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Os melhores destinos para a Passagem de Ano

Os melhores destinos para a Passagem de Ano

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A chegada do Ano Novo é um momento de renovação, reflexão e celebração. Para muitos viajantes, esta é uma oportunidade única de explorar novos horizontes e vivenciar culturas diferentes enquanto recebem o novo ano com entusiasmo. Se estás à procura de inspiração para a tua viagem de Ano Novo em 2024-2025, este artigo foi feito para ti e decidimos incluir os destinos mais espetaculares e emocionantes para que celebres esta ocasião de uma forma completamente memorável. Além disso, garantir uma viagem segura é fundamental, e vamos também dar-te algumas dicas para viajares com tranquilidade e proteção. Os melhores destinos para a Passagem de Ano Escolher o destino ideal para este momento é uma tarefa que envolve diversos fatores. É importante considerar o clima e a atmosfera na qual te queres divertir. Preferes uma celebração à beira-mar num destino tropical? Ou preferes algo mais tradicional, com neve e uma lareira acesa? Na IATI, especialistas em seguros de viagem, queremos que entres com o pé direito no próximo ano e não há melhor maneira para fazer isso do que passar estas festividades noutro país, continua a ler e descobre quais são os melhores destinos para a passagem de ano em 2024-2025 Funchal, Portugal Não podíamos começar este artigo de outra maneira, sem evidenciar o Funchal como uma cidade incrível para uma passagem de ano inesquecível. Este destino está sempre na moda, mas garantimos que vale totalmente a pena! Aconselhamos-te a aproveitares para visitar os lugares mais bonitos que a ilha tem para oferecer, deves aproveitar a oportunidade e visitar lugares como o Pico Ruivo, o Pico do Areeiro, a vila de Câmara de Lobos e, porque não, passear por um dos vários trilhos pedestres existentes na ilha. Quando chegar o momento da passagem de ano e para testemunhares a grande exibição do fogo-de-artifício, é necessário dirigires-te a alguns destes sítios do Funchal: Miradouro de São Gonçalo, Miradouro dos Marmeleiros, Miradouro de São Roque, e muito mais. Sydney, Austrália Entrares em 2025 nas icónicas praias de Sydney, sob os famosos fogos de artifício, é uma experiência que vai ficar gravada na tua memória para sempre. O mundialmente famoso fogo de artifício sobre a Sydney Harbour Bridge é muito mais do que um simples espetáculo visual; é uma celebração que atrai visitantes de todos os cantos do mundo. À medida que as cores brilhantes iluminam os céus noturnos, a emoção toma conta de todos os presentes, criando um ambiente de festa e alegria contagiantes. Para vivenciares esta experiência de uma maneira ainda mais única, se tiveres disposto a gastar mais e quiseres garantir um lugar privilegiado, considera assistir ao espetáculo a bordo de um cruzeiro que navega pela baía. Ao estares rodeado pelas águas tranquilas, vais ter vista panorâmica do fogo de artifício. Além disto, Sydney oferece um cenário natural espetacular que se estende além das áreas de celebração. Aproveita a oportunidade para explorares as praias locais, como Bondi Beach, onde podes começar o novo ano com um mergulho refrescante no Oceano Pacífico. O clima agradável na Austrália nesta época do ano torna esta experiência ainda mais convidativa. Dica: Para desfrutares ao máximo estas celebrações, lembra-te de te hidratares adequadamente e protege-te do sol, já que as festividades podem durar horas a fio e o tempo pode ficar quente. Além disto, planeia os transporte com antecedência, pois as ruas podem ficar congestionadas durante esse período movimentado. ⚠ Convém saber: Visto australiano para portugueses Paris, França Paris, a “Cidade das Luzes”, é uma escolha clássica para celebrar o Ano Novo em grande estilo e sem dúvida está entre os melhores destinos para a Passagem de Ano. A Torre Eiffel iluminada é o cenário perfeito para uma noite cheia de glamour e romance. A Avenida Champs-Élysées ganha vida com festividades públicas, espetáculos ao vivo e uma atmosfera efervescente. Desfruta de um jantares requintado num restaurante como o Le Jules Verne na Torre Eiffel (se quiseres ir mesmo em grande), e participa nas celebrações em locais icónicos, como o Arco do Triunfo. Não te esqueças de fazer um brinde com champanhe à meia-noite e de experimentar os pratos típicos de Paris durante a tua estadia! Dica: Tem extra cuidado com os teus pertences, especialmente em áreas movimentadas, para evitar possíveis contratempos. Rio de Janeiro, Brasil O Réveillon no Rio de Janeiro é uma das festas de Ano Novo mais espetaculares do mundo. As praias icónicas de Copacabana e Ipanema ganham ainda mais vida nesta época, com uma combinação única de espetáculos ao vivo, fogos de artifício e uma energia contagiante que envolve todos os presentes. O clima festivo que toma conta da cidade é notável, e a atmosfera de alegria é contagiosa, unindo tanto os moradores locais como os visitantes. Este é também um ótimo destino se quiseres fugir ao frio português e mergulhar no mar no dia 1 de janeiro. Provavelmente sabes que toda a gente usa branco nesta noite, vestires-te de branco é mais do que apenas uma tradição no Rio de Janeiro: é um símbolo de paz, pureza e renovação, tornando esta noite uma ocasião profundamente significativa para todos. À medida que a meia-noite se aproxima, milhares de pessoas se reúnem à beira-mar para saudar o novo ano de braços abertos. A praia de Copacabana transforma-se num cenário mágico, iluminado por fogos de artifício que se erguem dos palcos flutuantes no oceano. O espetáculo colorido que ilumina o céu é verdadeiramente inesquecível. Dica: Embora o clima de celebração seja contagiante, é importante que tomes medidas de precaução para garantir que tens uma experiência segura. Evita exibir objetos de valor em locais públicos e considera utilizar serviços de armazenamento de pertences para aproveitares a festa sem preocupações. ✈ O que ter em conta ao viajar para o Brasil? Tóquio, Japão Tóquio oferece uma celebração única que combina tradições japonesas com elementos modernos. A cidade é um fascinante ponto de encontro entre o passado e o presente, onde os costumes ancestrais coexistem de maneira harmoniosa com a inovação. Nesta época do ano, visitar os templos em Tóquio é uma experiência única. O Templo Meiji, por exemplo, é um local onde podes participar em cerimónias de passagem de ano, como o “Joyanokane”, uma prática em que 108 sinos são tocados para simbolizar a purificação dos 108 desejos terrenos. A sensação de paz e espiritualidade que envolve estes rituais é inigualável, oferecendo aos participantes uma conexão única com a cultura japonesa e sua rica história. Além das cerimónias nos templos, a gastronomia desempenha um papel importante nas celebrações do Ano Novo em Tóquio. Experimentar pratos típicos, como o “Toshikoshi Soba”, é uma maneira deliciosa de celebrar e atrair boas energias para o ano 2025. Este prato é consumido como um símbolo de longevidade e renovação. Dica: É fundamental que estejas ciente das etiquetas culturais. Respeitar os rituais e costumes é essencial para uma experiência autêntica e respeitosa. Por exemplo, muitos templos têm regras específicas sobre como participar nas cerimónias, como inclinar-se corretamente e fazer oferendas de maneira apropriada. ✈ Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão Nova York, Estados Unidos A icónica queda da bola em Times Square é uma das celebrações de Ano Novo mais reconhecidas globalmente e, sem dúvida, está entre os melhores destinos para desfrutar do Natal e da Passagem de Ano. Junta-te a milhares de pessoas para fazer a contagem regressiva enquanto a bola desce, marcando a entrada no novo ano. As opções de entretenimento em Nova York são infinitas, desde espetáculos da Broadway até cruzeiros pelo Rio Hudson. Aproveita a ocasião para explorar os diversos bairros da cidade, como o Central Park e o Brooklyn, e descobre o encanto único da cidade durante a época natalícia. Dica: Prepara-te para o clima frio de inverno em Nova York e veste-te adequadamente. ✈ 20 truques para a tua primeira viagem para Nova Iorque Banguecoque, Tailândia Banguecoque, a capital da Tailândia, dá as boas-vindas ao novo ano de forma vibrante e emotiva. A cidade transforma-se num espetáculo e proporciona aos visitantes uma experiência que é verdadeiramente memorável. A celebração mais famosa ocorre na praça de Sanam Luang, onde as margens do rio Chao Phraya ganham vida com uma série de eventos emocionantes. Além dos fogos de artifício, Banguecoque oferece uma variedade de festas e eventos ao vivo para os visitantes aproveitarem. As áreas de entretenimento, como a famosa Khao San Road, ganham vida com música alta, danças e luzes, criando uma atmosfera de diversão e celebração que dura a noite toda. Descobre o que ver e fazer em Banguecoque. Muitos tailandeses visitam os templos para fazer oferendas e preces, e vais ser convidado a fazer o mesmo. O Templo Wat Arun é um local popular para se te quiseres juntar aos rituais, enquanto o Templo do Buda de Esmeralda também é um local de peregrinação nesta época do ano. É uma oportunidade única para te conectares com a espiritualidade tailandesa e apreciares a rica herança cultural do país. Dica: Lembra-te de respeitar os costumes locais e as tradições religiosas ao visitar templos e participar de rituais. Cape Town, África do Sul Se estás à procura de uma celebração de Ano Novo com uma paisagem impressionante, Cape Town é uma escolha excelente. A icónica Table Mountain e as praias pitorescas proporcionam um cenário memorável para festas e fogos de artifício. Participa nas celebrações públicas no V&A Waterfront, onde vais poder desfrutar de espetáculos ao vivo, entretenimento para crianças e uma atmosfera festiva. Para uma experiência mais tranquila, escolhe uma das muitas praias da cidade para receber o novo ano sob as estrelas africanas. Dica: Como em qualquer destino turístico, mantém-te informado sobre as condições locais e segue as orientações de segurança para uma celebração tranquila. Kuala Lumpur, Malásia O céu entre as Torres Petronas e a Torre de Kuala Lumpur é o palco privilegiado para a dança de luz e cor. Para teres a melhor vista do espetáculo de fogo de artifício deves escolher uma das seguintes localizações: Kuala Lumpur City Centre Park ou Merdeka Square. À meia-noite, o céu é iluminado por uma cascata de cores, refletidas no impressionante horizonte da cidade. Este evento atrai tanto locais quanto turistas, criando um ambiente festivo e vibrante que celebra a diversidade cultural de Kuala Lumpur. Desde festivais de música ao vivo e concertos em parques públicos, até celebrações em hotéis de luxo e restaurantes que oferecem menus especiais para a ocasião, a cidade oferece uma variedade de eventos e festas para todas as idades. As ruas de Bukit Bintang, uma das áreas mais animadas da cidade, transformam-se em um centro de celebrações, com festas ao ar livre, food trucks e uma atmosfera de alegria contagiante. ✈ Itenerário de 15 dias pela Malásia Hong Kong Esta vibrante cidade asiática é conhecida pelo seu deslumbrante horizonte, e durante as celebrações de Ano Novo, a sua beleza atinge um novo nível. A espetacular queima de fogos de artifício sobre o icónico Porto de Vitória ilumina o céu noturno, criando um espetáculo visual deslumbrante. Combinado com o reflexo das luzes nos arranha-céus e na água, o ambiente transforma-se num verdadeiro conto de fadas moderno. Além do espetáculo pirotécnico, Hong Kong oferece uma variedade de eventos e festividades que tornam a passagem de ano ainda mais especial. Desde festas em telhados e cruzeiros pelo porto, até a festivais de rua e mercados noturnos, há opções para todos os gostos. A cidade vibra com a energia de residentes e turistas que se reúnem para celebrar juntos, criando uma atmosfera de alegria e camaradagem. As ruas ganham vida com música, dança e inúmeras oportunidades de saborear a deliciosa comida local. ✈ Roteiro de 5 dias por Hong Kong Esperemos que este artigo te tenha ajudado a escolher o teu destino para a próxima passagem de ano, se tiveres outras sugestões ou quaisquer outras dúvidas, deixa nos comentários.

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Itinerário de viagem de 15 dias por Guatemala: melhor rota

