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Roteiro de viagem Madagáscar de 15 dias

Roteiro de viagem Madagáscar de 15 dias

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Hoje trazemos-te um prato forte. Uma ilha que possui características próprias de um continente, pela variedade das suas paisagens e pela singularidade e riqueza da sua fauna e flora. Uma ilha que é uma maravilha natural da evolução. Uma ilha que se separou da África há milhões de anos atrás para viajar à deriva entre raízes africanas, asiáticas, árabes e polinésias. Uma ilha onde um comboio atravessa a selva através do nevoeiro. A ilha dos gigantes baobás e do reino camaleão, Madagáscar. A ilha vermelha, Madagáscar. Se as paisagens e a sua biodiversidade fazem com que Madagáscar te entre pelos olhos dentro e te deixe recordações gravadas na memória, os malgaxes fazem com que esta terra ganhe para sempre um cantinho no teu coração. E é que o verdadeiro tesouro de Madagáscar é o seu povo, os malgaxes. Bem-vindo a este roteiro através de Madagáscar, um país onde vais descobrir paisagens verdadeiramente surpreendentes. Um itinerário pelo qual estamos convencidos que te vais apaixonar. Um roteiro que te vai deixar uma porta aberta para voltar. Contrata já o teu seguro de viagens onlinee parte à aventura Sem demoras, que comece o roteiro de 15 dias por Madagáscar! Roteiro de viagem de 15 dias em Madagáscar O táxi-brousse, é uma carrinha ou mini-bus no qual os malgaxes se deslocam de cidade em cidade no seu dia-a-dia. É o transporte público por excelência dos malgaxes e uma oportunidade muito boa para conhecer os locais, já que acreditamos que a melhor opção para conhecer um país é através do seu povo. Embora muitos de seus habitantes não falem francês, não te esqueças que Madagáscar era uma colónia francesa até 1960. Eles vão conversar contigo, olhar para ti, sorrir-te e até te vão colocar os filhos no colo durante as viagens de táxi. Dia 1 – Chegada em Antananarivo e deslocação para Fianarantsoa. Uma vez em “Tana”, que é o nome que os malgaxes dão a Antananarivo, devemos dirigi-nos de manhã cedo até à caótica gare-routière de Fasan’ny Karana. Cada povoação tem a sua gare-routière, a partir de onde saem os táxi-brousse. Não te stresses quando vires que, mesmo antes de o teu táxi chegar à gare-routière, os vendedores que querem que viajes com eles, começarão a correr ao teu lado. Talvez no início aches esta técnica de venda um pouco angustiante, mas não te preocupes, com o passar dos dias, vais começar a divertir-te com este “ritual” de vendas. O nosso conselho é que vás diretamente aos postos que encontras na gare-routière, já que é aqui onde os preços fixos estão expostos. Depois de 12 horas, dependendo do teu táxi-brousse, chegarás a Fianarantsoa, ​​no coração das Terras Altas Malgaxes. Dia 2 – Parque Nacional de Ranomafana. O Parque Nacional de Ranomafana é um dos lugares que te recomendamos se quiseres ver fauna e flora endémicas, quedas de água e muito mais no mesmo dia. Aqui existem 12 espécies de lémures, 29 espécies de mamíferos, 100 espécies de aves, 62 espécies de répteis, 90 espécies de borboletas e 350 espécies de aranhas. Não precisamos de te dizer que, durante o teu roteiro por Madagáscar, vais encontrar com toda a certeza alguma destas espécies. A taxa de entrada é de 55.000 Ar, cerca de 16€ por pessoa, e o percurso é feito com um guia que foi formado anteriormente neste mesmo parque. Para terminar, se além de tudo isto, te dissermos que 50% do dinheiro da tua entrada vai para projetos das comunidades locais, entenderás porque é que o Parque Nacional de Ranomafana deve estar, sim ou sim, no teu roteiro por Madagáscar. Dia 3 – A Reserva de Anja e Ambalavao. Ambalavao tem fama de ser uma das mais belas aldeias malgaxes. Esta localidade das terras altas malgaxes tem um toque colonial que perdurou com o passar do tempo, misturando-se com a cultura dos Betsileo, o grupo étnico maioritário desta zona. Uma das principais atrações de Ambalavao é o seu famoso mercado semanal de zebu. Os pastores, que viajam longas distâncias para vender as suas cabeças de gado, chegam a este evento e é uma oportunidade para viajantes como tu passearem por este curioso mercado. A poucos quilómetros de Ambalavao encontramos a Reserva de Anja. Esta reserva é uma iniciativa local nascida com o objetivo de preservar a fauna e flora do local e que é autogerida pelas pessoas da aldeia. Só por isto, já vale a pena incluí-la no teu roteiro através de Madagáscar. Madagáscar sofre de uma brutal desflorestação que já devastou 90% da massa florestal original. Iniciativas como essa não só melhoram a consciencialização das pessoas, como também ajudam a tornar este mundo num lugar melhor. Além disso, aqui o avistamento de lémures de cauda anelada é assegurado, pois na Reserva de Anja vivem cerca de 300 famílias desses primatas. Dia 4 – Deslocação para Ranohira As distâncias em Madagáscar e o mora-mora (com calma) do povo malgaxe significam que passarás dias na estrada. Mas as horas de viagem de táxi-brousse compensarão com as subidas e descidas dos malgaxes que entram e saem da carrinha. Se tudo correr bem, e o teu transporte não sofrer nenhum contratempo, chegarás a Ranohira à tarde e poderás aproveitar o resto do dia para conhecer as imediações. Dia 5 – Parque Nacional Isalo e viagem até Toliara. Isalo é o parque nacional mais visitado do país e oferece uma grande variedade de opções de caminhadas para o poderes explorar. As vistas do Desfiladeiros de Namaza são espetaculares, mas os banhos que podes tomar nas piscinas naturais que estão na bacia do rio que o atravessa, achamos que são ainda mais espetaculares. Desfiladeiros, vales, terras áridas, cascatas, piscinas naturais, florestas tropicais, lémures, camaleões … Que mais precisas que te digamos para que graves este lugar a ferro e fogo no teu roteiro por Madagáscar? Entre Ranohira a Toliara, são cerca de 6 horas de viagem. Se tudo correr bem, na hora do almoço terás terminado o teu trekking por Isalo, o que te permitirá viajar para Toliara. Para este tramo, aconselhamos que escolhas a opção do carro particular que pode ser conseguido no hotel e assim evitar contratempos. O preço é de cerca de 70.000 Ar por pessoa, aproximadamente 20 euros. Dia 6 – De Toliara a Anakao, o paraíso malgaxe. Desde o Blue Bar de Toliara partem lanchas que te levam ao paraíso: Anakao. Aqui poderás desfrutar de praias com águas cristalinas, excursões a pequenas ilhas ou um recife de coral. Anakao é uma pequena aldeia que, como tantas outras aldeias da costa de Madagáscar, vive entregada ao mar. Aqui as praias são dos malgaxes, que desde de manhã cedo passam o dia a pescar e a carregar peixe. Os homens entram no mar com os seus barcos, os jovens carregam os baldes de peixe e os idosos e as mulheres separam-nos. Enquanto isso, as crianças brincam com os pequenos caranguejos e os camarões que vão encontrando. Um espetáculo que te convidamos a conhecer. Dia 7 – Nosy Ve, a ilha dos piratas. A dois quilómetros da costa de Anakao, encontramos a ilha de Nosy Ve. Uma ilha que foi frequentada por piratas nos tempos antigos, e que agora é um prazer visitar e mergulhar no recife de coral que atravessa esta zona. Outra maravilha natural são as praias desta pequena ilha onde, dizem as lendas locais, foi enterrado um velho príncipe. Ao voltar poderás dar um passeio tranquilo pelas praias de Anakao, onde certamente serás “convidado” a comer lagosta por algum dos locais. Dia 8 – Deslocação para Toliara e viagem até Fianarantsoa. Outro dia na estrada no teu roteiro de viagem por Madagáscar. Desta vez também te aconselhamos a que o faças num carro particular, pois é uma viagem que demorará todo o dia e fazê-la em táxi-brousse pode ser bastante chato. Depois da tua chegada a Toliara nos barcos que partem de Anakao, e já com o hotel e carro previamente reservados, sairás em direção a “Fiana”. Nestes trajetos, tanto em táxi-brousse como em carro alugado, é bastante comum parar para almoçar nos hotelys, um tipo de bares e restaurantes que podemos encontrar em todas as aldeias. São muito baratos, estão cheios de gente local e geralmente, come-se arroz com peixe, zebu ou vegetais. Uma coisa é certa, não deves julgar os pratos que te servem pela aparência, porque são deliciosos! Dia 9 – O Comboio da Selva, um tesouro da era colonial. Desde Fianarantsoa parte um comboio. Um comboio que começa a funcionar com os primeiros raios do sol em direção à floresta mais virgem do país, o Corredor Leste de Madagáscar. Um comboio de origem colonial, que outrora serviu os franceses e que hoje os malgaxes usam para o seu comércio e transporte. É um trajeto para alucinar desde a janela. Campos de arroz, pequenas aldeias onde te podes perder no meio de mercados ambulantes improvisados, antigas estações onde um mar de sacos e malas que se movem no meio de um caos controlado, rios que transbordam de água, cascatas … Tudo isto rodeado por uma paisagem verde que se estende por vales e montanhas… E, embora a tua viagem possa durar das 8h às 18h, sem dúvida alguma que esta viagem de comboio será uma das melhores experiências que terás no teu roteiro por Madagáscar. As sensações que levarás deste comboio compensarão todas as horas de fadiga. O comboio deixar-te-á em Manakara, onde ficarás até ao dia seguinte. Dia 10 – De Manakara a Fianarantsoa. Mais um dia para aproveitar o transporte dos malgaxes. O táxi-brousse para “Fiana” sai às 8 horas da manhã e às 15h estarás no teu destino. Durante a tarde podes subir até à Catedral de St. Nom de Jésus Ambozontany, desde onde conseguirás ter excelentes vistas da cidade de Fianarantsoa. Dia 11 – Fianarantsoa a Antsirabe, a aldeia mais fria de Madagáscar. Mais táxi-brousse! Neste momento, já deves ser um especialista em percorrer as gare-routières e este começa a ser o teu transporte favorito. Já tens umas quantas anedotas que contar e conheces melhor a cultura malgaxe. Este percurso demorará o dia todo, então relaxa até chegares a Antsirabe, que é o elo entre as Terras Altas e as estradas que nos levam para o oeste. Como vais chegar durante a tarde, aproveita a oportunidade para passear por esta aldeia tão tranquila, mas leva um casaco porque à tarde costuma refrescar um pouco. Tem a fama de ser a aldeia mais fria de Madagáscar. Dia 12 – A Avenida dos Baobás. Imagina um lugar onde as luzes do pôr-do-sol fazem com que o céu expluda em tons vermelhos, laranjas, lilases e rosas. Enquanto isso, as gigantescas sombras dos baobás aparecem recortadas no horizonte através do qual o sol desce e no céu, as primeiras estrelas começam a cintilar. Este é o espetáculo que pode ser visto na Avenida dos Baobás. É que Madagáscar é o reino do Baobá. Das 8 espécies de baobás do mundo, seis delas só são encontradas aqui em Madagáscar. Nem que seja só por isso, já vale a pena ir, não achas? Desde Antsirabe até à Avenida dos Baobás, que fica nos arredores de Morondava, há outro dia de viagem que pode ser feito de táxi-brousse ou de carro alugado. Aconselhamos-te a optar pela segunda opção, porque apesar de vires do ponto mais frio da ilha, vais passar para um dos mais quentes e a viagem de táxi-brousse pode ser um pouco mais sufocante do que o habitual. Dia 12 – Morondava e o Parque Nacional dos Tsingy. Morondava é uma aldeia costeira localizada a oeste de Madagáscar, conhecida principalmente pela sua Avenida dos Baobás, que é visitada anualmente por muitos turistas que viajam por Madagáscar. É por isso que é considerada um lugar de passagem entre a Avenida de los Baobás e o Parque Nacional dos Tsingy. O Parque Nacional dos Tsingy é outra das principais atrações turísticas do país. Estas formações rochosas pontiagudas são únicas no mundo. Para visitar este parque também é necessário fazê-lo com um guia, mas asseguramos-te que vale a pena fazer este trekking que atravessa pontes suspensas e vias ferratas. Dia 13 – Morondava e as praias dos malgaxes Em Morondava entenderás porque dizemos que as praias de Madagáscar pertencem aos habitantes locais. Têm um encanto especial e não precisas de andar muito na praia para os veres a trabalhar com o peixe. Há também um mangal por onde poderás navegar em canoa em excursões que percorrem os seus muitos meandros que levam a praias de areias brancas. Esta aldeia à beira-mar é o lugar ideal para relaxar nos últimos dias do teu roteiro de 15 dias por Madagáscar antes de fazeres o caminho de volta a casa. Dia 14 – Retorno a Antsirabe com uma breve paragem em Miandrivazo. Se já sabias que Antsirabe era conhecida como a aldeia mais fria do país, assim que puseres os pés em Miandrivazo, saberás porque é conhecida como a aldeia mais quente. Como em toda a área de Morondava, em direção ao oeste, o calor é sufocante, mas aqui em Miandrivazo as temperaturas atingem números ainda mais altos. É um bom ponto para parar e refrescar-se com uma boa cerveja a meio caminho de Antsirabe. Podes também fazer este trajeto de táxi-brousse ou de carro alugado. O que desde aqui recomendamos é que faças o caminho do oeste de carro alugado, desta forma não terás nenhum contratempo durante estes três dias. Dia 15 – Antananarivo e voltar para casa De manhã podes apanhar um táxi-brousse desde a gare-routière de Antsirabe e em cerca de 4 horas estarás na gare-routière de Fasan’ny Karana, em “Tana”. Sim, aquela estação barulhenta que conheceste no princípio da tua viagem e que ao chegar te deu respeito e na qual agora te mexes como um peixe dentro de água. Ao chegar aqui, e como os voos costumam ser só à noite, tens duas opções: a primeira é visitar Tana e ver lugares como o Palácio da Rainha, embora, honestamente, em “Tana” não haja muito para ver. A segunda opção é visitar o Yamuna ONGD. Esta ONG sediada em Barcelona, ​​trabalha com crianças e mulheres em risco de exclusão social em Vontovorona, uma cidade que fica a 20 minutos de Tana à qual poderás chegar em táxi por 20.000Ar (aproximadamente 6 euros). Avisamos-te que, se até agora ainda não te tinhas apaixonado pelo país, acabará por acontecer em Yamuna ONGD. Se chegares com mais dias, recomendamos que termines a tua viagem aqui. Esperamos que este roteiro de viagem por Madagáscar em 15 dias que preparamos te tenha sido útil e que vás a correr preparar a mochila para explorares a ilha vermelha! Madagáscar é um país que te irá cativar com as suas paisagens e que te fará apaixonar-te pelos seus sorrisos. Para que esse sorriso não se apague do teu rosto, não te esqueças de contratar um bom seguro médico internacional que te cubra para qualquer imprevisto. Alguns artigos do nosso blog que te poderão ajudar a preparar a viagem: • 5 formas sustentáveis de poupar durante as tuas viagens • Produtos feitos por ti para viajar sem plástico • Como planear uma viagem longa de forma independente • O que levar na mochila para uma viagem longa • Quais os Cuidados de Saúde a ter em Viagem • 13 Dicas essenciais para aproveitares a tua viagem ao máximo Artigo traduzido por Susana Almeida

