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5 alojamentos ecológicos na Europa

5 alojamentos ecológicos na Europa

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Hoje damos-te a conhecer projetos que trabalham diariamente para manter o equilíbrio entre viajantes exploradores e a natureza, onde nos mostram que é possível associar as viagens a um impacto positivo. Como não poderia deixar de faltar, se estás a pensar entrar numa nova aventura, o seguro de viagem deve ser uma das principais tarefas a pensar, e na nossa página podes encontrar o que se adapta melhor ao que precisas. Vamos lá a 5 alojamentos ecológicos na Europa? Já várias vezes falamos na importância de viajar de forma responsável para evitar que o impacto que deixamos nos lugares seja negativo e que as comunidades, economia e espaços não sejam prejudicados . Só assim será possível continuar a visitar destinos incríveis e conhecer realmente novas culturas sem que o turismo em massa destrua aquela ilha que tanto queríamos conhecer ou a tal montanha que gostaríamos de escalar. 5 alojamentos ecológicos na Europa BBCamping, Portugal Comecemos pelo nosso Portugal e por um cantinho lindamente preservado na paisagem natural em Vimieiro. Um parque de campismo muito pouco convencional que rentabiliza os recursos da natureza, como a luz solar e a água da chuva, em harmonia com a vida selvagem e as atividades disponíveis do parque. Para os mais aventureiros que viajam de mochila e tenda às costas, este pode ser o parque mais intocado do Alentejo, para os que viajam de forma mais leve, têm ao seu dispor tendas, caravanas e uma casa no local. Aproveitando a forte produção de cortiça da região, os edifícios da recepção e a casa disponível para os hóspedes são revestidos desse mesmo material e o pequeno almoço tem delícias como pão de bolota feito no parque e outras tantas iguarias produzidas pelos agricultores vizinhos. A piscina natural vai permitir fugir ao calor e o pôr do sol, garantimos, vai ser das coisas mais bonitas que vais ver este verão. Os carros são permitidos apenas para cargas e descargas para que a paisagem e sensação de paz absoluta não seja condicionada. Leitlhof, Itália Se estás à procura de um retiro nas montanhas, onde possas tratar do corpo e da mente e ainda experimentar alguns desportos de natureza, este cantinho de céu nos Alpes vai ser a tua perdição. Apesar de ter crescido e aumentado as instalações nos últimos anos, os seus valores mantêm-se os mesmos de sempre: preservar o ambiente e o espaço que envolve o Leithof, a sua equipa defende um equilíbrio sustentável na gestão dos recursos do hotel. O objetivo é permitir às pessoas que o visitam usufruir de um momento de lazer e relaxamento em harmonia com a natureza dos Alpes ao mesmo tempo que preservam o ambiente. Possuem uma estação de eletricidade alimentada pela floresta e todo o hotel é sustentado por essa estação aliada à utilizam de energia termal. Utilizam madeira local para os móveis e produtos regionais na sua cozinha e fazem questão de trabalhar com fornecedores locais para evitar longas distâncias no transporte. Se ainda não estás convencido, as ervas e aromas utilizados na cozinha vêm direitinhos da horta biológica do hotel. Arrancamos? WhitePod, Suíça Se sempre sonhaste em passar um noite num cenário ao estilo de um filme de Missão Impossível ou James Bond, este cenário na neve é para ti. O objetivo é provar que hotelaria e conservação do ambiente são dois conceitos que podem coexistir. O uso da eletricidade e água é controlado, os ingredientes utilizados são provenientes de produtores locais, a equipa vive nas redondezas e caminha para o trabalho e o uso de veículos motorizados é reduzido ao máximo. Dormir num pod (tenda iglô) de luxo com vista para o infinito e o céu estrelado é o sonho de muitos e saber que, enquanto de férias, contribuímos para o desenvolvimento da economia local, melhor! Para além disso, utilizam produtos de limpeza 100% biodegradáveis, apenas consomem produtos de época e tentam sempre sensibilizar os hóspedes para a importância da fauna e flora que rodeiam o espaço. Milia Mountain Retreat, Grécia Já te falamos de parques de campismo no meio da natureza, spas no Alpes e até iglôs na neve, mas se o que gostas mesmo é de uma casinha simples e cómoda na aldeia, tens de ir à Grécia, mais concretamente a Creta. Não, não é certamente nessa zona de Creta que estás a pensar, mas na parte montanhosa e ambientalmente sensível zona de Milia. Este projeto nasceu para recuperar conscientemente o terreno destruído e esquecido da zona, mantendo sempre o ciclo tradicional de vida de forma a servir humanos e natureza. Milia significa “de volta às origens” e a estadia por cá vai ser, mais que tudo, um encontro genuíno com a natureza e com a essência da vida. Tudo isto com direito a provares dos melhores produtos locais, cultivados biologicamente nos terrenos, Finca de Arrieta, Espanha Se procuras algo mais perto da praia, mas queres fugir dos pacotes de férias turísticas, temos a solução ideal na ilha de Lanzarote! Construído com materiais adquiridos localmente, este espaço gerido por uma família funciona aproveitando a energia gerada pelo sol e vento. A quantidade de água utilizada é controlada e é pedido aos hóspedes que aproveitem a água fria que sai antes dos banhos para a rega das plantas. A separação e redução do lixo é promovida entre todos e o desperdício de comida é reutilizado para alimentar as galinhas da quinta. Têm espaços dedicados às crianças e o ambiente não podia ser melhor. Inspirado? Já te falámos sobre 5 alojamentos ecológicos na Europa, agora só precisas comprar os voos, contratar o seguro e arrancar! Autora: Janete Silva, Flearound

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Dicas úteis para planear uma viagem à Polónia

Dicas úteis para planear uma viagem à Polónia

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A Polónia é um dos melhores destinos na Europa para quem procura um misto de história, cultura e gastronomia. As suas duas maiores cidades, Cracóvia e Varsóvia, oferecem centros históricos que parecem saídos de um conto de fadas, vários museus repletos de vestígios de uma história rica e fascinante, e inúmeros restaurantes onde te poderás deliciar com iguarias gastronómica absolutamente deliciosas. Neste artigo encontras algumas dicas úteis que te poderão ajudar a planear uma visita a este país surpreendente. Depois é só comprar os voos, tratar do seguro de saúde internacional e partir! Dicas úteis para planear uma viagem à Polónia Moeda Local A Polónia é um dos países europeus que não aderiram ao Euro. A moeda continua a ser o Zloty, pelo que convém que ao chegares ao teu destino procures um local para trocares os teus Euros. Os melhores locais para trocar dinheiro são os bancos ou os Kantor (lojas de câmbio localizadas em hotéis e pontos estratégicos nas cidades/localidades). Por regra, o aeroporto nunca é um bom sítio para trocares dinheiro já que apresenta taxas de câmbio menos atrativas. Comida A comida polaca assenta largamente em vegetais como a beterraba e os pepinos, tubérculos (batatas), cogumelos e muita carne. Os pastéis Pierogi, com vários recheios diferentes como cogumelos, queijo, carne ou uma combinação de batatas e queijo (Pierogi russos), são uma das grandes especialidades gastronómicas do país. Podem ser servidos cozidos ou fritos. O que quer que venhas a comer, é certo que nunca sairás da Polónia de barriga vazia! Alguns pratos típicos: • Pierogi (Pastéis Recheados) • Rosół (Sopa de Galinha) • Gołąbki (Rolo de Couve) • Polskie naleśniki (Panquecas Polacas) • Goulash polaco Costumes e tradições • Na Polónia é costume darem-se 3 beijinhos quando se cumprimenta alguém, em vez de dois apenas como em Portugal. Temos um artigo sobre curiosidades da Polónia que deverias ler! • Temas relacionados com a II Guerra Mundial, a Rússia ou o comunismo devem ser abordados com cuidado por serem temas ainda sensíveis na sociedade polaca. • Atravessar uma estrada fora da passadeira ou com o sinal vermelho para peões resulta numa multa quase certa. • Não é permitido beber bebidas alcoólicas na rua. • Retirar os sapatos quando se é convidado para a casa de alguém é algo esperado. • Para te dirigires a alguém de forma respeitosa deverás usar “Pan” (para homens) ou “Pani” (para mulheres), seguidos do apelido da pessoa. Principais palavras e expressões em polaco É sempre simpático e visto com bons olhos tentares dizer algumas palavras ou frases na língua nativa quando visitas um destino. Se conseguires decorar as expressões abaixo é garantido que serás recebido com sorrisos a dobrar. Bom dia/Boa tarde: Dzień dobry (diz-se “djín dobrê”) Boa noite: Dobry wieczór (diz-se “dobrê vietchur”) Obrigado: Dziękuję (diz-se “djín kuién”) Saúde (brinde): Na zdrowie! (diz-se “na zdrovié”) Adeus: Do widzenia (diz-se “do vidzénia”) OK: Dobra (diz-se “dóbra”) Transportes públicos A rede de transportes públicos na Polónia é extremamente eficiente e bem organizada, distribuindo-se por autocarros, elétricos e metro, dependendo da cidade ou localidade. Os bilhetes podem ser comprados dentro dos transportes ou em máquinas normalmente localizadas ao lado de paragens, por valores tão baixos como 3 zloty por um bilhete para 20 minutos (cerca de €0,70). A tarifa base dos táxis ronda os 6 zloty a que acresce 2,20 zloty por quilómetro. É importante que tenhas alguma atenção de forma a evitares os táxis não-oficiais que não se regem por tarifas definidas oficialmente (distinguem-se por só terem um pequeno sinal de táxi no tejadilho). Quando ir à Polónia O clima na Polónia pode ser de extremos, ou muito quente ou muito frio, por isso é sempre melhor viajar nas estações intermédias como a primavera e o outono. Para além de temperaturas mais amenas, consegues também preços mais baixos a nível geral e uma menor concentração de turistas o que te permitirá aproveitar o país de forma mais confortável. Voos para a Polónia A TAP tem voos diretos de Lisboa para Varsóvia. Do Porto poderás viajar diretamente com a Wizz Air e de Faro com a Ryanair. Para Cracóvia, a partir de Lisboa e Porto existem voos diretos pela Ryanair. De Faro não existem voos diretos. Autora: Maria João, Joland blog

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10 coisas a não perder em San Marino

