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5 Motivos para visitar Moçambique

5 Motivos para visitar Moçambique

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Moçambique é um país africano na costa do Oceano Índico, cuja capital é Maputo e onde a língua oficial é o Português. Um país multicultural cheio de contrastes, onde a população local se divide entre indígenas (50%), cristãos (30%), muçulmanos (20%), e muitos emigrantes de todo o mundo que vão para lá trabalhar. A costa leste de Moçambique tem mais de 1000 km de extensão, uma atração fantástica para mergulhadores, pescadores, marinheiros e amantes da praia. Para além da arquitetura e relíquias do colonialismo que se encontram no continente, Moçambique também preservou o seu património cultural africano, que pode ser experimentado através da tradição, música e gastronomia. Acrescente a esta arquitetura de estilo colonial, uma vida noturna agitada, uma mistura cultural fascinante e vastas extensões de florestas. Descobrir essas atrações nem sempre é fácil, mas é infalivelmente gratificante. Traz contigo paciência, uma tolerância para longas viagens de autocarro, um pouco de experiência em viagens, senso de aventura, e mergulha na jornada da tua vida. Para esta viagem aconselhamos que leves um seguro de saúde internacional premium, como o seguro IATI Estrela. Moçambique tem em várias zonas Malária, e vais querer ir protegido da melhor forma. 5 Motivos para visitar Moçambique Este enigmático país do sudeste africano está longe da maioria dos mapas de viajantes, mas tem muito a oferecer àqueles que se aventuram por aqui: longas praias com dunas, palmeiras frescas, águas azul-turquesa abundantes em cardumes de peixes coloridos, corais bem preservados, arquipélagos remotos no norte, surf no sul e divertidos barquinhos com velas ondulantes. Vamos lá? A viagem Moçambique é para viajantes. É um país que exige determinação para viajar. No entanto, a recompensa supera qualquer aborrecimento que possamos ter de ultrapassar. É um destino que te deixa a planear o regresso, antes mesmo de cruzares a fronteira. Viajar por Moçambique por alguns dias, deixa-nos logo com a resposta ao porquê do Turismo não estar desenvolvido, apesar da sua beleza natural. Moçambique é um dos países mais pobres do mundo. Tem os seus problemas, como a falta de infraestruturas, transportes públicos, corrupção policial e as preocupações de segurança associadas a um país em desenvolvimento. No entanto, com uma mente aberta e um pouco de bom senso, viajar por Moçambique é certamente um dos pontos altos da vida de muitos viajantes. Sem um veículo 4X4 é impossível viajar pelo país, pois as estradas são maioritariamente de areia, e convém ter prática a conduzir nestes terrenos. Não se assemelha em nada a conduzir na nossa cidade. Nunca se sabe onde está o próximo posto de combustível. Questões como estas podem testar a tua paciência e determinação, mas isso apenas aumenta o charme do país. A vida é uma aventura, certo? O marisco fresco África pode ter a vida selvagem e paisagens, mas quando se trata de alimentação, em muitos países pode ser muito insossa. Em Moçambique, não é o caso. A influência portuguesa e malaia combinada com frutos do mar frescos fizeram alguns dos mais saborosos pratos do mundo. Até mesmo os pratos mais básicos são vibrantes e saborosos. Todos os dias vais poder saborear lagostas, caranguejos apimentados e quantidades infinitas de camarões. O local e o prato mais famoso é o Matapa, uma deliciosa mistura de folha de mandioca, coco, amendoim, e marisco. As praias Sabes quando estás na praia e alguém coloca a toalha a um metro da tua? Isto não vai acontecer quando visitares Moçambique. Na verdade, podes nunca ver outra pessoa em algumas das praias. As praias de Moçambique são deslumbrantes e isoladas, que se estendem por muitos quilómetros e são absolutamente intocadas. Sentado na costa vais sentir-te pequeno, e é o lugar perfeito para relaxar longe de tudo. Esses litorais intocados proporcionam alguns dos melhores lugares para os amantes do mergulho e snorkeling e observação da vida marinha do mundo. Vida Marinha A guerra civil de 21 anos em Moçambique matou grande parte da vida selvagem do país. Infelizmente, o que resta agora são apenas os majestosos elefantes africanos, muito graças à forte proteção local e, alguns leões espalhados pelos parques nacionais. O que Moçambique não tem em animais terrestres compensa, com a vida selvagem marinha. Além dos poucos barcos de arrastão chineses que patrulham as águas, não há muito na forma de pesca comercial, deixando uma incrível vida marinha em toda a costa. Tofo é sem dúvida um dos melhores lugares do mundo para ver a vida marinha Moçambicana. Podes ter um dos melhores dias da tua vida ao nadar com tubarões-baleia, raias gigantes e tubarões-martelo. O arquipélago arenoso de Bazaruto, que abriga Dugongos (mamífero parecido com o peixe-boi), centenas de espécies de peixes, estrelas-do-mar e flamingos. Os sorrisos Moçambicanos Há muitos países hospitaleiros e sorridentes em África, mas nenhum se destaca tanto como Moçambique. Não há muito atrito entre os moradores e turistas, especialmente no sul, onde o ambiente é muito mais descontraído. A hospitalidade, os sorrisos e o interesse que os moradores locais demonstram proporcionam, é uma experiência notável neste país. E enquanto está em Moçambique, não te esqueças de visitar o Parque de Gorongosa, um dos 5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África. Bons Passeios! Autores: Onde andam os Duarte?

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6 Destinos Imperdíveis em Marrocos!

