Páscoa IATI: 10% DE DESCONTO ATÉ 29/03
Portugal Blog
7 museus a não perder em Amesterdão em 2024

7 museus a não perder em Amesterdão em 2024

4 minutos de leitura

Amesterdão é uma cidade fantástica, repleta de atividades diferentes que agradam a todos os visitantes! Se és amante de arte, história e cultura, vais adorar os 7 museus em Amesterdão que te trazemos neste artigo. No artigo de hoje decidimos centrar-nos apenas numa dessas atividades que poderás fazer numa visita a Amesterdão e por isso reunimos uma lista com os 7 museus que não deverias perder em Amesterdão! Antes de viajares não te esqueças de reservar o teu seguro de viagem! Ao ser uma escapadela pela Europa, recomendamos-te o seguro IATI Básico, com alta cobertura e preço acessível, perfeito também para os brasileiros que querem conhecer a Europa e precisam de um seguro para conseguirem o visto. Off we go! Museus a não perder em Amesterdão Rijksmuseum O Rijksmuseum é um dos museus de arte mais famosos de Amesterdão! Neste museu podes contemplar a arte de Rembrandt, Frans Hals, Jan Steen, Vermeer e muitos outros. Além das pinturas, a coleção também inclui cerâmica, prata, vidro, porcelana, instrumentos, representações da vida no século XVII e o maior acervo da Holanda de livros sobre a história da arte. • Localização: Museumstraat 1, 1071 XX Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 9h e as 17h, mas visita-o de manhã cedo para teres tempo de apreciar a coleção com calma! • Bilhete: 22,50€/adulto (sujeito a descontos) • Para mais informações, visita o site oficial. Van Gogh Museum No Van Gogh Museum, pode-se ver a maior coleção de obras de Van Gogh do mundo, incluindo pinturas, desenhos, cartas e a história do reconhecido artista. • Localização: Museumplein 6, 1071 DJ Amsterdam • Horário: aberto diariamente, das 09h às 17h. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 20€/adulto (sujeito a descontos). Stedelijk Museum Neste museu, fundado em 1874, os visitantes podem apreciar arte moderna e contemporânea, na sua coleção composta por pinturas, esculturas e fotografias. • Localização: Museumplein 10, 1071 DJ Amsterdam • Horário: aberto diariamente, entre as 10h e as 18h (fecha às 22h às sextas-feiras). Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 18,50€/adulto (sujeito a descontos). NEMO Science Museum O NEMO Science Museum é um museu muito divertido e perfeito para a família inteira! Com uma exposição interativa, podemos aprender sobre diversas áreas da ciência, desde os segredos do universo até ao corpo humano! • Localização: Oosterdok 2, 1011 VX Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 10h e as 17:30, exceto em algumas segundas-feiras e no Dia do Rei. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 17,50€/adulto (sujeito a descontos). Rembrandt House Museum Este museu está localizado na casa onde o mais famoso artista holandês, Rembrandt Harmenszoon van Rijn, viveu e trabalhou durante 20 anos. A casa-museu está decorada com mobília, objetos e arte do século XVII, obras do artista, de outros da mesma época, pupilos e, também, de outros artistas contemporâneos que foram inspirados pela arte de Rembrandt. • Localização: Jodenbreestraat 4, 1011 NK Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 10h e as 18h, exceto em 27/04 e 25/12. Em 24 e 31/12 e em 01/01, há algumas alterações nos horários. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial • Bilhete: 14€/adulto (sujeito a descontos). Amsterdam Museum O Amsterdam Museum, um dos menos famosos desta lista, também merece alguma atenção! Para além de contar a história da cidade, o museu também se preocupa em retratar o presente e o futuro. Aliado a uma interessante exposição permanente e a várias outras temporárias, o edifício que abriga o museu de Amesterdão respira história por si só, já que na Idade Média abrigou o convento de São Luciano e, a partir do seculo XVI, o Orfanato Público (Burgerweeshuis). • Localização: Kalverstraat 92, 1012 PH Amsterdam • Horário: aberto diariamente entre as 10h e as 17h. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 15€/adulto (sujeito a descontos). Casa Museu da Anne Frank Após ser libertado, Otto Frank regressou à casa onde a família esteve escondida durante quase 2 anos e encontrou os diários da filha, a jovem Anne Frank. Em memória a Anne, o pai dedicou o resto da sua vida a conseguir que os diários fossem publicados, divulgados e a não deixar que o mundo esquecesse as atrocidades ocorridas na II Guerra Mundial. Pelo mesmo motivo, abriu as portas da casa para abrigar um museu e mostrar as condições nas quais a família viveu presa durante tanto tempo. É, sem dúvidas, um museu que vai fazer-te refletir muito e que não podes deixar de visitar. • Localização: Westermarkt 20, 1016 DK Amsterdam • Horário: aberto diariamente, das 09h às 22h, com alguns dias excecionais. Para consultar o horário completo e mais informações, visita o site oficial. • Bilhete: 16€/adulto (sujeito a descontos). Muitos destes museus oferecem descontos ou até entrada grátis para estudantes, crianças e pessoas que tenham adquirido cartões como o Museumkaart, o I Amsterdam City Card e o Amsterdam Pass. Então, se quiseres aproveitar ao máximo a tua viagem a Amesterdão e conhecer todos os museus, talvez um destes cartões seja muito útil para economizar alguns euros! Além disso, podes aproveitar a tua visita para conhecer também outras cidades holandesas. Recomendamos que leias o nosso artigo sobre 10 visitas imprescindíveis na Holanda! Autora: Amanda sem fronteiras

Ler mais
Descobre o Porto e deixa-te conquistar pelas belezas da Cidade Invicta

Descobre o Porto e deixa-te conquistar pelas belezas da Cidade Invicta

5 minutos de leitura

Ah, o Porto… também conhecido como a Cidade Invicta, por nunca ter sido conquistada por outros povos, continua a conquistar os corações dos visitantes e a roubar-lhes suspiros! Não é para menos, e por esse motivo foi eleito o melhor destino europeu em 2012, 2014 e 2017! Vamos conhecer o que não podes perder no Porto? Se vens para a Europa e ainda necessitas um seguro de viagens para o visto, a IATI aconselha-te o seguro IATI Básico, que com a cobertura perfeita para a tua viagem pelo continente europeu! À conquista das belezas da Cidade Invicta O Porto é uma cidade que merece ser visitada com calma, tranquilamente, para poderes desfrutar de todas as suas opções tanto durante o dia como à noite. Experimenta visitar o mesmo lugar nestas duas alturas e verás como o ambiente muda e como podes encontrar diferentes tipos de lazer num mesmo lugar, simplesmente por deixar passar algumas horas. O que ver na cidade do Porto Ponte D. Luís A Ponte D. Luís é um dos maiores ícones do Porto, o monumento que aparece em todos os postais da cidade. Inaugurada em 1886, no seu estilo podemos notar que foi projetada por um pupilo de Eiffel, o engenheiro Teófilo Seyrig, já que ponte é feita em ferro forjado, fazendo-nos lembrar o símbolo da Cidade Luz. Não percas a oportunidade de atravessar a ponte pela parte superior, que liga a Sé do Porto ao Mosteiro da Serra do Pilar, vais adorar as vistas panorâmicas! Ribeira A Ribeira, com as suas casas tradicionais coloridas que decoram a margem do Rio Douro, é outro dos encantos da cidade. Depois de uma caminhada pela Ribeira do Porto ou pelo Cais de Gaia (ou pelos dois), aproveita para experimentar um pouco da gastronomia local num dos deliciosos restaurantes espalhados por ali! Livraria Lello A Livraria Lello atrai centenas de visitantes diariamente, curiosos para conhecer por dentro a livraria que teria inspirado a autora J.K. Rowling na criação da livraria Flourish and Blotts da saga Harry Potter. A escadaria é o ponto alto da visita, mas precisas de ter paciência para conseguires tirar uma foto! Torre e Igreja dos Clérigos Localizada no centro do Porto, junto à Igreja dos Clérigos e à Casa da Irmandade, que hoje abriga o museu, a Torre dos Clérigos é outro ícone da cidade. Caso queiras visitar o museu e subir os 225 degraus até o topo da torre, reserva aqui o teu ingresso com antecedência, para não perderes tempo na fila! Avenida dos Aliados Esta é uma das principais avenidas da cidade, marcada por diversos prédios de arquitetura admirável, especialmente a Câmara Municipal do Porto. É aqui onde acontecem os principais eventos da cidade, que juntam multidões para assistir aos concertos durante épocas festivas, como o São João, Natal e a Passagem do Ano. Rua de Santa Catarina Se quiseres aproveitar a visita ao Porto para fazer umas comprinhas, não te esqueças de explorar a Rua de Santa Catarina, desde a Capela das Almas até à Igreja Paroquial de Santo Ildefonso, na praça da Batalha! Além de poderes admirar as igrejas e os seus azulejos, também verás inúmeras lojas e cafés, incluindo o famoso Café Majestic. Estação de São Bento Construída em 1900, no sítio onde se encontrava o antigo convento de São Bento de Avé Maria, esta estação de comboios é uma verdadeira obra arte! As suas paredes interiores estão revestidas com mais de 20 mil azulejos, que relatam a história dos meios de transporte até à invenção dos comboios, além de outros momentos importantes da História de Portugal. Sé do Porto Esta catedral, construída entre os séculos XII e XIII, e remodelada entre os séculos XVII e XVIII, possui agora um estilo romano-gótico e é outro ponto importante numa visita ao Porto. Para além de poderes apreciar o seu exterior e a nave principal, também é possível visitar outras zonas. Para saberes mais sobre horários e preços, consulta o site oficial. Jardins do Palácio de Cristal Os Jardins do Palácio de Cristal oferecem uma vista indescritível sobre o Rio Douro, para além da beleza dos seus jardins e das aves que habitam o parque. Vai com tempo para poderes descobrir todos os cantos do parque, que esconde alguns jardins secretos e uma panorâmica da cidade surpreendente! Palácio da Bolsa O Palácio da Bolsa, também conhecido como Palácio da Associação Comercial do Porto, começou a ser construído em 1842 e só foi considerado concluído 65 anos depois. É preciso visitá-lo para entender o porquê: a riqueza arquitetónica de suas salas é impressionante! Caso queiras visitá-lo, sugerimos que consultes os horários e marques a visita com antecedência no site oficial, pois é feita unicamente em grupos guiados, disponíveis em várias línguas. O Pôr-do-Sol no Porto Muitos afirmam que o pôr-do-sol no Porto é um dos mais lindos do mundo. Os melhores lugares para ver este espetáculo da natureza são: o alto do Jardim do Morro, uma colina em Vila Nova de Gaia com uma belíssima vista para o Rio Douro; as praias da Foz do Douro ou em Matosinhos. Depois conta-nos nos comentários qual é o teu local favorito! Apostamos que com este artigo o Porto já conquistou o teu coração e agora estás pronto para explorar e (tentar) conquistar a Invicta! Partilha connosco as tuas fotos no Porto usando #iatipelomundo no Instagram! Se queres conhecer mais localidades da região norte de Portugal, recomendamos-te que visites Braga, eleita o segundo melhor destino europeu de 2019, e também Fafe, uma pequena cidade perto de Guimarães com várias coisas que oferecer e pouco conhecida pelos turistas! Autora: Amanda sem Fronteiras

Ler mais
Colômbia, o perigo é querer ficar lá!

