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É seguro viajar para a Namíbia?

É seguro viajar para a Namíbia?

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Será seguro viajar para a Namíbia? Esta é uma questão por vezes colocada por quem está a pensar visitar este fascinante país de África. Longe de conflitos que afectam outros países do continente, a Namíbia é um destino de eleição para quem procura paisagens de sonho e vida selvagem. Quem não deseja visitar o Parque Nacional de Etosha, o Deserto do Namibe ou as incríveis dunas de Sossusvlei? Mas será a Namíbia segura para viajar? Na IATI Seguros de Viagens dizemos-te se é seguro, ou não, ir de férias para este país e também te damos conselhos para viajar em segurança. É seguro viajar para a Namíbia? A Namíbia é um dos países mais bonitos de África. As paisagens são excepcionais e a vida selvagem é fantástica. Muitas pessoas associam qualquer viagem para o continente africano como uma viagem rodeada de perigos. Mais de dois quintos de todos os crimes registados ocorrem na capital Windhoek, sendo que a maioria destes crimes são roubos ou assaltos. Se pretendes viajar para fora de Windhoek – o que irá certamente acontecer – é fundamental comprar o seguro de viagem para cobrir evacuação por ambulância ou via aérea e o necessário transporte para um hospital privado de uma zona urbana. Antes de viajares para a Namíbia é importante teres um bom seguro de viagem e manteres-te informado sobre a situação no país. Na maior parte das situações, a Namíbia é segura, mas é preciso ficares atento a algumas áreas da cidade de Windhoek. É importante ter sempre os documentos de identificação contigo. As autoridades aconselham a deixar o passaporte no cofre do hotel e a levar uma cópia – caso seja pedido pela polícia da Namíbia. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros? O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), na sua página de internet, realça que nos últimos tempos têm aumentado os crimes na capital da Namíbia – Windhoek. Alguns destes crimes têm sido dirigidos a turistas em algumas zonas da cidade – em particular em alguns bairros mais pobres. O MNE desaconselha por isso deslocações para estas zonas e também a escolher bem o local onde ficar alojado. Não obstante esta situação, a Namíbia é um país seguro. As autoridades portuguesas também alertam para outros problemas (comuns a outros destinos mundiais) como os falsos táxis ou a clonagem de cartões nas máquinas multibanco. Por isso é importante apenas chamar táxis oficiais e ter atenção ao levantar dinheiro nos ATM. No que à saúde diz respeito, é preciso ter cuidado com a higiene pessoal, lavar bem os legumes, evitar comer saladas e optar apenas por fruta que se possa descascar. Além disso, é também muito importante consumir apenas água engarrafada. Algumas pessoas sofrem de problemas de pele ou desidratação devido ao clima quente e seco da Namíbia, por isso é fundamental ter sempre água potável. Tem atenção também às vacinas, pois é essencial estar vacinado contra o tétano, hepatite A e C. Previne-te contra as picadas de insectos e, se necessário, viaja com comprimidos para a Malária, pois os mosquitos portadores da doença estão presentes no norte do país e também no Parque Nacional de Etosha. É ilegal comprar, vender, matar ou capturar qualquer animal selvagem e as penas são severas para quem infringe as leis. Alguns conselhos para viajar pela Namíbia de forma segura • Evita conduzir à noite, pois os animais circulam livremente • Se viajares para zonas remotas considera alugar um telefone satélite • Se alugares um carro, verifica que todos os pneus estão em boas condições, pois os furos são (muito) comuns na Namíbia • Circula com precaução e não ultrapasses os limites de velocidade, pois a maioria das estradas é de terra batida e podes perder facilmente o controlo do veículo • Não deixes documentos ou objectos de valor à vista no interior do veículo • Tranca o carro quando fores abastecer o depósito • É preciso cuidado nas caixas de levantamento automático, postos de gasolina, aeroportos, estações de autocarros e centros comerciais pois por vezes existem roubos • Não levantes muito dinheiro de uma só vez e evita levantar dinheiro à noite • Protege os bens valiosos como computadores, máquinas fotográficas, telemóveis e jóias • Usa o senso comum e segue os teus instintos. A Namíbia é um dos mais belos países de África e vais adorar as paisagens e a vida animal • Transporta sempre água contigo, pois o clima é extremamente quente e árido Autor: Lugares Incertos

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5 atrações para ver na cidade de Catmandu

5 atrações para ver na cidade de Catmandu

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Catmandu, a capital do Nepal, é uma cidade vibrante e barulhenta. Repleta de história, palácios e templos, que fica a poucos passos da principal atração do Nepal: os Himalaias. A IATI coloca a mochila às costas e parte contigo nesta aventura cheia de mística, onde o melhor seguro de viagens te acompanha: IATI Mochileiro. Se tens a curiosidade de conhecer o Nepal, acredita que não vais ficar desiludido e, provavelmente vais quer ficar mais tempo do que aquele que inicialmente tinhas planeado. A melhor parte de ser um viajante independente é poderes fazer aquilo que mais gostas, no ritmo que melhor se adapta a ti. O seguro IATI Mochileiro combina uma elevada cobertura médica (1.000.000€), e inclui as nossas coberturas clássicas com outras especiais: desportos de aventura, procura e salvamento ou equipamentos informáticos. Além disso, oferece a possibilidade de contratar uma nova apólice no destino, no caso de decidires prolongar a viagem, iupi! O Nepal é uma celebração de culturas antigas e ricas tradições, e um dos locais mais fascinantes que podes conhecer. 5 atrações imperdíveis em Catmandu A cidade está a abarrotar de gente, é caótica, mas encantadora. Tudo será muito intenso, uma profusão de visões, cheiros e sons. 1 – Thamel Thamel é a parte mais antiga da capital. Também era conhecida como Tabitha Bahal, e merece uma visita obrigatoriamente. É um dos bairros mais movimentados da cidade de Catmandu. Aqui vais encontrar de tudo, até equipamento de montanha para te preparares para as caminhada, a preços muito baixos. Existem, também, lojas de antiguidades, livrarias, restaurantes cafés e uma mistura de diferentes hotéis e albergues. 2- Boudhanath Stupa Construída no século XIV, a Stupa de Boudhanath é a maior stupa budista (monumento construído sobre os restos mortais de uma pessoa importante) do Nepal, e é considerada um dos lugares mais sagrados para os budistas. Os gigantescos olhos de Buda no topo, e as coloridas bandeiras de oração fazem dela uma construção que prende o olhar. A stupa foi atingida pelo terramoto em 2015, mas foi restaurada e aberta aos visitantes apenas 18 meses depois. 3- Templo de Swayambhunath Localizado no alto de uma colina, a oeste da cidade de Catmandu, pode ser alcançado por uma subida de 365 degraus em pedra. Uma das primeiras coisas que vais notar, mesmo antes de começares a caminhada, são os macacos. Centenas deles vivem e circulam pelas instalações do templo. Acredita-se que eles sejam sagrados, embora seja melhor não pensar sobre o motivo: dizem que eles foram formados a partir dos piolhos da divindade budista Manjushri, que foi criada neste local. Este santuário ostenta uma stupa branca imponente com os cativantes olhos de Buda e uma torre dourada cintilante. Swayambhunath oferece uma vista panorâmica da cidade e mostra-te exatamente como Catmandu está no fundo de um vale, com os milhares de casinhas todas acumuladas no fundo. Neste local vais encontrar muitos monges, peregrinos e muitos habitantes que vêm até aqui rezar, ou fazer uma paragem para comer. 4- Praça de Durbar É incontornável a passagem por esta praça. Aqui sente-se a vida quotidiana Nepalense. O coração da cidade velha, a praça Durbar já foi o lugar onde o rei foi coroado. O Palácio do Rei, lugar de onde era governado o país, continua ali. Também conhecido como Hanuman Dhoka, é Património Mundial da UNESCO. Os templos e palácios de estilo pagode, que remontam ao período do séc. XV, foram gravemente atingidos pelo terramoto em 2015, mas apesar das rachas tudo continuam majestosamente de pé. 5- Templo Pashupatinath É um dos lugares mais sagrados para os hindus devotos e está localizado na margem do rio Bagmati. Foi construído no século V e depois renovado pelos Reis Malla. O templo principal do complexo é dedicado ao deus Shiva, e é restrito apenas aos hindus. Aqui pode ver as cerimónias de cremação dos hindus, das 07h-10h. E conversar com grupos de Sadhus, amigáveis e felizes de ser fotografados por uma pequena gorgeta, em troca da qual eles vão-te benzer. O slogan “Once is not enough” do Gabinete de Turismo do Nepal faz todo o sentido, já que não podes absorver tudo na primeira visita. O Nepal é mais do que altos picos e Sherpas, e podes facilmente ter noção disso ao explorar Catmandu. Autores: Onde andam os Duarte?

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As viagens desenvolvem soft skills?

As viagens desenvolvem soft skills?