Itinerário de viagem de 15 dias por Guatemala: melhor rota

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Este itinerário de viagem de 15 dias por Guatemala vai ajudar-te a planear a tua próxima aventura na América Central. Vamos explicar-te como ligar todos os pontos turísticos imperdíveis de Guatemala, dicas sobre como preparares o teu itinerário, algumas variações que podes fazer ou dicas sobre como modificá-lo se tiveres mais ou menos tempo. Vulcões que expelem lava, um dos mais belos e impressionantes lagos das Américas, mercados coloridos, cidades coloniais e algumas das mais fascinantes ruínas maias desta parte do mundo esperam por ti aqui. Se isto te soa bem, continua a ler e descobre a melhor rota por Guatemala em 15 dias – vamos começar! Considerações básicas sobre esta viagem de 15 dias por Guatemala Antes de te darmos os pormenores do dia a dia desta viagem de 2 semanas por Guatemala, gostávamos de te dar alguns pormenores para facilitar a tua compreensão: • Tomámos em consideração que a entrada e saída é feita através da Cidade da Guatemala, a capital do país. No entanto, muitos viajantes decidem juntar Guatemala a outros países, como o México, El Salvador, Honduras ou Belize. Nesse caso, deves explorar formas alternativas de atravessar as fronteiras. Se estiveres disposto a explorar o México, o que é normalmente o caso, existem autocarros de Flores (Tikal) para Palenque ou Bacalar, bem como voos para Cancun ou outros destinos. A partir de San Cristóbal de las Casas, também é possível apanhar autocarros para Quetzaltenango ou Antígua. No caso de juntares as Honduras, podes terminar a viagem em Río Dulce e atravessar para as Ruínas de Copán. Resumindo, o fim deste percurso por Guatemala será um ou outro, consoante os teus planos de viagem. • Este é um itinerário de intensidade média, nem demasiado forte nem demasiado relaxado. Acreditamos que é adequado para todos os tipos de viajantes que não se querem aborrecer, mas também não querem sentir que estão apenas a “passar” pelos sítios. • O meio de transporte que recomendamos para este itinerário de 15 dias por Guatemala é o shuttle ou a carrinha partilhada. Devido aos problemas de segurança no país, é preferível utilizar os vaivéns e o Uber para viagens curtas. Os autocarros de frango ou “polleras” podem ser utilizados, mas são melhores para viagens sem bagagem. • Como sempre dizemos, este é um roteiro modelo. O mais importante é sempre ler sobre os diferentes destinos do país e ver o que mais te agrada. É claro que tentámos cobrir os pontos obrigatórios da Guatemala se esta for a tua primeira viagem. • Não considerámos os dias de viagem internacional. Se este for o teu caso e estiveres à procura de uma excursão de 15 dias por Guatemala que os tenha em conta e, portanto, tenha menos tempo “real”, retiraríamos a última parte da excursão, Rio Dulce e Lívingston. Quantos dias são necessários para visitar a Guatemala? Vamos pôr a carroça à frente dos bois: quantos dias são necessários para ver Guatemala? Como sempre: quanto mais, melhor, pois assim aproveitas ao máximo as longas horas que vais passar a viajar de Portugal (ou de qualquer outro lugar). No entanto, se tivéssemos de indicar um período de tempo razoável para ver o essencial deste país da América Central, diríamos que 2 semanas em Guatemala são suficientes. No caso de quereres combinar esta viagem com outros países da região ou simplesmente se tiveres menos tempo, 7 a 10 dias em Guatemala dar-te-iam uma ideia do que este país tem para oferecer. No final deste artigo, encontras algumas sugestões a este respeito. Qual é a melhor altura para viajar para a Guatemala? Se puderes escolher, a melhor altura para viajar para a Guatemala é de novembro a abril, quando a maior parte do país está na estação seca. No entanto, dependendo da zona que visitares, encontras um ou outro tipo de clima. Antígua e o lago Atitlán, por exemplo, têm um clima temperado, onde o inverno pode ser bastante fresco. Em Petén e na zona das Caraíbas, pode facilmente ultrapassar os 30ºC em qualquer altura do ano. Por isso, quando fizeres a tua mochila para a tua viagem a Guatemala, recomendamos que leves roupa variada, incluindo um impermeável e boas botas de caminhada. O que fazer na Guatemala em 15 dias: roteiro passo a passo Vamos colocar a mão na massa e sugerir o melhor roteiro para a Guatemala em 15 dias: • Dias 1 e 2: Antígua • Dias 3 e 4: Excursão ao vulcão Acatenango • Dias 5 e 6: Lago Atitlán • Dia 7: Excursão a Chichicastenango • Dias 8 e 9: Semuc Champey • Dias 10, 11 e 12: Flores e Tikal • Dias 13 e 14: Rio Dulce e Lívingston • Dia 15: Regresso à Cidade de Guatemala Dias 1 e 2: Antígua É provável que o teu voo aterre na Cidade da Guatemala, mas como não é uma cidade de onde se possa sair muito, a nossa recomendação é apanhar um shuttle ou um Uber diretamente para Antígua. Indiscutivelmente uma das cidades mais bonitas para ver na América Central, Antígua é uma fabulosa porta de entrada para o país e está localizada a apenas 50 minutos do Aeroporto Internacional La Aurora. Para além de ser uma das cidades mais seguras de Guatemala, Antígua é uma cidade com centenas de edifícios de arquitetura colonial que te deixarão sem palavras. Só o facto de passear pelas suas ruas de pedra ladeadas de casas coloridas já te vai apaixonar, mas há também um mercado muito interessante cheio de artesanato e bancas de comida onde podes experimentar as tuas primeiras iguarias guatemaltecas por pouco dinheiro. Antígua também está rodeada de vulcões. O Volcán de Agua, que pode ser visto a partir do miradouro do Cerro de la Cruz, está quase a dominá-la. Mas a poucos quilómetros de distância está o Volcán de Fuego, que continua a expelir lava todos os dias e do qual te falaremos a seguir. Finalmente, não deixes de aproveitar a grande oferta gastronómica e cultural desta primeira paragem do teu itinerário de 15 dias em Guatemala. Antigua é o lar de muitos expatriados e nómadas digitais, pelo que encontras sempre algo para fazer. Do nosso ponto de vista, a coisa mais interessante a fazer é experimentar o café local sempre que puderes numa das dezenas de cafés. Caso não saibas, o café desta zona é um dos melhores do mundo, graças aos solos férteis dos contrafortes vulcânicos. Locais como o Fat Cat Coffee House, Coffea e Alegría Café sabem o que estão a fazer. Dias 3 e 4: Excursão ao vulcão Acatenango Para estes dias está reservado o ponto alto da tua viagem de 15 dias por Guatemala: subir ao topo do vulcão Acatenango para apreciar o vulcão Fuego a expelir lava. O esforço não é pequeno, pois terás de subir até 4.000 metros com uma diferença de altitude de cerca de 1.800 metros num único dia, mas a recompensa é enorme. A subida vai ocupar a maior parte do dia, pois é feita lentamente, com várias paragens, mas dormirás numa tenda no cume para desfrutar de um dos postais mais brutais da sua vida: um vulcão a expelir lava de perto. O quarto dia do teu itinerário na Guatemala será para ver o nascer do sol em Acatenango, descer tranquilamente até Antígua e fazer o transfer para o Lago Atitlan de vaivém. É perfeitamente possível fazer tudo isto num só dia. Dias 5 e 6: Lago Atitlán Uma viagem de duas semanas por Guatemala não estaria completa sem uma visita a este lago emblemático rodeado de vulcões e de várias aldeias com as suas próprias tradições e cultura interessantes. O Lago Atitlán oferece muitas possibilidades, desde caminhadas a passeios de barco, de retiros de ioga a visitas às diferentes aldeias que o rodeiam. No entanto, o mais importante é escolher a tua base para os próximos dias de acordo com os planos que tem em mente. San Marcos é a cidade mais “hippie”, cheia de estrangeiros que procuram fazer ioga ou meditação, mas também para o público festeiro; Panajachel é a “capital” do lago, por isso é mais barulhenta, mas tem melhores ligações e uma gama mais variada de alojamento; San Pedro La Laguna está algures no meio e é acessível por estrada; e, a nossa favorita, San Juan La Laguna, que, apesar de turística, ainda mantém a “essência” de uma cidade à beira do lago com alojamento fresco à beira do lago. Embora possa parecer confuso, todas estas cidades estão ligadas por barcos públicos, pelo que não terá grandes problemas a este respeito. Dia 7: Excursão a Chichicastenango O mercado mais interessante que podes visitar durante o teu itinerário na Guatemala é o de Chichicastenango, situado a apenas 45′-1 hora do Lago Atitlán (dependendo da aldeia em que te encontras). O “Chichi” é celebrado todas as quintas-feiras e domingos, é uma verdadeira amálgama de cores graças ao artesanato, frutas e legumes ali vendidos, mas também devido às cores dos huipiles dos seus habitantes e dos municípios vizinhos que ali se reúnem. Além disso, uma visita a esta aldeia maia é interessante não só pelo mercado, mas também para mergulhar na cultura guatemalteca na Igreja de Santo Tomás, no cemitério ou na colina de Pascual Abaj. Podes facilmente visitar Chichi a partir do Lago Atitlán, uma vez que quase todos os hotéis organizam transporte de e para Chichi nos dias de mercado. Como tens 3 dias no lago, lembra-te de programar a tua visita para coincidir com uma quinta-feira ou um domingo. Dias 8 e 9: Semuc Champey O oitavo dia da tua viagem de 15 dias por Guatemala será todo dedicado a transferências, mas prometemos que valerá bem a pena. De Panajachel a Laquín, a base para explorar outra das maravilhas naturais do país, Semuc Champey, são cerca de 12 horas de viagem de vaivém. Podes explorar a opção de o fazer à noite, embora isso dependa do teu gosto e disponibilidade, uma vez que há troços de estradas não pavimentadas. Semuc Champey, que significa “Onde o rio se esconde sob as pedras” em maia, é um monumento natural espetacular. Um conjunto de piscinas de cor turquesa formadas pela passagem do rio Cahabón que te vão encantar tanto do miradouro como no seu interior, pois é possível dar um mergulho. Se tiveres tempo, não hesites em dar um passeio por Laquín, uma aldeia que, embora cada vez mais turística, ainda conserva esse pequeno sabor local de que tanto gostamos. Dias 10, 11 e 12: Flores e Tikal Depois de desfrutares de Semuc Champey, é tempo de voltar à estrada e entrar numa das carrinhas partilhadas que se dirigem para Flores. A viagem pode durar entre 7 e 10 horas, dependendo da tua velocidade e do número de paragens que fizeres, por isso é melhor escolher um lugar confortável. Se chegares cedo a Flores, no dia 10 poderás desfrutar de um passeio por esta ilha no coração do Lago Petén. Caso contrário, descansa um pouco, pois os próximos dois dias do teu itinerário na Guatemala estão a chegar com força. Recomendamos duas excursões guiadas a Tikal e Yaxhá. O primeiro é um dos principais sítios arqueológicos da civilização maia pré-colombiana, a par de Chichén Itzá, Calakmul e Paleque, algumas das mais importantes ruínas maias do México. Património Mundial da UNESCO, Tikal está situada no meio da floresta tropical, pelo que, para além de admirar os seus edifícios, incluindo o Templo do Grande Jaguar na Grande Praça, tens boas hipóteses de avistar muitas espécies de aves e macacos. Com (muita) sorte, poderás até ver o esquivo quetzal. Quanto a Yaxhá, embora não seja tão impressionante como Tikal, também vale a pena visitar o que foi outrora a capital de um vasto território que dominava a parte nordeste de Petén. Podes dedicar parte do 11º ou 12º dia (de preferência ao pôr do sol) e passar o resto do tempo a desfrutar de Flores e a passear à volta do lago. Dias 13 e 14: Rio Dulce e Lívingston Para terminar o teu itinerário de viagem de 15 dias em Guatemala, sugerimos que visites um pequeno pedaço das Caraíbas guatemaltecas e te dirijas a Rio Dulce. Perto de Belize, aqui vais descobrir uma Guatemala diferente de tudo o que já viste antes, e poderás também conhecer a cultura Garifuna em Lívingston. De Flores até aqui são cerca de 4 ou 5 horas em carrinha partilhada e, se planeares com antecedência, cerca de 7 ou 8 horas até à Cidade da Guatemala. A nossa recomendação é baseares-te em Río Dulce, onde encontras alojamentos encantadores junto ao Lago Izabal. A partir daqui, é possível fazer excursões para ver o peixe-boi, desfrutar de cascatas, visitar o Castillo de San Felipe e, sobretudo, fazer um passeio pelo lago e pelo desfiladeiro do Rio Dulce. Dia 15: Regresso à Cidade da Guatemala E, com pesar, terminamos esta viagem de duas semanas pela Cidade da Guatemala, seguindo para a capital, onde te espera o teu voo de regresso a casa ou, quem sabe, a outro destino. Alternativas a esta viagem de 15 dias por Guatemala Esta foi apenas uma sugestão para uma viagem de 15 dias por Guatemala, podes sempre fazer uma itinerário diferente consoante os teus gostos. Por exemplo, em vez de ires a Rio Dulce, poderias ir a Quetzaltenango ou Xela e, a partir daí, explorar também San Andres Xecul e as Fuentes Georginas. Se tiveres um orçamento maior, outra ideia é ir de Laquín (Semuc Champey) a Río Dulce e terminar a viagem em Flores, de onde podes voar para a Cidade da Guatemala. De Laquín a Río Dulce são 9 a 10 horas de viagem. Como mencionámos no início desta viagem de duas semanas por Guatemala, também podes fazer uma viagem mais relaxada saltando uma paragem. Ou seja, podes saltar o Lago Atitlán e fazer uma viagem de um dia a partir de Antígua (alguns também vão a Chichicastenango) ou saltar a zona do Rio Dulce e passar mais tempo noutros locais. 10 dias em Guatemala Se tiveres menos dias para viajar por Guatemala, eliminaríamos as partes Rio Dulce e Semuc Champey do roteiro de 15 dias. São dois destinos incríveis, mas, se tivermos de estabelecer prioridades, o resto é muito mais interessante ou representativo do país. Neste caso, se dispuseres de 10 dias em Guatemala, depois de visitares o Lago Atitlan e Chichi, iríamos diretamente para Flores e terminaríamos a viagem na Cidade da Guatemala, para onde podes regressar de avião. Outra alternativa seria saltar Rio Dulce e Acatenango (se não te apetecer subir). Assim, o que faríamos seria ir de Atitlán a Laquin e depois a Flores. 7 dias em Guatemala Se só tiveres uma semana em Guatemala, faríamos esta excursão: • Dias 1 e 2: Antigua • Dia 3: Acatenango • Dia 4: Regresso de Acatenango e transfer para Atitlan. • Dia 5: Lago Atitlán • Dias 6 e 7: Flores e Tikal Para aproveitares ao máximo o teu tempo, o melhor é apanhares um voo de ida e volta para Flores a partir da Cidade da Guatemala. Pronto para planear a tua própria rota por Guatemala? Esperamos que sim, mas se tiveres alguma dúvida ou sugestão, gostaríamos de te ler nos comentários.

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Qual é a melhor altura para viajar para a Tailândia?

Qual é a melhor altura para viajar para a Tailândia?

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Qual é a melhor altura para viajar para a Tailândia? Quando é a época das monções? Quando é que é mais barato? Estas são perguntas super comuns dos viajantes ansiosos por conhecer este maravilhoso canto do Sudeste Asiático. Há muito para ver e fazer na Tailândia e ninguém gosta de viajar para a outra metade do mundo para estar a chover o dia todo. Hoje, vamos contar-te tudo sobre como é o clima na Tailândia para que evites pior tempo e também, como os preços variam consoante a estação do ano e quando há menos turistas para visitar aquelas praias paradisíacas sem tanta sobrelotação. Continua a ler e descobre qual é a melhor altura para viajar para a Tailândia, por região e mês a mês. Como é o clima na Tailândia? A Tailândia tem um clima tropical húmido que é afetado pelas monções. Não entres em pânico, as monções são ventos sazonais variáveis que não se traduzem automaticamente em precipitação constante. No entanto, não te esqueças que num clima tropical tudo pode acontecer e que, mesmo em alturas em que teoricamente chove pouco, pode sempre haver um aguaceiro e vice-versa. Dito isto, os ventos das monções são de abril a outubro, vindos de sudoeste, mais húmidos do que os que ocorrem de novembro a fevereiro, vindos de nordeste e que trazem mais chuva para a costa leste do país. Certamente já sabes que, exceto nas zonas muito montanhosas, a Tailândia é sempre quente. A temperatura média varia entre 15°C e 35°C, com as temperaturas mais elevadas em abril e maio, quando o termómetro pode atingir mais de 40°C durante o dia. Os meses mais frios são dezembro, janeiro e fevereiro, mas podem mesmo ultrapassar os 30°C a meio do dia. Por outro lado, como podes imaginar, a Tailândia é um país vasto e o clima não é o mesmo em todas as zonas. Cada uma tem as suas particularidades e isso também deve ser tido em conta ao planeares a tua viagem, especialmente se grande parte dela se centrar nas praias. Qual é a estação das chuvas na Tailândia: Monção Quando é que chove mais na Tailândia? Provavelmente, queres evitar essa época, assim vamos dividir as estações do ano no país da seguinte forma: • Estação das chuvas na Tailândia (monção do sudoeste): vai aproximadamente de junho a outubro, mas não é uma ciência exata. Tende a chover mais intensamente em agosto e setembro, embora no sul o mês mais chuvoso seja novembro. No entanto, a estação das chuvas na Tailândia não significa que chova durante todo o dia. São mais frequentes os aguaceiros fortes durante a tarde ou à noite. • Época “seca” ou de inverno na Tailândia (monção do nordeste): entre novembro e fevereiro. É quando está mais fresco e também quando tende a chover menos. No norte da Tailândia (região de Chiang Mai e Chiang Rai), pode fazer bastante frio em dezembro e janeiro, sobretudo à noite. De outubro a dezembro, não é a melhor altura para visitar a costa oriental (zona do Golfo da Tailândia), porque chove mais. • Época de verão na Tailândia: é o período que antecede a chegada dos ventos da monção, aproximadamente de meados de fevereiro a meados ou finais de maio. É a época mais quente do ano, sobretudo em abril e nas regiões do centro e do norte do país. De um modo geral, a melhor altura para viajar para a Tailândia em termos de clima é de novembro a abril. O mês de abril é bastante quente se fores fã de temperaturas elevadas e raramente chove. Na parte sul do país, é preciso distinguir entre as costas e vamos falar-te de tudo isso mais tarde. Quando é que faz mais calor na Tailândia? Como já referimos, os meses mais quentes são geralmente abril e maio, sendo que no primeiro as temperaturas podem atingir os 38-40ºC. O sul não costuma registar temperaturas tão elevadas, principalmente devido à ação do mar. Se quiseres evitar os meses mais quentes na Tailândia, deves viajar entre dezembro e fevereiro, que são os meses mais frescos, especialmente no norte. No entanto, à noite, podes precisar de roupa de manga comprida em locais como Chiang Mai. O tempo na Tailândia por região Já falámos sobre a melhor altura do ano na Tailândia, mas as estações não são as mesmas em todas as zonas. Por isso, vamos diferenciar de acordo com os locais mais populares para visitares numa rota tradicional pelo país: • Banguecoque e centro da Tailândia: as variações sazonais não são tão pronunciadas como noutras zonas, mas as três estações que mencionámos são visíveis. Os melhores meses são de dezembro a março. Abril e maio tendem a ser secos, mas são bastante quentes. Agosto e setembro são os meses mais húmidos. • Norte da Tailândia (Chiang Mai e Chiang Rai): a melhor altura para viajar para a Tailândia e desfrutar desta zona é a mesma que em Banguecoque, de dezembro a março. Abril e maio também são secos e agosto é o mês mais húmido. • Costa Oeste (zona do Mar de Andamão com locais como Phuket, Phi Phi, Koh Lipe ou Krabi): estamos a entrar na região de praia da Tailândia e aqui é interessante saber quando chove mais. Os meses com menor probabilidade de aguaceiros e os melhores meses para viajar são janeiro, fevereiro e março. A estação das chuvas decorre de maio a novembro, sendo os meses mais intensos setembro e outubro. • Costa Leste (zona do Golfo da Tailândia com ilhas como Koh Tao, Koh Samui e Koh Phangan): fevereiro a abril são as melhores épocas para esta parte do país, com menos chuva. No entanto, os meses de outubro, novembro e dezembro são os mais intensos devido a fortes aguaceiros, sobretudo durante a tarde. Nos meses de verão (junho, julho e agosto) chove menos nesta costa do que na Costa de Andaman, pelo que, se viajares para a Tailândia durante a estação das chuvas, é melhor optares por este lado da praia. A melhor altura para viajar para a Tailândia mês a mês E se, por exemplo, eu for à Tailândia em julho, vai ser igual do que se for em setembro? Já viste que falámos sobre a melhor altura para viajar para a Tailândia ou sobre o clima em geral e que deves ter sempre em conta que o clima tropical é imprevisível. Mesmo assim, compreendemos a tua preocupação e vamos tentar resumir como é o tempo mês a mês na Tailândia para que possas ter uma ideia do que esperar: • Tailândia em janeiro: esta é uma das melhores alturas para viajar para a Tailândia. O tempo é seco e as temperaturas são agradáveis. Em Banguecoque, as temperaturas médias rondam os 23°C, o que permite fazer turismo sem suar demasiado. Pode desfrutar das praias sem se preocupar com a chuva. No norte, está fresco, mas também não é necessário usar casaco – só precisará de uma sweatshirt à noite. • Tailândia em fevereiro: o tempo é muito semelhante ao de janeiro, perfeito para explorar o país. • Tailândia em março: as temperaturas começam a subir no centro e no norte da Tailândia. As temperaturas podem atingir os 35°C em Banguecoque. Continua a ser uma boa altura para viajar pelo país. • Tailândia em abril: As temperaturas continuam a subir, atingindo máximas de até 40°C no centro da Tailândia. A precipitação é fraca, embora possam começar a cair aguaceiros ao longo da costa do Mar de Andamão. • Tailândia em maio: As temperaturas descem ligeiramente e as chuvas de monção são menos comuns, arrefecendo as tardes. Em termos de praia, tende a chover um pouco menos no Golfo da Tailândia (Koh Tao, Koh Phangan e Koh Samui). • Tailândia em junho: Estamos a entrar na estação das chuvas na Tailândia, com a monção a atingir com maior intensidade a zona central. O Golfo da Tailândia é a parte mais protegida neste domínio. • Tailândia em julho: muito semelhante ao mês anterior, com mares um pouco mais agitados no lado de Andaman. • Tailândia em agosto: as chuvas são mais intensas no nordeste do país (Chiang Mai, Chiang Rai…) e a costa do Golfo da Tailândia continua a ser a mais adequada se quiseres uma dose de praia paradisíaca. • Tailândia em setembro: este é um dos meses mais chuvosos em geral em toda a Tailândia. A parte mais poupada é o Golfo da Tailândia. • Tailândia em outubro: este é o mês em que o tempo começa a melhorar, sobretudo no centro e no norte do país, pois as chuvas começam a abrandar e as temperaturas a ficar mais agradáveis. Continua a chover no sul da Tailândia, sobretudo no mar de Andaman. • Tailândia em novembro: Começa a melhor altura para viajar para a Tailândia, sobretudo no centro e no norte do país. A humidade diminui, pelo que também se transpira menos durante as visitas turísticas. O tempo começa a melhorar em Phuket e Krabi, mas não é o melhor mês para visitar Koh Tao, Koh Phangan ou Koh Samui, pois tende a chover mais. • Tailândia em dezembro: este é um dos melhores meses para viajar para a Tailândia, uma vez que o tempo é mais estável, menos húmido e tende a ser mais ensolarado. É já uma boa altura para o Mar de Andaman, embora um pouco menos para o Golfo da Tailândia. Lembra-te que o facto de estarmos na estação das chuvas não significa que vai chover todo o dia e que não vais poder fazer nada – longe disso! É verdade que é mais provável que chova na chamada estação chuvosa ou húmida, mas podes continuar a desfrutar da tua viagem da mesma forma. Época alta e época baixa na Tailândia – quando é que há menos turistas? Já falámos sobre a melhor altura para visitar a Tailândia em termos de clima, mas quando é que é mais barato viajar? De certeza que já percebeste que quando o tempo está menos favorável, os preços do alojamento e dos transportes tendem a baixar, mas vamos ser um pouco mais precisos. • Época alta na Tailândia: de novembro a fevereiro, as temperaturas são mais agradáveis e não chove tanto, pelo que esta é a época mais cara, sobretudo na altura do Natal e do Ano Novo Chinês (entre janeiro e fevereiro). Mesmo assim, os preços não disparam- continua a ser bastante barato, sobretudo se reservares com antecedência. • Temporada baixa na Tailândia (mais barata para viajar) de junho a outubro, coincidindo com a época das chuvas: Os preços baixam, mas em julho e agosto (verão europeu) é melhor reservares com antecedência para conseguires preços mais baixos, uma vez que cada vez mais pessoas viajam nesta altura do ano. • Época média de março a maio: é a época mais quente do ano e não chove tanto, pelo que os preços são razoáveis. Não te esqueças de que o Songkran (o Ano Novo budista) tem lugar em meados de abril, pelo que em cidades como Banguecoque ou Chiang Mai os preços podem subir um pouco em certos dias. Se procuras menos turismo na Tailândia, a melhor altura é de março a maio e de finais de agosto a novembro. Nos nossos meses de verão (finais de junho, julho e agosto), apesar de ser época baixa na Tailândia, há cada vez mais turistas. A maior parte das pessoas vem durante a época alta, de novembro a fevereiro, especialmente na altura do Natal e do Ano Novo Chinês. Então, qual é a melhor altura para viajar para a Tailândia? Esperamos que, depois de leres este artigo, não tenhas ficado com a cabeça a andar à roda, mas vamos tentar dar-te um breve resumo. A melhor altura para viajar para a Tailândia é de novembro a fevereiro, durante o nosso inverno. É quando chove menos, há menos humidade no ar e as temperaturas são mais agradáveis. Pessoalmente, porque há menos turismo e os preços também são mais baixos, gostamos de novembro e fevereiro. Quer isto dizer que não se pode viajar para a Tailândia noutros meses? De modo algum! Abril e maio são meses mais quentes mas não demasiado chuvosos, por isso, se não te importares com temperaturas mais elevadas, vais gostar. Mesmo nos meses de verão europeus (junho-setembro), podes viajar para a Tailândia sem sofrer. É verdade que podes ter de suportar um ou outro aguaceiro, mas não costuma ser uma tragédia. E se eu quiser praia? Neste sentido: • Maio a outubro: tende a chover menos na costa do Golfo da Tailândia, com locais como Koh Tao, Koh Phangan e Koh Samui. • Novembro a abril: o lado do Mar de Andaman é o melhor, com locais a explorar como Phuket, Phi Phi, Koh Lanta e Railay. Consulta estas dicas de viagem à Tailândiapara te ajudar a planear o teu itinerário. Perguntas frequentes sobre a melhor altura para viajar para a Tailândia Embora esperemos ter respondido a todas as tuas perguntas sobre a melhor altura para visitar a Tailândia, eis as respostas às perguntas mais frequentes dos viajantes: Em que altura é a monção na Tailândia? A monção, que traz a maior parte da chuva, chega normalmente em meados de maio e parte por volta de outubro. Qual é o melhor mês para viajar para a Tailândia? Um dos melhores meses para viajar para a Tailândia é fevereiro, porque é seco, as temperaturas são moderadas e não há muito turismo. E o pior mês para viajar para a Tailândia? Talvez setembro seja o pior, porque é um dos meses mais chuvosos do país. Como é viajar para a Tailândia em julho? É a época das chuvas em todo o país, embora isso não signifique que esteja sempre a chover. A parte da praia com menor risco de chuva é o Golfo da Tailândia. Quando é que é mais barato viajar para a Tailândia? Durante a época baixa, aproximadamente de abril a outubro. Pronto para visitar a Tailândia? Esperamos que por esta altura já tenhas pelo menos uma ideia melhor da melhor altura para viajar. No blogue da IATI temos muita informação sobre este canto do Sudeste Asiático. Podes começar com os seguintes artigos: • É seguro viajar para a Tailândia? • Documentos e requisitos para viajar para a Tailândia • Seguro de viagem para a Tailândia

