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Roteiro de 10 dias no Myanmar

Roteiro de 10 dias no Myanmar

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O Myanmar é a nova jóia turística do Sudeste Asiático. Durante muitos anos o país esteve fechado ao turismo e só há relativamente pouco tempo começou a receber estrangeiros. Este é um dos motivos que mais têm atraído pessoas para este país, a oportunidade de conhecer um país puro que ainda não foi desvirtuado pelo turismo massivo como já acontece na maioria dos países desta região. É no Myanmar que poderás conhecer uma cultura ancestral, que se manteve intocável durante anos e anos, e ver paisagens deslumbrantes. Mas o melhor do Myanmar são as pessoas e os sorrisos. É esta a alma da Birmânia. O turismo no Myanmar tem crescido largamente nos últimos anos e a rede de hotéis e restaurantes disponível é já bastante eficiente. Hoje apresentamos-te um roteiro de 10 dias pela antiga Birmânia, para que possas planear a tua viagem. Antes de mais, não te esqueças de contratara um seguro médico internacional com a IATI para que possas viajar em segurança. Roteiro de 10 dias pelo Myanmar Yangon – 2 dias Yangon foi durante muitos anos a capital da Birmânia e por isso é a maior cidade do Myanmar. É aqui que fica o principal aeroporto do país por isso esta será a melhor porta de entrada no país. Embora Yangon seja uma grande cidade, não é caótica ou confusa como a maior parte das capitais asiáticas. Caminhando pelas ruas de Yangon sentimos que, de alguma forma, fomos transportados para os anos 90, onde a evolução tecnológica ainda não chegou. Uma das principais atrações de Yangon é o Shwedagon Pagoda, o pagoda mais importante do país já que aqui estão guardados 8 fios de cabelo de Buda, o que torna o local especialmente sagrado. A entrada custa 10 000 MMK. Outro pagoda bastante famoso é o Sule Pagoda, que é, ao mesmo tempo, um pagoda e uma rotunda no centro da cidade. O preço de entrada ronda os 4 000 MMK. No final do dia e depois de visitares ambos os templos sugerimos um passeio por um dos principais parques da cidade, o People’s park ou Mahabandoola Garden. Neste último situa-se também o lago Kandawgyi. No dia seguinte poderás visitar outras atrações da cidade como o City Hall e a China town. Caminhar pelas ruas da zona histórica faz também parte do roteiro já que só assim poderás absorver o ritmo e a dinâmica do país. Se tiveres interesse, há uma igreja portuguesa a cerca de 8 km de Yangon, a Ancient Portuguese Church. A melhor forma de lá chegar é de táxi. No local encontrarás um senhor que te explicará tudo sobre a influência portuguesa no Myanmar e a construção da igreja, vale bem a pena. No final do segundo dia recomendamos que apanhes o autocarro noturno até Bagan, aquela que será a segunda paragem deste roteiro. Bagan – 2 dias Bagan é, sem dúvida, a cidade dos templos e pagodas. Uma espécie de Angkor Wat sem centenas de turistas. Assim que entrares em Bagan terás de pagar um ticket que te custará 25 000 MMK e lhte dará acesso a esta zona histórica. Tem-no sempre contigo pois durante a tua estadia é provável que te peçam o bilhete várias vezes. A melhor forma de explorar os templos de Bagan é de scooter elétrica. O preço do aluguer ronda os 5 000 MMK por dia. Tem em atenção que, desde Dezembro de 2018, é estritamente proibido subir ou escalar a qualquer um dos templos. Tem cuidado e lembra-te sempre que estás perante património histórico importantíssimo datado do século XI. Em Bagan é obrigatório assistir ao nascer do sol. O céu pinta-se em tons de vermelho e laranja, ao mesmo tempo que dezenas de balões de ar enfeitam o céu. A paisagem é deslumbrante e vale muito a pena. O templo mais famoso para ver o nascer do sol é o Shwesandaw Pagoda. Se quiseres evitar multidões logo pela manhã poderás escolher qualquer outro lugar. Será um belo momento de qualquer das formas. Durante o resto dos dias recomendamosmos que explores os vários templos desta zona. Poderás fazê-lo de forma independente ou com um guia e ambos têm as suas vantagens. Se, de forma independente, poderás explorar templos completamente vazios e visitar ao seu próprio ritmo, com um guia sempre poderás aprender um pouco mais sobre a história por detrás dos templos. Bagan não é nem de perto tão famoso como Angkor Wat, a maior parte dos templos não estão sequer sinalizados no mapa e, depois de 3 ou 4, poderás sentir que todos são iguais. Neste caso, o guia será a melhor opção. Bagan pode ser muito quente por isso sugerimos que escolhas um hotel com piscina onde poderás refrescar-te no final do dia depois de um dia inteiro a explorar templos. Trekking desde Kalaw até Inle Lake – 2 dias Caso tenhas tempo suficiente aconselhamos também fazer um trekking até ao Inle Lake, aquela que será a terceira paragem deste roteiro. O trekking começa na pequena cidade de Kalaw pelo que terás de ir desde Bagan até Kalaw de autocarro. Lá encontrarás várias agências que fazem trekkings de 2 ou 3 dias. A dificuldade é média e poderás ainda pernoitar num mosteiro no meio das montanhas e passar por aldeias isoladas. Os preços começam em 30 000 MMK. Inle Lake – 2 dias O Inle lake é, a par de Bagan, uma das principais atrações do Myanmar. Este é um dos maiores lagos do país em torno do qual, ao longo de décadas, se desenvolveram várias vilas e aldeias flutuantes. Estando estas tão isoladas acabaram por desenvolver as suas próprias técnicas de cultivo e de pesca, o que torna este lugar único no mundo. Tal como em Bagan, também aqui terás de pagar cerca de 15 000 MMK por um ticket que lhe dará acesso a esta zona. Nyaung Shwe é a vila onde se concentram a maior parte dos hotéis. Aqui terás de alugar um barco que te levará, durante o dia, a vários pontos turísticos ao longo do Inle Lake. Normalmente começam bem cedo, para poder assistir ao nascer do sol nas montanhas. Depois, passarás por vilas flutuantes, mercados, fábricas de prata e de tabaco artesanal e até jardins flutuantes. Poderás também acordar com o teu guia que locais preferes visitar. O preço do barco ronda os 49 500 MMK e leva no máximo 6 pessoas. No dia seguinte sugerimos que alugues uma bicicleta e dês a volta ao lago. Passarás também por pequenas aldeias, escolas e mercados locais. Nos hotéis costumam ter mapas para te ajudar já que este passeio de bicicleta é muito comum. No final poderás voltar de barco com a bicicleta até Nyaung Shwe, apenas terás de acordar o preço com um dos muitos barcos que lá esperam pelos turistas. Mandalay – 2 dias De seguida, e como última paragem, recomendamos Mandalay, aquela que também foi, em tempos, capital da Birmânia. As principais atrações de Mandalay não se situam no centro da cidade mas sim na periferia. O mais famoso é sem dúvida o templo branco, Hsinbyume Pagoda, em Mingun. Para lá chegar terá de apanhar um barco, cujo bilhete de ida e volta custa 5 000 MMK. Do porto até ao templo serão uns 10 minutos de caminhada e passará também por outras atrações como Mingun Pahtodawgyi, um templo que seria o mais alto do mundo se tivesse sido acabado, e o Mingun Bell, o segundo maior sino do mundo, com 90 toneladas. Já na parte da tarde sugerimos que vá até Amarapura, pois é aqui que se situa a famosa U Bein Bridge, onde poderá assistir a um fantástico pôr-do-sol. Mas além da famosa ponte vale também a pena visitar o Mosteiro Mahagandhayon e o Mosteiro Bagaya. No segundo dia aconselhamos que explore a cidade de Mandalay de bicicleta, para que também possa absorver a dinâmica da cidade. Como atrações tem o Palácio de Mandalay e o Templo do Buda Mahamuni. Este último é um dos mais importantes locais de peregrinação no Myanmar. A imagem de Buda pesa 6,8 toneladas e tem cerca de 3,8 metros de altura. É comum que os homens coloquem folhas de ouro na imagem de Buda, como que por tradição (a entrada é proibida para mulheres). Contudo, ao longo dos anos, esta tradição fez com que a própria imagem de Buda ficasse desfigurada pois já conta com uma camada de cerca de 15 cm em folhas de ouro. É possível ver no templo a evolução da imagem de Buda ao longo dos anos. Uma outra atração muito interessante será assistir a um show dos Moustache Brothers. É uma espécie de teatro formado por membros da mesma família onde as pessoas contam as suas histórias de vida em jeito de comédia, abordando também, de uma forma satírica, como era a vida durante o regime militar birmanês. O espetáculo custa 10 000 MMK e é em inglês. Por fim recomendamos que use o aeroporto de Mandalay como porta de saída do país, já que este é também um dos aeroportos principais. Autora: Patricia Carvalho, Girl From Nowhere

