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Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão 2025

Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão 2025

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Conselhos para viajar para o Japão, depois de tantas visitas que já fizemos à terra do sol nascente, poderíamos dar-te centenas. Se consultares a secção Japão do nosso blog, vais ver que temos guias para os principais destinos onde, para além das coisas que podes ver e fazer, detalhamos os conselhos de viagem específicos para cada lugar. Neste artigo, no entanto, vais encontrar os conselhos de viagem que te ajudarão não só durante a tua viagem ao Japão, mas também na preparação para a mesma, para que chegues lá e saibas tudo o que precisas de saber. Dá uma última olhadela à tua bagagem porque, em poucos minutos, já saberás os melhores conselhos e informações úteis para viajares para o Japão. Pronto? Vamos começar! O que precisas para viajar para o Japão, documentos essenciais Em primeiro lugar, não podemos começar com outro conselho para viajar para o Japão sem ser quais os documentos necessários para entrares no país. Desde o início da pandemia de covid-19, até 10 de Outubro de 2022, era praticamente impossível visitar o país. Finalmente tudo voltou à normalidade e os viajantes com passaporte português, desde o dia 11 de Outubro de 2022, podem viajar para o Japão sem necessidade de visto (para estadias até 90 dias) ou com visto de longa duração (para estadias superiores a 90 dias). Basta apresentares o passaporte e os voos para fora do país. O passaporte deve ser válido para a duração da estadia e estar em perfeitas condições, uma vez que as autoridades japonesas podem ser muito rígidas a este respeito. Conselhos para viajar em segurança para o Japão Como sabes, o Japão é um dos países mais caros do mundo no que toca aos cuidados de saúde. É por isso que o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) insiste na importância vital de ter um seguro de viagem para o Japão para te proteger desde o princípio até ao fim da tua visita. Um deslize ao caminhares em Tóquio que se transforma numa pequena entorse, uma comida crua como o sushi que te deixa indisposto, uma insolação ou qualquer outra doença que no teu país não teria muito mais complicações, aqui pode traduzir-se em contas médicas de milhares de euros que podem arruinar completamente a tua viagem. O IATI Estrela é o melhor seguro de viagem para o Japão. Para além da sua enorme cobertura, que te garante o acesso gratuito aos melhores médicos do país sem que tenhas de pagar nada do teu bolso, também te protege em todos os outros aspetos presentes numa viagem deste tipo. Assim, também estarás coberto em casos como roubo, perda de transporte, incidentes com a tua bagagem ou, entre muitos outros casos, se tiveres de ser repatriado. Não arrisques numa viagem tão bonita como esta, viaja com a tranquilidade que mereces e contrata já o teu seguro. Prepara o teu itinerário Prepara-te! Se queres desfrutar de uma visita inesquecível que corresponda (ou supere) as tuas expectativas, uma dica essencial para viajar ao Japão é dedicar tempo à leitura e pesquisa sobre o país para aproveitares ao máximo cada dia. Assim, consulta aquia nossa pasta de artigos sobre o Japão com todos os conselhos para viajar. Como se costuma dizer, “a viagem começa quando nos começamos a preparar para ela”. Por isso, não tenhas pressa e aproveita também esta parte. Se tiveres alguma dúvida, basta perguntar-nos. Como encontrar voos baratos O Japão é um país caro (mas que vale totalmente a pena o investimento, claro) e se puderes poupar em voos, ainda melhor. Para tal, aconselhamos a reservar e a procurar os teus bilhetes de avião com a maior antecedência possível. Outro fator que muitas vezes ajuda a reduzir este custo é ter flexibilidade na escolha das datas de viagem. Os motores de busca como o Skyscanner têm uma opção de pesquisa chamada “Melhor altura”. A partir daí, podes selecionar o mês em que pretendes voar para o Japão e ver um calendário com o preço do voo para cada dia. Como podes ver, por vezes, mudar a tua viagem em 1 ou 2 dias pode poupar-te várias centenas de euros. Conhecias este truque? Obter o JR Pass para viajar pelo país… ou não… Sabe o que é o JR Pass? Para muitos, o Japan Rail Pass é uma obrigação numa viagem como esta, mas é importante considerares primeiro se realmente precisas dele e por quanto tempo o queres. O JR Pass é um bilhete especial que te permite utilizar a maior parte do sistema ferroviário japonês durante um número específico de dias. Como o país tem uma excelente rede de caminhos-de-ferro de alta velocidade e comboios que ligam destinos longínquos em muito pouco tempo, ajuda muitos viajantes a otimizar o tempo e a poupar nos voos de um extremo ao outro do país (além disso, viajar nestes comboios modernos é uma experiência e tanto). A nossa principal dica para viajar para o Japão é não comprares um JR Pass até teres a certeza do teu itinerário. Quando comprares este bilhete, terás de escolher o número de dias em que o vais utilizar. Terás de escolher entre 7, 14 e 21 dias e o dia exacto em que o vais começar a usar. Desta forma, se vais passar alguns dias em Tóquio primeiro, não faz sentido ativá-lo até ao momento em que o vais utilizar para a tua primeira viagem, Tóquio – Osaka, por exemplo. Da mesma forma, não é necessário obteres o passe de 14 dias se vai passar 14 dias no país. Otimiza o teu itinerário de modo a que a parte da viagem em que vais de comboio se enquadre nos 7-14-21 dias de que necessitas. Desta forma, vais conseguir poupar muito dinheiro. Não queremos deixar o tema dos comboios sem te aconselhar a descarregar a aplicação Hyperdia. Introduz o local de onde pretendes ir de comboio e ele mostra-te as melhores opções. Não há nada melhor para isso! Aprende algumas palavras japonesas Quando um turista de outro país que não o nosso, usa algumas palavras da nossa língua para tentar comunicar connosco, todos sorriem, não é verdade? O Japão não é exceção. Se aprenderes algumas palavras e frases básicas – nem sequer precisas de falar a língua – vai ajudar-te a dares-te bem com os habitantes locais, que por vezes têm uma mente um pouco fechada. Tem também em conta que muito poucas pessoas falam inglês, pelo que comunicarás através da linguagem gestual e das 4 palavras que aprenderes. Estas podem ajudar-te: • Obrigado: Arigato • Olá: Konnichiwa • Adeus: Sayonara • Desculpa: Sumimasen • Sim: hai • Não: iee Outro truque infalível que te vai ajudar a comunicar no Japão é descarregares uma aplicação como o Google Translate, por várias razões. Por um lado, podes usar o microfone para falar e a aplicação traduz para japonês. Ideal se quiseres comunicar com alguém. Por outro lado, tem uma função que, através da câmara, traduz textos que estejam perto de ti. Ideal para interpretar direções ou, por exemplo, compreender o menu de um restaurante. O que comer no Japão A cultura do país é espantosa, assim como os grandes contrastes entre modernidade e história, os seus costumes, as suas paisagens… mas há outra coisa espantosa no Japão: a gastronomia! O primeiro dos conselhos para viajar que gostaríamos de te dar é que tires da cabeça que o Japão é (só) para comer peixe cru – há um mundo inteiro de surpresas à espera do teu paladar! Sim, o sushi é fantástico e vais prová-lo em diferentes locais e estilos, mas não hesites em experimentar todas as iguarias que se cruzarem no teu caminho. Tal como a francesinha está associada ao Porto e os pastéis de Belém a Lisboa, aqui há certos pratos que andam de mãos dadas com um destino. Por isso, quando planeares o teu itinerário, informa-te sobre o prato estrela de cada local que tencionas visitar. Por exemplo, o okonomiyaki em Hiroshima é espectacular, o takoyaki em Osaka é ótimo e em Takayama podes provar o famoso bife hida. Também podes poupar na comida. É fácil encontrares cadeias como Yoshinoya, Sukiya e Matsuya onde se pode comer bem sem gastar muito. Os supermercados e as kombinis, as lojas de conveniência, são também bons sítios para comprar o famoso bento. Estes tabuleiros de comida pronta e variada vão livrar-te de mais do que um problema sem pagar muito por isso. E são mesmo bons! Iguarias que não podes deixar de experimentar • Sushi: O conhecido prato japonês. Não precisamos de comentar nada aqui. • Katsudon: Carne de porco panada, geralmente acompanhada de arroz, molho e sopa. • Ramen: A famosa sopa de noodles “grande”. Há vários tipos, dependendo dos ingredientes que preferires, e o caldo é maravilhoso. • Yakitori: espetos de carne com um molho saboroso. • Okonomiyaki: a mal chamada “pizza japonesa”. Uma espécie de omelete com repolho, legumes, massa e outros ingredientes que tem um sabor muito melhor do que aquilo que aparenta. • Gyozas: Bolinhos de massa recheados que podem ser servidos fritos, cozidos ou ao vapor. • Takoyakis: Uma espécie de “bolinhos” de polvo que se podem encontrar desde restaurantes de luxo a bancas de rua. Ser madrugador compensa Sabemos que estás de férias, mas acredita em nós, vale a pena levantares-te cedo no Japão. Se programares o despertador, tomares o pequeno-almoço e partires rapidamente para o local que pretendes visitar, poderás ter uma agradável surpresa. Em locais famosos como o lendário Fushimi Inari, por exemplo, podes passear e tirar fotografias praticamente sozinho. Experimenta! Chega lá de manhã cedo, percorre o percurso sem ninguém e, quando terminares o circuito circular e chegares ao ponto de partida… surpresa! Vais encontrar centenas de pessoas a chegar ao mesmo tempo, tanto sozinhas como em excursões organizadas e, por vezes, pode até ser difícil avançar. Para além de evitar este tipo de aglomerações, nos períodos de maior calor, levantares-te cedo ajuda a não sofrer com as altas temperaturas que podem derrubar-te após horas de caminhada no calor. Lembra-te de procurar sempre uma sombra e não te esqueças de beber muita água. Conselho extra: Se ainda tiveres espaço no teu itinerário, evita visitar monumentos ao domingo. Os japoneses saem em massa nesse dia e vais encontrar tudo mais cheio. É melhor passares um domingo a passear por Tóquio do que ir a Fushimi Inari ou ao Torii Flutuante no Santuário de Itsukushima, por exemplo. Internet no Japão Estamos a falar de um país muito avançado tecnologicamente. Não te faltará wifi no teu hotel ou em muitos restaurantes ou centros comerciais. É necessário ter Internet no telemóvel? Depende do que pretendes. Tem em conta que, se a razão para utilizar a Internet é poder utilizar mapas, aplicações (essenciais) como o Google Maps permitem descarregá-los para utilização offline. Não é obrigatório, mas é conveniente, ter Internet no telemóvel para viajar para o Japão. Se optares por ela, tem em atenção que os preços são elevados. Tens a opção de comprar um cartão SIM local ou comprar um cartão SIM de viagem a partir de casa para chegares lá e teres uma ligação quando aterrares. Não há uma opção melhor do que a outra, terás de avaliar os preços de acordo com os gigabytes de que necessitas e o tempo que vais ficar. Dinheiro, ienes, euros? Antigamente, o normal numa viagem deste tipo era trocar euros por ienes num banco em Portugal e chegar lá com todo o dinheiro. Agora, felizmente, existem opções mais cómodas (embora também seja conveniente levar alguns euros contigo e trocá-los nas casas de câmbio japonesas). Se te dissermos para levantares dinheiro com um cartão de crédito no Japão, pensarás provavelmente nos custos muito elevados que os bancos cobram pelo levantamento de moeda no estrangeiro. Felizmente, há já algum tempo que existem “cartões de viagem” que permitem levantar dinheiro sem estes custos adicionais. A maioria das caixas automáticas cobra uma taxa pela sua utilização, mas no kombini chamado 7 Eleven podes encontrar caixas automáticas que não cobram qualquer taxa. Levantar dinheiro com um cartão de viagem é a melhor forma de poupares dinheiro. Outros conselhos para viajar para o Japão Não queremos terminar esta lista de dicas sem terminar com estas outras informações úteis para viajar para o Japão: • Ao contrário de outros países onde a gorjeta é mesmo obrigatória, aqui a gorjeta pode ser mal vista. • É proibido fumar na rua, exceto em zonas especialmente designadas para o efeito. • Respeita os costumes e regras. Noutros países, por exemplo, a utilização das escadas rolantes é mais anárquica, mas não aqui. Se quiseres subir as escadas sem te mexeres, coloca-te à esquerda para que os que querem avançar o possam fazer à direita. O mesmo acontece em muitas ruas, cada um segue o seu caminho. • Quando entrares num local onde as pessoas andam descalças, faz o mesmo por educação. • Tem cuidado com as tomadas. Tanto as fichas como a voltagem são diferentes no Japão. Não te esqueças de comprar um adaptador para carregar os teus aparelhos. • Em locais fechados, como comboios e metropolitanos, tenta não falar alto e não comas a não ser que te digam que é permitido. O que achaste dos nossos conselhos e informações úteis para viajar para o Japão, tens alguma dúvida? Não hesites em colocar qualquer questão nos comentários abaixo para que te possamos ajudar. Além disso, para garantir que a tua viagem é um sucesso total, criámos estes 2 artigos de leitura obrigatória para ti: • Documentos e requisitos para visitar o Japão • É seguro viajar para o Japão?

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Como se deslocar na Tailândia: guia de transportes 2025

