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10 factos sobre a Malásia que não sabias

10 factos sobre a Malásia que não sabias

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A Malásia é um país que muitas vezes passa ‘debaixo do radar’ no roteiro dos visitantes ao Sudeste Asiático. No entanto, este país maioritariamente muçulmano que divide o continente asiático da Oceânia, é um país cheio de personalidade, particularidades e natureza absolutamente incrível. Se decidires ires explorar essa natureza, aconselhamos-te a que não te esqueças do teu seguro de viagem e verifiques quais as vacinas recomendadas para a Malásia! Hoje trazemos-te 10 factos sobre este país único a não perder numa visita ao Sudeste Asiático que muito provavelmente não conhecias 10 factos desconhecidos sobre a Malásia Desde as montanhas imponentes, às florestas imensas e ilhas paradisíacas… a Malásia é palco de uma biodiversidade única no planeta. Podes encontrar espécies raríssimas, tais como, o tigre da Malásia (simbólico no país), plantas carnívoras e o icónico, mas fortemente ameaçado, orangotango de Bornéu. 1 – Grande multiculturalidade A Malásia é composta por 50% de Malaios, 23% Chineses, 7% Indianos e uma grande variedade de povos indígenas. Esta multiculturalidade apareceu nos tempos coloniais e originou um nível de inglês muito alto e uma tolerância religiosa por todo o país. 2 – Território dividido A Malásia é divida em 2 grandes territórios, a Malásia Peninsular e a parte norte da ilha de Bornéu e centenas de pequenas ilhas. Bornéu é uma ilha partilhada com a Indonésia e Brunei que depois da Gronelândia e da Nova Guiné é a terceira maior ilha do mundo! 3 – As maiores torres gémeas do mundo Petronas Towers situadas na capital Kuala Lumpur são o 6º edifício mais alto do mundo e, depois dos ataques do 11 de Setembro, tornaram-se as torres gémeas mais altas do mundo. Estas torres estão ligadas por uma ponte no 41º andar. 4 – Não existe ‘4º andar’ O som da palavra ‘quatro’ é semelhante à palavra ‘morte’ em chinês e por isso existem muitos edifícios sem 4º andar. Passam directamente do 3º para o 5º ou então é substituído o 4º andar pelo 3ºA. Curioso, não? Portanto em algumas zonas da Malásia este artigo só teria 9 pontos e este ponto não existiria. 5 – A maior flor do mundo Rafflesia é a maior flor do mundo e pode ser encontrada pelas florestas da Malásia. Esta flor pode medir até 1 metro de diâmetro e pesar até 10 kilos. Alguns locais chamam-lhe a flor-cadáver ou flor-carne pelo odor nauseabundo que emite. 6 – … e a maior folha do mundo! A maior folha do mundo também vive na Malásia. Alocasia Macrorrhiza pode ser encontrada na ilha de Bornéu e medir até 3 metros de comprimento e 2 metros de largura. 7 – Um feriado diferente O dia do nascimento do chefe de estado do país (também chamado de rei) é feriado nacional. 8 – Uma das maiores populações das maiores serpentes venenosas do mundo A Malásia tem uma das maiores populações da cobra-real que é a maior serpente venenosa do planeta. Esta espécie de serpente, que pode medir mais de 5 metros de comprimento, está ameaçada por destruição do seu habitat. 9 – A maior gruta do mundo A maior gruta do mundo é também em território Malaio na ilha de Bornéu. A gruta Sarawak tem mais de 700 metros de comprimento e dizem que cabe um avião Boeing 747 lá dentro. Consegues imaginar?! 10 – E claro… a maior rotunda do mundo! A maior rotunda do mundo é em Putrajaya, a capital administrativa da Malásia. Esta rotunda mede mais de 3,5 km de diâmetro e no meio tem edifícios icónicos da cidade e até uma mesquita! Claramente o povo Malaio tem um orgulho muito grande e faz questão de ser os maiores em muita coisa! São certamente factos impressionantes e que tornam este país tão único na Ásia e no mundo! Infelizmente também são dos maiores produtores de óleo de palma o que ameaça muito da sua natureza, mas torcemos para que isso mude para que a sua biodiversidade prospere. Esperemos que estes factos tenham colocado a Malásia na tua bucket list. A verdade é que é um sítio no planeta que merece muito a tua visita Muita da bela natureza da Malásia é também perigosa. Se decidires explorá-la, não arrisques e viaja seguro com a IATI Seguros! Autor: TravelB4Settle

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Como preparar a tua mochila para o Gap Year

Como preparar a tua mochila para o Gap Year

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Se tomaste a decisão de fazer um gap year e agora chegou a fase de preparar a mochila, deves estar a pensar “Se às vezes fazer a mala para umas semanas de férias é difícil, para um ano de viagem então…”. Deixa-nos dar-te uma novidade: fazer uma mala para um gap year é mais fácil do que parece. Vais estar a viajar durante um bom número de meses e depressa vais aperceber-te de que tudo aquilo que colocaste em cima da tua secretária para levar na viagem não cabe dentro da mochila. Vais ter de repensar em tudo. O único objeto que recomendamos que não deixes de lado é o seguro internacional de saúde! É algo que deves ter sempre em conta e que vai sem dúvida ajudar-te no caso de precisares de algum médico. Como preparar a mochila para o Gap Year Para que nada te escape, o ideal é fazeres uma lista de itens. Aqui deixamos-te com algumas coisas que não podes mesmo deixar de fora: Documentos e dinheiro • Passaporte e Cartão de Cidadão e respetivas fotocópias; • Carta de Condução e fotocópia; • Cartão Europeu de Saúde (se viajares dentro da Europa); • Cartão de crédito e débito; • Cartão de estudante (para descontos); • Dinheiro (dólar é a moeda mais universal); • Seguro de viagem; • Passagens aéreas; • Vistos. Roupa, sapatos e outros acessórios Quando começares a fazer a mala vais querer meter dezenas de pares de meias, camisolas e calças… Mas o espaço é finito e não te esqueças que existe sempre a possibilidade de lavar a roupa em lavandarias self service por todo o mundo! Aposta pela diversidade em vez de quantidade, para estares preparado para qualquer situação. Clima quente • Roupa interior; • T-shirts e tops; • Casaco ou camisola quente; • Calças e calções; • Leggings ou calças de desporto; • Meias; • Fato de banho; • Impermeável; • Calçado confortável; • Chinelos; • Cinto; • Óculos escuros; • Chapéu ou boné; • Pijama. Em caso de clima frio, acrescenta: • Camisolas quentes; • Casacos; • Cachecol; • Luvas; • Gorro; • Meias quentes. Dica: Inclui um conjunto smart casual para situações inesperadas. Nunca sabes as oportunidades que podem surgir em viagem! Higiene Acontece o mesmo que com a roupa, não precisas fazer contas e levares champô e pasta dos dentes suficiente para um ano! Leva frascos pequenos e quando for necessário podes comprar mais sem problemas! • Escova e pasta de dentes; • Escova de cabelo ou pente; • Creme hidratante; • Desodorizante; • Perfume; • Gel de banho, champô e amaciador; • Toalhitas; • Lenços de papel; • Pinça; • Cotonetes; • Gilete; • Corta-unhas; • Produtos de higiene feminina. Dica: Sabão azul e branco é uma excelente opção para lavar a loiça, lavar a roupa e para aplicar na pele e no cabelo. Tecnologias • Telemóvel; • Bateria portátil; • Máquina fotográfica; • Computador ou tablet; • Auriculares; • Carregadores; • Adaptador universal; • Ficha tripla. Farmácia • Medicamentos para a dor de cabeça, diarreia, alergias e enjoos; • Antibiótico; • Primeiros socorros; • Repelente; • Pensos rápidos; • Creme para queimaduras; • Desinfectante; • Protetor solar e aftersun. Dica: Marca uma consulta do viajante com alguma antecedência para saberes se precisas de tomar alguma vacina e que cuidados deves ter nos locais por onde vais passar. Outros • Mochila pequena para o dia-a-dia; • Caderno e caneta; • Livro; • Kit de costura; • Sacos; • Elásticos; • Tampões para os ouvidos; • Saco de cama e lençol-saco; • Tenda, lanterna e corda (se fores acampar); • Isqueiro; • Cadeado; • Talheres desdobráveis; • Cantil; Esta lista vai ajudar-te a que não te esqueças de nada. Se leste até ao final, reparaste que aqui estão apenas os essenciais. Isto porque, se há coisa que te tens de lembrar no momento de elaborar a mala é que tudo aquilo que não levares, podes comprar no destino. A maior parte dos gappers leva mochilas muito vazias, apenas com aquilo que é verdadeiramente necessário. Lembra-te também de que vais lavar a tua roupa semanalmente ou quinzenalmente, o que significa que terás sempre roupa lavada para usar. Quanto mais roupa colocares na tua mochila, mais peso terás de carregar todos os dias. O ideal é que a tua mala não tenha mais do que 12kg. Nós sabemos, parece pouco e, na verdade, é! Vais descobrir que, em viagem, não tens as mesmas necessidades do que no teu dia-a-dia. Neste caso, menos é mais; mais facilidade em mover-te, mais descanso para as tuas costas, mais espaço para souvenirs e mais energia para explorar e tirar partido do teu Gap Year! Há uma grande probabilidade de colocares demasiadas coisas na tua mala, especialmente se esta é a tua primeira viagem. Não há problema! Podes deixar coisas pelo caminho. Com a experiência vais dar-te conta de que cada vez consegues viajar com menos. Para além das soft skills, fazer malas cada vez mais pequenas é outra das lições que aprenderás com o Gap Year! Atenção: Esta lista é apenas para te guiares. A lista é grande e cobre bastantes itens, mas não significa que tenhas de levar tudo aquilo que aconselhamos e não garantimos que não nos tenha escapado nada! Autor: Gap Year Portugal