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5 atividades românticas a fazer em Veneza

5 atividades românticas a fazer em Veneza

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Não é novidade nenhuma que Veneza é a cidade do amor e, por essa razão, hoje a IATI Seguros traz-te 5 atividades românticas a fazer em Veneza. No entanto, lembra-te que antes de marcares a tua escapadinha romântica nesta cidade, deves resolver algo muito importante: a saber, a contratação do teu seguro de viagem. Assim, e se és viajante frequente, o que achas de fazer uma surpresa à tua cara metade e ofereceres-lhe um presente que pode ser usufruído durante um ano inteiro? Sim, o IATI Bloggers e Grandes Viajantes é um seguro de viagem de longa duração ou anual multiviagens. A primeira modalidade, a de longa duração, é indicada para uma viagem que dure entre seis meses e um ano mas a segunda modalidade, a anual multiviagens que te estamos a sugerir neste artigo, inclui todas as viagens que fizeres durante um ano completo, desde que cada uma não tenha uma duração superior a seis meses. Agora que estas formalidades estão resolvidas, embarquemos na viagem! 5 atividades românticas a fazer em Veneza Fazer um cruzeiro numa gôndola Pois, reconhecemos que fazer um cruzeiro numa gôndola não é propriamente inédito, mas existe uma razão para este passeio ser tão popular entre os casais apaixonados. Aliás, uma não, várias razões, das quais te vamos indicar algumas: • Ter uma história para contar: imagina o que é chegares a casa e quando te perguntarem como correu a viagem dizeres que fizeste um magnífico cruzeiro de gôndola nos canais de Veneza! Os teus amigos vão roer-se de inveja (no bom sentido!); • Banda sonora inesquecível: uma das aptidões que os gondoleiros precisam de dominar, além de conduzir a gôndola, é claro, é cantar muito bem. Por isso, a banda sonora de qualidade está garantida. • Passeios privados: as ruas de Veneza podem tornar-se muito congestionadas, com gente por todo o lado. Por isso temos a certeza que vais valorizar um passeio tranquilo a dois; • Canais e paisagens numa perspetiva nova: as gôndolas percorrem os lugares turísticos mas também passam por sítios não acessíveis de outra forma. Assim, vais ter uma visão mais abrangente da paisagem veneziana. Descobrir um sítio novo, único, que possa ser só vosso Um sítio novo em Veneza, uma das cidades mais visitadas do mundo? Pode parecer um paradoxo mas é exatamente o que estamos a sugerir porque sabemos que é possível. Sabias que em Veneza estima-se que haja cerca de três mil vielas que totalizam cento e noventa quilómetros? É uma extensão considerável, continuas a achar que já viste tudo em Veneza e que não existem lugares novos a descobrir? Só tens de sair das áreas centrais mais turísticas e partir à aventura. As recompensas esperam-te! Pintar e decorar uma máscara de Carvaval O carnaval de Veneza é sobejamente conhecido mas para teres uma lembrança personalizada não precisas de visitar esta cidade na altura mais louca do ano! Existem vários ateliers onde é possível comprar e decorar a tua própria máscara de Carnaval. Irás identificar facilmente esses sítios se estiveres atento a um detalhe: na porta costuma estar um manequim com uma máscara de Carnaval! Entra, diverte-te, pinta e decora a tua máscara e terás um souvenir único e especial. Deliciar-te com um piquenique Os italianos são conhecidos por apreciarem os produtos frescos e de qualidade. É no mercado do Rialto que os habitantes locais costumam diariamente fazer as compras. Lá irás encontrar todo o tipo de alimentos mas para um piquenique especial, e como provavelmente não terás acesso a uma cozinha para cozinhares, sugerimos que compres os seguintes produtos: queijo, charcutaria, azeitonas, pão, focaccia, arrancini (bolas de arroz fritas com recheios variados) ou aquilo que tiver bom aspeto. Quando as compras estiverem feitas, escolhe um sítio apropriado para o piquenique a dois. O melhor será usares o bom senso e escolheres um lugar onde já estejam outros viajantes. Além disso, podes sempre optar pelo teu novo sítio especial ou a varanda do teu hotel. Escolher o melhor sítio de observação Veneza tem, realmente, muitos edifícios históricos que observados a partir de cima ganham uma dimensão única. Felizmente a cidade é rica em sítios de observação mas para que não percas o teu precioso tempo vamos desvendar-te qual é o melhor sítio de observação em Veneza: Campanário de São Marcos, localizado na Praça de São Marcos. Terás de utilizar um elevador mas acredita que valerá a pena. Aí poderás ver a totalidade da cidade de Veneza, os telhados, a lagoa, os barcos a dirigirem-se de um lado para o outro. É o sítio perfeito! E estas são as nossas sugestões de 5 atividades românticas a fazer em Veneza. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Autora: Passaporte no Bolso

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Praias mais bonitas da Austrália

Praias mais bonitas da Austrália

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Num país que tem milhares de quilómetros de costa, não é surpresa que existam belas praias espalhadas por toda a Austrália. A IATI Seguros convida-te a explorar as praias mais bonitas da Austrália Contrata o teu seguro de viagens e prepara-te para mergulhar nas águas de um país incrível. Whitehaven – Queensland Esta é, sem dúvida, uma das praias mais bonitas da Austrália – quiçá a mais bela de todas. Aliás, Whitehaven já foi votada várias vezes pelos Australianos como a praia mais bonita de Down Under e é também uma das mais fotografadas – percebe-se porquê. Situada no estado de Queensland, com águas transparentes e areias tão brancas como o algodão, é um dos cenários mais paradisíacos que vais encontrar. Enseadas e lagoas compõem o cenário desta praia na ilha de Whitsunday. Whitehaven estende-se por mais de sete quilómetros de costa e mesmo em época alta nunca estará repleta de turistas. Localizada no coração da Grande Barreira de Corais, Whitehaven é uma praia imaculada. É tão bonita que até parece irreal. Bondi Beach – Nova Gales do Sul Outra das praias mais bonitas da Austrália é Bondi, uma praia obrigatória em qualquer viagem a Sydney. Este pedaço de areia é muito popular na maior cidade da Austrália, mas não apenas pela proximidade. A cultura de praia da Austrália teve início em Bondi Beach e pode ainda hoje comprovar-se, com as devidas diferenças temporais, que este é um local de culto para todos os habitantes da região. A praia é bastante popular entre os surfistas – que aproveitam as boas ondas – e entre caminhantes, pois o passeio costeiro a partir de Bondi é muito atraente, com falésias, escarpas e paisagens deslumbrantes. A popularidade é tanta que chegar a Bondi Beach é quase tão difícil como ir embora – é complicado chegar pelo volume de tráfego nos fins-de-semana, mas depois de lá chegar ninguém quer ir embora. Baía de Wineglass – Tasmânia A Baía de Wineglass, na Tasmânia, é absolutamente estupenda e uma das imagens de marca desta região. A forma arredondada, com vegetação verdejante, escarpas de granito e, claro, águas azul-turquesa deixam-nos quase a delirar com tamanha beleza. A partir de um miradouro é possível constatar todas os atributos desta praia australiana. Para chegar a este ponto de observação é necessário caminhar cerca de meia hora. E não falta o que fazer nesta praia da Baía de Wineglass – dentro e fora de água – como snorkelling, caiaque, observação de vida selvagem e caminhadas. Ou podes apenas contemplar a paisagem com um copo de vinho (wineglass) na mão, enquanto assistes ao pôr-do-sol. Byron Bay – Nova Gales do Sul Continuamos nas praias mais bonitas da Austrália com as infindáveis praias de Byron Bay e as ondas perfeitas para o surf atraem turistas há muitas décadas. Além destes, também outros viajantes procuram esta região para caminhar e meditar, abençoados pela beleza e tranquilidade da zona. Byron Bay situa-se na zona mais oriental da Austrália, junto do farol do Cabo Byron, no estado de Nova Gales do Sul. Agora é um destino hippie, mas já foi uma estação baleeira. As praias de Byron Bay são visitadas por golfinhos, baleias e tartarugas marinhas. Queres melhor companhia para mergulhar nas belas águas desta região? Lizard Island – Queensland Lizard Island, no estado de Queensland, é daquelas regiões onde é impossível tirar uma má fotografia. Situada na Grande Barreira de Corais, a 240 quilómetros de Cairns, a ilha tem mais de 20 praias para visitar e mergulhar. O mais difícil é escolher uma destas deslumbrantes praias – e até chegar lá, pois os preços são elevados. O acesso a algumas praias é exclusivo para quem fica alojado nos resorts, mas com duas dezenas de praias fantásticas, irás, por certo, conseguir ter uma praia também quase em exclusivo para ti. Algumas das praias são perfeitas para mergulhar perto da costa e sem recurso a barco. The Basin, Austrália Ocidental The Basin (a bacia) pode até nem ter um nome atrativo, mas a paisagem é inspiradora. Livre de correntes fortes, com águas cristalinas e recifes de coral, The Basin é um local para passar várias horas a mergulhar. Aliás, é quase um pecado visitar a ilha de Rottnest e não mergulhar nesta praia. Seja como for não irás ter problemas em escolher uma praia nesta ilha, pois existem cerca de 20 baías que dão lugar a mais de 50 praias isoladas. Também por aqui existem alguns barcos naufragados que agora são o ponto de reunião de milhares de cardumes. As águas límpidas da zona atraem (além dos humanos) animais marinhos – embora alguns sejam perigosos (e venenosos) como o polvo-de-anéis-azuis. No entanto, isto não impede que milhares de pessoas se banhem e descubram o que o mar tem para oferecer numa zona maravilhosa da Austrália. Esta é apenas uma reduzida amostra da quantidade e qualidade das praias da Austrália. Agora só te resta reservar o bilhete de avião, comprar o seguro de viagem IATI Seguros e partir à descoberta das praias mais bonitas da Austrália. Se ainda não sabes como tirar o visto para a Austrália, descobre tudo neste artigo. Autor: Lugares Incertos

