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O que fazer em Corfu?

O que fazer em Corfu?

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Quem nunca sonhou em visitar a Grécia? Praias fabulosas, história riquíssima, ambiente relaxado e comida de chorar por mais! Na IATI Seguros sabemos que valorizas o que indicamos anteriormente, por isso hoje vamos dizer-te o que podes fazer em Corfu! Mas sabes como funciona, não é? Nem penses em viajar sem um seguro de viagem à tua medida e para uma viagem à Grécia nós recomendamos o IATI Standard. Agora que o mais importante está tratado, podes começar a planear a tua viagem pois vamos dizer-te o que podes fazer em Corfu! O que deves fazer em Corfu: Visitar o Centro Histórico O Centro histórico está repleto de locais de interesse como igrejas católicas e ortodoxas, cafés, restaurantes, museus, galerias de arte e lojas com produtos tradicionais. Um bom local para iniciares a exploração do centro histórico de Corfu é a Rua Nikiforou Theotoki, onde poderás começar por visitar o Museu da Música Nikolaos Halikiopoulos Mantzaros. De seguida recomendamos que percorras a rua para admirar as belas e tradicionais janelas em estilo veneziano. Percorre todo o centro histórico mas reserva algum tempo para apreciares o interior e exterior dos templos religiosos. Geograficamente o centro histórico de Corfu está confinado entre duas fortalezas, a Fortaleza Antiga e a Fortaleza Nova Fortaleza Antiga A Fortaleza Antiga, ou Castelo Antigo, ergue-se num promontório e os vestígios mais antigos encontrados no local remontam ao Século VI. Os venezianos construíram um fosso que protegia a citadela construída no interior da Fortaleza dos ataques dos otomanos. Já agora, algumas cenas do filme de James Bond foram gravadas aqui (For Your Eyes Only) Fortaleza Nova A Fortaleza Nova, também conhecida como Fortaleza de São Marcos ou Castelo Novo, foi construída pelos venezianos por volta do ano 1600. Aliás, é junto aos muros desta fortaleza que ainda hoje conseguimos ver o símbolo de Veneza: um leão com asas e com um livro. Em tamanho e altura é bastante menor em comparação com a Fortaleza Antiga mas, em contrapartida, tem uma vista privilegiada sobre o porto antigo de Corfu. Ilha dos Ratos O seu nome sugestivo deriva da forma da ilha, que vista de cima se assemelha a um rato. Alguns viajantes aproveitam a visita para uma experiência incrível! É que o aeroporto está situado muito perto da Ilha dos Ratos, o que faz com que principalmente as aterragens dos aviões seja memorável, uma vez que dá a impressão que a aeronave vai chocar com a ilha. Viajar no tempo no Achilleion O Achilleion foi residência de férias da Imperatriz Sissi, uma viajante incansável que escolheu Corfu para passar extensas temporadas. O museu é visitado por amantes de arte pois o seu interior é rico em obras de arte. A Imperatriz esmerou-se e reuniu uma coleção invejável de esculturas, artefactos e pinturas que adornam as salas e os jardins do palácio. Outro ponto a levar em conta é a sua localização estratégica numa colina, com vistas privilegiadas sobre a restante ilha de Corfu. Deliciar-te com a gastronomia típica A gastronomia grega é deliciosa mas em Corfú além dos pratos tipicamente mediterrânicos, frescos e ricos em cores e nutrientes, vais poder deliciar-te com iguarias únicas. Sabias que Corfu é um centro de produção de azeite, azeitona e seus derivados? Foram os venezianos que iniciaram o cultivo da oliveira, nem tanto para a produção de azeite e azeitona, mas sim para iluminar as ruas de Veneza. É que o azeite era, na altura, importantíssimo enquanto material combustível e Corfu reunia as condições ótimas para a sua produção. Assim sendo, conta encontrar azeite de excelente qualidade assim como azeitonas temperadas de mil e uma maneiras. Se aprecias doçaria vais apaixonar-te pelo doce típico: Diples com mel e semestes de sésamo. É uma espécie de massa fresca frita que é generosamente regada com mel e sementes de sésamo. Vais encontrar várias lojas que vendem este doce, nomeadamente no centro histórico. Já ouviste falar no Kumquat? Se nunca provaste este citrino tens agora a oportunidade perfeita. Esta fruta é bastante apreciada pelos habitantes de Corfu e vais encontrá-la em todas as bancas nos mercados. Temos a certeza que com estas dicas a tua viagem a Corfu vai ser memorável! A IATI Seguros deseja-te boa viagem! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O famoso retiro espiritual Vipassana

O famoso retiro espiritual Vipassana

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Num mundo cada vez mais evoluído e tecnológico, o stress e a ansiedade são também palavras de ordem. Cada vez estamos mais cansados e ansiosos e problemas como a depressão e o burnout são uma realidade na nossa sociedade atual. Práticas como o yoga, a meditação e o mindfulness têm ganho voz nos últimos tempos, como soluções para o caos em que se tornou o nosso dia-a-dia. A oferta não pára de aumentar e cada vez mais há mais ofertas de retiros e experiências espirituais, uns mais exigentes, outros mais caros, enfim, há para todos os gostos. Contudo, o mais famoso e mais exigente é sem dúvida o Retiro Vipassana, lecionado de forma absolutamente gratuita, em todo o mundo. E é neste retiro que a IATI Seguros se vai focar no artigo de hoje. Mas antes de embarcar numa jornada espiritual, não te esqueças de subescrever o teu seguro de viagem com a IATI para que possa viajar com o máximo conforto e segurança. O que signfica Vipassana? Vipassana significa “ver as coisas como elas são”, isto é, ver a realidade tal e qual como ela se apresenta, sem o nosso ego e a nossa interpretação pessoal. Vipassana é uma técnica de meditação que foi popularizada pelo birmanês S. N. Goenka, que espalhou a técnica por todo o mundo e criou centenas de centros de meditação. A base da técnica passa pela concentração na respiração e nas sensações corporais. Como funciona o retiro espiritual Vipassana? Os cursos têm uma duração de 10 dias sendo que este é considerado o prazo mínimo necessário para se sentir/cultivar os efeitos pressupostos. Todo o curso é feito em silêncio absoluto, o chamado “Silêncio Nobre” e há um conjunto de regras que devem ser seguidas. As mais importantes são conhecidas como “Os cinco preceitos” e incluem: • Não matar nenhum ser vivo • Não roubar • Não ter qualquer tipo de atividade sexual • Não mentir • Não ingerir nenhum tipo de intoxicantes (álcool, tabaco e certos medicamentos) Regras do retiro Outras regras incluem respeitar o silêncio absoluto, assim como a área designada para cada sexo (há uma zona para mulheres e outra para homens, sem misturas). No início do curso deixamos num cacifo tudo o que seja telemóveis, computadores, livros, cadernos, canetas, auriculares, etc. Isto porque é também proibido ler, escrever e ouvir música. De uma forma geral apenas estamos autorizados a dormir, comer e meditar. Há também um horário afixado que deve ser rigorosamente cumprido. O dia começa às 4h da manhã sendo que a primeira meditação começa logo por volta das 4:30h. Ao longo de todo o dia seguem-se 12h de meditação que podem ser feitas em grupo, no hall de meditação, ou no nosso quarto, consoante aquilo que nos for dito no momento. No final do dia existe uma vídeo aula, dada por S. N. Goenka. Quanto à alimentação, está é também bastante condicionada: o pequeno-almoço é servido às 6h30 e o almoço às 11h. Para quem está a fazer o curso pela primeira vez, tem ainda direito a uma peça de fruta às 17h. Não há jantar e as refeições são todas vegetarianas e livres de alimentos processados. Os dormitórios são geralmente partilhados entre duas ou mais pessoas e são bastante simples, apenas com aquilo que é essencial. Conclusão No fundo, aquilo que se pretende com esta abordagem, é, durante 10 dias, retirar da nossa vida tudo o que sejam distrações, seja na forma de comida, de entretenimento e, fundamentalmente, de ego. O objetivo é, ao longo dos dias, acalmar a nossa mente e treinar a nossa capacidade mental de nos observarmos a nós próprios, tal como somos. Somos também de certa forma treinados a aceitar a impermanência da vida. Claro que é uma experiência dura e que não é recomendada para toda a gente: estamos a sujeitar-nos a condições bastante duras e contranaturas, e, portanto, deveremos ter já alguma estrutura emocional antes de nos sujeitarmos a esta experiência. O retiro não é recomendado para pessoas que estejam a passar por depressões ou por momentos difíceis na vida, pois o silêncio e a introspeção podem agravar as suas condições. Contudo, é uma experiência de vida única que nos enriquece em todos os sentidos, pois por muitos que por vezes nos custe aceitar quem somos ou o que queremos, a verdade é que, aqui durante 10 dias, vamos ser nós próprios, sem máscaras nem filtros. E num mundo onde cada vez mais nos falta tempo para pousarmos a cabeça e nos analisarmos, poder ingressar num retiro destes é um privilégio. Esta experiência tem suscitado cada vez mais interesse e são já alguns os famosos que se desafiaram. Tal como disse Jack Dorsey, CEO da twitter, “Estive 10 dias em meditação silenciosa. Uau, que recomeço! Afortunado e grato por me ter dado tempo para isso.” Os cursos são totalmente gratuitos, sendo possível fazer um donativo no final, se assim pretenderem. No site oficial estão descritos todos os centros de meditação existentes em todo o mundo bem como os próximos cursos a serem lecionados. Artigo escrito por: Patrícia Carvalho