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É seguro viajar para o México? 2025

É seguro viajar para o México? 2025

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É seguro viajar para o México em 2025? Antes de mais nada, temos plena noção de que as notícias que apareceram sobre este país norte-americano durante os últimos anos na televisão não são muito encorajadoras. Cidades com altos níveis de violência, roubos, sequestros… No entanto, achamos que não se pode ser demasiado taxativo ao falar sobre a segurança no México. Cerca de 38,5 milhões de turistas decidiram que era seguro viajar para o México e visitaram o país em 2022. Se também quer visitar lugares incríveis como as ruínas maias de Chichen Itza, perder-se nas suas encantadoras aldeias, desfrutar dos museus da Cidade do México, descobrir o fundo do mar da Riviera Maya ou dar um mergulho refrescante nos cenotes da Península de Yucatán, continue a ler e viaje informado. Na IATI Seguros queremos fornecer-lhe todas as informações necessárias para conhecer todos os factores ao avaliar se é seguro viajar para o México. Neste artigo, vamos aprofundar todas as informações que precisa de saber para que possa viajar em segurança. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros? No que diz respeito a segurança em geral, o Ministério dos Negócios Estrangeiros português desaconselha, na sua página dedicada ao México, as viagens não essenciais a Ciudad Juárez e ao Estado de Chihuahua, às povoações a Sul do Valle del Río Bravo e a várias cidades do Estado de Tamaulipas. Seja como for, se for realmente necessário viajar até algumas destas cidades então é aconselhável escolher um hotel que fique nas cidades fronteiriças dos Estados Unidos e passar a fronteira todas as vezes que sejam necessárias. Também se especificam zonas de risco moderado, nas quais se deve ter mais precauções, e, além disso, assinala algumas das precauções a considerar na Cidade do México. Por último, são enumeradas as zonas seguras: os estados de Campeche, Tabasco, Iucatão, Quintana Roo (Riviera Maya), Oaxaca, Chiapas, Baja California (exceto Tijuana), Baja California Sul e Mar de Cortez, Jalisco, Nayarit, Guanajuato, Querétaro, Hidalgo, Puebla e também Tlaxcala. Estes estados, e sobretudo os de Iucatão, Quintana Roo, Campeche e Oaxaca são os mais visitados pelos turistas, comparativamente aos outros. Além destes conselhos, as autoridades advertem também que, para viajar com segurança para o México, é conveniente contratar um seguro de viagens com cobertura extensiva desde Portugal, pois o serviço de saúde é bastante caro e muitas vezes tem de ser pago antecipadamente. Esta recomendação de seguro é feita, sobretudo, pelo aumento de casos de dengue, chikungunya e zika, mais presentes nos meses chuvosos e em determinados estados mexicanos. Mas então é seguro viajar para o México? São muitos os viajantes amantes do México. Muitos deles vão, pela primeira vez, para conhecer as zonas mais turísticas e, depois, apaixonados pelo que viram, voltam várias vezes para conhecer recantos menos conhecidos. Adicionalmente, encontrarás testemunhos em blogues e redes sociais que te aproximarão um pouco mais da situação atual do país no momento de fazer turismo. É óbvio que os números que saem nas notícias são reais. No entanto, é conveniente vê-los em perspetiva. Com efeito, a espiral de violência que se vive em alguns dos estados mexicanos está normalmente ligada aos cartéis de droga e os turistas que desfrutam das suas férias nos lugares mais visitados do México não costumam sofrer mais do que delitos comuns como furtos ou roubos. Nunca deixaríamos de viajar para o México por esta razão, mas utilizaríamos sempre o bom senso. Por esse motivo, deixamos-te aqui alguns conselhos a seguir e incentivamos-te a ponderar todos estes fatores, planear a tua viagem pelas zonas seguras e, sobretudo, desfrutar da beleza do México. É aconselhável um seguro de viagem? O nosso seguro IATI Mochileiro é o teu melhor companheiro de aventura. Esta apólice sobre despesas médicas e qualquer lesão simples durante a viagem, ou se tiveres um acidente ao praticar desportos de aventura como mergulho na Playa del Carmen. Também estaremos disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana, caso precises de ser repatriado ou se a tua bagagem for roubada. Algumas dicas para viajar pelo México com segurança: • Vai protegido com um bom seguro de viagem, como o IATI ESTRELA ou IATI Mochileiro. • Não demonstres riqueza. Ainda que seja seguro viajar para o México é importante, como em muitos outros países, não exibir objetos de alto valor, tais como jóias, câmaras, telemóveis, assim como falar muito sobre a sua capacidade económica. • Tenta distribuir o dinheiro e os cartões por várias carteiras ou bolsas. Deixa tudo o que puderes no hotel e leva apenas uma cópia da documentação contigo. • Se sofreres algum incidente, denuncia-o no México e guarda todos os documentos para reclamações futuras. Leva o telefone do Consulado contigo e notifica-os se tiveres algum problema. No site do Ministério poderás encontrar os números do consulado indicados de acordo com a zona onde te encontras. • Se estás a pensar em alugar um carro, tenta viajar durante o dia e não alugues um veículo demasiado chamativo. Deves também tentar estacionar em estacionamentos vigiados durante a noite. • Não leves objetos de valor na bagagem que vai contigo no avião ou enviar para o porão do autocarro. Guarda-os na tua bagagem de mão e mantém-nos à vista. • Tenta levantar dinheiro em multibancos de zonas com videovigilância: bancos, centros comerciais, zonas turísticas com muitas pessoas… • Se fores pagar com cartão de crédito, verifica mais tarde as cobranças feitas. Há casos de clonagem de cartões. • Evita zonas solitárias à noite. • Usa repelentes de insetos e tenta usar camisas de manga comprida e calças compridas ao amanhecer e ao anoitecer, quando os mosquitos picam mais. • Se receberes alguma chamada ameaçadora, desliga o mais rapidamente possível e não forneças qualquer informação. Há alguns anos, houve alguns casos de “sequestros virtuais”. São perigos isolados, contudo nunca é demais saber. • Tenta apanhar táxis nas praças de táxis oficiais. • É seguro viajar para o México em qualquer época do ano, mas, se puderes, tenta evitar a temporada de furacões, que ocorre de julho a novembro, aproximadamente. • Cuidado com a “Vingança de Moctezuma”! Sabemos que queres experimentar todos os alimentos mexicanos possíveis (não te culpamos, a comida é maravilhosa), mas se não estás acostumado a comida picante ou excessivamente picante, poderás ter problemas estomacais. Familiariza-te pouco a pouco com comida picante e, claro, obviamente, não bebas água da torneira. • Quando fores à praia não só é importante ficar de olho nas tuas coisas, como também evitar áreas que sejam muito solitárias se viajares sozinho. • É seguro viajar para o México, mas usa o senso comum. Não é por estares de férias que deves deixar de prestar atenção ao que se passa à tua volta. Então, ficaste com vontade de viajar para o México? Talvez tenhas ficado com curiosidade em conhecer o país, ou prefiras visitar outros países primeiro. De qualquer forma, e concluindo, não arrisques, viaja em segurança com uma das apólices de seguro que oferecemos na IATI Seguros. Na IATI, trabalhamos para que os nossos artigos estejam atualizados e ajustados à realidade. No entanto, deverás sempre verificar estas informações com as fontes oficiais do país, companhia aérea e demais agências de turismo envolvidas na tua viagem.

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Como ir do aeroporto de Berlim para o centro e vice-versa

Como ir do aeroporto de Berlim para o centro e vice-versa

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Berlim é um dos principais destinos da Europa e, com a proliferação de companhias aéreas de baixo custo, é cada vez mais fácil lá chegar. Atualmente, a capital alemã possui dois aeroportos: o Aeroporto de Berlim-Tegel e o Aeroporto de Berlim-Schönefeld. Este último, o de Schönefeld, estava a ser remodelado durante a criação deste artigo, com o objetivo de o ampliar e transformar no aeroporto de Berlim Brandenburg. Após a sua inauguração, uma das ideias que está a ser considerada é o encerramento definitivo do Aeroporto de Berlim-Tegel, mas a decisão ainda não está tomada. Aqui na IATI Seguros, o teu especialista deseguros de viagem, queremos facilitar-te a vida nas tuas escapadelas, por isso vamos explicar como chegar do aeroporto ao centro da cidade de Berlim, independentemente do teu aeroporto de chegada. Como ir do aeroporto de Berlim para o centro Hoje em dia o Aeroporto Tegel é a base das operações da companhia aérea de baixo custo Ryanair. Se voares com outras companhias aéreas, o teu destino provavelmente será o aeroporto de Schönefeld. 1. Como ir do aeroporto de Berlim Schönefeld para o centro de Berlim O Aeroporto Berlim-Schönefeld, que pretende ser o único aeroporto da cidade sob o nome de Berlim Brandemburgo, está localizado a menos de 25 km do centro da cidade. Poderás fazer este percurso em táxi, comboio ou autocarro. 1.1 Como ir do aeroporto de Berlim Schönefeld para o centro de comboio O comboio Airport Express é a melhor maneira de ir do Aeroporto Schönefeld até ao centro de Berlim por um preço económico. Parte a cada 30 minutos e leva cerca de meia hora para chegar à estação central Hauptbahnhof. Para além desta estação central, para também no Zoologisher Garten, Spandau, Friedrichstrasse, Alexanderplatz Karlhost e Ostbahnhof. O bilhete único custa 3,40 euros. Se estás a pensar utilizar o transporte público durante a tua estadia, pode ser interessante comprar um bilhete diário de 3 zonas por € 7,70. Existem outros comboios que vão do Aeroporto Berlim-Schönefeld até ao centro, mas custam o mesmo e, ao parar mais vezes, demoram quase o dobro do tempo a chegar ao teu destino. Por este motivo, recomendamos que optes pelo comboio Airport Express. 1.2 Como ir do aeroporto de Berlim Schönefeld para o centro de autocarro Embora existam várias linhas de autocarro público que vão do Aeroporto de Schönefeld para o centro de Berlim, não são uma opção muito interessante. O preço é muito semelhante ao do comboio Airport Express e a rota é muito mais lenta. 1.3 Como ir do aeroporto de Berlim Schönefeld para o centro de táxi O táxi é uma boa opção se quiseres deslocar-te confortavelmente até ao hotel ou se viajas em grupo, pois poderás reduzir os custos. O preço é geralmente entre 50 e 60 euros, dependendo do trânsito e da área da cidade para a qual queres ir. A viagem do aeroporto de Berlim Schönefeld até ao centro de Berlim utilizando um táxi leva cerca de 30 a 35 minutos. 2. Como ir do Aeroporto de Berlim-Tegel para o centro de Berlim 2.1 Como ir do aeroporto de Berlim Tegel para o centro de autocarro A maneira mais popular de ir do aeroporto de Berlim Tegel para o centro é a bordo de um autocarro. O JetExpressBus TXL é o que oferece um melhor equilíbrio de qualidade e preço. O custo desta viagem é de 2,80€ e em cerca de 35 minutos, dependendo do trânsito, deixar-te-á na Estação Alexanderplatz. Parte a cada 10/20 minutos entre as 04:50h e as 23:00h. Se, em vez de ir para o centro, fores para outros pontos mais distantes da cidade, talvez te interessem as linhas 128, 109 e X9. A partir da página oficial, podes verificar as diferentes rotas, preços e horários. 2.2 Como ir do aeroporto de Berlim Tegel para o centro de táxi Dos terminais A, C e E, podes apanhar um táxi do Aeroporto de Berlim-Tegel para o centro da cidade. O custo da corrida é de cerca de 35 euros e demora uns 30 minutos, dependendo sempre do trânsito da cidade. Vês? Nem é assim tão difícil ir dos aeroportos de Berlim para o centro da cidade! Agora já só precisas de encontrar um voo baratopara o aeroporto que mais te convenha e desfrutar da capital alemã! Artigo traduzido por Susana Almeida