Colômbia, o perigo é querer ficar lá!

5 minutos de leitura

Perigos, há em todo o lado – Sempre ouvimos dizer e, cada vez mais, confiamos nisto! Na tua próxima viagem, não coloques estes estigmas à frente de tudo! Desta forma, por exemplo, a IATI Seguros nunca teria conhecido a Capital da Costa Rica (San José); nunca teria ido a Marrocos e tão pouco tinha passado 20 dias incríveis a conhecer a Colômbia. Teria perdido tanta aventura que adorámos e queremos partilhar contigo! Das outras viagens, falaremos outro dia… agora estamos demasiado apaixonados pela Colômbia. Que País, que Pessoas! Indiscutivelmente apaixonados pela América do Sul e as suas gentes. Contrata um seguro IATI Standard e vem connosco conhecer como planeamos a nossa viagem para a Colômbia. Colômbia, o perigo é querer ficar lá! A Colômbia foi uma surpresa incrível, até porque todos nos diziam: – “Vocês são loucos! Tanto tempo num país desses e a organizarem as coisas por vocês!” Mas de facto, louco é quem não se disponibiliza a conhecer e explorar o desconhecido. Viajámos como sempre: 1) Escolhemos o destino em conjunto – agora foi a Colômbia (o que será que vem na próxima!?); 2) Organizámos a logística desde voos; dormidas; deslocações dentro do país; marcações de consulta do viajante e contratação do seguro de viagem – claro que para isto pesquisamos muito sobre as zonas mais seguras para se explorar e melhores spots para fotos; 3) Escolhemos o melhor equipamento de fotografia, face ao roteiro e possíveis spots de fotografia – e não, a Colômbia não foi exceção, levámos a mochila habitual para fotografar e não aconteceu nada; 4) Fizemos as mochilas; 5) Contratámos o seguro IATI Standard e lá fomos nós! O roteiro foi: Bogotá – Salento – Medellín – Guatapé – Cartagena das Índias – Taganga – Santa Marta – Cali e a terminar, novamente, Bogotá. Foi um percurso cheio de surpresas positivas. É um país incrível e perfeitamente passível de ser conhecido de ponta a ponta, incluindo as grandes cidades. Claro que, com os mesmos cuidados que se tem em tantos outros cantos do mundo quando estamos em zonas mais pobres. Há zonas, conhecidas como comunas/favelas, em que não é de todo recomendável a entrada sem ser de forma controlada e planeada. Por exemplo em Medellín, na Comuna 13, entrámos sem qualquer problema, fotografámos imenso e passámos uma tarde incrível, diria mesmo a tarde mais gira em Medellín, mas fizemo-lo com uma guia com carteira profissional de turismo, através de uma agência de turismo local. Conhecemos a história por trás de cada graffiti; vimos atuações de dança; conhecemos a história da Comuna 13 e as suas famosas escadas rolantes, mas não o fizemos de forma autónoma. Mas foi apenas nestes casos pontuais, de querer conhecer uma zona mais pobre e oficialmente mais perigosa, é que sentimos esta necessidade. Diria que a Colômbia tem dois tipos de zonas distintas: as “Cidades Grandes” e as “Aldeias”, onde o perigo é proporcional à dimensão e concentração populacional. Há algum perigo nas “Grandes Cidades” principalmente nas zonas mais pobres, mas é completamente seguro e “igual” a estarmos no nosso querido Alentejo quando falamos das “Aldeias”, como por exemplo: Salento, muito próximo do incrível Valle de Cocora; Guatapé, com a famosa Pedra del Peñol e Taganga, a aldeia piscatória onde podemos apanhar uma lancha até ao Tayrona. Se Bogotá foi a zona onde sentimos algum receio nas ruas?! – Sim, foi. Mas são 8M de pessoas a viver numa cidade onde entram diariamente mais 4M para trabalhar! É muita gente e muito movimento! Nas zonas pobres e arredores é mais perigoso após o por do Sol, com a chegada do anoitecer. Mas essas zonas estão identificadas e qualquer pessoa na rua te dá conselhos quando vê que estás a ir para uma zona menos segura. Têm preocupação genuína e, se os ouvires, corre bem. Em 4 dias completos que aqui estivemos conhecemos sozinhos toda a zona da Candelaria; Monserrate; Plaza de Bolívar; Jardim Botânico; a famosa Zona T e os vários Museus espalhados por toda a cidade sem qualquer problema. Fomos a mercados de rua (durante o dia), almoçámos e jantámos em restaurantes locais e menos turísticos, procurámos manter-nos sempre em ruas policiadas e não aconteceu nada de mal, simplesmente adorámos a cidade e ele fotografou como um louco. A arte nas ruas é impressionante; os museus têm sempre entrada gratuita (Museu Botero e Botânico) ou pelo menos têm um dia mais acessível a todos (Museu do Ouro) e as pessoas são simples e acolhedoras. Muito semelhante ao que aconteceu em Medellín e Cali. No que toca às zonas que chamo de “Aldeias”, aí então nem se fala. Que paraíso. Uma tranquilidade, uma beleza natural e seres humanos impossíveis de esquecer. Salento fez-nos apaixonar desde o primeiro minuto, fomos recebidos como se estivéssemos em casa; conhecemos 1 artesão de rua que acabou por nos oferecer café caseiro na sua própria casa ( o Martín, que vivia numa cabana como nos livros, à beira rio), conhecemos taxistas que se transformavam em verdadeiros guias turísticos, deixando-nos um bloco cheio de notas com mais sítios a explorar por ali. Aqui o perigoso é só mesmo que passados alguns dias e chegada a hora de seguir para outra terra, só se quer ficar mais e mais… Muito semelhante ao que também aconteceu em Guatapé, Taganga e no Tayrona. Recomendamos mil vezes que vão conhecer a Colômbia, de forma consciente, mas que vão mesmo! Nós um dia, vamos voltar! Deixamos as dicas simples de segurança: • utiliza mochilas e/ou bolsas simples e de pouco volume, para ser o mais discreto possível na rua; • utiliza mochilas para o equipamento fotográfico não identificáveis como tal, há vários modelos bastante discretos e com o fecho nas costas; • evita zonas identificadas como menos aconselháveis; • nas grandes cidades procura manter-te nas ruas policiadas, principalmente à noite; • viaja sempre com seguro de viagem • não te esqueças de tomar as vacinas recomendadas para viajar para a Colômbia Autora: Mara Bento – Anda Comigo.

Ler mais
Como poupar dinheiro para viajar

Como poupar dinheiro para viajar

3 minutos de leitura

A ideia de que só viaja quem é rico está, felizmente, a ser ultrapassada, contudo ainda existe quem acredite neste mito. Para ajudar, a Iati reuniu algumas dicas que realmente funcionam para que possas poupar dinheiro para a tua próxima aventura. No teu plano de viagem, nunca te esqueças de incluir o seguro de viagem, de forma a evitar gastar dinheiro desnecessário com atrasos, perdas de mala ou hospitais, por exemplo. Truques para poupar dinheiro para viajar Entender os gastos O primeiro passo é, sem dúvida, entender onde gastas a maior parte do teu dinheiro para poder entender se é fundamental ou se se pode reduzir. Para além disso, está provado que tomar nota dos gastos te faz mais consciente da forma como geres as tuas finanças. Comprar menos Isto inclui roupa, objetos, telemóveis ou outros qualquer bem que não seja realmente necessário. Evita lojas em saldo, shoppings e lugares onde normalmente perdes a cabeça, para além de estares a ajudar a tua carteira não contribuir para a indústria consumista tendenciosa em que vivemos. Para além disso, um dos truques é fazer uso da economia circular, ou seja, compra em segunda mão, empresta ou troca com alguém o que precisas, muitas vezes o que um não quer é o que outro está desesperadamente à procura. Reduzir gastos desnecessários Aquele pequeno almoço diário no teu café preferido, a tua ida sagrada ao cabeleireiro ou ginásio ou outro pequeno luxo que tenhas: pode ser reduzido ou adaptado? Não tens de deixar de sair ou comer, mas podes, por exemplo, convidar o pessoal para ir lá a casa, preparar o pequeno-almoço e o almoço para levar para o trabalho, trazer sempre fruta na mochila, etc. Cozinhar mais Relacionado com o anterior, se estás a poupar para uma grande aventura, dedica-te mais à cozinha, vai ser divertido e surpreendente de certeza! Podes poupar dinheiro nas jantaradas com amigos se os convidares para irem lá a casa e cada um traz um prato, evitas gastar o dinheiro do almoço se cozinhares a mais ao jantar e podes sempre preparar o pequeno almoço na noite anterior. Partilhar casa Para aqueles que têm esta opção, podem pensar em partilhar casa em vez de viver sozinho, ou alugar o quarto extra durante uns tempos. Hoje em dia existem inúmeras aplicações que te permitem rentabilizar a tua divisão extra. Mudar o pacote de telemóvel Tempos extremos exigem medidas extremas, certo? E se conseguires ser mais contido com as redes sociais e aproveitar para pôr aquele livro em dia, vais conseguir um pacote de telemóvel mais económico. Tudo conta! Vender o que não se usa Desde aparelhos a roupa, passando por calçado e decoração, pensa em tudo que tens na arrecadação há tanto tempo que já podia dar para um almoço no Camboja. Truque: para o armário da roupa, experimenta pendurar as cruzetas com o gancho de lá para cá, daqui a um mês vais perceber quais são as que nem sequer utilizaste. Usar transportes públicos Se normalmente utilizas o carro, experimenta outras alternativas: transportes públicos, sistema de partilha de boleia ou mesmo caminha para onde possível. No final do mês vais sentir a diferença e se deixaste o ginásio, ir de bicicleta pode ser um bom substituto. Já não há desculpas, podes começar a poupar para a tua próxima viagem já hoje e, se realmente viajar é o que gostes, podes adoptar estes hábitos sempre, vais ficar surpreendido com o resultado. Autora: Flearound Mais artigos com dicas para viajar: • 7 mitos sobre viagens para esquecer de uma vez por todas • 15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo • O turismo e os animais: atrações a evitar • Truques para diminuir a tua pegada ecológica durante as viagens • Como planear uma viagem longa de forma independente