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Ruta del Cares: Pelos Picos da Europa

Ruta del Cares: Pelos Picos da Europa

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A Ruta del Cares esta localizada no Parque Nacional dos Picos da Europa, em Espanha, mais precisamente entre a aldeia de Caín e Poncebos. E o que torna este trilho um dos mais emblemáticos e bonitos do mundo? Pois bem, um caminho de 12 km escarpado numa montanha, entre desfiladeiros, vistas vertiginosas e a natureza sempre presente. São motivos suficientes para te fazer sonhar? Não te esqueças que até nos sonhos pode haver quedas. Por isso arrisca em segurança e contrata o seguro de viagem perfeito e que se adequa a aventureiros como tu. Como foi criada a Ruta del Cares? Entre 1916 e 1921 mais de 500 homens foram encarregados de abrir um caminho na montanha que serviu para construir um canal de alimentação da central hidroelétrica de Camarmeña-Poncebos. A parte trágica desta construção foi que cerca de 11 desses construtores faleceram. Mais tarde, entre 1945 e 1950 foram realizadas melhorias que permitiram transformar este caminho num trilho percorrido agora por milhares de apaixonados pela natureza e as suas maravilhas. Para quem se está a iniciar no mundo dos trilhos não precisa ter receio, é um trilho bastante acessível a qualquer pessoa, só é necessário não ter vertigens e estar pronto para caminhar 12km para um lado e mais 12 para o outro, num total de 24km. Onde começar o trilho? Existem duas opções: iniciar o trilho na aldeia de Poncebos ou na aldeia de Caín. Para quem começar em Caín, não terá que descer até Poncebos e voltar a subir cerca de 3km, a subida mais ingreme e difícil de todo o trilho. Mas quem iniciar o caminho em Poncebos não se vai livrar da subida, mas fará o trilho na sua totalidade e podes acreditar que será uma experiência inacreditável. Assim sendo, aconselhamos-te a que comeces o trilho em Poncebos e desfrutes desta experiência na sua totalidade. Iniciando em Poncebos podes deixar o carro mesmo na aldeia e seguir até Caín durante 12km. Quando chegares a Caín vais poder molhar os pés na água gelada do rio Caín, o que te vai dar força para a viagem de volta. Em Caín poderás também comprar um cajado, comer num restaurante e recuperar para a volta. Se estiveres disposto a pagar 100€ podes voltar de táxi para Poncebos. São cerca de 100km pela estrada. Ao longo deste fantástico trilho vais poder encontrar uma companhia bastante agradável, mas uma quanto perigosa, as cabras. Estes animais vão estar ao longo do trilho muitas vezes em locais que parecem impossíveis e atentos aos turistas que estão a comer. Por isso tem cuidado se elas perceberem que tens comida podem saltar e levar a quedas. Recomendações práticas • Calçado confortável, • Roupa adequada incluindo um corta vento, • Snacks e água adequada à época; • Cuidado com as cabras (evitar dar comida); • Câmara fotográfica para registar todos os momentos; • Atenção durante o trilho, evitar correr ou movimentos bruscos durante o caminho; • Se pretendes almoçar em Caín reserva algum tempo devido às filas de espera; • Protetor solar, chapéu; • Cuidados redobrados com as crianças. O que não podes perder no Parque Nacional dos Picos da Europa • Fuente Dé: Sube no teleférico todo vidrado a 1823 m de altitude em apenas 4 minutos e aproveita as vistas para a montanha. Se fores no inverno, podes aproveitar as atividades na neve ou fazer o Trilho Puertos Aliva • Lagos de Covadonga: Vais poder encontrar o lago Enol e o lago Ercina que são lagos glaciares localizados no cimo de uma montanha com vistas arrebatadoras. Se tiveres oportunidade podes ficar alojado no refúgio Vega de Enol e desfrutar de uma verdadeira experiência de montanha; • Santuário de Covadonga: Um santuário no cimo da montanha com uma igreja escarpada numa gruta, uma deslumbrante construção que é procurado por religiosos e curiosos; • Mirador del Tombo: Um miradouro localizado num local privilegiado que permite ver a montana de baixo para cima e ler num painel os relevos da montanha. • Mirador del Fito: Localizado a 20km da cidade de Cangas de Onis é possível encontrar um miradouro com vista a 360º que nos faz viajar entre a montanha e a praia. • Sotres: Considerada a aldeia mais alta dos Picos da Europa, a cerca de 1050m de altitude tem acesso apenas de carro por uma estrada sinuosa, por isso sê prudente. Aqui vais poder encontrar aquele que é considerado o melhor queijo dos Picos da Europa, o queijo Cabrales que é maturado em cavernas naturais. E se gostas de natureza e de trilhos em Parques Naturais, aconselhamos-te a conhecer as 10 cascatas imperdíveis do Gerês! Autor: Tworistas

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Seis coisas que deves saber antes de visitar a Polónia

Seis coisas que deves saber antes de visitar a Polónia

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Visitar a Polónia, um país ainda algo fora da habitual rota turística pela Europa, é um destino que tem tudo para se tornar um dos principais destinos para viajantes que procuram história, cultura, gastronomia e entretenimento. Quer em Varsóvia, a capital, quer em Cracóvia, a segunda maior cidade, é garantido que sairás deste país com a certeza de teres escolhido bem o teu destino. E para que nada te estrague a experiência, não te esqueças do seguro de viagem! 6 coisas que deves saber antes de visitar a Polónia A sua gastronomia é variada e absolutamente deliciosa Com influências de vários países e culturas diferentes, a gastronomia polaca é rica e deliciosa. O uso dos cereais manifesta-se através do elevado consumo de pão e dos tradicionais dumplings que dão pelo nome de Pierogi (pastéis de massa cozida com vários recheios diferentes), sendo bastante frequente o uso de outros produtos agrícolas como beterrabas, cogumelos, batatas ou pepinos. A carne é dominante na gastronomia polaca, em especial a de porco, a de ganso na altura do Natal, e o famoso bife tártaro que se encontra em praticamente todos os menus de restaurantes. As sobremesas são algo absolutamente obrigatório com uma variedade incrível de bolos e doces de várias espécies e feitios. Quando visitares a Polónia, prepara-te para dares por ti a repetir com frequência “não consigo comer mais nada…”. Se visitares a Polónia durante o inverno aproveita para conhecer os seus mercados de Natal e beber vinho ou cerveja quente, a bebida por excelência do inverno polaco. Tem regras e são para serem cumpridas A Polónia tem algumas regras/leis que é importante teres em conta quando a visitas. De uma forma geral, beber em locais públicos na Polónia não é permitido. Existem algumas exceções, criadas por cada cidade, que o permitem em alguns locais específicos mesmo sendo públicos, mas pelo sim pelo não é melhor não facilitares, limitando o consumo aos espaços criados para o efeito. Praguejar em público também é proibido, apesar de esta lei se aplicar em particular à língua polaca. Tem isto em conta caso te aventures a dizer as tuas primeiras palavras em polaco. E não te esqueças também de atravessar sempre nas passadeiras, respeitando os semáforos. Apesar de esta lei também existir em Portugal, na Polónia é efetivamente levada a sério, implicando uma multa caso seja infringida. Tem na vodka a sua bebida oficial e na cerveja uma obsessão Prepara-te para mudares a tua opinião em relação à vodka. Esta bebida de elevado teor alcoólico é a bebida oficial da Polónia e o que não faltam por lá são inúmeras marcas com diferentes sabores. Numa saída à noite é quase impossível não dares por ti a beber um shot de vodka, quer simples, quer misturado com sumos ou especiarias. A cerveja é também, a par da vodka, uma das bebidas mais consumidas no país. Para além das tradicionais marcas Žywiec, Tyskie e Okocim, a Polónia tem vindo a apostar bastante ultimamente nas cervejas artesanais. A sua História vai muito além dos acontecimentos da II Guerra Mundial Declarada oficialmente como Reino em 1025, a História da Polónia foi fortemente influenciada pela sua posição geográfica que a coloca no centro de várias culturas diferentes. Quer em Varsóvia quer em Cracóvia, encontras por todo o lado vestígios de um passado extremamente rico quer a nível cultural, quer a nível arquitetónico. Foi neste país também que nasceram algumas das maiores personalidades do mundo da cultura e ciência como o famoso compositor Frederic Chopin, a cientista Marie Curie ou o astrónomo e matemático Nicolau Corpernicus. O tempo não é sempre ártico A primeira ideia que surge quando se pensa no clima da Polónia é frequentemente de que é marcado por temperaturas de nível ártico. Isso pode ter alguma dose de verdade no Inverno, quando as temperaturas podem baixar até aos -20ºC, mas não no Verão, altura em que podem atingir máximas de 30º a 35ºC. Evita dizer a um polaco que a Polónia é um país da Europa do Leste Se o fizeres, é certo que serás rápida e rigidamente corrigido por qualquer polaco que te lembrará que a Polónia é um país da Europa Central. A necessidade de se afastarem por completo de qualquer associação ao regime soviético é uma das causas para esta veemente afirmação. A Polónia é um dos destinos que não deves deixar de fora do teu interrail pela Europa! Apesar de não ter uma ligação ferroviária excelente como noutros países, é uma ótima opção para viajar até Praga, Lvov e outras cidades próximas. Vais visitar a Polónia? Autora: Maria João, Joland

