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O que ver e fazer em Macau

O que ver e fazer em Macau

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Macau é um destino que mistura de forma única a herança portuguesa com a cultura chinesa. Ao planear a tua viagem, vais descobrir uma cidade que combina tradição com modernidade. Este guia está pensado para te ajudar a explorar o que ver e fazer em Macau, desde os monumentos históricos que contam a história de Macau até às atrações mais recentes e às diversas experiências que a cidade tem para oferecer. Na IATI, especialistas em seguros de viagem, adoramos fazer parte das tuas viagens e isso inclui planeá-las! Aqui, encontras um roteiro completo que te vai mostrar tudo o que vale a pena conhecer e aproveitar durante a tua estadia em Macau. Imagina visitar um casino e, logo a seguir, explorar antigas ruínas. Ou então deliciares-te com uma gastronomia multicultural e, mais tarde, relaxar numa ilha de areia negra. Isto são tudo coisas que vais poder desfrutar em Macau! Vamos? 1. Ruínas de São Paulo As Ruínas de São Paulo são, sem dúvida, um dos maiores símbolos de Macau e não poderia faltar neste guia sobre o que ver e fazer em Macau. A fachada da antiga Igreja de São Paulo, que foi devastada por um incêndio em 1835, continua a impressionar todos os que lá passam, não só pela sua beleza mas também pela história que carrega. Ao visitares as ruínas, aproveita para explorar as ruas ao redor, como a Rua de São Paulo e a Rua da Felicidade, que ainda preservam o encanto antigo da cidade. 2. Senado e Praça do Senado A Praça do Senado é, sem dúvida, o coração de Macau. Esta praça, rodeada por edifícios coloniais e pavimentada com a típica calçada portuguesa, é o lugar ideal para mergulhares na atmosfera única da cidade. Não percas a oportunidade de visitar o Edifício do Leal Senado e a charmosa Igreja de Santo António, e dá uma volta pelo Palácio da Assembleia Legislativa. Para uma experiência ainda mais completa, passeia pela Rua do Campo e pela Rua da Palha, onde encontrarás uma combinação perfeita de edifícios históricos e lojas tradicionais que dão vida a Macau. 3. Macau Tower Não podíamos deixar de incluir neste artigo sobre o que ver e fazer em Macau, a Macau Tower. O lugar perfeito para uma vista deslumbrante de 360 graus sobre a cidade e muito mais. No miradouro, a 233 metros de altura, vais poder apreciar a Península de Macau, a China e, em dias limpos, até Hong Kong. Se és fã de emoções fortes, atreve-te ao Skywalk, onde podes caminhar à volta da torre, ou experimenta o bungee jumping. E para uma refeição com uma vista de cortar a respiração, o restaurante giratório no topo da torre é o spot ideal. 4. Casinos e Entretenimento Macau é famosa pelos seus casinos de luxo e pela vida noturna vibrante. O Venetian Macao é um dos maiores e mais impressionantes casinos do mundo, recriando um cenário típico de Veneza, com os seus canais e góndolas. Outros hotspots a não perder são o City of Dreams, o MGM Macau e o Wynn Palace. Se procuras diversão e uma noite luxuosa em Macau, explora os diversos bares e clubes. E não deixes de assistir a um espetáculo no House of Dancing Water, um dos shows aquáticos mais grandiosos e elaborados. 5. Ilhas de Taipa e Coloane Se procuras um cantinho mais tranquilo em Macau, longe do ritmo frenético da península, as ilhas de Taipa e Coloane são ideais para ti. Em Taipa, aconselhamos que visites o Museu das Casas de Taipa para conheceres a vida tradicional macaense. A Rua do Cunha é excelente para explorar lojas de produtos locais e saborear snacks típicos. Em Coloane, a Praia de Hac Sá é uma paragem obrigatória. Com areia negra — algo que não vês todos os dias — é perfeita para quem quer relaxar ou aventurar-se nos desportos aquáticos. Tens também áreas para churrascos e trilhos no Parque do Reservatório de Hac Sá, se te apetecer explorar a natureza. Se procuras uma vibe ainda mais serena, a Praia de Cheoc Van é o refúgio ideal para desligar completamente. E claro, nenhum passeio por Coloane estaria completo sem uma visita à Lord Stow’s Bakery, onde vais encontrar o melhor Pastel de Nata que já comeste. A reputação desta padaria já corre o mundo, e é difícil resistir a esta pequena delícia enquanto passeias pela vila. Coloane é o equilíbrio perfeito entre natureza, cultura e, claro, um toque de doçura! 6. Colina da Penha A Colina da Penha é ideal para uma caminhada relaxante com vistas incríveis de Macau. Aproveita para visitar a pequena Capela de Nossa Senhora da Penha e explorar os tranquilos Jardins da Penha, perfeitos para um passeio ou piquenique. Para um toque de história, o Templo de A-Má, dedicado à deusa do mar, também fica próximo e é um dos locais mais antigos e emblemáticos da cidade. 7. Museu de Macau O Museu de Macau, no Forte do Monte, é ideal para descobrir a história e a cultura local, com exposições que vão desde a fundação da cidade até aos dias de hoje. Além disso, o forte tem uma vista panorâmica incrível de Macau, tornando a tua visita ainda mais especial. 8. Gastronomia Macaense A gastronomia de Macau é uma mistura fascinante de sabores portugueses e chineses que, temos a certeza que vais adorar. Experimenta pratos típicos como o “bacalhau à brás”, o “caril de galinha”, a “feijoada macaense” e o “minchi”. O Mercado de São Domingos é o local ideal para provares a comida local. Não te esqueças de experimentar as famosas tartinhas de ovos e os bolinhos de feijão vermelho. Para uma experiência gastronómica mais sofisticada, visita o Restaurante Robuchon au Dôme, galardoado com três estrelas Michelin. 9. Compras e Souvenirs Macau é um verdadeiro paraíso para os amantes de compras, com opções que vão desde lojas de luxo até mercados tradicionais. Não te esqueças de levar lembranças, como artesanato local, chá e iguarias típicas, para recordar a tua visita. Se procurares uma experiência de compras de luxo, o The Grand Canal Shoppes no Venetian Macao é uma excelente escolha. Dicas úteis para a tua viagem • Transporte: Macau oferece boas opções de transporte, com autocarros e táxis disponíveis em toda a cidade. Para distâncias curtas, considera caminhar ou usar bicicleta. O transporte público é eficiente e acessível. • Idioma: O cantonês e o português são as línguas oficiais, mas o inglês é amplamente falado, especialmente nas zonas turísticas. • Moeda: A moeda local é a pataca (MOP), embora o dólar de Hong Kong (HKD) seja aceito em muitos lugares. É uma boa ideia ter algum dinheiro em patacas para pequenas despesas. • Clima: Macau tem um clima subtropical. Os verões podem ser quentes e húmidos, enquanto os invernos são secos e agradáveis. Leva roupa leve para o verão e algo mais quente para os meses de inverno. • Fuso Horário: Macau está no fuso horário GMT +8, por isso prepara-te para ajustar o teu relógio e combater contra o jet lag! • Eletricidade: As tomadas em Macau são do tipo G (britânicas), com uma voltagem de 220V, convém levares um adaptador. • Segurança: Macau é bastante segura para turistas, mas é sempre bom tomar as precauções básicas que já tomarias no nosso país, como guardar objetos de valor em locais seguros e estar atento a possíveis esquemas de fraude. Viaja com segurança: Seguro de viagem para Macau O Ministérios dos Negócios Estrangeiros, na sua página de conselhos para quem vai viajar para Macau, saliente a importância de contratar um seguro de saúde: “Recomenda-se a subscrição de uma apólice de seguro de viagem com cobertura nesta área e que preveja a possibilidade de evacuação sanitária.” Viajar com um seguro é crucial para garantir uma experiência tranquila e sem preocupações. Um bom seguro pode cobrir diversos imprevistos, contrata já o teu e viaja com a tranquilidade que mereces!

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Whale Watching na África do Sul: o melhor mês para ver baleias

Whale Watching na África do Sul: o melhor mês para ver baleias

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A África do Sul é um destino cheio de experiências únicas e muitas delas ligadas a fantástica vida selvagem, mas poucas são tão emocionantes como o Whale Watching na África do Sul, especialmente em Hermanus. Esta cidade costeira, localizada a cerca de 120 km de Cidade do Cabo, é considerada um dos melhores lugares do mundo para avistar estes gigantes do oceano. Se estás a planear incluir esta experiência na tua próxima viagem, vais querer saber exatamente quando é o melhor mês para ver baleias em Hermanus. Vamos explorar juntos tudo o que precisas de saber sobre Whale Watching na África do Sul e ajudar-te a escolher o momento ideal. Hermanus: O melhor lugar do mundo para ver baleias Hermanus não ganhou o título de “capital mundial da observação de baleias” por acaso. A cidade tem uma localização privilegiada na costa sul-africana, o que a torna um ponto de paragem obrigatório na rota migratória das baleias francas-austrais. Estas criaturas magníficas viajam todos os anos desde as águas frias da Antártida até às zonas mais quentes e protegidas da África do Sul, onde dão à luz e criam as suas crias. Quando falamos em Whale Watching na África do Sul, Hermanus é o destino que se destaca, e se a tua prioridade é ver as baleias, saber qual é o melhor mês para o fazer é essencial para planeares a tua viagem. Porque que é que a costa Hermanus é o melhor sítio para ver baleias? A geografia da costa de Hermanus contribui ainda mais para a sua fama. A mistura das falésias altas com as águas profundas perto da costa, resulta em que consigas ver as baleias muito perto da margem, às vezes a poucos metros, algo raro noutros locais de observação de baleias. Isto permite que os visitantes tenham uma experiência íntima com estes mamíferos marinhos sem sequer precisarem de sair de terra firme. Claro que, já que estás na África do Sul, deves aproveitar para explorar o resto deste país incrível, deixamos-te aqui alguns conselhos para que aproveites ao máximo tudo o que a África do Sul tem para oferecer. O melhor mês para ver baleias em Hermanus A temporada de observação de baleias em Hermanus começa em junho e vai até novembro. No entanto, o auge da temporada é durante os meses de setembro e outubro, quando o número de baleias na região atinge o seu pico. De facto, setembro é amplamente considerado o melhor mês para ver baleias em Hermanus, tanto pela quantidade de baleias que podem ser vistas, como pelas condições meteorológicas favoráveis. Setembro: O pico da temporada Setembro é um mês particularmente especial em Hermanus. Além de ser o pico da temporada de baleias, é também quando ocorre o Whale Festival, um evento anual que celebra a chegada das baleias com música ao vivo, feiras de rua, exposições de arte e uma série de atividades para todas as idades. Este festival é o maior evento de Hermanus e atrai milhares de visitantes, tanto locais como internacionais, tornando-o uma ocasião muito especial e animada. Portanto, quando planeares a tua viagem para a África do Sul, lembra-te que setembro é o melhor mês para ver baleias em Hermanus, embora também seja possível avistá-las noutras alturas. Clima na África do Sul em setembro As condições climáticas em setembro são outro fator que contribui para a singularidade deste mês. A primavera está a começar no hemisfério sul, e o clima em Hermanus é geralmente ameno, com dias ensolarados e temperaturas agradáveis. Isto não só proporciona uma experiência de observação de baleias mais confortável, como também permite explorar outras atrações na região sem teres de te preocupar demasiado com o calor ou o frio extremos. Assim, setembro não é apenas o melhor mês para ver baleias em Hermanus, mas também para aproveitar tudo o que a região tem para oferecer. O que esperar de uma experiência de Whale Watching Quando se trata de Whale Watching na África do Sul, Hermanus oferece uma variedade de opções para atender a diferentes tipos de viajantes. Se preferes ficar em terra, na cidade encontras vários pontos de observação ao longo da costa, como o Cliff Path, um trilho que se estende por cerca de 12 km ao longo da costa. De muitos destes pontos, as baleias podem ser avistadas a poucas dezenas de metros, e é comum vê-las a saltar fora de água ou a bater com as barbatanas na superfície. Ver as baleias num passeio de barco No entanto, se estás à procura de uma experiência mais intensa, sugerimos que o faças através de um passeio de barco. Estes passeios permitem-te chegar ainda mais perto das baleias e observar o seu comportamento ao pormenor. Os passeios de barco para avistar baleias são acompanhados por guias experientes que te vão fornecendo informações fascinantes sobre as baleias e o seu habitat. Ter um guia também tem a vantagem de facilitar a identificação de diferentes espécies, como a baleia-franca-austral, a baleia-de-Bryde e, em algumas ocasiões, até a orca. Vida Marinha em Hermanus Durante o passeio, é comum ver as baleias a interagir umas com as outras, e se tiveres sorte, podes até avistar outras formas de vida marinha, como golfinhos, focas e uma grande variedade de aves marinhas, incluindo albatrozes e petréis. Se precisares de ajuda a fazer o teu itinerário pela África do Sul, consulta o nosso artigo: Roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul. Dicas para aproveitares ao máximo o Whale Watching Para garantir que a tua experiência de Whale Watching na África do Sul é verdadeiramente memorável, aqui ficam algumas dicas que te podem ajudar: • Reserva com Antecedência: Os passeios de barco são muito populares durante a temporada alta, especialmente em setembro, o melhor mês para ver baleias em Hermanus, por isso aconselhamos que faças a tua reserva com bastante antecedência para garantires lugar. • Leva Binóculos: Embora as baleias sejam grandes e muitas vezes se aproximem da costa, um par de binóculos pode proporcionar-te uma visão ainda mais detalhada, permitindo observar comportamentos e características que poderiam passar despercebidos a olho nu. • Fotografia: Se és um entusiasta da fotografia, não te esqueças de levar uma boa câmara com uma lente de zoom. A luz durante as manhãs e finais de tarde é ideal para capturar imagens espetaculares das baleias e da paisagem costeira. • Leva roupa apropriada: O clima em Hermanus pode variar, com manhãs e finais de tarde frescos, mas temperaturas mais quentes durante o dia. Utiliza camadas de roupa para te poderes adaptar facilmente às mudanças de temperatura. • Proteção Solar: Mesmo que o clima esteja ameno, o sol pode ser forte, especialmente quando se está perto do mar. Aplica protetor solar, usa um chapéu e óculos de sol para te protegeres dos raios UV. • Enjoos: Se tendes a sofrer de enjoo marítimo, toma precauções antes do passeio de barco. Existem vários medicamentos disponíveis que podem ajudar a prevenir o enjoo, permitindo-te desfrutar do passeio sem desconforto. Explorar Hermanus para além das baleias Embora o Whale Watching seja a principal atração de Hermanus, a cidade e a região à volta têm muito mais para oferecer. Após uma manhã a observar baleias, podes explorar as vinhas do Vale de Hemel-en-Aarde, onde podes degustar alguns dos melhores vinhos da África do Sul. Esta região é especialmente conhecida pelos seus vinhos Pinot Noir e Chardonnay, e visitar as vinhas pode ser uma excelente maneira de complementar a tua experiência. Outras atrações em Hermanus • Se gostas de caminhadas, o Fernkloof Nature Reserve é outra paragem obrigatória. Este parque natural, situado nas montanhas atrás de Hermanus, tem trilhos para caminhadas que variam de fácil a moderado, e é um excelente local para observar a flora e fauna locais, incluindo uma grande diversidade de flores silvestres. • Para os mais aventureiros, há também a possibilidade de fazer mergulho com tubarões em Gansbaai, uma vila próxima de Hermanus. Esta experiência não é para os fracos de coração, mas para quem procura uma descarga de adrenalina, é uma oportunidade única de ver o grande tubarão-branco no seu habitat natural. Hermanus é verdadeiramente um dos melhores destinos para Whale Watching na África do Sul, e o mês de setembro oferece uma experiência incomparável. Seja a partir da costa ou num passeio de barco, a observação destas criaturas é um espetáculo que vais recordar para o resto da tua vida. Além disso, com a combinação perfeita de condições climáticas favoráveis e o animado Whale Festival, setembro transforma-se no momento ideal para viveres a magia do Whale Watching. Agora que já sabes tudo sobre o Whale Watching em Hermanus, começa a planear a tua viagem de sonho para a África do Sul e vive de perto este espetáculo da natureza! Se precisares de mais dicas ou roteiros personalizados, explora os outros artigos no blog da IATI: • Documentos e requisitos para viajar para a África do Sul • Roteiro de viagem de 15 dias pela África do Sul • Conselhos para viajar para a África do Sul

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O que fazer em Sicília em setembro: Itinerário completo