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Desde os locais que visitamos, às pessoas que conhecemos, aos sabores que experimentamos e até aos imprevistos (que ajudamos a resolver!) – tudo nos transforma. A viagem obriga-nos a pensar de forma diferente, a encarar novas realidades, soluções e outros caminhos. Dizem-nos que a viagem nos faz crescer. E a IATI seguros de viagens online está aqui para te ajudar a solucionar imprevistos! As viagens desenvolvem soft skills? Entre os 5 continentes, 193 países (segundo as conta da ONU), existem milhares de possibilidades para abraçar, que te farão crescer. A viagem torna-nos contadores de histórias, vemos o mundo com os nossos próprios olhos, falamos com locais, sentimos diferentes realidades e é isso que nos desafia. No fundo, viajar é desafiares-te constantemente. E atenção, não falamos de saltar de paraquedas ou andar à boleia, cada um sabe onde começa a sua zona de “desconforto”. Esta questão da zona de conforto ou “desconforto” é cada vez mais discutida. O gap year pode ser uma solução importante neste passo para o crescimento pessoal. Mas afinal o que é o gap year? É uma pausa em movimento, isto é, uma rutura no percurso escolar dito “normal”, em que se pode envolver com as mais variadas atividades. Desde voluntariado, viagem, estágios, … – as opções são muitas, no fundo, o sucesso do gap year só depende de quem o faz. Em Portugal existe uma associação – a Gap Year Portugal – que apoia todos os jovens que o queiram fazer, através de um acompanhamento personalizado e passagem de dicas. 1. Resiliência Em gap year não existem problemas, existem soluções. Este deve ser o mindset em viagem e especialmente em gap year. Durante um período de descoberta pessoal e do mundo, é normal que nos confrontemos com situações inesperadas, é aí que a tua resiliência deve entrar em ação. Desde o autocarro que perdemos por pouco, o passaporte que não encontramos por nada e tantos outros imprevistos. Este é o momento para pensares em soluções, novos caminhos e percursos alternativos. E podemos garantir, quantas mais vezes testares a tua resiliência, começas a encontrar mais alternativas e menos “bicho de sete cabeças”. De país em país, de cultura em cultura, assim anda um viajante. Cada fronteira que se cruza é também uma nova oportunidade de aprendizagem: desde a gastronomia, a tradições culturais. A adaptação é uma competência cada vez mais reconhecida e importante, já que atualmente as equipas são multiculturais e é essencial que nos consigamos adaptar a diferentes backgrounds. 3. Capacidade de comunicação De inglês, francês, árabe e outras línguas do mundo, vais ter de conseguir comunicar, mesmo sem ser fluente. Nestes casos, em que a comunicação é mais difícil, a linguagem mímica impera! Apesar de haver gestos com diferentes interpretações (a que deves ter cuidado e pesquisar antes de ires), há muitos outros que são gerais e te vão ajudar a encontrar o que estás à procura. 4. Tomada de decisão Chegou o momento de decidir. Em viagem as decisões são constantes e maior parte tem consequências rápidas: ir para o país x ou ficar aqui por mais tempo? Aceitar esta boleia? Ficar neste hostel ou no outro? Em gap year a capacidade de tomada de decisão é uma das competências que mais podes desenvolver e que pode ter mais impacto no futuro. A viagem é um ótimo treino para ganhar mais confiança a tomar decisões e não tremer sempre que uma decisão importante se aproxima. Este é o momento para pôr em prática e conseguir enfrentar as decisões com êxito! Ainda com dúvidas de como a viagem pode ser uma aprendizagem? Deixamos-te um desafio: abraça as experiências e cresce com elas. Autor: Gap Year Portugal

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Pipa, para além da Praia do Amor

Pipa, para além da Praia do Amor

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Pipa é um Municipio de Tibau do Sul, no Brasil. O seu nome provém de uma pedra situada na praia que tem o formato de uma pipa, como as pipas de guardar bebidas, que foi avistada pelos navios Portugueses em 1800. A maior característica deste paraíso tropical, que hoje a IATI, lider na venda de seguros de viagem online traz neste artigo, são as dunas imponentes que terminam em vivas falésias agitadas pela ação do mar e dos ventos. É um par que combina de uma forma espetacular. O que fazer em Pipa? Pipa tornou-se nos últimos anos um local extremamente popular entre brasileiros, turistas de todo o mundo, especialmente da América central. Foi descoberto por alguns surfistas profissionais na década de 80 e desde então a sua fama tem crescido. Pipa tem tudo para seduzir o viajante internacional: águas azul-turquesa cristalinas, praias protegidas por penhascos vermelhos esculpidos pelo vento, lagos cheios de água morna, comida saborosa, povo simpático e calmaria. É por isso que esta aldeia de 5800 habitantes acolhe um milhão de turistas por ano. Construída numa colina, a vila rodeia uma rua principal repleta de lojas e restaurantes. Observa os golfinhos a nadar ao longe, mas visita e apoia um santuário de tartarugas. Faz um passeio de buggy, uma aula de surf ou descobre o artesanato local. A Praia do Amor é o ponto mais do que obrigatório desta localidade, mas Pipa tem outros atrativos que vais querer saber: Turismo sustentável no Santuário Ecológico Ao lado do centro da vila, encontrarás o santuário ecológico. Este centro plantado numa colina permite que descubras a fauna local (várias espécies de pássaros, macacos e tartarugas marinhas) e aprendas sobre as leis locais que administram a proteção do meio ambiente. É composto de três áreas e dezasseis trilhos abertos ao público. Além do aspecto educacional, o santuário tem como objetivo proteger as plantas, a vida selvagem da costa noroeste, e participa num projeto de conservação que visa proteger as cinco espécies de tartarugas ameaçadas no Brasil. Não é um ótimo motivo para lá ires? Mais info: https://pipa.com.br/santuarioecologico Chapadão é um vistão Trata-se uma planície de cor laranja sobre as falésias, a sul de Pipa. É considerada um dos refúgios de Tibau do Sul. Seu belo visual atrai muitos turistas, que podem admirar as praias de cima das falésias. Para chegar até a praia, é necessário descer através de escadas improvisadas e é necessário levar alimentos e bebidas para poder desfrutar de um dia agradável na praia. Não te esqueças de levar contigo todo o lixo, para conservar esta bela paisagem Pôr do Sol em Tibau do Sul Não percas o pôr do sol sobre a lagoa de Tibau do Sul a partir do topo de uma das colinas circundantes: verdadeiramente uma experiência única! Próximo da hora do sol se pôr começam a chegar buggies de toda a parte para aquele que é ponto alto do dia. Muita pessoas também optam por descer até uma geladaria feita em madeira junto à água da lagoa. A música de Vivaldi toca em bom som, enquanto se aguarda os últimos minutos até ao sol descer atrás na linha do horizonte, e todos batem palmas em alegria contagiante. Prova tudo A culinária do nordeste consiste principalmente em peixes e frutos do mar. Deves experimentar a moqueca de peixe, um prato à base de peixe feito com pimentão, tomate, cebola e leite de coco. Em Pipa, tal como em Fortaleza, é impossível contar o número de receitas à base de camarão, cozinhadas em todos os tipos de molhos. A IATI recomenda risoto de choco e atum de várias formas. Vários pratos de carne estão disponíveis tem todo lado, desde que gostes da carne bem passada (ou frita). Muitos têm opção de rodizio. Estás no Brasil, certo? A bebida que mais vais encontrar é sumo. Sumos de frutas feitos na hora, são dos mais deliciosos que vais provar. Adere ao Sandboard Dada a escala e a abundância de dunas de areia escorregadias ao redor de Pipa, não é de surpreender que vários desportos se tenham adaptado por aqui. Prende uma prancha igual à da neve aos pés e desliza pelas colinas arenosas, ou talvez prefiras ir para baixo num estilo que os brasileiros chamam de esqui-bunda. Impossível descer só uma vez! Na bagagem para o Brasil, não pode faltar o Seguro IATI Estrela. Com ele estarás muito descansado e viajarás para o Brasil com segurança. Com uma cobertura em despesas médicas das mais altas do mercado português. O nosso seguro de viagem IATI Estrela com cancelamento opcional pode incluir uma cobertura de despesas de cancelamento de até 5.000 € para o caso de o viajante não poder partir de viagem por determinados motivos. Sempre sem franquias, sem adiantar dinheiro e em bom português! Autores: Onde andam os Duarte?

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Ilha do Sal, umas férias inesquecíveis

Ilha do Sal, umas férias inesquecíveis

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Estás a pensar em visitar Cabo Verde? Neste artigo mostramos as razões porque a Ilha do Sal oferece umas férias inesquecíveis, aos viajantes que procuram um destino de luminosas praias e povo caloroso. A IATI, especialista em seguros de viagem, vai contigo na bagagem para que te sintas confiante em qualquer atividade que faças, e como aliado em qualquer imprevisto durante a estadia Férias inesquecíveis na Ilha do Sal em Cabo Verde Muitas vezes conhecida pelo vento, a Ilha do Sal tem mais para oferecer do que apenas as condições ideais para quem pratica wind ou kitesurf. Aliás, o vento nem tem relevância num local onde a água do mar é tão transparente que se pode ver os peixinhos em todo lado, onde o ambiente contagia com a famosa morabeza cabo-verdiana, e a deliciosa gastronomia convence o mais cético turista. O que não podes perder na Ilha do Sal? Um dos lugares favoritos da IATI na ilha, e que é imperdível para todos os que a visitam, é Pedra Lume. É o lugar que os viajantes procuram para fotos, aqui descobrem algumas das paisagens mais incríveis. Por causa do sal na água, os visitantes podem flutuar como no Mar Morto. Shark Bay é outro ponto obrigatório ao visitar a ilha do Sal. Faz parte da maioria das excursões e por um bom motivo. Shark Bay é o lar de muitos tubarões-limão. Estes tubarões podem ter até dois metros de comprimento, mas não são uma ameaça para os seres humanos. Aluga uns sapatos de borracha, se não tiveres levado os teus, poderás ficar muito perto dos tubarões e aprender um pouco mais sobre como eles vivem. Experiência muito interessante e excitante. Palmeira é uma pequena e pacata vila de pescadores, perto da cidade de Espargos. A IATI recomenda este este lugar porque é um local autêntico onde as pessoas podem ter uma melhor compreensão da vida em Cabo Verde, que nem sempre é fácil. O melhor de Palmeira é que todos os domingos há uma grande agitação ao redor da vila com muita música ao vivo em lugares diferentes, e também barracas de comida saborosa por toda parte. Buracona é um dos lugares mais populares da ilha. Esta piscina natural, localizada na parte norte da ilha, também é conhecida como “Olho Azul”, graças à sua forma e aparência quando o sol brilha diretamente sobre ela. É uma ótima ideia visitar Buracona e Palmeira no mesmo dia, já que a distância entre os dois é de apenas 5 km. A Ilha do Sal é um dos melhores lugares para kitesurf e surf, em Cabo Verde. Mesmo à saída de Santa Maria existe um lugar chamado “Kite Beach”, com condições meteorológicas perfeitas. Mito, o simpático campeão mundial de kitesurf, tem sua própria escola lá, e muitas pessoas vão lá para o conhecer. A melhor praia da ilha é definitivamente a praia de Santa Maria. Foi nomeada pelo Tripadvisor como uma das “25 praias mais bonitas do mundo”, e não foi por acaso. Os barcos de pesca coloridos contrastam com o azul turquesa das águas e a envolvente faz a restante magia. O famoso cais de Santa Maria é um dos lugares favoritos dos visitantes da ilha. Este é o lugar onde os pescadores chegam com a pesca do dia, cerca das 10 horas e onde os habitantes se reúnem para comprar. Enquanto tagarelam muito alto, os vendedores cortam o peixe aos clientes e ainda sorriem aos turistas. Aqui também encontrarás jovens a venderem búzios, artesanato e passeios de barco. Fazer mergulho na Ilha do Sal, é imperdível. As águas transparentes e calmas, assim como, a imensidão de vida marinha, fazem deste lugar um local para muitos iniciantes deste desporto. O mundo é um lugar movimentado, com muito barulho e muitas coisas a acontecer a toda a hora. O mergulho é o completo oposto disso. Há apenas duas coisas que vais ouvir: as bolhas e o ar a passar pelo regulador. Os vídeos em programas de TV fazem um excelente trabalho na exibição do mundo subaquático, mas não chega nem perto a mostrar o quão incrível a visão realmente é. Aproveitem o conforto da língua portuguesa, levem um bocadinho de solidariedade às crianças da Ilha do Sal e aproveitem para descansar nesta ilha de Cabo Verde, sem esquecer de contratar o melhor seguro de viagens.