10 coisas a não perder em San Marino

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A República de San Marino é um pequeno país europeu, com apenas 61 km2 e que tem um encanto especial. Na IATI Seguros sabemos que estás sempre à procura de lugares especiais, por isso hoje trazemos-te dicas de viagem para aproveitares este pequeno enclave. No entanto, não deves viajar sem um seguro de viagem adequado ao teu perfil, portanto, como a IATI Seguros é especialista em seguros de viagem, recomendamos o IATI Básico. 10 coisas a fazer em San Marino Tirar uma selfie na Torre Guaita Também conhecida como Castello della Guaita, esta torre é a mais antiga e mais famosa das três torres que se podem encontrar em San Marino. Foi construída em pleno século XI e serviu de prisão em tempos já idos. Admirar arte bélica no Museu da Torre Cesta A Segunda Torre, também conhecida como De La Fratta, atualmente alberga um museu dedicado a San Marino. Foi construída no século XIII e o espólio do museu conta com mais de mil e quinhentas armas. Foi edificada no ponto mais alto do Monte Titano o que faz com que a vista desta torre seja excecional. Visitar a Torre Montale A Terceira Torre, ou Torre del Montale, está localizada a sul, é a que recebe menos visitas e é a mais pequenas das torres de São Marino. Além disso, o facto de não estar aberta ao público acaba por afastar ainda mais potenciais turistas. Foi construída no século XIV e, na nossa opinião, merece uma visita tua, por isso, sê valente e caminha até à Torre Montale. Nem todos os viajantes podem dizer que visitaram as três torres de San Marino. Contemplar a Basilica di San Marino A Basilica di San Marino é uma igreja católica situada na Praça Domus Plebis. Foi construída no estilo Neoclássico em 1836 e no seu interior estão guardadas as relíquias do santo padroeiro da cidade: São Marino. Descansar na Piazza Della Libertà A Praça da Liberdade é um excelente local para descansares depois de teres visitado as três torrres e antes de entrares no Palazzo Pubblico. Nesta praça poderás admirar uma das estátuas mais famosas de San Marino: a Statua della Libertà, construída a partir de um único bloco de mármore de Carrara. Render da Guarda O ritual do Render da Guarda é uma das atrações de San Marino. De uma forma abreviada o grupo de guardas que estava em serviço é rendido por outro grupo que assume as funções. Existe alguma pompa e circunstância e, claro, é um espetáculo para turista ver. Palazzo Pubblico O Palazzo Pubblico é um edifício governamental e onde está sediada a Câmara Municipal de San Marino. Portanto, a generalidade das cerimónias oficiais tem lugar neste edifício. Sugerimos que prestes especial atenção à torre do relógio que apresenta semelhanças com o Palazzo Vecchio em Florença. E aproveita para perguntar quando ocorrerá o próximo Render da Guarda. Museo di Stato Se queres saber mais sobre a história de San Marino não podes perder a oportunidade de visitar o Museo di Stato. Além da exposição permanente existem vários eventos ao longo do ano, pelo que sugerimos que consultes a respetiva agenda no site oficial. Teleférico Onde existe um monte, uma descida ou subida de teleférico é garantia de excelentes vistas. E o teleférico de San Marino não é exceção! Ao subir vais sentir a adrenalina a acumular-se à medida que o teleférico se movimenta, mas o trajeto é tranquilo. No entanto, se sofres de vertigens, a descida talvez não seja tão fácil, principalmente no início. Carimbar o passaporte Sabias que podes dirigir-te ao Posto de Turismo e mediante o pagamento de uma taxa podem colocar-te um carimbo de San Marino no passaporte? Esta era uma atividade popular há uns anos, no entanto, alguns viajantes tiveram problemas com os passaportes pois na verdade este não é considerado um carimbo válido. Não queremos que arranjes confusões, assim, se achares piada a possuir um carimbo de San Marino no teu passaporte talvez seja sensato usares um passaporte antigo, caso tenhas algum. Temos a certeza que com estas dicas a tua viagem a San Marino vai decorrer de forma tranquila e vais aproveitar bem o que este pequeno território tem para oferecer. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que visitar em Roma: as melhores coisas para fazer na Cidade Eterna

O que visitar em Roma: as melhores coisas para fazer na Cidade Eterna

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Falar de Roma é falar de cultura, de história, de cinema, de gastronomia, de futebol e de muito mais. Roma é uma das capitais mais excitantes da Europa. Se ainda não a visitaste, agora é a altura certa. Tal como diz o ditado popular “Em Roma Sê Romano”, e a melhor forma de o fazer é visitar as atrações da cidade, provar a sua gastronomia e misturares-te com as suas gentes. Antes de partires em viagem aconselhamos uma maratona de filmes italianos, que te vão deixar ainda com mais vontade de conhecer a cidade. Para que a viagem corra sem percalços, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem. Na IATI ajudamos-te a escolher qual o seguro que melhor se adapta ao tipo de viagem que vais fazer. Preparámos uma lista das melhores coisas a fazer em Roma, os monumentos essenciais e, em suma, tudo o que não podes perder na Cidade Eterna. O que visitar em Roma Diz-se que uma vida não basta para conhecer Roma. A cidade é um enorme “museu” a céu aberto. De entre Monumentos, Estátuas, Igrejas, Praças e Fontes há muito por onde escolher. Já para não falar da gastronomia, Pastas, gelados e pizzas são obrigatórios numa visita à cidade. Estas são as atrações que aconselhamos numa primeira visita à cidade. Mas Roma é uma cidade para voltar muitas vezes, e em cada uma das visitas descobrir novas atrações e redescobrir as que já visitaste. Museus do Vaticano e a Capela Sistina Os Museus do Vaticano são uma das atrações mais visitadas de Roma, e na nossa opinião com todo o mérito. São vários museus reunidos no Vaticano, e por isso são os museus do Vaticano, no plural, e não o Museu do Vaticano. Os Museus do Vaticano são uma vasta galeria de obras artísticas pertencentes à Igreja Católica. Uma colecção infinita de peças de diferentes períodos, com áreas temáticas, monumentos e jardins. A Capela Sistina situa-se no Palácio Apostólico, a residência oficial do Papa. É sem dúvida a sala mais famosa do palácio. A sua fama deve-se às impressionantes pinturas que decoram a capela. Os mais aclamados são os frescos no cofre e no teto, ambos de Miguel Ângelo. A Capela Sistina tem o nome de Sixtus IV, o papa que ordenou a restauração do espaço entre 1473 e 1481. Hoje, a capela é utilizada para a reunião em que os cardeais elegem o novo papa. Deixamos-te algumas dicas para a tua visita: • Comprar o Bilhete antecipadamente – A fila para comprar bilhete chega a ter mais de uma hora de espera, por isso é aconselhável comprar o bilhete online. Podes fazê-lo através dos vários sites de venda de bilhetes para atrações turísticas que existem ou no site dos museus de vaticano. • Atenção à Roupa – Lembra-te que estás num local sagrado. É proibido entrar com calções, mini-saia, decotes, ombros à mostra, e chapéus. • Objetos Proibidos – Na entrada tens de passar pelo detetor de metais. Por isso tudo o que não passa no detetor de metais não vale a pena levares contigo. Outros objetos proibidos são chapéus de chuva e selfie sticks. • Áudio-guia – Podes alugar o áudio-guia à entrada dos museus, ou fazê-lo também antecipadamente aquando da compra do bilhete online. O áudio-guia tem um sistema de reconhecimento das obras de arte e não necessita de ligação à internet. • Terraço – Antes de iniciar o percurso pelos museus fica o terraço, que pode passar despercebido aos mais distraídos. Daqui podes ter uma vista magnifica dos jardins do Vaticano. E tirar fotos fantásticas. • Ir com tempo – Aconselhamos a reservar pelo menos umas três horas do teu dia para esta visita. Os museus requerem uma visita com tempo. Basílica de São Pedro Também dentro da Cidade do Vaticano encontra-se a Basílica de São Pedro. Recomendamo-la como um dos lugares a ver em Roma, porque é a maior igreja cristã do mundo. Só por essa razão, vale a pena entrar e ficar impressionado com o tamanho do edifício e todos os detalhes que este esconde. Dentro está a Pietà, uma escultura feita por Miguel Ângelo entre 1498 e 1499. É uma das mais belas esculturas da história da arte. Além disso, a basílica está situada acima do local de sepultamento de São Pedro, um dos doze apóstolos e o primeiro bispo de Roma. O interior da basílica pode ser visitado gratuitamente. Contudo, se quiseres aceder ao miradouro que há na cúpula, terás de pagar uma taxa de entrada separada. Este bilhete é comprado na própria basílica, não pode ser comprado antecipadamente e deve ser pago em dinheiro. Recomendamo-lo? Sim, sim e três vezes sim. Subir à cúpula da Basílica de São Pedro é uma das coisas a fazer em Roma, porque as vistas do Vaticano e da cidade de Roma vão deixar-te de boca aberta. Coliseu, Fórum e o Monte Palatino Outro ponto a visitar em Roma é o Coliseu, o Fórum Romano e o Monte Palatino. Neste caso, também os agrupámos porque o bilhete de entrada dá acesso a estas atrações turísticas. O Coliseu ou Anfiteatro Flaviano quase não precisa de introdução. É um anfiteatro da época do Império Romano (ou seja, há cerca de 2.000 anos). O seu nome original refere-se à dinastia flamenga, que a mandou construir. Mas é conhecido como o Coliseu por causa de uma grande estátua do Colosso de Nero que se encontrava nas proximidades, mas que já não é preservada. A história do Coliseu e o seu bom estado de conservação valeram-lhe a designação de Património Mundial da UNESCO em 1980 e uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em 2007. O Fórum Romano era o fórum da Cidade. O fórum era onde se encontravam todas as instituições governamentais, o mercado e os templos religiosos. Hoje em dia só restam os restos destes edifícios. E embora para muitos possam ser apenas pedras, uma das coisas a fazer em Roma é dar um passeio pelo fórum para compreender como funcionavam os espaços urbanos na cidade de Roma. É muito interessante! O Monte Palatino é uma das sete colinas de Roma e separa o Fórum Romano do Circus Maximus. É uma das zonas mais antigas de Roma. De facto, acredita-se ser o local onde Rômulo fundou Roma. A verdade é que neste enclave existem sítios arqueológicos que datam de 1000 AC. Anda à volta do Circus Maximus e aprecia as suas dimensões Enquanto estiveres na área do Fórum Romano, aproveita a oportunidade para visitar o Circus Maximus. Este estádio de corridas de biga da Roma Antiga era o maior circo da antiga civilização romana. Estima-se que poderia albergar até 300.000 espectadores e que a pista poderia acomodar até 12 carroças. Atualmente conserva-se pequenos restos do Circo. Acredita-se que o material das cadeiras foi utilizado para construir outros edifícios durante o período medieval, e é por isso que a maioria deles desapareceu. Assim, apesar de recomendarmos que venhas vê-lo, deves saber que apenas a pista de corridas, agora coberta de relva, e alguns dos portões de partida permanecem. Experimenta a realidade virtual nos banhos de Caracalla Outra visita obrigatória em Roma é uma visita às Termas de Caracalla. Estes antigos banhos públicos foram construídos entre 212 e 217 DC. Hoje apenas as ruínas dos banhos permanecem, mas foram transformadas numa atração turística muito interessante graças à realidade virtual. Quando compras o teu bilhete, podes também alugar óculos de realidade virtual que te permitem andar pelo recinto e vê-lo como se acredita ter sido durante a Roma Imperial. Passeia pelos jardins da Villa Borghese e entra na Galeria Borghese Os jardins da Villa Borghese são para Roma o que o Central Park é para Nova Iorque. Uma grande área verde onde se pode dar um passeio e afastares-te do movimentado (e muito turístico) centro de Roma. É também o lar de um dos mais belos museus de Roma, a Galeria Borghese. A galeria alberga uma grande colecção de pinturas, esculturas e antiguidades iniciada pelo Cardeal Scipione Borghese. Sobe ao convés de observação do Monumento Vittorio Emanuele II Reconhecerás o Monumento a Vittorio Emanuele II porque é uma massa de mármore que pode ser vista de praticamente todos os cantos de Roma. É também conhecido como o Altar da Pátria. Foi construído em honra do primeiro rei da Itália unificada, Victor Emmanuel II. Mas a melhor coisa do monumento não é o edifício em si, mas as vistas do seu miradouro. Nas traseiras, construíram um elevador para aceder ao último terraço. E se tiveres a oportunidade, não percas as vistas. É um dos melhores pontos de vista da cidade e subir é uma das coisas que se deve fazer em Roma. Entra no Pantheon e maravilha-te com o seu tamanho Chegar à praça do Panteão é uma inspiração maravilhosa. Quando se vira a esquina e tal edifício aparece diante de ti, compreende-se porque é que Roma é tão especial. As suas ruas estão cheias de história. E não importa quantos destes edifícios possas ter visto em imagens, a realidade ultrapassa-os sempre. O Panteão é um templo circular construído em honra de todos os deuses – o melhor de tudo, é grátis! Uma das coisas a fazer em Roma é ir ao Panteão ao amanhecer para apreciares o edifício e a praça desocupada. É mágico. Faz um tour pelas diferentes praças de Roma Em Roma, a vida tem lugar nas praças. E não há apenas alguns, não. Estas são as praças essenciais a ver em Roma: • Campo dei Fiori: nesta praça existe um mercado diário com fruta, legumes, flores e produtos típicos italianos que podem ser utilizados como lembranças. • Piazza della Fontana di Trevi: aqui encontrarás a fonte mais famosa de Roma. E lembra-te, uma das coisas a fazer em Roma é atirar uma moeda para a Fonte de Trevi para garantires o teu regresso à Cidade Eterna. • Piazza di Spagna: O seu nome vem da embaixada de Espanha junto da Santa Sé. A praça está situada ao pé dos degraus de Trinità dei Monti. • Piazza Navona: esta praça tem um valor artístico muito importante porque tem esculturas, fontes e edifícios como Igreja de Santa Agnes em Agonia. Mas é também um ponto de encontro para artistas de rua, vendedores de rua e turistas. Uma praça cheia de vida e um dos melhores lugares para se ver em Roma. Prova a Gastronomia Típica de Roma Já é tempo de falarmos de comida. Porque, sejamos honestos: não se vai a Roma só para ver monumentos, ruínas e esculturas. Roma tem de ser saboreada. Portanto, se estiveres a preparar a tua próxima viagem à Cidade Eterna, começa por fazer uma lista de restaurantes, trattorias e gelatarias onde poderás encher-te de pizzas, massas, gelados e bom vinho. A boa vida! A gastronomia de Roma tem por base o que a população mais pobre comia. Uma vez que não podiam dar-se ao luxo de comer os produtos mais caros, encontraram formas criativas de aproveitar os alimentos a que tinham acesso. • Carciofi (alcachofras) – Estas são confecionadas de várias formas. As carciofi são as alcachofras grandes e as carciofini são as mini alcachofras. • Pratos de Coda (rabo de boi) ou tripa (dobrada) • Filetes de baccalà frito (bacalhau frito) • Bruschetta – Pão ligeiramente torrado e barrado com alho. Pode ser guarnecido com tomate ou patés. • Nas pastas destacam-se o spaghetti carbonara e all’amatriciana É habitual nos restaurantes, enquanto esperam serem servidos, oferecerem limoncello, um licor de limão tipicamente italiano. Uma refeição completa é composta por três pratos. A entrada (antipasto), primeiro e segundo pratos, que podem ser acompanhados por salada (insalata) ou guarnição (contorno). No final não pode faltar a sobremesa e o café. Normalmente o primeiro prato é composto por pastas e o segundo por carne ou peixe. Já sabes que há muitas coisas para fazer em Roma. Por este motivo, recomendamos que dediques pelo menos quatro dias inteiros à cidade. Dessa forma, poderás fazer tudo o que te sugerimos, e certamente algo mais. Não te esqueças de passear pelas ruas e explorar os diferentes bairros de Roma, prestando especial atenção ao Trastevere, um dos bairros mais bonitos e atmosféricos. O que pensas das nossas sugestões, achas que falta alguma coisa em Roma que não conste desta lista? Deixa-nos um comentário!