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Onde ir a partir de Milão: Roteiro de 3 dias | 2025

Onde ir a partir de Milão: Roteiro de 3 dias | 2025

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Milão, com a sua elegância moderna e aura cosmopolita, serve como o ponto de partida ideal para explorares as maravilhas da região da Lombardia, no norte de Itália. Embora a cidade seja deslumbrante por si só, a proximidade de destinos pitorescos e fascinantes permite-te mergulhar ainda mais profundamente na cultura italiana diversificada. Neste roteiro de 3 dias, vamos explorar locais como o pitoresco Lago di Como, a cidade histórica de Bergamo e a autêntica Bréscia, enquanto também destacamos a acessibilidade dos voos de Portugal para Milão. Se és como nós e gostas de ser prático nas tuas viagens e visitar o máximo de sítios possíveis enquanto tens tempo, este artigo é para ti. Embora como já dissemos, Milão seja uma cidade única, existem muitos sítios lá perto que merecem a tua atenção. Vamos começar esta viagem de onde ir a partir de Milão? Dia 1: Lago di Como Vamos começar este roteiro de onde ir a partir de Milão com uma curta viagem desde Milão até ao Lago di Como, um dos destinos mais icónicos e encantadores de Itália. Com as suas águas calmas rodeadas por grandes montanhas e pitorescas vilas à beira-mar, este lago é uma verdadeira jóia da Lombardia. Para chegares ao Lago di Como a partir de Milão, tens várias opções de transporte. A forma mais rápida é apanhares um comboio de Milão até à estação de Como Nord Lago, o que leva cerca de 1 hora. Os comboios partem com frequência e oferecem uma experiência confortável e conveniente. Ao chegares à estação de Como Nord Lago, estarás a poucos passos das margens do lago. Começa o teu dia pela cidade de Como, esta localidade remota aos tempos romanos, por causa disto vais conseguir reparar que existe uma mistura entre arquitetura histórica e moderna. Passeia pelas margens do rio e aproveita a paz e calmaria que se sente nesta cidade. Uma das coisas que não podes perder é a Catedral de Como, uma impressionante estrutura gótica que demorou quase quatro séculos para ser concluída. Pequena viagem até Bellagio Depois de desfrutares de algum tempo em Como, podes apanhar um dos muitos barcos que cruzam o Lago di Como. Estes barcos oferecem uma vista panorâmica das aldeias pitorescas que pontilham as margens do lago. A viagem até Bellagio, conhecida como a “Pérola do Lago di Como”, demora cerca de uma hora, proporcionando-te uma oportunidade relaxante de apreciar a paisagem. Ao chegares a Bellagio, serás recebido por um cenário encantador de ruas estreitas, jardins exuberantes e vistas panorâmicas. Explora a vila a pé, mergulha na atmosfera única que atraiu visitantes de todo o mundo ao longo dos anos. Quanto à gastronomia, não deixes de experimentar os sabores locais, desde o “risotto al pesce persico” até aos deliciosos gelados italianos. Este primeiro dia da tua viagem de onde ir a partir de Milão, oferece uma mistura de história, beleza natural e experiências culinárias. Ao explorares as margens do Lago di Como, estarás a imergir-te na verdadeira essência da Lombardia. Dia 2: Bergamo No segundo dia, prepara-te para explorar Bergamo! Para viajares do Lago di Como a Bergamo, existem várias opções de transporte que te permitem desfrutar das pitorescas paisagens italianas enquanto te deslocas entre estas duas cidades. Podes ir de comboio a partir da estação de comboios de Como, conhecida como “Como S. Giovanni”, a viagem de comboio costuma ser direta e relativamente rápida, demorando cerca de 1 hora e 30 minutos, dependendo do tipo de comboio que escolheres. Os comboios partem regularmente ao longo do dia, por isso podes escolher um horário que se ajuste ao teu itinerário. Se preferires maior flexibilidade e a possibilidade de explorar outras áreas ao longo do caminho, alugar um carro é uma opção a considerar. A viagem de carro entre o Lago di Como e Bergamo levará aproximadamente 1 hora, dependendo do trânsito e do percurso escolhido. É uma oportunidade para apreciares a paisagem e parares em vilas e pontos de interesse ao longo do caminho. O que ver em Bergano Começa a tua visita pela encantadora Città Alta, a cidade alta, onde cada passo te transporta para uma época passada de encanto medieval. Para chegar à Città Alta, podes optar pelo funicular, um meio de transporte icónico e único onde vais conseguir ver paisagens de uma perspetiva diferente. Começa o teu passeio pela Città Alta na Piazza Vecchia, a praça central que é o coração desta área histórica. Também não deves perder, neste itinerário de onde ir a partir de Milão, a Torre del Campanone também é uma paragem obrigatória. Ao subires ao topo desta torre vais ter uma vista panorâmica espetacular da cidade e das deslumbrantes paisagens circundantes. Certifica-te de que planeias a subida para a parte da manhã ou da tarde para aproveitares a luz natural que realça os detalhes da cidade. Enquanto o dia avança, escolhe um dos encantadores cafés para saboreares um “caffè” italiano e absorver a atmosfera única. No início da tarde, desce para a Città Bassa, a parte moderna de Bergamo, através do funicular ou a pé. Aqui, encontras um ambiente animado, onde podes passear e ver lojas modernas, boutiques de moda e restaurantes. Aproveita para almoçar numa trattoria local e provar pratos tradicionais, como “polenta e osei”, um prato único da região que combina carne de caça e polenta. À noite, a Città Bassa ganha vida com a energia contagiante da vida noturna italiana. Os restaurantes e bares oferecem uma variedade de opções para um jantar relaxante ou uma noite animada. Enquanto te misturas com os habitantes locais e outros visitantes, sentirás a fusão harmoniosa entre a tradição e a modernidade que fazem de Bergamo um destino verdadeiramente especial. Algumas considerações importantes: • Verifica os horários de comboio com antecedência e considera reservar os bilhetes online para garantir o teu lugar. • Se optares por alugar um carro, certifica-te de que tens um mapa atualizado ou um sistema de navegação GPS para te orientares. • Se tiveres mais tempo, aproveita para fazer paragens ao longo do caminho. Existem várias cidades e vilas encantadoras entre o Lago di Como e Bergamo que valem a pena explorar. Dia 3: Bréscia No terceiro dia, prepara-te para uma viagem até Bréscia, uma cidade frequentemente subestimada, mas que guarda uma autêntica experiência italiana. Para chegar a Bréscia a partir de Bergamo, podes optar por diferentes meios de transporte que te permitirão desfrutar da paisagem enquanto segues em direção a esta joia escondida. Podes, mais uma vez ir de comboio, a opção mais conveniente é apanhares um comboio de Bergamo para Bréscia. A viagem de comboio entre estas duas cidades costuma ser direta e leva aproximadamente 1 hora. Se preferires a liberdade de conduzir e alugares um carro, a viagem de carro entre Bergamo e Bréscia leva cerca de 45 minutos a 1 hora, dependendo das condições de trânsito e da época do ano. Quando chegares a Bréscia, explora a beleza da Piazza della Loggia, uma praça icónica cercada por edifícios renascentistas. Passear por esta praça é uma viagem ao passado, onde a história e a arquitetura se unem para criar uma atmosfera encantadora. Uma visita ao Castello di Bréscia também é uma experiência imperdível. Esta fortaleza imponente oferece vistas panorâmicas que se estendem desde os telhados da cidade até às colinas. A paisagem é particularmente deslumbrante durante o pôr do sol. A gastronomia local é uma parte essencial da tua experiência em Bréscia. Experimenta pratos de massa tradicionais, como “casoncelli“, uma variação da famosa massa recheada. Além disso, não te esqueças de explorar os queijos locais, como o “Formaggio di Malga“, que é um tesouro gastronómico que reflete a autenticidade da região. Dicas para Voos Mais Económicos de Portugal para Milão Agora que tens o teu itinerário emocionante em mãos, é hora de considerar como chegar a Milão sem comprometer o teu orçamento. Aqui estão algumas dicas essenciais para encontrares voos mais económicos de Portugal para Milão: 1. Reserva com Antecedência: Planeia a tua viagem com antecedência para garantir os melhores preços. Os voos tendem a ser mais económicos quando reservadas com várias semanas ou meses de antecedência. 1. Flexibilidade nas Datas: Mantém-te flexível com as datas de viagem. Voar durante a semana ou fora da temporada alta pode resultar em preços mais baixos. 1. Explora Opções de Escala: Considera voos com escala, já que muitas vezes são mais baratos do que voos diretos. Além de economizares dinheiro, podes aproveitar a oportunidade para explorar uma cidade extra. 1. Comparação de Preços: Utiliza motores de busca e comparadores de voos para comparar preços entre diferentes companhias aéreas e agências de viagens. Explorar a partir de Milão é uma oportunidade única de descobrir os tesouros escondidos da Lombardia. Com este roteiro de 3 dias, podes desfrutar da serenidade do Lago di Como, mergulhar na história de Bergamo e experimentar a autenticidade de Bréscia. Com voos cada vez mais acessíveis de Portugal para Milão, agora é o momento perfeito para embarcar nesta viagem. Planeia com sabedoria, reserva com antecedência e explora todas as possibilidades para garantir uma experiência inesquecível nesta região. Não te esqueças de viajar com segurança e contratar um seguro de viagem para esta aventura. Como adoramos Itália preparamos mais uns artigos para te ajudar a planear a tua aventura: • Itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana • Documentos e requisitos para viajar para Itália em 2024 • 10 experiências a não perder em Milão

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🇲🇦 Ação Solidária Marrocos

🇲🇦 Ação Solidária Marrocos

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Na IATI, com mais de 135 anos de experiência como líderes no setor dos seguros de viagem, somos apaixonados por Marrocos. No nosso blog encontras guias detalhados que te vão inspirar e o ajudar a aproveitar ao máximo este incrível país. Itinerários, o que fazer nos seus principais destinos, conselhos práticos… acabamos por voltar lá uma e outra vez para absorver tudo o que tem para oferecer e não vamos deixar de o fazer agora. Não cancelem as vossas viagens a Marrocos No dia 8 de setembro, o terramoto mais intenso registado atingiu algumas partes de Marrocos, deixando milhares de pessoas mortas, feridas e desaparecidas. As equipas de salvamento continuam a lutar contra o relógio para resgatar e encontrar pessoas sob os escombros. Os edifícios, maioritariamente de adobe, desmoronaram-se e soterraram centenas de pessoas, tornando o trabalho de salvamento muito mais complexo. Marrocos precisa de nós. Apesar da grande tragédia e destruição, o principal circuito turístico do país ainda é visitável e milhares de famílias afetadas vivem, direta ou indiretamente, do turismo. Por favor, não cancelem as vossas viagens a Marrocos. Visitar o país agora e descobrir os seus encantos, culinária e cultura é uma forma de ajudar milhares de pessoas a sobreviver. A partir do #compromisoIATIvamos doar 100% dos lucros gerados pelas vendas de seguros de viagem para Marrocos, desde ontem até à próxima segunda-feira, dia 18 de setembro, ao Comité de Emergência, uma união de 6 ONG que será responsável por levar a cabo a ajuda direta no terreno. Marrocos precisa de nós. Contamos convosco.

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Viajar para a Tanzânia: itinerário de 12 dias

Viajar para a Tanzânia: itinerário de 12 dias

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Hoje, na IATI, especialistas em seguros de viagem internacionais, vamos contar-te tudo sobre viajar para a Tanzânia e dar-te um itinerário de viagem de 12 dias. A Tanzânia, o país dos safaris, é um dos destinos mais cobiçados pelos viajantes que visitam o continente africano. Este território, na costa oriental da África Central, possui a maior extensão de Parques Nacionais com vida selvagem protegida, a montanha mais alta de África (Kilimanjaro, com 5890 m), uma grande riqueza étnica e linguística e belas praias de areia branca onde podes fazer o melhor mergulho da tua vida. Se gostas de aventura e de contacto com a natureza, este é o destino ideal para ti! Antes de planeares os teus dias no país, gostaríamos de te dar algumas recomendações sobre os locais a visitar e qual o melhor itinerário de viagem. 12 dias na Tanzânia é um período razoável para veres o máximo do país, combinando safari e praias. Assim, vamos concentrar-nos em visitar o Parque Nacional de Tarangire, o Parque Nacional do Serengeti, a Área de Conservação de Ngorongoro e as praias de Zanzibar. Melhor altura para viajar para a Tanzânia A melhor altura para viajar para a Tanzânia é de junho a outubro, que coincide com a estação seca. Julho é um bom mês para veres os animais, uma vez que a vegetação é escassa e eles juntam-se à volta da água para beber. No entanto, a migração dos gnus ocorre de abril a junho (quando chove) e é um verdadeiro espectáculo da natureza, pelo que, se não te importares com a lama, este mês é também uma boa altura para assistires à migração dos gnus. Safaris na Tanzânia Tanzânia é sinónimo de safari. Por esta razão, e porque estamos convencidos de que não queres perder tudo o que a natureza tem para oferecer neste país, recomendamos que escolhas uma agência especializada, experiente e amiga dos animais. Só tens de te preocupar em vestir a roupa adequada, levar um bom par de binóculos e meteres-te num 4×4 para apreciar os animais e o horizonte da savana. Uma viagem à Tanzânia com safari incluído, embora não seja normalmente uma viagem barata (devido às elevadas taxas de entrada nos Parques Nacionais), será uma experiência que vais recordar para o resto da vida. Prepara-te para habituares os teus olhos ao grande espetáculo animal da savana: milhares de gnus a trotar nas planícies do Serengeti, grandes manadas de elefantes a atravessar o Parque Nacional de Tarangire nas suas migrações sazonais, leões a poucos metros do 4×4, e até momentos emocionantes dos animais com as suas crias. Para além de paisagens espetaculares com pores-do-sol mágicos que não vais esquecer. Praias na Tanzânia Para terminares a tua viagem de uma forma descontraída, depois de dias poeirentos de safari, nada melhor do que passar um dia nas paradisíacas praias de areia branca de Zanzibar, a parte insular da Tanzânia. E, se gostas de mergulho, vais divertir-te imenso a mergulhar nas suas águas. Viajar em segurança na Tanzânia A Tanzânia é um país incrível que te espera de braços abertos para te surpreender com a sua natureza exuberante. Desde os incríveis momentos proporcionados pelos incríveis safaris até às praias paradisíacas de Zanzibar. O próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste na enorme importância de ter um seguro de viagem para a Tanzânia que te garanta a melhor proteção. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino e, graças à sua extensa cobertura médica, vai proteger-te durante toda a tua aventura. Além disso, tem outras coberturas focadas em roubo, problemas com a bagagem, desportos de aventura ou problemas com os voos que irão garantir que estás sempre nas melhores mãos em caso de qualquer incidente. Por isso, não esperes mais, escolhe viajar com a tranquilidade que mereces e faz já o teu seguro: Itinerário de viagem de 12 dias para a Tanzânia Dia 1 : Aeroporto/ Nairobi (Quénia) Começamos o nosso itinerário de viagem de 12 dias para a Tanzânia em Nairobi, a capital do Quénia. Fica apenas a 4 horas de carro da cidade de Arusha (Tanzânia) e é a porta de entrada para qualquer safari, tanto no Quénia como na Tanzânia. Por isso, a forma mais fácil é voares de Portugal para Nairobi. Dia 2 : Nairobi (Quénia)/ Arusha (Tanzânia) Para chegar de Nairobi a Arusha, podes apanhar um shuttle (autocarro local) ou o transporte da agência com a qual reservaste o safari até à fronteira de Namanga. No teu primeiro dia, dorme na cidade de Arusha assim, tens tempo para teres o primeiro contacto com a Tanzânia e descansares para poderes começar a visita ao safari no dia seguinte com máxima energia. Dia 3 : Arusha / Tarangire No teu primeiro dia de safari, dirige-te para o Parque Nacional de Tarangire, famoso por ter a maior população de elefantes do país (mais de 3000) e pelos numerosos e impressionantes baobás que encontras pelo caminho. No caminho para o parque, entra no país dos Masai e vais ver os seus habitantes vestidos com os típicos mantos avermelhados. Este será o primeiro dia em que vais dormir muito perto dos animais, num parque de campismo onde poderás montar a tua tenda. Dia 4 : Tarangire/ Serengeti De manhã cedo, vais dirigir-te para o Parque Nacional do Serengeti, passando pela primeira vez pela Área Protegida de Ngorongoro, que, com os seus mais de 8292 quilómetros quadrados, é Património Mundial da UNESCO. O ideal é fazeres uma paragem no caminho para veres o topo da cratera e apreciares a vista e toda a magnitude da sua cor verde-azulada. É de cortar a respiração. À chegada ao Serengeti, vais dirigir-te para um dos parques de campismo onde podes montar a tua tenda e passar as noites seguintes. Dia 5 e 6: Serengeti, dia completo Chegamos a meio do nosso itinerário de viagem de 12 dias para a Tanzânia, no parque mais excecional de África. A vida selvagem pode ser vista aqui durante todo o ano. Recomendamos que passes pelo menos dois dias inteiros a explorar o parque, percorrendo os trilhos que atravessam as vastas planícies em busca dos “cinco grandes” de África: elefante, rinoceronte, búfalo, leão e leopardo. Só tens de ser paciente e esperar pela altura certa no local certo. É mais do que provável que um destes animais (ou muitos) se cruze no teu caminho, podes assistir a uma cena de caça ao leão ou encontrar uma “reunião familiar” destes felinos. Mas o melhor é terminares o dia com um pôr-do-sol de cortar a respiração sobre a savana e dormir sob as estrelas numa tenda… a ouvir o rugido do leão. Dia 7 : Serengeti/ Ngorongoro O ideal é levantares-te cedo, de preferência antes do nascer do sol, para não perderes nenhum dos animais. Desfruta do parque pela última vez e vai em busca de zebras, búfalos ou hienas e, na melhor das hipóteses, ver se encontras algum leão. Mais tarde, dirige-te para a área de conservação da cratera de Ngorongoro, visitando, pelo caminho, o desfiladeiro de Olduvai, onde foram encontrados importantes fósseis pré-históricos. Nestes trilhos podes encontrar a comunidade Maasai, que vive em “manyattas”, aldeias circulares em casas de barro e madeira. As vacas são o seu bem mais precioso, pois são elas que pagam o dote de casamento. Embora os Maasai normalmente peçam algum dinheiro para visitar a aldeia e mostrar os seus costumes e danças, é uma boa oportunidade para veres como é a sua vida quotidiana. Para poderes visitar a cratera de Ngorongoro na manhã seguinte bem cedo, é melhor dormires num alojamento perto desta zona. Dia 8 : Cratera de Ngorongoro/ Arusha Vais passar um dia inteiro na cratera de Ngorongoro, conhecida por ser como uma “arca de Noé feita paisagem”. Quando chegas a este local, vais perceber que tem algo de mágico. É uma das maiores caldeiras intactas e sem lago do mundo, com 19 km de largura. Esta cratera é um habitat natural para mais de 25.000 mamíferos: antílopes, gnus, búfalos, zebras, leões, avestruzes… Incluindo o rinoceronte preto, para muitos a principal atração, uma vez que não é fácil vê-lo porque está em vias de extinção. Visitar esta cratera é viver a aventura constante de te deparares com todo o tipo de animais selvagens num local muito singular. Depois de passares o dia na cratera, regressa a Arusha para terminar o safari. Dia 9 : Arusha/ Zanzibar Do pequeno aeroporto de Arusha, apanha um pequeno avião para o aeroporto de Zanzibar e, a partir daí, o ideal é arranjares transporte combinado para te levar a uma das praias do leste da ilha que escolhemos para ti. Dia 10 : Praias de Zanzibar As praias mais bonitas de Zanzibar situam-se a leste. As mais conhecidas são Matemwe, Kendwa, Pongwe e Jambiani, com areia branca, palmeiras e água azul-turquesa. Um paraíso que é, normalmente, um destino de lua-de-mel, pelo que o ideal é perderes-te numa das praias menos conhecidas das redondezas. Mas nem tudo tem de se resumir a banhos de sol e a apanhar sol na praia. Se gostas de fazer mergulho, estás no local perfeito para isso. As maravilhas subaquáticas da Tanzânia são tão fascinantes como as que se encontram em terra, com uma magnífica variedade de corais e uma diversidade de animais como raias, tartarugas de pente e verdes, barracudas e tubarões. Dia 11 : Praias de Zanzibar/ Cidade de Stown Desfruta de mais um dia nas praias paradisíacas de Zanzibar para relaxares e termina o dia com um mergulho e uma boa refeição. Este é o último dia de descontração e há que aproveitar ao máximo cada minuto. À tarde, é altura de ires para Stone Town, uma das cidades mais turísticas de Zanzibar, que fica perto do aeroporto. Dia 12 : Cidade de Pedra/ Dar es Salaam/ Regresso Chegámos ao fim do nosso itinerário de viagem de 12 dias para a Tanzânia. Este é o teu último dia de transferes e voos. Da Cidade de Pedra desloca-te de táxi para o aeroporto da Tanzânia para apanhares o voo para Dar es Salaam (a antiga capital da Tanzânia). Daí apanha outro voo para o nosso local de origem. A viagem termina, mas as incríveis paisagens da savana com os animais selvagens e as praias paradisíacas ficarão para sempre gravadas na tua memória. Dicas finais para a tua viagem à Tanzânia • Documentação: Verifica os requisitos de visto e vacinas obrigatórias. • Orçamento: Os safáris podem ser caros, mas valem cada céntimo. • Segurança: Contrata um seguro de viagem adequado para evitar imprevistos. • Equipamento: Leva roupa leve e confortável, binóculos e uma boa máquina fotográfica. Se já leste todo o roteiro, isso significa que falta cada vez menos tempo para pisares o solo tanzaniano, por isso agora é hora de aproveitares o planeamento e a viagem. Para isso, criámos estes artigos essenciais que vão tornar tudo muito mais fácil: • Documentos e requisitos para viajar para a Tanzânia • O que fazer em Zanzibar: as melhores experiências • É seguro viajar para a Tanzânia e Zanzibar?