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Belém – Um Dia à Beira Rio

Belém – Um Dia à Beira Rio

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Uma visita à capital portuguesa não fica completa sem uma visita a Belém. A oferta de Monumentos e Museus é extensa. Para além de inúmeras atividades, desde passeios pelo Rio Tejo, passeios à Beira Rio, ou apreciar o dia na relva dos jardins da Torre de Belém. Claro que a dica extra é que não deves viajar sem seguro de viagem. Na Iati ajudamos-te a escolher qual o seguro que melhor se adapta ao tipo de viagem que vais fazer. Deixamos-te com algumas das muitas atividades que podes fazer em Belém. O que ver em Belém Torre de Belém A Torre de Belém foi em 1983, classificada como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO. Foi construída para proteção da cidade, através de um plano estratégico de defesa da barra do Tejo concebido por D. João II. Tendo a sua construção apenas ocorrido no reinado de D. Manuel. Igreja da Memória A igreja da memória também é conhecida poi igreja de Nossa Senhora do Livramento e de São José. É aqui se encontra sepultado o Marquês de Pombal. E foi construída em memória do atentado sofrido pelo Rei D. José, e que desencadeou o Processo dos Távora. A igreja foi construída perto do local do atentado. Padrão do Chão Sagrado Este Monumento fica localizado no Beco do Chão Sagrado, atrás dos Pastéis de Belém. O padrão foi mandado erigir pelo Marquês de Pombal em memória da condenação de D. José de Mascarenhas, Duque de Aveiro e do Marquês de Távora e da sua família pela alegada implicação no atentado contra o Rei D. José. Neste local era onde se encontrava o Palácio do Duque de Aveiro. O atentado ocorreu perto deste local. E o Palácio foi confiscado e o seu chão salgado, num ato simbólico, para que nada voltasse a nascer ali. Foi proibida também qualquer construção perto daquele local. Palácio Nacional da Ajuda O Palácio Nacional da Ajuda foi a residência oficial da família real portuguesa durante o reinado de D. Luís I e até ao final da monarquia em 1910. Conserva ainda hoje a decoração tal como se encontrava na época em que a família real ali residia. Biblioteca da Ajuda Esta é uma das Bibliotecas mais antigas de Portugal e está localizada numa das alas do Palácio Nacional da Ajuda. Para além de todas as obras, tem magníficos tetos decorados com frescos. Esta era a Biblioteca Real, inicialmente instalada no Paço da Ribeira. Perdeu uma grande parte do seu espólio no terramoto de 1755. É foi transferida para o Brasil, quando a família real também foi para o Brasil na sequência das invasões francesas. Volta para Portugal quando D. João VI regressa ao país em 1821. Picadeiro Real O Picadeiro Henrique Calado está situado na Calçada da Ajuda em Belém, e é aqui que a Escola Portuguesa de Arte Equestre (situada nos jardins do Palácio Nacional de Queluz) se apresenta ao público. As apresentações ao público são feitas através dos treinos diários, que são abertos ao público, e através de apresentações semanais e de Espetáculos de Gala. Assistir ao Render da Guarda No terceiro domingo de cada mês às 11 horas, é possível assistir ao render da guarda no Palácio Nacional de Belém, este que é a Residência Oficial do Presidente da República. É uma cerimónia com grande simbolismo em que participam 160 militares da Guarda Nacional Republicana (GNR). Relaxar nos Jardins da Torre de Belém Fazer um Pic nic, relaxar, ler ou conviver com amigos são algumas das atividades que podes fazer nos jardins da Torre de Belém. É também aqui que tem lugar o Out Jazz, um festival de música que acontece aos fins de semana na primavera e verão em vários jardins Lisboetas. Brunch do Museu do Oriente Aos fins de semana há Brunch no restaurante do Museu do Oriente. Localizado no último piso do museu. Pastéis de Belém Tens de provar os icónicos Pastéis de Belém, feitos a partir da receita secreta dos monges do Mosteiro dos Jerónimos. Sud Lisboa No Sud Lisboa podes dar um mergulho na piscina do terraço deste restaurante com um conceito de “comida para partilhar”, enquanto desfrutas de uma vista magnifica sobre Lisboa e o rio Tejo. Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

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Brava, ilha de Cabo Verde

Brava, ilha de Cabo Verde

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Saí da ilha do Fogo já noite. A viagem de ferry dura pouco mais de 30 minutos. Já tiva visto Brava ao longe, a partir do Fogo, mas pouco sonhei com ela. No barco, com caracteres gregos, com a janela junto ao meu banco apenas a representar um vazio escuro, apenas sentia o longo balançar do barco na ondulação do mar cabo-verdiano. Cheguei ao porto da brava ainda meio às escuras, e preocupado com o destino da minha bagagem. Bagagem encontrada, entrar num hiace e viajei para Nova Sintra, a cidade da ilha. Naquele dia não conheci muito além da rua do meu hotel. Apenas senti o cheiro da Brava e gostei. No dia seguinte, com pouco mais de meio dia para conhecer a especial ilha Brava, foi seguir o mesmo processo cabo-verdiano, entrar numa hiace e deixar-me ir. A ilha é pequena e desnivelada, mas o carisma tocante. Tudo parece genuíno. Talvez pela dificuldade do acesso, talvez por não ser um ponto de rota turística, talvez por um grande conjunto de razões políticas e estruturais. Tudo parece estar quase igual ao que era há 100 anos atrás. E talvez seja essa uma das principais bênçãos da Brava. Parece uma planta, bonita, que nunca levou qualquer químico. Nasceu e cresceu naturalmente, braviamente. Toda esta genuinidade sente-se na paisagem, na comida, na cultura, na arquitectura e, sobretudo, nas pessoas. Em todas as ilhas (que visitei) de Cabo Verde encontrei pessoas boas e simpáticas, mas na Brava vi nas suas gentes dos olhares mais ternurentos com os quais já me cruzei em viagem. Fiz quilómetros contornando a ilha. Subi aos pontos mais altos, visitei baías de sonho, bebi uma cerveja num tasco local, visitei aldeias, comi um pelo peixe que ainda cheirava a mar e levei com o vento e com o cheiro de África. Estive pouco tempo, mas vivi-o bem. Fossem sempre assim, todos os momentos da vida. Já no barco de regresso ao Fogo, fiz a tal jura de amor, tão típica dos romances fugazes: “Prometo voltar, Brava!” Autor: Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora.