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Os 10 lagos mais famosos do mundo

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Lagos de cores estranhas, lagos incrivelmente profundos e até mesmo lagos que estão dentro de um lago. Nesta lista apresentamos os 10 lagos mais famosos do mundo, graças às suas incríveis características. Faz as malas, equipa-te com um bom seguro de viagem que te cubra nesta aventura e sai para desfrutar destes lugares únicos. Os 10 lagos mais famosos do mundo Lago Ness Quem nunca ouviu falar do Loch Ness, na Escócia, e de Nessy, o seu monstro particular, na forma de uma criatura aquática. Desde Fort Augustus até Inverness, vale a pena percorrê-lo parando nas dezenas de castelos e aldeias encantadoras. Lago Malawi Este lago do Grande Vale do Rift africano é uma delícia de águas cristalinas para os amantes da fauna e flora aquáticas, e nele convivem cerca de 600 espécies diferentes de peixes endémicos; muitos deles apresentam características de rápida evolução, o que faz com que o seu estudo seja muito interessante para a comunidade científica. Lago Titicaca O Lago Titicaca está localizado entre o Peru e a Bolívia. É conhecido por ser o lago navegável mais alto do mundo, mas também tem muitas outras peculiaridades. O lado boliviano tem as Ilhas da Lua e do Sol (a maior neste vasto lago) e na sua parte peruana podes passear pelas Ilhas dos Uros, que são literalmente ilhas flutuantes de totora (um material semelhante ao junco). É claramente uma experiência muito peculiar. Lago McDonald o Lago das Mil Cores. Lagoa Vermelha Esta lagoa chilena atinge temperaturas de até cinquenta graus em alguns pontos e as suas águas são, como se pode deduzir pelo nome, de cor avermelhada. Acredita-se que essa tonalidade possa ser atribuída às pedras ou às algas localizadas nos seus pontos mais profundos. Os locais dão-lhe rasgos femininos e desempenha um papel importante nas lendas e superstições da área. Lago Vitoria é o segundo maior lago de água doce do mundo e a principal fonte do rio Nilo, recebendo este nome porque o seu descobridor era um explorador britânico que queria homenagear a sua rainha. Lago Taal Este curioso lago está localizado nas Filipinas, e a sua principal característica é o vulcão com o mesmo nome encontrado na sua parte central. Ao mesmo tempo, dentro da cratera do vulcão podemos ver outro lago, por isso pode dizer-se que é um lago dentro de outro lago. Como se não fosse curioso o suficiente, dentro desse lago há outra ilha vulcânica chamada Point com outro lago no seu interior. Lago Baikal lago mais profundo do mundo e a sua capacidade vai-te deixar de boca aberta. Contém 20% de toda a água doce da Terra! Estima-se que, se as suas águas dessem de beber a toda a população do planeta, poderia fornecer água durante 40 anos. Está rodeado por um espetacular ambiente montanhoso e foi declarado Património Mundial pela UNESCO em 1996. Lago Hillier As águas deste lago localizadas na Austrália e rodeadas por exuberantes eucaliptos são completamente rosa. Isto acontece porque, dada a sua alta salinidade, poucas espécies sobrevivem nesta água, embora existam várias bactérias ricas em betacarotenos (como as cenouras) e outras que absorvem a luz realizando uma espécie de fotossíntese. Ambas são responsáveis ​​pela cor do lago, cuja água é perfeitamente potável. Lagos de Plitvice intermináveis cascatas ​​e, com alguma sorte, ver algum urso polar. Qual destes 10 lagos mais famosos do mundo te parece mais bonito? Artigo traduzido por Susana Almeida

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A cobertura da bagagem no seguro de viagem

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A cobertura de roubos e danos à bagagem é uma cobertura que pode gerar alguma confusão, pois tem algumas restrições que o assegurado pode não conhecer, apesar de estarem bem detalhadas nas apólices. Estas restrições fazem com que alguns clientes que usam esta garantia fiquem insatisfeitos e com o sentimento de não terem recebido toda a compensação a que tinham direito pela cobertura da bagagem contratada. Quais são as limitações gerais desta garantia? Independentemente de se tratar de uma reclamação por roubo ou perda por parte da empresa de transporte, deve ser tido em conta o seguinte: – Não é qualquer tipo de bagagem que está coberta, visto que há certo objetos de valor que são excluídos desde o início. É necessário então ver o que cada empresa considera como objetos valiosos e quais estão excluídos. Normalmente são excluídas joias, dinheiro, obras de arte e, em alguns casos, o material de computador. Dentro das apólices estão incluídos o material fotográfico e de vídeo. – Geralmente, os objetos de valor estão cobertos até um 50% do montante assegurado, ou seja, se a cobertura de bagagem for de 1.000€, a empresa pagará um máximo de 500€, dependendo das faturas apresentadas pelos objetos de valor. – Para que as empresas paguem os objetos roubados ou perdidos pela transportadora, devem ser apresentados os originais das faturas da compra dos objetos reivindicados. O roubo Normalmente, esta cobertura cobre o roubo de bagagem até o limite contratado, mas há certos requisitos que devem ser levados em conta: – Para que o roubo seja coberto, deve ser roubado com violência ou intimidação, já que os furtos são sempre excluídos. Isso significa que se estiveres a almoçar num restaurante e tua mochila for roubada sem te aperceberes, isso é considerado furto e não está coberto. – Além disso, e para verificar que foi de facto um roubo, as companhias solicitam uma cópia do relatório das autoridades competentes. Sem denúncia não há reembolso. Danos ou perda definitiva da bagagem causada pela transportadora Como no caso de roubo, é preciso ter em conta alguns pontos: – A indemnização por este conceito te carácter complementar à recebida pela companhia, ou seja, se for necessário reembolsar 1000€ e a transportadora já tiver reembolsado 300€, a seguradora reembolsa o restante até ao valor dos objetos reivindicados. – Como no caso de roubo, é pedido o relatório da polícia, nos casos de danos ou perdas no meio de transporte, é essencial apresentar a reclamação feita à empresa de transporte. Todos os seguros de viagem da IATI incluem cobertura de bagagem, e cada um deles tem as suas limitações detalhadas nas condições gerais da apólice, que podem ser lidas e descarregadas no nosso site. Se continuas com dúvidas relacionadas com os seguros de viagem dos cartões VISA, lê o post que preparamos para ti sobre este tema! Artigo traduzido por Susana Almeida

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Roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul

Roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul

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Poderias organizar 15 viagens à África do Sul e todas elas seriam diferentes. O país africano tem atrações para todos os gostos e, embora as principais estejam relacionadas com os animais, ficarás surpreso com a quantidade de lugares e coisas que há para ver e fazer na África do Sul. Mesmo assim, na IATI Seguros, a referência para seguros médicos internacionais, propusemo-nos fazer um roteiro perfeito que combine visitas culturais, paisagens de cortar a respiração e, é claro, a observação de animais que meteu o país no circuito dos melhores lugares para fazer safaris. Continua a ler e descobre o roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul que fará com que te apaixones pelo continente. Antes de começares a planear o teu itinerário de viagem para a África do Sul, queremos explicar algumas particularidades do país que deves ter em mente antes de lá chegares. Embora 15 dias seja tempo suficiente para aproveitar a viagem, deves considerar que a África do Sul é um país razoavelmente grande e que deves optar por 2 ou 3 zonas de interesse no momento da decisão. Existem várias companhias aéreas de baixo custo que cobrem as rotas mais populares (como Joanesburgo – Cidade do Cabo ou Cidade do Cabo – Durban), mas se quiseres cobrir mais zonas, talvez seja interessante considerar a possibilidade de alugar um carro. Embora existam autocarros que vão para as cidades mais importantes (alguns deles até são hop on hop off, como o Bazbus), se são dois ou mais viajantes, é muito melhor, tanto pelo conforto como pelo preço, alugar um veículo. Seguindo essa premissa, criamos uma rota que inclui um carro alugado. Como a natureza é imprevisível, outro aspeto a considerar ao planear um itinerário de viagem de 15 dias pela África do Sul é a altura do ano. Por exemplo, se realmente queres ver baleias em Hermanus, é melhor visitares a zona entre julho e novembro. No entanto, de abril a dezembro é quando tens mais chances de ver o grande tubarão branco em Gaansbai. Portanto, consulta todos estes fatores com antecedência para decidir que lugares visitar. Além disso, deves considerar que o clima na África do Sul é totalmente diferente do de Portugal. Assim sendo, durante os meses de verão português, na África do Sul é inverno e vice-versa. As temperaturas médias em ambas as estações não são muito extremas, mas variam bastante. Sem mais delongas, hoje queremos ajudar-te a preparar o teu itinerário de viagem pela África do Sul em 15 dias. Itinerário de viagem para a África do Sul Dia 1: Chegada a Joanesburgo A imensa Joanesburgo não é a cidade mais acolhedora para começar uma viagem pela África do Sul, mas é muito provável que os teus voos aterrem neste aeroporto. Pega no carro que alugaste e prepara-te para começar a aventura. Recomendamos que aproveites este dia com tranquilidade e faças um tour pelos lugares mais visitados nesta cidade: Constitution Hill, Carlton Centre, Museu do Apartheid e Soweto. Joburg não é a cidade mais bonita do itinerário pela África do Sul, mas dar-te-á uma dose de cultura do país que fará com que entendas o resto da tua viagem. Dia 2: Blyde River Canyon e chegada ao Parque Nacional de Kruger Podes dedicar este dia a descobrir as diferentes paisagens que parecem ter sido roubadas a um recanto qualquer da costa oeste dos Estados Unidos. O Blyde River Canyon é simplesmente espetacular e é uma ótima paragem em qualquer viagem à África do Sul, que inclui o Parque de Kruger. As duas principais atrações do parque são os Three Rondavels e os Bourke’s Luck Potholes. Além disso, muito perto da chamada Rota Panorama, está a God’s Window (“Janela de Deus”), um impressionante miradouro em direção aos desfiladeiros, cascatas e outras formações. Dias 3, 4 e 5: Parque Nacional Kruger Fazer um roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul (ou até menos tempo) sem incluir este parque nacional seria um verdadeiro pecado. O Kruger é um dos melhores parques de África, um dos mais bem cuidados e com maior fauna do continente. Nele terás a chance de ver os Big Five (elefante, rinoceronte, leão, búfalo e leopardo) em absoluta liberdade e, melhor de tudo, utilizando o teu próprio carro! Sim, leste bem, podes conduzir pelo parque e seres tu próprio a descobrir os animais. No parque existem vários acampamentos onde poderás dormir em barracas ou bungalows. Tenta reservar com bastante tempo, porque os sítios esgotam com meses de antecedência. No site dos South African National Parks encontrarás todas as informações. Para um itinerário de 15 dias pela África do Sul, recomendamos que fiques nos acampamentos Skukuza, Lower Sabie e Crocodrile Brige. Neles poderás também contratar excursões com guardas florestais. Dia 6: Essuatíni Se amas os animais e queres aproveitar a tua viagem à África do Sul para ver o máximo possível de animais em liberdade, podes viajar até à Essuatíni depois de teres passado pelo Kruger. Um dia é o suficiente para conhecer o Parque Nacional Royal Hlane, um belo parque onde poderás ver muita vida selvagem e ficar numa das casas típicas do país, os rondavels. Dias 7 e 8: Santa Lúcia Acorda cedo e, depois de um game drive (as visitas guiadas com guardas florestais são conhecidas por este nome) por Hlane, atravessa a fronteira novamente para entrar na África do Sul. Chegarás por volta do meio-dia a Santa Lucia, um dos portões de entrada do Parque de iSimangaliso. Aproveita a oportunidade para percorrer os estuários do parque ao entardecer e cumprimentar os magníficos hipopótamos. No dia seguinte, poderás conhecer um pouco mais do parque e até tentar mergulhar no Oceano Índico. iSimangaliso é um dos lugares essenciais numa viagem de 15 dias à África do Sul. Dia 9: Voo Durban – Cidade do Cabo Prepara-te para deixar o carro no aeroporto de Durban e partir para a Cidade do Cabo de avião. Aqui começa a tua jornada na cidade mais impressionante da África do Sul. Quando chegares, pode alugar outro carro e, se tiveres tempo, ainda podes dar uma volta pelo Bo-Kaap, um dos bairros mais coloridos do mundo. Dias 10 e 11: Cidade do Cabo e arredores Recomendamos que dediques estes dois dias completos do teu itinerário de viagem à África do Sul à Cidade do Cabo. Podes participar num dos free tours que há pela cidade para conheceres o centro (só tens de dar uma gorjeta no final do roteiro) ou poderá também visitar a Ilha Robben, a prisão de Mandela e o Museu do Distrito Seis. Não deixes de ir à Table Mountain e à Península do Cabo até chegares ao Cabo da Boa Esperança numa estrada panorâmica que passa por lugares como Camps Bay Beach, Hout Bay ou Chapman’s Peak. Se és um apaixonado pelo mundo do vinho, vai até Franschhoek, uma das cidades vinícolas mais importantes da região, e visita uma adega. Dias 12 e 13: Hermanus Hora de ir para o leste! Conduz até Hermanus parando em Betty’s Bay ou Stony Point, onde uma grande colónia de pinguins africanos estará à tua espera. Quando chegares a Hermanus, dá um passeio pela Cliff Path, onde poderás assistir ao pôr-do-sol e tentar ver alguma baleia no horizonte. No dia 13 do teu itinerário de viagem pela África do Sul em 15 dias, poderás aproveitar a cidade costeira e ver se alguma empresa local faz um passeio para ver as baleias. Além disso, também podes ir com o teu próprio caiaque, se te atreves a tentar a sorte desta forma. Dia 14: Gaansbai Certamente já ouviste falar em mergulhar com tubarões brancos, correto? A África do Sul é o país mais conhecido para realizar esta atividade, e em Gaansbai existem dezenas de empresas que fazem esse tipo de passeios. Não te preocupes se não tens licença de mergulho, o que vais fazer não é tecnicamente mergulho, mas sim entrar na água numa gaiola que está apenas parcialmente submersa. Tenta encontrar uma empresa que atue com diligência e que reverta parte do dinheiro ganho em projetos de conservação. Em Gaansbai, não percas a oportunidade de ver o oceano na zona de De Kelders, onde também terás muitas oportunidades de avistar baleias no seu habitat natural. Dia 15: Regresso à Cidade do Cabo e volta a casa É hora de terminar esta fascinante viagem à África do Sul… certamente contarás com muitas memórias fascinantes. Se o teu voo de volta para casa partir da Cidade do Cabo, neste dia podes aproveitar para desfrutar de algumas das praias vizinhas ou para conhecer mais sobre a área de Stellenbosch, famosa pelos seus vinhos. No caso de o teu voo de regresso sair de Joanesburgo, vais precisar de apanhar um voo para esta cidade. Esperamos que este roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul sirva para te dar uma ideia de tudo o que pode fazer na tua próxima aventura! Lembra-te que uma das chaves para que tudo corra bem é viajar com segurança utilizando alguma das apólices de seguro de saúde internacional que a IATI Seguros oferece. Além disso, temos seguros que contam com a opção de te proteger em desportos de aventura, um aspeto que deves considerar na sua viagem à África do Sul. Artigo traduzido por Susana Almeida

