de fundo as águas do mar Báltico e como cenário um jardim muito bem cuidado. Para além da zona destinada a civis, existe também uma vasta área onde se encontram as campas de soldados falecidos em combate durante as várias guerras que envolveram a Finlândia. Morada: Hietaniemenkatu 20, 00100 Helsínquia Parque Esplanade Localizado no centro de Helsínquia, o Parque Esplanade é um dos locais mais procurados na cidade pela população local para momentos de descontração. Durante o verão é palco frequente de vários eventos de música e cultura, como por exemplo os concertos Jazz-Espa que têm lugar durante o mês de julho. Capela Kamppi (Capela do Silêncio) A Capela Kamppi (ou Capela do Silêncio) está localizada no centro de Helsínquia e foi construída com o objetivo de oferecer um refúgio de calma e tranquilidade a quem procura fugir da agitação da cidade. Foi distinguida com o prémio Internacional de Arquitetura em 2010, dois anos antes da sua conclusão. Autora: Maria João, Joland

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Roteiro pelas melhores praias de Koh Tao

Roteiro pelas melhores praias de Koh Tao

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Na costa ocidental do Golfo da Tailândia, a norte das ilhas Koh Samui e Koh Phangan, Koh Tao, que significa ilha da tartaruga, é extremamente conhecida por ser o paraíso dos mergulhadores devido à qualidade do mergulho, à diversidade da vida marinha e ao baixo custo desta atividade. Para além disto, esta ilha com apenas 13 quilómetros quadrados reserva muitas maravilhas naturais. Um paraíso tropical com águas cristalinas e quentes, praias deslumbrantes com paisagens de cortar a respiração, um ambiente acolhedor e alegre, Koh Tao é uma ilha incrível, perfeita para mochileiros independentes. Hoje, a IATI deixa-te um roteiro para que não percas nenhuma das praias mais deslumbrantes. Contrata o teu seguro de viagens, faz as malas e prepara-te para conhecer as melhores praias de Koh Tao. 6 praias a não perder em Koh Tao Koh Nang Yuan É a formação de três ilhas juntas por uma faixa extensa de areia. As águas cristalinas e mornas juntamente com a areia fina e branca hipnotizam com tamanha beleza. Para chegar até ela tem duas opções: pagar um passeio que pode ser comprado em qualquer uma das agências em Koh Tao e que, normalmente, incluem a visita a outras pequenas ilhas nas redondezas, almoço e snorkelling, ou então apanhar um taxi boat que faz a travessia até lá numa viagem de 10 minutos. Sairee Beach É a praia mais movimentada da ilha. Junto a esta estão localizados a maior parte dos hotéis, bares, restaurantes, lojas, escolas de mergulho. A água é morna, à semelhança do que irá verificar em todas as praias aqui mencionadas e a areia branca. Porém, se procura sossego esta poderá não ser a praia mais indicada, uma vez que é onde se encontra a animação e onde os barcos (long tail) atracam. Não pode deixar de assistir a um pôr do sol nesta praia, a junção do vermelho, laranja, cor-de-rosa, no céu, com o azul turquesa do mar proporcionam um visual que não irá esquecer tão cedo. Chalok Bay Assim como a Sairee Beach é mais um paraíso na terra ou melhor, na ilha de Koh Tao, mas com um ponto a favor: a tranquilidade. Aqui, pode desfrutar das águas mornas e translúcidas, da areia quente e fina num ambiente calmo e sem grandes movimentações. Se acha que já está maravilhado que chegue, espere até conhecer as próximas praias. Freedom Beach Está muito próxima em termos de distância à Chalok Bay. Esta é das praias mais cobiçadas e está no Top 5 das praias mais bonitas da Tailândia (para nós, claro). Uma pequena faixa de areia, reggae music como som ambiente, um clima tranquilo e uma paisagem inacreditável que mais parece ter saído de um filme de Hollywood, é o que pode esperar deste bocadinho de terra à beira mar. Esta praia é privada pelo que terá de passar uma portaria e pagar 50 baht para poder usufruir da praia, um valor que vale totalmente a pena para conseguir experienciar aquilo que, com dificuldade, tentámos descrever sobre esta praia pelo tão maravilhosa que é. Shark Bay Como o nome indica é uma praia em que, com alguma sorte, conseguirá avistar tubarões-baleia. Para além disso, é um lugar muito procurado para a prática de snorkelling devido às suas águas transparentes e vida marinha abundante. O acesso é feito por dentro de um Hotel mas a praia é pública pelo que não terá de pagar. Sai Daeng É mais uma das praias mais faladas de Koh Tao. Como já deu para perceber, todas as praias desta ilha têm três características comuns a todas elas: águas mornas e translúcidas, areia branca e fina e muito propícias para a prática de snorkelling e a Sai Daeng não difere das restantes. Se depois deste artigo ficaste com vontade de visitar Koh Tao mas ainda não tens a certeza se é um bom lugar para férias, aconselhamos-te a ler o nosso artigo sobre se é seguro viajar para a Tailândia. Autor: Yoan Guerreiro

