Portugal Blog
7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta

7 lugares a não perder em Freixo de Espada à Cinta

3 minutos de leitura

Portugal é um país que não para de surpreender e por isso a IATI dá-voste a conhecer uma vila que pertence a um dos distritos mais remotos deste país. Freixo de Espada à cinta, uma vila Portuguesa do distrito de Bragança, com influência espanhola e vários recantos para conhecer. Escolhe já o teu seguro de viagens online, faz as malas e parte para mais uma aventura com a IATI. O que ver em Freixo de Espada à Cinta O Freixo com a espada à cinta É no centro da vila que encontramos o famoso Freixo (árvore pertencente à família das oliveiras) com uma espada à sua cinta. E qual a origem desta? Conta a lenda que um cristão sozinho perseguido pelos mouros estava tão assustado e sem proteção que viu a sua solução em se esconder atrás do grande Freixo que encontrara, colocou a sua espada pendurada na árvore e camuflou-se entre os ramos da árvore. Quando os Mouros se aperceberam que a imponente árvore tinha uma espada à sua cinta fugiram assustados poupando a vida do Cristão. Outras das lendas que corre fala de um nobre chamado Espadacinta que depois de uma dolorosa batalha com os Mouros pendurou a sua batalha no Freixo e encostou-se a descansar. Mais tarde a população começou a afirma “o Freixo do Espadacinta” que mais tarde evoluiu para Freixo de Espada à Cinta. Pois bem, são várias as lendas que tentam justificar o nome desta vila, mas o mais importante é que é em Freixo que podemos encontrar alguns dos locais mais bonitos de Portugal. Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta A igreja matriz localiza-se no centro da vila, perdura à mais de 500 anos. Com um estilo manuelino dentro de si tem pinturas que perduram até à data. É considerada património nacional e tem uma das arquiteturas mais bonitas de Portugal. Já foi apelidado de “Mini Mosteiro de Jerónimos” Castelo de Freixo de Espada à Cinta O castelo de Freixo de Espada à Cinta encontra-se no centro da vila e é considerada uma das fortalezas mais antigas de Portugal. Neste momento só perduram algumas das muralhas que merecem uma visita para reviver o tempo em que os Reis prevaleceram no país. Gravuras rupestres do Mazouco É na freguesia do Mazouco que se pode encontrar mosaicos de arte rupestre gravados em xisto. São considerados imóvel de interesse publico desde 1983 destacando-se o mosaico do cavalo. Agora, depois de 2000 anos de existência é a primeira estação de arte rupestre ao ar livre em Portugal Calçada de Alpajares ou Calçada dos Mouros A Calçada de Alpajares também conhecida como a calçada dos mouros é um caminho construído desde o tempo dos Romanos. É um caminho linear que se inicia na Foz da Ribeira do Mosteiro. É um caminho marcado por uma escadaria curvilínea. Aqui é possível apreciar a vista para o Rio Douro assim como os pombais da região, um moinho recuperado, várias pinturas rupestres e no fim do inverno vão poder apreciar o florescer das amendoeiras de cor rosa. Penedo Durão O Penedo Durão encontra-se no Parque Natural Do Douro Internacional e é um miradouro que ergue no cimo de uma rocha escarpada com vista para o rio Douro, para a barragem da Saucelle e para o vasto monte verde que rodeia este lugar mágico. Este miradouro tem disponível um parque de merendas e é também um dos sítios prediletos para a observação de várias aves como o grifo o falcão peregrino e as andorinhas das rochas. A melhor época para observar as aves é na altura da Primavera. Praia fluvial da Congida E o que há de melhor se não um praia fluvial introduzida na natureza? Esta praia na verdade não tem areia mas um vasto relvado onde podem estender a vossa toalha, banharem-se no rio Douro e olhar para o nosso pais vizinho. Aqui também têm oportunidade de entrar num barco e durante 2h navegar sobre o rio Douro. Autores: Tworistas

Ler mais
Conhece o lado menos turístico de Bali

Conhece o lado menos turístico de Bali

6 minutos de leitura

Bali, ou a ilha dos deuses como também é conhecida, é um dos destinos turísticos mais populares em todo o mundo. Assim que se aterra na ilha somos inundados com a massiva oferta turística que vai desde restaurantes, a hotéis, bares, tours, aulas de yoga e até de culinária. Semynak, Kuta, Canggu, Ubud e Uluwatu são alguns dos destinos principais da ilha onde a oferta é grande, mas o preço também. Bali é bem capaz de ser um dos destinos mais caros do sudeste asiático, completamente inflacionado pelo turismo em massa. Contudo, nem tudo são más notícias. A verdade é que Bali é uma ilha gigante e não é assim tão difícil escapares aos destinos mais badalados e refugiares-te num dos recantos da ilha. Neste artigo, a IATI seguros apresenta-te um outro lado da ilha de Bali, menos turístico e onde a calma e a serenidade estão garantidas. Mas antes demais não te esqueças de fazer o teu seguro de viagens com a IATI para que possas viajar com a máxima segurança. O lado menos turístico de Bali Amed Amed é uma pequena vila localizada na costa leste de Bali, a cerca de 2h de distância de Ubud. Embora Amed tenha praia, esta não te vai surpreender: a água é quente e sem ondas, mas a areia, além de preta, é constituída maioritariamente por pedras, onde andar sem chinelos pode ser doloroso. Contudo, não risques já Amed da lista pois é aqui que se encontra um dos maiores aquários vivos do mundo, acessíveis a toda a gente. Pois bem, a vida marinha nesta zona de Bali é deslumbrante e em qualquer café ou restaurante podes alugar uma máscara de mergulho e barbatanas e fazer-te ao mar. Não precisas de ir muito longe para encontrar peixes coloridos, cardumes enormes, estátuas, templos afundados e até barcos naufragados. Recomendamos a praia de Jemeluk como o melhor local para se hospedar. Mesmo em frente ao restaurante Sama Sama está o melhor spot para fazer snorkeling. É também aqui que poderás encontrar um famoso templo afundado. Já para os barcos naufragados, poderás explorar tanto o Japanese Shipwreck como o USS Liberty. É fácil encontrar a sua localização no google maps e, chegando ao local, terás mais algumas informações sobre a localização exata dos barcos. Nenhum deles está a mais de 20/30 m da costa. Mas Amed não se caracteriza só pelo snorkeling e vida marinha. Esta vila é também o local base ideal para explorares um dos templos mais famosos e instagramáveis do momento, o Pura Lempuyang. Se ainda tiveres tempo, explora também o Tirta Ganggu, um majestoso templo que facilmente se confunde com um labirinto de canais e piscinas. A melhor forma de chegar a Amed é de táxi ou de mini-van desde Ubud. Munduk Munduk fica numa parte montanhosa da ilha de Bali e sem acesso direto a praias. Provavelmente Munduk é hoje aquilo que Ubud foi há 20 anos atrás, com o mesmo ar húmido e vegetação densa que tanto caracteriza a capital mais espiritual do mundo. Mas aqui esquece as cadeias de hotéis e a desmensurada oferta espiritual: no centro da vila de Munduk poderás encontrar alguns hotéis e guesthouses, mas nada que se compare ao resto de Bali. Munduk fica a cerca de 2h de Ubud e poderá ser acessível de táxi ou de mini-van (para a mini van, consultar a empresa Pemuteran Shuttle). O ponto alto de Munduk é a natureza, com as suas deslumbrantes cascatas. São dezenas e todas elas são facilmente acessíveis por mota e pequenos trekkings. Munduk waterfall, Banyumala Twin, Sekumpul e Git Git são alguns nomes das cascatas mais famosas da região. Ainda em Munduk vale também a pena visitares o templo Ulun Danu Beratan, com uma paragem no Twin Lake. Aqui poderás também desfrutar de uma vista incrível dos dois lagos, rodeados por montanhas. Nesta zona existem também muitos cafés, restaurantes e viewpoints de onde conseguirá tirar excelentes fotografias. Para os amantes de natureza, existem também magníficos campos de arroz em Munduk, muito similares aos famosos campos de Tegalalang em Ubud. Lovina Lovina é uma pequena vila costeira que se situa no norte de Bali. Embora a sua praia não seja apaixonante, Lovina é o destino ideal para relaxar e descansar, depois de dias corridos a explorar o lado mais caótico de Bali. Apesar de não ser muito turístico, esta vila possui uma boa rede de hotéis e de restaurantes com um bom ambiente e música ao vivo, onde reina a tranquilidade. O melhor a fazer por aqui será descansar numa das praias, fazer uma massagem relaxante ou um tratamento num dos muitos SPAs, e, ao fim do dia, fazer um passeio de barco para observar e fotografar as dezenas de golfinhos que por aqui vivem. O passeio custa cerca de 4€ por pessoa e pode ser fechado em qualquer hotel ou agência de turismo. spots de mergulho e snorkeling interessantes. Vulcão Batur – Kintamani A ilha de Bali é também famosa pelos seus dois vulcões, o Batur com 1717 m de altitude e o Agung, o ponto mais alto da ilha dos deuses, com 3142 m. O tour para ver o nascer do sol do topo do Monte Batur é bastante conhecido e parte, todos os dias, de todos os pontos turísticos de Bali. Esta tour começa entre a meia noite e a uma da manhã, hora a que as vans começam a recolher os turistas, nos seus respetivos hotéis. Depois seguem então para Kintamani, a aldeia mais próxima, que fica a cerca de 1h30 de Ubud. Lá para as 4h da manhã começa então o trekking de 5 km que dura ainda umas 2h, com chegada ao topo do vulcão por volta das 6h da manhã para ver então o nascer do sol. Ora, aquilo que sugerimos é que, em vez de fechar o tour desde Ubud e sair do hotel entre a meia noite e a uma da manhã, pernoita na pequena aldeia no sopé do vulcão, Kintamani. Não é uma aldeia grande, mas tem várias agências de turismo, guesthouses e hotéis com uma vista lindíssima sobre o lago e vulcão Batur sendo por isso o local ideal para relaxares depois da subida noturna ao vulcão. É uma oportunidade de poderes conhecer um outro local de Bali onde o ritmo é muito mais desacelerado. Além disso, se fizeres o tour a partir da aldeia, não precisarás de acordar tão cedo para começar a caminhada. Lá em cima, a vista para o nascer do sol é imperdível pois além de poder admirar os tons de rosa e laranja que tingem o céu, poderá ainda ver o vulcão Agung, que fica mesmo em frente ao Batur. Em dias de céu limpo ainda é ainda possível vislumbrar um outro vulcão, este já na ilha de Lombok. Estas dicas são perfeitas para inserir no Roteiro de 7 dias por Bali que apresentamos há algum tempo! Autora: Patrícia Carvalho, Girl From Nowhere