6 Destinos Imperdíveis em Marrocos!

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Marrocos é um destino muito diferente do que estamos habituados por aqui, marcado por uma cultura e belezas naturais ímpares. Não temos dúvidas de que esta fascinante viagem surpreenderá qualquer viajante. Antes de embarcares, não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem com a IATI para poderes viajar tranquilamente e desfrutares ao máximo da tua estadia no país! 6 destinos a não perder em Marrocos Recomendamos também que leias o nosso artigos sobre o que precisas de saber antes de viajar a Marrocos para que o possível “choque cultural” seja uma experiência agradável e não intimidante. Lembra-te que Marrocos é um país muçulmano e que algumas regras poderão ser diferentes das que conhecemos. 1. Marraquexe Conhecer esta cidade é fundamental para iniciares a tua imersão na cultura marroquina! Reserva pelo menos 2 dias para Marraquexe e perde-te pelas vibrantes lojas dos souks, visita o Palácio Bahia, os coloridos Jardins de Majorelle, a icónica praça Djemaa El Fna, admira a arquitetura da Madraça Ben Youssef e a história do Museu de Marraquexe. Lê mais detalhes sobre cada um destes fascinantes lugares no nosso artigo com o roteiro completo por Marraquexe! Depois de conheceres os principais pontos de Marraquexe, continua a viagem com um grupo e guia e admira as belezas do interior do país! 2. Ouarzazate A caminho de Ouarzazate, o vilarejo de Ksar Aït Ben Haddou é uma visita a não perder: considerado um oásis no meio do deserto, por haver um riacho e alguma vegetação à volta, desperta a curiosidade de um grande número de turistas diariamente. O que impressiona os visitantes é que as casas são construídas com tijolos artesanais, feitos localmente com uma mistura de pedra, barro e palha. No telhado, são usados tijolos de barro e palha, para que não sejam tão pesados. Com estes materiais de construção, as casas do vilarejo necessitam de uma manutenção frequente, visto que suas estruturas se desgastam com o passar do tempo. Outro detalhe interessante é que a vila já foi usada como cenário em diversos filmes e séries, como Indiana Jones, Gladiador, A Múmia, Game of Thrones e muitos outros. De certeza que te lembras de a teres visto na televisão! Por falar em cinema, aproveita também para te juntares a uma visita guiada ao Atlas Film Studio, em Ouarzazate. É uma excelente oportunidade para explorar o cenário (feito de gesso e esferovite) de diversos filmes e sentires-te uma personagem de Ben Hur, Asterix e Obelix, Gladiador ou Babel! Que papel gostarias de representar? 3. Montanhas Atlas Quem pensa que a paisagem de Marrocos é só marcada pelo deserto do Saara está muito enganado! Imaginavas que também existiriam montanhas rochosas altíssimas, cujos picos chegam a ficar cobertos por neve?! A Cordilheira do Atlas estende-se por quase 2400 km, atravessando o território de Marrocos, da Argélia e da Tunísia, e atinge uma altura de 4167 metros no seu ponto mais alto. Apesar das muitas curvas da estrada, ficarás encantado com a diversidade natural e a imensidão da cordilheira, que ganha um charme especial quando a neblina cobre o vale! 4. Merzouga A experiência de andar de camelo, acampar no Deserto do Saara, fazer sandboard nas enormes dunas de Merzouga e observar o céu estrelado, bem como o pôr e o nascer do sol, é absolutamente única e inexplicável! Não deixes de reservar um dia para este tour! Estes passeios costumam incluir refeições típicas, como os deliciosos tajini, cuscuz e naan, e são acompanhados pelo tradicional chá marroquino. Não percas a oportunidade de experimentar a gastronomia marroquina e conversar com cidadãos locais! 5. Tinerhir Além de conhecer este vilarejo, visita também os impressionantes desfiladeiros o belo oásis de Todra, com o seu rio e um vasto palmeiral, que trazem vida e cor à região. As Gargantas do Todra chegam a uma altura máxima de 160 metros e, em algumas partes, a sua largura é de apenas 10 metros. Nas estações chuvosas, os caminhos podem ficar inundados, então, se Tinerhir e as Gargantas do Todra estiverem no teu roteiro, pesquisa as condições climatéricas da zona antes de organizares a tua visita! Essaouira é uma belíssima e sossegada cidade litoral, com paisagens que ainda não forma exploradas em excesso pelos turistas. Depois de teres viajado tanto e teres conhecido outras cidades incríveis, aproveita os teus últimos dias em Marrocos para descansar destas intensas férias e desfrutar da tranquilidade das praias de Essaouira! Se ainda tiveres mais dias para explorar Marrocos, parta rumo ao norte e aproveita para conhecer Casablanca, Rabat, Fez e a carismática e azulada cidade de Chefchaouen. Ou se preferires, ruma a sul e descobre o mercado semanal de Rissani do qual nos falou o Carlos Bernardo numa das suas estórias pelo Mundo. Boa viagem! Esperamos que desfrutes desta aventura tanto quanto nós! Depois de leres este artigo, temos a certeza que ficaste com vontade de conhecer o país e passar pelo menos uma semana em Marrocos. Mas… Se estás de férias no sul de Espanha e só tens um dia livre para visitar o país magrebino, aqui está um artigo que te poderá ajudar a planear a tua visita de um dia por Marrocos. Não há desculpas, Marrocos merece ser visitado! Autora: Amanda sem Fronteiras

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10 Experiências a não perder na Ilha do Sal, Cabo Verde

10 Experiências a não perder na Ilha do Sal, Cabo Verde

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Com curiosidade em saber o que não podes perder na Ilha do Sal em Cabo Verde? Vem daí! Quando ouvimos falar em Cabo Verde a primeira imagem que nos ocorre é a de praias com água quente e um areal a perder de vista. Mas há muito mais para não perder. Antes de mais nada, quer estejas a pensar passar os dias à beira mar, ou passear pela ilha, não te esqueças que é fundamental contratar o teu seguro de viagem. Contacte-nos e informa-te sobre qual o seguro mais adequado à tua viagem. 10 experiências que não perder na Ilha do Sal Há mais para ver e fazer na Ilha do Sal para além das praias e de ficar deitado na toalha a apanhar sol. Deixamos-te 10 experiências que podem tornar a tua estadia na ilha ainda mais interessante. Praia de Santa Maria A Ilha do Sal é também a ilha do vento. E se queres passar uns dias à beira mar, a praia de Santa Maria é a menos ventosa porque tem a cidade a fazer de barreira. O mar nesta praia também é de um azul turquesa mais intenso. A não perder mesmo. Povoação e Pontão de Santa Maria Fazer um Passeio na Vila de Santa Maria e uma visita ao Pontão, são duas experiências que não podes perder se queres ter uma visão do dia-a-dia dos habitantes locais. No Pontão juntam-se pescadores, turistas e muitas crianças. É daqui que partem barcos de pesca, e os barcos que fazem os passeios turísticos. Por volta das 10 horas da manhã podes ver pescadores a prepararem as redes de pesca e outros pescadores e mulheres a prepararem o peixe. Este é o cenário perfeito para umas fotos fantásticas. Aqui assiste-se ainda aos saltos das crianças para a água. Enquanto outras vendem búzios. Salinas de Pedra Lume (Boiar nas salinas) As salinas deram o nome à ilha devido ao papel importante que tiveram na extração do sal, e da importância deste último na economia da ilha. Hoje em dia é possível tomar banho nas salinas. Devido à elevada concentração de sal na água é impossível ir ao fundo, e difícil mesmo vai ser saír da água, pois voltar a colocar os pés no chão não vai ser tarefa fácil. A entrada é paga, e se quiseres tomar banho de água doce nos balneários depois do banho nas salinas tens de pagar um valor à parte, que não está incluído no preço do bilhete para entrar nas salinas. Ao entrar no mar tens de ter muito cuidado para evitar a água salgada nos olhos. No fim da visita vais ficar com o corpo cheio de sal! Ver os Tubarões na Baía da Parda E se te disséssemos que podes ter uma experiência com tubarões? Na Baía da Parda vais ter a oportunidade não só de ver, como de estar muito perto deles. Os tubarões-limão. Aqui convém alugares uns sapatos de borracha para entrares na Baía. O chão rochoso faz com que seja preciso andar com cuidado até ao ponto onde se conseguem ver os tubarões. Atenção que podes vir a estar dentro de água com os tubarões! É certo que vais ter a água pelos joelhos, e os maiores não nadam em águas tão baixas, mas os mais pequenos sim. A água na Baía da Parda é muito quente. Miragens em Terra Boa É em Terra Boa que fica o bairro mais pobre da ilha. Há uma associação, que se chama AACTB, Associação Apoio a Crianças em Terra Boa e é um projeto independente de assistência à infância na ilha cabo-verdiana de Sal. Se quiseres levar alguns bens como roupa de criança, fraldas ou comida não perecível, podes entregar na AACTB que acolhe crianças enquanto os pais vão trabalhar. Em Terra Boa a paisagem é árida e não existe vegetação, além disso a sensação é que estamos no deserto. E até temos direito a miragens. Buracona A Buracona é uma piscina natural, no meio das rochas. Estas rochas são de origem vulcânica e a força do mar permitiu a formação desta piscina natural. A entrada para a Buracona é paga, e tens de seguir um conjunto de regras, uma vez que é uma zona protegida. E por forma também a garantir a tua segurança. Olho azul O Olho Azul fica na zona das piscinas naturais e é uma gruta com água, onde o reflexo do sol na água parece um olho de um azul intenso. Por outras palavras, podemos considerar uma das experiências a não perder na Ilha do Sal em Cabo Verde! Vila de Palmeira Palmeira é uma vila piscatória e onde fica o principal porto da Ilha. É através do porto de Palmeira que entram a maioria dos produtos consumidos na ilha. Espargos Espargos é a capital da Ilha do Sal. E é onde se concentram a maioria dos serviços. O aeroporto internacional Amílcar Cabral fica a poucos minutos. Murdeira Por último, mas não menos importante temos a Murdeira. Em Murdeira temos a Reserva Natural de Baía da Murdeira, essencial para a proteção de algumas espécies de tartarugas marinhas. E parte do habitat natural de algumas aves marinhas únicas. Já tínhamos falado anteriormente sobre o inesquecível que podem ser umas férias na Ilha do Sal e este artigo ajuda a corroborar o que foi dito, não achas? 😉 Então, o que achas das nossas 10 experiências a não perder na Ilha do Sol? Conta-nos tudo. E, por fim, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem para viajares com toda a tranquilidade e segurança Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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O que visitar e fazer em São Tomé e Principe