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Os melhores destinos para visitar em setembro

Os melhores destinos para visitar em setembro

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Setembro é um mês encantador para viajar. Com o final do verão em muitos lugares e o início da primavera noutros, é uma época ideal para explorar destinos fascinantes ao redor do mundo. Por outro lado, é uma altura geralmente com pouco turistas e perfeita para quem ainda não teve oportunidade de ir de férias. Neste artigo vamos falar-te sobre os melhores destinos para visitar em setembro. Se já estás a planear as tuas férias para esta altura, aqui estão alguns dos melhores destinos que deves considerar: Paris, França Paris é sempre uma boa ideia, e setembro é um momento perfeito para visitar a Cidade Luz. Com o fim do verão, as multidões diminuem e o clima ameno cria uma atmosfera agradável para explorar as ruas românticas, os marcos famosos e os encantadores cafés parisienses. Visita a emblemática Torre Eiffel, símbolo icónico da cidade, e maravilha-te com a vista deslumbrante de Paris lá de cima. Perde-te nas riquezas artísticas do Louvre, onde obras-primas como a Mona Lisa e a Vênus de Milo vão cativar a tua imaginação. Uma caminhada pelas margens do Rio Sena é uma experiência encantadora, especialmente nesta época do ano. Não deixes de deixar algum tempo de lado para desfrutares da deliciosa culinária francesa em bistrôs e brasseries locais, onde podes saborear pratos como o croissant perfeitamente amanteigado, o crocante crème brûlée e o tradicional escargot. Se quiseres saber mais sobre a gastronomia parisiense aconselhamos que leias “Pratos típicosParis: o que não podes perder“. Bali, Indonésia Bali é um paraíso tropical que oferece praias deslumbrantes, templos exóticos e uma rica cultura. Setembro é uma ótima época para visitar, pois marca o final da alta temporada turística, garantindo preços mais acessíveis e praias menos lotadas. Explora as praias de areia branca em Nusa Dua, perfeitas para relaxar e desfrutar do sol brilhante. Em Ubud, podes deixar-te encantar com as paisagens de arrozais em terraços. Se és fã de mergulho, Amed é o lugar ideal para fazeres mergulhos incríveis, e é aqui que a vida marinha colorida e os recifes de coral vão tirar o teu fôlego. Bali em setembro oferece uma combinação perfeita de beleza natural, aventura e cultura, proporcionando uma escapadela memorável. Tudo o que precisas de saber sobre Bali podes encontrar aqui. Nova Iorque, EUA Nova Iorque é a cidade que nunca dorme e setembro oferece uma atmosfera particularmente especial. Com o início do outono, vais poder aproveitar o clima ameno enquanto exploras os famosos pontos turísticos da cidade. Caminha pelo Central Park, visita a Estátua da Liberdade, admira a vista do topo do Empire State Building e assiste a um show da Broadway. Além disso, setembro traz o icónico desfile de Dia de Ação de Graças da Macy’s, uma experiência única e emocionante. Amesterdão, Holanda Amesterdão é uma cidade encantadora, situada nos Países Baixos e conhecida mundialmente pelos seus canais pitorescos, arquitetura histórica e uma atmosfera acolhedora. Durante o mês de setembro, a cidade oferece uma experiência maravilhosa para os visitantes, uma vez que as multidões diminuem após o verão e as temperaturas começam a ficar mais amenas, tornando o clima ideal para explorar todas as suas belezas. Uma ótima maneira de vivenciar a cultura local é alugar uma bicicleta e percorrer as ruas e canais como um verdadeiro holandês, aproveitando a extensa rede de ciclovias da cidade. Outro local imperdível é o encantador Vondelpark, um dos maiores parques urbanos da Europa, onde podes desfrutar de caminhadas relaxantes, piqueniques ou até mesmo assistir a uma apresentação ao ar livre. Durante a tua estadia, é obrigatório explorar a rica gastronomia holandesa, experimenta as famosas panquecas holandesas e os deliciosos queijos locais, que são uma verdadeira especialidade. Amesterdão é verdadeiramente um ótimo destino para visitar em setembro. Tóquio, Japão Setembro é uma das melhores épocas para visitar Tóquio, quando o calor húmido do verão começa a diminuir e as temperaturas ficam mais amenas. A cidade é um fascinante contraste entre tradição e modernidade, oferecendo uma infinidade de atividades para todos os tipos de visitantes. Explora os bairros vibrantes de Shibuya e Shinjuku, visita os templos históricos, como o Santuário Meiji e o Templo Senso-ji em Asakusa, e desfruta da renomada culinária japonesa em restaurantes locais e barracas de rua. Setembro também marca o início do outono, quando as folhas das árvores começam a mudar de cor, criando paisagens pitorescas nos parques da cidade, como o Jardim Nacional Shinjuku Gyoen e o Parque Ueno. Sem dúvida que o Japão é um dos melhores destinos para visitar em setembro. Barcelona, Espanha Outro dos melhores destinos para visitar em setembro que não pode faltar na tua lista é Barcelona. Barcelona é uma explosão de cores, sabores e emoções a um passo de Portugal. Setembro é a altura perfeita para visitá-la, quando o sol ainda brilha com ardor, as praias se despedem das multidões e um turbilhão de festivais e eventos culturais toma conta da cidade. À medida que a noite cai, Barcelona ganha vida com sua vida noturna pulsante, oferecendo bares animados, clubes de dança e espetáculos de flamenco hipnotizantes. E como não poderia deixar de ser, deves entrega-te às delícias gastronómicas da culinária catalã. Saboreia as tapas, delicia-te com uma paella e, é claro, rende-te aos famosos churros, dourados e crocantes, mergulhados numa tigela de chocolate quentes. Vancouver, Canadá Vancouver, na costa oeste do Canadá, oferece uma combinação perfeita de natureza e vida urbana. Setembro é uma época ideal para visitar, pois o verão está a chegar ao fim, mas as temperaturas ainda estão amenas. Explora o Stanley Park, um dos maiores parques urbanos da América do Norte, faz uma caminhada pela famosa Ponte Suspensa Capilano e desfruta das vistas deslumbrantes da cidade a partir do mirante de Grouse Mountain. Vancouver também é conhecida pela sua gastronomia diversificada, com uma variedade de restaurantes que oferecem um pouco de tudo. Se gostas mais de cidades grandes, Vancouver é um dos melhores destinos para visitar em setembro. Melbourne, Austrália Enquanto o hemisfério norte se despede do verão, o hemisfério sul recebe a primavera em setembro. Melbourne, na Austrália, é uma cidade dinâmica e culturalmente rica para visitar nesta época. Desfruta de eventos desportivos, como o Australian Football League (AFL), explora os bairros cheios de arte de rua, como Fitzroy e Brunswick. E quando se trata de delícias gastronómicas (que não podem faltar neste guia dos melhores destinos para visitar em setembro), Melbourne é um verdadeiro paraíso para os gourmets. De restaurantes requintados a acolhedores cafés na beira de rua, a parte culinária da cidade oferece uma vasta gama de sabores e influências internacionais, atraindo mesmo os paladares mais exigentes. Rio de Janeiro, Brasil Setembro marca o início da primavera no Rio de Janeiro, tornando-se uma ótima época para visitar esta cidade vibrante e cheia de vida. Com temperaturas agradáveis e menos turistas do que durante o Carnaval ou o Ano Novo, vais poder explorar as famosas praias de Copacabana e Ipanema, visitar o icónico Cristo Redentor e aproveitar a animada vida noturna da cidade com menos turistas do que na época alta. Além disso, setembro (dependendo da época em que viajas) é quando ocorre o Rock in Rio, um dos maiores festivais de música do mundo, que atrai artistas internacionais e locais para apresentações emocionantes. Cape Town, África do Sul Setembro marca a primavera em Cape Town, tornando-se, mais uma vez, uma época ideal para visitar esta cidade deslumbrante. Com temperaturas agradáveis e menos turistas do que durante o pico do verão, vais poder desfrutar das belas praias e explorar o lado artístico e cultural da cidade. A cidade oferece uma infinidade de atividades ao ar livre, como caminhadas na Reserva Natural de Table Mountain, onde podes apreciar a flora e fauna únicas da região. Além disso, não percas a oportunidade de visitar a famosa Ilha Robben, onde o líder Nelson Mandela foi preso. A cultura e a história ricas da cidade também podem ser exploradas no bairro de Bo-Kaap, muito conhecido pelas suas casas coloridas e pela herança multicultural. Santorini, Grécia Santorini é uma das Ilhas Gregas mais famosas, conhecida pela vistas panorâmicas das casinhas azuis e brancas, arquitetura encantadora e pores do sol deslumbrantes. Setembro é uma ótima época para visitar, pois as temperaturas estão agradáveis e as multidões do verão diminuem exponencialmente. Explora as ruas estreitas de Oia, com as suas casas brancas e cúpulas azuis, visita as vinícolas locais e desfruta de um mergulho nas praias de areia vulcânica. Não te esqueças de experimentar a deliciosa culinária grega, incluíndo pratos tradicionais como moussaka, souvlaki e gyros. Florença, Itália Florença é um tesouro artístico e histórico em Itália, e setembro é uma época maravilhosa para a visitares. As temperaturas são agradáveis e podes explorar as obras-primas renascentistas sem as multidões do verão, no entanto tem em conta que nunca vais enocntrar esta cidade sem turistas. Visita a icónica Catedral de Santa Maria del Fiore, admira a arte renascentista na Galeria Uffizi e caminha pelas pitorescas ruas de paralelepípedos do centro histórico. Não te esqueças de atravessar a famosa Ponte Vecchio sobre o Rio Arno e desfrutar das vistas deslumbrantes da cidade a partir da Piazzale Michelangelo. Além disso, setembro é o momento ideal para explorares a região da Toscana. Zermatt, Suíça Se és fã de atividades ao ar livre e paisagens alpinas deslumbrantes, Zermatt, na Suíça, é o destino ideal para ti em setembro. A cidade é famosa pelas suas imponentes montanhas, incluindo o Matterhorn, e oferece uma variedade de atividades, como caminhadas, mountain bike e escalada. Desfruta das trilhas panorâmicas que levam a lagos cristalinos, explora a vila pitoresca com as casas tradicionais e saboreia a deliciosa cozinha suíça em restaurantes acolhedores. Queenstown, Nova Zelândia Queenstown é conhecida como a capital mundial da aventura, e setembro é um ótimo momento para visitares e aproveitares as atividades ao ar livre. Com o início da primavera, podes explorar as montanhas, lagos e trilhos da região. Experimenta o bungee jump, se fores mais aventureiro e procurares adrenalina, faz um passeio de barco no belo Lago Wakatipu, desfruta de caminhadas nas Remarkables Mountains e explora as vinícolas locais. Queenstown também oferece uma atmosfera animada, com uma variedade de restaurantes, bares e lojas para desfrutar. Petra, Jordânia Petra é uma antiga cidade histórica na Jordânia, conhecida pelas suas impressionantes construções esculpidas nas rochas. Setembro é uma época ideal para visitar, pois as temperaturas são mais amenas do que durante os meses de verão, permitindo que explores o local sem o calor excessivo. Descobre o famoso Tesouro, uma fachada esculpida numa rocha que é uma das principais atrações de Petra, caminha pelo Siq, um desfiladeiro estreito que leva à cidade, e explora as ruínas e os templos antigos. A Jordânia também oferece outras atrações imperdíveis, como o Mar Morto e o deserto de Wadi Rum. Estes são apenas alguns dos melhores destinos para visitar em setembro, cada um oferecendo a sua própria atmosfera única e atrações cativantes. Independentemente de onde escolhas viajar, está preparado para explorar, experimentar novas culturas e criar memórias duradouras. Aproveite a tua viagem e não te esqueças de viajar sempre em segurança e respeitar os costumes locais.

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5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de Agosto

