Portugal Blog
Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

Córsega: Road Trip pela Ilha da Beleza

5 minutos de leitura

Hoje, na IATI Seguros de Viagem, trazemos-te uma surpresa. Uma “Montanha no Mar” caracterizada pelas suas lindíssimas paisagens que misturam costumes, culturas e uma exótica ligação entre mar e montanha. Córsega é o seu nome. Vem connosco neste passeio pela “Ilha da Beleza”. O que visitar na Córsega Situada no Sudoeste da França e a oeste da Itália, é a quarta maior ilha do Mar Mediterrâneo. Uma França que não é francesa, uma Itália que não é italiana, e dá a esta ilha uma mistura de raízes, que lhe aporta uma personalidade muito própria. O seu interior é montanhoso. Tem picos que chegam a atingir os 2700 metros de altitude, lagos, florestas, quedas de água e maciços rochosos incríveis. O litoral é caracterizado pelas praias de areia branca e as suas maravilhosas águas de cor turquesa. Pelo caminho, pequenas aldeias que guardam séculos de tradições, e um povo orgulhoso das suas origens. Apesar de o francês ser o idioma oficial, grande parte da população comunica usando o corso, que se assemelha ao dialeto toscano. Chegada à Ilha Podes chegar à ilha de duas formas. De ferry boat ou de avião. Se optares pela primeira, há várias empresas de transporte a partir de cidades da costa francesa, como Marselha e Nice. Nesta opção podes levar carro próprio e/ou alugado. Se optares pelo avião, há dois aeroportos principais na Ilha: Ajaccio e Bastia. O ideal é começares por Ajaccio, que é a capital da Córsega Sul. Como os transportes públicos não são uma boa solução para circulares pela ilha e os táxis são muito caros, recomendamos o aluguer de um carro para começares a tua road trip. Serão cerca de 600 km de trajeto circular que passará por Propriano, Bonifacio, Porto Vecchio, Les Aiguilles de Bavella, Saint-Florent, L’île Rousse, Calvi, Reserva Natural de Scandola, regressando a Ajaccio. Ajaccio – Bonifácio Ajaccio merece um pouco do teu tempo. Como é a cidade natal do grande imperador Napoleão Bonaparte, que nasceu em 1769, vale uma visita à Catedral de Notre-Dame de la Misericórdia e à Maison Bonapart, onde o imperador nasceu e passou toda a sua infância. Daqui segue para sul, em direção a Bonifacio, uma das cidades mais visitadas da Córsega. Uma cidade fortificada que parece precipitar-se numa falésia branca, o que a torna rara e inesquecível. Na parte de baixo da cidade, a marina, que lhe dá uma aparência bem mediterrânea. Um escadório leva-nos à parte de cima, à Cidade Velha, que foi construída pelos Genoveses no séc. XII. Perde-te nas suas ruas estreitas e praças. Visita Bonifácio com o tempo que ela te pede. Se puderes, aventura-te num passeio de barco pelas calanques, grutas e falésias e visita o Golfo dello Sperone, que te oferece umas belas praias. Como sugestão, entre Ajaccio e Bonifácio, pára em Propriano. É uma vila pequena, mas um bom local para alugar barco e conhecer a região. Bonifácio – Porto Vecchio De Bonifacio segue para Porto Vecchio, outra referência da Ilha. Aqui as praias de Palombaggia e Santa Giulia são rainhas. Praias de mar azul-turquesa, águas mornas e areia branca. Fica, fica muito tempo. Porto Vecchio – Saint-Florent Rumando para norte, em direção a Saint-Florent, tens quase 200 km de paisagens únicas. Podes seguir pela costa, mas a nossa sugestão é que sigas em direção a Les Aiguilles de Bavella, um maciço rochoso caracterizado por picos irregulares. A estrada é sinuosa, mas de uma beleza única. Uma Córsega diferente, a Córsega das florestas, dos lagos e das cascatas. Continuando caminho, chegas a Saint-Florent, também conhecido como o St. Tropez da Córsega. É uma pequena localidade caracterizada pelas suas bonitas ruelas, cheias de boutiques e restaurantes, que soube guardar toda a sua autenticidade com o passar dos anos. Sobe à Citadella e surpreende-te com a vista sobre o Golfo de Saint- Florent. Saint-Florent – L’île Rousse – Calvi A 45 km de Saint-Florent, surge L´Île Rousse, uma estação balnear, reconhecida pelas suas praias de areia fina, muito procurada pelos turistas. São locais de visita, a Igreja da Imaculada Conceição, o Mercado da Cidade e o Farol de Pietra de onde tens uma vista fascinante de toda a zona envolvente, que é marcada pelas suas rochas de cor laranja, que dão um charme único ao local. Se és amante de fotografia, não podes perder este local por nada, principalmente ao pôr-do-sol. A paragem seguinte é num outro local icónico da rota, Calvi, uma cidade debruçada sobre o mar e com uma fortaleza digna dos grandes filmes de Hollywood. Passeia pelas suas ruas, visita os seus monumentos identitários, como a Catedral St. Jean-Baptiste, e desfruta das vistas que os variados miradouros te oferecem da Baía de Calvi. Entre Calvi e Ajaccio, a imperdível Reserva Natural de Scandola No regresso a Ajaccio, pára na cidade de Porto, local onde se apanha o barco para visitar a Reserva Natural de Scandola. Património da Humanidade pela UNESCO é considerada um dos locais mais bonitos e mágicos da Córsega. Com uma biodiversidade de exceção, oferece-nos paisagens de suster a respiração. Se estiveres disposto a muita aventura e adrenalina, deixamos-te mais uma sugestão. Fazer a GR20 – um trilho pedestre (mítico) que atravessa a Córsega de norte (Calenzana) a sul (Conca). 200 km pelo coração das montanhas da Córsega. Ficaste apaixonado pelas belezas da Córsega, não ficaste? Então planeia já a tua viagem e encontra na IATI um seguro de viagem à tua medida. Au revoir et à trés bientôt. Autores: Vera e Marcelo – Ir em Viagem

Ler mais
Como tirar o visto para o Irão

Como tirar o visto para o Irão

4 minutos de leitura

Muitas vezes nem nos damos conta da facilidade que é viver na União Europeia e das vantagens que daí advêm, sobretudo para quem viaja. Um dos benefícios é o facto de não precisarmos de visto ou qualquer autorização para circular no espaço Schengen. No entanto, há alguns países para os quais nem sempre é fácil tirar o visto, como é o caso do Irão. Mesmo assim, nos últimos anos, este processo tornou-se mais simples. A IATI Seguros explica-te como tirar o visto para o Irão, para que possas visitar este fantástico país sem sobressaltos de última hora. Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para conhecer um país que te vai surpreender e conquistar. Que preciso fazer para conseguir um visto para o Irão? Existem várias formas de tirar o visto do Irão, por exemplo na Embaixada do Irão em Lisboa, à chegada ao aeroporto de Teerão ou até noutra embaixada iraniana. Em primeiro lugar é preciso sublinhar que todos os viajantes devem possuir um passaporte ou documento de viagem válido por 6 meses no momento da partida para o Irão. Depois é também vital que não tenhas carimbos de Israel no passaporte ou ser-te-á negado o visto. VOA Visa On Arrival É, porventura, a forma mais simples de obter o visto para o Irão, pois podes fazê-lo à chegada aos aeroportos do país. Teerão, Esfahan ou Shiraz são alguns dos aeroportos onde podes solicitar este tipo de visto que abrange, por exemplo, os cidadãos de nacionalidade portuguesa e brasileira. Para solicitar o visto à chegada aos aeroportos iranianos, necessitas de aceder a este site, preencher o formulário e seguir todos os passos. O pedido do VOA tem de ser feito pelo menos 48 horas antes da data da viagem e a validade é de 30 dias. Se necessitares de mais dias para visitar o Irão, então vais ter mesmo de utilizar outra forma para pedir o visto para garantir que podes ficar mais tempo no país. Tirar o visto na Embaixada de Lisboa Neste caso é recomendado que trates do visto até pelo menos 15 dias antes da data da viagem, pois a emissão do visto pode demorar. Poderás, eventualmente, pagar uma taxa de urgência e reduzir o prazo, mas isso não é um dado adquirido, pelo que se aconselha a fazer o pedido com bastante antecedência. Pedir o visto na Embaixada, embora dê mais trabalho, tem algumas vantagens, pois irás ter a certeza que podes entrar no país. A recusa na entrada dos VOA pode acontecer (e já aconteceu) com alguns visitantes. Antes mesmo de te deslocares à embaixada é obrigatório o preenchimento do formulário online. No entanto, antes de preencher o formulário é preciso preparar alguns documentos – como as fotos (com tamanhos específicos indicados no site) e cópia do passaporte em formato digital (.jpg ou .jpeg). Vais também precisar de fornecer os dados do seguro de viagem, as datas da viagem (ainda que possam apenas ser aproximadas) e também informação sobre a profissão. É igualmente aconselhável ter um itinerário definido para indicar no formulário. Depois de submeteres todos os documentos e o formulário, imprime a página de envio do formulário. Entretanto irás receber um código por email que permite consultar o andamento do processo e te permite saber se o visto ainda está a ser processado ou se já foi aprovado. Normalmente, o processo – se não existirem entraves – deverá ser aprovado em dois ou três dias, mas pode demorar até dez dias úteis. Assim que o visto for aprovado, envia uma cópia do código de rastreio (tracking code), os dados do seguro de viagem (seguro de saúde e acidente que cubra a duração da estadia no Irão e que indique como destino ’Irão’) e o comprovativo de pagamento do pedido de visto para a conta da Embaixada – podes consultar o NIB no site da embaixada. É preciso também enviar o passaporte ou, em alternativa, deslocar-se à embaixada do Irão na Rua Alto do Duque, 49, em Lisboa. Este visto é válido por 90 dias, a partir da data de emissão. Tirar o visto noutro país É possível tirar o visto para o Irão na embaixada de outro país, sendo que será sempre necessário seguir todos os passos descritos anteriormente para o pedido na Embaixada de Lisboa – incluindo o obrigatório preenchimento online do formulário. Obter um visto para o Irão pode até parecer complicado, mas se seguires todos os passos tudo será fácil. O Irão é um país fascinante que merece ser visitado – e até mais do que uma vez. Além da cultura e ótima gastronomia, o Irão tem praias, montanhas e deserto para conhecer. Pede o visto, parte à aventura e não te esqueças do seguro de viagem com a IATI Seguros. Autor: Lugares Incertos