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5 tipos de voluntariado internacional

5 tipos de voluntariado internacional

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O voluntariado internacional é uma tendência que tem vindo a ganhar expressão nas últimas décadas com milhões de voluntários a viajar anualmente. São diversas as razões que levam cada vez mais pessoas a sair de casa para contribuir para o desenvolvimento de comunidades geograficamente distantes. Os seres humanos têm este sentido de querer contribuir e o voluntariado é uma excelente forma de fazer a diferença na vida dos outros. Uma das principais razões que leva as pessoas a procurar este tipo de experiência é o impacto positivo que cada pessoa sente que tem na vida da comunidade por onde passa e nos habitantes que nela habitam. Além disso, é uma oportunidade de estar integrado numa comunidade com uma cultura completamente diferente e uma excelente forma de desenvolver novas competências. Durante a tua experiência no estrangeiro serás apoiado por uma organização local que te irá ajudar a adaptar ao contexto onde estás inserido, dando as ferramentas para que desenvolvas o teu trabalho e para que te prepares para as diferenças culturais. Ainda assim, vais estar num ambiente completamente diferente do teu a lidar com situações sensíveis e, muitas vezes, em situações precárias onde podem surgir imprevistos por isso não te esqueças de tratar do seguro de viagem antes. Tipos de voluntariado internacional Da mesma forma que existem mais voluntários, também existem cada vez mais oportunidades de voluntariado. Há oportunidades para todos os gostos e feitios. É importante fazer uma pesquisa exaustiva para termos a certeza de que estamos a escolher a oportunidade certa para nós. Neste artigo, procuramos esclarecer os diferentes tipos de voluntariado que vais encontrar para que escolhas a experiência de voluntariado mais adequada aos teus objetivos. Voluntariado Ambiental Comecemos pelo ambiente. Aquilo que te move é a proteção e conservação de espécies e da natureza? Despertar a consciência ambiental nas comunidades locais? Cuidar de animais? O objetivo deste tipo de voluntariado é que contribuas para a proteção de ecossistemas existentes, promovendo a sustentabilidade nas comunidades locais. Pode ser feito através da limpeza de florestas, de programas de sensibilização ambiental, cuidando de animais feridos num centro de proteção, entre outras atividades. Tem em consideração que este tipo de voluntariado costuma ser exigente fisicamente devido ao esforço inerente às tarefas realizadas. Voluntariado Cultural És apaixonado por cultura? Imaginas-te a desenvolver atividades que promovam a arte? Então aqui tens a oportunidade de imergir nas tradições locais enquanto desenvolves trabalho relacionado com a recuperação e difusão do património histórico, assim como a promoção da criatividade. Podes tanto fazer voluntariado numa entidade de apoio ao desenvolvimento turístico, como em festas culturais da comunidade ou exposições de movimentos artísticos. Voluntariado Educativo Voluntariado em Educação é para aqueles que querem partilhar os seus conhecimentos e experiência para dar empowerment às comunidades locais. Embora o possas fazer nas mais diversas áreas, ensinar inglês como segunda língua é o mais comum. Os alunos podem ser de todas as idades e terem os mais diversos interesses. Existem organizações que pedem para ser uma certificação para dar aulas de inglês como o TEFL / TESL, enquanto outros se baseiam apenas na tua fluência e no teu background. Voluntariado em Saúde A maioria das oportunidades na área da Saúde necessita de uma certificação e treino adequado para as funções a desempenhar. No entanto, há organizações que oferecem formação no terreno para desempenhar tarefas mais simples. Neste caso, é importante ter em mente a tua responsabilidade por estares a cuidar diretamente da saúde dos membros da comunidade, desempenhando um papel vital. Os programas podem ir desde a acompanhamento médico a pessoas desfavorecidas, prevenir doenças através de iniciativas de saúde pública ou sensibilização da comunidade para as questões da Saúde. Voluntariado Social Gostas de estar próximo de pessoas? Então este é o teu tipo de voluntariado e aquele que é mais comum. O objetivo é desenvolver atividades que melhorem a qualidade de vida das pessoas destinatárias ao projeto, como por exemplo, pessoas com limitações físicas ou cognitivas, crianças / adolescentes, idosos, imigrantes e refugiados, entre outros. As tarefas realizadas variam consoante o tipo de projeto, mas estão relacionadas com organizar de atividades de lazer e cultura, construir infraestruturas para a comunidade local, dar competências para que as possam aplicar na sua vida ou apoiar a organização no trabalho administrativo. Agora que já conheces 5 tipos de voluntariado internacional, chegou a altura de começares a tua pesquisa. Infelizmente, são comuns as histórias sobre organizações que se aproveitam da vulnerabilidade das populações ou de um ecossistema desfavorecido para lucrar com a generosidade dos voluntários. Por isso, a pesquisa é fundamental. Procura organizações com boas referências de participantes, de patrocinadores e da população local. Entra em contacto com eles com antecedência para saberes de que forma é que te podem ajudar nos preparativos da viagem ou para te colocarem em contacto com ex-voluntários. É importante que faças uma pesquisa exaustiva para que a tua experiência seja o mais enriquecedora possível e para que tenhas um impacto positivo para a comunidade local. Além disso, reflete se aquilo que procuras realizar é voluntariado ou voluntarismo. Não sabes a diferença? Descobre aqui. Chegou a altura de meter as mãos na massa. Começa a planear a tua experiência de voluntariado internacional tendo em conta os teus objetivos. Vamos lá tornar o mundo um lugar melhor! Autores: Gap Year Portugal

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Como fotografar em viagem

Como fotografar em viagem

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Na IATI somos aventureiros por natureza… Por vezes, após comprarmos um bilhete de avião com destino incerto a mais de 1000 km de casa ou decidirmos que vamos pegar no carro e partir em uma aventura ao volante, as primeiras preocupações não são iguais em cada um de nós e os mais apaixonados por fotografia, antes de pensar que roupa levar; saúde e vacinas ou segurança local apenas pensam: quais as máquinas a levar, quais as lentes que têm obrigatoriamente que ir…analógico ou digital…MAS a logística tem de incluir segurança, e ainda para mais viajando com equipamento de fotografia, há que ter cuidado com a bagagem e nada como um seguro de viagem que também a inclua. O que levar na mochila? Rapidamente transformamos a mesa da sala numa alegre banca de feira e constatamos que não vamos ter espaço para tudo…mesmo que abdiquemos de alguma roupa, porque queremos mesmo é mesmo fotografar, estamos claramente a levar demasiadas coisas… Depois de roer todas as unhas possíveis, começamos sim a fazer uma seleção real do que temos mesmo que levar! Uma vez que digital uso sistema Fujifilm, levamos sempre obrigatoriamente: • Máquina Fuji XT-2; • Lentes 23mm f1.4 ; 56mm f1.2 e 50-140mm f2.8 e, no mínimo, • 6 baterias extra + carregador. O problema começa na escolha do equipamento analógico, mas geralmente optamos por levar uma point&shoot bem simples ou caso ainda tenha espaço, um corpo analógico SLR Auto Focus. Apesar de fotografar no meu dia-a-dia apenas analógico, quando estou de viagem o analógico assume, infelizmente, um segundo plano uma vez que quero garantir que tenho mesmo a foto que pretendo. O Analógico de viagem é a surpresa bónus que chega às nossas mãos 7 dias após o regresso a casa, aquele presente que desembrulhamos e que automaticamente regressamos ao outro canto do mundo a recordar o momento em que tirámos aquela fotografia. Para além disto é essencial levar um pequeno tripé e vai sempre, sempre ser muito útil, vários cartões SD e um pequeno kit de limpeza. Querendo levar muitas coisas, logicamente uma boa mochila é essencial. A mochila deverá ser da melhor qualidade possível e própria para equipamento fotográfico, tendo em atenção o acondicionamento do equipamento. Esta é a mochila com que ando muito tempo às costas e para além de ter que ser confortável corro sempre o risco de poder bater em qualquer lado, levar um encontrão, etc e danificar o material. Portanto, nada de improvisar mochilas do dia a dia para este fim. Como fotografar desconhecidos? Mochila nas costas e bilhete na mão é o momento de começar a magia, de viver a viagem também através da lente. Gostamos de fotografar rua, sentir as pessoas dentro da camera, captar o momento em que um cigarro é acesso, o peixe a ser amanhado e, acima de tudo, olhar para uma foto do mercado e automaticamente sentir um turbilhão de cheiros e sons. A nossa postura conta e muito, estamos muita vez em contacto com uma cultura diferente da nossa, há que respeitar! Optamos sempre por uma postura simpática e descontraída quando estamos na rua, as pessoas geralmente reagem bem a uma máquina especialmente se quem as tiver a fotografar estiver tranquilo, brincalhão, respeitador. Sorrimos, falamos com as pessoas, pedimos para fotografar ou fazemos intenção que nos vejam. Caso assumíssemos uma postura de estar escondidos, fotografar e desaparecer, as pessoas veriam isso com estranheza e ficaram certamente desconfiadas, o que nos traria problemas. Já visitámos culturas bem distintas, onde a relação das pessoas com a máquina difere de um país para outro – A título de exemplo: no Vietname as pessoas entram pela máquina adentro, não têm qualquer problema a ser fotografados; por outro lado em Marrocos sentimos que as pessoas são menos recetivas à fotografia. Aí entra a simpatia e acima de tudo o respeito. Cuidados a ter quando fotografamos em viagem Os principais cuidados a ter são bem simples: nunca perder a máquina e mochila de vista. Logicamente que ao andar na rua com uma máquina ao pescoço pode sempre chamar olhares indesejados. Temos uma mochila Lowepro, que não tem fechos na parte de fora, apenas nas costas. Cada vez queremos retirar algum artigo, temos de parar e retirar a mochila. É um processo mais demorado, mas assim temos a segurança que não perdemos uma lente num transporte publico ou em outro local. Para além disso, retirámos as etiquetas com as marcas, para não ser facilmente identificável por alguém que saiba o que anda à procura nos turistas… Quando fotografamos na rua, a máquina aparece no momento da fotografia e rapidamente desaparece debaixo um casaco ou corta-vento, assim também passamos mais despercebidos. Estas pequenas medidas, são os cuidados básicos que adoptamos para ter uma viagem tranquila. Como já dissemos, estamos sempre tranquilos, simpáticos e responsivos e isso faz com que as pessoas também sintam bem e te ajudem ou aconselhem. Um exemplo crasso do que digo passou-se recentemente em Bogotá: estava a fotografar uma rua calmamente e uma senhora aborda-me muito simpática a dizer para não fotografar, pensei que ela não queria que a fotografasse, mas na realidade a senhora estava a querer avisar-me que àquela hora e naquela rua provavelmente não seria seguro fotografar. Agradeci-lhe imenso, trocamos um sorriso e rapidamente guardei a máquina. A Colômbia, que muita gente considera um perigo, está repleta de pessoas extremamente simpáticas e de coração cheio que se preocupam não apenas com o seu próprio umbigo. Até ao dia de hoje, felizmente não tivemos problemas, para alem de puras aselhices e distrações de raspões e batitas aqui e ali… Em todos os locais que visitámos, fotografamos, fotografamos… até que nos venham buscar por uma orelha. Acabamos sempre por enviar inúmeras fotos a pessoas que nos dão os seus contatos…em suma, fizemos imensos amigos em troca de um sorriso e de uns megapixels. Não há fotos certas ou erradas Mas lembrem-se: não há o melhor equipamento X ou Y; não há a melhor fotografia. O melhor ângulo está na vossa cabeça, é essa a magia de fotografar…todos nós temos a capacidade única de ver um mesmo objeto e percebê-lo/fotografa-lo de maneira distinta. Eu não viajo sozinho, mas tenho a plena consciência que muitas vezes me perco totalmente quando estou a fotografar, há que deixar a máquina repousar um pouco…estou a trabalhar neste ponto…! Tem de haver um equilíbrio entre viver a viagem através da lente e fora dela… Mais importante que escolher a máquina A ou B é escolher quem está ao nosso lado, no avião, no metro e até mesmo num táxi em contra-mão em Casablanca…! Não há cartão SD que grave ou lente que capte linguagem gestual Luso-Vietnamita com os locais no Vietname; as peripécias nos estacionamentos Marroquinos ou os passeios pelos bairros Colombianos… As melhores fotos que tirei foram de mãos dadas com a minha “assistente de fotografia/agente de viagens”. Autor: João Oliveira – Anda Comigo