5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de Agosto

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À medida que se aproxima a segunda quinzena de Agosto, muitos estão ansiosos para aproveitar o resto das férias em destinos paradisíacos de praia. Se estás à procura de um refúgio à beira-mar próximo a Portugal, este artigo é para ti. Vamos contar-te tudo sobre os 5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de agosto para que possas aproveitar as tuas férias ao máximo. Vais ver de tudo, desde paisagens deslumbrantes a águas cristalinas e atmosferas relaxantes. Prepara-te para mergulhar nas águas refrescantes, deitares-te ao sol em praias de areia branca e desfrutares de momentos inesquecíveis em destinos costeiros próximos a Portugal. Vamos começar! 1. Algarve, Portugal: Belezas Naturais e Praias Deslumbrantes Começamos o nosso guia pelo Algarve, no sul de Portugal, para que não tenhas que sair do teu país. Decerto sabes que é um dos destinos de praia mais populares do país, e não é por acaso. Com praias de tirar o fôlego, formações rochosas impressionantes e uma atmosfera relaxante, o Algarve oferece uma experiência verdadeiramente encantadora. Explora a Praia da Marinha e as suas falésias douradas e águas cristalinas, ou visita a Praia da Falésia, uma praia extensa com uma paisagem deslumbrante. Não deixes de visitar a cidade de Lagos, com a sua arquitetura histórica e a Praia Dona Ana, uma das mais pitorescas da região. O Algarve também é conhecido por seus resorts luxuosos, campos de golfe de classe mundial e uma variedade de desportos aquáticos emocionantes. O Algarve oferece uma infinidade de atividades para todos os gostos. Podes explorar as grutas marítimas num passeio de barco, praticar mergulho para explorar os recifes de coral, desfrutar de uma partida de golfe em campos renomados ou simplesmente relaxar à beira-mar enquanto aprecias o pôr do sol. Com uma culinária deliciosa e a hospitalidade portuguesa, o Algarve é um destino de praia completo que cativa visitantes de todo o mundo. Gastronomia algarvia Não podemos continuar este guia dos 5 destinos de praia imperdíveis sem incluir um pouco de gastronomia. Durante a tua estadia, não deixes de experimentar os pratos locais que refletem a rica tradição culinária portuguesa. Uma das especialidades da região é o peixe fresco e frutos do mar. Delicia-te com a famosa cataplana e com a sardinha assada na brasa, uma iguaria típica do Algarve, especialmente durante os meses de verão, quando os festivais de sardinha acontecem nas cidades costeiras. Para acompanhar as refeições, não podes deixar de incluir os vinhos locais, como o Vinho Verde ou o Vinho do Algarve, que complementam perfeitamente os pratos da região. A doçaria também é um ponto alto no Algarve. Experimenta os famosos “Doces Finos de Lagos”, pequenos doces de amêndoa e figo, ou o “Dom Rodrigo”, uma sobremesa à base de gema de ovo e amêndoas. E para te refrescares nos dias quentes de verão, delicia-te com o “Gelado de Figo”. Além da gastronomia, o Algarve também é conhecido pela sua produção de azeite de alta qualidade. Se estiveres cansado de praia aproveita para visitar uma adega local e descobrir os segredos da produção de azeite, além de degustar diferentes variedades. 2. Costa del Sol, Espanha: Sol, Praia e Charme Andaluz Localizada ao longo da ensolarada costa sul da Espanha, a Costa del Sol é um destino que combina praias deslumbrantes, clima agradável e o charme único da região da Andaluzia. Marbella é um dos principais destinos da Costa del Sol, conhecida pelas suas praias de areia dourada e glamour. Explora o famoso Porto Banús, um porto desportivo luxuoso com lojas e restaurantes sofisticados. Outra cidade que aconselhamos visitar é Nerja, com as suas praias intocadas e a famosa Caverna de Nerja, um complexo de cavernas impressionante. Desfruta de deliciosos pratos de marisco em “chiringuitos” (restaurantes à beira-mar) e aproveita o sol e a brisa do mar numa das muitas praias da região. A Costa del Sol também oferece uma rica herança cultural. Não deixes de visitar Málaga, a cidade natal do famoso pintor Pablo Picasso, e explora o Museu Picasso para apreciares um pouco da sua obra. Além disto, podes explorar as ruínas romanas de Baelo Claudia em Tarifa ou visitar a vibrante cidade de Sevilha, com uma arquitetura impressionante e rica tradição flamenga. Como se isto não fosse suficiente, a Costa del Sol é um excelente ponto de partida para explorares outras cidades encantadoras da região da Andaluzia, como Granada, com a majestosa Alhambra ou Córdoba, com a deslumbrante Mesquita-Catedral. Aproveita para mergulhar na rica cultura e história desta região fascinante. Melhores pratos na Costa do Sal A Costa del Sol é famosa pelos seu marisco e peixe delicioso. Experimenta pratos como o “pescaíto frito”, uma seleção de peixes pequenos fritos, ou a “paella”, um prato de arroz com marisco, típico da região. Os “chiringuitos”, restaurantes à beira-mar, são o lugar perfeito para desfrutares de uma refeição com vista para o mar. Também aconselhamos que proves as famosas “espetadas de sardinha”, sardinhas frescas espetadas em paus de madeira e grelhadas na brasa, uma verdadeira especialidade local. Na Costa del Sol, terás a oportunidade não apenas de desfrutar do sol, das praias e do charme andaluz, mas também de explorar a culinária local e mergulhar na rica herança cultural da região. Aproveita cada momento enquanto saboreias os sabores autênticos e te encantas com a história e a arte que cercam este destino único. 3. Ilhas Baleares, Espanha: Um Paraíso no Mar Mediterrâneo Não podíamos continuar este guia sobre os 5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de Agosto sem incluir as Ilhas Baleares. As Ilhas Baleares são um arquipélago espanhol situado no Mar Mediterrâneo e composto por quatro ilhas principais: Mallorca, Ibiza, Menorca e Formentera. Cada uma destas ilhas oferece praias deslumbrantes e uma atmosfera única, cada uma à sua maneira. Mallorca é conhecida pelas suas enseadas isoladas, como a Cala Mondragó e a Cala Agulla, onde podes relaxar em praias de areia branca cercadas por falésias impressionantes. A ilha também oferece oportunidades para caminhadas e ciclismo no meio da natureza exuberante da Serra de Tramuntana. Ibiza é famosa pela sua vida noturna vibrante, mas também é aqui que encontras algumas das praias mais bonitas do Mediterrâneo. A Praia de Talamanca e a Praia de Ses Salines são apenas duas opções onde podes desfrutar do sol e das águas cristalinas. Além disso, não deixes de explorar a cidade murada de Dalt Vila, um Patrimônio Mundial da UNESCO, e aproveitar as festas animadas nas famosas discotecas da ilha. Menorca é conhecida pela sua beleza natural intocada. As praias em Menorca, como a Praia de Macarella e a Praia de Binigaus, são consideradas algumas das mais bonitas do Mediterrâneo. Além disso, a ilha alberga uma biosfera protegida pela UNESCO, onde podes fazer caminhadas e descobrir a diversidade de flora e fauna da região. Formentera é a ilha mais pequena, oferece um refúgio mais tranquilo com praias de areia branca e águas cristalinas que rivalizam com as do Caribe. A Praia de Ses Illetes é particularmente famosa pela sua beleza única. Explora a ilha de bicicleta ou scooter e desfruta de uma atmosfera relaxante e pacífica. Gastronomia Ilhas Baleares Em Mallorca, aproveita para experimentar o “sobrassada”, um embutido típico da região feito com carne de porco, pimentão e especiarias. Outra iguaria local é a “ensaimada”, um doce em forma de espiral feito com massa fermentada e polvilhado com açúcar. Além disto, Mallorca é conhecida pelos seus vinhos, especialmente os produzidos com a uva autóctone “manto negro”. Em Ibiza, vais poder desfrutar de uma deliciosa culinária mediterrânea com um toque contemporâneo. Aproveita para experimentar pratos como o “bullit de peix”, um ensopado de peixe com arroz, e a “ensalada payesa”, uma salada tradicional feita com batatas, pimentões, tomates e cebolas. Ibiza também é famosa pelas suas festas gastronômicas, onde podes saborear uma ampla variedade de pratos locais. Em Menorca não podes deixar de provar o “queso mahonés”, um queijo de leite cru de vaca que é uma verdadeira especialidade da ilha. Mais uma vez, o marisco é uma atração gastronómica em Menorca, com pratos como “caldereta de langosta”, uma saborosa lagosta guisada com tomate, cebola e especiarias. Por último mas não menos importante, em Formentera, desfruta de uma culinária simples e autêntica, com destaque para os pratos de peixe fresco. Experimente pratos como “bullit de peix” e “arròs a banda”e para acompanhar a refeição, experimenta o “hierbas ibicencas”, um licor de ervas típico da região. Se quiseres saber mais sobre estas ilhas e qual se adequa melhor aos teus gostos pessoais, aconselhamos que leias o artigo: Maiorca ou Menorca, qual o destino ideal para ti? 4. Costa Amalfitana, Itália: Romance e Beleza Cénica A Costa Amalfitana, localizada na região da Campânia, em Itália, é um destino de praia que combina romance e beleza cénica. Explora a charmosa cidade de Positano, com as suas casas coloridas em encostas íngremes e praias deslumbrantes. Visita a praia de Spiaggia Grande, onde podes relaxar sob o sol italiano e desfrutar de um mergulho refrescante nas águas cristalinas. Claro que não podes deixar de visitar Amalfi, a cidade que dá nome a esta costa. Aqui, podes desfrutar de um passeio de barco até à Grotta dello Smeraldo, uma caverna marinha deslumbrante. A Costa Amalfitana é conhecida pela sua gastronomia requintada, então aproveita para experimentar pratos típicos enquanto aprecias a vista panorâmica do mar. Esta região também oferece oportunidades para explorares trilhas panorâmicas, como a famosa Trilha dos Deuses, que oferece vistas espetaculares da costa e das montanhas circundantes. Com estas paisagens deslumbrantes, ambiente romântico e culinária deliciosa, a Costa Amalfitana é um destino de praia que certamente deixará uma marca no teu coração e que não podíamos deixar de incluir nos 5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de Agosto. As melhores comidas da Costa Amalfitana Começa com a “scialatielli“, uma massa fresca tradicional da Costa Amalfitana e é geralmente servida com molho de tomate fresco, manjericão e queijo parmesão ralado. Outra especialidade local é a “zuppa di pesce”, uma saborosa sopa de marisco preparada com peixe frescos, marisco, tomate, alho e azeite. Aproveita também para saborear o “limoncello”, um licor de limão típico da região e para experimentar outros pratos típicos como “spaghetti alle vongole” (espaguete com vôngoles), “pesce alla sorrentina” (peixe à moda de Sorrento) e “calamari ripieni” (lulas recheadas). Todos estes pratos ressaltam os sabores do mar e são preparados com ingredientes locais de alta qualidade. Acompanha as tuas refeições com vinhos produzidos na região, como o “Lacryma Christi” ou os vinhos da Costa Amalfitana, que são conhecidos pela sua qualidade e sabor. Estes vinhos são feitos a partir de uvas cultivadas nas encostas das montanhas e têm um caráter único, que combina perfeitamente com a culinária local. Tem em conta que na Costa Amalfitana, a gastronomia é uma parte essencial da experiência. Portanto, aproveita ao máximo a tua visita e desfruta dos pratos deliciosos e dos sabores únicos que esta região encantadora tem para oferecer. 5. Ilhas Gregas: Belezas Insulares e Cultura Antiga Por último, mas não menos importante, as Ilhas Gregas são um conjunto de destinos paradisíacos de praia que oferecem uma mistura de beleza insular e cultura antiga. Explora Santorini, com as suas icônicas casas brancas e vistas espetaculares do mar ou relaxa nas praias de areia vulcânica, como a Praia Vermelha ou a Praia de Perissa. Não deixes de visitar a cidade de Mykonos, famosa pela sua animada vida noturna e praias deslumbrantes, como Paradise Beach e Super Paradise Beach. Além disto, aproveita para explorares a história e a cultura antigas em destinos como Atenas, com a majestosa Acrópole, e Creta, com os palácios minoicos de Knossos. As Ilhas Gregas oferecem um cenário pitoresco, gastronomia deliciosa e um ambiente relaxante, tornando-as um destino de praia verdadeiramente inesquecível. Gastronomia Grega A gastronomia das Ilhas Gregas é conhecida por ser simples e usar ingredientes frescos e locais. Cada ilha tem as suas especialidades culinárias distintas, mas existem alguns pratos clássicos que deves sem dúvida experimentar durante a tua visita. Um prato popular em muitas ilhas gregas é o “tzatziki”, um molho feito com iogurte grego, pepino ralado, alho, azeite e temperos. É perfeito para acompanhar com pão ou como acompanhamento para pratos de carne grelhada. Outro prato tradicional é a “moussaka”, uma espécie de lasanha grega feita com camadas de berinjela, carne moída temperada, molho de tomate e bechamel. Ainda na onda dos pratos de carne, outro prato típico é o “gyro”, uma carne assada num espeto vertical que é depois fatiada e servida em pão pita com molhos e acompanhamentos. Para os amantes de marisco, as ilhas gregas oferecem uma variedade de pratos frescos e saborosos. Experimenta pratos como “garides saganaki” (camarões cozidos em molho de tomate picante e queijo feta), “calamari” (lulas fritas) ou “marides” (peixe frito panado). Acompanha as tuas refeições com uma taça de “ouzo”, um licor grego aromático à base de anis, ou com um copo de vinho grego, como o famoso “retsina”, que possui um sabor único devido à resina de pinheiro adicionada durante a fermentação. Por fim, não te esqueças de provar algumas sobremesas gregas tradicionais, como o “baklava” (camadas de massa filo recheadas com nozes e regadas com xarope doce) e o “galaktoboureko”. Pronto para desfrutar do resto das férias? Com estes cinco destinos de praia imperdíveis próximos de Portugal, tens uma variedade de opções para desfrutares de férias inesquecíveis mais para o final de agosto. Desde as belas praias do Algarve e da Costa del Sol, passando pela Costa Amalfitana em Itália e pelas encantadoras Ilhas Baleares, até as icónicas Ilhas Gregas, cada destino oferece sua própria atmosfera única, beleza natural e uma chance de relaxares e te divertires. Agora é hora de escolher o destino que mais te atrai, preparar o fato de banho e aproveitar ao máximo estas férias à beira-mar. Lembra-te de viajar sempre em segurança e com a tranquilidade que mereces, contrata já o teu seguro de viagem:

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Documentos e requisitos para viajar para a África do Sul 2025

Documentos e requisitos para viajar para a África do Sul 2025

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Quais são os requisitos para viajar para a África do Sul agora? Preciso de um visto? A carta de condução portuguesa é válida? Estas são algumas das perguntas frequentes que recebemos no nosso blog, especialmente desde o aparecimento do coronavírus. Por isso, decidimos dizer-te de uma forma simples quais são os documentos e requisitos para viajares para a África do Sul neste momento. Continua a ler para descobrir todos os documentos e requisitos para viajar para a África do Sul em 2025 e começa a preparar-te para uma viagem mágica. Seguro de viagem para a África do Sul, um documento essencial O Ministério dos Negócios Estrangeiros, nas suas recomendações para viajar para a África do Sul, é categórico e salienta que: “A rede hospitalar pública tem vindo a degradar-se. No entanto existe uma boa rede de clínicas e hospitais privados sendo, portanto, muito conveniente viajar munido de um seguro de saúde que cubra todos os riscos.“ Portugal e África do Sul não têm um acordo de saúde assinado, pelo que, se te acontecer alguma coisa, todas as despesas terão de ser pagas do teu próprio bolso. Por esta razão, sempre foi essencial viajar com um bom seguro de viagem. O IATI Mochileiro é o teu melhor companheiro de aventura para uma viagem à África do Sul, porque graças a ele terás alta cobertura para despesas médicas. Na IATI, estaremos ao teu lado 24 horas por dia e poderás dirigir-te aos melhores hospitais e clínicas do país com a segurança de não teres de pagar dinheiro adiantado ou pagares uma franquia. Para além disso, em caso de necessidade e para que te sintas mais confortável, serás atendido em português. Por último, esta apólice cobre igualmente outros aspetos da viagem, como o roubo ou os danos na bagagem, os atrasos na entrega da bagagem registada ou os atrasos na partida do avião, entre outros. Também estaremos ao teu lado se precisares de ser repatriado ou regressar mais cedo a casa devido à morte ou hospitalização de um membro familiar. Contrata já a tua apólice e viaja em segurança para a África do Sul: Preciso de um visto para a África do Sul? Os turistas portugueses estão isentos da obrigação de solicitar um visto para a África do Sul se a sua estadia for inferior a 90 dias. Se a tua estadia for mais longa ou se a tua viagem não tiver objetivos turísticos, consulta o Consulado da África do Sul em Lisboa. Documentos para viajar para a África do Sul O documento de viagem mais importante para a África do Sul é um passaporte válido. Deve ter, pelo menos, duas páginas em branco e a sua data de validade deve ser, no mínimo, 30 dias após a data prevista de partida do país. Vais viajar para a África do Sul com crianças? Então deves saber que todos os menores que viajem de ou para a África do Sul devem ter a sua certidão de nascimento (original sem data de validade ou fotocópia autenticada com menos de 3 meses). Além disso, o MNE recorda que esta deve ser traduzida para inglês por um tradutor ajuramentado ou pela embaixada ou consulado. Se as crianças viajarem sozinhas, acompanhadas apenas por um dos pais ou por outros adultos, devem também dispor de uma autorização de viagem (declaração sob juramento perante um notário ou a polícia, incluindo dados de contacto, de preferência um número de telefone) e de uma cópia autenticada dos passaportes do(s) progenitor(es) que não viajam com elas. Além disso, a autorização deve ser traduzida para inglês por um tradutor ajuramentado ou pela embaixada ou consulado. Para além destes documentos para viajar para a África do Sul, é necessário verificar se existem outros documentos relacionados com a pandemia, que são detalhados a seguir. Existem vacinas obrigatórias para viajar para a África do Sul? A vacina contra a febre amarela e o seu certificado correspondente são necessários se vieres de um país onde esta doença é endémica. Portugal não é um deles, mas terás de o ter em conta se estiveres a fazer uma viagem combinada com países vizinhos. Por outro lado, é essencial que antes de viajares para a África do Sul te dirijas a um centro internacional de vacinação para que um médico possa recomendar vacinas ou medicamentos para esta aventura. Recordamos que, para além das vacinas gerais (tétano, difteria, difteria, tosse convulsa, hepatite B e tríplice viral), é aconselhável vacinares-te contra a febre tifoide e a hepatite A e, nos grupos de risco, contra a raiva, a meningite meningocócica, a gripe e o pneumococo. Quanto à malária, o MNE refere que existe um risco nas zonas abaixo dos 1.000 metros de altitude no Limpopo (incluindo o Parque Kruger), Mpumalanga e KwaZulu-Natal. Também nas províncias do Noroeste e do Cabo Setentrional, ao longo dos rios Molopo e Orange. Por conseguinte, é necessário que um médico prescreva proteção contra a malária, dependendo da tua viagem. Preciso de uma carta de condução internacional para a África do Sul? Muitos viajantes são encorajados a alugar um carro durante a sua viagem, especialmente aqueles que querem explorar o belo Parque Kruger ao seu próprio ritmo. Assim, deves saber que uma carta de condução internacional não é obrigatória, mas é recomendada. A maioria das empresas de aluguer apenas pede uma carta de condução nacional, mas é muito provável que, se fores mandado parar pela polícia, esta exija uma carta de condução internacional e acabes por ter problemas. Por conseguinte, é essencial que trates disso com antecedência. Quanto à condução na África do Sul, o MNE desaconselha a condução noturna, especialmente em estradas secundárias com pouco trânsito. Aconselha também a conduzir com as janelas e fechaduras fechadas e que os objetos de valor e a bagagem não sejam visíveis do exterior. É melhor manter os veículos em áreas vigiadas e levar um GPS. Tem em atenção que na África do Sul se conduz do lado esquerdo da estrada, pelo que terás de ter cuidado a este respeito. Perguntas frequentes sobre documentos para viajar para a África do Sul a partir de Portugal O que é que preciso para ir para a África do Sul? Em situações normais, apenas o passaporte, uma vez que os portugueses não precisam de pedir um visto se forem ficar menos de 90 dias na África do Sul. Que vacinas são necessárias para viajar para a África do Sul? A febre amarela só é obrigatória se viajares de um país onde é endémica (não é o caso de Portugal). Mesmo assim, é aconselhável dirigires-te a um centro de vacinação internacional com bastante antecedência. Preciso de uma carta de condução internacional para viajar para a África do Sul? Não é obrigatório, mas é aconselhável porque, se fores mandado parar pela polícia, podes ter problemas. Preparado para conhecer a África do Sul? Como podes ver, os requisitos para viajar para a África do Sul são cada vez menos e podes começar a planear a tua aventura de sonho. Se tiveres alguma dúvida, teremos todo o gosto em responder-te nos comentários. Lembra-te que, se antes era essencial, agora é ainda mais importante viajar com um seguro de viagem que responda por si quando precisares. O IATI Mochileiro é o teu aliado perfeito para viajar para a África do Sul. É também a apólice perfeita para os viajantes todo-o-terreno, uma vez que também te cobrirá em caso de acidentes enquanto praticas desportos de aventura, como caminhadas, mergulho ou surf. Se tens medo de que algo possa estragar os teus planos, o complemento de cancelamento será a tua salvação. Graças a ele, podes recuperar até 2 000 euros das despesas efetuadas durante a preparação da viagem se não puderes viajar por um dos motivos tidos em conta. Obtém já o teu seguro e viaja com tranquilidade:

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Que ilhas low cost visitar nas Maldivas por conta própria