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O que visitar em Braga

O que visitar em Braga

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Braga é medieval, é romana e é barroca. Braga é modernidade, cosmopolitismo e jovialidade. Braga é cultura, tradição e religião. Braga é ciência, futuro e evolução. Talvez por tudo isto Braga tenha arrecadado o 2.º lugar nas votações para o Melhor Destino Europeu 2019. Se ainda não conheces esta cidade situada no Norte de Portugal, com mais de 2000 anos, vem com a IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, passear pela “cidade dos arcebispos”. Deixamos-te aqui os spots que não podes perder, e a única coisa que te prometemos é que vais querer voltar. O que ver na cidade de Braga Começa pelo Centro Histórico Começamos pelo centro histórico da Cidade dos Arcebispos e pelos vários monumentos e museus que poderás visitar quando estiveres de visita por Braga. Praça da República Marca encontro na Praça da República. É aqui que se sente o pulsar da cidade. É lá que se encontra a Arcada, a Igreja da Lapa, a Torre de Menagem, a Fonte Luminosa e dois dos cafés mais antigos e emblemáticos da cidade – o Vianna e o Astória. E quando achares que já não há mais nada para ver, percebes que a Praça da República é muito mais, e que se estende por uma zona pedonal aprazível e iluminada, com zona de jardim e cheia de pequenas surpresas, como o Museu e os Jardins do Museu Nogueira da Silva, a Igreja e Convento dos Congregados, a Casa Roldão com a Livraria 100.º Página, ou o Monumento ao Papa João Paulo II. Rua do Souto A Rua do Souto é um ícone da cidade. Além de ser a principal rua de comércio, inteiramente pedonal, é através dela que adentramos a história milenar da cidade de Braga. Comece por tomar um café de saco no Café A Brasileira, passe pelas arcadas da Rua do Castelo e faça umas compras no comércio tradicional. Se for véspera de Natal, passe pela Casa das Bananas e peça “um copo de moscatel e uma banana, por favor!”. A ida ao bananeiro, no dia 24 de dezembro, é uma tradição imperdível para os/as bracarenses. Um pouco mais abaixo, o Largo do Paço, um dos largos mais bonitos da zona histórica, todo em granito, com um chafariz monumental de 1723. Continua a descer a rua e vai-te deslumbrando. Arco da Porta Nova No fim da Rua do Souto, o Arco da Porta Nova. Há quem diga que é por nunca ter tido porta que surgiu a expressão: “Deixaste a porta aberta. Vê-se mesmo que és de Braga”. Logo ali ao lado, o Museu da Imagem e o Museu dos Biscaínhos. Entra, não te vais arrepender. Sé de Braga “Mais velho que a Sé de Braga” não é uma expressão qualquer. A Sé de Braga é a mais antiga de Portugal e toda a zona histórica da Sé é de visita obrigatória. A Sé Catedral e os tesouros da Sé. O Rossio da Sé, com os seus bares, restaurantes e comércio. As ruelas estreitas que contam a história que a própria história já esqueceu, depois de um “lifting facial” chamado reabilitação urbana. Essas ruelas vão levar-te ao Largo de São Paulo e, para os apreciadores de Arte Sacra e Arqueologia, aoMuseu Pio XII. Cividade Por falar em arqueologia, na colina do Alto da Cividade, podes visitar as Termas públicas Romanas, datadas do século II, e que são uma expressão notável da Braga Romana, e o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, criado em 1918. Praça do Município A Praça do Município é um cartão postal da cidade, pelo seu superior valor histórico e arquitectónico. Tem dois dos mais belos edifícios barrocos da cidade: a Câmara Municipal e a Biblioteca Pública. Entre um e outro a magnífica Fonte do Pelicano. Nas imediações, a Praça do Pópulo e a Praça Conde de Agrolongo. Grandes praças, locais de encontro, onde o velho e o novo dialogam. Destaca-se, nesta modernidade, o edifício GNRation, antigo quartel da Guarda Nacional Republicana, que foi recuperado por ocasião do Braga 2012 – Capital Europeia da Juventude. Jardim de Santa Bárbara Atrás da Biblioteca Pública, o Jardim de Santa Bárbara. Neste jardim, a regra é só uma… beleza e colorido. Fica por lá e bebe um chá no Café Lusitana, um dos mais antigos da cidade. Largo Carlos Amarante Neste Largo encontrarás a Igreja de São Marcos e a Igreja de Santa Cruz. Mais um largo que pede permanências. A Igreja de Santa Cruz é conhecida, também, como a igreja dos galos casamenteiros, por isso, não te admires se, ao passar por ela, vires pessoas paradas a olhar para a fachada da igreja. Reza a lenda que a “moça casadoira” que encontre os três galos tem casamento assegurado para breve. Mas se dois desses galos são fáceis de encontrar, já o terceiro é um quebra-cabeças para o descobrir! Um pouco mais abaixo do Largo Carlos Amarante, está o Palácio do Raio, construído entre 1752 e 1755, hoje um Centro Interpretativo do espólio da Santa Casa da Misericórdia de Braga. E à sua frente, a Fonte do Ídolo, um santuário rupestre e único monumento romano de Bracara Augusta a ter sobrevivido, relativamente intacto, até aos nossos dias. Teatro Circo O famoso e histórico Teatro Circo fica no coração da Avenida da Liberdade. Não só é bonito por fora, como tem uma das salas de espetáculos mais bonita de Portugal. “Braga por um canudo”. Depois de veres Braga por dentro, está na hora de veres “Braga por um canudo”. Há três principais pontos que nos permitem ter uma vista magnífica sobre a cidade de Braga, são eles: o Bom Jesus, o Sameiro e o Monte do Picoto. Bom Jesus de Braga (ou Bom Jesus do Monte) é um dos ex-libris da cidade. Se lá fores (que é obrigatório!!) visita a Basílica do Bom Jesus e os espaços envolventes. Anda no funicular movido a água, mais conhecido por Elevador do Bom Jesus, que é exemplar único na península ibérica e o mais antigo do mundo em atividade. Percorre os escadórios… são muitos, mas vale a experiência. Perde-te nos extensos jardins, não faltam grutas, trilhos, lagos, pontes e parques para descobrir. Dá um passeio de barco. Vê o pôr-do-sol na Esplanada ou no Miradouro do Bom Jesus, onde está o binóculo que originou a expressão “ver Braga por um canudo”. E se fores de carro, experimenta a estrada “mágica” do Bom Jesus. Aqui os carros sobem quando deviam descer… admirado/a? Espreitaaqui a explicação. Miradouro do Monte Picoto O Monte do Picoto é uma área florestal, central à cidade Braga. Foi recentemente renovado, oferecendo equipamentos de natureza lúdica, desportiva e social – um parque urbano com ciclovia, percursos pedonais, percursos em terra batida, passadiços e o mais recente Picoto Park. No topo, um mirante fantástico com vista de 360º sobre a cidade e uma perspectiva privilegiada sobre o Estádio 1º de Maio. Sameiro O Santuário do Sameiro é local de culto e oração. Abençoado pela natureza, coroa o Monte do Sameiro que, com os seus 572 metros, é o ponto mais alto da cidade, oferecendo uma vista privilegiada sobre Braga. Estádio Municipal de Braga Para os/as aficionados/as de futebol, visitar o Estádio Municipal de Braga é obrigatório. Sabias que este estádio foi considerado uma das obras mais notáveis do arquiteto bracarense Eduardo Souto Moura? Se quiser marcar uma visita guiada, vêaqui. Arredores de Braga Nos arredores da cidade, sugerimos a visita ao Mosteiro de Tibães, que data do século XI e foi ocupado pela Ordem Beneditina até meados do século XIX. Abandonado durante muito tempo, só começou a ser recuperado na década de 80 do século XX. Por estar nos arredores e os acessos em transporte público não serem muito fáceis, este Mosteiro é muitas vezes deixado de lado para quem visita a cidade. Mas a sua riqueza é tanta que merece o esforço. Se fores, faz o “Percurso Museológico” onde se aprecia a área envolvente ao Mosteiro, a sua arquitectura, as ruínas de edifícios anteriores, a mata, os jardins e diversos campos agrícolas. “Adoçar o bico” na gastronomia bracarense A gastronomia bracarense tem direitos de “monumento”. O caldo verde e a broa de milho, as papas de sarrabulho acompanhadas dos rojões de porco, o bacalhau à Braga (mas qualquer bacalhau é bom) ou o cabrito e a vitela assada. Para beber, o famoso Vinho Verde da região. Na doçaria, a longa tradição conventual e popular: um Pudim Abade de Priscos, uns moletinhos de São José, fidalguinhos e as tão famosas Tíbias. Ficaram convencidos/as? Autores: Vera e Marcelo, Ir em viagem

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Marrocos – 10 Coisas que precisas de saber antes de viajar