Ler mais
4 dicas para poupar dinheiro em viagem

4 dicas para poupar dinheiro em viagem

4 minutos de leitura

A história do “é preciso ser rico para se viajar” já é antiga. Viajar é uma atividade que, inevitavelmente, continua ligada à ideia de grande disponibilidade financeira, mas a verdade é que depende da perspectiva. Sim, é preciso dinheiro para viajar. Mas não, não é preciso tanto dinheiro como as pessoas pensam. Continua a ler e descobre as 4 dicas para poupar dinheiro em viagem. O pré-viagem obriga-nos a gastar algum dinheiro em coisas indispensáveis, como o transporte (voos, autocarro, comboio), a consulta do viajante ou o seguro, por exemplo. Para o último, já sabes que podes contar com a IATI seguros! Dicas para poupar dinheiro em viagem Em viagem, existem 3 grandes custos: o transporte, o alojamento e a alimentação. Não há como fugir deles, mas há formas de reduzir estas despesas imprescindíveis e é por esse motivo que hoje te apresentamos 4 dicas para poupar dinheiro em viagem: Em vez de andares sempre de comboio ou de autocarro … considera outras formas de transporte! Utilizar transportes públicos para nos movermos dentro e fora das cidades já é uma forma de poupar dinheiro. Isto, se considerarmos outras opções como táxi, Uber ou mesmo avião. No entanto, se quiseres poupar ainda mais, podes, literalmente, dar corda aos teus sapatos: anda a pé! Não há melhor forma de ficar a conhecer uma vila ou cidade. A bicicleta também pode ser a tua melhor amiga nestas situações. Não gastas dinheiro nenhum (se levares a tua própria bicicleta), e é sustentável! Para além disso, hoje em dia, a maior parte das cidades tem bicicletas de aluguer por um preço bem simpático. Outro movimento que, cada vez mais, é comum por todo o mundo é o carpooling. Basicamente consiste na partilha de um veículo. O objetivo é reunir várias pessoas que vão para o mesmo destino e que dividem as despesas com o condutor. É mais rápido do que andar de transportes públicos e costuma ser mais barato. Se estás disposto a experimentar algo mais radical, a custo zero, podes lançar-te à estrada à boleia! Backpacker que é backpacker procura alojamento barato Os backpackers (ou mochileiros, em português) estão a tomar conta do turismo por todo o mundo. Uma prova disso é o facto de a IATI ter um seguro exclusivo para mochileiros, e outra é a quantidade de hostels por cidade. Em determinados países é possível encontrar uma cama, num dormitório partilhado, por 3€! No entanto, é importante ressalvar que o preço por noite depende muito dos países ou das cidades em questão. O preço médio ronda os 10/15€ e muitos incluem pequeno-almoço. Trabalhar a troco de alimentação e estadia é uma ótima forma de poupar. Lê o artigo 5 razões para fazer work exchange e fica a par desta forma de viagem. Outra forma de poupar na estadia que tem vindo a crescer é o house sitting ou pet sitting. Chamemos-lhe uma espécie de babysitting para casas e animais de estimação. A casa ou o animal ficam ao cuidado de sitters que têm como função cuidar deles enquanto o dono estiver ausente. Em troca, os sitters têm a possibilidade de ter alojamento gratuito durante esse tempo. Se procuras opções a custo zero, existe o couchsurfing: uma plataforma que une pessoas que procuram alojamento e anfitriões que cedem o seu sofá aos mesmos. Mais do que isso, é uma comunidade de pessoas que junta viajantes com o intuito não só de obter alojamento grátis, mas também partilhar as suas histórias e experiências. Muitos viajantes consideram o couchsurfing como uma das melhores formas de conhecer pessoas e imergir na cultura local. Diz adeus aos restaurantes e olá aos supermercados Não é novidade que é muito mais barato comprar comida nos supermercados do que ir a um restaurante. Grande parte dos hostels dispõe de uma cozinha equipada para os seus hóspedes. O mesmo se aplica ao couchsurfing. Além de que há muitos supermercados com refeições prontas ou self-service com comidas frias, como saladas ou massas. Ficarias espanto com a quantidade de coisas grátis que há para fazer As atrações ainda ocupam uma fatia bastante grande no bolo dos custos. No entanto, em todas as cidades há coisas grátis para fazer. Desde deambular pela cidade sozinho ou com free walking tours, a concertos, noites de cinema ao ar livre ou exposições. O importante é fazer uma boa pesquisa antes de visitar o lugar porque, por vezes, há dias específicos para as atividades, especialmente as visitas a museus. Como podes ver, opções não faltam. Ainda achas que viajar é para ricos? Autor: Gap Year Portugal

Ler mais
7 razões pelas quais deverias visitar Laos

7 razões pelas quais deverias visitar Laos

4 minutos de leitura

Laos é uma pérola natural pouco conhecida e, muita vezes, esquecida no Sudeste Asiático. Um país pouco explorado, com transportes públicos reduzidos, paisagens verdes extensas e bastante atividade rural. Se estás ponderar visitar ou não o tinhas pensado, mas querias visitar um sítio na Ásia mais tranquilo que o habitual, vamos ajudar-te a decidir! Prepara as malas, contrata o teu seguro de viagens online e parte para o Laos! 7 razões para visitar o Laos Natureza Se és adepto de andar perdido na natureza, de explorar novos trilhos e subir montanhas, se adoras a vida de campo e visitar aldeias do interior, Laos vai ser uma escolha acertada. Explorar de mota as aldeias e os campos é uma experiência única, vais encontrar animais a divagar pelas estradas (de terra batida na maioria das vezes), crianças a brincar pelos caminhos e ver de perto como realmente é a vida dos locais. A região norte, mais montanhosa e menos explorada, proporciona a todos que a visitam uma experiência única de imersão na natureza e na vida selvagem, pelo contrário, a região mais a sul, que rodeia o rio Mekong, é plana mas igualmente incrível e verde. Tranquilidade A realidade é que, devido ao seu interior inexplorado e à escassez nos transportes de longa distância (só em algumas zonas é que o comboio está disponível), percorrer alguns quilómetros pode demorar o dobro do tempo a que estamos acostumados. As viagens pelo Norte, por exemplo, são feitas em minivans e, dependendo onde queremos ir, facilmente passamos quase todo o dia numa carrinha. A vantagem é que as paisagens são incríveis, parecem ter sido tiradas dum filme e a viagem é partilhada com locais por isso é das melhores formas de conhecer a cultura de Laos. Por outro lado, para pessoas que estão a visitar o país apenas por um curto período de tempo ou não estão confortáveis em passar tanto tempo em viagem, pode ser complicado: mas é uma experiência que recomendamos sem dúvida alguma! Fronteiras Para quem está de viagem à Tailândia, Vietname ou Camboja, não está condicionado por limite de tempo e gostaria de experimentar um pouco da cultura de Laos, facilmente cruzam a fronteira e podem visitar uma região, aldeia ou cidade perto. Em algumas zonas, como na fronteira com a Tailândia, apenas um rio separa os dois países. Comida Influenciada pela cozinha dos vizinhos Vietname e Tailândia, a cozinha de Laos consegue facilmente ser um paraíso para quem não perde um bom prato. Uma mistura de doce e picante com verduras frescas e molhos de chorar por mais. A cerveja local, Beer Lao, não fica atrás e casa bem com qualquer prato. Pôr do sol Dos mais mágicos finais de dia que já vivemos, desde o Nong Khiaw viewpoint, até ao Golden Buddha em Pakse passando pelas margens do rio Mekong, há algo de muito especial nos pores do sol em Laos. Seja porque o sol se põe atrás do rio na cidade ou porque se esconde lentamente nas montanhas verdes que não têm fim, serão momentos que valem ouro e te vão fazer querer voltar. Nong Khiaw Na região norte do Laos fica uma das suas jóias mais bem guardadas, muito rural e ainda pouco explorada, uma aldeia rodeada de gigantes montanhas rochosas e atravessada por um rio. Acordar nas margens do rio numa das cabanas de madeira, rodeado de tanta beleza natural é das melhores experiências que se pode ter durante uma viagem a Laos. Não existem mil e uma atividades para fazer mas trilhos, cascatas e miradouros nas montanhas não faltam, kayak pode também ser uma das opções. No entanto, o que realmente fascina neste pedaço de paraíso natural, é caminhar pela aldeia e ver a vida acontecer, respira-se tranquilidade e natureza em cada canto. Só existe uma estação de autocarros e, para que entendas o quão tranquilo é o sítio, se não houver passageiros suficientes, simplesmente espera-se até que os lugares estejam mais completos. Cascatas Kuang Si A 30km da cidade considerada património histórico da humanidade pela UNESCO, Luang Prabang (que por si só é umas das razões pelas quais tens de visitar Laos), podes encontrar as cascatas Kuang Si. Três níveis de quedas de água azul turquesa (quando visitadas durante a época seca), rodeadas de uma floresta imensa são tudo o que precisas para passar um dia de mergulhos e merenda pelo parque. Se não tinhas a certeza, seguramente estás mais que convencido, toca a fazer planos, o Laos espera por ti! Autora: Janete Silva, Flearound