Ler mais
12 lugares a não perder na Ilha das Flores

12 lugares a não perder na Ilha das Flores

4 minutos de leitura

A Ilha das Flores, é a segunda ilha mais pequena do arquipélago açoriano, mas a sua beleza tão natural torna-a uma das ilhas mais bonitas dos Açores. Conhecida pelos seus vales e falésias verdejantes, pelas suas cascatas, pelos seus trilhos, pelo canyoning, pelas suas lagoas e pelas suas gentes, atrai vários turistas por ano, mas ainda é pouco conhecida, mantendo assim, o seu aspeto natural e a humildade do seu povo. Após teres organizado os teus voos para as Flores, certamente deves ter curiosidade em saber o que visitar e o que fazer numa ilha tão pequena, mas… será realmente assim tão pequena? É isso que vais descobrir agora. A IATI, líder na venda de seguros de viagem online, leva-te a contemplar esta ilha em estado quase puro e dá-te aqui as melhores dicas para que não percas um único recanto das Flores. O que visitar nas Flores? Santa Cruz das Flores É a vila principal das Flores e é nela que se encontram os principais serviços da ilha. Percorre o seu centro e a Igreja Matriz, visita o porto Velho e o porto das Poças, o posto de turismo, o museu da Fábrica da Baleia do Boqueirão e o Museu das Flores. São os museus imperdíveis, onde ficarás a conhecer a história e tradições desta pequena pérola do Atlântico. Conjunto das 7 Lagoas Na Ilha das Flores existem 7 lagoas, todas muito diferentes umas das outras, por isso, merecem serem exploradas! Estão todas localizadas na zona central da ilha e na mesma viagem é possível visitar as 7 Lagoas que tem nomes relacionados com as suas características: a Lagoa Funda, Lagoa Comprida, Lagoa Rasa, Lagoa Seca, Lagoa Branca, Lagoa Negra e a Lagoa da Lomba. Morro Alto É o ponto mais alto das Flores, tendo mais de 900m, e é daqui que se pode obter uma vista panorâmica da ilha, nomeadamente, das lagoas e dos vales verdejantes com as suas ribeiras. Piscinas Naturais Se és amante de banhos no mar e de snorkeling, nesta ilha encontrarás dois locais fantásticos para essas práticas: as Piscinais Naturais de Santa Cruz das Flores e a zona balnear da Fajã Grande. Cascata do Poço do Bacalhau A ilha das Flores é muito rica em cascatas, mas algumas são inacessíveis. Felizmente, não é o caso da Cascata do Poço do Bacalhau! Situada na bonita vila da Fajã Grande, esta cascata está acessível partir de um pequeno trilho. Contempla também a beleza da zona circundante, é sem dúvida, uma das zonas mais bonitas das Flores. Poço da Ribeira do Ferreiro O ex-libris das Flores! Após um pequeno, mas intenso trilho de 700m, de piso irregular, avistarás a falésia verde repleta de cascatas e a sua pequena lagoa. Aproveita para relaxar, respirar ar puro e apreciar as maravilhas da natureza! Aldeia da Cuada Hoje em dia, é um projeto de Turismo de Aldeia, mas é possível visita-la mesmo não estando lá hospedado. Aqui encontrarás 15 casas antigas de pedras basálticas, mas que ainda mantêm as suas características originais. Rocha dos Bordões É uma formação rochosa, considerada monumento natural e merece ser apreciada de vários ângulos. Mais uma vez, aprecia a zona circundante! Miradouros Por toda a ilha, existem imensos miradouros bem sinalizados, cada um mais bonito que o outro, portanto, tenta parar neles todos e não te esqueças da tua câmara fotográfica! Ilhéus Nas Flores, existem três ilhéus: o Ilhéu Maria Vaz – localizado em Ponta Delgada, o Ilhéu de Monchique – a ponta mais oeste da Europa e o Ilhéu Alagado – em Santa Cruz das Flores. Trilhos Pedestres Também conhecida e procurada pelos seus trilhos, a Ilha das Flores oferece 4 percursos pedestres para percorreres na ilha, e uma Grande Rota. Os trilhos são: Fajã de Lopo Vaz PRC4FLO, Lajedo – Fajã Grande PR2FLO, Miradouro das Lagoas – Poço do BacalhauPR3FLO e Fajã Grande – Ponta Delgada PR1FLO Neste momento, a Grande Rota tem a segunda etapa encerrada, mas poderás percorrer a etapa de Santa Cruz das Flores até Ponta Delgada. Ilha Do Corvo Dada a sua grande proximidade, não deixes de conhecer a ilha mais pequena dos Açores, com a sua beleza singular. Existem várias empresas privadas que te poderão lá levar e com certeza, será uma experiência única. Autor: Ricardo Couto, Gato Vadio

Ler mais
Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

4 minutos de leitura

As boleias são um dos meios de transporte prediletos dos viajantes de hoje em dia; seja pela adrenalina e pelo sentimento de aventura, pelo facto de se poupar dinheiro ou pela vontade de estar o mais próximo dos locais possível. Há inúmeras razões que levam os viajantes a trocar os meios de transporte convencionais pelas boleias, de tal forma que, cada vez mais, se tornou numa prática comum. Mas isto não é uma coisa de agora. Nos anos 70, era muito usual andar à boleia pela Europa. Há quem diga que estava ligado ao estilo de vida hippie e livre, outros justificam como “a forma mais barata e fácil de viajar na altura”. Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer O que é certo é que, com o passar dos anos, possivelmente por todo o medo criado em redor das boleias e pelo decréscimo dos preços das passagens aéreas, esta prática foi decrescendo, até recentemente. Esticar o dedo voltou a voltou à conversa, especialmente quando se tratam de viagens com pouco dinheiro. Se te queres aventurar à boleia pelo mundo, há algumas coisas a ter em conta. Segurança primeiro! Antes de tudo, convém teres um seguro de viagem internacional à tua medida que te deixe tranquilo/a quanto a determinados imprevistos. Durante a viagem, uma das coisas mais importantes é seguires os teus instintos. Se te sentires desconfortável, se o condutor não te inspirar confiança, sai do carro. Não tenhas medo de dizer que não ou de inventar uma desculpa. A probabilidade de voltares a ver aquela pessoa é muito baixa, senão nula. O teu bem-estar e segurança estão em primeiro lugar! Sê fiel a ti próprio/a, às tuas regras e aos teus instintos. O verdadeiro kit Tu não és a única pessoa que tem de se sentir confortável e confiante; o condutor também precisa de estar na mesma página. Procura não ter nada que te tape a cara como óculos de sol ou chapéu, e evita ter um ar desgrenhado (embora em viagem nem sempre seja fácil!). Manter o contacto visual é crucial. Não é obrigatório ter um cartaz com o nome da cidade, mas ajuda a estabelecer confiança e acaba por fazer uma espécie de triagem aos condutos, já que aqueles que pararem, em princípio, vão na mesma direção que tu. Escolhe o lugar certo O lugar adequado poupa-te tempo e dá-te mais segurança. Quando estás numa cidade desconhecida, por vezes pode ser complicado. Daí a criação, em 2006, do site hitchwiki, com o objetivo de ajudar todos aqueles que querem andar à boleia pelo mundo. Aqui poderás encontrar dicas de outros viajantes, em diversas línguas, sobre inúmeros países. A escolha do lugar certo, às vezes, pode ser relativa. Por norma, as saídas das cidades, fora dos centros urbanos, são uma escolha segura, tal como as bombas de gasolina ou as paragens de autocarros. Se decidires pedir boleia na estrada, tenta encontrar um lugar com bastante visibilidade e espaço para que o condutor possa parar em segurança. Em caso de dúvida, o melhor é procurares as rotas mais habituais e teres sempre um mapa contigo, físico ou utilizando uma app. Está preparado/a para esperar Se só agora é que vais experimentar andar à boleia, é natural que tenhas de esperar algum tempo. Tens de te habituar ao ritmo, apanhar os truques e sentires-te confortável. Mas acredita que com o tempo, vais ganhar prática! O importante é teres paciência. Leva um livro contigo, uma boa playlist ou um caderno para escreveres as tuas aventuras. Atenção às horas e à meteorologia Não é novidade nenhuma que é mais fácil e mais seguro pedir boleia durante o dia. Está atento/a às horas e evita esticar o dedo às escuras. Verifica a meteorologia para o dia seguinte; não sejas surpreendido/a por chuva repentina ou por um frio de rachar. Com um pouco de sorte, pode ser que os condutores tenham compaixão e te dêem boleia com rapidez. Mas não contes muito com o isso! O melhor é esperares até ao dia seguinte e ver se o tempo melhora. Mantém a vibe positiva Boa disposição gera boa disposição. O mesmo aplica-se à generosidade e simpatia. A atitude positiva vai conseguir-te mais boleias! Sentes-te pronto/a para te lançares numa aventura à boleia? Autor:

Ler mais
Seis locais imperdíveis em Valência: a cidade do sol

Seis locais imperdíveis em Valência: a cidade do sol

6 minutos de leitura

Há momentos que precisamos de fazer uma escapadinha e quebrar rotinas e nem sempre é fácil escolher o destino. Neste artigo trazemos-te uma sugestão, que temos a certeza que vais adorar. Valência é o destino que estás à procura. Uma cidade situada na costa mediterrânea espanhola, que dizem ter 300 dias de sol e uma temperatura média de 19 graus. Se vens visitar a Europa, recomendamos que contrates o seguro de viagem IATI Básico, com cobertura suficiente para qualquer imprevisto que possa acontecer! O que ver e fazer em Valência Valência é o destino perfeito para se visitar durante todo o ano. Nela podes encontrar: sol, mar e praia; uma cidade plana e cheia de opções de lazer; arte, cultura e muita história, combinadas com uma vida cosmopolita; boa gastronomia e muita movida. Deixamos aqui seis locais imperdíveis. Claro que não esgotam a beleza e energia desta cidade, mas passar por estes locais é obrigatório para se conhecer a polivalência da cidade de Valência e compreender um pouco da sua história. Centro histórico O ecletismo do centro histórico de Valência é o que torna charmoso e diferente. Se tivermos presente a diversidade de povos que dominaram a cidade ao longo da sua história – fundada pelos romanos em 138 a.C., passou para a mão dos muçulmanos em 711 e foi conquistada pelos cristãos em 1238 – é fácil perceber a diversidade de estilos arquitectónicos que encontramos. E por isso torna-se difícil escolher apenas um monumento. A sugestão é que te percas por lá porque entre ruas, ruelas e praças, encontramos construções majestosas e seculares. O que não deves perder? A Lonja de La Seda, que é um prédio gótico do século XV, hoje património da humanidade. A Catedral de Valência, na Plaza de la Reina, que é datada do século XIII e tem vários estilos arquitetónicos, do gótico ao neoclássico. Demora-te por lá. Senta-te um pouco a apreciar os detalhes e os entalhes na pedra e a ver as pessoas a pass(e)ar. O Palacio del Marquês dos Agua, um edifício do século XV, com uma fachada barroca toda esculpida em mármore alabastrino, que hoje é o Museu da cerâmica. Um deslumbre. A Plaza Redonda, uma das praças mais pequenas de Valência, foi construída em 1840 por um arquiteto valenciano. De uso exclusivo para peões, abriga várias lojinhas de souvenirs, restaurantes e bares. O périplo ao centro histórico não fica completo se não visitarmos as Torres de Quart e Torres de Serranos, monumentos emblemáticos, dos séculos XIV e XV, que formavam o que foi a muralha que rodeava a zona antiga da cidade. Situadas em lados opostos, elas contam-nos histórias de resistência. Os Mercados Valência tem dois mercados que merecem a tua visita: o Mercado Central e o Mercado de Colón. Bem diferentes, é verdade, mas cada um com os seus encantos. O Mercado Central é uma das principais obras do Art Nouveau valenciano. É um dos maiores mercados da Europa. Vende-se todo o tipo de alimentos entre os 300 comerciantes que ocupam as bancas. A mistura de aromas e cores torna a visita numa experiência para os sentidos. O Mercado de Colón é considerado uma jóia da arquitetura moderna. Atualmente é um espaço renovado de lazer, com restaurantes, bares e cervejarias, gelatarias, mercado gourmet e barraquinhas de artesanato e produtos regionais. Plaza del Ayuntamiento A Plaza del Ayuntamiento é uma praça moderna e movimentada, cercada por lojas, cafés e hotéis. Centro financeiro da cidade, onde está o Edifício Câmara Municipal. Um pouco mais à frente a Estació del Nord e Plaza de toros, que convivem lado a lado. O edifício da Estação é uma obra interessante. Inaugurada em 1917, a sua fachada tem elementos góticos e referências simbólicas à cidade, como o morcego ou os motivos vegetais, florais e as laranjas que homenageiam a indústria e agricultura valencianas. A praça de touros é uma das mais antigas de Espanha (construída entre 1850 e 1859), e faz lembrar o coliseu romano, onde o arquiteto se inspiração. Jardín de Turia O Jardín de Turia é considerado o maior jardim urbano da Espanha, um parque que se espreguiça por cerca de nove quilómetros. Foi construído onde era o rio Túria, que foi desviado para fora da cidade em 1957, devido às grandes enchentes. São quilómetros de jardins e parques onde foram construídos playgrounds, polidesportivos, campos para desportos diversos, pistas e circuitos para bicicletas e para runners. As pontes continuam lá para dar ainda mais charme. Faz o parque a pé ou de bicicleta, mas faz. Cidade das Artes e das Ciências A cidade das Artes e das Ciências é uma visita obrigatória. O complexo foi projetado por Santiago Calatrava e Félix Candela, e começou a ser construído em 1991. Tinha como grande objetivo promover o conhecimento das ciências, da natureza e das artes. Vidro, aço, cerâmica branca e azul, enormes espelhos de água, recriam uma cidade do futuro. Vais precisar de um dia inteiro. O complexo compreende o Museo de las Ciencias, o Hemisfèric, o Umbracle, o L’Àgora, o Palau de les Arts e o Oceanogràfic, que conta com 500 espécies marítimas divididas em ambientes distintos no planeta. Memorável e inesquecível, são as palavras que definem esta visita. Praias Apanha o metro e ruma até ao litoral. As praias têm uma luz imensa e uma grande extensão de areal, servidas de um complexo de bares e restaurantes. A Marina de Valência oferece uma paisagem moderna, onde a criatividade, a cultura e o empreendedorismo se expressam através da náutica e do desporto. Informações úteis Há voos low cost para Valência e o aeroporto fica muito perto da cidade, a cerca de 10 quilómetros. A melhor forma de te deslocares para o centro é apanhando o metro, que sai do interior do aeroporto. Ao chegar, ainda no aeroporto, pára no posto de informação turística. Dependendo do tipo de viagem/visita que pretendes fazer, a compra dos Valencia Tourist Card pode ser uma boa opção. Para quem quer calcorrear a cidade a pé, aconselhamos que fiquem alojados no Centro Histórico. Conhecer e explorar uma cidade implica provar as suas iguarias gastronómicas. Quem vai a Valência não pode deixar de comer a Paella valenciana, o prato típico e tradicional da região, que é feita com carne de frango e coelho, feijão-verde e açafrão. Experimentar a bebida da cidade, a Água de Valência, que de água só tem o nome, pois na realidade é uma espécie de sangria feita com cava, sumo de laranja, vodka e gin. Pela cidade é muito comum encontrar pequenas tendas de venda de uma outra bebida típica, a horchata. Uma bebida não alcoólica que é produzida a partir de um tubérculo, chamado chufa. Dizem que deve ser bebida fria e acompanhada por fartons, que é um bolo tradicional. Autores: Ir em Viagem Outros locais em Espanha a não perder: • Ruta del Cares: Pelos Picos de Europa • Experiências a não perder nas Ilhas Cíes • Las Médulas: A Rota do Ouro • Oasis Mini Hollywood • 5 locais do Sul de Espanha que te faltam descobrir