O que visitar e fazer em São Tomé e Principe

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De praias paradisíacas de areias douradas e águas cristalinas, a luxuriantes mantos verdes de perder de vista e antigas roças perdidas no meio da floresta, São Tomé e Príncipe é um dos destinos mais fascinantes no continente africano. Faz o teu seguro de viagem online com a IATI e começa já a planear a tua próxima aventura por este arquipélago incrível, seguindo as dicas que te damos neste artigo sobre o que visitar São Tomé e Principe (e fazer). O que visitar 8 (e fazer) em São Tomé e Príncipe Estas são apenas algumas ideias que te damos, mas temos a certeza de que em São Tomé a diversão e o lazer não vão faltar nas tuas próximas férias! Passar alguns dias na Ilha do Príncipe – Visitar São Tomé e Principe Percorrer uma das estradas mais bonitas do mundo –Visitar São Tomé e Principe A estrada que segue em direção a Santa Catarina, no lado Oeste da Ilha de São Tomé, não deixa ninguém indiferente. Ladeada de um lado por uma vegetação luxuriante, banhada pontualmente por pequenas cascatas, e do outro por uma série de palmeiras que pendem arqueadas sobre o mar, é considerada uma das estradas mais bonitas do mundo. Visitar a Boca do Inferno –Visitar São Tomé e Principe Dar um mergulho na Lagoa Azul – Visitar São Tomé e Principe snorkelling. Comer uma santola no Restaurante Santola – Visitar São Tomé e Principe Localizado na povoação de Neves, no norte de São Tomé, o restaurante Santola é especialista em… Santola, claro. São absolutamente deliciosas, especialmente quando acompanhadas por uma cerveja Rosema bem fresquinha. Visitar as antigas Roças de Cacau e Café – Visitar São Tomé e Principe Visitar a Fábrica de Chocolates Corallo – Visitar São Tomé e Principe Visitar o Padrão dos Descobrimentos – Visitar São Tomé e Principe Em Monteforte, no norte da Ilha de São Tomé, o Padrão dos Descobrimentos marca o local onde os navegadores portugueses João de Santarém, Pêro Escobar e João de Paiva desembarcaram pela primeira vez em 1470 em São Tomé. Visitar o Forte de São Sebastião (Museu Nacional de São Tomé e Príncipe) – Visitar São Tomé e Principe Visitar o Ilhéu das Rolas e cruzar a linha do Equador – Visitar São Tomé e Principe O Ilhéu das Rolas, a cerca de 15 minutos de distância de barco do sul de São Tomé, é um pequeno paraíso feito de praias de areia branca e águas cristalinas, localizado mesmo por cima da linha do Equador. Poderás ficar lá alojado ou então optar por uma visita de 1 dia com partida das praias do sul de São Tomé. Visitar a Casa Museu Almada Negreiros – Visitar São Tomé e Principe A Casa Museu Almada Negreiros, localizada no centro da Ilha de São Tomé, na Roça Saudade, surgiu da ideia e iniciativa de um jovem Guia Turístico chamado Joaquim Cabangala Victor. As ruinas da casa onde nasceu Almada Negreiros em 1893 foram totalmente recuperadas sendo hoje um museu inteiramente dedicado ao artista de origem São-tomense, composto por objetos recuperados das ruinas, e outros gentilmente cedidos por visitantes de Portugal. No local existe ainda um restaurante com uma vista fantástica. Visitar o Mercado antigo de São Tomé – Visitar São Tomé e Principe Fazer mergulho e snorkelling – Visitar São Tomé e Principe São Tomé tem alguns locais incríveis para a exploração da vida subaquática como o Ilhéu das Rolas, o Ilhéu de Santana, Sete Pedras, Lagoa Azul, São Miguel, Kia e Diogo Vaz. O Diving Center São Tomé e Principe, localizado na marginal em São Tomé, perto do aeroporto, é um dos centros de mergulho através dos quais poderás descobrir a extraordinária vida marinha aquática da ilha. Autora: Maria João Proença, Joland Blog

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5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África