Ler mais
5 locais a não perder numa visita a Fafe

5 locais a não perder numa visita a Fafe

4 minutos de leitura

Estão no norte de Portugal há procura de um motivo para sair de casa? A IATI vai levar-vos em segurança a uma visita guiada por esta cidade de Fafe. Fafe é uma cidade do distrito de Braga localizada na região do norte de Portugal. Para surpresa de vários esta cidade esconde mais do que aquilo que podem esperar, desde casas construídas em pedras a zonas verdes para poderem relaxar. Fafe é uma cidade que vão querer explorar. Mas não se esqueçam, viajar em segurança é a melhor forma de viajar e por isso a IATI ajuda-te a encontrar o melhor seguro de viagens online e que mais se adequa a ti. Locais a não perder numa visita a Fafe Casa do Penedo É em Portugal, na cidade de Fafe mais precisamente na freguesia de Várzea da Cova que podemos encontrar uma das casas mais pitorescas de Portugal, localizado no alto do monte rodeada de nada. Nada como, silencio, natureza, tranquilidade, a força do vento e a verdadeira paz interior. Diz-se que a construção desta casa teve o seu início em 1974 e que nasceu da vontade de um engenheiro de se refugiar do stress da cidade. Infelizmente o dono da casa neste momento já nem na sua casa de pedra encontra a tranquilidade pelo facto de várias pessoas tentarem saciar a sua curiosidade. Construída entre 4 penedos, o seu interior faz jus ao seu exterior, também com um ambiente rústico, não tem luz, rede, nem água canalizada, mas tem uma piscina exterior que sacia os seus habitantes nos dias quentes de verão. Diz-se também que tem um sofá que pesa cerca de 350kg e vidros à prova de bala para proteger de vandalismos. E como chegar à casa também conhecida como a “Casa dos Flinstones”? Se forem de carro podem colocar no vosso sistema de navegação casa do penedo e rapidamente vão encontrar o local. A estrada é bastante acessível, tem um quanto de curvas e os últimos km são em terra batida, mas não se preocupem, podem estacionar mesmo ao lado da casa. A pé, podem realizar o trilho PR10 – Trilho do vento, uma caminhada de media dificuldade, circular e de cerca de 14km que explora o parque eólico e tem como ponto de interessa a cada do penedo. Para quem não sabe é mesmo ao lado da cada do penedo que se encontra o famoso “salto da Lameirinha”, uma das grandes atrações do WRC Fafe Rally Sprint; Praia fluvial da Barragem da Queimadela Para quem não sabe existe um trilho de apenas 3 km que se inicia no parque de campismo da Queimadela e dá a volta à sua barragem. Por um caminho circular, rodeado de árvores e com a água da barragem a acompanhar-nos, torna-se num dos passeios mais relaxantes que pode ser acompanhado pelos vossos amigos de 4 patas. Nos dias de maior calor também se podem refrescar na praia fluvial da barragem ou descansar à sombra de uma árvore no parque de merendas da praia. Para quem não sabe esta praia está dentro do programa “Praia Acessível – Praia para Todos!” que tem como objectivo permitir a acessibilidade a todos. Aldeia do Pontido Uma aldeia outrora desabitada que foi recuperada e transformada num turismo rural de sucesso. Agora com casas de pedra rodeadas de lagoas e natureza é um local perfeito para um fim de semana relaxante. Aqui vão poder contactar de perto com a natureza e mergulhar nas águas cristalinas das lagoas da aldeia. Na aldeia também vão poder encontrar um restaurante com pratos tipos do Norte e por fim um centro de interpretação ambiental, onde os hóspedes poderão aprender mais sobre os valores ecológicos da região. Se decidirem explorar o que está perto da aldeia vão descobrir recantos da natureza longe das multidões. Parque aquático de Fafe O parque aquático de Fafe é umas das opções para os dias de maior calor. Apesar de ser um dos parques aquáticos mais pequenos de Portugal e ter poucas atrações é uma boa opção para quem tem crianças, vai fazer as delícias dos mais pequenos. Citânia de Briteiros A cerca de 20km de Fafe no alto de São Romão e já no concelho de Guimarães vão poder encontrar a citânia de Briteiros. Esta citânia tem ainda alguns dos castros da idade do ferro que podem comprovar a passagem da cultura castreja por Portugal. É no museu da cultura castreja que vão poder encontrar a pedra formosa mais relevante da citânia de Briteiros, não deixem de visitar. E já que estás pelo norte de Portugal, porque não dar um saltinho a Braga, o segundo melhor Destino Europeu de 2019? Autores: Tworistas

Ler mais
Os maiores mitos sobre viagens

Os maiores mitos sobre viagens

4 minutos de leitura

Tal como em todos os aspetos da vida, nas viagens existem muitos mitos e preconceitos associados que não estão, na maioria das vezes, perto da verdade. Por isso, e como na Iati queremos que explores o mundo sem medos, hoje queremos clarificar algumas ideias que se foram criando ao longo dos anos que em pouco correspondem à realidade. Claro que acidentes podem acontecer e não queremos com isto dizer que deves ignorar as recomendações e precauções, aliás, fazer um seguro de viagem é sempre a melhor opção, no entanto isso não te deve impedir de viajar. Acidentes podem ocorrer em qualquer lugar por isso viajar não é excepção mas existem mitos que precisamos de desvendar. 7 mitos sobre viagens para esquecer de uma vez por todas Só viaja quem é muito rico Este é o clássico que todos nós já ouvimos, ou da família ou dos amigos ou, a certa altura, já nós mesmos acreditamos. Com bastante pesquisa e organização é possível fazê-lo, quer seja de avião, comboio ou carro. Tudo passa por uma questão de prioridades, muitas das pessoas que viajam com frequência, optam por reduzir ao máximo o consumo no dia a dia: roupa, saídas, jantares, cabeleireiros, etc. Outro ponto que é necessário esclarecer, é que não viaja só que anda de avião, podemos viajar dentro do nosso próprio país, fazer uma viagem de carro a países vizinhos ou ir de boleia pela Europa. Para quem gosta realmente de viajar e explorar novos lugares, todos as opções anteriores são válidas e inclusivamente mais sustentáveis. Todas as viagens são incríveis Da mesma forma que encorajamos toda a gente a viajar, uma vez que o contacto com diferentes culturas nos abre a mente e nos faz crescer é importante dizer que não devemos visitar um sítio só porque está na moda ou na lista dos países mais visitados do momento. É importante fazer uma pesquisa prévia sobre o local, os costumes, a gastronomia, os lugares que queremos visitar e pesquisar sobre a opinião de diferentes tipos de viajantes de forma a encontrarmos aquele que mais se identifica connosco e entender se realmente esta viagem faz sentido. Lembra-te que nem tudo o que se vê no Instagram é real. A época de chuva estraga os planos Principalmente em países tropicais, muitas vezes lemos que é melhor viajar durante o período seco e a época alta. Contudo lembra-te que todo o mundo vai ler a mesma recomendação e por muito sol que esteja, se o sítio estiver a rebentar de turistas provavelmente não vais aproveitar como gostarias. Não queremos com isto dizer que deves ignorar recomendações que possam afectar ou pôr em risco a tua segurança, no entanto em determinadas regiões e alturas, época de chuva significa apenas que pode chover intensamente durante uma hora seguida, por exemplo. Pensa que a maioria dos templos, cascatas e atrações vão ter muito menos gente, por isso mesmo que não esteja um sol radiante, a temperatura vai estar alta e a probabilidade de teres o lugar só para ti é muito maior. Viajar sozinho é perigoso 10 motivos porque viajar sozinho é uma experiência incrível. Pedir boleia não funciona e é perigoso É verdade que os filmes de terror americanos contribuíram para este grande mito, mas também é verdade que não faltam casos e exemplos de casais, homens, mulheres e amigos que viajam pelo mundo recorrendo à boleia como meio de transporte. É um sistema de partilha de transporte que te vai permitir, muitas das vezes, conhecer locais que muitas das vezes se tornam amigos. Viajar com crianças é impossível viajar com crianças, não te esqueças de fazer um seguro de viagens. Viajar com crianças é impossível é outro mito sobre viagens! Viajar pelo mundo é para os jovens Não deixes que o “já não tenho idade para isso” ou “já passei essa fase” te consuma! Viajar é explorar novas culturas, viver novas experiências, conhecer novas pessoas e provar novos sabores, e para isso não há idade. Pelo nosso país fora vemos diariamente famílias e casais vindos de países nórdicos e outros cantos do mundo que aproveitam a sua reforma para conhecer mais deste mundo. Inspira-te e não deixes que a mentalidade da sociedade te limite. Autora: Janete, Flearound