Ler mais
A Cidade Velha de Jerusalém

A Cidade Velha de Jerusalém

6 minutos de leitura

Ora bem, uma breve história de Jerusalém, assim para contextualizar a coisa. Vou reforçar, breve história. A história deste lugar é tão longa, com tantas variantes e com tantas personagens importantes, que é facílimo uma pessoa perder-se nela. Começando pelo início, assim como todas as boas histórias. A sua lenda inicia-se como cidade Jebusita, isto bem fundo na era a.C., sendo depois conquistada por David que fez de Jerusalém capital do Reino de Israel e Judah (como este momento há mais de 3000 anos ainda têm tanta influência nos dias de hoje). Após a morte do rei David, iniciou-se o reinado do seu filho Salomão, que construiu o famoso Templo de Salomão, que mais tarde deu lugar ao Templo de Herodes, do qual ainda sobrevive uma peça bem conhecida chamada Muro das Lamentações. Com a morte do Rei Salomão, o Reino de Israel e Judah divide-se formando dois reinos, o de Israel e o de Judah, ficando Jerusalém como capital do Reino de Judah. Pouco tempo mais tarde, a Assíria conquista o Reino de Israel, assim como Judah e Jerusalém, consequentemente. Depois existiu uma série que conquistas e reconquistas, com gregos e arquemênidas à mistura, até que por volta o ano 63 a.C. aparece o Império Romano na jogada. O general Pompeu Magno, que andava em guerra com Júlio César, conquistou vários territórios a Oeste de Roma, na esperança de reforçar o poder. Um desses territórios foi Jerusalém, que por volta do ano 40 a.C. passou a pertencer ao território, renomeado, de Judeia, como uma província romana. Por volta do ano 30 d.C., com Pôncio Pilatos como governador de Judeia, dá-se, muito provavelmente, o acontecimento mais “famoso” da história de Jerusalém, a crucificação de Jesus de Nazaré, mais conhecido como Jesus Cristo. Todos conhecemos esta história, não é? Agora vou acelerar. Jerusalém no início da era d.C. era uma cidade com inteiro traço romano, mas sempre muito contestada pelo povo judeu (conquistaram-lhes o território, dá para perceber a revolta). Entre mais uma revoltas e reviravoltas, e com Adriano como imperador romano, iniciou-se uma espécie de processo de judaização do território, proibindo todos os Judeus de entrar em Jerusalém. Esta proibição, com maior ou menor rigor, durou cerca de 8 séculos (muito tempo, não é?). No “reinado” de Adriano, a Judeia passou a denominar-se de Síria Palestiniana. Depois disto, e da marca do Império Romano, Jerusalém passou por diversas mãos e crenças. Foi Bizantina, Templária, Persa, Islâmica ou Otomana. Lugar de muito sangue e muitas batalhas, onde foram construídas, como camadas, diferentes culturas. Esse legado, embora a intenção de quem chegava de novo fosse destruir tudo o que ligava a cidade ao seu antecessor, foi permanecendo no tempo, a grande escala e bem visível como o Muro das Lamentações ou o Santo Sepulcro, ou em pormenores, normalmente escavados, de vestígios do inicio dos tempos. A história contemporânea de Jerusalém, isto nos últimos 100 anos, começou com a conquista da cidade pelos britânicos e com administração da cidade pela Palestina, vivendo, no início do séc. XX, em constantes divisões religiosas, entre Muçulmanos e Judeus. No ano de 1948, e já com os britânicos fora da jogada, Israel declara independência, fruto do fulgor conquistado com o final da 2a Grande Guerra Mundial. E tudo muda novamente. Em 1967, acontece a Guerra dos 6 dias, entre o recém criado estado de Israel e os estados vizinhos Árabes, com particular destaque para o Egipto. Israel conquista e ocupa Jerusalém, passando esta a ser a capital deste estado, e ao mesmo tempo, capital do futuro estado palestiniano. Situação que com maior ou menor discussão, se mantém até aos dias de hoje. Bem, por tudo isto, visitar Jerusalém é quase como uma viagem de uma vida, dada a importância histórica deste lugar. Quando me refiro a Jerusalém particularizo, sobretudo, a Cidade Velha de Jerusalém. Jerusalém é um tema que divide opiniões e gera discussões. Vou manter-me neutro e focar-me mais nas sensações e emoções, e claro, na grandeza histórica deste lugar inigualável. Era bem cedo quando entrei pela porta de Jafa. Uma das 8 portas da Cidade Velha. Isto em Outubro de 2018. E a cada passo, a já agitada mini cidade muralhada, parecia em silêncio. Sentia-me a entrar numa bolha, muitas vezes adjetivada em filmes de fantasia como universo paralelo. O que estava a viver, as pedras por onde caminhava, as muralhas que atravessara, eram reais. Mas sentia-me num filme que incorporava o conceito de viagem no tempo. O impacto visual é grande, mas esta viagem e consequentes emoções também são fruto de todas as milhares de histórias que ouvi sobre este lugar durante a minha existência. A gestão das expectativas nem se colocou, o lugar amarrou-me no primeiro segundo. A Cidade Velha, toda entre muralhas, está dividida em 4 bairros. O Cristão, o Muçulmano, o Judeu e o Arménio. Neles existem 3 crenças distintas. O Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo. Não é necessário placas a identificar os bairros. Tudo se vê e tudo se sente, com bastante clareza. Não procurei seguir um roteiro ou fazer um check em lugares obrigatórios. Sentia-me a navegar pelas ruas, quase como estar dentro de um labirinto, mas onde o objetivo não era encontrar a saída. Nesta “navegação” passei por todos os bairros. Toquei no Muro das Lamentações, estive no suposto local da Última Ceia, percorri todas as estações da Via Dolorosa, bebi um e comprei uns souvenirs no Bairro Muçulmano, comi um falafel no Bairro Arménio, fiquei, literalmente, fechado no Santo Sepulcro (apanhei uma procissão a meio da visita e fecharam todas as portas), percorri as ruas do Bairro Judeu, falei com pessoas de diferentes culturas e crenças, e naveguei, naveguei muito. Pelo presente e pelo passado. Já tinha estado em outros lugares religiosamente imponentes, mas nada comparado com Jerusalém. Existem muitos turistas, muitos peregrinos, muitos curiosos. Mas este não é um lugar imaculado ou transformado para turista ver. É um lugar real e quase que diria, transparente ou cru. E muito intenso. Não é uma peça de teatro, é uma história real. Sentia-me absorvido por tudo, por cada pormenor. Esta visão é muito cinematográfica, talvez eu seja assim, mas até me sentia fraco com o avançar do dia. Sim, parece quase a saga do Frodo com o seu anel (sim, estou a falar do Senhor dos Anéis). Não sou muito espiritual, sentia-me quase que apoderado pelo lugar. Apesar das expectativas serem muitas, e muito altas, tal como já referi, rapidamente foram superadas. Mas apesar disso, nada era como imaginava. O Santo Sepulcro é dos lugares mais frios e obscuros onde já estive. A minha ideia passava pelo universo de uma catedral graciosa. Mas lá está, foi quase como meter toda a mão na ferida. É um lugar transparente e sem folhetos turísticos. O Bairro Judeu e o seu muro famoso, é arrepiante. Não pela arquitetura, mas pelo choque cultural. Os judeus ultra-ortodoxos, são um povo diferente. Um diferença tão grande, que fugiu completamente às minhas expectativas. O Bairro Muçulmano parece uma teia, ao nível de um rolo compressor. É arrebatador e intenso, como em todos os países árabes, mas com algo de diferente que ainda não consigo definir muito bem. Apesar de todas estas diferenças, entre culturas e crenças, todos circulam pelos bairros uns dos outros. Não me parece que exista uma relação, mas parece-me que existe algum respeito. Já com a luz do dia a cair, voltei a sair pela porta de Jafa. Foi como a bolha rebentar e voltar a ouvir e ver. A “outra” Jerusalém, não a da Cidade Velha, é uma cidade cosmopolita. Mas a Cidade Velha, bem, essa é outro mundo. Tenho de voltar para viver tudo de novo. Mas desta vez mais preparado para o que vou encontrar. Talvez encontre mais respostas para as emoções recebidas. Crónica escrita por Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora Outras crónicas do Carlos Bernardo: • “Welcome to India” e a chegada a Trivandrum • Visitando La Valetta, Malta • O mercado semanal de Rissani • 10 dias em São Roque do Pico • A experiência de viajar de comboio pela Índia

Ler mais
Cinco coisas a fazer em Colónia

Cinco coisas a fazer em Colónia

4 minutos de leitura

A Alemanha é um país bastante diversificado no que diz respeito às experiências que oferece aos viajantes. E como na IATI sabemos que a riqueza de experiências é importante para ti, hoje sugerimos uma viagem a Colónia, em território alemão. No entanto, já sabes que deves viajar sempre seguro, por isso, para uma viagem de curta duração em países europeus nós recomendamos o IATI Escapadinhas. Cinco coisas a fazer em Colónia, Alemanha Vamos, então, às cinco coisas que tens MESMO de fazer quando visitares Colónia na Alemanha. Visitar os Reis Magos na Catedral de Colónia A construção da Catedral de Colónia começou em agosto de 1248 e só terminou seiscentos anos mais tarde! Vê bem, foram precisas várias gerações de construtores para que hoje possamos desfrutar desta magnífica igreja católica de estilo gótico! Foi declarada Património Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1996 e as duas torres têm 157 metros de altura. A Kölner Dom como é conhecida na língua alemã, está localizada no centro de Colónia, junto à estação de comboios, tem vistas para o Rio Reno e faculta visitas guiadas. Se quiseres visitar os Reis Magos só tens de entrar na catedral e dirigir-te ao altar mor. Acredita-se que os restos mortais dos Reis Magos estão depositados numa arca construída em ouro e prata que podes encontrar junto ao altar mor. Colocar um cadeado na Ponte Hohenzollern Quatro imponentes estátuas guardam a ponte: Friedrich III, Friedrich Wilhelm IV, Wilhelm I e Wilhelm II que surgem a cavalo. A tradição de os namorados colocarem nas grades da ponte um cadeado com os seus nomes e atirarem ao rio como a chave também é bastante popular em Colónia. Percebe-se perfeitamente pelo estado dos cadeados e pelas datas inscritas nos mesmos que esta é uma tradição antiga, por isso, se tens vontade, vai à Ponte Hohenzollern e coloca lá o teu cadeado! Ver como é feito o chocolate no Museu do Chocolate Há por aí amantes de chocolate? Sabias que o Museu do Chocolate em Colónia é um dos museus mais visitados na Alemanha? Pois é, e existem várias razões que justificam esta popularidade! O museu estende-se por três pisos e está organizado por secções. Podes conhecer a história do chocolate, desde a época dos olmecas, maias e astecas até aos dias de hoje, isto é, estão retratados neste museu mais de três mil anos de história! Também podes passear por uma estufa de vidro onde crescem as plantas do cacau e se não sabias, sim, o cacau é um fruto. O museu dispõe de um setor audiovisual onde poderás ver publicidades antigas de marcas de chocolate. E não podemos esquecer o ponto alto da visita que é a degustação do chocolate! Está instalada no Museu do Chocolate uma fonte de chocolate gigante, com cerca de três metros de altura e onde estão depositados duzentos quilos de chocolate derretido! Um funcionário do museu vai mergulhando bolachas no chocolate quente e oferece-as aos visitantes. Uma delícia! Se quiseres trazer chocolate para casa podes escolher algumas tabletes na loja ou, se preferires, podes optar por mandar fazer o teu próprio chocolate. Escolhes os ingredientes e já está, o chocolate é feito na hora. Visitar o Museu Ludwig Para desenjoar um pouco de tanto chocolate do museu anterior, o que achas de visitar um espaço de arte moderna? O Museu Ludwig alberga uma das maiores coleções de Picasso no continente europeu, além de obras de Andy Warhol e Roy Lichtenstein. Assim, se és um apreciador da arte do século XX, não podes perder a oportunidade de ver de perto estes trabalhos impressionantes. Passear na Rua Schildergasse Vamos a números: dizem que passam a cada hora na Rua Schidergasse cerca de treze mil pessoas, o que faz que seja uma das ruas mais movimentadas da Europa. A zona pedonal estende-se por quinhentos metros e é um autêntico centro comercial. Podes contar encontrar muitas lojas de roupa, artigos de decoração, souvenirs, cafés, restaurantes, artistas de rua, enfim, uma animação para todos os gostos. A nossa dica é que tenta evitar o impulso consumista, senta-se num café e observa as pessoas que circulam na Rua Schildergasse. Vais certamente ficar surpreso pela quantidade e diversidade de pessoas que ali se juntam: pessoas de todas as idades, de diferentes religiões, de cores de pele distintas, no entanto, a partilharem o mesmo espaço. Temos a certeza que estas cinco dicas te vão inspirar a visitar esta cidade alemã! Faz uma roadtrip pela a Alemanha, conhece a Baviera e dá um saltinho também a Colónia. E depois conta-nos como foi. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