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Dicas para poupar durante uma viagem longa

Dicas para poupar durante uma viagem longa

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Fazer uma viagem longa, de vários meses, é um sonho de muitos de nós. Viajar com calma e com tempo, deixarmo-nos perder pelas belas praias do sudeste asiático ou da zona do caribe, aprender sobre a cultura maia, descer à Patagónia e subir ao Kilimanjaro. Ficar em cada lugar quanto tempo a alma pedir. A lista de desejos é longa, mas assim que estas ideias nos vêm à cabeça, logo de seguida começamos a fazer contas à vida e a entender que, a nível económico, uma viagem deste calibre seria caríssima. Assim, vamos dar-te dicas para poupar durante uma viagem longa. Pois esse é um dos grandes mitos no mundo da viagem e por esse motivo a IATI Seguros apresenta-te hoje uma série de truques e dicas para economizar durante uma viagem de longa duração. Mas antes de mais não te esqueças de fazer um seguro de viagem com a IATI Seguros, para que possas viajar com a máxima tranquilidade e segurança. Dicas e truques para economizar durante uma viagem: Optar por viajar devagar Se gastaste 1500€ numa viagem de 10 dias ao México é, à partida, plausível pensar que em 20 dias, gastarias 3000€, e em 40 dias 6000€, e por aí adiante, mas não é bem assim. A verdade é que quanto mais tempo viajar, mais barato te ficará a viagem em termos de gasto por dia. Isto porque, em primeiro lugar, os gastos iniciais como viagens de avião, vacinas e seguros de viagem, são os mesmos independentemente de viajar 10 ou 20 dias. Logo, se viajares mais tempo, estes valores acabam por se diluir. Evitar apanhar aviões É verdade que é muito mais cómodo e rápido apanhar um avião nas deslocações e, por vezes, é também a forma mais económica. Porém, a verdade é que ao preço do bilhete de avião temos de juntar a deslocação de e para o aeroporto bem como a taxa de bagagem, no caso de uma viagem de longa duração. Já a opção de autocarro é sempre a mais económica, principalmente se tivermos em consideração os autocarros locais. É verdade que podem demorar 20 horas a chegar ao destino ou por vezes até mais, mas não te esqueças que, numa viagem longa, tempo não te falta. No final de contas, também esta viagem será certamente uma aventura. Evitar comprar souvenirs Por vezes, pode ser difícil uma pessoa controlar-se e não comprar todas aquelas lembranças que gostaria de levar para casa. Mas a verdade é que, numa viagem de meses, por vários países, uma fatia do teu budget será para estas pequenas compras. Além disso são também um peso extra que vais ter de carregar naquela que será a tua casa durante os próximos meses. Optar por alojamentos mais em conta Os resorts e hotéis com piscinas de meter inveja são realmente incríveis, mas, numa viagem destas, terão de ficar de lado. Opta sempre por alojamentos locais, como guesthouses e quartos partilhados, em hostels. Para os mais aventureiros, a plataforma de Couchsurfing poderá ser uma excelente oportunidade para poupar dinheiro e também para conhecer pessoas novas. Antes de comprar um tour, vê se o podes fazer por conta própria Os chamados tours, ou passeios organizados, podem também comportar uma grande fatia do nosso budget, se não forem devidamente geridos. A verdade é que, em algumas situações, é possível fazermos o tour de forma independente. Talvez fique mais em conta alugar uma mota e conduzir até àquela cascata incrível ou fazer o tal trekking com os amigos que conhecemos no hostel. Em muitas cidades, principalmente capitais, existem os free walking tours com diversas abordagens, quer para conhecer o centro histórico, como para fazer um passeio gastronómico. Seja como for, é sempre uma oportunidade de conhecer um pouco mais aquele lugar sem gastar dinheiro. Arranjar pequenos trabalhos online Outra boa opção é dedicares-te a pequenos trabalhos online, e virar aquilo que hoje se chama de freelancer. Desde traduções, à escrita de artigos, desenvolvimento de websites ou assistente de marketing, a oferta é muita. Basta procurar as áreas com que mais te identificas e começar a investir no currículo. Controlar as despesas semanalmente Quantas vezes não regressaste de férias, fizeste contas à vida, e ficaste sem perceber para onde foi todo o teu dinheiro? Pois é, o dinheiro voa e para evitar estas situações o ideal será controlar as tuas despesas para saber com o que podes contar. Antes mesmo da viagem deves estipular os teus limites de gasto diário e mensal. Já durante a viagem convém controlar aquilo que vais gastando com o auxílio das imensas apps já disponíveis para esse efeito. Cuidado com o álcool e as saídas noturnas Não há nada como uma cerveja fresquinha depois de um dia de viagem exaustivo, a apreciar um belo pôr-do-sol. O problema é se for não só uma, mas duas ou três cervejas por dia, fora aquelas saídas à noite que gostamos sempre de incluir. Numa viagem de longa duração vale a pena pensar que vícios ou atividades podes cortar, para conseguir poupar mais e por conseguinte viajar mais tempo. Os gastos em álcool e saídas noturnas são, geralmente, uma das categorias em que se gasta mais dinheiro. Opta sempre por viajar em época baixa A época em que viajamos pode também fazer uma grande diferença nas nossas economias. Destinos como Bali ou sul da Tailândia sofrem um grande incremento de preços durante a época alta. Se estás a ponderar fazer uma viagem de vários meses por vários países, uma ideia útil passa por organizar o roteiro em função da época alta em cada um deles. Assim, além de poupar dinheiro, evitas ainda confusões de pessoas nos locais mais turísticos. Pondera bem que países queres visitar Ora, esta é uma das questões mais pertinentes, em termos de viagens de longa duração. Isto porque uma viagem de 10 meses pela Europa tem um preço bastante diferente de uma viagem de 10 meses pela Ásia ou pela América do Sul. Os países que escolheres visitar vão influenciar diretamente o dinheiro que vais necessitar. Isto não significa que não possas visitar o Japão ou a África do Sul, mas coloca estes países mais caros num lote de países mais acessíveis.

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O que fazer em Bolonha, Itália