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O que ver e fazer em Jericoacoara, destino brasileiro exclusivo

O que ver e fazer em Jericoacoara, destino brasileiro exclusivo

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Jericoacoara, conhecida pelos habitantes e visitantes simplesmente como “Jeri”, é um dos destinos mais exclusivos do Brasil. A 300 km de Fortaleza. Aqui as areias são brancas, a água é azul e a vida é simples. Na verdade, o local ainda mantém a identidade de uma vila de pescadores, onde os carros são proibidos e tem apenas três estradas principais. A IATI, lider na contratação de seguros de viagem online, mostra-te o que ver e fazer na tua próxima viagem para Jericoacoara, para que não percas pitada de tudo o que esta maravilhosa cidade tem para oferecer. Viajar para Jericoacoara A vila fica localizada entre um magnífico parque nacional e o mar, que atrai os viajantes com sua combinação perfeita de localização de difícil acesso (o acesso é feito por trilhos não pavimentadas nas dunas), paisagens costeiras deslumbrantes, atividades excitantes, boas pousadas, deliciosos restaurantes e divertida vida noturna. Durante o dia, as praias, dunas e lagoas são dignas de fotografias de postais turísticos. À noite, iluminada pelo luar, pelas luzes das lojinhas e restaurantes agradáveis, exala a atmosfera tropical. Embora não seja o tranquilo refúgio hippie de outrora, o fascínio de Jeri permanece inegável e é uma visita obrigatória em qualquer itinerário pelo Nordeste brasileiro. É muito seguro viajar pelo Brasil, no entanto, deves ir sempre preparado para qualquer eventualidade, e conseguir estar 100% relaxado. A IATI recomenda que faças o Seguro IATI Mochileiro, pois tem uma elevada cobertura médica, e as nossas coberturas clássicas com outras especiais, tais como a de desportos de aventura (Jericoacoara tem de sobra!), procura e salvamento ou equipamentos informáticos na bagagem. A praia de Jericoacoara situada numa vila de pescadores e isolada por enormes dunas de areia era desconhecida, até para os brasileiros, até ao dia que o jornal Washington Post (1994) publicou um artigo sobre praias exóticas e desconhecidas no mundo. E heis que Jeri consta da lista! O problema era, e é, lá chegar. Não é fácil. Jericoacoara não é para quem não gosta de longos percursos, jipes, pó e cabelos ao vento. Desde Fortaleza, são 8 horas de percurso por estrada e mais cerca de 2 horas por dunas irregulares, numa área conhecida pelo vento. Esta vila apenas começou a ter alojamento disponível quando em 2004 a Lonely Planet a elegeu como a melhor praia do mundo, e os investidores viraram a sua atenção para lá. Portanto, a vila que tinha visitantes aventureiros que dormiam nas camas de rede nas casas dos pescadores, passou a ter hotéis e albergues de luxo disponíveis que atraíram os viajantes mais abastados. O que visitar em Jericoacoara? Se estás em Jericoacoara não podes perder este roteiro com os lugares mais famosos: Árvore-da-preguiça O nome da árvore deve-se à dificuldade da árvore em crescer para cima, devido ao forte vento, parece que ela rasteja pelo chão. Os ramos estendem-se por cerca de 4 metros de distância da árvore. Praia do Preá Trata-se duma praia de fortes ventos, banhada pelo Oceano Atlântico. A Praia do Preá é cercada por muitas atrações naturais, como lagoas, coqueiros e manguezais. E é o local onde estão a maioria dos praticantes de kitesurf. Lagoa Azul A água é muito clara e a cor varia dependendo do clima e da época do ano. A lagoa também tem redes para relaxar e aproveitar a água da lagoa. Lagoa do Paraíso Vais encontrar águas cristalinas e areias brancas com redes convidativas. A entrada é feita por um clube de praia com boas infraestruras, restaurante e bares. Pedra Furada Um dos símbolos de Jeri é uma pedra muito alta e, como o nome sugere, com um buraco no meio. A maré baixa é a melhor época para chegar à pedra. Tanto a atração principal como todo o percurso oferecem a oportunidade de tirar belas fotos. Se vais viajar para Jericoacoara não te esqueças de várias coisas – Não há máquinas de multibanco, e nem todos os estabelecimentos têm pagamentos com cartão. – As ruas não são pavimentadas, são de areia fofa. Sapatos de salto alto ou fechados, não fazem sentido. – Não há iluminação pública. A luz provém apenas dos edifícios. – O único meio de transporte disponível são buggies ou camiões de caixa aberta, que fazem de táxi, levam e trazer mercadorias, etc. Ou de carroças puxadas por cavalos. – Há burros, cavalos e cães à solta. Embora pareçam vaguear sem destino, literalmente por todo o lado, têm donos. – Existe um centro de saúde e uma farmácia. Se precisas de medicamentos específicos, não te esqueças de os levar contigo. – Aproveita! Estás num dos destinos mais exclusivos do Mundo! Autores: Onde andam os Duarte?