O que fazer em Sicília em setembro: Itinerário completo

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Se estás a planear uma viagem à Sicília em setembro, prepara-te para descobrir uma das ilhas mais fascinantes e ricas em cultura do Mediterrâneo. Este mês é ideal para visitar a Sicília: as temperaturas são agradáveis, sem o calor abrasador do verão, e as multidões de turistas já começaram a dispersar, embora ainda vás encontrar algum turismo. Este itinerário de 7 a 10 dias foi desenhado para te guiar pelos locais mais mais icónicos da ilha, para que aproveites ao máximo a tua viagem. Vem descobrir o que fazer em Sicília em setembro! Dia 1-2: Palermo e Monreale Vamos começar este itinerário do que fazer em Siciília em setembro na sua capital. Palermo é uma cidade cheia de vida e a história está por todo o lado. Começa a visita pelo Palazzo dei Normanni, um antigo forte árabe que se transformou num palácio normando, onde dentro encontras a Capela Palatina com os seus mosaicos dourados que misturam o melhor da arte bizantina e árabe. Depois, dá uma volta pelas ruas de Palermo, onde os movimentados mercados de Ballarò e Vucciria oferecem experiência única. Prova um arancino, uma panelle, e claro, um gelado de pistáchio para refrescar. No segundo dia, dá um salto a Monreale, a apenas 30 minutos de Palermo, onde a catedral é um dos melhores exemplos da arte normanda em Itália, com mosaicos que cobrem todo o interior e contam histórias bíblicas com um detalhe incrível. De volta a Palermo, ainda tens tempo para explorar mais um pouco, passando pela Catedral de Palermo, que guarda os túmulos de alguns reis normandos, e terminas o dia com uma caminhada até ao Monte Pellegrino, com uma vista espetacular da cidade e do mar. Dia 3: Cefalù No terceiro dia, parte rumo a Cefalù, uma pitoresca vila costeira a cerca de uma hora de Palermo. Cefalù é conhecida pela sua impressionante catedral normanda, que se ergue imponente sobre a cidade, onde no interior vais encontrar mosaicos deslumbrantes, semelhantes aos de Monreale, incluindo uma icónica imagem de Cristo Pantocrator. Passeia pelas ruas estreitas de Cefalù, com as suas casas de pedra e varandas floridas, que te fazem sentir como se tivesses voltado atrás no tempo. A praia de Cefalù é ideal para um dia de descanso ao sol. Se gostas de caminhadas, tens a opção de subir a La Rocca, uma colina rochosa que oferece vistas espetaculares da costa. O terceiro dia deste itinerário foi feito para que aproveites as temperaturas amenas de setembro para relaxar junto à praia. Dia 4-5: Agrigento e o Vale dos Templos A próxima paragem neste itinerário pela Sicília é Agrigento. Situado na costa sul da Sicília, aqui vais encontrar o Vale dos Templos, um dos sítios arqueológicos mais bem preservados e impressionantes do mundo antigo. Dedica o quarto dia a explorar este vasto parque arqueológico, onde os templos gregos se erguem majestosamente contra o céu azul, com destaque para o Templo da Concórdia, o Templo de Juno e o Templo de Hércules. Caminhar entre estas ruínas, com mais de 2.500 anos de história, é uma experiência verdadeiramente única. No quinto dia, visita a Scala dei Turchi, uma falésia de calcário branco que desce suavemente até ao mar, criando uma paisagem de tirar o fôlego. Esta formação rochosa, esculpida pelo vento e pela água, é um dos locais mais fotografados da Sicília, se quiseres meter inveja no teu Instagram este é um sítio ideal! Recomendamos ainda, que vás visitar esta falésia no pôr-do-sol. Dia 6: Ragusa e Modica De Agrigento, segue para o sudeste da Sicília, para Ragusa e Modica, dois dos melhores exemplos da arquitetura barroca na ilha. Em Ragusa Ibla, o centro histórico de Ragusa, vais encontrar um labirinto de ruas estreitas e praças encantadoras, rodeadas por igrejas e palácios, com a Catedral de San Giorgio. Modica, conhecida pelo seu chocolate artesanal, é uma cidade que parece saída de um conto de fadas. Passeia pelas ruas e visita a Catedral de San Pietro e a Igreja de San Giorgio, ambas exemplos espetaculares do estilo barroco. Para terminar de forma doce, faz uma paragem numa das muitas chocolaterias da cidade e experimenta o chocolate modicano, feito com uma receita antiga que lhe dá uma textura única. Dia 7-8: Siracusa e Ortigia Siracusa é uma das cidades mais antigas da Sicília, com uma história que remonta a mais de 2.700 anos. No Parque Arqueológico de Neápolis, tens a oportunidade de explorar o Teatro Grego, que ainda hoje é usado para peças de teatro, e a Orelha de Dionísio, uma caverna conhecida pela sua acústica incrível. Depois de explorares a parte continental de Siracusa, atravessa a ponte para Ortigia, a pequena ilha que é o coração histórico da cidade. Ortigia tem um encanto especial, com ruas de pedra, praças acolhedoras e uma atmosfera muito única. Visita a Catedral de Siracusa, construída sobre as fundações de um antigo templo grego, e passeia ao longo do Lungomare, a marginal de Ortigia, onde podes encontrar bares e restaurantes com vista para o mar. Se estiveres a precisar de um momento de relaxamento, dá um mergulho nas águas azuis da Fonte Aretusa. Dia 9: Monte Etna e Taormina No penúltimo dia da tua viagem, prepara-te para uma aventura inesquecível no Monte Etna, o vulcão ativo mais alto da Europa. Podes escolher entre uma caminhada até às crateras ou, se preferires algo menos exigente fisicamente, apanha o teleférico. O Etna oferece uma paisagem lunar única, com antigos fluxos de lava e vistas espetaculares sobre a costa siciliana. Depois de explorar o Etna, segue para Taormina, uma das cidades mais belas e românticas da Sicília. O Teatro Grego de Taormina é um dos locais mais icónicos da ilha, com as ruínas antigas emolduradas pelo mar azul e o Etna ao fundo da paisagem. Passeia pela Corso Umberto, a rua principal da cidade, cheia de lojas, cafés e restaurantes, onde podes desfrutar de uma refeição com vistas deslumbrantes. Dia 10: Ilhas Eólias – Uma escapada ao paraíso (Opcional) Se tiveres 10 dias para explorar a Sicília, dedica o último dia a uma visita às Ilhas Eólias, um arquipélago vulcânico na costa norte. Estas ilhas são conhecidas pela sua beleza natural intocada, com praias de areia preta e várias atividades vulcânicas. Podes fazer uma excursão de um dia a partir de Milazzo para Lipari, a maior das ilhas, onde podes explorar as suas ruas e relaxar nas praias, ou visitar Vulcano, famosa pelas suas fontes termais naturais e pela subida ao Gran Cratere. Se preferires, podes simplesmente relaxar num dos cafés à beira-mar e aproveitar a tranquilidade deste paraíso mediterrânico. Este itinerário foi criado para te proporcionar uma experiência completa e memorável, mas há sempre mais para descobrir nesta ilha e podes sempre adaptá-lo ao teu gosto. Independentemente da duração da tua estadia, uma coisa é certa: a Sicília vai conquistar-te com o seu charme inigualável e a calorosa hospitalidade do seu povo. Boa viagem e aproveita ao máximo esta aventura! Não vás embora sem ver os nossos artigos sobre Itália: • Onde ir a partir de Milão: Roteiro de 3 dias | 2024 • Itinerário de 7 dias pela Costa Amalfitana • O que fazer em Florença, 10 coisas que não podes perder

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As melhores escapadinhas de última hora para setembro

As melhores escapadinhas de última hora para setembro

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Se surgiu a oportunidade de viajares em setembro ou se deixaste a marcação das tuas férias para a última da hora, não te preocupes! Setembro é o mês perfeito para uma escapadinha. Com uma transição suave entre o verão e o outono no hemisfério norte e um início fresco da primavera no hemisfério sul, para muitos é a época ideal para desfrutar do final das férias de verão. É uma época em que as multidões de turistas diminuem e o clima é frequentemente ideal para explorar novos destinos. Hoje, vamos apresentar-te uma seleção de destinos menos óbvios e igualmente fascinantes para a tua escapadinha de última hora. Desde cidades históricas e culturais a paraísos naturais ainda pouco descobertos, há opções para todos os gostos e estilos de viagem. Prepara-te para explorar e criar memórias inesquecíveis em setembro! Vamos? 1. Kotor, Montenegro Kotor é um pequeno paraíso escondido na costa de Montenegro, famoso pela sua impressionante cidade antiga, rodeada por muralhas medievais que foram preservadas ao longo dos séculos. Em setembro, o clima é agradavelmente fresco, perfeito para explorar a arquitetura antiga e o ambiente pitoresco da cidade sem calor excessivo. A cidade é rodeada por montanhas e pela Baía de Kotor, criando uma paisagem espetacular. Se gostas de caminhadas, o Forte de São João oferece um trilho desafiador, mas recompensador, com vistas panorâmicas da baía e das montanhas ao redor. Além de passear pelas ruas de mármore e explorar a Igreja de São Lucas e a Catedral de São Trifão, aproveita para descobrires as pequenas lojas de artesanato e cafés encantadores espalhados pela cidade. Kotor também serve como um excelente ponto de partida para explorar a região ao redor, incluindo o Lago Skadar, o maior lago dos Bálcãs, onde podes fazer passeios de barco e observar a vida selvagem. • Se este destino te chamou a atenção para a tua escapadinha de última hora para setembro, descobre mais neste artigo: O que fazer em Kotor 2. Lima, Peru Lima é uma cidade sul-americana que combina duas das nossas coisas favoritas na IATI, uma rica herança cultural com um cenário gastronómico mundialmente gabado. Como já deves imaginar, em setembro, a primavera começa a dar sinais de vida, proporcionando um clima agradável para explorares esta cidade. O centro histórico de Lima, Património Mundial da UNESCO, é conhecido pelas praças e igrejas coloniais, como a Igreja de São Francisco e o Convento de Santo Domingo. O Mercado de Surquillo oferece uma ótima experiência de compras, com muitos produtos frescos e ingredientes locais. Lima também é famosa pela gastronomia inovadora, com restaurantes como o Central e o Maido, que estão entre os melhores do mundo. Não percas a oportunidade de visitar o bairro boêmio de Miraflores, onde podes caminhar pelo Malecón e desfrutar das vistas para o Oceano Pacífico. Além disso, explora o Huaca Pucllana para uma visão fascinante da antiga civilização pré-colombiana. • Para mais informações deste país consulta: É seguro viajar para o Peru? 3. Dubrovnik, Croácia Dubrovnik é uma cidade que parece saída de um conto de fadas e sem dúvida que devias considerá-la para a tua escapadinha de última hora para setembro. Em setembro, o clima ainda é quente, mas as multidões de verão diminuem, tornando a visita mais confortável. A Cidade Velha de Dubrovnik, é conhecida pelas muralhas impressionantes e as ruas de mármore bem preservadas. Caminha pelas muralhas da cidade para vistas deslumbrantes do mar Adriático e da arquitetura histórica. O Palácio do Reitor, que já foi o centro do governo da República de Ragusa, é agora um museu que oferece uma visão sobre a história da cidade. Além disso, não deixes de visitar a ilha de Lokrum, a poucos minutos de barco, que oferece praias tranquilas e ruínas históricas. Não podes ir embora sem experimentar alguns pratos locais como o peixe fresco e o presunto de Dubrovnik. Se estás à procura de um destino que também te ofereça boas praias para relaxares em setembro, aqui vais encontrá-las. A Praia de Banje, perto da Cidade Velha, destaca-se pelas vistas espetaculares das muralhas históricas e pelas águas cristalinas. Se procuras um ambiente mais familiar e animado, a Praia de Lapad, é ideal para ti. Para um momento de tranquilidade, a Praia de Sveti Jakov, um pouco mais isolada, proporciona uma experiência serena com vistas magníficas do centro histórico. 4. Marrakech, Marrocos Marrakech é uma cidade vibrante e perto de Portugal. Durante os meses de verão costuma ter temperaturas muito quentes, em setembro, o clima é mais ameno, tornando o passeio pelos mercados e palácios bem mais agradável. A cidade é famosa pelos seus souks labirínticos, onde podes encontrar de tudo, desde especiarias exóticas até artesanato tradicional. O Palácio da Bahia e o Palácio El Badi são exemplos magníficos da arquitetura islâmica, enquanto o Jardim Majorelle, restaurado por Yves Saint Laurent, oferece uma vibe única. Nota: No blog da IATI encontras muitas informações sobre Marrocos e tudo o que precisas de saber para organizar esta viagem, consulta tudo na nossa página sobre Marrocos. 5. Edimburgo, Escócia Edimburgo é uma cidade rica em história e cultura, que ganha uma atmosfera especial em setembro. O Festival Internacional de Literatura e a Royal Edinburgh Military Tattoo são eventos destacados que atraem visitantes de todo o mundo. A Royal Mile, uma das ruas mais famosas de Edimburgo, é o coração da cidade antiga e está repleta de lojas, pubs e restaurantes históricos. O Castelo de Edimburgo, situado no topo de uma colina vulcânica, oferece uma visão panorâmica da cidade. Para uma experiência ao ar livre, visita o Arthur’s Seat, um antigo vulcão com vistas espetaculares da cidade e da paisagem ao redor. Os belos parques e jardins, como os Jardins de Princes Street e o Jardim Botânico Real, são perfeitos para um passeio relaxante. Além disso, explora o bairro de Leith, se quiseres provar um pouco da comida local. 6. Tallinn, Estônia Tallinn é uma cidade medieval encantadora e perfeita para visitar em setembro, quando o clima está ameno. A Cidade Velha, classificada como Património Mundial da UNESCO, é um lugar pitoresco com ruas pitorescas e casas coloridas, e não podes perder o Castelo de Toompea, que oferece ótimas vistas e onde podes encontrar o Parlamento estoniano. Para conhecer melhor a cultura local, visita o Museu de História da Estónia e o Museu de Arte Kumu, e aproveita a vida cultural vibrante da cidade, com eventos e festivais durante todo o mês. Também é uma boa ideia passar pelo mercado de artesanato para experimentar a comida tradicional e explorar os parques e áreas verdes, como o Parque Kadriorg, para um momento de relaxamento. 8. Valparaíso, Chile Valparaíso é uma cidade portuária cheia de cor e energia, famosa pelas suas colinas inclinadas e arquitetura única. Em setembro, o clima está ótimo para passear pelos labirintos de ruas estreitas e escadarias que são a cara da cidade. Bairros como Cerro Alegre e Cerro Concepción são conhecidos pelas casas coloridas e grafites, oferecendo uma mistura incrível de arte urbana e vistas deslumbrantes do oceano. Não percas o Museu de Belas Artes e a Casa Museo La Sebastiana, onde Pablo Neruda viveu, que são paragens obrigatórias. Aproveita para dar uma volta pelo mercado local e provar a comida chilena em um dos muitos restaurantes à beira-mar, com pratos como ceviche e pastel de choclo. E, se tiveres tempo, Valparaíso é o ponto de partida perfeito para explorar a região vinícola e fazer passeios ao longo da costa do Pacífico. Não percas estes artigos sobre o Chile, para que a tua viagem corra da melhor maneira possível: • Documentos e requisitos para viajar para o Chile • 10 lugares fora do normal para ver no Chile Setembro é um ótimo mês para explorar destinos fascinantes e menos conhecidos pelo mundo fora. Quer estejas à procura de cultura, história ou aventuras ao ar livre, setembro oferece destinos que vão enriquecer a tua viagem. Aproveita a baixa temporada para evitar as multidões, desfrutar de temperaturas amenas e criar memórias inesquecíveis. Não importa para onde decidas viajar, prepara-te para descobrir novos horizontes e viver experiências únicas. Boa viagem e lembra-te de respeitar as culturas locais e viajar com responsabilidade!

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O que ver em Kanchanaburi: 12 lugares imperdíveis