Como se deslocar na Tailândia: guia de transportes 2025

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Se esta é a tua primeira viagem ao país asiático, podes estar a perguntar-te como te vais deslocar na Tailândia: de avião? de autocarro? de comboio? deves alugar uma mota nas ilhas? Não te preocupes, na IATI somos apaixonados pela Tailândia e aqui vamos contar-te todas as opções para te deslocares, dar-te dicas e falar-te dos percursos mais comuns para te ajudar a planear a tua viagem. Continua a ler e descobre como são os transportes e como te podes deslocar na Tailândia. Como te deslocares na Tailândia: transportes entre diferentes partes do país Começamos o nosso artigo sobre transportes na Tailândia com a parte que mais te preocupa: ir de uma parte do país para outra. Vamos falar-te de todos os diferentes meios de transporte na Tailândia para que possas tomar uma decisão com base nas tuas preferências e no que mais te convém em cada momento. Deslocares-te pela Tailândia de avião A Tailândia está bastante bem servida de ligações aéreas e existem várias companhias aéreas de baixo custo que operam a preços muito competitivos. De facto, se comprares o teu bilhete com antecedência, o custo de viajar pela Tailândia por terra ou por ar será provavelmente semelhante. Há muitos aeroportos espalhados pelo país. Se estiveres a planear visitar as ilhas, vais encontrar também um em Phuket, um em Koh Samui e um em Krabi. Quanto às companhias aéreas, estas são as principais: Thai Smile, Air Asia, Nok Air, Thai Lion Air, Vietjet Air e Bangkok Airways. A melhor maneira de encontrar voos para as datas que pretendes é utilizares motores de busca como o Skyscanner, que te mostra uma comparação das diferentes opções. No entanto, é melhor consultares os sites de cada companhia aérea para ver o preço real e os suplementos aplicáveis. Em relação a este tema, não te esqueças que muitas companhias aéreas tailandesas, tal como na Europa, cobram uma taxa se pretenderes despachar bagagem. Mencionámos este facto para o caso de estares a ponderar os custos das viagens aéreas em relação a outros meios de transporte na Tailândia. Transportes na Tailândia: autocarros Outra forma de te deslocares na Tailândia é utilizar autocarros. Neste caso, podes encontrar tanto autocarros do governo como privados. Os autocarros públicos são mais baratos, mas tendem a estar em piores condições e a fazer mais paragens, pelo que são mais lentos. As empresas privadas oferecem geralmente um melhor serviço e várias categorias de autocarros, incluindo alguns autocarros VIP com assentos maiores e um snack-bar. Os autocarros são um meio de transporte comum na Tailândia e circulam a todas as horas do dia. De facto, poderás apanhar um autocarro noturno e, por vezes, poderás encontrar autocarros-cama para viagens mais longas. Isto permite-te evitar passar uma noite num hotel e poupar algum dinheiro. Não te esqueças de levar roupa quente, pois o ar condicionado está normalmente ligado no máximo. A maioria das cidades tailandesas têm estações de autocarros e são relativamente centrais. O que deves ter em conta é que em Banguecoque há várias e terás de ir a uma delas, dependendo da direção para onde vais. Estações de autocarro na Tailândia • Estação de autocarros Mo Chit: se estiveres a ir para oeste ou norte da Tailândia. Deves ir para lá se estiveres a ir para lugares como Sukhothai, Chiang Mai ou Chiang Rai. • Terminal Rodoviário do Sul Sai Tai Mai: em direção ao sul do país. Por exemplo, se estiveres a ir para Krabi ou Phuket. • Estação rodoviária de Ekkamai: daqui partem autocarros para destinos populares como Pattaya ou Koh Samet, no leste do país. Como comprar bilhetes de autocarro para viajar pela Tailândia? A forma mais barata é ir diretamente à estação e comprar o bilhete na bilheteira da empresa. No caso das grandes cidades, como Banguecoque ou Chiang Mai, como não estão localizadas centralmente, é melhor ir às agências de viagens e poupar a viagem se quiseres comprá-los com antecedência, ou comprá-los online através da 12Go Asia ou da BusOnlineTicket. Cobram uma pequena taxa, mas pode valer a pena pela comodidade. Como te deslocares na Tailândia: comboio Um dos nossos meios de transporte preferidos na Tailândia é o comboio. A rede ferroviária é extensa e as carruagens são geralmente confortáveis. O que tens de ter em conta é que os atrasos são bastante comuns, por isso não esperes um serviço 5 estrelas. Viajar de comboio pela Tailândia é agradável e uma experiência única, especialmente se optares por viajar durante a noite, uma vez que os bancos se transformam frequentemente em camas, mesmo com os seus próprios lençóis. Nos comboios de longo curso, existe normalmente uma carruagem restaurante a preços bastante acessíveis. Quanto às categorias de lugares, vale a pena informares-te na própria estação, mas, regra geral, são as seguintes: • Primeira classe: trata-se geralmente de uma carruagem com ar condicionado e casa de banho, que é mais privada. Se forem várias pessoas, esta opção mais privada é a melhor. • Segunda classe: são carruagens maiores que oferecem a opção de um assento ou cama e ventoinha ou ar condicionado. Nas viagens longas, é a mais interessante, sobretudo se se tratar de um comboio-cama. • Terceira classe: os assentos são mais desconfortáveis, por isso é melhor para viagens curtas. Como reservar bilhetes de comboio para viajar pela Tailândia? A melhor forma e a mais barata é reservares os teus bilhetes na estação, mas tem em atenção que os bilhetes, especialmente os de cama, esgotam com dias de antecedência. Por isso, talvez seja melhor reservá-los online através do site da companhia (que funciona regularmente) ou da 12go Asia. Se optares por este último, terás de te deslocar aos pontos de levantamento especificados na tua compra para teres o teu bilhete físico. Transportes na Tailândia: Carrinhas Uma alternativa aos autocarros, especialmente para viagens mais curtas, são as carrinhas. Como não fazem tantas paragens como os autocarros, são muito mais rápidas, embora não sejam tão confortáveis pois são menos espaçosas. Valem a pena para viagens como de Chiang Mai para Pai ou Banguecoque para Kanchanaburi. Normalmente, partem das próprias estações de autocarros, pelo que o melhor é fazer uma pesquisa. Como te deslocares na Tailândia: barcos e ferries Durante a tua viagem à Tailândia, é provável que estejas a planear visitar ilhas como Koh Tao ou Koh Lipe, onde encontrarás algumas das melhores praias da Tailândia. É por isso que neste guia de transportes na Tailândia não podíamos não falar sobre barcos e ferries. Na Tailândia, encontras ferries lentos, lanchas rápidas e os belos barcos de cauda longa. Os primeiros são frequentemente utilizados para ligar o continente às ilhas de uma forma mais económica. As companhias mais populares são a Lomprayah (que opera na costa do Golfo da Tailândia para Koh Tao, Koh Phangan e Koh Samui e na costa ocidental para Phi Phi, Lanta…), a Songserm (barcos para as ilhas do Golfo, barcos um pouco piores do que os primeiros), a Raja Ferry (Surat Thani-Koh Samui) e a Seatran Ferry (em ambas as costas do país com barcos maiores). Os barcos e as embarcações de longo curso são frequentemente utilizados para passear pelas ilhas. Se fizeres uma viagem longa, como por exemplo de Banguecoque para Koh Tao, vale a pena considerar se combinares um bilhete de autocarro com um bilhete de barco, uma vez que as companhias de ferry oferecem muitas vezes bilhetes conjuntos que te permitirão poupar tempo e aborrecimentos. Mesmo as companhias aéreas, quando reservas o teu voo, oferecem a opção de transporte combinado para destinos insulares populares. Alugar um carro na Tailândia Por último, embora não seja muito popular, alguns viajantes ficam animados a alugar um carro e a conduzir pela Tailândia ao seu próprio ritmo. É uma forma cómoda e económica se fores com um grupo de pessoas, mas tem em atenção que, infelizmente, as estradas tailandesas são notoriamente propensas a acidentes e algumas das mais perigosas do mundo, por isso conduz com cuidado. Além disso, tem em atenção que o volante está do lado direito. A maioria das empresas de aluguer de automóveis exige o teu passaporte, a carta de condução do teu país, uma licença internacional de condução e um depósito, que é normalmente feito com cartão de crédito. Como te deslocares dentro das cidades na Tailândia Já vimos como é que te deslocas na Tailândia, mas como é deslocares-te nas cidades? Aqui, analisamos as diferentes alternativas que encontras na maioria das cidades. Deslocares-te nas cidades da Tailândia: táxi ou Grab Em grandes cidades como Chiang Mai ou Banguecoque, especialmente nesta última, os táxis são uma boa opção para te deslocares. No entanto, tem em conta que nas zonas mais turísticas podem tentar aproveitar-se de ti, pelo que é essencial estares preparado. A melhor coisa a fazer é parares um táxi e pedir-lhe para pôr o taxímetro a funcionar. Se ele não o quiser pôr, sai e pede a outra pessoa. Uma alternativa que te dá menos dores de cabeça é a aplicação Grab. Este é o Uber do Sudeste Asiático e funciona muito bem na Tailândia. Também te dá a opção de pagares com cartão de crédito. Transportes na Tailândia: o tuk tuk Os tuk tuks são os meios de transporte mais conhecidos e mais cénicos da Tailândia, mas embora sejam uma experiência, não são de modo algum a opção mais barata. De facto, andar de tuk tuk é provavelmente mais caro do que apanhar um táxi, especialmente em Banguecoque, pois na maioria dos casos aproveitam-se dos turistas. Os tuk tuks tailandeses não têm taxímetro, pelo que terás de negociar com eles antecipadamente e é provável que fiques a perder. Se te oferecerem um preço muito baixo, poderás ter de fazer várias paragens em lojas de comissões. Nas cidades mais pequenas, esta pode ser uma opção mais conveniente. Deslocares-te de songtaew Este curioso meio de transporte na Tailândia é, na realidade, uma carrinha adaptada em que os passageiros entram pela parte de trás. O songtaew ou songthaew é muitas vezes utilizado como substituto dos autocarros nas zonas rurais e em cidades como Ao Nang ou Chiang Mai, onde os verás por todo o lado pintados de vermelho. Tal como noutras formas de transporte público, a tarifa baseia-se normalmente na distância percorrida, sendo raro pagar mais de 20 baht por uma viagem curta. Se quiseres alugá-lo só para ti, terás de acordar previamente o preço. Aluguer de motas na Tailândia Finalmente, a forma mais confortável de te deslocares na Tailândia, especialmente nas ilhas ou em locais pequenos como Pai, é de mota ou scooter. O aluguer de uma mota custa cerca de 150-300 baht por dia, dependendo do tipo de mota, do local e da duração, pelo que é uma forma económica de descobrires a região. No entanto, aqui ficam algumas dicas para garantir que não tens problemas: • Se nunca conduziste uma mota antes, a Tailândia não é o melhor local para aprenderes a fazê-lo. • Verifica o estado da mota quando a receberes e tira fotografias ou vídeos. • Nunca deixes o teu passaporte com a empresa de aluguer; se te pedirem um depósito, deixa o dinheiro, mas não os teus documentos. • Usa sempre um capacete. • Tem muito cuidado à noite, nunca se sabe se um animal pode aparecer do nada. Trajetos comuns de deslocação na Tailândia: como fazê-los Como já viste, existem muitas opções para te deslocares na Tailândia. Aqui dizemos-te como fazer os transferes mais comuns: Como ir de Banguecoque para Chiang Mai Muitos viajantes optam por visitar ambas as cidades e existem várias opções de ligação entre elas: • Avião: normalmente é muito barato se reservares com antecedência e o voo demora apenas 90 minutos. • Comboio: esta é uma opção cénica e agradável, especialmente se decidires apanhar o comboio noturno e dormir numa cama. Tem em atenção que podes demorar até 14 horas. • Autocarro: talvez a opção mais incómoda porque os assentos são mais desconfortáveis, pelo que aconselhamos que escolhas os autocarros VIP. Dura cerca de 10 horas. Como ir de Banguecoque a Ayutthaya A apenas 80 quilómetros de Banguecoque, esta é uma viagem de um dia muito comum a partir da capital. As alternativas para ir de Banguecoque a Ayutthaya são: • Comboio: a partir da estação de Hua Lamphong, os comboios partem aproximadamente de hora a hora e demoram 90-120′ a chegar a Ayutthaya. A tarifa é de cerca de 20 baht. • Autocarro: partem da estação de Mo Chit e demoram cerca de 2 horas. O bilhete custa cerca de 60 baht. • Carrinha: tanto de Mo Chit como da zona de Khaosan Road, a duração da viagem é semelhante e o custo é de 150-300 baht. Como ir de Banguecoque para Koh Tao Esta é uma das ilhas mais populares do país, especialmente porque o mergulho em Koh Tao é muito interessante, mas deves saber que é muito longe de Banguecoque. As opções de transporte para te deslocares entre estes pontos na Tailândia são: • Autocarro + barco: esta é a mais comum. Vais de autocarro até Chumphon e de lá apanhas um dos barcos para Koh Tao. A forma habitual é apanhar o autocarro durante a noite e chegar por volta das 11 horas. A Lomprayah e a Songserm vendem bilhetes combinados a bom preço e não tens de te preocupar com nada, pois o autocarro deixa-te no porto. • Comboio + barco: O comboio para Chumphon é mais confortável, uma vez que tem uma cama, mas tem em atenção que há frequentemente atrasos e que tens de apanhar um transporte da estação para o porto. • Voo + barco: podes apanhar um voo para Koh Samui (bastante caro) ou para Surat Thani e de lá um barco para Koh Tao. Dicas para te deslocares na Tailândia Já sabes como é deslocares-te na Tailândia, mas aqui ficam algumas dicas nossas para que tudo corra bem: • A Tailândia é um país bastante seguro, mas, infelizmente, ocorrem furtos, que são comuns em passeios noturnos e de turistas. Por isso, recomendamos que tenhas cuidado com os teus pertences e não deixes objetos de valor ou dinheiro na bagagem de porão. • Tenta comprar os bilhetes com antecedência. Embora existam muitas opções de transporte na Tailândia, não é raro que esgotem, especialmente para viagens como os comboios de Banguecoque para Chiang Mai ou vice-versa, sobretudo se quiseres uma cama. • Se estiveres mais em modo “go with the flow” e não quiseres reservar o teu transporte na Tailândia com antecedência, tenta chegar à estação com duas a três horas de antecedência. • Se estás a pensar alugar uma mota, tenta fazê-lo em locais que tenham boas referências, nunca deixes o teu passaporte na agência e tira fotografias ou vídeos do estado da mota antes de partires. Evidentemente, não alugues uma mota se nunca conduziste este tipo de transporte antes pois, infelizmente, os acidentes são comuns. • Viaja sempre com um bom seguro para a Tailândia. Para além de cuidares da tua saúde, também te cobre em caso de roubo, problemas com a tua bagagem, transporte ou mesmo se precisar de ser repatriado. O melhor seguro para este destino é o IATI Mochileiro. Seguro de viagem para a Tailândia: • Se puderes, evita os tuk tuks em Banguecoque. Infelizmente, não é raro ser enganado ou conseguir uma “boleia” de uma loja para outra por um preço barato. Noutras cidades, podes utilizá-los, mas combina sempre o preço antes de os utilizar. • Estás a pensar viajar de ferry pela Tailândia e enjoas? Nesse caso, lembra-te de levar biodramina (com cafeína, se possível) no teu estojo de primeiros socorros. Se o mar estiver um pouco agitado, podes ficar enjoado. O mesmo se aplica à viagem entre Chiang Mai e Pai de autocarro ou carrinha – há muitas curvas! • Faz bastante calor na Tailândia, mas não é raro que o ar condicionado seja como um frigorífico, por isso não custa nada levar roupa quente contigo, especialmente se a viagem for longa. • Estes conselhos de viagem à Tailândia vão dar-te mais dicas sobre como tirar o máximo partido do país e evitar cometer erros. Esperamos ter-te ajudado para te orientares na Tailândia. Se tiveres alguma dúvida ou quiseres acrescentar algo mais, teremos todo o gosto em responder-te nos comentários. Não te esqueças que no nosso blog temos muita informação sobre o Sudeste Asiático e, especificamente, sobre a Tailândia. Estes artigos vão ajudar-te muito: • Viajar sozinha pela Tailândia: as melhores dicas • Documentos e requisitos para viajar para a Tailândia • 10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia

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O que ver e fazer em Cancún, México

O que ver e fazer em Cancún, México

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O que ver e fazer em Cancún, México? Certamente que a primeira coisa já é clara para ti: praia + um ótimo hotel. No entanto, há muito mais para fazer na cidade mais populosa do estado de Quintana Roo e na porta de entrada para a famosa Riviera Maya. Na IATI, já tivemos a sorte de explorar esta parte do México em várias ocasiões e vamos contar-te tudo o que precisas de saber para visitar Cancún e desfrutares ao máximo desta viagem. Vamos começar! 1. Explora as melhores praias de Cancún: Praia Delfines, Praia Langosta… Com mais de 20 quilómetros de praias e uma infinidade de hotéis com tudo incluído, não te vão faltar lugares para estenderes a tua toalha. A maioria das praias de Cancún são conhecidas pela areia branca e água azul-turquesa, embora nalgumas partes da chamada “zona hoteleira” podes encontrar algumas ondas que dificultam nadares descansado e, nos últimos anos, os temidos sargaços. O primeiro dependerá sempre da tua localização e do vento, mas para o segundo, páginas como esta, que falam sobre a situação relacionada com estas algas, vão ajudar-te bastante. Para tornar a tua escolha um pouco menos difícil, vamos dizer-te quais as praias mais interessantes para visitares em Cancún. Melhores praias para visitar em Cancún • Praia Delfines: é uma das melhores e também uma das mais conhecidas. Aqui vais encontrar o famoso letreiro colorido de Cancún, caso te apeteça tirar uma fotografia. No entanto, é muito comum haver ondas e correntes, pelo que deves nadar com cuidado. • Praia Langosta: uma das praias mais confortáveis, especialmente se estiveres a pensar visitar Cancún com crianças. Como é pouco profunda, não terás de te preocupar tanto com os mergulhos. • Praia Marlín: é uma praia um pouco mais íntima, no entanto as ondas são normalmente fortes. • Praia Gaviota Azul (ou Playa Forum): uma das praias mais conhecidas da zona hoteleira, tende a ter ondas bastante altas, pelo que é normal veres pessoas a surfar. Para além disso, como fica perto dos bares, costuma ter um bom ambiente, caso procures diversão. • Praia Chac Mool: também uma das mais famosas, com muitas oportunidades para atividades aquáticas. • Praia Caracol: é uma das mais pequenas e não tem muitas ondas. Podes chegar ao farol, que tem muito charme, se caminhares para a direita, em direção ao hotel Hyatt Ziva. • Praia das Tortugas: costuma ser calma e pouco profunda, por isso é perfeita para visitar com a família. Se, como nós, gostas de explorar paraísos, não percas o nosso artigo sobre as melhores praias do México. 2. Excursão a Chichén Itzá, uma paragem obrigatória em Cancún A menos que estejas a planear uma visita a partir de Valladolid ou Mérida, uma das coisas essenciais a fazer em Cancún é visitar Chichén Itzá. Não precisa de apresentações, uma vez que foi declarado Património da Humanidade da UNESCO e uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, pelo que não podes deixar de pensar numa visita ao mais famoso dos sítios arqueológicos maias. Com um carro alugado ou se apanhares um dos autocarros da ADO, estarás em frente à famosa Pirâmide de Kukulkan em cerca de 3 horas a partir de Cancún. No entanto, dado que se trata de um local histórico e por uma questão de comodidade, pensamos que o melhor é juntares-te a uma das muitas excursões que partem dos hotéis da cidade. 3. Visitar Isla Mujeres É claro que desfrutar das praias é a principal coisa a fazer em Cancún, mas recomendamos que também explores as praias de Isla Mujeres. Localizada em frente a Cancún e a apenas 20 minutos de barco, é o lar de uma das praias mais famosas da Riviera Maya: Playa Norte. É tão espectacular que vais sentir-te como se tivesse entrado numa piscina. É possível explorar Isla Mujeres num único dia devido à frequência dos ferries. Quando chegares lá, a coisa mais divertida a fazer é alugar um carrinho de golfe para percorrer a ilha de uma ponta à outra. Outras paragens obrigatórias incluem Punta Sur, Playa Lancheros e Parque de los Sueños. Viajar em segurança no México Com tantas coisas para fazer e lugares para descobrir, como alerta o Ministério dos Negócios Estrangeiros, é essencial ter o melhor seguro de viagem para o México.Um acidente, um problema digestivo provocado por uma comida estragada, uma entorse no tornozelo ou qualquer doença que não seria grave no teu país, pode significar ir parar a centros médicos com falta de condições ou a clínicas privadas que te custarão centenas de euros. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino. Graças à sua elevada cobertura em cuidados de saúde, terás acesso aos melhores especialistas sem teres de pagar nada do teu bolso. Além disso, terás outras coberturas que te vão proteger em casos como roubo, desportos de aventura, problemas com a bagagem, incidentes de transporte ou se precisares de ser repatriado. Não arrisques no México e contrata já o teu seguro. 4. Passear pela cidade de Cancún e comer no Parque das Palapas Para sermos realistas, a cidade de Cancún não é nem de longe tão bonita como Mérida, Campeche ou Valladolid, também na Península de Yucatán. No entanto, se estás a pensar tirar alguns dias para visitar Cancún, encorajamos-te a sair para jantar ou almoçar no centro da cidade para teres uma ideia do ambiente lá. A Avenida Tulum é a via principal e está repleta de parques, lojas, restaurantes e, claro, barracas de tacos baratos. Um dos locais mais conhecidos para comprar artesanato é o Mercado 28, mas ainda mais animado é o Parque de las Palapas, o ponto de encontro dos habitantes locais (um dos nossos favoritos, a Taqueria Coapeñitos, fica perto), especialmente aos fins-de-semana. Para mais compras, tens a Plaza las Americas (na cidade) ou o La Isla Shopping (na zona hoteleira). 5. Zonas arqueológicas para visitar em Cancún: El Rey, Museu Maia de Cancún e San Miguelito Talvez não saibas, mas existem vários sítios arqueológicos para visitares em Cancún. Obviamente, não atingem o nível de outras ruínas maias em Yucatan ou Riviera Maya, como Chichén Itzá, Coba ou Uxmal, mas são interessantes de ver. Melhores zonas arqueológicas em Cancún • Zona Arqueológica de El Rey: o nome deste recinto deve-se a uma escultura de um monarca que foi encontrada aqui, mas cujo nome é totalmente desconhecido. É provável que este tenha sido um dos portos mais importantes para os Maias, e é a zona arqueológica mais interessante para visitar em Cancún. Tem 47 estruturas, embora a mais chamativa seja a pirâmide número 2, um templo no qual foi encontrado o corpo de uma pessoa de alto nível, com um machado de cobre, uma pulseira e ornamentos de conchas e ossos. A entrada custa 70 pesos por pessoa. • Museu Maia de Cancún e Zona Arqueológica de San Miguelito: Possivelmente um dos melhores lugares para visitar em Cancún, trata-se de um museu com uma das coleções mais completas da cultura Maia com peças relevantes do estado de Quintana Roo, mas também de outros sítios como Paleque, Chichén Itzá e Comalcalco. A entrada custa 85 pesos e inclui o acesso à zona arqueológica de San Miguelito, onde ainda se pode ver uma (pequena) pirâmide maia. Estão situados no coração da zona hoteleira de Cancún. • Zona Arqueológica de El Meco: Ficarás surpreendido com a beleza e o estado de conservação destas ruínas maias. Acredita-se que tenha sido um importante centro de pesca, comercial e religioso para os Maias. É composto por 14 estruturas com um templo principal, El Castillo, uma pirâmide de 5 níveis. O acesso custa apenas 70 pesos e está cheio de iguanas. • Yamil Lu’um: localizado no meio da zona hoteleira de Cancún, é um conjunto de dois templos, sendo o principal o Templo de Alacran. Recebeu este nome porque foi encontrada uma estrutura deste animal numa das suas paredes. Acredita-se que tenha sido construído entre os séculos XII e XVI. A entrada é gratuita. 6. Visitar a Zona Arqueológica de Tulum É muito provável que já tenhas visto dezenas de vezes o postal de El Castillo, o edifício mais emblemático da Zona Arqueológica de Tulum, e a cor intensa do mar das Caraíbas quando este passa pela Riviera Maya. Por isso, na tua lista de coisas para fazer em Cancún, não deves deixar de incluir uma visita àquelas que, depois de Chichén Itzá, são as ruínas maias mais conhecidas do México. Antigamente chamada Zamá, foi uma cidade murada da cultura maia entre 1200 e 1450. Pelos vestígios encontrados, parece ter sido um importante centro de culto ao chamado “deus descendente”. A tua visita durará um par de horas, e não podes deixar de visitar o Templo de los Frescos, cujas paredes interiores estão repletas de pinturas em tons predominantemente cinzentos e azuis. Além disso, lembra-te de trazer o teu fato de banho, porque há uma praia deslumbrante mesmo na zona arqueológica onde podes dar um mergulho. Para lá chegares a partir de Cancún, a forma mais cómoda é contratares uma excursão, uma vez que não terás de te preocupar com os transferes e serás sempre acompanhado por um guia. No entanto, também é possível fazeres esta visita a partir de Cancún por conta própria com um carro alugado ou apanhando um dos autocarros da ADO. Neste último caso, a viagem deve durar pelo menos 2,5 horas. Durante a sua estadia, recomendamos que visites a Playa Paraiso, possivelmente uma das mais belas praias da Riviera Maya. 7. Torre Escénica do Embarcadero de Cancún Se quiser ver Cancún das alturas, o melhor lugar para o fazeres é a Torre Escénica do Embarcadero de Cancún. Trata-se de uma torre de 85 metros de altura a partir da qual poderás desfrutar de uma vista panorâmica do mar e da zona hoteleira, bem como das paisagens dos mangais, uma vez que está localizada no ponto em que a Lagoa Nichupte se funde com o mar. O passeio é muito cómodo, basta subir a uma cabine circular (com capacidade para 60 pessoas) que sobe em espiral até ao topo. Uma vez no topo, continua a rodar enquanto recebes explicações (em inglês e espanhol) sobre Cancún e a Riviera Maya. Nota que a duração da atividade é de apenas 10 minutos e que a taxa de entrada é atualmente de 20$, pelo que não é a melhor relação qualidade/preço. 8. Mergulho e snorkelling, duas coisas interessantes para fazer em Cancún Com a sua localização nas Caraíbas e a proximidade do recife de Manchones, com 12 metros de comprimento, há muitas excursões de mergulho e snorkelling disponíveis a partir de Cancún. A visibilidade é boa durante todo o ano e a temperatura da água ronda os 25ºC-28ºC. Além disso, como não há muitas correntes, é um ótimo lugar para quem tem pouca experiência e quer experimentar o snorkelling ou fazer os primeiros mergulhos. Entre os muitos locais de mergulho desta zona encontra-se o MUSA ou Museo Subaquático de Arte, que é uma das poucas galerias de arte subaquática do mundo. Está localizado entre Isla Mujeres e Cancún e pode ser apreciado tanto com mergulho como com snorkelling. Um dos recantos mais conhecidos do museu é a Galeria Manchones, onde, a uma profundidade de 8 metros, se encontram 473 esculturas, incluindo uma casa e um carro carocha. 9. Alugar um carro e explorar o resto da Riviera Maya Portanto, já reparaste que fizemos batota e a lista de coisas para fazer em Cancún inclui vários recantos da Riviera Maya, como Chichén Itzá e Tulum. No entanto, não podíamos deixá-los de fora, porque muitos viajantes não têm muito tempo para explorar a área e decidem fazer de Cancún a sua base para excursões. Se tiveres mais tempo e quiseres explorar um pouco mais, não hesites e procura um carro para alugar. Embora os autocarros da ADO cubram a maior parte dos percursos para destinos como Mérida, Valladolid, Playa del Carmen e Tulum, é totalmente seguro (e muito mais confortável) deslocares-te num carro alugado. Desta forma, também poderás conhecer a multiplicidade de cenotes e praias de Yucatán, bem como incríveis zonas arqueológicas pouco conhecidas (Calakmul ou Uxmal são dois bons exemplos) ou pequenas aldeias como as que se encontram ao longo da chamada Rota dos Conventos. Embora as distâncias em muitos casos sejam relativamente curtas, se tiveres vários dias, recomendamos que consideres ter como base locais como Valladolid, Bacalar, Tulum ou Mérida. Podes até considerar passar algumas noites em Cozumel ou Holbox, duas das melhores ilhas do México. 10. Festa no Coco Bongo Terminamos a nossa lista de coisas para fazer em Cancún com algo um pouco mais animado. Se o teu corpo quer festa, o Coco Bongo é a mais conhecida de todas. Esta macro-discoteca (que também tem outras filiais em Playa del Carmen e Punta Cana) oferece festas quase todos os dias com espetáculos impressionantes de inspiração tropical. Nota que o ambiente é bastante internacional, por isso não esperes misturar-te com os habitantes locais. Se quiseres algo mais descontraído e com um público mais variado, uma boa alternativa é o Mora Mora, relativamente perto do Mercado 28. Aqui, para além de boa comida e bebida, há música ao vivo em muitas noites e atividades mais alternativas que podem ser adequadas. Tem em atenção que só estão abertos até à 1h da manhã. O que não fazer em Cancún Infelizmente, existem imensos exemplos de turismo animal irresponsável em Cancún. Dolphinariums, espetáculos com aves, alimentação de peixes… Por favor, não incluas nenhuma destas atividades na tua lista de coisas a fazer em Cancún e sê um turista responsável. É nosso dever investigar antes de fazer qualquer tipo de experiências que incluam animais ou antes de visitar qualquer um dos parques temáticos na Riviera Maya, de modo a não contribuir para os maus-tratos e a promoção deste tipo de atividades. Quantos dias são necessários para visitar Cancún? O número de dias necessários para visitar Cancún vai depender da forma como planeares o teu itinerário no México. Se não estás a planear visitar outros locais na Riviera Maya e Cancún vai ser a tua base para fazer diferentes excursões pela Península de Yucatán, aconselhamos que não lhe dês menos de 5 dias, para não perderes locais incríveis como Chichén Itzá, Tulum, Coba, Cozumel ou os diferentes cenotes desta zona. Por outro lado, se só pensas em Cancún como um destino de praia ou como ponto de partida para Isla Mujeres, 3 dias devem ser mais do que suficientes. Vamos dizer-te como planeares os teus dias neste canto do México. O que fazer em Cancún em 3 dias Recomendamos que passes o primeiro dia a relaxar e a explorar as várias praias da zona hoteleira. Se quiseres mexer-te um pouco mais, podes visitar a Zona Arqueológica de El Rey e o Museu Maia de Cancun. Ao pôr-do-sol, dirige-te ao Parque das Palapas e ao Mercado 28. No segundo dia, podes fazer uma viagem à Isla Mujeres ou uma excursão de snorkelling, consoante o que preferires. O terceiro dia, vai depender da tua vontade de descansar ou do resto do teu itinerário. Se não quiseres visitar Chichén Itzá noutra altura, não hesites e aproveita a oportunidade. O que fazer em Cancún em 5 dias Com 5 dias em Cancún, para além do que já referimos, recomendamos que experimentes fazer mergulho ou que alugues um carro para explorar outras zonas da Riviera Maya, como Playa del Carmen ou Tulum. Também podes visitar os cenotes de Dos Ojos e Jardin del Eden, dois dos melhores cenotes da Riviera Maya. Estás pronto para visitar Cancún? Esperamos que sim! Não vás embora antes de ler estes artigos úteis sobre o México: • Documentos e requisitos para viajar para o México • Seguro de viagem para o México 2023 • Itinerário de viagem de 15 dias para o México