Marrocos – 10 Coisas que precisas de saber antes de viajar

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Cada país tem a sua cultura e as suas especificidades. Ao viajarmos devemos fazê-lo de forma consciente respeitando sempre a cultura e os costumes dos locais que visitamos. Marrocos não é exceção. E para que a tua estadia no país ocorra sem percalços ou surpresas menos agradáveis, deixamos-te com 10 coisas que todo o viajante deve saber antes de viajar para Marrocos. Claro que a dica extra é que não deves viajar sem seguro de viagem. Na IATI ajudamos-te a escolher qual o seguro que melhor se adapta ao tipo de viagem que vais fazer. Coisas que precisas de saber antes de viajar para Marrocos Em Marrocos tudo tem um preço Não te admires se para te darem uma informação te pedirem dinheiro, é uma questão cultural. Decidiste passar um dia em Marrocos e queres saber onde fica determinado monumento ou local, tens o Google maps que te pode ajudar. Imagina que estás sem bateria no telemóvel ou que a rua que te aparece no Google maps não é exatamente o sítio onde estás. Pergunta quanto custa a informação. E assim já não tens surpresas desagradáveis quando alguém se voluntariar para te mostrar o caminho, e no final te pedir um valor absurdo pela ajuda que te deu. Negociar o preço de tudo, sempre Em Marrocos negociar é uma arte, e em algumas situações os vendedores até ficam ofendidos se não regatearmos o preço. E quando dizemos que tens de negociar o preço de tudo, é mesmo tudo. Desde os objetos que vais trazer de recordação, o táxi para te deslocares ou ao senhor a quem queres tirar uma fotografia. Em relação aos táxis é mesmo imprescindível negociar antes de iniciar o percurso. Caso não o faças podes ter problemas quando chegares ao teu destino, porque te vão pedir uma quantia bastante inflacionada. Uma das dicas é perguntares no aeroporto, por exemplo, qual o valor justo desde o aeroporto até determinado destino, e assim já tens uma base de negociação. Para as compras em geral o melhor é perguntar sempre ao teu guia (no caso de ires viajar com guia contratado), ou no alojamento onde vais ficar qual o preço justo a pagar por determinado bem ou serviço, porque assim terás sempre uma base de negociação e também não corres o risco de ofender os vendedores ao ofereceres preços demasiadamente baixos. Mas lembra-te, se depois de negociar o vendedor chegar ao preço que ofereceste tens de comprar, não vale desistir da compra. Isto é encarado como uma ofensa, porque estiveste a fazer o vendedor perder tempo e não compraste pelo preço que negociaste. Não fotografar ninguém em Marrocos sem pedir permissão Acima de tudo é uma questão de respeito. Certamente também não gostarias que te fotografassem sem pedir autorização. Tem muito cuidado ao fotografar discretamente alguém a quem não pediste autorização, acredita que se perceberem que estas a fotografar vão atrás de ti e podes ter problemas, para além de que te vão exigir um pagamento com toda a certeza. E claro que como o preço não foi negociado o valor vai ser exagerado. Encantadores de serpentes Mantem-te afastado dos encantadores de serpentes e de todas as pessoas que explorem animais. E porquê? Para além da razão óbvia de estarem a explorar os animais e não quereres contribuir para isso, aliciam constantemente os turistas para tirarem fotos com os animais e cobram um determinado valor por fotografia. E quando dizemos para te manteres afastado é mesmo no sentido literal da palavra, mantem-te afastado fisicamente, pois uma das artimanhas é colocarem uma serpente ou um macaco em cima de ti quando vais a passar distraidamente, e depois exigirem dinheiro para retirarem o animal. Esta é uma experiência a dispensar, com toda a certeza. Tatuadoras de Hena Esta dica é dirigida especialmente às mulheres. Em vários locais vais encontrar tatuadoras de hena. Se avistarem mulheres com seringas na mão, o nosso conselho é que escondam as vossas mãos. Porque o habitual é aproveitarem-se do facto de as turistas estarem distraídas, pegam na mão e começam a pintar sem que tenham tempo para reagir. Se isso acontecer é retirar logo a mão, para que não continuem a pintar e dizerem que não querem. Se deixarem fazer a pintura vão-vos mostrar umas fotos para escolherem o desenho. Quando terminarem vão pedir os preços que quiserem. E vão argumentar que era o preço estava na foto que vos mostraram quando escolheram o desenho, e realmente estava, mas em letras minúsculas. Se quiserem mesmo fazer uma tatuagem de hena informem-se primeiro sobre qual será o melhor local para o fazerem, porque muitas vezes a hena é de má qualidade e podem fazer reações alérgicas. Consumo de álcool em Marrocos Marrocos é um país muçulmano, pelo que não é fácil encontrar locais onde comprar álcool. Se quiseres comprar bebidas alcoólicas o melhor será perguntares ao teu guia ou no teu alojamento. No entanto não é permitido beber na rua, nem mostrar as bebidas. E as lojas deixam de vender álcool a partir das 19h00 Viajar para Marrocos durante o Ramadão Se vais viajar durante a época do Ramadão há algumas questões que deves ter em atenção. Muitos monumentos podem estar fechados, bem como restaurantes ou outras atrações também podem estar fechadas ou os horários sofrerem alterações. O que significa que podes de ter de fazer algumas alterações ao teu itinerário ou percurso. Uso de Drones Se costumas utilizar drones nas tuas viagens, fica a saber que para entrares em Marrocos com um drone tens de ter uma autorização emitida pelas autoridades administrativas marroquinas a permitirem a entrada do mesmo. Caso entres no país sem a referida autorização as autoridades procedem ao confisco imediato do aparelho e dos respetivos acessórios. No caso de veres o teu drone confiscado, a administração aduaneira é obrigada a fornecer um comprovativo de depósito (recepisse de dépôt). Só com a apresentação deste documento conseguirás reavê-lo. O prazo para o reaveres e deixar o território marroquino é de 45 dias. Se deixares passar este prazo perdes o direito de o recuperar. E podes ainda ter de pagar despesas de armazenamento. Só o proprietário ou alguém com uma procuração pode recuperar o aparelho. A mão Esquerda A mão esquerda é considerada a mão para fazer a higiene pessoal. Pelo que é considerada uma falta de educação comer (é usual comer com as mãos sem utilizar talheres, mas apenas utilizar a mão direita para levar a comida à boca) ou cumprimentar alguém com esta mão. Guias Turísticos Não confies nas pessoas que te abordam na rua a oferecer passeios turísticos. Procura sempre um guia oficial. Pede indicações no aeroporto ou no teu alojamento. Por forma a poderes confiar no teu guia e evitares situações que te coloquem em perigo. Autora: Lovely Lisbonner

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Conhece as festas de Santo António de Lisboa

Conhece as festas de Santo António de Lisboa

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Queres visitar Lisboa nas festas de Santo António mas não sabes por onde começar? Nesta ocasião a IATI, líder na contratação de seguros de viagem online, ensina-nos como tirar o melhor proveito desta festa tão típica sem terminar como uma sardinha assada. O que ver e fazer em Lisboa nos Santos Populares? Quem foi Santo António? Na verdade, Santo António não se chamava António. O seu nome de nascimento era Fernando Martins de Bulhões, e acredita-se que nasceu entre 1191 e 1195 na rua das Pedras Negras, no bairro da Alfama. Fernando vinha de uma família privilegiada, e contrariando os desejos dos seus pais (que o queriam fazer cavaleiro), Fernando entregou-se à vida eclesiástica através da Ordem de Santo Agostinho. Posteriormente entrou na Ordem Franciscana, onde de seguida destacou e foi encomendado de pregar a palavra em outros lugares, e então foi quando decidiu trocar seu nome por António. Orador nato, as suas são as palavras do “Sermão aos peixes”. Santo António faleceu no dia 13 de junho de 1231 na cidade de Pádua (Itália). Daí que hoje em dia seja também conhecido como “Santo António de Pádua”. A festa tradicional de Santo António Pois bem, agora que já conhecemos o santo, vamos à festa! Mesmo não sendo o padroeiro oficial da cidade de Lisboa (na verdade é São Vicente), são muitas as atividades em sua homenagem realizadas na capital Portuguesa. Possivelmente a tradição mais famosa seja a das sardinhas assadas. Em todo lado, mas principalmente nos bairros de Alfama e Costa do Castelo, é possível saboreares este manjar composto de sardinhas assadas na brasa com pão, muitas vezes acompanhadas de uma salada de pimentos. É comum ver que são os próprios vizinhos destes bairros os que se prontificam a assá-las à porta das suas casas. A decoração da cidade não passa inadvertida de forma alguma. Cores e formas, bandeirolas, fitas e sardinhas de papel decoram as ruas da cidade para conseguir um ambiente ainda mais alegre e festivo. É também tradição que os jovens rapazes entreguem um vasinho de manjerico à sua amada, pelo que é sempre fácil encontrar barraquinhas perfumadas com estas plantas. Santo António casamenteiro Como sempre se disse que Santo António é o santo casamenteiro, são muitos os casais que decidem comemorar o seu casamento neste dia, pelo que as igrejas se enchem, não só pelas procissões e romarias, mas também pelos casamentos à procura da bênção do santo. Por outro lado, a própria Câmara Municipal recuperou uma tradição antiga que consiste em patrocinar o casamento de dezasseis casais com poucas possibilidades na igreja de Santo António, patrocinando depois as atividades típicas destas comemorações. Os arraiais de Santo António Os arraiais de cada bairro são diferentes entre sí, mas têm como fator comum a música, a festa, a bebida e a comida. Caldo verde, bifanas, pão com chouriço, cerveja, vinho tinto e até a famosa ginja estão à disposição nas diferentes tasquinhas de cada bairro. A banda sonora do momento acostuma ser o Pimba, sem deixar de lado as cantigas populares e o Fado. O prazer está em caminhar pelas ruas provando de tudo um pouco, deixando-se misturar no ambiente alegre e amistoso. Marchas populares Na noite do dia 12 saem às ruas as “Marchas Populares”, formações representantes de cada bairro da cidade e compostas pelos próprios moradores, a desfilar pela Avenida da Liberdade. As marchas existem desde o século XVIII, mas desde 1932 é feito um concurso entre todas as participantes. É realmente espetaculare a cenografia destas marchas, cujos membros desfilam caracterizados com coloridos e chamativos disfarces, e desfilam dançando coreografias ensaiadas com exatidão. Dicas para desfrutar da festas de Santo António Mas é importante teres em conta alguns conselhos de segurança para que a festa seja completa e não passes por apertos desnecessários nesta que é uma das 10 experiências típicas de Lisboa a não perder: • Não tentes chegar às festas de carro: várias das ruas mais centrais da cidade são cortadas durante estas comemorações, assim que o mais provável é que, se formos de carro, tenhamos de andar às voltas para acabarmos a pagar por um parque afastado do nosso destino. O mais recomendável é andar. Assim, evitamos também a ideia de conduzir depois de beber, até porque os controlos da polícia se multiplicam nesses dias. • Usar sapatos confortáveis e fechados: Justamente pelo que foi dito anteriormente, é recomendável ter em conta o tipo de sapatos a usar. Andar pelas ruas da Alfama com saltos altos pode ser uma missão impossível, com o conseguinte risco de quedas e ferimentos. Por outro lado, o grande afluxo de visitantes, unido a umoka certa índole etílica da festa pode levar a que sejamos pisados várias vezes. • Levar apenas o essencial: As ruas de Lisboa transformam-se em formigueiros durante os Santos Populares, e é sempre aconselhável manter os teus pertences vigiados em todo momento. Se usares mochila, levá-la à frente é sempre a melhor escolha. O mesmo acontece com as carteiras. No geral, não deveríamos levar nada nos bolsos traseiros da roupa. Como em qualquer cidade, os carteiristas estão à procura de vítimas, e devemos procurar sempre que não sejamos nós. • Contratar um seguro de viagem: Com estas dicas, a tua visita a Lisboa durante as festas de Santo António pode ser muito mais divertida. No entanto, podem sempre acontecer imprevistos. Por isso, recomendamos que contrates um bom seguro de viagens antes da tua partida, com a finalidade de estares coberto perante qualquer emergência. Os seguros da IATI podem proporcionar-te a segurança de que a tua visita será agradável em qualquer situação. Boa viagem, e bem-vindo ao Santo António de Lisboa! Autor: Alex Borges, Falar de Viagens