O que ver em Kanchanaburi: 12 lugares imperdíveis

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Embora não seja uma das zonas mais visitadas do país, não faltam coisas para ver em Kanchanaburi. Localizada a cerca de 140 quilómetros a oeste de Banguecoque, Kanchanaburi tem um passado ligado à Segunda Guerra Mundial, e a Ponte sobre o Rio Kwai é o seu ponto de referência mais proeminente. No entanto, a região também conta com uma natureza exuberante, vários templos de interesse e muitos alojamentos e restaurantes excelentes, o que faz de Kanchanaburi um local memorável para passar alguns dias. Por todas estas razões, para nós é um dos lugares essenciais para ver na Tailândia, e decidimos escrever um guia completo para que possas tirar o máximo partido da tua visita. Fica atento, pois vamos falar sobre as principais coisas para fazer em Kanchanaburi, alguns lugares menos visitados e dar-te dicas para aproveitares ao máximo os teus dias aqui. Vamos começar! 1. A ponte sobre o rio Kwai: um lugar imperdível em Kanchanaburi Várias das atrações de Kanchanaburi têm um importante passado histórico-militar. A razão? Durante a Segunda Guerra Mundial, os japoneses queriam invadir a Índia através da fronteira com Myanmar, e, por isso, decidiram obrigar os prisioneiros de guerra aliados (britânicos, franceses, australianos e holandeses) e os escravos birmaneses e tailandeses a construir uma linha de comboio que ligasse Banguecoque a Yangon (415 km). As condições de trabalho eram tão duras que se calcula que mais de 110.000 pessoas tenham morrido durante a sua construção, e por isso esta linha de caminho de ferro ficou conhecida como o “Caminho de Ferro da Morte”. Uma das pontes que tiveram de ser construídas durante esta extenuante obra foi a agora famosa ponte Mae Khlung sobre o rio Kwai. Esta ponte foi construída com materiais provenientes de uma ponte semelhante existente na ilha de Java (Indonésia) e foi bombardeada em 1945, mas posteriormente reconstruída pelos próprios japoneses como reparação de guerra. Hoje, a ponte é uma atração turística e centenas de pessoas passam por ela todos os dias com a canção do filme com o mesmo nome na cabeça ou param para ver a linha férrea, que ainda é usada várias vezes por dia. Achamos que vale a pena visitá-la e, se tiveres tempo, apanha o comboio para as cascatas de Sai Yok Noi, de que te falaremos a seguir, através da ponte Tham Krasae. Também é possível visitar esta zona por conta própria com uma mota alugada. 2. Centro Ferroviário Tailândia-Birmânia Outro local histórico importante em Kanchanaburi é o Thailand-Burma Railway Centre, um museu onde podes aprender sobre a importância desta parte da Tailândia durante a Segunda Guerra Mundial e a construção da Death Railway. O museu, com ar condicionado, é bastante interessante e permite ver os instrumentos utilizados e os uniformes usados durante a construção, assim como fotografias que mostram as dificuldades enfrentadas. A entrada custa 160 THB e o museu está aberto diariamente das 9:00 às 16:00. Se quiseres aprofundar mais este tema, recomendamos uma visita ao JEATH War Museum, cujo acrónimo provém das nacionalidades da maioria dos que participaram na construção da linha férrea (japonesa, inglesa, australiana, americana, tailandesa e holandesa). É interessante porque podes ver algumas das casernas onde viviam os prisioneiros, fotografias originais, veículos e um fragmento da ponte de madeira original que foi construída antes da ponte metálica. A entrada custa apenas 50 THB e o museu está aberto das 8:00 às 18:00. 3. Parque Nacional de Erawan Mudando completamente de assunto, queremos recomendar outra das coisas essenciais para fazer em Kanchanaburi e a razão pela qual a maioria dos viajantes vem para esta parte da Tailândia. A cerca de 75 quilómetros da cidade, encontra-se o Parque Nacional de Erawan, que se estende por 550 quilómetros quadrados e onde as cascatas de Erawan são o ponto principal de interesse. Estas cascatas são compostas por 7 quedas de água situadas a diferentes níveis, banhadas por águas turquesa. O nome “Erawan” vem do elefante branco de três cabeças da mitologia hindu, pois a última e maior cascata assemelha-se a ele. As cascatas de Erawan não são um segredo, e por isso centenas de pessoas visitam-nas todos os dias. Por isso, aconselhamos-te a seguir para os níveis superiores logo que chegues. O percurso tem 2 quilómetros de comprimento e, após as duas primeiras cascatas, encontrarás a paz que tanto procuras. Se quiseres explorar o parque ao teu próprio ritmo, há tendas e bungalows para alugar dentro do parque, e também uma série de alojamentos bonitos perto da entrada. Deves ter em conta que a taxa de entrada para o Parque Nacional de Erawan é de 300 THB. Como chegar a Erawan? Podes chegar lá facilmente alugando uma mota em Kanchanaburi, o que demorará cerca de uma hora e um quarto. Se não tiveres carta de condução ou não te apetecer ir de mota, há autocarros para o parque (número 8170, bem sinalizados) que partem da estação rodoviária de Kanchanaburi a cada 40 minutos, aproximadamente, das 8:00 às 17:00. A viagem demora cerca de 90 minutos e o bilhete custa 50 THB. 4. JJ Night Market Kanchanaburi: algo para fazer em Kanchanaburi à noite O que seria de uma cidade tailandesa sem o seu mercado noturno? Pois bem, Kanchanaburi também tem um, e não é nada mau. Está situado muito perto da estação de comboios e, como quase todos os mercados noturnos, tem uma secção de roupa e eletrónica, além de uma secção de comida, com bancas que servem comida típica tailandesa a bons preços. Deves ter em conta que a maior parte das bancas começa a ser desmontada por volta das 21:30. 5. Wat Tham Suea Localizado a cerca de 17 quilómetros da cidade, uma visita a Wat Tham Suea é, na nossa opinião, um dos pontos obrigatórios em Kanchanaburi. O chamado “Templo da Caverna do Tigre” foi construído em 1971 e é um dos templos mais fotogénicos que vais encontrar na tua viagem, composto por vários edifícios coloridos, incluindo um pagode com cerca de 70 metros de altura e uma estátua de Buda de 18 metros dentro de uma grande estrutura em forma de concha. Como chegar lá? A maneira mais fácil é de mota, que podes usar para visitar outros locais em Kanchanaburi que já mencionámos. Também podes negociar um songtaew. Como o templo fica numa colina com uma escadaria de 157 degraus e normalmente está bastante calor, vale a pena apanhar o funicular, que te leva até à entrada por apenas 10 THB. A entrada no templo é gratuita. Ao lado deste templo, fica o Wat Tham Khao Noi, ou “Templo da Pequena Caverna da Colina”, de onde podes desfrutar de excelentes vistas da área circundante e visitar a caverna que dá nome ao templo. A propósito, este templo está muito perto de um restaurante chamado Meena Café, de onde podes desfrutar de belas vistas tanto do templo como dos campos de arroz. Podes escolher entre uma área interior e uma área ao ar livre, dependendo do calor e das tuas preferências. 6. Giant Raintree Fica um pouco longe do centro (cerca de 30 minutos de mota), por isso, se não tiveres muito tempo para explorar Kanchanaburi, talvez não a adiciones à lista. No entanto, esta é uma árvore de acácia espetacular, com mais de 20 metros de altura e 52 metros de diâmetro. Com mais de 100 anos, é provavelmente uma das maiores e mais antigas que alguma vez viste. A entrada é gratuita. 7. Hellfire Pass Outro lugar a visitar em Kanchanaburi relacionado com o Caminho de Ferro da Morte é o Hellfire Pass. Localizado a cerca de 80 quilómetros da cidade, este foi um dos trechos mais difíceis da construção da linha ferroviária, pois os trabalhadores tiveram de destruir uma rocha cortando-a à mão durante todo o dia. À noite, iluminavam-se com tochas, o que criava a sensação de estar no inferno. O governo australiano criou um centro interpretativo gratuito em Hellfire Pass, onde podes ver uma exposição sobre o assunto e fazer alguns passeios a pé (um longo e um curto) pelo desfiladeiro, onde encontrarás vários memoriais. É uma visita um pouco assustadora, mas também vale a pena para admirar a natureza da região. É possível chegar lá de mota a partir de Kanchanaburi em poucas horas e, já que vais para tão longe, podes combinar a visita com uma ida às cascatas do Parque Nacional de Sai Yok, de que falaremos a seguir. Definitivamente, é algo a fazer em Kanchanaburi se tiveres 3 dias ou mais. 8. Cemitérios de guerra para visitar em Kanchanaburi Com tantas pessoas que sofreram e morreram devido às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, podes encontrar vários cemitérios em Kanchanaburi para as honrar. O maior deles é o Cemitério de Guerra de Kanchanaburi (Kanchanaburi War Cemetery, Don-Rak), localizado ao lado do Centro Ferroviário Tailândia-Birmânia. Este cemitério contém 6.982 sepulturas de prisioneiros de guerra britânicos, australianos e holandeses. É impressionante ver que a maioria deles tinha menos de 30 anos. Ao lado, fica o Cemitério Wat Thaworn Wararam, um cemitério chinês que se destaca pelos seus panteões, que, na nossa perspetiva ocidental, parecem muito diferentes. A dois quilómetros a sul de Kanchanaburi, podes ainda visitar outro cemitério de guerra, o Chong Kai Allied War Cemetery, situado junto ao rio, onde estão sepultadas 1.740 pessoas. 9. Wat Ban Tham Wat Tham Suea não é o único templo interessante para visitar em Kanchanaburi. Se tiveres tempo, recomendamos que reserves um par de horas para explorar Wat Ban Tham, um templo situado numa colina que te recebe com uma grande boca de dragão aberta e escadas quase intermináveis para subir. Ao longo do percurso, passarás por várias grutas repletas de estalactites, estalagmites e altares budistas, até chegares ao topo, a 200 metros acima do nível do mar. De lá, desfrutarás de uma vista magnífica do rio e de toda a natureza que envolve Kanchanaburi. A entrada é gratuita e é um local menos turístico, onde poderás aproveitar a tranquilidade e aprender um pouco mais sobre o quotidiano dos monges budistas. 10. Ponte Tham Krasae, um sítio curioso para ver em Kanchanaburi Um dos trechos mais bonitos da viagem de comboio entre Kanchanaburi e Nam Tok é o que passa sobre a Ponte Tham Krasae, que atravessa um desfiladeiro de onde se tem uma vista magnífica do rio. Podes também combinar a visita com um passeio a Wat Kra Sae Cave, uma gruta transformada em templo onde se podem ver vários altares budistas. A ponte fica a cerca de 50 quilómetros de Kanchanaburi. Podes chegar lá de comboio e depois caminhar ao longo da linha ou ir de mota. Tenha muito cuidado, especialmente se tiver chovido, e, se possível, tenta marcar a tua visita para coincidir com a passagem do comboio. Há zonas onde podes ficar a ver o comboio passar de perto. Sem dúvida, é um dos locais mais interessantes para visitar em Kanchanaburi pela sua paisagem. 11. Parque Nacional de Sai Yok Localizado a cerca de 60 quilómetros de Kanchanaburi, logo após a ponte Tham Krasae, encontra-se este parque nacional, que é menos conhecido do que Erawan, mas igualmente belo. Embora cubra uma área de 300 quilómetros quadrados, os seus locais mais conhecidos são as cascatas de Namtok Sai Yok Noi e Sai Yok Yai. A primeira está à beira da estrada e é um local popular, especialmente entre as famílias tailandesas aos fins de semana, pois tem até uma área para piqueniques. Na estação seca, a água pode ser um pouco menos límpida e ter um caudal reduzido. Para visitar o Sai Yok Yai, terás de pagar a taxa de entrada do parque (300 THB), mas descobrirás um belo local natural, com uma cascata de 10 metros de altura que corre diretamente para o rio Kwai. Como chegar ao parque? Podes ir de autocarro a partir da estação de autocarros de Kanchanaburi, com a viagem a demorar cerca de 2 horas. Também podes apanhar o comboio para Nam Tok e depois caminhar até à entrada ou apanhar um songtaew. 12. Desfrutar de Kanchanaburi Embora possa parecer um pouco básico, a melhor coisa a fazer em Kanchanaburi é simplesmente apreciá-la. É uma cidade calma e agradável, com muitos alojamentos à beira-rio, bares e restaurantes onde podes relaxar. A oferta hoteleira é muito boa, com bungalows com vista para o rio ou piscinas onde podes relaxar e desfrutar do ambiente natural enquanto te refrescas. O nosso conselho é que explores a área entre a estação de comboios e a ponte do rio Kwai. Dois locais que recomendamos vivamente são o Good Times Resort e o Honeymoon Camping, que também assinalámos no mapa de locais a visitar em Kanchanaburi, abaixo. Delicia-te com um almoço descontraído ou um sundowner à beira do rio em locais como o Tongkan Café, o Davenport Café, o Keereetara Riverside ou o próprio restaurante do Good Times Resort. Também encontrarás várias casas de massagens na zona, com preços a partir de apenas 150 THB por hora. Dicas para visitar Kanchanaburi Agora que já conheces as principais coisas a fazer em Kanchanaburi, aqui ficam algumas dicas para te ajudar a aproveitar ao máximo a tua visita: • Podes chegar facilmente a Kanchanaburi a partir de Banguecoque em cerca de 3 a 3,5 horas. Se estiveres na zona de Khaosan Road, podes apanhar uma carrinha partilhada. A opção mais económica é ir até à estação de Mochit e apanhar um autocarro. Alternativamente, podes apanhar um comboio na estação de Thonburi, um percurso bonito e histórico que te custará apenas 100 THB. • Quantos dias são necessários para visitar Kanchanaburi? Na nossa opinião, pelo menos dois. Um para explorar os sítios e templos relacionados com a guerra e outro para visitar as cascatas de Erawan. Se quiseres ir com calma, considera adicionar mais um dia. • A melhor altura para visitar Kanchanaburi é de novembro a março, durante a estação seca e mais fresca. De março a junho, pode fazer muito calor, ultrapassando os 40°C, e de julho a outubro é mais provável que chova. Mesmo assim, não significa que chova o dia inteiro, e poderás até gostar dos aguaceiros refrescantes. Podes ler mais sobre o tempo em Melhor altura para viajar para a Tailândia. • Como te deslocares em Kanchanaburi? Com exceção de algumas atividades, como Erawan ou o Hellfire Pass, podes explorar Kanchanaburi a pé. Se não quiseres andar tanto, não te preocupes, pois podes alugar uma mota (cerca de 200 THB) ou negociar com um songtaew. Para te familiarizares com os transportes, recomendamos o nosso guia sobre como te deslocares na Tailândia. • Lembra-te de que uma das chaves para viajar na Tailândia com tranquilidade é ter uma boa apólice de viagem, como a IATI Mochileiro. Os cuidados de saúde na Tailândia não são gratuitos e qualquer visita a um médico pode resultar em grandes despesas. • Continua a preparar-te para a tua viagem com estas dicas para viajar para a Tailândia. Pronto para explorar Kanchanaburi? Esperamos que todas estas informações te tenham sido úteis. Não vás embora ainda, pois temos mais artigos no blog da IATI que te ajudarão a planear a tua viagem à Tailândia: • Documentos e Requisitos para viajar para a Tailândia 2024 • É seguro viajar para a Tailândia?

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Dicas para viajar para o Brasil: o que ter em conta

Dicas para viajar para o Brasil: o que ter em conta

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Quer estejas a dar os primeiros passos na preparação da tua viagem ou já estejas a preparar tudo, estas dicas para viajar para o Brasil vão ajudar-te a evitar os erros mais comuns quando se trata de explorar este país enorme. A quinta maior nação do planeta tem as suas particularidades quando se trata de viajar, e é mais do que normal que surjam questões relacionadas com assuntos importantes como a segurança, os transportes e a saúde, mas também com outras que podem parecer mais banais mas que também te preocupam, como o vestuário ou como ter internet no telemóvel. Com tanto para ver no Brasil, o esforço de planeamento é mais do que justificado e na IATI facilitámos-te a vida, contando-te tudo o que precisas de ter em conta quando viajas para o Brasil, com base na nossa experiência. Continua a ler e descobre as melhores dicas para viajar para o Brasil. Vamos começar! 1. Tens todos os teus documentos à mão? Embora por vezes os possamos dar como garantidos (o que também pode resultar numa ou duas surpresas no aeroporto), um dos melhores conselhos que te podemos dar para viajares para o Brasil é verificares quais são os documentos necessários para entrar no país. Os portugueses não precisam de visto para estadias turísticas inferiores a 90 dias, mas são necessários os seguintes documentos: • Passaporte: válido por pelo menos 6 meses a partir da data prevista para saída do Brasil. • Bilhete de avião de regresso: o Ministério dos Negócios Estrangeiros indica que a data de regresso já deve estar confirmada. • Meios económicos suficientes para te sustentares no Brasil: recomenda-se um montante mínimo de 170 reais por dia (cerca de 31 euros). Para o comprovar, podes apresentar um cartão de crédito e o último extrato bancário, dinheiro, etc. • Comprovativo de alojamento durante a tua estadia no Brasil: se ficares alojado num hotel, as reservas são pagas ou garantidas com um cartão de crédito. Normalmente, é suficiente ter as reservas para os primeiros dias de viagem. Se ficares alojado numa residência privada, é necessário uma carta-convite original com assinatura reconhecida por um notário brasileiro e acompanhada de um comprovativo de residência (por exemplo, conta de eletricidade ou água). • Certificado de vacinação ou profilaxia internacional contra a febre amarela: só será solicitado se proveniente de um dos países considerados de risco de transmissão da doença nos últimos 90 dias. Portugal não é um desses países, mas países vizinhos como Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela são. De qualquer forma, encontrarás informações mais detalhadas no nosso artigo sobre Documentos para viajar para o Brasil. 2. Quantos dias são necessários para viajar para o Brasil? Com os seus 8.514.215 quilómetros quadrados, o Brasil é o terceiro maior país das Américas e o quinto maior do planeta, pelo que precisarias de meses para dizeres que o conheces bem, mas não desanimes! Obviamente, quanto mais dias passares a viajar pelo Brasil, melhor, mas podes fazer uma viagem bastante completa em cerca de 3 semanas, tendo em mente que não poderás abranger tudo. Em resumo, não há um número específico, mas uma das melhores dicas que te podemos dar para viajares pelo Brasil é tentares juntar o maior número de dias possível. 3. Que vacinas são necessárias para viajar para o Brasil e recomendações de saúde? É aconselhável visitares um centro de vacinação internacional com pelo menos 3 semanas de antecedência para que um profissional possa aconselhar-te sobre a necessidade de vacinação ou precauções a tomar. Como estes centros são muito procurados, é preferível marcar a consulta o mais cedo possível. Dito isto, o MNE recomenda a vacinação contra a febre-amarela se pretendes visitar o Norte do Brasil ou os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Goiás ou o Distrito Federal. Considera também a profilaxia contra a malária se planeias ir para a região amazónica, Pantanal ou interior do nordeste. Outras vacinas recomendadas incluem as contra hepatite, sarampo e rubéola. A dengue, a febre chikungunya e a Zika, doenças transmitidas pela picada do mosquito Aedes, são endémicas, pelo que é importante usar repelente de mosquitos, especialmente de manhã e à noite. Também não é aconselhável consumir água da torneira e deves ter cuidado com frutas e legumes. 4. Segurança no Brasil, recomendações É bastante provável e compreensível que uma das tuas principais preocupações nesta viagem seja a segurança. Infelizmente, o país tem tido uma má reputação neste sentido ao longo de muitos anos, devido à alta taxa de criminalidade em certas áreas, sendo necessário ter cuidado, especialmente em grandes cidades como São Paulo, Salvador da Bahia e Rio de Janeiro. No entanto, com um pouco de bom senso e algumas dicas para evitar problemas, que os brasileiros seguem diariamente, não há razão para que te aconteça algo de mal, e prometemos que vais desfrutar ao máximo deste grande país. Aqui estão algumas das mais importantes: • Evita chamar a atenção, não andes com a máquina fotográfica ou o telemóvel à vista, e evita usar jóias ou roupas caras, especialmente em áreas urbanas movimentadas. Evita também sacos e mochilas grandes e chamativos que possam ser confundidos com equipamento fotográfico. • Pergunta aos próprios brasileiros quais as zonas a evitar. Os hotéis onde ficas alojado podem dar-te conselhos úteis. • Neste sentido, é aconselhável ficar em hotéis em áreas tranquilas que tenhas pesquisado e considerado seguras. Fazer alguma pesquisa prévia vai poupar-te dores de cabeça. • Ao chegar ao aeroporto, é preferível contratar um transfer ou utilizar serviços como Uber. Evita os táxis de rua sempre que possível. • É aconselhável não transportar grandes quantias de dinheiro. Muitos pagamentos podem ser feitos com cartão. • Não deixes a tua bolsa ou mochila em cima da mesa ou pendurada na cadeira quando estiveres num bar ou restaurante. É mais seguro mantê-la ao colo, pois muitas vezes é alvo de furto quando estás distraído. • Prefere utilizar caixas automáticas em agências bancárias ou em centros comerciais. Mantém-te atento à possibilidade de clonagem de cartões. Muitos bancos oferecem a opção de desativar o cartão quando não o estás a utilizar, o que pode ser útil. • Nas praias, evita as mais isoladas e não deixes os teus pertences desacompanhados. Para mais informações sobre este assunto, podes encontrar detalhes em “É seguro viajar para o Brasil?“. 5. Viagens seguras para o Brasil Considerando tudo o que foi dito acima e as recomendações do próprio ministério: “Aconselha-se aos turistas viajar com um seguro de saúde com repatriamento garantido, bem como serem portadores de um cartão de crédito que possa cobrir eventuais despesas que venham a ocorrer em caso de urgência médica.”. Viajar com um seguro de viagem para o Brasil que responda rapidamente e bem quando mais precisares é crucial. O IATI Estrela é o teu parceiro de aventura ideal, pois oferece uma ampla cobertura médica e também para outros aspetos igualmente importantes da viagem, como roubo, cancelamentos, perda de bagagem, repatriamento e casos de regresso antecipado por motivos que podem ser mais comuns do que pensas (como hospitalização ou falecimento de um familiar). Podes obter o seguro aqui: 6. Como te deslocares no Brasil – as distâncias são longas! Já mencionámos como o Brasil é grande, o que significa que uma parte importante da tua viagem é decidires como te movimentar. Para distâncias longas, é melhor comparar entre autocarros e aviões. Se estiveres a planear esta viagem com antecedência e/ou em época baixa, não descartes as opções aéreas, pois as companhias aéreas de baixo custo como a GOL, LATAM ou Azul oferecem voos a partir de 30 euros. Se os preços estiverem demasiado altos ou se preferires fazer viagens mais curtas, a rede de autocarros do Brasil é boa. Os autocarros são geralmente confortáveis, limpos e seguros. Podes procurar por empresas de autocarros económicas como a Buser, a Flixbus e a wemobi. Dentro das cidades, depende um pouco da localização e das tuas preferências, mas em grandes cidades como o Rio ou São Paulo podes utilizar o metro ou a rede de autocarros. Uma boa dica para viajar pelo Brasil é instalares o aplicativo Uber, que funciona muito bem nas cidades e é uma forma segura e relativamente económica de te deslocares. 7. Organizar um itinerário de acordo com os dias que tens disponíveis, uma das dicas para viajar para o Brasil A organização de um itinerário está intimamente relacionada com a questão do número de dias da tua viagem e dos meios de transporte. Sendo um país tão grande, é fácil “fluir”, mas nunca é demais fazer uma pequena pesquisa para descobrires quais são as áreas mais interessantes e como as interligar. Aqui está um possível roteiro de 20 dias pelo Brasil: • Dias 1, 2 e 3: Rio de Janeiro • Dias 3, 4 e 5: Cataratas do Iguaçu (lado brasileiro e argentino) • Dias 6 e 7: Salvador da Bahia • Dias 8 e 9: Parque Nacional da Chapada Diamantina • Dias 10, 11 e 12: Lençóis Maranhenses • Dias 13, 14, 15 e 16: Ilha Grande • Dias 17 e 18: Paraty • Dia 19: Regresso ao Rio de Janeiro • Dia 20: Regresso a casa Pode parecer que são muitos dias em alguns lugares, mas consideramos os tempos de deslocamento, que podem ser longos. Este é apenas um exemplo; poderias adicionar destinos completamente diferentes e trocar Ilha Grande por locais como Jericoacoara ou a ilha de Boipeba, perto de Salvador da Bahia. É uma questão de fazeres um pouco de pesquisa para veres o que te agrada. Também consideramos a hipótese de voar para o Rio de Janeiro, mas também há boas ofertas da Europa para São Paulo. Se tiveres menos tempo, o melhor conselho para viajares para o Brasil é escolheres uma ou mais áreas que te interessem. Por exemplo, poderias fazer uma viagem de duas semanas focada no Rio de Janeiro, São Paulo, arredores de ambos e nas Cataratas do Iguaçu, ou uma que te leve a explorar o Nordeste, visitando lugares como Salvador da Bahia, Pipa, Lençóis Maranhenses e Amazónia. Podes também dar uma olhadela a este itinerário de 15 dias pelo Brasil: • Dias 1 e 2: Rio de Janeiro • Dias 3, 4 e 5: Cataratas do Iguaçu • Dias 6, 7 e 8: Lençóis Maranhenses • Dias 9, 10, 11 e 12: Ilha Grande • Dias 13 e 14: Paraty • Dia 15: Regresso ao Rio de Janeiro Dá também uma vista de olhos nos nossos outros artigos do blog, que te ajudarão a preparar o teu itinerário: • O que ver em São Paulo • Como organizar o teu Carnaval no Rio de Janeiro • Viajar pela Amazónia • Viagens ao Brasil com crianças: sim ou não? 8. Pesquisar a melhor altura para viajares para o Brasil Desenhar um itinerário é importante, mas também é crucial considerar o fator “clima”. Talvez não queiras estar na praia se estiver frio ou se as probabilidades de chuva forem elevadas, certo? No entanto, deves ter em mente que, sendo um país tão grande e com ecossistemas tão diversos, a melhor altura do ano pode variar conforme a zona que vais visitar. Para resumir um pouco: • Época alta/seca: as temperaturas são mais altas e chove menos em lugares como Rio de Janeiro, Ilha Grande ou Paraty entre dezembro e março. Isto significa mais pessoas nestes locais e, consequentemente, preços mais elevados para o alojamento. Durante o Carnaval, os preços em alguns destinos são ainda mais altos. Em Salvador da Bahia e parte do Nordeste brasileiro, a estação seca vai de outubro a março, o que torna as praias mais atrativas. Em Iguaçu, a alta temporada também vai de outubro a março. • Época baixa/fria/chuvosa: de julho a setembro, faz mais frio no sul do país, tornando o Rio de Janeiro, Ilha Grande e Paraty menos apelativos e reduzindo os preços dos alojamentos. Em Salvador da Bahia e arredores, é a época das chuvas, o que também leva a preços mais baixos. • Época média: Os meses intermédios, de abril a novembro, também são bons meses para viajares para o Brasil. Com temperaturas moderadas, oferecem um bom equilíbrio entre os preços e o bom tempo, embora possam ocorrer surpresas. Dito isto, não podemos aconselhar uma época específica para viajares para o Brasil, mas encorajamos-te a fazê-lo quando puderes, pois certamente encontrarás um destino com bom tempo. 9. O que vestir numa viagem ao Brasil, dicas Intimamente ligado à secção anterior, o que deves levar na tua mochila dependerá muito do clima que podes esperar na altura e também das atividades que tens em mente. Mesmo assim, nesta lista de recomendações e dicas para viajares para o Brasil, gostaríamos de falar sobre alguns básicos que costumam ser muito úteis em geral: • Protetor solar e repelente de mosquitos. • Capa de chuva e proteção impermeável para a mochila. • Sapatos de caminhada, de preferência à prova d’água. Se passares muito tempo na praia, sandálias de caminhada também serão úteis. • Para transportar dinheiro de forma mais segura, uma pochete e/ou um cinto de dinheiro. • Um kit básico de primeiros socorros. • Roupas confortáveis e respiráveis, mas também quentes para situações de clima mais frio ou para viagens de avião ou autocarro. • Uma toalha de secagem rápida. • Fatos de banho/biquínis. Tem em conta que no Brasil não é permitido o topless. • Adaptadores universais de fichas, pois existem 3 tipos: duas fichas redondas, duas fichas planas verticais e uma mistura de ambas. 10. Como lidar com o dinheiro no Brasil, algumas dicas Provavelmente já sabes que a moeda do Brasil é o real brasileiro, e é com ele que terás de lidar durante a tua viagem. Mas como vais gerir o teu dinheiro? Levantar no multibanco? Trocar? Aqui estão algumas dicas para viajares para o Brasil relacionadas com a gestão do dinheiro: • Leva cartões que ofereçam uma boa taxa de câmbio, como o N26, Wise ou Revolut. Lembra-te que os bancos convencionais costumam cobrar taxas de câmbio e de levantamento no estrangeiro. • Anda sempre com algum dinheiro. Aconselhamos a não trocar dinheiro no aeroporto e a fazê-lo no centro das grandes cidades. Também é possível sacar dinheiro em caixas eletrónicas como o Citibank, Bradesco ou Banco do Brasil, que não cobram taxas de transação. Para isso, cartões como os mencionados na secção anterior são essenciais. Certifica-te de que são ATMs em agências bancárias ou centros comerciais, para evitar que o teu cartão seja clonado. • Se necessário, paga com cartão. O pagamento com cartão (crédito e débito) é amplamente aceite, mesmo em pequenas lojas. Mas não entregues o teu cartão a qualquer pessoa; dirige-te sempre ao POS. Infelizmente, a clonagem de cartões é bastante comum, por isso recomendamos que tenhas cuidado e utilizes a funcionalidade de “desligar” o cartão quando não estiveres a utilizá-lo. Estas são algumas sugestões para facilitar a tua gestão financeira durante a viagem ao Brasil. 11. Como poupar dinheiro numa viagem ao Brasil – é caro? O Brasil não é um país caro, mas também não é tão barato como a maioria do Sudeste Asiático. Se já estiveste na Colômbia, podemos dizer que os preços das viagens são bastante semelhantes. Aqui ficam alguns exemplos para te ajudar a orientar: • Alojamento: a partir de 5 euros por cama num hostel e 30-50 euros por um quarto duplo individual. • Comida: um almoço executivo ou prato feito (PF) custa cerca de 2-4 euros, os buffets ou as refeições por quilo têm preços aproximados. Se te sentares num restaurante, os preços quase duplicam. • Bebidas: uma caipirinha custa cerca de 2-4 euros, dependendo do local onde a bebes. Uma cerveja grande custa 2 euros. • Transportes: um transfer de autocarro do Rio de Janeiro para São Paulo custa entre 20 e 25 euros. Os voos estão disponíveis a partir de cerca de 30 euros, dependendo da antecedência com que fazes a reserva. • Excursões: depende muito do que está incluído, mas podes estimar entre 15 e 40 euros. Se estás preocupado em gastar muito, aqui estão algumas dicas para viajares barato pelo Brasil: • Come em restaurantes por peso ou procura pratos feitos à hora do almoço. Existem também bancas de cachorros-quentes, hambúrgueres e salgados, embora sejam menos saudáveis. • Evita excursões organizadas. Podes visitar muitos pontos turísticos, especialmente nas cidades, por tua conta. • Procura voos domésticos com antecedência. Se conseguires organizar a tua viagem com antecedência, poderás encontrar bons preços. • Compra um cartão SIM local. Estas são algumas dicas para te ajudar a poupar durante a tua viagem ao Brasil. 12. Não deixes de experimentar os pratos típicos da cozinha brasileira Certamente já seguiste este conselho noutros países, mas não te esqueças de o fazer aqui também. Pesquisa sobre a gastronomia brasileira e experimenta os pratos típicos, pois faz parte da viagem. Na nossa experiência, os básicos são feijoada, moqueca, acarajé, pão de queijo, vatapá, coxinha, churrasco e o omnipresente açaí. 13. Viaja conectado, descobre como ter internet Uma forma conveniente de viajar pelo Brasil é teres internet no telemóvel. Como em qualquer país, desta forma podes consultar mapas, usar o tradutor ou procurar informações enquanto te deslocas sem precisares de procurar uma rede wifi. Embora já existam empresas como a Holafly ou a Airalo, onde podes comprar um ESIM antes de viajar, se quiseres poupar dinheiro, a forma mais económica é obteres um SIM de uma empresa local como a Claro, a Vivo ou a TIM. Podes comprá-lo num dos quiosques do aeroporto, mas será ainda mais barato se fores a uma loja Claro, a maioria das quais se encontra em centros comerciais. Não te esqueças de levar o teu passaporte. Mais conselhos para viajar para o Brasil Se as dicas acima não foram suficientes, aqui estão algumas dicas adicionais para viajar para o Brasil que podem não se enquadrar nas secções anteriores: • Faz as tuas reservas de alojamento com antecedência, especialmente se for na época alta e ainda mais se quiseres desfrutar dos carnavais no Rio de Janeiro. • Levanta-te cedo! Isto é especialmente importante no Rio de Janeiro para visitar locais emblemáticos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, onde as filas podem durar horas. Coloca o teu despertador bem cedo se quiseres evitar as multidões nas Cataratas do Iguaçu. • Conversa bastante com os brasileiros – eles tendem a ser pessoas de mente muito aberta e vão ajudar-te a aproveitar muito mais a tua viagem. • É verdade que o Brasil não é o país mais seguro do mundo, mas com os conselhos que te demos e um pouco de cautela, nada te deverá acontecer. Por isso, também não sejas paranoico, pois acabarás por ficar desorientado. • É preferível gastar um pouco mais em alojamento e ficar em bairros seguros, com bons restaurantes e bares, para não teres de depender dos transportes. • Se gostas da marca Havaianas, aproveita! Por serem brasileiras, os preços das famosas sandálias são facilmente metade do preço na Europa. Se nos esquecemos de alguma dica para visitar o Brasil ou se tiveres alguma dúvida, não hesites em deixar-nos uma mensagem nos comentários.

