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Os melhores sítios a visitar em Badajoz

Os melhores sítios a visitar em Badajoz

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Nem sempre é fácil escolher um bom destino de férias, afinal, o mundo é vasto. Assim na IATI Seguros fazemos um esforço para te dar a conhecer os melhores sítios a visitar por esse mundo fora, sendo que muitos sítios maravilhosos não estão assim tão longe. Assim, hoje queremos falar-te de Badajoz, a cidade fronteiriça que tem muito a oferecer para além dos tradicionais caramelos. Doces à parte, queremos reforçar um assunto muito importante que é a necessidade de teres um seguro de viagem à tua medida e no que diz respeito a seguros de viagem a IATI Seguros é especialista. Podes começar a tua aventura precisamente na cidade fronteiriça de Badajoz. Vamos a isso? Os melhores sítios a visitar em Badajoz: A Catedral de São João Batista A Catedral de são João Batista também é conhecida como Catedral de Badajoz e está localizada na Praça de Espanha, em pleno centro histórico. Aqui vais encontrar um misto de arquitetura gótica e barroca mas acredita-se que a construção original acredita-se era um templo visigótico ou moçárabe. O Edificio de las Tres Campanas Este prédio situado na Praza de la Soledad passa despercebido mas tem a particularidade de exibir três sinos e um relógio. O edifício primitivo sofreu um incêndio e a sua reconstrução esteve a cargo de Adel Pinna. A Praça Alta A Praça Alta é a mais importante praça no centro histórico de Badajoz. Está rodeada de edifícios magníficos, cafés e restaurantes. Certamente que em determinado momento irás encontrar esta praça pois várias ruas secundárias terminam neste local. É o sítio ideal para fazeres uma pausa no passeio e te dedicares a observar pessoas. É também a tua referência se queres visitar a Torre de Espantaperros, pois ela situa-se poucos metros em frente. Torre de Espantaperros A Torre de Espantaperros também é conhecida como Torre da Atalaya ou Torre do Alpéndiz. Tem trinta metros de altura e dizem que serviu de inspiração para a Torre do Ouro que podemos visitar em Sevilha. Junto a esta torre poderás encontrar os Jardins de La Galera, uma zona muito bonita com árvores de fruta, bancos de jardim e lugares para relaxares. Alcáçova de Badajoz A Alcáçova de Badajoz é uma citadela muralhada situada em pleno centro histórico de Badajoz. Para uma experiência mais intensa e interessante sugerimos que atravesses a Porta del Capitel e percorras o caminho até aos jardins observando as imponentes paredes. Já sabes que estás num local histórico e pedimos que deixes a tua imaginação fluir para sentires como seria a vida naquele local em épocas remotas. Passeia pelos jardins e depois, toma algum tempo a admirar o magnífico Palácio dos Condes De La Roca, onde atualmente está instalado o Museu Arqueológico Provincial de Badajoz. Museu Arqueológico Provincial de Badajoz O acervo deste museu inclui cerca de 15.000 peças provenientes de escavações arqueológicas da Província de Badajoz. Com a visita deste museu terás, com certeza, uma visão mais abrangente da história desta região que inclui artefactos da Idade do Bronze. Além disso, a entrada neste museu é gratuita. Puerta del Pilar A Porta do Pilar era a principal porta de entrada na cidade de Badajoz, está localizada junto às muralhas que delimitavam a povoação e a construção deste monumento data do século XVII. Este local histórico é muito simples e o seu nome deriva da existência de uma pequena capela que exibe uma imagem de Nossa Senhora do Pilar. Puerta de Palmas A Porta de Palmas é uma das antigas entradas na cidade de Badajoz. Trata-se de um monumento simples mas muito bonito junto ao Rio Guadiana e à Ponte de Palmas, uma ponte pedonal que também é uma excelente sugestão de passeio. Chegamos ao final da lista dos melhores sítios a visitar em Badajoz. Sabemos que estas dicas te vão ser muito úteis na próxima viagem a esta região espanhola. A IATI Seguros deseja-te boas viagens. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que fazer em Kotor

O que fazer em Kotor

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Na IATI Seguros fazemos questão de te dar a conhecer os melhores sítios para que as tuas viagens sejam sempre prazerosas. Assim, hoje deixamos-te uma dica de viagem para os lados dos balcãs. Montenegro recebeu a sua independência em 2006 e a cidade portuária de Kotor tem recebido bastantes visitantes. Mas não te esqueças que deves viajar sempre seguro e para viagens de curta duração na Europa nós recomendamos o IATI Básico, que tem as coberturas essenciais garantidas. Viaja descansado pois temos os seguros de viagens sob medida para todo o tipo de viagem e na tua língua, sem adiantar dinheiro e sem franquias. Vamos, então, às nossas dicas para visitar Kotor, em Montenegro. O que fazer em Kotor Visitar a Catedral de Kotor Em Montenegro apenas existem duas catedrais católicas, sendo uma em Kotor. Esta catedral, que também é a sede do bispado católico de Kotor, ostenta duas torres. Mas se reparares bem, vais perceber que as duas torres não são iguais. A da direita é mais alta e está terminada e a da esquerda além de ser mais baixa dá a impressão de ter sido acabada à pressa. Por exemplo, apenas a torre da direita tem o relógio enquanto que na da esquerda está um espaço vazio. Museu Marítimo de Montenegro O Museu Marítimo de Montenegro localiza-se na cidade de Kotor e, provavelmente será um dos museus mais heterogéneos que alguma vez irás visitar. O museu está instalado na casa outrora pertencente à família Grgurina. Sofreu bastantes danos na sequência de um terremoto que aconteceu em 1979 e nessa altura beneficiou de obras de reconstrução. Está aberto todos os dias e a sua coleção é o resultado de donativos que os habitantes de Kotor quiseram oferecer ao museu. Assim, poderás encontrar réplicas de navios, artefactos ligados à atividade naval mas também pinturas, esculturas, mobiliário de época, trajes, uniformes e até um guerreiro de terracota proveniente de Xian, na China. Da panóplia de artigos nós destacamos a vasta coleção de armas antigas, nomeadamente espadas, sabres e yatagans, que são armas compridas tradicionalmente utilizadas pelo exército turco. Passear junto às muralhas A cidade de Kotor é muralhada e tem três Portões: O River Gate, também conhecido como Portão do Norte, o Gurdić Gate, ou Portão do Sul e o Sea Gate, ou Portão Principal. Cada um destes portões dá acesso à pequena vila e a sugestão que te deixamos é que explores as muralhas junto aos Portões de entrada. Se apenas puderes visitar uma entrada sugerimos que escolhas o Sea Gate, uma vez que é o Portão principal e por sinal o mais bonito e antigo. As muralhas estão bem conservadas e fazem parte da lista do Património Natural e Cultural da UNESCO desde 1979. São mais de quatro quilómetros de muralhas que chegam a uma altitude de cento e sessenta e dois metros. Apanhar um pequeno barco para visitar Nossa Senhora das Rochas em Perast Em Perast existem duas pequenas ilhas que chamam a atenção dos visitantes. Uma das ilhas é natural e a outra é artificial. A ilha natural alberga um mosteiro e, por essa razão, não é possível visitá-la. No entanto, foi construída junto à ilha do mosteiro uma igreja a que deram o nome de Nossa Senhora das Rochas. Segundo a lenda, dois irmãos pescadores encontraram num penhasco uma estatueta da Virgem Maria com Cristo e resolveram levá-la para casa. Todavia, no dia seguinte tinha desaparecido e foi encontrada novamente no penhasco. Voltaram a levá-la para casa e ela voltou a desaparecer e aparecer no penhasco. Os irmãos acharam que a estatueta queria ficar no penhasco e decidiram construir uma capela. Os habitantes começaram a atirar rochas e aos poucos foi construída a base da ilha artificial. História incrível, não achas? Dicas Extra Para finalizar, vamos deixar-te algumas dicas extra para que aproveites ao máximo a tua viagem a Kotor: • No Portão Principal existe uma inscrição que se acredita ser de autoria de Tito. Diz mais ou menos o seguinte: “O que pertence aos outros nós não queremos, o que é nosso não entregaremos”; • As ruas são labirínticas mas Kotor é tão pequeno que na pior das hipóteses voltas ao local de origem. Não tenhas receio de te perderes; • Os montenegrinos dizem que não gostam muito de trabalhar, por isso fazem pausas no trabalho quando acham que precisam. Não te admires se vires lojas fechada por algumas horas; • A língua oficial é o montenegrino (fala-se também sérvio, bósnio, albanês e croata) mas o inglês é entendido sem problema. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Descobre o aeroporto mais perigoso do mundo