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10 destinos de viagem ideais para descontrair no verão

10 destinos de viagem ideais para descontrair no verão

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Há alturas em que tudo o que precisamos é de um destino perfeito para uns dias passados sem fazer absolutamente nada ou pelo menos muito pouco. Esses dias são essenciais para fazermos “reset” ao sistema e ganharmos mais energias para o que ainda temos pela frente. Neste artigo encontras uma lista de 10 destinos ideais para relaxar totalmente corpo e mente. Agora só precisas de escolher o destino, fazer um seguro de viagem Iati e partir! 10 destinos para descontrair Seychelles Haverá algo mais relaxante do que areias brancas banhadas por águas transparentes de cor turquesa? Dificilmente. Este é um dos destinos que facilmente nos vem à cabeça quando pensamos num sítio onde possamos descontrair e descansar corpo e mente. Preocupa-te apenas em ires-te virando de vez em quando na areia para que o bronzeado fique uniforme. Belize Quando se fala em paraíso, é fácil vir-nos à cabeça a palavra “Caraíbas”. O Belize, estado pertencente às Caraíbas, localizado ao largo da costa do México, é a origem de muitas das fotos que encontramos hoje em dia na Internet quando fazemos uma busca pela palavra “paraíso”. Maldivas Há quem diga que as Maldivas são o lar de algumas das melhores praias do mundo. A julgar pelas fotografias, dir-se-ia que não estará muito longe da verdade. Tal como nas Seychelles, aqui encontras areias brancas e águas transparentes de cor turquesa. Vai ser difícil escolher entre estes 2 destinos! Sabias que é possível conseguir férias de luxo nas Maldivas a preço lowcost? Lago Inle, Myanmar Uma viagem a Myanmar é algo que nunca mais se esquece, não só pelas paisagens, mas principalmente pelo lado puro e autêntico dos seus habitantes, ainda não acostumados a um turismo de massas como alguns dos países vizinhos. O lago Inle em particular, localizado no leste de Myanmar, em Nyaung Shwe, é o lar de centenas de pessoas que dependem das suas águas para sobreviverem. Passear de barco nas suas águas ao amanhecer, entre as casas assentes em estacas de madeira, percorrer os mercados instalados nas margens ou contorná-lo de bicicleta é uma das experiências mais relaxantes que existem em viagem. e estás preocupado com a segurança para viajar pelo Myanmar, temos o artigo ideal para ti. Gili Air A Ilha Gili Air é uma das 3 ilhas ilhas Gili que se encontram ao largo da costa de Bali, Indonésia. Cada ilha tem as suas próprias características, mas a Gili Air é a que reúne o melhor de todas: momentos de tranquilidade e descontração total, com um toque de diversão à noite para animar um pouco mais as tuas férias. Luang Prabang, Laos É fácil deixares-te ficar por Luang Prabang. Bem, na realidade, é fácil deixares-te ficar pelo Laos. É impossível resistir ao estilo descontraído e sem pressas dos seus habitantes e não te deixares embalar pelas águas do grande rio Mekong. O clima quente, a comida deliciosa, a cerveja barata e as paisagens rurais que rodeiam a cidade são a receita perfeita para uns dias de pura descontração e tranquilidade. São uma das 7 razões para visitar o Laos, e uma das mais importantes na nossa opinião! Rishikesh, Índia Se te dissermos que Rishikesh é também conhecida como “a capital de Yoga do mundo”, fica mais fácil perceber porque é que entrou nesta lista dos melhores destinos para relaxar. Rishikesh está localizada no norte da Índia, junto ao local onde nasce o Rio Ganges, aos pés dos Himalayas, e é procurada anualmente por milhares de “yogis” que buscam enriquecimento e limpeza espiritual. Mykonos, Grécia Não há quem não reconheça a Grécia ao ver fotografias de casas pintadas de branco, rodeadas por um mar em tons de azul profundo. Muitas vezes, as fotos que vê são de Mykonos. A melhor altura para lá ires caso procures paz, sossego e praias quase só para ti é mesmo fora da época alta que vai de julho a setembro. Ubud, Bali Quem já viu o filme “Comer, orar, amar” reconhece de imediato o nome Ubud. Terra de campos de arroz e de um ambiente em que se respira tranquilidade e paz, Ubud é o coração cultural de Bali. Apesar de ser hoje em dia um destino bastante procurado, ainda consegue manter uma aura zen, sendo perfeita para uns dias tranquilos, ideais para recuperar energias. Se fizeres um roteiro de 7 dias por Bali, aconselhamos a que fiques pelos menos 2 deles em Ubud. Lago Bled, Eslovénia A imagem do Lago Bled, na Eslovénia, parece saída de um conto de fadas. O seu cartão de visita é a igreja, datada de cerca de 1740, que se encontra numa pequena ilha no meio do lago. É difícil encontrares uma imagem tão serena como a do lago Bled, rodeado por um luxuriante manto verde e emoldurado pelas montanhas cobertas de neve no pico. Autora: Maria João, Joland

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Roadtrip pelos encantos de Provença e Côte d’Azur