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Dicas e informações úteis para viajar para a Albânia

Dicas e informações úteis para viajar para a Albânia

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Se precisas de informações em primeira mão, do tipo que qualquer amigo te daria antes da tua viagem, vieste ao sítio certo. Aqui encontras as melhores dicas e informações úteis para viajar para a Albânia e tirares o máximo partido da tua aventura neste país excitante, onde o turismo se desenvolveu bastante nos últimos anos. Quer estejas a fazer uma pequena paragem ao longo da costa ou a explorares o interior, aqui encontras dicas e informações úteis para viajares para a Albânia relacionadas com o melhor seguro de viagem para a Albânia, a documentação, segurança, saúde, clima e muitas outras dicas para te ajudar a planear o teu itinerário. Vamos começar! Verifica o que a Albânia exige para entrar no país Parece muito óbvio, mas a primeira dica para viajar para a Albânia é verificar quais os documentos necessários para entrar no país sem problemas e para te deslocares. Na IATI temos muita informação de todo o mundo e, neste caso, vais encontrá-la toda atualizada em Documentos e requisitos para viajar para a Albânia. Para começar, se fores cidadão europeu, basta teres o teu passaporte ou bilhete de identidade atualizado e certificares-te de que é válido durante, pelo menos, 3 meses a partir da data de entrada na Albânia. Por outro lado, se pretendes alugar uma mota ou um carro durante a tua estadia, precisas da tua carta de condução portuguesa e da carta de condução internacional. Não te preocupes, é um procedimento simples. Saúde e segurança na Albânia Embora possa ter tido uma má reputação no passado, viajar para a Albânia é, de facto, muito seguro. Como em qualquer viagem, é necessário usar o bom senso e tomar precauções básicas, mas não precisas de te preocupar com isso. O que deves saber é que a Albânia e Portugal não têm quaisquer acordos no que toca a saúde e que o Cartão Europeu de Seguro de Doença não é válido neste país. O Ministério dos Negócios Estrangeiros, nas suas recomendações para a Albânia, é muito claro e salienta: ” É aconselhável subscrever um seguro de saúde, pois a rede sanitária (principalmente a pública) pode revelar-se insuficiente, não estando apta para realizar intervenções mais complexas”. É por isso que um dos melhores conselhos para viajar para a Albânia é viajar com uma boa apólice de seguro que te cubra em caso de necessidade. O melhor seguro para viajar para a Albânia é o IATI Standard. Com uma enorme cobertura para despesas médicas, a IATI está lá para ti noutras circunstâncias típicas de viagem, tais como perda ou roubo de bagagem, atrasos no transporte, a necessidade de repatriamento ou um regresso antecipado devido a algo tão importante como a hospitalização de um membro da família. Faz já o teu seguro IATI e desfruta da Albânia com toda a tranquilidade: Quanto tempo preciso para viajar para a Albânia? Outra informação para viajar para a Albânia é quanto tempo preciso para conseguir aproveitar? Diríamos que deves passar pelo menos uma semana na Albânia, mas de preferência duas. Embora seja possível fazer uma viagem curta de 3 ou 4 dias (podes visitar Tirana e ir a Berat e Gjirokaster, por exemplo), uma semana vai te dar uma melhor ideia do que o país tem para oferecer. Isto é especialmente interessante se estiveres a planear visitar o país com tempo mais quente, pois poderás desfrutar mais das praias. Planear a tua viagem pela Albânia Há muito para ver e fazer na Albânia, por isso é uma boa ideia leres um pouco antes e veres qual o percurso que podes fazer. Como te explicamos a seguir, a melhor maneira de te deslocares pelo país é de carro alugado, para poderes percorrer mais terreno. Neste último caso, é possível fazer uma viagem mais improvisada, mas tem em conta que, no verão, a Riviera Albanesa se enche de outros turistas como tu, pelo que é boa ideia planeares o teu itinerário com um pouco mais de antecedência para o alojamento. Concluindo, se tens uma semana para viajar para a Albânia, o nosso conselho é que te limites a Tirana, Berat e Gjirokaster e à Riviera Albanesa, com as suas praias de cor turquesa que te vão deixar boquiaberto. Se dispões de duas semanas, aconselhamos a que estendas o teu itinerário para norte, para Shköder (onde se encontra a chamada “Tailândia da Albânia”) e o Lago Skadar, e depois para os Alpes Albaneses, com as suas aldeias saídas de contos de fadas rodeadas de montanhas e interessantes trilhos para caminhadas. Como chegar à Albânia Como cada vez mais pessoas querem viajar pelo país, é cada vez mais fácil chegar à Albânia de uma forma direta e económica. É difícil encontrar voos diretos do Porto e de Lisboa para Tirana. No entanto, existem normalmente combinações com companhias aéreas de baixo custo, como a Ryanair, com escalas noutros aeroportos europeus, como Londres ou Milão. Se esta solução não te agrada, podes também procurar voos para Dubrovnik, que fica apenas a 150 quilómetros da Albânia, e alugar um carro lá. Esta é uma boa alternativa se tiveres mais tempo, pois também poderás explorar o Montenegro. Por outro lado, também é possível chegar à Albânia a partir de Itália ou da Grécia por barco. Por exemplo, há ferries diários de Corfu para Sarandë. O mesmo acontece com Bari e Ancona, que vão até Durrës. De Brindisi, em Itália, há ferries para o porto de Vlorë. Como te deslocares na Albânia, dicas Apesar de, com o aumento do turismo, as coisas estarem a mudar, a verdade é que deslocares-te na Albânia em transportes públicos pode ser um pouco complicado ou, no mínimo, lento. É verdade que em quase todos os trajetos há várias empresas a operá-los, mas a gestão e os horários nem sempre são os melhores. Se juntarmos a isto o facto de, em algumas cidades, nem sequer existirem estações, mas sim paragens de autocarros no meio do nada, e haver pouca informação na internet, a coisa complica-se. Se não quiseres alugar um carro, os autocarros e os miniautocarros são a tua melhor aposta. Mesmo assim, tem em conta que terás de te limitar aos locais mais populares. Por isso, o melhor conselho para viajar na Albânia é alugar um carro. Desta forma, poderás deslocar-te para onde quiseres, quando quiseres, e não é tão caro como pode parecer. Se procurares com antecedência, é possível encontrares alugueres diários entre 20 e 35 euros, o que, se forem dois ou mais viajantes, é mais do que aceitável. Tem em atenção que a condução albanesa pode ser um pouco imprudente. Se a isto juntarmos o facto de quase não existirem auto-estradas e de a maior parte das estradas serem estradas rurais, com muitas curvas e, por vezes, buracos e todo o tipo de animais e pessoas a passear, o mínimo que te podemos pedir é que tenhas muito cuidado e conduzas devagar. Para teres uma ideia, a Albânia é um dos países europeus com uma das mais elevadas taxas de mortalidade por acidentes rodoviários na Europa. Também não te preocupes demasiado, apenas conduz com mais cuidado. Quanto aos preços da gasolina, prepara-te para os veres a níveis semelhantes aos de Portugal ou mesmo ligeiramente superiores. Melhor altura para viajar para a Albânia Tal como no resto da Europa, a Albânia também tem quatro estações, que variam de intensidade consoante a zona do país. Na costa, o clima mediterrânico oferece temperaturas mais amenas e moderadas do que nas montanhas, onde não é raro encontrar neve nos meses de inverno. Sendo este um país muito apreciado ao ar livre, podes pensar que os melhores meses são os de verão, certo? No entanto, deves ter em conta que, com a sua crescente popularidade, julho e agosto são os meses mais movimentados para os turistas, especialmente nas praias. Se acrescentarmos a isto o facto de os próprios albaneses também viajarem nesta altura do ano, não é de admirar que sejam também os mais caros. Assim, outra dica para viajar para a Albânia que te podemos dar é viajares, se possível, em maio, junho, setembro e outubro, quando o tempo ainda é agradável, mas quando está menos cheio de turistas. Esta é, para nós, a melhor altura do ano. Dinheiro e cartão, de quanto dinheiro preciso para viajar para a Albânia? A primeira coisa que precisas de saber é que a moeda oficial é o lek. Uma vez que os pagamentos com cartão não estão sempre disponíveis, o nosso conselho para viajar para a Albânia é que leves muito dinheiro. Embora alguns hotéis e restaurantes aceitem euros, a taxa de câmbio é geralmente elevada, pelo que é aconselhável trocar dinheiro nas agências de câmbio ou nos bancos (não dês ouvidos a quem te oferecer na rua) ou levantar dinheiro nas caixas automáticas. Se optares por esta última opção, não te esqueças de que as caixas automáticas do Alpha Bank e do Credins Bank não cobram taxas locais pelos levantamentos, mas, para pagares menos ou nenhuma taxa, é sempre aconselhável levares contigo um cartão como os que constam da lista dos Best Travel Cards. Os preços na Albânia são mais baratos do que em Portugal e em grande parte da Europa. É verdade que nos últimos anos os preços têm vindo a subir com o aumento do turismo, mas a Albânia é um país muito barato para viajar. Embora dependa muito de quanto se quer gastar e da zona, é possível viajares e divertires-te por cerca de 20 euros por dia. Cartão SIM e Internet na Albânia, dicas Embora haja wi-fi na maioria dos alojamentos, é sempre bom ter internet no telemóvel. Neste sentido, o primeiro conselho que te podemos dar é que desatives o roaming se não quiseres receber uma conta astronómica em casa. Por esta razão, o melhor é comprares um cartão SIM local quando chegares à Albânia. Embora existam várias empresas, a Vodafone é a que tem a melhor cobertura. Para poupares algum dinheiro, recomendamos que não compres um cartão SIM no aeroporto, mas sim numa loja Vodafone na primeira cidade que visitares. Aí podes consultar os diferentes planos disponíveis, mas podes obter cerca de 35 GB de Internet por, mais ou menos 20 euros. Não te esqueças de que vais precisar do teu passaporte. Língua na Albânia A língua oficial da Albânia é o albanês e existem diversas variantes no país. É bastante difícil de compreender e até de pronunciar, pelo que é melhor desistires já dela, a menos que vás passar muito tempo no país. Cada vez mais albaneses estão a aprender inglês, sobretudo os que trabalham no setor do turismo na costa. Se também não és fluente na língua de Shakespeare, não te preocupes, prometemos que os albaneses são muito simpáticos e que te vais dar muito bem. Ainda assim, aqui fica uma dica para viajar para a Albânia: aprende algumas palavras em albanês e conseguirás arrancar um ou dois sorrisos. Gastronomia na Albânia A comida na Albânia é saborosa, variada e barata. De facto, comer em restaurantes é muito mais barato do que fazer compras no supermercado, pelo que não há desculpa para saíres para comer em qualquer lugar. Se acrescentarmos a isso o grande número de frutas frescas e de bancas de comida de rua, é provável que voltes com alguns quilos a mais. Assim, uma das nossas melhores dicas para viajar para a Albânia é experimentar os seguintes pratos típicos: • Byrek: deliciosos pastéis recheados ou folhados. São normalmente vendidos na rua por cerca de 50 cêntimos. • Perime ne Zgare: legumes grelhados. • Fërgesë: uma espécie de creme feito com pimentos, tomate e queijo cottage, normalmente comido com pão. • Tavë Kosi: o prato mais conhecido do país, é uma espécie de quiche com borrego, ovos e iogurte. • Speça me gjize: pimentos multicolores recheados com arroz, queijo fresco e especiarias e depois cozinhados no forno. • Kaçkavall: um tipo de queijo que é normalmente servido frito e como entrada. E embora o peixe e a carne sejam muito consumidos, ser vegetariano na Albânia é muito mais fácil do que possas pensar. Já mencionámos alguns pratos vegetarianos acima, mas as saladas albanesas são super ricas e variadas – nada como uma triste alface e tomate. Ficarás surpreendido com a enorme quantidade de azeitonas de todos os tipos que vais encontrar por todo o lado. Quanto às bebidas, não podes ir embora sem provar o raki, um licor típico dos Balcãs, e o café, que é normalmente de estilo turco e bastante forte. Outras dicas para viajar para a Albânia Já te demos muitas dicas para viajar para a Albânia, mas aqui estão mais algumas que não se enquadram nas secções anteriores e que temos a certeza que te serão úteis: • O melhor conselho que te podemos dar é que viajes para a Albânia o mais depressa possível. É um país que está a ficar muito na moda e que se tornará cada vez mais turístico com o passar dos anos. Se puderes, aproveita o facto de ser ainda uma das grandes incógnitas da Europa e descubre-a o mais “intacta” possível. • A Albânia é um país seguro, mas tem cuidado quando andares pelas cidades à noite. Por vezes, há pouca iluminação e alguns esgotos a descoberto, por isso tem cuidado! • Fala ou interage com os albaneses tanto quanto possível. São de facto muito hospitaleiros e simpáticos para com os turistas. Se aprenderes algumas palavras básicas, irás certamente receber alguns sorrisos. • Se te sobrar dinheiro albanês, troca-o antes de saíres do país, pois será muito difícil fazê-lo noutros locais. • A tomada é igual à utilizada em Portugal. • Desenvolve a tua paciência. Se vais com a ideia de que na Europa tudo funciona bem e é rápido, começa já a mudá-la. Na Albânia, as coisas são um pouco mais lentas e a pontualidade é notória pela sua ausência. No entanto, não te preocupes, tudo acaba por se resolver e as pessoas são tão simpáticas que te ajudarão sempre que tiveres um problema. • Se alugares um carro, é aconselhável descarregar um mapa do Google Maps ou do Maps.me para o caso de ficares sem ligação. • É aconselhável beber água engarrafada. • A Albânia tem apenas 1 hora de diferença de Portugal, por isso esquece o jet lag! • Se viajares para a Albânia no verão, o melhor conselho possível é reservar alojamento com antecedência, especialmente nas cidades costeiras. • Viaja com o melhor seguro para a Albânia: IATI Standard. Terás a tranquilidade de saber que serás tratado nas melhores clínicas e hospitais do país, sem ter de pagar qualquer franquia ou dinheiro adiantado e com cobertura de 300.000 euros. Esperamos que estas dicas para viajar para a Albânia te tenham ajudado a planear a tua próxima viagem a este país próximo mas enigmático. Se tiveres alguma sugestão ou pergunta, gostaríamos de te ouvir nos comentários. Lembra-te que na IATI encontras toneladas de informação para as tuas escapadelas. Não te vás já embora e começa por aqui: • O que fazer na Albânia: os sítios imperdíveis dos Bálcãs • Documentos e requisitos para viajar para a Albânia

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6 experiências que não podes perder em Tenerife