Ler mais
“Welcome to India” e a chegada a Trivandrum

“Welcome to India” e a chegada a Trivandrum

7 minutos de leitura

O exotismo da Índia sempre fez parte dos meus sonhos. Aquele destino longínquo, que marcou a história de Portugal e sempre me fez sentir intrigado com nomes e expressões como “Caminho Marítimo para Índia”, “Descobrimentos”, “Vasco da Gama” ou “Rota das Especiarias”. Intrigado, no sentido da expressão máxima da palavra curiosidade. Curioso por saber mais sobre esse outrora gigante e desconhecido “Novo Mundo”, do qual tanto ouvi falar nos primórdios da minhas aulas de história, e também em livros, filmes ou documentários. Não fugindo a toda a parafernália de património material e imaterial, existente por todo Portugal, directa e indirectamente ligada a essa importante conquista de Vasco da Gama, ao descobrir o caminho marítimo para Índia, em 1497. Uma gigante “auto-estrada” comercial, de elevada importância, que nos permitiu (nós, Portugal) ser uma espécie de “reis do mundo” da altura. Com base nesta informação, que quase nasce com todos os portugueses, como uma espécie de legado intemporal, a minha expectativa perante a partida para uma viagem à Índia, acredito que seja completamente distinta de um viajante da Australia ou da Russia, por exemplo. Existe algo muito forte, a unir a cultura e história portuguesa à cultura e história indiana. Quase como uma espécie de irmãos, filhos do mesmo pai e com mães diferentes, que pouco contactaram entre si. Têm traços em comum, conexões de sangue, mas são completamente diferentes. É assim que sinto a Índia e o seu povo, em relação a mim, enquanto português. Foi isso que senti, quando recebi o convite do Departamento de Turismo de Kerala, no início de Fevereiro, para visitar essa região, bem no sul da Índia, curiosamente o primeiro pedaço de terra que Vasco da Gama pisou em solo indiano. Senti que ia partir para uma espécie de viagem pela minha história, apesar de saber que tudo o que me é familiar ficaria bem distante do que iria encontrar e viver. Iria começar a minha viagem em Thiruvananthapuram (sim, eu sei. Parece o nome de um antibiótico), cidade também conhecida por Trivandrum. Para facilitar as questões linguísticas. Iria ficar cerca de 20 dias e viajar de sul para norte, com a viagem a terminar em Kochi. No “guião” ou plano de viagem que me entregaram antes da viagem seria uma espécie de “best of” Kerala, o objectivo desta viagem. Raramente iria ficar dois dias no mesmo lugar. Muitas vezes iria partir em busca do mais genuíno que existe por ali, com o pessoal do departamento de turismo a facilitar-me o encontro com as melhores experiências e com as melhores pessoas. A região de Kerala, é da mais pequenas da Índia, o que não a impede de, comparando com a realidade europeia, ser enorme. Tem pouco mais de 600 quilómetros, de norte a sul, e conta com mais 30 milhões de pessoas, como sua população. Sim, muita gente. É quase como imaginar Portugal com 3 vezes mais pessoas. O que, na mesma proporção, implica imaginar as grandes cidades, como Lisboa ou Porto, com 3 vezes mais população. Sim, a Índia é assim. Estas 30 milhões dividem-se em 3 distintas crenças religiosas. Cerca de metade são Hindus, e os restantes são Muçulmanos e Cristãos. Mas confesso que pouco investiguei sobre Kerala antes da partida. Sonhei muito, com aquela imagética da Índia, dos cheiros, das cores, da comida, do clima, mas não queria ter certezas de nada. Queria viver tudo e ser chocado (ou não) com tudo. Talvez movido pela adrenalina da chegada, tudo passou num ápice. Nas primeiras horas da manhã, chegava pela primeira vez à Índia. O aeroporto de Trivandrum não é pequeno, mas também está longe de ser grande. A uma escala indiana, é pequeno. Saí do avião e encaminhei-me para as autoridades para me carimbarem o passaporte. Um filme. O meu passaporte passou por umas três mãos, que distavam entre si uns bons 100 metros. Só pensava: “estes não gostam do Vasco da Gama, vão me lixar por causa disso e nem o facto de ser do mesmo país que o Cristiano Ronaldo me vai safar”. Só vi todas as outras pessoas a irem embora e eu ali parado, a ver o meu passaporte a circular e ouvir uma língua que, para mim, não passava de sons. Nem percebia quando uma frase acabava. De vez em quando lá perguntava se estava tudo bem e só me abanavam a cabeça. No sentido negativo do movimento “abanar a cabeça”. Mas com cara amigável. Confesso que me estava a sentir confuso, sem, no entanto, me sentir atrapalhado. Assim no meio do nada, e passado uma boa meia hora, lá ouço um barulho. Era o carimbo no meu passaporte, seguido de um “Welcome to India”, com um sorriso de orelha a orelha. Nunca cheguei a perceber o porquê de demorar tanto tempo. Dias mais tarde percebi que o tal “abanar de cabeça”, não queria dizer que não. Queria dizer que estavam a perceber e de acordo com o que estava a dizer. Um movimento de cabeça bastante engraçado e característico do povo de Kerala. Muito me ri depois com os meus amigos indianos, comigo a recordar a situação. Eu perguntava “está tudo bem?”, eles abanavam a cabeça a dizer que não. Eu perguntava “vai ser rápido, tenho gente à minha espera?”, eles abanavam a cabeça a dizer que não. Eu perguntava “falam inglês?”, eles abanavam a cabeça a dizer que não. E depois no final disto, lançam-me um sorriso e um “Welcome do India”, como se nada fosse. É claro que tinha de me sentir confuso. Na verdade foi só um caso real de Lost in Translation. Poucos minutos depois do barulho do carimbo no meu passaporte, estava na rua, à porta do aeroporto, a suar em bica e com a roupa colada ao corpo. Este é o primeiro impacto real da Índia. Parece que tinha acabo de entrar, com a minha roupa de Primavera vestida, para dentro uma sauna misturada com uma estufa. E depois assistir e sentir o nosso corpo a lutar pela adaptação. À minha espera tinha um batalhão de gente, de sorriso fácil e prontos para me fazer sentir em casa. Entrei dentro de um táxi e parti para aventura. Tal como alguém que está num parque aquático e sobe um bom lanço de escadas e chega ao topo e não existe outra hipótese, é lançar-se escorrega abaixo e sentir as emoções. Foi isso que senti quando entrei no táxi e comecei a percorrer as caóticas ruas de Trivandrum. Tal como no escorrega, pensamos em muita coisa quando vamos a subir as escadas. Boas e más. Eu também as pensei sobre a Índia. Mas depois de começar a escorregar, normalmente as sensações são boas. Eu sinto-me vivo e farto-me de rir. Naquele primeiro táxi também ri muito sozinho. Estava dentro do meu primeiro filme de Bollywood. Tal como eu sonhara. Muito barulho, toda a gente a buzinar, tuk tuks sem regras, muitas pessoas na rua, pessoas diferentes daqueles eu já tinha visto, cores diferentes, cores muito quentes de acordo com o clima que se fazia sentir, os cheiros também muito diferentes. Mas no meio desta confusão toda, só conseguia sorrir. Não era um sorriso atrapalhado e constrangedor. Mas um sorriso sincero, de alguém que está a viver um bom momento. Aquela Índia maluca e exótica dos meus sonhos era verdadeira. Estava confirmado. O que eu não sabia, é que me iria sentir estranhamente confortável com ela. Desde o primeiro momento. Não digo que me senti em casa, porque a Índia é demasiado diferente para conseguir sentir uma coisa dessas. Mas senti-me bem na diferença. Senti prazer em estar noutro mundo. Calculo que o Vasco da Gama tenha extrapolado esse sentimento, no seu primeiro momento de Índia. Também pensei nele, durante o tempo em que estive no táxi. Mais uma vez, com um infinito a separar os elementos em comparação. Mas senti-me pronto para descoberta. Queria ver tudo e conhecer tudo. Sentia que estava apenas no início do percurso. Sentia que iria ver muito e viver muito. O táxi terminou a sua viagem, num hotel de estilo colonial, bem no centro de Trivandrum. É claro que a internet funcionava mal e que dizia que tinha uma bela piscina, quando na verdade não tinha. Mas isto é a Índia e estava radiante por ela ser assim. Disfuncional, caótica e incrivelmente magnética. Já estava preso a ela, de uma forma que não tinha sonhado. Sim, também no hotel todos foram incrivelmente simpáticos. Todos me deram um sincero “Welcome to India”. Crónica escrita por Carlos Bernardo, O meu escritório é lá fora