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Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

Angkor Wat, porque deves ir pelo menos uma vez na vida

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O sol nasce atrás das grandes cúpulas de Angkor Wat. As palmeiras altas estendem-se em direção ao céu iluminado, enquanto nuvens ondulantes são refletidas na água do fosso do templo. Vais demorar uns minutos para assimilar a passagem da tua realidade, para o interior misterioso de uma das maiores estruturas religiosas do mundo. A Iati, líder na venda de seguros de viagem online, neste artigo promete belos edifícios anciãos a brilhar ao pôr-do-sol, numa viagem que vais querer fazer pelo menos uma vez na vida. Porque deverias visitar Angkor Wat? O exterior de Angkor Wat tornou-se um símbolo do país, de tal forma, que até aparece na bandeira do Camboja. Contudo, o que está lá dentro é igualmente espetacular. Angkor Wat, o mistério Angkor Wat é o precioso templo e estrela, do que hoje é conhecido como o Parque Arqueológico de Angkor. A cidade de Angkor foi construída no século XII como uma capital do Khmer, para o rei Suryavarman II. Quando ficou pronta, a cidade antiga tinha uma área de 400km, e 1 milhão de habitantes, o que a tornou na maior cidade pré-industrial da história. O que aconteceu à sua população é um mistério até hoje! Os arqueólogos ainda não sabem, ao certo, o que realmente aconteceu com esse vasto império e seu povo, e o que os levou a abandonar tamanha cidade. As teorias incluem derrotas em batalhas e mudança de práticas religiosas, (Hinduísmo do Khmer foi substituído pelo Budismo Theravada no séc. XIV), mas o mistério intrigou os cientistas por séculos. Angkor tem tanta água, quanto pedra. A área possui um enorme sistema de canais artificiais, diques e reservatórios, o maior deles (West Baray) tem 8km de comprimento e 2,4km de largura. Esta obra de engenharia são parte integrante de um design geral do complexo que permanece fiel ao simbolismo religioso. Mas essas obras gigantes, de índole religiosa, também serviam um propósito prático. Ao aproveitar com habilidade o rio e a água da chuva, saciavam a sede, e irrigavam culturas produtoras de riquezas como o arroz, que era usado pelos Khmer como moeda. Angkor Wat, a lenda A galeria Churning of the Sea of ​​Milk mostra um baixo-relevo de uma das mais famosas lendas sagradas hindus: Vishnu (associado na escultura como o arquiteto do rei Suryavarman II, que construiu o complexo) convence um grupo de demónios e deuses a trabalhar juntos em uma tentativa de ganhar a imortalidade. Envolveram a grande cobra Vasuki ao redor da base do Monte Mandara. Começam a jogar o jogo da corda: os deuses puxam de um lado da cobra e os demónios do outro. Com a força, o Monte gira e agita as águas do oceano por baixo dele. Este desafio dura 1000 anos! Até ao momento que Amrita (néctar da Imortalidade) sobe até à superfície. Vishnu agarra-o mesmo a tempo de impedir os demónios de o beber. O que vais encontrar em Angkor Wat? Mesmo depois dos tempos de glória passarem, Angkor permaneceu popular entre os peregrinos budistas que viajavam pelo sudeste da Ásia. Hoje em dia o complexo atrai viajantes de toda a parte, quase um milhão por ano. Quando Angkor foi nomeado Património da Humanidade em 1992. E a UNESCO continua a fazer parte do futuro de Angkor, trabalhando com as autoridades do Camboja para garantir que o turismo e o desenvolvimento não comprometem este grande tesouro cultural e religioso. Ta Prohm Ta Prohm é um dos templos mais fotografados e foi, deliberadamente, deixado em grande parte sem restauro, emaranhado e estrangulado por vegetação rasteira. É um templo muito popular, particularmente para os fãs do filme Tomb Raider de 2001, pois foi o local das filmagens. Bayon O eterno favorito, em Angkor Thom, é o templo de Bayon, cujas torres estão gravadas com rostos de bodhisattvas iluminados e onde baixos-relevos encantadores retratam a vida comum do Khmer, em vez de deuses hindus que estão na maior parte das gravuras espalhadas no complexo. Ta Som Ta Som é uma mini versão de Ta Prohm. As suas raízes ocuparam languidamente uma intrigante entrada. Aproxima-te de leste e vais encontrar um santuário solitário esculpido com divindades femininas, e se estiveres à procura de silêncio, Ta Som pode muito bem ser a resposta para as tuas orações. East Mebon Foi um dos primeiros templos construídos no complexo, Wat Mebon está ligeiramente degradado, mas ainda mantém algumas das mais impressionantes esculturas de Angkor. Possui uma riqueza de animais selvagens esculpidos em honra do deus hindu Shiva. O pôr do sol é a melhor época para visitar, pois as pedras assumem uma tonalidade avermelhada, e tem menos multidões. Dica Especial da IATI Com mais de um milhão de turistas a visitar Angkor Wat todos os anos, o espaço está a ficar congestionado. Grandes grupos de turistas tendem a seguir horários semelhantes, o melhor é evitá-los. Define o alarme para antes do amanhecer, quando há menos visitantes e a temperatura e a humidade são menores. Chega quando as portas se abrirem: 5h30. Após o nascer do sol, a maioria dos turistas volta para seus hotéis para o pequeno-almoço. Em vez disso, leva um lanche e fica por lá até as 9h, enquando os templos estão sossegados. Regressa ao hotel para um pequeno-almoço tardio, antes de regressares aos templos mais populares ao meio-dia, quando a maioria dos turistas vai almoçar. As tardes são melhor aproveitadas nos templos menores. Vai preparado para andar muito. Aluga uma bicicleta em Siem Riep, são muito melhores do que andar de Tuc-Tuc, e mais amigas do ambiente. Escolhe o seguro de viagem que melhor se adapta a ti, e não te esqueças de verificar as vacinas para viajar para o Sudoeste Asiático.

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Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa

Lisboa – 10 Experiências Típicas na Capital Portuguesa

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Lisboa foi considerada recentemente a melhor cidade para fazer um city break. E embora existam muitas atividades novas que podes encontrar na cidade, recomendamos 10 atividades tipicamente lisboetas para que te sintas um verdadeiro “alfacinha” durante a tua visita à capital portuguesa. Não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para que a tua estadia na cidade ocorra sem percalços. Contacta-nos e Informa-te sobre qual o seguro mais adequado à tua viagem. 10 atividades tipicamente lisboetas a não perder Jantar numa Casa de Fados Se estás a pensar ir jantar a uma casa de fados, há uma coisa que tens de ter em atenção, aqui a expressão popular “silêncio que se vai cantar o fado” é para levar à letra. Podes cantar e acompanhar o fadista, isso sim e ninguém te vai mandar calar. Mas se não consegues jantar sem dar dois dedos de conversa com os teus companheiros de mesa arriscas-te a levar um raspanete pelo dono do restaurante, ou mesmo ser mandado calar pelo fadista. E se muitas casas têm fadistas consagrados e de renome, existem outras em que os fadistas são amadores e todos são convidados a participar. Ir aos Pastéis de Belém Existem em Lisboa muitas casas a produzirem e venderem pastéis de nata, mas a verdadeira experiência de comer um Pastel de Belém continua a ser única, até porque só aqui encontras a receita original. Podes ter de esperar algum tempo na fila até trincares os teus pastéis de Belém, mas vale bem a espera. Um conselho que te damos é comprar pelo menos dois, porque um vai saber a pouco. O início do fabrico dos Pastéis de Belém deu-se em 1837, segundo uma receita secreta guardada pelos monges do Mosteiro dos Jerónimos. Esta receita mantém-se igual até aos dias de hoje. Visitar o Castelo de São Jorge Para além de toda a história que podes aprender ao visitar o Castelo de São Jorge, vais ter uma das vistas mais magníficas sobre a cidade de Lisboa a partir do seu miradouro. Fazer um Passeio a pé pelos Bairros típicos da cidade É verdade que com o aumento do turismo, assistimos ao abandono dos bairros típicos de Lisboa por parte da população local. Mas ainda assim, passear por alfama, pela Madragoa ou pela Graça, só para nomear alguns dos bairros mais típicos da cidade continua a ser uma experiência enriquecedora e em que podes ter uma noção de como as pessoas viviam no passado. Cada recanto, cada beco tem uma história e é uma oportunidade fantástica para fazer por exemplo um tour fotográfico. Beber uma ginjinha (Licor de ginja) Vir a Lisboa e não experimentar a famosa ginjinha é o equivalente a ir a Roma e não ver o Papa. A “Ginjinha”, é um licor tradicional Português. Este licor é feito a partir de álcool e obtido a partir da fruta da ginja. Tem uma mistura de sabores doces e amargos com uma pitada de canela. É tipicamente servida em pequenos copos e manda a tradição que se beba tudo de uma vez. Existe a opção de beber a ginja com elas ou sem elas, ou seja com ou sem a ginja (a fruta) no copo. Subir no Elevador de Santa Justa Sabiam que o arquiteto responsável pelo projeto do Elevador de Santa Justa é Gustav Eiffel, o mesmo da Torre Eiffel em Paris. O elevador liga a Rua de Santa Justa ao miradouro de Santa Justa (ou miradouro do Carmo como também é conhecido), que fica nos Terraços do Carmo. As filas para subir são enormes e demoradas, mas é uma experiência que vale a pena pelo menos uma vez na vida. Andar no elétrico 28 É o elétrico mais famoso de Lisboa. É também um dos preferidos dos carteiristas. Por isso muita atenção às mochilas nas costas e a todos os locais onde guardes os teus pertences. O percurso do elétrico tem início em Campo de Ourique e Termina no Martim Moniz. À noite a partir das 22h o percurso é alterado e o seu início realiza-se na Estrela. Do percurso fazem parte locais como o Chiado, o largo da Academia de Belas Artes, a Sé de Lisboa, o Miradouro de Santa Luzia, o largo das Portas do Sol e o Largo da Graça, entre outros. Festa dos Santos Populares e Marchas Populares (Santo António de Lisboa) O mês de junho significa festa nas ruas de Lisboa. Todos os anos lisboetas e não só, saem à rua para festejar o santo padroeiro da cidade, Santo António de Lisboa (que os italianos reivindicam como Santo António de Pádua. Nasceu em Lisboa, mas desenvolveu a sua obra em Itália). As festas de Lisboa têm início a dia 1 e terminam no dia 30 de junho. Durante todo o mês há iniciativas gratuitas e abertas a todos. Desde as tradições mais antigas, como a introdução de propostas artísticas mais modernas. As festas têm o seu ponto alto na noite de 12 para 13 de junho com o desfile das marchas populares na avenida da liberdade. No dia 12 também se realizam os casamentos de Santo António, patrocinados pela Câmara Municipal de Lisboa, uma vez que o santo tem fama de casamenteiro. No Dia 13 comemora-se o dia de Santo António, feriado municipal de Lisboa, com a procissão em honra do santo. As noites nos bairros típicos da cidade são animadas com música popular e sardinhas assadas. Não podem faltar os famosos vasos com manjericos, todos eles acompanhados de um cravo de papel e de uma quadra popular. As ruas são todas enfeitadas com globos de papel colorido. Visitar a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos Existem vários monumentos em Lisboa que merecem a tua visita. Mas se tivéssemos de destacar dois seriam estes. A Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos, ambos em Belém. Visitar os Miradouros da cidade Lisboa é a cidade das sete colinas, o que por si só já proporciona uma vista fantástica em vários pontos da cidade. Para juntar a isto temos ainda vários miradouros, que fazem as delícias dos apaixonados por paisagens de cidades. Deixamos-te com alguns miradouros que vale a pena visitar. • Miradouro da Basílica da Estrela • Miradouro da Rocha de Conde de Óbidos • Miradouro da Penha de França • Miradouro da Senhora do Monte • Miradouro das Portas do Sol • Miradouro da Torre de Belém • Miradouro de Santa Catarina • Miradouro de Santa Luzia • Miradouro de Santo Amaro • Miradouro de Santo Estevão • Miradouro de São Pedro de Alcântara • Miradouro do Castelo de São Jorge • Miradouro do Monte Agudo • Miradouro do Padrão dos Descobrimentos Autora: Lovely Lisbonner

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É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

É seguro viajar atualmente para o Myanmar?

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O Myanmar, ou antiga Birmânia como também é conhecido, é o maior país do Sudeste Asiático. Faz fronteira com a China, Bangladesh, Índia, Laos e Tailândia e é banhado pelo Mar de Andamão e Golfo de Bengala. Neste artigo a IATI seguros apresenta-te uma visão geral sobre a situação histórica e política do Myanmar bem como as questões relacionadas com a segurança para todos aqueles que pretendam visitá-lo. Antes de embarcar neste país milenar não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem pois independentemente do destino a tua segurança está sempre em primeiro lugar. É seguro viajar para o Myanmar? Até há muito pouco tempo atrás o Myanmar era um país para muitos desconhecido já que o turismo por lá era estritamente proibido. As portas ao turismo abriram-se muito recentemente depois de uma dura ditadura militar que, embora na penumbra, ainda vai persistindo. O país está em processo de democratização desde 2011 e, justamente por isso, muitas são as questões lançadas sobre a segurança de se viajar para o Myanmar. Contextualização histórica do Myanmar O Myanmar é um país multicultural já que aqui existem cerca de 8 macro grupos étnicos que se subdividem em 130 minorias étnicas. Cada uma delas com a sua própria cultura a nível de religião, língua e até mesmo tradições. Foi esta multidiversidade que originou problemas quando o país conseguiu a sua independência do Reino Unido, em 1948. Cada um dos grupos étnicos reivindicava direitos diferentes o que originou uma guerra civil. Esta teve o seu fim em 1962 quando os militares deram um golpe de estado que levou à instauração de uma severa ditadura militar que perdurou até 2011. Pouco se sabe sobre o que aconteceu no país durante todo este tempo já que este se fechou ao resto do mundo. A luta pela democratização do país é mundialmente associada aos esforços de Aung San Suu Kyi, que durante anos lutou pelo fim da ditadura tendo mesmo sido presa durante mais de 10 anos pela junta militar. Tendo-se dissolvido a ditadura em 2011, em 2016 Aung San Suu Kyi foi democraticamente eleita como primeira-ministra do país já que esta não pode ser eleita presidente por ser casada com um estrangeiro. Desde então o país abriu as portas ao turismo e está então em processo de democratização. Situação atual do Myanmar Atualmente o Myanmar é um país oficialmente democrático de república parlamentarista. Porém, 25% do parlamento ainda pertence aos militares, o que tem tornado o processo de democratização demorado e não tão pacífico como se desejava. Existem ainda algumas frentes de confronto espalhadas pelo país devido justamente a grupos étnicos que reivindicam a sua independência. O mais famoso tem sido os confrontos com a minoria Rohingya. Os Rohingya são um povo originário do estado de Rahkhine, no Myanmar que nunca foi oficialmente reconhecido. O governo considera que este povo é oriundo da Índia e do Bangladesh e, portanto, nunca os reconheceu como cidadãos de direito. Atualmente este povo tem sido perseguido pela junta militar que infelizmente ainda existe no país e, sem mais solução, têm-se refugiado na Índia e no Bangladesh. Além desta existem ainda outras zonas de confrontos no país de menor dimensão. É seguro viajar para o Myanmar? Em primeiro lugar há que referir que o Myanmar é um país enorme, tendo uma área corresponde a duas vezes a área da Alemanha. Além disso, para o bem e para o mal, os conflitos existentes estão circunscritos em áreas específicas e de acesso proibido para o turista. Na verdade grande parte da população residente nas cidades turísticas pouco sabe sobre aquilo que se passa no resto do país. O Myanmar não é um país onde poderá aventurar-se por cidades e aldeias recônditas e menos turísticas. Existem aquelas que são conhecidas como as áreas brancas e áreas negras. Desta última fazem parte todos os locais que não podem ser visitados justamente por serem alvo de confrontos, onde se incluem as regiões de Myawadi, Tachilik-Mae Sai, Arracão e Estado de Karen. Posto isto, se viajares pelo comum roteiro turístico que engloba as cidades de Yangon, Bagan, Inle Lake e Mandalay, estarás certamente seguro. Embora estas zonas não sejam ainda massivamente turísticas como os restantes países do Sudeste Asiático, têm já uma boa rede de hotéis, restaurantes e meios de transporte. Zonas como Pyin U Lwin, Hsipaw, Hpa-An e as praias de Nagapali são também alguns locais que atraem turistas embora com menor afluência, mas onde será também seguro viajar. De qualquer forma, se por algum motivo não puderes visitar determinada região sabê-lo-ás antecipadamente já que não existirão conexões de transportes para lá. Existem também vários checkpoints no país onde são então controladas as entradas nestas zonas restritas. Porém, se não saíres do roteiro supracitado nem sequer terás contacto com estes pontos de paragem. Assim sendo e de uma forma geral é seguro viajar atualmente para o Myanmar desde que te mantenhas nas áreas permitidas ao turismo. De qualquer forma e para que te mantenhas a par da situação atual do país, deverás sempre aceder às informações no Portal das comunidades do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Autora: Patrícia Carvalho

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O que ver e fazer em Banguecoque