6 experiências que não podes perder em Tenerife

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Localizada nas Ilhas Canárias, Tenerife é um destino de férias popular para pessoas de todo o mundo. Com a sua beleza natural deslumbrante, praias magníficas e cultura fascinante, é fácil de ver o porquê deste destino ser escolhido por muitos viajantes. No entanto, com tanto para ver e fazer nesta ilha, pode ser difícil saber por onde começar. Na IATI, queremos ajudar-te a planear as tuas férias perfeitas e por isso, neste artigo, vamos falar-te de 5 experiências que não podes perder em Tenerife. Continua a ler e descobre tudo o que podes fazer nesta ilha! 1. Parque Nacional do Teide Uma das maravilhas naturais mais deslumbrantes de Tenerife é o Parque Nacional de Teide. Localizado no centro da ilha, este parque é o lar do deslumbrante Monte Teide, que é o pico mais alto de Espanha. Podes fazer o trilho até ao cume da montanha, que oferece incríveis vistas panorâmicas da ilha. Se caminhar não é o teu forte, ainda podes e deves desfrutar da beleza do parque dando uma volta de carro pelas estradas sinuosas que o atravessam. O parque alberga uma incrível variedade de flora e fauna, e é provável que vejas de tudo, desde florestas de pinheiros a formações rochosas vulcânicas. Sem dúvida uma paragem obrigatória neste guia. 2. La Orotava Se procuras um gosto da arquitetura tradicional canária, então uma visita a La Orotava é uma paragem obrigatória. Esta cidade encantadora está localizada na parte norte da ilha e é o lar de muitos edifícios históricos muito bem preservados. Um dos destaques de La Orotava é a sua cidade antiga, que é lar de muitos exemplos impressionantes da arquitetura tradicional canária. As ruas da cidade são forradas por elegantes edifícios coloniais, e muitas delas têm varandas de madeira maravilhosamente esculpidas e fachadas coloridas. A praça principal da cidade, Plaza de la Constitución, também merece uma visita. Esta praça é o lar de uma fonte rodeada por edifícios históricos, incluindo a Câmara Municipal e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição. A fachada barroca da igreja é particularmente impressionante, e o interior é o lar de muitas esculturas e pinturas. Outra atração imperdível em La Orotava é o seu jardim botânico. O jardim cobre uma área de cerca de 20.000 metros quadrados e alberga uma incrível variedade de plantas e árvores exóticas. Caminhares pelo jardim é uma forma pacífica e relaxante de passares uma tarde, e é certo que vais ter oportunidade de ver plantas que nunca viste antes. Para além dos seus edifícios históricos e jardim botânico, se fores um fã de comida, La Orotava é também o lar de uma variedade de lojas, restaurantes, e cafés. Podes aproveitar provar alguma cozinha tradicional canária, como as papas arrugadas e o molho mojo, ou percorrer as muitas lojas e galerias de artesanato da cidade, sem dúvida uma das 5 experiências que não podes perder em Tenerife! 3. Masca Masca é uma aldeia pitoresca localizada na parte noroeste de Tenerife, conhecida por estar aninhada num vale profundo entre as altas montanhas. Esta aldeia isolada é conhecida pela sua beleza natural deslumbrante, arquitetura tradicional, e trilhos para caminhadas para os mais aventureiros. Uma das principais atrações de Masca é o seu deslumbrante cenário. Rodeada por montanhas e vegetação luxuriante, a aldeia oferece vistas panorâmicas da paisagem rural circundante que é verdadeiramente espectacular. A própria aldeia é também encantadora, com casas de pedra tradicionais e ruas estreitas e sinuosas que te dão uma sensação intemporal. Outro ponto alto de Masca são os trilhos para caminhadas. Há vários trilhos que serpenteiam pelas montanhas, oferecendo aos caminhantes a oportunidade de explorar de perto a beleza natural da área. Um dos trilhos mais populares é a caminhada pelo desfiladeiro do Masca Gorge, que te leva através de um deslumbrante desfiladeiro. Se não estiveres disposto a fazer uma longa caminhada, podes também explorar a própria aldeia. Há vários edifícios e marcos históricos para ver, incluindo a igreja da Imaculada Conceição do século XVIII e a Casa de los Avinculados, uma mansão histórica que foi transformada num museu. Apesar da sua localização remota, Masca é também o lar de alguns pequenos restaurantes e cafés onde podes provar alguma cozinha tradicional, e sabemos que muitas das vezes a melhor comida tradicional está nestas pequenas aldeias. A localização da aldeia nas montanhas também significa que é frequentemente mais fresca do que a costa, tornando-a num ótimo local para escapar ao calor e desfrutar de um retiro tranquilo. 4. Ver Baleias em Tenerife Se até agora não estavas impressionado com a variedade de coisas que existem para fazer em Tenerife, certamente estás agora. A observação de baleias é uma atividade popular em Tenerife, e por uma boa razão. As águas em redor da ilha albergam uma grande variedade de vida marinha, incluindo golfinhos, baleias-piloto, e até orcas, assim ver baleias é sem dúvida uma das 5 experiências que não podes perder em Tenerife. Há várias empresas que oferecem excursões de observação de baleias em Tenerife, e a maioria delas parte da costa sul da ilha. As excursões duram tipicamente cerca de 2-3 horas e levam-te para o mar aberto, onde terás a oportunidade de ver estas majestosas criaturas de perto. Um dos melhores locais para observar baleias em Tenerife é o Estreito de Gibraltar, que é uma estreita faixa de água que separa a ilha do continente africano. Esta área é conhecida pela sua grande população de baleias-piloto, que podem frequentemente ser vistas a nadar em grandes grupos perto da superfície da água. Para além das baleias-piloto, as águas de Tenerife são também o habitat de várias espécies de golfinhos, incluindo golfinhos roazes e golfinhos comuns. Estas criaturas brincalhonas são frequentemente vistas a nadar e a saltar ao lado dos barcos durante os passeios de observação de baleias, proporcionando uma experiência verdadeiramente inesquecível. É importante escolher uma empresa de observação de baleias de renome ao reservares a tua excursão, para garantir que não estás a perturbar o comportamento natural dos animais ou a causar-lhes qualquer dano. A maioria das empresas segue diretrizes rigorosas para assegurar que as excursões são conduzidas de uma forma ecológica e responsável, por isso não te esqueças de escolher uma que cumpra estas directrizes. 5. Siam Park Se procuras uma forma divertida e excitante de te refrescares num dia quente, então uma visita ao Siam Park é uma paragem obrigatória. Este parque aquático está localizado na parte sul da ilha e apresenta uma variedade de escorregas emocionantes, uma piscina de ondas, e até mesmo uma praia artificial. Um dos pontos altos do Siam Park é a Torre do Poder, que é um escorrega de 28 metros de altura que termina com uma passagem num túnel numa piscina cheia de tubarões e raias. O escorrega não é para os menos aventureiros, mas é certamente uma das 5 experiências que não podes perder em Tenerife. Para além dos passeios emocionantes, o Siam Park tem também uma variedade de atrações mais relaxantes, incluindo um rio e uma grande piscina que é perfeita para nadar e para relaxar. 6. Descobre as praias de Tenerife Tenerife é conhecida pelas suas praias de cortar a respiração, cada uma com o seu caráter e encanto únicos. Desde praias de areia negra vulcânica a praias de areia dourada, há algo para o gosto de todos os viajantes. Uma das praias mais populares é a Playa de Las Teresitas, localizada a apenas uma curta distância da capital de Santa Cruz de Tenerife. Esta praia é única porque apresenta areia dourada proveniente do Deserto do Saara, criando um contraste impressionante contra as águas azuis do Oceano Atlântico. Se preferires uma experiência de praia mais tranquila, vai até Playa del Duque na Costa Adeje. Esta praia é conhecida pelas suas águas cristalinas e comodidades de luxo, incluindo cafés e bares à beira-mar. Se és daqueles que procura uma aventura, dirije-te à Playa de Benijo, uma praia isolada localizada na costa norte de Tenerife. Esta praia é rodeada por dramáticas falésias e é popular entre os surfistas devido às suas ondas fortes. Quer estejas à procura de relaxamento ou aventura, explorar as praias de Tenerife é uma experiência imperdível para qualquer visitante da ilha. Em conclusão, Tenerife oferece um leque diversificado de experiências para viajantes que procuram aventura, relaxamento, e cultura. Lembra-te que situações inesperadas podem surgir durante qualquer viagem, razão pela qual é recomendável viajares com seguro de viagem. Ter um seguro de viagem vai proteger-te em casos de perda financeira por cancelamento da viagem, emergências médicas, ou perda de bagagem. Ao reservares tempo para planear com antecedência e investires num seguro de viagem, podes desfrutar plenamente do teu tempo em Tenerife, sabendo que estás coberto em caso de qualquer circunstância imprevista.

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Itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana

Itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana

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A Costa Amalfitana é um dos destinos mais bonitos e deslumbrantes de Itália, conhecida pela sua magnífica costa, cidades coloridas, e uma cozinha deliciosa. Com tanto para ver e fazer, planeares a tua viagem pode ser avassalador. Neste artigo, criámos um itinerário de 7 dias para te ajudar a aproveitares ao máximo o teu tempo na Costa Amalfitana. Nota que isto é um itinerário com tempo mínimo, aconselhamos vivamente a que, se tiveres oportunidade, passes mais tempo em cada uma das localizações. Considerações importantes para a tua viagem à Costa Amalfitana Ao planeares a tua viagem à Costa Amalfitana, há algumas dicas que te podem ajudar a tirar o máximo partido da tua experiência. Em primeiro lugar, considera visitar este destino entre abril e junho ou setembro e outubro, quando o tempo estiver mais ameno e numa época menos turística. Além disto, para poupares algum dinheiro, talvez queiras ficar alojado numa das cidades mais pequenas da costa, como Praiano ou Maiori, em vez dos destinos mais populares como Positano ou Amalfi. Também é importante referir que não é recomendável alugar um carro, pois as estradas são muito estreitas e sinuosas e podem ser bastante desafiantes para conduzir. Em vez disso, considera utilizar transportes públicos ou contratar um condutor privado para as tuas excursões. Finalmente, não te esqueças de mergulhar na cozinha local, que inclui marisco fresco, pratos com sabor a limão, e o famoso licor de limoncello. Itinerário de 7 dias na Costa Amalfitana Dia 1: Chegada a Nápoles A tua viagem para a Costa Amalfitana começa com um voo para o Aeroporto Internacional de Nápoles. A partir daí, apanha um táxi ou transporte público para o teu alojamento numa das cidades ao longo da costa. Passa o dia a explorar Nápoles, visita as atrações populares como a Piazza del Plebiscito e o Museu Nacional de Arqueologia de Nápoles. Nápoles é uma cidade vibrante, com uma história e cultura ricas. A Piazza del Plebiscito é uma das maiores praças públicas de Nápoles e está rodeada por edifícios importantes, tais como o Palácio Real, a Basílica de San Francesco di Paola, e o Palácio de Salerno. O Museu Nacional de Arqueologia de Nápoles alberga uma das mais extensas coleções de artefatos gregos e romanos do mundo, incluindo o famoso Touro Farnésio. Dia 2: Sorrento No dia 2, apanha um ferry ou autocarro para a encantadora cidade de Sorrento. Conhecida pelas suas ruas estreitas, bela arquitetura, e vistas deslumbrantes da Baía de Nápoles, Sorrento é um destino popular para os viajantes. Passa o dia a vaguear pelas muitas lojas, cafés e restaurantes da cidade, e não deixes de visitar a Catedral de Sorrento e o parque Villa Comunale. A Catedral de Sorrento é uma impressionante catedral do século XV com uma arquitetura deslumbrante. A Villa Comunale é um parque localizado no coração de Sorrento e oferece uma excelente vista sobre o Golfo de Nápoles. Podes também dar uma pequena caminhada até à vila piscatória da Marina Grande, conhecida pelos seus restaurantes de marisco e barcos coloridos. Dia 3: Capri No terceiro dia do teu itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana, apanha um ferry de Sorrento para a ilha de Capri, um dos destinos mais populares e pitorescos do Mediterrâneo. À chegada, sugerimos que apanhes o teleférico até ao topo do Monte Solaro, o ponto mais alto da ilha, para desfrutares de vistas panorâmicas do mar e da costa que rodeiam Capri. Depois, visita os deslumbrantes Jardins de Augusto, um parque exuberante cheio de flores perfumadas, oliveiras, e vistas magníficas das formações rochosas de Faraglioni. Se estiveres disposto, também sugerimos que dês um mergulho nas águas límpidas e azuis da Marina Piccola, uma pequena praia no lado sul da ilha. Finalmente, não deixes de visitar a encantadora cidade de Anacapri, que se situa nas encostas do Monte Solaro e oferece uma atmosfera mais descontraída e autêntica do que a movimentada cidade de Capri. Aqui, podes explorar a histórica Villa San Michele, que foi construída sobre as ruínas de uma antiga villa romana e é famosa pelos seus jardins e vistas deslumbrantes. Dia 4: Positano No dia 4, dirigir-te para a pitoresca cidade de Positano, um dos destinos mais famosos e fotografados da Costa Amalfitana. Dá um passeio pelas ruas estreitas alinhadas com casas e lojas coloridas que vendem cerâmica artesanal, sandálias, e outros produtos locais. Dirige-te a Spiaggia Grande, a principal praia de Positano, para apanhares sol e desfrutares das águas límpidas e turquesa. Se te sentires aventureiro, considera alugar um caiaque para explorares a linha costeira de uma perspetiva diferente. À tarde, sobe a colina até à encantadora aldeia de Montepertuso, que oferece vistas de cortar a respiração de Positano. Aqui, podes deliciar-te com algumas das especialidades locais, tais como peixe fresco, massa feita à mão, e o famoso bolo de limão. Finalmente, termina o teu dia apreciando o pôr-do-sol sobre o mar de um dos muitos miradouros panorâmicos de Positano. É uma bela maneira de marcar o meio do nosso itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana, não é? Dia 5: Ravello No dia 5 vais dirigir-te para a cidade de Ravello, situada acima da Amalfi e conhecida pelos seus jardins, vilas e vistas panorâmicas. Começa a tua visita com um passeio pelos Jardins Villa Cimbrone, que oferecem vistas deslumbrantes da costa e do mar. Este é um local perfeito para tirares fotografias e apreciares a vista. A partir daqui, visita a famosa Villa Rufolo. Deves, sem dúvida, explorar as encantadoras ruas de Ravello e passar por algumas das lojas de artesanato da cidade para ires buscar algumas recordações feitas à mão, tais como cerâmicas ou artigos de couro. Finalmente, termina o teu dia saboreando algumas das especialidades locais (porque boa comida nunca é demais) num dos muitos restaurantes de Ravello. Dia 6: Amalfi No penúltimo dia, visita a cidade que dá o nome à Costa Amalfitana – Amalfi. Começa o teu dia com uma visita à impressionante Catedral de Santo André, que apresenta uma bela mistura de estilos arquitetónicos, incluindo românico, gótico, e barroco. Dentro da catedral, podes ver os restos mortais do santo padroeiro de Amalfi, Santo André, e admirar os bonitos mosaicos. Depois de visitares a catedral, explora as encantadoras ruas de Amalfi e passeia ao longo do passadiço junto ao mar, onde podes admirar os barcos coloridos e apreciar a brisa do mar. Ao almoço, dirije-te a um dos muitos restaurantes da cidade e experimenta algumas das especialidades locais, tais como anchovas frescas, massa feita à mão, ou o famoso sfusato de limão. À tarde, considera fazer um passeio de barco para explorares a deslumbrante linha costeira de uma perspetiva um pouco diferente e com menos gente. Muitos guias turísticos oferecem excursões à Gruta Esmeralda, uma fascinante caverna marítima com água de cor esmeralda e formações rochosas únicas, muito próxima da cidade de Amalfi. Finalmente, termina o teu dia a saborear um copo de vinho local ou um refrescante limoncelo enquanto admiras o pôr-do-sol sobre o mar. Dia 7: Dia Livre No teu último dia, tira algum tempo para relaxares e desfrutares da Costa de Amalfi ao teu próprio ritmo. Podes passar o dia na praia, fazer um passeio de barco pela costa, ou explorar qualquer uma das cidades que te possam ter escapado. Por último, a Costa Amalfitana é um destino inesquecível que deve estar na bucketlist de todos os viajantes. Com este itinerário de 7 dias, podes ver alguns dos melhores pontos turísticos e atrações que a costa tem para oferecer e ao mesmo tempo teres tempo para relaxares e desfrutares da paisagem. Esperamos que este itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana te tenha ajudado a planear a tua viagem a este lugar absolutamente deslumbrante.

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Viagem de 15 dias na Malásia: o melhor itinerário