Roadtrip pelos encantos de Provença e Côte d’Azur

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Entre a metade de junho e agosto é a melhor época para explorares a região de Provença e Côte d’Azur, no sul da França, e encantar-te com os floridos campos de lavanda e as magníficas paisagens. Reunimos aqui um roteiro para não perderes nenhum cenário especial pelo caminho: confirma o seguro de saúde internacional IATI que melhor se adapta às tuas necessidades e bon voyage! 1. Avignon Os vilarejos franceses são puramente charmosos! Para começar esta roadtrip, adiciona uma paragem em Avignon, a cidade que foi lar dos Papas católicos por séculos e só passou ao domínio da França em 1791. Visita o Palácio dos Papas, a Fortaleza de Santo André, o centro histórico e as pontes que datam do século XIII! 2. Aix-en-Provence Aix-en-Provence foi o lar que serviu de inspiração para as obras do pintor Paul Cézanne, então já podes imaginar o que encontrarás por lá, não é? As paragens obrigatórias na cidade são a Catedral de Saint-Sauveur, a avenida Cours Mirabeau e o museu-estúdio de Cezanne. 3. Gorges du Verdon O lago Sainte-Croix-du-Verdon, combinado com a grandiosidade dos canions de Verdon, formam uma das paisagens mais belas da Europa! Os desfiladeiros estendem-se por 25km e atingem até 700 metros de altura, garantindo uma beleza natural única. Não resistas à água de uma impressionante cor turquesa e aproveita as elevadas temperaturas do verão para nadar neste belo lago e fazer um passeio de barco ou pedalinho! 4. Moustiers-Sainte-Marie A maior vantagem de fazer esta rota a conduzir é teres a liberdade de fazer quantas paragens te apetecer ao longo do trajeto, aproveitando o máximo de cada sítio! Sem dúvidas, não faltarão vilarejos charmosos para conheceres, mas o Moustiers-Sainte-Marie é um daqueles que não pode faltar no roteiro. Perde-te pelas suas ruas e experimenta uma cerveja artesanal famosa na região, com um sabor muito especial: lavanda! 5. Bonnieux Ao longo do trajeto, vais encontrar incontáveis campos de lavanda e lavandin, um mais convidativo que o outro. Em Bonnieux estão alguns deles, que se estendem como tapetes lilases às margens de colinas. Interessante saber que a lavanda fina verdadeira cresce somente nas regiões de altitude entre 800 e 1300 metros acima do nível do mar. Sempre que encontrares campos abaixo desta altitude, serão de lavandin, uma flor desenvolvida a partir da lavanda, mas que não tem as mesmas propriedades medicinais e é usada para fins diferentes da lavanda. 6. Museu da Lavanda Conhecer o Museu da Lavanda, em Coustellet, é uma ótima oportunidade para aprenderes as diferenças entre lavanda e lavandine, o processo de produção e extração da essência de lavanda e suas propriedades medicinais. Afinal, para verdadeiramente viveres uma experiência completa, precisas também aprender, além de apreciar a beleza das flores, certo? O Museu da Lavanda está aberto diariamente, entre 1 de fevereiro e 31 de dezembro (exceto 25 de dezembro), e o acesso custa € 8,00 por pessoa (sujeito a descontos). Para mais informações e horários completos, aceda ao site oficial aqui. 7. Luberon Este roteiro não estaria completo sem mencionar o Parque Nacional de Luberon: uma reserva da biosfera, adicionada à lista da Unesco em 2010! Nesta região, encontrarás vilarejos que enfeitam os 75 quilómetros de montanhas abrangidos pelo parque, além da fauna e flora preservados. 8. Valensole Pelas planícies de Valensole estendem-se os mais apaixonantes campos de lavanda. Prepara-te para muitas paragens ao longo do caminho para eternizar o melhor destes campos em fotografias! 9. Cassis e Parque Nacional dos Calanques Para finalizar a tua viagem, conduz até Cassis e admira a beleza de Côte d’Azur e o Parque Nacional dos Calanques! Podes fazer trilhas pelos calanques até as suas belíssimas praias ou, ainda, em embarcar em um passeio que levar-te-á a 3 ou até 9 calanques. Há diversos tours disponíveis, para que possas escolher de acordo com a tua disponibilidade de tempo e orçamento. Se ainda tiveres mais tempo para desfrutar na região, não deixes de visitar Marselha, Eze, Nice e Cannes, que também arrancarão muitos suspiros teus! Apesar de pela autoestrada o trajeto ser feito muito mais rapidamente, nós sugerimos que faças a viagem pelas estradas secundárias, para que, no caminho, passes também por outras aldeias e paisagens incríveis. Gostaste do roteiro? Então desfruta muito das tuas férias com a IATI e depois conta-nos tudo! Autora: Amanda sem Fronteiras

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Como acampar de forma sustentável

Como acampar de forma sustentável

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As alterações climáticas estão na ordem do dia, são uma preocupação global e cabe a cada um de nós mudar o rumo do planeta. Todas as atitudes fazem diferença e juntos podemos trazer esperança para um futuro mais sustentável para as gerações seguintes. Muitas das vezes, pensamos que adoptar um estilo de vida mais sustentável, minimalista e ecológico implica um grande investimento em novos produtos, mas hoje vamos mostrar-te como isso não é verdade. Uma das melhores formas de combatermos o mundo capitalista e promovermos um estilo de vida mais saudável, é a interação e preservação da natureza. Das melhores formas de conseguir aliar esse estilo de vida ao relaxamento enquanto se viaja é fazer campismo. Não só tens a oportunidade de abrandar o ritmo e parar para contemplar a natureza como podes, muitas vezes, aproveitar os recursos que a terra te dá. Independentemente do destino, é importante estar prevenido para esta aventura na natureza, por isso um seguro internacional de saúde é sempre importante. Como acampar de forma sustentável A parte mais complicada do dia a dia e do planeamento para uma viagem mais sustentável é o planeamento. É certo que exige mais esforço e preparação mas também é verdade que, saber que não vamos condicionar o local e comunidade que estamos a visitar, vai compensar todo o esforço. Acessórios a levar Esta é, provavelmente, a forma mais eficiente de evitar desperdício durante o campismo, se levarmos o material apropriado e necessário evitamos a compra e utilização de descartáveis que facilmente entram na nossa rotina. Pratos, copos e talheres Podem ser de plástico resistente, metal ou mesmo de vidro se não tiverem mais opção. Com isto evitam que se descarte a opção plástica que tende a vender-se pela facilidade com que arruma. Mas pensem se será necessário utilizar algo por 15 minutos que ficará pela terra, provavelmente, centenas de anos. Para além disso, se forem ao bar do campismo ou a um bar ou festa (no verão há romarias por todo o lado) podem levar o copo para beberem à vontade. Sabão em barra e esfregão de lufa ou tricot De certeza que lá por casa em alguma das gavetas existe uma bolsinha de tricot feita pela avó com sabonetes de cheirinho. Ou paninhos de base daqueles que já ninguém usa para os candeeiros. Pois é, são ótimos esfregões para a louça e podem embrulhar o bom velho sabão rosa/azul/macaco e assim lavem a louça ou lavarem não há problema, é tudo natural. Para além disso, cortem um pedaço de sabão a mais e têm champô e gel de banho sem embalagem. Garrafa reutilizável Andar na natureza é ótimo mas, principalmente no verão, convém andar hidratado! Por isso, uma garrafa que se possa utilizar várias vezes é sempre boa ideia, dica: guarda as garrafas de vidro da polpa de tomate e voilà! Elásticos, corda e molas Podem te salvar em momentos inesperados. Cobertores ou edredons Se não tiveres saco cama, não há problema, um cobertor serve. Comida É neste campo que descartamos, muitas vezes, embalagens e plásticos sem fim. A melhor solução? Preparar em casa uns quantos petiscos e snacks para poder levar. Snacks caseiros Bolinhos salgados ou doces, falafel, fruta, frutos secos, cenouras (que mais tarde se podem partir em palitos), ovos cozidos, sandes de compota, etc. Todos estes são, hoje em dia, facilmente encontrados sem embalagens de plástico nos supermercados e feiras/mercados locais. Recipientes e frascos de vidro São uma boa aposta para transportar a comida: quer a que vem de casa, quer a que possam comprar no mercado ou pastelaria locais. Produtos de Higiene Esta é outra área em que facilmente gastamos muitos frasquinhos, embalagens e produtos desnecessários para cabelo, para a cara, para o corpo, para as unhas, para o banho, para depois do banho, etc. Vamos descomplicar pelo planeta e pela nossa saúde, ok? Banho Sabão natural (existem vários de marca portuguesa e nos supermercados) pode facilmente servir para o cabelo, cara e corpo. Se já estás a pensar que o teu cabelo é complicado e espesso e tal: sabias que se juntares um fundinho de vinagre num frasco pequeno de vidro e encheres com água (podes perfumar com lavanda ou cascas de laranja) consegues um amaciador infalível? Não, não ficas a cheirar a salada. Hidratação Óleo de coco é natural, fácil de conseguir e hidrata a maioria das peles, de pequenos a graúdos. Cuidado oral Existem inúmeras pastas naturais em frascos de vidro. Mas também existem inúmeras receitas de pasta de dentes naturais e caseiras online. Protector solar Já existem várias marcas no mercados com apenas ingredientes naturais: podem encontrar várias opções online ou em lojas de produtos ecológicos e naturais. Compras Mesmo que preparem comidinha boa e caseira é natural que, se acamparem mais do que dois dias, eventualmente necessitem de abastecer. Aqui, uma vez mais, a preparação é a melhor táctica. Guardanapos e sacos de pano Seja para as refeições, para embrulhar uma sandes para o lanche, para levar uns bolos da pastelaria ou para limpar alguma coisa que se sujou, é sempre útil ter alguns trapos e paninhos por perto. O mesmo para o pão para o pequeno almoço ou para as compras, se não tens nenhuns, não há problema: corta umas tiras de uma camisa ou lençóis velhos para guardanapos ou recorta uma t shirt velha para um saco. Material de campismo Por fim, se adoras acampar mas não tens todo o material: pede emprestado, afinal é algo que apenas se utiliza algumas vezes ao ano ou então espreita as mil e uma opções em segunda mão, lembra-te que o desperdício de uns é o tesouro de outros. Autora: Janete Silva, Flearound Outros artigos sobre viagens sustentáveis e campismo: • 5 passos para viajar sem plástico • Planear férias com um impacto positivo • Como viajar de forma mais sustentável • 4 experiências a não perder nas Ilhas Cíes • Como preparar a tua mochila