Que ilhas low cost visitar nas Maldivas por conta própria

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Com quase 1200 ilhas espalhadas por 26 atóis, é provável que tenhas dificuldade em escolher quais as ilhas a visitar nas Maldivas. Muitos viajantes optam por uma longa viagem e escolhem o resort da sua preferência durante uma ou duas semanas, mas outros querem uma viagem mais variada e procuram algumas ilhas com um toque mais local. Na IATI, vamos concentrar-nos naqueles que querem visitar as Maldivas por conta própria, em alojamentos mais simples e a aproveitar ao máximo uma viagem que promete praias de sonho, línguas de areia do paraíso e fundos marinhos repletos de vida. Continua a ler e descobre que ilhas low cost visitar nas Maldivas por conta própria. Como te dissemos em É seguro viajar para as Maldivas, podes deslocar-te pelo país ao teu próprio ritmo em ferries públicos ou em lanchas um pouco mais caras. Uma ilha nas Maldivas para cada viajante Como dissemos algumas linhas acima, nas Maldivas encontras aproximadamente 1200 ilhas, das quais apenas um pouco mais de 200 são habitadas. Por outro lado, existem também ilhas privadas, ocupadas apenas por um ou dois resorts, às quais só se pode aceder se fores hóspede ou pagares uma taxa diária. Neste artigo, vamos concentrar-nos nas ilhas públicas mais interessantes para visitar nas Maldivas, ilhas que são mais acessíveis a todos os orçamentos. Desde 2010 que é possível visitar as ilhas públicas nas Maldivas e, desde então, o número de guesthouses ou hostels tem crescido exponencialmente. Aqui, não deves imaginar moradias sobre o mar ou piscinas infinitas, mas sim quartos modestos, mas limpos e confortáveis, sem teres de andar muito para chegar à praia. De um modo geral (com exceção de Malé), as ilhas públicas das Maldivas não são muito povoadas nem muito grandes, pelo que desfrutarás de um ambiente local muito agradável. Um aspeto importante a ter em conta ao escolher uma ilha nas Maldivas é que nestas ilhas públicas não é permitido usar biquíni em nenhuma praia. Como se trata de um Estado confessional muçulmano sunita, só se pode usar fato de banho/biquíni nas praias designadas para o efeito. No entanto, não tens de te preocupar porque quase todas as ilhas têm uma ou mais “praias de biquíni”, locais onde podes usar a roupa que quiseres. Para além disto, obviamente que nem todas as ilhas são iguais. Algumas terão melhores praias, snorkelling, excursões para fazer, hotéis e restaurantes… Por outras palavras, o melhor a fazer é leres sobre cada uma delas e veres o que mais te agrada e escolheres 1, 2 ou 3, dependendo do tempo que tens e do que queres fazer. Quanto custa ficar numa ilha pública nas Maldivas? Se estás à procura de uma forma de viajares sozinho sem gastar muito dinheiro, outra coisa que deves ter em conta é que os preços variam consoante a época do ano. Assim, a melhor altura em termos de clima (menos chuva) é de janeiro a abril, mas os meses mais baratos tendem a ser setembro, outubro e novembro. É mais provável que haja mais aguaceiros nestas alturas, mas também há menos turismo e o alojamento é mias barato. Mesmo assim, um quarto num hostel numa ilha pública custa normalmente cerca de 25 euros por pessoa, incluindo o pequeno-almoço. Este é certamente um preço muito mais razoável do que num resort. As refeições nos restaurantes locais variam entre os 5 e os 10 euros. Para economizar um pouco, podes considerar ficar num alojamento auto-suficiente, mas tem em conta que os ingredientes serão muito mais baratos em Hulhule ou Malé, uma vez que nada é produzido nas Maldivas e tens de acrescentar o custo do transporte. Depois, dependendo do local onde te encontras, terás de considerar o transporte para esse mesmo local. Os ferries públicos custam cerca de 3 euros, enquanto uma viagem de lancha ronda normalmente os 25 euros. Um bom site para consultares os horários dos ferries públicos é este. Viajar em segurança nas Maldivas Este maravilhoso país está à tua espera de braços abertos para que desfrutes das suas praias e de todos as aventuras que podes viver lá. As Maldivas são uma grande viagem e é importante que a desfrutes sem preocupações. O próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste na importância vital de ter um seguro de viagem para as Maldivas para garantir que estás protegido do início ao fim desta aventura. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino e a sua extensa cobertura médica garante que serás tratado pelos melhores especialistas caso te aconteça alguma coisa, sem teres de pagar nada do teu bolso e evitando os elevados custos médicos do país. Uma infeção, um corte, uma indigestão… estarás sempre em boas mãos. E graças à cobertura de Desportos de Aventura, estarás protegido em outras aventuras como caiaque, snorkel, mergulho e outros desportos aquáticos. Como se isto não bastasse, também estaremos lá para ti em casos de roubo, problemas de voo, incidentes com a bagagem e até mesmo se precisares de ser repatriado. Portanto, não esperes mais, não arrisques nas Maldivas e faz já o teu seguro: As melhores ilhas low cost para visitar nas Maldivas por conta própria Vamos ao que interessa. Aqui, vamos dar-te algumas opções de ilhas low cost para visitares nas Maldivas por conta própria. Vamos falar-te dos seus prós e contras para que possas ver se são adequadas para ti e para a tua viagem. 1. Rasdhoo Começamos bem! Localizado no Atol Alif Alif, a 56 quilómetros da capital Malé, Radshoo é facilmente acessível por ferry público e oferece uma combinação vencedora quando se procura praias, bons fundos marinhos e alojamento médio com opções para backpackers. Há várias escolas de mergulho em Radshoo, porque há vários locais (alguns dos melhores das Maldivas) onde tubarões, tartarugas e raias manta são habitantes habituais, mas há também uma fabulosa bikini beach (há várias na ilha, mas esta é a melhor e a única onde se pode nadar), a poucos metros da costa, com um recife fabuloso onde se vê quase toda a vida marinha. Junto a Radshoo encontram-se dois dos bancos de areia mais espetaculares dos atóis: Madivaru e Madivaru Finolhu. Podes visitá-los numa excursão, onde vais passar um par de horas a desfrutar do mar azul-turquesa profundo e da areia coralina. 2. Maafushi Maafushi é indiscutivelmente a ilha mais amigável para os backpackers nas Maldivas. De facto, foi a primeira a tomar a iniciativa de abrir uma guesthouse num mar de resorts. Por esta razão, é também uma das mais comerciais e com a melhor relação qualidade/preço em termos de alojamento, alimentação e excursões. Esta última é particularmente interessante se quiseres incluir snorkelling na tua viagem às Maldivas, aqui podes nadar com tubarões-lixa e tubarões-baleia a um preço melhor do que nas outras ilhas. As excursões também incluem normalmente uma paragem para almoço num banco de areia, completando a experiência. O lado negativo é que a bikini beach, embora bonita, não é a melhor do país e é provável que vejas mais turistas do que noutras ilhas. Ainda assim, é uma ilha agradável que é muitas vezes um bom ponto de partida para visitar outras ilhas próximas, como Gulhi ou Guraidhoo, para passeios fantásticos. É também acessível a partir de Malé através de um ferry local. 3. Dhiffushi Situada a 35 quilómetros a norte de Malé, no Atol de Kaafu, Dhiffushi é outra das ilhas low cost a visitar nas Maldivas por conta própria. Oferece uma opção intermédia para quem procura desenvolvimento turístico sem exageros, mas também bons hotéis e uma variedade de restaurantes sem a necessidade de muitas combinações de transporte, uma vez que tem tanto ferries públicos como lanchas para lá chegar. O que mais se destaca nesta ilha é que, ao contrário de outras, tem três praias à escolha: a praia de Araamu (cheia de palmeiras e com a possibilidade de ver tubarões ao fazer snorkelling), a praia sudoeste (perfeita para o pôr-do-sol) e a praia norte (a mais visitada e com bom snorkelling). A partir daqui, podes também fazer excursões de snorkelling, observar golfinhos, visitar as línguas de areia ou fazer mergulho. No entanto, como é menos turística do que Maafushi, os preços são mais caros. 4. Guraidhoo Guraidhoo é outra ilha low cost que podes visitar por conta própria nas Maldivas, uma vez que está bem ligada por ferry público a Male e Maafushi. Recomendamos esta ilha se estiveres a ir para o arquipélago em busca de bons mergulhos sem a necessidade de um cruzeiro live-aboard. Os locais de mergulho incluem Guraidhoo Corner, onde, graças às correntes, não são raros os grupos de tubarões brancos e cinzentos. A ilha tem muito ambiente local e também uma bikini beach, bem como uma bela língua de areia. A partir daqui, é possível visitar as praias de resort (mediante pagamento) e efetuar excursões, mas é preferível partir de Maafushi, que fica mais perto e oferece melhores preços. 5. Gulhi Uma das ilhas mais populares para visitares por conta própria nas Maldivas é Gulhi. É um pequeno paraíso, com apenas 400 metros de comprimento e cerca de 200 metros de largura, pelo que podes deslocar-te num instante. E apesar de não ser muito grande, o que a distingue das outras ilhas e a torna mais atrativa é a sua bela e longa bikini beach, com espreguiçadeiras e guarda-sóis gratuitos. Aqui encontras também um baloiço fotogénico de fazer inveja aos que ficaram em casa. A segunda coisa pela qual esta ilha das Maldivas é conhecida é o mergulho com snorkel. A partir da própria bikini beach é possível ver tubarões de ponta negra, por isso não hesites em usar a tua máscara e barbatanas, vais poder vê-los sozinho! 6. Dhigurah Duas palavras: tubarão-baleia! Sim, se queres ver o maior peixe do mundo, esta é a ilha para visitares nas Maldivas. A probabilidade de os veres durante todo o ano é bastante elevada e não precisas de ser um mergulhador certificado, uma vez que não andam em águas muito profundas, pelo que podes vê-los apenas a nadar. Para além disto, a “Long Island” do Atol de Ari Sul tem praias maravilhosas, incluindo uma longa extensão de areia onde raramente se vê muita gente. 7. Ukulhas Localizada no Atol Ari Norte, muito perto de Radshoo, Ukulhas é uma das ilhas mais desenvolvidas para visitar nas Maldivas em termos de turismo. Não surpreendentemente, foi a segunda ilha a ter eletricidade depois de Malé. A sua principal atração é a sua maravilhosa bikini beach, com quase um quilómetro de areia branca e águas transparentes. Tem guarda-sóis e espreguiçadeiras gratuitas, mas também uma vegetação luxuriante que proporciona sombra e aquela paisagem idílica que imaginamos quando pensamos nas Maldivas. Para além disso, a poucos passos da costa, encontras o house reefonde é comum ver raias manta, tartarugas e pequenos tubarões. Visitar Ukulhas é uma boa opção se não tiveres muito tempo, pois podes facilmente combiná-la com Radshoo. É uma ilha com muitas oportunidades de bons alojamentos e restaurantes, e podes também visitar vários bancos de areia ou fazer mergulho de qualidade. 8. Huraa Continuamos a falar das ilhas do Atol de Kaafu e, desta vez, paramos a cerca de 20 quilómetros a norte de Malé, na ilha de Huraa. O que se destaca? A sua enorme bikini beach, recentemente ampliada (basta dares uma vista de olhos no Google Maps para perceberes o que queremos dizer), uma lagoa onde raramente não se vê tubarões de ponta branca e a possibilidade de visitares línguas de areia e outros resorts paradisíacos nas proximidades. Ainda assim, tem em conta que não será a melhor escolha se estiveres à procura de um bom recife para fazer snorkeling. 9. Fulidhoo Terminamos a nossa seleção de ilhas low cost para visitar nas Maldivas por conta própria com uma das menos conhecidas: Fulidhoo. Localizada no Atol de Vaavu, a um par de horas de barco de Malé. Ao contrário de outras ilhas, onde se podem ver mais ilhas ou resorts nas redondezas, a partir de Fulidhoo vais sentir que nada mais existe, dando-te aquele toque de intimidade que tanto gostamos. Ainda não muito turística, mas com boas acomodações, é uma ilha que oferece um bom equilíbrio entre os dois. Esta ilha das Maldivas é para ti se quiseres uns dias de tranquilidade, uma bela praia, saudar as raias manta pela manhã enquanto descansam na costa, bom snorkelling e a possibilidade de fazer várias excursões incríveis. A partir daqui, podes também visitar bancos de areia e nadar com tubarões-lixa (totalmente inofensivos!), golfinhos ou tartarugas. Itinerários possíveis para visitar várias ilhas das Maldivas A melhor maneira de planeares uma viagem por conta própria às Maldivas é com um mapa à tua frente. Desta forma, podes ter uma ideia da localização de cada ilha e de como te deslocares. Qualquer uma das ilhas mencionadas acima é ótima para uma primeira abordagem à nação insular, mas talvez ainda estejas um pouco perdido. Por isso, preparámos 4 itinerários de que poderás gostar. Podes fazê-los em 7 dias, mas para tirar o máximo partido da tua viagem, sugerimos que passes entre 10 a 15 dias em cada itinerário. Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 1 Dia 1: Malé-Dhigurah de lancha (pode ser feito de ferry, mas demoras cerca de 6 horas, pois não há ferry direto) Dias 2 e 3: Dhigurah Dia 4: Dhigurah-Gulhi de lancha para Malé + ferry (número 309) Dias 5 e 6: Gulhi Dia 7: Gulhi-Maafushi de ferry (número 309) Dias 8 e 9: Maafushi Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 2 Dia 1: Malé-Radshoo de ferry (número 303) Dias 2 e 3: Radshoo Dia 4: Radshoo-Ukulhas de ferry (número 301 ou 303) Dias 5 e 6: Ukulhas Dia 7: Ukulhas-Dhigurah de ferry (n.º 301 ou 303) + lancha rápida Dias 8 e 9: Dhigurah Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 3 Dia 1: Malé-Guraidhoo de ferry público (número 309) Dias 2 e 3: Guraidhoo Dia 4: Guraidhoo-Maafushi de ferry (número 309) Dias 5 e 6: Maafushi Dia 7: Maafushi-Gulhi de ferry (n.º 309) Dias 8 e 9: Gulhi Ilhas Públicas das Maldivas: Itinerário 4 Dia 1: Male-Dhiffushi de ferry público (n.º 308) Dias 2 e 3: Dhiffushi Dia 4: Dhiffushi-Huraa de ferry (n.º 308) Dias 5 e 6: Huraa Dia 7: Huraa-Maafushi de ferry (n.º 308+309) Dias 8 e 9: Maafushi Esperamos ter-te ajudado a escolher quais as ilhas low cost para visitares nas Maldivas por conta própria. Como podes ver, as opções são realmente infinitas, mas o melhor é que é muito difícil cometer um erro – é provável que gostes de todas! E para que a tua viagem às Maldivas seja um sucesso, preparámos estes 3 artigos para te ajudar: • Documentos e requisitos para viajar para as Maldivas em 2024 • Ilhas Maldivas – Umas férias de luxo a um preço low-cost

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Descobre as 7 curiosidades da Ilha da Madeira

Descobre as 7 curiosidades da Ilha da Madeira

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Bem-vindos à Ilha da Madeira, um lugar onde a natureza dança com a cultura e os sabores tradicionais ganham vida. Neste artigo, vamos dar alguma atenção ao nosso pequeno paraíso do Atlântico, vem connosco numa jornada única e descobre 7 curiosidades da Ilha da Madeira Prepara-te para desvendar segredos sobre o sotaque melodioso, pratos típicos que são um festival de sabores e um clima que te vai fazer apaixonar à primeira brisa. A Ilha da Madeira, localizada no Oceano Atlântico, é um verdadeiro tesouro escondido em Portugal. Conhecida pela sua beleza natural deslumbrante, rica história e cultura vibrante, a ilha atrai visitantes de todo o mundo. Continua a ler e descobre sete curiosidades mágicas que tornam a Ilha da Madeira um destino verdadeiramente encantador. Raízes históricas: Ilha da Madeira Com uma história rica e fascinante, a Ilha da Madeira tem as suas raízes entrelaçadas com descobertas ousadas e explorações. Acredita-se que a ilha tenha sido descoberta no século XV, quando exploradores portugueses avistaram o seu litoral verdejante. Foi então colonizada e passou a desempenhar um papel fundamental nas rotas comerciais marítimas, tornando-se um importante ponto de escala para embarcações que cruzavam o Atlântico. Durante os séculos seguintes, a Ilha da Madeira prosperou com a produção de açúcar, com plantações que moldaram a sua paisagem e economia. A influência cultural e arquitetónica dos colonizadores, assim como a herança africana e ameríndia, criaram uma fusão única de tradições e identidades que ainda podem ser encontradas na ilha hoje. 7 curiosidades da Ilha da Madeira 1. Sotaque: o melodioso canto dos Madeirenses Ao visitares a Ilha da Madeira, a primeira coisa que te vai chamar a atenção é o sotaque peculiar que diferencia os madeirenses de outras regiões de Portugal. O sotaque madeirense tem uma entonação melódica e distintiva, caracterizada por uma pronúncia suave e arrastada. Por isso mesmo, os habitantes locais são conhecidos pela sua afabilidade e por falarem de forma amigável e acolhedora. Conversar com os madeirenses é uma experiência única que certamente enriquecerá a tua visita a este paraíso. Mas de onde vem o sotaque madeirense? A Ilha da Madeira está localizada no meio do Oceano Atlântico, a cerca de 600 km da costa africana e a cerca de 1.000 km de Portugal continental. Este isolamento geográfico resultou num desenvolvimento linguístico próprio ao longo dos séculos, com menos influência direta do português falado no continente. A falta de contacto regular com falantes de outras regiões contribuiu para a preservação de características únicas no sotaque madeirense. Durante os séculos XV e XVI, a ilha foi um ponto estratégico nas rotas de navegação, recebendo visitantes de diferentes origens, incluindo comerciantes, navegadores e colonos. Esta mistura de culturas e idiomas ao longo dos anos pode ter deixado marcas na pronúncia e entoação da fala madeirense. Os madeirenses têm um profundo orgulho da sua terra e cultura, e o sotaque faz parte integrante da sua identidade, pois quando visitares esta ilha vais perceber que eles abraçam as suas diferenças linguísticas como um aspeto característico de ser madeirense, transmitindo-o de geração em geração orgulhosamente. 2. Gastronomia Madeirense A gastronomia da Ilha da Madeira é uma festa para os sentidos. Devido à abundância de ingredientes frescos e influências culturais variadas, os pratos típicos da região são verdadeiras iguarias e vão-te deixar a querer mais. Como não podia deixar de ser, e como temos um carinho especial por este cantinho do Atlântico, vamos deixar-te com alguns dos melhores pratos madeirenses: Pratos Madeirenses • Espetada: Considerada o prato nacional da Madeira, a Espetada é uma iguaria deliciosa e icónica que certamente já provaste. Consiste em pedaços de carne de vaca macia, geralmente de lombo, marinados com alho, sal e louro, espetados em espetos de madeira de louro e grelhados nas brasas. É servida com acompanhamentos como milho frito, salada e pão de alho. • Peixe-espada-preto: Um dos peixes mais emblemáticos da ilha, o peixe-espada-preto é uma iguaria local. Geralmente é grelhado ou cozido e servido com banana frita, molho de maracujá ou molho de manteiga e limão. A combinação do sabor delicado do peixe com o doce das bananas ou o toque cítrico do molho de maracujá é irresistível. • Sopa de Tomate: A Sopa de Tomate é um prato tradicionalmente na Madeira. É preparada com tomates maduros, cebolas, alho, pimentão, caldo de carne e ervas aromáticas, a junção destes ingredientes resulta num caldo rico e saboroso. • Lapas Grelhadas: As Lapas Grelhadas são uma delícia do mar muito apreciada pelos madeirenses. Trata-se de moluscos, semelhantes a mexilhões, que são grelhados na brasa e temperados com alho, manteiga e limão. São servidas em conchas e são perfeitas para serem desfrutadas com uma cerveja e vista para o mar. Doces Madeirenses • Bolo do Caco: O Bolo do Caco é um pão típico da Madeira, conhecido pelo seu formato achatado e macio. É preparado com farinha de trigo, batata-doce, fermento, sal e água, e é cozido em chapas de pedra basáltica. É frequentemente servido com manteiga de alho, tornando-se uma excelente opção para acompanhar os pratos principais. • Bolo de Mel: Para finalizar a refeição com um toque doce, o Bolo de Mel é uma escolha popular. É um bolo denso e húmido, feito com mel de cana-de-açúcar, nozes, especiarias e frutas cristalizadas. É muitas vezes consumido durante festividades tradicionais, como o Natal. Acima de tudo não podíamos deixar de referir a famosa Poncha, que sem dúvida deves experimentar quando visitares a Ilha. Afinal a Poncha é uma bebida alcoólica típica da Madeira e extremamente popular entre os habitantes locais e visitantes. É feita com aguardente de cana-de-açúcar, mel de abelha, sumo de limão e, às vezes, adiciona-se frutas como laranja ou maracujá. É tradicionalmente servida em copos de vidro ou cerâmica e é perfeita para desfrutares ao final da tarde depois de um dia cansativo a visitar as belas praias madeirenses. 3. Vinhos Madeirenses E se achavas que íamos continuar este artigo sobre as 7 curiosidades da Ilha da Madeira sem mencionar os vinhos, não vás já embora. Os vinhos produzidos na Ilha da Madeira são conhecidos mundialmente pela sua qualidade excecional e sabor único, visto que a ilha possui uma tradição vitivinícola rica que remonta a séculos. O vinho Madeira é um vinho fortificado que passa por um processo de envelhecimento especial, chamado “estufagem”, no qual é aquecido suavemente. O resultado é um vinho encorpado, doce e com notas de caramelo, frutas secas e especiarias. Nesse sentido, uma visita à ilha não estaria completa sem provares esta preciosidade local. 4. Paisagens e patrimónios Sabias que a Ilha da Madeira tem uma floresta que é considerada Património Mundial Natural pela UNESCO? É verdade, se achavas que a gastronomia e a praia iam ocupar os teus dias na Madeira, prepara-te para arranjar mais um espacinho para explorares as paisagens deslumbrantes desta ilha. A floresta Laurissilva foi considerada Património Mundial Natural em 1999 e é, sem dúvida, um dos muitos sítios que deves visitar na tua viagem. Entre muitos outros, podes explorar as famosas Levadas, que são canais de irrigação que percorrem a ilha e proporcionam caminhadas incríveis. Estas oferecem vistas panorâmicas das montanhas verdejantes, cascatas espetaculares e vales pitorescos. Além disso, os Jardins Tropicais do Monte e o Pico do Arieiro também são paisagens naturais que não vais querer perder. 5. Clima ameno todo o ano Por causa da sua localização privilegiada no Oceano Atlântico, a Ilha da Madeira desfruta de um clima ameno durante todo o ano. As temperaturas médias variam entre 17°C no inverno e 25°C no verão, tornando-a um destino agradável em qualquer época. A ilha também é conhecida como “a ilha das flores” devido à sua vegetação exuberante, que floresce durante todo o ano. Esse clima favorável permite que os visitantes desfrutem de atividades ao ar livre, como caminhadas, passeios de barco e relaxar nas praias de areia vulcânica. Portanto, se tencionas viajar no inverno, podes deixar os casacos pesados e os gorros em casa e aproveitar o clima tropical ameno para visitares este pequeno paraíso. 6. Festividades e Tradições A Ilha da Madeira é rica em tradições culturais e festividades coloridas. Uma das festas mais conhecidas é a Festa da Flor, realizada em abril, quando as ruas se enchem de desfiles de carros alegóricos decorados com flores exóticas. As pessoas vestem-se com trajes tradicionais e desfilam com coroas de flores. É um festival cheio de cor e perfumes que vai encher os teus sentidos de alegria. No entanto, não penses que a Festa da Flor é apenas um desfile bonito. Há também apresentações musicais, danças tradicionais e eventos culturais espalhados por toda a ilha. É uma oportunidade perfeita para mergulhares na cultura madeirense e experimentares a energia contagiante da comunidade local. Outra celebração tradicional é a Festa de São João, onde as ruas ganham vida com danças, músicas e fogos de artifício. Além disso, a Ilha da Madeira é famosa pelas suas danças tradicionais, como o “Bailinho da Madeira” e o “Fado da Madeira”. A imersão nessas festividades é uma maneira fascinante de conheceres e apreciares a cultura local. 7. Hospitalidade dos locais Os madeirenses são conhecidos pela sua simpatia e cordialidade visto que recebem os turistas de braços abertos e estão sempre dispostos a ajudar. Não importa se estás perdido numa estrada sinuosa ou se precisas de recomendações sobre os melhores lugares para comer, os madeirenses estão prontos para oferecer ajuda com um sorriso genuíno no rosto. São extremamente amigáveis, extrovertidos e adoram partilhar a beleza da ilha com os visitantes, são orgulhosos da sua terra e das suas tradições, e adoram contar histórias e lendas locais. Têm sobretudo um jeito especial de te fazer sentir em casa, mesmo estando a milhares de quilómetros de distância no meio do oceano. Em suma, prepara-te para ser mimado pela hospitalidade madeirense! Está aberto para conhecer pessoas incríveis, trocar histórias e criar memórias duradouras. A hospitalidade dos madeirenses é o toque especial que torna a tua experiência na Madeira ainda mais mágica. 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O que ver na província de Cádis

