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Os melhores destinos para a Passagem de Ano

Os melhores destinos para a Passagem de Ano

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A chegada do Ano Novo é um momento de renovação, reflexão e celebração. Para muitos viajantes, esta é uma oportunidade única de explorar novos horizontes e vivenciar culturas diferentes enquanto recebem o novo ano com entusiasmo. Se estás à procura de inspiração para a tua viagem de Ano Novo em 2024-2025, este artigo foi feito para ti e decidimos incluir os destinos mais espetaculares e emocionantes para que celebres esta ocasião de uma forma completamente memorável. Além disso, garantir uma viagem segura é fundamental, e vamos também dar-te algumas dicas para viajares com tranquilidade e proteção. Os melhores destinos para a Passagem de Ano Escolher o destino ideal para este momento é uma tarefa que envolve diversos fatores. É importante considerar o clima e a atmosfera na qual te queres divertir. Preferes uma celebração à beira-mar num destino tropical? Ou preferes algo mais tradicional, com neve e uma lareira acesa? Na IATI, especialistas em seguros de viagem, queremos que entres com o pé direito no próximo ano e não há melhor maneira para fazer isso do que passar estas festividades noutro país, continua a ler e descobre quais são os melhores destinos para a passagem de ano em 2024-2025 Funchal, Portugal Não podíamos começar este artigo de outra maneira, sem evidenciar o Funchal como uma cidade incrível para uma passagem de ano inesquecível. Este destino está sempre na moda, mas garantimos que vale totalmente a pena! Aconselhamos-te a aproveitares para visitar os lugares mais bonitos que a ilha tem para oferecer, deves aproveitar a oportunidade e visitar lugares como o Pico Ruivo, o Pico do Areeiro, a vila de Câmara de Lobos e, porque não, passear por um dos vários trilhos pedestres existentes na ilha. Quando chegar o momento da passagem de ano e para testemunhares a grande exibição do fogo-de-artifício, é necessário dirigires-te a alguns destes sítios do Funchal: Miradouro de São Gonçalo, Miradouro dos Marmeleiros, Miradouro de São Roque, e muito mais. Sydney, Austrália Entrares em 2025 nas icónicas praias de Sydney, sob os famosos fogos de artifício, é uma experiência que vai ficar gravada na tua memória para sempre. O mundialmente famoso fogo de artifício sobre a Sydney Harbour Bridge é muito mais do que um simples espetáculo visual; é uma celebração que atrai visitantes de todos os cantos do mundo. À medida que as cores brilhantes iluminam os céus noturnos, a emoção toma conta de todos os presentes, criando um ambiente de festa e alegria contagiantes. Para vivenciares esta experiência de uma maneira ainda mais única, se tiveres disposto a gastar mais e quiseres garantir um lugar privilegiado, considera assistir ao espetáculo a bordo de um cruzeiro que navega pela baía. Ao estares rodeado pelas águas tranquilas, vais ter vista panorâmica do fogo de artifício. Além disto, Sydney oferece um cenário natural espetacular que se estende além das áreas de celebração. Aproveita a oportunidade para explorares as praias locais, como Bondi Beach, onde podes começar o novo ano com um mergulho refrescante no Oceano Pacífico. O clima agradável na Austrália nesta época do ano torna esta experiência ainda mais convidativa. Dica: Para desfrutares ao máximo estas celebrações, lembra-te de te hidratares adequadamente e protege-te do sol, já que as festividades podem durar horas a fio e o tempo pode ficar quente. Além disto, planeia os transporte com antecedência, pois as ruas podem ficar congestionadas durante esse período movimentado. ⚠ Convém saber: Visto australiano para portugueses Paris, França Paris, a “Cidade das Luzes”, é uma escolha clássica para celebrar o Ano Novo em grande estilo e sem dúvida está entre os melhores destinos para a Passagem de Ano. A Torre Eiffel iluminada é o cenário perfeito para uma noite cheia de glamour e romance. A Avenida Champs-Élysées ganha vida com festividades públicas, espetáculos ao vivo e uma atmosfera efervescente. Desfruta de um jantares requintado num restaurante como o Le Jules Verne na Torre Eiffel (se quiseres ir mesmo em grande), e participa nas celebrações em locais icónicos, como o Arco do Triunfo. Não te esqueças de fazer um brinde com champanhe à meia-noite e de experimentar os pratos típicos de Paris durante a tua estadia! Dica: Tem extra cuidado com os teus pertences, especialmente em áreas movimentadas, para evitar possíveis contratempos. Rio de Janeiro, Brasil O Réveillon no Rio de Janeiro é uma das festas de Ano Novo mais espetaculares do mundo. As praias icónicas de Copacabana e Ipanema ganham ainda mais vida nesta época, com uma combinação única de espetáculos ao vivo, fogos de artifício e uma energia contagiante que envolve todos os presentes. O clima festivo que toma conta da cidade é notável, e a atmosfera de alegria é contagiosa, unindo tanto os moradores locais como os visitantes. Este é também um ótimo destino se quiseres fugir ao frio português e mergulhar no mar no dia 1 de janeiro. Provavelmente sabes que toda a gente usa branco nesta noite, vestires-te de branco é mais do que apenas uma tradição no Rio de Janeiro: é um símbolo de paz, pureza e renovação, tornando esta noite uma ocasião profundamente significativa para todos. À medida que a meia-noite se aproxima, milhares de pessoas se reúnem à beira-mar para saudar o novo ano de braços abertos. A praia de Copacabana transforma-se num cenário mágico, iluminado por fogos de artifício que se erguem dos palcos flutuantes no oceano. O espetáculo colorido que ilumina o céu é verdadeiramente inesquecível. Dica: Embora o clima de celebração seja contagiante, é importante que tomes medidas de precaução para garantir que tens uma experiência segura. Evita exibir objetos de valor em locais públicos e considera utilizar serviços de armazenamento de pertences para aproveitares a festa sem preocupações. ✈ O que ter em conta ao viajar para o Brasil? Tóquio, Japão Tóquio oferece uma celebração única que combina tradições japonesas com elementos modernos. A cidade é um fascinante ponto de encontro entre o passado e o presente, onde os costumes ancestrais coexistem de maneira harmoniosa com a inovação. Nesta época do ano, visitar os templos em Tóquio é uma experiência única. O Templo Meiji, por exemplo, é um local onde podes participar em cerimónias de passagem de ano, como o “Joyanokane”, uma prática em que 108 sinos são tocados para simbolizar a purificação dos 108 desejos terrenos. A sensação de paz e espiritualidade que envolve estes rituais é inigualável, oferecendo aos participantes uma conexão única com a cultura japonesa e sua rica história. Além das cerimónias nos templos, a gastronomia desempenha um papel importante nas celebrações do Ano Novo em Tóquio. Experimentar pratos típicos, como o “Toshikoshi Soba”, é uma maneira deliciosa de celebrar e atrair boas energias para o ano 2025. Este prato é consumido como um símbolo de longevidade e renovação. Dica: É fundamental que estejas ciente das etiquetas culturais. Respeitar os rituais e costumes é essencial para uma experiência autêntica e respeitosa. Por exemplo, muitos templos têm regras específicas sobre como participar nas cerimónias, como inclinar-se corretamente e fazer oferendas de maneira apropriada. ✈ Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão Nova York, Estados Unidos A icónica queda da bola em Times Square é uma das celebrações de Ano Novo mais reconhecidas globalmente e, sem dúvida, está entre os melhores destinos para desfrutar do Natal e da Passagem de Ano. Junta-te a milhares de pessoas para fazer a contagem regressiva enquanto a bola desce, marcando a entrada no novo ano. As opções de entretenimento em Nova York são infinitas, desde espetáculos da Broadway até cruzeiros pelo Rio Hudson. Aproveita a ocasião para explorar os diversos bairros da cidade, como o Central Park e o Brooklyn, e descobre o encanto único da cidade durante a época natalícia. Dica: Prepara-te para o clima frio de inverno em Nova York e veste-te adequadamente. ✈ 20 truques para a tua primeira viagem para Nova Iorque Banguecoque, Tailândia Banguecoque, a capital da Tailândia, dá as boas-vindas ao novo ano de forma vibrante e emotiva. A cidade transforma-se num espetáculo e proporciona aos visitantes uma experiência que é verdadeiramente memorável. A celebração mais famosa ocorre na praça de Sanam Luang, onde as margens do rio Chao Phraya ganham vida com uma série de eventos emocionantes. Além dos fogos de artifício, Banguecoque oferece uma variedade de festas e eventos ao vivo para os visitantes aproveitarem. As áreas de entretenimento, como a famosa Khao San Road, ganham vida com música alta, danças e luzes, criando uma atmosfera de diversão e celebração que dura a noite toda. Descobre o que ver e fazer em Banguecoque. Muitos tailandeses visitam os templos para fazer oferendas e preces, e vais ser convidado a fazer o mesmo. O Templo Wat Arun é um local popular para se te quiseres juntar aos rituais, enquanto o Templo do Buda de Esmeralda também é um local de peregrinação nesta época do ano. É uma oportunidade única para te conectares com a espiritualidade tailandesa e apreciares a rica herança cultural do país. Dica: Lembra-te de respeitar os costumes locais e as tradições religiosas ao visitar templos e participar de rituais. Cape Town, África do Sul Se estás à procura de uma celebração de Ano Novo com uma paisagem impressionante, Cape Town é uma escolha excelente. A icónica Table Mountain e as praias pitorescas proporcionam um cenário memorável para festas e fogos de artifício. Participa nas celebrações públicas no V&A Waterfront, onde vais poder desfrutar de espetáculos ao vivo, entretenimento para crianças e uma atmosfera festiva. Para uma experiência mais tranquila, escolhe uma das muitas praias da cidade para receber o novo ano sob as estrelas africanas. Dica: Como em qualquer destino turístico, mantém-te informado sobre as condições locais e segue as orientações de segurança para uma celebração tranquila. Kuala Lumpur, Malásia O céu entre as Torres Petronas e a Torre de Kuala Lumpur é o palco privilegiado para a dança de luz e cor. Para teres a melhor vista do espetáculo de fogo de artifício deves escolher uma das seguintes localizações: Kuala Lumpur City Centre Park ou Merdeka Square. À meia-noite, o céu é iluminado por uma cascata de cores, refletidas no impressionante horizonte da cidade. Este evento atrai tanto locais quanto turistas, criando um ambiente festivo e vibrante que celebra a diversidade cultural de Kuala Lumpur. Desde festivais de música ao vivo e concertos em parques públicos, até celebrações em hotéis de luxo e restaurantes que oferecem menus especiais para a ocasião, a cidade oferece uma variedade de eventos e festas para todas as idades. As ruas de Bukit Bintang, uma das áreas mais animadas da cidade, transformam-se em um centro de celebrações, com festas ao ar livre, food trucks e uma atmosfera de alegria contagiante. ✈ Itenerário de 15 dias pela Malásia Hong Kong Esta vibrante cidade asiática é conhecida pelo seu deslumbrante horizonte, e durante as celebrações de Ano Novo, a sua beleza atinge um novo nível. A espetacular queima de fogos de artifício sobre o icónico Porto de Vitória ilumina o céu noturno, criando um espetáculo visual deslumbrante. Combinado com o reflexo das luzes nos arranha-céus e na água, o ambiente transforma-se num verdadeiro conto de fadas moderno. Além do espetáculo pirotécnico, Hong Kong oferece uma variedade de eventos e festividades que tornam a passagem de ano ainda mais especial. Desde festas em telhados e cruzeiros pelo porto, até a festivais de rua e mercados noturnos, há opções para todos os gostos. A cidade vibra com a energia de residentes e turistas que se reúnem para celebrar juntos, criando uma atmosfera de alegria e camaradagem. As ruas ganham vida com música, dança e inúmeras oportunidades de saborear a deliciosa comida local. ✈ Roteiro de 5 dias por Hong Kong Esperemos que este artigo te tenha ajudado a escolher o teu destino para a próxima passagem de ano, se tiveres outras sugestões ou quaisquer outras dúvidas, deixa nos comentários.

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5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de Agosto