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Um passeio por Amarante

Um passeio por Amarante

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A IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online, quer levar-te a passear por Amarante, e por isso deixamos aqui algumas sugestões do que visitar e experimentar nesta linda cidade portuguesa, pertencente ao distrito do Porto, à beira do Rio Tâmega plantada. Amarante oferece um pouco de tudo, natureza, história, arte, gastronomia e festa. O seu centro histórico é pequeno, por isso o segredo da visita é passeares por lá. Vamos? O que ver e fazer em Amarante Convento e Igreja de S. Gonçalo É um dos monumentos mais imponentes de Amarante. A sua construção atual é datada de 1540 e foi construída por deliberação de D. João III de Portugal. Dentro e fora, o tempo é de permanências. Mesmo ao lado, a Igreja de S. Domingos (Nosso Senhor dos Aflitos). Erguida pela Venerável Ordem Terceira dos Dominicanos, de estilo barroco, ficou concluída em 1725. A subida de acesso é íngreme, o chão empedrado e a torre do relógio está lá, para que não nos esqueçamos do tempo, do tempo da história passada e presente. Ponte de São Gonçalo História, lendas e milagres… é disso que nos fala a ponte de São Gonçalo de Amarante. Monumento Nacional desde 1910, a história não deixa esquecer que foi construída no século XVIII, sobre o Rio Tâmega, desmoronada pelas cheias (em 1763), e teve um papel importante na resistência da população e dos soldados portugueses contra as tropas de Napoleão, que invadiram Portugal no início do século XIX (1809). O seu tabuleiro tem 50 metros e a cada passagem surge sempre algo novo. Por isso passa, várias vezes, e deslumbra-te com o que uma mera ponte tem para oferecer. Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso O Museu está instalado numa parte do Edifício do Convento de S. Gonçalo, trazendo à história modernidade. Guarda cerca de 25 obras do pintor Amadeo de Souza-Cardoso e trabalhos de outros artistas amarantinos. O 1€ de entrada é tão simbólico quanto o simbolismo destas obras enquanto contributo cultural desta região. Hotel Casa da Calçada Relais & Chateaux A Casa da Calçada, construída durante o século XIV, está situada em pleno centro histórico de Amarante, com vista privilegiada para a Igreja de São Gonçalo. É, atualmente, um hotel de luxo. Rodeada de árvores centenárias e de uma fortaleza que contrasta com a sua cor amarela, o seu interior respira requinte e sofisticação. Tem um restaurante premiado com Estrela Michelin, chamado Largo do Paço, mas as suas salas convidam também a um chá das cinco. Na muralha que ladeia o Hotel, encontramos a Casa Dolmen, Desenvolvimento Local e Regional, um espaço interpretativo e de conhecimento que coloca Amarante na confluência que a define: Terras de Basto, Minho, Trás-os-Montes e Douro, e na Rota do Românico. É um espaço que merece visita. As Termas de Amarante As Termas de Amarante são uma construção recente, num edifício moderno, mas que carrega em si a memória das curas termais nas antigas Caldas das Murtas, encerradas em meados do séc. XX. Se quase todos os tratamentos exigem prescrição médica, o Balneário Termal, que dispõe de banho turco, massagens e piscina interior, está lá para quem quiser relaxar. Os doces conventuais e os “quilhõezinhos de S. Gonçalo” Onde há conventos, há doces de perder a cabeça. Em Amarante não é diferente. Pela cidade não faltam confeitarias afamadas, como a Confeitaria da Ponte que é a mais antiga (1930). Desde a doçaria conventual, originária do Convento de Santa Clara – Foguetes, lérias, brisas do Tâmega, papos de anjo – aos tão procurados bolos de São Gonçalo, de aspeto fálico, que são sempre motivo de curiosidade e de grandes gargalhadas. Chamam-se popularmente “quilhõezinhos” ou “caralhinhos” de S. Gonçalo, e são presença certa nas festividades da terra. Amarante começa por Amar, e não podia ser de outra forma. Autor: Ir em Viagem Outras cidades no norte de Portugal a não perder: • O que visitar em Braga • Descobre o Porto e deixa-te conquistar pelas belezas da Cidade Invicta • 7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta • 5 locais a não perder numa visita a Fafe • 4 lugares a não perder em Penafiel

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É importante aprendermos novas línguas?

É importante aprendermos novas línguas?

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Porque será que é importante aprendermos novas línguas? Ou melhor, é sequer importante aprendermos novas línguas? Cada um de nós pode ter a sua resposta a essas questões. Mas uma coisa é certa: aprender novas línguas é conhecer novos mundos. Se chegaste a este artigo porque estás a pensar aprender uma nova língua no estrangeiro, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagens antes! Viajar para conhecer; aprender para compreender Para quem partilha o gosto pelas viagens, acaba por ser recorrente viajar para destinos cujo idioma é desconhecido e, por vezes, cujos caracteres são impossíveis de descodificar. Sendo a comunicação a base de qualquer relação e interação, uma passagem por estes destinos leva, muitas vezes, a episódios engraçados sobre a forma como, por outros meios, as pessoas se entendem sem se entender. Mas também sabemos que aprender uma língua é compreender uma cultura, conhecer as suas pessoas e entender melhor as suas formas de pensar, sobretudo quando são viagens de longa duração. É, de certo modo, uma adaptação nossa, enquanto viajantes, ao outro e não o oposto. Passamos, desta forma, a poder conhecer melhor as suas ruas, as suas histórias, a sua gastronomia, os seus costumes e a ter uma relação mais próxima dos locais. Saber falar o seu idioma, faz com que nos sintamos melhor em lugares que nos são estranhos, no fundo “mais em casa” que é, por vezes, aquilo de que mais sentimos falta quando estamos longe da nossa. Viajar assim torna-se mais fácil e mais genuíno. Mais do que um conjunto de palavras Um idioma não é apenas um conjunto de vocábulos. A forma como são construídas as frases e o próprio uso das palavras em determinados contextos são uma reflexão clara da expressão linguística de uma cultura. É interessante ver como os signos linguísticos, portanto o significante e o significado atribuídos às palavras, estão intimamente ligados à história de uma comunidade. Não precisamos de muito longe para compreender esta ligação. Quantos de nós sabemos que Portugal tem como língua oficial, para aleḿ da língua portuguesa, o mirandês? Uma língua de tradição oral cujos direitos foram reconhecidos pelo Parlamento em 1999. Ao longo dos anos foi preservada pela população agrícola de Miranda do Douro e por uma parte do concelho de Vimioso. Curioso, não é? Tal como o mirandês, infelizmente, existem outras línguas com um pequeno número de falantes que vai diminuindo com os anos e que se vão perdendo no tempo, sem que fique ninguém para contar, ninguém para as falar. Aprender novas línguas é também o perpetuar de um idioma. A importância das línguas nos mundos académico e profissional Também não podemos negar a importância que tem o conhecimento de outras línguas em termos académicos e profissionais. Se vivemos hoje na chamada aldeia global, isso significa que nós somos cidadãos globais; todos os dias consumimos produtos, depara-mo-nos com notícias e lidamos com pessoas dos quatro cantos do mundo. Se quisermos ir mais longe, quantas pessoas é que não têm o desejo de ter uma experiência académica ou profissional no estrangeiro? Isto torna-se mais facilmente alcançável se tivermos um conhecimento mais profundo em línguas, para além da nossa língua materna. Uma prova dessa importância é o facto de ser obrigatório aprender novas línguas na escola. Não só a inglesa, que começamos a aprender desde muito cedo, mas também, e cada vez mais, a francesa, a espanhola e a alemã. Isto claro, no caso português. Os programas de intercâmbio, como o Erasmus, é, para muitos, a primeira experiência fora do país, o primeiro contacto próximo com outra cultura e com outro idioma. Um dos requisitos obrigatórios é o nível B2 de inglês (se o país de destino não tiver como língua oficial o português, no nosso caso), o que significa que a experiência só pode acontecer se o estudante for minimamente fluente. O inglês também é considerado a língua dos negócios, cuja fluência é valorizada e, por vezes, obrigatória em muitas empresas. O seu conhecimento acaba por potenciar um contacto mais direto com pessoas de outros países, fortalecendo as relações internacionais da empresa, para além de que permite a compreensão de documentos e outros materiais que podem não estar traduzidos. Este pode ser o teu trunfo; o fator diferenciador que te vai permitir estar um passo à frente de outros candidatos. No fim, há muito mais a dizer sobre as línguas e sobre o conhecimento das mesmas. Mas respondendo à questão colocada neste artigo: É importante aprender novas línguas? Sim, claro que sim! E se o pudermos fazer enquanto viajamos, melhor! Autor: Gap Year Portugal Outros artigos da Gap Year Potugal: • As viagens desenvolvem soft skills? • Gap year: uma pausa em movimento • Voluntariado vs Volunturismo: dicas e alertas • Andar à boleia: o que fazer e o que não fazer