Ler mais
10 das estradas mais incríveis do mundo

10 das estradas mais incríveis do mundo

3 minutos de leitura

Poucas coisas se comparam a uma road trip: o prazer da condução, a ânsia pela descoberta e a sensação de pertenceres ao destino que visitas, nem que seja apenas por uns dias ou horas, faz com que este tipo de viagem seja de várias formas mais memorável que outras em que não temos este controlo sobre a nossa viagem. Vamos às 10 das estradas mais incríveis do mundo? Na IATI, lider em seguros de viagem online, somos fãs deste tipo de viagem, e é por isso que te deixamos neste artigo 10 sugestões de algumas das estradas mais incríveis do mundo, para que possas começar a planear a tua próxima aventura de estrada. As 10 estradas mais incríveis do mundo Atlanterhavsvegen (Estrada do Atlântico) | Noruega A Atlanterhavsvegen teria sempre de ser obrigatoriamente incluída numa lista das mais incríveis estradas do mundo. Construída por cima de várias pequenas ilhas, ligadas por 8 pontes, esta estrada localizada na Noruega é vista como uma extraordinária obra de engenharia. N222 | Douro, Portugal A melhor estrada portuguesa é também uma das estradas mais bonitas do mundo. A N222 liga Vila nova de Gaia a Almendra, mas o troço mais conhecido é mesmo o que liga Peso da Régua a Pinhão, numa extensão de 27kms junto à margem esquerda do Rio Douro. Mantos verdes de perder de vista e a imponência das águas do grande Rio Douro fazem de uma viagem por esta estrada uma experiência inesquecível. Forgotten World Highway | Nova Zelândia Localizada na Nova Zelândia, a Forgotten World Highway une Stratford em Taranaki a Taumarunui em King Country, e é considerada uma das estradas mais misteriosas do mundo. Durante 150kms atravessa montanhas, densas florestas e um misterioso túnel. Garden Route | África do Sul A Garden Route, na África do Sul, percorre a costa desde Heidelberg no West Cape, até ao Rio Storms no East Cape. São cerca de 300kms de paisagens extraordinárias feitas de densas florestas, praias sublimes e lagoas pitorescas. Hringvegur (Route 1) | Islândia Route 163 | Arizona, EUA A Route 163 atravessa o Monument Valley nos EUA e estende-se por cerca de 100kms. É uma das estradas mais conhecidas do mundo, tendo já entrado em filmes de culto como “Easy Rider” ou “Forrest Gump”, por exemplo. Ruta 40 | Argentina A Ruta Nacional 40, com cerca de 5000kms de extensão, percorre a Argentina de Norte a Sul, sendo uma das maiores estradas do mundo. A estrada acompanha a Cordilheira dos Andes, passando por vários Parques e Reservas Naturais que oferecem vistas inesquecíveis. Estrada da Gruta | São Tomé A estrada que segue em direção a Santa Catarina, no lado Oeste da ilha de São Tomé, não deixa ninguém indiferente. Ladeada de um lado por uma vegetação luxuriante e banhada pontualmente por pequenas cascatas, e do outro lado por uma série de palmeiras que pendem arqueadas sobre o mar, é sem dúvida alguma, uma das estradas mais bonitas do mundo. Strada Statale 163 | Itália A Strada Statale 163 percorre toda a Costa Amalfitana em Itália, iniciando em Sorrento e terminando em Salermo. Com 50km de comprimento, é uma das estradas mais bonitas do mundo, tendo já sido incluída em inúmeros filmes ao longo dos anos como “Sob o Sol da Toscana” ou “O Diabo Riu por Último”, com Humphrey Bogart. As suas inúmeras curvas oferecem vistas magníficas sobre o mar e a Costa Amalfitana, razão pela qual se tornou numa grande atração turística. Yukon Golden Circle | Canadá O Yukon Golden Circle, no Canadá, é uma estrada de montanha que une o Canadá (Yukon) aos EUA (Alaska), e que oferece a quem a percorre vistas incríveis sobre as montanhas e pitorescas cidades da região de Yukon. Autora: Maria João Proença (Joland Blog)

Ler mais
Quioto, entre Gueixas e Samurais

Quioto, entre Gueixas e Samurais

4 minutos de leitura

Quioto é um dos destinos turísticos mais populares da região de Kansai. Foi a capital do Japão por mais de mil anos e ainda continua a ser seu coração cultural, religioso e histórico. É uma das grandes cidades do mundo e um lugar que todos devem visitar pelo menos uma vez nas suas viagens. Aqui estão as coisas mais inesquecíveis para se fazer e ver na cidade, que a IATI Seguros de Viagem online, escolheu para te apresentar. O que fazer e conhecer em Quioto Top Info: muitas atrações são gratuitas Sim, é isto mesmo. Nem todos, mas a maioria dos santuários e até mesmo alguns templos e jardins em Quioto, estão livres para poderes visitar. Alguns dos locais fantásticos e gratuitos para visitar incluem: o Santuário Fushimi Inari Taisha, o Santuário Yasaka, o Santuário Heian Jingu, o Palácio Imperial de Quioto, o Bosque de Bambu Arashiyama e o Templo Ninna-ji. Encontra o teu lado Zen no Jardim da Rocha de RYŌAN-JI Ao contrário de outros jardins tradicionais japoneses, os jardins zen-rock são jardins de paisagem seca que não têm lagos ou cursos de água. Em vez disso, cascalho e areia são cuidadosamente misturados em padrões que representam água ondulante. Ryōan-ji é o mais famoso dos jardins Zen Budistas de Kyoto. Ele contém 15 pedras arrumadas de tal forma que só consegues ver 14 delas ao mesmo tempo, se estiveres em pé na varanda do jardim, é muito zen! Experiencia ARASHIYAMA Arashiyama é com certeza uma das melhores coisas para se fazer (e fotografar) em Kyoto. Este lindo bosque de bambu tem um pequeno caminho que serpenteia pelo centro de uma floresta, e é na verdade, uma estrada percorrida por um carro ocasionalmente. Ao caminhar vais olhar com admiração para o bambu alto e denso. Ao longo do percurso é admirável, também, a cerca com que revestiram o caminho, acrescentando ainda mais paz, ao já cenário sereno. Pede um desejo no Santuário FUSHIMI INARI TAISHA Com seus 10.000 portões vermelhos, Fushimi Inari é um dos locais mais populares em Quioto. No entanto, antes de fazer a peregrinação pelo trilho do Monte Inari, deves parar um momento para observar as Pedras Omokaru perto da entrada. As duas lanternas de pedra são cobertas com um pesado ornamento chamado giboshi. Faz um desejo e tenta levantar um dos giboshi. Como a sentiste? Se achares que a pedra é mais leve do que o que pensavas, então o teu desejo será concedido. Mas, se pedra te pareceu muito pesada, poderás enfrentar dificuldades para alcançares o objetivo. Desfruta de alguns dos melhores PRATOS VEGETARIANOS do Japão Vegans e vegetarianos encontram em Quioto o céu! Não é apenas uma cidade com um dos maiores números de restaurantes com estrelas Michelin do mundo, mas também é conhecida pelos seus restaurantes e quiosques vegetarianos. Da tradicional culinária vegan budista shojin ryori, à delicada yuba, feita a partir da pele que se forma no topo do leite de soja aquecido, e do yudofu (tofu hotpot), há uma lista interminável de coisas para quem os produtos animais não são uma opção. Certifique-se também de olhar para pratos feitos com produtos hortícolas tipicos de Quioto, como o nabo shogoin e berinjela kamo nasu, todos frescos e cultivados localmente. Perde-te no Castelo NIJO O Castelo Nijo é feito de madeira e circular, ao contrário dos castelos de pedra Europeus. Este castelo foi construído no século XVII e todos os senhores feudais do oeste do Japão foram obrigados a ajudar no financiamento da sua construção. O palácio em si é feito de cipreste e a folha de ouro é usada extensivamente na decoração. Não te esqueças de olhar para cima ao admirar o castelo, porque alguns dos tetos estão repletos de mosaicos dourados. Explora os lugares património da UNESCO Sabia que Quioto tem 17 lugares que são patrimónios mundiais da UNESCO? Muito Bom! Para veres uma lista oficial: https://www.insidekyoto.com/kyoto-unesco-world-heritage-sites O mais conhecido é o Templo de Kiyomizudera Escondido numa colina floresta exuberante, a vista em Kiyomizudera é linda e a IATI considera uma das melhores coisas para fazer em Quioto. Uma curiosidade sobre o lugar é que não foi usado um único prego para esta construção em madeira. O complexo é bastante grande e impressionante, e apesar das multidões, este templo ainda se pode sentir pacificamente. A área de GION Já na Idade Média, o distrito de Gion foi um lugar icónico e histórico no coração de Quioto. Hoje, nas margens do rio Kamo, é um dos poucos lugares remanescentes no Japão, onde podes participar dos rituais tradicionais das casas de chá ou até mesmo ver gueixas no seu dia-a-dia. Gion é o lugar para fazer reservas para um serviço tradicional de chá ou uma refeição, porque podes organizar uma audiência privada com maiko ou geiko, os dois tipos de hospedeiras e artistas japonesas conhecidas comumente como gueixa. É um sítio ideal para comprar um quimono. Quioto é cheia de beleza, rica cultura, comida deliciosa e mais de 2.000 templos e santuários. Seria impossível ver todo o esplendor em apenas 2 dias, nem tentes! Junta vários dias de férias, onde não pode faltar o Seguro IATI Estrela, ideal para países com despesas médicas elevadas, como é o caso dos EUA, Canadá, Japão ou Austrália. Autores: Onde estão os Duarte