5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de Agosto

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À medida que se aproxima a segunda quinzena de Agosto, muitos estão ansiosos para aproveitar o resto das férias em destinos paradisíacos de praia. Se estás à procura de um refúgio à beira-mar próximo a Portugal, este artigo é para ti. Vamos contar-te tudo sobre os 5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de agosto para que possas aproveitar as tuas férias ao máximo. Vais ver de tudo, desde paisagens deslumbrantes a águas cristalinas e atmosferas relaxantes. Prepara-te para mergulhar nas águas refrescantes, deitares-te ao sol em praias de areia branca e desfrutares de momentos inesquecíveis em destinos costeiros próximos a Portugal. Vamos começar! 1. Algarve, Portugal: Belezas Naturais e Praias Deslumbrantes Começamos o nosso guia pelo Algarve, no sul de Portugal, para que não tenhas que sair do teu país. Decerto sabes que é um dos destinos de praia mais populares do país, e não é por acaso. Com praias de tirar o fôlego, formações rochosas impressionantes e uma atmosfera relaxante, o Algarve oferece uma experiência verdadeiramente encantadora. Explora a Praia da Marinha e as suas falésias douradas e águas cristalinas, ou visita a Praia da Falésia, uma praia extensa com uma paisagem deslumbrante. Não deixes de visitar a cidade de Lagos, com a sua arquitetura histórica e a Praia Dona Ana, uma das mais pitorescas da região. O Algarve também é conhecido por seus resorts luxuosos, campos de golfe de classe mundial e uma variedade de desportos aquáticos emocionantes. O Algarve oferece uma infinidade de atividades para todos os gostos. Podes explorar as grutas marítimas num passeio de barco, praticar mergulho para explorar os recifes de coral, desfrutar de uma partida de golfe em campos renomados ou simplesmente relaxar à beira-mar enquanto aprecias o pôr do sol. Com uma culinária deliciosa e a hospitalidade portuguesa, o Algarve é um destino de praia completo que cativa visitantes de todo o mundo. Gastronomia algarvia Não podemos continuar este guia dos 5 destinos de praia imperdíveis sem incluir um pouco de gastronomia. Durante a tua estadia, não deixes de experimentar os pratos locais que refletem a rica tradição culinária portuguesa. Uma das especialidades da região é o peixe fresco e frutos do mar. Delicia-te com a famosa cataplana e com a sardinha assada na brasa, uma iguaria típica do Algarve, especialmente durante os meses de verão, quando os festivais de sardinha acontecem nas cidades costeiras. Para acompanhar as refeições, não podes deixar de incluir os vinhos locais, como o Vinho Verde ou o Vinho do Algarve, que complementam perfeitamente os pratos da região. A doçaria também é um ponto alto no Algarve. Experimenta os famosos “Doces Finos de Lagos”, pequenos doces de amêndoa e figo, ou o “Dom Rodrigo”, uma sobremesa à base de gema de ovo e amêndoas. E para te refrescares nos dias quentes de verão, delicia-te com o “Gelado de Figo”. Além da gastronomia, o Algarve também é conhecido pela sua produção de azeite de alta qualidade. Se estiveres cansado de praia aproveita para visitar uma adega local e descobrir os segredos da produção de azeite, além de degustar diferentes variedades. 2. Costa del Sol, Espanha: Sol, Praia e Charme Andaluz Localizada ao longo da ensolarada costa sul da Espanha, a Costa del Sol é um destino que combina praias deslumbrantes, clima agradável e o charme único da região da Andaluzia. Marbella é um dos principais destinos da Costa del Sol, conhecida pelas suas praias de areia dourada e glamour. Explora o famoso Porto Banús, um porto desportivo luxuoso com lojas e restaurantes sofisticados. Outra cidade que aconselhamos visitar é Nerja, com as suas praias intocadas e a famosa Caverna de Nerja, um complexo de cavernas impressionante. Desfruta de deliciosos pratos de marisco em “chiringuitos” (restaurantes à beira-mar) e aproveita o sol e a brisa do mar numa das muitas praias da região. A Costa del Sol também oferece uma rica herança cultural. Não deixes de visitar Málaga, a cidade natal do famoso pintor Pablo Picasso, e explora o Museu Picasso para apreciares um pouco da sua obra. Além disto, podes explorar as ruínas romanas de Baelo Claudia em Tarifa ou visitar a vibrante cidade de Sevilha, com uma arquitetura impressionante e rica tradição flamenga. Como se isto não fosse suficiente, a Costa del Sol é um excelente ponto de partida para explorares outras cidades encantadoras da região da Andaluzia, como Granada, com a majestosa Alhambra ou Córdoba, com a deslumbrante Mesquita-Catedral. Aproveita para mergulhar na rica cultura e história desta região fascinante. Melhores pratos na Costa do Sal A Costa del Sol é famosa pelos seu marisco e peixe delicioso. Experimenta pratos como o “pescaíto frito”, uma seleção de peixes pequenos fritos, ou a “paella”, um prato de arroz com marisco, típico da região. Os “chiringuitos”, restaurantes à beira-mar, são o lugar perfeito para desfrutares de uma refeição com vista para o mar. Também aconselhamos que proves as famosas “espetadas de sardinha”, sardinhas frescas espetadas em paus de madeira e grelhadas na brasa, uma verdadeira especialidade local. Na Costa del Sol, terás a oportunidade não apenas de desfrutar do sol, das praias e do charme andaluz, mas também de explorar a culinária local e mergulhar na rica herança cultural da região. Aproveita cada momento enquanto saboreias os sabores autênticos e te encantas com a história e a arte que cercam este destino único. 3. Ilhas Baleares, Espanha: Um Paraíso no Mar Mediterrâneo Não podíamos continuar este guia sobre os 5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de Agosto sem incluir as Ilhas Baleares. As Ilhas Baleares são um arquipélago espanhol situado no Mar Mediterrâneo e composto por quatro ilhas principais: Mallorca, Ibiza, Menorca e Formentera. Cada uma destas ilhas oferece praias deslumbrantes e uma atmosfera única, cada uma à sua maneira. Mallorca é conhecida pelas suas enseadas isoladas, como a Cala Mondragó e a Cala Agulla, onde podes relaxar em praias de areia branca cercadas por falésias impressionantes. A ilha também oferece oportunidades para caminhadas e ciclismo no meio da natureza exuberante da Serra de Tramuntana. Ibiza é famosa pela sua vida noturna vibrante, mas também é aqui que encontras algumas das praias mais bonitas do Mediterrâneo. A Praia de Talamanca e a Praia de Ses Salines são apenas duas opções onde podes desfrutar do sol e das águas cristalinas. Além disso, não deixes de explorar a cidade murada de Dalt Vila, um Patrimônio Mundial da UNESCO, e aproveitar as festas animadas nas famosas discotecas da ilha. Menorca é conhecida pela sua beleza natural intocada. As praias em Menorca, como a Praia de Macarella e a Praia de Binigaus, são consideradas algumas das mais bonitas do Mediterrâneo. Além disso, a ilha alberga uma biosfera protegida pela UNESCO, onde podes fazer caminhadas e descobrir a diversidade de flora e fauna da região. Formentera é a ilha mais pequena, oferece um refúgio mais tranquilo com praias de areia branca e águas cristalinas que rivalizam com as do Caribe. A Praia de Ses Illetes é particularmente famosa pela sua beleza única. Explora a ilha de bicicleta ou scooter e desfruta de uma atmosfera relaxante e pacífica. Gastronomia Ilhas Baleares Em Mallorca, aproveita para experimentar o “sobrassada”, um embutido típico da região feito com carne de porco, pimentão e especiarias. Outra iguaria local é a “ensaimada”, um doce em forma de espiral feito com massa fermentada e polvilhado com açúcar. Além disto, Mallorca é conhecida pelos seus vinhos, especialmente os produzidos com a uva autóctone “manto negro”. Em Ibiza, vais poder desfrutar de uma deliciosa culinária mediterrânea com um toque contemporâneo. Aproveita para experimentar pratos como o “bullit de peix”, um ensopado de peixe com arroz, e a “ensalada payesa”, uma salada tradicional feita com batatas, pimentões, tomates e cebolas. Ibiza também é famosa pelas suas festas gastronômicas, onde podes saborear uma ampla variedade de pratos locais. Em Menorca não podes deixar de provar o “queso mahonés”, um queijo de leite cru de vaca que é uma verdadeira especialidade da ilha. Mais uma vez, o marisco é uma atração gastronómica em Menorca, com pratos como “caldereta de langosta”, uma saborosa lagosta guisada com tomate, cebola e especiarias. Por último mas não menos importante, em Formentera, desfruta de uma culinária simples e autêntica, com destaque para os pratos de peixe fresco. Experimente pratos como “bullit de peix” e “arròs a banda”e para acompanhar a refeição, experimenta o “hierbas ibicencas”, um licor de ervas típico da região. Se quiseres saber mais sobre estas ilhas e qual se adequa melhor aos teus gostos pessoais, aconselhamos que leias o artigo: Maiorca ou Menorca, qual o destino ideal para ti? 4. Costa Amalfitana, Itália: Romance e Beleza Cénica A Costa Amalfitana, localizada na região da Campânia, em Itália, é um destino de praia que combina romance e beleza cénica. Explora a charmosa cidade de Positano, com as suas casas coloridas em encostas íngremes e praias deslumbrantes. Visita a praia de Spiaggia Grande, onde podes relaxar sob o sol italiano e desfrutar de um mergulho refrescante nas águas cristalinas. Claro que não podes deixar de visitar Amalfi, a cidade que dá nome a esta costa. Aqui, podes desfrutar de um passeio de barco até à Grotta dello Smeraldo, uma caverna marinha deslumbrante. A Costa Amalfitana é conhecida pela sua gastronomia requintada, então aproveita para experimentar pratos típicos enquanto aprecias a vista panorâmica do mar. Esta região também oferece oportunidades para explorares trilhas panorâmicas, como a famosa Trilha dos Deuses, que oferece vistas espetaculares da costa e das montanhas circundantes. Com estas paisagens deslumbrantes, ambiente romântico e culinária deliciosa, a Costa Amalfitana é um destino de praia que certamente deixará uma marca no teu coração e que não podíamos deixar de incluir nos 5 destinos de praia imperdíveis para visitares no final de Agosto. As melhores comidas da Costa Amalfitana Começa com a “scialatielli“, uma massa fresca tradicional da Costa Amalfitana e é geralmente servida com molho de tomate fresco, manjericão e queijo parmesão ralado. Outra especialidade local é a “zuppa di pesce”, uma saborosa sopa de marisco preparada com peixe frescos, marisco, tomate, alho e azeite. Aproveita também para saborear o “limoncello”, um licor de limão típico da região e para experimentar outros pratos típicos como “spaghetti alle vongole” (espaguete com vôngoles), “pesce alla sorrentina” (peixe à moda de Sorrento) e “calamari ripieni” (lulas recheadas). Todos estes pratos ressaltam os sabores do mar e são preparados com ingredientes locais de alta qualidade. Acompanha as tuas refeições com vinhos produzidos na região, como o “Lacryma Christi” ou os vinhos da Costa Amalfitana, que são conhecidos pela sua qualidade e sabor. Estes vinhos são feitos a partir de uvas cultivadas nas encostas das montanhas e têm um caráter único, que combina perfeitamente com a culinária local. Tem em conta que na Costa Amalfitana, a gastronomia é uma parte essencial da experiência. Portanto, aproveita ao máximo a tua visita e desfruta dos pratos deliciosos e dos sabores únicos que esta região encantadora tem para oferecer. 5. Ilhas Gregas: Belezas Insulares e Cultura Antiga Por último, mas não menos importante, as Ilhas Gregas são um conjunto de destinos paradisíacos de praia que oferecem uma mistura de beleza insular e cultura antiga. Explora Santorini, com as suas icônicas casas brancas e vistas espetaculares do mar ou relaxa nas praias de areia vulcânica, como a Praia Vermelha ou a Praia de Perissa. Não deixes de visitar a cidade de Mykonos, famosa pela sua animada vida noturna e praias deslumbrantes, como Paradise Beach e Super Paradise Beach. Além disto, aproveita para explorares a história e a cultura antigas em destinos como Atenas, com a majestosa Acrópole, e Creta, com os palácios minoicos de Knossos. As Ilhas Gregas oferecem um cenário pitoresco, gastronomia deliciosa e um ambiente relaxante, tornando-as um destino de praia verdadeiramente inesquecível. Gastronomia Grega A gastronomia das Ilhas Gregas é conhecida por ser simples e usar ingredientes frescos e locais. Cada ilha tem as suas especialidades culinárias distintas, mas existem alguns pratos clássicos que deves sem dúvida experimentar durante a tua visita. Um prato popular em muitas ilhas gregas é o “tzatziki”, um molho feito com iogurte grego, pepino ralado, alho, azeite e temperos. É perfeito para acompanhar com pão ou como acompanhamento para pratos de carne grelhada. Outro prato tradicional é a “moussaka”, uma espécie de lasanha grega feita com camadas de berinjela, carne moída temperada, molho de tomate e bechamel. Ainda na onda dos pratos de carne, outro prato típico é o “gyro”, uma carne assada num espeto vertical que é depois fatiada e servida em pão pita com molhos e acompanhamentos. Para os amantes de marisco, as ilhas gregas oferecem uma variedade de pratos frescos e saborosos. Experimenta pratos como “garides saganaki” (camarões cozidos em molho de tomate picante e queijo feta), “calamari” (lulas fritas) ou “marides” (peixe frito panado). Acompanha as tuas refeições com uma taça de “ouzo”, um licor grego aromático à base de anis, ou com um copo de vinho grego, como o famoso “retsina”, que possui um sabor único devido à resina de pinheiro adicionada durante a fermentação. Por fim, não te esqueças de provar algumas sobremesas gregas tradicionais, como o “baklava” (camadas de massa filo recheadas com nozes e regadas com xarope doce) e o “galaktoboureko”. Pronto para desfrutar do resto das férias? Com estes cinco destinos de praia imperdíveis próximos de Portugal, tens uma variedade de opções para desfrutares de férias inesquecíveis mais para o final de agosto. Desde as belas praias do Algarve e da Costa del Sol, passando pela Costa Amalfitana em Itália e pelas encantadoras Ilhas Baleares, até as icónicas Ilhas Gregas, cada destino oferece sua própria atmosfera única, beleza natural e uma chance de relaxares e te divertires. Agora é hora de escolher o destino que mais te atrai, preparar o fato de banho e aproveitar ao máximo estas férias à beira-mar. Lembra-te de viajar sempre em segurança e com a tranquilidade que mereces, contrata já o teu seguro de viagem:

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Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão 2025

Conselhos e informações úteis para viajar para o Japão 2025

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Conselhos para viajar para o Japão, depois de tantas visitas que já fizemos à terra do sol nascente, poderíamos dar-te centenas. Se consultares a secção Japão do nosso blog, vais ver que temos guias para os principais destinos onde, para além das coisas que podes ver e fazer, detalhamos os conselhos de viagem específicos para cada lugar. Neste artigo, no entanto, vais encontrar os conselhos de viagem que te ajudarão não só durante a tua viagem ao Japão, mas também na preparação para a mesma, para que chegues lá e saibas tudo o que precisas de saber. Dá uma última olhadela à tua bagagem porque, em poucos minutos, já saberás os melhores conselhos e informações úteis para viajares para o Japão. Pronto? Vamos começar! O que precisas para viajar para o Japão, documentos essenciais Em primeiro lugar, não podemos começar com outro conselho para viajar para o Japão sem ser quais os documentos necessários para entrares no país. Desde o início da pandemia de covid-19, até 10 de Outubro de 2022, era praticamente impossível visitar o país. Finalmente tudo voltou à normalidade e os viajantes com passaporte português, desde o dia 11 de Outubro de 2022, podem viajar para o Japão sem necessidade de visto (para estadias até 90 dias) ou com visto de longa duração (para estadias superiores a 90 dias). Basta apresentares o passaporte e os voos para fora do país. O passaporte deve ser válido para a duração da estadia e estar em perfeitas condições, uma vez que as autoridades japonesas podem ser muito rígidas a este respeito. Conselhos para viajar em segurança para o Japão Como sabes, o Japão é um dos países mais caros do mundo no que toca aos cuidados de saúde. É por isso que o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) insiste na importância vital de ter um seguro de viagem para o Japão para te proteger desde o princípio até ao fim da tua visita. Um deslize ao caminhares em Tóquio que se transforma numa pequena entorse, uma comida crua como o sushi que te deixa indisposto, uma insolação ou qualquer outra doença que no teu país não teria muito mais complicações, aqui pode traduzir-se em contas médicas de milhares de euros que podem arruinar completamente a tua viagem. O IATI Estrela é o melhor seguro de viagem para o Japão. Para além da sua enorme cobertura, que te garante o acesso gratuito aos melhores médicos do país sem que tenhas de pagar nada do teu bolso, também te protege em todos os outros aspetos presentes numa viagem deste tipo. Assim, também estarás coberto em casos como roubo, perda de transporte, incidentes com a tua bagagem ou, entre muitos outros casos, se tiveres de ser repatriado. Não arrisques numa viagem tão bonita como esta, viaja com a tranquilidade que mereces e contrata já o teu seguro. Prepara o teu itinerário Prepara-te! Se queres desfrutar de uma visita inesquecível que corresponda (ou supere) as tuas expectativas, uma dica essencial para viajar ao Japão é dedicar tempo à leitura e pesquisa sobre o país para aproveitares ao máximo cada dia. Assim, consulta aquia nossa pasta de artigos sobre o Japão com todos os conselhos para viajar. Como se costuma dizer, “a viagem começa quando nos começamos a preparar para ela”. Por isso, não tenhas pressa e aproveita também esta parte. Se tiveres alguma dúvida, basta perguntar-nos. Como encontrar voos baratos O Japão é um país caro (mas que vale totalmente a pena o investimento, claro) e se puderes poupar em voos, ainda melhor. Para tal, aconselhamos a reservar e a procurar os teus bilhetes de avião com a maior antecedência possível. Outro fator que muitas vezes ajuda a reduzir este custo é ter flexibilidade na escolha das datas de viagem. Os motores de busca como o Skyscanner têm uma opção de pesquisa chamada “Melhor altura”. A partir daí, podes selecionar o mês em que pretendes voar para o Japão e ver um calendário com o preço do voo para cada dia. Como podes ver, por vezes, mudar a tua viagem em 1 ou 2 dias pode poupar-te várias centenas de euros. Conhecias este truque? Obter o JR Pass para viajar pelo país… ou não… Sabe o que é o JR Pass? Para muitos, o Japan Rail Pass é uma obrigação numa viagem como esta, mas é importante considerares primeiro se realmente precisas dele e por quanto tempo o queres. O JR Pass é um bilhete especial que te permite utilizar a maior parte do sistema ferroviário japonês durante um número específico de dias. Como o país tem uma excelente rede de caminhos-de-ferro de alta velocidade e comboios que ligam destinos longínquos em muito pouco tempo, ajuda muitos viajantes a otimizar o tempo e a poupar nos voos de um extremo ao outro do país (além disso, viajar nestes comboios modernos é uma experiência e tanto). A nossa principal dica para viajar para o Japão é não comprares um JR Pass até teres a certeza do teu itinerário. Quando comprares este bilhete, terás de escolher o número de dias em que o vais utilizar. Terás de escolher entre 7, 14 e 21 dias e o dia exacto em que o vais começar a usar. Desta forma, se vais passar alguns dias em Tóquio primeiro, não faz sentido ativá-lo até ao momento em que o vais utilizar para a tua primeira viagem, Tóquio – Osaka, por exemplo. Da mesma forma, não é necessário obteres o passe de 14 dias se vai passar 14 dias no país. Otimiza o teu itinerário de modo a que a parte da viagem em que vais de comboio se enquadre nos 7-14-21 dias de que necessitas. Desta forma, vais conseguir poupar muito dinheiro. Não queremos deixar o tema dos comboios sem te aconselhar a descarregar a aplicação Hyperdia. Introduz o local de onde pretendes ir de comboio e ele mostra-te as melhores opções. Não há nada melhor para isso! Aprende algumas palavras japonesas Quando um turista de outro país que não o nosso, usa algumas palavras da nossa língua para tentar comunicar connosco, todos sorriem, não é verdade? O Japão não é exceção. Se aprenderes algumas palavras e frases básicas – nem sequer precisas de falar a língua – vai ajudar-te a dares-te bem com os habitantes locais, que por vezes têm uma mente um pouco fechada. Tem também em conta que muito poucas pessoas falam inglês, pelo que comunicarás através da linguagem gestual e das 4 palavras que aprenderes. Estas podem ajudar-te: • Obrigado: Arigato • Olá: Konnichiwa • Adeus: Sayonara • Desculpa: Sumimasen • Sim: hai • Não: iee Outro truque infalível que te vai ajudar a comunicar no Japão é descarregares uma aplicação como o Google Translate, por várias razões. Por um lado, podes usar o microfone para falar e a aplicação traduz para japonês. Ideal se quiseres comunicar com alguém. Por outro lado, tem uma função que, através da câmara, traduz textos que estejam perto de ti. Ideal para interpretar direções ou, por exemplo, compreender o menu de um restaurante. O que comer no Japão A cultura do país é espantosa, assim como os grandes contrastes entre modernidade e história, os seus costumes, as suas paisagens… mas há outra coisa espantosa no Japão: a gastronomia! O primeiro dos conselhos para viajar que gostaríamos de te dar é que tires da cabeça que o Japão é (só) para comer peixe cru – há um mundo inteiro de surpresas à espera do teu paladar! Sim, o sushi é fantástico e vais prová-lo em diferentes locais e estilos, mas não hesites em experimentar todas as iguarias que se cruzarem no teu caminho. Tal como a francesinha está associada ao Porto e os pastéis de Belém a Lisboa, aqui há certos pratos que andam de mãos dadas com um destino. Por isso, quando planeares o teu itinerário, informa-te sobre o prato estrela de cada local que tencionas visitar. Por exemplo, o okonomiyaki em Hiroshima é espectacular, o takoyaki em Osaka é ótimo e em Takayama podes provar o famoso bife hida. Também podes poupar na comida. É fácil encontrares cadeias como Yoshinoya, Sukiya e Matsuya onde se pode comer bem sem gastar muito. Os supermercados e as kombinis, as lojas de conveniência, são também bons sítios para comprar o famoso bento. Estes tabuleiros de comida pronta e variada vão livrar-te de mais do que um problema sem pagar muito por isso. E são mesmo bons! Iguarias que não podes deixar de experimentar • Sushi: O conhecido prato japonês. Não precisamos de comentar nada aqui. • Katsudon: Carne de porco panada, geralmente acompanhada de arroz, molho e sopa. • Ramen: A famosa sopa de noodles “grande”. Há vários tipos, dependendo dos ingredientes que preferires, e o caldo é maravilhoso. • Yakitori: espetos de carne com um molho saboroso. • Okonomiyaki: a mal chamada “pizza japonesa”. Uma espécie de omelete com repolho, legumes, massa e outros ingredientes que tem um sabor muito melhor do que aquilo que aparenta. • Gyozas: Bolinhos de massa recheados que podem ser servidos fritos, cozidos ou ao vapor. • Takoyakis: Uma espécie de “bolinhos” de polvo que se podem encontrar desde restaurantes de luxo a bancas de rua. Ser madrugador compensa Sabemos que estás de férias, mas acredita em nós, vale a pena levantares-te cedo no Japão. Se programares o despertador, tomares o pequeno-almoço e partires rapidamente para o local que pretendes visitar, poderás ter uma agradável surpresa. Em locais famosos como o lendário Fushimi Inari, por exemplo, podes passear e tirar fotografias praticamente sozinho. Experimenta! Chega lá de manhã cedo, percorre o percurso sem ninguém e, quando terminares o circuito circular e chegares ao ponto de partida… surpresa! Vais encontrar centenas de pessoas a chegar ao mesmo tempo, tanto sozinhas como em excursões organizadas e, por vezes, pode até ser difícil avançar. Para além de evitar este tipo de aglomerações, nos períodos de maior calor, levantares-te cedo ajuda a não sofrer com as altas temperaturas que podem derrubar-te após horas de caminhada no calor. Lembra-te de procurar sempre uma sombra e não te esqueças de beber muita água. Conselho extra: Se ainda tiveres espaço no teu itinerário, evita visitar monumentos ao domingo. Os japoneses saem em massa nesse dia e vais encontrar tudo mais cheio. É melhor passares um domingo a passear por Tóquio do que ir a Fushimi Inari ou ao Torii Flutuante no Santuário de Itsukushima, por exemplo. Internet no Japão Estamos a falar de um país muito avançado tecnologicamente. Não te faltará wifi no teu hotel ou em muitos restaurantes ou centros comerciais. É necessário ter Internet no telemóvel? Depende do que pretendes. Tem em conta que, se a razão para utilizar a Internet é poder utilizar mapas, aplicações (essenciais) como o Google Maps permitem descarregá-los para utilização offline. Não é obrigatório, mas é conveniente, ter Internet no telemóvel para viajar para o Japão. Se optares por ela, tem em atenção que os preços são elevados. Tens a opção de comprar um cartão SIM local ou comprar um cartão SIM de viagem a partir de casa para chegares lá e teres uma ligação quando aterrares. Não há uma opção melhor do que a outra, terás de avaliar os preços de acordo com os gigabytes de que necessitas e o tempo que vais ficar. Dinheiro, ienes, euros? Antigamente, o normal numa viagem deste tipo era trocar euros por ienes num banco em Portugal e chegar lá com todo o dinheiro. Agora, felizmente, existem opções mais cómodas (embora também seja conveniente levar alguns euros contigo e trocá-los nas casas de câmbio japonesas). Se te dissermos para levantares dinheiro com um cartão de crédito no Japão, pensarás provavelmente nos custos muito elevados que os bancos cobram pelo levantamento de moeda no estrangeiro. Felizmente, há já algum tempo que existem “cartões de viagem” que permitem levantar dinheiro sem estes custos adicionais. A maioria das caixas automáticas cobra uma taxa pela sua utilização, mas no kombini chamado 7 Eleven podes encontrar caixas automáticas que não cobram qualquer taxa. Levantar dinheiro com um cartão de viagem é a melhor forma de poupares dinheiro. Outros conselhos para viajar para o Japão Não queremos terminar esta lista de dicas sem terminar com estas outras informações úteis para viajar para o Japão: • Ao contrário de outros países onde a gorjeta é mesmo obrigatória, aqui a gorjeta pode ser mal vista. • É proibido fumar na rua, exceto em zonas especialmente designadas para o efeito. • Respeita os costumes e regras. Noutros países, por exemplo, a utilização das escadas rolantes é mais anárquica, mas não aqui. Se quiseres subir as escadas sem te mexeres, coloca-te à esquerda para que os que querem avançar o possam fazer à direita. O mesmo acontece em muitas ruas, cada um segue o seu caminho. • Quando entrares num local onde as pessoas andam descalças, faz o mesmo por educação. • Tem cuidado com as tomadas. Tanto as fichas como a voltagem são diferentes no Japão. Não te esqueças de comprar um adaptador para carregar os teus aparelhos. • Em locais fechados, como comboios e metropolitanos, tenta não falar alto e não comas a não ser que te digam que é permitido. O que achaste dos nossos conselhos e informações úteis para viajar para o Japão, tens alguma dúvida? Não hesites em colocar qualquer questão nos comentários abaixo para que te possamos ajudar. Além disso, para garantir que a tua viagem é um sucesso total, criámos estes 2 artigos de leitura obrigatória para ti: • Documentos e requisitos para visitar o Japão • É seguro viajar para o Japão?