O que fazer em Bolonha, Itália

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Itália é um destino popular entre os portugueses e hoje a IATI Seguros vem sugerir-te uma escapadinha até à cidade de Bolonha. É a terra dos palazzos, pórticos e do molho à bolonhesa. Mas antes de nos fazeres companhia, não te esqueças que mesmo em deslocações de curta duração na Europa deves viajar sempre com seguro. Assim, e se és um viajante frequente, recomendamos que contrates o IATI Bloggers e Grandes Viajantes, na modalidade Anual Multiviagem, e assim estarás protegido em todas as viagens inferiores a seis meses de duração que faças no período de um ano. Prático, não é? Vamos, então, às nossas dicas do que fazer em Bolonha, uma cidade italiana que tens mesmo de conhecer. O que fazer em Bolonha: Fontana del Nettuno A Fonte de Neptuno é de autoria do artista italiano Giambologna e está localizada na Piazza del Nettuno. A figura central é Neptuno, o deus do mar, construído em bronze, e surge acompanhado das respetivas ninfas. Este é o ponto de encontro de excelência para locais e turistas, uma vez que é um sítio que toda a gente conhece. A fonte fica particularmente movimentada na altura do happy hour, quando as pessoas saem do trabalho e se encontram para tomarem um copo antes do jantar. Tem esta informação em consideração pois se combinares encontrar-te com alguém nessa altura junto à fonte, vais perceber que toda a gente teve a mesma ideia. Piazza Maggiore A Piazza Maggiore, ou Praça Maior, é o ponto central de Bolonha. Está rodeada de edifícios históricos magníficos e por isso compreendemos que te sintas um pouco baralhado por não saberes muito bem para onde olhar. Para te ajudarmos podemos dizer que da Praça Maggiore vais poder observar a Basílica de São Petrónio (falamos mais à frente desta basílica), O Palazzo d’Accursio (ou Palazzo Comunale), o Palazzo dei Banchi e o Palazzo del Podestà. Além disso, se visitares Bolonha nos meses de verão, conta com um benefício extra: a colocação de cadeiras na praça pois são habituais as noites de cinema ao ar livre. Lembra-te que a região central de Itália é bastante quente durante o verão, por isso as atividades que ocorrem durante o período noturno são bem-vindas. Vais também gostar de saber que existem lojas, cafés e restaurantes, muitos deles com esplanadas, para poderes apreciar convenientemente o movimento que se vive na Piazza Maggiore. Basílica de São Petrónio Dizem que a Basílica de São Petrónio foi construída para ser a maior do mundo. Infelizmente ficou inacabada e essa situação comprova-se, por exemplo, ao observar a fachada cuja parte inferior está ricamente decorada com mármores em tons rosa e branco e a parte superior surge em tijolo, completamente despida de ornamentos. Tem cento e trinta e dois metros de comprimento, sessenta metros de largura e cinquenta e um metros de altura, além de uma capacidade para albergar vinte o outro mil pessoas. No total, são vinte e duas capelas! Os números são realmente impressionantes e atualmente esta é a décima quinta maior igreja do mundo. É dedicada a São Petrónio, o Santo padroeiro da cidade de Bolonha. As Torres Asinelli e Garisenda Diz a verdade, se falarmos em torres inclinadas vais pensar em Pisa, certo? Pois em Bolonha não existe uma mas sim duas torres inclinadas e que dão pelo nome de Asinelli e Garisenda. As inclinações são diferentes nas duas torres, mas não deixa de ser interessante observar aquelas torres com vários metros a desafiarem a gravidade. E já sabes, as possibilidades de fotografias engraçadas para as tuas redes sociais são infindáveis! Experimentar “Ragu”, o autêntico molho à bolonhesa. Gostas de comida italiana? Então estás no sítio certo. Podes achar estranho mas não vais conseguir encontrar por exemplo “esparguete à bolonhesa” na cidade de Bolonha. E sabes porquê? Porque lá chamam-lhe outra coisa: Ragù. O Ragù é o molho à base de carne picada e tomate que os portugueses conhecem como molho à bolonhesa. Assim, podes saborear o autêntico molho em pratos como lasanha, tagliatelle, fettuccine ou tortelinni, a massa recheada que teve origem na região de Bolonha. Por fim, diz-nos, convencemos-te a visitares Bolonha? Temos a certeza que sim. Vai e diverte-te muito. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Bósnia: 10 lugares imperdíveis

Bósnia: 10 lugares imperdíveis

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Quando imaginamos que locais da Europa gostaríamos de visitar, a Bósnia é um país que ainda passa despercebido. E embora os países que compõem a península balcânica se tenham tornado cada vez mais conhecidos, continuam a não ser a primeira opção na hora de marcar férias. É por isso que a IATI Seguros te dá 10 razões pelas quais deves visitar a Bósnia. Aventura-te e descobre este lugar fantástico, economicamente acessível, com história, natureza e uma cultura cativante. 10 lugares imperdíveis na Bósnia Saraievo Se gostas de sentir aquele contraste e choque cultural quando viajas, Saraievo é a cidade ideal. Podes passear num mercado turco 100% tradicional e desfrutar da sua cultura gastronómica, saboreando um café turco e um doce como o Baklava. Aprecia ainda o contraste da mesquita mais antiga de Saraievo ao lado da Câmara Municipal de estilo Astro-Húngaro. Lukomir Lukomir é uma das vilas mais remotas e tradicionais da Bósnia. Embora seja necessário percorrer uma estrada estreita de 20 quilómetros, de carro desde Kobarid, o caminho valerá completamente a pena para descobrir esta pequena aldeia a 1500 metros de altitude. Se tiveres a oportunidade de passar aqui a noite, numa tenda ou no único hostel que existe, aprecia o céu estrelado sem poluição luminosa. Cascata de Skakavac Depois de toda a intensidade vivida na capital da Bósnia, o melhor é mesmo relaxar na natureza. A menos de 20 minutos de carro, tens a possibilidade de fazer uma caminhada até uma cascata de 120 metros. Não me parece necessário explicar-te a tranquilidade proporcionada por uma caminhada de 4 quilómetros no meio da floresta, que te levará diretamente até à cascata. Dependendo da estação, os mais corajosos podem também aproveitar para se refrescar. Počitelj A pequena vila de Počitelj é daqueles lugares que te transportam no tempo assim que começas a percorrer os seus caminhos empedrados. Construída na encosta de uma montanha, foi um dos lugares mais importantes na guerra da Bósnia. Aqui, podes visitar a Fortaleza de Kula, com a torre Gavrakapetan que oferece uma vista incrível da mesquita Hadzi Alijina (construída no século 16) e dos seus banhos turcos. Mostar Mostar é a cidade mais turística do país e uma das mais importantes da Bósnia e Herzegovina. Foi nesta cidade que a famosa ponte Stari Most foi destruída pelos sérvios, de forma a separar os bairros habitados por sérvios e croatas, que se encontravam ligados pela ponte. Considerada Património Mundial da Unesco, esta ponte foi reconstruída em 2004. Embora possas visitar os mercados e as mesquitas sozinho, é recomendado conhecer a cidade com um guia turístico que te possa contar toda a sua história. Parque Nacional de Una Quando te dizem que a Bósnia é pura natureza, não te estão a mentir. Prova disso é o Parque Nacional do Una. Ao andar pelos passadiços, caminharás sobre o rio Una, que separa geograficamente a Bósnia e a Croácia dentro do mesmo parque. Neste local existem vários roteiros de trekking, que te levarão a cascatas ou até mesmo a visitar o Castelo de Orasácw. O bunker de Tito Visitar um bunker bem conservado é uma experiência impressionante que podes ter na Bósnia. O bunker de Tito foi criado pelo ex-ditador jugoslavo durante a Guerra Fria, devido à sua obsessão por segurança. Construído em 1953, o bunker tinha capacidade para abrigar 350 pessoas durante seis meses. Se quiseres conhecer a história deste bunker, cuja existência foi mantida em segredo até 1992, terás de ir até a cidade de Konjic. Blagaj Tekija e rio Buna O mosteiro de Blagaj Tekija foi construído nesse local devido a um fenómeno natural quase mágico: a saída do rio Buna dentro de uma caverna. Sendo que o rio tem uma nascente cársica, podes imaginar o quão fria é a água! Embora seja um dos locais mais turísticos da Bósnia, é incrível ver o rio desaguar e visitar o interior do mosteiro. Além disso, podes comer numa das esplanadas à beira do rio, sendo que em algumas é até possível fazer uma refeição tranquila com os pés na água. Srebrenica Uma das coisas mais bonitas que se pode fazer em viagem é conhecer o passado dos lugares que visitamos, para perceber o “porquê” de tudo o que estamos a percorrer. No caso de Srebrenica, poderás testemunhar um passado muito difícil. Foi nesta região da Bósnia que aconteceu o maior massacre da Europa. Um evento que deve ser recordado para que não volte a acontecer. Esta cidade tem um cemitério imponente. Base Aérea de Zeljava Já na região fronteiresca da Bósnia, é possível visitar um túnel que foi usado como base aérea durante o período jugoslavo. Com a ajuda da lanterna do teu telemóvel podes explorar o túnel e se o atravessares na totalidade – cerca de um quilómetro – estarás na Croácia, onde encontrarás um velho avião abandonado. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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Londres – Guia de viagem para iniciantes