Ler mais
O mercado semanal de Rissani

O mercado semanal de Rissani

5 minutos de leitura

Rissani é uma pequena cidade do sudeste de Marrocos, quase encostada à Argélia e capital da histórica região do Tafilete. No passado foi um importante entreposto comercial, pois ficava na rota das caravanas de camelos saarianas. Ali comercializava-se ouro, especiarias, tecidos e…armas e escravos. Imagino como seria aquele lugar há 100 anos. Eu conheci Rissani numa tarde de Fevereiro, no principal dia semanal de mercado da cidade. É como entrar num filme da idade média. Sim, daqueles épicos que se vêem no Natal. Como eu adoro estes lugares. Ainda hoje consigo ouvir os barulhos e sentir os cheiros deste lugar. Seguia de jipe entre Merzouga e Zagora, depois de no dia anterior ter atravessado as estradas do deserto entre Erfoud e o grande Erg Chebbi. Sabia da possibilidade de visitar o Souk de Rissani, mas seguia tão emaranhado na paisagem do horizonte sem fim, que ainda não tinha pensado muito sobre esse assunto. E eu que adoro mercados. É sempre a primeira coisa que procuro, seja em Rissani, seja em Paris ou em Barcelona. A cerca de 4/5km de Rissani, começo a ver um movimento fora do comum de…burros. Carregando o seu mestre e toda uma panóplia de produtos. Uns com cenouras, outros com cereais e outros com sacos vazios, possivelmente para encher de cenouras e vegetais. Num instante, desliguei da paisagem do horizonte e foquei no intrigante movimento para o Mercado de Rissani. Perguntei ao guia marroquino o que se estava passar. Ver alguém no meio do deserto já é uma surpresa, ver burros carregados de cenouras no deserto, ainda consegue ser uma surpresa maior. Ele, o guia, lá me explicou a importância do mercado para toda a região. E uma vez por semana, as pessoas deixam as suas isoladas aldeias para vender o seu produto no mercado e para voltar a casa com outros produtos. Nem quis alongar muito a questão do facto de o meio de transporte ser o burro, mas como ele não enfatizou muito a questão, assumo que seja perfeitamente normal por aqui. Podia perguntar: “então eles vão de burro?”. A resposta poderia ser: “então querias que fossem como? a pé, com aquelas cenouras todas!?”. As pessoas aqui ainda lutam por bens essenciais, como água potável. Ir para o mercado de burro não é nada demais. Para mim, estava a ser um encanto, como uma viagem real à Idade Média. Estão a imaginar-vos com 10 anos a chegar ao Zoomarine? Quando ao longe já começavam a ver todo aquele aparato, com os golfinhos, as araras, as piscinas e os escorregas, e assim que o carro se aproxima da porta de entrada, o vosso sangue corria mais e mais depressa, para finalmente quase explodir de adrenalina quando, finalmente, o carro pára e podemos correr para dentro do Zoomarine. Estão a imaginar? Foi isso que senti, com 33 anos de idade, ao aproximar-me do Mercado de Rissani. Assim que o carro parou, parece que fiquei cego para tudo o resto. Só queria ver tudo, sentir tudo. É claro que a maturidade (ou a idade) permite um maior auto-controlo exterior. Mas o meu interior estava como uma qualquer música dos AC/DC, “on fire!!”. Tal como já referi, é uma viagem à Idade Média. Sentia-me num misto de cenários, que variavam entre filmes como Lawrence da Arabia e o Rei Artur. Toda a cidade estava num alvoroço, bicicletas, burros, carrinhas (poucas), pessoas, tudo no meio da rua. Mas no mercado e nas suas proximidades, era o completo frenesim. Nem consigo quantificar bem, mas com certeza que estavam largas dezenas de milhares de pessoas, dentro das “muralhas” do mercado. Facilmente me iria perder ali. Cantos, becos, espaços abertos, espaços claustrofóbicos, muitas cores, muitos cheiros diferentes e intensos, muito barulho, muita confusão, tudo tão diferente e tudo tão igual. Neste mercado não existe coerência. Pelo menos eu não a senti. Não existe um quarteirão da roupa e outro das frutas. É uma espécie de “tudo ao molho e fé em Deus”. Ao lado das forjas (sim, ali se queres comprar um prego ou uma enxada este material sai (quase) directamente de uma pequena forja (sim, tal como uma feira da idade média)), estavam homens a cortar o cabelo. Em frente aos carpinteiros estava o talho. No meio da secção de roupa existia malta a vender peixe. Se calhar até existe uma lógica na coisa. Eu é que não consigo ver qual é. Mas esta confusão total, tornou tudo muito mais interessante. Estava a delirar com tudo aquilo. E mais uma vez, a tentar imaginar como seria este espaço há 100, 200 anos atrás. Se em 2018 era assim, no passado devia valer tudo por ali. Nem dei pelo tempo passar, nem sei quanto tempo passei por ali. Sei que sai por outra porta, sem saber onde estava a primeira, quase como se tivesse saído de um labirinto. Ainda tive tempo de visitar mais dois anexos do mercado. A secção dos animais vivos para venda e o parque de estacionamento. Bem, o parque de estacionamento não é uma gigante garagem subterrânea, com possibilidade de quem tem Via Verde pagar depois. Um gigante espaço aberto com, talvez, muitas centenas de burros. Impressionante. Não existe uma cancela, mas existe um serviço de estacionamento personalizado. Paga-se uns Dirhams e alguém fica encarregue de estacionar e guardar o burro. Fiquei sem perceber se existia a possibilidade de incluir a lavagem do “veículo”. Assim que voltei ao jipe, após uma perseguição de uns quantos vendedores de tâmaras (tentam vencer pelo cansaço. São precisos mais de 1000 nãos, para eles desistirem da venda), sentia que tinha uma recordação para vida. Tinha aquele sorriso de satisfação, de quem tinha acabo de conquistar uma boa memória. Muito bom, este Mercado de Rissani. Autor da crónica: Carlos Bernardo – O Meu Escritório é lá Fora! Rissani, Marrocos. 2018.