5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África

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África é o continente menos conhecido do nosso planeta e as viagens de sonho de muito de nós passam por aqui. Hoje viajamos até ao continente das savanas e dos leões, da tribo Masai e das trovoadas mais espetaculares com a IATI Seguros, lider na venda de seguros de viagem online, para te dar a conhecer os 5 parque naturais que não poderás perder numa próxima viagem. 5 parques de vida selvagem inesquecíveis em África Serengeti – Tanzânia É, porventura, o melhor parque de vida selvagem em África. O Serengeti, na Tanzânia, proporciona momentos como nenhum outro e a sua expansão permite não sentir a pressão do turismo de massas. O Serengeti ocupa uma área superior a 1,5 milhões de hectares e o próprio nome deriva do termo usado pelos Masai para descrever a região – e que pode ser traduzido como “o local onde a planície não tem fim”. O Serengeti é um dos palcos naturais da Grande Migração, juntamente com o Masai Mara no vizinho Quénia. Este é considerado um dos maiores espectáculos de vida selvagem do planeta, quando milhões de zebras e gnus perseguem as chuvas e buscam pastagens frescas. Esse espectáculo, por si só, é suficiente para o Serengeti constar nesta lista de melhores parques de vida selvagem de África. No entanto, o parque é mais do que a migração, pois aí podes avistar espécies como leões, chitas, leopardos ou elefantes. Etosha – Namíbia Se visitares o Etosha não irás jamais esquecer este parque de vida selvagem, pois tem imenso para oferecer e é um dos que permite avistar vida selvagem e não gastar muito dinheiro. Acampamentos acessíveis e estradas bem conservadas fazem do Etosha a escolha predilecta para self-drive safaris. Os parques de campismo são de óptima qualidade e as estradas estão bem conservadas, podendo visitar o parque sem necessidade de alugar um 4×4. Nas zonas protegidas para campismo existem charcos, onde os animais bebem durante o dia e noite e podes avistá-los do conforto de um banco. Elefantes, leões, hienas e rinocerontes habitam o Etosha e podem ser vistos com regularidade nestas zonas. Se quiseres saber mais sobre as precauções que deves ter, lê o nosso artigo sobre segurança para viajar para a Namíbia Gorongosa – Moçambique O Parque Nacional da Gorongosa continua em séria expansão. A guerra civil em Moçambique dizimou a vida selvagem no parque, mas nas últimas décadas um enorme esforço de recuperação foi encetado pelas autoridades locais e por uma entidade dos EUA sem fins lucrativos. E os resultados estão à vista. Por exemplo, o número de elefantes era de apenas 100 no ano 2000 e agora a população residente é superior a 400 indivíduos. Também a população de predadores, como os leões, tem crescido de forma consistente, embora o número esteja ainda longe do passado. O sucesso da Gorongosa foi reconhecido pela National Geographic que destacou o parque como um dos melhores locais para visitar em 2019. Moremi – Botswana Ao contrário de outros parques desta lista, o acesso é complicado, mas acredita que não irás arrepender-te. Se visitares a reserva de Moremi – que cobre uma larga região do Delta do Okavango – terás a possibilidade de avistar vida selvagem num refúgio natural incrível, onde poucos turistas chegam. Elefantes, búfalos, hipopótamos, leopardos, gnus, crocodilos, leões, chitas, hienas, rinocerontes-negros, rinoceronte-brancos, javalis, babuínos, cães selvagens e mais de 400 espécies de aves habitam esta zona. Se tiveres ainda mais tempo, podes aproveitar também para fazer um voo de avioneta ou helicóptero sobre o Delta do Okavango (e ver largas manadas de elefantes), explorar o imenso deserto do Kalahari ou o Parque Nacional Chobe – tudo na mesma viagem. Bwindi – Uganda O Parque Nacional Impenetrável de Bwindi é o habitat de quase metade dos gorilas das montanhas sobreviventes do planeta. Com cerca de 320 quilómetros quadrados, o parque do Uganda foi reconhecido pela UNESCO como Património da Humanidade em 1994 e é um dos parques de vida selvagem mais incríveis de África. Perto de 400 gorilas ameaçados de extinção vivem no Bwindi, além de mais de uma centena de mamíferos. Com sorte podes avistar elefantes e macacos, por exemplo. Os gorilas podem ser vistos durante todo o ano, mas é bom ter atenção ao clima na região, pois fortes chuvadas podem tornar o terreno demasiado difícil para caminhar em busca deste fantástico animal selvagem. As estações chuvosas ocorrem de Março a Maio e de Setembro a Novembro. Se visitares este parque é aconselhável ter um bom seguro de viagem e as vacinas em dia. As caminhadas para avistar os gorilas do Uganda são limitadas a oito pessoas por cada grupo, para não perturbar os animais. Se quiseres visitar este parque é necessário solicitar a autorização com bastante antecedência, pois as vagas esgotam depressa. Autor: Lugares Incertos

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É seguro viajar para a Namíbia?

É seguro viajar para a Namíbia?

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Será seguro viajar para a Namíbia? Esta é uma questão por vezes colocada por quem está a pensar visitar este fascinante país de África. Longe de conflitos que afectam outros países do continente, a Namíbia é um destino de eleição para quem procura paisagens de sonho e vida selvagem. Quem não deseja visitar o Parque Nacional de Etosha, o Deserto do Namibe ou as incríveis dunas de Sossusvlei? Mas será a Namíbia segura para viajar? Na IATI Seguros de Viagens dizemos-te se é seguro, ou não, ir de férias para este país e também te damos conselhos para viajar em segurança. É seguro viajar para a Namíbia? A Namíbia é um dos países mais bonitos de África. As paisagens são excepcionais e a vida selvagem é fantástica. Muitas pessoas associam qualquer viagem para o continente africano como uma viagem rodeada de perigos. Mais de dois quintos de todos os crimes registados ocorrem na capital Windhoek, sendo que a maioria destes crimes são roubos ou assaltos. Se pretendes viajar para fora de Windhoek – o que irá certamente acontecer – é fundamental comprar o seguro de viagem para cobrir evacuação por ambulância ou via aérea e o necessário transporte para um hospital privado de uma zona urbana. Antes de viajares para a Namíbia é importante teres um bom seguro de viagem e manteres-te informado sobre a situação no país. Na maior parte das situações, a Namíbia é segura, mas é preciso ficares atento a algumas áreas da cidade de Windhoek. É importante ter sempre os documentos de identificação contigo. As autoridades aconselham a deixar o passaporte no cofre do hotel e a levar uma cópia – caso seja pedido pela polícia da Namíbia. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros? O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), na sua página de internet, realça que nos últimos tempos têm aumentado os crimes na capital da Namíbia – Windhoek. Alguns destes crimes têm sido dirigidos a turistas em algumas zonas da cidade – em particular em alguns bairros mais pobres. O MNE desaconselha por isso deslocações para estas zonas e também a escolher bem o local onde ficar alojado. Não obstante esta situação, a Namíbia é um país seguro. As autoridades portuguesas também alertam para outros problemas (comuns a outros destinos mundiais) como os falsos táxis ou a clonagem de cartões nas máquinas multibanco. Por isso é importante apenas chamar táxis oficiais e ter atenção ao levantar dinheiro nos ATM. No que à saúde diz respeito, é preciso ter cuidado com a higiene pessoal, lavar bem os legumes, evitar comer saladas e optar apenas por fruta que se possa descascar. Além disso, é também muito importante consumir apenas água engarrafada. Algumas pessoas sofrem de problemas de pele ou desidratação devido ao clima quente e seco da Namíbia, por isso é fundamental ter sempre água potável. Tem atenção também às vacinas, pois é essencial estar vacinado contra o tétano, hepatite A e C. Previne-te contra as picadas de insectos e, se necessário, viaja com comprimidos para a Malária, pois os mosquitos portadores da doença estão presentes no norte do país e também no Parque Nacional de Etosha. É ilegal comprar, vender, matar ou capturar qualquer animal selvagem e as penas são severas para quem infringe as leis. Alguns conselhos para viajar pela Namíbia de forma segura • Evita conduzir à noite, pois os animais circulam livremente • Se viajares para zonas remotas considera alugar um telefone satélite • Se alugares um carro, verifica que todos os pneus estão em boas condições, pois os furos são (muito) comuns na Namíbia • Circula com precaução e não ultrapasses os limites de velocidade, pois a maioria das estradas é de terra batida e podes perder facilmente o controlo do veículo • Não deixes documentos ou objectos de valor à vista no interior do veículo • Tranca o carro quando fores abastecer o depósito • É preciso cuidado nas caixas de levantamento automático, postos de gasolina, aeroportos, estações de autocarros e centros comerciais pois por vezes existem roubos • Não levantes muito dinheiro de uma só vez e evita levantar dinheiro à noite • Protege os bens valiosos como computadores, máquinas fotográficas, telemóveis e jóias • Usa o senso comum e segue os teus instintos. A Namíbia é um dos mais belos países de África e vais adorar as paisagens e a vida animal • Transporta sempre água contigo, pois o clima é extremamente quente e árido Autor: Lugares Incertos