Londres – Guia de viagem para iniciantes

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Habitualmente as primeiras viagens que se fazem por conta própria tem como destino cidades perto de nossa casa, no entanto, com tantas coisas novas para ver é normal que te sintas sobrecarregado e confuso. Como na IATI Seguros queremos que viajes descontraído, reunimos oito lugares que achamos imperdíveis em Londres. No entanto, deves viajar sempre com um seguro de viagem que se adeque a ti e para uma viagem a Londres recomendamos o IATI Escapadinhas. Londres – Guia de viagem para iniciantes Trazemos-te apenas alguns lugares que consideramos serem essenciais para uma primeira visita a Londres. Consideramos que é muito difícil conhecer de forma aprofundada uma cidade grande e cosmopolita como é o caso de Londres e acreditamos que os sítios que recomendamos vão mostrar-te aspetos diferentes da vida londrina. Assim, trazemos-te monumentos históricos, espaços verdes e zonas trendy para que a experiência seja o mais completa possível. Palácio de Buckingham É a residência oficial da Rainha de Inglaterra, Isabel II, no entanto ela nem sempre está no palácio. Como podes saber se Isabel II está ou não em Buckingham? É simples, se a bandeira hasteada for a do Reino Unido, significa que a Rainha não está no Palácio, no entanto, se for o Estandarte Real, então podes ter a certeza que a Rainha está em Buckingham. Uma das atrações deste local é o render da guarda, uma cerimónia que dura cerca de quarenta e cinco minutos e inclui desfile de guardas a pé e a cavalo. Por norma, o render da guarda acontece às 11:00 mas o horário oficial pode ser consultado no site oficial do The Household Divison. Tower Bridge Uma das pontes mais famosas do mundo, a Tower Bridge é uma ponte-báscula, ou seja, é uma ponte móvel cujo tabuleiro se abre e eleva para permitir que embarcações maiores circulem no Tio Tamisa. Para conheceres melhor a história da Tower Bridge, bem como para perceberes a engenharia subjacente ao seu funcionamento, recomendamos que visites a exposição no seu interior e poderás, inclusive, passear no túnel de vidro que une as duas torres. Torre de Londres Oficialmente conhecida como Palácio e Fortaleza Real de Sua Majestade da Torre de Londres. O nome é grande mas igualmente grande são as riquezas que poderás encontrar aqui, nomeadamente as Joias da Coroa Britânica! Este castelo histórico é composto por três alas: a Ala Central onde poderás visitar a Torre Branca é a área mais antiga; a Ala Interior onde está o Quartel de Waterloo onde estão guardadas as Jóias Reais e a Ala Exterior, onde se localiza a Torre de São Tomás, mais conhecida como a Ponte dos Traidores. Hyde Park Esta vasta área verde no centro londrino é o sítio perfeito para relaxar. Neste parque urbano podes passear numa carruagem puxada por cavalos, podes desfrutar de lagos, tens lojas, cafés e restaurantes. É também aqui que costumam decorrer eventos desportivos e de música. A título de curiosidade, queríamos dizer-te que é em Hyde Park que está localizado o Speakers’ Corner, muito frequentado por Karl Marx e George Orwell. Quem tinha algo a dizer dirigia-se àquele lugar e discursava livremente, tradição que se mantém nos dias de hoje. London Eye Gostas de rodas-gigantes? Então a London Eye é perfeita para ti. São trinta e duas cabines de observação que permitem uma vista única da capital inglesa. Tem em mente que as cabines movimentam-se lentamente e que uma volta completa demora cerca de meia hora. Se não tens vertigens, aproveita! Museu Britânico O Museu Britânico abriu portas em 1759 e mantém, até hoje, entrada gratuita. No final poderás deixar a tua contribuição monetária se assim o entenderes mas poderás visitar o museu de forma 100 gratuita. Na coleção permanente do Museu Britânico existem peças tão importantes como a Pedra de Roseta egípcia e os frisos de Partenon gregos. Big Ben Este é, provavelmente, um dos relógios mais conhecidos do mundo mas sabias que Big Ben é o nome do sino que existe na torre onde também está localizado o relógio? A torre de noventa e seis metros antigamente conhecida como Clock Tower (Torre do Relógio), foi rebaptizada em 2012 como Elizabeth Tower para comemorar o Jubileu de Diamante da Rainha Isabel II. Apesar de tudo isto, a principal estrela continua a ser o segundo maior relógio de quatro faces do mundo. O sino pesa treze toneladas e foi fabricado em 1858. Soho Este bairro em West End é uma mistura eclética de lojas, restaurantes e muito especialmente, vida noturna. Tenta, pelo menos, passar algumas horas da tua noite neste bairro e verás uma Londres cosmopolita, vibrante e divertida. Aqui tens oito sugestões de sítios a incluir numa viagem para Londres que farão com que fiques com muita vontade de regressar. A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Vantagens e desvantagens de viajar sozinho

Vantagens e desvantagens de viajar sozinho

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O conceito de viagem a solo está cada vez mais em alta, seja em termos de gap year, ano sabático ou férias de Verão, são cada vez mais as pessoas que não dependem de companhia para viajar. Contudo, há ainda quem levante muitas questões sobre as desvantagens que uma viagem a solo acarreta. Na verdade, e como tudo na vida, viajar sozinho também tem o seu lado menos bom mas no final de contas será sempre uma experiência positiva e enriquecedora. Neste artigo a IATI Seguros apresenta-te as vantagens e desvantagens de viajar sozinho. Mas, antes de mais, não te esqueças de subescrever o teu seguro de viagem com a IATI Seguros, para que possas viajar com a máxima segurança. Vantagens de viajar sozinho: Sensação de liberdade Não dependemos de ninguém Não duvides que uma das melhores sensações que podemos experimentar em viagem é a de liberdade. É termos a casa às costas e partirmos sem rumo, guiados apenas pela nossa vontade de ver o mundo. E isto, claro, só se consegue quando viajamos sozinhos. Ao fim ao cabo não dependemos de ninguém e escolhas sobre o local para jantar, o hotel para pernoitar ou que meio de transporte apanhar, são exclusivamente nossas. Podemos ficar mais um dia numa cidade se estivermos cansados, ou partir no primeiro autocarro da manhã se assim quisermos. O nosso dia, a nossa rotina e a nossa viagem são desenhados por nós, consoante a nossa vontade. Estamos mais abertos para conhecer outras pessoas Quando viajamos em grupo estamos mais fechados para o mundo externo e temos mais tendência para falar uns com os outros. Inevitavelmente, deixamos que certos pormenores à nossa volta nos escapem. Por sua vez, quando estamos sozinhos, absorvemos o que está à nossa volta de uma forma mais particular e pessoal e potenciamos a intensidade da experiência. Como consequência torna-se mais fácil conhecer outras pessoas e viver situações caricatas que, em grupo, provavelmente não aconteceriam. Aprendemos a desenvencilharmo-nos Viajar é uma espécie de catalisador da vida: uma semana em viagem facilmente correspondem a um mês de trabalho, em termos de situações vividas e histórias para contar. Numa viagem há sempre contratempos e decisões para tomar que nem sempre são fáceis. Por exemplo, podemos perder o último comboio do dia e temos de decidir se ficamos mais um dia naquela cidade ou se tentamos ir de autocarro nessa mesma noite. Enfim, são dezenas de decisões diárias que, quando viajamos sozinhos, temos de tomar sozinhos. E isto torna-nos pessoas mais confiantes e mais capazes de resolver pequenos contratempos de forma eficaz. Na verdade, isto são também importantes ferramentas de vida. Aumentamos o nosso autoconhecimento Os momentos a só são, por si só, momentos de introspecção. E numa viagem a solo é normal que estes momentos sejam muito mais frequentes. É aqui que normalmente observamos a nossa vida com um certo distanciamento, que a própria viagem ajuda a propiciar. Acabamos por refletir mais sobre a pessoa que somos e aquilo que queremos da vida. No final da viagem seremos certamente pessoas mais conscientes e maduras. Desvantagens de viajar sozinho O sentimento de solidão É claro que numa viagem a solo conhecemos dezenas de pessoas e, na verdade, estamos muito pouco tempo sozinhos. Mas tal não significa que nunca vamos estar sozinhos. Isso é um grande mito. É evidente que haverá momentos em que vamos estar sozinhos e haverá momentos extraordinários que serão vividos apenas por nós. Contudo, o sentimento de solidão não está diretamente relacionado à presença de pessoas na nossa vida. Quantas vezes não nos sentimos sozinhos numa multidão? Há que saber separar as coisas e a relação entre solidão e viagem a solo é muito mais uma questão de mindset. Por outro lado, e principalmente se considerarmos uma viagem longa, é inegável a falta que um amigo de longa data ou um familiar acaba por fazer. Por muitas pessoas novas e interessantes que conheçamos, por vezes precisamos do carinho e conforto que apenas uma relação duradoura e de confiança pode proporcionar. É mais caro Quando viajamos acompanhados há certas despesas que acabamos por dividir, como a conta do táxi, a estadia do hotel e por vezes até o preço de algumas refeições. Porém, quando viajamos sozinhos passamos a acarretar todos esses custos na sua totalidade, o que acabará por se refletir numa viagem mais cara. Quem tira as fotografias? Esta é também uma boa questão pois se estamos a viajar sozinhos, não temos um parceiro para nos tirar centenas de fotografias. Ora, é possível continuar a tirar fotos quando se está a viajar sozinho, embora a logística possa ser mais complicada. Hoje em dia os paus de selfies e os tripés vieram facilitar a vida dos viajantes a solo. Além disso, há sempre a possibilidade de pedir a um local ou a outro turista para nos tirar uma fotografia. Estamos por nossa conta e risco Se algo correr mal, estamos sozinhos e precisamos de ser capazes de resolver a situação. Se tivermos um acidente, precisarmos de ir ao hospital ou até mesmo à polícia, só temos uma pessoa com quem contar, nós mesmos. Não temos aquele ombro amigo para agilizar o processo por nós. Esta é talvez a maior desvantagem. Artigo escrito por: Patrícia Carvalho