Ler mais
Planear férias com um impacto positivo

Planear férias com um impacto positivo

3 minutos de leitura

Para a Iati, líder na contratação de seguros de viagem online, o turismo responsável é importante e, por isso, tentamos sempre apresentar aos nossos clientes e leitores novas dicas e recomendações para viajar de forma a deixar um impacto positivo nos destinos visitados. Se ainda não leste, convidamos-te a ler os artigos que escrevemos anteriormente sobre 5 passos simples para viajar sem plástico, 5 formas sustentáveis de poupar durante as tuas viagens e Como viajar de forma mais sustentável. Planear férias com um impacto positivo Hoje vamos-te falar sobre formas sustentáveis de pesquisar e planear as tuas viagens, plataformas, sites e agências alternativas que te vão permitir contribuir para o desenvolvimento de alguns destinos e culturas. Ecosia Esta é a nossa primeira dica uma vez que, na realidade, podes utilizar este navegador de pesquisa no teu dia-a-dia e não só quando estás a planear e pesquisar sobre viagens. Como funciona? Basicamente só tens de substituir o teu navegador de pesquisa pelo Ecosia, os anúncios e publicidade geram rendimento e com esse lucro os projetos envolvidos plantam árvores. Incrível, não? Não requer nenhum esforço da tua parte e estás a plantar árvores desde casa! Hotels that help Baseado no mesmo conceito do anterior, este site permite reservar voos, acomodação e atividades, sem qualquer custo extra, ao mesmo tempo que ajudam instituições sem abrigo no Reino Unido. Depois de escolheres o teu alojamento ou tour, és redirecionado para o site principal da empresa (por exemplo booking), contudo, uma vez que fizeste a reserva através desta plataforma parte do lucro reverte para uma instituição social. BookDifferent Parte do grupo Booking.com, esta plataforma vai ser uma óptima ferramenta se queres saber quão verde ou ecológico é a acomodação que estás a pesquisar. Os resultados de hotéis, residências ou afins apresentam-se do mais ecológico para o menos e rotulados com ecolabels, ou seja ícones eco, onde podes facilmente detectar as políticas em marcha de cada acomodação. Estes ícones classificam os locais desde o respeito pelo ambiente, à cultura passando pelas condições de trabalho. GreenHotelWorld Também direcionado para acomodação, ao iniciares a tua pesquisa neste site, sem custo extra, a comissão recebida pelo Green Hotel World vai reverter para a compensação de emissões de CO2 libertada com a indústria hoteleira. Basicamente só tens de utilizar este site para aceder ao Booking.com, Hotels.com, Expedia, Trivago, Tripadvisor, Lastminute.com, Ctrip ou Agoda e todo o processo de reserva é igual, mas assim estás a compensar, de alguma forma, o dano feito pela emissão de CO2. Holiable Uma espécie de enciclopédia de informação para férias sustentáveis, desde acomodação, atividades e restaurantes. Podes pesquisar por destino ou tipo de serviço procurado e através de uma lista ou mapa vais poder encontrar as opções disponíveis. Indigo Se vais viajar por uns tempos e gostavas de colaborar com uma instituição de voluntariado, a Indigo ajuda-te a escolher o sítio ideal sem teres que pagar nenhuma taxa. Desde fundações que ajudam refugiados, locais afetados por catástrofes naturais ou áreas de desenvolvimento, serás avaliado de forma a encontrarem o local ideal para ti. Simbiotico Um projecto nascido em Portugal que tem como objetivo juntar na mesma plataforma tudo o que de melhor e sustentável se produz a nível nacional. Aqui pode encontrar várias soluções ecológicas para o que procura, o Simbiótico pretende ser a ligação entre um mercado responsável, de qualidade e um consumidor consciente. Desde restaurantes, hotéis, restaurantes, cosmética, decoração, roupa em segunda mão passando por atividades ao ar livre, um infindável mar de opções. Agora que tens esta lista de plataformas por uma causa não tens desculpas, começa já a marcar a próxima viagem! Autora: Janete – Flearound

Ler mais
5 viagens de comboio que tens mesmo de fazer

5 viagens de comboio que tens mesmo de fazer

4 minutos de leitura

Viajar de comboio é umas das formas mais relaxadas, românticas e seguras de percorrer e conhecer regiões e países. Há comboios que atravessam desertos, rios, lagos, florestas e montanhas. A IATI Seguros leva-te a bordo de vários comboios pelo mundo fora, da Suíça à Austrália, de Myanmar ao Canadá. Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para conhecer as melhores paisagens do mundo. 5 viagens de comboio a não perder Glacier Express – Suíça A Suíça é conhecida pelos relógios, chocolate, queijo e paisagens idílicas. Nada melhor do que entrar no comboio para explorar as montanhas, os majestosos Alpes Suíços e vales verdejantes que fazem do Glacier Express de Zermatt para St. Moritz uma das viagens mais bonitas do mundo. A viagem começa perto de Matterhorn e segue pelas montanhas, ao longo do Vale do Reno com vistas dramáticas, no chamado Desfiladeiro do Reno. Este trajecto liga Zermatt a St. Moritz, passa por mais de 90 túneis e quase 300 pontes e vai deixar-te de boca aberta com os lagos imaculados e bonitas povoações. As janelas panorâmicas do comboio permitem ver a paisagem em todo o seu esplendor e até existe descrição áudio dos locais por onde vais circulando. Na Primavera, no Outono (ou em qualquer altura do ano) é imperdível. TranzAlpine – Nova Zelândia Que as paisagens da Nova Zelândia são de sonho, todos sabemos. Porém, é preciso saber como apreciá-las e a bordo do TranzAlpine é, provavelmente, a forma mais confortável, segura e fantástica. Os assentos são reclináveis, as janelas extensas e o bar está sempre aberto. O TranzAlpine viaja pela Ilha do Sul da Nova Zelândia, desde Christchurch através das planícies de Canterbury, ao longo do rio Waimakariri, depois “fura” as montanhas através do Arthur’s Pass e, finalmente, florestas até chegar a Greymouth. Em cerca de cinco horas, as janelas do comboio – e os teus olhos – vêem passar zonas agrícolas, montanhas, vales, quedas d’água e pontes de aço que desafiam desfiladeiros profundos. E se tiveres gostado desta viagem, podes fazê-la de novo no sentido contrário – no mesmo dia. Rocky Mountaineer – Canadá Rocky Mountaineer. Este é o trajecto mais bonito do Canadá e um dos mais cénicos do mundo, viajando pelas Montanhas Rochosas, entre Vancouver e Banff. A viagem começa na larga cidade litoral de Vancouver, seguindo pela região da Colúmbia Britânica, com paisagens de cortar a respiração, incluindo montanhas cobertas de neve e lagos cintilantes. As carruagens do comboio são confortáveis e das janelas não irás ter qualquer problema em apreciar tamanha beleza natural. Esta viagem é irresistível. The Ghan – Austrália É uma das mais viagens mais longas do mundo, mas nem por isso menos bonita. Embora em momentos seja monótona, a atracção é poder atravessar uma grande parte do território da Austrália de forma confortável. Se estás a pensar em fazer esta viagem, temos um artigo sobre o que levar na mochila numa viagem longa que te pode ajudar. Vais precisar de 54 horas – a uma média de 85 km/h para percorrer quase três mil quilómetros (para ser exacto são 2979 km). A viagem, de quatro dias e três noites, começa em Darwin e pára apenas em Katherine, Alice Springs e Coober Pedy, antes de chegar ao destino final: Adelaide. The Ghan é um comboio distinto de todos os outros – numa viagem muito longa – que permite ter uma noção da imensidão e solidão do interior da Austrália. The Ghan atravessa o Red Centre e o Outback da Austrália, primeiro através da costa tropical do Território do Norte, atravessando uma parte desértica, até avistar planícies férteis. O símbolo do Ghan é um camelo, em forma de homenagem aos aos pioneiros afegãos que atravessaram a região. Mandalay – Hsipaw – Myanmar Ao contrário dos restantes comboios desta lista, esta viagem oferece simplicidade e cumplicidade. Primeiro, porque os comboios em Myanmar são velhos, com pouco conforto, mas autênticos. A prova disso é que este comboio não está baptizado para o passeio de turistas. É um comboio regular utilizado pelo cidadão comum, para transportar frutas, vegetais ou outros bens, para ir à cidade tratar de negócios ou simplesmente para rever a família. Atravessando campos agrícolas, pastagens, aldeias e povoações quase fantasma, o comboio entre Mandalay e Hsipaw demora 15 ou 16 horas num ritmo cadente, sem pressas. O momento mais ambicionado pelos turistas que aí viajam é quando se passa por cima do viaduto metálico conhecido como Gokteik. Autor: Lugares Incertos