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O turismo e os animais: atrações a evitar

O turismo e os animais: atrações a evitar

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Muitos dos viajantes que participam em atividades com animais, não têm ideia do sofrimento que está por detrás daquela atração e simplesmente querem conhecer e explorar um pouco mais de perto a vida selvagem. Na IATI Seguros, lider em seguros de viagem online, vamos tentar dar-te a conhecer um pouco mais desta realidade e algumas precauções a tomar. O turismo e os animais: atrações a evitar Quando desenvolvido de forma responsável e sustentável, o turismo, pode ser benéfico para o ambiente e a natureza. No caso dos animais, o lucro proveniente de certo tipo de atividades pode ajudar reservas e parques naturais a preservar e proteger algumas espécies. Por outro lado, algumas atividades e atrações turísticas que envolvem animais são vistas única e exclusivamente como fonte de rendimento, fazendo com que os animais sejam considerados o meio para o sucesso e a sua liberdade e qualidade de vida sejam postas em causa. Elefantes Apesar de parecerem dóceis, serenos e tranquilos mesmo quando estão ser montados, os elefantes são um animal de grande porte difícil de controlar. Assim sendo, são, maioritariamente, capturados ilegalmente e retirados às mães com pouco tempo de vida de forma a serem domesticados o mais precocemente possível. Em países como a Tailândia esta é uma atração muito conhecida e por isso o número de elefantes cativados é, ainda maior. Se gostarias de ter contacto com elefantes durante a tua viagem, investiga o historial e missão do santuário em questão e certifica-te que não é permitido que os visitantes montem os elefantes. Tigres Muitas vezes utilizados para uma fotografia de recordação, encontram-se numa jaula toda a sua vida e são submetidos a alterações no corpo de forma a evitar acidentes com humanos (as garras e os dentes mais afiados são removidos). Para além disso, encontram-se muitas vezes drogados para que as pessoas possam tocá-los sem perigo. Cobras Muitas vezes capturadas da selva, são torturadas e as suas glândulas venenosas removidas de forma a participarem em espetáculos de encantamento. Recomendamos a que não tires fotos ou pares na rua para alimentar e dar atenção a esta atividade. Civetas O Kopi Luwak ou café de civeta, famoso na Indonésia, é dos cafés mais caros do mundo e é produzido através de grãos de café extraídos das fezes das civetas. Os animais são, em muitos casos, capturados e mantidos em jaulas pequenas para que posteriormente os grãos sejam vendidos nas quintas e internacionalmente. A alternativa passa por procurar produtores locais que recolhem as fezes diretamente do habitat natural dos animais sem as capturarem. Golfinhos Os golfinhos são frequentemente encontrados em parques aquáticos e aparentam ser felizes e bem tratados uma vez que durante os espetáculos os vemos ser alimentados. Contudo, em vários casos, o alimento só é facultado se o golfinho desempenhar a atividade exigida, para além disso não têm o espaço suficiente para mergulharem e se protegerem dos raios ultravioleta e o tratamento da água da piscina (cloro) é prejudicial à sua saúde. Se gostarias mesmo de vê-los de perto, existem excursões que te levam ao seu habitat natural (respeitando o seu espaço e com uma interferência mínima ou inexistente na sua rotina). Tubarões-baleia Em muitos locais que oferecem esta atividade, os tubarões-baleia são alimentados frequentemente (durante todos os dias do ano) alterando a sua rota migratória e consequentemente o ecossistema a que pertencem. Temos disponível um post inteiro sobre este tema para que possas saber mais sobre esta realidade e as suas consequências. Se vais viajar em breve e gostavas de interagir com animais sem contribuir para o seu sofrimento, não penses, com o nosso post, que não é possível. Com a pesquisa necessária e as informações corretas podes encontrar centros, santuários e parques naturais que realmente têm como objetivo a proteção das espécies. Tenta descobrir sempre de que forma é que a intervenção e o trabalho do sítio ou excursão em questão condiciona a vida dos animais para que possas entender se a influência é positiva ou negativa comparadamente ao seu habitat natural. E lembra-te, tu como viajante também deves estar protegido, não te esqueças do teu seguro Iati.

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10 coisas para fazer em Nova Iorque no Verão