Descobre o aeroporto mais perigoso do mundo

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Se uma das tuas experiências de sonho é subir o majestoso Evereste, então prepara-te, pois escalar os 8848m da montanha mais alta do mundo não será o único desafio que terás de ultrapassar. Isto porque, para lá chegar, temos obrigatoriamente de voar para aquele que é conhecido como o aeroporto mais perigoso do mundo: o aeroporto de Lukla, no Nepal. Estamos a falar de um aeroporto com uma pista demasiado curta e inclinada onde radar ou torre de controlo, simplesmente não existem. Neste artigo a IATI Seguros explica-te todo o mistério por detrás deste aeroporto, bem como o porquê de ser o aeroporto onde mais acidentes de aviação existem. Mas antes de encarar uma aventura pelos Himalaias não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem com a IATI Seguros para que possas viajar com a máxima segurança. Lukla: o aeroporto mais perigoso do mundo O aeroporto de Lukla fica, tal como o nome indica, na aldeia de Lukla. Curiosamente esta aldeia só existe por causa do aeroporto e não o contrário, como costuma sempre acontecer. A aldeia é habitada por sherpas, um grupo étnico nepalês que vive há milénios sob as duras condições das montanhas dos Himalaias. Na verdade, a história deste aeroporto recua até 29 de Maio de 1953. Nesta data, o neozelandês Edmund Hillary e o sherpa Tenzing Norgay atingiram o pico do Evereste, consagrando-se nos primeiros seres humanos a conquistar o pico da montanha mais alta do mundo. Depois deste feito, Hillary e Norgay decidiram investir no turismo e tornar a escalada ao Evereste acessível a toda a gente. Construir um aeroporto foi o passo inicial dado que aquela zona dos Himalaias fica numa região do Nepal inacessível por outros meios de transporte. Hillary pagou assim 364 USD pelo único terreno que tinha uma área suficientemente plana para construir uma pista de aviação. Ainda assim, as características para construir um aeroporto não poderiam ser as piores. Afinal de contas tem uma pista demasiado curta e super inclinada, no meio de montanhas altíssimas, com um clima bastante imprevisível, num dos países mais pobres do mundo, com recursos precários para uma manutenção eficiente. Mesmo o piso do aeroporto só foi cimentado em 2001 pois até lá era literalmente feito de terra batida. Aliás, há uma história engraçada que acompanha este acontecimento. Quando o aeroporto ficou construído Hillary viu que o piso em terra estava ainda demasiado fofo para aguentar o peso dos aviões sem ceder. Assim, decidiu dar uma festa e embebedar todos os sherpas, levando-os a dançar na pista do aeroporto, para que estes amassassem o solo. Apenas três aviões podem operar neste aeroporto: o britânico De Havilland Twin Otter, o alemão Dornier DO-228 e o checo LET L-410. Além disso, a pista tem apenas 527 m e uma inclinação de 7%. Embora, aparentemente, 7% pareça pouco significativo, tal indica que, uma das pontas do aeroporto está 64m mais alta que a outra ponta. Esta diferença corresponde à altura de um prédio de 21 andares. Por outro lado, a aldeia de Lukla está no meio de montanhas altíssimas, e só numa das pontas do aeroporto há um precipício ao invés de mais montanhas. Por este motivo, todos os aviões têm de aterrar e descolar em direções opostas, algo que nunca acontece nos outros aeroportos. Em todos os outros a direção de aterragem e descolagem é sempre a mesma. Como se não bastasse, o aeroporto de Lukla fica a 2860 metros de altitude, uma altura demasiado alta onde o ar é já bastante rarefeito. Este é também um aeroporto sem torre de controle onde a única coisa que existe é uma sala de rádio que informa sobre as condições meteorológicas. Radar ou qualquer outro equipamento que auxilie à navegação são também inexistentes. Por isso, qualquer piloto que voa para Lukla tem de voar e aterrar por sua própria conta e risco. A aterragem é completamente visual e só pode ser feita de dia já que o aeroporto também não tem iluminação. Não é qualquer piloto que pode voar até Lukla ou pilotar este tipo de aviões. O governo nepalês só autoriza àqueles que completaram pelo menos 100 hora de voo em condições STOL (Short Take Off and Landing), 1 ano de experiência a voar no Nepal também em condições STOL e já ter sido co-piloto em voos para Lukla pelo menos umas 10 vezes. Contudo, embora estas regras sejam bastante restritas, a fiscalização pura e simplesmente não acontece. No final de contas, todos os meses há, pelo menos, um acidente de aviação em Lukla, quase sempre sem vítimas mortais. Todos os dias há voos que aterram e descolam deste aeroporto. A verdade é que, apesar de todas estas condições precárias, centenas de pessoas chegam em segurança, o que demonstra o quão seguro é viajar de avião nos dias de hoje. Artigo escrito por: Patricia Carvalho

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Brexit: viajar para o Reino Unido

Brexit: viajar para o Reino Unido

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Como será viajar para o Reino Unido após o Brexit? Esta questão trouxe inúmeras dúvidas e perguntas de viajantes que querem continuar a visitar ou estão a pensar fazer a sua primeira viagem ao país de William Shakespeare. Depois de muitos anos de incerteza, e após a aprovação por referendo a 23 de Junho de 2016 com uma percentagem de 51,6% dos votos, os britânicos decidiram deixar a União Europeia. Embora o Brexit tenha acontecido oficialmente a 1 de Fevereiro de 2020, esse ano foi considerado um ano de transição. Portanto, só a 1 de Janeiro de 2021 é que as grandes mudanças entre o Reino Unido e o resto da Europa começaram a ser aplicadas. Viajar para Londres ou para outra cidade de Inglaterra não será a mesma coisa depois do Brexit. Ainda poderás desfrutar do país e das suas inúmeras atrações, mas terás de ter em conta uma série de mudanças importantes que irão afectar a tua viagem. Para que tenhas todas as informações à mão, preparámos este guia detalhado com tudo o que precisas de saber sobre viagens após o Brexit. Precisas de passaporte? Precisas de visto? Afecta os voos? Precisas de seguro de viagem por causa de Brexit ou o Cartão Europeu de Seguro de Saúde é útil? Estas dúvidas e muitas mais, resolvemo-las no guia Brexit: viajar para o Reino Unido. Brexit: Documentos para viajar para o Reino Unido Quando se trata de viajar para o Reino Unido após o Brexit, a primeira pergunta que nos vem à cabeça é “posso fazê-lo com o meu Cartão de Cidadão ou preciso do passaporte para viajar até Londres?”. Até agora, com o país enquadrado na União Europeia, bastava apresentar o Cartão de Cidadão, como acontece em qualquer outro estado da União. Agora isto mudou, por isso toma nota: Documentos para viajar – precisas de um passaporte? Desde 1 de Outubro de 2021, viajar para Londres ou qualquer outra cidade do país exige que apresentes o teu passaporte. Lembra-te que terá de ser válido por pelo menos 6 meses a partir da data de entrada no território e com, pelo menos, uma página livre. Visto para entrar no país após o Brexit Após longos meses de negociações, foi acordado que, para cidadãos pertencentes a qualquer país da União Europeia, não será necessário obter um visto para viajar até ao Reino Unido. Este acordo está sempre sujeito a um acordo de reciprocidade, o que significa que se algum país decidir exigir um visto aos cidadãos britânicos, o governo britânico poderá aplicar-lhe os mesmos requisitos. Assim, ao contrário do período pré-Brexit, quando viajar para o Reino Unido não tinha uma duração máxima de estadia e até se podia lá ficar a viver sem qualquer problema, agora a estadia máxima para aqueles que não têm um visto será de 6 meses. Se precisares de permanecer mais de meio ano no país, terás de obter um visto. Demorará mais tempo a passar pelos controlos de segurança? Como podes imaginar, entrar no país é agora ligeiramente mais lento. Como foram impostas as fronteiras com o resto da União Europeia, levará um pouco mais de tempo a passar pelo controlo de segurança (nos aeroportos, terminais de comboios, autocarros ou ferry), pois terás de parar para verificar os teus documentos e bagagem. Seguro de viagem para o Reino Unido depois do Brexit Como assinalámos no ponto anterior, o governo recomenda vivamente viajar para o Reino Unido com um seguro de viagem que ofereça a melhor cobertura. As diferenças entre o que é coberto pelo Cartão Europeu de Seguro de Saúde e um seguro de viagem de qualidade para o Reino Unido são abismais, e é isso que os leva a insistir neste ponto em diferentes secções do seu site oficial. Embora o Cartão Europeu de Seguro de Saúde preste assistência limitada em centros de saúde públicos, um seguro de viagem garante-te os melhores benefícios possíveis em centros privados de qualidade. Incluindo todos os testes necessários sem espera, medicação prescrita por um profissional, hospitalização ou transferência. Se vais viajar para o Reino Unido depois do Brexit, não esperes mais e faz aqui o teu seguro de viagem. Além disso, se decidires incluir os custos de cancelamento, poderás recuperar, dentro das disposições das cláusulas, os custos que assumiste (voos, hotéis, actividades.) se não puderes viajar. Restrições de bagagens e alimentos Isto é de particular interesse para ti no teu regresso a Londres após o Brexit, pois terás de ter muito cuidado se levares certos tipos de alimentos. É proibido, a menos que tenha o certificado correspondente, trazer da União Europeia produtos como carne, vegetais ou produtos lácteos; com excepção do leite em pó para crianças ou alimentos especiais com receita médica. Pode não parecer grande coisa, mas já houve casos de alimentos a serem tirados aos camionistas que transportam mercadorias para a UE quando atravessam a fronteira. Viajar com um animal de estimação para o Reino Unido – há alguma alteração? Para muitos, os animais de estimação são um membro da família e, por esta razão, cada vez mais viajantes optam por viajar com eles. Na IATI, estamos conscientes disto e é por isso que temos apólices de seguro como a IATI Escapadinhas, que oferece cobertura para viagens deste tipo. Se for este o teu caso, é normal que perguntes como é que uma viagem a Londres, ou ao resto do país, afecta o teu animal de estimação. Como assegurado pela própria página do Ministério dos Negócios Estrangeiros: “Pode entrar no Reino Unido com o seu cão, gato ou animal de estimação se o animal tiver um microchip, tiver um passaporte ou um certificado oficial de um veterinário de um terceiro estado, tiver sido vacinado contra a raiva e submetido a um tratamento de desparasitação. Se os requisitos não forem cumpridos, os animais de estimação poderão ser rejeitados na fronteira ou colocados em quarentena”. Portanto, verifica todos os requisitos a ter em conta no site oficial do governo britânico. Roaming depois do Brexit: Ainda podemos usar o telemóvel como antes? O roaming é aquele serviço através do qual podemos continuar a utilizar a nossa tarifa de telemóvel em alguns países, sem ter de pagar as barbaridades que uma chamada ou uma mensagem custava há anos atrás. Como o roaming é legislado ao nível da União Europeia, existe agora a possibilidade de este acordo desaparecer com a saída do Reino Unido. De momento, os acordos de roaming gratuito existentes mantêm-se, mas, tendo saído do quadro da UE, as diferentes operadoras podem variar as suas tarifas. Assim, a principal recomendação é que antes de iniciar a viagem verifiques com a tua operadora se esta ainda mantém o roaming gratuito em Inglaterra. Conduzir e alugar um carro no Reino Unido com uma carta portuguesa Poderás nem sequer ter pensado nisto, mas, se és daqueles viajantes que gosta de desfrutar de uma viagem de carro pelo país, provavelmente queres saber se, após a saída da UE, a tua carta de condução ainda será válida ou se terás de levar contigo uma carta internacional. Após negociações, ambas as partes concordaram que os cidadãos da UE que visitam o país ainda poderão utilizar as suas cartas de condução sem quaisquer problemas. Este ponto em particular parece estar aberto a possíveis mudanças no futuro mas, se assim for, iremos actualizar este guia com as novas mudanças. Levantar dinheiro no Reino Unido – o que acontece agora? Neste ponto, não há nenhuma alteração notável porque, apesar da sua entrada na União Europeia em 1973, a Inglaterra nunca adoptou o euro como moeda, continuando a utilizar a libra esterlina. Portanto, quando se trata de pagar no Reino Unido, o melhor a fazer é utilizar um cartão que te ofereça a possibilidade de não pagar as grandes taxas que os bancos tradicionais normalmente cobram. Viajar depois do Brexit: Resumo e perguntas frequentes Como resumo deste guia, respondemos às principais questões: Preciso de um passaporte para viajar para o Reino Unido após o Brexit? Desde 1 Outubro de 2020 não é possível viajar só com o Cartão de Cidadão, é obrigatório viajar com um passaporte válido. Quanto tempo posso ficar como turista no Reino Unido? O tempo máximo é de seis meses. Preciso de um visto para viajar para Londres depois de Brexit? Apenas se a tua estadia for superior a 6 meses. Os controlos de segurança a entrar no país são mais lentos? Sim, uma vez que os teus documentos serão verificados, eles podem ser um pouco mais lentos. Existem algumas restrições de bagagem para os viajantes? Os viajantes que deixam o Reino Unido depois do Brexit não poderão trazer alimentos como carne, vegetais ou produtos lácteos para a UE. O Cartão Europeu de Seguro de Saúde é válido para viajar para o Reino Unido depois do Brexit? A sua validade é garantida até Outubro de 2021 e, embora haja a possibilidade de ser prorrogada, o Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste na necessidade de um seguro de viagem, dadas as grandes limitações do CESD. É necessário um seguro de viagem para o Reino Unido? Dadas as grandes limitações do Cartão Europeu de Seguro de Saúde, o Ministério dos Negócios Estrangeiros recomenda um seguro de viagem que tenha a maior cobertura, como os que oferecemos na IATI 100% concebidos para uma viagem como esta. Posso viajar com um animal de estimação? Sim, desde que tenhas os seus documentos e vacinas actualizados, não terás quaisquer problemas a este respeito. Existe roaming no Reino Unido depois do Brexit? De momento, sim. Mas deverás confirmar com a tua operadora se foi efectuada alguma alteração. Uma carta de condução portuguesa é válida no Reino Unido? Sim, poderás utilizá-la para viajar pelo país. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que visitar em Mérida