Ler mais
10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia

10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia

7 minutos de leitura

A Tailândia é um país com uma cultura muito rica, paisagens de cortar a respiração, um povo muito acolhedor e bondoso. Uma gastronomia deliciosa, uma mistura de cheiros e uma panóplia de cores capazes de conquistar qualquer um à “primeira vista”. Apesar de tantas coisas boas, é um país com uma cultura, língua, escrita e religião muito diferentes daquilo que estamos habituados. Por isso, hoje trazemos-te um guia de coisas que deves saber antes de preparares a tua viagem. E antes de viajares não te esqueças do teu seguro de viagens! Para o Sudeste Asiático recomendamos oseguro IATI Mochileiro! 10 coisas que precisas de saber antes de viajar para a Tailândia 1. Visto Os cidadãos portugueses não precisam de visto prévio para entrar na Tailândia. O visto é concedido on arrival por um oficial do controlo de imigração, seja a entrada no país de forma terrestre ou aérea. Por norma, em entradas aéreas o visto tem uma validade de 30 dias de permanência no país e, em entradas terrestres, a validade é de 15 dias. Para além disto, o passaporte deverá ter uma validade mínima de 6 meses. Se pretendes ficar mais de 30 dias na Tailândia, deverás renovar o visto através do pagamento de uma taxa ou então poderás simplesmente sair e voltar a entrar no país para que o visto seja renovado. 2. Língua A língua oficial da Tailândia é o tailandês, porém não é um entrave à comunicação. A maior parte da população fala inglês, principalmente aqueles que estão diretamente ligados ao turismo. Assim, não há motivo de preocupação uma vez que mesmo quem não domina a língua universal, irá sempre fazer um esforço para tentar compreender e ajudar, mesmo que seja necessário recorrer à comunicação através de gestos. 3. Religião Nunca apontes os pés para a imagem de Buda, já que estes são considerados por eles a parte mais suja do corpo humano. Nunca toques nos monges e quando quiseres tirar fotografias junto deles, as mulheres deverão sentar-se ao lado do monge e os homens podem ficar de pé ao seu lado. Por fim, não compres nem tatues a imagem de Buda, há diversos avisos espalhados pelo país, principalmente nas atrações turísticas, relembrando que esses actos são considerados desrespeitosos para com a população e religião da Tailândia. 4. Moeda A moeda oficial da Tailândia é o baht, que vale cerca de 0,027€. As casas de câmbio são os locais aconselhados para trocares dinheiro e não são difíceis de encontrar. Os bancos também são uma hipótese, contudo as taxas não são tão interessantes. Se optares por levantar dinheiro ser-te-á cobrada uma taxa de 220 baht (cerca de 6€) independentemente da quantia levantada. As caixas ATM estão também espalhadas por todo o país, excetuando zonas rurais onde são mais complicadas de encontrar. 5. Custos De uma forma geral, a Tailândia é um país barato mas tudo depende do tipo de turismo que pretende fazer. Se fores um turista económico e com um bugdet a cumprir, 10€ por dia (excluindo estadia) é mais que suficiente. Se fores do tipo de turista que quer aproveitar ao máximo as férias e não abrir mão de nada, obviamente o budget diário será bem maior. Uma refeição barata tailandesa custa entre 40 a 60 baht mas pode ir até aos 150 baht, no caso de escolheres uma refeição mais elaborada. Uma refeição western food pode custar entre 250 a 350 baht, uma garrafa de água de 0,50cl custa 7 baht e 10 baht se for comprada na rua. O trajeto Chiang Mai – Bangkok tem um custo médio de 700 baht, alugar uma scooter 125c custa entre 150 a 250 baht. Alugar um quarto para duas pessoas num hostel/guest house barato ronda uns 15€ por noite sendo que um quarto num hotel de média categoria poderá ultrapassar os 30€ por noite. 6. Segurança A Tailândia é um país extremamente seguro para se viajar de forma independente, mesmo mulheres a viajar sozinhas. A hospitalidade, bondade e generosidade dos tailandeses faz deste um destino tranquilo onde, regra geral, se pode confiar nas pessoas estejam elas ligadas ao turismo ou não. Contudo, é sempre importante estarmos prevenidos para qualquer tipo de “banhada” ao turista. Algumas dicas que deverás considerar são: nunca andar com muito dinheiro na rua e ter uma fotocópia do passaporte ao invés do passaporte real. 7. Melhor época do ano para visitar a Tailândia O clima na Tailândia, geralmente, é quente e húmido. Porém, devido às monções existem épocas do ano em que a chuva pode dificultar a vida de um turista. As monções na Tailândia dividem-se em duas épocas conforme a região. Na costa oeste, onde estão Bangkok, Chiang Mai, Phuket, Koh Phi Phi e Krabi, chove de abril a outubro. Na costa leste, onde estão Koh Samui, Koh Tao, Koh Phangan, Surat Thani, chove de setembro a dezembro. 8. Transportes transporte na Tailândia. Em Banguecoque, o mais recomendado será usar a aplicação GRAB (muito semelhante ao UBER), isto porque os taxistas para além de se recusarem a ligar o taxímetro, geralmente cobram preços muito acima do que é realmente justo e por vezes nem sabem onde fica o destino em questão. O metro e o skytrain também são excelentes opções uma vez que percorrem toda a cidade, excetuando a zona antiga de Banguecoque (onde está a famosa Khao San Road). Os tuk tuks são opção de transporte mais divertida mas também mais cara, é preciso negociar muito para conseguir um preço justo. Ainda tens a opção dos autocarros locais e dos barcos existentes nos canais, que não se revela tão prático em casos de “tempo contado”. Dá uma vista de olhos ao nosso artigo sobre o que ver em Banguecoque e fica com uma ideia de onde estão localizadas as principais atrações para decidires qual o melhor meio de transporte Já em Chiang Mai não existe metro nem skytrain, mas o GRAB continua a ser uma excelente opção. Para além disso, ainda existem as red trucks que percorrem toda a Old City por 30 baht/pessoa (de um ponto ao outro) e ainda os tuk tuk’s. Na zona das praias, as únicas opções são os tuk tuk’s que podem ser privados ou partilhados e o preço aqui para além de ser muito mais alto do que nas cidades mencionadas anteriormente, deverá ser negociado para que seja mais justo. 9. Alimentação A gastronomia tailandesa destaca-se por ser um misto entre o doce e o picante (extremamente picante). A base da alimentação dos tailandeses, à semelhança do que se verifica em toda a Ásia, é o arroz e a massa. As frutas e verduras também são um complemento muito importante e presente na alimentação tailandesa, bem como o frango, porco e pato. Os pratos típicos mais conhecidos da cozinha tailandesa e que conseguirás encontrar em qualquer restaurante e/ou barraquinha de street food são: o famoso pad thai – que consiste numa massa de arroz, geralmente acompanhada com muitos legumes e uma proteína à escolha, salteado no wok com molho de peixe e soja; o igualmente conhecido fried rice – arroz salteado no wok com legumes e uma proteína à escolha; a extremamente picante tom yang – uma sopa com peixe, camarão, legumes, muitos temperos e especiarias e uma boa dose de picante Tailandês; gaeng daengou caril vermelho consiste numa mistura de leite de coco, carne e pasta de caril vermelho, com um toque de folhas de lima por cima; khao soium prato típico da Tailândia, em particular do Norte do país, portanto, se visitares Chiang Mai verás muitas mais vezes este prato em barraquinhas de street food. Consiste num prato composto por pedaços de porco ou galinha que são cozinhados em leite de coco com caril. O caldo daqui resultante é deitado por cima de noodles de ovo e coberto com verduras, rebentos e noodles crocantes. A gastronomia tailandesa tem tantos outros pratos muito típicos e igualmente deliciosos, e não há nada como os experimentares todos para conseguires escolher o preferido. 10. Cuidados de Saúde Este deve ser o tópico que mais preocupa um viajante na preparação da viagem. Há muitos casos de intoxicações alimentares, diarreias, febres, alergias, entre outros. Porém, se forem tomadas algumas precauções no dia-a-dia estes casos podem ser evitados. Bebe apenas água engarrafada. Cuidado com as experiências na comida de rua, deves verificar o aspecto da comida, se a comida foi confeccionada ali e normalmente, quando tem muitos clientes, é porque não há problema. Cuidado com os bichos, especialmente os escorpiões que vendem na rua, não sabes onde foi confeccionado. Precauções contra os mosquitos também são importantes uma vez que há alguns focos de dengue na Tailândia, pelo que o uso de repelente é aconselhado, principalmente após o pôr do sol. No caso de uma diarreia aguda podes optar por ir a uma farmácia e explicar a situação ou então ir ao hospital que eles saberão como a melhor forma de a tratar. Este é um daqueles casos nos quais a contratação de um seguro de viagem é de extrema importância devido aos exorbitantes custos das despesas médicas – uma consulta num hospital tailandês custa em média 200€. Antes de visitares a Tailândia, e relembrando os focos de dengue dos quais falamos antes, não t esqueças de ver quais as vacinas obrigatórias e aconselhadas para viajares com tranquilidade pelo Sudeste Asiático. Autor: Yoan Santos

Ler mais
Dez experiências em Atenas a não perder!

Dez experiências em Atenas a não perder!