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Seguro de viagem para a Suécia

Seguro de viagem para a Suécia

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Estás prestes a embarcar numa viagem única, que te levará a paisagens naturais incríveis, a cidades de uma beleza cativante, a uma gastronomia saborosa e, com alguma sorte, às espetaculares luzes do norte que fascinam tantos. Vais com uma coisa em mente: divertir-te. E para isso, é essencial ter o melhor seguro de viagem para a Suécia para te proteger do início ao fim da tua visita. Neste artigo vamos mostrar-te qual é a melhor apólice para este destino, que coberturas vais precisar aqui e como a subscrever de uma forma super simples. Låt oss börja! (Vamos começar!) Porquê fazer um seguro de viagem para a Suécia? Enquanto estamos no nosso país, desfrutamos da tranquilidade de um sistema de saúde pública que nos garante acesso aos melhores especialistas e hospitais sem termos de pagar nada do nosso bolso. Quando saímos do país, cada destino que visitamos apresenta realidades completamente diferentes e temos de nos adaptar a elas. Um exemplo claro disso é este belo país nórdico. Aqui, é fácil encontrar centros médicos de primeira classe, mas o preço muito elevado faz com que até o próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros insista na importância de ter um bom seguro de viagem para a Suécia que não deixe nada ao acaso. Um tropeção durante um passeio pelo centro de Estocolmo que resulte numa entorse, um marisco estragado que provoque problemas digestivos, um acidente durante uma viagem de carro pelo país ou, sem ir tão longe, qualquer alergia ou doença que não seria um grande problema no teu país, pode significar milhares de euros em faturas que arruinariam completamente a tua viagem até aqui. Por outro lado, ao teres a tua apólice internacional, terás acesso aos melhores especialistas sem teres de pagar nada do teu bolso. Falamos sempre de “seguro de viagem” e não de “seguro de saúde internacional” porque vamos muito para além da saúde. Numa viagem como esta é preciso ter em conta muitas outras coisas e, graças a esta apólice, também estarás coberto em casos como roubo, problemas com a tua bagagem, incidentes com o teu transporte e, claro, o tão caro repatriamento. Outra razão para subscrever? Poderás até receber o teu dinheiro de volta se não puderes viajar. Continua a ler e descobre todos os detalhes. Qual é o melhor seguro de viagem para a Suécia? Na secção seguinte vamos mostrar-te quais são as coberturas que não podem faltar nesta viagem. Se quiseres avançar porque já estás consciente da importância vital de ter o teu seguro de viagem para a Suécia, não esperes mais e obtém o teu IATI Estrela. Não arrisques e desfruta da viagem que mereces! O que deve ter o melhor seguro de viagem na Suécia, características e particularidades Cada destino é único e requer um seguro específico, pois uma escapadela romântica a Paris não é o mesmo que uma viagem de 10 dias aos Himalaias. As que te mostramos a seguir são as coberturas que devem e estão incluídas no teu IATI Estrela: Serviço 24 horas na tua língua A primeira coisa que queres de um seguro de viagem para a Suécia é que te facilite a vida e que, em caso de incidente, possa resolvê-lo rapidamente. Já imaginaste ter de pedir ajuda numa língua que não dominas, como o sueco? Seria uma enorme perda de tempo e, pior ainda, poderia envolver detalhes que até poderiam ser vitais em momentos de emergência. É por isso que com a tua IATI Estrela serás sempre atendido na tua língua e tudo correrá bem. Estamos disponíveis para ti 24 horas por dia, 7 dias por semana. Quer seja feriado ou precises de nós de madrugada, estaremos sempre à tua disposição. O contacto connosco é totalmente gratuito através da nossa aplicação, WhatsApp ou e-mail. Além disso, se preferires contactar-nos por telefone e depois enviar-nos o recibo, reembolsar-te-emos para que não tenhas de pagar o custo da chamada internacional. 24 horas, na tua língua e gratuitamente. 100% IATI. Alta cobertura para cuidados de saúde Quando se diz que os cuidados médicos na Suécia são caros, não se está a exagerar, pois as faturas de internamentos, exames médicos ou transferências de ambulância podem ascender a milhares de euros. Por isso, dotámos a IATI Estrela com até 5.000.000 euros exclusivamente para cuidados médicos. Desta forma, seja qual for o problema com que te depares, terás acesso aos melhores recursos médicos disponíveis. Desportos de aventura na Suécia Estocolmo, a aurora boreal, Gotemburgo, Gripsholm… são apenas algumas das coisas incríveis que se podem ver aqui. Mas cada vez mais viajantes aproveitam a oportunidade para tirar o máximo partido deste destino e desfrutar de atividades como caminhadas, ciclismo, desportos de neve, rafting… Pura adrenalina e contacto total com a natureza! Este tipo de experiências chama-se “desportos de aventura” e a maioria das companhias não as cobre. Mas, felizmente para ti, a IATI Estrela inclui, sem custos adicionais, a Cobertura de Desportos de Aventura. Graças a ela, estarás coberto para uma longa lista destas atividades e poderás desfrutar da tua viagem com a certeza de que, se algo acontecer, também estarás em boas mãos. Sem franquias, não pagas nada do teu bolso Quando se trata de escolher o teu seguro de viagem para a Suécia, precisas de ter cuidado, porque muitas empresas fazem os seus preços escondendo as temidas franquias nas letras pequenas. Por exemplo, uma franquia típica de 100 euros significa que terás sempre de pagar os primeiros 100 euros por cada assistência recebida. Se, após um acidente, tiveres de ir várias vezes ao médico para fazer tratamentos ou exames: pagarás sempre do teu bolso os primeiros 100 euros por cada tratamento. Sempre e sempre. Isto nunca acontecerá com o teu IATI Estrela porque não há surpresas ocultas. Somos 100% claros e tratamos das tuas despesas médicas desde o primeiro cêntimo. Sem necessidade de adiantar dinheiro para cuidados médicos Por outro lado, os seguros de saúde privados que oferecem cobertura no estrangeiro (já te dissemos que são sempre muito mais baixos do que os que te mostramos) não facilitam as coisas. Obrigam-te a pagar as despesas médicas do teu próprio bolso e, depois, a iniciar um longo processo para recuperar o teu dinheiro. Se isto acontecer num caso grave, terás de pagar milhares de euros sem saber quanto e quando o receberás de volta. Graças a este seguro de viagem para a Suécia, tudo é muito mais simples. Quando precisares de assistência e nos contactares, nós encaminhar-te-emos para o centro médico mais próximo e mais adequado ao teu caso. Quando lá chegares, estarão à tua espera e nós encarregar-nos-emos das despesas da visita, dos exames médicos, do internamento e até dos medicamentos que te forem receitados. Não tens de pagar nada. Se uma emergência te impedir de nos contactar antes de receberes cuidados médicos, não te preocupes. Basta enviar-nos as faturas e os relatórios médicos correspondentes e nós reembolsar-te-emos o mais rapidamente possível. Bagagem perdida e roubo incluídos Como já viste que o Ministério dos Negócios Estrangeiros adverte, um bom seguro para a Suécia deve ir além da tua saúde e deve garantir que também estarás nas melhores mãos em todos os casos que podem ocorrer numa viagem como esta. Por isso, com o IATI Estrela também terás coberturas como: • Deslocação de um membro da família: 1.400 euros. • Convalescença no hotel: 1.400 euros. • Roubo e danos na bagagem: 2.500 euros. • Furto: 100 euros. Atraso na partida do meio de transporte: 300 euros. • Atraso na entrega da bagagem registada: 300 euros. • Alteração dos serviços aéreos inicialmente contratados: 200 euros. • IATI oKupas: 3.000 euros. E, além disso, entre muitas outras, também terás a melhor cobertura para diferentes casos de repatriamento. Opção de cancelamento – cancelar a tua viagem à Suécia Não estamos propriamente a falar de uma viagem barata. É preciso reservar voos, alojamento, atividades ou até mesmo um carro alugado para explorar o país por tua conta. É um investimento considerável quando se viaja e é normal que surjam dúvidas como: “Perco todo esse dinheiro se tiver de cancelar a minha viagem por um motivo grave?” Na IATI, com mais de 135 anos de experiência, evoluímos todos os dias para responder a todas as tuas necessidades de viagem à medida que elas surgem. É por isso que fomos pioneiros na criação do Suplemento de Cancelamento de Viagem. Com ele, juntamente com a tua IATI Estrela, podemos reembolsar-te até 6.000 euros das despesas que não podes recuperar junto dos teus fornecedores oficiais, se tiveres de cancelar a tua viagem por qualquer um dos muitos motivos tidos em conta nas condições. Este suplemento é o preferido de milhares de viajantes que já conseguiram recuperar o seu dinheiro e podes obtê-lo com apenas um clique quando comprares o teu seguro internacional para a Suécia. Vale totalmente a pena! Cobertura do seguro de viagem para a Suécia Como podes ver, graças a estas coberturas de topo, o IATI Estrela é, sem dúvida, o melhor seguro de viagem para a Suécia. Mas, para além disso, esta super apólice tem muitas outras que certamente te interessarão e que podes consultar em detalhe na sua página de contratação. Aqui ficam os valores de algumas das principais coberturas, resumidamente. Quanto custa um seguro de viagem para a Suécia? É normal que, depois de ver estas grandes coberturas, penses que o preço será elevado. Mas agora vem a surpresa. Graças à excelente relação qualidade/preço do IATI Estrela, o custo é apenas uma pequena parte do teu orçamento de viagem. E poupar-te-á milhares de euros no caso de um incidente grave. Vê por ti mesmo: Como subscrever o melhor seguro de viagem para a Suécia No menu, terás de introduzir os teus dados de viagem: • O teu local de residência • O destino da tua viagem: neste caso, a Suécia • As datas de início e fim da tua viagem • O número de viajantes • Tipo de seguro: seguro de viagem Depois de preencheres o menu, clica em “Calcular”, escolhe a tua IATI Estrella e clica em “Contratar”. É aqui que podes adicionar o Suplemento de Cancelamento e ter a certeza de que podes receber o teu dinheiro de volta se cancelares a tua viagem, como te explicámos. Preenche os teus dados pessoais, faz o pagamento e receberás um e-mail com os detalhes da tua apólice e os contactos para quando precisares de assistência. É isso mesmo! Informações úteis para viajar em segurança para a Suécia: Saúde na Suécia Os cuidados médicos são extremamente caros, por isso é crucial ter um seguro de viagem para a Suécia que cubra esses custos. O IATI Estrela é o mais indicado para este destino porque, além de oferecer uma grande cobertura para questões de saúde, também te protegerá em situações como roubo, problemas com a tua bagagem, incidentes com os teus voos ou mesmo se precisares de ser repatriado. Não esperes mais e faz já o teu seguro!

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Qual é a melhor época para viajar para o México?

Qual é a melhor época para viajar para o México?