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5 locais a incluir num roteiro de viagem pela Ilha de Guadeloupe

5 locais a incluir num roteiro de viagem pela Ilha de Guadeloupe

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Guadeloupe é um departamento ultramarino Francês, que faz parte das pequenas antilhas, embalado pelo mar do caribe de um lado e pelo Atlântico do outro. Hoje aqui na IATI, líder em seguros de viagem online, queremos mostrarte um pouco do muito que há para fazer e experienciar nesta ilha. 5 locais a não perder em Guadaloupe A ilha da Guadeloupe, conhecida como a Ilha Karukera (Ilha das Belas Águas), e com um desenho muito parecido com a de uma borboleta, é composta por várias ilhas. As maiores referências são Grande-Terre e Basse Terre, a que se junta Petite-Terre, Marie Galante, Les Saintes e La Desirade. Grande Terre, a asa-direita da borboleta, mais plana e árida, é conhecida pelas suas praias de areia branca, rodeada de coqueiros e banhada por águas cristalinas. Pointe-à-Pitre é a capital e cidade referência. Na outra asa temos Basse-Terre, outrora capital económica de Guadeloupe. É montanhosa e verdejante, um verdadeiro Jardim onde reina o vulcão la Soufriére e o Parque Nacional da Guadeloupe. Ao contrário da outra parte da ilha, encontramos praias de areia negra. Assim é a ilha de Guadeloupe, surpreendente, com uma diversidade única. Parque Nacional da Guadeloupe Considerado Reserva Mundial da Biosfera da Unesco, o Parque Nacional de Guadeloupe está localizado na ilha de Basse Terre. Tem como principal referência o Vulcão ativo de La Soufrière, com 1467 metros e é ponto mais alto do arquipélago. Mas o Parque Nacional de Guadeloupe é muito mais do que isso. Mais de 300 Km de trilhos, uma floresta tropical marcada por uma flora com mais de 100 espécies de orquídeas, uma fauna considerável e mais de 70 cascatas, onde se destacam Les Chutes de Carbet (3 quedas de água de uma beleza ímpar), a cascata Les Ecrevisses e o Saut D’eau du Matouba. Para aceder ao Parque podes fazê-lo por Basse Terre ou pela estrada de La Traversèe (D23) que atravessa o parque e nos leva ao Parque des Mamelles, um Zoo onde podem descobrir várias espécies diferentes de animais e plantas. Réserve Cousteau Situada em Bouillante e a “sorrir” para a tão bela praia de Malendure na costa de Basse Terre, La Réserve Cousteau deve o seu nome ao grande mergulhador e comandante Jacques-Yves Cousteau. Composto pelas îlets Pigeon e mais de 1000 hectares de fundo marinho, é de uma beleza e diversidade ímpar e uma visita obrigatória nesta Guadeloupe tão diversa e natural. Com a água a uma temperatura de sonho (26ºC), peixes de mil e uma cores, corais e tartarugas, este é o local ideal para um batismo de mergulho ou mesmo uma completa formação. Há também a possibilidade de observar e contemplar tudo isto no barco com fundo de vidro, ou fazer outras atividades como Kayak. Ilhas le Saintes Situadas a Sul Oeste de Guadeloupe, sensivelmente a 12 km de Basse Terre,Les Saintes é composta por duas ilhas habitadas, Terre-de-Haut e Terre-de-Bas e mais algumas ilhas desertas. Cada ilha tem um universo muito próprio. Terre-de-haut é a mais visitada e com mais população. Uma vila com casas coloridas e estradas tranquilas e encantadoras. Aluga uma scooter e passeia pela ilha, assim terás um contato mais real com a beleza da Ilha. A não perder: o Forte de Napoleão, a praia de L’ Anse de Crawen, a praia de Pompierre e, claro, o seu ex libris, La baie des Saintes, uma das mais belas baías do mundo, que trás muitos visitantes à ilha. Terre-de-Bas é menos visitada pelos turistas, mas encontra na hospitalidade dos seus residentes e na tranquilidade que respira, toda a sua autenticidade. A ilha é o local ideal para aproveitar as praias de areia branca, onde a Praia de Grande Anse ganha verdadeiro destaque. Leva ou aluga um tubo e uma máscara e maravilha-te com os peixes exóticos. Uma das visitas obrigatórias é às ruínas da “Fábrica de Grande Baie”, uma antiga fábrica de cerâmica do século XIX. Deve passar também pela vila Petites-Anses e dirigir-se à Maison de L’artisanat de Grande Anse para comprar um chapéu feito em bambu e coberto com o tecido Madras. Sainte-Anne Situada na Grande Terre, entre Le Gosier e Saint-François, é um dos locais mais populares e visitados pelos turistas. Aqui podemos encontrar duas das mais belas praias de Guadeloupe. A praia De La Caravelle e a praia Du Bourg. La Caravelle, com a sua areia branca, coqueiros e uma água azul turqueza, é o local ideal para repousar, fazer mergulho ou vela. Podes também passar as tuas férias no Club Med. A praia Du Bourg está no coração de Sainte Anne. Com uma atmosfera sempre animada, é muito frequentada por turistas e locais. É uma praia ideal para quem viaja com crianças, com águas calmas e pouca profundas. Além das praias, Sainte Anne tem vários locais onde pode comprar souvenirs e produtos locais, mas é no pequeno mercado, próximo da praia, que encontramos o artesanato, frutos e legumes exóticos, especiarias, e o tão conhecido rum. Aqui podes também degustar os sabores da Guadeloupe, nos vários restaurantes presentes à beira da praia. Carnaval Se existe tradição que não é esquecida na Ilha de Guadeloupe é o Carnaval. De norte a sul da ilha, é vivido de uma forma apaixonante, as ruas transformam-se em verdadeiras “passerelles”. Os corpos mexem e remexem ao som da música durante horas e horas, como se não houvesse amanhã. O período de Carnaval começa no domingo da Epifania do Senhor e termina na quarta-feira de cinzas onde o Vaval (designação de rei do carnaval) é queimado e assim todas as almas ficam purificadas. Se tiveres possibilidade de tirar férias na altura do Carnaval, não hesites. É, sem dúvida, uns dos momentos a não perder numa visita a Guadeloupe. Guadeloupe pode ser visitada durante todo o ano, mas a melhor altura é entre dezembro e abril. Para os cidadãos europeus, os principais voos saem de Paris e não é necessário visto de entrada. Não são obrigatórias vacinas, mas recomenda-se a consulta do viajante, por precaução. Trata de todas as burocracias e não te esqueças de escolher o seguro de viagem IATI mais adequado à tua viagem. Quatro etapas simples que não levarão mais de dois minutos, et voilá, receberás a apólice no teu email. Já fizeste a mala? Autores: Ir em viagem