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Miradouros de Barcelona

Miradouros de Barcelona

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Barcelona é uma cidade única, vibrante e cosmopolita, onde há sempre algo novo para fazer. Visitar o bairro gótico, explorar o legado modernista de Antonio Gaudí, La Barceloneta ou La Rambla, são apenas algumas das inúmeras possibilidades. Hoje, a IATI Seguros quer-te levar um pouco mais longe. Convidamos-te a conhecer a cidade de outro ponto de vista, das alturas. Estes são alguns dos melhores miradouros de Barcelona: Miradouros imprescindíveis em Barcelona: Miradouro dos Bunkers del Carmel De todos os miradouros de Barcelona, talvez este seja o que ficou mais na moda durante os últimos anos. Situada no alto do Turó de la Rovira, oferece-nos vistas únicas da cidade. Localiza-se em bunkers antiaéreos da Guerra Civil Espanhola, que já não possíveis de visitar depois de terem sido parcialmente restaurados em 2010. Se subires de madrugada terás o privilégio de experienciar um dos mais belos nascer do sol de Barcelona. Miradouro de Tibidabo Este é um clássico, um dos miradouros mais conhecidos de Barcelona, ​​sendo inclusivamente mencionado numa canção do cantor catalão Loquillo. Se tiveres oportunidade de ir de carro, podes parar para tirar fotos nos diferentes miradouros da estrada da Horta. Se fores diretamente para o miradouro de Tibidabo, também o podes fazer confortavelmente de transportes públicos. A vista do Sagrado Corazón é cativante e conta com o Parque de Diversões de Tibidabo para completar a tua foto. Miradouro de Montjuic A Montanha Montjuic oferece uma vista totalmente diferente dos outros miradouros de Barcelona. A sua localização, numa montanha junto ao mar, permite-nos uma vista de 360º que abrange o mar, a costa e o interior da cidade. Para além da singular vista panorâmica, podes ainda aproveitar a tua visita para conhecer lugares como o Estádio Olímpico, o Museu Nacional de Arte Contemporânea da Catalunha ou o Jardim Botânico de Barcelona. Miradouro da Sagrada Família Deixamos os miradouros montanhosos de Barcelona e passamos a desfrutar de vistas únicas no centro da cidade. Neste caso, subimos ao topo de uma das torres da Sagrada Família, o monumento mais emblemático da cidade. Recomendamos que carregues a bateria da tua câmera e tenhas espaço no cartão, pois vais precisar da máquina para fotografar o extraordinário interior da Sagrada Família e a vista do miradouro. Miradouro da Torre de Collserola Muitos habitantes de Barcelona veem ao longe esta grande torre de comunicações, mas poucos sabem que é possível subi-la. De todos os miradouros, ​​este é sem dúvida o mais alto. O 10º andar, onde podes apreciar a vista, está 115 metros acima do solo… numa colina 550 metros acima do nível do mar! Em dias com boas condições climáticas, é possível ver até 70 quilómetros em redor do miradouro. Esta torre não abre diariamente, por isso lembra-te de verificar o horário. Miradouro de Las Arenas Já te sugerimos que fosses até Montjuic, agora convidamos-te a vê-lo de um ângulo diferente. Todos os miradouros de Barcelona têm a sua história e a de Las Arenas merece ser contada. O que é hoje um moderno centro comercial, antigamente era uma grande praça de touros. Com o passar dos anos, e dado o pouco interesse de Barcelona pelas touradas, a praça tornou-se um centro comercial que atrai todo o tipo de público. Do terraço terás uma bela vista da Plaza España com Montjuic ao fundo. Miradouro do Hotel W, Bar Eclipse Encerramos esta lista com a vista de um hotel de luxo. No topo do Hotel W, popularmente conhecido como Hotel Vela, encontramos um bar-restaurante que serve comida asiática. Localiza-se no 26º andar e oferece uma vista extraordinária, sendo o miradouro de Barcelona com o melhor panorama da costa da cidade. Ficaste com vontade de conhecer algum destes miradouros em Barcelona? Se sim, adorávamos que partilhasses as tuas fotos no Instagram com a hashtag #iatipelomundo. Desta forma, podemos vê-las e tornar-te no nosso instagrammer de destaque, diante de milhares de seguidores. Ah! E se conheceres outros miradouros interessantes, não hesites em deixá-los nos comentários. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que fazer em Bruxelas em dois dias

O que fazer em Bruxelas em dois dias

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Tens alguns dias disponíveis e gostarias de fazer uma viagem não muito longa e procuras dicas? Talvez um fim de semana para quebrar a rotina? Achamos que uma escapadinha em Bruxelas é perfeita para ti! No entanto, deves viajar sempre seguro, mesmo em pequenas deslocações na Europa! E na IATI Seguros os seguros de viagem são sob medida para todo o tipo de viagem, assim, se costumas fazer várias viagens durante o ano, o que achas de fazer o seguro IATI Bloggers e Grandes Viajantes, que pode ser um Seguro de Longa Duração ou Anual Multiviagens? Fica a dica! O que fazer em Bruxelas em dois dias A cidade de Bruxelas não é excessivamente grande e os lugares que te sugerimos podem perfeitamente ser explorados em dois dias de viagem. É claro que poderíamos acrescentar outros sítios à lista, no entanto, achamos que estes são os imperdíveis numa viagem à capital da Bélgica. Grand-Place A Grand-Place é considerada o coração de Bruxelas. Como o nome indica, é uma grande praça que tem a particularidade de estar rodeada por edifícios belíssimos. Demora o tempo que precisares para absorver a energia deste lugar, para sentires a vibração das pessoas e para isso, nada melhor do que te sentares numa esplanada e observares o que acontece à tua volta. Estátuas sui generis Na categoria das estátuas sui generis divertidas vamos falar-te de três estátuas em particular, sendo que uma delas se tornou o símbolo de Bruxelas. Manneken Pis Fazem uma autêntica romaria para verem a estátua do Menino a fazer chichi. O Manneken Pis tornou-se icónico em Bruxelas e o cuidado à volta desta estátua em bronze é digno de nota. Sabias que vestem a estátua regularmente com roupa diferente? Atualmente o Manneken Pis tem cerca de oitocentas peças de vestuário. Pode usar uma roupa diferente todos os dias que não vai repetir o outfit por mais de um ano! Jeanneke Pis A Jeanneke Pis é a versão feminina da estátua anterior. Não é tão famosa, é certo, mas podes encontrá-la no Impasse de la Fidélité 10-12, não muito longe do Manneken Pis. Het Zinneke Ora só faltava uma versão de um animal a fazer chichi, certo? Pois, o Het Zinneke é um cão que completa o trio de estátuas sui generis em Bruxelas. Vais encontrá-lo no número 35 da Rue des Chartreux. Atomium Imagina um cristal elementar de ferro ampliado 165 milhões de vezes! O resultado é o Atomium, um monumento com 103 metros que chama a atenção em Bruxelas. Podes divertir-te a tirar fotografias no exterior ou podes visitar o interior onde costumam decorrer vários eventos. Para te inteirares do que acontece quando estiveres em Bruxelas, recomendamos que consultes a agenda disponível no site oficial do Atomium. Mini-Europa Uma Europa em tamanho pequeno, mas com tanto pormenor e realismo que vais sentir-te um gigante a passear pelo continente. No parque de diversões Mini-Europa vais encontrar réplicas de monumentos espalhados pela Europa, incluindo a Torre Eiffel, o Big Ben, a Acrópole, enfim, uma viagem por sítios magníficos europeus concentrados num único lugar. Galerias Royales Saint-Hubert Existem duas grandes alas com cerca de cem metros cada nas Galerias Royales Saint-Hubert. As galerias foram projetadas pelo arquiteto Jean-Pierre Cluysenaer e abriram ao público em 1847. Portanto, facilmente percebes que em cada uma destas alas poderás encontrar história para além de boutiques requintadas. Parque do Cinquentenário O Parque do Cinquentenário é uma lufada de ar fresco na cidade belga. São cerca de trinta hectares de terreno com jardins, lagos, relvados e muito espaço para passear. Centro Belga da Banda Desenhada Quem nunca ouviu falar na personagem de banda desenhada do Tintin? É verdade que poderás admirar várias representações da personagem criada por Hergé desenhadas em fachadas de edifícios espalhados por Bruxelas mas mesmo assim recomendamos que visites o Centro Belga da Banda. Aqui poderás conhecer melhor o trabalho de outros autores de Banda Desenhada como Peyo, o criador dos Smurfs), André Franquin, o criador de Marsupilami e Morris, o criador de Lucky Luke. Temos a certeza que em dois dias vais conseguir visitar todos estes lugares e vais ficar a conhecer o essencial de Bruxelas. No entanto, não ponhas de lado a hipótese de regressar à cidade belga pois o ambiente sofre alterações conforme a estação do ano! A IATI Seguros deseja-te boas viagens! Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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Queres fazer Voluntariado Internacional? O guia essencial