O que visitar em Mérida

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Mérida é uma cidade espanhola, capital da região da Estremadura, rica em vestígios romanos e a uma distância de cerca de trezentos quilómetros de Lisboa. Estas são algumas das razões que fazem de Mérida uma escapadinha ideal para os viajantes portugueses. Neste artigo a IATI Seguros vai dizer-te alguns dos lugares que tens mesmo de visitar se decidires viajar até Mérida mas não te esqueças de viajar sempre seguro. Vamos, então, à lista dos melhores sítios a visitar em Mérida! Os melhores sítios a visitar em Mérida Teatro Romano e Anfiteatro Romano O complexo formado pelo Teatro Romano e pelo Anfiteatro Romano é de visita obrigatória! Terás de comprar um bilhete mas acredita que vale a pena. Podes conferir os horários, tipos de bilhete e respetivos preços na página oficial do Turismo de Mérida mas chamamos a tua atenção para o facto de existir um bilhete combinado com o qual podes visitar todos os lugares pertencentes ao mesmo consórcio por um preço reduzido. Esse bilhete é válido por vários dias, por isso vê bem se te compensa comprar. Neste complexo irás encontrar variados vestígios da época romana, passear em jardins adornados com estátuas, percorrer os túneis do anfiteatro, pisar a arena onde aconteciam espetáculos com gladiadores e animais selvagens, enfim, uma aula de história e uma viagem ao tempo romano. Museu Nacional de Arte Romana O Museu Nacional de Arte Romana está localizado em frente ao complexo do Teatro e Anfiteatro Romanos, pelo que sugerimos que seja a tua próxima paragem na visita a Mérida. É o local onde estão expostos variados artefactos provenientes não apenas do complexo que mencionamos anteriormente mas também de outros sítios arqueológicos em Mérida. São de realçar nesta coleção o Aion-Chronos, uma estátua que se acredita pertencer a uma conjunto de esculturas de deuses, o Augusto Velado, um busto em mármore do Imperador Augusto, e uma coluna em mármore proveniente do Templo Romano de Diana, que falaremos a seguir. Templo Romano de Diana O Templo Romano de Diana data do século I D. C. e acredita-se que era o epicentro da Augusta Emerita, o nome romano da atual cidade de Mérida. E ste templo está completamente integrado na atual geografia da cidade, não existem muros nem entrada e podes perfeitamente admirar o edifício a partir da rua. Em frente ao Templo de Diana está localizado o Centro de Interpretação do Templo de Diana onde poderás aprender mais sobre a história do lugar. Se apenas estás interessado nas vistas, toma nota que nesta mesma rua existem vários restaurantes com esplanada que são o lugar perfeito para relaxares. Arco de Trajano O Arco de Trajano tem uns impressionantes quinze metros de altura e em tempos delimitava o perímetro da Augusta Emerita. Foi construído em granito no século I D. C. como entrada monumental na cidade e ainda hoje mantém a sua grandiosidade. Não precisas bilhete para admirar esta maravilha arquitectónica e recomendamos que o faças! Aqueduto dos Milagres O abastecimento regular de água às populações era uma das condições para que as regiões se desenvolvessem e os romanos tiveram isso em consideração. O Aqueduto dos Milagres foi construído entre o século I A.C. e o século III D.C. e cumpria a sua função de fazer chegar água até Augusta Emerita. Hoje poderá observar um monumento com vinte e cinco metros de altura e oitocentos e trinta metros de comprimento e não precisas de bilhete para visitar. Aqueduto de São Lázaro O Aqueduto de São Lázaro, na nossa opinião, não é tão grandiosos como o Aqueduto dos Milagres, mas mesmo assim, vale a pena a tua visita. Junto a este monumento existe um pequeno mas agradável jardim onde poderás passear e procurar o melhor ângulo para as tuas fotografias do aqueduto. Além disso, tem em mente que não precisas de bilhete de entrada e que à noite o aqueduto ilumina-se o que lhe confere um aspeto particular. E eram estas as dicas de o que visitar em Mérida que tínhamos para te falar. Temos a certeza que vais adorar a história e cultura que podes experienciar em Mérida e esperamos que estas dicas te sejam úteis. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Preciso de seguro para viajar pela Europa?

Preciso de seguro para viajar pela Europa?

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Ao preparar uma viagem na Europa, sendo europeus, costumamos seguir os mesmos passos de uma viagem para qualquer outro lugar. Compramos voos para o destino, descobrimos o que ver e fazer, reservamos alojamento e fazemos a mala. Quando se trata de viajar para para fora, todos sabemos que o seguro médico internacional é a melhor proteção contra acidentes, doenças ou qualquer outro contratempo, mas quando se trata de uma viagem apertada, muitos fazem as mesmas pergunta: Preciso de seguro para viajar pela Europa? O que cobre o Cartão Europeu de Saúde? Hoje respondemos às tuas perguntas para que possas escolher o que achares mais conveniente. Seguro para viajar para a Europa ou Cartão Europeu de Saúde 1. O que é o Cartão Europeu de Seguro de Doença? O Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) permite a uma pessoa abrangida por um regime de proteção social obter a assistência médica de que necessitar durante a sua estadia temporária noutro país. Este cartão é válido por três anos. Confere todos os detalhes no portal da Segurança Social. 2. Quais são os países que o Cartão Europeu de Seguro de Doença cobre? Podes usar o Cartão Europeu de Seguro de Doença na Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Holanda, Polónia, Reino Unido, República Checa, Romênia, Suécia e Suíça. 3. O que cobre o Cartão Europeu de Saúde? Com o Cartão Europeu de Saúde terás os mesmos direitos, nas área da saúde, que os habitantes do país onde te encontras. Por exemplo, se estiveres a viajar na Alemanha, terás os mesmos direitos que um alemão. É muito importante que saibas que ter o Cartão Europeu de Saúde não é sinónimo de receber assistência médica gratuita, simplesmente dá-te os mesmos privilégios que os locais. O que significa que se o país onde estás pagar pelo tratamento recebido ou pela visita, também terás que pagar. Com o Cartão Europeu de Saúde terás, basicamente, cobertura para assistência médica de emergência em caso de acidentes ou doenças. Da mesma forma, também o podes usar em caso de agravamento de doenças crónicas. É necessário seguro médico para a Europa? Por esta altura, talvez estejas a perguntar se precisas de um seguro de viagem para a Europa se tiveres o Cartão Europeu de Saúde. Relembramos que Cartão Europeu de Saúde não é uma alternativa ao seguro de viagem. Não cobre cuidados de saúde privados, custos como o voo de regresso ao país de origem, ou a perda ou roubo dos teus pertences. Serve este texto para te mostrar algumas das diferenças mais importantes entre um seguro de viagem e o Cartão Europeu de Saúde. Com um seguro terás outro tipo de cobertura pois, além dos cuidados primários, também inclui outras coberturas como problemas com bagagem, roubo, repatriação ou transferência de um familiar em caso de hospitalização, entre muitas outras. Outra grande vantagem em relação ao CESD é a qualidade do atendimento recebido, o idioma e a facilidade de encontrar um centro médico com boas condições. Imagina que estás a viajar pela Roménia e, por algum motivo, precisas de consultar um médico. Com o CESD precisas de encontrar alguém que fale inglês e que te explique como chegar ao posto de saúde mais próximo, rezar para que o médico fale um pouco de inglês e te consigo explicar o teu problema. Ao viajar com um seguro de viagem para a Europa, tens uma chamada gratuita no teu idioma, saberás a qual centro médico de qualidade te deves dirigir para fazer o tratamento em inglês e, além disso, terás cobertura tanto para consultas como para transporte e medicamentos. Não precisas de ir até à Roménia para encontrar outro bom exemplo das vantagens que um seguro de viagem te dá. Imagina que estás a viajar pela Islândia, a desfrutar de um trekking com amigos. Numa distração, torces o tornozelo e precisas que uma equipe de resgate venha até ti. Com um seguro de viagem como o IATI Mochileiro, que cobre desportos de aventura, não terás que te preocupar com a conta. Sem ele, prepara-te para enfrentar um pagamento que deixará mais mazelas do que o próprio acidente. Semelhantemente, existem casos em alguns países europeus em que os pacientes atendidos nas urgências de centros públicos não receberam o mesmo tratamento que os locais. Então, que seguro devo contratar para viajar pela Europa? O seguro mais recomendado para viajar pela Europa é o IATI Básico, graças à sua cobertura e ao preço. Com este seguro, terás até € 150.000 de cobertura em assistência médica no estrangeiro, repatriamento, responsabilidade civil e coberturas diversas em caso de atraso do teu voo ou perda de bagagem. Podes consultar todos os detalhes nas Condições do seguro de viagem IATI Básico. Visto desta foram… não é óbvia a diferença entre as poucas vantagens do Cartão Europeu de Seguro de Doença e a enorme protecção que esta apólice oferece? Se viajares pela Europa, não penses duas vezes. Contrata já o teu IATI Básico por menos de €20 para uma viagem de uma semana à Europa e desfruta da tranquilidade que estes €150.000 de despesas médicas proporcionam. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Tudo o que Precisas Saber antes de Embarcar num Cruzeiro