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Como se deslocar na Tailândia: guia de transportes 2025

Como se deslocar na Tailândia: guia de transportes 2025

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Se esta é a tua primeira viagem ao país asiático, podes estar a perguntar-te como te vais deslocar na Tailândia: de avião? de autocarro? de comboio? deves alugar uma mota nas ilhas? Não te preocupes, na IATI somos apaixonados pela Tailândia e aqui vamos contar-te todas as opções para te deslocares, dar-te dicas e falar-te dos percursos mais comuns para te ajudar a planear a tua viagem. Continua a ler e descobre como são os transportes e como te podes deslocar na Tailândia. Como te deslocares na Tailândia: transportes entre diferentes partes do país Começamos o nosso artigo sobre transportes na Tailândia com a parte que mais te preocupa: ir de uma parte do país para outra. Vamos falar-te de todos os diferentes meios de transporte na Tailândia para que possas tomar uma decisão com base nas tuas preferências e no que mais te convém em cada momento. Deslocares-te pela Tailândia de avião A Tailândia está bastante bem servida de ligações aéreas e existem várias companhias aéreas de baixo custo que operam a preços muito competitivos. De facto, se comprares o teu bilhete com antecedência, o custo de viajar pela Tailândia por terra ou por ar será provavelmente semelhante. Há muitos aeroportos espalhados pelo país. Se estiveres a planear visitar as ilhas, vais encontrar também um em Phuket, um em Koh Samui e um em Krabi. Quanto às companhias aéreas, estas são as principais: Thai Smile, Air Asia, Nok Air, Thai Lion Air, Vietjet Air e Bangkok Airways. A melhor maneira de encontrar voos para as datas que pretendes é utilizares motores de busca como o Skyscanner, que te mostra uma comparação das diferentes opções. No entanto, é melhor consultares os sites de cada companhia aérea para ver o preço real e os suplementos aplicáveis. Em relação a este tema, não te esqueças que muitas companhias aéreas tailandesas, tal como na Europa, cobram uma taxa se pretenderes despachar bagagem. Mencionámos este facto para o caso de estares a ponderar os custos das viagens aéreas em relação a outros meios de transporte na Tailândia. Transportes na Tailândia: autocarros Outra forma de te deslocares na Tailândia é utilizar autocarros. Neste caso, podes encontrar tanto autocarros do governo como privados. Os autocarros públicos são mais baratos, mas tendem a estar em piores condições e a fazer mais paragens, pelo que são mais lentos. As empresas privadas oferecem geralmente um melhor serviço e várias categorias de autocarros, incluindo alguns autocarros VIP com assentos maiores e um snack-bar. Os autocarros são um meio de transporte comum na Tailândia e circulam a todas as horas do dia. De facto, poderás apanhar um autocarro noturno e, por vezes, poderás encontrar autocarros-cama para viagens mais longas. Isto permite-te evitar passar uma noite num hotel e poupar algum dinheiro. Não te esqueças de levar roupa quente, pois o ar condicionado está normalmente ligado no máximo. A maioria das cidades tailandesas têm estações de autocarros e são relativamente centrais. O que deves ter em conta é que em Banguecoque há várias e terás de ir a uma delas, dependendo da direção para onde vais. Estações de autocarro na Tailândia • Estação de autocarros Mo Chit: se estiveres a ir para oeste ou norte da Tailândia. Deves ir para lá se estiveres a ir para lugares como Sukhothai, Chiang Mai ou Chiang Rai. • Terminal Rodoviário do Sul Sai Tai Mai: em direção ao sul do país. Por exemplo, se estiveres a ir para Krabi ou Phuket. • Estação rodoviária de Ekkamai: daqui partem autocarros para destinos populares como Pattaya ou Koh Samet, no leste do país. Como comprar bilhetes de autocarro para viajar pela Tailândia? A forma mais barata é ir diretamente à estação e comprar o bilhete na bilheteira da empresa. No caso das grandes cidades, como Banguecoque ou Chiang Mai, como não estão localizadas centralmente, é melhor ir às agências de viagens e poupar a viagem se quiseres comprá-los com antecedência, ou comprá-los online através da 12Go Asia ou da BusOnlineTicket. Cobram uma pequena taxa, mas pode valer a pena pela comodidade. Como te deslocares na Tailândia: comboio Um dos nossos meios de transporte preferidos na Tailândia é o comboio. A rede ferroviária é extensa e as carruagens são geralmente confortáveis. O que tens de ter em conta é que os atrasos são bastante comuns, por isso não esperes um serviço 5 estrelas. Viajar de comboio pela Tailândia é agradável e uma experiência única, especialmente se optares por viajar durante a noite, uma vez que os bancos se transformam frequentemente em camas, mesmo com os seus próprios lençóis. Nos comboios de longo curso, existe normalmente uma carruagem restaurante a preços bastante acessíveis. Quanto às categorias de lugares, vale a pena informares-te na própria estação, mas, regra geral, são as seguintes: • Primeira classe: trata-se geralmente de uma carruagem com ar condicionado e casa de banho, que é mais privada. Se forem várias pessoas, esta opção mais privada é a melhor. • Segunda classe: são carruagens maiores que oferecem a opção de um assento ou cama e ventoinha ou ar condicionado. Nas viagens longas, é a mais interessante, sobretudo se se tratar de um comboio-cama. • Terceira classe: os assentos são mais desconfortáveis, por isso é melhor para viagens curtas. Como reservar bilhetes de comboio para viajar pela Tailândia? A melhor forma e a mais barata é reservares os teus bilhetes na estação, mas tem em atenção que os bilhetes, especialmente os de cama, esgotam com dias de antecedência. Por isso, talvez seja melhor reservá-los online através do site da companhia (que funciona regularmente) ou da 12go Asia. Se optares por este último, terás de te deslocar aos pontos de levantamento especificados na tua compra para teres o teu bilhete físico. Transportes na Tailândia: Carrinhas Uma alternativa aos autocarros, especialmente para viagens mais curtas, são as carrinhas. Como não fazem tantas paragens como os autocarros, são muito mais rápidas, embora não sejam tão confortáveis pois são menos espaçosas. Valem a pena para viagens como de Chiang Mai para Pai ou Banguecoque para Kanchanaburi. Normalmente, partem das próprias estações de autocarros, pelo que o melhor é fazer uma pesquisa. Como te deslocares na Tailândia: barcos e ferries Durante a tua viagem à Tailândia, é provável que estejas a planear visitar ilhas como Koh Tao ou Koh Lipe, onde encontrarás algumas das melhores praias da Tailândia. É por isso que neste guia de transportes na Tailândia não podíamos não falar sobre barcos e ferries. Na Tailândia, encontras ferries lentos, lanchas rápidas e os belos barcos de cauda longa. Os primeiros são frequentemente utilizados para ligar o continente às ilhas de uma forma mais económica. As companhias mais populares são a Lomprayah (que opera na costa do Golfo da Tailândia para Koh Tao, Koh Phangan e Koh Samui e na costa ocidental para Phi Phi, Lanta…), a Songserm (barcos para as ilhas do Golfo, barcos um pouco piores do que os primeiros), a Raja Ferry (Surat Thani-Koh Samui) e a Seatran Ferry (em ambas as costas do país com barcos maiores). Os barcos e as embarcações de longo curso são frequentemente utilizados para passear pelas ilhas. Se fizeres uma viagem longa, como por exemplo de Banguecoque para Koh Tao, vale a pena considerar se combinares um bilhete de autocarro com um bilhete de barco, uma vez que as companhias de ferry oferecem muitas vezes bilhetes conjuntos que te permitirão poupar tempo e aborrecimentos. Mesmo as companhias aéreas, quando reservas o teu voo, oferecem a opção de transporte combinado para destinos insulares populares. Alugar um carro na Tailândia Por último, embora não seja muito popular, alguns viajantes ficam animados a alugar um carro e a conduzir pela Tailândia ao seu próprio ritmo. É uma forma cómoda e económica se fores com um grupo de pessoas, mas tem em atenção que, infelizmente, as estradas tailandesas são notoriamente propensas a acidentes e algumas das mais perigosas do mundo, por isso conduz com cuidado. Além disso, tem em atenção que o volante está do lado direito. A maioria das empresas de aluguer de automóveis exige o teu passaporte, a carta de condução do teu país, uma licença internacional de condução e um depósito, que é normalmente feito com cartão de crédito. Como te deslocares dentro das cidades na Tailândia Já vimos como é que te deslocas na Tailândia, mas como é deslocares-te nas cidades? Aqui, analisamos as diferentes alternativas que encontras na maioria das cidades. Deslocares-te nas cidades da Tailândia: táxi ou Grab Em grandes cidades como Chiang Mai ou Banguecoque, especialmente nesta última, os táxis são uma boa opção para te deslocares. No entanto, tem em conta que nas zonas mais turísticas podem tentar aproveitar-se de ti, pelo que é essencial estares preparado. A melhor coisa a fazer é parares um táxi e pedir-lhe para pôr o taxímetro a funcionar. Se ele não o quiser pôr, sai e pede a outra pessoa. Uma alternativa que te dá menos dores de cabeça é a aplicação Grab. Este é o Uber do Sudeste Asiático e funciona muito bem na Tailândia. Também te dá a opção de pagares com cartão de crédito. Transportes na Tailândia: o tuk tuk Os tuk tuks são os meios de transporte mais conhecidos e mais cénicos da Tailândia, mas embora sejam uma experiência, não são de modo algum a opção mais barata. De facto, andar de tuk tuk é provavelmente mais caro do que apanhar um táxi, especialmente em Banguecoque, pois na maioria dos casos aproveitam-se dos turistas. Os tuk tuks tailandeses não têm taxímetro, pelo que terás de negociar com eles antecipadamente e é provável que fiques a perder. Se te oferecerem um preço muito baixo, poderás ter de fazer várias paragens em lojas de comissões. Nas cidades mais pequenas, esta pode ser uma opção mais conveniente. Deslocares-te de songtaew Este curioso meio de transporte na Tailândia é, na realidade, uma carrinha adaptada em que os passageiros entram pela parte de trás. O songtaew ou songthaew é muitas vezes utilizado como substituto dos autocarros nas zonas rurais e em cidades como Ao Nang ou Chiang Mai, onde os verás por todo o lado pintados de vermelho. Tal como noutras formas de transporte público, a tarifa baseia-se normalmente na distância percorrida, sendo raro pagar mais de 20 baht por uma viagem curta. Se quiseres alugá-lo só para ti, terás de acordar previamente o preço. Aluguer de motas na Tailândia Finalmente, a forma mais confortável de te deslocares na Tailândia, especialmente nas ilhas ou em locais pequenos como Pai, é de mota ou scooter. O aluguer de uma mota custa cerca de 150-300 baht por dia, dependendo do tipo de mota, do local e da duração, pelo que é uma forma económica de descobrires a região. No entanto, aqui ficam algumas dicas para garantir que não tens problemas: • Se nunca conduziste uma mota antes, a Tailândia não é o melhor local para aprenderes a fazê-lo. • Verifica o estado da mota quando a receberes e tira fotografias ou vídeos. • Nunca deixes o teu passaporte com a empresa de aluguer; se te pedirem um depósito, deixa o dinheiro, mas não os teus documentos. • Usa sempre um capacete. • Tem muito cuidado à noite, nunca se sabe se um animal pode aparecer do nada. Trajetos comuns de deslocação na Tailândia: como fazê-los Como já viste, existem muitas opções para te deslocares na Tailândia. Aqui dizemos-te como fazer os transferes mais comuns: Como ir de Banguecoque para Chiang Mai Muitos viajantes optam por visitar ambas as cidades e existem várias opções de ligação entre elas: • Avião: normalmente é muito barato se reservares com antecedência e o voo demora apenas 90 minutos. • Comboio: esta é uma opção cénica e agradável, especialmente se decidires apanhar o comboio noturno e dormir numa cama. Tem em atenção que podes demorar até 14 horas. • Autocarro: talvez a opção mais incómoda porque os assentos são mais desconfortáveis, pelo que aconselhamos que escolhas os autocarros VIP. Dura cerca de 10 horas. Como ir de Banguecoque a Ayutthaya A apenas 80 quilómetros de Banguecoque, esta é uma viagem de um dia muito comum a partir da capital. As alternativas para ir de Banguecoque a Ayutthaya são: • Comboio: a partir da estação de Hua Lamphong, os comboios partem aproximadamente de hora a hora e demoram 90-120′ a chegar a Ayutthaya. A tarifa é de cerca de 20 baht. • Autocarro: partem da estação de Mo Chit e demoram cerca de 2 horas. O bilhete custa cerca de 60 baht. • Carrinha: tanto de Mo Chit como da zona de Khaosan Road, a duração da viagem é semelhante e o custo é de 150-300 baht. Como ir de Banguecoque para Koh Tao Esta é uma das ilhas mais populares do país, especialmente porque o mergulho em Koh Tao é muito interessante, mas deves saber que é muito longe de Banguecoque. As opções de transporte para te deslocares entre estes pontos na Tailândia são: • Autocarro + barco: esta é a mais comum. Vais de autocarro até Chumphon e de lá apanhas um dos barcos para Koh Tao. A forma habitual é apanhar o autocarro durante a noite e chegar por volta das 11 horas. A Lomprayah e a Songserm vendem bilhetes combinados a bom preço e não tens de te preocupar com nada, pois o autocarro deixa-te no porto. • Comboio + barco: O comboio para Chumphon é mais confortável, uma vez que tem uma cama, mas tem em atenção que há frequentemente atrasos e que tens de apanhar um transporte da estação para o porto. • Voo + barco: podes apanhar um voo para Koh Samui (bastante caro) ou para Surat Thani e de lá um barco para Koh Tao. Dicas para te deslocares na Tailândia Já sabes como é deslocares-te na Tailândia, mas aqui ficam algumas dicas nossas para que tudo corra bem: • A Tailândia é um país bastante seguro, mas, infelizmente, ocorrem furtos, que são comuns em passeios noturnos e de turistas. Por isso, recomendamos que tenhas cuidado com os teus pertences e não deixes objetos de valor ou dinheiro na bagagem de porão. • Tenta comprar os bilhetes com antecedência. Embora existam muitas opções de transporte na Tailândia, não é raro que esgotem, especialmente para viagens como os comboios de Banguecoque para Chiang Mai ou vice-versa, sobretudo se quiseres uma cama. • Se estiveres mais em modo “go with the flow” e não quiseres reservar o teu transporte na Tailândia com antecedência, tenta chegar à estação com duas a três horas de antecedência. • Se estás a pensar alugar uma mota, tenta fazê-lo em locais que tenham boas referências, nunca deixes o teu passaporte na agência e tira fotografias ou vídeos do estado da mota antes de partires. Evidentemente, não alugues uma mota se nunca conduziste este tipo de transporte antes pois, infelizmente, os acidentes são comuns. • Viaja sempre com um bom seguro para a Tailândia. Para além de cuidares da tua saúde, também te cobre em caso de roubo, problemas com a tua bagagem, transporte ou mesmo se precisar de ser repatriado. O melhor seguro para este destino é o IATI Mochileiro. Seguro de viagem para a Tailândia: • Se puderes, evita os tuk tuks em Banguecoque. Infelizmente, não é raro ser enganado ou conseguir uma “boleia” de uma loja para outra por um preço barato. Noutras cidades, podes utilizá-los, mas combina sempre o preço antes de os utilizar. • Estás a pensar viajar de ferry pela Tailândia e enjoas? Nesse caso, lembra-te de levar biodramina (com cafeína, se possível) no teu estojo de primeiros socorros. Se o mar estiver um pouco agitado, podes ficar enjoado. O mesmo se aplica à viagem entre Chiang Mai e Pai de autocarro ou carrinha – há muitas curvas! • Faz bastante calor na Tailândia, mas não é raro que o ar condicionado seja como um frigorífico, por isso não custa nada levar roupa quente contigo, especialmente se a viagem for longa. • Estes conselhos de viagem à Tailândia vão dar-te mais dicas sobre como tirar o máximo partido do país e evitar cometer erros. Esperamos ter-te ajudado para te orientares na Tailândia. Se tiveres alguma dúvida ou quiseres acrescentar algo mais, teremos todo o gosto em responder-te nos comentários. Não te esqueças que no nosso blog temos muita informação sobre o Sudeste Asiático e, especificamente, sobre a Tailândia. Estes artigos vão ajudar-te muito: • Viajar sozinha pela Tailândia: as melhores dicas • Documentos e requisitos para viajar para a Tailândia • 10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia

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O que ver e fazer em Cancún, México

O que ver e fazer em Cancún, México

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O que ver e fazer em Cancún, México? Certamente que a primeira coisa já é clara para ti: praia + um ótimo hotel. No entanto, há muito mais para fazer na cidade mais populosa do estado de Quintana Roo e na porta de entrada para a famosa Riviera Maya. Na IATI, já tivemos a sorte de explorar esta parte do México em várias ocasiões e vamos contar-te tudo o que precisas de saber para visitar Cancún e desfrutares ao máximo desta viagem. Vamos começar! 1. Explora as melhores praias de Cancún: Praia Delfines, Praia Langosta… Com mais de 20 quilómetros de praias e uma infinidade de hotéis com tudo incluído, não te vão faltar lugares para estenderes a tua toalha. A maioria das praias de Cancún são conhecidas pela areia branca e água azul-turquesa, embora nalgumas partes da chamada “zona hoteleira” podes encontrar algumas ondas que dificultam nadares descansado e, nos últimos anos, os temidos sargaços. O primeiro dependerá sempre da tua localização e do vento, mas para o segundo, páginas como esta, que falam sobre a situação relacionada com estas algas, vão ajudar-te bastante. Para tornar a tua escolha um pouco menos difícil, vamos dizer-te quais as praias mais interessantes para visitares em Cancún. Melhores praias para visitar em Cancún • Praia Delfines: é uma das melhores e também uma das mais conhecidas. Aqui vais encontrar o famoso letreiro colorido de Cancún, caso te apeteça tirar uma fotografia. No entanto, é muito comum haver ondas e correntes, pelo que deves nadar com cuidado. • Praia Langosta: uma das praias mais confortáveis, especialmente se estiveres a pensar visitar Cancún com crianças. Como é pouco profunda, não terás de te preocupar tanto com os mergulhos. • Praia Marlín: é uma praia um pouco mais íntima, no entanto as ondas são normalmente fortes. • Praia Gaviota Azul (ou Playa Forum): uma das praias mais conhecidas da zona hoteleira, tende a ter ondas bastante altas, pelo que é normal veres pessoas a surfar. Para além disso, como fica perto dos bares, costuma ter um bom ambiente, caso procures diversão. • Praia Chac Mool: também uma das mais famosas, com muitas oportunidades para atividades aquáticas. • Praia Caracol: é uma das mais pequenas e não tem muitas ondas. Podes chegar ao farol, que tem muito charme, se caminhares para a direita, em direção ao hotel Hyatt Ziva. • Praia das Tortugas: costuma ser calma e pouco profunda, por isso é perfeita para visitar com a família. Se, como nós, gostas de explorar paraísos, não percas o nosso artigo sobre as melhores praias do México. 2. Excursão a Chichén Itzá, uma paragem obrigatória em Cancún A menos que estejas a planear uma visita a partir de Valladolid ou Mérida, uma das coisas essenciais a fazer em Cancún é visitar Chichén Itzá. Não precisa de apresentações, uma vez que foi declarado Património da Humanidade da UNESCO e uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, pelo que não podes deixar de pensar numa visita ao mais famoso dos sítios arqueológicos maias. Com um carro alugado ou se apanhares um dos autocarros da ADO, estarás em frente à famosa Pirâmide de Kukulkan em cerca de 3 horas a partir de Cancún. No entanto, dado que se trata de um local histórico e por uma questão de comodidade, pensamos que o melhor é juntares-te a uma das muitas excursões que partem dos hotéis da cidade. 3. Visitar Isla Mujeres É claro que desfrutar das praias é a principal coisa a fazer em Cancún, mas recomendamos que também explores as praias de Isla Mujeres. Localizada em frente a Cancún e a apenas 20 minutos de barco, é o lar de uma das praias mais famosas da Riviera Maya: Playa Norte. É tão espectacular que vais sentir-te como se tivesse entrado numa piscina. É possível explorar Isla Mujeres num único dia devido à frequência dos ferries. Quando chegares lá, a coisa mais divertida a fazer é alugar um carrinho de golfe para percorrer a ilha de uma ponta à outra. Outras paragens obrigatórias incluem Punta Sur, Playa Lancheros e Parque de los Sueños. Viajar em segurança no México Com tantas coisas para fazer e lugares para descobrir, como alerta o Ministério dos Negócios Estrangeiros, é essencial ter o melhor seguro de viagem para o México.Um acidente, um problema digestivo provocado por uma comida estragada, uma entorse no tornozelo ou qualquer doença que não seria grave no teu país, pode significar ir parar a centros médicos com falta de condições ou a clínicas privadas que te custarão centenas de euros. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino. Graças à sua elevada cobertura em cuidados de saúde, terás acesso aos melhores especialistas sem teres de pagar nada do teu bolso. Além disso, terás outras coberturas que te vão proteger em casos como roubo, desportos de aventura, problemas com a bagagem, incidentes de transporte ou se precisares de ser repatriado. Não arrisques no México e contrata já o teu seguro. 4. Passear pela cidade de Cancún e comer no Parque das Palapas Para sermos realistas, a cidade de Cancún não é nem de longe tão bonita como Mérida, Campeche ou Valladolid, também na Península de Yucatán. No entanto, se estás a pensar tirar alguns dias para visitar Cancún, encorajamos-te a sair para jantar ou almoçar no centro da cidade para teres uma ideia do ambiente lá. A Avenida Tulum é a via principal e está repleta de parques, lojas, restaurantes e, claro, barracas de tacos baratos. Um dos locais mais conhecidos para comprar artesanato é o Mercado 28, mas ainda mais animado é o Parque de las Palapas, o ponto de encontro dos habitantes locais (um dos nossos favoritos, a Taqueria Coapeñitos, fica perto), especialmente aos fins-de-semana. Para mais compras, tens a Plaza las Americas (na cidade) ou o La Isla Shopping (na zona hoteleira). 5. Zonas arqueológicas para visitar em Cancún: El Rey, Museu Maia de Cancún e San Miguelito Talvez não saibas, mas existem vários sítios arqueológicos para visitares em Cancún. Obviamente, não atingem o nível de outras ruínas maias em Yucatan ou Riviera Maya, como Chichén Itzá, Coba ou Uxmal, mas são interessantes de ver. Melhores zonas arqueológicas em Cancún • Zona Arqueológica de El Rey: o nome deste recinto deve-se a uma escultura de um monarca que foi encontrada aqui, mas cujo nome é totalmente desconhecido. É provável que este tenha sido um dos portos mais importantes para os Maias, e é a zona arqueológica mais interessante para visitar em Cancún. Tem 47 estruturas, embora a mais chamativa seja a pirâmide número 2, um templo no qual foi encontrado o corpo de uma pessoa de alto nível, com um machado de cobre, uma pulseira e ornamentos de conchas e ossos. A entrada custa 70 pesos por pessoa. • Museu Maia de Cancún e Zona Arqueológica de San Miguelito: Possivelmente um dos melhores lugares para visitar em Cancún, trata-se de um museu com uma das coleções mais completas da cultura Maia com peças relevantes do estado de Quintana Roo, mas também de outros sítios como Paleque, Chichén Itzá e Comalcalco. A entrada custa 85 pesos e inclui o acesso à zona arqueológica de San Miguelito, onde ainda se pode ver uma (pequena) pirâmide maia. Estão situados no coração da zona hoteleira de Cancún. • Zona Arqueológica de El Meco: Ficarás surpreendido com a beleza e o estado de conservação destas ruínas maias. Acredita-se que tenha sido um importante centro de pesca, comercial e religioso para os Maias. É composto por 14 estruturas com um templo principal, El Castillo, uma pirâmide de 5 níveis. O acesso custa apenas 70 pesos e está cheio de iguanas. • Yamil Lu’um: localizado no meio da zona hoteleira de Cancún, é um conjunto de dois templos, sendo o principal o Templo de Alacran. Recebeu este nome porque foi encontrada uma estrutura deste animal numa das suas paredes. Acredita-se que tenha sido construído entre os séculos XII e XVI. A entrada é gratuita. 6. Visitar a Zona Arqueológica de Tulum É muito provável que já tenhas visto dezenas de vezes o postal de El Castillo, o edifício mais emblemático da Zona Arqueológica de Tulum, e a cor intensa do mar das Caraíbas quando este passa pela Riviera Maya. Por isso, na tua lista de coisas para fazer em Cancún, não deves deixar de incluir uma visita àquelas que, depois de Chichén Itzá, são as ruínas maias mais conhecidas do México. Antigamente chamada Zamá, foi uma cidade murada da cultura maia entre 1200 e 1450. Pelos vestígios encontrados, parece ter sido um importante centro de culto ao chamado “deus descendente”. A tua visita durará um par de horas, e não podes deixar de visitar o Templo de los Frescos, cujas paredes interiores estão repletas de pinturas em tons predominantemente cinzentos e azuis. Além disso, lembra-te de trazer o teu fato de banho, porque há uma praia deslumbrante mesmo na zona arqueológica onde podes dar um mergulho. Para lá chegares a partir de Cancún, a forma mais cómoda é contratares uma excursão, uma vez que não terás de te preocupar com os transferes e serás sempre acompanhado por um guia. No entanto, também é possível fazeres esta visita a partir de Cancún por conta própria com um carro alugado ou apanhando um dos autocarros da ADO. Neste último caso, a viagem deve durar pelo menos 2,5 horas. Durante a sua estadia, recomendamos que visites a Playa Paraiso, possivelmente uma das mais belas praias da Riviera Maya. 7. Torre Escénica do Embarcadero de Cancún Se quiser ver Cancún das alturas, o melhor lugar para o fazeres é a Torre Escénica do Embarcadero de Cancún. Trata-se de uma torre de 85 metros de altura a partir da qual poderás desfrutar de uma vista panorâmica do mar e da zona hoteleira, bem como das paisagens dos mangais, uma vez que está localizada no ponto em que a Lagoa Nichupte se funde com o mar. O passeio é muito cómodo, basta subir a uma cabine circular (com capacidade para 60 pessoas) que sobe em espiral até ao topo. Uma vez no topo, continua a rodar enquanto recebes explicações (em inglês e espanhol) sobre Cancún e a Riviera Maya. Nota que a duração da atividade é de apenas 10 minutos e que a taxa de entrada é atualmente de 20$, pelo que não é a melhor relação qualidade/preço. 8. Mergulho e snorkelling, duas coisas interessantes para fazer em Cancún Com a sua localização nas Caraíbas e a proximidade do recife de Manchones, com 12 metros de comprimento, há muitas excursões de mergulho e snorkelling disponíveis a partir de Cancún. A visibilidade é boa durante todo o ano e a temperatura da água ronda os 25ºC-28ºC. Além disso, como não há muitas correntes, é um ótimo lugar para quem tem pouca experiência e quer experimentar o snorkelling ou fazer os primeiros mergulhos. Entre os muitos locais de mergulho desta zona encontra-se o MUSA ou Museo Subaquático de Arte, que é uma das poucas galerias de arte subaquática do mundo. Está localizado entre Isla Mujeres e Cancún e pode ser apreciado tanto com mergulho como com snorkelling. Um dos recantos mais conhecidos do museu é a Galeria Manchones, onde, a uma profundidade de 8 metros, se encontram 473 esculturas, incluindo uma casa e um carro carocha. 9. Alugar um carro e explorar o resto da Riviera Maya Portanto, já reparaste que fizemos batota e a lista de coisas para fazer em Cancún inclui vários recantos da Riviera Maya, como Chichén Itzá e Tulum. No entanto, não podíamos deixá-los de fora, porque muitos viajantes não têm muito tempo para explorar a área e decidem fazer de Cancún a sua base para excursões. Se tiveres mais tempo e quiseres explorar um pouco mais, não hesites e procura um carro para alugar. Embora os autocarros da ADO cubram a maior parte dos percursos para destinos como Mérida, Valladolid, Playa del Carmen e Tulum, é totalmente seguro (e muito mais confortável) deslocares-te num carro alugado. Desta forma, também poderás conhecer a multiplicidade de cenotes e praias de Yucatán, bem como incríveis zonas arqueológicas pouco conhecidas (Calakmul ou Uxmal são dois bons exemplos) ou pequenas aldeias como as que se encontram ao longo da chamada Rota dos Conventos. Embora as distâncias em muitos casos sejam relativamente curtas, se tiveres vários dias, recomendamos que consideres ter como base locais como Valladolid, Bacalar, Tulum ou Mérida. Podes até considerar passar algumas noites em Cozumel ou Holbox, duas das melhores ilhas do México. 10. Festa no Coco Bongo Terminamos a nossa lista de coisas para fazer em Cancún com algo um pouco mais animado. Se o teu corpo quer festa, o Coco Bongo é a mais conhecida de todas. Esta macro-discoteca (que também tem outras filiais em Playa del Carmen e Punta Cana) oferece festas quase todos os dias com espetáculos impressionantes de inspiração tropical. Nota que o ambiente é bastante internacional, por isso não esperes misturar-te com os habitantes locais. Se quiseres algo mais descontraído e com um público mais variado, uma boa alternativa é o Mora Mora, relativamente perto do Mercado 28. Aqui, para além de boa comida e bebida, há música ao vivo em muitas noites e atividades mais alternativas que podem ser adequadas. Tem em atenção que só estão abertos até à 1h da manhã. O que não fazer em Cancún Infelizmente, existem imensos exemplos de turismo animal irresponsável em Cancún. Dolphinariums, espetáculos com aves, alimentação de peixes… Por favor, não incluas nenhuma destas atividades na tua lista de coisas a fazer em Cancún e sê um turista responsável. É nosso dever investigar antes de fazer qualquer tipo de experiências que incluam animais ou antes de visitar qualquer um dos parques temáticos na Riviera Maya, de modo a não contribuir para os maus-tratos e a promoção deste tipo de atividades. Quantos dias são necessários para visitar Cancún? O número de dias necessários para visitar Cancún vai depender da forma como planeares o teu itinerário no México. Se não estás a planear visitar outros locais na Riviera Maya e Cancún vai ser a tua base para fazer diferentes excursões pela Península de Yucatán, aconselhamos que não lhe dês menos de 5 dias, para não perderes locais incríveis como Chichén Itzá, Tulum, Coba, Cozumel ou os diferentes cenotes desta zona. Por outro lado, se só pensas em Cancún como um destino de praia ou como ponto de partida para Isla Mujeres, 3 dias devem ser mais do que suficientes. Vamos dizer-te como planeares os teus dias neste canto do México. O que fazer em Cancún em 3 dias Recomendamos que passes o primeiro dia a relaxar e a explorar as várias praias da zona hoteleira. Se quiseres mexer-te um pouco mais, podes visitar a Zona Arqueológica de El Rey e o Museu Maia de Cancun. Ao pôr-do-sol, dirige-te ao Parque das Palapas e ao Mercado 28. No segundo dia, podes fazer uma viagem à Isla Mujeres ou uma excursão de snorkelling, consoante o que preferires. O terceiro dia, vai depender da tua vontade de descansar ou do resto do teu itinerário. Se não quiseres visitar Chichén Itzá noutra altura, não hesites e aproveita a oportunidade. O que fazer em Cancún em 5 dias Com 5 dias em Cancún, para além do que já referimos, recomendamos que experimentes fazer mergulho ou que alugues um carro para explorar outras zonas da Riviera Maya, como Playa del Carmen ou Tulum. Também podes visitar os cenotes de Dos Ojos e Jardin del Eden, dois dos melhores cenotes da Riviera Maya. Estás pronto para visitar Cancún? Esperamos que sim! Não vás embora antes de ler estes artigos úteis sobre o México: • Documentos e requisitos para viajar para o México • Seguro de viagem para o México 2023 • Itinerário de viagem de 15 dias para o México

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6 experiências que não podes perder em Tenerife