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É seguro viajar para o Brasil? 2025

É seguro viajar para o Brasil? 2025

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É seguro viajar para o Brasil? De certeza que já te fizeste esta pergunta mais do que uma vez. Hoje, no blog da IATI, redigido por especialistas em seguros de assistência em viagem, tentaremos responder a esta pergunta. Não é fora do comum ver notícias relacionadas com a insegurança neste país sul-americano, mas será tudo como se diz por aí? Vamos dar-te toda a informação necessária para poderes contratar o melhor seguro tua viagem para o Brasil. Vamos falar-te sobre a cobertura de que necessitas no país para que possas aproveitar ao máximo esta aventura, com toda a segurança. Mas então… É seguro viajar para o Brasil? Se queres conhecer lugares tão fascinantes como os paraísos naturais da Cataratas do Iguaçu ou dos Lençóis Maranhenses, perderes-te no encanto de enormes cidades como o Rio de Janeiro, das coloniais Salvador da Bahia e Paraty, ou simplesmente desfrutar das praias de lugares como a Ilha Grande ou Pipa, continua a ler e viaja para o Brasil com todas as informações necessárias. Na IATI Seguros mostrar-te-emos tudo o que precisas de saber para avaliar se é seguro viajar para o Brasil e se seria um país no qual te sentirias à vontade para viajar. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal? O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, na sua secção dedicada ao Brasil, diz que “É recomendável viajar com cautela e abster-se de o fazer em certas áreas facilmente identificáveis”. Na seção “segurança”, indica as áreas de risco (que devem ser evitadas) e as áreas de risco médio. Assim sendo, o Ministério não recomenda visitar (mesmo em excursão organizada) nenhuma das favelas de qualquer cidade, principalmente as do Rio de Janeiro, Salvador da Bahia, São Paulo e Brasília. Além disso, na secção de Informações Estaduais, detalha cuidadosamente cada um dos Estados do Brasil e as precauções que devem ser tomadas nas suas cidades, assim como as condições de segurança. Especialmente marcante são os parágrafos dedicados ao Rio de Janeiro, onde são indicadas todas e qualquer uma das precauções que os viajantes devem ter. Em geral, fala-se de roubos e assaltos com violência, roubos por esticão, em transportes públicos e nas praias. Muitos deles são perpetrados por menores. No caso das zonas mais turísticas como as praias dos arredores de Salvador e do Nordeste brasileiro indica que não se deve ostentar peças de valor, evitar zonas periféricas, sair à noite e não viajar sozinho pelos parques naturais e praias. Além disso, quando se trata de aprofundar se é seguro viajar para o Brasil, o Ministério indica que nas praias de Recife foram registados alguns ataques de tubarão. Na secção relacionada com a saúde no momento de viajar com segurança para o Brasil, as autoridades indicam que é aconselhável fazer um seguro de viagem“com cobertura suficiente no Brasil” que inclua hospitalização, intervenções cirúrgicas e repatriação. Há casos de dengue, chikungunya, H1N1 e zika, especialmente na região do Nordeste. Não te esqueças de te vacinares contra a febre amarela e levar comprimidos para combater a malária, caso vás viajar para áreas de risco. Verifica com o teu médico antes de iniciar a viagem ao Brasil e viaja com segurança. Quais as considerações que devo ter então para viajar para o Brasil? Como já referimos, o Ministério dos Negócios Estrangeiros aconselha a contratação de um seguro de saúde para o Brasil. Um seguro que garanta alta cobertura para ser tratado em centros de qualidade. Com a situação pandémica atual ainda torna mais imperativo ter um seguro de viagem. Desta maneira, a tua melhor escolha para esta aventura é o nosso seguroIATI Estrela. Este seguro dá-te as melhores coberturas médicas. Também está incluído no teu seguro, uma cobertura para desportos de aventura, para roubos/danos de bagagem, opção de cancelamento e repatriação garantida. Que outras vantagens tem o seguro IATI Estrela? • Atendimento no teu idioma 24 horas e gratuito; • Ampla cobertura de assistência médica no Brasil; • Coberturas para desportos radicais; • Sem necessidade de adiantamento de dinheiro, para receber assistência médica; • Sem franquias, sempre; • 100% das despesas de repatriação; • Perda de bagagem e/ou roubo incluídos; • Opção de cancelamento – cancelamento da tua viagem para o Brasil; Ainda com dúvidas que o IATI Estrela é a escolha certa para viajares em segurança para o Brasil? Posso então viajar tranquilamente pelo Brasil? Temos a certeza que encontrarás testemunhos de todos os tipos em blogs e redes sociais sobre a segurança no Brasil. No entanto, deves ter em mente que viajar para o Brasil não é o mesmo que viajar pela a Europa ou para os países asiáticos. A taxa de criminalidade é alta e acontecem coisas como assaltos à mão armada, balas perdidas ou os conhecidos arrastões (onde um grupo de pessoas cria confusão na praia e roubam em grande escala), que em outros países são apenas casos isolados. Também podemos dizer-te que é seguro viajar para o Brasil, mas tomando precauções. As chances de que alguma coisa séria te aconteça enquanto viajas pelo país do samba são poucas, mas podes testemunhar algum roubo ou assalto e dever ser mais cauteloso do que se estivesses a viajar por outro lugar. Temos a certeza de que os brasileiros vão conquistar o teu coração, porque são pessoas simpáticas e gentis, e que as atrações do país são tão impressionantes que com certeza no final vais querer voltar. No entanto, não sejas imprudente e lê os conselhos que deves seguir e que deixamos abaixo. Encorajamos-te a avaliar todos os fatores, planear a tua viagem por zonas onde te sintas seguro e, acima de tudo, aproveitar o charme do Brasil. É provável que ao voltar para casa sintas muitas saudades de tudo o que viste e viveste… Algumas dicas para viajar pelo Brasil com segurança: • Contrata um bom seguro de viagem como o IATI Estrela. Se vais praticar algum desporto arriscado (no Brasil não faltam propostas para todos os gostos), procura uma apólice que também te cubra nesses casos. • Apanha sempre táxis oficiais ao sair do aeroporto. O Uber também funciona perfeitamente e é uma alternativa boa e segura para viajar pelo Brasil. • É seguro viajar para o Brasil, mas não leves objetos que chamem a atenção e tenta não usar durante muito tempo o teu telemóvel na rua, especialmente em áreas urbanas com alta concentração de pessoas. Se tiveres uma máquina fotográfica, usa uma bolsa antiga e que não pareça que estás a transportar material fotográfico. • Tenta vestir-te como um brasileiro. É a tua vez de andar de Havaianas o dia todo! • Antes de saíres para explorar pede recomendações de segurança na receção do hotel, de certeza que te vão dizer alguma coisa. Além disso, há um mapa de roubos no site Onde fui roubado em que podes ver em que zonas da cidade ocorreram crime recentemente. Está em Português e é muito fácil de usar. • Não sejas paranóico. No Brasil, acontecem algumas coisas, mas é um país tão imenso e habitado por milhões de pessoas que nada têm a ver com violência. Não baixes a guarda, mas também não vás viajar paranóico! • Tem cuidado ao usar o teu cartão de crédito, pois há um aumento nos casos de clonagem de cartões. É melhor utilizar os multibancos dentro dos bancos e evitar ser gravado enquanto inseres o código secreto do cartão. • Leva uma fotocópia do teu passaporte sempre contigo e deixa o original num local seguro. Distribui o dinheiro e os cartões entre várias carteiras ou bolsos. Na “carteira principal” leva os cartões antigos e pouco dinheiro. No segundo porta-moedas, mais escondido, leva o resto. • Não leves muito dinheiro contigo, anda apenas com o necessário para o dia. • Talvez estejas acostumado a pendurar a carteira ou mochila na cadeira quando estás sentado num bar ou restaurante. No entanto, uma das recomendações para viajar em segurança para o Brasil é que as coloque no teu colo. Roubos ou esticões são frequentes se as deixar na cadeira ou no chão. • Evita as zonas solitárias à noite. No Rio de Janeiro, tenta usar o metro e caminhar à noite nos horários de maior movimento. • Evita concentrações de pessoas e manifestações políticas, às vezes eles tornam-se um pouco violentas. • É aconselhável usar repelentes de insetos. Nas áreas de vegetação mais alta, tenta usar camisas de manga comprida e calças compridas ao amanhecer e ao anoitecer. • Faz o câmbio de moeda nos lugares oficiais. Assim, o risco de fraude será menor. • No caso de sofreres um assalto, não mostres violência, mesmo que sejas assaltado por uma criança, porque pode estar armada. Faz uma queixa na polícia e guarda todos os documentos para poderes reclamar. No site do Ministério podes encontrar os números do consulado e da embaixada para que possas entrar em contato com eles. • Evite usar bolsas grandes e chamativas. • Não te ponhas em modo turista a consultar um mapa gigante no meio da rua. É melhor consultares o que precisas no telemóvel, ou entrar numa loja para o fazeres. • Use apenas transporte oficial e, no caso de apanhares táxis, só deves usar os oficiais, das empresas ou hotéis. É melhor telefonar para reservar. • Se fores a um bar, especialmente à noite, não deixes as bebidas sem supervisão. • Evita visitar praias e parques naturais sozinho. • Quando for hora de ir à praia, fica de olho nas tuas coisas se quiseres ir tomar um banho. • Evita beber água da torneira e tenta desinfetar a fruta e os legumes antes de comer. • Respeita a lei brasileira. O Ministério é enfático nesse sentido, e ressalta que, mesmo que sejas estrangeiro, essa lei será aplicada e terás que cumprir a sentença no Brasil, onde os centros penitenciários não têm boas condições. • Não bebas nada no caso de teres de conduzir. A taxa de álcool permitida é de 0,0. • Tenta não conduzir à noite fora das cidades. As estradas, por vezes, não estão no melhor estado nem são bem iluminadas. Muita atenção nos semáforos, onde costumam acontecer assaltos enquanto estás parado. Joga pelo seguro e viaja com as janelas fechadas. • É seguro viajar para o Brasil, mas não deixes o bom senso em casa. Age sempre com cabeça e terás menos probabilidades de ter um problema. Tens a certeza de que queres viajar para o Brasil? Põe em prática os conselhos que te damos e lembra-te de viajar com segurança com qualquer uma das apólices que oferecemos na IATI Seguros. Artigo traduzido por Susana Almeida