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Conhece Marrocos num dia

Conhece Marrocos num dia

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E quando se fala em Marrocos nunca se pensa em lá ir um dia, mas e se fosse possível? A IATI diz-te como. Para quem está de passagem pelo sul de Espanha mais precisamente perto da cidade de Algeciras nunca pensou que é possível apanhar um ferry e através de uma empresa à escolha ter a experiência de conhecer duas cidades de Marrocos e viver por um dia a cultura marroquina de tão perto. Então, reserva o teu seguro de viagens online, põe a roupa na mochila e parte para uma aventura de um dia em Marrocos. O que ver e fazer em um dia em Marrocos Fora ou dentro do porto de Algeciras existem várias companhias com preços convidativos que incluem a viagem de ida/volta no ferry para Ceuta, a viagem de autocarro até ás cidades de Tétouan e Tanger, o almoço tipicamente marroquino com oferta de chá, a visita a lojas de tapeçarias, lojas de produtos naturais a entrada com guia dentro das medinas (parte velha da cidade) e a oportunidade de estar perto dos mercados e cultura marroquina. E se és residente da união Europeia não vais necessitar de passaporte, pois a viagem será de apenas um dia. E qual o preço disto tudo? 59,90 €!! Os preços de agência para agência não variam, pelo que convém fazerem uma visita a várias. Cidade de Tânger Tânger é uma cidade industrial, mas também artesanal, sendo que é o turismo um dos setores mais influentes da cidade. Nesta cidade vão poder encontrar produtos tipicamente marroquinos, desde matérias e pele, a joias em prata e bugigangas cheias de cor. O centro da cidade ainda mantém a antiga fortaleza e várias igrejas que não fazem esquecer a passagem dos Portugueses pelo território Africano. A medina da cidade tem cerca de 7 entradas e é através das linhas do chão que os habitantes de orientam, sendo que uma linha no chão significa que vão dar a uma rua sem saída, duas linhas vão dar a outra rua que só tem caminho dentro da Medina e três linhas a rua vai dar a uma das 7 saídas da parte velha da cidade. Cidade de Tétouan A cidade de Tétouan ou Tetuão é considerada pela UNESCO como Local Património Mundial da Humanidade desde 1997. É uma cidade com um maior número de habitantes e é possível delimitar a zona rica da zona mais pobre. É dentro da Medina da cidade que podemos encontrar várias lojas com artigos tipicamente marroquinos, lojas com produtos naturais e muitos vendedores ambulantes que vos vão acompanhar durante o passeio. Estejam sempre perto do vosso guia para não correrem o risco de se perderem. Extra da IATI para um dia tranquilo • Preparem-se, pois, será um dia intenso e cansativo, por isso levem roupa e calçado adequado ao tempo e à intensidade do passeio. • Como apenas vão ter o almoço incluído levem água e snacks para durante o dia. • Apenas perguntem o preço se quiserem mesmo comprar pois a partir do momento que mostram algum interesse vão ser perseguidos e esgotados mentalmente pelos vendedores. • Na cultura marroquina podem regatear o preço das coisas, aproveitem a oportunidade para trazerem objetos baratos, tipicamente marroquinos. • Estejam abertos à nova cultura, mas também a respeitem, não ofereçam preços ridiculamente baixos pois podem correr o risco de serem insultados. • Vão ter a oportunidade de visitar lojas de produtos naturais, tapetes e de artesanato, aproveitem e cheirem, toquem e experimentem, vai enriquecer a vossa experiência. • Mantenham-se perto do vosso guia, para não correrem o risco de se perderem dentro da parte velha da cidade. • Mentalizem-se …. Não vão poder estar à vossa vontade, a viagem é de tempo contado e em grupo, mas não se preocupem depois desta vão voltar de certeza. • Cuidado com os golpes dos vendedores, se vos quiserem mostrar uma pulseira e pedirem para colocar no vosso pulso não deixem, vão apertar com tanta forma que vão ter dificuldade em tirar e depois correm o risco de serem obrigados a trazer. • Se não és residente da união europeia vais precisar do teu passaporte e poderá ser necessário na fronteira de apresentares aos agentes de autoridade para confirmares a tua identidade. • Durante a viagem vão ser explicadas algumas regras, uma delas é não tirar fotos a agentes de autoridade, podem correr o risco de ficarem sem a vossa câmara fotográfica. • Não te esqueças da importância de teres o teu seguro adequado e atualizado, com a IATI podes viajar tranquilo e em segurança. A IATI deseja-te boa viagem. Autores: Tworistas

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Roteiro de viagem Madagáscar de 15 dias