4 minutos de leitura

A IATI Seguros é especialista em seguros de viagem e queremos que as tuas viagens além de seguras sejam memoráveis! Só assim construirás memórias que valem a pena guardar. O próximo passo é escolheres o seguro de viagem que melhor se adequa à tua situação, portanto se és viajante frequente já pensaste em contratar um único seguro de viagem que inclua todas as viagens realizadas num ano? Este seguro é TOP e chama-se IATI Bloggers e Grandes Viajantes. Pronto para iniciar viagem? Dez experiências em Atenas a não perder! Se estás a pensar viajar para a capital grega, vamos dar-te dicas para dez experiências que tens mesmo de ter em Atenas. Visitar a Acrópole A Acrópole é a imagem de marca de Atenas. Está localizada numa colina e é o ponto mais alto de Atenas. Aliás, já reparaste que em Atenas não há prédios altos? Pois é, a Acrópole foi e continua a ser o local mais elevado desta cidade antiga. Vai com tempo porque tens de percorrer a pé uma distância considerável e tem em atenção que no verão as temperaturas são bastante elevadas. Leva contigo água para te hidratares e chapéu para te protegeres do sol pois não existem árvores lá em cima que te proporcionem sombra. Visitar o Museu da Acrópole O Museu da Acrópole é quase a continuação da visita que fizeste à Acrópole. Lá poderás encontrar vários artefactos provenientes da Acrópole que foram devidamente reparados e conservados. A boa notícia é que no museu não terás de suportar as temperaturas extremas da Acropole. Arco de Adriano Este Arco construído de mármore quase passa despercebido junto a uma estrada em Atenas. Pensa-se que este monumento foi construído para celebrar a chegada do Imperador Romano Adriano. Contrariamente à maioria dos monumentos em Atenas, não precisas pagar bilhete para acederes ao monumento mas também o sítio é bastante pequeno. Existem apenas umas grades que protegem o Arco e podes fotografar à vontade. Ágora Antiga A Ágora Antiga era o centro de Atenas. Naquele local desenvolviam-se trocas comerciais, eram tomadas as decisões políticas e a vida social estava concentrada neste mesmo sítio. Por isso se percebe a importância da Ágora Antiga na cidade em tempos antigos. Atualmente é possível visitar o local que foi reconstruído, assim como o museu que expõe o espólio encontrado durante as escavações da Ágora Antiga. Observar o render da Guarda em frente ao Parlamento Grego Apesar de ser bastante turístico, pensa que deve haver uma razão para tanta gente querer ver o render da Guarda em Atenas. Dirige-te para a Praça Syntagma e observa com atenção ao render da Guarda. Vais ver os guardas em coreografias engraçadíssimas que com as fardas um pouco cómicas conseguem terminar a atuação sem se rirem. Tu provavelmente não vais conseguir conter uma gargalhada mas lembra-te que estás em viagem e rir faz bem à saúde. Além disso o render da Guarda é gratuito! Odeon of Herodes Atticus Este anfiteatro ao ar livre está localizado muito perto da Acrópole, pelo que podes aproveitar a boleia e visitar os dois sítios na mesma altura. Principalmente no verão é habitual fazerem espetáculos ao ar livre, por isso, se viajares nessa altura do ano, passa por um posto de turismo para dares uma espreitadela ao cartaz. Deliciar-te com Iogurte Grego Se achas que o iogurte grego é todo igual, lamentamos dizer-te que não sabes o que andas a perder. Em Atenas o iogurte vende-se em embalagens com mel e nozes a acompanhar. O iogurte tem uma textura cremosa e é levemente ácido o que combina na perfeição com o doce do mel e das nozes. Uma delícia que não vais encontrar igual em mais nenhum lado do mundo. Spanakopita Gostas de tartes folhadas salgadas? Então vais adorar esta especialidade grega! É uma tarte de espinafres, queijo feta e ovos e mais alguns temperos de acordo com a receita de cada família. E as famílias gregas são muito orgulhosas das suas receitas por isso vai preparado para provar diferentes Spanakopita e tenta decidir qual é a melhor, se conseguires. Comer Gyros Esta fast food grega deve ser a mais saudável do planeta. É um pão pita recheado de carne de vaca, frango ou borrego, iogurte grego e vegetais. Em alguns restaurantes também colocam dentro do pão uma dose de batatas fritas, por isso é uma refeição completa que pode ser degustada enquanto visitas vários bairros típicos de Atenas. Perder-te em Plaka Bem, em sentido figurativo, é claro. É que o bairro de Plaka tem muito movimento e são tantas as ruas que podes achar que te vais perder. É uma zona preferida dos viajantes para o final de dia e início da noite porque se juntam neste local turistas e locais à procura de animação. Existem bares, cafés e restaurantes mas a festa prolonga-se pelas ruas. Vais divertir-te tanto! A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

Ler mais
É seguro visitar a Guatemala?

É seguro visitar a Guatemala?

4 minutos de leitura

É seguro viajar para a Guatemala? É uma pergunta frequentemente colocada por quem viaja para este país da América Central. Pelo que vemos e ouvimos nas notícias a Guatemala seria um país a evitar. Mas será mesmo assim? Na IATI Seguros de Viagens dizemos-te se é seguro, ou não, ir de férias para a Guatemala. É seguro viajar para a Guatemala? A Guatemala tem, de facto, uma das maiores taxas de criminalidade na América Latina, mas não maior que algumas cidades como Fortaleza ou Salvador, no Brasil, por exemplo. Em 2017, a Cidade da Guatemala, registou 1,705 homicídios, enquanto Fortaleza teve 3,270 assassinatos registados. A taxa de homicídios é menor na Guatemala do que nas Honduras ou El Salvador, mas maior do que na Costa Rica. Na Guatemala, a maioria dos crimes graves envolve gangues locais e muito raramente estas situações afetam turistas. Apesar dos altos níveis de criminalidade, a maioria das viagens para a Guatemala não é afectada pelo crime. As estatísticas, por mais assustadoras que possam parecer, não contam a história toda e a situação no resto do país é diferente da Cidade da Guatemala. Neste país da América Central, a população é simpática, adora receber turistas e conversar com eles. Não só porque têm prazer em conhecer gente de outros locais, mas também porque o rendimento proveniente do turismo ajuda bastante a melhorar o nível de vida dos guatemaltecos. Antes de viajares para a Guatemala é importante teres um bom seguro de viagem e manteres-te informado sobre a situação no país. Na maior parte das situações, a Guatemala é segura, mas é preciso ficares atento a algumas áreas da Cidade da Guatemala – as chamadas zonas vermelhas. E também deves ter cuidados redobrados em redor de estações de autocarro e em viagens nos autocarros públicos locais. Por vezes, existem roubos nesses locais e meios de transportes. Os autocarros privados são mais seguros, mas não estão imunes a ataques. Além dessa atenção com a criminalidade, é preciso não esquecermos que as autoridades de saúde apontaram a Guatemala como tendo risco de transmissão do vírus Zika. E deves também ter cuidados redobrados na zona dos vulcões, devido à altitude e a uma eventual erupção vulcânica. O que diz o Ministério dos Negócios Estrangeiros? O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), na sua página de internet, sublinha que as condições de segurança são “deficientes”, ressalvando que existem roubos e assaltos em todo o país, em especial na fronteira com o México e nas rotas utilizadas pelos traficantes de droga – nas zonas de Izabal, Alta Verapaz, Petén, Huehuetenango e San Marcos. O MNE avisa que existem zonas mais arriscadas, como Escuintla, Quetzaltenango, Alta Verapaz, Izabal e Petén, pois o nível de criminalidade é elevado. Além disso, é também evitável qualquer deslocação para as zonas 3, 5, 6, 7, 8, 11, 12 e 18, Mixco e Villanueva da Cidade da Guatemala. Existem ainda outras zonas catalogadas com risco médio e onde as deslocações devem ser efectuadas com prudência, como Sololá, onde se situa o Lago Atitlán e a região de Sacatepéquez (La Antigua), onde deve ser prestada atenção a potenciais situações de abuso sexual em locais de ócio. Conscientes da importância do turismo para o país, as autoridades da Guatemala, criaram um programa dedicado à segurança dos turistas (PROATUR) e também disponibilizam serviços de segurança para grupos de turistas pelo que é aconselhável consultar esta página antes de fazeres o teu roteiro. Alguns conselhos para viajar pela Guatemala de forma segura • Não saias à noite ou sozinho para zonas remotas • Não conduzas à noite, pois as estradas são mal iluminadas e inseguras • É mais seguro viajar nas estradas principais do que em estradas secundárias • Se viajares para áreas remotas, fá-lo em grupo ou numa empresa de autocarro credível • Se usares transporte público mantém o dinheiro e objectos de valor sempre num local seguro e perto de ti. Usa os bolsos da frente das calças e coloca a mochila ao peito • Para viagens mais curtas dentro das cidades, a opção mais segura é chamar um táxi como as empresas Taxi Amarillo, Taxi Blanco e Azul • No terminal de chegadas do aeroporto, podes comprar vales de táxi pré-pagos no Posto de Turismo INGUAT • Deixa os documentos e objectos de valor num local seguro • É preciso cuidado nas caixas de levantamento automático, postos de gasolina, aeroportos, estações de autocarros e centros comerciais • Não levantes muito dinheiro de uma só vez e evita levantar dinheiro à noite • Protege os bens valiosos como computadores, máquinas fotográficas, telemóveis e jóias • Não participes em quaisquer manifestações. A legislação guatemalteca proíbe a participação de cidadãos estrangeiros em manifestações • Usa o senso comum e segue os teus instintos. A Guatemala é um país incrível e vais adorar as pessoas, as paisagens, a natureza e a arquitectura Autor: Lugares Incertos