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Viajar pela Amazónia

Viajar pela Amazónia

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Se um dia te dissessem que ias viajar pela Amazónia, não acreditavas, pois não? Primeiro, porque é um daqueles sítios mágicos que só conheces porque vês imagens na televisão ou porque aprendes na escola que é lá que vivem mais de 212 espécies de mamíferos e 195 de répteis. E depois porque pensar nisso é somente um sonho. Mas os sonhos, por vezes, tornam-se realidade. E hoje nós da IATI Seguros vamos concretizar-te esse sonho. Podes não chegar a estar na Amazónia fisicamente, mas depois de leres este texto, vais sentir que, por breves momentos, estiveste lá… E sentiste tudo aquilo que poderias sentir e viver! Mas se fores mais além e quiseres mesmo viajar até à Amazónia, não te esqueças de contratar o seguro de viagem ideal para uma experiência destas. Já sabes que estamos preparados com os melhores planos até para estas aventuras mais especiais! Por isso, neste caso, aconselhamos-te o nosso plano IATI Estrela, que conta com salvamento e desportos de aventura incluídos. Vamos então até estas florestas selvagens, onde a aventura e a adrenalina são colocadas em ação? O que ver na Floresta Amazónica? A Amazónia ou Floresta Amazónica cobre a maior parte da Bacia Amazônica da América do Sul, sendo que esta Bacia abrange 7 milhões de quilómetros quadrados. Toda esta região inclui territórios pertencentes a 9 nações: Brasil, com 60% da floresta, seguida pelo Perú, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e França (Guiana Francesa). Como vês, esta grandiosa floresta não é pequena e cada nação tens as suas peculiaridades. Por isso, hoje escolhemos levar-te até à Amazónia Colombiana! Iniciamos viagem pelo rio Amazonas que, com 6800 quilómetros, é o maior do mundo. É difícil definir a cor deste rio, que varia entre o castanho e o verde, entre a sujidade e as milhares de histórias que devem já ter passado por ali. E enquanto viajas por esta imensidão de água, por este rio com uma cor tão peculiar, percebes que tens tanto para descobrir e para aprender. E que a história ainda nem começou… As Comunidades Há muitas comunidades na Amazónia, todas tão diferentes das outras; cada com os seus costumes e tradições e cada com o seu dialeto. Mas para se entenderem entre si, utilizam o espanhol como língua mãe. Todas as comunidades têm um chefe e ainda existe o chefe dos chefes. Se te queres aventurar pela Amazónia, nós aconselhamos-te a escolher uma comunidade para te acolher e te adotar como um novo membro da família. Existem algumas tours que já permitem esta inclusão, tais como, a Coya Amazonas Tours. Esta última é criada e gerida pela própria comunidade onde te vais inserir. Vais sentir que estás numa nova civilização. Mas mais do que sentir isto, vais vivê-lo. Vives com uma comunidade tão diferente, em que não existem horários, rotinas ou apitadelas no trânsito. E isto é uma das coisas mais magníficas de viajar pela Amazónia. Conhecer as diferenças de culturas, de tradições e de costumes e perceber que, mais do que tudo isto, há pessoas. Pessoas tão diferentes de nós mas que, lá no fundo, têm tanto em comum, desde a amabilidade, cooperação, companheirismo, simpatia e humanidade. Sentes que voltas ao passado, aos nossos ancestrais; que vais ser um deles e que vais fazer tudo o que for possível para conseguir sobreviver. A procura de alimento, as mezinhas que ajudam a curar doenças ou as festas em que todas as comunidades se juntam… Apesar de tudo isto, há comunidades desenvolvidas, em que há eletricidade durante algumas horas do dia e em que os filhos mais novos da família vão para a universidade estudar, no entanto, regressam a casa depois disso, para aplicarem todos os seus conhecimentos na comunidade. As mulheres continuam a trabalhar em casa e os homens pescam e caçam, mas já se fala de direitos de igualdade. Há pouca troca de dinheiro, as pessoas trocam entre si coisas que necessitam realmente. E tu ali tornas-te um deles. Se for preciso pescares, tu vais pescar. Se for preciso subir a uma árvore para apanhar um fruto com um nome muito estranho, tu vais fazê-lo e irás devorá-lo, de imediato, mesmo que não seja a melhor coisa que comeste na vida. Mas ali, naquela situação e naquelas circunstâncias, vai ser. Eles são pessoas especiais e tu vais viver isso de perto. Eles comunicam com os animais e usam tantas plantas para tantas doenças, porque acreditam que faz bem. Porque acreditam! E às vezes é tão difícil para nós conseguir acreditar, seja no que for… Fauna e Flora Viajar pela Amazónia leva-nos a paisagens míticas, a conhecer animais misteriosos e que não existem em mais nenhum lado, a árvores milenares e a frutos que nunca tínhamos imaginado existirem. Encontras tudo o que quiseres, tudo aquilo com que sonhaste um dia. Encontras plantas grandes e pequenas, umas verdes, outras amarelas e outras roxas. Encontras plantas nativas que servem para todo o tipo de chás e que curam muitas doenças, desde constipações, a diarreias ou até mesmo a febres. As “mezinhas”, vindas destas plantas, podem salvar vidas e a forma como acreditam e respeitam isso é “meio caminho andado”. Acreditar. Sim, na Amazónia, tu acreditas de verdade. Acreditas que tudo será possível e que até os impossíveis se transformam. Tens milhares de animais, muitos deles que não estão sequer estudados, dizem por ali que os “doutores têm dificuldade em comunicar com as comunidades”. Para além destes animais, que são sagrados, existem os peixes, de todas as formas e feitios e que são a principal base da alimentação. A vida na Amazónia refaz-se a cada instante, mas até quando é que isto será possível? Passeios de Canoa Imagina-te numa canoa, com mais três ou quatro pessoas, nesse tal rio Amazonas que já te falamos, onde não sabes o que está naquelas águas de tantas cores; mas uma coisa é certa, há crocodilos. E como se não bastasse, nessa mesma canoa, que com um sopro maior do vento, pode virar-se, vais à procura desses mesmos crocodilos de que tens medo (ou respeito), mas pelos quais também nutres uma curiosidade imensa. Mas isto tem de ser feito à noite. E convém que um desses crocodilos não vire a canoa. Aventuras-te? Este é um dos programas que não podes perder na tua próxima viagem à Amazónia! Experiências memoráveis Podes pescar, podes comer caracóis gigantes típicos da zona, podes cozinhar com as comunidades, podes subir às árvores no meio da selva, podes ver os golfinhos cor-de-rosa no rio Amazonas, podes ver um pôr do sol incrível ou podes simplesmente deitar-te numa cama de rede e ouvir todos os sons que emergem à tua volta. E será diferente de tudo aquilo a que estás habituado. A todos os níveis, e em todos os sentidos – desde a audição, à visão, ao paladar, ao tato e até mesmo ao cheiro. Irás emergir num novo mundo dos sentidos, com experiências memoráveis e ultrapassas tudo. Ultrapassas os milhares de bichos que te querem morder, ultrapassas o medo de matar um animal para comer; ultrapassas o medo dos barulhos que ouves a toda a hora; o medo das chuvas que parecem que vão destruir toda a aldeia; ultrapassas o medo de não poderes seres quem és; ultrapassas-te a ti próprio e vais buscar forças a toda a aventura que vives no momento. Portanto, se viajares com um bom e adequado seguro da IATI seguros para a Amazónia, não precisas de ter medo. Precisas somente de saber viver e aproveitar cada minuto como se fosse o último, tal como o mítico “Carpe Diem”. Autores: TravelB4Settle