Roteiro de viagem Madagáscar de 15 dias

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Hoje trazemos-te um prato forte. Uma ilha que possui características próprias de um continente, pela variedade das suas paisagens e pela singularidade e riqueza da sua fauna e flora. Uma ilha que é uma maravilha natural da evolução. Uma ilha que se separou da África há milhões de anos atrás para viajar à deriva entre raízes africanas, asiáticas, árabes e polinésias. Uma ilha onde um comboio atravessa a selva através do nevoeiro. A ilha dos gigantes baobás e do reino camaleão, Madagáscar. A ilha vermelha, Madagáscar. Se as paisagens e a sua biodiversidade fazem com que Madagáscar te entre pelos olhos dentro e te deixe recordações gravadas na memória, os malgaxes fazem com que esta terra ganhe para sempre um cantinho no teu coração. E é que o verdadeiro tesouro de Madagáscar é o seu povo, os malgaxes. Bem-vindo a este roteiro através de Madagáscar, um país onde vais descobrir paisagens verdadeiramente surpreendentes. Um itinerário pelo qual estamos convencidos que te vais apaixonar. Um roteiro que te vai deixar uma porta aberta para voltar. Contrata já o teu seguro de viagens onlinee parte à aventura Sem demoras, que comece o roteiro de 15 dias por Madagáscar! Roteiro de viagem de 15 dias em Madagáscar O táxi-brousse, é uma carrinha ou mini-bus no qual os malgaxes se deslocam de cidade em cidade no seu dia-a-dia. É o transporte público por excelência dos malgaxes e uma oportunidade muito boa para conhecer os locais, já que acreditamos que a melhor opção para conhecer um país é através do seu povo. Embora muitos de seus habitantes não falem francês, não te esqueças que Madagáscar era uma colónia francesa até 1960. Eles vão conversar contigo, olhar para ti, sorrir-te e até te vão colocar os filhos no colo durante as viagens de táxi. Dia 1 – Chegada em Antananarivo e deslocação para Fianarantsoa. Uma vez em “Tana”, que é o nome que os malgaxes dão a Antananarivo, devemos dirigi-nos de manhã cedo até à caótica gare-routière de Fasan’ny Karana. Cada povoação tem a sua gare-routière, a partir de onde saem os táxi-brousse. Não te stresses quando vires que, mesmo antes de o teu táxi chegar à gare-routière, os vendedores que querem que viajes com eles, começarão a correr ao teu lado. Talvez no início aches esta técnica de venda um pouco angustiante, mas não te preocupes, com o passar dos dias, vais começar a divertir-te com este “ritual” de vendas. O nosso conselho é que vás diretamente aos postos que encontras na gare-routière, já que é aqui onde os preços fixos estão expostos. Depois de 12 horas, dependendo do teu táxi-brousse, chegarás a Fianarantsoa, ​​no coração das Terras Altas Malgaxes. Dia 2 – Parque Nacional de Ranomafana. O Parque Nacional de Ranomafana é um dos lugares que te recomendamos se quiseres ver fauna e flora endémicas, quedas de água e muito mais no mesmo dia. Aqui existem 12 espécies de lémures, 29 espécies de mamíferos, 100 espécies de aves, 62 espécies de répteis, 90 espécies de borboletas e 350 espécies de aranhas. Não precisamos de te dizer que, durante o teu roteiro por Madagáscar, vais encontrar com toda a certeza alguma destas espécies. A taxa de entrada é de 55.000 Ar, cerca de 16€ por pessoa, e o percurso é feito com um guia que foi formado anteriormente neste mesmo parque. Para terminar, se além de tudo isto, te dissermos que 50% do dinheiro da tua entrada vai para projetos das comunidades locais, entenderás porque é que o Parque Nacional de Ranomafana deve estar, sim ou sim, no teu roteiro por Madagáscar. Dia 3 – A Reserva de Anja e Ambalavao. Ambalavao tem fama de ser uma das mais belas aldeias malgaxes. Esta localidade das terras altas malgaxes tem um toque colonial que perdurou com o passar do tempo, misturando-se com a cultura dos Betsileo, o grupo étnico maioritário desta zona. Uma das principais atrações de Ambalavao é o seu famoso mercado semanal de zebu. Os pastores, que viajam longas distâncias para vender as suas cabeças de gado, chegam a este evento e é uma oportunidade para viajantes como tu passearem por este curioso mercado. A poucos quilómetros de Ambalavao encontramos a Reserva de Anja. Esta reserva é uma iniciativa local nascida com o objetivo de preservar a fauna e flora do local e que é autogerida pelas pessoas da aldeia. Só por isto, já vale a pena incluí-la no teu roteiro através de Madagáscar. Madagáscar sofre de uma brutal desflorestação que já devastou 90% da massa florestal original. Iniciativas como essa não só melhoram a consciencialização das pessoas, como também ajudam a tornar este mundo num lugar melhor. Além disso, aqui o avistamento de lémures de cauda anelada é assegurado, pois na Reserva de Anja vivem cerca de 300 famílias desses primatas. Dia 4 – Deslocação para Ranohira As distâncias em Madagáscar e o mora-mora (com calma) do povo malgaxe significam que passarás dias na estrada. Mas as horas de viagem de táxi-brousse compensarão com as subidas e descidas dos malgaxes que entram e saem da carrinha. Se tudo correr bem, e o teu transporte não sofrer nenhum contratempo, chegarás a Ranohira à tarde e poderás aproveitar o resto do dia para conhecer as imediações. Dia 5 – Parque Nacional Isalo e viagem até Toliara. Isalo é o parque nacional mais visitado do país e oferece uma grande variedade de opções de caminhadas para o poderes explorar. As vistas do Desfiladeiros de Namaza são espetaculares, mas os banhos que podes tomar nas piscinas naturais que estão na bacia do rio que o atravessa, achamos que são ainda mais espetaculares. Desfiladeiros, vales, terras áridas, cascatas, piscinas naturais, florestas tropicais, lémures, camaleões … Que mais precisas que te digamos para que graves este lugar a ferro e fogo no teu roteiro por Madagáscar? Entre Ranohira a Toliara, são cerca de 6 horas de viagem. Se tudo correr bem, na hora do almoço terás terminado o teu trekking por Isalo, o que te permitirá viajar para Toliara. Para este tramo, aconselhamos que escolhas a opção do carro particular que pode ser conseguido no hotel e assim evitar contratempos. O preço é de cerca de 70.000 Ar por pessoa, aproximadamente 20 euros. Dia 6 – De Toliara a Anakao, o paraíso malgaxe. Desde o Blue Bar de Toliara partem lanchas que te levam ao paraíso: Anakao. Aqui poderás desfrutar de praias com águas cristalinas, excursões a pequenas ilhas ou um recife de coral. Anakao é uma pequena aldeia que, como tantas outras aldeias da costa de Madagáscar, vive entregada ao mar. Aqui as praias são dos malgaxes, que desde de manhã cedo passam o dia a pescar e a carregar peixe. Os homens entram no mar com os seus barcos, os jovens carregam os baldes de peixe e os idosos e as mulheres separam-nos. Enquanto isso, as crianças brincam com os pequenos caranguejos e os camarões que vão encontrando. Um espetáculo que te convidamos a conhecer. Dia 7 – Nosy Ve, a ilha dos piratas. A dois quilómetros da costa de Anakao, encontramos a ilha de Nosy Ve. Uma ilha que foi frequentada por piratas nos tempos antigos, e que agora é um prazer visitar e mergulhar no recife de coral que atravessa esta zona. Outra maravilha natural são as praias desta pequena ilha onde, dizem as lendas locais, foi enterrado um velho príncipe. Ao voltar poderás dar um passeio tranquilo pelas praias de Anakao, onde certamente serás “convidado” a comer lagosta por algum dos locais. Dia 8 – Deslocação para Toliara e viagem até