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Descobrir a melhor época para viajar para o México pode ser complicado. Apesar de provavelmente já saberes que, em certas alturas, chove na zona de Cancún/Riviera Maya ou que até pode haver furacões, o México é um país muito grande com várias regiões e climas diferentes, pelo que é necessário esclarecer algumas dúvidas. Por isso, se estás a pensar fazer um itinerário no México, aqui vamos dizer-te como são as estações do ano, quando chove e quando não deves visitar as praias, quando os furacões ocorrem com mais frequência e, em suma, tudo o que precisas de saber para teres um melhor tempo. Continua a ler e descobre qual é a melhor época para viajar para o México. Como é o clima no México? A primeira coisa a ter em conta é que o México é um país enorme e diversificado. Na verdade, cobre uma área de 1.964.375 km² na qual se podem encontrar desertos, montanhas com mais de 5.000 metros de altura, montanhas cobertas de neve, zonas de selva e, claro, praias. O clima do México é, portanto, muito variado. O Trópico de Câncer divide o México em zonas temperadas e tropicais. No norte, as temperaturas são mais baixas entre dezembro e fevereiro, enquanto no centro e no sul as temperaturas são mais constantes e variam consoante a altitude. O norte recebe geralmente menos precipitação do que o sul. Não te preocupes, neste artigo, ficarás a saber mais sobre o clima e, mais importante ainda, sobre a melhor época para viajar para o México. Quando é a estação das chuvas no México? Furacões? Em termos gerais, podemos dizer que a estação das chuvas no México decorre de maio a novembro. Mesmo assim, é importante ter em conta que se trata de um país grande e que na costa noroeste o clima é mais árido, enquanto no sul há um clima mais tropical que tende a ser mais chuvoso. Durante a estação das chuvas no México, normalmente não chove o dia todo. Costumam ser aguaceiros, por vezes bastante fortes, que duram entre minutos e algumas horas, mas depois dissipam-se e podes aproveitar o resto do dia. Ao decidir qual a melhor altura para viajar para o México, também é importante saber que a época dos furacões decorre aproximadamente de junho a novembro, mas há uma maior probabilidade de ocorrência de furacões entre setembro e outubro. Embora os furacões possam ocorrer ao longo de ambas as costas, os mais violentos são os que atingem a costa leste, as Caraíbas e o Golfo do México. Os furacões no México não costumam ser muito violentos, nem ocorrem todos os anos com grande intensidade, mas vale a pena prestar mais atenção às notícias durante estes meses. Quando é que faz mais calor no México? Em termos de temperaturas, pode dizer-se que o México é quente durante todo o ano, especialmente de junho a setembro. No entanto, é importante ter em conta que, no interior, existem cidades situadas a uma altitude considerável (acima dos 2.000 metros acima do nível do mar), pelo que nos meses de inverno (novembro a fevereiro) pode fazer bastante frio, especialmente à noite. As temperaturas nas zonas costeiras variam entre os 20ºC e os 33ºC, pelo que poderás desfrutar das praias do México em qualquer altura. Se estiveres a planear mergulhar no México, terás de verificar a estação do ano em função da zona que pretendes visitar. Por exemplo, a Riviera Maya é melhor de março a maio, mas no Mar de Cortez é melhor de agosto a novembro, sendo setembro e outubro a época dos tubarões-martelo. O tempo no México por zonas Como te dissemos, o México é um país grande. Aqui está um resumo do tempo em cada zona: • Melhor época para viajar para a Riviera Maya e para o resto da Península de Yucatán: se quiseres evitar as chuvas e os furacões, é melhor visitar esta parte do país de novembro/dezembro a março/abril. Durante o resto do ano, continua a estar calor. • Melhor altura para visitar a Cidade do México e o centro do México: os meses mais chuvosos são de maio a outubro, mas também os meses mais frescos em termos de temperatura, variando entre 12°C e 24°C. De novembro a fevereiro pode ficar bastante fresco, com mínimas de 6°C. Abril, maio e junho são os meses mais quentes, com máximas de cerca de 27ºC. • Melhor época para a Baixa Califórnia e o norte do México: o clima é mais ou menos estável durante todo o ano, mas no verão (julho-setembro) as temperaturas sobem consideravelmente, podendo ultrapassar os 40ºC na Baixa Califórnia e nas zonas desérticas. É também nesta altura que pode chover um pouco mais. Em algumas zonas do norte, pode fazer bastante frio entre dezembro e fevereiro, especialmente quando sopram os ventos frios dos EUA. • Melhor altura para visitar o sul do México: se quiseres descobrir os estados de Chiapas e Oaxaca, de novembro a maio é quando terás o melhor tempo e a menor probabilidade de chuva. A melhor altura para viajar para o México mês a mês Embora já saibas mais ou menos qual a melhor altura para viajar para o México, talvez estejas interessado em ver como o tempo se comporta mais ou menos em cada mês: • Viajar para o México em janeiro: este é um ótimo mês para ver a maior parte do país, uma vez que é a estação seca. Seria ideal para desfrutar da Península de Yucatán, mas tem também em conta que é época alta, pelo que os preços são mais elevados. Tem em atenção que em cidades de grande altitude, como a Cidade do México ou San Cristóbal de las Casas, pode fazer frio à noite. O mês de janeiro marca o início da época de observação de baleias cinzentas na Baixa Califórnia. • Viajar para o México em fevereiro: muito semelhante a janeiro, mas com um pouco menos de turismo. Para nós, é a melhor altura para viajar para o México, juntamente com março. • Viajar para o México em março: possivelmente o melhor mês de todos, o tempo é mais estável, agradável nas zonas interiores e a altura ideal para apreciar as baleias na Baixa Califórnia. • Viajar para o México em abril: este é o mês mais seco na Península de Yucatán, pelo que é um bom mês para desfrutar das praias. Mas não te esqueças que a Semana Santa é uma loucura em termos de preços e multidões, pois é também um feriado mexicano. Por isso, é uma boa ideia reservar tudo com antecedência. • Viajar para o México em maio: as chuvas começam a aparecer no sul, mas não com a intensidade dos meses de verão. Em geral, é um mês bastante quente. • Viajar para o México em junho: começa a época baixa e, com ela, os bons preços. São normais aguaceiros curtos durante a tarde e a noite, mas nada que te impeça de desfrutar da tua viagem. Pode ser uma boa altura para viajar para as zonas do interior. • Viajar para o México em julho: julho é um mês chuvoso e mais quente, especialmente no sul. Não significa que esteja sempre a chover, mas é mais provável que chova durante a tarde ou à noite. É a época de observação de tubarões-baleia em Holbox. • Viajar para o México em agosto: muito semelhante a julho, com o bónus adicional de um furacão na costa leste. É uma boa altura para visitar a Baixa Califórnia e Los Cabos. • Viajar para o México em setembro: esta é uma altura muito económica, pois é o auge da época dos furacões. Se quiseres evitar os furacões, é melhor não ir para a costa. • Viajar para o México em outubro: a chuva começa a abrandar, sobretudo no final do mês, e os preços continuam a ser baixos. As temperaturas são agradáveis. • Viajar para o México em novembro: esta é, sem dúvida, uma das melhores alturas para visitar o México. O risco de furacões diminui e celebra-se também o Dia dos Mortos (no início do mês), tornando a tua viagem memorável. • Viajar para o México em dezembro: o clima é ameno e agradável, mas deves ter em conta que durante a segunda metade do mês os preços multiplicam-se. Lembra-te que esta é a teoria e que o tempo pode ser muito instável, especialmente nas zonas do sul. Época alta e época baixa no México Para além do clima, ao decidir quando viajar para o México, é preciso ter em conta a época alta e a época baixa, o que se traduz em preços diferentes para o alojamento e o transporte. É assim que funciona: • Época alta no México: aproximadamente de novembro a abril. Coincide com o melhor tempo nas zonas turísticas, quando há pouca chuva e menos calor. Especialmente durante as festividades do Dia dos Mortos e do Natal, os preços dos quartos quase duplicam e, naturalmente, encontrarás mais pessoas em todo o lado. • Época baixa no México: como já deves ter adivinhado, é durante a estação das chuvas. Decorre aproximadamente de julho a outubro, altura em que existe também um maior risco de tufões. Neste caso, encontrarás melhores preços em hotéis e voos e, claro, menos pessoas nas praias da Riviera Maya. Ainda assim, julho e agosto são óptimos na Baixa Califórnia e em Los Cabos, pelo que encontrarás aqui muito turismo, especialmente dos Estados Unidos. Então, qual é a melhor altura para viajar para o México? Depois de tudo o que foi dito, podes ainda estar a perguntar-te qual é a melhor altura para viajar para o México. Resumindo: de dezembro a abril, encontrarás bom tempo em todo o país, mas evita o Natal e a Páscoa. Se quiseres fazer uma viagem um pouco mais barata, fevereiro e março são muito adequados. Por outro lado, outro mês ótimo para viajar para o México é novembro. As temperaturas são agradáveis, há pouco risco de furacões e celebra-se também o Dia dos Mortos. Neste caso, é aconselhável reservar alojamento com antecedência entre 30 de outubro e 5 de novembro. Perguntas frequentes sobre a melhor altura para viajar para o México Esperamos já ter respondido a todas as tuas perguntas sobre a melhor época para viajar para o México, mas aqui ficam algumas das perguntas mais frequentes sobre o tema, para maior esclarecimento: Qual é a melhor altura para viajar para Cancún? De dezembro a abril é uma boa altura devido ao clima seco e à ausência de risco de furacões. Tem em conta que dezembro é época alta, assim como a Páscoa, por isso recomendamos que reserves com antecedência. Qual é a melhor altura para ir à Riviera Maya? Desde o final de novembro até maio. Quais são os meses de chuva no México? Aproximadamente de maio a novembro. Setembro e outubro são os meses com maior risco de furacões, especialmente na costa leste. Qual é a época alta no México? Na zona da Riviera Maya, de dezembro a abril, sendo o Natal e a Páscoa os períodos mais movimentados. Como é viajar para o México em agosto? É um mês relativamente barato, mas é importante considerar que é a época das chuvas na Riviera Maya e há risco de furacões. Pronto para visitar o México? Temos a certeza de que te ajudámos a escolher. Antes de partires, não percas estes outros artigos do nosso blog: • Itinerário de viagem de 15 dias para o México • Documentos e requisitos para viajar para o México • O que ver e fazer no México: 9 imperdíveis

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Como visitar o Coliseu romano: bilhetes, preços, horários e conselhos

Como visitar o Coliseu romano: bilhetes, preços, horários e conselhos

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Se estás a procurar como visitar o Coliseu romano, chegaste ao lugar certo. Como apaixonados por Roma, aqui vamos contar-te as melhores maneiras de o visitar, como comprar bilhetes, quanto custam, horários de abertura e conselhos para que o desfrutes ao máximo. Quer optes por fazê-lo por conta própria ou com uma visita guiada, na IATI, especialistas em seguros de viagem, queremos fornecer-te toda a informação para que possas desfrutar daquele que é possivelmente o monumento mais importante a ver em Roma. Continua a ler e descobre como visitar o Coliseu. Vamos começar! História e curiosidades sobre o Coliseu Necessita de pouca apresentação, mas comecemos por dizer que o Coliseu ou Anfiteatro Flávio é um dos lugares mais fascinantes que temos neste planeta. Construído entre os anos 72 e 80 d.C. pela dinastia de imperadores Flávia, este foi o maior dos anfiteatros construídos pelo Império Romano. Estima-se que tinha uma capacidade para cerca de 65.000 pessoas com 80 filas de bancadas e os espectadores reuniam-se nele para assistir a combates de gladiadores, recriações de batalhas famosas, caçadas de feras, peças de teatro clássicas e até execuções. O Coliseu foi utilizado durante mais de 500 anos, mas, com a chegada dos bizantinos, foi perdendo importância. Foi saqueado e chegaram a utilizar-se partes deste para erguer novos edifícios. Os desastres naturais também afetaram a sua estrutura, mas boa parte ainda se mantém de pé e visitar o Coliseu por dentro significa imergir numa história de quase 2.000 anos. O percurso pelo seu interior passa por uma exposição com painéis explicativos, bem como alguns objetos de interesse, mas também te permite admirar as bancadas onde os romanos se sentavam conforme a sua classe social. Se comprares os bilhetes mais completos para o Coliseu, também poderás entrar na arena e no hipogeu Como visitar o Coliseu Existem, basicamente, duas maneiras de visitar o Coliseu: 1. Por conta própria: comprando o bilhete na bilheteira ou no site oficial e indo por tua conta para desfrutar dos diferentes lugares. Neste caso, também podes comprar a audioguia e assim aprendes sobre a história do monumento. 1. Com uma visita guiada: irás acompanhado de um guia especializado que te contará todos os detalhes. As visitas guiadas podem ser compradas na própria página oficial do Coliseu (com vagas muito limitadas) ou em páginas de agências online como esta. Considera que o bilhete para o Coliseu também te permite o acesso ao Fórum Romano e ao Palatino durante 24 ou 48 horas, dependendo do tipo que adquiriste. Visitas guiadas ao Coliseu de Roma Como deves imaginar, o Coliseu é um lugar com uma história de quase 2.000 anos e repleto de detalhes que, indo por tua conta, costumam passar despercebidos. Por isso, mesmo que não sejas fã de excursões, fazer uma visita guiada pelo Coliseu não é, de modo algum, uma má ideia. Vais aprender muito mais e, além disso, vais evitar as filas de entrada, já que os guias têm um acesso prioritário por outra porta. Por outro lado, os bilhetes para o Coliseu esgotam rapidamente, especialmente se não os comprares com antecedência, por isso, se decidiste não fazer a visita guiada e ir por conta própria, pode ser que finalmente não tenhas outra opção senão contratar um dos seguintes tours para poder visitá-lo: • Visita guiada pelo Coliseu: a mais simples, com entrada para o Coliseu e visita guiada de 1 hora. • Visita guiada pelo Coliseu, Fórum e Palatino: um pouco melhor que a anterior, já que visitarás também o Fórum e o Palatino com um guia. Dura aproximadamente 3 horas. • Coliseu, Fórum e Palatino + Arena de gladiadores: é mais completa que a anterior porque inclui o acesso à Arena do Coliseu. • Coliseu Subterrâneo e Arena + Fórum e Palatino: além da Arena, visitarás os subterrâneos. • Oferta: Vaticano + Coliseu, Fórum e Palatino: uma opção excelente para passar um dia de aprendizagem por Roma. Visitam-se os Museus do Vaticano de manhã e o Coliseu, Fórum Romano e Palatino, tudo isso acompanhado de um guia de língua portuguesa. Tipos de bilhetes para o Coliseu romano Se estás a pensar em visitar o Coliseu por conta própria, ou seja, gerir diretamente tu a compra dos bilhetes, estes são os tipos existentes neste momento: • 24h – Coliseu Fórum Romano Palatino (entrada geral): com este bilhete podes visitar o Coliseu sem a arena, o Fórum Romano-Palatino e os Fóruns Imperiais. É válido durante 24 horas e só se pode aceder uma vez a cada lugar. Mais informações aqui. • 24h – Coliseu Fórum Romano Palatino (entrada geral) + visita guiada em português: a tudo o que falámos no ponto anterior, acrescenta-se uma visita com um guia oficial de língua poruguesa de 45 minutos. • Bilhete Full Experience Arena: o mais completo de todos, já que além do Coliseu, o Fórum Romano-Palatino e os Fóruns Imperiais, inclui o acesso à Arena do Coliseu. É válido durante 2 dias. Mais informações aqui. • Bilhete Full Experience Subterrâneos e Arena: além da Arena, podes visitar o hipogeu ou subterrâneos. • Early Morning – Visitas com o elevador panorâmico: elevador panorâmico até à galeria intermédia e daí até ao ático do Coliseu das 7:30 às 9:00. No entanto, só pode ser comprado através de guias autorizados. • Luna sul Colosseo: são visitas guiadas à noite em italiano ou em inglês de 75 minutos. Realizam-se todos os dias, exceto às segundas-feiras, das 20:00 às 24:00. Preços dos bilhetes para o Coliseu Os preços dos bilhetes para o Coliseu comprados na sua página oficial são os seguintes: • 24h – Coliseu Fórum Romano Palatino (entrada normal): 16€. • Entrada normal + visita guiada em português: 21€. • Full Experience Arena: 22€. • Full Experience + visita guiada em português: 32€. • Early Morning – Visitas com o elevador panorâmico: 18€. • Luna sul Colosseo: 25€. • Audioguia: 8€. É possível entrar gratuitamente no Coliseu de Roma? Sim! É possível visitar gratuitamente o Coliseu de Roma no primeiro domingo de cada mês e em certos dias do ano que costumam coincidir com o 25 de abril (Aniversário da Liberdade), o 2 de junho (Dia da República) e o 4 de novembro (Dia da Unidade Nacional e das Forças Armadas). Em qualquer caso, deverás comprar o bilhete na bilheteira, situada aqui. Também podem entrar gratuitamente no Coliseu as seguintes pessoas: • Menores de 18 anos. • Cidadãos da União Europeia (UE) com deficiência acompanhados por um familiar ou pessoa que comprove a condição de acompanhante em serviço de assistência. • Guias turísticos e intérpretes da UE no exercício da sua atividade profissional. • Professores de História da Arte. • Investigadores de matérias relacionadas com os bens culturais. Em qualquer um destes casos, é importante levar um documento comprovativo. Para te certificares destas datas ou ver se há alguma mais que te possa interessar para visitar o Coliseu gratuitamente, aconselhamos que consultes a página oficial. Há descontos para o Coliseu? Os jovens da União Europeia com idades entre os 18 e 25 anos também têm direito a descontos para o Coliseu. Devem comprar o bilhete reduzido (4€ no caso do bilhete mais simples). Embora não seja um desconto propriamente dito, deves saber que o Coliseu é uma das atrações incluídas nos passes turísticos de Roma: OMNIA Rome & Vatican Card e Go City: Rome Explorer Pass. Ainda assim, terás de reservar o horário com antecedência e pagar os 2€ de taxas de gestão. É importante que analises se te interessa comprá-los ou não, dependendo dos lugares que tens pensado visitar. Geralmente, compensa no caso de quereres visitar muitas atrações turísticas ou fazer visitas guiadas. Onde comprar bilhetes para o Coliseu Agora que já sabes quanto custa visitar o Coliseu e os tipos de bilhetes que existem, talvez te perguntes onde podes comprar os bilhetes. Tens estas opções: • Na bilheteira: As bilheteiras para comprar bilhetes para o Coliseu estão abertas das 9:00 às 18:15. Ainda assim, considera que, além de teres de esperar nas filas, pode ser que não haja bilhetes disponíveis para o momento em que queres entrar. Se quiseres ter mais sorte, o melhor é que estejas lá antes da abertura. • Na página oficial do Coliseu: considera que normalmente só estão à venda com um mês de antecedência e que realmente esgotam rápido, já que na maioria dos casos há intermediários à espera para comprá-los e revendê-los. Se quiseres comprar assim, aconselhamos-te a pôr um alarme exatamente um mês antes da visita. Quando os comprares, receberás um e-mail com os teus bilhetes. Avisamos que a página não é muito intuitiva e que, apesar de ter tradução para português, muitos textos aparecem em inglês ou em italiano. Finalmente, também podes inscrever-te numa das visitas guiadas ao Coliseu que mencionámos. Estas, além da grande vantagem de ires acompanhado por um guia que te conta tudo, permitem-te evitar as filas, já que os guias têm acesso por outra porta. Relembramos quais são as mais interessantes: • Visita guiada pelo Coliseu • Visita guiada pelo Coliseu, Fórum e Palatino • Coliseu, Fórum e Palatino + Arena de gladiadores • Coliseu Subterrâneo e Arena + Fórum e Palatino • Oferta: Vaticano + Coliseu, Fórum e Palatino Horários para visitar o Coliseu Os horários de visita ao Coliseu dependem da época do ano e é sempre melhor verificar com antecedência, mas, em geral, abre das 9:00 às 16:30 no inverno e das 9:00 às 19:00 (ou 19:15) nos meses de verão. A última entrada é uma hora antes do horário de encerramento. Em relação a datas, fecha a 25 de dezembro e a 1 de janeiro. Melhor hora para entrar no Coliseu de Roma Visto que as visitas ao Coliseu estão reguladas por intervalos horários e a disponibilidade de bilhetes é limitada, não achamos que seja crucial escolher uma hora exata. Ainda assim, se tiveres a sorte de poder escolher, achamos que o melhor é ir na primeira hora do dia ou na última hora da tarde, que é quando há menos viajantes. Se procuras evitar multidões, recomendamos evitar feriados e fins de semana. Conselhos para visitar o Coliseu romano Aqui tens algumas recomendações e conselhos para visitar o Coliseu, baseados na nossa experiência: • Se tens as datas bem definidas, não hesites e compra os teus bilhetes para o Coliseu romano ou reserva a tua visita guiada o quanto antes. • Na medida do possível, evita visitar o Coliseu de Roma ao fim de semana ou em feriados. • Se queres tirar boas fotos do Coliseu, o melhor é que te afastes um pouco dele. Obterás panorâmicas excelentes a partir da Via Nicola Salvi e da Via Celio Vibbena. Também saem fotos fantásticas desde a Piazza di Santa Francesca Romana. • Vais visitar o Coliseu no verão? Aconselhamos-te a levar chapéu/boné e água, já que passarás bastante tempo ao sol. • Calcula que a visita te levará entre 1 hora e 1 hora e 45 minutos. • Existem casas de banho no Coliseu, concretamente no rés-do-chão. • Não leves malas ou mochilas volumosas, já que não há cacifos para as deixar. • Tem cuidado com objetos de valor. Sendo um lugar muito turístico, os carteiristas aproveitam qualquer descuido. • Se compraste bilhetes para o Coliseu de Roma com data e hora determinadas, é melhor chegares com pelo menos 15 minutos de antecedência. • Para chegar ao Coliseu, podes ir de metro com a linha B (paragem Colosseo), de elétrico com as linhas 3 e 8 (paragem Piazza del Colosseo) ou de autocarro com as linhas 75, 81, 175, 204, 673, N2 e N10. Em qualquer caso, o Google Maps dar-te-á as indicações necessárias conforme o lugar onde te encontres. • Não te esqueças de levar um bom seguro de viagem como o IATI Escapadinhas. Apesar de estares dentro da UE, as coberturas médicas são limitadas e os seguros de viagem vão muito além do puramente hospitalar. Perguntas frequentes sobre a visita ao Coliseu de Roma A seguir, encontras algumas das perguntas mais habituais dos viajantes sobre a visita ao Coliseu de Roma: Qual é a melhor maneira de visitar o Coliseu romano? Na nossa opinião, o melhor é fazer uma visita guiada que inclua pelo menos a Arena ou os subterrâneos do Coliseu. É um lugar tão fascinante que quanto mais vires, melhor. Onde comprar bilhetes para o Coliseu? Podem ser comprados na bilheteira ou previamente através da página oficial do Coliseu. Da nossa perspetiva, é melhor evitar a bilheteira para não esperar tanto tempo na fila. Considera que os bilhetes só são postos à venda com um mês de antecedência e esgotam rapidamente. Quanto custa a visita ao Coliseu? Depende do tipo de bilhete, mas os preços variam entre 16€ e 32€. As visitas guiadas começam nos 40€. Quanto tempo demora a ver o Coliseu? Entre 1 a 3 horas, dependendo do tipo de viajante que sejas e se vais com guia ou não. Qual é a página oficial do Coliseu romano? É esta: https://colosseo.it/es/ Há visitas guiadas ao Coliseu de Roma? Sim, claro. Há visitas de todo o tipo e em vários idiomas. De facto, há visitas até à noite. Esperamos ter-te ajudado a resolver todas as tuas dúvidas sobre a visita ao Coliseu de Roma, mas podes fazer-nos as perguntas que achares convenientes nos comentários. Além disso, não vás já embora! No blog da IATI temos imensa informação de viagem, entre a qual destacamos os seguintes artigos sobre Itália: • O que fazer em Roma • Documentos e requisitos para viajar para Itália