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Tomar, Cidade Templária

Tomar, Cidade Templária

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Desta vez levamos-te a viajar até à época dos Templários, através da história e cultura da antiga sede da Ordem dos Templários: Tomar. Mais do que uma cidade com grande diversidade monumental, Tomar convida-te à sua descoberta também pela sua paisagem singular e pelo seu legado histórico, ainda muito presente no quotidiano e vivências da cidade. Se viajas desde o Brasil para Portugal ou para a Europa, recomendamos que contrates um seguro IATI Básico, com assistência médica suficiente para a obtenção do visto internacional. Um pouco da história de Tomar Tomar situa-se nas margens do Rio Nabão, e foi conquistada aos mouros, pelo Rei D. Afonso Henriques. Após esta conquista, em 1159, o rei cedeu as suas terras à Ordem dos Templários, como forma de agradecimento pelo esforço prestado pelos Cavaleiros da Ordem, em manterem e expandirem a Fé Cristã no território português. Um ano depois, Dom Gualdim Pais, o Grão-Mestre da Ordem, iniciou a construção do Castelo e do Convento, tornando-se a Sede dos Templários e, posteriormente, da Ordem de Cristo. Isto porque, dois séculos mais tarde, com o desejo do Papa em extinguir a Ordem dos Templários na Europa, o Rei D. Dinis tornou possível a criação da Ordem de Cristo, que acabou por tomar posse das propriedades e membros da extinta Ordem dos Templários. Hoje em dia, estes monumentos são Património da Humanidade, classificados pela UNESCO. O que visitar em Tomar? No centro de Tomar, existe um Convento em cada um dos pontos cardeais, formando assim uma cruz. No Norte, tem o Convento da Anunciada, a Sul está o Convento de São Francisco, a Este está o Convento de Santa Iria e a Oeste tem o Convento de Cristo, o mais conhecido e procurado pelos turistas. No centro da cruz, encontra-se a Câmara Municipal e a Igreja de São João Baptista. Igreja de São João Baptista Esta igreja, destaca-se pelo seu Portal Manuelino e pelo Campanário octogonal. No interior, irás encontrar um conjunto de pinturas de Gregório Lopes, do séc XVI. Parque do Mouchão Na margem do Rio Nabão, podes relaxar num bonito parque e apreciar a Roda do Mouchão, símbolo da prosperidade económica que se viveu em Tomar. Ponte Velha Localiza-se perto do Convento de Santa Iria e poderá ter sido construída sobre uma edificação Romana, ou ter mesmo origem nesse período. Aqueduto dos Pegões Um dos mais bonitos aquedutos de Portugal, com cerca de 6km e construído com a função de abastecer o Convento de Cristo. Levada de Tomar Os primeiros Moinhos e Lagares d’El Rei, foram mandados construir pela Ordem dos Templários, junto ao rio. Dos lagares que perduraram até aos nossos dias, os mais antigos são os que se situam junto à Ponte Velha. Igreja Santa Maria do Olival Um importante exemplo do estilo gótico português! Foi esta igreja que serviu de Sede à Ordem dos Templários e foi aqui que foram sepultados vários mestres da Ordem. Visita também a Igreja da Nossa Sra da Conceição, da Nossa Sra da Piedade e a Capela S.Gregório. Castelo Templário e Convento de Cristo É o ex-libris da cidade e recebe milhares de visitas por ano. Este conjunto monumental é composto por diversos estilos arquitetónicos que atravessam vários séculos de história, nomeadamente, estilo gótico, românico, manuelino e renascentista. Mata dos Sete Montes Conhecida como o pulmão da cidade. Aproveita esta zona verde para recuperares energias e contemplares as maravilhas da natureza envolvente. Sinagoga A sua visita é importante pois, é o templo hebraico mais antigo de Portugal. Aqui encontra-se o Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto. Tomar tem tradição Umas das festas mais emblemáticas de Tomar, é a Festa dos Tabuleiros. Única no Mundo, esta festa que se realiza de 4 em 4 anos, tem uma origem anterior à nacionalidade, que remota ao tempo dos romanos e à evocação da Deusa Ceres, nas antigas festas das colheitas, seja pela abundância de flores, seja pela presença de pão e das espigas de trigo. O ponto alto desta festa é o Desfile dos Tabuleiros, que representam as freguesias do concelho, e percorre cerca de 5 km pelas ruas de Tomar, ladeado pelas colchas que a população pendura à janela, e pelos milhares de visitantes que procuram a cidade para contemplar esta festa tão tradicional. O tabuleiro é transportado por uma rapariga vestida de branco, e terá que ter a altura da mesma. Este é decorado por flores de papel colorido, espigas de trigo, 30 pães de 400g cada, enfiados em canas que saem de um cesto de vime, envolvido por um pano branco bordado. O topo do tabuleiro é ainda composto por uma coroa, encimado pela Cruz de Cristo ou a Pomba do Espírito Santo. Autor: Gato Vadio Travel Blog

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Ilha do Fogo, Cabo Verde

Ilha do Fogo, Cabo Verde

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Calor árido, que não queima na pele, mas que se sente na pele. Que muitas vezes sufoca e tantas outras arrebata. Tinha acabado de chegar à ilha do Fogo. Estava no meio da pista do aeroporto, onde apenas pequenas aeronaves podem aterrar. Estava sentir pela primeira vez a ilha que queima. Saí do aeroporto e entrei numa carrinha Hiace. Na verdade é uma carrinha normal, de 9 lugares, por acaso era mesmo uma Toyota Hiace, mas poderia ser de outra marca que continuaria a ser uma Hiace. Sim, segue a mesma lógica da Gillette. No rádio tocava uma música da Assol Garcia, no volante seguia o Miguel. Eu, que acabava de chegar de São Vicente, já me sentia em casa. O meu braço de fora, que transpirava de tranquilidade, era exemplo disso. Era manhã cedo, e ainda na Hiace, entrava em São Filipe, a capital do Fogo. Pessoas por todo o lado. Umas a comprar, outras a vender. Todas as ruas pareciam ruas de um gigante mercado. Percebi que nem todos eram de São Filipe e que o dia em questão era uma espécie de dia chave da semana para escoar produto. Legumes, peixe, roupa ou utensílios para casa, toda a ilha tinha descido a São Filipe. São Filipe é diferente de qualquer cidade de Portugal e diferente de qualquer outra cidade que já visitei. Mas, senti-me num ambiente familiar. Talvez pela simpatia das pessoas, pelo estilo colonial da sua arquitetura que fazia lembrar uma qualquer telenovela brasileira de época ou porque sim, às vezes não é necessário uma explicação para tudo o que é sentimento novo. Vivem quase 40 mil pessoas na ilha do Fogo, praticamente as mesmas que vivem no meu concelho. No Fogo, é onde está o ponto mais alto de Cabo Verde. O Pico do Fogo, no alto dos seus 2829m, impressiona mais pela sua altura de que pelo seu poder de…fogo. O Pico do Fogo, que se situa na cratera de um vulcão com o mesmo nome. Grande parte dos vulcões estão adormecidos, mas este Pico gosta de mostrar, com frequência, que está vivo. A última erupção foi em 2014. Depois de São Filipe e de percorrer quase todas as estradas e recantos a ilha, subi à cratera do Fogo. Bem, nunca fui à Lua, mas na minha imaginação surge como algo parecido com a cratera do Fogo. Uma espécie de paisagem dantesca, onde o real parece irreal. Visitei Chã das Caldeiras e Portela, duas aldeias localizadas no interior da cratera. Portela, em 2014, desapareceu com a lava. É inacreditável ver os topos das casas misturados com a lava arrefecida. 1000 pessoas ficaram desalojadas. E o mais incrível é que depois do vulcão acalmar na sua actividade, as pessoas voltaram à aldeia e voltaram a construir as suas casas em cima da lava solidificada. Sentado numa cadeira de um pequeno café de Chã das Caldeiras, perguntei ao sr. Ramiro: “porque voltaram, eu percebo que é a vossa terra, mas existe uma grande probabilidade de o vulcão voltar a “atacar”?”. Ele só abanou a cabeça, com uma afirmação em gestos “não sabes o que estás a dizer”, e lá me respondeu: “somos gente do Fogo, voltaremos a reconstruir as vezes que forem precisas, é aqui que nos sentimos bem”. Não sei o que faria no lugar desta gente, mas mais do que percebê-los, fiquei a admirá-los. Voltei a São Filipe e com o pôr do sol, num lugar chamado Savana, admirei a ilha Brava. Meu próximo destino. Ilha do Fogo, Cabo Verde. Crónica escrita por: Carlos Bernardo

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