Tudo o que Precisas Saber antes de Embarcar num Cruzeiro

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Viajar sem seguro de viagem já sabes que não é uma opção sensata. Na IATI ajudamos-te a escolher qual o seguro que melhor se adapta ao tipo de viagem que vais fazer. E se estás a pensar fazer uma viajar de cruzeiro, certifica-te que o seguro que contratas tem cobertura para cruzeiros. Fazer uma viagem num navio de cruzeiro não é como outra viagem qualquer. Tem algumas especificidades. Umas devido ao facto de estarmos em alto mar, outras têm a ver com as próprias companhias de navegação. Hoje deixamos-te algumas dicas para que a tua primeira viagem num navio de cruzeiro seja um sucesso. Tudo o que Precisas Saber antes de Embarcar num Cruzeiro: Fazer a mala – escolher a roupa O código de vestuário (Dress Code) dentro do navio é rígido e obedece a algumas regras. Fora das zonas de piscina, é proibido andar de biquíni, calções de banho ou tronco nu. Os jantares são sempre formais pelo que as senhoras vão ter a oportunidade de usar todos os vestidos de festa, e aos senhores aconselha-se o uso de calças compridas e camisa. Existe ainda a noite do comandante, em que se aconselha aos senhores o uso de gravata, e às senhoras vestido longo. Durante o dia, aconselhamos roupa e calçado confortável para os passeios a terra. E não esquecer biquíni e roupa para a piscina. Escolher o tipo de navio e a empresa de navegação Existem vários tipos de navio, para todos os gostos e tipos de personalidade. Existem navios vocacionado para famílias, outros para casais, de aventura, entre outros. Só tens de escolher o tipo de navio e empresa conforme as tuas preferências e objetivos de viagem. Escolher a data Embora existam viagens de cruzeiro praticamente todo o ano, a escolha da data pode ser fundamental para o sucesso da viagem, dependendo o destino que escolhas e qual o teu objetivo de viagem. Por exemplo se um dos teus objetivos é descansar e relaxar, provavelmente não será boa ideia marcar uma viagem de cruzeiro na época das férias escolares, principalmente se for um cruzeiro direcionado para famílias. Escolher o camarote Existem essencialmente quatro tipos de camarote. Interior, exterior, com varanda e suite. Onde os preços variam substancialmente. Os interiores são os mais baratos e não têm janela, para quem pretende passar a maior parte do tempo fora do camarote são uma boa opção. O exterior tem uma janela, que por vezes pode estar obstruída por um bote salva-vidas. Depois, os camarotes que têm varanda, e as suites que podem ter sala e vários quartos. Documentos necessários Na maioria dos casos é necessário passaporte com validade de 6 meses e visto. Podem também ser exigidas algumas vacinas, dependendo da rota da viagem e dos países visitados. E o bilhete do cruzeiro. Como chegar até ao porto de embarque Dependendo do porto de embarque vais também ter de ter em conta que podes ter de passar uma noite numa cidade estrangeira antes do embarque. Por exemplo se o porto de embarque for em Veneza, podes apanhar o avião para Milão passar lá a noite e no dia seguinte apanhar o comboio para Veneza. Tens de ter em atenção os horários e os custos, porque pode efetivamente compensar não voar diretamente para a cidade onde vais fazer o embarque, ou pode até mesmo não existir aeroporto. É uma questão de estudar as hipóteses existentes e quais as que oferecem a melhor relação custo-beneficio, neste caso custo-tempo. Se chegares à cidade de embarque e ainda faltarem algumas horas para embarcar podes deixar a tua bagagem num dos muitos locais que existem para guardar bagagens e aproveitar essas horas para passear e conhecer a cidade de forma confortável sem carregares a tua bagagem. Horários As horas podem ir alterando dependendo do fuso horário. Mas não te preocupes, és sempre avisado da mudança da hora. E os telemóveis também atualizam automaticamente. Contar com as gorjetas obrigatórias Quando fizeres o teu planeamento de custos para a viagem conta com o valor das gorjetas, que são obrigatórias e não estão incluídas no valor da viagem. Estas são pagas no final da viagem. Doenças e Medicamentos Todos os navios têm um médico a bordo. Pelo que se te sentires mal tens sempre a quem recorrer em poucos minutos. Aconselhamos que leves contigo os medicamentos habituais que costumas tomar diariamente e também medicamentos para o enjoo. Internet e telefone Embora alguns navios já disponibilizem wi-fi, esta é uma questão que deves clarificar, uma vez que as chamadas telefónicas e os dados podem atingir valores consideráveis a bordo. Excursões e passeios As excursões a terra são opcionais e pagas à parte. Ninguém te obriga a sair para terra se quiseres ficar no navio. Mas o objetivo da viagem em principio será também conhecer os destinos e as cidades onde o navio atraca e não só a vida a bordo. As excursões têm de ser marcadas com antecedência, e aconselhamos que o faças logo no inicio do cruzeiro. Normalmente existe um balcão dentro do navio próprio para este efeito, onde um funcionário te vai tirar todas as dúvidas e fazer as marcações. Agora que já sabes como escolher o cruzeiro que melhor se adapta às tuas preferências, não te esqueças de contratar um seguro de viagem adequado. Artigo escrito por: Sónia Justo – Lovely Lisbonner

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O que visitar em Copenhaga

O que visitar em Copenhaga

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Copenhaga, a capital da Dinamarca, é uma cidade extremamente bem organizada, descontraída, tranquila, sem grandes luxos ostentativos mas onde se respira o famoso “hygge”, a arte dinamarquesa de saber apreciar os pequenos prazeres da vida de uma forma simples e relaxada. Se nunca pensaste em visitar esta fascinante cidade, então sugerimos que dês uma vista de olhos às sugestões que te damos neste artigo. Depois é só tratar do seguro de viagem, comprares o bilhete de avião e partires em segurança! Descobre o que visitar em Copenhaga, a cidade mais feliz do mundo Fazer um tour de barco nos canais Entra num dos barcos que saem todos os dias de Nyhavn para um passeio pelos canais que atravessam a cidade. Existem várias companhias e vários tipos de embarcações disponíveis, só terás de escolher o teu preferido. Antes de embarcares aproveita para beber algo numa das muitas esplanadas que rodeiam o canal na zona de Nyhavn. Visitar a Christiania Se procuras o lado mais alternativo de Copenhaga então Christiania será um ponto de passagem obrigatório. Também conhecida como “Freetown” (cidade livre), é habitada por uma comunidade de artistas, músicos e hippies que lá vivem sob as suas próprias regras. Aqui, a arte rodeia quem lá vive e quem visita, e o cheiro a canábis paira pelo ar. Apesar de ilegal, o seu consumo é encarado com bastante tolerância dentro dos limites da Christiania. Passar um dia nos Tivoli Gardens Este parque temático, que completou 175 anos em 2018, está localizado no coração de Copenhaga, mesmo em frente à estação central de comboios. Os Tivoli Gardens são o segundo parque temático mais antigo do mundo que continua a atrair visitantes de todas as idades. São frequentes também concertos durante o Verão. O bilhete custa 120 DKK para adultos e 50 DKK para crianças dos 3 aos 7. Tirar a fotografia “obrigatória” à Pequena Sereia Não podes visitar Copenhaga sem tirares uma fotografia à popular estátua da Pequena Sereia. Não se percebe muito bem o porquê da atração tão grande desta estátua, mas a verdade é que se tornou num símbolo inquestionável de Copenhaga. Com mais de 100 anos de idade, a sua criação teve como inspiração o conto do escritor Hans Christian-Andersen, tendo sido oferecida pelo cervejeiro Carl Jacobsen à cidade de Copenhaga. Ver a troca da Guarda Real no Palácio Amalienborg Todos os dias, de setembro a abril às 12h00, dá-se a troca da Guarda Real no Palácio de Amalienborg. A Guarda deixa o Castelo de Rosenborg às 11h30, chegando às 12h ao Palácio para a cerimónia em si. O número de guardas e o acompanhamento musical dependerá de quem estiver a residir no Palácio no momento. Visitar a Torre Redonda A Torre Redonda é um dos mais antigos Observatórios ainda em funcionamento na Europa. Data do século XVII, altura em que a Dinamarca alcançou feitos notáveis no campo do estudo da astronomia. Do topo da torre encontras uma vista magnifica sobre a cidade, mas para isso terás de subir mais de 209 metros por um caminho em espiral. O bilhete tem o valor de 25 DKK. Visitar o Museu Do Design Os amantes de design nórdico não poderão deixar de visitar o Museu do Design em Copenhaga. Aqui encontras, para além da exposição permanente, que te leva numa viagem de séculos pela História do design dinamarquês, várias exposições temporárias. O bilhete tem o valor de 115 DKK. Comer um Smørrebrød O smørrebrød é uma popular e típica sandwich aberta de Copenhaga. No West Market, por exemplo, encontras uma banca com dezenas e dezenas de diferentes tipos de smørrebrød, todos absolutamente deliciosos. Visitar Roskilde e o Museu Viking Roskilde é uma cidade localizada a cerca de 30 minutos de comboio de Copenhaga. É a capital viking da Dinamarca e é aqui que poderás visitar o Museu Viking e ficar a conhecer um pouco mais sobre este povo, através dos restos de alguns dos barcos que usavam para pescar e para percorrer os mares em busca de novas terras e tesouros. Poderás ainda dar um passeio numa das réplicas dos barcos vikings que se encontram junto ao museu. Os preços dos bilhetes variam de acordo com a altura do ano entre os 90 e os 130 DKK. O centro histórico da cidade também vale muito a pena uma visita, é encantador. É ainda em Roskilde que se realiza todos os anos um dos maiores festivais de música da Europa, o festival de música Roskilde, no inicio do mês de julho. Visitar a Fábrica da Carlsberg Tal como acontece com a Heineken em Amsterdão, em Copenhaga poderás visitar o Museu da Carlsberg, localizado na respetiva fábrica. Aqui descobres um pouco mais sobre a famosa marca de cerveja através de experiências interativas e provas de cerveja. O Museu disponibiliza um shuttle gratuito diário que passa a cada hora, entre as 11h e as 16h, perto da Estação Central de Copenhaga (Vesterbrogade 6). Os bilhetes têm o valor de 100 DKK e incluem uma bebida. Passear no Jardim Kongens Have O que não falta em Copenhaga são jardins e parques magníficos, que os dinamarqueses frequentam durante a primavera e o verão juntando-se a amigos e família em piqueniques, para beber um copo ou apenas apanharem sol estendidos na relva. O jardim Kongens Have, datado do século XVII é particularmente encantador pela sua apresentação cuidada e flores impecavelmente mantidas. Visitar o Kastellet (Citadela) O Kastellet (ou Citadela), é um complexo militar localizado na área de Østerbro, mandado construir em 1626 pelo rei Christian IV com o fim de proteger Copenhaga. Hoje em dia os edifícios que lá se encontram (cuja maioria ainda se mantem impecavelmente preservada) são usados como instalações e escritórios militares apresentando uma arquitetura encantadora. Artigo escrito por: Joland