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10 visitas imprescindíveis na Holanda

10 visitas imprescindíveis na Holanda

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Estás a planear a tua viagem para a Holanda e ainda não tens ideia dos lugares que queres visitar? Neste artigo irás encontrar as 10 visitas imprescindíveis para fazeres na Holanda. Não te preocupes porque temos muitas propostas para escolheres. Como sabes, a Holanda é o país cor de laranja, com túlipas, canais, casas inclinadas, queijo, moinhos de vento, Van Gogh… Sim, tudo isto e muito mais espera por ti na Holanda. Faz já o teu seguro de viagem internacionale vem connosco! 10 visitas imprescindíveis na Holanda Visita Amesterdão Em primeiro lugar, recomendamos uma visita a esta belíssima cidade, embora de certeza que ela já faz parte dos teus planos. Dedicar dois ou três dias à cidade é algo mais do que recomendado, já que tem muito para ver. Esta é a primeira das 10 visitas imprescindíveis que não podes perder na Holanda. Não percas: • O Museu Van Gogh: imperdível para os amantes da pintura. • A Casa de Anne Frank: para aprendermos com os erros. • O mercado das tulipas: para perceberes que as tulipas não são um mito e que, de fato, os holandeses as adoram. • O Museu da Ciência Nemo:Uma obra maravilhosa de Renzo Piano. • Dar um passeio pela zona dos canais e tentar descobrir se a famosa frase é verdadeira: “Os canais de Amsterdão têm 3 metros de altura: um de água, outro de objetos vários e outro de bicicletas.” é realmente verdadeira. Entretanto, se quiseres saber mais sítios interessantes para visitar perto de Amesterdão lê esteartigo. Entre moinhos em Kinderdijk Estes 19 chamativos e icónicos moinhos estão localizados em Zuid Holland e foram declarados Património da Humanidade. O que noutros tempos serviu para drenar água, hoje em dia é um lugar perfeito para fazer um passeio de bicicleta ou uma caminhada. Portanto, não importa a época do ano na qual viajes para a Holanda, a visita é mais do que recomendável, porque toda a paisagem ao redor dos moinhos muda de cor e de atmosfera. Hertogenbosch Um dos segredos melhor guardados da Holanda é esta pequena cidade, conhecida entre os habitantes locais como Den Bosch. Aproveita a oportunidade para visitar os seus pequenos canais, as suas pontes e desfruta da arquitetura da cidade. E se fores no inverno não podes deixar de provar alguma das suas encantadoras chocolatarias. São uma delícia! Den Haag (Haia) Embora para muitos Haia seja um destino dispensável numa visita à Holanda, a verdade é que há uma razão bastante importante para visitares esta cidade: visitar o Museu de Escher. Se este nome não te diz nada, de certeza que o reconhecerás pelas suas geometrias impossíveis, as séries de fractais ou o videoclipe de David Bowie, Labirinto, inspirado numa de suas pinturas com maior renome. Um génio que deixou um museu onde poderás desfrutar como uma criança. Utrecht Outra cidade que faz parte dos 10 locais a visitar na Holanda é Utrecht. Apesar de se dizer que o povo de Utrecht anda sempre de cabeça alta enquanto caminha, o certo é que Utrecht é uma cidade perfeita para investir um dia da tua viagem. As casas inclinadas são das mais chamativas da Holanda e os canais estão muito bem cuidados. Não percas esta cidade se adoras tirar fotos! Monnickendam – Marken – Volendam – Edam Este quadrilátero de aldeias do norte da província de Nord Holland é uma aproximação muito pitoresca e agradável à vida rural holandesa. Casas de madeira (e de contos de fadas), pequenos moinhos, vistas para o mar e, claro, queijo e mais queijo. Queres conhecer uma curiosidade sobre cada aldeia? • Monnickendam: Deve o seu nome ao fato de ter sido fundada por monges (monks). • Marken: A partir desta antiga ilha podes caminhar sobre o mar congelado durante o inverno. • Volendam: Esta aldeia famosa por seus barcos antigos e foi o cenário, em 2014, de um filme indiano. • Edam: O queijo daqui é comido muitas vezes com frutas como pêssego ou cerejas. Nham nham! Afsluitdijk A norte do North Holland encontramos este impressionante dique com mais de 30 quilómetros de comprimento que… te desafiamos a pronunciar o nome! As vistas do centro do dique são impressionantes, sobretudo se fores durante o inverno, onde poderás ver o lago congelado interior de um lado e o mar do outro. Além disso, o frio e o vento que ali se sentem são uma experiência inesquecível, isso sim, não adequada para queixinhas. Gouda Embora todos nós a chamemos de Gouda, temos que te revelar que a maneira correta de pronunciar o nome dessa cidade é Rauda. Só assim conseguirás que um holandês te dê indicações para lá chegares. Famosa pelos seus queijos e pelas camponesas com aparência saudável e bochechas rosadas, Gouda é também uma cidade muito bonita para ser visitada durante um dia. A praça do mercado e a Câmara Municipal são imperdíveis. E, claro, para além de experimentares os queijos, tens que experimentar os stroopwafels, bolachinhas obrigatórias numa viagem pela Holanda. Maastricht Outra visita que tens de fazer é à jóia do sul da Holanda. Uma cidade divertida, ousada e muito famosa dentro do país na época do Carnaval, onde as comparsas com crianças e adultos saem às ruas (e bares) desde de manhã cedo até de madrugada. Se viajares fora da altura do Carnaval, Maastricht também é visitável, porque depois de Amsterdão é a cidade que conta com o maior número de monumentos catalogados como Património Nacional. Jardim de Keukenhof Por último, como não poderia deixar de ser, uma visita à Holanda não estaria completa sem um passeio pelos infinitos campos de tulipas. É claro que, apesar de o Keukenhof ser bonito em qualquer altura do ano, as tulipas florescem entre o final de março e o final de maio, por isso não fiques desanimado se o decidires visitar noutras datas. Concluindo, claro que a Holanda não são apenas estas 10 visitas imprescindíveis, é muito mais do que isto. É um país pequeno, onde cada passo é uma experiência única. Gostes ou não do laranja, quando será a tua viagem? Artigo traduzido por Susana Almeida

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Vacinas para viajar ao Sudeste Asiático

Vacinas para viajar ao Sudeste Asiático

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Estás a preparar essa grande viagem pela qual esperaste tanto tempo. Tens os voos, a mala praticamente feita, compraste o guia e já tens o melhor seguro de viagens para estar coberto em caso de problemas. Mas, de repente, és assaltado por uma nova dúvida. Tenho de tomar alguma vacina para viajar pelo Sudeste Asiático? Quais? São obrigatórias? Hoje vamos responder a todas as tuas perguntas para que saibas quais são as vacinas necessárias para viajar ao Sudeste asiático. Que vacinas preciso para viajar pelo Sudeste asiático? Para te facilitar a vida, deixamos aqui uma lista das vacinas necessárias para os países mais visitados e, de seguida, falaremos um pouco sobre cada uma delas. Relembramos que esta informação é para ser utilizada como um guia para preparar a tua viagem, mas a última palavra sobre a tua saúde deve ser sempre a do teu médico. Utiliza esta página para saber quais as vacinas que precisas, mas tem em conta que, dependendo do teu historial, poderão recomendar-te algumas variações no teu centro de vacinação. Vacinas para viajar para a Tailândia – Vacinas obrigatórias para viajar à Tailândia: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar à Tailândia: Hepatite B, Febre tifoide, Tétano/Difteria e VASPR. No caso de estadias longas, também a da Hepatite A, que se contagia através do sangue ou por transmissão sexual. Vacinas para viajar pelo Camboja – Vacinas obrigatórias para viajar ao Camboja: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar ao Camboja: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite japonesa, VASPR. Vacinas para viajar pelo Laos – Vacinas obrigatórias para viajar ao Laos: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar ao Laos: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite japonesa e Meningite. Vacinas para viajar pelo Myanmar – Vacinas obrigatórias para viajar ao Myanmar: No caso de ter estado num país com risco de contágio de Febre Amarela, esta vacina será necessária. – Vacinas recomendadas para viajar ao Myanmar: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa e Meningite. Vacinas para viajar pela Indonésia – Vacinas obrigatórias para viajar à Indonésia: No caso de ter estado num país com risco de contágio de Febre Amarela, esta vacina será necessária. – Vacinas recomendadas para viajar à Indonésia: Hepatite A, Hepatite B, Tétano/Difteria, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Gripe. Vacinas para viajar pela Malásia – Vacinas obrigatórias para viajar à Malásia: No caso de ter estado num país com risco de contágio de Febre Amarela, esta vacina será necessária. – Vacinas recomendadas para viajar à Malásia: Hepatite A, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Febre Tifoide e Raiva. Vacinas para viajar pelas Filipinas – Vacinas obrigatórias para viajar pelas Filipinas: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar pelas Filipinas: VASPR, Febre Tifoide, Poliomielite, Encefalite Japonesa, Raiva, Cólera, Hepatite A, Hepatite B e Tétano/Difteria. Vacinas para viajar pelo Vietname – Vacinas obrigatórias para viajar ao Vietname: Febre amarela, no caso de ter estado nos últimos 12 meses num país com risco de contágio. – Vacinas recomendadas para viajar ao Vietname: Hepatite A, Febre tifoide, Tétano/Difteria, Raiva, Cólera, Hepatite B, Encefalite Japonesa, Meningite e VASPR Informação sobre as vacinas mais comuns necessárias para viajar pelo Sudeste Asiático Cólera – Esta vacina só costuma ser recomendada se pensas viajar para zonas, sobretudo rurais, onde esta doença é endémica. Não costuma ser necessária se só vais visitar os locais mais turísticos. Febre Amarela – Deves ter reparado que, em todos os países que mencionamos nesta lista de vacinas para o Sudeste Asiático, repetimos muitas vezes a Febre Amarela. Mas não, a doença não está presente em nenhum destes países. E é exatamente por isso que é obrigatório tomar esta vacinas, para que a doença não se propague. Deverás tomar a vacina para a Febre Amarela se estiveste nos últimos 12 meses em algum país no qual se possa apanhar esta doença. Consulta esta página para saber que países são. De certeza que ficarás surpreendido por encontrar na lista alguns países como a Argentina. Encefalite Japonesa – Esta doença é contraída através da picadura de um mosquito, muito presente nos pântanos e em zonas como os arrozais. Para além da vacina, é recomendável levar uma boa dose de repelente de insetos. Raiva – É muito comum encontrar cães vadios por todo o Sudeste Asiático e muitos deles costumam ser portadores de Raiva. Também poderás contrair esta doença pela mordida de um macaco. Se vais viajar para países onde provavelmente te encontres com estes animais, não duvides e vacina-te. Hepatite A e B – A grande maioria das pessoas já contam com a vacina da Hepatite B, já que está incluída no calendário de vacinação da grande maioria dos países. A Hepatite A pode ser contraída por via sanguínea e transmissão sexual, ainda que não seja tão comum. A Hepatite B, por sua vez, é contraída através de alimentos ou água em mau estado. Tétano – Também está incluída no plano nacional de vacinação. Contagia-se através de cortes com materiais oxidados. Mais vale prevenir que remediar e estas vacinas podem poupar-te muitas dores de cabeça. Por esse motivo, viajar com seguro médico para o Sudeste Asiático é a garantia perfeita para que, perante qualquer problema, possas ter uma solução rápida e efetiva. O IATI Mochileiroé um dos favoritos de quem decide visita estes países. Oferece-te a melhor cobertura médica, e também cobre atividades como o mergulho e o trekking. E agora que já sabes tudo o que precisas sobre as vacinas obrigatórias para cada um dos diferentes países, porque não dar uma vista de olhos aos nossos artigos sobre o Sudeste Asiático? Artigo traduzido por Susana Almeida