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O que visitar em Velha Goa?

O que visitar em Velha Goa?

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Quem ouve falar de Goa associa automaticamente a séculos de história e à época dos descobrimentos. Mas como será esta antiga colónia portuguesa na Índia? Nunca tiveste curiosidade de saber e de ver com os teus próprios olhos? Como será que se vestem? Será que falam a nossa língua? Neste artigo vamos falar um pouco sobre como é a região de Goa e o que ver e fazer na antiga colónia portuguesa. Antes de embarcares nessa aventura, faz o teu seguro de viagem online e viaja de forma tranquila e sem preocupações. O que ver em Goa Sendo português, devias visitar Goa pelo menos uma vez na vida! Não só pelas suas praias extensas e paradisíacas, mas por toda a história, arquitetura e marcas que foram deixadas por portugueses sonhadores e conquistadores na época dos descobrimentos. Goa apenas voltou ao domínio indiano em 1961, até lá tinha sido colónia portuguesa durante uns 450 anos. Como todas as regiões da India, Goa também é muito extensa o que por vezes dificulta a vida dos turistas. Para entender um pouco como está dividida a região, o norte é a zona de ambiente noturno e praias mais movimentadas e o sul tem praias mais tranquilas, ideais para relaxar. No meio está a cidade de Panjim e a antiga capital, Velha Goa, onde podes ver igrejas, ruas, estabelecimentos e casas com nomes portugueses. É conhecido por ser a “Roma do oriente” pela sua forte ligação à religião católica num país onde o Hinduísmo domina. Além das suas praias fabulosas, estes são os lugares que deves visitar: Bairro das Fontaínhas Este bairro está localizado na capital de Goa, Panjim. Bairro com carimbo português, ao passear por estas ruas vais encontrar uma arquitetura 100% portuguesa assim como nomes de ruas e restaurantes com pratos da nossa gastronomia. Terás dúvidas se estás a passear pelas ruas de Panjim ou no bairro de Alfama em Lisboa. Sem dúvida que é um lugar a não perder na tua próxima visita a Goa. Fortaleza da Aguada Construído pelos portugueses em 1613, está fortaleza tem uma vista fantástica para a praia de Sinquerim e para o mar Arábico. Servia de ponto estratégico para defesa da região e auxiliava os navios portugueses nas suas expedições. Igreja Nossa Senhora da Imaculada Conceição Bem no centro da Panjim, foi a primeira igreja a ser construída em Goa. Com a sua escadaria simétrica e de cor branco pastel para combater o calor, é um dos lugares mais visitados e fotografados pelos turistas e locais. Em frente encontra-se uma praça típica portuguesa onde as famílias locais convivem e passam o seu tempo. Basílica do Bom Jesus Um dos símbolos da Velha Goa, esta basílica recebe milhões de peregrinos por ano. Construída por jesuítas, é o lugar onde guarda o corpo de S. Francisco Xavier, conhecido como o jesuíta mais influente e que mais conversões fez no oriente. Sendo inaugurada em 1605 é um edifício com mais de 400 anos de história. Capela Sra. Do Monte Foi construída no cimo de um monte e tem uma vista panorâmica para a região de Goa. Depois de um recente restauro, encontra-se aberta a visitas e em bom estado. Visitar Goa é sentir-se em casa, encontrar marcas deixadas pelos nossos antepassados e com um pouco de sorte ainda encontrar alguém que vos fale em português. É uma região onde podes passar uma semana a visitar praias exóticas de águas cálidas, cascatas perdidas na selva, divertir-te pelas festas nas praias do Norte ou mergulhar em história e cultura em Velha Goa e Panjim. Sé Santa Catarina Sendo também um dos edifícios mais imponentes de Velha Goa, com os seus 76 metros de comprimento e 55 metros de altura, este edifício é dedicado a Santa Catarina de Alexandria. Esta igreja está considerada como uma das maiores que foram construídas por portugueses em todo o mundo. Igreja São Francisco de Assis Igreja com um estilo arquitetónico português bem vincado, este edifício também foi um convento. Ruínas Santo Agostinho O único que se pode ver de pé nestas ruínas é uma das torres da igreja que foi abandonada depois de desabar. Escavações e estudos antigos indicam que neste monumento existiam 8 capelas, um convento e quatro altares. Autores: The Globetrotter Duo

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Vistos de turismo para o Sudeste Asiático

Vistos de turismo para o Sudeste Asiático

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O Sudeste Asiático engloba uma das 6 divisões da Ásia da qual faz parte a região da Indochina bem como inúmeras ilhas. No total é composto por 11 países, sendo eles Tailândia, Laos, Camboja, Vietname, Myanmar, Malásia, Singapura, Brunei, Filipinas, Indonésia e Timor-Leste. Neste artigo fornecemos-te toda a informação necessária sobre a obtenção de vistos para todos os países do Sudeste Asiático. E não te esqueças de fazer o teu seguro de saúde internacional IATI para viajares com a máxima segurança. Vistos de turismo para o Sudeste Asiático Embora para alguns destes países haja isenção de visto para portugueses, para muitos outros é necessário fazer o pedido de visto com alguma antecedência. Além disso, todos os países desta região exigem um passaporte com uma validade mínima de 6 meses. Caso contrário poderá ser negada a entrada. Brunei Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar no Brunei para uma estadia até 90 dias. Poderá ser solicitado o bilhete de saída do país. Extensão: O Brunei prevê apenas a extensão de vistos de trabalho que deverão ser requeridos na embaixada do país. Camboja Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Camboja. O visto pode ser obtido à chegada do país, visa on arrival, quer a partir dos aeroportos de Siem Reap ou Phnom Penh, quer a partir das fronteiras terrestres (com exceção das fronteiras de Bavet e Ka-Om, nestes casos terás de ter o visto previamente). São necessárias duas fotos tipo passe. Este visto tem um custo de 30 USD ao qual acresce uma taxa de processamento de 7 USD. O visto pode também ser obtido online, e-visa, através do site oficial, com um custo de 36 USD. Extensão: Poderás solicitar apenas uma extensão de visto por ano, por mais 30 dias numa das embaixadas do país, com um custo de 50 USD. Filipinas Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar nas Filipinas para estadias até 21 dias. É necessário apresentar o bilhete de saída do país, à chegada. Extensão: É possível estender o visto num dos postos de emigração do país por mais 29 dias, com um custo de 50 USD. Indonésia Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Indonésia para estadias até 30 dias. É necessário apresentar um bilhete de saída do país. Extensão: Caso queiras permanecer na Indonésia mais do que os 30 dias previstos não poderás usufruir da isenção de visto. Desta forma, assim que chegares ao país terás de requerer o visa on arrival, que tem um custo de 35 USD. Quando o visto de 30 dias estiver quase a expirar terás de te deslocar a uma embaixada ou consulado na Indonésia e pedir a extensão do visto por mais 30 dias. Esta extensão tem um custo de 25 USD. Laos Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Laos. Este pode ser obtido à entrada do país quer por via terrestre, quer por via aérea. O visto tem uma duração de 30 dias e custa 35 USD para portugueses. É também necessário levar uma fotografia tipo passe, caso contrário terás de pagar mais 5 USD. Extensão: Caso pretendas permanecer no país por mais tempo terás de pedir extensão de visto numa das embaixadas. Este tem um custo de 3 USD mais 2 USD por cada dia extra. Malásia Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Malásia para estadias até 30 dias. Extensão: A Malásia prevê a extensão de visto por mais 30 dias perante circunstâncias específicas. Para tal, terás de consultar a embaixada no próprio país. Outra forma será cruzar uma das fronteiras terrestres, Tailândia ou Singapura, e voltar a entrar no país. Myanmar Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Myanmar. Este é obtido previamente a partir do site oficial, e-visa. O visto tem a duração de 28 dias, custa 50 USD e tem uma validade de 90 dias após a data de emissão. Com e-visa poderão entrar no país a partir dos três aeroportos principais (Yangon, Naypidaw e Mandalay), bem como por algumas fronteiras terrestres. Porém, em termos de fronteiras terrestres, a legislação está constantemente a mudar pelo que será preferível fazer uma pesquisa antecipada. Extensão: Não são permitidas extensões de visto para o Myanmar. Tailândia Visto:Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar na Tailândia para estadias até 30 dias. Atenção que apenas é permitido entrar no país por via terrestre duas vezes por ano. Já por via aérea o limite é de 6 vezes por ano. Extensão: Quem quiser permanecer mais tempo no país terá que pedir extensão numa das embaixadas do país, antes do prazo expirar. Cada pedido de extensão custa 60 USD e permite permanecer no país por mais 30 dias. Singapura Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar em Singapura para estadias até 90 dias. Extensão: A Singapura prevê a extensão de visto até um máximo de 90 dias após a data de entrada no país. Como portugueses têm um visto de 90 dias acabam por não poder requerer extensão. Deste modo será obrigatório sair do país e voltar a entrar. Timor-leste Visto: Cidadãos portugueses estão isentos de visto para entrar em Timor-Leste para estadias até 90 dias. Extensão: É possível pedir extensão de visto para Timor-Leste no serviço de emigração em Díli. Este custa 35 USD para uma extensão de 30 dias e 75 USD para 60 dias. Vietname Visto: Cidadãos portugueses precisam de visto para entrar no Vietname. A maioria dos países europeus têm isenção de visto para o Vietname para estadias até 15 dias. Embora Portugal esteja na lista para conseguir isenção de visto, para já ainda não é possível pelo que terás de recorrer à via comum. Caso entres no país por via aérea poderás solicitar o visto à chegada, visa on arrival. Para tal, terás antecipadamente de preencher um formulário online no site oficial sendo que em 2 ou 3 dias úteis receberás uma carta de aprovação. É com ela que, à entrada do país, te concederão o visto. Caso pretendas entrar no país por via terrestre terás de ter já o visto contigo. Para tal, terás de te deslocar a uma embaixada dos países vizinhos e solicitar o mesmo com alguma antecedência. Em ambos os casos são necessárias duas fotografias tipo-passe. O preço base do visto para uma estadia de 30 dias entrada única ronda os 50 USD, mas há várias opções de entradas múltiplas no site oficial. Extensão: O visto para o Vietname poderá ser estendido numa das embaixadas do país. Há várias opções de extensão, consoante o tempo de estadia e o número de entradas permitidas pelo que o preço varia consoante a opção pretendida. Autora: Patrícia Carvalho, Girl from Nowhere