Queres fazer Voluntariado Internacional? O guia essencial

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O voluntariado é uma experiência enriquecedora que pode mudar a nossa vida. Embora seja vulgarmente associado a uma prestação de ajuda ou serviço, é muito mais aquilo que ganhamos com o voluntariado do que aquilo que conseguimos dar. O voluntariado faz de nós melhores pessoas e cidadãos mais conscientes do mundo em que vivemos. Cada vez mais surgem ofertas de voluntariado internacional nas mais diversas áreas e países. Neste sentido, a IATI Seguros organizou um guião essencial onde compilamos as principais plataformas com projetos de voluntariado além-fronteiras. Porém, antes de mais, não se esqueça de subescrever o seu seguro de viagem com a IATI Seguros para que possa desfrutar de uma experiência com a máxima segurança. Voluntariado nas Nações Unidas “International UN Volunteers promote peace and development in communities around the globe, while upholding the ideals and aspirations of the United Nations.” Todos os anos as Nações Unidas lançam cerca de 2000 projetos de voluntariado, nas mais diversas áreas, desde Gestão e Desenvolvimento de Projetos, Assuntos Legais, Ciência Política, Engenharia, Saúde, etc. Os voluntários internacionais provêm de cerca de 160 países, promovendo um espírito multicultural, com diferentes ideias e backgrounds. Os requisitos mínimos necessários para se tornar voluntário das Nações Unidas são ter idade mínima de 25 anos, um grau de formação superior, pelo menos 2 anos de experiência profissional na área e bons conhecimentos linguísticos de inglês, francês ou espanhol. AIESEC – Global Volunteer “Global Volunteer is a cross-cultural experience for youth who want to gain personal development and leave an impact on the world.” A AIESEC é uma plataforma internacional que possibilita o desenvolvimento pessoal e profissional de jovens estudantes. A Global Volunteer é uma das vertentes da AIESEC que engloba projetos de voluntariado internacional. Estes projetos destinam-se a jovens entre os 18 e os 30 anos, provenientes de cerca de 120 países. Para se poder candidatar terá primeiro de criar um perfil no Portal de Oportunidades da AIESEC. Os projetos têm uma duração média de 6 a 8 semanas, e ocorrem nos mais variados países como Nigéria, Egito, Turquia, Índia, Indonésia, etc. Serviço de Voluntariado Europeu “O objetivo do Serviço Voluntário Europeu (SVE) é desenvolver a solidariedade e promover uma cidadania ativa, bem como um entendimento mútuo entre os jovens.” O Serviço de Voluntariado Europeu (SVE) é uma plataforma que visa promover a solidariedade entre jovens. Além dos benefícios que traz às comunidades locais, estes projetos de voluntariado permitem aos jovens adquirirem novas competências sociais, pessoais e linguísticas. Os projetos de voluntariado do SVE tem uma duração mínima de 2 semanas e máxima de 12. Destinam-se a jovens adultos entre os 17 e 30 anos. As principais áreas de incidência são cultura, juventude, desporto, serviço social, património cultural, arte, proteção civil, ambiente, cooperação para o desenvolvimento, etc. O SVE não realiza intervenções em áreas de risco ou em situações de pós-crise. AMI “Temos desde 1984 uma única missão, ajudar o ser humano. Não importa quando, como e onde. Do indivíduo à escala global enfrentamos todos os desafios com a mesma atitude.” A AMI foi fundada em 1984 e desde então já desenvolveu projetos em cerca de 82 países em todo o mundo. É uma fundação que realiza três tipos de intervenções, nomeadamente missões de emergência, missões de desenvolvimento com equipas expatriadas e Projetos Internacionais em Parceria com Organizações Locais (PIPOL). Os projetos podem durar entre algumas semanas até alguns meses. Geralmente são programas de longa duração que requerem médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, engenheiros, etc. Para se ser voluntário na AMI é necessário realizar uma pequena formação, toda a informação necessária é disponibilizada no site. Global Volunteers “Volunteering abroad holds magic on so many fronts. It’s the springboard for my global explorations. I can’t imagine one without the other anymore.” A Global Volunteers é uma associação sem fins lucrativos que promove a paz e a justiça em todo o mundo através de parcerias com outras organizações. Apoia o desenvolvimento humano e económico, trabalhando arduamente em 3 focos principais – fome, saúde e conhecimento. Criada em 1984, a Global Volunteers já teve 34000 voluntários internacionais a dar o seu apoio em mais de 200 comunidades espalhadas em cerca de 35 países. Alguns desses países englobam a China, Cuba, Equador, Nepal, Tanzânia, Vietname, Grécia, Peru e Polónia. CCS – Cross Cultural Solutions “Excellence is a driving mantra for Cross-Cultural Solutions. First and foremost, the CCS model produces real difference for developing communities and empowers local home grown non-profits, fostering sustainability.” A CCS tem como missão principal melhorar as condições de saúde e acesso à educação para crianças em países em desenvolvimento. A CCS existe há cerca de 24 anos e já trabalhou com mais de 35 000 voluntários. Os projetos disponíveis atualmente passam pela Costa Rica, Gana, Guatemala, Peru, Tailândia e Grécia (campos de refugiados), com a duração de 1 até 12 semanas. Estes projetos de voluntário têm a única desvantagem de serem pagos. Para Onde “O mundo, fora de Portugal ou ao lado de casa, não é só aquilo que conheces e há muito para explorar, tanto para conhecer e muito para dar.” A Para Onde é uma associação portuguesa sem fins lucrativos existente há cerca de 3 anos. Esta associação oferece projetos de voluntariado tanto em Portugal como no estrangeiro, que podem ser de curta (2 semanas) ou longa duração (vários meses). A nível internacional a Para Onde atua em áreas como poio infantil/juvenil, apoio comunitário, proteção ambiental e animal, saúde, empoderamento de mulheres, artes, desporto, apoio a migrantes e refugiados, etc. Só em 2017 foram concretizados cerca de 300 projetos de voluntariado além-fronteiras. A própria associação oferece também uma pequena formação para todos aqueles que se candidatem a um dos muitos projetos de voluntariado disponíveis. Workaway e Worldpackers A Workaway e Backpacking não são plataformas dirigidas diretamente ao voluntariado internacional. No fundo, ambas são plataformas independentes, onde qualquer pessoa pode colocar um anúncio de voluntariado e outras poderão então ver o anúncio e candidatar-se. E não funciona apenas para voluntariado, existem também ofertas de trabalho em troca de alojamento, entre outros. A diferença é que os projetos encontrados nestes sites são organizados por pequenas associações, normalmente sediadas em países em desenvolvimento, que ainda não têm a dimensão suficiente para terem a sua própria plataforma de voluntariado online. Ainda assim, existem aqui imensas oportunidades de voluntariado incríveis. WWF – World wide Fund for Nature “Our mission is to conserve nature and reduce the most pressing threats to the diversity of life on Earth.” A WWF é uma ONG sem fins lucrativos com a sua própria vertente em Portugal, a Associação Natureza Portugal (ANP). A WWF atua em seis áreas principais: Clima, Água, Vida Selvagem, Florestas, Oceanos e Comida. A sua missão principal passa por promover a conservação da biodiversidade e ecossistemas florestais bem como a promoção da sustentabilidade ambiental e consumo energético. Existem vários projetos internacionais no Butão, Índia, Madagáscar, Paraguai e Senegal.