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Nadar com tubarões-baleia nas Filipinas

Nadar com tubarões-baleia nas Filipinas

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Hoje, no blog da IATI, especialista em seguros médicos de viagem, vamos falar sobre uma experiência única: Nadar com tubarões-baleia nas Filipinas. Este é um dos objetivos de muitos viajantes que planeiam visitar este maravilhoso país e é compreensível. Nadar com o maior peixe do mundo (que pode chegar a medir 12 metros de comprimento!) é uma experiência incrível. No entanto, como em qualquer atividade que interage com animais selvagens, vale a pena fazer uma investigação antes de decidir sobre o local onde fazer esta atividade ou a agência a escolher. Nadar com o tubarões-baleia nas Filipinas Ser um turista responsável é uma obrigação num mundo onde já temos acesso a todas as informações na internet. Nem tudo vale para conseguir a selfie perfeita, por isso hoje queremos fazer a nossa parte e falar sobre os melhores e os piores lugares para nadar com o tubarões-baleia nas Filipinas. Oslob (Cebu) Se há um lugar que NÃO recomendamos para nadar com tubarões-baleia nas Filipinas, é Oslob. Embora seja um dos lugares mais acessíveis e mais populares para fazer esta atividade, o que acontece neste lugar é uma verdadeira aberração e não tem nada a ver com o conceito de turismo responsável. Na pequena aldeia de Taw-Awan, a sul de Cebu, os pescadores começaram há alguns anos a alimentar estes animais com uyap (uma mistura de camarões e crustáceos) para os afastar das suas redes. O que começou como uma técnica de pesca, rapidamente se tornou numa atração turística que traz muitas consequências negativas para estes gigantes do mar. Em primeiro lugar, apesar desta mistura não lhes dar os nutrientes necessários para estarem bem alimentados (não devemos esquecer que os tubarões-baleia se alimentam de fitoplâncton ou plâncton), ficam “viciados”. Em vez de migrarem milhares de quilómetros, como fizeram durante milhares de anos, acabam por permanecer na área e todos os dias procuram os barcos que os alimentam com aquela mistura tão pobre. Isto faz com que os se modifiquem padrões migratórios da espécie, que não chega a completar o seu ciclo biológico, podendo também alterar os seus padrões de reprodução. Tudo isto leva, consequentemente, à sua possível extinção. De fato, ficou provado que alguns tubarões-baleia permaneceram em Oslob durante mais de um ano. Em segundo lugar, a alimentação dada pelo homem faz em que os butanding identifiquem a presença de barcos com comida e os comecem a perseguir, com todos os perigos que pode trazer. Aproximar-se dos navios pode magoá-los e alterar o seu padrão de migração. Em terceiro lugar, e embora haja um código de interação para nadar com tubarões-baleia nas Filipinas (nele basicamente é explicado que não te podes aproximar a menos de metro e meio do animal e, obviamente, não lhe podes tocar), não é respeitado Oslob. Sendo o lugar mais visitado das Filipinas para fazer esta atividade, não será difícil de adivinhar quantos danos está a causar a estes animais. De facto, a monitorização que fez a LAMAVE, o Instituto de Investigação de Grandes Animais Marinhos das Filipinas em Oslob demonstrou que em 64 horas foram feitos 1823 contatos físicos. Faz os cálculos, falamos de mais de 29 contatos a cada hora. O estudo da LAMAVE também mostrou que a regra de estar a pelo menos 2 metros de distância não foi cumprida em 97% das vezes. Além do stress que estes animais sofrem por causa dos contatos, os danos colaterais são evidentes. Os tubarões-baleia estão expostos ao contato com bactérias humanas e outros produtos para a pele, como cremes solares. Sem mencionar os golpes que recebem e os cortes que mostram devido ao contato com as hélices dos navios. Então, por favor, se quiseres nadar com o tubarão-baleia nas Filipinas, não vás a Oslob. Nem tudo é válido, não sejas egoísta e respeita estes animais visitando-os noutros sítios onde são respeitados. De seguida, vamos falar sobre alguns deles. Donsol (Luzon) Apoiado pela WWF-Filipinas, o projeto de ecoturismo na pequena cidade de Donsol, a leste de Manila, foi fundado em 1998. Este é um dos melhores lugares para nadar com tubarões-baleia nas Filipinas. No entanto, para poderes desfrutar desta atividade, deves saber que os butandines só aparecem por aqui numa determinada época do ano. De forma natural, e atraídos pela grande quantidade de plâncton e fitoplâncton na baía de Donsol, poderás vê-los a nadar livremente graças às excursões nas bangkas, os barcos tradicionais filipinos, que saem do Donsol Whale Shark Interaction Center. A temporada boa para ver tubarões-baleia em Donsol é entre dezembro e maio aproximadamente, com maior probabilidade nos meses de abril e maio. Depois de um vídeo de apresentação no qual te explicam as regras de interação, sais para águas abertas com o teu barco. Parte da tripulação, sobe a um dos mastros do bangka, e observa o mar com a intenção de encontrar uma mancha negra com pontinhos. Quando te indiquem, saltarás para dentro de água com o guia e serás capaz de ver estes animais livres e sem a necessidade de os alimentar. Não te esqueças de respeitar tudo o que te foi dito antes. Se quiseres nadar com tubarões-baleia em Donsol, para lá chegares o melhor é voar para o Aeroporto de Legazpi saindo de Manila e desde aí apanhar um dos autocarros que vão para Donsol. A viagem dura apenas uma hora e meia. Depois dirige-te ao centro de interação e espera até formar um grupo. Os barcos saem com um máximo de 6 pessoas. Terás que pagar uma taxa de 300 pesos e o valor correspondente ao navio, 3500 pesos entre 6 pessoas. Porto Princesa (Palawan) Se fores viajar para o arquipélago entre abril e novembro, existe a possibilidade de poderes nadar com tubarões-baleia nas Filipinas em Porto Princesa, Palawan. Na baía de Honda foram avistados estes peixes nos últimos anos e a atividade cada vez se torna mais popular, sem chegar a estar massificada, pois esta cidade é pouco visitada por turistas, que vão diretamente para outros lugares como El Nido ou Port Barton. As melhores chances de nadar com tubarões-baleia em Porto Princesa são durante estes meses e, sobretudo, perto dos períodos de lua cheia. O preço da viagem para nadar com os tubarões-baleia em Porto Princesa, nas Filipinas, é de cerca de 1800 pesos por pessoa. Padre Burgos (Leyte) Segundo o Instituto LAMAVE, Padre Burgos é o lugar mais respeitoso onde poderás nadar com tubarões-baleia nas Filipinas. O seu acesso é um pouco mais complicado do que os outros locais, mas vais encontrar um lugar praticamente vazio e visibilidade na água que pode chegar aos 20 metros, muito acima da média em Donsol. A temporada para nadar com tubarões-baleia em Padre Burgos é de novembro até ao final de abril, quando a baía de Sogod se enche de comida para eles. Para chegar até aqui, podes voar até Ormoc ou Tacloban e, desde aí, ir de transporte público até Padre Burgos, algo que pode demorar umas 3 ou 4 horas. Há também conexões para a ilha de Leyte desde Surigao e Cebu, mas essa viagem é ainda mais demorada. O preço da viagem de um dia para nadar com tubarões-baleia em Padre Burgo depende do centro de mergulho que escolheres. Custa cerca de 2800 pesos por pessoa. Gostarias de nadar com tubarões-baleia nas Filipinas? Esperamos ter-te ajudado com estas dicas. Lembra-te que o mais importante é respeitar a natureza, ir a um lugar onde estes seres maravilhosos sejam bem tratados e seguir as regras de segurança. Além disso, viaja em segurança com uma boa apólice de viagens. Dá uma olhadela nas apólices da IATI Seguros e não deixes a tua saúde ao acaso. Artigo traduzido por Susana Almeida

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É seguro viajar para o Peru? 2025

É seguro viajar para o Peru? 2025

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É seguro viajar para o Peru? Hoje, no blog da IATI, especialistas em seguros de viagem internacionais, tentaremos responder a esta pergunta. Este país sul-americano é um dos mais visitados pelos viajantes internacionais que querem conhecer o país onde está situado Machu Picchu. No entanto, talvez estejas preocupado com o problema de segurança. Na IATI, somos conscientes de que esta questão é muito importante na altura de considerar qual será a tua próxima viagem, por isso queremos dar-te todas as informações para que possas conhecer todos os fatores e poderes avaliar se é seguro ou não viajar para o Peru. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal? O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal indica, na sua página sobre o Peru, o seguinte: ” Recomenda-se que deslocações longas pelo interior do país sejam feitas via aérea e não em autocarro ou automóvel“, para além de desaconselhar as viagens à zona sul do país devido ao elevado risco sísmico. Na seção correspondente à “segurança” indica que são áreas de risco (e, consequentemente, devem ser evitadas) os vales dos rios Apurimaque, Ene e Mantaro (VRAEM). Esta é uma área afetada pelo tráfico de drogas, mas está fora de qualquer um dos circuitos turísticos normais do país. Também não é aconselhável ir para a área de Vilcabamba (departamento de Cuzco), para as cidades de Yanama, Maizal, Abra de Choquetacarpo e áreas próximas, dada a presença de elementos da organização terrorista Sendero Luminoso. O Ministério diz que os centros históricos de Lima, Cuzco, Arequipa, Trujillo e Chiclayo e as áreas mais movimentadas do país, como mercados ou estações, fazem parte das zonas de risco médio. Explicam que, nestes casos, também devem ser tomadas algumas precauções, já que os roubos e os furtos são bastante comuns. Quando se fala se é seguro viajar pelo Peru, também se fala de alguns perigos que podem ocorrer no país, como inundações ou deslizamentos de terra devido ao fenómeno El Niño Costero, problemas com embarcações na região amazónica ou acidentes em desportos de alto risco. Não podemos também esquecer que no Peru há dengue, febre amarela e malária, especialmente nas áreas mais húmidas. Em relação à saúde, o Ministério diz: ” Em Lima existem boas clínicas e hospitais privados. O sistema público de saúde apresenta carências. É, pois, aconselhável a subscrição de uma apólice de seguro de viagem e de saúde com cobertura neste país.” Mas então é seguro viajar para o Peru? Mais de 3,5 milhões de viajantes visitam o Peru todos os anos. Quase todos saem do país com boas impressões, porque tem uma natureza fascinante que inclui grandes montanhas, selva e deserto, uma culinária no TOP mundial e uma cultura única. São raras as vezes em que, se se atua com cabeça e se segue as precauções básicas, ocorrem crimes contra turistas. Acreditamos que é seguro viajar para o Peru, porque os lugares mais visitados do Peru não costumam acontecer crimes mais graves do que roubos ou furtos. Nestas áreas, há uma grande vigilância policial, visto que o governo está ciente da importância do turismo para sua economia. Por outro lado, em termos de saúde, é aconselhável viajar bem informado por um médico sobre os perigos que podem ocorrer. Além disso, é muito comum que, se as viagens forem feitas em modo rápido, os sintomas de “mal de altura” ou soroche apareçam após uma mudança repentina de altitude. Nestes casos, deves ser sensato, recorrer aos medicamentos corretos e, se persistir, ir ao médico. Para isso, não há nada como ter um bom seguro médico que cubra qualquer problema. Sem mais demoras, reunimos alguns conselhos para que possas avaliar todos os fatores ao falar sobre segurança no Peru e ter uma viagem sem problemas. Algumas dicas para viajar pelo Peru com segurança: • Vai protegido por um bom seguro de viagem, como o da IATI Seguros. • Sê discreto. Não mostres dispositivos eletrónicos ou câmaras caras o tempo todo. Veste-te com roupas normais, que não aparentem que levas muito dinheiro contigo. • Não leves muito dinheiro contigo e tenta distribuí-lo entre vários lugares. Deixa a documentação no hotel e leva uma fotocópia. • Pede indicações aos nativos quando quiseres sair. Na receção do hotel, por exemplo, eles podem informar-te sobre quais são as áreas perigosas. • No caso de teres um problema na tua viagem ao Peru, informa as autoridades competentes e guarda os documentos para futuras reclamações. Recomendamos também que notifiques o Consulado ou a Embaixada de Portugal. Na página do Ministério, encontrarás os números de telefone. • Usa repelentes de insetos e tente usar camisolas de manga comprida e calças compridas ao amanhecer e ao anoitecer, especialmente em zonas de selva. • Antes de viajar para o Peru, visita um médico que te ensine e te ajude a saber como prevenir e mitigar o “mal de altura”. Uma vez no país, faz os passeios com calma e bebe muita água. • É provável que no Peru apanhes bastantes autocarros. Viajar pelo Peru de autocarro é seguro, existem empresas de alto nível com medidas de segurança únicas (procura mais informação sobre a empresa Cruz del Sur), mas recomendamos que não leves objetos de valor na bagagem que vais colocar no porão. O melhor é levar tudo na bagagem de mão e manter as coisas ao alcance da vista. • Viajar para o Peru é seguro, mas tem cuidado ao pagar com cartão de crédito e tenta sempre estar presente. Às vezes há casos de clonagem de cartões. • Mesmo nas áreas mais turísticas, evita locais solitários e tenta sair em grupo. • Usa táxis oficiais ou aplicações como o Uber, que funcionam perfeitamente no país. • Se decidiste alugar um carro, tem muito cuidado ao conduzir. Embora o estado das estradas tenha melhorado muito, se houve chuva, há um alto risco de acidentes, especialmente à noite. Por precaução, verifica sempre o site do Serviço Nacional de Meteorologia e Hidrologia antes de fazer uma viagem longa. • Se fores vítima de um assalto, não ofereças resistência. • Evita beber água da torneira. • Se costumas fazer caminhadas, escalada ou atividades na montanha, para além de recomendarmos que contrates uma apólice de seguro adequada, não cometas o erro de partir à aventura sozinho. É aconselhável levares um guia contigo. • Acima de tudo, é seguro viajar para o Peru, mas não deixes de usar o bom senso. Segue as precauções que seguirias em qualquer outra viagem e aproveita a tua viagem com a cabeça. Com vontade de comprovar pelos teus próprios olhos se é seguro viajar para o Peru? Temos a certeza de que te vais apaixonar por este país da América do Sul, mas lembra-te de que uma das chaves para uma viagem bem-sucedida é viajar com a segurança com uma boa apólice de viagens. Compra já o teu seguro de viagem para o Peru e viaja sem preocupações. Artigo traduzido por Susana Almeida