6 experiências que não podes perder em Tenerife

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Localizada nas Ilhas Canárias, Tenerife é um destino de férias popular para pessoas de todo o mundo. Com a sua beleza natural deslumbrante, praias magníficas e cultura fascinante, é fácil de ver o porquê deste destino ser escolhido por muitos viajantes. No entanto, com tanto para ver e fazer nesta ilha, pode ser difícil saber por onde começar. Na IATI, queremos ajudar-te a planear as tuas férias perfeitas e por isso, neste artigo, vamos falar-te de 5 experiências que não podes perder em Tenerife. Continua a ler e descobre tudo o que podes fazer nesta ilha! 1. Parque Nacional do Teide Uma das maravilhas naturais mais deslumbrantes de Tenerife é o Parque Nacional de Teide. Localizado no centro da ilha, este parque é o lar do deslumbrante Monte Teide, que é o pico mais alto de Espanha. Podes fazer o trilho até ao cume da montanha, que oferece incríveis vistas panorâmicas da ilha. Se caminhar não é o teu forte, ainda podes e deves desfrutar da beleza do parque dando uma volta de carro pelas estradas sinuosas que o atravessam. O parque alberga uma incrível variedade de flora e fauna, e é provável que vejas de tudo, desde florestas de pinheiros a formações rochosas vulcânicas. Sem dúvida uma paragem obrigatória neste guia. 2. La Orotava Se procuras um gosto da arquitetura tradicional canária, então uma visita a La Orotava é uma paragem obrigatória. Esta cidade encantadora está localizada na parte norte da ilha e é o lar de muitos edifícios históricos muito bem preservados. Um dos destaques de La Orotava é a sua cidade antiga, que é lar de muitos exemplos impressionantes da arquitetura tradicional canária. As ruas da cidade são forradas por elegantes edifícios coloniais, e muitas delas têm varandas de madeira maravilhosamente esculpidas e fachadas coloridas. A praça principal da cidade, Plaza de la Constitución, também merece uma visita. Esta praça é o lar de uma fonte rodeada por edifícios históricos, incluindo a Câmara Municipal e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição. A fachada barroca da igreja é particularmente impressionante, e o interior é o lar de muitas esculturas e pinturas. Outra atração imperdível em La Orotava é o seu jardim botânico. O jardim cobre uma área de cerca de 20.000 metros quadrados e alberga uma incrível variedade de plantas e árvores exóticas. Caminhares pelo jardim é uma forma pacífica e relaxante de passares uma tarde, e é certo que vais ter oportunidade de ver plantas que nunca viste antes. Para além dos seus edifícios históricos e jardim botânico, se fores um fã de comida, La Orotava é também o lar de uma variedade de lojas, restaurantes, e cafés. Podes aproveitar provar alguma cozinha tradicional canária, como as papas arrugadas e o molho mojo, ou percorrer as muitas lojas e galerias de artesanato da cidade, sem dúvida uma das 5 experiências que não podes perder em Tenerife! 3. Masca Masca é uma aldeia pitoresca localizada na parte noroeste de Tenerife, conhecida por estar aninhada num vale profundo entre as altas montanhas. Esta aldeia isolada é conhecida pela sua beleza natural deslumbrante, arquitetura tradicional, e trilhos para caminhadas para os mais aventureiros. Uma das principais atrações de Masca é o seu deslumbrante cenário. Rodeada por montanhas e vegetação luxuriante, a aldeia oferece vistas panorâmicas da paisagem rural circundante que é verdadeiramente espectacular. A própria aldeia é também encantadora, com casas de pedra tradicionais e ruas estreitas e sinuosas que te dão uma sensação intemporal. Outro ponto alto de Masca são os trilhos para caminhadas. Há vários trilhos que serpenteiam pelas montanhas, oferecendo aos caminhantes a oportunidade de explorar de perto a beleza natural da área. Um dos trilhos mais populares é a caminhada pelo desfiladeiro do Masca Gorge, que te leva através de um deslumbrante desfiladeiro. Se não estiveres disposto a fazer uma longa caminhada, podes também explorar a própria aldeia. Há vários edifícios e marcos históricos para ver, incluindo a igreja da Imaculada Conceição do século XVIII e a Casa de los Avinculados, uma mansão histórica que foi transformada num museu. Apesar da sua localização remota, Masca é também o lar de alguns pequenos restaurantes e cafés onde podes provar alguma cozinha tradicional, e sabemos que muitas das vezes a melhor comida tradicional está nestas pequenas aldeias. A localização da aldeia nas montanhas também significa que é frequentemente mais fresca do que a costa, tornando-a num ótimo local para escapar ao calor e desfrutar de um retiro tranquilo. 4. Ver Baleias em Tenerife Se até agora não estavas impressionado com a variedade de coisas que existem para fazer em Tenerife, certamente estás agora. A observação de baleias é uma atividade popular em Tenerife, e por uma boa razão. As águas em redor da ilha albergam uma grande variedade de vida marinha, incluindo golfinhos, baleias-piloto, e até orcas, assim ver baleias é sem dúvida uma das 5 experiências que não podes perder em Tenerife. Há várias empresas que oferecem excursões de observação de baleias em Tenerife, e a maioria delas parte da costa sul da ilha. As excursões duram tipicamente cerca de 2-3 horas e levam-te para o mar aberto, onde terás a oportunidade de ver estas majestosas criaturas de perto. Um dos melhores locais para observar baleias em Tenerife é o Estreito de Gibraltar, que é uma estreita faixa de água que separa a ilha do continente africano. Esta área é conhecida pela sua grande população de baleias-piloto, que podem frequentemente ser vistas a nadar em grandes grupos perto da superfície da água. Para além das baleias-piloto, as águas de Tenerife são também o habitat de várias espécies de golfinhos, incluindo golfinhos roazes e golfinhos comuns. Estas criaturas brincalhonas são frequentemente vistas a nadar e a saltar ao lado dos barcos durante os passeios de observação de baleias, proporcionando uma experiência verdadeiramente inesquecível. É importante escolher uma empresa de observação de baleias de renome ao reservares a tua excursão, para garantir que não estás a perturbar o comportamento natural dos animais ou a causar-lhes qualquer dano. A maioria das empresas segue diretrizes rigorosas para assegurar que as excursões são conduzidas de uma forma ecológica e responsável, por isso não te esqueças de escolher uma que cumpra estas directrizes. 5. Siam Park Se procuras uma forma divertida e excitante de te refrescares num dia quente, então uma visita ao Siam Park é uma paragem obrigatória. Este parque aquático está localizado na parte sul da ilha e apresenta uma variedade de escorregas emocionantes, uma piscina de ondas, e até mesmo uma praia artificial. Um dos pontos altos do Siam Park é a Torre do Poder, que é um escorrega de 28 metros de altura que termina com uma passagem num túnel numa piscina cheia de tubarões e raias. O escorrega não é para os menos aventureiros, mas é certamente uma das 5 experiências que não podes perder em Tenerife. Para além dos passeios emocionantes, o Siam Park tem também uma variedade de atrações mais relaxantes, incluindo um rio e uma grande piscina que é perfeita para nadar e para relaxar. 6. Descobre as praias de Tenerife Tenerife é conhecida pelas suas praias de cortar a respiração, cada uma com o seu caráter e encanto únicos. Desde praias de areia negra vulcânica a praias de areia dourada, há algo para o gosto de todos os viajantes. Uma das praias mais populares é a Playa de Las Teresitas, localizada a apenas uma curta distância da capital de Santa Cruz de Tenerife. Esta praia é única porque apresenta areia dourada proveniente do Deserto do Saara, criando um contraste impressionante contra as águas azuis do Oceano Atlântico. Se preferires uma experiência de praia mais tranquila, vai até Playa del Duque na Costa Adeje. Esta praia é conhecida pelas suas águas cristalinas e comodidades de luxo, incluindo cafés e bares à beira-mar. Se és daqueles que procura uma aventura, dirije-te à Playa de Benijo, uma praia isolada localizada na costa norte de Tenerife. Esta praia é rodeada por dramáticas falésias e é popular entre os surfistas devido às suas ondas fortes. Quer estejas à procura de relaxamento ou aventura, explorar as praias de Tenerife é uma experiência imperdível para qualquer visitante da ilha. Em conclusão, Tenerife oferece um leque diversificado de experiências para viajantes que procuram aventura, relaxamento, e cultura. Lembra-te que situações inesperadas podem surgir durante qualquer viagem, razão pela qual é recomendável viajares com seguro de viagem. Ter um seguro de viagem vai proteger-te em casos de perda financeira por cancelamento da viagem, emergências médicas, ou perda de bagagem. Ao reservares tempo para planear com antecedência e investires num seguro de viagem, podes desfrutar plenamente do teu tempo em Tenerife, sabendo que estás coberto em caso de qualquer circunstância imprevista.

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Itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana

Itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana

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A Costa Amalfitana é um dos destinos mais bonitos e deslumbrantes de Itália, conhecida pela sua magnífica costa, cidades coloridas, e uma cozinha deliciosa. Com tanto para ver e fazer, planeares a tua viagem pode ser avassalador. Neste artigo, criámos um itinerário de 7 dias para te ajudar a aproveitares ao máximo o teu tempo na Costa Amalfitana. Nota que isto é um itinerário com tempo mínimo, aconselhamos vivamente a que, se tiveres oportunidade, passes mais tempo em cada uma das localizações. Considerações importantes para a tua viagem à Costa Amalfitana Ao planeares a tua viagem à Costa Amalfitana, há algumas dicas que te podem ajudar a tirar o máximo partido da tua experiência. Em primeiro lugar, considera visitar este destino entre abril e junho ou setembro e outubro, quando o tempo estiver mais ameno e numa época menos turística. Além disto, para poupares algum dinheiro, talvez queiras ficar alojado numa das cidades mais pequenas da costa, como Praiano ou Maiori, em vez dos destinos mais populares como Positano ou Amalfi. Também é importante referir que não é recomendável alugar um carro, pois as estradas são muito estreitas e sinuosas e podem ser bastante desafiantes para conduzir. Em vez disso, considera utilizar transportes públicos ou contratar um condutor privado para as tuas excursões. Finalmente, não te esqueças de mergulhar na cozinha local, que inclui marisco fresco, pratos com sabor a limão, e o famoso licor de limoncello. Itinerário de 7 dias na Costa Amalfitana Dia 1: Chegada a Nápoles A tua viagem para a Costa Amalfitana começa com um voo para o Aeroporto Internacional de Nápoles. A partir daí, apanha um táxi ou transporte público para o teu alojamento numa das cidades ao longo da costa. Passa o dia a explorar Nápoles, visita as atrações populares como a Piazza del Plebiscito e o Museu Nacional de Arqueologia de Nápoles. Nápoles é uma cidade vibrante, com uma história e cultura ricas. A Piazza del Plebiscito é uma das maiores praças públicas de Nápoles e está rodeada por edifícios importantes, tais como o Palácio Real, a Basílica de San Francesco di Paola, e o Palácio de Salerno. O Museu Nacional de Arqueologia de Nápoles alberga uma das mais extensas coleções de artefatos gregos e romanos do mundo, incluindo o famoso Touro Farnésio. Dia 2: Sorrento No dia 2, apanha um ferry ou autocarro para a encantadora cidade de Sorrento. Conhecida pelas suas ruas estreitas, bela arquitetura, e vistas deslumbrantes da Baía de Nápoles, Sorrento é um destino popular para os viajantes. Passa o dia a vaguear pelas muitas lojas, cafés e restaurantes da cidade, e não deixes de visitar a Catedral de Sorrento e o parque Villa Comunale. A Catedral de Sorrento é uma impressionante catedral do século XV com uma arquitetura deslumbrante. A Villa Comunale é um parque localizado no coração de Sorrento e oferece uma excelente vista sobre o Golfo de Nápoles. Podes também dar uma pequena caminhada até à vila piscatória da Marina Grande, conhecida pelos seus restaurantes de marisco e barcos coloridos. Dia 3: Capri No terceiro dia do teu itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana, apanha um ferry de Sorrento para a ilha de Capri, um dos destinos mais populares e pitorescos do Mediterrâneo. À chegada, sugerimos que apanhes o teleférico até ao topo do Monte Solaro, o ponto mais alto da ilha, para desfrutares de vistas panorâmicas do mar e da costa que rodeiam Capri. Depois, visita os deslumbrantes Jardins de Augusto, um parque exuberante cheio de flores perfumadas, oliveiras, e vistas magníficas das formações rochosas de Faraglioni. Se estiveres disposto, também sugerimos que dês um mergulho nas águas límpidas e azuis da Marina Piccola, uma pequena praia no lado sul da ilha. Finalmente, não deixes de visitar a encantadora cidade de Anacapri, que se situa nas encostas do Monte Solaro e oferece uma atmosfera mais descontraída e autêntica do que a movimentada cidade de Capri. Aqui, podes explorar a histórica Villa San Michele, que foi construída sobre as ruínas de uma antiga villa romana e é famosa pelos seus jardins e vistas deslumbrantes. Dia 4: Positano No dia 4, dirigir-te para a pitoresca cidade de Positano, um dos destinos mais famosos e fotografados da Costa Amalfitana. Dá um passeio pelas ruas estreitas alinhadas com casas e lojas coloridas que vendem cerâmica artesanal, sandálias, e outros produtos locais. Dirige-te a Spiaggia Grande, a principal praia de Positano, para apanhares sol e desfrutares das águas límpidas e turquesa. Se te sentires aventureiro, considera alugar um caiaque para explorares a linha costeira de uma perspetiva diferente. À tarde, sobe a colina até à encantadora aldeia de Montepertuso, que oferece vistas de cortar a respiração de Positano. Aqui, podes deliciar-te com algumas das especialidades locais, tais como peixe fresco, massa feita à mão, e o famoso bolo de limão. Finalmente, termina o teu dia apreciando o pôr-do-sol sobre o mar de um dos muitos miradouros panorâmicos de Positano. É uma bela maneira de marcar o meio do nosso itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana, não é? Dia 5: Ravello No dia 5 vais dirigir-te para a cidade de Ravello, situada acima da Amalfi e conhecida pelos seus jardins, vilas e vistas panorâmicas. Começa a tua visita com um passeio pelos Jardins Villa Cimbrone, que oferecem vistas deslumbrantes da costa e do mar. Este é um local perfeito para tirares fotografias e apreciares a vista. A partir daqui, visita a famosa Villa Rufolo. Deves, sem dúvida, explorar as encantadoras ruas de Ravello e passar por algumas das lojas de artesanato da cidade para ires buscar algumas recordações feitas à mão, tais como cerâmicas ou artigos de couro. Finalmente, termina o teu dia saboreando algumas das especialidades locais (porque boa comida nunca é demais) num dos muitos restaurantes de Ravello. Dia 6: Amalfi No penúltimo dia, visita a cidade que dá o nome à Costa Amalfitana – Amalfi. Começa o teu dia com uma visita à impressionante Catedral de Santo André, que apresenta uma bela mistura de estilos arquitetónicos, incluindo românico, gótico, e barroco. Dentro da catedral, podes ver os restos mortais do santo padroeiro de Amalfi, Santo André, e admirar os bonitos mosaicos. Depois de visitares a catedral, explora as encantadoras ruas de Amalfi e passeia ao longo do passadiço junto ao mar, onde podes admirar os barcos coloridos e apreciar a brisa do mar. Ao almoço, dirije-te a um dos muitos restaurantes da cidade e experimenta algumas das especialidades locais, tais como anchovas frescas, massa feita à mão, ou o famoso sfusato de limão. À tarde, considera fazer um passeio de barco para explorares a deslumbrante linha costeira de uma perspetiva um pouco diferente e com menos gente. Muitos guias turísticos oferecem excursões à Gruta Esmeralda, uma fascinante caverna marítima com água de cor esmeralda e formações rochosas únicas, muito próxima da cidade de Amalfi. Finalmente, termina o teu dia a saborear um copo de vinho local ou um refrescante limoncelo enquanto admiras o pôr-do-sol sobre o mar. Dia 7: Dia Livre No teu último dia, tira algum tempo para relaxares e desfrutares da Costa de Amalfi ao teu próprio ritmo. Podes passar o dia na praia, fazer um passeio de barco pela costa, ou explorar qualquer uma das cidades que te possam ter escapado. Por último, a Costa Amalfitana é um destino inesquecível que deve estar na bucketlist de todos os viajantes. Com este itinerário de 7 dias, podes ver alguns dos melhores pontos turísticos e atrações que a costa tem para oferecer e ao mesmo tempo teres tempo para relaxares e desfrutares da paisagem. Esperamos que este itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana te tenha ajudado a planear a tua viagem a este lugar absolutamente deslumbrante.

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O que ver e fazer em Havana, Cuba