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Melhor altura para viajar para a Nova Zelândia

Melhor altura para viajar para a Nova Zelândia

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Com meia volta ao mundo para lá chegar, deves estar a perguntar-te qual é a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia. Seja porque queres fazer muitas caminhadas, explorar o país de carrinha sem derreter/congelar ou evitar as alturas em que os preços de tudo sobem, nós da IATI, vamos agora ser ainda mais práticos e contar-te tudo sobre a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia. Ao longo deste guia, vamos falar-te do clima na Nova Zelândia, das diferenças entre a Ilha do Norte e a Ilha do Sul, das épocas alta e baixa e de alguns eventos de interesse que determinam a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia. Como é o clima na Nova Zelândia Sem sermos demasiado técnicos, gostaríamos de falar um pouco sobre o clima, que é um fator decisivo para determinar a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia. O país está localizado no hemisfério sul, entre os paralelos 34 e 47, o que corresponde quase à localização da Itália no hemisfério norte. No entanto, como estamos a falar de ilhas mais expostas aos ventos frios e às correntes oceânicas, a Nova Zelândia tem um clima mais temperado, com temperaturas médias anuais entre os 10ºC no sul e os 16ºC no norte. Claro que, tal como em Portugal, o clima varia de região para região. Assim, na Costa Oeste é bastante húmido, enquanto em Canterbury é semi-árido e em Northland é subtropical. Ainda assim, podemos dizer que, em termos gerais, o clima é mais chuvoso do que em Portugal, razão pela qual em toda a Nova Zelândia podemos desfrutar de espaços naturais exuberantes. No entanto, seja qual for a altura do ano em que decidas viajar para a Nova Zelândia, é aconselhável levares todo o tipo de roupa, uma vez que as mudanças bruscas de tempo são comuns. Não te esqueças de um impermeável, de sapatos de caminhada em goretex e de proteção solar. Devido ao buraco de ozono nesta parte do mundo e à falta de poluição, o sol queima muito mais do que em Portugal, por isso tem extra cuidado. O uso de várias camadas de roupa também é fundamental para te manteres confortável. Quando é o verão na Nova Zelândia? Uma vez que o arquipélago se situa num hemisfério diferente do da Europa, deves ter em conta que as estações do ano são “invertidas”. Ou seja, o verão na Nova Zelândia é entre dezembro e março, o outono entre março e junho, o inverno entre junho e setembro e a primavera de setembro a dezembro. Em termos de meses em particular, janeiro e fevereiro são os meses mais quentes, enquanto julho é o mais frio. Como mencionado, o sul da Ilha do Sul é mais fresco, com uma temperatura média de verão de cerca de 17ºC. O noroeste da Ilha do Sul, por outro lado, é mais quente, com temperaturas médias em janeiro e fevereiro a rondar os 22ºC. Época alta e época baixa na Nova Zelândia Para além dos fatores climáticos, como não estamos num país muito económico, é importante ter em conta quando é a época alta na Nova Zelândia, uma vez que os preços do alojamento, do aluguer de carros ou carrinhas e dos voos sobem bastante. Como provavelmente adivinharás, a época alta na Nova Zelândia coincide com o verão. Ou seja, entre dezembro e março, altura em que os neozelandeses e os australianos têm as suas férias. Quanto mais próximas as datas forem do Natal, mais pessoas encontrarás nos locais turísticos, pelo que recomendamos que faças a tua reserva com bastante antecedência. A época baixa, por outro lado, é no inverno. Julho e agosto são os meses mais frios e menos soalheiros, pelo que será mais calmo e os preços serão mais baratos. Naturalmente, nas estâncias de esqui de Queenstown, por exemplo, passa-se o contrário. Durante a primavera e o outono, com exceção de épocas específicas como a Páscoa, existe aquilo a que podemos chamar a época média. Ou seja, a ocupação é média, tal como os preços do alojamento, do aluguer de automóveis e dos voos. Como é o tempo na Nova Zelândia por estação Já sabemos um pouco sobre o tempo na Nova Zelândia e as suas estações, mas queremos ser um pouco mais específicos e vamos dizer-te como é viajar de acordo com a estação que escolheres: • Viajar para a Nova Zelândia no verão: de dezembro a fevereiro, as temperaturas são relativamente altas, com máximas de cerca de 25ºC na Ilha do Norte e cerca de 17ºC na Ilha do Sul. Mesmo assim, as noites podem ser frias, especialmente no sul, onde os termómetros podem descer até aos 12°C. Os dias são longos e soalheiros, e é uma ótima altura para viajar para a Nova Zelândia se estiveres à procura de praia, de campismo ou de alguns dos trilhos mais conhecidos, como o maravilhoso Tongariro Alpine Crossing. Em fevereiro, Wellington acolhe o Festival da Nova Zelândia, um dos mais importantes festivais culturais do país. • Viajar para a Nova Zelândia no outono: as temperaturas são um pouco mais frescas do que no verão (especialmente em maio) e os dias são mais curtos, mas há menos turismo. Embora a maior parte das árvores da Nova Zelândia sejam sempre verdes, em algumas regiões, como Central Otago e Hawke’s Bay, poderás apreciar o esplendor do outono. Só é aconselhável reservar com antecedência se a tua viagem coincidir com a Páscoa. Em março, realiza-se o espetacular Te Matatini, o festival nacional de artes performativas, onde poderás assistir a atuações de haka de todo o país. Realiza-se de 2 em 2 anos num local diferente. Sendo a Nova Zelândia uma terra de vinho, nesta altura do ano também encontrarás uma série de festivais relacionados com o vinho. • Viajar para a Nova Zelândia no inverno: de junho a agosto é a altura em que chove e faz mais frio na maior parte da Nova Zelândia, especialmente na Ilha do Sul. As temperaturas variam entre os 12ºC e os 16ºC, com as temperaturas mais frias, naturalmente, nas cadeias montanhosas, que estarão quase de certeza cobertas de neve quando as temperaturas atingirem valores abaixo de zero. Como podes imaginar, é uma ótima altura para a prática de desportos de inverno, mas mais desconfortável se planeares acampar ou dormir numa autocaravana. Os dias são muito mais curtos e algumas estradas no sul podem ficar cortadas devido a deslizamentos de terras ou neve. Queenstown acolhe o Queenstown Winter Festival, que irás adorar se fores um esquiador ou praticante de snowboard. • Viajar para a Nova Zelândia na primavera: pensamos que esta é a melhor altura do ano para a Nova Zelândia, pois entre finais de setembro e meados de dezembro os dias começam a ficar mais longos, as temperaturas máximas são uns confortáveis 19°C e os dias são mais longos, fazendo com que a viagem valha mais a pena sem a necessidade de andar à pressa por causa do turismo. A vegetação também se torna mais bonita e verás prados cheios de cordeiros recém-nascidos. Em novembro, realizam-se as Oamaru Heritage Celebrations, que recriam a atmosfera da cidade do século XIX. Como está o tempo nas ilhas do Norte e do Sul? Se é a tua primeira vez no país, normalmente acabarás por visitar as duas ilhas principais do arquipélago, mas achamos que vale a pena analisar o tempo em cada uma delas para determinar a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia. • O tempo na Ilha do Norte: De um modo geral, o tempo na Ilha do Norte é muito mais quente do que na Ilha do Sul. Mesmo assim, os verões também não são extremamente quentes, com uma temperatura média diária de cerca de 20°C. Excecionalmente, algumas zonas do interior podem atingir temperaturas superiores a 30ºC, mas não apanharás demasiado calor. No norte da ilha, de Auckland para cima, encontrarás um clima subtropical e, por conseguinte, temperaturas mais elevadas e mais precipitação ao longo do ano, especialmente no inverno. Para baixo, incluindo Wellington, as temperaturas descem um pouco. Não percas a lista de coisas para fazer na Ilha do Norte da Nova Zelândia. • O tempo na Ilha do Sul: como se pode imaginar, é mais frio do que na Ilha do Norte, mas as condições climatéricas variam consoante as regiões. O leste (onde fica Christchurch) recebe menos chuva do que o oeste e as temperaturas não costumam cair abaixo de 10ºC no inverno. O sudoeste é muito mais frio do que o resto da Nova Zelândia, mas o norte e o nordeste da Ilha do Sul são as regiões com mais horas de sol. Qual é a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia? A nossa experiência e opinião De certeza que já tiraste as tuas próprias conclusões, mas, segundo a nossa experiência, a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia é a primavera e o outono. Ou seja, os meses de outubro, novembro, abril e maio, bem como o início de dezembro e o final de março. Desta forma, tens a garantia de temperaturas amenas (especialmente se estiveres a dormir numa carrinha ou campervan), mais horas de sol e preços moderados. Qualquer altura do ano é boa, mas, em termos de clima, se quiseres ter a certeza de bom tempo porque queres desfrutar ao máximo da natureza, incluindo praias e lagos, a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia é, sem dúvida, o verão. Ou seja, entre dezembro e fevereiro, altura em que também há mais horas de sol e os dias são muito mais longos. Como já te dissemos, vais encontrar mais pessoas nas atrações turísticas (sem estarem superlotadas em nenhum momento, claro) e os preços sobem, por isso, se decidires viajar entre estas datas, é melhor reservar com bastante antecedência. Como somos muitos viajantes IATI que tiveram a sorte de viajar para a Nova Zelândia, podemos também dizer-te que, para além das datas acima mencionadas, recomendamos que dediques pelo menos 18-20 dias a visitar o país. Desta forma, poderás tirar o máximo partido de um bilhete de avião que normalmente não é muito barato. Perguntas frequentes sobre a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia Finalmente, gostavamos de responder às perguntas mais frequentes dos viajantes sobre a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia: Quando é a época baixa na Nova Zelândia? Nos meses mais frios, ou seja, de meados de junho a meados de setembro. Quantos dias são recomendados para uma viagem à Nova Zelândia? 18 a 20 dias são o número ideal. Quais são os meses de verão na Nova Zelândia? De meados de dezembro a meados de março. Quando é o inverno na Nova Zelândia? De meados de junho a meados de setembro. Qual é a melhor altura para viajar para a Nova Zelândia? É possível viajar para a Nova Zelândia durante todo o ano, mas a melhor altura para o clima é o verão (dezembro a março), mesmo assim, é quando os preços são mais elevados e há mais pessoas. Por isso, meses como abril, maio, outubro e novembro são perfeitos.

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Itinerário de 10 dias pela Irlanda