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Roteiro de viagem de 15 dias pela Costa Rica

Roteiro de viagem de 15 dias pela Costa Rica

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Uma roteiro de viagem de 15 dias pela Costa Rica promete paisagens naturais arrebatadoras. O país mais seguro da América Central pode presumir de ser o verdadeiro Jardim de Éden e todos os que o visitam concordam que este é uma das melhores viagens que fizeram na vida. Neste artigo, vais ficar a conhecer parques naturais com uma biodiversidade incrível, praias selvagens, vulcões de cones perfeitos, gente agradável e gastronomia saborosa da Costa Rica. Ora, a IATI quer ajudar-te na preparação da viagem com este itinerário de viagem pela Costa Rica em 15 dias! Desta forma só precisas de te preocupar com a mala e com o seguro de viagens online que queres escolher. Roteiro de 15 dias pela Costa Rica Antes de começar a planificar os dias, queremos indicar-te alguns conselhos e particularidades na hora de preparar o teu itinerário de viagem pela Costa Rica. 15 dias é um período de tempo perfeito para conhecer um dos países mais verdes do mundo! Porém, deverás ter em conta que, ainda que o país seja pequeno e as distâncias a percorrer entre um lugar e outro sejam curtas, os trajetos são muito longos devido ao estado das estradas e à geografia do país. A Costa Rica goza de costa tanto no oceano Pacífico como no Mar das Caraíbas, mas o seu interior é montanhoso. Portanto, quase todos os deslocamentos entre ambas as costas têm de passar por San José de Costa Rica, a capital, que em muitas ocasiões fica colapsada pelo trânsito. Mesmo sabendo que os autocarros funcionam bem na Costa Rica, aconselhamos que tenhas em mente a possibilidade de alugar um carro. A condução pelo país é simples e são muitos os estrangeiros que optam por esta opção para poupar tempo e aproveitar ao máximo o seu itinerário de viagem pela Costa Rica. Se decidires por esta opção, antes de reserva com qualquer companhia, consulta antecipadamente todas as condições do aluguer. Isto porque já aconteceram casos de apólices de seguro com custos muito elevados ao chegar ao país e levantar o carro. Outro aspeto a considerar no momento de desenhar o teu roteiro de viagem pela Costa Rica é a temporada, já que isto pode afetar tanto o número de dias que vais dedicar às praias, como a condução por zonas algo complicadas. A estação seca vai desde meados de dezembro até final de maio. Mas, mesmo que viajes na temporada das chuvas (entre meados de agosto a meados de novembro), tem em conta de é um país tropical e de que as chuvas costumam ser esporádicas e intercaladas com períodos de sol. Sem mais demoras, pega num bloco de notas e aponta este roteiro de viagem à Costa Rica em 15 dias. Dia 1: Chegada à Costa Rica e transporte para Cahuita Chegaste ao destino com que sonhavas! San José dá-te as boas-vindas com o seu clima caloroso e com tudo o que precisas para começar com o teu itinerário de viagem pela Costa Rica. O aeroporto internacional encontra-se a cerca de uma hora da cidade. Por isso, precisarás de apanhar algum dos autocarros que fazem o percurso até ao centro ou alugar um carro em algum dos balcões de aluguer disponíveis no aeroporto. Começa a tua viagem e dirige-te até Cahuita, uma pequena aldeia situada na costa caribenha do país. A viagem será de 4 ou 5 horas, dependendo das condições do trânsito e do meio de transporte que escolhas. Rende-te ao jet-lag e descansa em alguma espreguiçadeira ou aproveita alguma das maravilhosas praias de Cahuita. A Playa Negra é uma das nossas favoritas. Dia 2: Parque Nacional de Cahuita e Puerto Viejo Agora que estás um pouco mais descansado, é a altura de desfrutar do que significa uma viagem à Costa Rica. Começa bem cedo explorando o Parque Nacional de Cahuita (a entrada é gratuita). Assim, terás mais possibilidades de avistar animais e de desfrutar das suas fabulosas praias. O percurso do parque não dura mais de 2 horas, mas temos a certeza que vais querer lá estar muito mais tempo. As razões são poderosas: o caminho vai paralelo ao mar da Caraíbas e as suas selvagens e solitárias praias convidam a parar a cada passo que dás. Quando conseguires sair deste sonho natural, dirige-te ao sul para chegar a Puerto Viejo. Aqui podes relaxar um pouco mais nas suas praias, como Playa Negra, Cocles, Punta Uva, Manzanillo ou em Punta Mona. Podes fazer snorkel nos recifes de coral ou experimentar surfar em Salsa Brava. Não deixes de passear pelas aldeias desta costa da Costa Rica, onde poderás conhecer um pouco melhor a forma de vida da população afro-caribenha que vive na zona. Dia 3: Parque Nacional de Tortuguero Mesmo sabendo que poderíamos ampliar um pouco mais a estadia na zona caribenha, o nosso roteiro de viagem pela Costa Rica em 15 dias tem de avançar um pouco mais rápido se queres conhecer mais parques naturais do país. Por isso, neste dia recomendamos que viajes até ao Parque Nacional de Tortuguero, a maior reserva natural das Caraíbas. Para lá chegares tens de ir de carro ou autocarro até La Pavona, o lugar onde poderás apanhar uma das lanchas até à aldeia de Tortuguero. Apesar da viagem em lancha demorar umas duas horas, poderás logo começar a exploar o que o Tortuguero tem preparado para ti. Na tarde deste dia podes, então, dar um passeio pelos caminhos do parque e à noite, se vieste na temporada de desova das tartarugas (entre julho e outubro). Poderás juntar-te a um dos tours que visitam as praias para presenciar este impressionante acontecimento. No caso de não teres apanhado esta época, aproveita para desfrutar dos pores-do-sol de Tortuguero, prometemos que são únicos. Dia 4: Tortuguero e viagem até ao vulcão Arenal Hoje, é um dos dias fortes da tua viagem pela Costa Rica, por isso o melhor é acordar bem cedo, se puder ser, antes do nascer do sol para fazeres uma das excursões em lancha. Se fores dos primeiros a entrar no Parque de Tortuguero evitarás que o resto dos turistas te impeça de desfrutar do lugar. Para mais, terás mais oportunidades de ver a fauna que o habita. Procura um bom guia, são essenciais na hora de avistar os animais. Nessa mesma tarde deverás começar o caminho até La Fortuna, uma aldeia situada nos arredores do vulcão mais bonito da Costa Rica. Descansa, hoje mereces relaxar. Dia 5: Parque Nacional do Vulcão Arenal Depois de um pequeno-almoço reforçado à base de gallo pinto, o prato nacional da Costa Rica, continua o caminho e escolhe uma das rotas do Parque Nacional do Vulcão Arenal. Não te esqueças de visitar as escoadas de lava e a famosa corticeira, ou eritrina-crista-de-galo, uma árvore com mais de 200 anos de antiguidade e 50 metros de altura. Se madrugaste, terás também tempo de fazer uma visita à poderosa cascata de La Fortuna e tomar um refrescante banho. Recomendamos que acabes o dia em alguma das fontes termais da zona, as de Tabacón são as mais populares, mesmo que o preço de entrada seja um pouco caro (a partir de 70$) Dia 6: Viagem para Monteverde Recomendamos que o teu roteiro de viagem pela Costa Rica em 15 dias inclua a floresta nublada de Monteverde se tens vontade de aventura. Santa Elena é a capital do turismo de aventura e, desde aqui, poderás realizar atividades como slide sobre as impressionantes árvores da reserva natural, rafting, passeios pelas copas das árvores… O percurso desde La Fortuna até Santa Elena em carro demora aproximadamente 3h30, pelo que terás tempo de realizar alguma destas atividades durante a tarde. Dia 7: De Monteverde a Manuel Antonio Depois de uma manhã a desfrutar dos caminhos que Monteverde oferece, é hora de rumar à costa do Pacífico, que passará a ser a protagonista deste roteiro de viagem de 15 dias pela Costa Rica. Encorajamos-te a que te desloques até Quepos ou Manuela Antonio, as bases para fazer a tua visita ao Parque Nacional Manuel Antonio. Este é uma das estrelas deste país da América Central. O trajeto de carro até Manuel Antonio desde Monteverde demora aproximadamente 4 horas, mais ainda se precisares de viajar de transporte público. Se chegares com tempo, não deixes de presenciar o primeiro dos teus pores-do-sol sobre o Pacífico. É na Playa Espadilla que verás os melhores e há bares onde comprar uma cerveja Imperial, a nacional da Costa Rica, bem fria para acompanhar o momento. Dia 8: Parque Nacional Manuel Antonio E se quiseres ver os animais no seu habitat natural, hoje vais ter de madrugar outra vez! A fama mundial do Parque Nacional Manuel Antonio faz com que muitos turistas queiram desfrutar dele. Recomendamos encarecidamente que sejas um dos primeiros a entrar neste parque se queres ver muitos animais. Além disso, leva uns bons binóculos, ou contrata a ajuda de um guia, já que os animais costumam estar escondidos nas copas das árvores. Uma das grandes atrações deste parque é a maravilhosa praia que há dentro! Portanto não te esqueças do fato de banho, do protetor solar (de preferência biodegradável para não prejudicar os animais) e do almoço, porque não há locais no parque onde comprar comida. Sobre este último ponto, é preciso ter muito cuidado! Mesmo que não os vejas, os guaxinins e os macacos anda sempre a rondar as praias à procura de um turista incauto a quem roubar a comida. Dia 9: Viagem para a Baía de Drake, Parque Nacional Corcovado Situado na península de Osa, o Parque Nacional Corcovado é a estrela de qualquer viagem pela Costa Rica. Este é um dos poucos parques que sobram verdadeiramente intactos e, também por isso, um dos mais difíceis de explorar, pois os seus percursos requerem esforço físico e um gasto elevado de dinheiro. No entanto, as possibilidades de ver pumas, jaguares e todo o tipo de aves e répteis são muito mais altas do que em qualquer outra parte do país. Dependendo da época na qual for a tua viagem à Costa Rica, a entrada do parque será diferente. Por exemplo, durante a época das chuvas alguns dos caminhos ficam inacessíveis. Fazer o percurso sozinho é quase impossível, visto que é preciso cruzar rios, estar atento aos horários das marés. O parque é demasiado grande e há sempre a possibilidade de nos perdermos. Por isso mesmo, recomendamos que organizes esta parte da viagem com um profissional. Neste primeiro dia, recomendamos que faças alguma excursão de snorkel na Reserva Biológica da Isla del Caño. Aqui, para além de veres uma grande variedade de peixes, tens muitas probabilidades de encontrar tubarões, raias e tartarugas. Dia 10: Parque Nacional Corcovado Dedica este dia do teu roteiro de viagem pela Costa Rica a descobrir o coração do Parque Nacional Corcovado. Dorme na famosa Estación Sirena embalado pelos sons da floresta. Dia 11: Parque Nacional Corcovado e deslocação até Uvita Neste dia ainda vais ter uma longa caminhada pelo Parque Nacional do Corcovado, por isso recomendamos que o faças com calma e depois pares para dormir em Uvita, a cerca de duas horas de carro. Aqui encontramos o Parque Nacional Marino Ballena, chamado assim porque durante a maré baixa se pode desfrutar de uma espécie de duna com forma de baleia e, também, porque se podem avistar baleias jubarte na sua costa durante alguns meses do ano. Dia 12: Descanso em Uvita e deslocação para Montezuma Depois das atividades dos dias anteriores é muito provável que estejas cansado da tua aventura. Por isso, propomos-te uma manhã tranquila em Uvita seguida de um percurso até à península de Nicoya. Nesta zona da Costa Rica desfrutarás de praias estupendas no Pacífico, onde os pores-do-sol te deixarão sem palavras. Um dos lugares mais tranquilos e com ambiente mais hippie é Montezuma, visto que o acesso a outros lugares como Sámara, Puerto Carrillo ou Tamarindo é mais complicado. Dias 13 e 14: Península de Nicoya Dependendo da vontade que tenhas de conhecer a zona, nestes dias poderás desfrutar tranquilamente de Montezuma ou fazer algum percurso pela península de Nicoya. Por exemplo, podes conhecer a zona de Santa Teresa ou Malpaís se o plano de ficar o dia todo na praia não te seduz. Dia 15: Vulcão Poás e San José de Costa Rica Recomendamos que dediques o último dia do teu roteiro de 15 dias pela Costa Rica para visitar a cratera do vulcão Poás, localizado a cerca de uma hora de San José. Num dia limpo, é possível ver todas as cores da cratera, que incluem o azul intenso de uma lagoa no seu coração. Então, se ainda te sobrar tempo e vontade, não percas a oportunidade de dar um passeio pelas ruas do centro de San José de Costa Rica. Contempla a fachada da Catedral metropolitana, perde-te pelas ruas do Mercado Central. Passeia pela zona do Teatro Nacional ou visita algum dos seus museus como o Museu do Ouro. Em resumo, esperamos que este roteiro de viagem pela Costa Rica em 15 dias que desenhamos te sirva para preparar a viagem! Com tantas aventuras, não te esqueças de que para viajares tranquilo. Oferecemos-te os melhores seguros de viagem na IATI Seguros. Tens opção de proteção em desportos de aventura, como os que poderás desfrutar na Costa Rica! Não te arrisques e viaja seguro com a IATI. Finalmente, deixamos alguns artigos do nosso blog que te poderão ajudar a preparar a viagem: • 15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo • Produtos feitos por ti para viajar sem plástico • Como planear uma viagem longa de forma independente • O que levar na mochila para uma viagem longa • Quais os Cuidados de Saúde a ter em Viagem • Como viajar de forma mais sustentável Consulta também a página oficial de turismo da Costa Rica. Artigo traduzido por Susana Almeida