Ler mais
Roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura

Roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura

8 minutos de leitura

Malásia e Singapura são dois países da região do Sudeste Asiático que muitos turistas têm atraído nos últimos anos. Se a Malásia é um país de misturas e contrastes dada a sua multiculturalidade, já Singapura é um país moderno e futurista, onde tudo parece ter saído de um filme. Contudo, desengane-se quem pense que Singapura é um país caríssimo para visitar. Em relação aos países vizinhos o custo de vida é bastante alto, mas em comparação aos países europeus Singapura é bastante acessível e bem mais barato do que cidades como Londres, Paris ou Berlim. Neste artigo desenhamos um roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura para explorar ambos os países. Mas antes demais não te esqueças de contratar um seguro de vida internacional para que possas viajar em segurança. O que ver em 10 dias na Malásia e Singapura O nosso roteiro começa na cidade-estado de Singapura, que visitarás durante 3 dias para depois viajares até à Malásia e desfrutares de 7 dias a descobrir o país e algumas das suas praias e ilhas. 3 dias – Singapura Singapura é uma das únicas três cidades estado do mundo e, portanto, é relativamente pequena pelo que 3 dias serão mais do que suficientes para a visitar. No primeiro dia sugerimos começar pela Fountain of Wealth, uma fonte situada no meio de um grande complexo empresarial. A 10 minutos a pé daqui fica o Esplanade, bastante famoso por receber inúmeros espetáculos de teatro. Ainda que não queiras assistir a nenhum espetáculo, vale a pena passar por aqui já que terás uma visão espetacular sobre o famoso hotel Marina Bay. Daqui segue em direção à Helix bridge que por sua vez te levará ao shopping do Marina Bay. Mesmo por trás deste estão os famosos jardins luminosos Gardens by the bay. Se quiseres assistir ao show de luzes noturnos, vale a pena confirmar o horário no site oficial. A entrada é gratuita mas se quiseres subir lá cima o preço do ticket será de 8 SGD (dólares de Singapura). Podes também comprar um outro ticket (28 SGD) que te dará acesso não só aos jardins, como a todo o complexo onde existem vários shows e atividades. De seguida, segue para a Waterfront street onde poderás ver o famoso leão Merlion, um dos cartões-postais de Singapura. Para o fim do dia sugerimos o Bar Cé La Vie para poderes relaxar e beber algo. Uma opção interessante para jantar poderá ser um dos restaurantes Michelin tão característicos de Singapura. No segundo dia sugerimos começar pela Little India, um famoso bairro com um estilo bastante diferente. Daqui continua para a Arab Street e deslumbra-te com a Sultan Mosque. Não te esqueças que, se quiseres entrar, deverás cobrir os joelhos e ombros. De seguida sugerimos que sigas até à famosa Hill Street, onde estão concentradas as maiores lojas de luxo de Singapura. Depois vale a pena descansar um pouco e beber algum refresco em Clarke Quay, uma zona de bares e restaurantes com uma vibe muito animada. Se ainda tiveres pernas para andar continua para a Chinatown e aproveita para jantar num dos muitos mercados noturnos conhecidos como Hawker Centres (os mais famosos são o Chinatown complex, Old airport road e Maxwell road). Para o terceiro dia sugerimos a ilha de Sentosa, onde a diversão será garantida. Aqui poderás desfrutar tanto de praias artificiais, saltos de para-quedas e até andar de teleférico. É também em Sentosa que fica o Museu Madame Tussauds e os Estúdios da Universal. Estes são alguns dos locais que recomendamos visitar em Singapura. Na restante parte do dia sugerimos que partas para Kuala Lumpur. Poderás fazê-lo diretamente de avião ou mesmo de autocarro já que existem autocarros a todas as horas a ligar ambas as cidades. A viagem fica por 15 SGD e dura aproximadamente 5h. 3 dias – Kuala Lumpur Kuala Lumpur é uma típica capital asiática. Porém, embora aparentemente confusa e cheia, é bem mais limpa e organizada do que Banguecoque ou Hanói. Para te moveres em Kuala Lumpur sugerimos que utilizes a opção Grab, similar ao uber. É simples, prático e bastante barato em Kuala Lumpur. Se queres descobrir mais informações sobre a Malásia, lê o nosso artigo sobre os 10 factos sobre a Malásia que desconhecias. O dia nesta cidade começa na zona moderna onde estão as tão famosas Petronas Towers. Em frente está um pequeno jardim com um chafariz onde poderástirar imensas fotos e tentar tirar uma fotografia com as torres completas, acredita que não será tarefa fácil já que estas têm 452 m de altura. Dentro do edifício existe também um shopping com uma enorme concentração de lojas de marcas de luxo. Do outro lado das torres fica o KLCC Park, um parque verde com um lago que convida também ao descanso. Poderás também subir ao topo das Petronas e deslumbrar-te com a vista desde lá de cima. Porém, uma opção também bastante fiável será optar por subir à KL Tower, pois não só fica mais barato, como também terás uma vista sobre as Petronas. Depois e para terminar o dia sugerimos um dos imensos Sky Bars onde poderás tomar uma bebida enquanto aprecias o pôr-do-sol do alto de Kuala Lumpur. Alguns dos mais famosos incluem o Heli Lounge Bar, Luna Bar e Marini’s on 57. De seguida segue para a Changkat Bukit Bintang, uma rua de bares e restaurantes bastante famosa. No segundo dia sugerimos que visites a zona mais antiga da cidade. Aqui incluem-se o Central Market onde poderás comprar imensos souvenirs. Logo a seguir fica a famosa Chinatown, também conhecida como Petaling street, com alguns templos chineses e também o templo hindu Sri Mahamariamman. Continua para a zona árabe onde encontrarás o famoso edifício do Sultão Abdul Samad, a antiga estação de comboios Jalan Sultan Hishamuddin a Dataran Merdeka, a principal praça da cidade onde foi proclamada a independência da Malásia. Por fim vale também a pena visitar a zona da Little India – Brickfields e jantar no mercado noturno Alor Street. No terceiro e último dia não poderás deixar de visitar as tão famosas Batu Caves. Estas situam-se a sensivelmente 13 km de Kuala Lumpur, no distrito de Gombak, mas o trajeto até lá de comboio é bastante acessível e utilizado pela maioria dos turistas. Para tal terás apenas de te deslocar à estação de comboios KL Sentral Station e apanhar o comboio Komuter na plataforma 3. A viajem durará em média 45 minutos e terás de sair na paragem designada por Batu Caves. 5 minutos de caminhada e estarás nas famosas escadas coloridas. Leva contigo uma garrafa de água pois tens à tua espera 272 degraus. 2 dias – Penang, George Town Neste roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura, a próxima paragem na Malásia será a cidade de George Town, onde poderás fugir um pouco à confusão e poluição das grandes cidades. George Town é uma cidade na ilha de Penang e a melhor forma de lá chegar será de avião desde KL já que os voos internos na Malásia são bastante baratos e muitas vezes mais acessíveis que os preços de autocarro. Outra opção poderá também ser de comboio ou autocarro. Aqui sugerimos que num dos dias aproveites a cidade de George Town, famosa pela sua Street Art. Afinal o seu centro histórico foi considerado Património Mundial pela UNESCO. O melhor será pedires no teu hotel um mapa da cidade, onde costumam estar assinalados os principais pontos com arte de rua. Passeando a pé pelo centro histórico acabarás também por passar por alguns monumentos históricos como o City Hall, Queen Victoria Clock Tower e Fort Cornwalls. A Malásia é um país multicultural, portanto é provável que tropeces a toda a hora em templos, igrejas e mesquitas. Os mais famosos em George Town são a Mesquita Kapitan Keling, a Catedral de Assunção e o templo hindu Sri Mahamatiamman. Vale também a pena visitar os Clan Jetties, o antigo bairro chinês que ainda sobrevive na ilha de Penang. No segundo dia sugerimos uma visita ao Parque Nacional de Penang, as paisagens são incríveis e há vários trilhos para fazer que terminam em praias paradisíacas. Embora seja uma ilha, Penang não tem praias atraentes em comparação com outras ilhas, mas acredita que estas valem a pena. O principal trilho dura cerca de 1h30 e termina numa fantástica praia deserta. Se não quiseres fazer o caminho de volta, poderás utilizar um taxi-boat para regressar. No final do dia assiste ao pôr do sol no Penang Hill e regressa depois à cidade. Sugerimos também que experimentes um dos muitos mercados noturnos como o Chulia Hawker ou o Padang Kota Lama. 2 dias – Langkawi (1ª opção praia) Por fim e como não poderia deixar de ser, reservamos dois dias da tua viagem para ficares pela praia. Langkawi é, a seguir a Penang, a maior ilha da Malásia e, portanto, tem várias estruturas de restaurantes, alojamentos e atividades. A melhor forma de cá chegar desde Penang será diretamente de avião já que Langkawi tem aeroporto. Aqui poderás tirar dois dias para relaxar na praia ou poderás também incluir algumas atividades como tours de snorkeling por algumas ilhas desertas ou mesmo fazer alguns trilhos. Um dos pontos altos de Langkawi é o teleférico, um dos maiores da Malásia que oferece uma visão panorâmica sobre a ilha e termina numa famosa ponte suspensa. Esta ilha é também conhecida por ser dutty free, o que pode atrair alguns turistas viciados em compras. Embora tenha mais estrutura e atividades, Langkawi não oferece praias paradisíacas como a Tailândia. Se estiveres à procura de um local calmo apenas para desligar a mente, continua para a próxima sugestão. 2 dias – Perenthian (2ª opção praia) As Perenthian são um conjunto de pequenas ilhas situadas na costa oeste da Malásia. As duas ilhas principais são Perenthian Besar, tranquila e mais adequada para famílias, e Perenthian Kecil, com um ambiente mais jovem e festivo. Ambas são praias de areia clara e com poucas infra-estruturas, já que aqui não circulam quaisquer veículos motorizados. Esta zona é também muito conhecida pela prática de mergulho já que assenta sobre uma zona de corais. Existem muitas escolas de diving na zona e é uma das principais atividades destas ilhas. Tirando isto aproveita estes dois dias para relaxar, beber um copo num dos muitos bares de praia e para assistir aos magníficos pores do sol. Que te pareceu este roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura? Antes de começares a tua viagem, recomendamos que faças uma Consulta do Viajante e tomes as vacinas recomendadas para viajar para o Sudeste Asiático. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from nowhere