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As melhores praias para surfar em Espanha

As melhores praias para surfar em Espanha

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Se adoras apanhar ondas, sabes que locais como Austrália ou Indonésias têm algumas das melhores praias para surfar do mundo. Mas se estes destinos de sonho ficam longe demais para ti, não te preocupes, a IATI Seguros preparou uma lista das melhores praias para surfar em Espanha. Assim, consegues evitar que a tua prancha se torne um mero elemento decorativo no teu quarto. Apanha a onda e aproveita as nossas sugestões! As melhores praias para surfar em Espanha Mundaka, Biscaia Para muitos, esta é a melhor praia para surfar em Espanha. “Descoberta” no final dos anos 70 por um grupo de australianos em busca de novos lugares para curtir o mar, a praia de Mundaka oferece uma das melhores ondas de toda a Europa. Visitada por surfistas de todo o mundo, esta praia é recomendada para quem já tem alguns anos de experiência, devido aos longos tubos que se formam no fundo arenoso. Nos dias em que a água está mais calma, os praticantes de nível intermediário também podem praticar o desporto, desde que estejam sempre atentos às correntes que se vão formando. Zarautz, Guipúscoa O Mar Cantábrico é o berço de alguns dos melhores surfistas de Espanha e isso deve-se, sem dúvida, à elevada qualidade das ondas que oferece. Em Zarautz encontras a maior praia do País Basco. Um dos pontos fortes deste areal com mais de 2 quilómetros é que oferece pontos para surfistas de todos os níveis e idades. Portanto, seja qual for o teu nível, pode levar a tua prancha. Não muito longe de lá, podes ver ao vivo, na estrada que vai de Zarautz para Getaria, uma das ondas mais perigosas do norte de Espanha, conhecida como “Roca Puta”. Esta brilha em todo o seu esplendor durante as fortes marés de inverno. Pantín, Corunha Sem sair do norte, encontramos outra das melhores praias em Espanha para surfar, desta vez na Galiza. Este é um destino ideal para surfistas intermediários, pois oferece ondas longas que podem ser facilmente dominadas sem a necessidade de um nível muito avançado. Todos os anos, no final de agosto, realiza-se o Pantín Classic Galicia Pro, um evento que atrai surfistas de renome de todo o mundo e que foi declarado Festival Galego de Interesse Turístico. Esta praia de surf, com quase 1 km de extensão, forma uma espécie de ferradura com ondas quase o ano todo. A melhor época para curtir é no inverno, mas se escolheres ir nesta altura, não te esqueças de levar um bom neopreno para te protegeres do frio intenso. La Mata, Alicante Uma das melhores praias para surfar no Mar Mediterrâneo? Assim é! Apesar de o Mar Cantábrico ser o berço das melhores praias para a prática deste desporto, La Mata é a melhor, caso pretendas deslocar-te para a zona oriental do país. Uma das vantagens desta praia é que as temperaturas que vais encontrar são muito mais suportáveis ​​do que as do norte. Durante os meses mais frios, de dezembro a fevereiro, a temperatura média da água é de ​​15 graus. Podes contar com uma onda de aproximadamente um metro e meio, vertical e rebentamento na praia. Corralejo, Fuerteventura Embarca num voo com destino às Ilhas Canárias, já que é o próximo destino da nossa lista das melhores praias para surfar em Espanha. Como já deves saber, um dos pontos fortes desta região é as temperatura. Aqui, basta uma camada de licra ou um leve neopreno para entrar na água. Fuerteventura é conhecido como o “Havai Europeu” e entre os mais de 150 quilómetros de praia podes encontramos esta pequena maravilha do surf. Aqui, podes curtir as ondas de esquerda ou direita, sendo que o inverno é a melhor época para surfar se tiveres experiência. Quemao, Lanzarote Continuamos nas Ilhas Canárias. Em Quemao, Lanzarote, encontra-se uma das ondas mais temidas de todo o Oceano Atlântico. O solo vulcânico com pouca profundidade e a grande energia da maré fazem desta praia um sítio recomendado apenas a surfistas experientes. Embora o risco seja alto, a possibilidade de completar um tubo perfeito e memorável faz com que muitos se arrisquem, com alguns cortes e trambolhões pelo caminho. Tarifa, Cádis A área de Tarifa também atrai surfistas. Não só oferece algumas das melhores praias de Espanha para surfar, como também goza de bom tempo, de uma gastronomia única e daquele ambiente que só se encontra na Andaluzia. Duas das zonas mais recomendadas são El Balneario e Punta Paloma. Podes encontrar a primeira entre a famosa praia de Las Lances e a Playa Chica. Devido às correntes, às pedras e à grande afluência de outros amantes deste desporto, será necessário que te mexas com precisão, por isso é recomendado para quem já tem um certo nível. Por outro lado, Punta Paloma é mais indicada para quem ainda está a aprender, pois oferece uma onda divertida e fácil de domar. Artigo traduzido por Filipe Balseiro

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O que fazer em Marselha?

O que fazer em Marselha?

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Quando pensamos em viajar para França imediatamente a nossa mente leva-nos para a maravilhosa capital, Paris. No entanto, e porque a França tem muito mais a oferecer para além de Paris, hoje a IATI Seguros vem trazer-te uma sugestão imperdível: Marselha. Não sabes muito bem o que visitar e fazer em Marselha? Não te preocupes, para isso estamos cá nós para te dizermos quais são as melhores atividades e os sítios imperdíveis nesta cidade portuária. Mas antes de embarcares nesta viagem recomendamos que tenhas um seguros de viagem adequado ao teu tipo de viagem. Assim, para uma viagem até Marselha nós sugerimos o IATI Básico, que tem a melhor relação qualidade-preço e que te garante coberturas básicas por um preço acessível. Dicas para visitares a cidade francesa de Marselha Subir até à Notre Dame de La Garde A Basílica de Notre Dame de la Garde é o ponto mais alto da cidade de Marselha e de onde terás uma vista desafogada. Irás ver os portos (o antigo e o novo), a cidade e arredores, as várias ilhas incluindo o Chateau d’If. Visitar a Catedral de Marselha Também conhecida como Catedral de la Major ou Catedral de Sainte-Marie-Majeure, é um edifício em estilo bizantino e foi construída entre 1852 e 1983. Recentemente sofreu obras de restauro por isso irás poder maravilhar-te com um monumento bem conservado. Assistir à chegada dos pescadores no Vieux Port Para esta atividade terás de te levantar cedo pois os pescadores chegam ao porto antigo quando o sol nasce. Observa a rapidez com que as vendedoras de peixe montam os expositores e como os cabazes passam de forma expedita do interior dos barcos para os sacos dos chefs de cozinha que diariamente ali fazem as suas compras. O porto antigo também é um bom sítio para ires ao final do dia antes do jantar. Provar o prato típico: La Bouillabaisse Já que mencionamos os pescadores, recomendamos que não deixes passar a oportunidade de provar a tão famosa Bouillabaisse, uma sopa rica de peixe, confecionada com peixes variados comprados no mesmo dia no mercado do porto antigo. Existem vários restaurantes que servem este prato típico mas o local mais tradicional é o Restaurante Miramar, junto ao porto antigo, apesar de os preços aqui praticados nem sempre caberem no orçamento dos viajantes. Fazer um cruzeiro até ao Parque Nacional des Calanques As calanques são formações rochosas e o Parque Nacional des Calanques inclui zonas de Marselha, Cassis e La Ciotat. Imagina blocos gigantes de rocha que se precipitam para o mar, intercalados com pequenas praias quase desertas. Um cruzeiro nesta zona é imperdível, acredita! Para comprares o teu bilhete apenas precisas de te dirigir ao porto antigo onde estão as companhias que fazem os cruzeiros. É um passeio bastante agradável, especialmente nos meses quentes do verão. Visitar o Castelo que inspirou o romance “O conde de Monte Cristo” Muitas vezes a ficção inspira-se em factos ou lugares reais e se gostas do romance de Alexandre Dumas ou se viste o filme baseado nesse livro, certamente vais adorar visitar o Chateau d’If. O Chateau d’If está localizado na Ilha de If e, portanto, apenas é acessível por barco. Uma vez mais, os bilhetes para o barco podem ser comprados no porto antigo e não precisas de reservar com antecedência pois existem vários transportes por dia. A ilha é pequena e apenas tem o castelo. Este castelo serviu de prisão e podes ver os nomes dos detidos famosos à porta das celas. Também podes ver as inscrições feitas pelos prisioneiros, assim como imaginar como eram as condições naquele tempo. Conversar com pescadores no Vallon des Auffes O Vallons des Auffes é um pequeno porto de pescadores completamente diferente do porto antigo. Podemos dizer que é mais autêntico, na medida em que por ali não existem muitos turistas mas existem pescadores com tempo livre para conversar. Portanto, se procuras histórias interessantes o Vallon des Auffes é o lugar a ir. Antes de terminarmos, gostaríamos de referir que estamos certos que te vais divertir muito nesta cidade francesa. Recomendamos que partilhes este artigo com os teus amigos e que aproveites bem as tuas viagens. A IATI Seguros deseja-te boas viagens. Artigo escrito por: Passaporte no bolso

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O que visitar em Guimarães?

O que visitar em Guimarães?