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O que não podes perder no Alentejo

O que não podes perder no Alentejo

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Hoje levamos-te a descobrir o Alentejo… uma das regiões mais pitorescas de Portugal Continental e vamos contar-te tudo sobre o que não podes perder no Alentejo. Neste artigo sugerimos-te várias atividades e experiências, para poderes usufruir ainda mais do Alentejo! Seja uma viagem com amigos, família, ou até mesmo individual, esta bonita região irá marcar-te para sempre. Contrata o teu seguro IATI Básico, perfeito para uma escapadela por Portugal e parte à descoberta de uma das zonas menos conhecidas do nosso país! O que ver no Alentejo Nesta região cheia de histórias e tradições, podes-te perder pelos seus castelos e ruas estreitas, dar mergulhos nas praias alentejanas, passear de barco pelas tranquilas águas do Alqueva ou até mesmo, fazeres caminhadas pelas planícies douradas. Castelos: cidades, vilas e aldeias Ao percorreres o Alentejo, irás deparar-te com uma grande diversidade de cidades, vilas e aldeias com tradições comuns, mas com traços próprios! O ideal é que escolhas algumas mais emblemáticas e outras menos conhecidas, para que te possas aperceber das diferenças. Após a escolha, visita os seus centros históricos, os museus e se tiveres oportunidade, visita alguns artesãos. No Alentejo, irás encontrar muitos castelos também. Dada a sua proximidade com a fronteira, esta região foi muito importante para a história portuguesa! Alguns dos castelos que te sugerimos são Castelo de Vide, Marvão, Elvas e Évora, mas existem muitas mais para explorar. Praias e areias douradas Se és amante de praia, no Alentejo encontras areais extensos e cuidados, com mais de 30 praias com bandeira azul. Algumas delas com falésias, que proporcionam paisagens de cortar a respiração. As praias do Alentejo, com os fáceis acessos e boas infraestruturas, são também muito procuradas por praticantes de modalidades aquáticas, como o surf e o bodyboard. Não percas, entre outras, a praia de Vila Nova de Mil Fontes, Porto Corvo e Zambujeira do Mar. Barragens e lagoas Ao deslocares-te pela região, vais-te aperceber que no Alentejo existem várias barragens e lagoas, que acumulam água para abastecimento das populações e para uso agrícola, mas que cada vez mais, são usadas para desportos náuticos como a canoagem ou o SUP. A mais famosa é a Barragem do Alqueva, e no seu cais, existem pequenos cruzeiros que te levam a navegar pelas aldeias ribeirinhas. Gastronomia Alentejana Viajar também é sinónimo de gastronomia, e no Alentejo não te vais desiludir. As famosas açordas alentejanas, onde adicionam o pão alentejano ao molho de tomate, as migas com carne de porco, o sarapatel, a cabeça de xara e carne de porco à alentejana, são alguns dos pratos obrigatórios para quem lá passa. Nas zonas mais costeiras, os pratos mais habituais são as massadas de peixe, as feijoadas de búzios, as Caldeiradas e as Cataplanas de peixe fresco, pescado naquelas zonas. No que diz respeito a sobremesas, terás que provar a Sericaia e o Pão de Rala, doces tradicionais que abundam em açúcar e ovos. Vinhos e Adegas A par da gastronomia, o vinho é outro ex-libris desta região. Com um clima seco e as características únicas do solo alentejano, os viticultores têm as condições perfeitas para a elaboração de vinhos de excelente qualidade. O tinto é um vinho bem encorpado, com aroma a frutos silvestres e muito rico em taninos. Já o branco, não é tão encorpado, apresentando um cariz mais suave com aromas de frutos tropicais. Aproveita a oportunidade e visita uma Adega! Monumentos Megalíticos No Alentejo, existe uma grande concentração de monumentos megalíticos e, porque não aproveitares para viajar até ao passado? aproveita e faz uma visita ao Menir dos Almendres, à Anta Grande do Zambujeiro e ao Cromeleque dos Almendres, o maior monumento megalítico da Península Ibérica e um dos mais antigos do mundo. Atividades únicas e originais Aproveita a passagem no Alentejo, para viveres experiências únicas e diferentes. Por toda a região, o Birdwatching é uma atividade que cada vez mais tem mais adeptos. Um passeio de balão, também é uma boa aposta já que o clima é perfeito para este tipo de atividades. Para terminar, uma visita ao Centro de Ciência Viva das Minas do Lousal, para conheceres as antigas rotinas diárias de uma pequena aldeia mineira que há alguns anos, extraiam pirites de cobre das profundezas. Autor: Ricardo Couto, Gato Vadio

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4 dicas para viajares com amigos

4 dicas para viajares com amigos

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Viajar com amigos pode ser incrível, mas também pode ser uma grande dor de cabeça. Em muitos casos, até pode ser os dois! E porquê? Se vais viajar com amigos, certamente estás super entusiasmado/a. Provavelmente já se conhecem há bastante tempo, partilham o mesmo gosto pelas viagens e até têm alguns interesses em comum. Até aqui, está tudo bem. No momento em que começam a planear a viagem há alguma discordância em determinados aspetos, mas concordância noutros, como o seguro de saúde internacional da IATI. Mas a cedência faz parte do processo e conseguem delinear o vosso plano com sucesso. Dicas para viajares com amigos Chega o dia da viagem e está tudo pronto para viver a grande aventura. Afinal de contas, viajar permite-te conhecer novos lugares, ter experiências únicas e aprender mais sobre o mundo, sobre ti mesmo e sobre a/as pessoa/as com quem estás. Dizem que é nestes momentos que ficas a conhecer o melhor e o pior dos teus amigos. Estão fora da vossa zona de conforto e isso faz com que se tenham de adaptar rapidamente a um novo estilo de vida e a uma nova cultura. Os traços mais fortes das personalidades de cada um começam a saltar à vista, as opiniões divergem e entra a desarmonia. Hoje damos-te 4 dicas para lidares com momentos como este que podem (ou não) surgir durante uma viagem com amigos. É importante estarem todos na mesma página Esta é a chave; é das coisas mais importantes a definir no pré-viagem e a manter durante a viagem. Antes de tomarem quaisquer decisões, falem entre vocês para perceberem o que é que cada um espera da viagem: do que é que gosta, o que é que quer fazer, até onde é que está disposto a ceder e o que fazer perante determinada situação. A pergunta “como é que gostas de viajar?” é crucial. Imagina que um de vocês prefere dormir em hostels, o outro couchsurfing (descobre como arrasar no couchsurfing!) e outro prefere AirBnB. Ou até mesmo relativamente a meios de transporte: um prefere transportes públicos, outro Uber e o outro diz que se não andamos a pé pela cidade nunca a vamos conhecer verdadeiramente. Estas questões não estão apenas relacionadas com preferências, mas também o budget em si. É importante definirem o orçamento geral em conjunto para estarem em sintonia. Este é o tipo de coisas sobre as quais se devem debruçar antes de se lançarem à aventura. No fundo, devem conhecer-se bem para saberem o que esperar de cada um e evitar discordâncias que, à partida, podiam ter sido evitadas. Amigo não empata amigo O facto de estarem todos na mesma página, não quer dizer que tenham de fazer as mesmas coisas e de passar 24/7 juntos. Amigo não empata amigo, como se costuma dizer em bom português. Viajar juntos não significa estar juntos a toda a hora. Se queres muito fazer uma coisa e o resto do grupo quiser fazer outra, vai na mesma! Não vão deixar de ser amigos por isso, nem a viagem vai perder o significado inicial de “viagem de amigos”. Nem sempre têm de estar de acordo com as atividades e não há mal nenhum com isso. Não há problema em querer estar sozinho Fazer uma viagem com amigos pode ser algo muito intenso, especialmente se for de longa duração. Acabam por passar muito tempo juntos, muito mais do que costumam passar num dia normal no vosso país. Por isso, não estranhes se alguém do teu grupo ou a pessoa com quem estás a viajar quiser algum tempo para ele/ela próprio/a. Ás vezes é importante respirar e passarmos tempo connosco próprios para assimilar tudo aquilo pelo que estamos a viver. Leva um livro contigo, prepara uma playlist ou sai a andar pela cidade. Vai fazer-te bem! E acredita: não há mesmo problema em querer estar sozinho. Procura ser flexível Embora os vossos gostos e opiniões possam divergir, é importante tentares ser flexível durante a viagem. Grande parte das decisões vão ser tomadas em grupo, por isso tenta ser descontraído, ouve as ideias de todos e lembra-te: go with the flow! Divirtam-se! O objetivo de viajar com amigos é divertir-se. Se tiverem desavenças, procurem resolvê-las o mais depressa possível. Como se costuma dizer em inglês “choose your battles”; há coisas pelas quais não vale a pena chatear-se ou deixar que nos salte a tampa. Uma viagem com amigos pode ser das mais divertidas de sempre. O importante é manter a calma, ser flexível, abstrair-se de pequenos problemas, ter mente aberta e uma boa comunicação entre todos. Autor: Gap Year Portugal