Fianarantsoa. Outro dia na estrada no teu roteiro de viagem por Madagáscar. Desta vez também te aconselhamos a que o faças num carro particular, pois é uma viagem que demorará todo o dia e fazê-la em táxi-brousse pode ser bastante chato. Depois da tua chegada a Toliara nos barcos que partem de Anakao, e já com o hotel e carro previamente reservados, sairás em direção a “Fiana”. Nestes trajetos, tanto em táxi-brousse como em carro alugado, é bastante comum parar para almoçar nos hotelys, um tipo de bares e restaurantes que podemos encontrar em todas as aldeias. São muito baratos, estão cheios de gente local e geralmente, come-se arroz com peixe, zebu ou vegetais. Uma coisa é certa, não deves julgar os pratos que te servem pela aparência, porque são deliciosos! Dia 9 – O Comboio da Selva, um tesouro da era colonial. Desde Fianarantsoa parte um comboio. Um comboio que começa a funcionar com os primeiros raios do sol em direção à floresta mais virgem do país, o Corredor Leste de Madagáscar. Um comboio de origem colonial, que outrora serviu os franceses e que hoje os malgaxes usam para o seu comércio e transporte. É um trajeto para alucinar desde a janela. Campos de arroz, pequenas aldeias onde te podes perder no meio de mercados ambulantes improvisados, antigas estações onde um mar de sacos e malas que se movem no meio de um caos controlado, rios que transbordam de água, cascatas … Tudo isto rodeado por uma paisagem verde que se estende por vales e montanhas… E, embora a tua viagem possa durar das 8h às 18h, sem dúvida alguma que esta viagem de comboio será uma das melhores experiências que terás no teu roteiro por Madagáscar. As sensações que levarás deste comboio compensarão todas as horas de fadiga. O comboio deixar-te-á em Manakara, onde ficarás até ao dia seguinte. Dia 10 – De Manakara a Fianarantsoa. Mais um dia para aproveitar o transporte dos malgaxes. O táxi-brousse para “Fiana” sai às 8 horas da manhã e às 15h estarás no teu destino. Durante a tarde podes subir até à Catedral de St. Nom de Jésus Ambozontany, desde onde conseguirás ter excelentes vistas da cidade de Fianarantsoa. Dia 11 – Fianarantsoa a Antsirabe, a aldeia mais fria de Madagáscar. Mais táxi-brousse! Neste momento, já deves ser um especialista em percorrer as gare-routières e este começa a ser o teu transporte favorito. Já tens umas quantas anedotas que contar e conheces melhor a cultura malgaxe. Este percurso demorará o dia todo, então relaxa até chegares a Antsirabe, que é o elo entre as Terras Altas e as estradas que nos levam para o oeste. Como vais chegar durante a tarde, aproveita a oportunidade para passear por esta aldeia tão tranquila, mas leva um casaco porque à tarde costuma refrescar um pouco. Tem a fama de ser a aldeia mais fria de Madagáscar. Dia 12 – A Avenida dos Baobás. Imagina um lugar onde as luzes do pôr-do-sol fazem com que o céu expluda em tons vermelhos, laranjas, lilases e rosas. Enquanto isso, as gigantescas sombras dos baobás aparecem recortadas no horizonte através do qual o sol desce e no céu, as primeiras estrelas começam a cintilar. Este é o espetáculo que pode ser visto na Avenida dos Baobás. É que Madagáscar é o reino do Baobá. Das 8 espécies de baobás do mundo, seis delas só são encontradas aqui em Madagáscar. Nem que seja só por isso, já vale a pena ir, não achas? Desde Antsirabe até à Avenida dos Baobás, que fica nos arredores de Morondava, há outro dia de viagem que pode ser feito de táxi-brousse ou de carro alugado. Aconselhamos-te a optar pela segunda opção, porque apesar de vires do ponto mais frio da ilha, vais passar para um dos mais quentes e a viagem de táxi-brousse pode ser um pouco mais sufocante do que o habitual. Dia 12 – Morondava e o Parque Nacional dos Tsingy. Morondava é uma aldeia costeira localizada a oeste de Madagáscar, conhecida principalmente pela sua Avenida dos Baobás, que é visitada anualmente por muitos turistas que viajam por Madagáscar. É por isso que é considerada um lugar de passagem entre a Avenida de los Baobás e o Parque Nacional dos Tsingy. O Parque Nacional dos Tsingy é outra das principais atrações turísticas do país. Estas formações rochosas pontiagudas são únicas no mundo. Para visitar este parque também é necessário fazê-lo com um guia, mas asseguramos-te que vale a pena fazer este trekking que atravessa pontes suspensas e vias ferratas. Dia 13 – Morondava e as praias dos malgaxes Em Morondava entenderás porque dizemos que as praias de Madagáscar pertencem aos habitantes locais. Têm um encanto especial e não precisas de andar muito na praia para os veres a trabalhar com o peixe. Há também um mangal por onde poderás navegar em canoa em excursões que percorrem os seus muitos meandros que levam a praias de areias brancas. Esta aldeia à beira-mar é o lugar ideal para relaxar nos últimos dias do teu roteiro de 15 dias por Madagáscar antes de fazeres o caminho de volta a casa. Dia 14 – Retorno a Antsirabe com uma breve paragem em Miandrivazo. Se já sabias que Antsirabe era conhecida como a aldeia mais fria do país, assim que puseres os pés em Miandrivazo, saberás porque é conhecida como a aldeia mais quente. Como em toda a área de Morondava, em direção ao oeste, o calor é sufocante, mas aqui em Miandrivazo as temperaturas atingem números ainda mais altos. É um bom ponto para parar e refrescar-se com uma boa cerveja a meio caminho de Antsirabe. Podes também fazer este trajeto de táxi-brousse ou de carro alugado. O que desde aqui recomendamos é que faças o caminho do oeste de carro alugado, desta forma não terás nenhum contratempo durante estes três dias. Dia 15 – Antananarivo e voltar para casa De manhã podes apanhar um táxi-brousse desde a gare-routière de Antsirabe e em cerca de 4 horas estarás na gare-routière de Fasan’ny Karana, em “Tana”. Sim, aquela estação barulhenta que conheceste no princípio da tua viagem e que ao chegar te deu respeito e na qual agora te mexes como um peixe dentro de água. Ao chegar aqui, e como os voos costumam ser só à noite, tens duas opções: a primeira é visitar Tana e ver lugares como o Palácio da Rainha, embora, honestamente, em “Tana” não haja muito para ver. A segunda opção é visitar o Yamuna ONGD. Esta ONG sediada em Barcelona, ​​trabalha com crianças e mulheres em risco de exclusão social em Vontovorona, uma cidade que fica a 20 minutos de Tana à qual poderás chegar em táxi por 20.000Ar (aproximadamente 6 euros). Avisamos-te que, se até agora ainda não te tinhas apaixonado pelo país, acabará por acontecer em Yamuna ONGD. Se chegares com mais dias, recomendamos que termines a tua viagem aqui. Esperamos que este roteiro de viagem por Madagáscar em 15 dias que preparamos te tenha sido útil e que vás a correr preparar a mochila para explorares a ilha vermelha! Madagáscar é um país que te irá cativar com as suas paisagens e que te fará apaixonar-te pelos seus sorrisos. Para que esse sorriso não se apague do teu rosto, não te esqueças de contratar um bom seguro médico internacional que te cubra para qualquer imprevisto. Alguns artigos do nosso blog que te poderão ajudar a preparar a viagem: • 5 formas sustentáveis de poupar durante as tuas viagens • Produtos feitos por ti para viajar sem plástico • Como planear uma viagem longa de forma independente • O que levar na mochila para uma viagem longa • Quais os Cuidados de Saúde a ter em Viagem • 13 Dicas essenciais para aproveitares a tua viagem ao máximo Artigo traduzido por Susana Almeida