O que ver na província de Cádis

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A província de Cádis é, recorrentemente, um dos destinos de verão preferidos de muitos portugueses. Cádis capital, El Puerto de Santa María, Conil, Chiclana ou Tarifa são normalmente os grandes “culpados”, mas há muitos mais protagonistas que fazem desta uma atração turística inegável. É por isso que, neste artigo, vamos recomendar-te o que ver na província de Cádis, e o que não pode faltar na tua visita. Cádis é um destino para voltar verão após verão, porque é impossível visitar todos os recantos mágicos da província num só verão, ia demorar anos! Juntamente com as Ilhas Canárias e as Ilhas Baleares, é um destino que reúne a melhor temperatura média de Espanha em qualquer altura do ano. Estamos a falar de um destino que possui algumas das melhores praias de Espanha (e do mundo!), cidades e aldeias do interior declaradas Património da Humanidade, Parques Nacionais, uma gastronomia que oferece o melhor do mar e da terra e, claro, muita arte. Para chegar a Cádis, podes ir de comboio, estrada e avião (com voos de/para o aeroporto de Jerez). Está muito bem interligada, principalmente por causa de Sevilha, e com um bom serviço de transportes públicos dentro da província. As 8 melhores coisas para fazer na província de Cádis A lista de coisas para fazer e ver na província de Cádis poderia ser interminável. No entanto, para facilitar a tua escolha entre que cidade ficar ou o que fazer, aqui estão 8 das nossas coisas favoritas para fazer. Perde-te nas ruas de Cádis Quer comeces o teu passeio na zona mais próxima de La Caleta, onde se encontra a Catedral, ou em La Punta de San Felipe, na parte norte, vais divertir-te muito se te perderes pelo centro histórico. Por isso mesmo, recomendamos que esqueças o GPS e que andes por aí sem rumo. Desta forma, vais descobrir locais tão emblemáticos como o Pópulo, a Viña, a Praça de Espanha, a Praça de Santo António, monumentos como a Catedral, a Torre de Tavira e as Catacumbas. Para saíres com um bom gosto na boca, não podes deixar o centro sem experimentar a sua gastronomia, restaurantes como El Balandro, Cumbres Mayores, o Mercado de Abastos, ou Casa Manteca são clássicos altamente recomendados. Desfrutar de um pôr-do-sol na praia Os entardeceres de Cádis são famosos em todo o mundo. Os melhores entardeceres da província são os da cidade de Cádis, já que o horizonte é completamente claro, sem luzes de edifícios ou de terra à vista que impeçam o sol de desaparecer. A melhor coisa a fazer é ir às praias de La Caleta, Santa María del Mar, La Victoria ou Cortadura, todas elas praias urbanas da capital e acessíveis a pé. Para isso basta sentares-te na areia seca e desfrutares de um pôr-do-sol incrível. É muito provável que observes um céu vermelho profundo e possas apreciar perfeitamente a esfera do sol como uma bola vermelha a ser engolida pelo mar. Vejer de la Frontera para comer umas tapas e passear pelas ruas Vejer de la Frontera é uma das aldeias mais encantadoras de Espanha, uma das aldeias brancas por excelência, e uma das nossas favoritas em Cádis. Situada no topo de uma colina, as ruas estreitas com paredes brancas e vasos de flores são reconhecidas como um Sítio Histórico-Artístico. Perde-te em Vejer, esquece o Google Maps e passeia sem rumo pelas ruas. Descobre os seus miradouros com vista para a cidade e para o infinito, visita o Convento das Concepcionistas e o Castelo ou a Igreja do Divino Salvador. Por último, para uma experiência imperdível, termina na Praça de Espanha a comer tapas e provar iguarias típicas de Vejer e da província de Cádis. Provar as tortillitas de camarão e gambas de Sanlúcar de Barrameda Há quem diga que as melhores tortillitas de camarão do mundo são as de Sanlúcar de Barrameda. Com camarões enormes e um ponto de fritura incrível, e que mais do que uma se “desenrolou” com as suas batatas com tempero, os seus famosos camarões e, claro, o seu famoso vinho local para acompanhar a refeição. Contudo Sanlúcar é muito mais. Tem uma história e monumentos incríveis, denominados Conjunto Histórico Artístico. Além disso está situada às portas do Parque Nacional de Doñana, pelo que podes reservar uma excursão para o conhecer. Visita ao Farol de Trafalgar A um curto passeio de Barbate e Vejer de la Frontera encontramos este farol, sob a Playa del Faro. Um farol que não é apenas bonito, mas que está localizado num enclave geográfico espetacular. Para lá chegar é preciso caminhar durante alguns minutos por um caminho de praia e dunas selvagens, como num filme. Como se isso não bastasse, estamos a falar de um farol de 1860. Afinal é uma referência na famosa Batalha de Trafalgar, considerada a batalha mais importante do século XIX, onde os britânicos lutaram contra os espanhóis com o objetivo de derrubar Napoleão Bonaparte. Então é isso, um filme. À descoberta de Conil de la Frontera Todos os verões regressamos a um dos principais protagonistas da província de Cádis, Conil de la Frontera. Conil tem tudo o que um bom verão pode pedir: quilómetros de praias de areia fina, pequenas enseadas, uma gastronomia invejável, uma cidadezinha encantadora com ruas estreitas e paredes brancas, e o que os jovens mais exigem, muito lazer. A tudo isto acrescentamos os preços incríveis do aluguer de casa (ou hotéis), da alimentação ou de qualquer outra coisa que se faça na província de Cádis. E Conil não vai ser menos, aqui podes desfrutar de umas férias espetaculares a preço de saldo. Mais uma das coisas para ver e fazer em Cádis. Visitar a praia de Valdevaqueros, em Tarifa Outra coisa para fazer em Cádis é visitar Tarifa, um paraíso para os amantes dos desportos aquáticos. No entanto, é também uma cidade com muita história, a um passo da costa de Marrocos, com muito ambiente e coisas para ver e fazer. Entre elas, visitar uma das praias mais divertidas do mundo, a praia de Valdevaqueros com a sua areia fina e dourada e águas límpidas. É conhecida pelo número de pessoas que praticam windsurf, pelo que podemos obter uma imagem invulgar numa praia utilizada por banhistas. Não te preocupes, não te vai acontecer nada. Aliás, muito perto desta praia encontramos a Playa de los Alemanes que, para muitos, é a melhor praia de Espanha. Assistir a uma corrida no Circuito de Jerez Mesmo que não sejas um grande fã de motas, vale a pena experimentares a atmosfera de um dos melhores circuitos de MotoGP do mundo, o Jerez-Ángel Nieto. O ambiente neste fim-de-semana em toda a província, especialmente em El Puerto de Santa María e Jerez, é de muito boas vibrações, muita gente de toda a Espanha, com muitas motos de todos os tipos. Em suma, isto é apenas uma pequena parte do que podes ver na província de Cádis. No entanto, encorajamos-te a visitá-la e a descobri-la sozinho, com os teus amigos, parceiro/a ou família. Não tens desculpa para não visitar Cádis, seja no verão, no outono, na primavera ou no inverno (sim, também não podes perder os seus famosos carnavais). Outros artigos que te podem interessar: • Documentos e requisitos para viajar para Espanha em 2023 • 5 locais do Sul de Espanha que te faltam descobrir • Maiorca ou Menorca: qual o destino ideal para ti?

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As melhores praias de Bali: 8 sítios a não perder

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Pensa em Bali por um momento, qual é a primeira coisa que te vem à cabeça? Talvez templos, arrozais, vulcões… Já pensaste em praias? É verdade que as praias de Bali não são as melhores da Indonésia, no entanto, esta ilha que tem o título de ser a mais famosa de todo o Sudeste Asiático, tem também ótimos locais para uns dias à beira-mar. Na IATI, especialistas em seguros de viagem, somos apaixonados pela chamada “Ilha dos Deuses” e aqui vamos falar-te das melhores praias de Bali e 8 sítios a não perder. Vem connosco e descobre tudo sobre as praias de Bali: onde estão localizadas, quais são as melhores e quais são as ideais para o surf, o desporto estrela da ilha. Onde estão as melhores praias de Bali? Rodeada inteiramente por mar, não faltam praias em Bali para dares um mergulho. No entanto, um conselho de amigo: a maioria das praias de Bali não são todas de areia branca e fina, água azul-turquesa e palmeiras. Para encontrares esse tipo de praias perfeitas, terás de te deslocar às ilhas vizinhas, como as Ilhas Gili, Nusa Lembongan ou Nusa Penida. Ainda assim, mesmo que não tenham todas estas características, há muitas praias bonitas em Bali para visitar. Embora as mais populares sejam as que se situam a sudoeste de Denpasar (Kuta, Legian, Seminyak…), há que ter em conta que estas zonas são, juntamente com Ubud, as mais turísticas da ilha. Nestas praias, além disso, encontrarás muitas ondas, o que as torna perfeitas para o surf, mas não para aquele beach break que talvez tinhas em mente. As melhores praias de Bali estão localizadas no sul da ilha, numa pequena península onde se encontra o famoso templo de Uluwatu, entre outras atrações. É aqui que poderás estender a tua toalha na areia dourada e onde é mais provável que desfrutes de um mar mais calmo. A leste, particularmente na zona de Amed, encontrará algumas das praias mais fotogénicas de Bali. Embora de areia escura, a visão do mar e dos barcos locais em frente ao imponente vulcão Agung vão deixar-te sem palavras. Esta pequena introdução foi apenas para te deixar com água na boca. Não te preocupes, vamos falar-te em pormenor das melhores praias de Bali, na Indonésia. Visitar as praias de Bali em segurança Se estás à procura das melhores praias em Bali é porque queres aproveitar ao máximo este paraíso. Se um acidente ou uma doença se atravessasse no teu caminho, podias acabar perdido em instalações médicas duvidosas e terias de pagar contas médicas demasiado elevadas. É por isso que, até o Ministério dos Negócios Estrangeiros, insiste na enorme importância de contratar um seguro de viagem para a Indonésia para te proteger do início ao fim desta aventura. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino. Para além de seres atendido pelos melhores profissionais sem teres de pagar nada do teu bolso, também usufruirás de coberturas em casos como roubos, incidentes com os voos, problemas com a bagagem ou, entre muitos outros, desportos de aventura como o snorkelling, que vais querer fazer em todas estas praias únicas. Não arrisques em Bali, viaja com a proteção que mereces e contrata já o teu seguro: As melhores praias no sul de Bali 1. Praia de Padang Padang Começamos este roteiro das melhores praias de Bali com uma das mais próximas do templo de Uluwatu. Conhecida por ser um dos locais de surf mais famosos da ilha, também ficou famosa entre os banhistas porque foi aqui que foi filmada a cena em que Javier Bardem e Julia Roberts se conheceram no filme Comer, Rezar e Amar. A praia de Padang Padang está situada na foz de um riacho, estaciona o teu carro ou mota junto à estrada e desce um penhasco (não é muito alto, não te preocupes) para tocares a areia branca e fina. Em baixo, encontrarás alguns warungs (barracas de comida local) e locais para alugares uma prancha – está atento aos macacos, pois eles estão frequentemente na zona! 2. Praia de Nyang Nyang/ praia de Nunggalan Gostas de praias selvagens e desconhecidas? Então a praia de Nyang Nyang (também conhecida como praia de Nunggalan) é para ti. Raramente encontras muitas pessoas nesta praia balinesa, apesar de estar localizada a poucos quilómetros do Templo de Uluwatu. Para além de ter mais de 2 quilómetros de extensão, é preciso descer uma falésia para lá chegar. Apesar de existirem vários caminhos, a verdade é que não é uma praia confortável se quiseres apenas estacionar a mota e o carro e deitares-te na praia. Mesmo assim, a recompensa é grande. Embora a água não seja normalmente muito calma, para nós esta é uma das melhores praias de Bali, graças à sua localização espetacular. Vais sentir-te como se estivesses a desligares-te do mundo real. Se seguires o nosso conselho e desceres até à praia a partir deste ponto, vais poder apreciar os fotogénicos destroços de dois naufrágios que acabaram nas margens desta praia. Vários artistas decoraram-nos e agora têm um aspeto muito colorido. Já agora, se gostas de alojamentos estranhos ou queres surpreender alguém, existe um hotel nesta praia (Bubble Hotel) com quartos em bolas transparentes para uma noite de mil estrelas. 3. Praia de Nusa Dua e Praia de Geger A zona de Nusa Dua alberga alguns dos hotéis mais luxuosos da ilha. Consegues imaginar porquê? É fácil: algumas das melhores praias de Bali também estão localizadas aqui. A praia de Nusa Dua e a praia de Geger são duas praias maravilhosas com areia dourada e águas límpidas. Aqui, ao contrário de outras zonas de Bali, a água é normalmente calma, por isso é ótimo se estiveres a viajar com crianças e não te quiseres preocupar com as ondas. Ambas as praias são enormes e têm zonas mais calmas do que outras. Se tivéssemos que escolher uma parte, recomendaríamos a zona sul da praia de Nusa Dua. 4. Praia de Pandawa Outrora conhecida como “Secret Beach”, porque o acesso era um pouco complicado, uma vez que se encontrava escondida atrás de uma colina, atualmente não é segredo nenhum que a praia de Pandawa é uma das melhores praias de Bali. Aqui encontras locais e estrangeiros a desfrutar da areia branca banhada por águas límpidas e azul-turquesa. Há muitos warungs para comer e beber na praia de Pandawa, bem como espreguiçadeiras para alugar, mas se caminhares para o extremo esquerdo, encontrarás certamente aquele local tranquilo que tanto ansiavas. A taxa de entrada é de 15.000 rúpias, mas vale bem a pena. 5. Praia de Jimbaran Situada bastante perto do aeroporto de Denpasar, esta é uma das melhores praias de Bali para almoçar ou jantar com vista para o mar. Encontras muitos bares de praia com bonitos guarda-sóis balineses que oferecem comida local e ocidental a bons preços. Embora seja muito acessível e tenha muitos hotéis, alguns deles de luxo, não é uma praia sobrelotada. Com areia dourada e águas calmas protegidas por recifes de coral, é certo que passarás um tempo relaxante na praia. As melhores praias no sudoeste de Bali 6. Praia de Batu Bolong (Canggu) Canggu tornou-se o lar de muitos estrangeiros que se instalaram em Bali nos últimos anos. As razões são simples: muito alojamento a preços acessíveis, boa ligação à internet, muitos restaurantes saudáveis (não é por acaso que é um dos melhores destinos para viajantes vegan) e comida instagramável e, mais importante, uma praia enorme e sem multidões para relaxar ou surfar. Batu Bolong é a praia de Canggu e, embora a sua areia seja de cor escura, vais adorá-la pela sua tranquilidade e pelos excelentes preços do surf. Mas não esperes águas calmas e azul-turquesa. O mar aqui, tal como noutros locais de Bali, tende a ser agitado. Tanto Batu Bolong como a sua praia vizinha, Echo Beach, têm muitos restaurantes e bares para apreciar o pôr-do-sol depois de uma aula de surf. Se estiveres a pensar em passar um dia relaxante nesta parte de Bali, os clubes de praia como o The Lawn ou o Echo Beach Club também são uma boa ideia. Boa comida, música e uma piscina infinita com vista para o mar oferecem o luxo asiático. As melhores praias no leste de Bali 7. Praia de Amed Embora não encontres aqui areia fina e branca e águas azul-turquesa, esta praia de Bali tem duas coisas que a tornam muito especial. Em primeiro lugar, a areia vulcânica perfeita e os seixos ao lado do enorme vulcão Agung tornam-na única. A segunda é o facto de ser um paraíso para os mergulhadores. Amed é um dos melhores locais de Bali para a prática de mergulho. Para além da abundância de vida marinha, a zona de Tulamben alberga o Liberty Wreck, um destroço do naufrágio do cargueiro USAT Liberty, a 11 de Janeiro de 1942. Quando se dirigia para as Filipinas, foi torpedeado por um submarino japonês e, desde então, tem estado no fundo do mar ao largo de Bali, para grande deleite dos mergulhadores. Muito perto de Amed fica a praia de Jemeluk, que também incluímos nesta lista das melhores praias de Bali. Não te esqueça da tua máscara de mergulho e do teu snorkel, porque aqui podes apreciar os corais e a vida marinha diretamente da costa. 8. Praia de Bias Tugel Esta praia está situada perto do porto de Padang Bai, de onde partem os barcos para as ilhas Gili e Lombok. Trata-se de uma enseada de 130 metros de comprimento, com areia branca e fina e águas turquesa relativamente calmas. Este lugar é encantador porque a areia clara contrasta com as rochas vulcânicas escuras que pontilham a baía. Traz contigo o teu equipamento de mergulho, pois o lado oriental de Bias Tugel tem um recife e algumas formações interessantes para descobrir. Se te tiveres esquecido, não te preocupes, há várias bancas na praia que vendem comida e bebidas e também alugam equipamento de snorkelling. Como curiosidade, se és adepto do turismo negro, junto à entrada desta praia existe um hotel abandonado. Se te interessas por este tipo de edifícios, explorá-lo (com cuidado) é um verdadeiro prazer. Já agora, muito perto desta praia está outra das melhores praias de Bali: Blue Lagoon. É parecida com a anterior e as águas costumam ser um pouco mais calmas, por isso não deixes de visitar as duas! Praias nas ilhas próximas de Bali Como podes ver, há muitas praias bonitas em Bali, mas, para ser honesto, elas não chegam nem perto de serem comparáveis às que se podem ver nas ilhas vizinhas. É por isso que, nesta lista, também gostaríamos de te falar brevemente sobre algumas praias perto de Bali pelas quais te vais apaixonar: • Ilhas Gili: este arquipélago (ao qual se chega em apenas duas horas de lancha rápida a partir do porto de Padang Bai) esconde algumas das melhores praias da Indonésia. Areia branca, águas azul-turquesa e, o melhor de tudo, tartarugas marinhas que se alimentam tranquilamente nas suas margens. As três principais ilhas das Gili são Gili Trawangan, Gili Air e Gili Meno. A primeira destas ilhas é a mais desenvolvida e tende a ter um ambiente mais virado para os mochileiros. Gili Air é muito mais calma e tem estâncias de luxo. Gili Meno fica algures no meio, sendo perfeita para os viajantes que procuram paz e sossego sem gastar muito dinheiro em alojamento. • Nusa Penida: Esta ilha a sul de Bali (a cerca de uma hora dos portos de Sanur ou Kusamba) tem uma paisagem radicalmente diferente. Aqui encontras praias espetaculares, como a famosa Kelingking ou Atuh Beach. É também um paraíso para os entusiastas do mergulho, pois não faltam oportunidades para avistar enormes raias manta. • Nusa Lembongan: A ilha irmã de Penida, de facto, podes ligar as duas em apenas 30 minutos de barco, onde também encontras belas praias como a Dream Beach e a Mushroom Beach. Ambas têm areia branca e águas límpidas e são perfeitas para fazer snorkelling e mergulho. Agora que já sabes quais são as melhores praias de Bali, não podes perder estes 3 guias detalhados que preparámos para ti. Eles vão ser muito úteis para preparares a tua próxima aventura: • Documentos e requisitos para viajar para a Indonésia • Roteiro de 15 pela Indonésia • Roteiro de 7 dias por Bali, Indonésia