O que ver e fazer em Havana, Cuba

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Há tantas coisas para ver e fazer em Havana que podes estar a ter dificuldades a planear tudo com antecedência. A capital da ilha é um dos pontos turísticos obrigatórios em qualquer itinerário de viagem a Cuba, mas há tanto para ver e fazer em Cuba que podes estar a sentir-te sobrecarregado de informação. Além dos principais monumentos, há ruas encantadoras, bares lendários e outros recantos escondidos que não podes perder. Havana é eclética, nostálgica e, por vezes, decadente, mas, acima de tudo, é uma cidade com muita vida que vais sem dúvida aproveitar. Continua a ler e descobre o que ver e fazer em Havana, uma cidade maravilhosa. 1. Capitólio Nacional de Cuba Vamos começar por um dos pontos turísticos obrigatórios em Havana: o Capitólio Nacional de Cuba. Construído em 1929 para albergar as duas câmaras do Congresso, a sua arquitetura vai parecer-te muito familiar, pois é inspirada pelo Panteão em Paris, St Paul’s em Londres e o Capitólio nos Estados Unidos. Foi submetida a uma grande renovação que foi concluída em 2019 e agora a cúpula parece mais brilhante do que nunca, graças à folha de ouro doada pela Rússia. Para além da sua imponente arquitetura, o Capitólio é a origem quilométrica da rede rodoviária de Cuba. Após o triunfo da Revolução, com a dissolução do Congresso, foi transformado na sede do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ambiente e da Academia das Ciências de Cuba. A partir de 2015, voltou a ser a sede do Parlamento cubano. Embora já seja espectacular do exterior, recomendamos que te inscrevas numa das visitas guiadas ao seu interior e jardins. Para além de o veres da rua, se quiseres tirar fotografias impressionantes, pode fazê-lo a partir das varandas do Gran Teatro Alicia Alonso (também um espectacular edifício neo-barroco do início do século XX) e dos terraços do Hotel Inglaterra e do Iberostar Parque Central. 2. Castelo dos Três Reis do Morro Também conhecido como Castillo del Morro, foi construído no século XVI para proteger a cidade dos constantes ataques de piratas e corsários. Dada a sua localização, o Morro foi a principal defesa do porto até à construção de La Cabaña, no final do século XVIII. Para além do seu interesse histórico, uma visita a este canto de Havana garante-te uma bela vista panorâmica da cidade. 3. Tomar uma bebida no Bodeguita del Medio e no Bar Floridita Rum e Cuba andam de mãos dadas, algo que não podes perder em Havana é visitar os seus dois bares mais emblemáticos, seguindo os passos do escritor Ernest Hemingway. “O meu mojito em La Bodeguita e o meu daiquiri em La Floridita”, então que melhor plano do que experimentar cada bebida no seu templo? É verdade que por causa das suas palavras ambos se tornaram lugares eminentemente turísticos, mas ainda conservam muito encanto e o daiquiri em La Floridita será um dos melhores que vais encontrar durante a tua viagem a Cuba. Além disso, há normalmente música ao vivo, o que torna a experiência ainda mais especial. Viajar em segurança em Cuba Lembra-te que para entrares no país é obrigatório teres uma apólice de seguro internacional. Neste guia dizemos-te qual e porque é o melhor: O melhor seguro de viagem para Cuba. O melhor seguro para este destino é o IATI Mochileiro. Para além de te proteger e oferecer uma ampla assistência médica, também te cobre em casos de roubo, problemas com a bagagem, incidentes de transporte ou o muito caro repatriamento. Não esperes mais e obtém já o teu seguro: 4. Plaza de la Catedral, o coração da Velha Havana Passear por Havana Velha quase sem rumo é uma obrigação, mas uma das paragens essenciais é a Plaza de la Catedral. Tem este nome porque é o lar da Catedral da Virgem Maria da Imaculada Conceição de Havana, um templo de arquitetura barroca datado do século XVIII e declarado Património Mundial pela UNESCO. Se olharmos de perto, para além da sua beleza, notamos que as suas torres são irregulares. Os edifícios que compõem a Plaza de la Catedral são também maravilhosos, destacando-se as casas do Marqués de Arcos e do Marqués de Aguas Claras. Por curiosidade, numa das arcadas vais encontrar uma escultura do bailarino espanhol Antonio Gades, um amante de Cuba que pediu para que parte dos seus restos mortais fossem depositados para descansar na ilha. 5. Passeio ao longo do Paseo del Prado Será praticamente impossível no teu itinerário sobre o que ver e fazer em Havana não passar pelo Paseo del Prado, mas, mesmo assim, certifica-te de que o fazes. Este passeio liga o Parque Central ao Malecón, do qual falaremos a seguir, e é um dos mais belos do país, ladeado por belos edifícios e movimentado com artistas aos fins-de-semana. 6. Passeio ao longo do Malecón, um ponto de passagem obrigatório em Havana Esta lista de coisas a ver e fazer em Havana não estaria completa sem uma caminhada ao longo do Malecón. Possivelmente um dos locais mais amados pelos habitantes de Havana, uma vez que é o seu ponto de encontro por excelência. Podes caminhae ao longo do Malecón em qualquer altura, mas vais achá-lo mais interessante à tarde, quando muitos vêm passear, conversar, comer um gelado ou ir pescar. 7. Praça da Revolução A Praça da Revolução de 72.000 metros quadrados é uma das maiores praças do mundo e, como já deves ter adivinhado, a maior praça para veres em Havana. É bastante conhecida porque foi o local de muitos dos discursos de Fidel Castro, bem como de outros eventos públicos bastante conhecidos. Atualmente, para além de a visitares pela sua importância histórica, é peculiar pela silhueta de Che Guevara no Ministério do Interior e pela silhueta de Camilo Cienfuegos no Ministério das Comunicações. É também o lar do Monumento José Martí, uma torre que detém o título de mais alta de Havana e tem um miradouro. Embora a vista panorâmica não seja a melhor (achamos a do Cristo de La Habana mais impressionante), é um local curioso para visitar. 8. Praça de Armas A praça mais antiga para veres em Havana Velha é a Plaza de Armas. Aqui encontrará o Palácio dos Condes de Santovenia (de finais do século XVIII), o Museu da Cidade (no Palácio dos Capitães Gerais), o Palácio do Segundo Cabo, o Castelo da Força Real, El Templete (um monumento em forma de templo dórico grego), o Museu Nacional de História Natural, o Museu da Navegação e o Museu do Automóvel. Para além de acolher os vários edifícios que o rodeiam, recomendamos que o incluas na tua lista de o que ver e fazer em Havana para desfrutares do ambiente. É bastante comum encontrá-lo cheio de bancas de livros em segunda mão, de segunda a sábado. A melhor maneira para lá chegares é passear pela Calle Obispo, uma bela rua pedonal forrada de lojas de todo o tipo, incluindo um grande mercado de artes. Não o percas durante a tua visita a Havana. 9. Parque Central e aluguer de um passeio de almendrón Outro local animado a visitar em Havana é o Parque Central. É o lar da estátua mais antiga de José Martí e de vários jardins agradáveis onde não é raro encontrar pessoas a dançar. Entre os edifícios que rodeiam o Parque Central encontram-se o Gran Teatro Alicia Alonso, o Hotel Inglaterra, o Hotel Telégrafo, o Hotel Plaza, o Hotel Parque Central e a Manzana de Gómez. Além disso, é comum encontrares muitos carros clássicos, conhecidos como almendrones, neste parque. Podes, claro, ficar ao longe a observá-los, mas o melhor a fazer é contratares os serviços do motorista do carro que mais gostas para o levares numa excursão a Havana. Parece um pouco turístico, nós sabemos, mas a experiência é única e autêntica. Terás de negociar, mas espera pagar cerca de 30 euros por hora. 10. Praça de São Francisco de Asís A Praça de São Francisco de Asís é uma das mais bonitas para visitares em Havana. Por um lado, devido ao seu tamanho, o que a torna um local ideal para te sentares e tomares uma bebida num dos seus cafés. Por outro lado, porque é o lar da Igreja e Convento de São Francisco de Asís, do século XVI. Completamente restaurada nos anos 90, vais encontrar também a Fonte dos Leões, obra do escultor italiano Guiseppe Gaginni feita de mármore branco, a Lonja del Comercio e a peculiar estátua do Cavaleiro de Paris. Esta foi feita em honra de uma figura-pública de Havana que costumava andar pela cidade nos anos 50, a contar inúmeras histórias diferentes. 11. Beco de Hamel, uma coisa curiosa para fazer em Havana Se tiveres 3 ou 4 dias para visitares Havana, recomendamos que vás ao curioso Hamel’s Alley. Esta é uma pequena rua cheia de street art onde podes sentir a cultura afro-cubana no seu ponto mais forte, pois é comum encontrares muitos músicos e dançarinos. Mesmo assim, tem cuidado porque não é raro encontrares jineteros, pessoas que fingem ser guias, mas que só vão tentar arrancar-te do teu itinerário. Normalmente oferecem-te um lugar num dos bares próximos para um cocktail (o famoso Negrón) que pode custar até 10 vezes mais do que na Floridita ou no Bodeguita del Medio. 12. Cemitério ou Necrópole de Cristóvão Colombo Pode parecer sombrio, mas uma das melhores coisas para fazer em Havana é visitar a Necrópole de Cristóvão Colombo. É assim chamada porque foi aqui que os restos mortais do almirante foram guardados até 1898. Tal é a beleza de muitos dos seus panteões e túmulos que há visitas guiadas ao cemitério. 13. Chinatown de Havana Sabias que Havana também tem uma Chinatown? Localizada atrás do Capitólio, a primeira coisa que vais ver é um portão pitoresco que te dá as boas-vindas. A razão? A capital cubana albergava a segunda maior comunidade chinesa depois de São Francisco, que veio recolher a cana de açúcar no final do século XIX. Não percas a oportunidade de dar um passeio e, se tiveres fome, experimenta a comida chinesa num dos seus restaurantes. O mais conhecido é La Flor de Loto. 14. Museus para visitar em Havana Como se tudo isto não fosse suficiente, há muitos museus, de todos os tipos, para visitares em Havana. Entre os mais interessantes encontram-se: • Museu Nacional de Belas Artes: se gostas de arte, este é o museu a que deves ir. Aqui encontras mais de 45.000 obras, a maioria das quais de artistas da América Latina e, claro, de Cuba. De facto, este é considerado o museu que contém a maior coleção de arte cubana do mundo. • Museu da Revolução: localizado no antigo edifício do Palácio Residencial, este é um dos museus mais interessantes para veres em Havana, porque dá-te a conhecer a revolução cubana e a vida de Che Guevara a partir de 30 exposições que reúnem cerca de 9.000 peças. A entrada inclui o acesso ao Granma Memorial, onde poderás ver o barco no qual Fidel Castro e Che viajaram do México para Cuba para completar a revolução, assim como outros veículos militares. • Museu Rum Club Havana: conhece a cultura do rum cubano neste museu localizado numa bela mansão colonial do século XVIII. Naturalmente, a admissão inclui uma degustação. • Fábrica de Arte Cubano: a FAC é um dos locais mais interessantes para visitares em Havana, se quiseres fugir à norma. Localizada no que costumava ser uma antiga fábrica de óleo de cozinha, é atualmente um espaço cultural onde normalmente há diferentes exposições e, sobretudo, concertos, espectáculos de dança e muito mais. Podes consultar o programa na sua página do Facebook. • Fusterlandia: um lugar curioso desenhado por José Fuster, que transformou um bairro inteiro ao mais puro estilo Gaudí. 15. Cerimónia de Cañonazo na fortaleza de San Carlos de la Cabaña Uma coisa curiosa para veres e fazeres em Havana é a “cerimónia de Cañonazo”. Acontece todos os dias às 21 horas na Fortaleza de San Carlos de la Cabaña e comemora o tiro de canhão que sinalizou o encerramento das muralhas da Cidade Velha durante a época colonial para proteger contra os ataques dos corsários. Para além do som do canhão, vais ver soldados em trajes periódicos a tocar tambores e a acender o rastilho. 16. Praça Vieja e a Câmara Oscura Possivelmente uma das praças mais encantadoras de Havana, cheia de edifícios de estilo colonial, lojas, cafés e restaurantes. É também o lar da Cámara Oscura, um presente para a cidade da Diputación de Cádiz em 1999. É um periscópio através do qual, graças a um conjunto de lentes, se pode ver uma grande parte da cidade. Se estás a pensar visitar Havana com crianças, elas certamente vão adorar. 17. Explora Vedado Terminamos a nossa lista sobre o que ver e fazer em Havana com Vedado, um dos bairros mais bonitos. Vale a pena passear para admirar as suas belas casas, razão pela qual é considerada uma das zonas mais ricas da cidade. Para além de passear um pouco, há quatro lugares que não podes deixar de visitar: • Cemitério de Colombo: o que falámos acima. • Gelataria Coppelia: possivelmente a gelataria mais barata e mais rica do mundo. Existem mais noutras partes de Cuba, mas a mais conhecida e maior é a de Havana. Algumas cenas do famoso filme “Morangos e Chocolate” foram filmadas aqui. • Hotel Nacional: considerado o hotel mais luxuoso da cidade, foi inaugurado no final de 1930 numa colina com vista para a Baía, Vedado e Havana Velha. Acolheu personalidades como Ernest Hemingway, Marlon Brando e Winston Churchill. • Universidade de Havana: fundada em 1719 pelos frades dominicanos, é a primeira e mais antiga instituição de ensino superior em Cuba. Vale bem a pena uma visita. Quantos dias é recomendado ficar em Havana? Na nossa perspetiva, para arranhar a superfície, é necessário dedicar pelo menos 3 dias para visitar Havana. No entanto, se te levantares cedo e aproveitares ao máximo, com 2 dias podes cobrir a maioria dos destinos de que te falámos nesta lista de o que ver e fazer em Havana. Aqui estão alguns exemplos de planos para te ajudar a organizar: O que ver em Havana em 2 dias Se tiveres apenas 2 dias para visitares Havana, uma boa ideia seria distribuí-los da seguinte forma: • Dia 1 em Havana: Havana Antiga e Havana Centro. Podes começar por fazer uma “visita livre” ou visitar a Praça da Catedral, a Praça de Armas, a Praça Vieja, o Capitólio, o Paseo del Prado, a Rua Obispo, o Malecón e a Chinatown. Se estiveres curioso, não percas o Museu da Revolução. Também recomendamos que faças um passeio de almendrón e termines o dia com um daiquiri na Floridita. • Dia 2 em Havana: El Vedado, o Cemitério de Colón, a Praça da Revolução, o Hotel Nacional e o Castillo de los Tres Reyes del Morro. Não te esqueças de parar na Universidade, comer um gelado em Coppelia e passear ao longo da Avenida de los Presidentes. O que fazer em Havana em 3 dias No caso de teres mais tempo, podes fazer a excursão acima de uma forma mais recreativa (recomendamos vivamente) ou adicionar lugares como os seguintes: Real Fábrica de Tabacos Partagás, Beco do Hamel e o Museu Nacional de Belas Artes. Dependendo do teu itinerário em Cuba, poderás querer fazer uma viagem a Viñales, Varadero ou Playas del Este. Do nosso ponto de vista, vale mais a pena aproveitares ao máximo a capital e ver mais de Havana, mas é uma questão de gosto. Mal podes esperar para visitar Havana? Não partas ainda porque o blog da IATI tem muita informação para te ajudar a preparar a tua aventura cubana. Começa por estes artigos: • O que ver em Cuba, 6 sítios obrigatórios • Seguro de viagem para Cuba • Documentos e requisitos para viajar para Cuba

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Snorkelling e Mergulho no Mar Vermelho, Egito

Snorkelling e Mergulho no Mar Vermelho, Egito

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Onde é o melhor local para fazer mergulho e snorkelling no Mar Vermelho? Muitos viajantes que optam por visitar o Egito incluem uma viagem à costa do Mar Vermelho. Aqui não só encontras belas praias para relaxar depois de te maravilhares com os templos e pirâmides ao longo do Nilo, como também grandes tesouros debaixo de água. Os recifes neste canto do mundo são uns dos melhores do mundo, por isso, fazer mergulho ou snorkelling no Mar Vermelho é uma grande ideia. Neste artigo, vamos dizer-te como e onde fazer estas acividades. Vamos dizer-te tudo sobre datas e preços, mas também vais encontrar as melhores recomendações para a prática de snorkelling ou mergulho no Mar Vermelho. De viajantes para viajantes. Guia de Mergulho no Mar Vermelho, Egito Enquanto que o mergulho com tubo de respiração no Mar Vermelho é uma excelente forma de desfrutar da abundante vida marinha, nada se compara à sensação de mergulhar com a botija de oxigénio e desfrutar da experiência em paz e sossego. O Mar Vermelho é um dos melhores lugares do mundo para mergulhar. Embora abranja o Egito, Israel, Jordânia, Sudão, Eritreia, Arábia Saudita, Iémen e Djibuti, neste guia vamos concentrar-nos no lado egípcio. Porquê mergulhar no Mar Vermelho? Este golfo entre Ásia e África é um paraíso para os entusiastas do mergulho porque tem tudo: desde infinitas paredes de corais coloridos, naufrágios fascinantes da Segunda Guerra Mundial, espécies macro para os geeks da fotografia e pelágicos para aqueles que querem nadar com grandes animais como as raias manta e os tubarões-baleia. Na zona de Marsa Alam não é raro avistar dugongos e golfinhos. Além disso, as temperaturas agradáveis da água (entre 20ºC a 27ºC) significam que não é preciso preocupares-te tanto com a época do ano em que se decides mergulhar no Mar Vermelho. Como fazer mergulho no Mar Vermelho, preciso de licença? Se nunca fizeste mergulho antes, podes estar preocupado com o facto de não teres uma licença. Não te preocupes, tens duas opções: podes fazer um batismo de mergulho ou obter a tua licença mergulho para águas abertas (Open Water Diver). No primeiro caso, serás sempre acompanhado por um instrutor e não poderás mergulhar a uma profundidade superior a 12 metros. É uma boa maneira para descobrir se gostas e o Mar Vermelho facilita-te a vida, pois tem locais de mergulho muito relaxados onde, apesar de seres um principiante, verás muita vida marinha. Nota que os mergulhos experimentais são mais caros do que um mergulho normal e não te dão quaisquer qualificações para repetições futuras. Se estiveres interessado em tornar-te mergulhador, o mergulho em águas abertas no Mar Vermelho é uma ótima ideia. Tem em mente que precisas entre 2 a 4 dias para obteres a tua licença. Quanto às condições, as correntes dependem muito do local. Existem locais de mergulho offshore, tais como Elphinstone Reef ou The Brothers, onde é raro não encontrares estas correntes, mas mais perto da costa estão normalmente ausentes. Sobre a profundidade: os recifes são normalmente pouco profundos e a maioria dos mergulhos tem entre 10 a 20 metros de profundidade. Há mergulhos no Mar Vermelho para todos os tipos de mergulhadores. Mergulho seguro no Mar Vermelho O mergulho, no Mar Vermelho ou em qualquer outra parte do mundo, é uma experiência única e excitante mas, como sabes, envolve também riscos. Assim,, é essencial fazê-lo protegido com um seguro de viagem e mergulho que te garanta a melhor cobertura, independentemente do que aconteça. O IATI Mochileiro é o melhor seguro de mergulho e cuida de ti mesmo onde a maioria das apólices não o fazem, até aos 40 metros de profundidade. Além disso, se necessário, inclui também o tratamento de câmara hiperbárica, algo que sem seguro poderia custar-te milhares de euros. Além disto, terás também outras coberturas centradas na tua viagem, tais como as desenhadas para casos como roubo, problemas com a tua bagagem, desportos de aventura, covid-19 ou, entre muitos outros, repatriamento. Obtém já o teu seguro de mergulho para o Egito. Como posso fazer mergulho no Mar Vermelho, Egito Podemos também falar de duas alternativas quando se trata de mergulhar no Mar Vermelho: ficar num hotel e fazer mergulhos diários ou viajar num cruzeiro de liveaboard. Esta última é uma boa opção para mergulhadores experientes que têm apenas um objetivo nesta viagem: mergulhar, mergulhar e mergulhar. Existem diferentes percursos de 7-8 dias no Mar Vermelho para satisfazer os gostos de todos, com alguns mais concentrados em tentar ver “grandes animais” e outros em naufrágios e recifes. Partem geralmente de Sharm el-Sheikh, Hurghada, Marsa Alam, Hamata ou Porto Ghalib, dependendo do percurso. Os cruzeiros chegam a recifes menos acessíveis do que as excursões diárias à costa. Onde posso fazer mergulho no Mar Vermelho? O primeiro é perfeito para aqueles que querem combinar o mergulho no Mar Vermelho com a paz e sossego de uma cama em terra e talvez outras excursões na zona. As bases mais comuns são: • Sharm el-Sheikh: a norte do Mar Vermelho, na ponta da Península do Sinai, este é um dos locais mais variados para mergulhar se não estiveres a viajar num cruzeiro de liveaboard. A partir daqui podes explorar o maravilhoso Parque Nacional de Ras Mohammed com locais de mergulho épicos como o Recife de Yolanda e o Observatório de Tubarões, a ilha de Tiran e um dos naufrágios mais impressionantes do planeta, o SS Thislthegorm. Sharm tem um aeroporto internacional. • Hurghada: a sul do Mar Vermelho encontras esta cidade, que não é muito bonita, mas serve como uma boa base para mergulhar em ao redor das Ilhas Giftun. Os mergulhos são geralmente calmos e pouco profundos, adequados para principiantes. Hurghada tem também um aeroporto internacional e é acessível de Luxor por estrada, demora cerca de 4 horas. • Marsa Alam: Mais a sul de Hurghada, esta é uma base mais interessante para mergulhar no Mar Vermelho se fores um mergulhador experiente, uma vez que há mais vida marinha. As viagens de mergulho de um dia também partem daqui para Elphinstone Reef, conhecido por ser um ponto de observação regular para o Longimanus, ou tubarão galha branca oceânico. • Dahab: A norte de Sharm el-Sheikh e com uma vibe muito diferente (por assim dizer, mais hippie ou boémio), embora os recifes sejam menos atrativos, há dois mergulhos em estrela, The Canyon e Blue Hole. De Sharm há viagens de um dia para Dahab. Qual é a melhor época do ano para fazer mergulho no Mar Vermelho? Podes mergulhar no Mar Vermelho em qualquer altura do ano, no entanto, se conseguires escolher, março a maio ou setembro a novembro são as melhores datas. Para resumir: • No inverno (dezembro a fevereiro): a água ronda os 22°C, o que pode ser bastante frio para muitos mergulhadores. Acrescenta-se a isto o vento, que também pode tornar as condições do mar mais difíceis, especialmente no norte. No entanto, águas mais frias traduzem-se em melhores hipóteses de ver tubarões galha branca e tubarões-baleia. Os tubarões olho grande não são incomuns em mergulhos em águas profundas, como na Daedalus. A visibilidade é melhor. • Março a maio é época alta, pelo que encontrarás mais mergulhadores. O clima começa a tornar-se mais agradável, com as temperaturas do mar a rondar os 25ºC. • No verão (junho a agosto) é a época baixa e verás mais ofertas em cruzeiros de liveaboard. A água pode atingir os 28ºC em agosto. Nesta altura, podes ver tubarões-martelo e tubarões-baleia a mergulhar no Mar Vermelho, particularmente no norte. • De setembro a novembro pode dizer-se que é a estação intermédia, com temperaturas da água por volta dos 26°C, não tão quente à superfície e menos gente do que no natal ou na primavera. Resumindo, se a água fria não te agrada, é melhor evitares os meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Se não quiseres ficar demasiado quente, não vás em junho, julho e agosto. Para evitar demasiadas pessoas a mergulhar, deves evitar os meses de março, abril, maio, setembro, outubro e novembro. Quanto custa mergulhar no Mar Vermelho? A questão do milhão de euros, é caro mergulhar no Mar Vermelho? Bem, para simplificar, não podemos dizer que seja barato, mas os preços são mais baratos do que na Europa. Claro que o custo de um mergulho depende muito do centro de mergulho e de quantos mergulhos pretendes fazer, pois a maioria das empresas oferece pacotes de vários dias, que são normalmente mais baratos. Geralmente, a menos que encontres uma pechincha, um dia de mergulho com 2 mergulhos custa cerca de 40-60 euros. Se reservares um pacote de 5 dias (10 mergulhos), os preços variam entre os 200 e 250 euros. Existem suplementos (entre 40 e 100 euros) se quiseres visitar locais de mergulho mais distantes como o SS Thistlegorm ou Dahab de Sharm el-Sheikh ou Elphinstone de Marsa Alam. Acrescenta a estes custos o custo do aluguer de equipamento se não o tiveres (entre 18 a 25 euros) e as taxas dos parques nacionais que visitares (entre 5 a 7 euros por dia). Se quiseres comida no barco, pagarás normalmente cerca de 5 euros por um almoço. Se estiveres interessado num cruzeiro liveaboard no Egito, então espera pagar um mínimo de 900-1.000 euros. É claro que os preços variam muito, dependendo do tipo de barco, da estação e da rota. A este custo terás de acrescentar outros suplementos, tais como aluguer de equipamento, tanques de nitrox (se aplicável) ou gratificações. Recomendações para mergulhar no Mar Vermelho Aqui estão mais algumas dicas para mergulhar no Egito: • Estuda bem a área em que está mais interessado para mergulhar no Mar Vermelho. Parece óbvio, mas vais gostar mais ou menos dependendo do que quiseres ver: belos recifes, destroços, macro, grandes animais… Tem em conta que é impossível cobrires tudo na mesma viagem, o Mar Vermelho é enorme! • Viaja com o melhor seguro de viagem de mergulho. O IATI Mochileiro é o teu melhor companheiro para esta aventura subaquática, pois irá cobri-te mesmo que tenhas um acidente até 40 metros de profundidade. • Não te guies só pelo preço. Afinal, o mergulho é um desporto arriscado, por isso é importante ires com centros de mergulho licenciados com equipamento bem conservado e instrutores profissionais. Lê as opiniões de outros mergulhadores. • Lembra-te de que não é aconselhável viajar de avião a menos que tenham passado pelo menos 24 horas desde o teu último mergulho. Se quiseres aproveitar ao máximo a tua viagem, podes optar por autocarros noturnos. Snorkelling no Mar Vermelho, Egito Se mergulhar não é o teu forte ou se gostas de um plano menos exigente, claro, também podes mergulhar com tubo de respiração no Mar Vermelho e divertires-te à grande. Tudo o que precisas é de um snorkel e de óculos de mergulho. Ficarás mais confortável com um par de barbatanas, mas elas não são essenciais, especialmente se não fores mergulhar longas distâncias. Podes trazer este equipamento de casa ou alugá-lo diretamente do hotel ou do centro de mergulho. Como o sol é bastante forte no Egito, é aconselhável usar uma T-shirt com protetor solar. Além disso, se planeias mergulhar no Mar Vermelho no Inverno, é aconselhável trazeres ou alugares um fato de mergulho. Lembra-te de usar apenas protetor solar que não prejudique a vida marinha. Como fazer snorkelling no Mar Vermelho? Podes procurar alojamento com recifes mesmo ao lado da praia em Sharm el-Sheikh, Hurghada ou Marsa Alam ou pagar pelo acesso a restaurantes/praias privadas que sabes que têm recifes interessantes. Um dos melhores casos deste último é a praia El Fanar em Sharm el-Sheikh. Por 5 euros obténs uma espreguiçadeira, guarda-sol e acesso durante todo o dia a um dos melhores locais de mergulho na zona de Ras Um Sid através de um passadiço que conduz ao recife. Em alternativa, podes participar em viagens de snorkelling no Egito. Há excursões tanto para mergulhadores profissionais como para mergulhadores amadores, onde se limitam a nadar sobre o recife. Se precisares, há geralmente guias de mergulho no Mar Vermelho, especialmente para aqueles que têm mais dificuldades ou para crianças. Queres mais algumas dicas para a prática de snorkelling no Mar Vermelho? Não percas o Buraco Azul em Dahab, Dolphin House e Abu Dabbad Bay em Marsa Alam. Na penúltima podes nadar com famílias de golfinhos e na última com tartarugas. Esperamos que este guia de mergulho e snorkelling no Egito te tenha ajudado a preparar a tua próxima aventura subaquática. Se tiveres alguma pergunta, teremos todo o prazer em responder nos comentários. Além disso, para garantir o sucesso da tua viagem a este destino, preparámos estes 2 artigos detalhados que não podes perder: • Documentos e requisitos para viajar para o Egito • É seguro viajar para o Egito?