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A experiência de viajar de comboio pela Índia

A experiência de viajar de comboio pela Índia

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Se existe experiência icónica para ser vivida na Índia, é fazer uma viagem de comboio. Eu fiz. Para reforçar a coisa, fiz essa viagem à noite, com a duração de 8 horas. Num dos últimos dias da minha viagem pela região de Kerala, fiz a ligação entre Kanhangad e Kochi de comboio. Era inicio de noite quando cheguei à estação local. Enorme e tal como em todos os lados da Índia, com pessoas por todo o lado. Umas deitadas, outras cheias de filhos, outras com animais. Normal. Estava um calor infernal, de colar a roupa ao corpo e de não se estar confortável em lado nenhum. Com cerca de meia hora de atraso lá chega o comboio, literalmente, a perder de vista. Era gigante. Não existe primeira classe ou algo parecido por ali. Existem duas hipóteses ou vais sentado ou vais deitado. Eu tinha bilhete para a hipótese deitado. Cada compartimento tinha 8 camas, num espaço com pouco mais de 9m2. Eu estava a viajar com um grupo de cerca 30 viajantes, de várias nacionalidades. Quase todos ficaram juntos. No meu compartimento, apenas ficou uma viajante ucraniana. O resto, tudo indiano. Primeiro “problema”, para 8 camas, existiam umas 15 pessoas. Ou seja, esta malta compra um bilhete para uma pessoa, e esse bilhete dá também para os filhos e os sobrinhos. Assim que lá cheguei, era a anarquia total. Apesar de todos indianos, poucos falavam a mesma língua e pela confusão com os lugares poucos tinham andado de comboio anteriormente. Resultado provisório, a viajante ucraniana fugiu e eu só me ria. Cumprimentei um a um. Passados 5 minutos já estava sentado no meio deles. Nessa altura percebi que dois, um casal, falava um pouco de inglês. Passados 15 minutos já estava a mostrar fotografias da minha viagem pela Índia. Passados 30 minutos, mesmo os que não falavam inglês já me tratavam pelo nome e já tinham guardado uma cama, com lençóis para mim. Passado uma hora, o filho do casal já era o meu melhor amigo e passava o tempo em cima de mim para brincar com ele. Durante as cerca de 4 horas de viagem sem estar deitado, para dormir, mostrei fotos de Portugal, mostrei fotos da Liliana, falei na Alice, mostrei vídeos do Youtube a mostrar receitas de bacalhau, enfim, deu para quase tudo. Sempre na maior da tranquilidade. Enquanto eu confraternizava com os meus novos amigos indianos, o meu grupo de viagem mantinha-se compacto. No nosso grupo existam também indianos, fotógrafos, guias ou membro do departamento de turismo. De vez em quando lá passavam pelo meu compartimento e riam-se por eu estar feliz e contente no meio daquela algazarra toda. A bem dizer, isto já era procedimento comum meu ou melhor, os indianos em muitas outras situações já tinham procurado conviver comigo, com mais frequência do que com os meus companheiros de outros países. Um fotografo indiano, o Jinson, tinha uma teoria que era por eu ser moreno e ser parecido com os indianos. Numa das passagens pelo compartimento, o Jinson, mais uma vez, riu-se e disse qualquer coisa do tipo “lá estás tu outra vez no meio dos indianos”. Eu ri-me e expliquei ao casal que falava inglês a teoria do Jinson. Ao que a mulher responde com um cara de espanto a olhar para mim e diz: “tu não és nada parecido com os indianos, tu és é muito simpático. E nós gostamos de pessoas simpáticas”. É claro que ia morrendo de orgulho. Antes de deitar, despedi-me de todos, em especial deste casal e do seu filho. Até trocámos e-mails. Crónica escrita por Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora Outras crónicas do Carlos Bernardo: • “Welcome to India” e a chegada a Trivandrum • Visitando La Valetta, Malta • O mercado semanal de Rissani • 10 dias em São Roque do Pico

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Koh Rong: o paraíso do Camboja

Koh Rong: o paraíso do Camboja

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Ainda que muita gente não associe o Camboja a um destino paradisíaco, perto da costa de Sihanoukville, encontra-se Koh Rong, a segunda maior ilha do Camboja: um sonho de águas transparentes e areia branca. Hoje desde a IATI trazemos-te algumas dicas para que possas aproveitar esta cantinho de paraíso ao máximo! Contrata o teu seguro de viagens IATI Mochileiro e parte à aventura! Koh Rong: a segunda maior ilha do Camboja O Camboja é internacionalmente conhecido por ser casa do maior complexo religioso do mundo: Angkor Wat, mas existe um mar de outras maravilhas para conhecer e explorar e Koh Rong é isso mesmo, uma daquelas ilhas de filme onde alguém naufragou. Contudo, como sempre, facilmente estes lugares ficam inundados por serviços virados ao turismo e há sempre sítios que devemos evitar se queremos desfrutar da natureza em paz. Transporte Se preferires reservar tudo com antecedência, podes utilizar o site 12go Asia ou o Cambotickets para ver os autocarros desde o sítio onde te encontrar até Sihanoukville e o ferry de Sihanoukville até Koh Rong. Actualmente, com a Camboticket tens um desconto de 10% se fizeres a reserva desde a App, se preferires comprar pessoal existem imensas agências tanto nas cidades como em Sihanoukville para o ferry. Pensa antes do tempo Sendo uma ilha tudo passa a ser mais caro, levantar dinheiro ou mesmo trocar é difícil e não existem muitos supermercados nem uma vasta lista de restaurantes. Por isso podes levantar dinheiro antes de deixar Sihanoukville e recomendamos a que compres alguns snacks para os dias seguintes. Em frente ao porto existe uma barraca de fruta e sumos que é uma opção barata, saudável e sem plástico para pequenos-almoços, compra bastante fruta e leva-a contigo, vai fazer falta. P.s- Podes levar a tua própria caneca ou copo para os sumos e assim evitas copos descartáveis. Evita o porto O porto onde chegam a maioria dos barcos, é onde encontras a maior concentração de bares (onde normalmente há bastantes festas e happy hours), restaurantes e hoté Se preferes algo mais tranquilo para poder aproveitar o cenário tranquilo, podes optar por alojamento noutras partes da ilha, sendo que provavelmente o único sítio para comer vai ser o restaurante do teu alojamento. Experimenta o Nice Foods II Como dissemos antes os preços dos restaurantes vão-te parecer muito diferentes comparados aos que te habituaste pelo resto do país, mas nas ilhas o acesso é menor e é normal acontecer. Para não gastares todo o orçamento das férias em comida, recomendamos que visites este restaurante que é, sem dúvida o mais barato a ilha, gerido por uma família local. Viagem de barco Existem várias opções de tours à volta da ilha, esta é uma ótima opção para conhecer os pontos opostos da ilha, fazer snorkelling, ver o pôr-do-sol e passar um dia no mar enquanto conheces novas pessoas. Caminhadas Não existem estradas e o caminho faz-se ou pelo mato ou pela areia, por isso mesmo esta é a melhor forma de conheceres os cantos à ilha, tem atenção ao repelente de insectos e à lanterna que vais precisar, uma vez que o sol se põe, se estiveres afastado do porto a visibilidade é reduzida. Alojamento Como já referimos, onde ficar depende muito do que procuras, mas se queres algo deserto e paradisíaco afasta-te do porto e procura um bungalow ou uma tenda glamping em frente ao mar, ainda que tenhas de caminhar 40m desde o porto, acordar na praia com o barulho apenas das ondas, vai valer a pena. Se tiveres oportunidade, acorda para o nascer do sol! Aproveita com calma Quer estejas de passagem, a viajar pela Ásia ou numas férias prolongadas, aproveita o lugar incrível onde estás, não é todos os dias que tens a oportunidade de nadar em águas como essa ou de adormecer com o bater das ondas. Agarra um livro, deita-te na cama de rede e relaxa, o mundo pode esperar mais uns dias. Koh Rong é um dos locais que te aconselhamos no nosso roteiro de 10 dias pelo Camboja. Autora: Janete Silva, Flearound

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Os melhores lugares para fazer mergulho na Indonésia