Ler mais
Hanói – Cultura, Gastronomia, Povo e Lugares Incríveis

Hanói – Cultura, Gastronomia, Povo e Lugares Incríveis

5 minutos de leitura

Hanói é a capital do Vietname, e é também a sua segunda maior cidade, com cerca de 10 milhões de habitantes. É uma mistura fascinante de Oriente e Ocidente, combinando motivos tradicionais vietnamitas com uma pincelada francesa. É uma cidade que está praticamente igual desde as décadas da guerra, mas agora está a passar por um boom de construção, tornando-se uma cidade em rápido desenvolvimento no sudeste Asiático. A IATI Seguros, líder na contratação de seguros de viagem online sabe que gostas de lugares com culturas ricas, e neste artigo traz o que de melhor se pode conhecer em Hanói, para que estejas relaxado e saibas que não perdeste lugares importantes na tua viagem. Experiências a não perder em Hanói Por mais caótica e movimentada que Hanói possa ser, é também uma cidade repleta de caráter. Passeia pelo bairro antigo por um dia e vais perceber o que queremos dizer. Uma mistura eclética de influências estrangeiras, terás a sensação de que esta cidade tem assistido a muito durante a sua história de mil anos. 80% dos veículos em Hanói são motas, e certamente irás sentir-te confuso nos primeiros dias. Atravessar a rua é um jogo arriscado, especialmente porque não há passadeiras nas ruas. O que os vietnamitas fazem é, seguir sempre ao mesmo ritmo e os motoristas desviam-se. Estão habituados. Não corras, nem pares no meio da estrada, pode ser desastroso. Explora o Old Quarter O coração movimentado de Hanói, há mais de 1000 anos, é o Old Quarter que está situado no extremo norte do lago Hoan Kiem, e ainda é um centro da vida quotidiana dos habitantes locais. Suas 36 ruas foram originalmente nomeadas segundo os bens que eram negociados lá: rua dos textéis, do calçado, da papelaria, das ferragens, do ouro, etc. É uma zona fascinante para passear, quer esteja a regatear lembranças, a observar as pessoas ou a saborear uma cerveja fresca de Hanoi, num dos muitos bares abertos. Descobre a rica História de Hanói Tendo suportado a ocupação chinesa e francesa, bem como o caos da Guerra Americana, Hanói tem uma rica herança histórica. Escavações recentes na Cidadela Imperial de Thang Long descobriram artefactos que datam do século VII dC. Visita o museu no local para admirar as belas fênix de terracota e cabeças de dragão. Última morada de Ho O Mausoléu de Ho Chi Minh é um local de peregrinação para muitos vietnamitas que vêm prestar homenagem ao “Tio Ho”, carinhosamente apelidado, o homem que liderou a luta por um Vietname independente e unificado. Há imensas filas para ver o corpo embalsamado de Ho Chi Minh, que se podem estender horas a fio no lado de fora do gigantesco mausoléu, e uma vez lá dentro, a fotografia e as mãos nos bolsos são proibidas. Está aberto de terça a quinta-feira e fins-de-semana, das 8h às 11h e a entrada é livre. Museu das Mulheres Muitas vezes, as exposições históricas têm um foco distintamente masculino, e é por isso que a União das Mulheres do Vietname decidiu construir este museu, que explora a contribuição das mulheres para a cultura e a sociedade deste país. Que foi enorme. Podes admirar os trajes típicos de noiva fantasticamente elaborados, aprender a labuta do trabalho agrícola feminino e, descobrir as mulheres combatentes que desempenharam um papel fundamental na guerra do Vietname contra os EUA. Aberto diariamente das 8h às 17h, a entrada custa 30.000 VND (1,50€). Passeia pelo Lago Hoan Kiem Um dos lugares mais serenos da cidade, o Lago Hoan Kiem atrai os moradores de madrugada, quando a prática da manhã de Tai Chi ocorre, e ao anoitecer quando as iluminações brilham para trazer vida ao local. Podes passear por bancos arborizados para chegar ao Teatro Municipal de Marionetes Aquáticas, onde músicos e marionetistas altamente qualificados mantêm viva essa arte vietnamita de mil anos. É tão mágico o espetáculo, que quando acaba ninguém se mexe da cadeira. Os bilhetes custam cerca de 4€. Experimenta a comida de rua Nunca vais estar a mais de três passos de um vendedor de comida de rua em Hanói, e os preços incrivelmente baixos significam que parece antipático e não experimentar cada prato. Faz como os habitantes locais e senta-te à beira da estrada em Duong Thanh, onde por 60.000 VND (2,60€) podes desfrutar do prato mais típico de todos: o Bun Cha, que é uma carne de porco assado, com noodles mergulhado num caldo saboroso. Beber um café delicioso Uma das maiores dificuldades dos viajantes, amantes de café, que passam pela Ásia é o tipo e sabor do café que vão encontrar. Com exceção de Hanói! Se achas que os europeus são os maiores especialistas a provar café, alguns dias em Hanói vão fazer-te reconsiderar. O café foi introduzido aqui pelos franceses no final do século XIX, mas o Vietname rapidamente começou a cultivar sua própria safra e a dar-lhe um toque único e surpreendente. Agora espanta-te mais: o melhor café envolve ovo! O Ca Phe Trung, encontra-se entre uma bebida e uma sobremesa, pois a sua receita inclui claras de ovos muito bem batidas com açúcar e equilibradas em cima de um café expresso, que vai resultar numa mousse doce de saber a café, que é mesmo deliciosa. Baía de Halong Talvez a visão mais mágica do Vietname é Halong Bay, pontilhada com pequenas ilhas, cavernas, grutas e florestas de contos de fadas. A maioria das pessoas exploram esta baía num dia de viagem, mas o ideal é fazer um cruzeiro pela baía de Halong, de pelo menos dois dias, num barco que atraca durante a noite nestas águas da UNESCO. Vai valer a pena. Descobre o Seguro IATI que te vai acompanhar nesta viagem ao Vietname, e parte confiante para esta cidade, que nunca mais vais esquecer. Autores: Onde andam os Duarte?

Ler mais
Voluntariado vs Volunturismo: dicas e alertas

Voluntariado vs Volunturismo: dicas e alertas

5 minutos de leitura

O voluntariado é uma ação muito poderosa e geradora de impacto, pelo que devemos medir todos os pontos e refletir sobre eles. Neste artigo damos-te algumas dicas que assegurem a sustentabilidade dos projetos a que te candidatas. Toda a ajuda é necessária, claro. Mas devemos ajudar de forma sustentável, garantindo que estamos a gerar impacto positivo e estruturado, sem prejudicar o andamento de outros projetos. Também será importante distinguir os termos ”voluntariado” de ”volunturismo”. Em qualquer um dos casos não te esqueças de contratar um seguro de viagem online antes de partires para teres a certeza de viajar com segurança e cobertura contra possíveis acidentes. Voluntariado vs Volunturismo: dicas, alertas e quais as diferenças? O voluntariado deve ser acompanhado de uma etapa de formação para o voluntário, que lhe permita perceber os contornos de toda a ação de forma consciente e com as competências necessárias. O voluntariado relaciona-se com uma atitude de cooperação e compromisso prolongado, gerando impacto de uma forma regular e constante. Há quem seja voluntário em associações da sua região, há quem passe algum tempo no terreno e até fora do país. Se optares pelo último caso, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem, para que imprevistos não te estraguem os planos. Já o “volunturismo” normalmente assenta em ações de voluntariado pontuais, não se estabelecendo nenhum compromisso entre o voluntário e a comunidade. Este tipo de ação normalmente está incluído num formato de férias e o impacto poderá não corresponder ao esperado. Entrar numa comunidade culturalmente diferente da nossa, por pouco tempo e sem ações bem estruturadas poderá ser insustentável. Quando se integra um projeto de voluntariado é essencial que o mindset seja o certo. Estamos ali para ajudar a comunidade local a solucionar alguns problemas, a desenvolver estratégias para o futuro e não por pura diversão ou satisfação pessoal. Para olharmos para este tema mais de perto, deixamos-te aqui alguns pontos essenciais: O voluntariado pode mudar vidas A tua ação tem um impacto real. Quer seja a plantar árvores, distribuir comida, criar projetos locais, desenvolver negócios de apoio à comunidade, (…) – a tua ação tem mesmo um impacto real. Mas devemos alertar que uma ação que gera impacto é uma ação que deve ser bem pensada. Se por um lado pode ter consequências positivas, por outro lado, também pode ter negativas! Um conselho que deixamos: escolhe bem o projeto e tem a certeza que mudará vidas de forma sustentável. Devemos “ensinar a pescar” e não “dar o peixe” É importante pensarmos que quando entramos num projeto de voluntariado, em Portugal ou no estrangeiro, levamos connosco crenças, aprendizagens e tradições pessoais. O nosso “modus operandi” pode ser muito diferente, e até contraditório, do método local. O apoio deve passar pelo desenvolvimento de estratégias, pensamento crítico e ajuda à implementação, mas não a implementação por si só. Mas atenção: o intuito não deve ser ensinar porque “quem é voluntário sabe mais”, mas sim ajudar os locais a pôr as competências pessoais em prática. A ideia é passar as ferramentas, para que os intervenientes a possam concretizar, de forma autónoma, daí para a frente. O voluntariado é acessível a todos Diz-se, em erro, que fazer voluntariado é caro. Não é. Mesmo. Primeiro, podes ser voluntário no teu bairro, na tua cidade, prestando apoio a associações ou por ti mesmo, gerando impacto através de boas ações. Segundo, para todos os que querem fazer voluntariado fora do país: sabias que existem experiências de voluntariado internacional completamente financiadas? As oportunidades são muitas e só dependem de ti. Pesquisa, pergunta, fala com quem já fez, envolve-te em associações e não desistas à primeira barreira. É simples e pode mudar a tua vida e de outros. Tu és o convidado Este ponto é dedicado a todos os interessados em fazer voluntariado fora da sua cultura e “zona de conforto”. Quando se emerge numa comunidade diferente da nossa, com tradições próprias e formas de vida próprias, é importante sublinhar que nós é que somos os “diferentes”. Ao contactares com atitudes diferentes das esperadas, com que muitas vezes não concordarás, é importante distanciares-te por momentos e teres a oportunidade de refletir. Naquele local aquelas são as tradições e por muita confusão que nos cause, são o normal lá. O nosso background é isso mesmo – o NOSSO background. Quando a boas intenções não chegam A verdade é que nem todo o trabalho voluntário é positivo ou sustentável. Apesar de acreditarmos que quem se dedica a causas de forma voluntária tem boas intenções, isso nem sempre chega. O “volunturismo” está a gerar cada vez mais situações de risco, por exemplo, a Unicef estima que 75% das crianças em orfanatos no Cambodja não são, na verdade, órfãs. Tudo porque certas associações locais se aproveitam do interesse dos turistas e transformam os orfanatos em verdadeiros negócios. Esta questão é muito sensível e deves garantir que não estás a ajudar mais um desses negócios. Para além de que alta rotatividade de voluntários pode ser prejudicial, pela criação e, recorrente, quebra de ligações emocionais. Por isso, se o teu tempo é curto, opta por projetos que não envolvam a componente humana, podes plantar árvores, trabalhar em abrigos, ajudar a construir casas, entre muitos outros projetos. Porquê? Para que não se criem ligações emocionais fortes, que serão quebradas dentro de semanas e isso gere um impacto negativo. O voluntariado vai mudar a tua vida A mudança acontece de forma natural e o teu gesto pode fazer a diferença, só depende de ti. Pode levar tempo, exigir mais esforço do que calculavas, dedicação contínua e um nível de compromisso alto, mas acredita, vale sempre a pena. Lança-te ao voluntariado. Cresce. Aprende. Gera impacto. Sê sustentável. Está na hora de mudares vidas. Lembra-te que podes começar por ajudar os teus, o teu bairro, o teu país. Fazer voluntariado é possível para todos. Não te irás arrepender de gastar do teu tempo por uma causa em que realmente acreditas. Autores: Gap Year Portugal