Viagem de 15 dias na Malásia: o melhor itinerário

13 minutos de leitura

Sabemos que planear um itinerário de viagem de 15 dias na Malásia pode ser um pouco complicado. É um dos países mais variados do Sudeste Asiático e, portanto, não há falta de coisas para fazer na Malásia. Como na IATI estamos loucamente apaixonados por este canto do mundo, decidimos facilitar a preparação da tua viagem e desenhar o melhor itinerário de 15 dias para viajar para a Malásia. Vais descobrir cidades fascinantes, praias paradisíacas, uma das mais antigas florestas tropicais do mundo e belas paisagens compostas por milhões de arbustos de chá. Continua a ler e descobre o melhor itinerário de viagem de 15 dias na Malásia. No caso de teres mais ou menos tempo, no final deste artigo encontras algumas sugestões para modificares o itinerário. Vamos começar! Considerações básicas para esta viagem de 15 dias pela Malásia Antes de chegarmos ao ponto de partida e dar-te um passo a passo desta viagem de 2 semanas na Malásia, gostaríamos de te dar algumas ideias/sugestões para te ajudar a compreender melhor este país: • Trata-se de um itinerário de alta intensidade pela da Malásia. Por outras palavras, em alguns lugares só vais passas 1 dia ou 1,5 dias. Este é o tempo suficiente para conseguires ver o básico. No entanto, se fores um viajante que prefere mudar menos os destinos e passar mais tempo neles, aconselhamos que removas um. • Acrescentámos Singapura devido à sua proximidade e acessibilidade. No entanto, se já visitaste ou se não te apetece visitar, podes saltar este passo e concentrares-te na Malásia. • A Malásia é um país enorme. Assim, concentrámo-nos apenas no continente e em algumas das ilhas próximas. Claro que também podes incluir partes do Bornéu, que são acessíveis por avião. Este itinerário cobre o que poderia ser considerado como as paragens obrigatórias. Como posso movimentar-me na Malásia? • Pensámos em incluir várias viagens de avião, a fim de minimizar o tempo de viagem e otimizar o itinerário de 15 dias na Malásia. Ao contrário do que possas pensar, isto não será demasiado caro, especialmente se reservares os bilhetes com antecedência, uma vez que existem várias companhias aéreas low cost a operar no país, a mais importante é a Air Asia. • Como sempre, esta é apenas uma amostra dos possíveis itinerários. As possibilidades são infinitas e é uma boa ideia leres sobre os mais destinos antes de partires para o teu itinerário de viagem na Malásia, de forma a escolheres aqueles em que está mais interessado. Considera também como farias as transferências. • A grande maioria dos viajantes inicia o seu itinerário da Malásia em Kuala Lumpur, uma vez que KLIA é o aeroporto que recebe o maior número de voos internacionais. Se estiveres a viajar pela Tailândia, talvez pudesses entrar por terra e começar com uma visita a Penang. Se estiveres a voar para Singapura, poderás atravessar por terra e ir diretamente para Melaka e depois continuar para o resto dos destinos. Quantos dias preciso para viajar pela Malásia? Demoraria vários meses para cobrires toda a Malásia. Basta dares uma olhadela no mapa. É um país muito grande, constituído não só pelo continente, mas também por ilhas e pela parte do grande Bornéu. No entanto, estamos conscientes de que nem todos têm/querem umas férias tão longas. Assim, acreditamos que uma viagem de 15 dias na Malásia te dará uma boa ideia do que este país tem para oferecer. Se for possível, 20 dias dar-te-iam ainda mais satisfação e poderias fazer tudo isto com menos “correria”. Qual é a melhor altura para viajar para a Malásia? Ao planeares um itinerário de viagem de 15 dias, ou mais, para a Malásia, é sempre uma boa ideia fazeres uma pequena pesquisa sobre como está o tempo nesta parte do mundo. Provavelmente já sabes que em certas alturas do ano chove mais do que o habitual, pois é uma região tropical afetada pelas monções. Contudo, comecemos pelo importante: é sempre uma boa altura para visitares a Malásia, uma vez que as costas leste e oeste têm os seus meses mais chuvosos em diferentes alturas do ano. De forma geral, a melhor altura para viajar para a Malásia é de março a outubro, quando normalmente não chove tão tanto. No entanto, é necessário fazer uma distinção entre estas épocas: • Costa Oeste: em teoria, pode chover mais entre setembro e outubro e abril e maio. • Costa Leste: é preferível evitar as ilhas a leste da Malásia peninsular entre novembro e fevereiro. • Bornéu: a melhor época é de maio a outubro, a estação seca. Esta é a teoria, a prática pode ser diferente, uma vez que estamos a falar de um clima tropical. Por conseguinte, o nosso conselho é planeares um itinerário pela Malásia sem te preocupares demasiado com o clima. Se quiseres saber mais sobre este tópico, recomendamos que leias o nosso artigo Qual é a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático? Itinerário de viagem para a Malásia: 15 dias passo a passo Vamos ao que interessa e aqui detalhamos como seria o melhor itinerário de viagem de 15 dias na Malásia. Abaixo indicamos as possibilidades que tens em cada dia: • Dias 1 e 2: Kuala Lumpur • Dias 3 e 4: Penang • Dia 5: de Penang para as Ilhas Perhentian • Dias 6 e 7: Ilhas Perhentian • Dia 8: de Perentir para Singapura • Dias 9-10: Singapura • Dia 11 – de Singapura para Melaka • Dia 12: Melaka • Dia 13: de Melaka para Taman Negara ou Cameron Highlands • Dia 14 – Taman Negara/Cameron Highlands • Dia 15 – Regresso a Kuala Lumpur e fim do itinerário de 15 na Malásia. Dias 1 e 2: Kuala Lumpur, o ponto de partida de um itinerário para a Malásia Bem-vindo a Kuala Lumpur! O início deste itinerário de 15 dias na Malásia não podia ser nada mais nada menos, que a sua capital: Kuala Lumpur. Mundialmente famosa pela sua linha de arranha-céus dominada pelas Torres Petronas, KL tem também bairros interessantes onde começas a perceber o que torna este país tão especial: a sua mistura de culturas. Estes são os pontos de visita obrigatórios: • Mesquita Nacional da Malásia • Praça Merdeka e a Galeria da Cidade de Kuala Lumpur • Petaling Street e o resto de Chinatown, explora os seus diferentes templos. • Passeio ao longo de Bukit Bintang à noite • Pôr-do-sol no Heli Lounge Bar ou outro bar elevado • Grutas de Batu • Torres Petronas ao pôr-do-sol Dias 3 e 4: Penang Depois de cobrires os principais pontos turísticos de Kuala Lumpur, apanha um voo matinal para a ilha de Penang. A sua capital, George Town, é uma das mais interessantes de todo o país e, vamos contar-te um segredo, a nossa preferida em todo o país. É conhecida pela sua street art, que a coloca no radar turístico do Sudeste Asiático, mas está repleta de interessantes edifícios históricos. Penang era um importante ponto comercial entre a Ásia e a Europa. Chineses, malaios, indianos, eurasianos, tailandeses e peranakanos (os descendentes dos primeiros chineses a estabelecerem-se nas colónias) viveram aqui durante séculos, por isso andar pelas ruas e apreciar a arquitetura quase única das casas é um verdadeiro luxo. Acrescenta a isto o facto de ser a capital gastronómica da Malásia, e terá uma grande oportunidade de encher a barriga durante estes dois dias na tua viagem de 15 dias na Malásia. Dia 5: de Penang para as Ilhas Perhentian Está na hora de descobrires algumas das melhores praias da Malásia! Neste itinerário de 15 dias na Malásia que planeámos, recomendamos voar de Penang para Kota Bharu. Desta forma, não terás de atravessar toda a Malásia por terra. Quando lá chegares, podes apanhar um táxi para Kuala Besut e depois um barco, à tua escolha, para a ilha Perhentian. Calculamos que esta viagem te levará uma boa parte da manhã, assim podes dedicar a tua tarde para descansar e, porque não, dar um mergulho nas águas límpidas que rodeiam as ilhas. Se estiveres a planear uma viagem à Malásia entre novembro e fevereiro, talvez queiras trocar estas ilhas por Langkawi. Pessoalmente, achamos o Langkawi menos impressionante, mas tem praias muito bonitas e é facilmente acessível a partir de Langkawi por barco ou avião. Dias 6 e 7: Ilhas Perhentian Perhentian Kecil (pequena) e Perhentian Besar (grande) são as duas principais ilhas deste arquipélago malaio. A primeira tem uma vibe mais mochileira, enquanto que a segunda tem resorts mais agradáveis. Qualquer que seja a tua escolha, estarás bem, e poderás explorar ambas com excursões de snorkelling disponíveis em quase todo o lado. Outra coisa a ter em conta é que os Perhentians são um destino popular para mergulhadores e snorkellers. Por isso, se já tens a tua licença ou se gostavas de experimentar mergulho, não hesites e reserva já. Algumas das melhores praias das Ilhas Perhentian incluem a Praia Romântica (Perhentian Kecil) e a Praia das Tartarugas (Perhentian Besar). Há também vários pontos de snorkelling onde não é invulgar ver tartarugas e até mesmo, ocasionalmente, o tubarão do recife. Por isso, a melhor maneira de tirares o máximo partido deles é fazeres um passeio ou uma viagem de barco. Dia 8: das Perhentian para Singapura São muitos os viajantes que planeiam um itinerário malaio e não hesitam em incluir alguns dias em Singapura. É uma das cidades mais impressionantes do Sudeste Asiático, pelo que também consideraríamos importante passares lá alguns dias. Para chegares rapidamente das Ilhas Perhentian a Singapura, terás de regressar ao aeroporto de Kota Bharu. A partir daí, tens voos para Singapura. Se não te importares de demorar mais tempo, mas quiseres poupar dinheiro, podes também viajar por terra até à fronteira entre os dois países. É um transporte simples e rápido. Dias 9 e 10: Singapura O que podemos dizer sobre Singapura? Sem dúvida uma das capitais mundiais, o seu emaranhado de arranha-céus é dominado pelo impressionante edifício do hotel Marina Bay Sands, que ostenta a mais espectacular piscina infinita que alguma vez vais ver. Ficar aqui não costuma custar menos de 400 euros por noite, mas é um luxo que é difícil de esquecer. Achamos que deverias considerar dispender pelo menos dois dias para explorares a cidade. Para teres a certeza de que não perdes nada, dá uma olhadela mais atenta ao nosso artigo sobre o que fazer em Singapura. Dia 11: de Singapura a Melaka A próxima paragem neste itinerário de 15 dias na Malásia é Melaka, outra bela cidade que vale a pena visitar. Para chegares de Singapura, é melhor atravessares a fronteira terrestre entre as duas e apanhares um autocarro direto para Melaka. Se saíres de manhã cedo, estarás no teu destino em cerca de 5 horas, para poderes passar a tarde a passear pela zona da Jonker Street e, claro, recarregar as baterias com um nyonya laksa, o prato típico de Melaka. Dia 12: Melaka Tal como Penang, Melaka é uma cidade com uma história muito interessante e, portanto, muitos lugares de interesse para visitares. Os restos de um forte português, uma praça com estilo holandês, uma rua forrada de mesquitas e templos budistas e hindus, museus e um agradável rio com fachadas cheias de street art esperam por si. Embora possa ser um pouco avassalador, em apenas um dia poderás cobrir todas as principais coisas a fazer em Melaka. Se tiveres sorte e for sexta-feira, sábado ou domingo, poderás até dar um passeio pelo famoso mercado noturno de Jonker St. Dia 13: de Melaka a Taman Negara ou a Cameron HighLands Infelizmente, neste momento, terás que fazer uma escolha. Campos de chá contra uma floresta tropical com 130 milhões de anos. Tanto o Cameron Highlands como o Taman Negara são dois destinos possíveis neste itinerário de 15 dias na Malásia, mas não é viável visitares ambos (a menos que saltes outro destino ou tenhas alguns dias extra). Em qualquer dos casos, a opção mais viável é ir para Kuala Lumpur e depois fazer a ligação com o transporte para Kuala Tahan, o ponto de partida para explorar a selva de Taman Negara, ou para Tanah Rata, a cidade para explorar as Cameron Highlands. Se fores demasiado preguiçoso para te deslocares, outra alternativa seria passares a noite em Kuala Lumpur no dia 13 e reservares uma viagem de um dia para Taman Negara ou para as Cameron Highlands a partir de KL no dia 14. Dia 14: Taman Negara/Cameron Highlands Dependendo do que tiveres optado, terás diferentes alternativas para este dia no teu itinerário. Por exemplo: • Cameron Highlands: existem muitos trilhos diferentes, mas, com apenas um dia, optaríamos por visitar o Estado de Sungei Palas, Boh, uma das plantações de chá mais famosas do país. Também podes ir em busca de rafflesia, a maior flor do mundo. • Taman Negara: há muitas caminhadas diferentes por esta selva impenetrável, mas com o tempo de que dispões, terás de passar um dia aqui. Não te preocupes! Vais divertir-te imenso. Podes fazer sozinho um percurso circular que passa pela chamada canopy walk Bukit Terisek. Cuidado apenas com as sanguessugas, se choveu muito. Se chegaste cedo na noite anterior ou na noite do dia 14, poderás também inscrever-te numa visita guiada noturna para ver a vida selvagem noutra perspetiva. Dia 15: Regresso a Kuala Lumpur e fim do itinerário de 15 dias na Malásia Infelizmente, esta viagem à Malásia em 15 dias está a chegar ao fim. Dependendo da hora do teu voo de regresso a casa, terás mais ou menos tempo para passar este dia em Melaka ou Kuala Lumpur, o que preferires. Mesmo assim, deves contar em ter cerca de 3 horas, ou mais, para chegares ao aeroporto a partir de Melaka. Se quiseres levar algumas recordações e não as tiveres comprado pelo caminho, um bom lugar para o fazer em Kuala Lumpur é em Chinatown ou Pasar Seni (Mercado Central). Mesmo assim, já sabes que as melhores recordações vão ficar na tua memória. Mapa do itinerário de viagem de 15 dias na Malásia Incluímos neste itinerário um mapa com todas as paragens, para que possas ter uma ideia visual da tua viagem. Clica aqui para veres o mapa. Alternativas ao itinerário de 15 dias na Malásia É claro que esta é apenas uma das rotas possíveis para visitares a Malásia em 15 dias. As possibilidades são infinitas, especialmente tendo em conta que ainda não tocámos no Bornéu. Como dissemos no início do artigo, é importante ler muito e definir o itinerário tendo sempre em conta as tuas preferências. Talvez queiras fazer uma viagem mais descontraída e passar mais dias em Melaka ou Taman Negara ou Cameron Highlands. Talvez também queiras fazer o curso de mergulho nas Ilhas Perhentian e, por conseguinte, ter de lá passar mais tempo. Também nos ocorre que talvez queiras mergulhar num dos melhores locais de mergulho do mundo: Sipadan. Neste caso, terás de passar 4-5 dias nesta parte da Malásia, pois terás de voar até Tawau e de lá chegas a Sipadan. Por outro lado, se estiveres mais interessado nas praias, depois de visitares os Perhentians, poderás visitar o nosso amado Pulau Kapas. Este é, juntamente com Tioman, um dos mais sossegados do país. Se quiseres mais movimento, a partir de Penang poderás dar o salto para Langkawi, que é mais turístico. Quinze dias podem ser bastante curtos num país com tanto para fazer, mas o importante é fazer um percurso que satisfaça as tuas curiosidades de viagem. O que visitar se tiver menos tempo para viajar para a Malásia? 10 dias? Caso não tenhas mais tempo de férias ou vás combinar este país com outros no Sudeste Asiático, um possível itinerário de 10 dias na Malásia poderia ser: • Dias 1 e 2: Kuala Lumpur, o ponto de partida para uma viagem à Malásia. • Dias 3 e 4: Penang • Dia 5: de Penang para as Ilhas Perhentian • Dias 6 e 7: Ilhas Perhentian • Dia 8: das Ilhas Perhentian para Melaka • Dia 9: Melaka • Dia 10: Regresso a Kuala Lumpur e casa Se está ansioso por visitar Singapura, poderás substituir Melaka. Em alternativa, podes também trocar Perhentian por Pulau Kapas. O que visitar com mais dias para viajar para a Malásia? Se tiveres a sorte de ter 20 ou 30 dias para viajar pela Malásia, ótimo! Não te faltarão coisas para fazer. A nossa recomendação para 20 dias na Malásia seria o mesmo itinerário que lhe mostrámos, mas visita tanto Taman Negara como Cameron Highlands e dá pelo menos mais um dia às Ilhas Perhentian. Queres fazer uma viagem de um mês à Malásia? Nesse caso, acrescentaríamos a zona de Sipadan, o rio Kinabatangan e Kota Kinabalu ao teu itinerário de 20 dias. Vais poder descobrir uma Malásia ainda mais selvagem. Esperamos ter ajudado a planear o itinerário de viagem de 15 dias na Malásia. No entanto, se tiveres alguma pergunta, teremos todo o prazer em responder-te nos comentários. Além disso, não vás embora sem dar uma vista de olhos a estes outros artigos do nosso blog: • Roteiro de 10 dias na Malásia e Singapura • 10 factos sobre a Malásia que não sabias

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O que ver e fazer em Havana, Cuba