O que ver e fazer em Banguecoque

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Bangcoque é uma cidade de emoções intensas. Quem a visita volta para casa com a certeza de que amou ou detestou a cidade, o meio termo é raro. Neste artigo damos-te várias sugestões sobre o que poderás ver e fazer em Bangkok. Agora só precisas de tratar dos voos, contratar um seguro de viagem, e partir à descoberta desta cidade fascinante! O que fazer em Banguecoque? Enormes e modernos arranha-céus vivem lado a lado com bairros típicos onde costumes e tradições permanecem fortemente enraizados. O trânsito intenso apresenta-se como um caos controlado. A religião, tal como em toda a Tailândia, é um elemento fulcral em Bangkok. Os templos espalham-se por toda a cidade às centenas, sendo paragem obrigatória para quem a visita. E a gastronomia é sem dúvida uma das melhores do mundo. Wat Pra Kaew (Templo do Buda de Esmeralda) Dos 400 templos espalhados por Bangkok, o Wat Pra Kaew é um dos três mais visitados. Um dos seus principais atrativos é o Buda Esmeralda esculpido numa pedra de Jade com 66 cm de altura que ali se encontra. Está localizado numa área de 94 hectares, composta por cerca de 100 edifícios. Podes contratar um guia no interior do recinto, ou alugar um áudio-guia por 200 bahts por duas horas para ficares a perceber melhor a história por trás deste templo majestoso. Wat Pho (Templo do Buda Reclinado) O Wat Pho é o segundo dos três templos budistas mais visitados em Bangkok e um dos maiores e mais antigos também. Uma das suas principais atrações é o famoso Buda reclinado dourado com 15mt de altura e 43mt de comprimento, e pés de 4mt decorados com madrepérola. O templo está localizado mesmo ao lado do Grande Palácio Real. Curiosamente é também o local onde se encontra a primeira escola de Massagem Tailandesa, por isso podes aproveitar para descansares o corpo depois da visita ao templo, com uma massagem tailandesa original. Wat Arun O Wat Arun é o terceiro templo budista mais visitado em Bangkok. O seu nome significa “Templo da Madrugada” e está localizado do outro lado do rio, no lado oposto do Grande Palácio Real e do Wat Pho. O templo é especialmente conhecido pela sua torre em estilo Khmer com 82mt de altura, rodeada por quatro torres mais pequenas decoradas com cerâmica chinesa. Oferece-te um cenário fantástico ao pôr-do-sol, no entanto, a melhor altura para o visitares é de manhã bem cedo para evitares as multidões. Grande Palácio Real Construído em 1782, o Grande Palácio Real foi, durante cerca de 150 anos, a residência oficial da família real da Tailândia. Hoje em dia é uma das principais atrações de Bangkok e o local onde se realizam várias comemorações e cerimónias oficiais. É composto por uma série de outros edifícios onde se inclui o já referido Wat Pra Kaew. É importante que tenhas em atenção que o código de vestuário no Grande Palácio Real é bastante rigoroso. As mulheres não podem entrar de ombros e pernas à mostra, e os homens deverão usar calças compridas e camisas/t-shirts com mangas. No entanto podes alugar à entrada camisas e panos para enrolar à volta das pernas. Mercados flutuantes O Taling Chan Market, o Bang Ku Wiang Market, o Tha Kha, o Damnoen Saduak, o Amphawa Floating Market, o Bang Khu Wiang Floating Market, o Bang Nam Pheung Floating Market e o Khlong Lat Mayom Floating Market são oito mercados flutuantes localizados nas imediações de Bangkok. Uns mais turísticos do que outros, por certo, mas uma visita a qualquer um deles oferece-te uma experiência única. Os mais conhecidos e visitados são o Khlong Lat Mayom, o Damnoen Saduak e o Amphawa. China Town Um ambiente caótico, cheio de cores, luzes, cheiros e sabores deliciosos. É incrível percorrer as suas inúmeras bancas de comida de rua e provar uma iguaria de cada uma delas. Se puderes, tenta visitar a China Town na altura do Ano Novo Chinês (fevereiro) e do Festival Vegetariano (estende-se por 9 dias no início de outubro) para a veres no seu melhor. Passear nos canais do Rio Chao Phraya Esta é uma experiência obrigatória numa visita a Bangkok. Podes comprar um tour ou alugar um long boat privado por algumas horas. Percorrer os canais do rio Chao Phraya é a melhor forma de visitares um outro lado de Bangkok. Passarás algumas horas num ambiente relaxado e pitoresco entre casas de madeira construídas em cima da água, a ocasional vendedora de souvenirs num barco e crianças que brincam nas suas águas. Mercado Chatuchak souvenirs, artesanato, acessórios, comida, roupa e afins. Treina bem a tua capacidade de negociação antes de lá ires! O mercado está aberto às sextas (das 18h às 24h), e sábados e domingos (das 09h às 18h). É aconselhável ires de manhã, altura em que ainda não se encontram lá grandes multidões e te podes movimentar mais facilmente nas suas ruas. Khao San Road A conhecida meca dos mochileiros em Bangkok. Mesmo que não fiques lá alojado, é sempre interessante conheceres este local mítico de Bangkok. São dezenas e dezenas de restaurantes, bares, lojas e hostels numa rua que de tradição tailandesa não tem absolutamente nada. Jim Thompson’s House A casa do famoso empreendedor norte-americano Jim Thompson é uma das atrações mais bonitas de Bangkok. O Jim Thompson mudou-se para a Tailândia após ter sido dispensado do serviço militar em 1946, e dedicou-se durante mais de 30 anos à indústria da seda tailandesa. Era também um ávido colecionador de arte asiática, sendo a sua casa um testemunho incrível dessa sua paixão. Desapareceu misteriosamente na selva malaia em 1967, no pico do seu sucesso. A sua casa é hoje um museu fantástico repleto de fascinantes peças de arte e jardins exóticos, sendo a visita acompanhada por um guia. Sky Bar do Hotel Lebua At State Tower Existem vários Sky Bars em Bangkok, mas o Sky Bar do Hotel Lebua na State Tower é hoje particularmente famoso pelo facto de ter sido cenário de uma das cenas do filme “A Ressaca II”. É o local ideal para usufruíres de uma das melhores vistas sobre Bangkok a 63 pisos de altura, embora fique sempre bastante cheio. Quando lá fores tenta ir um bocadinho mais aperaltado, pois existe código de vestuário. Se chegares antes da abertura do Sky Bar às 18h, podes sempre ir beber um cocktail e ver o pôr-do-sol ao Distil, onde apesar de a vista não ser tão boa como no Sky Bar, encontras menos confusão e um ambiente mais tranquilo. Lumpini Park O Lumpini Park é o maior parque público da cidade e está para Bangkok como o Central Park está para Nova Iorque. É um bom local para fugires por alguns momentos à agitação e caos constante da cidade, onde poderás relaxar num ambiente verde e descontraído. Podes alugar um barco e dar uma volta no seu lago, aproveitar para fazeres algum exercício ou apenas deitares-te na relva e veres a vida passar calmamente. Patpong Patpong é um dos Red Light Districts mais conhecidos de todo o mundo. Está recheado de bares, discotecas e strip bars mas é também o lar de um dos mercados noturnos mais conhecidos de Bangkok.

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Como planear uma viagem longa de forma independente

Como planear uma viagem longa de forma independente

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Fazer uma viagem longa, de vários meses ou mesmo um ano, é um sonho de muitos de nós. Deixar o trabalho e mergulhar numa aventura de total liberdade, explorar os quatro cantos do mundo e procurar uma vida mais leve. Além do financiamento necessário é também preciso uma certa preparação antes da viagem, como a escolha de um bom seguro de viagens, e é aqui que muitas pessoas desistem. Planear uma viagem destas parece demasiado difícil e exigente. Mas acredita, é bem mais fácil do que o que parece. Como planear uma viagem longa? Neste artigo, a IATI explica-te tudo para poderes organizar uma viagem destas em segurança. Para facilitar vamos dividir a programação entre aquilo que deves fazer antes da viagem, durante a viagem, e depois da viagem. Antes da viagem – Comprar os bilhetes de avião Este costuma ser o passo principal para começar a dar forma à viagem. Deve ser também o primeiro passo já que os bilhetes podem ser caros quando comprados com pouca antecedência. Vai explorando preços e rotas de aeroportos principais, na zona do mundo onde pretendes iniciar a viagem. Compara também preços entre diferentes companhias aéreas. O ideal será comprares os bilhetes com uma antecedência de 4 meses. – Ires à consulta do viajante A saúde não pode ser deixada de lado especialmente quando vamos embarcar numa viagem de longa duração para o outro lado do mundo, onde as condições de saúde nem sempre são as mesmas do nosso país. É assim obrigatório fazeres a consulta do viajante. Aqui, um médico especializado dar-te-á as recomendações de saúde e higiene necessárias de acordo com o local para onde vais viajar, como por exemplo não beberes água da torneira, evitares bebidas com gelo ou fruta descascada, usares repelente para mosquitos, etc. Caso necessites de alguma medicação preventiva ou vacinas, estas ser-te-ão também recomendadas. A consulta do viajante deve ser feita com 2 a 3 meses de antecedência já que algumas vacinas exigem a toma de várias doses com espaçamentos de tempo relativamente longos. Além disso este tipo de consultas não está disponível com a devida frequência por todo o país, em termos do Sistema Nacional de Saúde. O melhor é consultares o local mais próximo da tua zona de residência e marcares o quanto antes. Se preferires ou se já não tiveres tempo, existem também muitas clínicas privadas com este tipo de consultas, inclusive consultas online. Este é outro ponto absolutamente imprescindível numa viagem, seja ela de longa ou curta duração. A nossa segurança pessoal deve estar em primeiro lugar e, portanto, um bom seguro de viagem é essencial. Para viagens de longa duração vale a pena procurar seguros específicos como por exemplo o Seguro Multiviagem IATI. Por outro lado, se estiveres a ponderar uma viagem mais aventureira que inclua desportos radicais como bungee jumping, trekkings ou open diving, poderás optar pelo Seguro Mochileiro IATI. Vale a pena fazeres uma pesquisa alargada de todos eles e escolheres aquele que mais se adapta ao teu estilo de viagem. – Planear um roteiro Este é também um dos pontos que parece ser mais exigente na preparação de uma viagem deste calibre, especialmente sobre como organizar e planear voos, hotéis e mesmo tours para meses de viagem. O ideal será começares a pesquisar com alguma antecedência, durante o seu tempo livre, de modo a entender es que países gostaria de visitar e quanto tempo queres despender em cada um. Assim que tiveres os países decididos deves pesquisar sobre a obtenção de vistos para esses locais, dado que, para alguns países terás obrigatoriamente de fazer o pedido de visto em Portugal como por exemplo o Paquistão, a Nigéria ou a Índia. Depois disto terás duas opções: ou programar a viagem ao pormenor, decidindo atempadamente que cidades queres visitar e que atrações queres ver; ou decidir de uma forma flexível que cidades gostarias de visitar, deixando o planeamento em concreto para a altura em que lá chegares. Tem em atenção que numa viagem de longa duração terá vários dias de descanso pelo meio onde poderás sempre organizar melhor o teu próximo destino. Além disso, se te permitires a alguma flexibilidade poderás ir alterando a tua rota, para locais que, entretanto, te vão chamar mais a atenção, assim como sair mais cedo de um local, se este não te agradar. O melhor é teres uma rota genérica em termos de países, vistos e cidades, e ir planeando à medida que a viagem vai acontecendo. De uma forma geral, numa viagem destas é necessário teres alguma flexibilidade e compreenderes que os planos não vão acontecer da forma que tínhamos idealizado. Também isso faz parte da experiência. – Preparar a mala Este parece ser também um dos pontos mais complicados de gerir dado que, numa mala ou mochila terás de colocar tudo o que vais precisar para os próximos meses. Porém, acredita que não há muito de diferente numa mala de viagem para 10 dias ou 4 meses. Seja qual for a duração da viagem deverás levar roupa necessária para uma semana, dez dias, no máximo. Não te esqueças que, ao longo do percurso, irás obrigatoriamente lavar a tua roupa. Por outro lado, podes sempre ir comprando ao longo da viagem, consoante a necessidade. Deixamos aqui uma lista de alguns itens que poderão não estar presentes numa viagem de curta duração e que poderão ser essenciais para uma longa viagem: • Um bom par de sapatilhas de caminhada/trekking; • Impermeável; • Adaptar de energia; • Extensão elétrica/ tripla (principalmente se tiver muitos equipamentos para carregar como computador, telemóvel, máquina fotográfica, etc); • Equipamentos eletrónicos: computador, telemóvel, máquina fotográfica, go pro, respetivos carregadores e cartões de memória, uma boa power bank; • Uma pasta com todos os documentos essenciais (passaporte, vistos, boletim de vacinas, etc) Durante a viagem – Controlar os seus gastos Costuma-se dizer que o dinheiro voa e é verdade, especialmente se não o controlarmos. É muito importante que numa viagem destas sejas meticuloso com os teus gastos por forma a saberes exatamente quanto dinheiro estás a gastar. Caso contrário corres o risco de ter de a terminar mais cedo, por falta de verbas. Existem já muitas apps especificas para gastos em viagens, com várias categorias de gastos como vistos, voos, hotéis, etc. Algumas delas são Trabee Expense, Expensify ou Expense Manager. Outra opção será desenhares um ficheiro Excel à tua medida e ir atualizando semanalmente, consoante vais gastando dinheiro. Depois da viagem – Fazer a consulta do viajante pós-viagem Embora a consulta do viajante seja bastante conhecida, o mesmo não se pode dizer sobre a consulta pós-viagem. Esta faz também parte da modalidade Saúde em Viagem, do Sistema Nacional de Saúde, e é igualmente importante. Depois de tantos meses longe da tua zona de conforto, sujeitos a variações de temperatura constantes, a diferentes refeições e alimentos e diferentes condições de higiene, vale a pena fazeres um check-up geral à sua saúde e averiguares se está tudo bem. Se chegares a Portugal com alguns sintomas específicos ou se sentires que não te estás a sentir normal, a consulta pós-viajante é absolutamente obrigatória, não só pela tua saúde como a saúde de todos os outros pois podes ser portador de uma doença autóctone e se não a tratares imediatamente corres o risco de a alastrar. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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Ilha da Madeira – O que fazer na terra de Cristiano Ronaldo