Os melhores lugares para fazer mergulho na Indonésia

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A Indonésia é um paraíso imperdível para os amantes de mergulho. Geograficamente estas ilhas situam-se naquele que é conhecido como o triângulo de coral, a região que abriga a maior variedade de espécies marinhas do mundo. Além disso os preços para esta prática são também bastante apetecíveis. A Indonésia é mesmo considerada como o lugar mais barato para obter a certificação PADI, que depois te dará maior autonomia para explorar a vida subaquática. Neste artigo apresentamos-te os melhores locais da Indonésia para fazer mergulho. Mas antes, não te esqueças de contratar um seguro de saúde internacional para desfrutares da vida marinha com a máxima segurança. Os melhores locais para mergulhar na Indonésia A Indonésia está já bem preparada a nível de escolas de mergulho e de instrutores profissionais, quer para iniciantes como para experts. Caso esta seja a tua primeira vez terás de assistir a uma curta aula onde te serão apresentados os princípios básicos para a prática de mergulho. De seguida farás o batismo de mergulho em piscina e só depois estarás habilitado para ir para o mar. O preço para o batismo e primeiro mergulho no mar ronda em torno de 1 000 000 IDR. Se pretendes obter o certificado PADI existem já vários pacotes de cursos com aulas teóricas e práticas, tanto em piscina como no mar. Estes cursos têm, em média, uma duração de 3 dias com cerca de 4 a 5 mergulhos no mar a diferentes profundidades, desde os 10 aos 30 metros. Os cursos custam cerca de 5 000 000 IDR. Se, por outro lado, já tiveres o certificado poderás fazer diretamente mergulho no mar quantas vezes quiseres. Cada diving custará cerca de 500 000 IDR. Amed, Bali Na ilha de Bali, Amed é, sem dúvida, o melhor lugar para a prática de mergulho. A praia de Jemeluk é o spot principal já que aqui se encontram centenas de corais e peixes tropicais e moluscos como os tridacnas, nudibrânquios e até mesmo o peixe leão. Mas não é só vida marinha que poderás encontrar por aqui. Ainda na praia de Jemeluk existe um templo submerso cercado de corais e numerosos cardumes. Nas proximidades existem também dois barcos naufragados da Segunda Guerra Mundial que atraem a atenção dos turistas, o USS Liberty e o Japanese Shipwreck. A melhor escola de mergulho em Amed é a Adventure Divers Bali. Ilhas Gili As ilhas Gili são também um paraíso para os amantes de mergulho já que é aqui que fica o famoso turtle point que, por recolher certas condições naturais, alberga dezenas de tartarugas marinhas. Poderás ver desde tartarugas-de-pente, de couro, amarelas e verdes. Além disso a posição geográfica destas ilhas é ótima para a prática de mergulho já que a corrente é praticamente inexistente e por isso a visibilidade é excelente. A zona tem também paredes de corais onde podes até conseguir ver alguns tubarões de pequeno porte. A Blue Marlin Dive e a DSM Dive são algumas das escolas mais famosas em Gili Trawangan. Nusa Penida Nusa Penida é uma pequena ilha perto de Bali também muito aconselhada para a prática de mergulho. Especialmente porque é aqui que se localiza o chamado manta point cleaning station. São locais típicos do oceano onde pequenos peixes e parasitas se reúnem e se alimentam da pele morta de mantas e tubarões, sendo, portanto, regiões onde podemos ver estes seres vivos em abundância. Num único mergulho poderás ver dezenas de mantas sendo que estas pode chegar até aos 5 metros de comprimento. Já entre Maio e Outubro é também possível avistar o gigante peixe-lua. Octopus Dive, Blue Corner Dive e Nusa Penida Watersport são algumas das escolas presentes nesta ilha. Flores A ilha das Flores, bem perto da ilha de Komodo, faz também parte dos melhores lugares para fazer mergulho na Indonésia. Aqui a corrente é mais forte, o que traz os nutrientes necessários para alimentar as mais de 1000 espécies de peixes presentes no Parque Nacional de Komodo. Por este motivo, todos os peixes, mantas e tubarões que encontrarás aqui serão de maiores dimensões face às outras zonas. Aqui poderás encontrar mantas, cavalos marinhos, golfinhos, tubarões e até o polvo-de-anéis-azuis. A biodiversidade aqui é imensa, já foram catalogadas cerca de 3200 espécies de peixes e 600 espécies de corais. E ainda hoje se continuam a encontrar novas espécies. Algumas escolas de mergulho na ilha das Flores incluem a Divine Diving e a Dive Komodo. Raja Ampat Raja Ampat tem, oficialmente, o ambiente marinho mais rico e variado de todo o mundo já que fica exatamente no centro do triângulo de coral. Aqui existem cerca de 1 500 espécies de peixes, 500 tipos de corais e mais de 700 espécies de moluscos. Mas Raja Ampat não é para todos. Pouco importa se tens muita ou pouca experiência em mergulho já que aqui, o que realmente importa, é ter dinheiro. Esta ilha fica a noroeste da Nova Guiné e faz já parte da província da Papua Ocidental. Por este motivo, fica extremamente caro voar até lá. As facilidades da ilha não são comparáveis às restantes o que também torna tudo relativamente mais caro. Porém, se for para a tua carteira, certamente terás uma das melhores experiências subaquáticas da tua vida. Outros artigos interessantes sobre a Indonésia: • É seguro viajar para a Indonésia? • Roteiro de 7 dias por Bali • Bali, a ilha dos deuses ou das multidões? • Conhece o lado menos turístico de Bali • Locais a não perder no Sudeste Asiático Autora: Patrícia Carvalho

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10 locais a não perder em Toledo

10 locais a não perder em Toledo

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A apenas 75 km de Madrid somos convidados a fazer uma viagem no tempo, direto à era medieval: bem-vindos a Toledo! Neste artigo contamos-te tudo o que poderás fazer se apenas contas com um dia para visitar a esta cidade. Prepara a mochila, põe a câmara fotográfica à tiracolo e não te esqueças do teu seguro de viagens IATI. Preparado para entrar nesta máquina do tempo?Sugerimos-te 10 locais a não perder em Toledo! Toledo, uma viagem no tempo A arquitetura de Toledo possui uma forte influência árabe, devido ao período que a cidade esteve sob domínio dos povos árabes. Caminhar pelas suas ruelas é, sem dúvidas, uma das melhores maneiras de conhecer a cidade! Como chegar a Toledo? É possível chegar a Toledo em transporte público, de carro ou contratando algum passeio turístico. O percurso de autocarro direto demora cerca de 1h e é a forma mais barata de chegar à cidade. Já o comboio de alta velocidade demora apenas 35 minutos desde Madrid-Puerta de Atocha até Toledo! Como visitar Toledo? Toledo é uma cidade para ser passeada a pé, com tempo e desfrutando de cada recanto que encontramos no nosso caminho. Outra boa opção é um passeio num autocarro turístico, do qual poderás subir e descer quantas vezes quiseres e que normalmente para em frente dos pontos turísticos. Além disso, o autocarro está equipado com áudio-guia em várias línguas, o que é importante para conhecer a história por trás de cada local ou monumento. O que ver em Toledo? Estação de Comboios O primeiro local a não perder em Toledo é a Estação de Comboios de Toledo que foi construída entre 1916 e 1920, em estilo Neoárabe. O salão principal está marcado por uma decoração impressionante, conservando a antiga bilheteira, belas pinturas, lustres e vitrais. Miradouro Do Vale Se alguma vez perguntares a um toledano quais são as melhores vistas sobre a cidade, esta vai ser a resposta! O Miradouro do Vale encontra-se no local perfeito e daqui poderás ver toda a cidade e os seus monumentos mais emblemáticos. Chegar a pé é um pouco difícil e demora uns 35 minutos (sempre a subir), mas o autocarro turístico tem uma paragem neste ponto! Não percas este miradouro em Toledo. Muros, portas e pontes Toledo é uma cidade-fortaleza, rodeada pelo Rio Tejo e por uma antiga muralha, pontilhada por pontes e antigas portas. Algumas destas, que merecem uma visita, são: a Ponte De San Martín, construída no século XIV, a Puerta del Sol, a Puerta de Bisagra e a Ponte de Alcantara. Monastério de San Juan De Los Reyes A construção deste mosteiro foi iniciada em 1477 e concluída em 1526. A estrutura do mosteiro e da igreja foram fortemente danificadas durante a guerra de independência espanhola, no início do século XIX, mas só começaram a ser restauradas algumas décadas mais tarde, sendo então entregues à Ordem Franciscana em 1954. Santa María La Blanca – Antiga Sinagoga Atualmente considerada um monumento nacional, esta sinagoga já assumiu diversos papeis ao longo dos seus quase nove séculos de história. No século XV, foi convertida numa igreja da Ordem Calatrava e, em meados do século XVI, passou a abrigar uma beataria para prostitutas arrependidas. No século XVIII, tornou-se o quartel da cidade e no início do século XIX foi entregue à Igreja Católica. Igreja De São Tomé Após a conquista da cidade, no século XII, esta antiga mesquita foi convertida na Igreja de São Tomé. Apenas no século seguinte, devido à sua avançada deterioração, a igreja passou por extensas reformas. Como todos os monumentos referidos antes, também é possível visitar o seu interior pagando 3€ por pessoa. Este é um dos locais a não perder em Toledo. Igreja de São Ildefonso Jesuitas Com mais de três séculos, a Igreja de São Ildefonso Jesuítas é a maior construção em estilo barroco da cidade. A sua torre atrai muitos visitantes, devido à admirável vista sobre a cidade. Podemos visitar o seu interior e subir à torre. Termas Romanas Além das visíveis marcas do domínio árabe, Toledo também apresenta traços remanescentes do Império Romano, entre os séculos I e II d.C. As termas romanas foram utilizadas até ao século VI e recordam a prosperidade que marcou a cidade neste período. A entrada é gratuita. Alcázar De Toledo Este palácio fortificado foi usado como residência real durante vários períodos ao longo dos últimos cinco séculos, para além de ser um ponto de resistência durante a guerra civil. Atualmente a entrada é gratuita e abriga a Biblioteca de Castilla-La Mancha e o Museu do Exército. Palácio de Galiana Mais um dos locais a não perder em Toledo, as margens do Rio Tejo, o Palácio de Galiana foi construído no século XI pelo Rei Al Mamun, e recebeu este nome em homenagem à princesa muçulmana Galiana. A uma distância de aproximadamente 15 minutos a pé da estação de comboios, é uma boa visita para terminares o teu dia em Toledo, antes de voltares a Madrid. Caso queiras visitar mais do que três monumentos, entre igrejas, mosteiro e sinagoga, em vez de comprares os bilhetes individualmente, é mais económico comprar a Pulseira Turística de Toledo, por 10€ por pessoa, que permite o acesso ao Real Colegio Doncellas Nobles, Monastério de San Juan De Los Reyes, Sinagoga Santa María La Blanca, Igreja de São Ildefonso Jesuitas, Igreja De São Tomé, Cristo de La Luz – Antiga Mesquita e à Igreja do Salvador. Outros locais interessantes, que merecem uma visita são a Câmara de Toledo, a Catedral, a Plaza Zocodover, o Mercado San Agustin e os Jardines de la Vega! Para completar a visita, não te esqueças de experimentar o mazapán, um doce típico, feito de amêndoa, ovos e açúcar! O que te pareceu este roteiro com 10 locais a não perder em Toledo? Autora: Amanda sem Fronteiras