O que ver e fazer em Havana, Cuba

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Há tantas coisas para ver e fazer em Havana que podes estar a ter dificuldades a planear tudo com antecedência. A capital da ilha é um dos pontos turísticos obrigatórios em qualquer itinerário de viagem a Cuba, mas há tanto para ver e fazer em Cuba que podes estar a sentir-te sobrecarregado de informação. Além dos principais monumentos, há ruas encantadoras, bares lendários e outros recantos escondidos que não podes perder. Havana é eclética, nostálgica e, por vezes, decadente, mas, acima de tudo, é uma cidade com muita vida que vais sem dúvida aproveitar. Continua a ler e descobre o que ver e fazer em Havana, uma cidade maravilhosa. 1. Capitólio Nacional de Cuba Vamos começar por um dos pontos turísticos obrigatórios em Havana: o Capitólio Nacional de Cuba. Construído em 1929 para albergar as duas câmaras do Congresso, a sua arquitetura vai parecer-te muito familiar, pois é inspirada pelo Panteão em Paris, St Paul’s em Londres e o Capitólio nos Estados Unidos. Foi submetida a uma grande renovação que foi concluída em 2019 e agora a cúpula parece mais brilhante do que nunca, graças à folha de ouro doada pela Rússia. Para além da sua imponente arquitetura, o Capitólio é a origem quilométrica da rede rodoviária de Cuba. Após o triunfo da Revolução, com a dissolução do Congresso, foi transformado na sede do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ambiente e da Academia das Ciências de Cuba. A partir de 2015, voltou a ser a sede do Parlamento cubano. Embora já seja espectacular do exterior, recomendamos que te inscrevas numa das visitas guiadas ao seu interior e jardins. Para além de o veres da rua, se quiseres tirar fotografias impressionantes, pode fazê-lo a partir das varandas do Gran Teatro Alicia Alonso (também um espectacular edifício neo-barroco do início do século XX) e dos terraços do Hotel Inglaterra e do Iberostar Parque Central. 2. Castelo dos Três Reis do Morro Também conhecido como Castillo del Morro, foi construído no século XVI para proteger a cidade dos constantes ataques de piratas e corsários. Dada a sua localização, o Morro foi a principal defesa do porto até à construção de La Cabaña, no final do século XVIII. Para além do seu interesse histórico, uma visita a este canto de Havana garante-te uma bela vista panorâmica da cidade. 3. Tomar uma bebida no Bodeguita del Medio e no Bar Floridita Rum e Cuba andam de mãos dadas, algo que não podes perder em Havana é visitar os seus dois bares mais emblemáticos, seguindo os passos do escritor Ernest Hemingway. “O meu mojito em La Bodeguita e o meu daiquiri em La Floridita”, então que melhor plano do que experimentar cada bebida no seu templo? É verdade que por causa das suas palavras ambos se tornaram lugares eminentemente turísticos, mas ainda conservam muito encanto e o daiquiri em La Floridita será um dos melhores que vais encontrar durante a tua viagem a Cuba. Além disso, há normalmente música ao vivo, o que torna a experiência ainda mais especial. Viajar em segurança em Cuba Lembra-te que para entrares no país é obrigatório teres uma apólice de seguro internacional. Neste guia dizemos-te qual e porque é o melhor: O melhor seguro de viagem para Cuba. O melhor seguro para este destino é o IATI Mochileiro. Para além de te proteger e oferecer uma ampla assistência médica, também te cobre em casos de roubo, problemas com a bagagem, incidentes de transporte ou o muito caro repatriamento. Não esperes mais e obtém já o teu seguro: 4. Plaza de la Catedral, o coração da Velha Havana Passear por Havana Velha quase sem rumo é uma obrigação, mas uma das paragens essenciais é a Plaza de la Catedral. Tem este nome porque é o lar da Catedral da Virgem Maria da Imaculada Conceição de Havana, um templo de arquitetura barroca datado do século XVIII e declarado Património Mundial pela UNESCO. Se olharmos de perto, para além da sua beleza, notamos que as suas torres são irregulares. Os edifícios que compõem a Plaza de la Catedral são também maravilhosos, destacando-se as casas do Marqués de Arcos e do Marqués de Aguas Claras. Por curiosidade, numa das arcadas vais encontrar uma escultura do bailarino espanhol Antonio Gades, um amante de Cuba que pediu para que parte dos seus restos mortais fossem depositados para descansar na ilha. 5. Passeio ao longo do Paseo del Prado Será praticamente impossível no teu itinerário sobre o que ver e fazer em Havana não passar pelo Paseo del Prado, mas, mesmo assim, certifica-te de que o fazes. Este passeio liga o Parque Central ao Malecón, do qual falaremos a seguir, e é um dos mais belos do país, ladeado por belos edifícios e movimentado com artistas aos fins-de-semana. 6. Passeio ao longo do Malecón, um ponto de passagem obrigatório em Havana Esta lista de coisas a ver e fazer em Havana não estaria completa sem uma caminhada ao longo do Malecón. Possivelmente um dos locais mais amados pelos habitantes de Havana, uma vez que é o seu ponto de encontro por excelência. Podes caminhae ao longo do Malecón em qualquer altura, mas vais achá-lo mais interessante à tarde, quando muitos vêm passear, conversar, comer um gelado ou ir pescar. 7. Praça da Revolução A Praça da Revolução de 72.000 metros quadrados é uma das maiores praças do mundo e, como já deves ter adivinhado, a maior praça para veres em Havana. É bastante conhecida porque foi o local de muitos dos discursos de Fidel Castro, bem como de outros eventos públicos bastante conhecidos. Atualmente, para além de a visitares pela sua importância histórica, é peculiar pela silhueta de Che Guevara no Ministério do Interior e pela silhueta de Camilo Cienfuegos no Ministério das Comunicações. É também o lar do Monumento José Martí, uma torre que detém o título de mais alta de Havana e tem um miradouro. Embora a vista panorâmica não seja a melhor (achamos a do Cristo de La Habana mais impressionante), é um local curioso para visitar. 8. Praça de Armas A praça mais antiga para veres em Havana Velha é a Plaza de Armas. Aqui encontrará o Palácio dos Condes de Santovenia (de finais do século XVIII), o Museu da Cidade (no Palácio dos Capitães Gerais), o Palácio do Segundo Cabo, o Castelo da Força Real, El Templete (um monumento em forma de templo dórico grego), o Museu Nacional de História Natural, o Museu da Navegação e o Museu do Automóvel. Para além de acolher os vários edifícios que o rodeiam, recomendamos que o incluas na tua lista de o que ver e fazer em Havana para desfrutares do ambiente. É bastante comum encontrá-lo cheio de bancas de livros em segunda mão, de segunda a sábado. A melhor maneira para lá chegares é passear pela Calle Obispo, uma bela rua pedonal forrada de lojas de todo o tipo, incluindo um grande mercado de artes. Não o percas durante a tua visita a Havana. 9. Parque Central e aluguer de um passeio de almendrón Outro local animado a visitar em Havana é o Parque Central. É o lar da estátua mais antiga de José Martí e de vários jardins agradáveis onde não é raro encontrar pessoas a dançar. Entre os edifícios que rodeiam o Parque Central encontram-se o Gran Teatro Alicia Alonso, o Hotel Inglaterra, o Hotel Telégrafo, o Hotel Plaza, o Hotel Parque Central e a Manzana de Gómez. Além disso, é comum encontrares muitos carros clássicos, conhecidos como almendrones, neste parque. Podes, claro, ficar ao longe a observá-los, mas o melhor a fazer é contratares os serviços do motorista do carro que mais gostas para o levares numa excursão a Havana. Parece um pouco turístico, nós sabemos, mas a experiência é única e autêntica. Terás de negociar, mas espera pagar cerca de 30 euros por hora. 10. Praça de São Francisco de Asís A Praça de São Francisco de Asís é uma das mais bonitas para visitares em Havana. Por um lado, devido ao seu tamanho, o que a torna um local ideal para te sentares e tomares uma bebida num dos seus cafés. Por outro lado, porque é o lar da Igreja e Convento de São Francisco de Asís, do século XVI. Completamente restaurada nos anos 90, vais encontrar também a Fonte dos Leões, obra do escultor italiano Guiseppe Gaginni feita de mármore branco, a Lonja del Comercio e a peculiar estátua do Cavaleiro de Paris. Esta foi feita em honra de uma figura-pública de Havana que costumava andar pela cidade nos anos 50, a contar inúmeras histórias diferentes. 11. Beco de Hamel, uma coisa curiosa para fazer em Havana Se tiveres 3 ou 4 dias para visitares Havana, recomendamos que vás ao curioso Hamel’s Alley. Esta é uma pequena rua cheia de street art onde podes sentir a cultura afro-cubana no seu ponto mais forte, pois é comum encontrares muitos músicos e dançarinos. Mesmo assim, tem cuidado porque não é raro encontrares jineteros, pessoas que fingem ser guias, mas que só vão tentar arrancar-te do teu itinerário. Normalmente oferecem-te um lugar num dos bares próximos para um cocktail (o famoso Negrón) que pode custar até 10 vezes mais do que na Floridita ou no Bodeguita del Medio. 12. Cemitério ou Necrópole de Cristóvão Colombo Pode parecer sombrio, mas uma das melhores coisas para fazer em Havana é visitar a Necrópole de Cristóvão Colombo. É assim chamada porque foi aqui que os restos mortais do almirante foram guardados até 1898. Tal é a beleza de muitos dos seus panteões e túmulos que há visitas guiadas ao cemitério. 13. Chinatown de Havana Sabias que Havana também tem uma Chinatown? Localizada atrás do Capitólio, a primeira coisa que vais ver é um portão pitoresco que te dá as boas-vindas. A razão? A capital cubana albergava a segunda maior comunidade chinesa depois de São Francisco, que veio recolher a cana de açúcar no final do século XIX. Não percas a oportunidade de dar um passeio e, se tiveres fome, experimenta a comida chinesa num dos seus restaurantes. O mais conhecido é La Flor de Loto. 14. Museus para visitar em Havana Como se tudo isto não fosse suficiente, há muitos museus, de todos os tipos, para visitares em Havana. Entre os mais interessantes encontram-se: • Museu Nacional de Belas Artes: se gostas de arte, este é o museu a que deves ir. Aqui encontras mais de 45.000 obras, a maioria das quais de artistas da América Latina e, claro, de Cuba. De facto, este é considerado o museu que contém a maior coleção de arte cubana do mundo. • Museu da Revolução: localizado no antigo edifício do Palácio Residencial, este é um dos museus mais interessantes para veres em Havana, porque dá-te a conhecer a revolução cubana e a vida de Che Guevara a partir de 30 exposições que reúnem cerca de 9.000 peças. A entrada inclui o acesso ao Granma Memorial, onde poderás ver o barco no qual Fidel Castro e Che viajaram do México para Cuba para completar a revolução, assim como outros veículos militares. • Museu Rum Club Havana: conhece a cultura do rum cubano neste museu localizado numa bela mansão colonial do século XVIII. Naturalmente, a admissão inclui uma degustação. • Fábrica de Arte Cubano: a FAC é um dos locais mais interessantes para visitares em Havana, se quiseres fugir à norma. Localizada no que costumava ser uma antiga fábrica de óleo de cozinha, é atualmente um espaço cultural onde normalmente há diferentes exposições e, sobretudo, concertos, espectáculos de dança e muito mais. Podes consultar o programa na sua página do Facebook. • Fusterlandia: um lugar curioso desenhado por José Fuster, que transformou um bairro inteiro ao mais puro estilo Gaudí. 15. Cerimónia de Cañonazo na fortaleza de San Carlos de la Cabaña Uma coisa curiosa para veres e fazeres em Havana é a “cerimónia de Cañonazo”. Acontece todos os dias às 21 horas na Fortaleza de San Carlos de la Cabaña e comemora o tiro de canhão que sinalizou o encerramento das muralhas da Cidade Velha durante a época colonial para proteger contra os ataques dos corsários. Para além do som do canhão, vais ver soldados em trajes periódicos a tocar tambores e a acender o rastilho. 16. Praça Vieja e a Câmara Oscura Possivelmente uma das praças mais encantadoras de Havana, cheia de edifícios de estilo colonial, lojas, cafés e restaurantes. É também o lar da Cámara Oscura, um presente para a cidade da Diputación de Cádiz em 1999. É um periscópio através do qual, graças a um conjunto de lentes, se pode ver uma grande parte da cidade. Se estás a pensar visitar Havana com crianças, elas certamente vão adorar. 17. Explora Vedado Terminamos a nossa lista sobre o que ver e fazer em Havana com Vedado, um dos bairros mais bonitos. Vale a pena passear para admirar as suas belas casas, razão pela qual é considerada uma das zonas mais ricas da cidade. Para além de passear um pouco, há quatro lugares que não podes deixar de visitar: • Cemitério de Colombo: o que falámos acima. • Gelataria Coppelia: possivelmente a gelataria mais barata e mais rica do mundo. Existem mais noutras partes de Cuba, mas a mais conhecida e maior é a de Havana. Algumas cenas do famoso filme “Morangos e Chocolate” foram filmadas aqui. • Hotel Nacional: considerado o hotel mais luxuoso da cidade, foi inaugurado no final de 1930 numa colina com vista para a Baía, Vedado e Havana Velha. Acolheu personalidades como Ernest Hemingway, Marlon Brando e Winston Churchill. • Universidade de Havana: fundada em 1719 pelos frades dominicanos, é a primeira e mais antiga instituição de ensino superior em Cuba. Vale bem a pena uma visita. Quantos dias é recomendado ficar em Havana? Na nossa perspetiva, para arranhar a superfície, é necessário dedicar pelo menos 3 dias para visitar Havana. No entanto, se te levantares cedo e aproveitares ao máximo, com 2 dias podes cobrir a maioria dos destinos de que te falámos nesta lista de o que ver e fazer em Havana. Aqui estão alguns exemplos de planos para te ajudar a organizar: O que ver em Havana em 2 dias Se tiveres apenas 2 dias para visitares Havana, uma boa ideia seria distribuí-los da seguinte forma: • Dia 1 em Havana: Havana Antiga e Havana Centro. Podes começar por fazer uma “visita livre” ou visitar a Praça da Catedral, a Praça de Armas, a Praça Vieja, o Capitólio, o Paseo del Prado, a Rua Obispo, o Malecón e a Chinatown. Se estiveres curioso, não percas o Museu da Revolução. Também recomendamos que faças um passeio de almendrón e termines o dia com um daiquiri na Floridita. • Dia 2 em Havana: El Vedado, o Cemitério de Colón, a Praça da Revolução, o Hotel Nacional e o Castillo de los Tres Reyes del Morro. Não te esqueças de parar na Universidade, comer um gelado em Coppelia e passear ao longo da Avenida de los Presidentes. O que fazer em Havana em 3 dias No caso de teres mais tempo, podes fazer a excursão acima de uma forma mais recreativa (recomendamos vivamente) ou adicionar lugares como os seguintes: Real Fábrica de Tabacos Partagás, Beco do Hamel e o Museu Nacional de Belas Artes. Dependendo do teu itinerário em Cuba, poderás querer fazer uma viagem a Viñales, Varadero ou Playas del Este. Do nosso ponto de vista, vale mais a pena aproveitares ao máximo a capital e ver mais de Havana, mas é uma questão de gosto. Mal podes esperar para visitar Havana? Não partas ainda porque o blog da IATI tem muita informação para te ajudar a preparar a tua aventura cubana. Começa por estes artigos: • O que ver em Cuba, 6 sítios obrigatórios • Seguro de viagem para Cuba • Documentos e requisitos para viajar para Cuba

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Snorkelling e Mergulho no Mar Vermelho, Egito

Snorkelling e Mergulho no Mar Vermelho, Egito

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Onde é o melhor local para fazer mergulho e snorkelling no Mar Vermelho? Muitos viajantes que optam por visitar o Egito incluem uma viagem à costa do Mar Vermelho. Aqui não só encontras belas praias para relaxar depois de te maravilhares com os templos e pirâmides ao longo do Nilo, como também grandes tesouros debaixo de água. Os recifes neste canto do mundo são uns dos melhores do mundo, por isso, fazer mergulho ou snorkelling no Mar Vermelho é uma grande ideia. Neste artigo, vamos dizer-te como e onde fazer estas acividades. Vamos dizer-te tudo sobre datas e preços, mas também vais encontrar as melhores recomendações para a prática de snorkelling ou mergulho no Mar Vermelho. De viajantes para viajantes. Guia de Mergulho no Mar Vermelho, Egito Enquanto que o mergulho com tubo de respiração no Mar Vermelho é uma excelente forma de desfrutar da abundante vida marinha, nada se compara à sensação de mergulhar com a botija de oxigénio e desfrutar da experiência em paz e sossego. O Mar Vermelho é um dos melhores lugares do mundo para mergulhar. Embora abranja o Egito, Israel, Jordânia, Sudão, Eritreia, Arábia Saudita, Iémen e Djibuti, neste guia vamos concentrar-nos no lado egípcio. Porquê mergulhar no Mar Vermelho? Este golfo entre Ásia e África é um paraíso para os entusiastas do mergulho porque tem tudo: desde infinitas paredes de corais coloridos, naufrágios fascinantes da Segunda Guerra Mundial, espécies macro para os geeks da fotografia e pelágicos para aqueles que querem nadar com grandes animais como as raias manta e os tubarões-baleia. Na zona de Marsa Alam não é raro avistar dugongos e golfinhos. Além disso, as temperaturas agradáveis da água (entre 20ºC a 27ºC) significam que não é preciso preocupares-te tanto com a época do ano em que se decides mergulhar no Mar Vermelho. Como fazer mergulho no Mar Vermelho, preciso de licença? Se nunca fizeste mergulho antes, podes estar preocupado com o facto de não teres uma licença. Não te preocupes, tens duas opções: podes fazer um batismo de mergulho ou obter a tua licença mergulho para águas abertas (Open Water Diver). No primeiro caso, serás sempre acompanhado por um instrutor e não poderás mergulhar a uma profundidade superior a 12 metros. É uma boa maneira para descobrir se gostas e o Mar Vermelho facilita-te a vida, pois tem locais de mergulho muito relaxados onde, apesar de seres um principiante, verás muita vida marinha. Nota que os mergulhos experimentais são mais caros do que um mergulho normal e não te dão quaisquer qualificações para repetições futuras. Se estiveres interessado em tornar-te mergulhador, o mergulho em águas abertas no Mar Vermelho é uma ótima ideia. Tem em mente que precisas entre 2 a 4 dias para obteres a tua licença. Quanto às condições, as correntes dependem muito do local. Existem locais de mergulho offshore, tais como Elphinstone Reef ou The Brothers, onde é raro não encontrares estas correntes, mas mais perto da costa estão normalmente ausentes. Sobre a profundidade: os recifes são normalmente pouco profundos e a maioria dos mergulhos tem entre 10 a 20 metros de profundidade. Há mergulhos no Mar Vermelho para todos os tipos de mergulhadores. Mergulho seguro no Mar Vermelho O mergulho, no Mar Vermelho ou em qualquer outra parte do mundo, é uma experiência única e excitante mas, como sabes, envolve também riscos. Assim,, é essencial fazê-lo protegido com um seguro de viagem e mergulho que te garanta a melhor cobertura, independentemente do que aconteça. O IATI Mochileiro é o melhor seguro de mergulho e cuida de ti mesmo onde a maioria das apólices não o fazem, até aos 40 metros de profundidade. Além disso, se necessário, inclui também o tratamento de câmara hiperbárica, algo que sem seguro poderia custar-te milhares de euros. Além disto, terás também outras coberturas centradas na tua viagem, tais como as desenhadas para casos como roubo, problemas com a tua bagagem, desportos de aventura, covid-19 ou, entre muitos outros, repatriamento. Obtém já o teu seguro de mergulho para o Egito. Como posso fazer mergulho no Mar Vermelho, Egito Podemos também falar de duas alternativas quando se trata de mergulhar no Mar Vermelho: ficar num hotel e fazer mergulhos diários ou viajar num cruzeiro de liveaboard. Esta última é uma boa opção para mergulhadores experientes que têm apenas um objetivo nesta viagem: mergulhar, mergulhar e mergulhar. Existem diferentes percursos de 7-8 dias no Mar Vermelho para satisfazer os gostos de todos, com alguns mais concentrados em tentar ver “grandes animais” e outros em naufrágios e recifes. Partem geralmente de Sharm el-Sheikh, Hurghada, Marsa Alam, Hamata ou Porto Ghalib, dependendo do percurso. Os cruzeiros chegam a recifes menos acessíveis do que as excursões diárias à costa. Onde posso fazer mergulho no Mar Vermelho? O primeiro é perfeito para aqueles que querem combinar o mergulho no Mar Vermelho com a paz e sossego de uma cama em terra e talvez outras excursões na zona. As bases mais comuns são: • Sharm el-Sheikh: a norte do Mar Vermelho, na ponta da Península do Sinai, este é um dos locais mais variados para mergulhar se não estiveres a viajar num cruzeiro de liveaboard. A partir daqui podes explorar o maravilhoso Parque Nacional de Ras Mohammed com locais de mergulho épicos como o Recife de Yolanda e o Observatório de Tubarões, a ilha de Tiran e um dos naufrágios mais impressionantes do planeta, o SS Thislthegorm. Sharm tem um aeroporto internacional. • Hurghada: a sul do Mar Vermelho encontras esta cidade, que não é muito bonita, mas serve como uma boa base para mergulhar em ao redor das Ilhas Giftun. Os mergulhos são geralmente calmos e pouco profundos, adequados para principiantes. Hurghada tem também um aeroporto internacional e é acessível de Luxor por estrada, demora cerca de 4 horas. • Marsa Alam: Mais a sul de Hurghada, esta é uma base mais interessante para mergulhar no Mar Vermelho se fores um mergulhador experiente, uma vez que há mais vida marinha. As viagens de mergulho de um dia também partem daqui para Elphinstone Reef, conhecido por ser um ponto de observação regular para o Longimanus, ou tubarão galha branca oceânico. • Dahab: A norte de Sharm el-Sheikh e com uma vibe muito diferente (por assim dizer, mais hippie ou boémio), embora os recifes sejam menos atrativos, há dois mergulhos em estrela, The Canyon e Blue Hole. De Sharm há viagens de um dia para Dahab. Qual é a melhor época do ano para fazer mergulho no Mar Vermelho? Podes mergulhar no Mar Vermelho em qualquer altura do ano, no entanto, se conseguires escolher, março a maio ou setembro a novembro são as melhores datas. Para resumir: • No inverno (dezembro a fevereiro): a água ronda os 22°C, o que pode ser bastante frio para muitos mergulhadores. Acrescenta-se a isto o vento, que também pode tornar as condições do mar mais difíceis, especialmente no norte. No entanto, águas mais frias traduzem-se em melhores hipóteses de ver tubarões galha branca e tubarões-baleia. Os tubarões olho grande não são incomuns em mergulhos em águas profundas, como na Daedalus. A visibilidade é melhor. • Março a maio é época alta, pelo que encontrarás mais mergulhadores. O clima começa a tornar-se mais agradável, com as temperaturas do mar a rondar os 25ºC. • No verão (junho a agosto) é a época baixa e verás mais ofertas em cruzeiros de liveaboard. A água pode atingir os 28ºC em agosto. Nesta altura, podes ver tubarões-martelo e tubarões-baleia a mergulhar no Mar Vermelho, particularmente no norte. • De setembro a novembro pode dizer-se que é a estação intermédia, com temperaturas da água por volta dos 26°C, não tão quente à superfície e menos gente do que no natal ou na primavera. Resumindo, se a água fria não te agrada, é melhor evitares os meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Se não quiseres ficar demasiado quente, não vás em junho, julho e agosto. Para evitar demasiadas pessoas a mergulhar, deves evitar os meses de março, abril, maio, setembro, outubro e novembro. Quanto custa mergulhar no Mar Vermelho? A questão do milhão de euros, é caro mergulhar no Mar Vermelho? Bem, para simplificar, não podemos dizer que seja barato, mas os preços são mais baratos do que na Europa. Claro que o custo de um mergulho depende muito do centro de mergulho e de quantos mergulhos pretendes fazer, pois a maioria das empresas oferece pacotes de vários dias, que são normalmente mais baratos. Geralmente, a menos que encontres uma pechincha, um dia de mergulho com 2 mergulhos custa cerca de 40-60 euros. Se reservares um pacote de 5 dias (10 mergulhos), os preços variam entre os 200 e 250 euros. Existem suplementos (entre 40 e 100 euros) se quiseres visitar locais de mergulho mais distantes como o SS Thistlegorm ou Dahab de Sharm el-Sheikh ou Elphinstone de Marsa Alam. Acrescenta a estes custos o custo do aluguer de equipamento se não o tiveres (entre 18 a 25 euros) e as taxas dos parques nacionais que visitares (entre 5 a 7 euros por dia). Se quiseres comida no barco, pagarás normalmente cerca de 5 euros por um almoço. Se estiveres interessado num cruzeiro liveaboard no Egito, então espera pagar um mínimo de 900-1.000 euros. É claro que os preços variam muito, dependendo do tipo de barco, da estação e da rota. A este custo terás de acrescentar outros suplementos, tais como aluguer de equipamento, tanques de nitrox (se aplicável) ou gratificações. Recomendações para mergulhar no Mar Vermelho Aqui estão mais algumas dicas para mergulhar no Egito: • Estuda bem a área em que está mais interessado para mergulhar no Mar Vermelho. Parece óbvio, mas vais gostar mais ou menos dependendo do que quiseres ver: belos recifes, destroços, macro, grandes animais… Tem em conta que é impossível cobrires tudo na mesma viagem, o Mar Vermelho é enorme! • Viaja com o melhor seguro de viagem de mergulho. O IATI Mochileiro é o teu melhor companheiro para esta aventura subaquática, pois irá cobri-te mesmo que tenhas um acidente até 40 metros de profundidade. • Não te guies só pelo preço. Afinal, o mergulho é um desporto arriscado, por isso é importante ires com centros de mergulho licenciados com equipamento bem conservado e instrutores profissionais. Lê as opiniões de outros mergulhadores. • Lembra-te de que não é aconselhável viajar de avião a menos que tenham passado pelo menos 24 horas desde o teu último mergulho. Se quiseres aproveitar ao máximo a tua viagem, podes optar por autocarros noturnos. Snorkelling no Mar Vermelho, Egito Se mergulhar não é o teu forte ou se gostas de um plano menos exigente, claro, também podes mergulhar com tubo de respiração no Mar Vermelho e divertires-te à grande. Tudo o que precisas é de um snorkel e de óculos de mergulho. Ficarás mais confortável com um par de barbatanas, mas elas não são essenciais, especialmente se não fores mergulhar longas distâncias. Podes trazer este equipamento de casa ou alugá-lo diretamente do hotel ou do centro de mergulho. Como o sol é bastante forte no Egito, é aconselhável usar uma T-shirt com protetor solar. Além disso, se planeias mergulhar no Mar Vermelho no Inverno, é aconselhável trazeres ou alugares um fato de mergulho. Lembra-te de usar apenas protetor solar que não prejudique a vida marinha. Como fazer snorkelling no Mar Vermelho? Podes procurar alojamento com recifes mesmo ao lado da praia em Sharm el-Sheikh, Hurghada ou Marsa Alam ou pagar pelo acesso a restaurantes/praias privadas que sabes que têm recifes interessantes. Um dos melhores casos deste último é a praia El Fanar em Sharm el-Sheikh. Por 5 euros obténs uma espreguiçadeira, guarda-sol e acesso durante todo o dia a um dos melhores locais de mergulho na zona de Ras Um Sid através de um passadiço que conduz ao recife. Em alternativa, podes participar em viagens de snorkelling no Egito. Há excursões tanto para mergulhadores profissionais como para mergulhadores amadores, onde se limitam a nadar sobre o recife. Se precisares, há geralmente guias de mergulho no Mar Vermelho, especialmente para aqueles que têm mais dificuldades ou para crianças. Queres mais algumas dicas para a prática de snorkelling no Mar Vermelho? Não percas o Buraco Azul em Dahab, Dolphin House e Abu Dabbad Bay em Marsa Alam. Na penúltima podes nadar com famílias de golfinhos e na última com tartarugas. Esperamos que este guia de mergulho e snorkelling no Egito te tenha ajudado a preparar a tua próxima aventura subaquática. Se tiveres alguma pergunta, teremos todo o prazer em responder nos comentários. Além disso, para garantir o sucesso da tua viagem a este destino, preparámos estes 2 artigos detalhados que não podes perder: • Documentos e requisitos para viajar para o Egito • É seguro viajar para o Egito?