Ler mais
Dicas de viagem para quem visita Hong Kong pela 1ª vez

Dicas de viagem para quem visita Hong Kong pela 1ª vez

4 minutos de leitura

Andas a sonhar à meses com a viagem que vais fazer a Hong Kong e quando chegas lá queres atirar-te de cabeça? Parece uma boa ideia mas talvez queiras ter em consideração algumas dicas que te vão manter em bons lençóis. E a primeira dicas que te podemos dar é que escolhas em bom seguro de viagem e na IATI Seguros somos especialistas em seguros de viagens! Toma em atenção que decisões tomadas de forma pouco informada, como viajar sem um seguro de viagem adequado, podem sair-te bem caras e estragar-te uma viagem que promete ser de sonho. Agora que te demos a dica mais importante de todas e que podes e deves seguir em todas as tuas viagens, seguem-se outras dicas de viagem igualmente valiosas para quem visita Hong Kong pela primeira vez! Dicas de viagem Hong Kong Não te atires à street food à maluco, mas não deixes de experimentar. Esta dica tem como intuito proteger-te de duas situações comuns em viajantes: por um lado aqueles que experimentam qualquer alimento sem nenhum cuidado e no extremo oposto aqueles que evitam todas as bancas de comida. O que achas de uma atitude mais moderada sem o oito ou o oitenta? Hong Kong é, sem dúvida, um destino de excelência no que diz respeito à steet food, mas deves adotar alguns cuidados básicos se não queres acabar a viagem com algo mais do que uma dor de barriga. Por isso, certifica-te que o local onde vais comprar comida tem bastante movimentação de pessoas e que os alimentos não ficam muito tempo expostos. No entanto, não caias no erro de não experimentar nada só porque o aspeto não te é familiar! A ideia de atravessares o mundo e teres as mesmas experiências que tens no teu país não é apelativa, pois não? Assim, e se és esquisito com a comida, aconselhamos-te que procures informação com outros viajantes para que te indiquem algumas sugestões de street food. Usa transportes públicos, até de noite Sabemos que as deslocações levam uma grande parte do orçamento de viagem, por isso queremos que economizes bastante dinheiro que poderás utilizar numa próxima viagem. Apesar de Hong Kong ser uma metrópole gigante, a verdade é que é bastante segura para os viajantes. Além de as ruas serem movimentadas a qualquer hora do dia e da noite, não te esqueças que em Hong Kong funcionam os famosos mercados noturnos. Isto significa que não vais ter nenhum problema de segurança se estiveres na rua durante a noite, mesmo se viajares sem companhia. Os transportes públicos além de serem baratos chegam a qualquer lugar em Hong Kong. Evita o metro à hora de ponta Esta dica à primeira vista parece entrar em contradição com a sugestão anterior mas já te vamos explicar direitinho e vais perceber que se complementam. É verdade que o metro é um excelente meio de transporte público mas ao início da manhã e ao final da tarde há muita gente a utilizá-lo. E não falamos apenas de turistas, são os locais que se movimentam de e para os locais de trabalho e que andam sempre a correr. O que acontece na prática é que as carruagens do metro ficam tão cheias que nas estações alguns funcionários têm como função dar uns “empurrões” às pessoas para caberem mais algumas em cada composição. Estás a imaginar a confusão e o sufoco não estás? Por isso, se tiveres oportunidade de evitar o metro em hora de ponta não penses duas vezes! Leva dinheiro vivo para usar nos mercados de rua Hong Kong é famosa pelos seus mercados noturnos mas também existem mercados diurnos. Os mercados noturnos mais conhecidos são Temple Street Market e Ladies Market que funcionam em barraquinhas que durante o dia estão fechadas. A particularidade dos mercados noturnos é que os comerciantes raramente dispõem de pagamento com cartões, pelo que é aconselhável teres dinheiro vivo contigo. E muito importante, lembra-te que o valor da mercadoria depende da forma como o vendedor te vir. Se achar que és rico vais pagar mais caro, portanto prepara-te para a fina arte do regateio. Quando cambiares dinheiro pede algumas notas de baixo valor Estás a imaginar o trabalho que tiveste para fazer baixar o preço de um artigo que querias comprar num mercado e depois só tens notas de alto valor para fazeres o pagamento? Vais arruinar o negócio, não achas? Por isso certifica-te que tens contigo algumas notas de valor mais baixo para os pagamentos correntes. O que achaste destas dicas de Hong Kong? Temos também um artigo com um roteiro clássico de 5 dias por Hong Kong onde poderás por estas dicas em ação! A IATI Seguros deseja-te uma boa viagem! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

Ler mais
Roteiro para três dias intensos em Dublin

Roteiro para três dias intensos em Dublin

4 minutos de leitura

Na IATI Seguros queremos que vivas intensamente as tuas viagens, portanto hoje trazemos-te uma sugestão de viagem na Europa que não vais conseguir resistir! Um roteiro por Dublin. Mas já sabes como funciona, antes de embarcares tens mesmo de escolher o teu seguro de viagem e como especialistas em seguros de viagens podemos aconselhar-te o que melhor se adequa ao teu perfil. Vê tudo explicadinho no nosso site! Agora que vais viajar seguro, vamos ao roteiro que preparámos para ti para que possas usufruir a 100% da tua viagem a Dublin. Roteiro para três dias intensos em Dublin Dublin é a capital da República da Irlanda e é surpreendentemente concentrada! Isto significa que provavelmente darás bom uso aos teus sapatos e vais evitar gastar dinheiro em transportes no centro da cidade. Este roteiro por Dublin foi precisamente pensado em viajantes que gostam de explorar os sítios a pé e Dublin é ideal para passeios a pé. Dia 1 IMMA – Irish Museum of Modern Art Uma excelente forma de começares a tua viagem e este roteiro a Dublin é visitares o Museu de Arte Moderna da Irlanda. O museu alberga cerca de 3500 peças de arte de artistas irlandeses e internacionais. Além disso, durante o ano ocorrem algumas exposições temporárias pelo que sugerimos que consultes a programação no site oficial do museu. Fábrica de cerveja Guinness Quer sejas apreciador de cerveja ou não, é consensual que a Guinness tem uma das melhores stouts do mundo. E se vais visitar Dublin não percas a oportunidade de entender como é fabricada esta cerveja. Não queremos estragar-te a visita portanto não vamos explicar o processo mas podemos dizer que inclui água das montanhas de Wicklow. Parece mágico, não é? A visita é feita ao teu ritmo e pode levar algumas horas. Se comprares os bilhetes onlinetens desconto, aproveita, está bem? St. Patrick Cathedral e St. Patrick Park Fundada em 1191 e com o ponto mais alto a uma distância de quarenta e três metros, a St. Patrick Cathedral é a mais alta igreja na Irlanda. A entrada na catedral é paga mas os jardins de St. Patrick são gratuitos. Além disso, existe um pequeno mas simpático recinto para piqueniques, vários bancos para descansar e vendedores ambulantes. Se viajas com crianças elas vão agradecer o parque infantil. Dia 2 Dublin Castle Este grande complexo está situado no coração histórico de Dublin. Como a maioria dos monumentos históricos em Dublin a entrada no castelo é paga e existem visitas guiadas. No entanto, se apenas quiseres sentir o ambiente e tirar boas fotografias do pátio do castelo, não precisas pagar entrada. Dublinia Este parque temático é diferente dos que provavelmente estás habituado porque concentra-se em apresentar a história de Dublin de uma forma didática. É, portanto, muito recomendado para visitas em família que podem passar perfeitamente um dia inteiro a explorar Dublinia. Destilaria Old Jameson Para terminar o segundo dia em Dublin recomendamos que visites uma destilaria de Whiskey. Se seguiste a nossa recomendação para visitar a fábrica da Guinness, acredita que esta visita à Old Jameson também vale muito a pena. Tem em mente que o whiskey irlandês tem bastante tradição e nesta visita poderás provar diferentes tipos de Whiskey. Dia 3 O último dia em Dublin será inesquecível pois irás visitar lugares únicos. Preparado para o próximo dia do roteiro por Dublin? Trinity College e Book of Kells O Trinity College é a universidade de Dublin e os alunos organizam visitas guiadas bastante completas. O ponto alto destas visitas é o Book of Kells, uma peça única que por si só vale uma viagem a Dublin. Parque St. Stephens Green Este é um parque histórico que precisas de conhecer no teu roteiro por Dublin e que tem entrada gratuita, Por volta do meio dia as pessoas começam a chegar com mantas que estendem na relva e com comida que devoram em poucos minutos. Depois recostam-se a ouvir música, a ler ou simplesmente a dormir. Quando as duas horas da tarde se aproximam arrumam as coisas e vão-se embora. É ideal para recuperares forças e te preparares para a sugestão que se segue. Temple Bar A melhor maneira de terminar este roteiro por Dublin é, sem dúvida, em Temple Bar. Esta movimentada rua é para onde se deslocam turistas e locais para uma noitada. Também é um lugar popular para despedidas de solteiro, por isso mantém o espírito aberto. Muito importante, não estamos de todo a sugerir que abuses do consumo de álcool. As visitas que recomendamos à fábrica da Guiness, à destilaria Old Jameson e a Temple Bar justificam-se pela importância que estes lugares têm na vida da cidade e não constituem convites a excessos. Acreditamos que és responsável e que consomes bebidas alcoólicas com moderação. Que te pareceu este roteiro por Dublin? A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