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7 dias na Escócia: o itinerário perfeito

7 dias na Escócia: o itinerário perfeito

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A Escócia é um país onde é melhor viajar de carro. Com a liberdade de uma estrada pela frente, descobrirás lagos espetaculares, as montanhas mais altas, os vales mais profundos e os castelos mais escondidos. Atreve-te a alugar um veículo e põe-te a caminho. Prometemos que não te vais arrepender da experiência e, para que não percas nada, faz um seguro de viagem e toma nota deste itinerário de 7 dias pelo melhor da Escócia. Roteiro pela Escócia em 7 dias: Dia 1: Edimburgo Qualquer viagem à Escócia deve começar com uma visita de pelo menos dois dias a Edimburgo. A capital escocesa é Património Mundial da UNESCO devido à cidade velha e à New Town, aquela “nova cidade” que James Craig projetou em 1767. Ao observar a cidade, facilmente entenderás o porquê de ter este estatuto. No primeiro dia em Edimburgo, recomendamos que visites o Old Town, a parte mais antiga da cidade. Começa pelo castelo, a atração mais visitada, uma enorme fortaleza que domina a paisagem há mais de 500 anos. Esta visita deve demorar, pelo menos, 2-3 horas. Quando terminar, desce a Royal Mile, descobre a Victoria Street com as suas fachadas coloridas, bebe uma cerveja no Grassmarket e aventura-te no Cemitério Greyfriars. À tarde, continua a descer lentamente a Royal Mile, com direito a muitas pausas. Entra em alguns dos jardins escondidos em becos como Dunbar’s Close, visita o Parlamento Escocês (é gratuito) e explora o Palácio de Holyrood, a residência oficial da Rainha. Para acabar o dia, nada melhor do que assistir ao pôr do sol do topo do Arthur’s Seat, o vulcão extinto no meio de Edimburgo. Dia 2: Edimburgo Durante o segundo dia em Edimburgo, o melhor plano é passear pelas ruas cheias de edifícios georgianos da New Town. Claro que primeiro te podes deliciar com um bom brunch em cafés incríveis como o Urban Angel ou o Henderson’s. De barriga cheia, segue para a praça Saint Andrew’s e, de lá, caminha pela George Square, a rua com as lojas mais elegantes de toda a cidade, até à Charlotte Square, na outra ponta. Em seguida, desce até ao Jardim Botânico. Este imenso pomar com mais de 300 anos de história possui 10 enormes estufas que abrigam mais de 3.000 plantas exóticas de todo o mundo. Não saias sem desfrutar da serenidade da zona de vegetação asiática ou sem passear pelo famoso jardim de pedras. O bairro Stockbridge fica muito perto, com os seus cafés e lojas independentes. Lá, podes apanhar o Water of Leith Walk para ir até Dean Village, um bairro que parece saído de um conto de fadas. Se gostas de arte contemporânea, aproveita e visita a Galeria de Arte Moderna. Se você prefere belas paisagens, nada como subir a colina de Calton Hill para ver outro pôr do sol épico sobre a velha cidade de Edimburgo. Dia 3: Fife – Saint Andrews – Pitlochry No terceiro dia de viagem pela Escócia, está na hora de pegar no carro para cruzar a Queensferry Crossing, a ponte que desde 2017 permite cruzar o estuário do Rio Forth e explorar as vilas de pescadores de Fife. As nossas favoritas são Crail e Pittenweem. Ambas parecem saídas de um postal, com paisagens lindíssimas. Depois de ver as vistas, vai até St. Andrews para almoçar. Esta cidade universitária é o lugar onde o golfe foi inventado, mas poderás reconhecê-la porque uma das cenas mais famosas do filme “Momentos de Glória” foi filmada na praia de West Sands. De todas as atrações, não deves deixar de visitar as ruínas da Catedral de Santo André ou o castelo e as suas minas. Termina este dia na bela cidade de Pitlochry, rodeado por natureza. Se não estiveres muito cansado, dá um passeio junto ao lago e, se tiveres tempo, visita a destilaria de uísque Edradour. Dia 4: Inverness – Loch Ness – Castelo Eilean Donan A Escócia deve uma pequena parte da sua fama à lenda do monstro do Lago Ness. Portanto, nada como atravessar o parque natural de Cairngorms pela estrada para chegar à capital das Terras Altas. Inverness é uma cidade pequena, mas fascinante, que te surpreenderá com o seu mercado vitoriano e o passeio junto ao canal. No entanto, a melhor parte é mesmo quando nos aproximamos do lago mais famoso do país. Loch Ness é o maior lago do Reino Unido e contém mais água doce do que todos os lagos da Inglaterra e do País de Gales juntos. Provavelmente não verás o Nessie, mas a paisagem não irá decepcionar, especialmente quando a observas das ruínas do Castelo de Urquhart. Segue o caminho ao longo do Great Glen, serpenteando pelo Vale Glen Shiel até o castelo mais fotografado do país: Eilean Donan’s. Observá-lo quando cai a noite e as águas estão calmas é incomparável. Dia 5: Ilha de Skye A Ilha de Skye é linda, apesar de ser um dos lugares mais turísticos da Escócia. Por este motivo, no verão a ilha atinge o limite e os preços dos alojamentos disparam. Mas se viajares fora da época alta, não podes perder esta ilha idílica. Como dificilmente terás tempo para ver tudo, escolhe alguns dos lugares mais míticos: o farol de Neist Point, o Castelo de Dunvegan, a destilaria de uísque Talisker, as falésias de Kilt Rock, as trilhas de caminhada pelo Quiraing ou até mesmo o Velho de Storr. Dia 6: Glencoe – Loch Lomond – Stirling Chegou a hora de dizer adeus à Ilha de Skye e regressar à civilização. Mas não sem antes desfrutar de uma nova dose daquela magia que só se respira nas Terras Altas da Escócia. O Vale de Glencoe é um longo desfiladeiro na montanha, marcado pela tragédia do Massacre de Glencoe que em 13 de fevereiro de 1692 culminou no assassinato de grande parte do clã MacDonald, mas não deixa de ser um lugar perfeito para ver veados e nos maravilharmos com a natureza que criou as impressionantes montanhas das Três Irmãs ou Buachaille Etive Mor. Ao descer, recomendamos que contornes as margens do Loch Lomond. Este enorme corpo de água rivaliza com o Loch Ness pelo título de “Lago Mais Bonito da Escócia”, a sua água calma e a forma como reflete a paisagem é algo inesquecível. E para acabar o dia, faz uma paragem em Stirling, uma pequena cidade universitária com um castelo espetacular que foi a chave da história do país em mais de uma ocasião. Se chegares a tempo, a visita vale a pena. Se não, a vista que terás de uma esplanada nas montanhas compensa a subida. Outro local imperdível em Stirling é o Monumento William Wallace. A vista desta torre vitoriana não poderia ser melhor, mas prepara-te para subir 246 degraus. Dia 7: Glasgow Edimburgo pode ser a capital da Escócia, mas Glasgow é a maior cidade do país, com uma vida cultural e musical muito interessante. Glasgow ergueu-se das cinzas e superou o seu lado mais decadente para se tornar numa cidade cheia de arte de rua, edifícios espetaculares e muitas histórias interessantes. Entre as muitas atividades disponíveis, não deves deixar de visitar a catedral e necrópole, o Museu Kelvingrove e a Universidade, que parece saída do universo “Harry Potter”. E, para te despedires da Escócia como deve ser, bebe um uísque na destilaria recém-inaugurada Clydeside. Slainte Mhath! Atreve-te a descobrir a magia da Escócia numa road trip com a companhia da Iati Seguros! Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Dez sítios a visitar em Cáceres