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Documentos e requisitos para viajar para o Nepal em 2025

Documentos e requisitos para viajar para o Nepal em 2025

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Quais são agora os requisitos para viajar para o Nepal? Quais são os documentos mais importantes que precisas de levar contigo? Na IATI, apaixonados por este país asiático, vamos dizer-te tudo o que precisas de saber para que não tenhas quaisquer problemas ao entrar neste país. Continua a ler para descobrires quais os documentos e requisitos para viajar para o Nepal em 2025. Seguro de viagem para o Nepal, um documento essencial O Ministério dos Negócios Estrangeiros é muito claro nas suas recomendações de viagem: “A rede sanitária é muito deficiente. Os cuidados médicos ocidentais são caros, sendo normalmente exigido que o pagamento seja feito de imediato. É aconselhável a subscrição de um seguro de viagem que inclua situações de emergência, repatriamento para Portugal e resgate aéreo, se tencionar fazer montanhismo”. Além disso, o bom senso e a situação médica atual tornam essencial que sejas acompanhado pelo melhor seguro para o Nepal. O IATI Mochileiro é o teu fiel companheiro de viagem nesta aventura. É uma apólice especialmente concebida para viajantes todo-o-terreno como tu, que querem explorar cidades, mas que também querem praticar desportos de aventura. No caso do Nepal, isto é ainda mais importante. O IATI Mochileiro cobre a prática de desportos de aventura e no caso do trekking é o único seguro no mercado que estará lá para ti se tiveres um acidente até 5.400 metros de altitude. Por outras palavras, serás atendido até no cobiçado Campo Base do Everest, mesmo que tenhas de ser transferido de helicóptero ou repatriado para Portugal num avião médico. O MNE é muito claro e assinala que, na ausência de seguro, o Estado português não é responsável pelas despesas incorridas, que não são normalmente poucas. O IATI Mochileiro oferece também uma cobertura de despesas médicas até 1.000.000 euros. Contrata já o teu seguro e viajem com a IATI: Documentos para viajar para o Nepal Em situações normais, não há muitos documentos para viajar de Portugal como turista para o Nepal. Um em particular: um passaporte válido por pelo menos 6 meses. Isto porque os portugueses podem tirar partido do sistema de Visto de Chegada se o objetivo for o turismo. É necessário visto para viajar para o Nepal? Sim, os portugueses precisam de um visto para viajar para o Nepal. Contudo, se estiveres a viajar como turista, não será muito difícil obteres um, uma vez que pode ser feito no aeroporto obtendo o chamado “visto à chegada“. O processo é o seguinte: • Passo 1: preenche o “Cartão de Chegada” que te será dado no avião e depois faz um registo online através das máquinas no aeroporto de chegada. Aqui terás a tua fotografia tirada e terás de indicar quanto tempo vais permanecer no Nepal, uma vez que o preço dependerá disso. Terás também de digitalizar o teu passaporte. Se quiseres saltar esta etapa, podes também fazê-lo online com antecedência neste link. • Passo 2: Pagar e obter o visto. O custo depende do número de dias que pretendes ficar no Nepal. A partir de hoje custa 30 USD para até 15 dias, 50 USD para até 30 dias e 125 USD para até 90 dias. O visto do Nepal é gratuito para crianças com idade inferior a 10 anos. As autoridades nepalesas aconselham o transporte de dinheiro, e o pagamento pode ser feito em várias moedas (não em rupias indianas), embora exista também uma casa de câmbio. Guarda sempre o recibo. • Passo 3: Dirije-te ao balcão de imigração com o formulário preenchido, o recibo e o teu passaporte. O funcionário da imigração irá carimbar o visto no passaporte. Posso solicitar o visto antes da viagem? Se por qualquer razão, ou porque não queres esperar em filas à chegada, podes solicitar um visto de turista na Embaixada do Nepal em Lisboa. Nota que este será válido para entrada por um período máximo de 6 meses a partir da data de emissão. Trata-se de um visto de múltiplas entradas. Além disto, pode ser prorrogado no Departamento de Imigração em Katmandu ou no Gabinete de Imigração em Pokhara por um total máximo de 150 dias de visto num ano civil (Janeiro-Dezembro). Se o seu objetivo de viagem for outro que não turismo, é melhor verificares com uma embaixada ou consulado nepalês se necessitas de solicitar outro visto no país. Existem vacinas obrigatórias para viajar para o Nepal? A única vacina necessária para viajar para o Nepal é a vacina contra a febre amarela para aqueles que vêm de áreas infetadas. Portugal não é uma área endémica para esta doença, mas alguns países da América Latina e África são, pelo que se vais transitar a partir destes países, deves trazer o teu certificado internacional de vacinação, demonstrando que foste vacinado contra a mesma. Por outro lado, o Ministério recomenda que seja vacinado contra a hepatite A, a febre tifóide e a cólera. Dependendo da época do ano, a vacinação contra a encefalite japonesa também pode ser aconselhável. Por conseguinte, é sempre aconselhável ir a um centro de vacinação internacional com 3-4 semanas de antecedência e obter o conselho de um médico especializado. Registo de viajante para o Nepal O MNE assinala que é altamente aconselhável inscreveres-te no Registo de Viajantes, especialmente se fores fazer caminhadas. Ao fazê-lo, garantes que serás informado em caso de uma situação de emergência. Podes introduzir os teus dados aqui. Perguntas mais frequentes sobre documentos para viajar para o Nepal Preciso de um visto para viajar para o Nepal? Sim, no entanto se o teu objetivo de viagem for o turismo, podes obter um visto à chegada. Este é conhecido como um “visto à chegada” e pode ser obtido no aeroporto ou no ponto de entrada terrestre. Por quanto tempo posso permanecer no Nepal? Até 90 dias, embora possas solicitar uma prorrogação de visto para permanecer no Nepal por um período máximo de 150 dias num ano civil. Há alguma vacina obrigatória para o Nepal? A vacinação contra a febre amarela só é obrigatória se vieres de uma zona endémica, mas não é esse o caso em Portugal. Outras vacinas como a febre tifóide, hepatite A e cólera são recomendadas, pelo que é aconselhável ir a um centro de vacinação internacional. Posso conduzir no Nepal com a minha carta de condução portuguesa? Embora o MNE recomende alugar um carro com um condutor profissional, assinala que uma carta de condução portuguesa não é válida no Nepal. Por conseguinte, terás de obter uma carta de condução internacional. Esperamos ter-te ajudado a preparar os teus documentos de viagem para o Nepal. Agora, mais do que nunca, é essencial viajar com o melhor seguro de viagem para o Nepal. O IATI Mochileiro oferece uma cobertura de até 1.000.000 euros para despesas médicas. Além disto, é também o seguro mais completo do mercado para caminhadas no Nepal, pois estaremos lá para ti se tiveres qualquer acidente durante uma caminhada até 5.400 metros acima do nível do mar, ou seja, até ao próprio Campo Base do Evereste. Além disso, a nossa cobertura de busca e salvamento inclui o salvamento por helicóptero. Também podes contar connosco se precisares de ser repatriado ou regressar mais cedo da tua viagem devido à hospitalização ou morte de um membro familiar ou para outros problemas típicos de viagem, tais como atraso no transporte ou roubo ou danos na bagagem. Viaja com tranquilidade e obtém já o teu seguro:

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Documentos e requisitos para viajar para a Jordânia em 2025

Documentos e requisitos para viajar para a Jordânia em 2025

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Quais são agora os documentos e requisitos para viajar para a Jordânia? Muitos viajantes têm questões e é normal com tantas mudanças provocadas pela pandemia. Para resolver estas dúvidas e para que não tenhas problemas quando chegares ao país, na IATI Seguros elucidamos-te sobre toda a documentação para viajares para a Jordânia em 2025 e outros detalhes para preparares a tua aventura. Se ainda faltar algum tempo para a tua viagem, não te esqueças de ir verificando a informação com frequência, pois estamos constantemente a atualizar o nosso blogue. Continua a ler para saberes mais sobre os requisitos para viajar agora para a Jordânia. Seguro de viagem para a Jordânia, um requisito obrigatório Viajar com seguro para a Jordânia é agora um requisito obrigatório. O conselho de turismo Jordano (Visit Jodan) é muito claro a este respeito e, além disso, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, nas suas recomendações para viagens a este país, aponta também o seguinte: “Existem hospitais e clínicas privadas de boa qualidade na capital, Amã, e em alguns centros urbanos. É comum os doentes terem de pagar qualquer tratamento no local (…) É aconselhável viajar para a Jordânia com um seguro médico completo, que pode incluir repatriamento, uma vez que os custos de hospitalização e tratamento são muitas vezes extremamente elevados. Podem exceder 5.000 euros por dia em casos de hospitalização na UCI ou tratamento cirúrgico”. Se contratar um seguro de viagem já é importante em qualquer viagem, tornou-se agora fundamental e de senso comum. Ninguém gosta de se encontrar noutro país com um problema de saúde, especialmente em tempos de pandemias e vírus a surgir. O IATI Mochileiro é o teu melhor aliado na Jordânia. Este seguro cobre despesas médicas até 500.000 euros, desde uma simples visita ao médico por uma diarreia até à hospitalização por acidente. Por outro lado, o IATI Mochileiro é um seguro concebido para viajantes off-road, pelo que tem uma cobertura alargada para desportos de aventura. Também estaremos lá para ti se estiveres a planear mergulhar no Mar Vermelho ou caminhar no Wadi Rum. A estes pode acrescentar-se outras coberturas para atrasos de voos, roubo de bagagem ou se precisares de ser repatriado, sem teres de pagar dinheiro antecipadamente ou pagar franquia. Não hesites mais e viaja em segurança com a IATI. Adquire o teu agora: Documentos para viagens à Jordânia Numa situação normal, o documento de viagem mais importante para a Jordânia é o teu passaporte. Não é válido transportar apenas o teu cartão de cidadão e deves verificar se o teu passaporte é válido durante pelo menos 6 meses no momento da entrada na Jordânia. O Ministério dos Negócios Estrangeiros salienta que ter um carimbo israelita no teu documento não é normalmente uma barreira à entrada na Jordânia, embora dependa das autoridades fronteiriças. Preciso de um visto para viajar para a Jordânia? Para além de um passaporte, é necessário um visto para viajar para a Jordânia. No entanto, não tens de te preocupar muito, pois podes obter um no aeroporto de Amã ou na maioria dos postos fronteiriços, seja por terra, mar ou ar. O visto da Jordânia é um visto de entrada única e permite-te 30 dias no país. Custa 40 dinares jordanos (aproximadamente 48 euros), embora valha a pena considerar a compra de um “Jordan Pass” através deste website oficial antes da tua viagem. Isto isenta-te de ter de pagar um visto se passares pelo menos 3 noites no país e permite-te o acesso a cerca de 40 atrações turísticas sem teres de pagar mais, incluindo Petra. Os preços começam em 70 dinares. Se quiseres ficar mais tempo, podes renovar o teu visto numa esquadra da polícia. As autoridades sanitárias solicitam que aqueles que permanecem mais de 2 meses sejam submetidos a testes de SIDA. Continua a ler para saber mais. Requisitos para viajar de Portugal para a Jordânia em 2025 Atualmente, os requisitos para viajar de Portugal para a Jordânia são os seguintes: • Passaporte válido por pelo menos 6 meses a partir da entrada na Jordânia. • Visto: este pode ser obtido à chegada ao país ou pode ser dispensado através da compra de um Jordan Pass. • Fazer um seguro de viagem para a Jordânia. Este é um requisito obrigatório, tal como declarado pelas autoridades Jordanas Anteriormente, era necessário fazer um PCR antes de viajar e outro à chegada. No entanto, a 1 de Março 2022 estes requisitos para viajar para a Jordânia foram abandonados e agora é muito mais simples. As vacinas são necessárias para viajar para a Jordânia? Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, não há vacinações obrigatórias para as viagens à Jordânia. A Fundação IO sublinha que, para além das vacinas gerais recomendadas antes da viagem (tétano, difteria, tosse convulsa, hepatite B e MMR), são recomendadas vacinas contra a febre tifóide, hepatite A, raiva, cólera, meningite meningocócica, gripe e pneumococo, dependendo da natureza da viagem e para pessoas em grupos de alto risco. É portanto aconselhável visitares um centro internacional de vacinação com antecedência. Carta de condução para a Jordânia Se planeias alugar um carro ou mota durante a tua viagem, deves estar ciente de que um dos documentos exigidos para a Jordânia é uma carta de condução internacional. Pode ser facilmente obtida num balcão IMT, com um custo de 30€. O Ministério dos Negócios Estrangeiros aconselha-te a ter extremo cuidado ao viajar, pois em caso de acidente, podes acabar por ser convocado para tribunal e por vezes processado. Perguntas mais frequentes sobre documentos de viagem para a Jordânia De que precisas para viajar de Portugal para a Jordânia? Em situações normais, só precisarás de um passaporte válido com 6 meses de validade a partir da data de chegada à Jordânia. Podes requerer um visto diretamente no país. Preciso de visto para a Jordânia? Quanto custa o visto para a Jordânia? Sim, mas podes obtê-lo diretamente à chegada. Custa 40 dinares jordanos. Se fores turista e passares mais de 3 noites no país, vale a pena considerar a compra de um Jordan Pass. Os preços começam em 70 dinares e está isento de taxas de visto e inclui a entrada em mais de 40 atrações turísticas. As vacinas são necessárias para viajar para a Jordânia? Não, as vacinas não são um requisito para viajar para a Jordânia. Esperamos ter clarificado os requisitos para viajar para a Jordânia. Lembra-te de reunir toda a documentação para evitar quaisquer problemas à chegada. Nós na IATI estamos cientes da situação em constante mudança, por isso estamos constantemente a atualizar os nossos artigos. Verifica mais tarde para ver se há quaisquer alterações. Viajar com seguro é um requisito obrigatório para a Jordânia, mas também essencial para explorar o mundo com tranquilidade. Portugal e a Jordânia não têm quaisquer acordos de seguro de saúde, pelo que, em caso de acidente, serás responsável pelos custos e logística. Quer se trate de um simples acidente como uma entorse no tornozelo ou uma indigestão, ou uma hospitalização devido à covid-19, ter o apoio logístico e financeiro da melhor companhia de seguros de viagem é primordial. O IATI Mochileiro é o teu melhor companheiro para explorar a Jordânia. Esta apólice oferece-te uma cobertura de despesas médicas até 500.000 euros. Além disso… Irás viajar com a paz de espírito de que estaremos sempre ao teu lado se o teu voo for atrasado ou cancelado, se a tua bagagem for roubada ou se tiveres de ser repatriado. Se ao planeares a tua viagem tiveres medo de que algo a estrague, podes também contratar uma cobertura de cancelamento. Graças a isto, receberás até 6.000 euros para despesas incorridas durante o planeamento e que não poderás recuperar no caso de não conseguires realizar a viagem por uma das razões enumeradas na apólice. Faz agora o teu seguro com a IATI e viaja com paz de espírito:

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Maiorca ou Menorca: qual o destino ideal para ti?

Maiorca ou Menorca: qual o destino ideal para ti?

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Certamente já começaste a planear as tuas próximas férias e com certeza já surgiu esta pergunta: Maiorca ou Menorca, qual seria destino ideal para mim? Na IATI, especialistas em seguros de viagem, vamos responder-te a estas perguntas, vamos dizer-te as principais diferenças entre as duas ilhas para conseguires perceber qual se encaixa melhor no teu perfil. Vamos começar? Onde ficam as ilhas de Maiorca e Menorca? As duas ilhas estão localizadas no arquipélago das Ilhas Baleares no litoral leste da costa espanhola. As Ilhas Balneares são constituídas por Maiorca, Menorca, Ibiza e Formentera sendo a capital Palma de Maiorca. Sem dúvida que é um destino escolhido por muitos, com uma enorme variedade de praias espetaculares e cheias de vida. Podes chegar às ilhas por avião ou, se estiveres em Valência ou Barcelona, através do ferryboat. Podes também circular entre as ilhas, se esse for o teu objetivo, por avião ou ferry sendo que a única ilha que não tem aeroporto é Formentera. Agora que já sabes um bocadinho mais sobre estas ilhas vamos escolher o teu destino ideal! 1. Maiorca Se estás à procura de uma boa dose de entretenimento sem dúvida que este é o destino ideal para ti. Maiorca é uma ilha mais movimentada, uma vez que é a maior ilha do arquipélago das Ilhas Baleares, tem muita vida noturna e muita diversão, é um destino procurado por muitos jovens por estas mesmas razões. No entanto, não significa que seja impossível encontrares lugares mais calmos e relaxados para descansar nas praias de Maiorca, que são de cortar a respiração. Melhor época para visitar Maiorca A melhor época para visitar esta ilha, se pretendes aproveitar as praias ao mais alto nível, é de junho a setembro onde o clima está bom e podes tirar proveito da água azul turquesa e da areia branca. No entanto é preciso ter em conta que está época também é a que tem mais turistas à procura de aproveitar o melhor que esta ilha tem para oferecer. Com uma costa com 550 km de água cristalina esta ilha não tem só praia para oferecer. Vais encontrar muitas grutas que podes e deves explorar, paisagens lindíssimas, muitas zonas verdes e miradouros com vistas maravilhosas. O que ver e fazer em Maiorca Para além de muita praia, deixamos-te algumas sugestões do que podes fazer nesta ilha. Começamos com uma visita à Serra de Tramuntana, aqui podes visitar as aldeias cuja paisagem foi classificada como Património da Humanidade pela UNESCO. Se gostas de natureza e pretendes explorar mais esse lado da ilha, sugerimos uma visita ao farol do Cabo Formentor, onde vais poder ver a zona mais agreste da ilha. A melhor maneira de te movimentares na ilha é de carro por isso considera alugares um para explorares mais facilmente a ilha. Uma experiência única que recomendamos é um passeio de catamarã. Existem muitos sítios que organizam este tipo de excursões na ilha e se gostas de aventura vais adorar este passeio de barco. 2. Menorca Se procuras um lugar mais calmo, com muita biodiversidade, monumentos e praias relaxantes este é o teu destino ideal. Podemos definir Menorca como um destino mais tranquilo, perfeito para férias em família ou em casal. É uma ilha mais serena que Maiorca também por ser menos conhecida e povoada, no entanto tem muito para te oferecer. Fica apenas a 80km da ilha de Maiorca e se quiseres juntar o útil ao agradável podes sempre apanhar um ferry e juntar a diversão de Maiorca com a tranquilidade de Menorca. Tal como Maiorca a melhor época para visitar esta ilha é de junho a setembro. O que ver e fazer em Menorca Para além de desfrutares muito das praias maravilhosas que Menorca tem para oferecer, deixamos-te algumas sugestões sobre atividades extras que podes fazer nesta ilha. Vamos começar com o Caminho dos Cavalos, um trilho que percorre praticamente toda a ilha. Não precisas de fazer o caminho completo mas sugerimos fortemente que faças uma pequena parte que inclua o percurso de Cala Macarelleta a Cala Macarella, a paisagem é absolutamente magnífica. Não poderíamos deixar de referir a gastronomia fantástica que encontras na ilha, uma experiência que não podes perder é experimentar o queijo de Mahón e a caldeirada de lagosta. Esperamos ter-te ajudado a perceber qual o melhor destino para ti, embora ambos tenham muita coisa para oferecer se procuras um destino mais calmo definitivamente Menorca é o lugar para ti. Por outro lado, se procuras diversão, movimento e entretenimento constante Maiorca é o teu destino ideal.

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Documentos e requisitos para viajar para a Albânia em 2025

Documentos e requisitos para viajar para a Albânia em 2025

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Quais são os requisitos para viajar para a Albânia? Neste artigo, vamos fornecer-te toda a informação atualizada sobre os documentos e requisitos para viajar para a Albânia. Viajar para a Albânia em 2025: seguro de viagem Embora não seja um requisito obrigatório para viajar para a Albânia, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, nas suas recomendações para viajar para o país, é claro: “É aconselhável subscrever um seguro de saúde, pois a rede sanitária (principalmente a pública) pode revelar-se insuficiente, não estando apta para realizar intervenções mais complexas”. Portugal e a Albânia não têm um acordo sobre cuidados de saúde assim, se precisares, vais ter que suportar todos os custos. Por outro lado, o MNE salienta que as condições das infra-estruturas de saúde são muito inferiores às de Portugal e, embora existam hospitais privados com melhores condições, não são recomendados para o tratamento de doenças graves. Por todas estas razões, é essencial viajar com um seguro de viagem que esteja à altura do desafio. Qual o melhor seguro para a Albânia? O IATI Standard é o teu melhor amigo para esta viagem . Oferece-te cobertura para despesas médicas, o que inclui assistência para um acidente comum como um tornozelo torcido ou o início inesperado de algo muito mais grave como uma apendicite. Podes contar com a tranquilidade de estar coberto para outros aspetos comuns das viagens, como atrasos de voos ou roubo de bagagem. Obtém já o teu seguro de viagem para a Albânia e desfruta do país com a máxima segurança: Preciso de visto para viajar para a Albânia? Se és cidadão português, não precisas de visto para viajar para a Albânia. No entanto, se pretendes permanecer por mais de 3 meses e queres solicitar a residência tem em conta que terás de pedir um certificado de registo criminal em Portugal e solicitá-lo nos primeiros 30 dias após a tua estadia. As multas por permanecer mais de 3 meses são elevadas. Documentos para viajar para a Albânia – Posso viajar com um cartão de identificação? Se fores cidadão português, podes viajar para a Albânia com o teu cartão de cidadão ou passaporte. Lembra-te de verificar se são válidos por, pelo menos, 3 meses. São necessárias vacinas obrigatórias para viajar para a Albânia? Não há vacinas obrigatórias para viajar para a Albânia, por isso basta ter um cartão de vacinação válido com as vacinas gerais: tétano, difteria, tosse convulsa, hepatite B e MMR (sarampo, rubéola e papeira). Carta de condução para a Albânia Se estás a planear alugar um carro ou uma mota para a tua viagem, uma carta de condução internacional não é obrigatória para viajar para a Albânia. Há reconhecimento mútuo das cartas de condução entre Portugal e a Albânia e basta teres a tua carta de condução portuguesa para poderes conduzir na Albânia. É importante referir que deves ter muito cuidado quando viajas por estrada. As estradas secundárias estão em mau estado e são, normalmente, mal sinalizadas. Mesmo as estradas principais podem estar em construção ou ter troços com más superfícies rodoviárias que podem causar furos. Além disso, não é raro encontrar carros avariados, animais, carrinhos e outros obstáculos que precisas de ter em atenção, especialmente durante a noite. Condução agressiva e condução fora das regras é comum, bem como exceder os limites de velocidade, manobrar ou fazer curvas erradas. Deves ter cuidado a conduzir no verão e na hora do pôr-do-sol. Pronto para descobrir Albânia? Esperamos ter clarificado quais os documentos e requisitos para viajar para a Albânia. Se tiveres alguma dúvida, teremos todo o prazer em responder-te nos comentários. Agora, mais do que nunca, é importante viajares protegido. Quer se trate de um acidente “tonto” como um tornozelo torcido ou uma infecção alimentar, é essencial teres o apoio logístico e financeiro de uma empresa com décadas de experiência. O IATI Standard é o teu melhor amigo nesta viagem, com uma ampla cobertura de despesas médicas de até 300.000 euros. Viaja com a segurança de que estamos lá para ti 24 horas por dia, 7 dias por semana, se tiveres um atraso ou cancelamento de voo, roubo de bagagem ou, se por qualquer razão imperiosa, tiveres de regressar a casa mais cedo ou ser repatriado. Não hesites e obtém agora o teu seguro para viajares com tranquilidade. Lembra-te de que os documentos e requisitos de viagem podem mudar. Na IATI, estamos constantemente a atualizar esta informação. No entanto, recomendamos que verifiques sempre com fontes oficiais.

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Documentos e requisitos para viajar para a Tunísia em 2025

Documentos e requisitos para viajar para a Tunísia em 2025

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Quais são os requisitos para viajar para a Tunísia? De que documentos preciso? Preciso de um visto? Na IATI, especialistas em seguros de viagem e o teu parceiro nas melhores aventuras, vamos responder a todas estas e outras perguntas que possas ter. A Tunísia é um dos países mais variados do continente africano e recebe cada vez mais turistas ansiosos por descobrir não só as suas atrações culturais, mas também os encantos naturais tão diversos como desertos, praias e ilhas. Na Tunísia podes relaxar em Djerba, conhecida como Polinésia Africana, explorar parte do Deserto do Saara, desfrutar de um dos anfiteatros romanos mais bem preservados do mundo ou visitar um dos cenários mais famosos da Guerra das Estrelas. Antes de partires, como em qualquer viagem, é crucial que conheças os documentos e os requisitos para viajar para a Tunísia e aqui vamos informar-te detalhadamente sobre eles. Vamos começar? Seguro de viagem para a Tunísia: um documento obrigatório Embora seja seguro viajar para a Tunísia, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), nas suas recomendações de viagem para a Tunísia, é muito claro e declara: “Afigura-se recomendável a subscrição de um seguro médico com cláusula de repatriamento sanitário urgente (em caso de acidentes).” Por esta razão, e ainda mais na época em que vivemos, é essencial viajar acompanhado de uma boa apólice de seguro de viagem que te ateste nos momentos mais stressantes da tua aventura. O IATI Mochileiro vai ser o teu melhor aliado, uma vez que é uma apólice para viajantes todo-o-terreno. O que inclui este seguro? Com este seguro, estarás coberto para despesas médicas, incluindo despesas médicas, mas também para acidentes durante a prática de desportos de risco, tais como surf, snorkelling ou sandboard nas dunas do deserto, algumas das muitas coisas a fazer na Tunísia. Podes viajar com segurança sabendo que serás tratado nos melhores hospitais e clínicas do país sem ter de pagar adiantado ou pagar um excesso. E se precisares, terás também os serviços de um tradutor. Além disso, embora todos pensemos automaticamente no hospital, uma boa apólice de seguro ajuda-ter-á noutros assuntos. Assim, poderás também recorrer à IATI no caso de teres de ser repatriado, regressar a casa mais cedo devido à hospitalização de um familiar, atrasos no transporte ou perda ou roubo de bagagem. Por outro lado, se temes que algo possa estragar a tua viagem, recomendamos que contrates uma cobertura de cancelamento. Poderás recuperar algum do investimento na preparação da viagem se não conseguires ir devido a um despedimento do trabalho, hospitalização ou outras razões importantes. Preciso de um visto para a Tunísia? Estamos com sorte porque os portugueses não precisam de visto para viajar para a Tunísia para estadias menores do que 90 dias. Se vais ficar mais tempo, deves contactar a Embaixada da Tunísia em Portugal. Relativamente a estadias superiores a 90 dias sem visto, o MNE declara: “não é aconselhável permanecer mais tempo do que o autorizado”. A estadia ilegal na Tunísia é punível com até 6 meses de prisão, para além da deportação”. Documentos para viajar para Tunísia Uma vez que não é necessário um visto, o documento de viagem mais importante para a Tunísia é o passaporte. Como em todas as viagens, é essencial que verifiques se o teu passaporte não expirou antecipadamente e que o renoves se necessário. Tem em conta que deve ser válido durante toda a tua estadia no país. Existem vacinas obrigatórias para viajar para a Tunísia? Não existem vacinações obrigatórias para a Tunísia. Contrariamente ao que muitas pessoas pensam, a vacinação contra a febre amarela não é requisito obrigatório para viajar para a Tunísia. No entanto, como em qualquer viagem, é aconselhável visitar um centro de vacinação internacional ou consultar um médico antes. O Ministério dos Negócios Estrangeiros não enfatiza qualquer vacinação. No entanto, além das vacinas gerais (tétano, difteria, tosse convulsa, hepatite B e MMR), recomenda-se a vacinação contra a febre tifóide e a hepatite A. Nos grupos de risco ou em função das características do viajante, a raiva, a meningite meningocócica, a gripe e o pneumococo também são recomendados. Preciso de uma carta de condução internacional para a Tunísia? Se estás a pensar alugar um carro ou uma mota durante a tua viagem, ficarás satisfeito por saber que a carta de condução comum portuguesa é válida na Tunísia. Tem validade durante os primeiros 6 meses da tua estadia na Tunísia, se planeias ficar mais tempo, terás de passar pelos procedimentos de troca. Por outro lado, quanto à condução, o MNE indica que a rede de auto-estradas e estradas é aceitável e com abundante vigilância policial. Contudo, tem cuidado porque o comportamento dos peões e condutores nem sempre obedece às regras de trânsito. Perguntas frequentes sobre documentos de viagem de Portugal para a Tunísia Esperamos ter-te ajudado a decifrar quais os documentos para viajar para a Tunísia, mas aqui estão as respostas às perguntas mais frequentes sobre este assunto: De que precisas para viajar agora para a Tunísia? Atualmente, só precisas de um passaporte válido para viajar para a Tunísia se permaneceres no país por menos de 90 dias. Preciso de um visto para viajar para a Tunísia em 2025? Não, como cidadão português não necessitas de visto para a Tunísia se a tua estadia for inferior a 90 dias. São exigidas vacinas obrigatórias para a Tunísia? Não, não há vacinas obrigatórias, embora seja sempre aconselhável visitar um centro internacional de vacinação para informação. Preciso de uma carta de condução internacional para a Tunísia? Não, a tua carta de condução portuguesa é válida por 6 meses. Pronto para conhecer a Tunísia? Esperamos ter-te ajudado a descobrir que documentos são necessários para viajar atualmente para a Tunísia. Como podes ver, os requisitos atuais são muito simples. No entanto, se tiveres alguma dúvida, não hesites em colocá-la nos comentários. Lembra-te de que agora mais do que nunca é essencial viajar com um seguro de viagem de qualidade, como o IATI Mochileiro. Com este seguro, estarás coberto para despesas médicas em caso de qualquer percalço enquanto passeias pelas ruas de Cartago ou enquanto praticas desportos de aventura no deserto do Saara. Por outro lado, a cobertura da IATI vai para além das despesas médica, prestando apoio em casos de repatriamento, regresso antecipado ou perda ou roubo de bagagem. Viaja com tranquilidade com a tua apólice de seguro: Lembra-te que os documentos e requisitos de viagem podem mudar. Na IATI, estamos constantemente a atualizar esta informação. No entanto, recomendamos que verifiques sempre com as fontes oficiais.

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