Ler mais
O que levar na mochila para uma viagem longa

O que levar na mochila para uma viagem longa

4 minutos de leitura

Para além de todos os acessórios, roupa e documentos que normalmente levas para as tuas férias ou viagens de curta ou média duração, existem indispensáveis a considerar ao preparar uma viagem de longa duração. Como queremos que tenhas uma experiência inesquecível, quer seja pela Ásia, América Central ou outro qualquer destino, vamos dar-te o máximo de dicas possíveis que te facilitarão a preparação, sem esquecer, como é óbvio, que um bom seguro de viagens está entre estas dicas!. Essenciais a não esquecer para uma viagem de grande duração Seguro Esta é a mais óbvia, certo? Se tens ideia de fazer mergulho na Tailândia, um Safari africano ou escalar pela Colômbia, temos o seguro ideal para ti. Não és grande fã de desportos? Não há problema, temos um seguro que se encaixa na perfeição também. Lembra-te que por motivos de saúde, problemas com atrasos de voos ou bagagem, qualquer um de nós pode precisar de um seguro. Escolhe o teu! Garrafa e talheres reutilizáveis Se não queres deixar plástico por cada país visitado e ainda precisas de poupar dinheiro, a garrafa vai ser a tua melhor amiga. Se a prenderes à mochila, nem dás por ela e evitas desidratações, em muitos lugares existem estações de abastecimento gratuito e em outros por um valor simbólico enches a tua garrafa. Os talheres vão ser ótimos aliados na visita aos mercados, seja para fruta ou um almoço rápido no autocarro enquanto mudas de cidade. Sapatos confortáveis e leves A não ser que tenhas planeada uma viagem muito específica (escalada ou neve, por exemplo), é sempre bom trazer um par de sapatilhas leves para caminhar longas distâncias sem dores. Se forem leves e moldáveis melhor, podes utilizá-las para explorar grutas, cascatas ou mesmo mergulhar em países como a Croácia onde as pedras substituem a areia. Saco cama de pano Principalmente se viajas pelo Sudoeste Asiático ou por países quentes, esta opção é leve e vai-te permitir ter sempre uma alternativa para dormires descansado. Uma sexta num autocarro entre cidades ou num sofá que alguém cedeu, o teu próprio saco cama vai te safar umas quantas vezes. Para viagens noturnas de autocarro ou comboio, é uma ótima dica para manter a tua carteira perto de ti dentro do saco) e descansares sem preocupações. Casaco de chuva Tal como o saco cama de pano, estes casacos são fáceis de dobrar, ocupam pouco espaço e podem-te safar de uma constipação desagradável. Ao viajar em período de chuva, uma proteção para a mochila pode salvar o dia também! Bolsa de cintura Ainda que tenhas sempre uma mochila de costas, recomendamos uma mais pequena para os documentos e objectos mais importantes. Muitas delas podem ser utilizadas por dentro da camisola e estão protegidas e sempre debaixo de olho. Lenço Dos dois tipos: um pequeno que dê para proteger do sol ou ter à mão se preciso e um grande que vai servir de toalha de praia e para cobrir ombros ou joelhos se visitares algum monumento religioso que assim o exija. Super leve e prático! Sacos ou mochila de pano Para além da mochila principal com a roupa e acessórios, é sempre recomendado ter um saco extra: para os mercados, para alguma caminhada ou qualquer outra situação inesperada. Lanterna É verdade que nos habituamos aos telemóveis mas a bateria pode ser traiçoeira e, se pretendes ir ver o pôr-do-sol a um lugar alto e com vista panorâmica (normalmente uma montanha) a descida sem luz pode ser um desafio perigoso. Pode ser pequena e não precisa de ser o último modelo, mas convém estar preparado. Repelente de insectos Para viagens a destinos tropicais, este vai ser um indispensável! Recomendamos sempre o uso de um natural que tem menos contra-indicações. Carvão Ativado Não somos médicos nem farmacêuticos e a reação de cada um pode ser diferente, aconselhamos uma ida à consulta do viajantes antes da partida! No entanto, o carvão ativado é um produto natural que pode ajudar em caso de indisposição na limpeza e purificação do estômago. Cordas, aloquete e elásticos Parece aleatório mas pode sempre dar jeito, principalmente se vais estar meses fora. As cordas podem ajudar a organizar objetos grandes na mochila (tal como os elásticos), amarrar outros por fora e até estender uma roupa de emergência; o aloquete pode ser uma forma de evitar preocupações ao deixar a mochila no alojamento enquanto exploramos o local. Adaptador internacional Seja para carregar o telemóvel, as máquinas ou o power bank, lembra-te que nem todos os países têm o mesmo tipo de tomadas. Previne situações em que fiques incontactável por não ter como carregar as baterias, opta por um adaptador que tenha várias entradas. Esperemos que estas dicas te deixem mais preparado para esta grande aventura! E lembra-te, prevenir situações de risco ou pressão vai-te ajudar a aproveitar melhor a tua viagem, a começar pelo seguro! Autora: Janete, Flearound

Ler mais
TOP 5 locais a não perder em Miami

TOP 5 locais a não perder em Miami

4 minutos de leitura

A IATI Seguros tem a certeza que por muito que viajes há sempre mais um local fantástico que ainda podes visitar, por isso, vamos dar-te a conhecer os top 5 locais que não pode perder na maravilhosa cidade de Miami. Como queremos que te concentres exclusivamente em desfrutar ao máximo a sua viagem a Miami, não te esqueças também de escolher um seguro de viagem que se adequa às tuas necessidades. E, como na IATI Seguros somos especialistas em seguros de viagem, para uma viagem aos Estados Unidos da América sugerimos o seguro IATI Estrela. Vamos, então, ao TOP das 5 locais a visitar em Miami, sendo que a lista não tem nenhuma ordem especial, todos os sítios são espetaculares! TOP 5 a não perder em Miami Calle Ocho em Little Havana Miami está geograficamente próximo da ilha de Cuba e tradicionalmente as pessoas que conseguiam sair do território cubano fixaram-se por ali. Ora, os imigrantes trouxeram consigo as tradições e os produtos cubanos que agora são essenciais em Little Havana: o café, o rum, o tabaco, a música e vários pratos típicos. Em particular na Calle Ocho sentem-se os sabores latinos e uma vibração festiva tipicamente cubana. A música invade as ruas de noite e de dia num ambiente único. Aproveita também para saborear um café cubano autêntico, enquanto observas o passeio da fama dedicado exclusivamente a personalidades latinas, entre as quais Gloria Estefan. Por outro lado, se preferires interagir com outras pessoas sugerimos que dê um pulinho ao Parque Maximo Gómez. Neste parque, as pessoas mais velhas divertem-se a jogar xadrez e dominó. Eles levam os jogos muito a sério, mas, se pedires “com jeitinho”, temos a certeza que o deixam jogar um joguinho. Além disso, de bónus ainda irás receber uma infinidade de histórias destes reformados que tanto gosto têm em partilhá-las. Acredite, momentos como estes são raros e preciosos, aproveita-os bem! Venetian Pool O que Veneza tem a ver com uma piscina pública em Miami? Na realidade, a estrutura da Venetian Pool é muito parecida com a cidade de Veneza, por isso resolveram dar-lhe esse nome. Mas não penses que esta é uma piscina pública igual às outras, aqui vais encontrar cascatas, pontes, torres e água a perder de vista. Além disso, o cuidado com a manutenção do espaço é exímio, logo está sempre tudo muito limpinho e arrumadinho. Esta piscina tornou-se rapidamente num hotspot de Miami e quem a visita percebe o porquê. O horário, preços e outras informações estão disponíveis no site oficial. Vizcaya Museum & Gardens O que achas de duas atividades numa só? O Museu Vizcaya merece uma visita por si só: uma antiga mansão recheada de obras de arte que o vão fazer perder a noção do tempo. Além do mais, os jardins desta mansão, situada no bairro de Coconut Grove, tornaram-se uma atração turística pela sua beleza. Os jardins são em estilo europeu, com formas geométricas a lembrar os jardins parisienses e ainda podes contemplar uma vista privilegiada para o mar. Lembra-te apenas que não é permitido fotografar nem recolher imagens de vídeo no interior do museu. Isto significa que apenas poderás trazer lembranças fotográficas ou em vídeo dos jardins deste local. No entanto, existe um café e loja disponíveis no recinto se tiveres interesse em comprar algumas recordações deste local, que faz parte também dos top 5 lugares que tem mesmo de visitar em Miami. Miami Beach Quando se ouve falar em Miami, provavelmente, a imagem que te vem à cabeça é uma praia a perder de vista e as barraquinhas típicas dos nadadores-salvadores. Pois essa imagem existe em Miami Beach. São 16 km desde South Point Pier até ao Parque Haulover. Como podes ver, é um areal a perder de vista. E como fazemos questão que tenhas as melhores dicas de viagem, desde já te asseguramos que as melhores praias, de longe, estão em South Beach, daí este local estar no top 5 dos locais a não perder em Miami! Além disso, vais certamente ficar contente em saber que a temperatura da água é muito agradável durante todo o ano, por isso não te esqueças do fato de banho ou biquini. À noite dirige-te para Ocean Drive, um autêntico desfile de carros quitados, cujos donos percorrem orgulhosamente a marginal à procura de atenção. Freedom Tower Era para este edifício que eram encaminhados os imigrantes cubanos que chegaram à Flórida na década de sessenta do século XX. Aqui recebiam a documentação para poderem ficar a residir nos Estados Unidos. Atualmente o edifício alberga o Museu de Arte Contemporânea e na mesma área podes também encontrar outros locais interessantes, como o jardim e o anfiteatro no Bayfront Park. Com vontade de conheceres mais sobre Miami? Antes de embarcares para os EUA não te esqueças de verificar se tens toda a documentação necessária para entrar nos Estados Unidos! Aproveita e vê também como chegar dos aeroportos até ao centro de Miami. A IATI Seguros deseja-te uma boa viagem, e que desfrutes destes 5 locais a não perder em Miami! Artigo escrito por: Passaporte no Bolso

Ler mais