Ler mais
10 factos a saber sobre o Vietname

10 factos a saber sobre o Vietname

4 minutos de leitura

Se estás a pensar em viajar para o Vietname, não percas este artigo onde partilhamos algumas dicas e curiosidades sobre este maravilhoso país do sudeste asiático. Para começares os planos da tua viagem da melhor forma, não te esqueças do teu seguro, a IATI tem o seguro ideal para uma viagem pela Ásia. 10 factos importantes sobre o Vietname Bus noturno Vais descobrir que o autocarro nocturno é das melhores e mais baratas formas de te movimentares dentro do país. Com o teu bilhete tens direito a um lugar onde passar a noite (deitado, com pernas esticadas e almofada) no autocarro. Os preços variam dependendo da empresa e da distância mas pagas entre 7 a 10€ aproximadamente por uma viagem que dura toda a noite. Para além do dinheiro e tempo que poupas, esta é uma excelente oportunidade para conviver com locais que utilizam este meio de transporte com frequência, vais conhecer pessoas e histórias diferentes. Bay Tu Long Bay Halong Bay é uma das 7 maravilhas naturais do mundo e Patrimônio da Humanidade da Unesco, esta é uma das zonas mais visitadas do Vietname. Formada por cerca de 3000 ilhas verdes, facilmente se confundem com uma das cenas do filme “Avatar”. A sua fama arrasta multidões em massa o que pode boicotar a ideia de um cenário paradisíaco. Como alternativa a esta situação, e de forma a preservar o encanto de Halong Bay, recomendamos visitar Bay Tu Long Bay, localizada a norte da anterior, de igual magia e imponência mas sem as centenas de barcos a contrastar com a cor esmeralda das águas. Influências culturais Dada a colonização e permanência de diferentes povos e culturas ao longo da história, o Vietname é feito de uma sincronizada influência de culturas: chinesa, japonesa, francesa e americana. Desde edifícios a gastronomia, a influência é visível no dia-a-dia, nomeadamente na presença da Banh Mi nos mercados de rua, uma baguete de influência francesa que pode ser comprada em qualquer parte do Vietname. Maior gruta do mundo Son Doong, descoberta em 1991 chega a ter 200 metros de altura e 150 de largura em alguns pontos dos 9km de sistema de cavernas. Os valores para a visita rondam os 2400€ para 6 dias e os interessados devem ser submetidos a testes e provas físicas dada a dificuldade das caminhadas. Comida de rua Em todas as cidades, vilas e aldeias vai haver sempre um bicicleta ou moto com uma banca a vender comida: noodles, fritos ou baguetes a escolha é Mesas que são bancos com um tabuleiro, cozinhas com motor montadas em qualquer esquina, fácil e rápido. Considerado como um dos melhores países para experimentar comida de rua, o Vietname é o local ideal para provar novos e deliciosos sabores sem gastar fortunas. Pho Uma sopa típica com diferentes variações feita com carne (ou tofu), arroz e vários legumes. Podes comer uma rica sopa por menos de 1€ em quase todo o lado pelo Vietname, com opção vegetariana també Trânsito de motos Nada te vai preparar para a grande aventura que é atravessar a rua, principalmente em cidades como Ho Chi Minh e Hanói onde cuidado tem de ser redobrado. Milhares de motas em diferentes direções, famílias inteiras na mesma moto e alguns malabarismos com mercadorias pelo meio, o truque? Olhar para os dois lados com atenção e cruzar com confiança, muitas das vezes a simpatia dos locais faz-se evidenciar e agarram-te pela mão até ao outro lado. Produção de café Não só comida de rua, mas barraquinhas (ou mais especificamente uma mesa com bancos de plásticos) estão por todo lado para venda café ou chá. O café é servido com gelo e leite e as pessoas socializam na rua à volta das mesas. Introduzida pelos franceses, esta indústria é uma fonte de riqueza importante para a economia do país. Uma das formas típicas de tomar café no país, é o café com ovo. Aversão ao moreno Se, para outras culturas, o bronzeado é procurado e desejado, no Vietname o contrário acontece. Bronzeado é sinónimo de trabalho no campo, o que muitos evitam e a pele branca é o ideal de beleza. É frequente ver, principalmente entre as mulheres, casacos ou capas longas, luvas e chapéus mesmo com altas temperaturas. Maiores dunas de areia do Sudeste Asiático Mui Ne já foi uma pacata vila de pescadores, no entanto é, hoje, um local de bastantes turistas, tours e resorts. Este pequeno deserto é conhecido pelas extensas dunas brancas e vermelhas, sendo as primeiras as que mais impressionam. Autora: Janete, Flearound

Ler mais
10 eventos de verão a não perder na Europa!

10 eventos de verão a não perder na Europa!

4 minutos de leitura

Seja por falta de tempo, dinheiro ou simplesmente disposição, nem sempre temos vontade de apanhar um voo para o outro lado do mundo nas férias. Há vezes que apenas queremos viver algo diferente sem grandes escalas ou largos voos e, para esses momentos, existem sempre mil opções na Europa. A questão é que temos tendência a conhecer apenas os lugares, eventos e festivais de verão que vemos nas redes sociais e deixamo-nos levar pelas multidões. Hoje, na Iati, vamos falar de festas, romarias e eventos de verão espalhados pela Europa que todos devíamos experimentar pelo menos uma vez na vida. Nada melhor para conhecer a cultura de uma cidade que visitá-la na festa mais importante do ano, mas, claro, sempre prevenido com um seguro de viagens adequado. 10 eventos de verão a não perder na Europa As escolhas são muitas, desde música folclore a exposições de arte passando por festivais de cerveja, a Europa é destino para todos os gostos, por isso, aqui vamos: Edinburgh Festival Fringe – Edimburgo, Escócia É o maior festival de artes do mundo que decorre na capital da Escócia durante grande parte do mês de Agosto. Envolve milhares de performances e centenas de espaços e qualquer artista pode participar livremente uma vez que não existe júri. Desde comédia (sendo esta a maior categoria que surge num terço do programa), teatro, música, dança, circo, cabaret a espetáculos infantis, diversão e diversidade não faltarão. International Berlin Beer Festival – Berlin, Alemanha Para os amantes de cerveja, este é um evento sagrado onde mais de 350 cervejarias de 90 países diferentes se juntam para mostrar a qualidade da sua cerveja a mais de 800 000 amantes da bebida. Cada ano é escolhido um tema para a festividade o que torna tudo muito mais divertido. Montreux Jazz Festival – Montreux, Suíça Fundado em 1967 e contando com maioritariamente artistas de jazz, este é o festival para quem aprecia um festival de boa música numa paisagem de cortar a respiração. Nos anos 70 alargou o seu repertório para géneros como blues, soul, rock e música brasileira e posteriormente também ao pop, sendo sempre o jazz o seu maior foco. Sounds of the Dolomites – Itália Nas mais bonitas montanhas dos Alpes, com lagos cor de esmeralda podes encontrar um festival de música em altitude com artistas de todo o mundo. Se as dolomitas são uma cadeia montanhosa preciosa de visitar em qualquer altura do ano, caminhar entre as aldeias acompanhados de boa música com um vista infinita sobre a natureza tem de estar na tua lista de desejos. AgitAgueda Art Festival – Águeda, Portugal E porque o que é nacional também é bom e recomenda-se, todos o anos, em Julho, o espetáculo de guarda chuvas pode-se ver em Águeda. O Umbrella Sky Project ganhou visibilidade mundial e as ruas coloridas foram partilhadas em todo mundo. Desengane-se quem pensa que o festival são só guarda chuvas colorido: arte urbana, concertos, body painting, animação de rua, gastronomia, artesanato, atividades desportivas e muito mais. Notting Hill Carnival – London, England Um carnaval das Caraíbas em Londres no mês de agosto, junção bombástica não? Um fim de semana de muita cor, dança, samba, desfiles e máscaras, acima de tudo uma celebração onde todos festejam em união o fim da escravatura. Helsinki festival – Finlândia Se sempre quiseram visitar o país que dizem ser do Pai Natal, podem aproveitar para explorar a Finlândia durante o maior festival nacional de artes. Desde música clássica a música do mundo e pop, passando por drama, dança contemporânea, artes visuais, cinema e eventos para crianças, um festival para todos os gostos e idades. Oktoberfest – Munique, Alemanha Um festival que começou em 1814 para celebrar o casamento do rei nos jardins da cidade é agora o maior festival de cerveja do mundo. Seis milhões de pessoas visitam anualmente esta festa que se repete todos os anos no sábado depois do dia 15 de Setembro e termina duas semanas mais tarde. Carnaval de Veneza – Itália Se sempre adoraste os glamourosos bailes de máscara dos filmes, o Carnaval de Veneza tem de fazer parte dos teus planos. Tudo começou com a celebração da vitória da República de Veneza pelas ruas da cidade exibindo a cultura local. Ao longo dos séculos, a tradição ganhou forma e é agora um dos maiores eventos de Veneza. St Patrick’s Day – Irlanda Apesar de ser uma celebração religiosa, que comemora a chegada do Cristianismo à Irlanda, este festival comemora igualmente a cultura e património do país. Uma vez que a lei seca, em outras épocas, era interrompida neste dia, atualmente, esta festa é associada à celebração com bebida. É o feriado nacional mais celebrado fora do país. Se não foste a tempo este ano, ja sabes! Atualiza a tua agenda e começa a planear o próximo verão, como acabaste de ler: oportunidades não faltam! E se preferes viajar durante o inverno, não deixes de visitar algum dos melhores mercados de Natal da Europa! Autora: Janete, Flearound