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Os 6 parques mais bonitos dos EUA

Os 6 parques mais bonitos dos EUA

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Dezenas de parques nacionais povoam o território dos Estados Unidos. Este país da América do Norte é imenso e não falta beleza natural e vida selvagem. A IATI Seguros convida-te a explorar estes locais de eleição na América. Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para ficar boquiaberto com os melhores parques dos EUA. Parque Nacional do Yosemite – Califórnia Picos de montanha, rios, quedas d’água, trilhos para caminhadas e locais para escalada. É assim que se pode resumir um dos parques mais bonitos dos EUA. Uma visita a Yosemite é obrigatória se passares pela Califórnia ou algumas das principais cidades como Los Angeles ou São Francisco. O fotógrafo norte-americano Ansel Adams ficou célebre com as suas incríveis fotografias deste parque. Localizado no estado da Califórnia, inspira visitantes anónimos, pintores e, claro, fotógrafos. O parque é bastante movimentado no verão, mas com centenas de quilómetros de trilhos para explorar dificilmente te irás sentir esmagado pela multidão. Parque Nacional do Grand Canyon – Arizona Este é provavelmente o parque mais conhecido dos EUA – e um dos mais visitados. Localizado no estado do Arizona, o Grand Canyon é um local de grande beleza natural. Cobrindo uma área de quase cinco mil quilómetros quadrados, o Grand Canyon atrai milhares de visitantes de todo o mundo. Este canyon, ou desfiladeiro, icónico dos EUA foi formado ao longo de milhões de anos pelo Rio Colorado. Os infindáveis quilómetros de rocha vermelha abrem caminho ao rio e aí os mais corajosos praticam desportos aquáticos – como rafting. Fora de água, são inúmeros os trilhos para caminhadas. Quando se trata de impressionantes paisagens desérticas e vastas áreas selvagens é quase impossível bater o Grand Canyon. Parque Nacional de Bryce Canyon – Utah O Bryce Canyon é um local que confere misticismo à paisagem. O parque, no estado do Utah, é popular pelas formações rochosas que mais parecem um pinhal. E o mais interessante é que tudo isto foi concebido pela natureza ao longo de milhares de anos. No Bryce Canyon reside mais de uma centena de espécies de aves, além de répteis, mamíferos e plantas, aproveitando o microclima aí existente. A melhor forma de explorar o parque é colocar um bom par de botas, caminhar e, no final do dia, admirar um fantástico pôr-do-sol que confere ainda mais colorido à paisagem. Mais de dois milhões de visitantes exploram anualmente o cenário surreal do Bryce Canyon. Parque Nacional de Yellowstone – Wyoming Juntamente com o Grand Canyon, o Parque Nacional de Yellowstone é um dos mais populares parques dos Estados Unidos e foi o primeiro a ser criado – a 1 de março de 1872. Localizado, na sua maioria, no estado do Wyoming, Yellowstone também abrange uma parte dos estados de Montana e Idaho. O parque é conhecido pelo sistema de geysers denominado de “Old Faithful” que, estima-se, entra em erupção a cada 90 minutos. Além de paisagens vulcânicas, o Yellowstone também possui um ecossistema variado, incluindo vastos prados, florestas e montanhas. Além da paisagem, a vida animal é outro aspecto que atrai mais de quatro milhões de visitantes todos os anos ao Parque Nacional de Yellowstone – o destaque são os búfalos e ursos. Mesmo assim é possível explorar o parque a pé e também a forma perfeita para fugir às multidões que invadem o parque. Parque Nacional dos Vulcões do Havai – Havai O Parque Nacional dos Vulcões do Havai é fascinante. Localizado na Ilha do Havai, o parque abrange os vulcões activos de Kilauea e Mauna Loa. Os rios de lava a desaguarem no mar, uma costa acidentada e paisagens inacreditáveis definem toda esta região vulcânica de grande beleza. Kilauea é um dos vulcões mais activos do planeta e raramente avisa antes de entrar em erupção. A zona, declarada de interesse científico, é ao mesmo tempo cativante e assustadora. Reconhecido como Património da Humanidade, o parque é habitat natural para plantas e animais em sete zonas ecológicas. É impossível ter uma prova mais concreta de que a terra está em constante formação do que nesta paisagem cénica do Havai. E podes ver isso mesmo com os próprios olhos no Parque Nacional dos Vulcões no Havai. Parque Nacional de Crater Lake – Oregon O Parque Nacional de Crater Lake é um dos mais antigos e mais bonitos dos EUA. A principal atracção é o lago que dá nome ao parque. O Crater Lake é um lago circular com mais de 500 metros de profundidade – o mais profundo do país e o nono mais profundo do mundo. Situado no estado do Oregon, o lago foi criado depois do desabamento de um vulcão há mais de sete mil anos. Além do magnífico lago, no parque poderás apreciar também florestas virgens e inúmeras cataratas. Não faltam actividades no parque, seja no inverno ou no verão. Podes caminhar pelos desfiladeiros depois da neve derreter, passear de barco ou pescar, enquanto no inverno o parque é palco predilecto para esquiadores. Seja qual for o parque que visites nos EUA é garantido que ficarás radiante com a beleza natural. Adquire o teu seguro de viagem com IATI Seguros e parte à descoberta. Autor: Lugares Incertos

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4 castelos portugueses a não perder

4 castelos portugueses a não perder

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Portugal é um país de grandes batalhas e tradições, e para conheceres melhor um pouco da história do nosso país, a IATI viaja contigo por quatro castelos emblemáticos. De norte a sul, existem cidades medievais lindíssimas e que vais adorar explorar. Hoje contamos-te tudo sobre 4 castelos portugueses a não perder. Parte à descoberta numa roadtrip, sozinho ou com os teus amigos, mas não te esqueças de contratar o teu seguro de viagem para desfrutares das tuas férias, sempre protegido! Castelo de Guimarães – Guimarães Este é o castelo mais emblemático de Portugal, pois foi aqui que o país nasceu! Em meados do Século X, após a morte do Conde Hermenegildo, Mumadona Dias assume o governo do condado portucalense e ordena a construção do Mosteiro de Santa Maria, na parte baixa da cidade, e de um castelo (construído entre o ano de 950 e 957) para o defender, este no ponto mais alto. Este castelo tinha como função, defender o mosteiro e a comunidade cristã dos constantes ataques dos mouros. Nas suas proximidades, deves também conhecer o Paço dos Duques de Bragança e a Capela de São Miguel do Castelo onde dizem ter sido batizado o primeiro rei de Portugal. Atualmente, o centro histórico da cidade é um lugar que não deves deixar de conhecer. Considerado pela UNESCO como Património da Humanidade, caminhar pelas ruas estreitas da cidade é quase uma viagem no tempo. Aproveita a visita a Guimarães para conhecer o Largo da Oliveira, a rua de Santa Maria, a Praça de Santiago, o Largo do Toural, a Igreja da Nossa Sra da Consolação e Santos Passos e o Santuário da Penha, onde poderás contemplar um fantástico pôr do sol! Sem dúvida um dos 4 castelos portugueses a não perder. Castelo de Santa Maria da Feira – Santa Maria da Feira Este castelo é um dos mais ilustres castelos portugueses pois, com uma estrutura estrategicamente defensiva teve um papel basilar na batalha de São Mamede, em 1128, quando Pêro Gonçalves de Marnel apoiou D. Afonso Henriques na batalha contra D. Teresa e o conde de Trava. Uma das melhores alturas para visitar a cidade é nas primeiras semanas de agosto, quando se realiza a famosa “Viagem Medieval em terras de Santa Maria” e toda a cidade se transforma numa incrível cidade medieval durante 15 dias. Aproveita também para conhecer o centro histórico, a Igreja Matriz e Igreja da Misericórdia, o Museu Convento dos Loios, o Castro de Romariz, o Parque das Ribeiras do rio Uíma, os Jardins do Europarque e Praia fluvial da Mâmoa. Se gostas de praia, podes aproveitar a proximidade de Santa Maria da Feira com algumas das melhores praias do pais, para dar uns mergulhos na Praia de Esmoriz ou de Espinho. Castelo de Mouros – Sintra Com uma construção irregular, esta fortificação militar localizada na vila de Sintra, foi construída após os muçulmanos finalizarem a conquista da península ibérica. A partir das suas muralhas é possível admirar o Palácio da Pena e desfrutar de uma paisagem incrível que se estende até ao oceano Atlântico. Nas redondezas do Castelo de Mouro visita a Vila de Sintra e o Palácio Nacional de Sintra, o Palácio da Pena e o seu parque verdejante, o Chalet da Condessa d’Edla, o Palácio de Monserrate, o Museu da História Natural de Sintra, a Quinta da Regaleira e o Convento dos Capuchos! Podes estender a tua visita até ao Cabo da Roca e ainda explorar a Praia da Ursa. Castelo do Marvão – Marvão Situado no ponto mais alto da Serra de São Mamede, pensa-se que estas terras já eram ocupadas na pré-história e mais tarde pelos romanos, devido à proximidade com uma via romana que atravessa o rio Sever. Na sequência da conquista de Alcácer do Sal, D. Afonso Henriques terá conquistado este castelo aos mouros por volta de 1166. A melhor forma de conheceres uma das mais bonitas vilas de Portugal é percorreres a pé as suas ruas estreitas repletas de construções típicas alentejanas, sobe as suas muralhas para apreciares a vista panorâmica e visita o Museu Municipal, instalado na antiga Igreja de Santa Maria. Após a tua visita a Marvão, explora também a Cidade Romana de Ammaia, uma antiga cidade em ruínas, descoberta apenas no século passado e que ainda hoje se encontra a ser investigada por cientistas de todo o mundo. Nas proximidades, podes ainda conhecer Castelo de Vide, Elvas e Portalegre. Autor: Gato Vadio Blog