Dez sítios a visitar em Cáceres

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Hoje a IATI Seguros traz-te uma dica de viagem que temos a certeza que vais adorar! Está localizada na vizinha Espanha mas com excelentes acessos desde Portugal. Tem um centro histórico de te deixar de queixo caído, com vários monumentos de interesse turístico na mesma zona e que podes perfeitamente visitar a pé. Falamos da cidade de Cáceres, na região da Estremadura, mas antes de te dizermos quais são os dez sítios que recomendamos que visites temos de falar em algo muito importante. Referimo-nos ao IATI Escapadinhas a partir de apenas 0,53 € por dia, também cobre atividades como o cicloturismo, viagens em autocaravana ou viagens com animal de estimação. Não esperes mais e faz já o teu IATI Escapadinhas, o aliado ideal para desfrutares de uma nova viagem por Portugal e pela Europa. Dez sítios a não perder em Cáceres: Torre de la Hierba Poderás admirar a A Torre da Erva, em português, a partir da Plaza Mayor. É de construção árabe e data do século XII. Está ligada à muralha que defende a povoação. É uma excelente forma de iniciares a descoberta da cidade monumental de Cáceres. Torre de los Púlpitos Também conhecida como a Torre Nova, foi construída para defender o Novo Portão e tem uns impressionantes dezasseis metros de altura. Foi construída em estilo gótico e a sua principal função era militar. O seu nome deriva da existência na torre de duas cabines ou púlpitos. Arco da Estrela O Arco da Estrela é mais bonito se visto a partir do interior da muralha, pois tem um imagem de Santa Ana e uma lanterna em forma de estrela. Este arco faz a ligação entre a Plaza Mayor e o centro histórico de Cáceres. Ermita da Paz Esta pequena igreja tem entrada pela Plaza Mayor e tem celebrações eucarísticas regulares, por isso certifica-te que tens alguma flexibilidade de tempo se a quiseres visitar. Torre de Bujaco A Torre de Bujaco é um dos símbolos da cidade de Cáceres e só por isso já consegues perceber a sua importância. Atualmente alberga o Centro de Interpretación de las Tres Culturas e apesar de considerarmos que este centro é bastante informativo, desde já te dizemos que a parte mais interessante da Torre de Bujaco é a vista que se consegue da torre. Palácio de los Golfines de Abajo Numa das janelas do Palácio de los Gofines de Abajo pode ver-se o escudo dos Reis Católicos. Foi construído tendo em conta dois estilos distintos: por um lado é uma casa-fortaleza com uma imponente torre, e por outro lado exibe detalhes humanistas como é a existência de animais fantásticos. Palácio de Carvajal O Palácio de Carvajal está localizado na Calle Amargura e o seu principal atrativo, na nossa opinião, é o seu jardim. Catedral de Santa Maria A Catedral de Santa Maria foi construída na século XV em estilo predominantemente gótico. Existem visitas guiadas ao seu interior que incluem passagens pelas capelas e sacristia. Também é possível visitar a torre, mediante aquisição de bilhete e inclui vistas do campanário. Esta catedral alberga o Museu Eclesiástico. Igreja de São Francisco Xavier Já deves ter percebido que a vista que se consegue em determinado lugar em Cáceres é muito apreciada. Isto acontece porque os edifícios foram construídos muito próximos uns dos outros, o que dificulta a perspetiva que se tem deles. Assim, um dos grandes atrativos da Igreja de São Francisco Xavier é precisamente a vista proporcionada da sua torre. Além disso, esta igreja alberga o Centro de Divulgação da Semana Santa em Cáceres. Palácio de las Veletas É no Palácio de las Veletas que poderás visitar o Museu Provincial de Cáceres. O museu foi inaugurado em 1898 e os cidadãos provenientes de países da União Europeia têm entrada gratuita. Além disso, se estiveres a precisar de hidratação, toma nota que junto ao Palácio de las Veletas existe um bebedouro de água, também gratuito. Como já dissemos, a cidade monumental de Cáceres tem muitos sítios magníficos para visitares mas estes são os dez que recomendamos que visites em primeiro lugar. Acreditamos que é uma excelente introdução à cidade e se os conseguires visitar todos terás, certamente, uma perspetiva mais ou menos abrangente dos monumentos. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que ver na Madeira

O que ver na Madeira

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A ilha da Madeira foi eleita, pelo sétimo ano consecutivo, como “Melhor destino insular da Europa” nos World Travel Awards, os mais conceituados prémios do turismo mundial. Superando, mais uma vez, destinos como as Ilhas Canárias, Baleares, Malta, Sicília ou Açores. A verdade é que a ilha conhecida como o “Havai da Europa” é um destino incrível que apaixona todos os que a visitam. Por este motivo, a IATI Seguros preparou um guia do que ver e fazer na Madeira, de maneira a garantir que não perdes nenhum dos seus principais tesouros. Continua a ler, enquanto te levamos numa viagem épica à Madeira. Uma ilha cheia de natureza, falésias, praias e locais encantadores que não vais querer perder. Viajar para a Madeira em tempos de COVID-19 Depois de meses com poucas possibilidades de circular, podemos finalmente viajar novamente. Agora, cada escapadinha é uma grande viagem. Por este motivo, criámos o IATI Escapadinhas, um seguro de viagem com cobertura para coronavírus. A partir de apenas 0,53 € por dia, também cobre actividades como o cicloturismo, viagens em autocaravana ou viagens com animal de estimação. Não esperes mais e faz já o teu IATI Escapadinhas, o aliado ideal para desfrutares de uma nova viagem por Portugal e pela Europa. O que ver na Madeira: Funchal Uma viagem à Madeira começa geralmente na capital da ilha, Funchal. Vivem aqui cerca de 110.000 pessoas, quase metade dos 260.000 que habitam em toda a ilha. Isto significa que o Funchal é o local mais animado para conhecer na Madeira, com um grande número de atividades interessantes para o viajante que gosta de passar uns dias a perder-se nas ruas íngremes, em busca de tudo o que a cidade tem para oferecer. Poderíamos fazer um artigo exclusivamente dedicado ao Funchal, com tudo o que podes fazer por lá. No entanto, decidimos resumir alguns locais essenciais: • Teleférico do Funchal: Uma excelente forma de começar a conhecer a Madeira é apanhar o Teleférico do Monte para subir mais de 500 metros até à parte alta da cidade. Lá, para além das incríveis vistas panorâmicas da cidade com o Oceano Atlântico como pano de fundo, esperam por ti locais obrigatórios para ver no Funchal, como a Igreja de Nossa Senhora do Monte onde repousam os restos mortais do Imperador Carlos I da Áustria. • Jardim Botânico da Madeira: A Madeira é também conhecida como a “Ilha das Flores” pela enorme variedade de flores que o clima único da ilha oferece. O Jardim Botânico da Madeira, no Funchal, é o sítio ideal para disfrutar desta biodiversidade. Situado num enclave único com o imponente palacete da Quinta do Bom Sucesso e a sua espectacular varanda sobre o mar. • Forte de Santiago: Construído no século XVII virado para o mar, serviu para proteger a Madeira dos diversos ataques de piratas. • Rua de Santa Maria: Apesar de recomendarmos que te percas num passeio pela parte antiga da cidade, não podes perder a sua rua mais famosa, a Rua de Santa Maria. Para além de variadas lojas, podes observar a arte de rua que pinta muitas das suas portas. Algo a não perder na Madeira! • Mercado dos Lavradores: Este é o principal mercado da Madeira e vale bem a pena visitar durante uma estadia no Funchal. Graças ao clima da ilha, encontrarás um mosaico colorido composto pela grande variedade de frutas disponíveis. Santana Santana é a segunda maior cidade do arquipélago e, claramente, deve estar na tua lista de sítios para ver na Madeira. O grande atrativo desta localidade, que atrai milhares de viajantes, são as suas casas tradicionais. As Casas típicas de Santana são conhecidas pela sua forma triangular e padrão, em que o telhado é feito de palha seca e flores rodeiam as janelas das fachadas coloridas. Embora ainda habitadas, algumas estão abertas ao público como casa-museu e é possível visitá-las. Depois de conheceres ao pormenor estas casas de arquitetura tradicional, dirije-te ao Parque Temático de Santana. Lá, poderás conhecer, a partir de divertidas atrações, a evolução, história e segredos desta zona da Madeira. Não percas! Seja a caminho de Santana ou a sair lá, não podes deixar de parar nos diversos miradouros das suas imensas falésias, uma paisagem brutal! Porto Moniz Seguimos o percurso dos locais a visitar na Madeira com mais um ponto pitoresco. A pequena cidade de Porto Moniz, situada no noroeste da ilha, tem pouco mais de 3.000 habitantes, mas as suas ruas estão repletas de viajantes que querem aproveitar ao máximo a Madeira. A principal atração de Porto Moniz são as famosas Piscinas Naturais do Porto Moniz. Estão totalmente equipadas, com diferentes zonas onde te podes esticar ao sol, tanto no chão como em espreguiçadeiras. Tens ainda acessos em forma de escadas que facilitam o banho nestas incríveis águas turquesa sem teres de te preocupar com as ondas do mar. Este acesso está aberto das 9 da manhã às 5/7 (inverno ou verão) da tarde e o preço de entrada é simbólico (1,50€), o que permite também o acesso aos balneários e ao bar. Sendo um local tão único, costuma ser frequentado por turistas que visitam a ilha mas, mesmo assim, é um local obrigatório a visitar na Madeira. Se procuras uma alternativa com menos gente, podes visitar as Piscinas Naturais Velhas. Ficam muito perto e apesar de contarem com menos infraestruturas são também um local espectacular. Não se pode sair do Porto Moniz sem antes desfrutar das vistas panorâmicas do alto do Miradouro de Santinha, vale muito a pena! Vilas para visitar na Madeira Para além do Funchal e outras cidades que merecem uma visita, existem várias vilas que não podem faltar num guia pelos locais a visitar na Madeira. Anota os locais seguintes e inclui-os no teu itinerário: • Câmara de Lobos: Esta pequena vila piscatória foi o primeiro povoado da ilha, em 1430. Por isso, poderás visitar alguns dos locais históricos mais antigos da Madeira. A Capela dos Pescadores ou o Convento de São Bernadino são dois exemplos. Passeia junto ao mar e aproveita para visitar o Cabo Girão, a segunda falésia mais alta do mundo, que oferece uma vista de tirar o fôlego. • Machico: Edifícios históricos com mais de 450 anos esperam por ti. Sem esquecer as praias onde poderás desfrutar de um banho relaxante e opções de trilhos que não podes perder. • Caniçal: A terceira vila que sugerimos ver na Madeira chama-se Caniçal. Localizada na zona vulcânica da ilha, foi um ponto importante da indústria baleeira até que a caça e o comércio destes animais foram proibidos em 1981. No Museu da Baleia poderás ficar a conhecer a sua história, mas existe ainda outro motivo para visitar o Caniçal, pois podes fazer um percurso até ao Miradouro da Ponta do Rosto. Porto Santo Se escolheste uma ilha como destino de viagem, é bem possível que tenhas planeado deitar-te na praia para desfrutar do sol, do mar…. da areia? Se tens esse plano essencial, temos boas e más notícias. A má notícia é que a Madeira não é uma ilha que se destaque pelo seu areal, devido à origem vulcânica e à sua orografia. A boa notícia é que podes fazer praia na Madeira e, também, conhecer uma nova ilha. A ilha vizinha de Porto Santo é a outra ilha habitada do arquipélago, onde encontrarás mais de 9 quilómetros de areia branca para que possas fazer praia à vontade. Em Porto Santo, não deixes de visitar a Vila Baleira com as suas casas caiadas de branco, o percurso pedestre ao Pico do Castelo ou os diferentes miradouros que te vão dar uma vista ampla da ilha. Uma vez que a viagem da Madeira a Porto Santo demora duas horas de ferry, recomendamos que passes pelo menos uma noite neste local para aproveitar ao máximo a sua visita. Caminhadas na Madeira Não podemos fechar esta lista de coisas para fazer na Madeira sem falar de uma das principais atividades da ilha, o trekking. Se és um amante de caminhadas, terás todos os tipos de percursos ao teu alcance. O clima único da ilha resulta em impressionantes bosques húmidos repletos de fetos, como os percursos pela Levada do Caldeirão Verde ou pela Levada das 25 Fontes, onde em muitos troços a exuberante vegetação impedirá o sol e pode ser necessário usar roupas quentes mesmo em dias de calor. Por outro lado, também podes explorar paisagens vulcânicas em que o clima será árido e o protetor solar se tornará um aliado essencial. Qual é que preferes? Aproveita a tua viagem à Madeira sem preocupações, com um bom seguro de viagem. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O guia completo para fazer um trekking nos Himalaias