Itinerário de 10 dias pela Irlanda

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Estás a pensar em explorar a Ilha Esmeralda? Bem, a IATI quer ajudar-te com um excelente itinerário de 10 dias na Irlanda que te mostrará o melhor de um destino que tem tanto para oferecer. A Irlanda é uma terra cheia de mistérios, lendas e paisagens memoráveis. Uma cultura antiga e um povo cuja natureza descontraída, atrevida e extremamente hospitaleira faz deles os anfitriões perfeitos. Prepara-te para contemplar penhascos dramáticos com vista para a natureza selvagem do oceano; para brindar com uma cerveja preta enquanto uma banda celta faz uma multidão de pubs dançar de alegria; para vaguear por longas áreas selvagens intocadas; para apreciar as vistas e os sons do mar; passear ao longo de longas praias de areia dourada emolduradas por dunas verdes; passear por florestas antigas; absorver a cultura urbana das suas cidades vibrantes; ou viver o passado entre as imponentes torres de pedra de palácios, castelos, catedrais e mosteiros. Entre as melhores coisas para ver na Irlanda, descobrirás vários lados de um único país. Bem-vindo à Ilha Esmeralda! Dia 1: Dublin Normalmente, qualquer itinerário na Irlanda começa pela sua capital, Dublin. A velha Baile Átha Cliath – o seu nome gaélico – é uma cidade de grandes contrastes que se estende por ambas as margens do rio Liffey. Por um lado, é um caldeirão de culturas e, por outro, mantém o seu antigo sentimento celta. Grande parte da culpa desta mistura cultural deve-se ao milagre económico que a Irlanda viveu no final do século XX e início do século XXI. Nessa altura, o país passou a ser conhecido como o Tigre Celta. O segredo estava em atrair grandes multinacionais estrangeiras, oferecendo-lhes enormes benefícios fiscais. Este facto trouxe consigo uma enorme vaga de imigração de todos os cantos da Europa e de outras partes do mundo. Atualmente, ao caminhar pelas ruas de Dublin, ouvem-se dezenas de línguas diferentes. Isto também é evidente nas lojas, nos restaurantes, nas celebrações culturais e noutras facetas da vida quotidiana. É um caldeirão de culturas que torna a capital verdadeiramente interessante. Passeia pelos seus maravilhosos parques, como o central St. Stephen’s Green e a Merrion Square, ou o grandioso Phoenix Park, onde poderás ver veados a correr livremente; diverte-te nos pubs do mundialmente famoso Temple Bar ou na animada George Street; faz compras nas artérias comerciais de Grafton Street, O’Connell Street ou Parnell Street; e visita museus interessantes, o histórico Trinity College – com a sua maravilhosa biblioteca, digna de um dos filmes de Harry Potter – e o Castelo de Dublin. A vida fervilha na melhor cidade para ver na Irlanda. Dia 2-3: Wiclow, Killarney e o Anel de Kerry Deixamos a capital para começar a descobrir a magnífica natureza que pode ser vista na Irlanda. Para isso, dirigimo-nos para sul. A pouco mais de uma hora de carro de Dublin, encontram-se as Montanhas Wicklow, onde nos esperam uma série de opções de caminhadas, com trilhos que serpenteiam por picos cobertos de arbustos coloridos, lagos antigos e manchas de floresta. As rotas variam entre pouco mais de uma hora e vários dias, e podes pernoitar numa variedade de cabanas e experimentar a natureza selvagem irlandesa em profundidade. Em termos de património histórico, aqui podes visitar o complexo monástico de Glendalough, construído por São Kevin e os seus seguidores entre os séculos VIII e XII. Uma verdadeira joia do património. Após esta paragem de meio dia, recomendamos que te dirijas diagonalmente para sudoeste, para a Ilha Esmeralda. A costa atlântica irlandesa é simplesmente maravilhosa. Chegarás à cidade medieval de Killarney, porta de entrada para o Anel de Kerry, uma das mais belas paisagens da Irlanda… e da Europa! Passa a noite a passear pelas ruas de Killarney e a absorver o ambiente de férias e, no dia seguinte, conduz todo o dia, sem pressas, parando nos melhores locais do Anel, como o Castelo de Ross, a Praia de Rossbeigh, Moll’s Gap ou a Cascata Torc, sem esquecer as Ilhas Skellig, que se tornaram famosas por terem sido palco de várias cenas da saga “Guerra das Estrelas”. Dia 4: Península de Dingle Ao norte do Anel de Kerry fica a romântica Península de Dingle. Conduzir à sua volta é outra das melhores coisas para fazer na Irlanda. Se puderes passar dois dias aqui, tanto melhor, mas também o podes fazer num único dia bem passado. Dingle representa a típica paisagem irlandesa, em todo o seu significado, e é um verdadeiro “must” em qualquer itinerário na Irlanda. Pequenas aldeias piscatórias, com as suas casas coloridas, intercalam-se com vastos prados verdejantes salpicados de flores, colinas ondulantes, praias intermináveis e falésias incessantemente batidas pelas águas agitadas e acinzentadas do Atlântico. A praia de Inch, o miradouro que oferece uma vista panorâmica das ilhas Blasket ou a cidade de Dingle são algumas das paragens essenciais deste dia. O troço de estrada conhecido como Slea Head é simplesmente maravilhoso. Dia 5-6: Penhascos de Moher, Galway e Parque Nacional de Connemara Com o coração pesado, é altura de dizer adeus ao sudoeste da Ilha Esmeralda e continuar a subir ao longo da costa oeste. A próxima paragem da tua viagem pela Irlanda são as Falésias de Moher. É o local mais visitado da Irlanda (mais de um milhão de pessoas por ano), pelo que é de esperar um bom número de turistas, especialmente na época de verão. Os Cliffs of Moher não são os mais altos do país – a altura média é de 120 metros e o ponto mais alto está a 214 metros acima do mar – mas são os mais espetaculares, tanto pela sua localização como pela sua extensão (cerca de 8 km). Se quiseres passar algumas horas aqui, recomendamos que percorra os trilhos que as acompanham. Assim que saíres da zona próxima do centro de visitantes, ficarás praticamente sozinho com estes gigantes da natureza. Depois, é altura de regressar à civilização em Galway. Galway é uma cidade com apenas 80.000 habitantes. Tem um ambiente muito descontraído e estudantil, dando a sensação de estares sempre de férias. O seu centro histórico está repleto de pubs onde se pode ouvir música ao vivo, pequenas lojas, museus e praças animadas. É a paragem ideal neste itinerário pela Irlanda, antes de fazeres a ligação com o norte do país. A caminho do antigo noroeste da Irlanda, encontrarás o Parque Nacional de Connemara, um local pouco percorrido, maravilhosamente autêntico e quase exclusivamente criado pelo homem, a Abadia de Kylemore, um convento beneditino fundado no local de um antigo castelo, cuja imponente silhueta, rodeada de vegetação, se reflete nas águas de um lago. Dias 7-8: Donegal e Sligo O noroeste da Irlanda é uma das zonas menos visitadas do país. Essa é uma das razões pelas quais recomendamos que te demores por lá. Outra razão é o facto de ser nos condados de Sligo e Donegal que as raízes gaélicas ainda prosperam. Estudantes de todo o país são enviados para esta área para mergulharem na antiga cultura irlandesa. As pessoas que encontrarás nas pequenas aldeias, quintas e cidades esparsas são totalmente autênticas e extremamente hospitaleiras. Experimenta saborear uma Guinness em qualquer um dos pubs de Sligo ou na pequena aldeia de Dunfanaghy. Ao longo do caminho, verás centenas de quintas, mas há também zonas naturais intocadas pelo homem para visitar. Uma delas são as falésias de Slieve League. Raramente visitados e longe do trilho turístico, estes gigantes de pedra erguem-se 600 metros acima do mar, o que faz deles um dos mais altos penhascos costeiros da Europa. Para as explorares em profundidade, segue o caminho pedestre que serpenteia entre elas ao longo de quilómetros. Outro lugar imperdível é o Parque Florestal de Ards, uma área natural de cerca de 480 hectares que esconde um dos últimos exemplos da antiga floresta irlandesa. Finalmente, se ainda tiveres tempo, o Parque Nacional de Glenveagh oferece um antigo castelo, lagos, montanhas, jardins botânicos, cascatas, miradouros e vida selvagem. Perfeito para passeios ao ar livre. Dia 9: Travessia da Irlanda do Norte No nosso nono dia deste fantástico itinerário de 10 dias pela Irlanda, deixamos a República da Irlanda para trás e dirigimo-nos para a Irlanda do Norte. Na verdade, a paisagem pouco muda, mas temos uma moeda diferente – a libra esterlina – e um sotaque inglês diferente do dos irlandeses do sul. Se és fã da famosa série da HBO, “Game of Thrones”, talvez consigas identificar vários dos locais por onde passas, uma vez que muitas cenas de diferentes temporadas foram filmadas aqui. O local mais famoso de todos é The Dark Hedges, um pequeno troço de estrada onde as faias de ambos os lados abraçam os seus ramos no meio, criando uma espécie de túnel de árvores. Na série, é “The King’s Road”. A caminho da capital, Belfast, podes visitar locais como o Castelo de Dunluce, que se impõe a partir do seu ponto de vista sobre o mar; a ponte suspensa Carrick-A-Rede, que atravessa dois penhascos; e a Calçada dos Gigantes, que é o sítio natural mais visitado da Irlanda do Norte. A Calçada dos Gigantes é constituída por uma série de colunas de basalto perfeitamente hexagonais viradas para o mar. Embora a sua origem geológica esteja comprovada, não faltam lendas sobre batalhas entre gigantes de outros tempos – e as lendas são sempre mais excitantes do que a realidade! Dia 10: Belfast e despedida de Dublin Depois de teres saboreado muitas das melhores coisas para ver na Irlanda, é altura de terminar a tua viagem. Em primeiro lugar, vale a pena passar algumas horas na capital da Irlanda do Norte, Belfast, uma cidade que melhorou drasticamente nas últimas duas décadas, passando de uma cidade industrial e economicamente deprimida para uma cidade moderna e culturalmente vibrante. A experiência de visitar o Titanic Belfast, um impressionante museu interativo, instalado num edifício vanguardista em forma de navio, que te permite mergulhar nos pormenores da triste história do mais famoso transatlântico da história: o RMS Titanic, insere-se, sem dúvida, nesta última categoria. O Titanic foi construído nos estaleiros navais de Belfast em 1911. Segue o Belfast Mural Trail e toma uma bebida num dos pubs históricos de Belfast, como o The Crown Liquor Saloon ou o White’s Tavern – este último fundado no século XVII – antes de regressares a Dublin e despedires-te de uma das mais belas ilhas da Europa.

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Seguro de viagem para a Antártida

Seguro de viagem para a Antártida

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O chamado “continente branco” é um destino de sonho para milhares de viajantes que anseiam descobrir uma das zonas mais inóspitas do planeta. Dadas as suas características únicas, é absolutamente essencial ter o melhor seguro de viagem para a Antártida para fazer esta expedição sabendo que estarás nas melhores mãos, aconteça o que acontecer. Paisagens brancas sem fim, baleias, pinguins, recantos escondidos, centros de interpretação, a aventura de chegar por mar, passando pela dura Passagem de Drake… O que te espera deixará uma marca inapagável. Neste guia, vamos mostrar-te qual é a melhor apólice internacional para viajar para cá, quais as coberturas necessárias e como obtê-las ao melhor preço. Porquê fazer um seguro de viagem para a Antártida? No nosso país, temos a tranquilidade de saber que estamos apoiados por um sistema de saúde público e que temos acesso garantido a grandes especialistas sem ter de pagar nada do nosso bolso. As coisas mudam completamente quando saímos das nossas fronteiras e cada país que visitamos tem condições diferentes. A Antártida é um dos exemplos mais claros disso porque, para começar, “nem sequer é um país”. Sendo o único território do planeta que não pertence a nenhum país, os acordos de saúde e as regras de um determinado país não se aplicam aqui. A assistência médica será prestada, em primeiro lugar, pelo navio de cruzeiro que visitar a zona, o que tem um custo muito elevado. Por esta razão, as autoridades insistem na importância vital de ter um seguro para viajar para a Antártida com a maior cobertura possível para garantir que recebes o tratamento necessário e sejas transferido para outro território, se necessário. Um problema grave de hipotermia se o frio polar se apoderar de ti, um mau marisco que te causará problemas digestivos, um acidente de caiaque nas suas águas geladas, um golpe no barco com as fortes ondas na Passagem de Drake que te causará uma entorse ou qualquer doença simples que em casa não seria um grande problema, aqui poderia resultar em despesas de milhares de euros ou transferências para o continente americano em busca dos cuidados necessários. Com o melhor seguro de viagem para a Antártida terás acesso aos serviços médicos disponíveis sem ter de pagar nada do teu bolso, o que é absolutamente essencial para esta aventura já de si dispendiosa. Nota também que nos referimos sempre a “seguro de viagem” e não a “seguro médico”. Isto porque o seguro de viagem internacional para a Antártida vai muito além da saúde e cobre todos os outros imprevistos que podem acontecer aqui. Como detalhamos abaixo, casos de roubo, problemas com a tua bagagem ou mesmo repatriação também estarão cobertos. Mas há ainda mais! Podes até receber o teu dinheiro de volta se tiveres de cancelar a tua aventura e não puderes ir. Continua a ler e nós contamos-te tudo. Qual é o melhor seguro de viagem para a Antártida? Já deves saber que o seguro de viagem para a Antártida é imprescindível. Se assim for, e se quiseres ir diretamente para ele, não esperes mais e obtém o IATI Mochileiro agora. Este é o melhor seguro para este grande destino e garante que estás coberto do início ao fim. Não esperes mais e adquire-o agora: O que deve ter o melhor seguro de viagem para a Antártida: Características Já sabes que esta não é uma viagem qualquer e, por isso, precisa de uma cobertura específica. Da mesma forma que não levarás contigo a mesma bagagem que levarias para uma viagem de fim de semana a Londres, o seguro não pode ser o mesmo. As que vês aqui são as coberturas que não podem faltar na tua apólice para a Antártida, todas elas incluídas no teu IATI Mochileiro. Serviço 24 horas na tua língua O fuso horário aqui é o mesmo que na Nova Zelândia, por exemplo. Isso significa que quando é noite lá, é dia aqui. É importante que possas aceder à assistência de que necessitas em qualquer altura. Por isso, estaremos disponíveis 24 horas por dia, 365 dias por ano, sem exceções. Como não existe uma língua oficial, aqui fala-se uma grande variedade de línguas. Russo, chinês, inglês… O que aconteceria se tivesses de descrever os teus sintomas numa língua que não conheces? Para além de perderes muito tempo, poderias também perder pormenores vitais. É por isso que, com este seguro de viagem para a Antártida, ajudamos-te sempre na tua própria língua. Facilitamos as coisas para ti. Podes contactar-nos gratuitamente através da nossa aplicação, WhatsApp ou e-mail. Se preferires fazê-lo por telefone, basta enviares-nos o comprovativo da chamada e nós reembolsamos-te para que não tenhas de pagar a conferência internacional. Cobertura extensiva de cuidados médicos Este é um dos “países” mais caros em termos de assistência médica, uma vez que esta é prestada em cruzeiros, bases científicas ou mesmo através de transferências para o continente, que são muito caras. Muitas fontes governamentais costumam recomendar ter 100.000 euros no teu seguro para viajar para a Antártida, mas na IATI vamos sempre mais longe e, graças ao teu IATI Mochileiro, terás até 1.000.000 euros exclusivamente para assistência médica, 5 vezes mais! Graças a esta enorme cobertura, terás um amplo leque de possibilidades para receber os melhores cuidados de saúde. Garantia IATI. Desportos de aventura na Antártida Duas das coisas que muitas pessoas sonham fazer aqui são trekking e caiaque entre glaciares, baleias e pinguins. Este tipo de atividades são chamadas “desportos de aventura” e a grande maioria das apólices no mercado não as cobrem. Felizmente para ti, o IATI Mochileiro tem a maior cobertura de desportos de aventura do mercado e garante a tua proteção para uma série de atividades deste tipo, sem custos adicionais. Para além disso, inclui 15.000 euros exclusivamente para busca, salvamento e resgate, algo que é absolutamente essencial aqui. Por este motivo, este é o melhor seguro de viagem para a Antártida. Sem franquias, não pagas nada do teu bolso Tem cuidado, pois é muito comum que as companhias de seguros aumentem os seus preços escondendo, nas letras pequenas, as temidas franquias. Como já deves saber, no caso de uma franquia típica de 100 euros, isso significa que terás de pagar os primeiros 100 euros de cada assistência que receberes. Isto pode representar muito dinheiro se tiveres de te deslocar várias vezes para tratamentos, exames e check-ups após um acidente. Por outro lado, este seguro não tem franquia oculta. Nós assumimos as tuas despesas médicas desde o primeiro cêntimo. Não pagar os cuidados médicos É também importante saber que as companhias de seguros de saúde privadas que oferecem cobertura no estrangeiro (são sempre muito inferiores a estas) obrigam-te a pagar os cuidados de saúde que recebes. Depois, tens de te sujeitar a um longo processo para obter o reembolso de tudo o que pagaste. Isto pode custar-te milhares de euros. Graças ao teu IATI Mochileiro, tudo é muito mais simples para ti. Quando nos contactares para pedir assistência, dir-te-emos exatamente onde te deves dirigir e trataremos dos custos da assistência, dos exames, dos internamentos ou mesmo dos custos dos medicamentos que te forem receitados. Se tiveres de consultar um especialista numa situação de urgência sem poderes contactar-nos primeiro, não há problema. Basta enviares-nos os relatórios médicos e as faturas correspondentes e nós reembolsar-te-emos o mais rapidamente possível. Bagagem perdida e roubo incluídos Numa viagem, podem acontecer e acontecem incidentes que vão para além da saúde. Este é o melhor seguro de viagem para a Antártida porque também os tem em conta e oferece-te a melhor cobertura também em casos como estes: • Deslocação de um membro da família: 600 euros. • Convalescença num hotel: 840 euros. • Roubo e danos na bagagem: 1.500 euros. • Atraso na entrega da bagagem registada: 300 euros. • Atraso na partida do meio de transporte: 270 euros. • Adiantamento de fundos em caso de roubo: 3.000 euros. • Responsabilidade civil privada: 60.000 euros. E, entre muitos outros, o repatriamento, muito dispendioso e caro, que o Ministério dos Negócios Estrangeiros insiste em que esteja coberto. Opção de cancelamento – cancelar a tua viagem à Antártida Esta é uma viagem única, em grande estilo. É acompanhada de grandes despesas, por exemplo, com a reserva de voos, alojamento e cruzeiros. É um investimento e tanto e é normal que surjam dúvidas como: “Se tiver de cancelar esta viagem por um motivo grave, perco todo o dinheiro que investi?”. Na IATI temos mais de um século de experiência e somos líderes em seguros de viagem. Estamos sempre a responder às novas necessidades das viagens e fomos pioneiros na criação do Suplemento de Cancelamento de Viagem. Graças a este suplemento, reembolsamos até 3.500 euros pelas despesas que não podes recuperar diretamente junto dos teus fornecedores oficiais, se tiveres de cancelar a tua viagem por qualquer um dos muitos motivos considerados. Graças a este suplemento, milhares de viajantes recuperaram o seu dinheiro. Podes obtê-lo com um simples clique no momento da subscrição do teu seguro. Cobertura do seguro de viagem para a Antártida As que acabaste de ver são as coberturas que não podem faltar na tua viagem à Antártida. Mas esta apólice todo-o-terreno tem muitas outras que podes consultar na sua página de contratação. Quanto custa o seguro de viagem para a Antártida? Depois de teres lido que é um destino caro e sabendo que o IATI Mochileiro tem uma cobertura que o torna o melhor seguro de viagem para a Antártida, podes pensar que o seu preço está a subir em flecha. Muito pelo contrário. Graças à sua excelente relação qualidade/preço, o custo é uma parte muito pequena do teu orçamento de viagem. Por outro lado, poupar-te-á milhares de euros se tiveres de fazer face a uma assistência importante. Como comprar o melhor seguro de viagem para a Antártida No menu, deves introduzir os dados da tua viagem: • O teu local de residência; • O destino da viagem: neste caso “Mundo”; • As datas de início e fim da tua viagem; • O número de viajantes; • Tipo de seguro: seguro de viagem; • Já estás a viajar: Sim/Não; Completa o menu, clica em “Calcular”, seleciona o teu IATI Mochileiro e clica em “Contratar”. É aqui que podes adicionar o complemento de cancelamento de viagem e receber muito dinheiro de volta se tiveres de cancelar esta aventura – não hesites! Preenche os teus dados pessoais, efetua o pagamento e receberás no teu e-mail os dados de contacto e toda a informação sobre a tua apólice internacional para a Antártida. É fácil! Informações úteis para viajar em segurança para a Antártida Saúde na Antártida Os cuidados médicos na Antártida, quer em navios de cruzeiro quer (em casos mais extremos) em terra, implicam custos que podem ascender a milhares de euros. Por isso, é essencial ter um seguro para garantir que estás em boas mãos do princípio ao fim. O IATI Mochileiro é o melhor seguro para este destino. Para além de uma enorme cobertura médica, também te protegerá com uma cobertura de viagem em casos como roubo, incidentes com o teu transporte, problemas com a tua bagagem ou, por exemplo, repatriamento. Não esperes mais. Não arrisques e adquire-o já: Preços e coberturas em vigor à data da atualização deste guia. Sujeito a alterações.

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Itinerário de viagem de 21 dias em Moçambique