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10 miradouros a não perder em Lisboa

10 miradouros a não perder em Lisboa

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Lisboa, a cidade das 7 Colinas, faz jus ao nome e está bem recheada de miradouros com vistas fantásticas e, neste momento, a Câmara Municipal tem 19 deles eleitos como oficiais. E destes 19 escolhemos os 10 melhores Miradouros da capital portuguesa, para que possas ter as melhores vistas, e ainda, tirar aquelas fotografias que vão fazer todo o sucesso nas tuas redes sociais. Prepara a bagagem, contrata o teu seguro IATI Básico e vamos ver Lisboa desde as alturas! Miradouros a não perder em Lisboa 1 – Miradouro Do Castelo De São Jorge O Castelo de São Jorge é um dos monumentos mais bem preservados da capital portuguesa, uma das 10 experiências típicas a não perder na capital portuguesa, e conta com uma estrutura quase intacta, o que permite a quem o visita, viajar um pouco no tempo. As melhores fotografias deste miradouro são conseguidas ao Pôr do Sol na Torre da Igreja do Castelo que está agora aberta ao publico. Entrada paga. 2 – Miradouro do Parque Eduardo VII Este miradouro fica dentro da cidade e, através dele, consegues ver o grande Vale do Parque Eduardo VII até à margem do Rio Tejo, passando pela Baixa Pombalina e pela Avenida da Liberdade. Em dias de boa visibilidade, até é possível avistar a outra margem do rio. Contempla a paisagem e vai descendo pelo parque, desfrutando do jardim fantástico e cuidado. Gratuito. 3 – Miradouro da Graça O Miradouro da Graça, também conhecido como Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen, é um dos mais apreciados pelos Lisboetas e não só pois, aqui podes sentar-te na esplanada a conviver ou a carregar energias, com uma vista maravilhosa sobre a cidade. Se caminhares mais 5 minutos, vais ter acesso ao miradouro seguinte, que também é de cortar a respiração. Gratuito. 4 – Miradouro da Senhora do Monte Este é um dos pontos mais altos de Lisboa e o miradouro mais romântico. Construído em frente à Capela da Nossa Senhora do Monte, aqui tens quase uma vista de 360 graus sobre a cidade. Se olhares para Norte, vês o grande vale da Avenida Almirante Reis. A Sul, tens o Estuário do Rio Tejo, a parte baixa de Lisboa e o Castelo de São Jorge. A poente, tens o Bairro Alto, um dos bairros mais antigos e pitorescos da cidade. Gratuito. 5 – Miradouro do Arco da Rua Augusta Sabias que é possível subir ao Arco da Rua Augusta? Este é um dos miradouros mais desconhecidos, pois passa muitas vezes despercebido devido à sua pequena entrada. Se desceres pela Rua Augusta, logo antes de chegares ao Arco, do lado esquerdo há uma pequena porta que te levará a uma escadaria para o topo e, aí terás uma vista panorâmica para a praça que outrora, serviu de Mercado de Especiarias trazidas do oriente pelos navegadores portugueses: a Praça do Comércio. Entrada paga. 6 – Miradouro do Elevador de Santa Justa Este miradouro encontra-se no terraço do Elevador de Santa Justa, que é o transporte publico mais bonito de Lisboa. Inspirado na Torre Eiffel, é todo ele em ferro, enriquecido com trabalhos de filigrana e de uma beleza única. Se queres evitar as filas para teres acesso ao piso superior, podes subir pelo Chiado e entrar pelo lado oposto, mas subir pelo elevador vai-te elevar a experiência a outro nível. Gratuito. 7 – Miradouro Panorâmico de Monsanto Este miradouro está na moda nas redes sociais e localiza-se no Parque Florestal de Monsanto, nas antigas instalações de um restaurante, com vistas panorâmicas. Apesar de ser em edifício devoluto, a Câmara Municipal de Lisboa, permite a sua visita com condições de segurança. Gratuito. 8- Miradouro das Portas do Sol Sabes aquelas fotografias tiradas sobre os telhados de Lisboa? Provavelmente foram obtidas neste miradouro. Aqui existe uma varanda para contemplares os telhados de Alfama, com uma vista soberba para o rio Tejo. Gratuito. 9- Miradouro de São Pedro de Alcântara Mesmo ao lado do Bairro Alto e no topo do famoso Elevador da Glória, encontras um dos mais procurados miradouros de Lisboa. Aqui podes captar uma fotografia que inclui o Tejo, o Castelo de São Jorge, a Sé, a Graça e a Avenida da Liberdade. Gratuito. 10- Padrão dos Descobrimentos A mais de 50m de altura, existe um terraço de onde se consegue avistar Lisboa, o Tejo, a Ponte 25 de Abril e a margem sul do Tejo. Além disso, ainda terás uma incrível vista panorâmica sobre a zona histórica de Belém. Entrada paga. Outros artigos sobre Lisboa a não perder: • 5 experiências diferentes para viver em Lisboa • Conheça as festas de Santo António de Lisboa • Ericeira – O Que Ver, Fazer e Comer Autor: Ricardo Couto, Gato Vadio

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Viajar sozinho, isso é para mim?

Viajar sozinho, isso é para mim?