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Como poupar no alojamento durante a viagem

Como poupar no alojamento durante a viagem

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Aqui na blog já vos contámos como encontrar voos baratos, como poupar em viagem de forma sustentável e até como fazer um Interrail barato pela Europa e hoje vamos partilhar alguns truques para que possam poupar no alojamento. Se vão viajar em breve, como sempre, a primeira coisa a fazer é contratar o teu seguro de saúde internacional. Dentro ou fora da Europa, viagem longa ou curta, temos seguros de todos os tipos. Como poupar no alojamento durante a viagem Existem várias formas de poupar na estadia durante as viagens e algumas são bem simples e mais fáceis do que parecem, aqui vão: Negócios locais e familiares Parece óbvio mas é sempre bom relembrar, as grandes cadeias de hotéis promovem grandes campanhas de descontos e promoções e, por isso, muitas das vezes ficamos com a ideia que estamos a poupar imenso. Contudo, mesmo com a rebaixa de preço, normalmente ficar hospedado em pequenas pensões e negócios de família (guesthouses e homestays como são conhecidos) é a opção mais barata. Não só pelo preço da estadia, mas também, e principalmente, porque vão receber dicas únicas de lugares a visitar, restaurantes típicos e coisas para fazer como só um local sabe, ou seja vão escapar aos sítios tipicamente turísticos e, geralmente, mais caros. Podem encontrar este tipo de alojamento em sites como Airbnb, booking, etc, só têm de evitar grandes cadeias de hotéis. Couchsurfing Tal como o anterior, esta é uma das formas mais eficientes de conhecer o destino pelos olhos de um local. A maioria das pessoas que se inscrevem na plataforma, querem conhecer novas pessoas e culturas, por isso, muitas das vezes acabas por ganhar novos amigos e boas histórias para contar. Trabalho em troca de estadia Se estás a viajar de forma permanente ou prolongada e queres saber como é o dia a dia de um trabalhador ou instituição local (professor, agricultor, comerciante ou gerente de um espaço), podes trocar os teus serviços e ajuda por estadia. Desde dar aulas de inglês, a plantar ou colher fruta e legumes até ajudar na recepção de um hostel, os trabalhos são variados e as condições também. Existem vários sites e plataformas como o Worldpackers ou Workaway, só tens de procurar aquele que mais se adequa à tua disponibilidade, capacidades e pôr mãos à obra. Hostels/quartos partilhados Ficar numa camarata e partilhar o quarto com 10 pessoas de nacionalidades e culturas diferentes pode parecer assustador para uns, mas para a maioria é a forma mais rápida de fazer amigos em viagem e criar novas histórias inesquecíveis. Muitas das pessoas que optam por esta opção ganham amigos para a vida que acabam por visitar ao longo do tempo. Poupas na estadia duas vezes (ao ficar numa camarata e quando fores visitar o país dessa pessoas) e fazes amigos novos, que mais se pode pedir? Acampamentos Dependendo o tipo de viagem que estás a fazer, esta pode ser uma ótima opção. Se estás a fazer uma road trip, a explorar montanhas e aldeias, a conhecer novas costas ou simplesmente precisas de desligar da cidade, acampar pode ser a resposta. Tens parques de campismo em todo o mundo e, tendo em conta que as pessoas partilham os espaço comuns, também é uma forma diferente de veres como os locais vivem e fazer novos amigos. Para os meus aventureiros que queiram relaxamento total, podem acampar com vista privilegiada nas montanhas ou interior de vários países. Rede de amigos Esta opção passa, muitas vezes, despercebida mas há sempre um amigo de um amigo que trabalha ou estuda fora, os tios emigrantes de uma amiga ou a família do vizinho do terceiro esquerdo. Se parares para pensar, de certeza que conheces alguém que vive noutro país ou conheces quem conheça. Aqui é preciso inverter os planos e marcas as férias conforme a estadia. Troca de serviços Desde troca de casa a tomar conta de animais de estimação, são cada vez mais frequentes as plataformas que promovem as trocas de serviços (ou casa) por casa. Ou seja, vais de férias e não tens quem tome conta dos teus animais? Podes inscrever-te num dos sites de pet sitters e disponibilizas casa para quem tomar conta do teu cão. Por outro lado, também há uma procura crescente de plataformas de “home exchange” ou seja, pessoas que trocam de casas por um período determinado de tempo, confias a tua casa, alguém confia a casa em ti e todos poupam! Como leste, alternativas não faltam para poupar em alojamento, mas se conheces alguma que nos escapou deixa nos comentários para que possamos aumentar a lista. Autora: Flearound

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Coronavírus: o que deves saber antes de viajar

Coronavírus: o que deves saber antes de viajar

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Como consequência do novo vírus que foi descoberto em Wuhan, e da emergência de saúde pública internacional, muitos viajantes querem saber se devem cancelar as suas férias por causa do coronavírus. Embora seja verdade que ainda existem muitas perguntas não respondidas sobre o coronavírus (2019-n-CoV), os estudos recentes e a rápida resposta e gestão feita pelas autoridades sanitárias, não só a nível estatal, mas também a nível global, significam que desta vez a epidemia foi detetada mais cedo, tendo sido tomadas medidas preventivas mais diligentes do que em ocasiões anteriores. Não podemos esquecer que 2003 e 2012 quando perseguimos outros vírus como o SARS-CoV e o MERS-CoV que graças aos nossos cientistas foram controlados. Recomendamos calma e tranquilidade. Atualmente, as únicas áreas de risco para viajar são aquelas onde se originou e espalhou o vírus, principalmente na província de Hubei. Além disso, a China estabeleceu medidas de quarentena na área afetada para controlar a epidemia, e também fechou algumas atrações turísticas noutras regiões. Isto, como já foi observado, não impediu que pessoas de vários países fossem infetadas, seja porque estiveram na China ou porque estiveram em contacto com viajantes vindos da China. Se vais viajar, mas continuas com dúvidas, o melhor que tens a fazer para te tranquilizares é descobrir se a companhia aérea com a qual vais voar ou o aeroporto de destino têm algum tipo de restrição aérea. Também é aconselhável consultar o site do Ministério dos Negócios Estrangeiros para saber se deves ou não viajar para esse país neste preciso momento. Atualmente, não há restrições de viagem para outros países além da China, mas há algumas medidas que foram adotadas, como no caso dos Estados Unidos, que negam temporariamente a entrada a estrangeiros que tenham viajado para a China nos 14 dias anteriores à sua chegada ao país. Da mesma forma, embora não oficialmente, em certas áreas de alguns países, os viajantes estão a encontrar controlos de saúde mais exaustivos para aumentar as medidas de prevenção, especialmente em pequenas ilhas, uma medida que só deveria preocupar aqueles que apresentam sintomas. A própria OMS (Organização Mundial de Saúde) opôs-se às restrições das viagens por culpa do novo coronavírus 2019-nCoV: “Não recomenda restrições à circulação de pessoas nem ao comércio”. O que é um coronavírus? É uma família bastante extensa de vírus que geralmente só afeta animais, como o coronavírus felino ou canino, embora alguns tenham a capacidade de se espalhar dos animais para os humanos, como neste novo caso descoberto em dezembro de 2019. Estes vírus geralmente produzem quadros clínicos respiratórios, que vão desde uma simples constipação comum até uma doença respiratória mais grave. Como é que o vírus se espalha? Normalmente espalha-se pelo ar e em distâncias curtas de menos de 1-2 metros, através de alimentos ou por contato direto com uma pessoa infetada, que é a maneira mais difícil de espalhar o vírus, segundo os especialistas. A propagação de pessoa para pessoa ocorre através do contacto próximo com as secreções respiratórias produzidas por uma pessoa infetada ao tossir ou espirrar, sendo estas secreções transferidas pela boca, nariz ou olhos de uma pessoa saudável. A OMS estimou que o período de incubação é entre dois e catorze dias (desde o contacto até ao início dos sintomas). Sintomas mais comuns de coronavírus • Febre • Dor de cabeça • Sensação de falta de ar • Dor de garganta Não precisas de ficar alarmado se tiveres sintomas deste tipo. Nesta fase do inverno são facilmente confundidos com sintomas semelhantes aos da gripe. Os casos em que é necessário dar especial importância a este tipo de sintomas são: se tens esta sintomatologia e viajaste para a China ou estiveste em contato com algum viajante que veio recentemente do país asiático, e mais concretamente do epicentro do início do surto epidémico. Se for este o caso, deves ir a um centro de saúde próximo. Sintomas mais graves • A infeção pode causar pneumonia • Dificuldade significativa para respirar • Falha renal Os casos mais graves causados por este vírus, geralmente ocorrem em idosos ou em pessoas com doenças cardiovasculares e respiratórias crónicas de base, bem como em pessoas imunossuprimidas (baixas defesas). A taxa de mortalidade por coronavírus 2019-n-CoV é de 2%, uma taxa que, em comparação com outras doenças, não é excessivamente elevada. Medidas de prevenção e outras infeções respiratórias Estas medidas são as mesmas que são necessárias para a prevenção da gripe: • Muito importante: lavagem frequente das mãos com água e sabão • Desinfeção das mãos com solução hidroalcoólica • Se tossires ou espirrares, cobre a boca e o nariz com o cotovelo dobrado ou com um lenço • Deita fora o lenço usado imediatamente e lava as mãos • Evita o contacto com pessoas que tenham sintomas respiratórios como febre, tosse, espirros… mantendo uma distância de pelo menos 2 metros • Evita o consumo de produtos animais crus ou mal cozidos • Se visitares mercados de animais vivos em áreas onde foram relatados casos de novos coronavírus, abstém-te de tocar em qualquer animal vivo e/ou superfícies em contacto com tais animais O que fazer se suspeitares de um coronavírus? Se tens febre, tosse ou dificuldades para respirar, a coisa certa a fazer é: colocar uma máscara, procurar atendimento médico o mais rápido possível e informar o teu médico sobre os lugares para onde viajaste nos últimos dias. Esperamos que este artigo sobre o coronavírus tenha dissipado todas as tuas dúvidas e te ajude a continuar com a viagem que preparaste. E, se estiveres mais do que determinado a ir, não te esqueças de pedir o visto para entrar na China pelo menos 3 semanas antes da tua viagem. O que deves saber antes de fazeres o teu seguro de viagem A opção de fazer um seguro de viagem para visitar qualquer ponto do mundo é sempre uma ótima opção, e ainda mais nestes casos excecionais. Se ainda não sabes qual é o melhor seguro para viajar para a China ou qualquer outro país na Ásia, temos a resposta. Para uma cobertura completa, recomendamos que escolhas o nosso seguro de viagem para mochileiros com cancelamento, assistência médica e repatriação. Se só queres ter a opção de cancelar a viagem, escolhe o nosso seguro de cancelamento da IATI. Mas antes de fazeres qualquer um destes seguros, é muito importante que tenha em conta a seguinte informação: • O seguro não cobre custos de cancelamento se tiveres decidido visitar a China depois que o alerta de epidemia de coronavírus tiver sido declarado. Neste caso, é uma preexistência. • O seguro não cobre taxas de cancelamento se a tua viagem à China estiver agendada antes da emissão do alerta de surto, mas começará a médio ou longo prazo. Neste caso, entende-se que o alerta será retirado antes de iniciares a tua viagem. • O seguro cobre os custos de cancelamento se a tua viagem estiver programada para qualquer outro país, onde não há alerta de epidemia, mas, no momento da viagem, é declarada e impede que faças a viagem. • Se tiveres feito um seguro com a IATI e estiveres imobilizado na China, a cobertura de assistência médica será estendida até à data de regresso.