Ilha da Madeira – O que fazer na terra de Cristiano Ronaldo

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A Ilha da Madeira é atualmente conhecida por ter dado ao mundo o melhor jogador de futebol. Mas a Ilha é muito mais do que o berço de Cristiano Ronaldo. O Arquipélago da Madeira é composto por 4 grupos de ilhas: Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens. E apenas a Madeira e Porto Santo são habitadas. Deixamos-te algumas sugestões para que possas tirar o melhor partido da tua estadia. Sabes que a Iati Seguros tem seguros específicos para os diferentes tipos de viagem? Se tens dúvidas sobre qual o seguro de viagem mais adequado à viagem que vais fazer contacta-nos e nós ajudamos-te a escolher. O que ver e conhecer na ilha da Madeira A ilha da Madeira É dividida em 4 localidades. Funchal (a capital), Costa Norte (Porto Moniz, São Vicente, Santana), Costa Sudeste (Santa Cruz e Machico) e Costa Sudoeste (Câmara de Lobos, Ribeira Brava, Ponta do Sol e Calheta). Visitar o Museu CR7 (Funchal) Para começar, já que estamos na terra de Cristiano Ronaldo, nada melhor do que começar por visitar o museu dedicado ao craque do futebol. O museu fica situado no centro do Funchal, na Praça do Mar. Aqui podes ficar a conhecer a história de vida do jogador através de fotos e vídeos. O museu conta ainda com a estátua de cera do jogador e vários troféus individuais e coletivos. Entre eles, as botas e bolas de ouro ganhas pelo craque. Andar nos Carros de Cesto do Monte – Carreiros do Monte (Funchal) O Monte é uma das 10 freguesias que pertencem ao concelho do Funchal. Está situado a uma altitude de 550 metros e é uma das freguesias mais visitadas no Funchal. Aqui tens a oportunidade de fazer uma viagem nos típicos carros de cesto. Estes carros são feitos em vime e montados em dois patins de madeira. São tradicionalmente produzidos de forma artesanal, desde o inicio do século XIX. Eram utilizados como meio de transporte público pela população local, para se deslocarem da freguesia do Monte até à cidade do Funchal. Hoje em dia os carros de cesto são usados exclusivamente para o turismo, e é uma ótima forma de viver emoções fortes. Ao longo de quase 2 kms, a uma velocidade que pode atingir os 38 kms por hora, por estradas estreitas e sinuosas. Os carros são empurrados e manobrados por dois condutores, os Carreiros, que usam o traje típico da Ilha da Madeira. Camisa e calças brancas, chapéu de palha, e botas com sola de borracha. Estas últimas utilizadas também como travão do carro de cesto. O percurso para chegar ao Monte pode ser feito de carro, ou de teleférico. O que por si só também é uma experiência fantástica. O teleférico liga o Funchal ao Monte a ao Jardim Botânico. A descida nos carros de cesto faz-se desde o final da escadaria da Igreja da Nossa Senhora do Monte, até ao Livramento. Visitar a Igreja Nossa Senhora do Monte (Funchal) Não deixes de visitar a igreja de Nossa Senhora do Monte, a padroeira da Ilha. E onde se encontra o túmulo de Carlos de Habsburgo, o último imperador da Áustria, e que viveu na Ilha da Madeira. Provar a Gastronomia Típica da Ilha A gastronomia típica da Ilha da Madeira é riquíssima. E existem algumas iguarias que não podes mesmo deixar de provar. Reserva algum espaço na mala para trazeres algumas delas para casa. Bolo do Caco com Manteiga de Alho – O Bolo do caco é na realidade um pão, que deve o seu nome à pedra (caco) onde era originalmente cozido. É confecionado com farinha de trigo e tem um formato redondo e achatado. Deve ser comido quente e com manteiga de alho. Espetada de Carne de Vaca – A famosa espetada madeirense é feita com carne de vaca cortada em cubos e assada em espeto de pau de louro acompanhada com milho frito. Bolo de Mel – Este é mesmo um bolo e se estas a pensar trazer alguns contigo no regresso da viagem, atenção ao peso da bagagem porque estes bolos chegam a pesar 1 kg. Tal como o nome indica é feito de mel. Este mel vem da cana-sacarina, que é processado nos engenhos que também podes visitar na ilha. Segundo a tradição, o Bolo de mel deve ser preparado no dia 8 de dezembro, dia de nossa Senhora da Conceição, para ser comido no Natal. E tem a particularidade de se conservar durante um ano. Poncha e Vinho Madeira – A Poncha é uma bebida confecionada à base de aguardente de cana, mel e limão. O famoso vinho Madeira pode ser degustado como aperitivo ou digestivo. Se visitares a ilha em finais de agosto e inicio de setembro tens ainda a oportunidade de participar nas vindimas da Festa do Vinho Madeira. Filetes de Espada – Os filetes de peixe espada preto são um dos pratos de peixe mais apreciados da gastronomia madeirense Rebuçados de Funcho e Eucalipto – O funcho é uma planta muito abundante na ilha e que deu origem ao nome Funchal. Conhecer os Miradouros A Ilha da Madeira é rica em miradouros. E todas eles proporcionam uma vista fantástica sobre a ilha. Dos muitos que existem deixamos-te dois que são de visita obrigatória. Miradouro do Véu da Noiva (Porto Moniz) – O miradouro do Véu da Noiva está situado na antiga estrada que liga o Seixal a São Vicente. Através desse miradouro temos uma das mais belas paisagens da costa norte da Madeira, a cascata do véu da noiva. Esta cascata faz lembrar o véu de uma noiva, pela altura e água que cai pela encosta. Miradouro do Cabo Girão (Câmara de Lobos) – O Cabo Girão é o promontório mais alto da Europa e o segundo do mundo. Desde 2012 que o Miradouro tem uma plataforma de vidro suspensa (skywalk), que é um desafio constante para o nosso cérebro. Visitar o Curral das Freiras (Câmara de Lobos) O Curral das Freiras situa-se num vale profundo. Foi para lá que as freiras do convento de Santa Clara fugiram quando os corsários franceses invadiram a ilha. Aqui podes provar a ginja do curral e a sopa de castanhas, típicas desta freguesia. Assistir ao nascer do sol no Pico Ruivo (Santana) O Pico Ruivo é o ponto mais alto do arquipélago da Madeira. Assistir aqui ao nascer do sol é uma experiência inesquecível. Fazer o percurso pedestre de uma Levada As levadas são canais de irrigação escavados nas rochas. E que têm como função levar a água do norte para o sul da ilha. Este sistema de irrigação começou a ser construído no século XVI. Os percursos pedonais recomendados na Madeira são classificados como Pequenas Rotas (PR). No site oficial do turismo da Madeira podes encontrar todos os percursos recomendados, e classificados com nível de dificuldade, tempo de duração e descrição do percurso, para que se saiba à partida o que vamos encontrar ao iniciar determinado percurso. Visitar a Reserva Natural Parcial do Garajau (Santa Cruz) Se gostas de mergulho não podes perder uma visita à reserva natural parcial do Garajau. Este é um dos principais destinos mundiais para a prática de mergulho. Integrada na Reserva está a praia do Garajau, e o acesso à praia pode ser feito através do teleférico, situado na Zona da Ponta do Garajau, onde está a estátua do Cristo Rei. A entrada na praia é gratuita mas o teleférico é pago. Visitar as Piscinas Naturais de Porto Moniz (Porto Moniz) Estas são piscinas de água salgada, formadas por rochas vulcânicas, e onde o mar entra sem a intervenção humana. São por isso piscinas naturais. É possível tomar banho nestas piscinas. E existem cada vez mais infraestruturas de apoio aos visitantes. Autora: Lovely Lisbonner

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