O guia completo para fazer um trekking nos Himalaias

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A cordilheira dos Himalaias tem cerca de 2400 km de comprimento que se estendem por 5 países, Paquistão, Índia, China (incluindo Tibete), Nepal e Butão. O nome Himalaias vêm do sânscrito e significa “morada da neve”. Só na cordilheira dos Himalaias existem cerca de 100 picos com mais de 7200 metros de altitude e 14 montanhas com mais de 8000 metros, incluindo o gigante Evereste. Neste artigo, a IATI Seguros preparou um guião completo com toda a informação necessária para te aventurares num trekking nos Himalaias. O Nepal é o país mais famoso e mais procurado para começar esta aventura já que além de o país estar bem preparado para trekkings, as paisagens aqui são absolutamente deslumbrantes. Trekking nos Himalaias: com ou sem guia? A primeira questão a colocar é a necessidade de ter ou não um guia para se fazer um trekking nos Himalaias. Não é obrigatório fazer o percurso com uma agência e há centenas de pessoas a percorrer os trilhos diariamente, por conta própria. De facto, os trilhos estão já bem marcados e em boas condições para que se possa fazer sozinho. Neste caso, os gastos em alimentação e alojamento rondarão os 10 a 20 USD por dia (os preços aumentam com o aumento de altitude). Porém, é também possível contratar um guia individual cujo preço começa nos 15 USD por dia, até aos 50 USD/dia, dependendo do tipo de guia que se pretende (nível de fluência em inglês, anos de experiência, etc). Neste valor está excluído o preço dos hotéis e refeições já que o percurso a fazer pode ser personalizado e combinado diretamente com o guia. Existem também pacotes com tudo incluído, onde te juntarás a outro grupo, num total de 10 a 12 pessoas. Estes pacotes já incluem guia, refeições, hotéis, medicação, porta-bagagens e por vezes também voos internos. O preço neste caso já sobe para os 800/1000 USD para um trekking de 8 a 10 dias. Permissão para o trekking: Para entrar na área conservada dos Himalaias, precisas de ter uma autorização especial, chamada permit, do governo nepalês, bem como um cartão TIMS. O TIMS card (Trekker’s information management system) é um cartão com todas as nossas informações pessoas registadas, enquanto que o permit nos dá acesso a determinada zona específica da cordilheira dos Himalaias. Ambos podem ser feitos em qualquer agência de turismo no bairro de Thamel, em Kathmandu, ou na cidade de Pokhara. Para tal, precisas de levar o passaporte, 3 fotografias tipo passe e o comprovativo de seguro de viagem (no caso de não teres um seguro de saúde válido no Nepal, não te será concedido o permit). O TIMS card tem um custo de 2000 rupias nepalesas (20 USD). Já o preço do permit depende da zona do Nepal onde pretendemos fazer o trekking: • 2000 rupias (20 USD) para Annapurna Conservation Area (ACA), Manaslu Conservation Area (MCA) e Gaurishankar Conservation Area (GCA); • 3000 rupias (30 USD) para os parques nacionais (Sagarmatha (Everest), Langtang, Makalu Barun, Rara, Shey-Phosundo, Chitwan, Khaptad, Bardiya, Shivapuri). Melhor época do ano para fazer um trekking no Nepal: Dezembro a Fevereiro – É Inverno no Nepal e embora o céu esteja limpo, as temperaturas negativas não convidam ao trekking; Fevereiro a Abril – É Primavera no Nepal e, portanto, é uma das melhores épocas para se fazer um trilho; Maio a Junho – É Verão no Nepal, o que significa temperaturas altas e muita poeira no ar, o que dificulta a visibilidade para as montanhas. Junho a Setembro – É época das chuvas, o que significa ser também época das avalanches já que a chuva amolece a neve; Outubro a Dezembro – É Outono no Nepal e por isso é a melhor época do ano para fazer um trekking. Trekkings mais famosos: Acampamento Base do Evereste: Este é o trekking mais famoso dos Himalaias, que te levará até ao primeiro campo base dos Evereste, situado a 5364 metros de altitude. O trekking dura aproximadamente 11 dias e é necessário voar de Kathmandu até à vila de Lukla. Acampamento base do Annapurna: Este é o trekking mais procurado por caminhantes inexperientes. O trilho começa na cidade de Pokhara e pode levar entre 7 a 25 dias a ser completado, já que há vários circuitos possíveis. O ponto alto será o acampamento base do monte Annapurna, que se situa nos 4130 metros de altitude. É aqui que fica o conhecido “Santuário Annapurna”, onde há uma vista de 360 graus sobre o monte Annapuruna I (8091 m), Annapurna III (7555 m), Machhapuchhare (6993 m), Varhha Shikar (7647 m) e Khansar Kang (7485 m). Manaslu: Este trilho passa pelos 8 maiores picos do mundo, sem “subir” propriamente a nenhum. O permit para esta zona é bastante caro e por isso este não é uma opção muito procurada. Makalu: O monte Makalu é a 5ª montanha mais alta do mundo com 8462 metros de altitude. Para este trekking são necessários cerca de 16 dias, e não há hotéis pelo caminho pelo que terá de acampar ao longo do trilho. Mustang: Este trilho leva cerca de 18 dias a ser completado. Não é um trekking muito procurado já que é necessário mais do que um permit para entrar nesta região. Langtang: Este é um dos trekkings mais famosos já que fica a apenas 100 km de Kathmandu, com início na aldeia de Dunche. O ponto mais alto chega aos 3850 metros, em Kyangjing Gompa. É um dos trilhos mais fáceis de fazer e dura entre 5 a 8 dias. O que levar: Todo o material de trekking que precisares poderá ser comprado ou alugado no bairro de Thamel, em Kathamandu, ou ainda em Pokhara. Pertences como um casaco para a neve ou um saco de cama podem ser alugados por menos de 1 USD por dia. Tudo o resto pode ser encontrado nas centenas de lojas próprias para o efeito. De qualquer das formas não te esqueças que terás de carregar tudo às costas, durante 6 ou 7h por dia, durante vários dias. Tenta levar apenas o necessário: • Impermeável; • Calças de trekking; • Camisolas térmicas; • Botas de trekking e meias quentes; • Gorro e luvas; • Casaco de neve; • Mochila; • Saco de cama; • Toalha de banho e produtos de higiene pessoal; • Lanterna; • Bastão; • Canteiro para água; • Mapa; • Comida (com o aumento da altitude as refeições ficam cada vez mais caras. Pode compensar abasteceres-te com alguns snacks); • Farmácia (além da medicação básica sugerimos ainda que leves pastilhas purificadoras de água e medicação para o mal de altitude). Segurança: • Faz um bom seguro de viagem com cobertura para desportos ao ar livre. O seguro IATI Mochileiro é o ideal para a tua aventura pelos Himalaias; • Certifica-te de que a tua saúde está em dia. Fazer um trekking nos Himalaias não é perigoso, mas não esperes encontrar centros de saúde ou hospitais no meio das montanhas; • Faz uma preparação física antes da viagem. O ideal é preparares-te com uma antecedência de 3 meses – não te esqueças que terás de caminhar cerca de 20 km por dia, com pelo menos 5 kg às costas; • Levar um kit de farmácia e de primeiros socorros. Vale a pena levar estes essenciais para um caso de emergência; • Cuidado com a altitude – sobe devagar, especialmente a partir dos 3000 metros onde é recomendável subir apenas 400 metros por dia. A partir dos 3000 metros faz dias de aclimatização, que são basicamente dias de descanso em que se fica no mesmo lugar, de modo a que o corpo se habitue àquela altitude. Caso sintas sintomas como dor de cabeça, fadiga generalizada, taquicardia, falta de apetite ou dificuldades para respirar, não subas mais. Espera que o teu corpo se habitue e, se os sintomas perdurarem por mais de 8 horas, começa a fazer o caminho de regresso. Os sintomas deverão parar assim que baixar de altitude. A doença de montanha não é grave se tratada com responsabilidade. Não arrisques. Artigo escrito por: Patrícia Carvalho