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Gap Year: um passo (a mais) para o mercado de trabalho

Gap Year: um passo (a mais) para o mercado de trabalho

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Somos, cada vez mais, uma geração que procura a diferenciação, isto é, temos a plena consciência de que o mundo que nos rodeia e o mercado de trabalho no qual, eventualmente, queremos entrar estão em constante evolução e é imperativo que também nós não paremos de evoluir. Já não somos recrutados apenas pelo curso que tirámos ou pela média com que o terminámos. Hoje em dia, as empresas querem mais, procuram mais e, portanto, nós temos que ser mais. Já não basta ser apenas a/o licenciada/o do curso X pela Universidade Y, igual a tantos outros. É essencial que procuremos a diferença que nos trará a singularidade de que precisamos. E um gap year é um dos exemplos perfeitos disso mesmo. Se estás a pensar fazer um gap year, não te esqueças de escolher o seguro médico internacional que mais se adequa à tua viagem. O valor do gap year no teu futuro Imaginemos o seguinte exemplo: dois candidatos estão a concorrer à empresa X. Licenciados do mesmo curso, pela mesma universidade e com médias semelhantes. Atividades extracurriculares também muito idênticas. Diferença? Um deles, Tomás, recém-licenciado e o outro, Gonçalo, acabado de regressar do seu gap year. À primeira vista, qual deles suscitaria mais interesse para um empregador? Inevitavelmente, aquele que primeiro nos vem à cabeça é o Gonçalo, correto? Mas porquê? Em quê que este valor acrescentado se materializa propriamente? Estamos constantemente quase que a ser “bombardeados” com a importância de sair da bolha que nos envolve: “saltar” fora da zona de conforto, ter outras experiências, pormo-nos à prova, desafiarmo-nos. Expressões que nos são tão familiares, não é verdade? E se pensarmos, não é exatamente disto que é feito um gap year? Um período de tempo (mínimo 5 meses) em que quebramos a rotina, para nos lançarmos à aventura, fora de tudo o que nos é conhecido e confortável, e fazer do dia a dia um desafio constante e surpreendente. Assim, esta experiência, que tal como uma impressão digital é à medida de cada um, tem que, incontestavelmente, acrescentar valor a quem por ela passa. No caso do Gonçalo e do seu gap year em particular, foram 9 meses de uma multiplicidade de experiências e consequentes aprendizagens. Começou por estagiar numa startup da sua área em Londres, rumando depois até Moçambique, onde fez parte de um projeto de voluntariado com o propósito de apoiar e desenvolver negócios locais, para depois terminar em modo low cost a viajar pelo sudeste asiático. Ou seja, seja pelas capacidades técnicas que o Gonçalo teve oportunidade de pôr em prática no seu estágio, enquanto que com o Tomás não passaram da teoria; seja pelas novas perspetivas e conhecimentos que, pelo choque de culturas, de pessoas, de realidades, o Gonçalo teve a oportunidade de aprender e desenvolver, ao invés do Tomás, que continuou na realidade que sempre conheceu; seja pela vontade que levou o Gonçalo partir, e o Tomás a ficar. Seja por apenas uma destas razões ou por todas elas, alguém que procura mais mundo, que se quer redescobrir e reinventar, que se inquieta com a ideia de ficar estabilizado na mesma realidade, terá sempre um valor acrescentado não comparável a quem não o faz: a coragem de ser mais. O “Gonçalo” é só um exemplo. O teu gap year é o que tu quiseres que seja, é feito à tua medida. Não é preciso ir para o outro lado do mundo ou fazer X e Y. Importante mesmo é querer ser mais e não cair no conforto de não o ser. O gap year não é a chave do euromilhões nem a fórmula mágica para encontrar emprego, mas é, sem dúvida, uma ótima forma de te lançares ao mundo e às experiências que te transformam. Sai da caixa que é a nossa realidade e procura mais, faz mais, sê mais. Como humanos e como futuros profissionais (seja de que área for) é imperativo que esta constante descoberta de mundos seja rotina, pois só assim seremos capazes de crescer e evoluir, e de assim, nos tornarmos fortes mais valias para o mercado de trabalho que nos procura, e que também não para de evoluir. Se queres saber mais sobre o gap year, visita a página da Gap Year Portugal! Autores: Gap Year Portugal

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10 frutas que não deves perder na Colômbia