10 coisas para fazer em Nova Iorque no Verão

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Nova Iorque é a cidade mais populosa dos Estados Unidos da América, e fica localizada num dos maiores portos naturais do Mundo. Com cerca de 800 (uau!) idiomas diferentes falados em seu território de 784 km2, Nova Iorque é, também, a cidade com a maior diversidade linguística do mundo. A IATI, lider na contratação de seguros de viagem online, leva-te neste artigo, até esta cidade que tem as suas raízes em 1609 quando o britânico Hudson (ao serviço da Holanda) chegou para explorar a baía e deu o seu nome ao rio. Como é o Sistema de Saúde nos Estados Unidos? Nos Estados Unidos da América o sistema de saúde funciona de forma muito diferente da Europa, e qualquer despesa médica é extremamente elevada. É um grande risco (financeiro) não ires precavido com um Seguro de Viagens. O que deves fazer é o Seguro IATI Estrela. Este seguro tem uma cobertura de 500.000€ de despesas médicas. Esta apólice pode ser contratada mesmo que já tenhas iniciado a viagem. O resto tu já sabes: tens atendimento telefónico na tua língua, não existem franquias e não tens de adiantar o dinheiro para ser atendimento. 10 melhores coisas para fazer em Nova Iorque no Verão Nova Iorque tem uma série de atracões mundialmente conhecidas e que devem estar no teu roteiro, como o Museu de História Natural, a estátua da Liberdade, a Times Square, o Central Park, a Quinta Avenida, o Empire State Building, a maravilhosa Broadway e muitos outros. Mas, o Verão traz muitas mais oportunidades para visitar outros lugares, prepara-te! 1- Dar um mergulho na cidade As piscinas ao ar livre gratuitas da cidade de Nova York abrem todos os Verões. Excelentes opções são abundantes em toda a cidade, e a Astoria Pool é uma das mais populares, situada no Astoria Park. Esta piscina de tamanho olímpico tem uma vista maravilhosa da Ponte Robert F. Kennedy. 2- Churrasco ao Ar livre Churrascos são hábito de verão em todo o país, mas o espaço ao ar livre pode ser difícil de encontrar em Nova York. Felizmente, existem áreas onde encontras grelhadores gratuitos em muitos dos parques públicos. As grelhas no Pier 5 em Brooklyn Bridge Park estão na água, e têm todas as condições para trazeres as tuas coisas, sentir a brisa e tirar lindas fotos. 3- Praia e Parque de diversões, 2 em 1 Compra um MetroCard e apanha o comboio D, Q, N ou F até o fim da linha e caminha até o gigante passeio de Coney Island. Mergulha os pés no Atlântico, saboreia um cachorro-quente, bebe uma cerveja local e, aventura-te num dos muitos carrosséis e montanhas russas. 