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O que ver na Grécia: 15 destinos imperdíveis

O que ver na Grécia: 15 destinos imperdíveis

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Uma viagem à Grécia é, sem dúvida, uma experiência que te fará descobrir e apreciar a verdadeira essência do Mediterrâneo. Este país mágico, berço da democracia e da filosofia, oferece uma combinação única de história milenar, paisagens deslumbrantes, praias paradisíacas e uma gastronomia requintada que conquistará os teus sentidos. Se à simpatia da população, à riqueza da sua história e cultura, ao seu clima agradável e à sua deliciosa gastronomia, juntarmos a surpreendente variedade de paisagens e praias das suas mais de 3000 ilhas, tens uma viagem muito atrativa e completa. O que ver na Grécia: 15 destinos imperdíveis Neste artigo completo, preparámos uma lista detalhada dos 15 destinos imperdíveis na Grécia que tornará a tua primeira viagem a este país inesquecível. Depois de os conheceres, não terás outra alternativa senão subscrever o teu seguro viagem e partir para a Grécia. 1. Acrópole de Atenas A Acrópole de Atenas é um dos emblemas da civilização grega e um símbolo universal do património cultural. Situada no topo de uma colina a 156 metros de altura, é a mais representativa da Grécia. O seu significado é “cidade alta” e a sua função era defender a cidade e reunir os principais locais de culto. Esta colina histórica alberga monumentos icónicos como o Partenon, o maior templo dórico da Grécia, com 70 metros de comprimento por 30 metros de largura, dedicado à deusa Atena Parthenos, símbolo do poder da cidade. Junto a ele, destacam-se o Erecteion, famoso pelas Cariátides, e os Propileus, a entrada monumental que dava acesso ao recinto sagrado. Dica especial: Recomendamos que visites a Acrópole ao pôr do sol, quando a luz dourada do sol realça os detalhes dos templos, oferecendo uma experiência única. O Museu da Acrópole, situado ao pé da colina, complementa a visita com uma coleção impressionante de objetos antigos. Contemplar o Partenon, o berço da civilização, e imaginar como seria a vida no local há 2.500 anos, é uma experiência incrível e uma das coisas imperdíveis para ver na Grécia. 2. Atenas A capital do país, Atenas, é diferente de qualquer outra capital europeia. É uma cidade acolhedora com uma atmosfera animada e muita vida noturna, rica em história e cultura, onde podes desfrutar de um passeio pelos seus bairros pitorescos. 🏛️ 10 experiências em Atenas a não perder Bairros Imperdíveis de Atenas: • Plaka: O bairro mais antigo da cidade, situado nas encostas da Acrópole, muito autêntico onde te podes perder nas suas ruas estreitas e labirínticas • Monastiraki: Cheio de lojas e restaurantes com uma atmosfera animada • Psiri: O Soho grego, o bairro boémio da moda para os habitantes locais, com uma atmosfera muito autêntica Atenas é uma cidade genuína que ainda conserva a sua verdadeira essência, onde os habitantes locais, simpáticos e alegres, te vão fazer sentir em casa. Passear pelos seus bairros faz lembrar as noites de verão nas aldeias, uma sensação única no mundo. 3. Santorini Santorini, uma das ilhas Cícladas mais populares, é conhecida pela sua beleza vulcânica e paisagens de postal. Esta ilha é formada por um arquipélago circular de ilhas vulcânicas que se originou como resultado da explosão de um vulcão em 1628 a.C., dando origem à impressionante caldeira que podemos admirar atualmente. As suas aldeias brancas como Oia e Fira, com casas encaladas e cúpulas azuis, assentam-se no alto de penhascos que oferecem vistas espetaculares da caldeira vulcânica. As suas praias únicas, de areia negra, vermelha ou branca, são produto da atividade vulcânica da ilha. Passear pelas aldeias de Thira e Imerovigli com vista para a caldeira é uma experiência a não perder. Para os mais aventureiros, recomendamos o trekking que liga as aldeias de Thira a Oia, a mais bela aldeia da ilha. Santorini oferece um dos pores do sol mais mágicos da Grécia, especialmente em Oia, onde o sol se submerge no mar Egeu num espetáculo de cores. Além disso, a ilha é um destino enológico destacado, graças às suas vinhas vulcânicas que produzem vinhos únicos como o Assyrtiko. 4. Oia Na ilha de Santorini, a aldeia mágica de Oia merece uma menção especial. Situada no pico escarpado de Santorini, com vista para a caldeira, é famosa pelas suas casas caiadas de branco, moinhos de vento, igrejas com cúpulas azuis e pores-do-sol espetaculares. É um lugar único no mundo que recomendamos que incluas na tua lista de coisas imperdíveis para ver na Grécia. 5. Mykonos Mykonos é uma das ilhas mais turísticas da Grécia e também a ilha da festa e do luxo, conhecida pelas suas praias paradisíacas e animada vida noturna. Apesar do turismo, é uma ilha fascinante que deve estar incluída no teu itinerário de viagem à Grécia. Com ruas brancas cheias de lojas, tabernas e cafés, a sua arquitetura típica das Cícladas é um atrativo em si mesma. Os moinhos de vento, símbolo da ilha, oferecem vistas panorâmicas do porto e do centro histórico. Destaques de Mykonos: • Pequena Veneza: Casas construídas à beira da água, lugar ideal para ver o entardecer • Praias Paradise e Super Paradise: Famosas pelo seu ambiente festivo e clubes de renome • Praia de Agios Sostis: Para quem procura relaxar A ilha de Mykonos, famosa pelas suas festas, goza de um ótimo ambiente nos seus bares noturnos e bares de praia, mas também é interessante pelas suas praias, a sua gastronomia e a simpatia dos habitantes locais. 6. Chora Se há uma coisa que não podes perder na tua visita a Mykonos, é a capital, a bela aldeia de Chora. Uma vila encantadora, cheia de casas caiadas de branco e igrejas com portas e cúpulas coloridas, ruas estreitas e praças adornadas com buganvílias, ramalhetes e bolbos de verbena. Famosa pelas suas lojas, pelo seu ambiente, pela sua Pequena Veneza, pelos seus moinhos de vento, pelos seus incríveis pores-do-sol e pelo seu verão mágico e eterno. Chora é uma aldeia que te fará apaixonar por ela a cada passo. 7. Meteora Meteora é um dos lugares mais assombrosos que ver na Grécia e um dos lugares incontornáveis que recomendamos no teu roteiro de viagem. Declarada Património da Humanidade pela UNESCO em 1988, trata-se de um complexo de mosteiros construídos sobre impressionantes pilares de rocha que se elevam no centro da Grécia. Meteora é formada por um conjunto de penhascos de arenito cujo significado é “rochas suspensas no ar”. Foram formadas há 30 milhões de anos e ficaram expostas quando o nível do mar desceu. Esta paisagem única combina maravilhas naturais com conquistas arquitetónicas e espirituais. O complexo inclui seis mosteiros ainda ativos que oferecem vistas espetaculares e uma experiência de serenidade. A sua história remonta ao século XIV, quando monges procuraram refúgio nestas alturas inacessíveis para se dedicarem à oração. Em Meteora, podes visitar os mosteiros empoleirados no topo das pedras monumentais e desfrutar de incríveis amanheceres e entardeceres a partir dos seus miradouros privilegiados. O ambiente também é um paraíso para os amantes do trekking, com rotas que atravessam paisagens verdes e penhascos. 🏛️ Seguro de viagem para a Grécia 🏛️ Itinerário de viagem pela Grécia para 7 e 10 dias 8. Milos A nossa recomendação especial no que ver na Grécia é a fascinante ilha de Milos. Esta ilha tem origem vulcânica e é a ilha com mais quilómetros de costa, com um total de 70 praias, autênticos caprichos da geologia, onde podemos desfrutar das suas enseadas de uma beleza diferente e única. Por ser uma ilha menos turística, a experiência será muito mais autêntica. Podes desfrutar das suas belas e diferentes praias, como a famosa Sarakiniko; de belas aldeias como Plaka e portos de pesca tradicionais como Klima e Mandrakia; de passeios de barco para visitar a incrível paisagem de Kleftiko com as suas rochas monumentais; de uma gastronomia requintada; de pessoas encantadoras e de pores-do-sol de sonho. Sem dúvida, Milos é a ILHA. 9. Ios Se procuras uma ilha autêntica, aventureira e afastada do turismo de massas, não podes deixar de incluir Ios no teu roteiro de viagem à Grécia. A ilha de Ios oferece um litoral acidentado com enseadas incríveis, muitas delas apenas acessíveis por mar e muitas outras que te levarão a viver grandes aventuras para as alcançar, cuja recompensa será desfrutar de verdadeiros paraísos por conta própria. Esta é uma ilha com muito movimento, mas com um ambiente descontraído e encantador. 10. Zakynthos (Zante) A ilha jónica de Zakynthos, também conhecida como Zante, possui uma costa de falésias escarpadas e águas azul-turquesa de tirar o fôlego. É famosa pela Praia Navagio, também conhecida como a Praia do Naufrágio, rodeada de penhascos e acessível apenas por mar. Uma enseada isolada entre falésias vertiginosas, areia branca com água azul-turquesa e um navio encalhado na praia. O Panagiotis, um navio de contrabando turco, naufragou nesta enseada a 1 de outubro de 1980. Este lugar é um dos mais fotografados da Grécia. Outras atrações de Zakynthos: • Grutas Azuis: Com águas cristalinas e reflexos luminosos • Enseadas do norte da ilha • Ilha de Marathonisi: Acessível de barco a partir do porto de Keri • Parque marinho: Onde encontrarás tartarugas-bobas 11. Creta Creta, a ilha mais grande da Grécia, é um destino que combina história, natureza e gastronomia. É famosa pelo Palácio de Knossos, que foi o centro da civilização minoica, considerada a mais antiga da Europa. Este sítio arqueológico está cheio de mitos, como o do Minotauro no labirinto. Aqui também desfrutarás de paisagens impressionantes, desde as praias de águas cristalinas como Elafonisi e Balos até à garganta de Samaria, ideal para os amantes do trekking. As cidades de Chania e Rethymno destacam-se pelos seus centros históricos venezianos, enquanto Heraklion alberga um museu arqueológico de renome. A cozinha cretense, baseada em produtos frescos e azeite, é outra das suas grandes atrações. 12. Rodes Rodes, uma das ilhas do Dodecaneso, é um dos lugares mais interessantes e diversos que ver na Grécia. A sua cidade velha, declarada Património da Humanidade, é uma das mais bem conservadas da Europa, com ruas empedradas, muralhas medievais e o imponente Palácio do Grão-Mestre. A ilha também é conhecida pelo Colosso de Rodes, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Em Lindos, uma pitoresca aldeia costeira, encontra-se a Acrópole de Lindos, de onde poderás desfrutar de vistas impressionantes. Rodes oferece praias para todos os gostos, desde baías tranquilas até locais ideais para desportos aquáticos. 13. Delfos Delfos foi o centro espiritual do mundo antigo, segundo a mitologia grega, e a sua fama deve-se ao Oráculo de Apolo. Este santuário sagrado atraía peregrinos de toda a Grécia em busca de respostas divinas. Encravado nas faldas do monte Parnaso, o sítio arqueológico de Delfos inclui o Templo de Apolo, onde se realizavam as consultas, um teatro que oferecia espetáculos em honra de Apolo e um estádio para os Jogos Píticos. O seu museu alberga objetos de valor incalculável, como o Auriga de Delfos, uma obra-prima da arte clássica. As vistas desde Delfos são espetaculares, com paisagens montanhosas que realçam a atmosfera mística do lugar. 14. Corfu Corfu, no mar Jónico, é uma ilha cheia de história, cultura e paisagens espetaculares. O seu centro histórico, declarado Património da Humanidade pela UNESCO, está marcado por influências venezianas, francesas e britânicas, visíveis nas suas praças, fortalezas e edifícios neoclássicos. O Palácio de Achilleion, construído pela imperatriz Sissi da Áustria, é um lugar fascinante, rodeado de jardins e com vistas para o mar. Entre as praias mais destacadas encontram-se Paleokastritsa e Glyfada, ideais para nadar e relaxar. 🏛️ O que fazer em Corfu? 15. Olimpia Se gostas de desporto, então Olimpia deve estar nos primeiros lugares da tua lista de locais que ver na Grécia. É ali onde nasceram os Jogos Olímpicos. Este santuário dedicado a Zeus albergava o Templo de Zeus, cuja estátua era uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Entre as ruínas destacam-se também o Templo de Hera e o estádio, onde se celebravam as competições atléticas. O Museu Arqueológico de Olimpia alberga peças notáveis, como o Hermes de Praxíteles. Viajar em Segurança pela Grécia Como podes ver, há muito para fazer neste país fantástico. Por esta razão, e tal como refere o Ministério dos Negócios Estrangeiros, é extremamente importante ter um seguro de viagem para a Grécia que garante a tua proteção desde o início até ao fim da tua visita. O IATI Standard é o melhor seguro para este destino e garante que, em caso de acidente ou necessidade médica, serás tratado nos melhores centros sem teres de pagar as elevadas faturas correspondentes. Além disso, também estarás coberto em casos como roubo, problemas com a bagagem, incidentes com o teu transporte e até mesmo se tiveres de ser repatriado. Viaja para a Grécia com a tranquilidade que mereces e contrata já o teu seguro. Destinos Extra: Tesalónica, Delos, Nauplia e Epidauro Tesalónica – O Crisol de Culturas Tesalónica, a segunda cidade mais grande da Grécia, é um crisol de culturas e um importante centro histórico e cultural. O seu património inclui monumentos bizantinos, como a Igreja de São Demétrio e a Rotonda, ambos declarados Património da Humanidade pela UNESCO. Delos – O Museu ao Ar Livre Delos, uma pequena ilha perto de Mykonos, é um dos sítios arqueológicos mais importantes da Grécia. A ilha está cheia de ruínas impressionantes, como o Templo de Apolo e a famosa Terraça dos Leões. Nauplia – Charme Histórico no Peloponeso Nauplia, no Peloponeso, é uma das cidades mais encantadoras da Grécia, com o seu pitoresco centro histórico que combina arquitetura veneziana, otomana e grega. Epidauro – Acústica Perfeita Epidauro é famoso pelo seu teatro antigo, uma maravilha da engenharia da Grécia clássica, conhecido pela sua acústica excecional. Depois desta lista completa dos 15 destinos imperdíveis para ver na Grécia, só tens de pôr mãos à obra para organizar a tua viagem a este país fantástico. A Grécia oferece uma experiência única que combina história milenar, paisagens deslumbrantes, gastronomia excecional e a hospitalidade calorosa do povo grego. Desde as alturas místicas de Meteora até às praias paradisíacas de Zakynthos, desde a grandiosidade da Acrópole até ao charme autêntico de Milos, cada destino na Grécia tem algo especial para oferecer. Qualquer dúvida ou sugestão que tenhas, não hesites em deixar nos comentários. A tua aventura grega espera por ti!

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