Ler mais
Bundi, a pequena cidade mágica do Rajastão

Bundi, a pequena cidade mágica do Rajastão

4 minutos de leitura

A Índia é daqueles países que te surpreende a cada dia que passa. É um país gigante onde o idioma, a forma de vestir e algumas rotinas vão mudando conforme as regiões. Desde as praias calorosas de Goa, às montanhas nevadas do país, verás uma constante mudança de hábitos e tradições! De que estás à espera para preparar a mochila? Mas primeiro, não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem online e parte à aventura. O que ver e descobrir em Bundi A região do Rajastão é das mais famosas e mais interessantes de se visitar neste país. Bundi fica nesta região e mesmo não sendo nada turística, não podes deixar de incluir no teu itinerário. Neste artigo vamos escrever as melhores dicas para explorares os melhores sítios de Bundi. Garh Palace e Taragarh Fort É um dos muitos palácios reais do Rajastão. Desde o alto da colina e com uma vista espetacular para o lago da cidade, este é daqueles sítios que te vai fazer recuar aos tempos dos marajás e das suas múltiplas esposas. Sem dúvida, não vais querer perder este espetáculo arquitetónico. Como a maioria dos palácios, este também se encontra protegido por um forte imenso que vais perder de vista. Sukh Mahal Este monumento está construído no lago Jait Sagar. Ideal para um passeio ao fim da tarde para ver a sua beleza arquitetónica, construída maioritariamente por mármore branco. Sendo a Índia um país cheio de histórias e lendas, dizem que este monumento está ligado por um túnel secreto ao palácio do rei, assim este podia escapar em segurança em caso de ataque ao palácio. Também se ouve pelas ruas que o Sukh Mahal foi construído para que os príncipes da cidade pudessem exercer os seus rituais malignos. Nawal Sagar Tank Este é o lago principal da cidade que te oferece uma vista incrível do reflexo do palácio na água! É um sítio a não perder para ver e interagir com os as pessoas locais que aqui fazem a sua vida, rezas, rituais, lavam roupa, passeiam e convivem com a família e amigos junto do lago. Jait Sagar Tank Sendo o maior lago de Bundi, este tem uma curiosidade. Na altura mais quente da região, este lago fica completamente seco e os agricultores usam-no para o cultivo. Na altura de chuvas, este volta a ser o maior lado da cidade. Shikar Burj Se és daqueles que gosta de aproveitar bem o dia, este é o melhor sítio para aproveitar o nascer do sol. Está um pouco afastado do centro da cidade, mas não te vais arrepender. Este é um dos muitos templos abandonados do país. Dhabhai Kund – Stepwell Visitar os Poços de armazenamento de água, ou stepwells como são chamados na Índia, é obrigatório neste país! São obras arquitetónicas incríveis, onde antigamente armazenavam água para as alturas mais secas do ano. Bundi tem mais de 50 poços. Incrível, não é? Uns estão abertos ao público, outros fechados, uns servem de piscina e diversão para os miúdos e outros onde cobram entrada aos turistas. Um dos mais bonitos é o Dhabhai Kund. Fica perto do centro de Bundi e merece uma visita e admirar as suas centenas de degraus. Chudi Bazar Não há melhor forma de ver a vida dos locais e interagir com eles que ir a um bazar ou mercado local. É um local onde há movimento e vida todo o dia, tudo acontece ao mesmo tempo e é um autêntico mergulho na cultura da cidade. Se és um amante de mercados e produtos locais não percas este. Desde fruta, vegetais, comida de rua e vendedores ambulantes, roupa e animais. Deixa-te levar pela mistura de cheiros e cores, pela confusão e simpatia das pessoas de Bundi! Chouth Mata Mandir Este é um templo ainda em construção, mas que todos os dias há celebrações e rezas. Ao fim da tarde é uma boa hora para o visitar pois é quando a maioria das pessoas vão fazer as suas rezas e doações e podes ver o pôr do sol desde aqui. Cenotaph dos 84 pilares Mandado construir por um dos Marajás da cidade, é um sítio a não perder especialmente à noite quando está todo iluminado. Durante o dia também podes visitar, no entanto, este lugar é mais encantador à noite. Bundi é um pequeno tesouro perdido no Rajastão, cheio de história e sorrisos para oferecer. Caminhar pelas ruas sem destino e ver a forma simples e humilde que as pessoas vivem, é das melhores coisas que podes fazer nesta cidade. As pessoas têm muita curiosidade quando vêm um estrangeiro, pedem fotos e muitas vezes convidam-te para as suas casas a tomar o tradicional masala chai, que dizemos já que é delicioso. Ainda tens dúvidas que a Índia é um destino incrível e digno de uma visita? Não percas tempo e parte para esta aventura! E se estása pensar viajar pela Índia, não te esqueças de experimentar uma viagem num dos comboios indianos. Autores: The Globetrotter Duo

Ler mais
10 factos sobre a Malásia que não sabias

10 factos sobre a Malásia que não sabias

4 minutos de leitura

A Malásia é um país que muitas vezes passa ‘debaixo do radar’ no roteiro dos visitantes ao Sudeste Asiático. No entanto, este país maioritariamente muçulmano que divide o continente asiático da Oceânia, é um país cheio de personalidade, particularidades e natureza absolutamente incrível. Se decidires ires explorar essa natureza, aconselhamos-te a que não te esqueças do teu seguro de viagem e verifiques quais as vacinas recomendadas para a Malásia! Hoje trazemos-te 10 factos sobre este país único a não perder numa visita ao Sudeste Asiático que muito provavelmente não conhecias 10 factos desconhecidos sobre a Malásia Desde as montanhas imponentes, às florestas imensas e ilhas paradisíacas… a Malásia é palco de uma biodiversidade única no planeta. Podes encontrar espécies raríssimas, tais como, o tigre da Malásia (simbólico no país), plantas carnívoras e o icónico, mas fortemente ameaçado, orangotango de Bornéu. 1 – Grande multiculturalidade A Malásia é composta por 50% de Malaios, 23% Chineses, 7% Indianos e uma grande variedade de povos indígenas. Esta multiculturalidade apareceu nos tempos coloniais e originou um nível de inglês muito alto e uma tolerância religiosa por todo o país. 2 – Território dividido A Malásia é divida em 2 grandes territórios, a Malásia Peninsular e a parte norte da ilha de Bornéu e centenas de pequenas ilhas. Bornéu é uma ilha partilhada com a Indonésia e Brunei que depois da Gronelândia e da Nova Guiné é a terceira maior ilha do mundo! 3 – As maiores torres gémeas do mundo Petronas Towers situadas na capital Kuala Lumpur são o 6º edifício mais alto do mundo e, depois dos ataques do 11 de Setembro, tornaram-se as torres gémeas mais altas do mundo. Estas torres estão ligadas por uma ponte no 41º andar. 4 – Não existe ‘4º andar’ O som da palavra ‘quatro’ é semelhante à palavra ‘morte’ em chinês e por isso existem muitos edifícios sem 4º andar. Passam directamente do 3º para o 5º ou então é substituído o 4º andar pelo 3ºA. Curioso, não? Portanto em algumas zonas da Malásia este artigo só teria 9 pontos e este ponto não existiria. 5 – A maior flor do mundo Rafflesia é a maior flor do mundo e pode ser encontrada pelas florestas da Malásia. Esta flor pode medir até 1 metro de diâmetro e pesar até 10 kilos. Alguns locais chamam-lhe a flor-cadáver ou flor-carne pelo odor nauseabundo que emite. 6 – … e a maior folha do mundo! A maior folha do mundo também vive na Malásia. Alocasia Macrorrhiza pode ser encontrada na ilha de Bornéu e medir até 3 metros de comprimento e 2 metros de largura. 7 – Um feriado diferente O dia do nascimento do chefe de estado do país (também chamado de rei) é feriado nacional. 8 – Uma das maiores populações das maiores serpentes venenosas do mundo A Malásia tem uma das maiores populações da cobra-real que é a maior serpente venenosa do planeta. Esta espécie de serpente, que pode medir mais de 5 metros de comprimento, está ameaçada por destruição do seu habitat. 9 – A maior gruta do mundo A maior gruta do mundo é também em território Malaio na ilha de Bornéu. A gruta Sarawak tem mais de 700 metros de comprimento e dizem que cabe um avião Boeing 747 lá dentro. Consegues imaginar?! 10 – E claro… a maior rotunda do mundo! A maior rotunda do mundo é em Putrajaya, a capital administrativa da Malásia. Esta rotunda mede mais de 3,5 km de diâmetro e no meio tem edifícios icónicos da cidade e até uma mesquita! Claramente o povo Malaio tem um orgulho muito grande e faz questão de ser os maiores em muita coisa! São certamente factos impressionantes e que tornam este país tão único na Ásia e no mundo! Infelizmente também são dos maiores produtores de óleo de palma o que ameaça muito da sua natureza, mas torcemos para que isso mude para que a sua biodiversidade prospere. Esperemos que estes factos tenham colocado a Malásia na tua bucket list. A verdade é que é um sítio no planeta que merece muito a tua visita Muita da bela natureza da Malásia é também perigosa. Se decidires explorá-la, não arrisques e viaja seguro com a IATI Seguros! Autor: TravelB4Settle