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Córdova: a escapadinha perfeita

Córdova: a escapadinha perfeita

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A Andaluzia está na moda e existem cada vez mais pessoas entusiasmadas para fazer uma escapadinha a Córdova, uma das cidades mais charmosas de Espanha. É possível viver uma vida inteira nesta cidade e estar constantemente a descobrir novos recantos; Porém, hoje na IATI Seguros selecionamos alguns destaques, para que comproves o seu encanto em apenas 48 horas. Descobre o que ver e fazer em Córdova num fim de semana. 48 horas em Córdova: Primeiro dia Uma escapadinha a Córdova deve ser feita com calma. Esta é uma cidade para desfrutar lentamente, os seus habitantes caminham devagar e não há motivo para correr. Por isso, sugerimos que comeces bem o dia com um pequeno-almoço a aproveitar o sol que costuma iluminar os dias cordoveses. Começa na Plaza de las Tendillas, onde te podes sentar e saborear um bom pão com azeite e presunto do Vale dos Pedroches enquanto contemplas uma das praças mais animadas da cidade presidida pela estátua do Gran Capitán, Gonzalo Fernández de Córdova. De barriga cheia, dá um passeio pelas ruas Gondomar, Cruzconde e outra conhecida como a Boulevard de Córdova, a mais comercial da cidade. Aos poucos, dirige-te ao tradicional bairro de Santa Marina, um dos nossos preferidos pelas suas pequenas casas andaluzas e ruas de paralelepípedos. Começa por visitar a igreja de Santa Marina, uma das mais belas igrejas Fernandinas da cidade. Continua a percorrer as ruas estreitas e chegarás ao Palácio de Viana, onde terás alucinações com o que está atrás das suas portas. Pátios ricamente decorados sucedem-se nas várias divisões deste bem preservado palácio do século XV. Daqui, podes caminhar até a rua Alfaros e, quase a meio, subir os degraus da Cuesta del Bailío, um dos lugares mais charmosos da cidade. Além de ser um belo recanto, principalmente na primavera, quando as flores rosadas da parede estão em pleno esplendor, a encosta era uma importante ligação entre a cidade alta e a cidade baixa nos tempos antigos. Continua até chegares à Plaza de Capuchinos, onde se encontra uma das esculturas mais queridas do povo de Córdova, popularmente conhecida como Cristo dos Lanternas. Quando a fome começar a aparecer, a Taberna Góngora é uma ótima opção para quem não tem um grande orçamento mas quer conhecer um lugar com tradição. Uma escapadinha a Córdova não estaria completa sem o salmorejo. As anchovas com limão e o javali com tomate, regados com um bom Montilla-Moriles, também fazem as delícias de quem passa nesta taberna. Sabemos que nos vais agradecer. Depois do banquete, desce a rua Claudio Marcelo e maravilha-te com as belas colunas do Templo Romano de Córdova, ao lado da câmara municipal. Para tomar café, nada melhor do que caminhar até a Plaza de la Corredera e sentir-se como um cordovês a apanhar sol numa das esplanadas. Ainda tens algumas horas para desfrutar, pergunta a um local onde fica a Plaza del Potro e caminha até a encontrares. Visita o museu Julio Romero de Torres e a Posada del Potro antes de veres pela primeira vez o histórico rio Guadalquivir. Caminha com calma à beira do rio, acreditamos que já estarás cansado do passeio de hoje e que a melhor lembrança deste primeiro dia será um pôr do sol inesquecível. Por isso, atravessa a ponte romana de Córdova, uma maravilha que permanece desde o século I. Na Torre de la Calahorra, poderás apreciar um dos monumentos mais incríveis de Espanha com a cidade de Córdova ao fundo: a mesquita. Termina o dia com um jantar agradável num local como El Aguacero, com cozinha tradicional cordovesa e de fusão. Se ainda não estiveres cansado, vai ao Mercado Victoria, o sítio da moda em Córdova. Este mercado tem um food hall e um bar de cocktails que poderás aproveitar até de madrugada. Segundo dia É hora de te levantares para começar o dia com a doçura do pastel cordovês, um delicioso bolo folhado recheado, típico da gastronomia da cidade. Chegou o momento de atravessar o Patio de los Naranjos e sentir o cheiro a flor de laranjeira das suas 98 árvores. Atravessa a porta que permite o acesso à Mesquita-Catedral de Córdova e observa pela primeira vez os arcos mais impressionantes da arte hispano-muçulmana. Em seguida, explora o bairro judeu e descobre locais encantadores como a Sinagoga, a Calleja de las Flores ou as ruínas da muralha muçulmana ao lado da Puerta de Almodóvar. Não muito longe está um dos melhores lugares para comer as melhores beringelas fritas de Córdova, o Mesón Juan Peña. Aqui há um grande cuidado com o produto e serviço, e qualquer pessoa se sente confortável numa das mesas com fogões que os cordoveses adoram! Se ainda tiveres forças, perde-te nas ruas do bairro de San Basilio, onde se encontram os tradicionais pátios cordoveses em quase todas as casas. Perto está o Alcázar de los Reyes Cristianos, que tem jardins e pátios de inspiração mudéjar que merecem uma visita. As 48 horas em Córdova estão a chegar ao fim, mas antes não te esqueças de passar no Bodegas Campos, um dos restaurantes de referência da cidade e por onde passaram grandes personagens da história. Brinda a uma escapadinha perfeita a Córdova no terraço do Sojo Ribera, com belas vistas do Guadalquivir e das pontes que cruzam esta cidade cheia de planos. Finalmente, aproveita a tua escapadinha a Córdova com tranquilidade, fazendo um bom seguro de viagem. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Escapadinha a Liverpool

Escapadinha a Liverpool

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Quando se fala em Liverpool, a primeira coisa que ocorre são os famosos Beatles! Não há forma de separar os ícones musicais, desta magnífica cidade inglesa. Visitar a cidade é de certa forma percorrer alguns dos locais mais emblemáticos da banda e a IATI Seguros de Viagem decidiu assim ajudar-te com os locais que não deves perder em Liverpool. Apesar de não ser uma das cidades mais bonitas do Reino Unido, Liverpool é rica em cultura, história e também no desporto, com um dos mais antigos dérbis da história do futebol entre o Liverpool FC e o Everton FC, os maiores da cidade. A melhor forma de conheceres a cidade é a caminhar por ela, uma vez que esta é quase toda ela plana. E se possível, aproveita o clima mais ameno da primavera e do verão para visitar Liverpool. Após a tua chegada à cidade dos Beatles para uma escapadinha aproveita para conhecer as suas diversas atrações turísticas. O que visitar em Liverpool: The Cavern Club Aqui começou a história dos Beatles. Inaugurado no ano de 1957, esta tornou-se o palco principal da banda em 1961 contabilizando cerca de 290 atuações do grupo. Após a sua demolição, em 1973, foi reconstruído em 1984 com tijolos originais retirados do antigo edifício. O The Cavern Club localiza-se na Mathew Street e na sua frente, no Cavern Pub esta a estátua de John Lennon e uma série de tijolos gravados com nomes de bandas e músicos que por lá passaram. Esta é uma paragem obrigatória para quem procura compreender a cidade e o seu espírito. The Beatles Story – O museu dos Beatles Visitar este museu é uma autêntica viagem no tempo com as salas cronologicamente divididas. Todas elas mostram objetos e roupas originais que os elementos da banda usavam no passado. No seu interior podes vislumbrar uma coleção de óculos, assim como o ultimo piano tocado por John Lenon. Existe também a réplica do The Cavern Club e podes passear também pelo Yellow Submarine. Albert Dock Um dos principais ícones culturais da cidade. Junto ao rio Mersey, onde outrora foi o principal porto da cidade, encontram-se localizados uma grande parte dos museus e galerias da cidade, assim como os principais bares e restaurantes. É um dos locais mais visitados da cidade para quem gosta de fotografia e que admirar a paisagem que a cidade oferece. O The beatles Story está localizado ao redor desta região. Anfield Road Outros dos principais motivos que levam as pessoas a visitar a cidade de Liverpool, é o Futebol e, claro, o principal clube da cidade: o Liverpool FC. O seu icónico estádio construído em 1885, é considerado um dos palcos de futebol mais clássico de toda a Europa. Está localizado apenas a 5 Km do centro da cidade e podes ir até lá facilmente de autocarro. Conhecer o seu museu e toda a história do clube é outro dos passatempos de quem visita a cidade. Liverpool Cathedral Detentora de uma beleza única, a imponência da Catedral de Liverpool com os seus quase 190 metros de comprimento, fazem desta a igreja mais extensa do mundo e mais a mais alta do Reino Unido com mais de 100 metros de altura. O seu campanário alberga também o maior sino das ilhas britânicas com 16 toneladas de peso. Museum of Liverpool À exceção de Londres, Liverpool é a cidade com maior concentração de arte e museus do Reino Unido. Um dos mais visitados é o Museum of Liverpool. Com entrada gratuita, aqui conta-se a história da cidade através de várias peças de arte decorativa, de botânica, material arqueológico e até arquivos fotográficos da cidade. Para quem procura saber um pouco sobre a história de Liverpool, este local é o indicado para iniciar a pesquisa. Se ainda tiveres tempo disponível, a IATI recomenda-te também que tenhas a experiência de um tour de autocarro pela cidade, que te irá permitir descobrir a Igreja de St. Peter que foi o local onde Paul McCartney e John Lennon se encontraram pela primeira vez, passando também pela famosíssima rua Penny Lane e pela Strawberry Field, as duas regiões que são referidas em alguns hits da banda. Agora que já tens as dicas mais importantes para a tua escapadinha a Liverpool, não te esqueças de contratar o seguro de viagens que melhor se adapta à tua viagem. Artigo escrito por: Gato Vadio

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