Ler mais
10 vantagens de viajar a longo prazo

10 vantagens de viajar a longo prazo

6 minutos de leitura

Viajar a longo prazo é sem dúvida uma das experiências mais enriquecedoras da vida e nós recomendamos que se tenha essa experiência pelo menos uma vez na vida. Esperamos que esta lista de vantagens te convença a viajar a longo prazo e, caso o faças, não te esqueças do seguro de viagem adequado! Nós da IATI Seguros, temos o seguro ideal para a tua viagem longa – Seguro IATI Bloggers e Grandes Viajantes. Quais são as vantagens de viajar a longo prazo? Desapego das coisas materiais e aderência ao minimalismo. Mesmo que não queiras, viajar a longo prazo vai mudar a forma como vês todos os teus bens materiais e a importância que dás aos mesmos! Grandes viagens vão fazer-te/a querer levar toda a tua casa atrás e isso não é possível… Vais ter que tomar decisões sobre o que é mais importante, o que irás usar e não usar com tanta frequência. E deixa que te alertemos que, muito provavelmente, vais levar coisas a mais! E vais perceber o quão difícil é viajares dessa forma e vais acabar por te livrar de coisas pelo caminho… E acredita, isto vai ser algo bastante positivo na tua vida. Quanto menos importância dás aos bens materiais mais importância dás a coisas que realmente merecem o seu valor como pessoas, experiências, sentimentos, etc. Aprender novas línguas A aprendizagem vem com a necessidade da mesma! E se viajar para um país por mais do que uns meros dias, vai sentir a necessidade de começar a aprender o idioma local. Nem que sejam pequenas palavras chave (como ‘’por favor’’, ‘’obrigado’’, ‘’olá’’, etc). Caso já tenha umas bases, é uma oportunidade enorme para se tornar fluente! Viajar de forma longa é um excelente professor de línguas. Cuidado, algumas pessoas apaixonam-se e começam a viajar só para aprender novas línguas. Perseguir as melhores estações/épocas A maioria das pessoas prefere o sol, o calor e gostaria de evitar o inverno! Pois, a viajares a longo prazo isto é uma possibilidade! Podes evitar o frio de Portugal e viajares para países que saibas de antemão que vai estar calor e bom tempo. Ou, se por outro lado, o inverno é mais a tua praia, deixa o calor para trás e vai viajar para países que te façam andar de luvas e gorro. Podes ter verão ou inverno o ano todo, a escolha é tua! Amizades mais fortes e prováveis de durar Viajar é sempre uma forma incrível de conheceres pessoas novas, pessoas de todo o lado do mundo. Mas, quando viajas por pouco tempo as relações criadas são mais “superficiais” e facilmente será a primeira e última vez que se vêem (mesmo quando juram amizade eterna). Pelo contrário, quando viajas a longo prazo ficarás mais tempo em cada lugar o que, por sua vez, resultará em mais momentos partilhados com as mesmas pessoas. Momentos e experiências esses que elevam as amizades a ponto de ser inevitável o cumprimento dos planos de se voltarem a ver! Conhecimento profundo de cada cultura e religião Por mais que estudes a cultura e religião de um sítio nada vai fazer com que realmente percebas e compreendas a sua realidade do que realmente vivê-la diariamente! As mesmas religiões vão ser seguidas de forma diferente em diferentes países. As crenças e costumes de cada cultura só irão fazer sentido quando, ao viveres nesse país, observares e analisares a forma como essas mesmas crenças e costumes afetam a forma de como o povo é e se comporta. Inevitavelmente, irás comparar culturas e religiões entre países e isso vai resultar num crescimento pessoal enorme! Não só saberes e veres outras culturas, mas sim, vivê-las. E com isso aprenderes o melhor e pior de cada uma e, consequentemente, a crescer tornares-te numa pessoa ainda melhor! Extra valorização do próprio país e das pessoas que se deixa para trás Viver 24 horas por dia outra cultura e costumes vai fazer-te/pensar repetidamente nos teus próprios costumes, no teu país. Vais certamente desejar muitos pastéis de nata, cafés decentes, um bom prato de bacalhau, etc, resumidamente vais valorizar muito mais tudo aquilo a que estás habituado em casa, no teu país. O mesmo sucederá com as pessoas! Claro que viajares a longo prazo também tem a desvantagem das saudades de casa, da família, dos amigos, mas nós na Iati Seguros pensamos positivamente. Esta desvantagem é tomada por uma grande vantagem de valorizar muito mais tudo o que deixas para trás. E, assim, quando voltares a ver todas as pessoas de que sentiste falta quando estavas fora, vais de certo dar-lhes mais atenção e valor. Viajares de forma mais barata Viajares a longo prazo e, principalmente, se o fizeres de uma forma mais lenta, irás gastar muito menos dinheiro! O alojamento é mais barato se alugar para umas semanas em vez de apenas uns dias e, na verdade também tudo o resto o é! Se ficares mais tempo num determinado local, vais acabar por conhecer os melhores e mais baratos supermercados, lojas, restaurantes, etc. Para além destas vantagens, podes até conseguir alojamento de forma completamente gratuita! Existem várias plataformas que em troca do seu tempo/ajuda irão oferecer-te o alojamento em troca. Por exemplo, Worldpackers é uma plataforma online que conecta viajantes dispostos a ajudar com anfitriões que precisam de ajuda, em todo o mundo, seja por troca de trabalho ou voluntariado, poderás viajar de forma quase gratuita. O mesmo se aplica ao conceito de House Sitting. Através de inscrição em plataformas como a Trusted House Sitters podes alojar-te, de forma gratuita, em casas fantásticas por todo o mundo enquanto tomas conta de animais de estimação. Todas estas alternativas costumam requerer um mínimo de estadia, por isso só poderás usufruir dessas oportunidades se tiveres flexibilidade de tempo de estadia. Mais saudável (mental e fisicamente) Viajar a curto prazo pode ser muito stressante. Quando tem poucos dias para conhecer um novo país só deseja explorar ao máximo. Isso resultará em várias viagens de um lado para outro, sem parar o que, de certo, não será saudável para a tua saúde mental. No entanto, com mais tempo, aproveitarás mais de cada sítio e terás o teu tempo para viajar e conhecer cada sítio de forma tranquila. O mesmo se aplica à sua saúde física! Sem tempo para descansar, também não haverá tempo para te exercitares e, na maioria das vezes, também afetará a tua alimentação, pois o mais rápido é também o menos saudável. Maior flexibilidade e espontaneidade Disponibilidade de tempo irá torná-lhe muito mais livre e espontâneo/a! Quando viajas a curto prazo e o teu tempo é limitado, tens de planear, muito. O mesmo não acontece quando viajas a longo prazo. Quando tiras o tempo da equação, é mais flexível e isso resultará em mais experiências! Terás a vantagem de poder ficar mais tempo num sítio que gostes ou de acompanhares pessoas que conhece ao longo da viagem e mudares os teus próprios planos a qualquer hora. Isso é liberdade! Grande impacto na vida pessoal Acreditamos que viajar é uma das melhores escolas da vida. Ao viajar conhecerás diariamente novas pessoas, culturas, diferentes formas de viver, etc. Isto influenciará a forma como vês o mundo. Mas, ao viajares a longo prazo, não só conheces outras realidades como também as vives. Isto cria uma necessidade de seres mais tolerante, paciente e teres uma mente aberta! Todas estas características juntas com conhecimento geral que adquires do mundo de uma perspetiva de quem realmente viveu num local, irás, inevitavelmente, ter um grande impacto em ti! Irás, certamente, voltar uma melhor versão de ti próprio/a, mais humana e madura. Esperemos que estas vantagens te tenham inspirado a viver a experiência de viajar a longo prazo se alguma vez o desejaste! Realmente, viagens longas mudam-nos e tornam-nos pessoas melhores, mais fortes e mais capazes e nós queremos que experiencie tudo isto! Portanto, se já está pronto/a vê aqui como planear uma viagem longa de forma independente e o que levar na mochila para uma viagem longa. Autor: TravelB4Settle