10 frutas que não deves perder na Colômbia

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Viajar pela Colômbia é mágico, mas quem vive lá diz que é ainda melhor, principalmente devido a tudo aquilo que envolve o país: música, pessoas, costumes, tradições e… a fruta. E hoje vvamos levar-te numa rota de sabores, cores, cheiros, texturas e paladares pelas frutas da Colômbia. Embarca connosco e não te esqueças de, antes de pensares em ires saborear alguma destas frutas, ires procurar o melhor seguro de viagens online na IATI seguros. 10 frutas a não perder na Colômbia Podes apanhar algumas frutas diretamente da árvore, podes comprá-las nas centenas de mercados que existem pelo país (e a um preço muito económico); podes consumi-las naturalmente ou podes colocá-las em saladas, doces, refrescos… E o melhor de tudo são os benefícios que têm para a tua saúde (nutricionalmente falando). Enquanto te damos a conhecer algumas destas frutas, vai decidindo como e onde irás preferir comê-las, na tua próxima viagem à Colômbia. 1 – Tomate de árbol É uma fruta conhecida também por tamarilho e tem muitas semelhanças com o tomate normal. Apresenta uma tonalidade de cor que varia entre o vermelho, o amarelo e o laranja. A parte de fora é dura e carnuda, e no centro da fruta há uma textura macia e gelatinosa, onde são armazenadas as sementes do tomate de árbol, que também são comestíveis. É uma fruta que podes comer durante todo o ano. É mais doce que o tomate (diz-se que o sabor é qualquer coisa como um tomate e um kiwi juntos), e pode ser consumido cru (podes adicionar sal ou açúcar, depende do que mais gostares), ou em sumos, sobremesas ou compotas. É rica em vitamina A, C, F e em magnésio, ferro, fósforo e cálcio. É composto por muitos antioxidantes que ajudam a fortalecer o sistema imunitário. Ajuda no processo de emagrecimento, no controlo da tensão alta e colesterol e ajuda no cérebro e sistema nervoso. Diz-se na Colômbia que se tiver problemas de fígado ou as defesas mais em baixo, esta fruta pode ajudar. Recomendam que se consuma durante 15 dias e de preferência com o estômago vazio devido às suas grandes capacidades medicinais. 2 – Lulo Visitares a Colômbiae não comeres Lulo, é qualquer coisa como ires a Roma e não veres o Papa… O Lulo é também conhecido por “naranjilla”, e é muito consumido também no Equador e Panamá. Pode ser plantado em pequenos vasos no chão ou na parede, fazendo um efeito muito bonito. É um fruto muito digestivo, que ajuda a regular os intestinos. Além disso, é conhecido pelas propriedades hidratantes e diuréticas, pois a polpa é composta por 87% de água. É também rico em cálcio, vitamina C, estimula a produção de colágeno, a absorção de ferro e fortalece o sistema imunitário. Tem um sabor ácido e doce, e é muito usado em sumos, picolés ou coquetéis com álcool. No início pode parecer muito azedo (há quem compare o sabor ao da lima), mas vais gostar, é muito refrescante e sacia a sede. Tens de experimentar beber o “jugo de lulo”, e depois diz-nos o que achaste. 3 – Zapote Diz-se que não é das frutas mais bonitas por fora mas, na verdade, o que importa é o interior, e esse é delicioso. A casca é castanha e dura, mas a polpa é suculenta e adocicada, e no interior tem uma semente grande com fibras, e por isso deve ser comido como a manga. O sabor faz-nos pensar numa papaia, mas menos doce. Existem vários tipos desta fruta: Zapotes (zapotáceas); Chicozapote ou zapotilla (sapotizeiro), Zapote amarelo (canistel), Mamey (P. sapota), Zapote verde (Pouteria viridis), branco Zapote (Casimiroa edulis), Zapote preto (Diospyros nigra), Chapote (texana Diospyros), caqui (Diospyros kaki), entre outros. Tem uma série de benefícios para a saúde: ajuda a uma boa digestão, rico em vitamina A (um zapote preto proporciona 410I de vitamina A por 100 g deste fruto), rico em potássio (350mg), fortalece os ossos e os dentes, protege a saúde cardiovascular, ajuda na perda de peso, na anemia e fortalece o sistema imunitário, sendo um bom anti-inflamatório. Pode ser consumido em sobremesas, compotas, gelados ou em sumos (sim, a Colômbia é conhecida pelas centenas de sumos que tem em todo o lado). 4 – Granadilla Uma fruta da família do maracujá (é maior e mais alaranjada que o maracujá) muito comum na Colômbia (podes encontrá-la à venda em todas as esquinas, e a um preço muito barato). Tem propriedades antioxidantes e ajuda a regular o sistema digestivo. Tem uma função diurética, e é rica em ferro, Vitamina B e C. Se já viajaste pela Madeira, talvez já tenhas visto esta fruta. Na nossa ilha é chamada de maracujá-pêssego e é igualmente deliciosa, com aquele travo levemente ácido natural do maracujá. A polpa é transparente e gelatinosa. Podes comer esta fruta à colherada, como sobremesa ou mesmo no pequeno-almoço, desde que dês asas à imaginação. Mas talvez na Colômbia seja uma fruta mais apreciada. Sabias que a Granadilla é um superalimento para as crianças colombianas? Devido às suas propriedades de regulação do sistema digestivo, não irrita o estômago e hidrata, graças à grande quantidade de água que contém. 5 – Uchuva É uma fruta pequenina, redonda, que vem envolvida numa folha fina e seca, em forma de balão. Provavelmente já conheces esta fruta como “physalis” ou ‘’fisalis’’. É uma fruta cara, em muitos sítios, mas não na Colômbia, onde se comem uchuvas como se fossem uvas ou então utilizam-se em saladas, como decoração de bolos e tortas ou em molhos para saladas ou carnes. Há quem a consuma enquanto está a degustar vinho, para cortar o gosto. A uchuva é doce, mas tem um toque ácido. É rica em vitamina A, B e C, fibra, potássio, fósforo, ferro e zinco. Tem propriedades anticancerígenas e antioxidantes. Portanto, são só boas razões para experimentares estas “mini uvas’’. 6 – Pitaya amarela Muitos apelidam-na como a “mãe das frutas exóticas” e há 3 variedades: a Pitaya branca (Brasil); a Pitaya rosa (Brasil) e a Pitaya amarela, que tem origem no país das cores e dos sabores, a Colômbia. Podes também encontrá-la no outro lado do mundo, no Sudeste Asiático, onde lhe chamam de “Dragon Fruit”, pela sua crosta particular. É doce, refrescante e é ideal para comer às colheradas, mas come com moderação, porque a Pitaya é rica em fibras e conhecida pelas suas propriedades digestivas e laxantes. Além disso, também é muito usada também para decorar saladas, para sumos ou sobremesas. Além de ser rica em fibras, a Pitaya contém muitos antioxidantes, ácido ascórbico, fenóis e minerais, como o cálcio, fósforo e ferro. É rica em vitamina C e B. Ajuda na proteção do sistema imunitário, na produção de glóbulos e na redução do colesterol. Tem propriedades tão boas, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou o seu consumo. 7 – Borojó O Borojó é uma fruta originária da região do Pacífico (Departamento de Chocó) e muito utilizado na Colômbia, mas começa a ser famoso também noutros países, principalmente pelas suas propriedades afrodisíacas. Sim, é verdade. Segundo várias pesquisas, o Borojó melhora o desempenho sexual. E a famosa preparação do sumo deste fruto com leite e açúcar ganhou o título de “Viagra Natural”. Tem uma cor verde e fica castanho quando está mais maduro (está maduro quando cai no chão e colhe-se manualmente). A polpa é também mais castanha e um pouco ácida. Tem cerca de 90 a 600 sementes por Borojó. É consumido, principalmente, em sumos, doces, compotas ou até no vinho. É rico em cálcio, ferro, fósforo e vitamina C. Tem um alto nível de aminoácidos, o que ajuda a nutrir o corpo. A polpa é também usada como gesso para curar feridas, para fazer máscaras para a pele oleosa ou para fazer massagens capilares. 8 – Guanabana / Graviola É uma fruta com um aspeto muito peculiar e tem um sabor também diferente de tudo aquilo que já provaste… Imagina uma mistura de lima, morango e banana; isto talvez seja o mais parecido com o sabor da Guanabana. Muitas pessoas preferem o sumo desta fruta, ao invés de a comer de forma natural, contudo, aconselhamos-te a experimentar cortá-la ao meio, já madura, e comer com uma colher. As folhas podem ser consumidas em chá; as sementes podem servir como repelente de insetos, ao espalhá-las na pele e, imagina, podes usar a água das folhas como tratamento para os piolhos. Nestes países selvagens e exóticos tudo é aproveitado e, realmente, parece funcionar. É conhecida por ter propriedades anticancerígenas e é utilizada há mais de 40 anos com este fim medicinal, nos Estados Unidos da América, Europa e Ásia. Mas, além disso, é rica em potássio, fósforo, ferro, cálcio, vitamina A, B e C. 9 – Curuba Parece uma banana (direita e com pontas curvas) mas é um maracujá disfarçado e há inclusive quem lhe chame de maracujá-banana (Como, na Madeira). Mas há outras pessoas que dizem que parece um pepino por fora… Talvez seja mais fácil olhares e veres o que te faz lembrar esta fruta, que é consumida desde as épocas pré-coloniais. Apesar de ser muito famosa na Colômbia, a Curuba é originária da Nova Zelândia. E sabias que aqui a Curuba é misturada com aguardente? A sua polpa é cor-de-laranja, com sementes laranjas e pretas comestíveis. É ligeiramente ácida (principalmente se não for colhida no tempo certo) e arriscamo-nos a dizer que tem um sabor idêntico ao maracujá. Pode ser consumido durante todo o ano, e encontras em qualquer mercado. Já viste que é fácil encontrares o que quer que seja na Colômbia… Normalmente, consome-se esta fruta como bebida, porque é muito refrescante, mas podes comer à colher. A Curuba é rica em cálcio, ferro, fósforo, sódio e vitaminas A e C. Contém também um elevado teor de água, funcionando como um diurético natural. 10 – Feijoa A Feijoa, originária dos planaltos do sul do Brasil, é uma fruta que deve o seu nome a João da Silva Feijó, antigo diretor do Museu de História Natural de São Sebastião, no Brasil; e aqui é também conhecida como a “goiaba do Brasil”. É muito parecida com a goiaba, mas conseguimos distingui-las devido ao seu aroma – é único. Tal como diz o nome em inglês, pineapple guava, o sabor, um pouco ácido e com um ligeiro toque a terra, está entre a goiaba e o ananás. É consumida crua, com casca. Mas, além disso, podes também prová-la sob a forma de comportas, gelatinas, sumos ou nas saladas. É uma fruta muito nutritiva. É pobre em calorias e ricas em minerais como cálcio, iodo, ferro e manganês e em vitaminas do complexo B e vitamina C. É uma fruta que ajuda no processo de emagrecimento e pode retardar o envelhecimento. Esperemos que já estejas com água na boca, pois nós estamos! Mas ainda com mais vontade de experimentar estas frutas todas, só podes estar a desejar conhecer este país o mais rápido possível! E devias. Vais surpreender-te. Fica atento/a, pois nós ainda temos muito para te contar sobre a Colômbia! Autores: TravelB4Settle

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Vale do Douro: destino perfeito para celebrar o Amor

Vale do Douro: destino perfeito para celebrar o Amor

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O Dia de São Valentim está quase a chegar e ainda não decidiste onde levar a tua cara metade para celebrar este dia tão especial? Preparamos uma lista com ideias e sugestões de hotéis, restaurantes e o que fazer no romântico Vale do Douro para te ajudarmos nesta missão! Antes de viajar, não deixes de contratar um seguro de viagem IATI, para voltares só com boas lembranças. Desfruta do Dia dos Namorados no Vale do Douro Alojamento no Vale do Douro 1. Douro41 Hotel & Spa: localizado na EN222, perto de Castelo de Paiva, este hotel de 4 estrelas oferece vistas deslumbrantes sobre o Rio Douro e comodidades como piscinas interna e externa, ginásio, sauna e tratamentos de relaxamento e estéticos. O Douro41 também conta com um restaurante panorâmico, de gastronomia tradicional portuguesa. 1. Sixsenses: este hotel de 5 estrelas ocupa a Quinta de Vale Abraã, em Samodães, e une harmoniosamente a natureza e a sofisticação, dispondo de spa, ginásio, piscinas, restaurante, bar e muito mais! 1. The Wine House Hotel – Quinta da Pacheca: este hotel 4 estrelas oferece uma experiência única aos seus visitantes, já que a experiência vinhateira é completa. Além do alojamento tradicional, também estão disponíveis alguns quartos em barris adaptados, bem como visitas guiadas pela quinta, provas e cursos de vinhos. 1. Douro Royal Valley Hotel & Spa: este moderno hotel de 5 estrelas, situado em Baião, oferece aos seus hóspedes, além da esplêndida vista panorâmica para o rio Douro, várias comodidades como campo de ténis, piscina aquecida, ginásio, bar e restaurante, banheira de hidromassagem, serviço de lavandaria e de babysitting. Perfeito para uma viagem a dois ou em família! 1. Hotel Rural Casa dos Viscondes da Varzea: este hotel faz-nos lembrar das novelas de época! Pois aqui poderão encontrar o cenário ideal para aquela escapadinha romântica, com a verdadeira essência do turismo rural, e também usufruir de piscina, campo de ténis e restaurante! Onde comer no Douro Capricha no romantismo e faz já uma reserva para jantarem num dos deliciosos restaurantes da região! 1. DOC: localizado em Armamar, este restaurante já recebeu uma estrela Michelin! Oferece gastronomia mediterrânica, europeia e portuguesa, além de ser adequado para vegetarianos, veganos e celíacos. 1. Castas e Pratos: situado no Peso da Régua, oferece gastronomia europeia, contemporânea e portuguesa, com um preço médio entre os 40€ e 100€. É, também, uma excelente opção para vegetarianos, veganos e celíacos. 1. Casa da Real Companhia: em Lamego, este restaurante oferece pratos mediterrâneos, europeus e contemporâneos a um custo mais acessível (em média, entre 15€ e 40€) e possui boas avaliações de quem já o experimentou! 1. Manjar Do Douro: serve comida europeia, portuguesa e mediterrânea ao almoço e ao jantar, em Lamego, e inclui no menu opções vegetarianas e sem glúten. Passeios pelo Douro Não faltam opções do que fazer e visitar nesta fantástica região, que consta na lista de Património da Humanidade da UNESCO! Enquanto estiveres no Douro, aproveita para seguir as nossas recomendações, que foram escolhidas com muito carinho! 1. Conduz pela EN222, uma das estradas com as vistas mais belas em Portugal, pelas margens do Rio Douro, onde poderás ver as vinhas alinhadas nos socalcos, nas encostas das colinas. 1. Visita algumas das belas quintas da região e experimenta os deliciosos Vinhos do Porto lá produzidos. A Quinta da Pacheca, a Quinta do Vallado e a Quinta Santa Eufémia são as favoritas, segundo recomendações dos visitantes no Tripadvisor! Já a Quinta do Panascal é uma excelente opção para quem deseja uma visita mais privada e sossegada. 1. Os miradouros da região do Douro são de roubar o fôlego! São Leonardo da Galafura, São Domingos e Casais de Loivos estão, sem dúvidas, entre os mais bonitos! 1. As vilas ao longo do Vale também possuem um charme especial. Não deixes de conhecer Provesende, Peso da Régua e Pinhão! Se continuares a subir pelo Douro em direção a Espanha, poderás conhecer também Freixo de Espada à Cinta e a zona espanhola do Douro. 1. Em Pinhão, aprecia os belos azulejos da estação de comboios e, depois, embarca num passeio de barco pelo Rio Douro. Aproveita e faz já o teu seguro IATI Escapadinhas para Portugal. Autora: Amanda sem Fronteiras

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