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Situada na região do Minho, a cidade de Guimarães é conhecida por muitos como o berço de Portugal. No entanto, há muito para conhecer para além dos típicos sítios históricos. Esta cidade minhota tem uma vida animada, com uma vertente cultural muito rica. Descobre alguns dos melhores sítios a conhecer quando visitares esta deslumbrante cidade. 5 sítios que deves visitar em Guimarães: Castelo de Guimarães Começamos pelo símbolo mais imponente da cidade, o Castelo de Guimarães é paragem obrigatória quando se percorre a cidade. Para sempre ligado à fundação do Condado Portucalense, o Castelo tem a sua origem num mosteiro do século X que foi depois fortificado. Ao visitar o Castelo, podes aproveitar para conhecer o vizinho Paço dos Duques de Bragança, uma majestosa casa senhorial do século XV, classificada como Monumento Nacional. Igreja de São Francisco Vestígios evidentes da Ordem Franciscana em Guimarães, o Convento e Igreja de São Francisco estão entre as principais obras arquitectónicas portuguesas, misturando elementos góticos e românicos com o estilo maneirista. Largo da Oliveira Considerado o coração da cidade, juntamente com a Praça de Santiago, este largo deve o seu nome a uma oliveira centenária que lá estava plantada. Uma popular atração turística, o Largo da Oliveira não só é conhecida pelos edifícios de estilo gótico, como também por ser uma zona de bares e restaurantes, com belíssimas esplanadas. Palácio Vila Flor Um edifício do século XVIII, que ao longo da sua história sempre recebeu exposições e em 2005, após ser remodelado e devidamente equipado, passou a integrar o Centro Cultural Vila Flor. Hoje, podemos encontrar no Palácio Vila Flor as salas expositivas do Centro Cultural, onde ocorrem regularmente exibições de artistas contemporâneos. Monte da Penha Por último, um local de onde podes avistar todas as atrações descritas acima: o Monte da Penha. Aqui, é possível visitar o Santuário da Penha e estátua do Papa Pio IX, jogar mini-golfe, ou simplesmente aproveitar a vista que esta montanha com mais de 600 metros de altura oferece. Artigo escrito por: Filipe Balseiro

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Consulta do viajante – o que é e para que serve?

Consulta do viajante – o que é e para que serve?

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A consulta do viajante é uma consulta médica regular destinada a todos aqueles que se vão ausentar do país. Contudo, ir ou não à consulta do viajante, ou para que é que esta realmente serve, são ainda objeto de dúvida e discussão nos dias de hoje. Neste sentido, a IATI Seguros preparou um artigo com todas as questões relacionadas com esta temática de saúde em viagem para que possa ficar esclarecido. Porém, fazer a consulta do viajante não invalida a necessidade de um seguro de saúde, por isso antes de mais não se esqueça de subescrever o seu seguro de viagem com a IATI Seguros. O que é a consulta do viajante? A consulta do viajante é uma consulta médica normal dada por um médico especializado em medicina tropical. Este tipo de consultas está destinado a todas as pessoas que se vão ausentar do país por um determinado período de tempo e que como tal, necessitam de informações médicas pertinentes. Para que serve a consulta do viajante? A consulta do viajante tem duas vertentes, embora geralmente apenas uma delas seja conhecida – a consulta pré-viagem e a pós-viagem. Tal como o nome indica a consulta pré-viagem é realizada antes da viagem e serve fundamentalmente para aconselhar e mesmo para prescrição médica de vacinas e medicação necessária àquele que vai viajar. Este é o lugar ideal para retirar todas as suas dúvidas relativamente aos cuidados de saúde e higiene que deverá ter durante a sua viagem, ao invés de se ficar pelas dicas que encontra na internet. Em termos de saúde, devemos sempre aconselharmo-nos com alguém especializado. Nesta consulta, e de acordo com o local para onde vamos viajar e o tempo da viagem, obtemos várias informações importantes como que vacinas são obrigatórias e/ou recomendadas tomar; que medicação deveremos levar connosco; o que vestir e que tipo de repelente usar; que tipos de comida deveremos evitar; se podemos ou não beber água corrente (não engarrafada); se devemos ou não fazer profilaxia da malária, etc. Além disso, o médico especialista coloca-nos também a par de crises de saúde pública que possam estar a ocorrer no país de destino nesse determinado momento (como por exemplo o caso do vírus Zika, Ébola ou até mesmo a gripe aviária). Já a consulta pós-viagem é feita assim que regressarmos a Portugal e serve fundamentalmente para fazer o despiste de doenças virais ou infecciosas que possamos ter contraído e, consequentemente, trazido para Portugal. Em que situações devo ir à consulta do viajante? Deve deslocar-se à consulta do viajante sempre que viaje para um país de clima tropical ou um país com condições higiénico-sanitárias precárias. Idealmente para qualquer país da América Central e do Sul, África e Ásia. E no caso de viajar para um país europeu? No caso de viajar para um país europeu, deixa de ser tão necessário fazer a consulta do viajante (salvo algumas exceções), já que estará salvaguardado pelo Cartão Europeu de Seguro da Doença. Este cartão, que pode ser obtido via online ou na Segurança Social, assegura-lhe tratamento e assistência médica em todos os países pertencentes ao Espaço Económico Europeu (EEE), Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. Tal significa que, em caso de urgência médica, os cuidados de saúde serão prestados nos mesmos moldes do país de origem – ou seja o que pagaria em Portugal por esse tratamento é o mesmo que pagará em qualquer um dos países acima mencionados. Contudo, é extremamente importante ter o Cartão de Saúde pois caso contrário poderá não usufruir dos mesmos direitos. Com quanto tempo de antecedência devo ir à consulta do viajante? Recomenda-se que faça a consulta do viajante cerca de 4 a 6 semanas antes da viagem. Isto porque muitas das vacinas recomendadas são aplicadas em várias doses sendo estas administradas com um determinado espaçamento de tempo entre elas (como o caso da vacina da raiva ou da encefalite japonesa). Ora se for à consulta com uma semana de antecedência já não poderá tomar a dose seguinte. Além disso, todas as vacinas têm um determinado tempo de imunização, a partir do qual começam verdadeiramente a fazer efeito. Onde posso marcar a consulta do viajante? A consulta do viajante pode ser efetuada no serviço público ou privado. Este tipo de consulta já faz parte do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e está sujeito à taxa moderadora de 5,00 € (se não for isento). No site da sua Administração Regional de Saúde encontrará o centro de vacinação internacional mais próximo de si para marcar a sua consulta. Sugerimos que a marque com bastante antecedência pois geralmente as marcações estão sempre lotadas, principalmente na época do Verão. Em termos de serviços privados, existem tanto as consultas físicas como as consultas online. São efetivamente consultas mais caras (entre os 30 e 70€) com a vantagem de não terem um tempo de espera tão longo. As vacinas prescritas na consulta do viajante são gratuitas? Depende da vacina. Portugal é dos países europeus com melhor Plano de Vacinação Nacional (PVN), com 14 vacinas incluídas. Ora todas as vacinas que fazem parte do plano são gratuitas e são logo administradas na consulta do viajante, caso a consulta seja feita a partir do SNS. Caso necessite de uma vacina que esteja fora do PVN, então o paciente terá de a comprar numa farmácia e deslocar-se então a um centro de saúde para que esta lhe seja administrada. Que documentos devo levar para a consulta do viajante? De acordo com o SNS deve fazer-se acompanhar da seguinte documentação: • Documento de identificação; • Boletim de vacinas; • Cartão do SNS/ADSE; • Certificado internacional de vacinação (se já o tiver); • Lista com a medicação que toma habitualmente. Outras recomendações importantes: • Fazer a consulta do viajante não invalida a necessidade de fazer um seguro de viagem. Efetivamente, a consulta serve para aconselhar e precaver determinados cenários. Contudo, nada impede que estes aconteçam. Pode consultar aqui todos as vantagens de assistência médica internacional incluídas no seguro IATI Standard; • Alguns países têm vacinas obrigatórias, o que significa que poderá ser impedido de entrar no país caso não a tenha tomado, ou caso não tenha consigo o Certificado Internacional de Vacinação, para o poder provar (por exemplo a vacina da doença meningocócica e poliomielite são obrigatórias para entrar na Arábia Saudita); • É aconselhável levar a receita médica de todos os medicamentos que estiver a tomar no momento. Certas substâncias legais em Portugal podem ser ilegais noutros países; • Vale a pena pesquisar sobre possíveis acordos de assistência médica internacional que possam existir entre ambos os países; • O Ministério dos Negócios Estrangeiros lançou recentemente a app Registo do Viajante, disponível para Android e iOS. É uma aplicação destinada a todos os portugueses no estrangeiro que além de lhe fornecer toda a informação de saúde e segurança para o seu país de destino, lhe permite ainda registar a sua viagem. O objetivo é lançar um alerta para as autoridades em caso de emergência, funcionando assim como um “112 do viajante”. Pode ser ativado em situações de emergência como catástrofes naturais, acidentes rodoviários e ferroviários, atentados terroristas ou situações de insegurança. Artigo escrito por: Patrícia Carvalho

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