Ler mais
10 Experiências a não perder na Ilha do Sal, Cabo Verde

10 Experiências a não perder na Ilha do Sal, Cabo Verde

5 minutos de leitura

Com curiosidade em saber o que não podes perder na Ilha do Sal em Cabo Verde? Vem daí! Quando ouvimos falar em Cabo Verde a primeira imagem que nos ocorre é a de praias com água quente e um areal a perder de vista. Mas há muito mais para não perder. Antes de mais nada, quer estejas a pensar passar os dias à beira mar, ou passear pela ilha, não te esqueças que é fundamental contratar o teu seguro de viagem. Contacte-nos e informa-te sobre qual o seguro mais adequado à tua viagem. 10 experiências que não perder na Ilha do Sal Há mais para ver e fazer na Ilha do Sal para além das praias e de ficar deitado na toalha a apanhar sol. Deixamos-te 10 experiências que podem tornar a tua estadia na ilha ainda mais interessante. Praia de Santa Maria A Ilha do Sal é também a ilha do vento. E se queres passar uns dias à beira mar, a praia de Santa Maria é a menos ventosa porque tem a cidade a fazer de barreira. O mar nesta praia também é de um azul turquesa mais intenso. A não perder mesmo. Povoação e Pontão de Santa Maria Fazer um Passeio na Vila de Santa Maria e uma visita ao Pontão, são duas experiências que não podes perder se queres ter uma visão do dia-a-dia dos habitantes locais. No Pontão juntam-se pescadores, turistas e muitas crianças. É daqui que partem barcos de pesca, e os barcos que fazem os passeios turísticos. Por volta das 10 horas da manhã podes ver pescadores a prepararem as redes de pesca e outros pescadores e mulheres a prepararem o peixe. Este é o cenário perfeito para umas fotos fantásticas. Aqui assiste-se ainda aos saltos das crianças para a água. Enquanto outras vendem búzios. Salinas de Pedra Lume (Boiar nas salinas) As salinas deram o nome à ilha devido ao papel importante que tiveram na extração do sal, e da importância deste último na economia da ilha. Hoje em dia é possível tomar banho nas salinas. Devido à elevada concentração de sal na água é impossível ir ao fundo, e difícil mesmo vai ser saír da água, pois voltar a colocar os pés no chão não vai ser tarefa fácil. A entrada é paga, e se quiseres tomar banho de água doce nos balneários depois do banho nas salinas tens de pagar um valor à parte, que não está incluído no preço do bilhete para entrar nas salinas. Ao entrar no mar tens de ter muito cuidado para evitar a água salgada nos olhos. No fim da visita vais ficar com o corpo cheio de sal! Ver os Tubarões na Baía da Parda E se te disséssemos que podes ter uma experiência com tubarões? Na Baía da Parda vais ter a oportunidade não só de ver, como de estar muito perto deles. Os tubarões-limão. Aqui convém alugares uns sapatos de borracha para entrares na Baía. O chão rochoso faz com que seja preciso andar com cuidado até ao ponto onde se conseguem ver os tubarões. Atenção que podes vir a estar dentro de água com os tubarões! É certo que vais ter a água pelos joelhos, e os maiores não nadam em águas tão baixas, mas os mais pequenos sim. A água na Baía da Parda é muito quente. Miragens em Terra Boa É em Terra Boa que fica o bairro mais pobre da ilha. Há uma associação, que se chama AACTB, Associação Apoio a Crianças em Terra Boa e é um projeto independente de assistência à infância na ilha cabo-verdiana de Sal. Se quiseres levar alguns bens como roupa de criança, fraldas ou comida não perecível, podes entregar na AACTB que acolhe crianças enquanto os pais vão trabalhar. Em Terra Boa a paisagem é árida e não existe vegetação, além disso a sensação é que estamos no deserto. E até temos direito a miragens. Buracona A Buracona é uma piscina natural, no meio das rochas. Estas rochas são de origem vulcânica e a força do mar permitiu a formação desta piscina natural. A entrada para a Buracona é paga, e tens de seguir um conjunto de regras, uma vez que é uma zona protegida. E por forma também a garantir a tua segurança. Olho azul O Olho Azul fica na zona das piscinas naturais e é uma gruta com água, onde o reflexo do sol na água parece um olho de um azul intenso. Por outras palavras, podemos considerar uma das experiências a não perder na Ilha do Sal em Cabo Verde! Vila de Palmeira Palmeira é uma vila piscatória e onde fica o principal porto da Ilha. É através do porto de Palmeira que entram a maioria dos produtos consumidos na ilha. Espargos Espargos é a capital da Ilha do Sal. E é onde se concentram a maioria dos serviços. O aeroporto internacional Amílcar Cabral fica a poucos minutos. Murdeira Por último, mas não menos importante temos a Murdeira. Em Murdeira temos a Reserva Natural de Baía da Murdeira, essencial para a proteção de algumas espécies de tartarugas marinhas. E parte do habitat natural de algumas aves marinhas únicas. Já tínhamos falado anteriormente sobre o inesquecível que podem ser umas férias na Ilha do Sal e este artigo ajuda a corroborar o que foi dito, não achas? 😉 Então, o que achas das nossas 10 experiências a não perder na Ilha do Sol? Conta-nos tudo. E, por fim, não te esqueças de fazer o teu seguro de viagem para viajares com toda a tranquilidade e segurança Autora: Sónia Justo, Lovely Lisbonner

Ler mais
4 lugares a não perderes em Penafiel

4 lugares a não perderes em Penafiel

3 minutos de leitura

Penafiel uma cidade com espírito inovadora do distrito do Porto que trás aos seus visitantes e habitantes a oportunidade de encontrar cultura e variedade. Anda connosco descobrir os locais a não perder numas das cidades mais antigas de Portugal, nós levamos-te em segurança com os nossos seguros de viagem online adequados ao teu tipo de viagem. 4 lugares a não perder em Penafiel Penafiel é uma das cidades mais antigas de Portugal, mas que preza pela inovação e apelação ao turismo. É no seu património que podemos encontrar a Rota do Românico recheado das mais belas igrejas de Portugal. 1. Centro de Penafiel Destaca-se o Mosteiro de Paço de Sousa que segundo a história encontra-se o túmulo de Ega Moniz, um dos protetores do I Rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Podem também apreciar a arte sacra pela Capela de São Roque, a Capela da Nossa Senhora da Ajuda, a Igreja da Misericórdia, a Igreja da ordem terceira de São Francisco, a Igreja da ordem terceira do Carmo, a Igreja de São Martinho, a Igreja do Convento de Santo António dos Capuchos e a Igreja do Recolhimento da Nossa Senhora da Conceição mesmo no centro da cidade. Também no centro da cidade vão poder verificar várias referencias à literatura, não fosse Penafiel o centro do festival literário da Escritaria. E se estão à procura de variedade e cultura podem escolher entre o Museu municipal de Penafiel que se dedica a temas da “identidade, território, arqueologia e dos ofícios da terra e água”. O museu de arte sacra de Penafiel que guarda algumas das peças mais valiosas de arte sacra. E por fim o museu da broa que conta com seis moinhos funcionais que conduz os seus visitantes a um passado onde a farinha moída era um dos subsistentes essências para a sobrevivência do homem. 2. Aldeia da Quintadona Esta aldeia tem um grupo de teatro, os ComoDEantes, que são os responsáveis pela animação das festividades da aldeia. Um dos festivais mais conhecidos e responsáveis por atrair centenas de visitantes é a famosa “Festa do Caldo” que é realizada todos os meses de Setembro. O caldo de Quintadina é um prato típico da zona que consiste numa sopa bastante consistência e saborosa. Também existe uma bebida típica que se chama o “Mijo de Jebo”, de sabor forte que ajuda a aquecer nos dias mais frios. E para quem procura alojamento na aldeia podem se decidir pela Casa de Valxisto, a Casa do Aguieiro, Winebar Casa da Viúva e a Vizinha da Viúva, todos turismos rurais de grande interesse. 3. Quinta da Aveleda A quinta da Aveleda, considerada monumento nacional desde 1910 é um dos ex-libris de Penafiel. Uma quinta de figura familiar que além de produzir alguns dos vinhos mais famosos de Portugal tem também um dos jardins mais românticos de Portugal tornando-se assim um dos recantos mais bonitos que vão encontrar em Penafiel. Quando entrarem nos jardins da quinta vão poder perder-se e encontrar a torre transformada numa casa de várias cabras, vão poder entrar na casa de chá do lago com uma arquitetura que parece saída de um conto de fadas, vão poder apreciar a vinhas que brotam nos vastos campos, admirar os vasos feitos de casca velha em árvores centenárias e desfrutar de um copo de vinho à vossa escolha. Não deixem de desfrutar desta visita que pode realizada de segunda a sexta feira. 4. Castro de Monte Mozinho O Castro de Monte Mozinho está situado em Oldrões no concelho de Penafiel e apelidado da cidade morta de Penafiel. Este é o maior dos tantos que fazem parte da rede de Castros na Península Ibérica. Neste local vão poder recuar numa viagem no tempo e constatar o local onde o povo castrejo da época dos Romanos viveram. Nos seus 22 hectares é possível admirar o resultado de anos de escavação que levaram a descobertas fantásticas que marcaram a história de Portugal. Autores: Tworistas

Ler mais