Ler mais
Como preparar a tua mochila para o Gap Year

Como preparar a tua mochila para o Gap Year

4 minutos de leitura

Se tomaste a decisão de fazer um gap year e agora chegou a fase de preparar a mochila, deves estar a pensar “Se às vezes fazer a mala para umas semanas de férias é difícil, para um ano de viagem então…”. Deixa-nos dar-te uma novidade: fazer uma mala para um gap year é mais fácil do que parece. Vais estar a viajar durante um bom número de meses e depressa vais aperceber-te de que tudo aquilo que colocaste em cima da tua secretária para levar na viagem não cabe dentro da mochila. Vais ter de repensar em tudo. O único objeto que recomendamos que não deixes de lado é o seguro internacional de saúde! É algo que deves ter sempre em conta e que vai sem dúvida ajudar-te no caso de precisares de algum médico. Como preparar a mochila para o Gap Year Para que nada te escape, o ideal é fazeres uma lista de itens. Aqui deixamos-te com algumas coisas que não podes mesmo deixar de fora: Documentos e dinheiro • Passaporte e Cartão de Cidadão e respetivas fotocópias; • Carta de Condução e fotocópia; • Cartão Europeu de Saúde (se viajares dentro da Europa); • Cartão de crédito e débito; • Cartão de estudante (para descontos); • Dinheiro (dólar é a moeda mais universal); • Seguro de viagem; • Passagens aéreas; • Vistos. Roupa, sapatos e outros acessórios Quando começares a fazer a mala vais querer meter dezenas de pares de meias, camisolas e calças… Mas o espaço é finito e não te esqueças que existe sempre a possibilidade de lavar a roupa em lavandarias self service por todo o mundo! Aposta pela diversidade em vez de quantidade, para estares preparado para qualquer situação. Clima quente • Roupa interior; • T-shirts e tops; • Casaco ou camisola quente; • Calças e calções; • Leggings ou calças de desporto; • Meias; • Fato de banho; • Impermeável; • Calçado confortável; • Chinelos; • Cinto; • Óculos escuros; • Chapéu ou boné; • Pijama. Em caso de clima frio, acrescenta: • Camisolas quentes; • Casacos; • Cachecol; • Luvas; • Gorro; • Meias quentes. Dica: Inclui um conjunto smart casual para situações inesperadas. Nunca sabes as oportunidades que podem surgir em viagem! Higiene Acontece o mesmo que com a roupa, não precisas fazer contas e levares champô e pasta dos dentes suficiente para um ano! Leva frascos pequenos e quando for necessário podes comprar mais sem problemas! • Escova e pasta de dentes; • Escova de cabelo ou pente; • Creme hidratante; • Desodorizante; • Perfume; • Gel de banho, champô e amaciador; • Toalhitas; • Lenços de papel; • Pinça; • Cotonetes; • Gilete; • Corta-unhas; • Produtos de higiene feminina. Dica: Sabão azul e branco é uma excelente opção para lavar a loiça, lavar a roupa e para aplicar na pele e no cabelo. Tecnologias • Telemóvel; • Bateria portátil; • Máquina fotográfica; • Computador ou tablet; • Auriculares; • Carregadores; • Adaptador universal; • Ficha tripla. Farmácia • Medicamentos para a dor de cabeça, diarreia, alergias e enjoos; • Antibiótico; • Primeiros socorros; • Repelente; • Pensos rápidos; • Creme para queimaduras; • Desinfectante; • Protetor solar e aftersun. Dica: Marca uma consulta do viajante com alguma antecedência para saberes se precisas de tomar alguma vacina e que cuidados deves ter nos locais por onde vais passar. Outros • Mochila pequena para o dia-a-dia; • Caderno e caneta; • Livro; • Kit de costura; • Sacos; • Elásticos; • Tampões para os ouvidos; • Saco de cama e lençol-saco; • Tenda, lanterna e corda (se fores acampar); • Isqueiro; • Cadeado; • Talheres desdobráveis; • Cantil; Esta lista vai ajudar-te a que não te esqueças de nada. Se leste até ao final, reparaste que aqui estão apenas os essenciais. Isto porque, se há coisa que te tens de lembrar no momento de elaborar a mala é que tudo aquilo que não levares, podes comprar no destino. A maior parte dos gappers leva mochilas muito vazias, apenas com aquilo que é verdadeiramente necessário. Lembra-te também de que vais lavar a tua roupa semanalmente ou quinzenalmente, o que significa que terás sempre roupa lavada para usar. Quanto mais roupa colocares na tua mochila, mais peso terás de carregar todos os dias. O ideal é que a tua mala não tenha mais do que 12kg. Nós sabemos, parece pouco e, na verdade, é! Vais descobrir que, em viagem, não tens as mesmas necessidades do que no teu dia-a-dia. Neste caso, menos é mais; mais facilidade em mover-te, mais descanso para as tuas costas, mais espaço para souvenirs e mais energia para explorar e tirar partido do teu Gap Year! Há uma grande probabilidade de colocares demasiadas coisas na tua mala, especialmente se esta é a tua primeira viagem. Não há problema! Podes deixar coisas pelo caminho. Com a experiência vais dar-te conta de que cada vez consegues viajar com menos. Para além das soft skills, fazer malas cada vez mais pequenas é outra das lições que aprenderás com o Gap Year! Atenção: Esta lista é apenas para te guiares. A lista é grande e cobre bastantes itens, mas não significa que tenhas de levar tudo aquilo que aconselhamos e não garantimos que não nos tenha escapado nada! Autor: Gap Year Portugal

Ler mais
Ruta del Cares: Pelos Picos da Europa

Ruta del Cares: Pelos Picos da Europa

4 minutos de leitura

A Ruta del Cares esta localizada no Parque Nacional dos Picos da Europa, em Espanha, mais precisamente entre a aldeia de Caín e Poncebos. E o que torna este trilho um dos mais emblemáticos e bonitos do mundo? Pois bem, um caminho de 12 km escarpado numa montanha, entre desfiladeiros, vistas vertiginosas e a natureza sempre presente. São motivos suficientes para te fazer sonhar? Não te esqueças que até nos sonhos pode haver quedas. Por isso arrisca em segurança e contrata o seguro de viagem perfeito e que se adequa a aventureiros como tu. Como foi criada a Ruta del Cares? Entre 1916 e 1921 mais de 500 homens foram encarregados de abrir um caminho na montanha que serviu para construir um canal de alimentação da central hidroelétrica de Camarmeña-Poncebos. A parte trágica desta construção foi que cerca de 11 desses construtores faleceram. Mais tarde, entre 1945 e 1950 foram realizadas melhorias que permitiram transformar este caminho num trilho percorrido agora por milhares de apaixonados pela natureza e as suas maravilhas. Para quem se está a iniciar no mundo dos trilhos não precisa ter receio, é um trilho bastante acessível a qualquer pessoa, só é necessário não ter vertigens e estar pronto para caminhar 12km para um lado e mais 12 para o outro, num total de 24km. Onde começar o trilho? Existem duas opções: iniciar o trilho na aldeia de Poncebos ou na aldeia de Caín. Para quem começar em Caín, não terá que descer até Poncebos e voltar a subir cerca de 3km, a subida mais ingreme e difícil de todo o trilho. Mas quem iniciar o caminho em Poncebos não se vai livrar da subida, mas fará o trilho na sua totalidade e podes acreditar que será uma experiência inacreditável. Assim sendo, aconselhamos-te a que comeces o trilho em Poncebos e desfrutes desta experiência na sua totalidade. Iniciando em Poncebos podes deixar o carro mesmo na aldeia e seguir até Caín durante 12km. Quando chegares a Caín vais poder molhar os pés na água gelada do rio Caín, o que te vai dar força para a viagem de volta. Em Caín poderás também comprar um cajado, comer num restaurante e recuperar para a volta. Se estiveres disposto a pagar 100€ podes voltar de táxi para Poncebos. São cerca de 100km pela estrada. Ao longo deste fantástico trilho vais poder encontrar uma companhia bastante agradável, mas uma quanto perigosa, as cabras. Estes animais vão estar ao longo do trilho muitas vezes em locais que parecem impossíveis e atentos aos turistas que estão a comer. Por isso tem cuidado se elas perceberem que tens comida podem saltar e levar a quedas. Recomendações práticas • Calçado confortável, • Roupa adequada incluindo um corta vento, • Snacks e água adequada à época; • Cuidado com as cabras (evitar dar comida); • Câmara fotográfica para registar todos os momentos; • Atenção durante o trilho, evitar correr ou movimentos bruscos durante o caminho; • Se pretendes almoçar em Caín reserva algum tempo devido às filas de espera; • Protetor solar, chapéu; • Cuidados redobrados com as crianças. O que não podes perder no Parque Nacional dos Picos da Europa • Fuente Dé: Sube no teleférico todo vidrado a 1823 m de altitude em apenas 4 minutos e aproveita as vistas para a montanha. Se fores no inverno, podes aproveitar as atividades na neve ou fazer o Trilho Puertos Aliva • Lagos de Covadonga: Vais poder encontrar o lago Enol e o lago Ercina que são lagos glaciares localizados no cimo de uma montanha com vistas arrebatadoras. Se tiveres oportunidade podes ficar alojado no refúgio Vega de Enol e desfrutar de uma verdadeira experiência de montanha; • Santuário de Covadonga: Um santuário no cimo da montanha com uma igreja escarpada numa gruta, uma deslumbrante construção que é procurado por religiosos e curiosos; • Mirador del Tombo: Um miradouro localizado num local privilegiado que permite ver a montana de baixo para cima e ler num painel os relevos da montanha. • Mirador del Fito: Localizado a 20km da cidade de Cangas de Onis é possível encontrar um miradouro com vista a 360º que nos faz viajar entre a montanha e a praia. • Sotres: Considerada a aldeia mais alta dos Picos da Europa, a cerca de 1050m de altitude tem acesso apenas de carro por uma estrada sinuosa, por isso sê prudente. Aqui vais poder encontrar aquele que é considerado o melhor queijo dos Picos da Europa, o queijo Cabrales que é maturado em cavernas naturais. E se gostas de natureza e de trilhos em Parques Naturais, aconselhamos-te a conhecer as 10 cascatas imperdíveis do Gerês! Autor: Tworistas

Ler mais