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É seguro viajar para a Jordânia? 2025

É seguro viajar para a Jordânia? 2025

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É seguro viajar para a Jordânia? Talvez andes com esta pergunta às voltas na cabeça há já algum tempo, da mesma forma que andas às voltas com a imagem do Tesouro de Petra. Na IATI Seguros queremos ajudar-te a dissipar todas as dúvidas para que possas comprar já o bilhete de avião e ver com os teus próprios olhos que é seguro viajar para a Jordânia. Contrata um seguro de viagens online, lê este artigo e desfruta de algumas das maravilhas do país como o deserto de Wadi Rum ou das ruínas de Jerash sem medo. Viajar para a Jordânia de forma independente As notícias que às vezes vemos na televisão sobre o Médio Oriente são aterradoras. A proximidade da Jordânia com a Síria e o Iraque fazem com que, para muitos, seja merecedora de uma má fama que na realidade é inexistente. A Jordânia é um país tranquilo e seguro. Aqueles que viajam em grupo e de forma independente sentem-se cómodos e felizes por estar num lugar tão especial. Viajar pela Jordânia ao teu ritmo é bastante simples e, com o mínimo de cuidados, seguro. Não queremos enganar-te e como em qualquer parte do mundo, e sobretudo nas grandes cidades, um pouco de precaução nunca vem mal. Informar-te sobre os melhores bairros para visitar em Amã e estar um pouco alerta fora das zonas turísticas e à noite, é algo que deve fazer parte do bom senso de qualquer viajante. Não é fora do comum ver bastante presença policial nas zonas mais concorridas da capital e noutras zonas turísticas do país. A Jordânia é um país que sabe perfeitamente tudo o que tem para oferecer e tenta fomentar o turismo proporcionando o máximo de segurança possível aos seus visitantes. Além disso, também recomendamos que dês uma olhadela às indicações de segurança do Ministério dos Negócios Estrangeiros português, que costumam estar bastante atualizadas. Como são os nativos na Jordânia A Jordânia é um país moderno, mas que conserva tradições enraizadas que são interessantes de conhecer. Na Jordânia não é habitual que sejas assediado ou perseguido, visto que os nativos são pessoas respeitosas e agradecidas pela tua visita à sua terra. Ser compreensivo, interessar-se pela sua forma de ver o mundo e aceitar a sua hospitalidade. O respeito é a chave tanto para viajar pela Jordânia de forma segura, como pelo resto do planeta. É normal que vejas as mulheres jordanas com o hijab posto, mesmo não sendo obrigatório. A maioria da população é muçulmana, mas existem minorias cristãs e judias que convivem sem problemas. Alguns conselhos para viajar pela Jordânia de forma segura É seguro viajar à Jordânia, mas, como comentamos acima, é preciso ter o mínimo de senso comum. De seguida deixamos alguns conselhos para viajar com segurança pela Jordânia: – Vestir de forma modesta e de acordo com o país: Tenta deixar os calções, as saias curtas e as t-shirts sem manga em casa. Mesmo que os jordanos sejam compreensivos e estejam acostumados ao turismo, é melhor evitar este tipo de roupa que não se adequa aos costumes do país. – Evitar andar pelas zonas menos turísticas de Amã durante a noite. A capital da Jordânia é um local seguro, mas é melhor andar pelas zonas próximas ao teu hotel depois do pôr-do-sol. – Levar um bom seguro de viagens. Mesmo sendo seguro viajar para a Jordânia, não descures a tua tranquilidade. Contrata um seguro de viagens completo como os que a IATI te oferece e ajudar-te-emos a resolver da melhor forma qualquer incidente relacionado com a tua viagem. – Desfrutar com todos os sentidos de um dos países mais bonitos do mundo. Artigo traduzido por Susana Almeida

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6 roteiros de trekking no Nepal

6 roteiros de trekking no Nepal

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O Nepal é o lar das montanhas mais altas do mundo, sendo que oito dos dezasseis picos com 8 mil metros de altitude estão neste país. Tal é o contraste que existe nos seus vales, florestas, montanhas e glaciares, que a maioria dos turistas viaja para o Nepal à procura de rotas de trekking que os façam experimentar estas paisagens na primeira pessoa. Os 6 melhores roteiros de trekking no Nepal Queremos mostrar-te quais são as melhores rotas de trekking no Nepal para uma viagem de aventura e pura adrenalina. Escolhas a que escolheres, lembra-te de fazer um seguro de assistência em viagem que inclua atividades de aventura. 1. Acampamento Base do Evereste Um dos trekkings mais populares no Nepal é o que vai até ao acampamento base do Evereste. Se queres estar ao pé do topo do mundo, esta é a rota é ideal para ti. Esta rota atinge uma altitude de 5.370m no seu ponto mais alto ao longo de 15 dias. Durante a caminhada, ficarás alojado nas aldeias sherpas, o grupo étnico que fugiu do Tibete quando este foi ocupado pela China. O seu povo vai receber-te de braços abertos e ajudar-te em tudo o que precisares. As paisagens deste roteiro começam com florestas verdes e terminam em terras áridas antes de atravessares o glaciar Khumbu. Durante a caminhada, estarás cercado por montanhas tão altas como Ama Dablam, Island Peak e, como é óbvio, o Evereste. Alguns dos pontos mais populares deste trekking até ao acampamento base do Evereste são o mosteiro budista de Tengboche e a povoação de Namche. Se quiseres ver as expedições de escaladores, recomendamos que faças este trekking durante o mês de abril ou maio. 2. Rota dos Lagos Gokyo Se quiseres desfrutar da região do Evereste durante mais dias, recomendamos que faças a rota dos lagos de Gokyo. Esta é de maior dificuldade que a do acampamento base do Evereste, pois dura mais tempo acima dos 5.000 metros de altitude. Este trekking pode demorar entre 10 e 15 dias a ser feito, dependendo do ritmo e do roteiro que queiras seguir. O trekking levar-te-á aos Lagos de Gokyo, que pertencem ao sistema de água doce mais alto do mundo. Dada a sua proximidade, há muitos caminhantes que juntam o trekking dos lagos de Gokyo com o do acampamento base do Evereste e fazem o topo no Kala Pattar. 3. Campo Base do Anapurna O trekking até ao acampamento base do Anapurna é possivelmente o mais movimentado e popular do Nepal. Dado que a área é de fácil acesso fácil e os caminhos são mais simples, muitos turistas optam por ir ao Anapurna. Esta caminhada pode ser feita em cerca de 7-8 dias e não é de grande dificuldade se fores subindo progressivamente. Sendo a rota mais movimentada, existem muitos serviços de alojamento, restaurantes, água quente e Wi-Fi. É uma caminhada confortável para quem não está preparado para uma aventura maior. A altitude máxima atingida é de 4,130m e pode ser feita em qualquer época do ano, sendo a época depois das monções (setembro a novembro) a mais popular. 4. Circuito do Anapurna Nesta próxima rota de caminhada continuaremos na região dos Anapurnas. Esta rota circular atravessa os picos desta área, num total de 250 km. Dada a amplia variedade de alojamentos ao longo do percurso, podes demorar os dias que quiseres para completar esta rota de trekking. No circuito dos Anapurna, começas a quase 800 metros de altitude e atinges os 5416 metros. Com uma ascensão progressiva, é um caminho viável para a grande maioria das pessoas. O circuito passa por aldeias onde poderás entrar em contato com os habitantes locais e ver os quatro picos de Anapurna, Machapuchare (6.993m) ou Dhaulagiri (8.176m), entre outros. 5. Reino Secreto de Mustang Se o que estás à procura é de uma rota menos popular e com uma paisagem tirada de Marte, a região de Mustang é aquilo que estás à procura. Muitos viajantes nomearam Mustang como o Shangri-La da atualidade. O reino de Mustang é um território tibetano no Nepal, tem o seu próprio rei e é governado por sete famílias nobres. Até 1992 não abriu as portas ao turismo e hoje em dia o seu acesso ainda é complicado. Com vistas para os Himalaias, encontrarás templos escondidos, campos verdes e um grande deserto em alta altitude. Durante o trekking no Nepal por Mustang poderás visitar as suas 30 aldeias, bem como a sua capital, Lo Manthang. Para entrar neste reino terás de viajar de 4×4 desde Pokhara ou num pequeno avião desde Katmandu, além de teres de pagar uma taxa de US$500. 6. Vale de Kathmandu Por último, mas não menos excitante, recomendamos o trekking pelo próprio vale de Kathmandu. Se preferires um trekking de curta duração no Nepal, os arredores da capital oferecem paisagens variadas. Recomendamos que comeces a tua rota apanhando um autocarro de Kathmandu para Changunarayan, onde poderás visitar o templo hindu mais antigo do Nepal. De Changunarayan podes ir para Nagarkot, onde terás vistas espetaculares sobre a cordilheira dos Himalaia ao nascer do sol. No dia seguinte, podes continuar o teu roteiro por Dhulikhel, uma aldeia pela qual passava a rota comercial para o Tibete. No último dia, podes caminhar até Panauti, onde poderás visitar outra praça semelhante à Praça Durbar de Kathmandu. Esta é apenas uma das muitas opções para trekking no vale de Kathmandu. Para fazer uma rota de trekking nesta área, não precisarás ter licença de trekker e normalmente a dificuldade será muito baixa. Como podes ver, existem muitas opções para fazer trekking no Nepal. É um país cheio de roteiros para todas as dificuldades e níveis de preparação física. Não é surpreendente encontrar por aqui pessoas mais velhas e crianças menores de idade acompanhadas pelos seus pais. Já escolheste a caminhada que farás na tua próxima viagem ao Nepal? Artigo traduzido por Susana Almeida

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