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Há quem se debata com decisões como “cereais antes ou depois do leite”, e outros questionam-se sobre “viajar sozinho ou viajar acompanhado”. Se estás a pensar fazer uma viagem nos próximos tempos, provavelmente já passaste por esta fase. E se estás a ler este artigo, provavelmente, é porque queres fazer uma viagem com o teu grupo de amigos, mas nenhum deles pode, ou porque estás a considerar fazer uma viagem sozinh, mas precisas daquele boost inicial. De todas as formas, ainda estás na primeira fase, o chamado pré-viagem, o que significa que é a altura certa para escolheres um seguro de saúde internacional à tua medida antes de partires à aventura. Viajar sozinho é para mim? Viajar sozinho é daquelas experiências que todas as pessoas deveriam ter, pelo menos, uma vez na vida. Muitas pessoas têm por hábito descartar esta opção porque só a ideia de se lançarem ao mundo sem ninguém para amparar a queda as assusta, já para não falar do receio de “estar sozinho”. É importante frisar: viajar sozinho não é sinónimo de estar sozinho. Quando viajas a solo, muitas das vezes só consegues estar sozinho se quiseres; e às vezes tens de querer muito. O ser humano é curioso e é movido pela necessidade. Naturalmente, as pessoas vão interessar-se pela tua odisseia, ainda para mais estando sozinho. E tu, por não teres ninguém a viajar contigo, vais sentir necessidade de falar com aqueles que estão ao teu redor. As amizades em viagem surgem de forma natural, mesmo que sejas uma pessoa tímida. Acredita! Ironicamente (ou não), é muito mais fácil fazeres amigos se viajares sozinho. Se não tiverem nada em comum, pelo menos têm o facto de serem viajantes e de terem escolhido o mesmo destino. Não estranhes se, de repente, receberes um convite para ir almoçar ou até mesmo para te juntares ao plano de alguém. Em viagem não há grandes cortesias neste aspeto. Alinha! Uma das grandes vantagens de viajar sozinho é, sem dúvida, a liberdade. Não estás dependente de ninguém, não tens de dar explicações a ninguém ou de discutir as opções em cima da mesa: tu decides. Podes ficar mais tempo numa determinada cidade porque te apetece ou mudar os planos à última da hora; podes andar ao teu ritmo. A probabilidade de te sentires stressado é muito menor porque não tens de esperar por ninguém, nem dar uso à expressão amigo não empata amigo; és a única pessoa que toma as decisões. Sabias que acabas por poupar mais dinheiro se viajares sozinho? A explicação é fácil: se és tu quem decide, tu é que geres o teu orçamento. Para além de que, se viajares em modo low cost, é muito mais fácil arranjar boleias, encontrar anfitriões no couchsurfing e até mesmo cama nos dormitórios. Ao viajares sozinho terás a oportunidade de te conhecer de uma forma muito mais íntima. Viajar expõe-te a situações inesperadas, facetas que desconhecias e medos e obstáculos que tens de ultrapassar. No fundo, vais aprender a estar contigo mesm que é algo que também assusta já que, no nosso dia-a-dia, não estamos habituados a estar única e exclusivamente connosco. O teu único foco será a tua felicidade e o teu bem-estar, o que fará com que te preocupes em maximizar todos os momentos e as experiências. O autoconhecimento é dos maiores ensinamentos que se pode retirar deste tipo de viagem. Vais dar-te conta de que és muito mais forte do que pensavas, muito mais inteligente e capaz. Sair da nossa zona de conforto e procurar adaptar-nos a um novo ambiente é, já por si, uma forma de nos testar, não só a nós como também aos nossos limites. Com todas essas vivências, a tua confiança só pode aumentar! Afinal de contas, quem é que tomou todas as decisões? Quem é que superou todos os desafios que se apresentaram? Arrisca e experimenta viajar a solo. No final da viagem, podes chegar à conclusão de que não é o teu estilo de viagem, mas pelo menos tentaste e certamente trazes uma bagagem que não levaste contigo. E não, não estamos a falar da bagagem que despachaste quando chegaste ao aeroporto; estamos a falar da bagagem emocional e de todo o conhecimento sobre ti e sobre o mundo que trazes. Se gostaste deste artigo, aqui ficam mais algumas recomendações: • 10 motivos porque viajar sozinho é uma experiência incrível • Truques e dicas de segurança para mulheres que viajam sozinhas • As viagens desenvolvem soft skills? • 13 Dicas essenciais para aproveitares a tua viagem ao máximo Autores: Gap Year Portugal

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APPs fundamentais para viajar

APPs fundamentais para viajar

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Num mundo cada vez mais tecnológico, acabamos muitas vezes por estar dependentes do nosso telemóvel, quer sejam as redes sociais, o e-mail, a música… no fundo, tudo o que nos permita fugir da realidade e acabamos por viver as experiências através de um telemóvel! Aqui na IATI quando viajamos adoramos sentir-nos uns verdadeiros exploradores! Imaginamo-nos com um grande panamá, de colete e sandálias, rodeados de mapas, canetas, bússola e até uma calculadora…mas temos que admitir que o telefone ajuda e muito, substituindo todo este vasto leque de equipamentos. Faz a mala, não te esqueças do panamá nem do seguro de saúde internacional, e vem connosco descobrir o mundo com a ajuda das melhores aplicações de telemóvel! Aplicações fundamentais para viajar Existem tantas mas tantas aplicações que fazem o canivete do Macgyver chorar de vergonha. E por esse motivo decidimos mostra-te algumas, que temos a certeza que te ajudarão muito durante as próximas viagens! Maps.me Uma aplicação que permite descarregar mapas de regiões, países ou cidades de forma gratuita. A principal vantagem desta aplicação é que uma vez que o mapa da respetiva cidade esteja descarregado poderás utilizá-lo, mesmo em modo offline. Portanto podes deslocar-te para qualquer ponto facilmente, quer seja de carro ou a pé, sem teres de comprar pacotes de dados, sem recorreres a mapas de papel ou teres que pedir indicações num idioma que pode ser totalmente desconhecido. Já testámos em vários países e a experiência foi muito positiva. É adaptável a Android e iOS. XE Currency Esta aplicação faz o câmbio instantâneo entre todas as moedas do mundo. É muito, muito simples de usar e faz com que poupes imenso tempo a fazer contas ou palpites de quanto irá realmente custar um bilhete de autocarro, o almoço ou até mesmo um souvenir. Basta selecionares o País em que estás, a Moeda para a qual queres converter e o valor da moeda estrangeira…rapidamente ficarás a saber qual é o valor em Euros, por exemplo! Funciona também offline, nesse caso a taxa de cambio será referente à última conexão à internet. É uma das aplicações que provavelmente mais vezes vais usar e que te poupará muitas dores de cabeça a fazer contas, assim como um ou outro desgosto de algum vendedor mais astuto… SplitWise Se vais viajar em grupo e queres registar todas as despesas e dividir as contas por todos, o SplitWise é uma ótima ajuda. A título de exemplo, se pagares um almoço de 20€, colocas na aplicação e indicas que a conta é a dividir por todos os membros do grupo, mais tarde passas na farmácia abres a aplicação e indicas que o valor de 5€ é totalmente pago por ti. No final do dia quando entrares na App e vires o que cada um pagou, saberás perfeitamente quanto é que cada um deve e a quem! Assim a qualquer momento podes saber se estás a dever dinheiro a um amigo e/ou no final da viagem saber exatamente quanto dinheiro gastaste. Rome2rio O Rome2rio é uma página de pesquisa de “multitransportes” para ires de ponto A a B. Imagina por exemplo que estás em Bogotá e queres viajar até Salento. Neste caso o Rome2rio apresenta 8 hipóteses diferentes! De autocarro, entre 16€ a 36€; de táxi e autocarro, de 69€ a 90€; de táxi de 100€ a 130€; Voo para Arménia + Autocarro aproximadamente 200€…etc. Não só te são apresentadas várias opções que combinam diferentes transportes, como também é dada uma estimativa de custo e duração da viagem. Depois de planearmos algumas viagens com esta ajuda, confiamos quer nas sugestões de percurso quer de custo…as durações das viagens é que costumam oscilar um pouco mais, porque dependem deste a meteorologia local ao estado de alguma estrada ou acidente… Estas são apenas algumas das aplicações que te recomendamos! Para além destas, cada um tem as suas aplicações favoritas de companhias aéreas, alojamento, etc, mas essas deixamos ao teu critério! A verdade é uma, temos que nos render e assumir que o telemóvel fez esquecer os mapas, canetas, calculadora e todos os acessórios que rapidamente enchiam a mochila. Com as aplicações poupas tempo e dinheiro…mas também poderás perder algumas aventuras ao perguntares indicações aos locais! Nada como procurar um ponto de equilíbrio. Agora que já sabes quais as aplicações que não deves deixar de ter no teu telemóvel, que tal ler mais alguns artigos que te ajudarão a preparar uma viagem sem problemas? Aqui ficam algumas sugestões: • Como contratar um Seguro de Viagens? • 15 coisas que deves ter em atenção quando viajas para um país novo • Como planear uma viagem longa de forma independente • Dicas e precauções para tuas viagens • Como viajar de forma mais sustentável Autor: João Oliveira – Anda Comigo.

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