Itinerário de viagem de 21 dias em Moçambique

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Moçambique é um daqueles destinos do nosso vasto e variado mundo que deixa uma marca em todos os viajantes que o exploram profundamente. Para que passes a fazer parte desse grupo, vamos deixar-te um itinerário de viagem de 21 dias em Moçambique. Este país do sul de África foi o primeiro do continente onde os colonizadores europeus construíram uma edificação. O explorador que chegou a esta ilha, em 1498, foi o português Vasco da Gama. Foi este grande navegador que batizou Moçambique como “A terra da boa gente”, devido ao caráter hospitaleiro e amável dos habitantes com quem se deparou. Até hoje, esse epíteto continua válido. Moçambique é um país que possui grandes atrações naturais – selvas, grandes extensões onde habitam centenas de espécies de animais selvagens, montanhas, praias paradisíacas, ilhas rodeadas por fascinantes mundos submarinos e muito mais –, mas o seu maior tesouro continua a ser o povo que o povoa. Pouco visitado pelo turismo internacional, os poucos viajantes experientes que se aventuram a percorrer este país africano alongado são recebidos por uma alegria e calor humanos difíceis de encontrar nas nossas sociedades ocidentais cinzentas e monótonas. Viajar por Moçambique por conta própria, contudo, exige alguma paciência. O transporte público é limitado e as estradas não são as melhores. Isto leva a que demores horas a percorrer distâncias não muito longas. Outra opção é voar entre os diferentes pontos de interesse, mas assim perdes a oportunidade de conhecer a vida real dos moçambicanos. Algo que tens de experimentar para sentir o país a um nível mais profundo. O ideal, para fazer um bom percurso por Moçambique, é combinar ambos os meios de transporte, incluindo o barco para excursões pontuais pelas maravilhosas águas do Índico. Quanto à melhor época do ano para realizar esta viagem a Moçambique, o ideal é entre maio e novembro, quando as temperaturas não são demasiado altas e o clima é seco. De dezembro a abril é a estação chuvosa e algumas estradas podem ficar congestionadas. Deixa-te envolver pela magia africana com este magnífico itinerário de viagem de 21 dias em Moçambique! Dia 1 e 2: Chegada e visita a Maputo A capital do país, Maputo, é o principal ponto de entrada para Moçambique. Maputo é uma cidade quente em todos os aspetos. Não é à toa que é conhecida como o “Rio de Janeiro de África” pela sua vida noturna espetacular e divertida. Mas, como uma boa capital africana, Maputo também é caos, mercados coloridos, humidade e manifesta certa presença do legado colonial deixado pelos portugueses após cinco séculos de ocupação. Parte desse património é o Forte de Nossa Senhora da Conceição de Lourenço Marques, uma fortaleza construída no último quarto do século XVIII. Ao cair da noite, é hora de te deixares levar pelos ritmos musicais africanos contagiantes em bares e discotecas como Opium, Leblon ou Copa Cabana Night Club. A maioria das pessoas passa rapidamente por Maputo, mas é uma cidade interessante o suficiente para dedicares pelo menos dois dias. Especialmente se chegares durante um fim de semana. Dia 3, 4 e 5: Tofo Depois de conheceres a capital, é altura de continuarmos a nossa rota por Moçambique em direção à sua bela costa. A primeira paragem, após cerca de 8 horas de viagem de autocarro, leva-nos a conhecer a pequena localidade de Tofo. Antigamente uma vila de pescadores completamente adormecida, Tofo notou uma certa mudança na sua existência tranquila quando, há pouco mais de uma década, os viajantes mochileiros estrangeiros a descobriram e a declararam “paraíso terrestre”. Desde então, algumas pensões, pequenas agências que organizam atividades na área, restaurantes, mercados e outros negócios turísticos surgiram nas suas ruas de areia. Aqui podes mergulhar em águas de sonho, percorrer a costa de caiaque, fazer yoga, andar de quadriciclo ou, simplesmente, relaxar e desfrutar de praias espetaculares – como as de Barra ou Tofinho – enquanto conversas com os locais e observas a vida a passar. Dois dias aqui são necessários num bom itinerário por Moçambique. Dia 6 e 7: Vilanculos e o arquipélago de Bazaruto Apanhámos um autocarro ou uma “chapa” – um meio de transporte coletivo moçambicano que consiste numa furgoneta desgastada que só parte quando está totalmente cheia de pessoas e bagagens – para percorrer os pouco mais de 300 km que separam Tofo de Vilanculos. Vilanculos é uma vila de pescadores um pouco mais desenvolvida que Tofo, mas muito menos turística e, portanto, mais autêntica. Além de percorreres as suas ruas e conversares com as pessoas no mercado, a melhor coisa que podes fazer em Vilanculos é explorar o belíssimo arquipélago de Bazaruto. Formado por seis ilhas – Bazaruto, Magaruque, Benguerra, Banque, Shell e Santa Carolina – com dunas, vegetação e praias virgens, o Parque Nacional de Bazaruto oferece águas transparentes onde podes admirar diferentes formações de coral e dezenas de espécies coloridas de peixes. No entanto, a experiência mais procurada é nadar junto aos manchados tubarões-baleia. Este gigante dos oceanos é comum na área, juntamente com tartarugas bobas, raias-manta, golfinhos e diferentes espécies de tubarões recifais. Para os amantes da vida marinha, esta é uma paragem obrigatória num itinerário de viagem de 21 dias em Moçambique. Dia 8, 9 e 10: Parque Nacional da Gorongosa Depois de explorar a costa sul de Moçambique, é hora de seguirmos rumo ao noroeste e viajarmos cerca de 10 horas até aos limites do Parque Nacional da Gorongosa. Este parque nacional e os animais que o habitavam sofreram danos significativos durante a longa e sangrenta guerra civil moçambicana (1977-1992). Com o tempo, as espécies foram reintroduzidas e, hoje em dia, embora não tenha atingido o esplendor de outrora, é um ótimo lugar para admirar muitos dos protagonistas da vida selvagem do sul de África. É recomendável incluí-lo no teu roteiro por Moçambique e passar alguns dias observando impalas, antílopes, javalis, hipopótamos, elefantes e, se tiveres sorte, algum leão. Se és amante de aves, ficarás feliz em saber que aqui residem mais de 300 espécies diferentes, incluindo várias endémicas e quase endémicas. Dia 11, 12, 13 e 14: Gurué e trekking até ao Monte Namuli Vai ser preciso mais um dia de viagem para chegarmos à cidade de Gurué. Com pouco mais de cem mil habitantes, é uma cidade importante na província moçambicana de Zambezia e servirá como base para realizarmos um dos trekkings mais bonitos em Moçambique: aquele que te leva a subir até ao topo do Monte Namuli. O Monte Namuli, com os seus 2.420 metros de altitude acima do nível do mar, é o segundo pico mais alto de Moçambique. No entanto, o que é verdadeiramente singular é que esta montanha é sagrada para os macuas, uma etnia que habita na região. Por isso, para subir ao monte é necessário pedir permissão à chefe da aldeia que se encontra na sua base (é recomendável levar-lhe alguns presentes). Esta rota de caminhada, com cerca de 3 dias de duração, é uma experiência inesquecível no teu itinerário por Moçambique. Irás atravessar campos de cultivo, aldeias, rios, colinas, e tudo isso sobre essa terra avermelhada que é o sangue de África. Não percas a oportunidade de interagir com as pessoas numa das zonas mais autênticas e menos visitadas do país. Dia 15, 16 e 17: Ilha de Moçambique Depois de explorarmos o interior de Moçambique, é hora de regressarmos à costa. Para isso, teremos que atravessar Nampula e seguir pela estrada que leva à Ilha de Moçambique. Este local tem uma grande importância histórica, pois aqui estão as construções europeias mais antigas do continente africano. A capela de Nossa Senhora do Baluarte, construída pelos portugueses em 1522, é, de facto, o primeiro edifício europeu construído no hemisfério sul. Outro edifício a visitar na Ilha de Moçambique é o Forte de São Sebastião, que ainda se mostra imponente apesar dos seus quatro séculos de existência. A Ilha de Moçambique possui outro lado, muito mais decadente, mas igualmente belo. Existem muitas antigas casas e palacetes – em grande parte, abandonados e quase em ruínas – que permitem vislumbrar a sua época de esplendor passada, quando ainda era a capital do país sob o governo português. As praias também são atrativas, mas não possuem a beleza das do norte ou do sul do país. Quanto ao dia-a-dia, há uma mistura entre estrangeiros e habitantes locais que torna a ilha um lugar muito interessante e multicultural. Dia 18, 19 e 20: Pemba e o Parque Nacional das Ilhas Quirimbas A última paragem nesta completa rota por Moçambique leva-nos a Pemba, a cidade que serve de acesso ao paraíso do Parque Nacional das Ilhas Quirimbas. O arquipélago das Quirimbas é formado por cerca de 20 ilhas e ilhotas, que se espalham ao longo dos quase 400 km de costa que separam Pemba do Rio Rovuma. Nele encontrarás águas cristalinas, praias intocadas, antigas construções coloniais em estado de decadência, manguezais, florestas, pessoas amáveis e muita tranquilidade. É o lugar ideal para relaxar na praia, fazer snorkel, passear num dhow – barcos à vela com uma tradição centenária na região – e admirar as estrelas ao cair da noite. As três ilhas principais onde ficar são Ilha do Ibo, Matemo e Ilha de Quirimba. Dia 21: Regresso a Maputo e volta para casa O arquipélago das Quirimbas é o ponto final ideal para um completo itinerário por Moçambique. Agora é hora de voar de Pemba para Maputo e levar contigo para casa, na memória, lembranças inesquecíveis para toda a vida.

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O que ver na Namíbia: Top 10 sítios que não podes perder

O que ver na Namíbia: Top 10 sítios que não podes perder

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Diz-se muitas vezes que este país é “puro deserto”, pelo que podes perguntar se há assim muito para ver na Namíbia para além dos quilómetros e quilómetros de estradas onde não passas por ninguém. E a verdade é que todos os que partem para este tesouro africano regressam apaixonados depois de descobrirem um lugar de que não se fala por tudo o que tem para oferecer. Neste guia sobre o que ver na Namíbia, mostramos-te os locais que não podes perder para aproveitares ao máximo este destino. Tudo pronto? Vamos começar! Windhoek Windhoek, a capital do país, é a porta de entrada para a grande maioria dos viajantes que vêm descobrir tudo o que há para ver na Namíbia. Se viajares sozinho num carro alugado, é provável que te dirijas para aqui em busca de um grande supermercado onde possas fazer algumas compras básicas de comida, bebida e até mesmo carvão ou lenha para os churrascos que vais fazer durante a maior parte da tua viagem. Embora Windhoek não seja a cidade mais interessante que visitarás, se tiveres algum tempo no teu itinerário de viagem pela Namíbia, não deves perder a oportunidade de passear e apreciar o património arquitetónico colonial em locais como a Christuskirche (Igreja de Cristo), os belos Jardins do Parlamento ou o interessante Museu da Independência. Se estiveres a planear passar a noite aqui, talvez queiras ir ao Brewers Market e ver algumas das melhores cervejas artesanais. Parque Nacional de Etosha O Parque Nacional de Etosha é, para muitos, o sítio que não pode faltar na lista de locais a visitar na Namíbia. Esta enorme extensão de terra (mais de 22.000 quilómetros quadrados) é um dos melhores locais do mundo para experimentares um safari em auto-condução e marcará um antes e um depois no teu “CV de viagem”. Recomendamos que passes 3 dias completos, deslocando-te de leste para oeste (ou vice-versa) à medida que percorres as estradas e dormes nos diferentes acampamentos. Ao contrário de outros safaris de auto-condução, como o do Parque Nacional Kruger, na África do Sul, onde a magia reside em perderes-te ao longo das diferentes estradas, aqui a ação decorre em torno dos charcos. Sendo a maior parte do terreno desértico, estes charcos atraem centenas de animais que vagueiam pelo parque, criando cenários únicos. Verás girafas nervosas que se agacham para beber com medo de serem atacadas, javalis engraçados que tomam banhos de lama, grandes grupos de zebras e gnus que caminham juntos para se alertarem mutuamente em caso de aparecimento de predadores, belas famílias de elefantes que perfuram o solo em busca de algo para beber e, claro, grandes felinos. Embora a chita e o leopardo também habitem em Etosha, os leões são os mais fáceis de avistar, pois deslocam-se em grupos. As melhores alturas para ver estes e outros felinos serão sempre as horas mais frescas, perto do nascer e do pôr do sol. Okaukuejo, Halali e Namutoni são as três principais áreas de alojamento e onde começarás a aventura de cada dia. As duas primeiras têm também charcos muito interessantes. Em Halali há um pequeno charco onde os animais vêm todas as noites para se refrescarem e onde não é difícil ver rinocerontes. Okaukuejo tem um enorme charco onde uma grande variedade de animais passa todo o dia. Se tiveres uma sanduíche ou um lanche para comer, é um ótimo lugar para vires e desfrutares da tua refeição enquanto elefantes, impalas, gnus e zebras desfilam pacificamente à tua frente. Arte rupestre Há várias paisagens muito especiais para ver no noroeste da Namíbia. A primeira delas é Twyfelfontein. Neste vale, Património Mundial da UNESCO desde 2007, estima-se que existam mais de 3000 petróglifos com idades compreendidas entre os 2000 e os 6000 anos. A visita dura cerca de uma hora e o teu guia levar-te-á a ver algumas destas notáveis gravuras feitas pelos bosquímanos, enquanto te conta a história do local e como só em 1921 um alemão começou a descobrir e a documentar este enorme tesouro cultural. A pouca distância dali, e a caminho das próximas pinturas rupestres de que te vamos falar, há outro local que merece uma paragem. O Damara Living Museum é um “museu vivo” onde podes conhecer o modo de vida e as tradições de uma das tribos mais importantes da Namíbia, os Damara. Conhecerás as suas plantas medicinais, as suas danças, os seus jogos, a sua forma de fazer fogo e, se quiseres, podes levar para casa uma bela recordação comprando alguns dos seus artesanatos. No final da visita, dirige-te ao Maciço de Brandenberg, onde te espera a próxima paragem e uma das mais famosas pinturas rupestres do país, a White Lady. Descoberta no início do século XX por um explorador alemão, continua a suscitar controvérsia 100 anos mais tarde e é fonte de muitas teorias diferentes. Para alguns, esta “White Lady” pode representar a chegada de uma mulher branca da região mediterrânica, provavelmente fenícia. Para outros, não passa de uma xamã que se pintou de branco para se destacar do resto das pinturas como um membro importante da tribo. Seja como for, é um daqueles locais a visitar na Namíbia que não deves perder. Spitzkoppe Mesmo que estejas a viajar na Namíbia há alguns dias, nunca deixarás de te surpreender com as paisagens em constante mudança desta aventura. Dunas, rios, mar e, aqui, imponentes formações rochosas que te deixarão sem palavras. A nossa primeira recomendação é que não hesites e passes uma noite na zona de campismo do próprio Parque Spitzkoppe, mais concretamente na parte ocidental do parque, para desfrutares de um pôr do sol épico. Há muito para fazer em Spitzkoppe. Podes fazer caminhadas com guias que te levarão a ver a flora e a fauna (há animais em liberdade, como o órix e as zebras, que podes ver de perto), visitar pinturas rupestres acessíveis, maravilhar-te com um dos céus estrelados mais espectaculares que alguma vez viste à noite, caminhar ao longo de formações rochosas, como o popular arco The Bridge e, porque não, simplesmente relaxar na tua tenda rodeado pelo silêncio e pela beleza deste lugar. Swakopmund e Sandwich Harbour Se no ponto anterior falámos da constante mudança de paisagens que verás na Namíbia, aqui está outro exemplo claro. Ao entrares nesta parte da Costa Oeste, é provável que te vejas subitamente imerso num espesso nevoeiro que cobre uma área de mais de 50 quilómetros durante grande parte do ano. E isso, vindo do deserto puro onde o sol reina num céu perpetuamente limpo, é um choque e tanto. Swakopmund é uma cidade sem qualquer tipo de importância, onde os colonos alemães começaram a construir as suas primeiras casas no final do século XIX. Podes passear e apreciar o seu legado arquitetónico mas, para além disso, a atração desta cidade é a sua famosa excursão ao Sandwich Harbour. Esta excursão de meio dia começa com o pick-up no teu hotel e segue para o sul ao longo da costa. Durante mais de 6 horas, passarás por áreas repletas de belos flamingos cor-de-rosa, corvos-marinhos e pelicanos antes de chegares ao ponto alto da excursão, as dunas de 90 metros de altura à beira-mar, um cenário único visto em poucos lugares do mundo. Prepara-te para uma descarga de adrenalina enquanto o teu guia te acelera para cima e para baixo nas íngremes paredes de areia no seu 4×4 e depois desfruta de um delicioso brunch com vista (se o nevoeiro o permitir) para o mar a partir do topo de uma duna. No regresso a Swakopmund, não te esqueças de olhar pela janela do carro – se tiveres sorte, poderás avistar alguma da vida selvagem que ali vive, como órix, chacais e até hienas do deserto. Cape Cross + Costa dos Esqueletos A apenas uma hora de carro de Swakopmund fica Cape Cross e seria uma pena perder este lugar único para ver na Namíbia. Cape Cross é o lar de uma das maiores colónias de leões marinhos do mundo e vê-la em primeira mão é uma experiência única. Assim que entrares no parque e saíres do carro, ficarás rodeado por milhares destes animais de todos os tamanhos, desde espécimes enormes a crias recém-nascidas que gritam pela mãe. Para além de ficares espantado com a visão desta enorme colónia, ficarás também surpreendido com os gritos incessantes e o cheiro forte e desagradável da zona. Acredita em nós, por muito mau que cheire ou por muito alarido que façam, é uma visita a fazer na Namíbia que vale bem a pena. Uma vez em Cape Cross, dependendo do tempo que tiveres para viajar pelo país, podes querer continuar para norte até à Costa dos Esqueletos. Devido à ferocidade do mar e à fraca visibilidade, esta zona alberga os “esqueletos” de vários navios que se afundaram ao longo dos anos. Alguns viajantes são encorajados a ir um par de horas mais a norte para ver alguns destes destroços, mas outros acham que é demasiado longe e não passam Cape Cross. Se o teu itinerário não te permitir dedicar muito tempo a esta atividade, ficarás satisfeito por saber que a meio caminho entre Cape Cross e Swakopmund há um naufrágio a poucos metros da costa, junto a uma saída à beira da estrada. Pesquisa no Google Maps por “Zeila Shipwreck Namibia” e encontrarás facilmente. Solitaire O próximo local a visitar na Namíbia do qual te vamos falar é um dos mais famosos e espetaculares do país, mas antes, vamos mencionar uma paragem curiosa que encontrarás no caminho. A cerca de uma hora de carro antes de lá chegares, espera-te, num cruzamento de estradas, o posto de gasolina de Solitaire. Este lugar perdido “no meio do nada” ganhou fama por algumas coisas muito curiosas. Em primeiro lugar, o cemitério de carros clássicos que se amontoam em redor da entrada, onde sempre há algum turista a tirar fotografias. Além disso, na pastelaria conhecida como Mc Gregor’s Bakery, vendem o que dizem ser o melhor bolo de maçã de todo o país. Queres experimentá-lo? Deserto do Namibe Já viste alguma vez árvores com mais de 1.000 anos de idade? Essa é a estimativa da idade das que se encontram em Sossusvlei, um salar situado no deserto central da Namíbia. Alguma vez o local foi um pântano fértil, mas com o passar do tempo, o vento encarregou-se de mover as dunas e de cortar o acesso à água que corria até lá. O resultado foi uma enorme planície, uma espécie de pátio ovalado com uma aparência semelhante à da argila seca e rachada, mas de cor branca, povoada apenas pelos esqueletos retorcidos das árvores que, quase negras, continuam a lutar para se manterem de pé há mais de mil anos, provavelmente porque o ar é demasiado seco e as dunas mal o deixam passar. Além deste lugar tão pitoresco, esta zona do Deserto do Namibe guarda um sem-fim de dunas míticas às quais se permite acesso livre. A Duna 45 é ideal para subir antes do pôr do sol e desfrutar de lá da vista do crepúsculo. Por outro lado, Big Daddy é uma enorme duna que te levará mais de uma hora a subir e oferecerá vistas espetaculares sobre o Deadvlei. Se quiseres visitar esta zona do país, recomendamos que fiques hospedado na área de acampamento no interior do parque. Poderás aceder uma hora antes de manhã à zona das dunas, ideal para ver o nascer do sol a tempo, e uma hora a mais à tarde. Além disto, não é raro que durante a noite passem hienas e órix ao redor da tua tenda ou enquanto desfrutas de um churrasco noturno. A partir daí, também poderás visitar o Sesriem Canyon, um desfiladeiro com cerca de 30 metros de profundidade ideal para caminhadas à sombra quando o sol está mais quente. Cuidado! Aqui vivem famílias de babuínos e é melhor ignorá-los e não os irritar. Faixa de Caprivi A Faixa de Caprivi é um estreito território namibiano que se estende entre Angola e Botsuana, tocando também com a Zâmbia e o Zimbábue. Se estás à procura de uma viagem à Namíbia ainda mais diversificada, não podes perder esta zona e hospedar-te aqui em algum dos alojamentos que existem à beira do mítico Rio Okavango, como o Ngepi Camp. Aqui ficarás maravilhado ao ver (e ouvir “gritar”) dezenas de hipopótamos em frente ao teu bungalow enquanto vês manadas de elefantes, leões, búfalos e outros animais selvagens a passear na outra margem do rio. Cruzar um dia para o Botsuana Se chegaste até à Faixa de Caprivi à procura das melhores atividades para fazer na Namíbia… Por que não aproveitar para visitar o Botsuana? Aceder ao país vizinho a partir daqui é extremamente fácil e rápido, e te dará a oportunidade de explorar a região do Delta do Okavango de outro ângulo. Que tal um passeio numa tradicional canoa mokoro? Além disso, a caminho da fronteira, passarás pelo Parque Nacional de Bwabwata que, apesar de pequeno, oferece a oportunidade de avistar facilmente e do teu próprio carro uma grande variedade de animais, como elefantes, zebras, crocodilos, macacos, javalis… Uma oportunidade única para fazer outro safári por conta própria. Estes são os lugares que não deves perder na tua primeira viagem à Namíbia. E dizemos “primeira viagem” porque temos a certeza de que vais adorar e vais querer repetir. Para te ajudar a tornar esta aventura um sucesso, lê este guia: • É seguro viajar para a Namíbia?

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