4 – Fica ao fresco Podes ver todos os tipos de filmes ao ar livre em parques, pontões e praças durante todo o verão. As portas abrem às 17h e quem primeiro chega, primeiro se serve dos lugares. Assim como filmes ao ar livre, concertos ao ar livre surgem em todo o lado na cidade, e o Central Park é o lar de muitos deles. Senta-te na relva e aprecia músicos como Corinne Bailey Rae, Bloc Party, os B-52, Chance the Rapper ou a Banda Filarmónica de Nova York. 5 – Explora Chinatown É um lugar igualmente visitado no Inverno, mas no Verão tem outra atmosfera, sem neve, com lanternas de papel penduradas e com muitos produtos espalhados pelos passeios. Lojas, mercearias e restaurantes são abundantes em cada uma das três maiores Chinatowns de Nova York: Fei Long Food Court, no Brooklyn, Flushing até ao Queens Botanical Gardens, e Mott Street, no bairro de Manhattan. 6- Passeios junto ao rio Facilmente acessível e gratuita, é uma longa caminhada ao longo do rio ou um passeio de bicicleta. São uma forma interessante de passar uma manhã ou tarde ensolarada. As vistas são muito fotogénicas e ​​enquadramento cénico não falta, ao longo dos rios Hudson, East de Manhattan e Brooklyn. Ambos têm ciclovias, trilhos para caminhadas e pontões onde podes relaxar. 7- Wave Hill – The Bronx O Wave Hill é um dos parques mais bonitos de Nova York, composto por jardins públicos e um centro cultural, com cerca de 114,000m2. Apanha o Metro North até Riverdale e salta para o transfer gratuito para descobrires as colinas, flores silvestres, lírios aquáticos e vistas espetaculares das encostas com vista para o Rio Hudson, com vista aberta para o rio até as Palisades de Nova Jersey Pode ser um pouco fora do centro, mas confia em nós: vale a pena! 8- Comida do Mundo NYC tem mais cozinha do mundo do que encontrarás em qualquer outro lugar do país. Deixa o hambúrguer, e prova o que de melhor se cozinha por lá. Mergulha em espetadas japonesas de pele de frango, delicia-te com pão amanteigado da Etiópia, experimenta uma torta dos Balcãs, agarra um pernil de porco Dominicano ou cheira as especiarias indianas. Tudo num único lugar: Queens Night Market. 9 – Quem não gosta de um Rooftop? Qualquer viajante adora um lugar onde possa admirar vistas panorâmicas do horizonte, e até os nova-iorquinos apreciam o prazer genuíno de um cocktail num terraço virado para o sol. Depois de conseguires um lugar, será difícil abandonar o local 10- Traz uma sanduiche e observa as pessoas no Tompkins Square Park Escolhe um banco onde sentar para ver os East Villagers. Quase de certeza vais avistar uma celebridade, fica atento! Bons Passeios e não te esqueças de levar todos os documentos necessários para entrar nos Estados Unidos! 😉 Autores: Onde andam os Duarte?

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