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Roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul

Roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul

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Poderias organizar 15 viagens à África do Sul e todas elas seriam diferentes. O país africano tem atrações para todos os gostos e, embora as principais estejam relacionadas com os animais, ficarás surpreso com a quantidade de lugares e coisas que há para ver e fazer na África do Sul. Mesmo assim, na IATI Seguros, a referência para seguros médicos internacionais, propusemo-nos fazer um roteiro perfeito que combine visitas culturais, paisagens de cortar a respiração e, é claro, a observação de animais que meteu o país no circuito dos melhores lugares para fazer safaris. Continua a ler e descobre o roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul que fará com que te apaixones pelo continente. Antes de começares a planear o teu itinerário de viagem para a África do Sul, queremos explicar algumas particularidades do país que deves ter em mente antes de lá chegares. Embora 15 dias seja tempo suficiente para aproveitar a viagem, deves considerar que a África do Sul é um país razoavelmente grande e que deves optar por 2 ou 3 zonas de interesse no momento da decisão. Existem várias companhias aéreas de baixo custo que cobrem as rotas mais populares (como Joanesburgo – Cidade do Cabo ou Cidade do Cabo – Durban), mas se quiseres cobrir mais zonas, talvez seja interessante considerar a possibilidade de alugar um carro. Embora existam autocarros que vão para as cidades mais importantes (alguns deles até são hop on hop off, como o Bazbus), se são dois ou mais viajantes, é muito melhor, tanto pelo conforto como pelo preço, alugar um veículo. Seguindo essa premissa, criamos uma rota que inclui um carro alugado. Como a natureza é imprevisível, outro aspeto a considerar ao planear um itinerário de viagem de 15 dias pela África do Sul é a altura do ano. Por exemplo, se realmente queres ver baleias em Hermanus, é melhor visitares a zona entre julho e novembro. No entanto, de abril a dezembro é quando tens mais chances de ver o grande tubarão branco em Gaansbai. Portanto, consulta todos estes fatores com antecedência para decidir que lugares visitar. Além disso, deves considerar que o clima na África do Sul é totalmente diferente do de Portugal. Assim sendo, durante os meses de verão português, na África do Sul é inverno e vice-versa. As temperaturas médias em ambas as estações não são muito extremas, mas variam bastante. Sem mais delongas, hoje queremos ajudar-te a preparar o teu itinerário de viagem pela África do Sul em 15 dias. Itinerário de viagem para a África do Sul Dia 1: Chegada a Joanesburgo A imensa Joanesburgo não é a cidade mais acolhedora para começar uma viagem pela África do Sul, mas é muito provável que os teus voos aterrem neste aeroporto. Pega no carro que alugaste e prepara-te para começar a aventura. Recomendamos que aproveites este dia com tranquilidade e faças um tour pelos lugares mais visitados nesta cidade: Constitution Hill, Carlton Centre, Museu do Apartheid e Soweto. Joburg não é a cidade mais bonita do itinerário pela África do Sul, mas dar-te-á uma dose de cultura do país que fará com que entendas o resto da tua viagem. Dia 2: Blyde River Canyon e chegada ao Parque Nacional de Kruger Podes dedicar este dia a descobrir as diferentes paisagens que parecem ter sido roubadas a um recanto qualquer da costa oeste dos Estados Unidos. O Blyde River Canyon é simplesmente espetacular e é uma ótima paragem em qualquer viagem à África do Sul, que inclui o Parque de Kruger. As duas principais atrações do parque são os Three Rondavels e os Bourke’s Luck Potholes. Além disso, muito perto da chamada Rota Panorama, está a God’s Window (“Janela de Deus”), um impressionante miradouro em direção aos desfiladeiros, cascatas e outras formações. Dias 3, 4 e 5: Parque Nacional Kruger Fazer um roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul (ou até menos tempo) sem incluir este parque nacional seria um verdadeiro pecado. O Kruger é um dos melhores parques de África, um dos mais bem cuidados e com maior fauna do continente. Nele terás a chance de ver os Big Five (elefante, rinoceronte, leão, búfalo e leopardo) em absoluta liberdade e, melhor de tudo, utilizando o teu próprio carro! Sim, leste bem, podes conduzir pelo parque e seres tu próprio a descobrir os animais. No parque existem vários acampamentos onde poderás dormir em barracas ou bungalows. Tenta reservar com bastante tempo, porque os sítios esgotam com meses de antecedência. No site dos South African National Parks encontrarás todas as informações. Para um itinerário de 15 dias pela África do Sul, recomendamos que fiques nos acampamentos Skukuza, Lower Sabie e Crocodrile Brige. Neles poderás também contratar excursões com guardas florestais. Dia 6: Essuatíni Se amas os animais e queres aproveitar a tua viagem à África do Sul para ver o máximo possível de animais em liberdade, podes viajar até à Essuatíni depois de teres passado pelo Kruger. Um dia é o suficiente para conhecer o Parque Nacional Royal Hlane, um belo parque onde poderás ver muita vida selvagem e ficar numa das casas típicas do país, os rondavels. Dias 7 e 8: Santa Lúcia Acorda cedo e, depois de um game drive (as visitas guiadas com guardas florestais são conhecidas por este nome) por Hlane, atravessa a fronteira novamente para entrar na África do Sul. Chegarás por volta do meio-dia a Santa Lucia, um dos portões de entrada do Parque de iSimangaliso. Aproveita a oportunidade para percorrer os estuários do parque ao entardecer e cumprimentar os magníficos hipopótamos. No dia seguinte, poderás conhecer um pouco mais do parque e até tentar mergulhar no Oceano Índico. iSimangaliso é um dos lugares essenciais numa viagem de 15 dias à África do Sul. Dia 9: Voo Durban – Cidade do Cabo Prepara-te para deixar o carro no aeroporto de Durban e partir para a Cidade do Cabo de avião. Aqui começa a tua jornada na cidade mais impressionante da África do Sul. Quando chegares, pode alugar outro carro e, se tiveres tempo, ainda podes dar uma volta pelo Bo-Kaap, um dos bairros mais coloridos do mundo. Dias 10 e 11: Cidade do Cabo e arredores Recomendamos que dediques estes dois dias completos do teu itinerário de viagem à África do Sul à Cidade do Cabo. Podes participar num dos free tours que há pela cidade para conheceres o centro (só tens de dar uma gorjeta no final do roteiro) ou poderá também visitar a Ilha Robben, a prisão de Mandela e o Museu do Distrito Seis. Não deixes de ir à Table Mountain e à Península do Cabo até chegares ao Cabo da Boa Esperança numa estrada panorâmica que passa por lugares como Camps Bay Beach, Hout Bay ou Chapman’s Peak. Se és um apaixonado pelo mundo do vinho, vai até Franschhoek, uma das cidades vinícolas mais importantes da região, e visita uma adega. Dias 12 e 13: Hermanus Hora de ir para o leste! Conduz até Hermanus parando em Betty’s Bay ou Stony Point, onde uma grande colónia de pinguins africanos estará à tua espera. Quando chegares a Hermanus, dá um passeio pela Cliff Path, onde poderás assistir ao pôr-do-sol e tentar ver alguma baleia no horizonte. No dia 13 do teu itinerário de viagem pela África do Sul em 15 dias, poderás aproveitar a cidade costeira e ver se alguma empresa local faz um passeio para ver as baleias. Além disso, também podes ir com o teu próprio caiaque, se te atreves a tentar a sorte desta forma. Dia 14: Gaansbai Certamente já ouviste falar em mergulhar com tubarões brancos, correto? A África do Sul é o país mais conhecido para realizar esta atividade, e em Gaansbai existem dezenas de empresas que fazem esse tipo de passeios. Não te preocupes se não tens licença de mergulho, o que vais fazer não é tecnicamente mergulho, mas sim entrar na água numa gaiola que está apenas parcialmente submersa. Tenta encontrar uma empresa que atue com diligência e que reverta parte do dinheiro ganho em projetos de conservação. Em Gaansbai, não percas a oportunidade de ver o oceano na zona de De Kelders, onde também terás muitas oportunidades de avistar baleias no seu habitat natural. Dia 15: Regresso à Cidade do Cabo e volta a casa É hora de terminar esta fascinante viagem à África do Sul… certamente contarás com muitas memórias fascinantes. Se o teu voo de volta para casa partir da Cidade do Cabo, neste dia podes aproveitar para desfrutar de algumas das praias vizinhas ou para conhecer mais sobre a área de Stellenbosch, famosa pelos seus vinhos. No caso de o teu voo de regresso sair de Joanesburgo, vais precisar de apanhar um voo para esta cidade. Esperamos que este roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul sirva para te dar uma ideia de tudo o que pode fazer na tua próxima aventura! Lembra-te que uma das chaves para que tudo corra bem é viajar com segurança utilizando alguma das apólices de seguro de saúde internacional que a IATI Seguros oferece. Além disso, temos seguros que contam com a opção de te proteger em desportos de aventura, um aspeto que deves considerar na sua viagem à África do Sul. Artigo traduzido por Susana Almeida

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