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Melhor itinerário para um fim-de-semana em Londres

Melhor itinerário para um fim-de-semana em Londres

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Estás a planear uma viagem de fim-de-semana para Londres? Vieste ao lugar certo porque na IATI, especialistas em seguros de viagem, estamos apaixonados pela capital britânica e vamos dizer-te dia após dia o que podes fazer nesta escapadela rápida, para a aproveitares ao máximo até ao último minuto. Para além de um itinerário para um fim-de-semana em Londres, no final deste artigo vais encontrar algumas dicas que te ajudarão a aproveitar ao máximo esta viagem. Vamos lá! O que fazer em Londres num fim-de-semana? Comecemos com o óbvio: um fim-de-semana em Londres não te dá tempo para ver tudo. Nem mesmo várias semanas te darão a sensação de que conheces bem a cidade. Por isso, a primeira coisa a fazer é não ficar sobrecarregado e habituares-te à ideia de que vais desfrutar muito do tempo que tens e visitar o básico. Londres tem museus impressionantes (com o British Museum no topo), lugares emblemáticos como a Westminster Abbey ou o Big Ben, mercados de rua fascinantes (Covent Garden ou Notting Hill são bons exemplos), restaurantes de qualquer cozinha que possas imaginar, miradouros, parques, lugares encantadores… É só citar! Este itinerário de um fim-de-semana em Londres que preparámos para ti conta com a chegada à cidade na sexta-feira ao meio-dia/tarde e partida no domingo à tarde/noite, maximizando assim o teu tempo. Isto é o que a maioria dos viajantes tende a fazer, mas se tiveres mais ou menos tempo, podes facilmente adaptá-lo. Dependerá do número de horas que te restarem e, claro, dos teus gostos. É também uma lista de coisas a fazer em Londres num fim-de-semana se estiveres a visitar a capital britânica pela primeira vez. Se for a tua segunda (ou enésima) visita, terás de substituir atrações ou bairros que já visitaste por outros. Finalmente, já sabes que a cidade não é particularmente barata, por isso também te aconselhamos a dar uma vista de olhos aos nossos artigos sobre o que fazer em Londres por pouco dinheiro ou mesmo de graça. Itinerário de um fim-de-semana em Londres: sexta-feira à tarde O que podes fazer nesta tarde dependerá muito da hora que chegares a Londres, preparámos algumas sugestões simples para que não dependas tanto dos horários e possas aproveitar a oportunidade de andar pelas ruas de Londres. Aqui está, por ordem, o que poderias fazer no início do teu fim-de-semana em Londres: • Camden Market: as lojas, num dos mercados mais famosos de Londres, estão abertas até às 19h e as barracas de comida até às 21h, por isso não durmas muito e dá um passeio por esta zona animada. Também podes jantar aqui ou comer qualquer coisa e sentar-te mais tarde num restaurante fixe em Soho. • Piccadilly Circus: Apanha o metro até Leicester Square e caminha ao longo da Cranourn St. até chegares a uma das praças mais emblemáticas da cidade. • Oxford e Regent Streets: estas são duas das ruas mais importantes de Londres. A primeira era uma antiga estrada romana e a entrada principal para a cidade, tendo sido essencial durante muitos séculos. Estão repletas de edifícios majestosos e, claro, de lojas. • Neal’s Yard: depois de caminhares pela zona do Soho (talvez parar para jantar ou para tomar uma bebida/cerveja num dos speakeasy), podes ir a esta esquina emblemática escondida entre as várias ruas. Nas proximidades encontras o Cambridge Theatre, onde podes acabar a noite com uma peça de teatro ou musical. • Opcional – Abbey Road: se fores fã de The Beatles, embora já seja tarde, encorajamos-te a incluir a famosa Abbey Road nesta tarde do teu itinerário de um fim-de-semana em Londres. Tem em mente que terás apanhar o metro ate à paragem St. John’s Wood passar lá um pouco mais de 30 minutos. Dia 1 em Londres – Sábado Após um caloroso pequeno-almoço britânico, recomendamos que te dirijas à paragem de metro Marble Arch para visitares alguns dos pontos turísticos mais emblemáticos do itinerário deste fim-de-semana em Londres. Aqui estão as paragens mais importantes: • Hyde Park: este é um dos parques mais famosos de Londres, não só pela sua beleza (temos a certeza de que vais ver muitos esquilos) mas também porque é a casa do Speaker’s Corner. Há mais de 150 anos que pessoas de todo o tipo vêm aqui fazer discursos. Se caminhares pelo parque em direção ao Kensington Palace, vais passar pelo memorial da Princesa Diana e outro ao Albert of Saxony, o marido da Rainha Vitória. Também podes desfrutar do Lago Serpentine e dos jardins Kensington. O Kensington Palace é o lar do Príncipe Guilherme e Kate Middleton, o Duque e Duquesa de Cambridge. • Harrods Department Store: mesmo que não gostes de compras, uma paragem obrigatória na tua viagem de fim-de-semana a Londres é visitares a loja de departamentos mais famosa da cidade. Abrem às 10 da manhã. • Wellington Arch: na sua caminhada até aos estábulos reais, passarás por este arco em comemoração das vitórias inglesas sobre Napoleão. Este monumento separa o Hyde Park do Palácio de Buckingham. • Royal Mews: aqui encontras um enorme museu de carruagens. Devido a limitações de tempo, não achamos aconselhável entrares, mas tem em conta que a Mudança da Guarda tem lugar de segunda a sábado às 11 da manhã e aos domingos às 10 da manhã. • Buckingham Palace: quem não conhece este lugar mítico? É a residência de Charles III, o atual rei do Reino Unido. Embora só se possa visitar o interior em alturas muito específicas do ano, podes assistir à famosa mudança da guarda. É normalmente por volta das 11 da manhã, mas tem em conta que não é um acontecimento diário e varia consoante a época do ano. • St. James’s Park: este é o mais antigo dos Parques Reais e é conhecido pelos seus cisnes e vistas do Buckingham Palace. • Downing Street: 10 Downing Street é o lar das residências e escritórios oficiais do Primeiro Ministro e 11 Downing Street é o lar do Chanceler do Tesouro da Grã-Bretanha. • Westminster Abbey: Temos a certeza de que não precisas de apresentação, mas este é o principal exemplo da arquitetura medieval de Londres. Recomendamos que entre para admirar e ver alguns dos túmulos e mausoléus de grandes personalidades britânicas como Darwin, Newton e Shakespeare. • Big Ben, Westminster Palace e Westminster Bridge: não há lugar mais icónico em Londres do que Big Ben, certo? Passeia à sua volta, atravessa a Westminster Bridge e, se desejares, podes visitar o palácio com o mesmo nome reservando um bilhete (não podes fazer isto em qualquer altura). • The London Eye: uma enorme roda gigante de 135 metros de altura com 32 cabines de vidro que oferece uma vista panorâmica de Londres e do The Thames. Se não tiveres tempo para subir, pode deixar esta visita para mais tarde e ver a cidade iluminada. • Trafalgar Square: atravessa a Ponte Hungerford para chegar à espetacular praça construída em 1830 para comemorar a vitória do exército britânico sobre as marinhas espanhola e francesa na Batalha de Trafalgar. O que chama a atenção é a coluna de granito de quase 50 metros de altura sobre a qual repousa a estátua do Almirante Nelson. É a casa da National Gallery, na qual podes entrar se conseguires encontrar tempo. A entrada também é gratuita. • Chinatown: uma das Chinatowns mais pitorescas do mundo, perfeito para parar para provar comida asiática autêntica a bons preços. • Covent Garden: dependendo da hora a que terminas este primeiro dia completo em Londres, podes ir a este mercado coberto. Embora as lojas possam estar fechadas, há muitos restaurantes e pubs na zona. Dia 2 em Londres (domingo) Neste último dia do teu fim-de-semana em Londres podes começar por ir à Goodge Street, Russell Square, Tottenham Court Road ou Holborn. Decide em qual destes estás mais interessado, dependendo do local onde te encontra alojado. Do nosso ponto de vista, o que não deves perder é o seguinte: • British Museum: um fim-de-semana em Londres não estaria completo sem visitar o museu mais importante e fascinante. A entrada é gratuita e contém uma das coleções mais completas do mundo. Tem em mente que abre às 10 da manhã e precisas de pelo menos 2 horas (3 se possível) para o veres devidamente. • Tate Modern e Millennium Bridge: caminha ou apanha um autocarro de dois andares até Blackfriars para atravessares a curiosa ponte suspensa Millennium Bridge. Daqui terás uma bela vista da Tate Modern, uma antiga central elétrica que alberga uma impressionante coleção de arte moderna. A entrada é gratuita, mas encorajamos-te a visitar apenas se tiveres tempo extra. • Shakespeare’s Globe: esta é uma reconstrução de um antigo teatro do século XVI. Há uma exposição permanente sobre a vida de Shakespeare. • Borough Market: um dos mais antigos mercados e, sem dúvida, um dos mais belos a visitar durante um fim-de-semana em Londres. Se te der jeito podes sempre parar aqui para almoçar. • Tower of London: depois do British Museum, pensamos que esta é a visita mais importante do teu dia na cidade. Esta fortificação foi construída durante o reinado de William I e, durante mais de 900 anos, foi utilizada como prisão e local de tortura para os traidores da Coroa. • Tower Bridge: a mais famosa das pontes que atravessam o Thames, em estilo vitoriano neo-gótico e inaugurada em 1894. Atravessa-a e desfruta das vistas. • City Hall: é um edifício moderno desenhado por Norman Foster. Podes vê-lo do exterior. • HMS Belfast: este enorme navio de guerra, participante na Segunda Guerra Mundial e na Guerra da Coreia, vai chamar a tua atenção. Podes visitar o interior do navio, se ainda te restarem algumas horas em Londres. • The Shard: termina o teu itinerário de um fim-de-semana em Londres com a vista do edifício mais alto do Reino Unido e do seu convés de observação. Se reservares com antecedência consegues obter grandes descontos. Mapa da London Weekend Route Para garantir que não te perdes, preparámos este mapa com as 3 roteiros de Londres num fim-de-semana. A sexta-feira está marcada a cinzento, sábado a azul e domingo a vermelho. Podes ver o mapa do itinerário aqui. Dicas para organizar um fim-de-semana em Londres Esperamos que tenhas gostado do itinerário de um fim-de-semana em Londres que organizámos para ti. Aqui estão algumas dicas adicionais: • Parece óbvio, mas tem um mapa à tua frente e planeia o itinerário de fim-de-semana em Londres, observando as distâncias e o tempo que demoras a chegar de um lugar ao outro. Tentámos otimizar o roteiro, mas se quiseres mudar alguma coisa, é melhor considerares este aspeto, uma vez que Londres não é propriamente uma cidade pequena. • Tem cuidado, depois de Brexit, o Reino Unido já não é um membro da União Europeia, por isso não deixes o teu passaporte em casa e contrata um seguro de viagem para Londres. Não vais querer deparar-te com uma grande fatura se precisares de cuidados médicos. O Cartão Europeu de Seguro de Saúde não é válido. • Verifica os horários de abertura e encerramento de tudo. Se quiseres ver a Mudança da Guarda em frente ao Palácio de Buckingham, tem em mente que os horários de abertura mudam dependendo da época do ano. • Se já sabes o que vais visitar ou que espetáculo(s) queres ver, reserva os bilhetes com antecedência, pois poderás obter descontos. Também vale a pena considerar se está interessado em passes turísticos (London Pass, Go London Explorer Pass, London Merlin Pass…). • Procura alojamento com boas ligações de transporte. Isto é essencial para um itinerário de um fim-de-semana em Londres, pois não tens assim tanto tempo e não o desperdiçar a procurar transportes. • O que trazer para um fim-de-semana em Londres? Desde sapatos confortáveis e uma capa de chuva/guarda-chuva, não deixes o teu adaptador de tomadas em casa. Esperamos ter respondido a todas as tuas perguntas quando se trata de planeares o teu itinerário para um fim-de-semana em Londres, mas se tiveres quaisquer perguntas ou sugestões, gostaríamos de ouvir nos comentários. Não saias já! No blog da IATI temos todas as informações de viagem de que precisas para esta e outras aventuras. Estes artigos serão certamente do teu interesse: • Dicas para viajar a Londres • Seguro de viagem para Londres • Documentos e requisitos para viajar para Londres

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Documentos e requisitos para viajar para a Jordânia em 2025

Documentos e requisitos para viajar para a Jordânia em 2025

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Quais são agora os documentos e requisitos para viajar para a Jordânia? Muitos viajantes têm questões e é normal com tantas mudanças provocadas pela pandemia. Para resolver estas dúvidas e para que não tenhas problemas quando chegares ao país, na IATI Seguros elucidamos-te sobre toda a documentação para viajares para a Jordânia em 2025 e outros detalhes para preparares a tua aventura. Se ainda faltar algum tempo para a tua viagem, não te esqueças de ir verificando a informação com frequência, pois estamos constantemente a atualizar o nosso blogue. Continua a ler para saberes mais sobre os requisitos para viajar agora para a Jordânia. Seguro de viagem para a Jordânia, um requisito obrigatório Viajar com seguro para a Jordânia é agora um requisito obrigatório. O conselho de turismo Jordano (Visit Jodan) é muito claro a este respeito e, além disso, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, nas suas recomendações para viagens a este país, aponta também o seguinte: “Existem hospitais e clínicas privadas de boa qualidade na capital, Amã, e em alguns centros urbanos. É comum os doentes terem de pagar qualquer tratamento no local (…) É aconselhável viajar para a Jordânia com um seguro médico completo, que pode incluir repatriamento, uma vez que os custos de hospitalização e tratamento são muitas vezes extremamente elevados. Podem exceder 5.000 euros por dia em casos de hospitalização na UCI ou tratamento cirúrgico”. Se contratar um seguro de viagem já é importante em qualquer viagem, tornou-se agora fundamental e de senso comum. Ninguém gosta de se encontrar noutro país com um problema de saúde, especialmente em tempos de pandemias e vírus a surgir. O IATI Mochileiro é o teu melhor aliado na Jordânia. Este seguro cobre despesas médicas até 500.000 euros, desde uma simples visita ao médico por uma diarreia até à hospitalização por acidente. Por outro lado, o IATI Mochileiro é um seguro concebido para viajantes off-road, pelo que tem uma cobertura alargada para desportos de aventura. Também estaremos lá para ti se estiveres a planear mergulhar no Mar Vermelho ou caminhar no Wadi Rum. A estes pode acrescentar-se outras coberturas para atrasos de voos, roubo de bagagem ou se precisares de ser repatriado, sem teres de pagar dinheiro antecipadamente ou pagar franquia. Não hesites mais e viaja em segurança com a IATI. Adquire o teu agora: Documentos para viagens à Jordânia Numa situação normal, o documento de viagem mais importante para a Jordânia é o teu passaporte. Não é válido transportar apenas o teu cartão de cidadão e deves verificar se o teu passaporte é válido durante pelo menos 6 meses no momento da entrada na Jordânia. O Ministério dos Negócios Estrangeiros salienta que ter um carimbo israelita no teu documento não é normalmente uma barreira à entrada na Jordânia, embora dependa das autoridades fronteiriças. Preciso de um visto para viajar para a Jordânia? Para além de um passaporte, é necessário um visto para viajar para a Jordânia. No entanto, não tens de te preocupar muito, pois podes obter um no aeroporto de Amã ou na maioria dos postos fronteiriços, seja por terra, mar ou ar. O visto da Jordânia é um visto de entrada única e permite-te 30 dias no país. Custa 40 dinares jordanos (aproximadamente 48 euros), embora valha a pena considerar a compra de um “Jordan Pass” através deste website oficial antes da tua viagem. Isto isenta-te de ter de pagar um visto se passares pelo menos 3 noites no país e permite-te o acesso a cerca de 40 atrações turísticas sem teres de pagar mais, incluindo Petra. Os preços começam em 70 dinares. Se quiseres ficar mais tempo, podes renovar o teu visto numa esquadra da polícia. As autoridades sanitárias solicitam que aqueles que permanecem mais de 2 meses sejam submetidos a testes de SIDA. Continua a ler para saber mais. Requisitos para viajar de Portugal para a Jordânia em 2025 Atualmente, os requisitos para viajar de Portugal para a Jordânia são os seguintes: • Passaporte válido por pelo menos 6 meses a partir da entrada na Jordânia. • Visto: este pode ser obtido à chegada ao país ou pode ser dispensado através da compra de um Jordan Pass. • Fazer um seguro de viagem para a Jordânia. Este é um requisito obrigatório, tal como declarado pelas autoridades Jordanas Anteriormente, era necessário fazer um PCR antes de viajar e outro à chegada. No entanto, a 1 de Março 2022 estes requisitos para viajar para a Jordânia foram abandonados e agora é muito mais simples. As vacinas são necessárias para viajar para a Jordânia? Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, não há vacinações obrigatórias para as viagens à Jordânia. A Fundação IO sublinha que, para além das vacinas gerais recomendadas antes da viagem (tétano, difteria, tosse convulsa, hepatite B e MMR), são recomendadas vacinas contra a febre tifóide, hepatite A, raiva, cólera, meningite meningocócica, gripe e pneumococo, dependendo da natureza da viagem e para pessoas em grupos de alto risco. É portanto aconselhável visitares um centro internacional de vacinação com antecedência. Carta de condução para a Jordânia Se planeias alugar um carro ou mota durante a tua viagem, deves estar ciente de que um dos documentos exigidos para a Jordânia é uma carta de condução internacional. Pode ser facilmente obtida num balcão IMT, com um custo de 30€. O Ministério dos Negócios Estrangeiros aconselha-te a ter extremo cuidado ao viajar, pois em caso de acidente, podes acabar por ser convocado para tribunal e por vezes processado. Perguntas mais frequentes sobre documentos de viagem para a Jordânia De que precisas para viajar de Portugal para a Jordânia? Em situações normais, só precisarás de um passaporte válido com 6 meses de validade a partir da data de chegada à Jordânia. Podes requerer um visto diretamente no país. Preciso de visto para a Jordânia? Quanto custa o visto para a Jordânia? Sim, mas podes obtê-lo diretamente à chegada. Custa 40 dinares jordanos. Se fores turista e passares mais de 3 noites no país, vale a pena considerar a compra de um Jordan Pass. Os preços começam em 70 dinares e está isento de taxas de visto e inclui a entrada em mais de 40 atrações turísticas. As vacinas são necessárias para viajar para a Jordânia? Não, as vacinas não são um requisito para viajar para a Jordânia. Esperamos ter clarificado os requisitos para viajar para a Jordânia. Lembra-te de reunir toda a documentação para evitar quaisquer problemas à chegada. Nós na IATI estamos cientes da situação em constante mudança, por isso estamos constantemente a atualizar os nossos artigos. Verifica mais tarde para ver se há quaisquer alterações. Viajar com seguro é um requisito obrigatório para a Jordânia, mas também essencial para explorar o mundo com tranquilidade. Portugal e a Jordânia não têm quaisquer acordos de seguro de saúde, pelo que, em caso de acidente, serás responsável pelos custos e logística. Quer se trate de um simples acidente como uma entorse no tornozelo ou uma indigestão, ou uma hospitalização devido à covid-19, ter o apoio logístico e financeiro da melhor companhia de seguros de viagem é primordial. O IATI Mochileiro é o teu melhor companheiro para explorar a Jordânia. Esta apólice oferece-te uma cobertura de despesas médicas até 500.000 euros. Além disso… Irás viajar com a paz de espírito de que estaremos sempre ao teu lado se o teu voo for atrasado ou cancelado, se a tua bagagem for roubada ou se tiveres de ser repatriado. Se ao planeares a tua viagem tiveres medo de que algo a estrague, podes também contratar uma cobertura de cancelamento. Graças a isto, receberás até 6.000 euros para despesas incorridas durante o planeamento e que não poderás recuperar no caso de não conseguires realizar a viagem por uma das razões enumeradas na apólice. Faz agora o teu seguro com a IATI e viaja com paz de espírito:

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Informações úteis para viajar para o Sudeste Asiático

Informações úteis para viajar para o Sudeste Asiático

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O Sudeste Asiático é um destino popular para viajantes de todo o mundo. Oferece uma gama diversificada de experiências, desde praias deslumbrantes a cidades vibrantes e um património cultural muito rico. Quer sejas um viajante experiente ou quer seja a tua primeira vez na região, planear uma viagem ao Sudeste Asiático pode ser avassalador com tantos países, culturas e atrações diferentes. No entanto, com um pouco de pesquisa e planeamento, podes ter uma viagem memorável e sem aborrecimentos. Neste artigo, iremos dar-te algumas dicas e informações úteis para viajares para o Sudeste Asiático e para te ajudar a planear a tua viagem. Na IATI, especialistas em seguros de viagem, incluímos dicas sobre qual a melhor altura para visitar, como te podes deslocar, vacinas obrigatórias e alguns destinos que não podes perder na região. Quer procures aventura ou umas férias relaxantes, o Sudeste Asiático tem muito para oferecer, e nós estamos aqui para te ajudar a tirar o máximo partido da tua viagem. Vamos começar? Qual a melhor altura para viajar para o Sudeste Asiático? O Sudeste Asiático é uma região com clima tropical, e o clima pode variar muito de país para país e mesmo dentro de cada país. De uma forma geral, a melhor altura para visitar o Sudeste Asiático é durante a estação seca, que normalmente decorre de novembro a abril. Durante este período, podes contar com um clima quente e ensolarado com menos humidade e chuva. Esta altura do ano torna este destino perfeito para explorares as praias, trilhos para caminhadas, e atrações ao ar livre. No entanto, é importante teres em conta que a estação seca é também o pico da época turística, o que significa preços mais elevados e pontos turísticos mais concorridos. Se pretendes evitar as multidões e poupar algum dinheiro, as estações de maio-junho e setembro-outubro podem ser uma boa alternativa, com menos turistas e preços mais baixos e ainda, com clima relativamente bom. Se não te importares de apanhar chuvas ocasionais e quiseres tirar partido de preços ainda mais baixos, a estação das chuvas de maio a outubro pode ser uma boa altura para visitares o Sudeste Asiático. A época do ano para visitar cada país do Sudeste Asiático varia consoante os teus gostos pessoais e o que pretendes fazer na tua viagem, no entanto deixamos-te aqui uma sugestão geral. Qual a melhor altura para viajar para as Filipinas? Entre novembro e março encontrarás as melhores condições meteorológicas para visitares este grande arquipélago. Sol, boas temperaturas e menos hipóteses de grandes fenómenos atmosféricos. Por outro lado, entre junho e outubro, o risco de um tufão cruzar o teu caminho aumenta exponencialmente. Qual a melhor altura para viajar para Myanmar? Novembro, dezembro, janeiro e fevereiro são os melhores meses. Se tiveres a oportunidade de fazer a tua viagem durante os dois primeiros meses do ano, poderás desfrutar do colorido Festival Pagoda. Entre maio e setembro é a estação das chuvas, que, embora longe de se assemelhar aos tufões filipinos, pode estragar a tua viagem. Qual a melhor altura para viajar para a Tailândia? O pico da estação das chuvas é entre agosto e outubro, mas é bem possível que também apanhes as chuvas se lá estiveres em junho e julho. São chuvas fortes que duram algumas horas mas mesmo assim é sempre melhor estar na Tailândia à chuva do que ficar em casa! Se tiveres orçamento para isso, recomendamos que vás entre novembro e fevereiro. Qual a melhor altura para viajar para o Vietname? Dada a forma alongada do Vietname, vamos dividir a sua estação das chuvas em duas. Na parte norte do país, a época das chuvas decorre de maio a agosto. Por outro lado, na parte sul do país, podemos ter a monção até novembro. Outubro a maio são as melhores datas quanto a chuvas e temperaturas. Qual a melhor altura para viajar para a Indonésia? Entre março e setembro encontrarás o melhor tempo, as melhores temperaturas e a menor probabilidade de chuva! Se te dirigires mais especificamente para as Ilhas Bali ou Gili, ficarás satisfeito por saber que é ainda menos provável que chova lá. No entanto, coincidirá com a estação turística elevada e os preços mais elevados. Qual a melhor altura para viajar para a Malásia? A melhor altura para viajar para a Malásia é entre março e outubro, pois esta é geralmente a época mais seca do ano, com menos chuva e mais sol. No entanto, tens que ter em conta que a Malásia é um país tropical, e mesmo durante a estação seca, pode haver chuvas ocasionais e muita humidade. Qual a melhor altura para viajar para o Cambodja? A melhor altura para viajar para o Camboja é durante a estação seca, que normalmente decorre de novembro a abril. Durante este período, o tempo é quente e ensolarado com pouca ou nenhuma chuva, tornando-o ideal para explorar as muitas atrações ao ar livre do país. No entanto, tem em conta que as temperaturas podem ser bastante quentes, particularmente em abril. Como deslocares-te no Sudeste Asiático Esperamos que já saibas em que altura do ano vais marcar a tua viagem para o Sudeste Asiático, agora que já tens essa parte tratada vamos esclarecer outra dúvida que pode estar a passar pela tua cabeça: como vou orientar-me pelo Sudeste Asiático? Felizmente para ti, preparámos-te um guia com informações úteis sobre como te moveres pelo Sudeste Asiático de forma a aproveitares ao máximo o teu tempo e dinheiro. Voo principal Os voos mais baratos de Portugal costumam aterrar nos aeroportos principais da Tailândia ou Hong Kong. A maioria dos aeroportos do Sudeste Asiático estão bem conectados às cidades por via de transportes públicos e 100% seguros. Assim, se chegares a Banguecoque podes escolher entre autocarros, comboios e táxis sem teres de te preocupar com a segurança. O mesmo se aplica a Kuala Lumpur, onde existe um comboio rápido para o centro, e também encontras autocarros para Chinatown ou para a estação central a cerca de meia em meia hora. Não te esqueças que é muito importante viajar com um seguro de viagem que te cubra em todas as situações que possam surgir, de forma a aproveitares ao máximo a tua estadia no Sudeste Asiático. O teu melhor amigo nesta viagem é o IATI Mochileiro, ideal para viajantes aventureiros como tu! Contrata já o teu seguro: Transportes dentro das cidades Embora caóticas, as grandes cidades do Sudeste Asiático estão bem organizadas. Se fores paciente, podes utilizar os autocarros (a opção mais barata) e o metro ou eléctricos. Por outro lado, é muito comum circular no Sudeste Asiático em tuk tuks ou triciclos, que são bicicletas elétricas com assentos na traseira. Lembra-te de negociar o preço antes de entrar, pois normalmente não têm um “taxímetro”. Pede antecipadamente aos habitantes locais a taxa aproximada para não pagares em excesso. Se estiver a viajar para Kuala Lumpur, lembra-te que podes viajar gratuitamente em autocarros GoKL. Eles circulam por quase todo o lado na cidade e são fáceis de reconhecer pela sua cor roxa. A opção mais económica em todos os países nesta área é geralmente o autocarro. Na Tailândia, Malásia, Vietname, Indonésia, Laos e até Myanmar, encontras autocarros mais ou menos modernos. Se quiseres viajar distâncias mais longas e poupar dinheiro, recomendamos que procures os chamados sleep bus, que normalmente têm bancos reclináveis ou mesmo camas, para que possas poupar em alojamento durante a noite enquanto está na estrada. Se estiveres a viajar na Indonésia ou nas Filipinas, terás de usar barcos para te deslocares de uma ilha para outra. Viajar de barco nestes países é normalmente barato e seguro. Se tiveres pouco tempo, uma boa forma de te deslocares rapidamente pelo Sudeste Asiático é utilizar as companhias aéreas low cost da região. Air Asia, Cebu Pacific Air, Jetstar, Tiger Airways são apenas algumas das companhias aéreas que podes utilizar para viajar de um país para outro ou dentro do próprio país por pouco dinheiro. Vacinas obrigatórias para viajar para o Sudeste Asiático Para te facilitar a vida, deixamos aqui uma lista das vacinas necessárias para os países mais visitados e, de seguida, falaremos um pouco sobre cada uma delas. Relembramos que esta informação é para ser utilizada como um guia para preparar a tua viagem, mas a última palavra sobre a tua saúde deve ser sempre a do teu médico. Utiliza esta página para saber quais as vacinas que precisas, mas tem em conta que, dependendo do teu historial, poderão recomendar-te algumas variações no teu centro de vacinação. A única vacina obrigatória em todos os países é a da Febre Amarela, no entanto só é obrigatório caso tenhas estado num país com risco de contágio desta doença. Desta forma, existem vacinas específicas recomendadas para cada país. Vacinas recomendadas para viajar para as Filipinas: VASPR, Febre Tifoide, Poliomielite, Encefalite Japonesa, Raiva, Cólera, Hepatite A, Hepatite B e Tétano/Difteria. Vacinas recomendadas para viajar para Myanmar: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa e Meningite. Vacinas recomendadas para viajar para a Tailândia: Hepatite B, Febre tifoide, Tétano/Difteria e VASPR. No caso de estadias longas, também a da Hepatite A, que se transmite através do sangue ou por transmissão sexual. Vacinas recomendadas para viajar para o Vietname: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Meningite e VASPR. Vacinas recomendadas para viajar para a Indonésia: Hepatite A, Hepatite B, Tétano/Difteria, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Gripe. Vacinas recomendadas para viajar para a Malásia: Hepatite A, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Raiva. Vacinas recomendadas para viajar para o Camboja: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite japonesa, VASPR. O que não podes perder no Sudeste Asiático O Sudeste Asiático é uma região diversa e fascinante que oferece uma vasta gama de experiências para os viajantes. Desde as movimentadas ruas de Banguecoque às praias fascinantes de Bali, não faltam lugares para explorares. Um dos destinos obrigatório no Sudeste Asiático é a antiga cidade de Angkor, no Camboja. Esta cidade é Património Mundial da UNESCO e o lar do famoso complexo do templo Angkor Wat, que é o maior monumento religioso do mundo. Outro ponto imperdível na região é a deslumbrante Ha Long Bay, no Vietname, onde vais ver milhares de ilhas de calcário e ilhotas a sair da água de esmeralda. Para aqueles que procuram uma viagem mais descontraída, as praias das ilhas do sul da Tailândia, tais como Koh Samui e Phuket, irão certamente satisfazer as tuas necessidades. Outros destinos de topo incluem a vibrante cidade de Singapura, a encantadora cidade de Luang Prabang no Laos, e o centro cultural de Ubud em Bali. Uma viagem ao Sudeste Asiático é uma verdadeira aventura e podes ter a certeza que vais encontrar lugares magníficos em todos os países. Esperamos que estas informações para viajares para o Sudeste Asiático tenham sido úteis para planeares a tua viagem, não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para poderes aproveitar ao máximo esta aventura.

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Maiorca ou Menorca: qual o destino ideal para ti?

Maiorca ou Menorca: qual o destino ideal para ti?

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Certamente já começaste a planear as tuas próximas férias e com certeza já surgiu esta pergunta: Maiorca ou Menorca, qual seria destino ideal para mim? Na IATI, especialistas em seguros de viagem, vamos responder-te a estas perguntas, vamos dizer-te as principais diferenças entre as duas ilhas para conseguires perceber qual se encaixa melhor no teu perfil. Vamos começar? Onde ficam as ilhas de Maiorca e Menorca? As duas ilhas estão localizadas no arquipélago das Ilhas Baleares no litoral leste da costa espanhola. As Ilhas Balneares são constituídas por Maiorca, Menorca, Ibiza e Formentera sendo a capital Palma de Maiorca. Sem dúvida que é um destino escolhido por muitos, com uma enorme variedade de praias espetaculares e cheias de vida. Podes chegar às ilhas por avião ou, se estiveres em Valência ou Barcelona, através do ferryboat. Podes também circular entre as ilhas, se esse for o teu objetivo, por avião ou ferry sendo que a única ilha que não tem aeroporto é Formentera. Agora que já sabes um bocadinho mais sobre estas ilhas vamos escolher o teu destino ideal! 1. Maiorca Se estás à procura de uma boa dose de entretenimento sem dúvida que este é o destino ideal para ti. Maiorca é uma ilha mais movimentada, uma vez que é a maior ilha do arquipélago das Ilhas Baleares, tem muita vida noturna e muita diversão, é um destino procurado por muitos jovens por estas mesmas razões. No entanto, não significa que seja impossível encontrares lugares mais calmos e relaxados para descansar nas praias de Maiorca, que são de cortar a respiração. Melhor época para visitar Maiorca A melhor época para visitar esta ilha, se pretendes aproveitar as praias ao mais alto nível, é de junho a setembro onde o clima está bom e podes tirar proveito da água azul turquesa e da areia branca. No entanto é preciso ter em conta que está época também é a que tem mais turistas à procura de aproveitar o melhor que esta ilha tem para oferecer. Com uma costa com 550 km de água cristalina esta ilha não tem só praia para oferecer. Vais encontrar muitas grutas que podes e deves explorar, paisagens lindíssimas, muitas zonas verdes e miradouros com vistas maravilhosas. O que ver e fazer em Maiorca Para além de muita praia, deixamos-te algumas sugestões do que podes fazer nesta ilha. Começamos com uma visita à Serra de Tramuntana, aqui podes visitar as aldeias cuja paisagem foi classificada como Património da Humanidade pela UNESCO. Se gostas de natureza e pretendes explorar mais esse lado da ilha, sugerimos uma visita ao farol do Cabo Formentor, onde vais poder ver a zona mais agreste da ilha. A melhor maneira de te movimentares na ilha é de carro por isso considera alugares um para explorares mais facilmente a ilha. Uma experiência única que recomendamos é um passeio de catamarã. Existem muitos sítios que organizam este tipo de excursões na ilha e se gostas de aventura vais adorar este passeio de barco. 2. Menorca Se procuras um lugar mais calmo, com muita biodiversidade, monumentos e praias relaxantes este é o teu destino ideal. Podemos definir Menorca como um destino mais tranquilo, perfeito para férias em família ou em casal. É uma ilha mais serena que Maiorca também por ser menos conhecida e povoada, no entanto tem muito para te oferecer. Fica apenas a 80km da ilha de Maiorca e se quiseres juntar o útil ao agradável podes sempre apanhar um ferry e juntar a diversão de Maiorca com a tranquilidade de Menorca. Tal como Maiorca a melhor época para visitar esta ilha é de junho a setembro. O que ver e fazer em Menorca Para além de desfrutares muito das praias maravilhosas que Menorca tem para oferecer, deixamos-te algumas sugestões sobre atividades extras que podes fazer nesta ilha. Vamos começar com o Caminho dos Cavalos, um trilho que percorre praticamente toda a ilha. Não precisas de fazer o caminho completo mas sugerimos fortemente que faças uma pequena parte que inclua o percurso de Cala Macarelleta a Cala Macarella, a paisagem é absolutamente magnífica. Não poderíamos deixar de referir a gastronomia fantástica que encontras na ilha, uma experiência que não podes perder é experimentar o queijo de Mahón e a caldeirada de lagosta. Esperamos ter-te ajudado a perceber qual o melhor destino para ti, embora ambos tenham muita coisa para oferecer se procuras um destino mais calmo definitivamente Menorca é o lugar para ti. Por outro lado, se procuras diversão, movimento e entretenimento constante Maiorca é o teu destino ideal.

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Djerba, a ilha mais famosa da Tunísia

Djerba, a ilha mais famosa da Tunísia

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A cor explode nas lojas da ilha de Djerba: dos lenços aos pratos de cerâmica, às especiarias e à sua barreira natural de algas verdes. Djerba é a definição de explosão de cor. Se em Sidi Bou Said o azul é rei, em Djerba há uma explosão de cores que fazem com que a ilha ganhe vida. Vem visitar Djerba, a ilha mais famosa da Tunísia, e leva sempre contigo o teu seguro de viagem internacional! Chegada a Djerba A proximidade de Djerba, a maior ilha do Norte de África, ao continente torna possível chegar à ilha ao atravessar uma ponte que existia no tempo dos romanos para El Kantara, no sul da ilha. É claro que existe sempre a opção clássica de apanhar o ferry para a ilha a partir de muitos portos tunisinos, como por exemplo Jorf. Cada opção tem os seus prós e contras. Por um lado, a viagem de ferry é mais curta, mas as filas para entrar no barco podem bloquear durante horas. Por outro lado, a viagem por estrada é mais longa mas não há espera para lá chegar. Se Ulisses foi capaz de lá chegar, assim como os Cartagineses, os antigos Romanos e os Bizantinos, não será um ferry ou um desvio que te vai impedir de chegares a este destino. De qualquer das maneiras, se nenhuma das duas opções te parecer conveniente, podes sempre voar para o Aeroporto Internacional Djerba-Zarzis na própria ilha. O souk, o lugar onde a vida flui Como em todos os países árabes, o centro da vida na ilha de Djerba é o seu souk – nos países europeus é a praça do mercado. O souk de Djerba chama-se Houmt Souk. Devido ao turismo estrangeiro, perdeu algum do seu encanto original. Como em outros souks em Marrocos ou no Egito, no Houmt Souk vais sentir-te, em mais de uma ocasião, como um euro com pernas que os comerciantes tentam a todo o custo vender os seus souvenirs. Apesar disto, ainda há aquele charme antiquado, aquela essência que faz passear entre as bancas – sempre sem mostrar muito interesse para que não saiam atrás de ti a tentar vender – uma experiência a não perder. No entanto, como em qualquer souk do mundo, se encontrares algo que chama a tua atenção e que queiras levar para casa: tem calma e está preparado para regatear. Fortaleza de Djerba A história da fortaleza de Djerba, Borj El Kebir, muito próxima do souk, começa com os romanos e continua durante séculos. É conhecida como a “fortaleza espanhola” devido aos confrontos ocorridos aqui no século XVI entre os espanhóis e os otomanos. Mas, deixando de lado a memória de todo o sangue derramado nas suas muralhas, a fortaleza merece uma visita pelo seu bom estado de conservação e pelas vistas da cidade e da costa que a protegeu. Oleiros em Guellala No sul da ilha encontra-se a cidade de Guellala, que tem uma longa tradição no fabrico de cerâmica. Existem muitas pequenas – e grandes – oficinas de olaria nesta área. Tal é a fama dos seus artesãos que muitas das peças de olaria vendidas em toda a Tunísia provêm daqui, ou dizem que vêm daqui. Praias em Djerba A sua história, as suas tradições ou os seus artesãos… não são as únicas coisas que fizeram da ilha de Djerba um destino turístico: são as suas praias de areia dourada. Com mais de 100 quilómetros de costa, há muitos lugares onde se pode desfrutar das águas mediterrânicas com o conforto de hotéis de luxo. Os melhores estão no lado leste da ilha: praia Sidi Mahrez, praia El Hachen, praia Seguia… são o local ideal para descansar e relaxar ao som das ondas. Descobre mais sobre a Tunísia e contrata já o teu seguro de viagem! • Documentos e requisitos para viajar para a Tunísia • Djerba, destino entre África e o Médio Oriente

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